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Por que tem diferença entre a velocidade do velocímetro e a do GPS?

Você costuma usar apps como Waze e Google Maps na hora de dirigir? Se sim, já deve ter percebido que o velocímetro no painel do carro costuma indicar uma velocidade um pouco diferente daquela mostrada pelo GPS do celular. Mas, afinal, por que essa diferença existe? 

Primeiro, vale destacar que a variação não é um erro de fabricação e nem do aplicativo, mas sim uma margem que integra os veículos de propósito como uma forma de trazer mais segurança.

É por isso, aliás, que muitos carros apresentam aumento de até 10% sobre a velocidade real. O que não pode acontecer é o contrário, ou seja, que o velocímetro indique uma velocidade menor que a real com margem de 2%. 

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E a velocidade no GPS?

Com essa variação em mente, voltemos ao GPS. A principal questão aqui é que o dispositivo não costuma indicar sempre um número real com a precisão esperada por uma série de fatores, como interferências e irregularidades da pista. 

A velocidade exibida no velocímetro é sempre diferente da velocidade à qual o carro realmente está se movendo (Fotorec/Pixabay/CC)

Pode não parecer, mas até mesmo os aclives e declives da via podem interferir na velocidade exibida. O que acontece é que estes desníveis fazem com que a velocidade das coordenadas do carro na horizontal seja menor que a velocidade real de rodagem, o que também explica a discrepância. 

Gostou dessa curiosidade? Então você não pode deixar de ler também 5 fatos sobre baterias de carros elétricos que certamente você não conhece.

Leia a matéria no Canaltech.

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Mão inglesa: por que em alguns países o carro tem volante do lado direito?

Já se perguntou o porquê de os carros em alguns países terem o volante no lado direito, em vez do esquerdo? O motivo da diferença está relacionado a uma herança histórica, cujos vestígios ainda são encontrados em 76 países — a maioria deles é ex-colônia britânica, com exceção do Japão. 

Alguns historiadores afirmam que o volante no lado direito é resultado das carroças de carga: o cocheiro se sentava do lado esquerdo, para ter visão melhor dos vários cavalos do veículo, enquanto seu assistente ficava na direita com o chicote em mãos. Quando os carros chegaram, a tradição do condutor do lado esquerdo teria permanecido. 

Outra explicação envolve a segurança dos cavaleiros na Europa, que preferiam cavalgar pelo lado esquerdo da trilha; ao fazer isso, eles tinham a mão direita pronta para desembainhar a espada em eventuais duelos, caso necessário. Claro, os tempos mudaram, mas no Reino Unido a tradição continuou. 

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Carro com volante na direita 

Alguns países deixaram o sistema britânico no ano passado — é o caso da Argentina e Portugal, que o mantiveram até 1945 e 1928, respectivamente; por outro lado, nações como Austrália, Índia, Cingapura e Japão permanecem fiéis ao modelo. 

Mais de 70 países seguem com o volante no lado direito (Nik/Unsplash)

E não pense que a mão inglesa causa grandes diferenças no interior do carro. Assim como acontece no modelo universal, as hastes da seta ficam no lado esquerdo, e o pedal do acelerador continua à direita. O que muda, de fato, é que a alavanca do câmbio fica à esquerda do motorista, mas as marchas mantêm a posição. 

Leia a matéria no Canaltech.

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Água no farol de LED pode causar prejuízo gigantesco; veja o motivo

Já percebeu que às vezes os faróis do carro podem ficar embaçados? É fundamental entender que nem todo embaçamento indica um defeito — quando a umidade do ar está alta, por exemplo, o revestimento dos faróis pode ficar coberto por uma névoa fina, que desaparece em pouco tempo. Por outro lado, vale redobrar a atenção se o farol ficar com gotas espessas o suficiente para escorrer. 

Sejam gotas, seja líquido acumulado na base do farol, o cenário indica uma só explicação: há infiltração de água ali. As razões para a entrada de água são variadas e nem sempre ligadas a erros de fabricação — por exemplo, normalmente o desgaste natural das borrachas, o fechamento incorreto das tampas após a troca de lâmpadas ou pequenas trincas causadas por impactos de pedras na estrada são os principais vilões. 

Carros com farol de LED precisam de cuidado extra para evitar água (Imagem: Reprodução/Bild.de)

O problema, no entanto, é que a umidade ali dificulta a funcionalidade dos faróis. É o que explica Juliana Gubel, da Philips Automotiva, destaca que a umidade interna atua como um prisma, dispersando o feixe de luz de maneira irregular e reduzindo drasticamente a visibilidade do condutor.

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O prejuízo nos sistemas de LED

Com a popularização dos faróis em LED, o problema tornou-se ainda mais custoso para o bolso do proprietário. Diferente das lâmpadas halógenas, os conjuntos de LED muitas vezes não permitem a substituição de placas individuais oxidadas, obrigando a troca do conjunto completo. 

O acúmulo de água dentro do farol exige atenção para evitar problemas maiores (Imagem: Adam Stefanca/Unsplash/Gemini)

Além do risco de curto-circuito, a infiltração prolongada pode causar manchas irreversíveis no refletor e, em casos extremos de choque térmico, levar à explosão de lâmpadas convencionais devido à diferença de temperatura.

Por isso, se o condutor observar que há gotas espessar ou líquidos acumulados, é preciso remover a unidade ótica do farol para a secagem desta numa estufa, seguida da limpeza e aplicação de novos selantes de poliuretano. 

Leia a matéria no Canaltech.

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3 lanternas de carro que estão "no precinho" no Magalu

Chegou a hora de substituir as lanternas do seu carro? Vale a pena ficar de olho nas opções disponíveis no e-commerce do Magazine Luiza, que reúne alternativas compatíveis com carros da Fiat, Chevrolet, Toyota e mais.

Às vezes, é preciso trocar as lanternas após colisões ou simplesmente pelo desgaste causado pelo tempo. E pode ficar tranquilo, já que os itens foram produzidos em acrílico de alta durabilidade e carcaça plástica conforme os padrões originais de fábrica para garantir encaixe sob medida sem adaptações.

lanterna carro

 Abaixo, destacamos três modelos com valores consultados que cobrem diferentes perfis e orçamentos.

Lanterna para Fiat Uno (1985-2004)

Disponível a partir de R$ 55, a lanterna da DFEB é uma boa opção para quem precisa trocar o componente no Uno sem gastar muito.

fiat uno

A peça conta com acabamento tricolor em acrílico do jeitinho do original e tem ainda três meses de garantia. Nada mau, né?

Chevrolet Corsa Classic (2011-2016)

A lanterna do seu Corsa está avariada? Neste caso, o Magalu conta com peças destinadas ao lado esquerdo do carro que saem “no precinho”, podendo ser adquiridas a partir de R$ 61.

Chevrolet Corsa

A lanterna oferece encaixe direto e resistência a condições meteorológicas variadas, como sol e chuva.

VW Fox e Crossfox (2011-2014)

A opção mais cara da lista ficou por conta das lanternas para o Fox e Crossfox fabricados entre 2011 e 2014.

Volkswagen T-Cross

Nesse caso, as lanternas para os carros da montadora alemã custam R$ 219 na plataforma do Magalu e trazem design bicolor projetado para manter a tonalidade com o passar do tempo.

Que tal aproveitar a deixa para saber mais sobre os acessórios para carros — e, se você tiver estes no seu veículo, saiba que são proibidos!

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Jeep Compass 2027 promete resolver incômodo de motoristas e gastar menos

A Jeep está na reta final dos preparativos para lançar no mercado brasileiro, até o fim de agosto, a linha 2027 do Jeep Compass, que promete entregar tecnologia híbrida de 48 V. A novidade deve vir acompanhada e um motor elétrico auxiliar ao já presente propulsor 1.3 Turbo 270 flex nas versões Sport, Longitude e Série S.

A atualização mecânica veio para dar um “empurrãozinho” na eficiência energética do SUV médio no uso urbano e reduzir emissões, ao mesmo tempo em que a montadora realiza ações promocionais para liquidar o estoque da linha 2026.

Jeep Compass

Além disso, a melhoria marca o ciclo final da atual geração do utilitário no país antes da chegada de sua reformulação total, programada para o mercado nacional.

Jeep Compass 2027

O sistema une o motor a combustão de 176 cv a uma unidade elétrica de 15,5 cv e 6,6 kgfm de torque, com a transmissão automática de seis marchas. A atuação do propulsor elétrico alivia a carga do motor térmico e deve reduzir o consumo urbano em até 7%.

Além disso, o novo conjunto mecânico promete eliminar o incômodo atraso na resposta do acelerador, que foi observada após as adequações do modelo às normas ambientais estabelecidas pelo Proconve L8.

Enquanto o conjunto MHEV de 48 Volts atenderá às versões de volume, a opção topo de linha Blackhawk continua oferecendo o motor 2.0 Turbo Flex com tração 4x4 e câmbio de nove marchas. Já a nova geração do Compass, totalmente remodelada e apresentada recentemente na Europa, tem lançamento previsto no Brasil para o primeiro trimestre de 2028.

Enquanto o novo Compass não estreia, veja como ficou a nova geração do SUV!

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Adeus ao trânsito? Carros voadores da Embraer avançam com novo acordo

A Eve Air Mobility anunciou no último domingo (19) três avanços decisivos para o seu programa de aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical, os eVTOL, também conhecidos como “carros voadores”. A subsidiária da Embraer fechou acordos internacionais para comercializar até 46 unidades do modelo Eve 100 com as empresas Moov e Shearwater Global Capital, além de obter a liberação, pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), dos critérios propostos para a certificação de ruído da aeronave.

Por ora, o contrato firmado com a suíça Moov envolve até 30 unidades destinadas ao transporte regional, turismo e resgate aeromédico em Cabo Verde e na Europa. Enquanto isso, a Shearwater Global Capital assinou carta de intenção para adquirir até 16 “carros elétricos”, com foco em oferecer soluções de leasing para companhias do setor.

Carro elétrico Embraer

De qualquer forma, os novos acordos mostram que a fabricante segue firme e forte no mercado global de mobilidade aérea avançada e acelera a criação de marcos regulatórios no Brasil. As negociações expandem o alcance operacional da marca para mercados estratégicos da África e Europa, ao mesmo tempo em que os testes ambientais preparam o terreno para a futura homologação comercial do veículo.

Acordos de compra 

Como o nome indica, os eVTOL são pensados para a mobilidade urbana e costumam operar em rotas curtas, de aproximadamente 100 km. No âmbito normativo, a proposta de certificação acústica da ANAC permanece em consulta pública até 8 de agosto como uma etapa para o desenvolvimento da estrutura regulatória dos eVTOL no Brasil. 

Desenvolvido para emitir níveis de ruído substancialmente inferiores aos de um helicóptero comum, o Eve 100 passa por simulações sonoras e ensaios de voo em ambiente real para validar seu desempenho antes de entrar em operação definitiva.

A Eve reforça que realiza também estudos de percepção sonora e visual junto do Royal Netherlands Aerospace Centre (NLR) com realidade virtual, simulações acústicas e testes com centenas de participantes. Depois, os resultados obtidos complementam as avaliações obtidas nos ensaios de voo dos protótipos.

Curtiu o tema? Aproveite para conferir nossa matéria sobre qual a diferença entre quadricóptero, drone e carro voador!

 

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Fim da indústria da multa? Projeto quer "prova do crime" para validar infração

E se as multas de trânsito fossem válidas só com fotos das infrações cometidas junto? É o que propõe o Projeto de Lei 544/26, que obriga a inclusão de fotos da infração nas notificações de multas enviadas aos motoristas. O texto foi aprovado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e altera o Código de Trânsito Brasileiro ao determinar que as provas visuais registradas por radares e câmeras devem ser anexadas automaticamente às autuações.

A legislação atual permite a fiscalização eletrônica, mas não obriga o envio automático da imagem ao condutor. Isso significa que o proprietário do veículo precisa acessar portais governamentais ou fazer pedidos formais aos órgãos de trânsito para conseguir visualizar o registro que motivou a penalidade.

multa infração IA

É aqui que entra o projeto de lei, que estabelece que o registro feito pelo equipamento acompanhe as notificações de autuação e de penalidade. A medida visa dar transparência ao processo administrativo, permitindo que o motorista comprove de imediato se a autuação é legítima ou se houve engano sobre o veículo.

Indústria da multa? 

O projeto foi desenhado sob a justificativa de que é necessário proporcionar mais transparência do processo de fiscalização de trânsito, bem como garantir mais condições para os condutores exercerem o direito de defesa quando a situação assim exigir. 

Apesar do avanço inicial, a nova regra ainda precisa cumprir etapas antes de entrar em vigor. O texto segue para análise conclusiva na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara e, se aprovado, será apreciado pelo Senado Federal. A obrigatoriedade só vai valer em todo o território nacional após a sanção do presidente da República.

Curtiu o tema? Aproveite para conferir nossa matéria sobre como a fiscalização com IA faz explodir multas por celular ao volante e falta de cinto!

 

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As 3 melhores bicicletas elétricas para quem quer fugir do trânsito

As bicicletas elétricas vêm alcançando cada vez mais espaço na mobilidade urbana no Brasil. Hoje, estas bikes perderam o ar de novidade e se tornaram opções bem interessantes para quem precisa se deslocar pelas cidades enquanto economiza combustível e, claro, foge do trânsito. 

Quem não abre mão da praticidade e agilidade para trajetos de curta e média distância pode optar tranquilamente por um veículo destes, mas é nessa hora que bate a dúvida: afinal, qual bicicleta elétrica escolher? 

e-bike bicicleta elétrica

A resposta é, claro, o bom e velho “depende”. É que, em meio aos modelos de entrada focados em economia, existem também versões mais robustas que se aproximam visualmente de pequenas scooters. Abaixo, o CT Auto reuniu alguns modelos de e-bikes preparadas para diferentes tipos de necessidades:

Yoo Y200 (350W)

Com proposta bastante urbana e tamanho compacto, este modelo de entrada pode ser adquirido a partir de R$ 3.300. Assim, claro que o preço acessível e visual simples chamam a atenção logo no início. 

Yoo Y200 350W

A Yoo Y200 é a escolha ideal para estudantes e trabalhadores que realizam deslocamentos curtos em áreas com trânsito intenso, e pode ser uma substituta bem econômica para os carros ou transporte por aplicativo.

WeHawk Basket Mini Scooter (500W) 

Disponível a partir de R$ 5.599, a WeHawk Basket mistura o melhor do design de uma bicicleta com o conforto de uma scooter, e talvez um dos maiores diferenciais do modelo seja a sua cesta dianteira de fábrica. 

WeHawk Basket Mini Scooter 500W

Esta e-bike é uma boa opção para quem precisa cumprir tarefas cotidianas, como idas rápidas ao supermercado, farmácia ou trabalho carregando pequenos volumes.  

Smartway Storm (1000W)

Quem precisa de algo mais potente e robusto pode levar para casa a Smartway Storm, que traz um motor forte projetado para uso intenso e preparado para subidas íngremes ou percorrem distâncias maiores, por exemplo. 

Smartway Storm 1000W

Por outro lado, esta e-bike pode ser adquirida por valores que partem dos R$ 8.803. O investimento financeiro é mais alto, mas o modelo entrega desempenho superior e ótima estabilidade.

 

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China faz aposta inusitada para diminuir custo de carros elétricos urbanos

A indústria automotiva da China encontrou uma solução inusitada para reduzir os custos os carros elétricos populares: o país “fez as pazes” com o carvão como uma forma de reduzir os custos das baterias de íons de sódio, que são feitas de matéria-prima mais abundante e mais em conta que aquelas das baterias de lítio.

O problema é que as baterias de sódio têm íons maiores que as de lítio, o que inviabiliza a produção do ânodo de grafite. Cientes disso, as fabricantes e empresas químicas locais passaram a apostar na biomassa, mas logo encontraram outro problema: o material era obtido de cascas de coco carbonizadas que tinham que ser importadas. 

bateria carro china

Além de a China querer evitar dependência externa, a produção doméstica do coco não atendia a demanda anual das baterias. Assim, a solução se mostrou no chamado carvão antracito, um recurso bastante comum no país. 

Combustível fóssil na tecnologia verde?

Parece estranho usar carvão para o desenvolvimento de uma tecnologia verde? Se sim, saiba que esta escolha é, na verdade, bastante estratégica, porque o ânodo do carbono duro representa entre 10% e 20% da massa da célula. Além disso, o processamento de resíduos agrícolas como as cascas de coco permite recuperar cerca de 2,5% de carbono, mas no caso do antracito, o número passa dos 45%. 

A otimização derrubou o preço do carbono duro para menos de 30 mil yuans por tonelada e as projeções indicam que o custo deve ter quedas ainda maiores, tornando as células de sódio financeiramente imbatíveis. Embora tenham menor densidade energética do que as de lítio (o que limita a autonomia de viagem), as baterias de sódio já equipam modelos urbanos como o compacto da Yiwei, submarca da JAC.

Esta decisão deve ajudar a China a conseguir uma redução drástica nos custos de fabricação, consolidando a independência energética do país asiático. Por isso, é de se esperar que a China esteja seguindo rumo à criação de uma cadeia de suprimentos de grande autonomia para as baterias de sódio. 

Que tal aproveitar para conferir algumas curiosidades sobre as baterias de carros elétricos?

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Por que a Volkswagen "contratou" ovelhas para trabalhar em uma fábrica?

E se ovelhas pudessem se tornar “funcionárias” de uma das maiores montadoras do mundo? Pode até parecer inusitado, mas saiba que este é o resultado da parceria fechada entre a Volkswagen e a Universidade de Ciências da Vida de Poznań: juntas, as instituições substituíram os cortadores de grama mecânicos por quase 100 ovelhas. 

Os simpáticos animais passaram a pastar livremente na fazenda solar que abastece a fábrica da empresa em Poznań, controlando o crescimento da vegetação de forma ecológica e ainda servindo como objeto de estudo científico. 

ovelhas fábrica VW

Claro que, por um lado, a “contratação” é uma jogada de marketing sustentável, mas a iniciativa não para por aí: com as ovelhas, a universidade e a montadora conseguiram combinar a geração de energia renovável com a pecuária aproveitando a mesma propriedade, que se transformou em um verdadeiro laboratório a céu aberto.

Ovelhas "contratadas"?

Ali, os pesquisadores podem analisar o impacto do pastoreio compartilhado no bem-estar dos animais, na biodiversidade regional, no microclima e na qualidade do solo. Além disso, o trabalho do rebanho resolve um problema logístico na rotina da usina fotovoltaica, construída pela empresa Quanta Energy. 

É que o crescimento excessivo da vegetação ali costuma causar sombras indesejadas sobre os painéis solares ao mesmo tempo em que dificulta o acesso aos equipamentos. Com as ovelhas, os profissionais não precisam usar máquinas barulhentas e nem combustíveis fósseis para a poda.

Marzena Pillich-Grońska, diretora da Volkswagen Poznań, declarou que o projeto mostra que o setor industrial é capaz de integrar a geração de energia limpa, o avanço científico e o apoio à agricultura local. 

No fim, a parceria mostra que a agrivoltaica, conceito que descreve a combinação da produção de energia solar com atividades agrícolas ou pecuárias, é de fato uma tendência global no setor energético. Uma das principais vantagens da técnica é permitir que grandes extensões de terra cumpram múltiplas funções econômicas e ecológicas, em vez de ficarem restritas a uma única utilidade.

 

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Toyota e BMW testam "segredo" que pode salvar carros a combustão

A Toyota fechou uma parceria com o grupo BMW, Bosch e Repsol para testar na Espanha carros movidos exclusivamente a Nexa 95, a chamada gasolina 100% renovável. A iniciativa faz parte de um projeto-piloto que deve durar seis meses, com o objetivo de demonstrar o potencial, no uso real, de veículos movidos a combustíveis do tipo.

O teste inclui cerca de 20 carros da Toyota e BMW abastecidos com com a Nexa 95 e equipados com as tecnologias de monitoramento digital de combustível, desenvolvidas ela Bosch. Basicamente, o combustível em questão é produzido a partir de matérias-primas seguindo as normas determinadas pelo bloco e com redução significativa da emissão de gases do efeito estufa em comparação com os combustíveis fósseis. 

gasolina 100% renovável nexa 95

 Outra vantagem é que o composto é compatível com os motores a combustão e infraestruturas disponíveis atualmente. Ao adotar uma abordagem tecnológica neutra e abrangente, as marcas buscam comprovar que é possível escalar o uso de combustíveis limpos de forma eficiente, sem exigir investimentos astronômicos em novas arquiteturas veiculares ou depender só da eletrificação. 

De olho no abastecimento

Para garantir a transparência dos testes, o sistema "Digital Fuel Twin", desenvolvido pela Bosch, vai monitorar a frota. A tecnologia cruza informações dos veículos, das bombas da Repsol e das transações financeiras para certificar, na prática, o uso contínuo da gasolina renovável em todo o ciclo de vida. 

A Espanha foi escolhida estrategicamente para sediar o projeto por ser a única nação com disponibilidade de gasolina 100% renovável em postos públicos através da rede. Atualmente, a Repsol é a única empresa que fornece gasolina 100% renovável nos postos públicos espanhóis. 

Se tudo correr bem, a expectativa é que o projeto torne-se um incentivo ao uso efetivo de combustíveis renováveis, contribuindo para a redução de emissões. Além disso, a iniciativa deve render dados importantes para a validação do composto, bem como os métodos de monitoramento. 

Curtiu o assunto? Aproveite para conferir nossa matéria que explica como a gasolina com 32% de etanol pode afetar seu carro!

 

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Nova IA brasileira tem “visão inteligente” e prevê acidentes nas estradas

A COMPSIS, empresa de tecnologia brasileira, implementou em diversas rodovias do Brasil o sistema EagleVision. Trata-se de uma solução de IA capaz de antecipar congestionamentos e acidentes em tempo real com a ajuda de câmeras e sensores suspensos.

O sistema chega como um aliado estratégico principalmente durante as férias de julho e o inverno, que são períodos tradicionalmente conhecidos pela combinação perigosa de maior fluxo de carros e condições meteorológicas desafiadoras, como chuva e neblina. 

estrada rodovia

Na prática, os equipamentos com IA são instalados nas vias e identificam mudanças discretas no comportamento do tráfego, como flutuações na velocidade ou paradas em locais críticos. Segundo a COMPSIS, a novidade ajuda as concessionárias a identificarem esses sinais de agravamento do cenário e, assim, apliquem medidas preventivas. 

IA nas rodovias brasileiras

Diferentemente dos radares convencionais, o EagleVision atua na leitura operacional das estradas. “A instalação é totalmente não intrusiva. Utilizamos câmeras e sensores posicionados em estruturas suspensas, sem interromper o trânsito ou realizar intervenções no pavimento”, explicou Ailton Queiroga, ex-engenheiro da Embraer e presidente da COMPSIS.

Durante a operação, a ferramenta analisa o volume e a densidade de tráfego por faixa, estima a velocidade média dos motoristas e detecta ocorrências imediatamente. Queiroga destacou que o trânsito dá sinais antes de um problema acontecer, e a IA consegue ler essas anomalias (como a desaceleração irregular de veículos) que passariam despercebidas pelos motoristas. 

Assim, talvez o maior diferencial do sistema seja a previsão dos problema em vez da reação a eles após acontecerem. "desafio é interpretar o contexto do tráfego em tempo real e antecipar comportamentos de risco. É isso que a inteligência artificial deve entregar ao setor”, destacou ele. 

Com sede em São José dos Campos (SP) e mais de 30 anos de experiência no mercado de mobilidade, a desenvolvedora garante que o sistema mantém desempenho estável mesmo diante de variações extremas de luminosidade ou falhas na conexão. Os sistemas inteligentes da COMPSIS já foram exportados para países como Austrália e Índia.

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Brasil e vizinhos assinam acordo de "Céu Único" para transformar viagens de avião

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) firmou um Memorando de Entendimentos com Argentina, Chile e Paraguai para dar início à criação do chamado "Céu Único Sul-Americano". O documento foi assinado em Assunção, no Paraguai, e traz diretrizes para a estruturação de um mercado aéreo integrado entre os países. 

A ideia é que a colaboração estabeleça as bases para uma flexibilização gradual dos serviços aéreos como uma forma de ampliar a conectividade regional entre os países envolvidos no acordo. Futuramente, a iniciativa deve proporcionar a liberalização das operações entre as nações participantes do acordo. 

aeroporto

 Para viabilizar a transição, as autoridades instituíram o Grupo de Trabalho ALAS constituído por representantes das autoridades da aviação civil dos países participantes, que vão ser responsáveis por desenhar um plano detalhado de implementação progressiva em um prazo de até um ano. As análises vão englobar desde a harmonização de regras regulatórias e licenças até o desenvolvimento de infraestrutura aeroportuária e sustentabilidade.

Flexibilização de rotas

Além do bloco principal, o Brasil aproveitou o encontro na capital paraguaia para estreitar laços por meio de acordos bilaterais específicos com a Argentina e o Paraguai. O grande destaque das negociações é a inclusão da chamada sétima liberdade do ar para o transporte de passageiros. 

Essa modalidade concede permissão para que companhias aéreas operem rotas comerciais entre dois territórios estrangeiros sem a necessidade de o voo começar ou terminar em seu país de origem. A modalidade foi recentemente viabilizada pela legislação brasileira.

No caso das operações com o Paraguai, a regra também passa a valer formalmente para o setor de cargas, modernizando a malha logística regional.

E não pense que esta é a única novidade da aviação nacional. Sabia que RJ e SP entraram na rota da mobilidade aérea com vertiportos para "táxis aéreos"?

 

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Novo SUV da Xiaomi vira sala de jantar e tem solução para ansiedade de recarga

A gigante chinesa Xiaomi registrou o N90, seu maior e mais novo utilitário esportivo. O modelo de grande porte chega em grande estilo e promete ocupar o topo da gama da marca asiática — e, para isso, o “grandalhão” traz, de forma inédita em sua história, um sistema mecânico híbrido com extensor de autonomia para eliminar a ansiedade de recarga em trajetos longos.  

Desenvolvido sobre a arquitetura Kunlun, o SUV tem mais de 5,20 metros de comprimento, dimensões generosas o suficiente para competir com rivais de luxo no mercado local. A grande aposta da gigante chinesa está na versatilidade do espaço interno, que traz soluções modulares tão criativas que permitem transformar a cabine em um ambiente para o trabalho ou lazer. 

SUV Xiami N90

É no interior do carro que estão as maiores peculiaridades do projeto: os dois bancos dianteiros podem ser girados em 180º, o que cria configurações que formam uma sala de reuniões ou de jantar, com direito a uma mesa central de apoio. 

Como é o N90

Na parte mecânica, o veículo utiliza tração integral e dois motores elétricos de propulsão real, que geram picos de 285 cv e 136 cv em seus respectivos eixos. Os motores são alimentados por uma bateria de 76 kWh e por um bloco 1.5 turbo de 152 cv, que atua exclusivamente como gerador de energia. 

O conjunto assegura autonomia elétrica de até 370 km no ciclo WLTC, com velocidade máxima de 190 km/h — perceba que o sistema extensor veio para eliminar a chamada ansiedade da recarga, que preocupa motoristas principalmente em viagens longas. 

Além do sensor LiDAR, dispositivo que detecta objetos e mede distâncias e movimento, o SUV pode ser adquirido em versões com cinco ou sete assentos, dependendo das necessidades do condutor. Independentemente da escolha, o modelo vem com poltronas de gravidade zero e rebatimento total dos bancos, que permite acomodar uma cama de casal. 

O início das vendas do veículo está programado para o final deste ano na China, ainda sem preço definido e nem informações sobre a possibilidade de exportação para outros mercados. 

Assim, talvez você esteja se perguntando: afinal, por que os carros elétricos da Xiaomi não vêm ao Brasil?

 

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Saveiro do Hexa empurra Seleção ao título da Copa nos EUA; conheça

A festa da torcida brasileira chegou na Times Square, em Nova York (EUA), em grande estilo. Durante a celebração da Copa do Mundo, uma Volkswagen Saveiro customizada em cor verde, de 1999, tornou-se um verdadeiro símbolo da torcida verde e amarela bem no coração da cidade. 

Além de rebaixado, o utilitário é equipado com um potente "paredão" de som. O carro especial é de Raylander Ribeiro, brasileiro que reside nos Estados Unidos há 12 anos e decidiu importar o veículo para manter viva a forte conexão com as suas raízes sul-americanas.

Transformar o sonho em realidade, no entanto, não foi fácil nem financeiramente. A caminhonete foi exportada inicialmente por um amigo sob a categoria de carro de colecionador — um rigoroso processo que demanda cidadania norte-americana. 

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Picape do Hexa? 

Na sequência, Ribeiro adquiriu a picape por mais ou menos US$ 30 mil (aproximadamente R$ 155,7 mil) para chegar de porta a porta. Parece caro? Pois saiba que o valor é quase duas vezes maior do que os R$ 80 mil que o modelo avaliado custaria atualmente no Brasil.

Claro que a estética única e inconfundível do carro modificado gera impacto imediato nas avenidas estadunidenses. O proprietário relata que os americanos ficam em estado de choque com o visual rebaixado e a enorme potência das caixas acústicas na caçamba. 

A presença marcante da picape nacional chamou tanto a atenção em Nova York que os policiais precisaram realizar algumas abordagens para pedir a ele que abaixasse um pouco o volume do som.  

E não pense que a Saveiro é o único ícone automotivo que Ribeiro tem na garagem: na verdade, ele tem Fuscas guardados no Brasil e mantém um Volkswagen Jetta 2001 também equipado com um bom projeto de som — e este, aliás, roda pelas ruas dos Estados Unidos. Nada mal, né?

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Cinto de segurança do carro não "grita" com você à toa; veja o motivo

Já percebeu que os avisos sonoros do cinto de segurança nos carros ficaram tão barulhentos que é como se “gritassem” com o motorista? Pois é, há um motivo para isso: as os acidentes de trânsito com desfechos fatais para os ocupantes que não usavam cinto continuam com números altíssimos, e as montadoras tiveram que tomar providências. 

Claro, os carros modernos estão cada vez mais seguros, já que contam com recursos como airbags, controle de estabilidade e frenagem automática, mas o fator humano continua decisivo. De acordo com a agência federal americana NHTSA, das 22.713 pessoas que perderam a vida no trânsito em 2024, alarmantes 48% não usavam o cinto. 

Diante de um cenário de número de mortes que voltou a crescer, o Instituto de Seguros para Segurança nas Rodovias (IIHS) apertou os critérios de avaliação, pressionando fortemente a indústria automotiva.

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Segurança no Brasil

Desde 2022, para que um carro conquiste a nota máxima (Good) nos testes do IIHS, é preciso que o veículo emita um alarme sonoro ininterrupto por pelo menos 90 segundos quando algum passageiro desprotegido é detectado no banco da frente ou de trás. 

O uso do cinto de segurança é indispensável (Imagem: Jcomp/Freepik/CC)

Essa estratégia do incômodo tem funcionado muito bem na prática, já que o som alto, repetitivo e interminável tem se mostrado um bom aliado na hora de convencer o usuário ocasional (que é aquele que "esquece" do cinto em corridas curtas de táxi ou aplicativo) a ceder e afivelar o fecho.

O movimento global das fabricantes reflete diretamente no Brasil, onde o uso do cinto também é obrigatório para todos os ocupantes, conforme estabelece o Código de Trânsito Brasileiro. E mais: dirigir sem a proteção é infração grave e gera multa.

Quer evitar problemas com a fiscalização? Fique atento, pois câmeras com IA já flagram quem dirige sem cinto. 

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Hyundai derruba preço do Creta e SUV fica mais em conta que Onix Plus

Procura um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena ficar de olho no Hyundai Creta, que pode ser comprado com descontos excelentes em diferentes concessionárias do Brasil. Com o retorno da versão Action para a linha 2027 e o acúmulo de isenções fiscais, como a isenção total de IPI e parcial de ICMS, os consumidores podem adquirir o modelo zero-quilômetro com reduções de quase R$ 30 mil nas vendas diretas. No fim, o SUV sai mais em conta que o Chevrolet Onix Plus, que pode ser encontrado por R$ 128.090. 

Essa forte estratégia comercial visa consolidar o utilitário esportivo fabricado em Piracicaba (SP) como uma das opções de melhor custo-benefício de todo o segmento nacional. As ofertas, no entanto, só valem até o fim do mês e contam com disponibilidade limitada de estoque. Além disso, os preços promocionais são voltados para o público Pessoa com Deficiência, ou PcD.

Dito isso, as promoções variam de acordo com a região e o catálogo escolhido. No Rio de Janeiro, o Creta Action 2027 caiu de R$ 119.990 para R$ 105.490, ou seja, a redução é de R$ 14,5 mil. Já no interior de São Paulo, os abatimentos são ainda mais agressivos: em Mogi das Cruzes, a versão Limited despencou de R$ 173.390 para R$ 146.115, o que sinaliza quase R$ 30 mil de desconto; já em Aparecida, a opção Platinum passou de R$ 188.990 para R$ 159.261, uma redução de R$ 29.729.

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Conheça o Hyundai Creta 

A maior parte da linha Creta compartilha o motor 1.0 turbo flex de 120 cv, aliado ao câmbio automático de seis marchas. Para quem busca desempenho premium, a fabricante oferece a topo de linha Ultimate, impulsionada pelo propulsor 1.6 turbo de 193 cv com transmissão automatizada de dupla embreagem e pacote tecnológico avançado.

O Hyundai Creta sai "no precinho" para compradores do público PcD (Imagem: Divulgação/Hyundai/Gemini)

O consumo entrega 8,4 km/L na cidade e 9 km/L na estrada com etanol. Quem optar pela boa e velha gasolina consegue números melhores, que ficam em 12 km/L e 12,7 km/L, respectivamente, para a cidade e estrada. 

Vale a pena comprar o Hyundai Creta?

Ficou na dúvida se vale fechar negócio? Tenha em mente que o Hyundai Creta oferece uma opção de altíssimo desempenho para os motoristas mais exigentes em sua versão topo de linha, a Ultimate. Além da motorização de ponta exclusiva, a linha do utilitário esportivo se destaca pela farta lista de equipamentos de série desde as configurações mais acessíveis. 

Mesmo as versões Action, Comfort Safety e Limited com o econômico motor 1.0 Turbo são bem equipadas, e entregam a chave presencial Smart Key, painel de instrumentos digital de 10 polegadas, luzes diurnas em LED e o prático sistema Stop & Go. A Limited ainda acrescenta modernos faróis totalmente em LED ao pacote visual da carroceria.

Para quem busca o máximo de sofisticação e conforto, os catálogos Platinum e Ultimate elevam o patamar do SUV sul-coreano. A versão Platinum adiciona teto solar panorâmico, bancos com ventilação, controle de velocidade adaptativo e o pacote de segurança SmartSense, com assistente de permanência em faixa, enquanto a Ultimate coroa a linha nacional com enormes rodas de liga leve de 18", central multimídia de 10,25" integrada ao painel e recursos ainda mais avançados de assistência ao condutor.

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Combustível sustentável: Brasil ganha novas usinas e tecnologia para aviões

A expansão da produção de combustível sustentável de aviação (SAF) no Brasil deu novos passos com duas grandes iniciativas que prometem impulsionar o setor. Uma delas é a Honeywell, que vai fornecer tecnologias de processo e automação para a futura fábrica da Acelen Renováveis na Bahia, enquanto Bunge, Petrobras e Vibra lançaram o primeiro lote comercial de SAF produzido com soja brasileira certificada sob o padrão internacional da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO).

A futura fábrica da Acelen Renováveis, na Bahia, vai usar um moderno sistema de refino desenvolvido pela Honeywell UOP em parceria com a italiana Eni. Chamado de Ecofining, o método modular acelera a construção da planta e reduz custos ao converter gorduras, óleos e graxas residuais em combustíveis limpos. 

Enquanto isso, a união entre Bunge, Petrobras e Vibra viabilizou 4.000 metros cúbicos de um novo combustível que utiliza óleo de soja de Mato Grosso coprocessado em uma refinaria no Rio de Janeiro. Com certificação internacional que garante o cultivo sustentável sem desmatamento, o lote inicial vai ser ofertado no Aeroporto do Galeão e promete abastecer cerca de 1.600 voos na ponte aérea Rio-São Paulo.

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Combustível verde na aviação

Os anúncios vêm em um cenário de forte demanda global por combustíveis verdes no transporte aéreo — segundo a Honeywell, a expectativa é que o consumo mundial de SAF atinja o patamar de quase 500 mil barris por dia ao longo da próxima década. Assim, é natural que se desenhe uma corrida para nacionalizar a tecnologia para atender a esse mercado emergente. 

O jato brasileiro Embraer E195-E2, operado pela KLM, foi abastecido com combustível sustentável (Imagem: Reprodução/KLM))

O potencial dos novos compostos é bastante interessante: quando misturado ao querosene convencional, esse SAF baiano, por exemplo, pode reduzir as emissões poluentes em até 80%. Já o combustível produzido pela Bunge, Petrobras e Vibra deve reduzir em cerca de 70% as emissões de gases do efeito estufa quando comparadas com o querosene convencional.

Já que o SAF está em alta na aviação atualmente, que tal conferir nossa matéria sobre o jato da Embraer que testou o combustível do futuro em voo comercial inédito? 

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Você conhece o maior mistério da aviação comercial?

Foi em 8 de março de 2014 que um Boeing 777-200ER decolou de Kuala Lumpur, na Malásia, rumo a Pequim, sob operação da Malaysia da Airlines. Cerca de 38 minutos após a decolagem, a aeronave fez contato com o controle de tráfego aéreo enquanto sobrevoava o mar do sul da China. Na sequência, o avião saiu da rota planejada e desapareceu dos radares. 

O voo MH370 desapareceu dos radares civis 38 minutos após a decolagem, logo após a última mensagem do capitão Zaharie Ahmad Shah: "Boa noite, Malaysian três sete zero" — quando o comandante entrou em contato, o avião sobrevoava o espaço aéreo do Vietnã. 

Com 239 pessoas de diversas nacionalidadess a bordo, a aeronave desviou drasticamente de sua rota original. Segundo dados de radares militares, o avião saiu da rota na direção do nordeste da Malásia, e depois seguiu na direção da ilha de Sumatra, na Indonésia. Na sequência, fez uma manobra para a direção sul e o contato foi perdido. 

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Buscas pelo voo da Malaysia Airlines

Já fazem mais de 12 anos do desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines. Mesmo após tanto tempo, este mistério da aviação comercial moderna ainda segue em aberto — tanto que foi iniciada uma nova busca pelos destroços da aeronave em dezembro de 2025. 

Rota da aeronave e área onde as buscas foram realizadas (Andrew Heneen/Creative Commons Attribution 3.0)

Até o momento, mais de 30 fragmentos isolados foram encontrados no litoral da África e de algumas ilhas no oceano Índico, confirmados como parte da aeronave; mesmo assim, o "corpo" do avião e as caixas-pretas permanecem ocultos. 

Para os investigadores, encontrar o local do impacto é a única forma de encerrar as especulações. Um relatório de quase 500 páginas sobre o incidente indica que os controles do avião foram acionados de forma proposital para tirá-lo de sua rota, mas ainda não foi possível determinar o responsável. 

Como o local da provável queda ainda não foi identificado, há quem insista em teorias da conspiração que vão de queda do avião controlada remotamente a abduções de seres extraterrestres.

Alguns especialistas da aviação acreditam que a explicação é que, de fato, um piloto experiente teria desviado o avião da rota. Por outro lado, a equipe de investigação declarou que não encontrou nada suspeito na história, treinamento e saúde mental do capitão e copiloto da aeronave. Se você considera essa história um grande mistério, talvez queira entender também a ocasião na qual NASA e EUA derrubaram um avião. Mas por quê?

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Lu do Magalu está de carro novo; veja qual foi o modelo escolhido

A Lu, influenciadora virtual do Magalu, finalmente revelou qual foi o seu primeiro carro escolhido após “tirar a habilitação”. A influencer optou pelo recém-lançado Hyundai i20, hatchback com ares de SUV que acaba de estrear no mercado brasileiro. Para comemorar o momento — afinal, o primeiro carro representa uma etapa muito importante para qualquer condutor —, a Lu já publicou fotos com o novo veículo no Instagram. 

A escolha veio após um período de muito suspense na internet, quando a nova motorista pediu dicas aos seus milhões de seguidores sobre qual carro deveria comprar. Além de estampar a campanha da novidade nas plataformas da varejista, a personagem também vai visitar a fábrica da Hyundai em Piracicaba (SP) para mostrar a linha de montagem, atuando ainda como um dos rostos da marca automotiva durante as ações da Copa do Mundo 2026.

“Ter a Lu com uma das mais novas proprietárias do Hyundai i20 combina alguns dos principais pilares que iremos reforçar no mercado com o novo modelo. A influencer virtual favorita dos brasileiros representa esta ligação entre a inovação aliada à humanidade, sustentada sempre pela confiança transmitida por uma marca como o Magalu”, declarou Cristiano Mineiro, gerente executivo de Marketing da Hyundai Motor Brasil. E acrescentou: “aguardem, pois mais novidades virão em parceria com essa marca tão querida pelos brasileiros”. 

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Novo Hyundai i20 com a Lu

Para levar as novidades do lançamento para o consumidor, o novo Hyundai i20 vai ser exibido nas telas das mais de 1.200 lojas do Magalu espalhadas por todo o Brasil. O projeto ainda aposta pesado na capital paulista, que é o lar da Galeria Magalu. Localizada na Avenida Paulista, a Galeria vai ter uma unidade do carro exposta com dinâmicas interativas que vão sortear cupons de desconto ao público.

A megaloja da Marginal Tietê, por sua vez, promete passar por uma verdadeira transformação visual, com sua fachada se convertendo na "garagem da Lu". Segundo as marcas, a estratégia tem o claro objetivo de unir o forte impacto do conteúdo virtual da influenciadora à presença física estruturada do Magazine Luiza, engajando os clientes em diferentes etapas da jornada de compra de um veículo zero quilômetro.

"Essa é uma parceria completamente alinhada às oportunidades que a rotina de uma influenciadora cria. E é exatamente isso o que a Lu é, uma criadora de conteúdo virtual, que assim como as humanas, gera curiosidade em seus seguidores sobre suas atividades diárias e os produtos que ela usa e recomenda”, comentou Celia Goldstein, diretora do Magalu Ads.

Como é o Hyundai i20

Produzido em Piracicaba (SP), o inédito i20 chega ao Brasil como o "hatchuv" que chega para preencher a lacuna entre o HB20 e o Creta. Custando a partir de R$ 99.990, o veículo foca em consumidores que buscam robustez e bom espaço. Essa nova aposta da montadora sul-coreana acompanha a forte tendência do mercado nacional por carros com posição de dirigir elevada e visual aventureiro. 

O grande destaque do i20 está no ambiente interno minimalista, que ostenta duas telas integradas de 12,3” e um sistema inédito de atualizações remotas na marca. Focada no conforto com bancos em couro e saídas de ar traseiras, a cabine agrada motoristas exigentes e aplicativos premium.

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