O aplicativo de mensagens Signal, conhecido pelo seu grande enfoque em segurança e privacidade, anunciou hoje que está expandindo o suporte a dispositivos vinculados — permitindo agora usar uma mesma conta em mais de um smartphone, tanto no iOS quanto no Android.
No sistema operacional da Apple, o suporte como dispositivo vinculado é uma adaptação do que já era possível fazer com iPads desde 2019. Basicamente, o Signal modificou a mesma interface já existente para que ela funcionasse bem em telas menores, sem perder a compatibilidade com o iPadOS.
No Signal, ao configurar a vinculação de um novo dispositivo, o usuário pode escolher entre duas opções: transferir todo o histórico de conversas e mídias armazenadas dos últimos 45 dias ou simplesmente começar do zero — nesse caso, o novo aparelho recebe apenas novas mensagens.
A possibilidade de sincronizar o histórico de conversas, vale recordar, estreou no aplicativo no ano passado. Diferentemente de alguns mensageiros, todo o processo é criptografado de ponta a ponta — ou seja: os servidores do Signal não têm acesso ao conteúdo das mensagens.
Além de possibilitar definir outros smartphones e tablets como dispositivos vinculados, o Signal também permite (há bastante tempo) fazer o mesmo com computadores — seja no macOS, Windows ou Linux.
Ele, inclusive, foi desenvolvido por um dos cofundadores do TV Time, Antonio Pinto, que afirmou ter tentado recriar os melhores recursos do finado aplicativo (o qual foi adquirido pela Whip Media, que decidiu encerrar o serviço para focar em iniciativas de IA).
Finally, Bingers is out 🎉
Took us longer than we wanted, but we didn't want to ship something ugly or clunky.
It's a first version so there’s probably tones of things to improve, but we'll be reading every piece of feedback. Let's make it perfect together.
Levamos mais tempo do que gostaríamos, mas não queríamos lançar algo com visual ruim ou difícil de usar.
É uma primeira versão, então provavelmente há muita coisa para melhorar, mas vamos ler todos os comentários e sugestões.
Vamos deixá-lo perfeito juntos.
App Store / Play Store 👇
O Bingers conta com três componentes principais: uma ferramenta para acompanhar as séries e os filmes que você assiste ou deseja assistir, uma forma de descobrir novos conteúdos e uma espécie de rede social. Ademais, o app exibe suas estatísticas com detalhes da sua vida de espectador.
Assim como no TV Time, os fãs podem criar perfis e realizar comentários sobre séries e filmes, inclusive adicionando mídias como fotos e GIFs. Eles também podem avaliar episódios, expressar opiniões com emojis e votar em seus personagens favoritos.
Divulgação/Bingers
O app foi projetado para carregar as bibliotecas dos usuários diretamente de seus dispositivos, permitindo que ele realize o processamento pesado — como o calendário de exibição e a lista de desejos — localmente, em vez de depender dos servidores da empresa. Por fim, ele oferece uma maneira de importar dados dos arquivos do TV Time.
The Samsung Galaxy Z Fold 8 is smaller, cheaper, and has fewer cameras than the Galaxy Z Fold 8 Ultra, but it may end up being the most popular Galaxy foldable to date.
Why? Because its 7.6-inch inner screen has a 4:3 aspect ratio, which is supposedly “the new standard for viewing content,” as Samsung told us in an interview — and if there’s one thing most of us can’t get enough of in 2026, it’s content.
The Galaxy Z Fold 8 Ultra, meanwhile, has an eight-inch inner screen with a 10:9 aspect ratio, which is great for spreadsheets and multitasking, but less brilliant for movies and YouTube videos.
Don’t believe me (or Samsung)? I compared the experience of streaming Netflix, watching YouTube, and scrolling through Instagram Reels on the Galaxy Z Fold 8 and Galaxy Z Fold 8 Ultra — in both portrait and landscape orientations, where possible — to help you visualize the aspect ratio differences between these two devices.
Check out the side-by-side comparisons for each platform below, and let me know in the comments section which phone you’d prefer to use for watching videos. I've also included a roundup of each model's respective size specs for added context.
Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra
Samsung Galaxy Z Fold 8
Dimensions (unfolded):
158.4 x 143.2 x 4.1mm
161.4 x 123.9 x 4.5mm
Dimensions (folded):
158.4 x 72.8 x 8.9mm
81.9 x 123.9 x 9.7mm
Display (unfolded):
8 inches, 10:9
7.6 inches, 4:3
Display (folded):
6.5 inches, 21:9
5.5 inches. 16:10
Netflix
Z Fold 8 (10:16) / Z Fold 8 Ultra (9:21)
(Image credit: Future)
Z Fold 8 (4:3) / Z Fold 8 Ultra (10:9)
(Image credit: Future)
Z Fold 8 (3:4) / Z Fold 8 Ultra (9:10)
(Image credit: Future)
YouTube
Z Fold 8 (16:10) / Z Fold 8 Ultra (21:9)
With either phone in this orientation, expanding the YouTube video automatically switches the orientation to landscape (see the next photo) (Image credit: Future)
Z Fold 8 (10:16) / Z Fold 8 Ultra (9:21)
(Image credit: Future)
Z Fold 8 (4:3) / Z Fold 8 Ultra (10:9)
(Image credit: Future)
Z Fold 8 (3:4) / Z Fold 8 Ultra (9:10)
(Image credit: Future)
Instagram Reels
Z Fold 8 (16:10) / Z Fold 8 Ultra (21:9)
(Image credit: Future)
Z Fold 8 (4:3) / Z Fold 8 Ultra (10:9)
(Image credit: Future)
Z Fold 8 (3:4) / Z Fold 8 Ultra (9:10)
(Image credit: Future)
Verdict
For Netflix and YouTube, the Galaxy Z Fold 8 provides a cleaner viewing experience than the Galaxy Z Fold 8 Ultra in every orientation except 3:4. The black bars above and below the video are noticeably narrower than those on the Galaxy Z Fold 8 Ultra, and there's no awkward pillarboxing (i.e., bars on either side of the video) when using the Galaxy Z Fold 8 in 10:16 (you'll notice that content wraps around the phone's punch-hole camera, which doesn't happen on the Galaxy Z Fold 8 Ultra).
Of course, if you use the Galaxy Z Fold 8 in 3:4, the black bars are much bigger than those on the Galaxy Z Fold 8 Ultra, but Samsung itself admits that this orientation is “more natural for reading e-books or browsing the web,” which gives the smaller device another nice win over the pricier model.
The Instagram Reels-watching experience is pretty similar across both phones, but given the Galaxy Z Fold 8's lighter weight (201g vs 215g), I'd give it the edge here, too.
So there you have it: if watching videos and scrolling through social media is your priority, the Galaxy Z Fold 8 is a better buy than the Galaxy Z Fold 8 Ultra.
Of course, there is much more to both phones than their respective displays — the Galaxy Z Fold 8 Ultra has better cameras, for instance — so I wouldn't jump headfirst into buying one over the other until you've read our full Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra vs Galaxy Z Fold 8 comparison.
Side note: You're not able to watch videos in 16:10 (Z Fold 8) or 21:9 (Z Fold 8 Ultra) on Netflix, nor videos in 10:16 (Z Fold 8) or 9:21 (Z Fold 8 Ultra) on Instagram, hence why these options don't appear in the above comparison.
Entre aplicações para seguir o Sol no eclipse, jogos e apoio ao exercício físico, as aplicações que a equipa do TEK Notícias escolheu esta semana podem dar uma ajuda a refrescar o seu smartphone ou tablet.
Samsung ha confermato ufficialmente che Galaxy S26 FE sta per arrivare, anche se non quando: i rumor però puntano a un debutto vicino, già a settembre, assieme ai Galaxy SmartTag 3. E se davvero manca poco, allora non è strano che comincino a filtrare sempre più dettagli: le ultime informazioni condivise da Android Authority riguardano la dotazione fotografica. Nessuna novità particolare: a quanto pare ricalcherà quella del predecessore.
NESSUNA NOVITÀ
Secondo il report, Galaxy S26 FE sarebbe identificato internamente con il nome in codice "r14" (Galaxy S25 Fe era "r13", Galaxy S24 FE "r12). Nel dettaglio, il dispositivo dovrebbe adottare un sensore principale Samsung ISOCELL S5KGN3 da 50 MP, lo stesso utilizzato su Galaxy S25 FE, caratterizzato da un formato da 1/1,57", pixel da 1 µm, apertura f/1.8, autofocus Dual Pixel PDAF e stabilizzazione ottica dell'immagine. Anche il teleobiettivo 3x non dovrebbe cambiare, affidandosi ancora al sensore OmniVision OV08A1 da 8 MP con autofocus PDAF e OIS.
Il leak cita anche un sensore GalaxyCore GC12A2 da 12 MP e un Sony IMX825, anch'esso da 12 MP. Al momento non è ancora chiaro quale dei due sarà destinato alla fotocamera ultra-grandangolare e quale invece alla fotocamera frontale, ma la risoluzione resterà invariata in entrambi i casi rispetto alla generazione precedente. L'incertezza nasce dal fatto che Samsung ha già utilizzato entrambi i sensori in ruoli differenti su vari smartphone della propria gamma. Seguendo però quanto visto sul Galaxy S25 FE, è probabile che il Sony IMX825 venga impiegato per la selfie camera, mentre il GalaxyCore GC12A2 possa essere riservato alla fotocamera ultra-wide.
Gli incendi boschivi rappresentano ogni estate una delle principali emergenze ambientali, con conseguenze che vanno purtroppo ben oltre la distruzione della vegetazione. Le fiamme possono difatti compromettere la viabilità, costringere all'evacuazione di intere aree e mettere in pericolo la sicurezza di residenti e visitatori.
In tale contesto, Google Maps può offrire un supporto concreto per affrontare le emergenze in corso. La piattaforma, tra le tante funzioni, integra una sezione dedicata al monitoraggio di incendi, inondazioni, terremoti e altre calamità naturali, con la conseguente pianificazione di percorsi alternativi per evitare rischi.
COME INDIVIDUARE LE ZONE INTERESSATE DA INCENDI
Per monitorare le aree interessate da incendi boschivi tramite Google Maps è sufficiente cliccare sull’icona dei livelli, posta in alto a destra all’interno dell’applicazione, e selezionare la voce Incendi. La mappa evidenzierà le aree interessate dai roghi mediante il simbolo della fiamma e, in base alla gravità, una differente colorazione della zona colpita.
Lumines Remastered, versione aggiornata del celebre titolo ideato da Tetsuya Mizuguchi, approda in via ufficiale su dispositivi Android e iOS. Lanciato originariamente nel 2004 in Giappone, assieme alla console portatile Sony, Lumines è riuscito a distinguersi dai tradizionali puzzle game grazie a una formula che unisce la meccanica dei blocchi colorati con una colonna sonora perfettamente sincronizzata con il gameplay. Proprio per questo, la versione rimasterizzata conserva il sistema di gioco che ha reso celebre il titolo.
I giocatori devono ruotare e spostare blocchi composti da quattro quadrati di due colori differenti per creare aree monocromatiche. L'eliminazione dei blocchi avviene tramite lo scorrimento di una timeline a tempo di musica, che attraversa periodicamente lo schermo.
L'adattamento ai dispositivi mobili sfrutta i controlli touch, ma include anche il supporto ai controller esterni, offrendo un'esperienza molto vicina a quella originaria. Gli sviluppatori hanno inoltre integrato i salvataggi nel cloud, consentendo di sincronizzare i progressi tra dispositivi compatibili, oltre alle classifiche online per confrontare i propri punteggi con gli altri giocatori.
Fã de jogos de mistério e aventuras "point and click"? Case Solved: The London Files coloca os jogadores no papel de um detetive que tem como missão investigar uma série de crimes, num título que promete pôr à prova as suas capacidades de observação e dedução.
We are a month away from the initial rollout of Google's Android developer verification system, and the company contends this policy does not impinge on the platform's open nature. Still, the restrictions will be a big change, and there are still some unanswered questions. An issue that has come up repeatedly in the run-up to verification is what will happen to devs who can't verify because of where they live. It turns out that Google has a cryptic answer for that buried in an FAQ.
Developer verification will soon block the installation of apps from unverified developers on any Android device running Google services, which is functionally all Android phones outside Russia and China. Developers who want to keep releasing software, even if it's not in the Play Store, have to provide Google with their ID and pay a small fee.
But what if you're an Android developer living in a sanctioned nation? Currently, the US sanction list includes Iran, Cuba, North Korea, and occupied areas of Ukraine. Given the current uncertain state of US foreign policy, that list could change in the future. Google doing any business with developers in those places is a thorny issue, and it seems like the company has decided to just leave them hanging.
We are a month away from the initial rollout of Google's Android developer verification system, which requires developers outside the Play Store to verify their identities, just like it does for devs publishing on its platform. The company contends this policy does not impinge on the platform's open nature. Still, the restrictions will be a big change, and there are still some unanswered questions. An issue that has come up repeatedly in the run-up to verification is what will happen to devs who can't verify because of where they live. It turns out that Google has a cryptic answer for that buried in an FAQ.
Developer verification will soon block the installation of apps from unverified developers on any Android device running Google services, which is functionally all Android phones outside Russia and China. Developers who want to keep releasing software, even if it's not in the Play Store, have to provide Google with their ID and pay a small fee.
But what if you're an Android developer living in a sanctioned nation? Currently, the US sanction list includes Iran, Cuba, North Korea, and occupied areas of Ukraine. Given the current uncertain state of US foreign policy, that list could change in the future. Google doing any business with developers in those places is a thorny issue, and it seems like the company has decided to just leave them hanging.
Estamos a poucos dias do eclipse solar mais aguardado das últimas décadas em Portugal, e a Sun Surveyor, uma excelente ferramenta para fotógrafos, poderá ser a ferramenta perfeita para prever a posição exata do Sol e a escolher o melhor local para observar o fenómeno em segurança.
Fans of rhythmic puzzle games have a major reason to celebrate today. Enhance has officially brought Lumines Remastered to mobile platforms, allowing players to experience its iconic title on their modern smartphones and tablets. The beloved PlayStation Portable classic is now available to download. It offers that perfect blend of block-dropping action and electronic beats […]
In early 2025, Atlanta resident Samuel Tunick was on his way home following a trip abroad. After landing in the US, customs agents demanded access to his Pixel phone, which was running an alternative version of Android called GrapheneOS. Rather than hand over his data, Tunick used a clever feature of the software to delete everything. Now, he's facing federal charges.
The first hearing in this case happened last week, according to The Guardian, during which government attorneys and agents claimed that Tunick was subjected to a standard secondary interrogation at an international airport. During that encounter, agents were "looking for anything that’s prohibited." However, Tunick's legal team alleges he was targeted for his activism.
Tunick was involved with a group called Defend the Atlanta Forest, which opposed the construction of an enormous law enforcement training facility in the area often known as Cop City. What Tunick didn't know, according to his lawyers, was that he'd been placed on a watch list for his actions and that Customs and Border Protection had discussed over email plans to detain him upon his arrival back in the US for "suspected terrorism activities."
Super-premium Android has top performance, long battery life and good cameras, but is let down by software
Honor’s svelte Android phone-tablet has been given a glow-up for its sixth version, offering a great alternative to Samsung for a fancy foldable with a red suede-like back framed in gold.
The Magic V6 continues the Chinese challenger brand’s strategy of taking a razor-thin device and slapping a giant circular lump on the back to fit in top-class cameras, something others often forgo. It costs a not inconsiderable £1,500 (€1,700/A$2,999) but only until August when the price jumps to a cool £2,000 (€2,300) – a solid £300 more than last year’s model as the cost of RAMageddon continues to bite, even at the very top end of the market.
Main screen: 7.95in (403ppi) 120Hz OLED flexible display
A adição desses recursos na versão web dispensa a obrigatoriedade da instalação do app para macOS caso você queira atender a uma ligação fora do iPhone, funcionando nas conversas em grupo e individuais.
WhatsApp announces new calling features including web calls!
O WhatsApp anuncia novos recursos de chamadas, incluindo chamadas na web!
O WhatsApp está lançando chamadas na web, transferências de chamadas, uma sala de espera, vídeo QuickHD e supressão de ruído para chamadas.
As chamadas na versão web são compatíveis com o compartilhamento de tela, reações durante chamadas, histórico de ligações, favoritos e a criptografia de ponta a ponta. Já o recurso de transferência de chamada permite mover uma ligação em andamento entre diferentes dispositivos sem interromper a conversa.
O WhatsApp também introduziu uma sala de espera para chamadas em grupo iniciadas por meio de um link, permitindo que quem organizou a chamada aprove quem ingressará na ligação.
Já em termos de qualidade da chamada, o WhatsApp destacou a inclusão do QuickHD, recurso destinado a alta definição de vídeo logo nos primeiros segundos de uma chamada, enquanto a supressão de ruído reduz qualquer som ambiente que não seja a voz do usuário, que ganha destaque mesmo em espaços barulhentos. A supressão de ruído pode ser desativada a qualquer momento, embora ambos os recursos funcionem de maneira automática, sem configuração inicial.
Segundo a Meta, a implementação da novidade ocorrerá de maneira gradual, estando disponível “em breve” para toda a base instalada do WhatsApp.
Contagem de visualizações em canais
Para os administradores de canais, o WhatsApp começou a liberar a contagem privada de visualizações na beta do seu app para iOS e Android.
De acordo com o WABetaInfo, a informação é exibida no próprio balão de mensagem, e é restrita ao administrador do canal.
WhatsApp is rolling out private view counts for channel admins!
O WhatsApp está lançando contadores de visualizações privadas para administradores de canais!
O WhatsApp está introduzindo um novo recurso no iOS e Android que permite que administradores de canais vejam quantas pessoas visualizaram suas atualizações.
Restrito à versão beta no momento, o recurso deverá chegar em breve para os usuários de forma geral.
Se você pretende desenvolver aplicativos para as plataformas mobile iOS e Android, conheça e veja como instalar o Ionic Framework no CentOS e comece a criar seus apps.
As ferramentas de inteligência artificial estão mudando a forma como criamos e compartilhamos conteúdos de viagem. Hoje, uma simples fotografia pode se transformar num vídeo dinâmico, com movimentos, efeitos e uma narrativa mais envolvente.
Com plataformas como o AIReel, é possível converter fotos de viagem em vídeo de forma rápida, criando memórias digitais mais vivas sem precisar de experiência em edição profissional.
Por que cada vez mais pessoas estão transformando fotos de viagem em vídeos com IA
Durante anos, as fotografias foram a principal forma de guardar momentos de viagem. No entanto, à medida que o consumo de vídeo continua a crescer, muitas pessoas começaram a procurar formas mais dinâmicas de reviver e compartilhar essas experiências.
A inteligência artificial está tornando este processo mais simples. Em vez de depender de programas complexos de edição, usuários podem transformar fotografias estáticas em pequenos vídeos com movimento, transições e efeitos visuais em poucos minutos.
Ferramentas como o AIReel permitem fazer esta transformação de forma acessível, ajudando qualquer pessoa a converter imagens de viagem em vídeos mais envolventes sem precisar de conhecimentos avançados de edição.
Como a IA está transformando fotos de viagem em memórias digitais vivas
Uma fotografia consegue guardar um momento, mas um vídeo consegue transmitir melhor a sensação desse momento. É aqui que a inteligência artificial começa a mudar a forma como as pessoas preservam as suas memórias de viagem.
Transformar imagens estáticas em histórias animadas
Com a tecnologia atual, uma fotografia de uma paisagem, cidade ou momento especial pode ganhar movimento natural. A IA consegue criar transições, pequenos movimentos de câmera e efeitos que tornam a experiência mais próxima de um vídeo real.
Criar vídeos personalizados a partir de fotografias
Cada viagem tem uma história diferente, e as ferramentas de IA permitem transformar várias fotografias numa sequência com ritmo e estilo próprios. Recursos de conversão de imagem em vídeo com IA ajudam usuários a criar vídeos únicos, combinando fotografias, animações e estilos visuais sem processos complicados.
Recuperar e valorizar momentos antigos
Muitas pessoas têm centenas ou até milhares de fotografias guardadas no telefone ou no computador que raramente voltam a ver. Transformar algumas dessas imagens em vídeos pode ser uma forma simples de recuperar memórias esquecidas e dar-lhes um novo significado.
Criar conteúdos de viagem mais envolventes
Em vez de publicar apenas uma fotografia, os viajantes podem criar pequenas histórias em vídeo. Ferramentas como o AIReel, uma solução de imagem para vídeo IA, permitem converter imagens estáticas em vídeos com movimento, ajudando criadores a produzir conteúdos mais atrativos e dinâmicos.
Como criar vídeos de viagem mais envolventes a partir das suas fotografias
Muitas pessoas gostam de fotografar durante as viagens para guardar os melhores momentos, mas transformar essas imagens em vídeos interessantes pode ser um processo demorado e complicado. Com as ferramentas de IA, criar vídeos de viagem personalizados a partir de fotografias tornou-se uma tarefa muito mais simples e acessível.
Escolha as fotografias que melhor representam a viagem
Antes de criar um vídeo, selecione imagens que contem uma história. Uma boa combinação de paisagens, pessoas e pequenos detalhes da viagem ajuda a criar um resultado mais emocional e envolvente.
Organize as imagens e defina o estilo do vídeo
Pense no tipo de experiência que pretende transmitir. Pode optar por um estilo mais cinematográfico, descontraído ou focado nas redes sociais, dependendo do objetivo final do vídeo.
Use uma ferramenta de IA para transformar imagens em vídeo
Com ferramentas como o AIReel, o processo de criação torna-se mais rápido. Basta carregar as fotografias, adicionar um prompt com a descrição do movimento ou estilo pretendido, e a plataforma gera rapidamente um vídeo de viagem mais dinâmico e atrativo a partir das imagens.
Ajuste o resultado antes de compartilhar
Depois de gerar o vídeo, pequenos ajustes podem melhorar a experiência final. Escolher a duração adequada, adicionar música ou adaptar o formato para plataformas como Instagram, TikTok ou YouTube Shorts pode tornar o conteúdo mais apelativo.
O futuro das memórias digitais criadas com IA
A forma como guardamos as nossas viagens está mudando. As fotografias continuam sendo importantes, mas os vídeos oferecem uma maneira mais próxima de reviver sons, movimentos e emoções associadas a cada momento.
Com ferramentas de inteligência artificial cada vez mais acessíveis, transformar uma coleção de fotografias numa história visual deixará de ser algo reservado a profissionais de edição. Para muitos viajantes, será simplesmente uma nova forma de contar as suas próprias experiências.