A BYD fechou o 1º semestre de 2026 como principal destaque entre as marcas que mais venderam carros elétricos e híbridos no Brasil. A marca chinesa colocou três representantes em cada um dos top 10 e, assim, se firmou como maior referência desses segmentos no país.
Na relação dos 10 carros elétricos mais vendidos do Brasil entre janeiro e junho, a BYD deu um show e, além de ocupar as duas primeiras posições, respectivamente com o Dolphin Mini (1º) e com o Dolphin (2º), também posicionou o Yuan Pro no top 5, justamente na quinta posição.
Outras fabricantes que merecem destaque no top 10 dos BEVs são a Chevrolet e a Geely, cada uma com dois representantes. A marca da GM colocou o Spark EUV na quarta posição e a Captiva EV em décimo lugar, enquanto a parceira da Renault apareceu com o EX2 fechando o pódio e o EX5 no oitavo posto.
Híbridos mais vendidos tem GWM na ponta
Entre os híbridos mais vendidos, embora a BYD tenha colocado o maior número de carros no top 10, quem ocupou a liderança foi a GWM, com o Haval H6 registrando 18.508 emplacamentos e, assim, deixando para trás o Song Pro, na segunda posição, e o Song Plus, terceiro colocado, além do King, o sexto do segmento.
A GWM ainda teve ainda o Tank 300, no décimo posto, atrás de outra marca que "empatou" com a BYD em número de representantes do ranking: a Toyota, que colocou o Corolla Cross em quinto, o Corolla sedan em sétimo e o Yaris Cross na oitava colocação.
10 carros elétricos mais vendidos do Brasil no 1º semestre de 2026
BYD Dolphin Mini: 35.680
BYD Dolphin: 18.054
Geely EX2: 14.780
Chevrolet Spark EUV: 3.487
BYD Yuan Pro: 2.668
GWM Ora 03: 1.837
Volvo EX30: 1.346
Geely EX5: 1.343
GAC Aion V: 959
Chevrolet Captiva EV: 928
10 carros híbridos mais vendidos do Brasil no 1º semestre de 2026
O etanol voltou a ganhar protagonismo no Brasil em 2026, especialmente após a aprovação da gasolina E32, que aumentou a mistura obrigatória de etanol anidro. Essa mudança reduziu ligeiramente a eficiência da gasolina, tornando o combustível vegetal uma alternativa mais vantajosa para o bolso do motorista.
Nesse cenário, os testes recentes do Inmetro revelaram quais são os carros flex mais eficientes quando abastecidos com etanol puro. O levantamento mostrou que os modelos híbridos se destacam, mas também há espaço para veículos compactos a combustão que conseguem boas médias de consumo.
A lista com os 10 carros mais econômicos é importante para quem busca economia e eficiência, já que o etanol, além de ser mais barato, contribui para reduzir a dependência da gasolina e fortalece o uso de energia renovável no país.
Carros mais econômicos com etanol em 2026
O grande destaque é o Toyota Yaris Cross HEV, que lidera o ranking com consumo urbano de 13,2 km/l e rodoviário de 10,7 km/l ao rodar com etanol no tanque. Logo atrás apareceu o Toyota Corolla HEV, com 12,5 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada. O terceiro lugar ficou com o Corolla Cross HEV, que registrou 11,6 km/l em trechos urbanos e 9,2 km/l em rodoviários.
Entre os modelos puramente a combustão, o Renault Kwid se destacou, com 10,4 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada, mostrando que ainda há espaço para veículos compactos sem eletrificação. Outro nome relevante é o Fiat Mobi Like, que alcançou 10,1 km/l em uso urbano e 11,1 km/l em rodoviário.
O ranking também incluiu SUVs híbridos como o GWM Haval H6 HEV2, que registrou 10,2 km/l na cidade e 9,0 km/l na estrada, além de hatches populares como o Hyundai HB20 1.0 e o Chevrolet Onix, ambos com médias próximas a 10 km/l em ciclo urbano.
Ranking dos carros mais econômicos com etanol em 2026
Toyota Yaris Cross HEV – 13,2 km/l (urbano) | 10,7 km/l (rodoviário)
Toyota Corolla HEV – 12,5 km/l | 10,7 km/l
Toyota Corolla Cross HEV – 11,6 km/l | 9,2 km/l
Renault Kwid – 10,4 km/l | 10,7 km/l
GWM Haval H6 HEV2 – 10,2 km/l | 9,0 km/l
Fiat Mobi Like – 10,1 km/l | 11,1 km/l
Hyundai HB20 1.0 – 9,9 km/l | 10,7 km/l
Chevrolet Onix Turbo Manual – 9,8 km/l | 12,4 km/l
O mercado de SUVs 0km está em alta, assim como os preços que envolvem os novos lançamentos desse segmento. Por isso, modelos usados acabam aparecendo como ótimas alternativas para o consumidor. É o caso do Renault Duster, SUV que teve sua primeira geração produzida entre 2011 e 2019.
O modelo oferece excelente espaço interno, robustez e baixo custo de manutenção, pontos que, somados ao "precinho" praticado em julho, tornam a escolha pelo Duster ainda mais racional para quem busca por uma renovação na garagem.
Um ponto importante é que, a partir de 2017, o modelo passou a ser vendido com o conjunto mecânico oriundo do Nissan Kicks. No Duster, o motor 1.6 flex aspirado foi rebatizado como SCe, recebendo melhorias para aumentar a potência de 115 cv para 120 cv e entregar 16,2 kgf/m de torque. O câmbio automático CVT, que simula seis marchas, trouxe mais conforto ao dirigir o SUV.
Por que comprar um Renault Duster usado?
Entre os principais destaques do Renault Duster, que em julho está "no precinho", estão a robustez mecânica, suspensões bem calibradas para as condições brasileiras, altura livre do solo de 21 cm e o amplo espaço interno. O porta-malas de 475 litros também é um diferencial frente a rivais da mesma categoria.
O custo-benefício é outro ponto forte, já que o Duster oferece manutenção simples e barata, além de boa disponibilidade de peças. Mesmo usado, continua sendo uma opção prática para quem busca um SUV acessível e versátil.
Preços, anos e versões do Duster em promoção
As ofertas com o preço do Duster no chão em julho foram encontradas em anúncios no e-commerce, e são bem variadas. Na linha 2018, os valores variam entre R$ 62.339 e R$ 65.520. Entre as versões estão: Expression 1.6 flex manual (R$ 62.339), Expression CVT (R$ 64.962), Dakar manual (R$ 63.712), Authentic manual (R$ 64.920), Dynamique manual (R$ 64.106) e Dynamique CVT (R$ 65.520).
Já na linha 2019, os preços do SUV francês ficam entre R$ 64.623 e R$ 67.652. Os destaques são: Expression manual (R$ 64.623), Expression CVT (R$ 67.451), Authentic CVT (R$ 67.320), Dynamique manual (R$ 65.709) e Dynamique CVT (R$ 67.652).
O Leapmotor A05S foi apresentado como uma das apostas mais fortes da Stellantis para o mercado de carros elétricos. O modelo, que se posiciona como rival direto doBYD Dolphin, traz dimensões maiores e foco em oferecer mais espaço interno, além de autonomia superior. A ideia é conquistar consumidores que buscam um elétrico acessível, mas sem abrir mão de desempenho e conforto.
O "Dolphin da Stellantis" é um hatch médio tem 4,71 metros de comprimento, 1,82 m de largura e 1,51 m de altura, com entre-eixos de 2,75 m. Essas medidas o colocam acima de concorrentes compactos, oferecendo mais espaço para passageiros e bagagens. O design segue a linha moderna e minimalista, com destaque para a frente limpa e faróis afilados, reforçando a identidade jovem e tecnológica da marca.
Em termos de motorização, o A05S conta com motor elétrico de 218 cv e bateria de 67,7 kWh, capaz de entregar até 510 km de autonomia no ciclo CLTC. Esse desempenho coloca o modelo em vantagem frente a rivais diretos, que geralmente ficam abaixo dos 400 km. Além disso, o carro promete recarga rápida, com possibilidade de recuperar 30% da bateria em apenas 15 minutos.
Como o "Dolphin da Stellantis" se diferencia do original
O Leapmotor A05S chega para disputar diretamente com o BYD Dolphin e o Geely EX2, dois modelos que já se consolidaram no mercado de elétricos acessíveis. Enquanto o Dolphin se destaca pelo preço competitivo e o EX2 pela proposta urbana, o A05S aposta em autonomia superior e dimensões maiores, buscando atrair consumidores que desejam mais versatilidade no dia a dia.
Outro ponto importante é a estratégia da Stellantis em relação ao posicionamento global da Leapmotor. A marca chinesa foi adquirida parcialmente pelo grupo e agora integra o portfólio internacional, com planos de expansão em mercados emergentes e europeus. O A05S é visto como peça-chave para consolidar essa presença, oferecendo um produto que une tecnologia chinesa e suporte de uma gigante global.
Segmento de entrada entre elétricos "pega fogo"
Com a chegada do Leapmotor A05S, o segmento de elétricos de entrada ganha mais um competidor de peso. O modelo promete entregar equilíbrio entre preço, desempenho e autonomia, tornando-se uma alternativa atraente para quem busca migrar para a mobilidade elétrica.
Se mantiver a proposta de valor anunciada, o “Dolphin da Stellantis” pode se tornar um dos protagonistas na disputa por espaço no segmento de elétricos de entrada e dar dores de cabeça aos carros da BYD, da Geely e da GWM, hoje referências no setor.
A Nissan iniciou em julho de 2026 uma campanha agressiva de vendas diretas para empresas e frotistas. O SUV compacto Kait, lançado recentemente, aparece com descontos que variam entre R$ 17 mil e R$ 21,8 mil, dependendo da versão escolhida. A ação é válida até o início de agosto e contempla as configurações Sense, Advance e Exclusive.
Na versão Sense, o preço público de R$ 136.990 cai para R$ 117.890 nas vendas para CNPJ, representando uma redução de R$ 19.100. Já a versão Advance concentra o maior corte da linha: de R$ 146.990 para R$ 125.190, um desconto de R$ 21.800. Por fim, a versão Exclusive passa de R$ 152.990 para R$ 135.990, com abatimento de R$ 17.000.
Esses valores tornam o Kait mais competitivo frente a rivais como Fiat Pulse e Renault Kardian, especialmente para empresas que buscam ampliar ou renovar suas frotas. No entanto, é importante lembrar que, para o consumidor pessoa física, os preços seguem sem alteração, mantendo o SUV acima da faixa de R$ 136 mil.
O que torna o Nissan Kait atraente
Um dos grandes diferenciais do Nissan Kait é a relação custo-benefício dentro do segmento de SUVs compactos. Mesmo sem os descontos para pessoa física, o modelo entrega um pacote competitivo frente aos rivais, com preço de tabela que se mantém abaixo de alguns concorrentes diretos.
Outro aspecto positivo é a estratégia da Nissan em oferecer versões bem equipadas desde a configuração de entrada, o que reduz a necessidade de investir em pacotes opcionais. Além disso, o design moderno e a boa ergonomia interna reforçam a sensação de qualidade, tornando o Kait uma escolha interessante tanto para empresas quanto para consumidores que valorizam praticidade e estilo.
Mecânica e equipamentos do Kait
Todas as versões do Nissan Kait compartilham o mesmo conjunto mecânico: motor 1.6 flex aspirado, que entrega até 113 cv com etanol e 110 cv com gasolina, além de torque máximo de 15,2 kgfm. A transmissão é automática do tipo CVT, priorizando conforto e eficiência no uso urbano.
O SUV também oferece bom espaço interno e porta-malas de 432 litros, características valorizadas por empresas que precisam de praticidade, mas sem a necessidade de migrar para modelos maiores e, consequentemente, mais caros que o modelo japonês.
Pouca gente imagina o investimento necessário para colocar um avião em operação. O combustível é um dos maiores custos da aviação comercial e pode chegar a cifras impressionantes. Cada voo consome milhares de litros de querosene de aviação (QAV), e o preço varia de acordo com o mercado internacional do petróleo.
O consumo de combustível e o custo operacional, porém, variam bastante entre os principais modelos de aeronaves comerciais. Para ilustrar o quanto é trabalhoso manter aeronaves desse porte, o CT Auto vai pegar como exemplos três dos mais utilizados atualmente no mundo da aviação: o Boeing 737-800, o Airbus A320 e o mais eficiente deles, Embraer E195-E2, combinado?
Vale lembrar ainda que os valores envolvidos afetam diretamente os preços das passagens aéreas. Além disso, oscilações no mercado de petróleo podem impactar diretamente o setor, tornando a aviação altamente dependente da economia global.
Quanto consome e qual o custo de cada avião?
Em média, o Boeing 737-800 consome cerca de 2.500 litros/hora, o Airbus A320 em torno de 2.400 litros/hora e o Embraer E195-E2, mais eficiente, aproximadamente 1.900 litros/hora. Confira os valores envolvidos e o custo por passageiro.
Aeronave
Consumo médio (litros/hora)
Capacidade de passageiros
Custo aproximado por hora
Custo médio por passageiro
Boeing 737-800
2.500
186
R$ 5,3 mil
R$ 28,00
Airbus A320
2.400
180
R$ 5,0 mil
R$ 27,00
Embraer E195-E2
1.900
132
R$ 4 mil
R$ 30,00
Esses números foram obtidos levando-se em conta o custo médio do querosene de aviação (QAV) em 2026 a R$ 2,10/litro no Brasil e a diluição pela capacidade máxima de passageiros de cada aeronave.
Dessa forma, eles ainda se traduzem em custos elevados, mas quando diluídos pelo número de passageiros, que também varia entre as aeronaves utilizadas como exemplos, tornam-se competitivos frente a outros meios de transporte.
Se você curte curiosidades do mundo da aviação como essas que acabou de ler, que tal conferir também um outro conteúdo que mostra como é definido o preço de um avião?
A inteligência artificial está transformando a forma como as pessoas escolhem comprar carros no Brasil. Segundo dados apresentados pelo Google durante o seminário Anfavea Visions 2026, cerca de 57% dos consumidores já recorrem à IA para escolher marca e tipo de veículo. Esse comportamento prolonga o tempo de decisão, mas garante maior acesso a informações e comparações antes da compra.
O estudo mostra ainda que 30% utilizam IA para comparar fabricantes e modelos, enquanto 13% chegam a transferir parte da decisão diretamente para a tecnologia. Essa tendência reforça o papel da inteligência artificial como ferramenta estratégica na jornada de compra, oferecendo mais clareza e confiança ao consumidor.
Outro levantamento do Google em parceria com a Ipsos confirma o avanço: em 2024, 54% dos brasileiros já haviam usado IA generativa, contra uma média global de 48%. Além disso, 65% têm percepção positiva da tecnologia e 60% acreditam em ganhos econômicos com sua adoção.
Até onde a IA pode chegar no mercado automotivo?
Especialistas apontam que o próximo passo será a utilização de agentes de IA autônomos, capazes de executar tarefas que vão da escolha do carro até o pós-venda. Com veículos cada vez mais conectados, dados poderão ser enviados diretamente a fabricantes e concessionárias, revolucionando a relação entre consumidor e indústria.
Apesar dos avanços, há desafios. A Ford, por exemplo, precisou contratar 350 engenheiros seniores nos EUA para corrigir falhas geradas pela inteligência artificial, que resultaram em prejuízos bilionários. O caso mostra que, embora poderosa, a tecnologia ainda exige ajustes para garantir eficiência plena.
Além da compra de veículos, a IA também impacta a mobilidade urbana. Segundo a empresa brasileira Machine, cinco marcas concentram cerca de 80% das viagens por aplicativos no país: Chevrolet (20,94%), Volkswagen (19,08%), Fiat (18,40%), Hyundai (11,66%) e Renault (9,53%).
O segmento dos carros híbridos vem crescendo no Brasil e, hoje, tem como principais expoentes o GWM Haval H6, a "família Song", da BYD, e os SUVs da Omoda & Jaecoo, marca que faz parte do Grupo Chery. Até o fim de 2026, porém, as opções para os consumidores ainda irão aumentar de forma considerável.
A lista de lançamentos prevista para o segundo semestre do ano inclui modelos de diferentes categorias e faixas de preço, ampliando a oferta para consumidores que buscam eficiência sem abrir mão da versatilidade dos motores a combustão.
Entre os destaques estão SUVs médios e compactos, sedans e até picapes, mostrando que as montadoras estão diversificando suas estratégias. A chegada desses veículos também reflete os investimentos bilionários feitos pelas marcas no Brasil, especialmente em novas linhas de montagem e plataformas híbridas. Confira a seguir 15 carros híbridos que serão lançados até dezembro de 2026.
O que esperar dos novos híbridos?
Os modelos previstos para este semestre incluem tanto híbridos leves (MHEV) quanto híbridos plenos (HEV) e plug-in (PHEV). Essa variedade garante opções para diferentes perfis de consumidores: desde quem deseja apenas reduzir o consumo até quem busca autonomia elétrica significativa.
Outro ponto importante é que algumas marcas, como a GWM, já confirmaram versões flex, capazes de rodar com gasolina e etanol, o que aumenta a competitividade no mercado brasileiro. Essa adaptação ao combustível nacional é vista como estratégica para ampliar a aceitação dos híbridos no país.
A GWM trouxe de volta o velho slogan "deu a louca no gerente" e, nesse fim de semana, terá uma campanha nacional especial voltada para limpar os estoques de seu SUV de luxo, o Wey 07. O modelo, oferecido por R$ 429 mil, poderá ser adquirido com condições inéditas: bônus de R$ 25 mil na valorização do veículo usado na troca ou financiamento com taxa zero, mediante entrada de 60% e pagamento em 36 parcelas.
A ação também contempla a linha 2027 do Wey 07, que terá opções de financiamento com taxa zero em 24 parcelas ou bônus de R$ 20 mil na valorização do usado. A mesma condição será válida para a versão Wey 07 Dark Edition, oferecida por R$ 432 mil, ampliando o leque de oportunidades para quem busca eletrificação premium.
Segundo Alexandre Oliveira, Diretor de Vendas e Desenvolvimento de Rede da GWM Brasil, o objetivo é aproximar consumidores da experiência proporcionada pelo Wey 07. “Queremos ampliar o contato do público com um produto que representa o posicionamento premium da GWM e reúne tecnologia, desempenho e conforto em um segmento que vem crescendo no Brasil”, destacou.
Wey 07: tecnologia e sofisticação
O Wey 07 é o SUV mais sofisticado da GWM no mercado brasileiro. Trata-se de um híbrido plug-in que combina performance e alta tecnologia embarcada. Equipado com arquitetura híbrida inteligente Hi4, o modelo entrega 517 cv de potência combinada e 83,6 kgf/m de torque, com tração integral inteligente (AWD). A aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em apenas 4,9 segundos, enquanto a autonomia em modo 100% elétrico pode chegar a 128 km, segundo dados do Inmetro.
Com dimensões generosas, de 5,16 metros de comprimento e entre-eixos de 3,05 metros, o SUV adota configuração interna 2+2+2, com bancos individuais na segunda e terceira fileiras e acabamento premium. Entre os principais equipamentos estão bancos com aquecimento, ventilação e massagem, head-up display, painel digital de 12,3 polegadas, multimídia de 14,6 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, sistema de som premium e atualizações remotas de software (OTA). Na segurança, o Wey 07 traz sistema ADAS de nível 2+, com cinco radares, cinco câmeras e 12 sensores ultrassônicos.
Wey 07 x BYD Atto 8: a briga em números
O BYD Atto 8 é o principal concorrente do Wey 07 no Brasil. Ambos são SUVs híbridos plug-in de luxo, mas apresentam diferenças importantes:
Preço: o Atto 8 custa cerca de R$ 30 mil a menos.
Capacidade: o BYD leva sete ocupantes, contra seis do Wey 07.
Potência: o Wey 07 entrega 517 cv e 83,6 kgf/m de torque, superando os 488 cv e 72,9 kgf/m do Atto 8.
Autonomia elétrica: vantagem para o Wey 07, com até 201 km (ciclo NEDC), frente aos 152 km do rival.
Recarga: o Atto 8 é mais rápido, recuperando de 30% a 80% em apenas 20 minutos, contra 26 minutos do Wey 07.
Performance: ambos aceleram de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos, mas o BYD alcança velocidade máxima de 200 km/h, contra 190 km/h do GWM.
Se você se interessou pelo Wey 07, não deixe de conferir um conteúdo especial, preparado em uma das viagens do CT Auto à China. Nele, relatamos nossa experiência ao volante da "família Wey" e como os SUVs de luxo são o novo caminho para a GWM no Brasil.
A BYD resolveu adotar uma estratégia agressiva para fechar julho na liderança do ranking de vendas de carros elétricos e híbridos no Brasil. Para isso, a marca chinesa anunciou uma verdadeira “queima” nos preços de três de seus principais modelos: King, Song Pro e Dolphin Mini.
A dupla de híbridos está com descontos imperdíveis até o final do mês (ou enquanto durarem os estoques) anunciados no site oficial da BYD. O sedan King, pesadelo do Toyota Corolla, está com a versão de entrada, GS, custando menos que o Dolphin. O preço atual é de R$ 149.990, R$ 25 mil menor que o de tabela.
O Song Pro, por sua vez, está saindo pelo mesmo preço de um Volkswagen T-Cross 200 TSI. De acordo com o site da BYD, o SUV híbrido teve uma redução de R$ 28.500 no preço de tabela e, assim, sai por R$ 161.490 durante a promoção de julho.
BYD Dolphin Mini também tem redução no preço
O terceiro modelo que está incluído na queima da BYD em julho é o Dolphin Mini. O carro elétrico mais vendido do Brasil não está com um desconto tão grande quanto os híbridos, mas, mesmo assim, tem condições atraentes para quem estuda migrar para o segmento “verde”.
A BYD reduziu em R$ 9.000 o preço do Dolphin Mini e, assim, está oferecendo o subcompacto elétrico por R$ 109.990. Todas as ofertas, de acordo com a marca, são válidas para clientes pessoa física e permanecerão em vigor até o dia 31 de julho, se houver estoque suficiente.
Como são os carros em oferta da BYD?
O King oferece não apenas um excelente desempenho, mas uma autonomia gigante, que pode passar de 1.000 km por ciclo no alcance combinado. O sedan que está com os preços no chão, conta com um motor 1.5 a combustão que trabalha em conjunto com outro propulsor elétrico. Juntos, eles entregam 209 cv de potência ao condutor.
O Song Pro, por sua vez, tem o mesmo motor 1.5 atrelado a um elétrico, e entrega 223 cv de potência combinada. O conjunto permite rodar em modo totalmente elétrico em percursos urbanos, favorecendo a economia no dia a dia.
Fechando a lista de carros com os preços no chão está o Dolphin Mini. Enquanto a nova geração, maior e mais potente, não chega, o modelo em oferta oferece 75 cv de potência, com 13,7 kgf/m de torque, além de uma autonomia que pode chegar aos 280 km por ciclo de carga, já segundo o Inmetro.
A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (15) que fará uma reestruturação global que prevê o corte de100 mil empregos até 2030. As demissões em massa fazem parte de um plano para reduzir custos e enfrentar os desafios da transição para veículos elétricos, em meio à queda nos lucros da companhia.
Segundo a montadora, o processo de reorganização também inclui o fechamento de algumas fábricas, com o objetivo de concentrar a produção em unidades mais modernas e eficientes. A decisão reflete a necessidade de adaptação ao novo cenário da indústria automotiva.
A empresa destacou que as mudanças são essenciais para garantir competitividade frente a rivais que já avançam na eletrificação de suas linhas. O plano busca alinhar a produção às exigências ambientais e às novas demandas de mobilidade sustentável.
Impacto das demissões na Volkswagen
O anúncio da demissão em massa na Volkswagen começou a preocupar sindicatos e trabalhadores, já que o corte de 100 mil empregos representa uma das maiores reduções já realizadas por uma montadora. A Volkswagen afirmou que oferecerá programas de apoio e alternativas de realocação, mas reconheceu que o impacto será significativo.
Além da redução de pessoal, a montadora pretende revisar sua gama de veículos, priorizando modelos elétricos e híbridos. A mudança de estratégia reforçou o discurso sobre o compromisso da empresa com a mobilidade sustentável e com a modernização de sua produção.
Com essas medidas, a Volkswagen espera recuperar rentabilidade e fortalecer sua posição no mercado global. A aposta está na adaptação às novas exigências dos consumidores e na consolidação de sua presença no setor de veículos elétricos.
A Renault apresentou na Europa uma atualização importante para o Mégane E-Tech, seu SUV elétrico que vinha sendo pouco lembrado no mercado. O objetivo é dar mais dinamismo e atratividade ao modelo, reforçando sua presença em um segmento cada vez mais competitivo.
As mudanças incluem melhorias visuais e tecnológicas, com foco em design mais moderno e recursos de conectividade avançados. A marca aposta que essas novidades vão reposicionar o Mégane E-Tech como uma opção relevante frente a rivais que já vinham conquistando espaço.
É importante destacar que, por enquanto, segundo informado pela marca aos amigos do Guru dos Carros, essas alterações não estão previstas para o Brasil. A apresentação foi feita exclusivamente para o mercado europeu, onde o modelo já é comercializado e enfrenta concorrência direta de SUVs elétricos de marcas tradicionais e novas.
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Principais destaques da renovação do SUV Renault
O novo Mégane E-Tech Electric ganhou linhas mais marcantes, com detalhes que reforçam a identidade visual atual da Renault. A dianteira recebeu ajustes na grade e nos faróis, enquanto o interior foi aprimorado com novos acabamentos e central multimídia mais intuitiva.
Novo Mégane E-Tech ganhou traços que reforçam identidade visual da marca (Imagem: Divulgação/Renault)
Além do design, o SUV recebeu incrementos tecnológicos que ampliam a segurança e o conforto. A Renault aposta em recursos digitais e assistentes de condução para tornar o modelo mais competitivo e atrativo para consumidores europeus.
Pontos positivos do reposicionamento do Mégane E-Tech
A atualização do Mégane E-Tech Electric reforça o compromisso da Renault com a eletrificação, trazendo mais estilo e tecnologia para um modelo que estava “esquecido” no portfólio. Com design renovado e recursos digitais de última geração, o SUV ganha fôlego para disputar espaço no mercado europeu.
Nova geração deve manter posicionamento de preço, ao menos na Europa (Imagem: Divulgação/Renault)
Outro ponto positivo é a estratégia de manter o modelo competitivo sem grandes alterações de preço, que hoje é de cerca de € 38 mil (aproximadamente R$ 225 mil). Isso permite que consumidores tenham acesso a um SUV elétrico mais moderno e equipado, sem precisar migrar para opções premium de valor elevado.
Principais destaques do renovado SUV elétrico da Renault
O novo Renault E-Tech reforçou alguns features tecnológicos que já o colocam em patamar de igualdade com o que há de melhor nos concorrentes, inclusive entre os SUVs chineses.
Central multimídia OpenR Link com integração Android Auto e Apple CarPlay sem fio
Painel digital personalizável com informações de autonomia e consumo
Novos modos de condução para maior eficiência energética
Assistentes de direção avançados (ADAS), incluindo controle de cruzeiro adaptativo
Sistema de som premium Harman Kardon
Atualizações remotas (OTA) para software do veículo
Melhorias na suspensão e no isolamento acústico para maior conforto
A Toyota encerrou um ciclo marcante no Brasil. O último Corolla produzido na planta de Indaiatuba (SP), inaugurada em 1998, foi apresentado em cerimônia aos funcionários como símbolo de despedida. O sedan, um Corolla Altis Premium, porém, não seguirá para as concessionárias e, portanto, não estará à venda, para desespero dos fãs de um dos carros mais vendidos do mundo em todos os tempos.
Enquanto o carro ganha destino especial, a produção será totalmente concentrada em Sorocaba, onde a marca investe pesado para ampliar sua capacidade e modernizar processos. O local, que já produz o Corolla Cross e o Yaris Cross, será agora o centro da operação nacional da marca japonesa. Com investimentos de R$ 11 bilhões até 2030, a unidade terá capacidade para fabricar até 270 mil veículos por ano, incluindo uma futura picape intermediária, originada no Corolla Cross.
Indaiatuba, por sua vez, deixa um legado importante. Foi lá que o Corolla se nacionalizou e se tornou referência, inclusive como o primeiro carro híbrido flex produzido na América Latina. Ao longo de quase três décadas, mais de 1 milhão de veículos saíram de suas linhas de montagem, consolidando o sedan como ícone no mercado brasileiro.
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Para onde vai o último Corolla?
Em vez de ser vendido, o último Corolla de Indaiatuba terá destino reservado: será preservado como peça histórica no Centro de Visitantes da Toyota em Sorocaba (SP). A decisão reforça o valor simbólico desse exemplar, que passa a representar oficialmente o fim de um ciclo e o início de outro.
Esse movimento também fortalece a estratégia da Toyota de aproximar sua história dos consumidores e visitantes. O museu em Sorocaba já reúne modelos emblemáticos e agora ganhará um dos mais importantes da trajetória da marca no país. O primeiro Corolla fabricado ali chegará ao mercado como linha 2027, marcando uma nova fase para o sedan.
O Volkswagen T-Cross Extreme, versão topo de linha do SUV compacto mais vendido do Brasil, já está há pouco mais de um ano no mercado e, recentemente, ficou um tempinho nas mãos do CT Auto para passar por uma minuciosa avaliação.
A missão principal foi descobrir, enfim, o que a variante mais cara da família ainda tem a oferecer para conseguir se destacar em meio a um segmento cada vez mais competitivo, principalmente após a chegada das marcas chinesas e seus modelos eletrificados.
Depois de rodar alguns dias ao volante do T-Cross Extreme, tanto em perímetro urbano quanto em rodovias, foi possível detectar o óbvio: a versão top do SUV compacto é ótima, mas tem um detalhe que, para muita gente, o coloca um passo atrás na briga contra BYD, GWM, Geely, Omoda & Jaecoo e companhia.
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Confira, então, nossas impressões no review completo do Volkswagen T-Cross Extreme.
Volkswagen T-Cross Extreme é versão topo de linha do SUV compacto (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Prós
Pacote tecnológico
Conjunto mecânico confiável
Dirigibilidade
Contras
Ausência de eletrificação
Preço elevado
Quais os diferenciais do T-Cross Extreme?
O que pode levar um consumidor a optar pelo Volkswagen T-Cross Extreme na hora de buscar por um novo SUV compacto? A resposta “seca” para essa pergunta é, na verdade, bem simples: a confiabilidade que o conjunto mecânico e que a marca, como um todo, entregam.
Não dá para negar que a Volkswagen continua resistindo bravamente à ofensiva de marcas chinesas muito por conta da confiança que a marca construiu no mercado brasileiro desde que chegou por aqui, há pouco mais de 70 anos. E o T-Cross Extreme não abriu mão dessa receita.
T-Cross Extreme é versão topo de linha do SUV compacto da Volkswagen (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
O excelente conjunto mecânico é formado pelo motor 250 TSI (1.4 turbo flex de 150 cv de potência e 25,5 kgf/m de torque) e pelo câmbio automático de 6 velocidades. Embora não ofereça eletrificação, ele segue extremamente honesto e eficiente, com detalharemos mais abaixo.
Além da parte mecânica, a versão topo de linha justifica sua posição na “árvore genealógica” do T-Cross pelo pacote de recursos e acessórios, que é bastante completo para o segmento. O Extreme tem duas telas digitais, carregador de smartphone por indução, recursos do sistema ADAS e um teto solar panorâmico que dá um charme todo especial à cabine.
Pacote de recursos e acessórios do T-Cross Extreme é bem completo (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
Os detalhes na cor laranja, tanto na carroceria quanto na cabine, além da logotipagem exclusiva, colaboram para diferenciar o T-Cross Extreme das demais versões do SUV. A pintura fosca, na cor Verde Oliver, porém, não pôde ser apreciada pelo CT Auto, já que a unidade emprestada ao Canaltech foi na cor branca. O teto biton, porém, completou o visual mais ousado do modelo.
"O T-Cross Extreme segue a receita de sucesso da Volkswagen, mas tem um grande "porém"."
Como anda o T-Cross Extreme?
Sob o capô, o motor 250 TSI, 1.4 turbo flex de 150 cv, o mesmo que equipa outros carros da Volkswagen, como o recém-testado Nivus GTS, entrega o que promete: ótima aceleração, retomadas vigorosas e consumo de combustível “honesto” para um carro sem qualquer nível de eletrificação.
Nos testes com o CT Auto, o T-Cross Extreme andou no limiar dos números oficiais do Inmetro, com média de 8,4 km/l no etanol em consumo misto, cerca de 0,3 acima da aferição do órgão. Não chegamos a abastecer o SUV com gasolina, mas, de acordo com o PBEV, ele pode entregar entre 11,7 e 14 km/l com esse tipo de combustível (cidade e estrada).
A dirigibilidade também não decepcionou. O T-Cross Extreme segue a receita da família, entregando ao motorista uma sensação de segurança que, curiosamente, alguns novatos de marcas chinesas ainda não conseguiram descobrir a receita. E o que isso quer dizer?
Motor 250 TSI, o mesmo do Nivus GTS, entrega o que promete no T-Cross Extreme (Imagens: Paulo Amaral/Canaltecu
Na prática, significa que ao dirigir o T-Cross Extreme você sabe exatamente qual será o comportamento do carro, tanto nas ruas quanto nas rodovias. E ele é perfeitamente equilibrado, tanto pelo acerto de suspensão, que não é excessivamente dura, tampouco mole demais, quanto pela resposta precisa a cada movimento do volante. Uma receita de sucesso que segue válida.
"T-Cross Extreme anda bem e tem consumo honesto, mas falta de eletrificação pode atrapalhar."
Vale a pena comprar o Volkswagen T-Cross Extreme?
Antes de responder se vale ou não a pena comprar o Volkswagen T-Cross Extreme, convido vocês a ler novamente o título desse review e, enfim, entender o porquê da versão top de linha do SUV ser “ótima, exceto por um detalhe”.
O detalhe que joga contra quem busca por um SUV 0km e coloca o T-Cross Extreme na balança junto com modelos como Jaecoo 7, BYD Song Pro e GWM Haval H6 é, para a imensa maioria, decisivo na hora de fechar negócio: o preço.
A versão topo de linha da família custa, em junho de 2026, entre R$ 186.000,00 e R$ 198.900,00, dependendo da região e do ano/modelo do carro (2025/2026 ou 2026/2026). O valor é mais alto que a versão Elite do Jaecoo 7, SUV híbrido chinês, e compete diretamente com GWM Haval H6 HEV One e BYD Song Pro, todos com eletrificação e mais tecnologia.
T-Cross Extreme custa quase R$ 200 mil e é ótimo, mas não tem eletrificação. Vale a pena? (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Diante desse cenário, fica a pergunta: vale a pena gastar quase R$ 200 mil em um SUV com excelente mecânica, ótimo pacote tecnológico e com a confiabilidade da Volkswagen na retaguarda, mesmo sem qualquer nível de eletrificação no conjunto mecânico? Essa resposta, caro canaltecher, vai ficar nas mãos de cada um de vocês.
* A unidade do T-Cross Extreme avaliada nesse review foi gentilmente cedida ao Canaltech pela Volkswagen do Brasil.
Os carros elétricos da Xiaomi se transformaram em um fenômeno na China. Modelos como o Xiaomi SU7 e o Xiaomi YU7 acumulam centenas de milhares de pedidos e frequentemente aparecem nas redes sociais graças ao visual esportivo, ao alto nível de tecnologia embarcada e aos preços competitivos. Com tanta repercussão, uma pergunta tem se tornado comum entre os brasileiros: por que os carros da Xiaomi ainda não são vendidos no Brasil?
A dúvida faz sentido. Afinal, o mercado brasileiro foi invadido fabricantes chinesas, incluindo BYD, GWM, GAC, Changan, MG Motor, Zeekr, Denza e Jetour. Além disso, os veículos elétricos chineses já representam a maior parte das vendas do segmento no país, segundo dados da Agência Internacional de Energia (IEA).
Apesar desse cenário favorável, a Xiaomi ainda não confirmou a chegada oficial de seus carros ao mercado brasileiro. A explicação envolve uma combinação de estratégia comercial, capacidade produtiva e planos globais da fabricante.
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Xiaomi tem foco na alta demanda chinesa
O principal motivo para a ausência dos carros da Xiaomi no Brasil é simples: a empresa ainda não consegue atender plenamente a demanda do mercado chinês. Em julho de 2025, o CEO da companhia, Lei Jun, afirmou que a Xiaomi só consideraria vender veículos fora da China a partir de 2027, pois a prioridade é abastecer o mercado doméstico.
YU7, SUV da Xiaomi, foi o segundo carro elétrico lançado pela montadora (Imagem: Reprodução/CarNewsChina)
O sucesso dos modelos elétricos da marca ajuda a explicar essa decisão. O SUV Xiaomi YU7, por exemplo, recebeu cerca de 240 mil pedidos nas primeiras 18 horas após o lançamento e rapidamente acumulou filas de espera que avançam para 2027. Além disso, a Xiaomi projeta entregar cerca de 550 mil veículos em 2026, concentrando esforços na expansão da capacidade produtiva dentro da China.
Exportação é inerente, mas Brasil segue em espera
Em fevereiro de 2025, a Xiaomi anunciou um acordo com uma empresa especializada em exportação automotiva, indicando que a internacionalização da divisão de veículos elétricos deixou de ser um plano distante. Até então, a fabricante afirmava que não pretendia exportar automóveis antes de 2030.
Xiaomi SU7 é um dos carros mais vendidos da China, e certamente faria sucesso no Brasil (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Mesmo assim, iniciar exportações não significa necessariamente chegar ao Brasil. Antes de vender veículos oficialmente por aqui, a empresa precisaria investir em homologação, rede de concessionárias, estoque de peças, assistência técnica, logística e estrutura de pós-venda. Trata-se de um processo complexo e caro, especialmente para uma fabricante que ainda está consolidando sua operação automotiva.
Carros da Xiaomi podem chegar ao Brasil no futuro?
A possibilidade de a Xiaomi mandar seus carros para cá existe. O Brasil se tornou um dos principais destinos globais para marcas chinesas e continua registrando crescimento nas vendas de veículos eletrificados. Além disso, a forte presença da Xiaomi no mercado nacional de smartphones e eletrônicos poderia facilitar o reconhecimento da marca entre os consumidores.
No entanto, não há qualquer anúncio oficial sobre o lançamento do Xiaomi SU7, do Xiaomi YU7 ou de qualquer outro modelo da fabricante no país. Considerando as declarações mais recentes da companhia, o cenário mais provável é que uma eventual expansão internacional aconteça somente após 2027. Até lá, os brasileiros continuarão acompanhando de longe um dos fenômenos mais impressionantes da indústria automotiva chinesa dos últimos anos.
A Mercedes-Benz surpreendeu o mundo automotivo em 2012, ao apresentar um conceito curioso: um carro “invisível”. O anúncio, na verdade, fez parte de uma estratégia para promover o F-Cell, veículo movido a célula de combustível de hidrogênio, considerado um combustível tão limpo que é invisível ao meio-ambiente.
O Mercedes "invisível" recebeu uma cobertura de LEDs em toda a lateral. A ideia era mostrar como o carro poderia se integrar ao ambiente de forma quase imperceptível, assim como seu combustível.
O projeto consistia em câmeras instaladas de um lado do veículo que captavam imagens do entorno e as reproduziam nos LEDs do outro lado. O resultado era a sensação de que o carro havia desaparecido, criando uma ilusão visual impressionante.
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A ilusão tecnológica do Mercedes "invisível"
Embora nunca tenha sido produzido em série, o Mercedes-Benz F-Cell invisível se tornou uma das curiosidades mais marcantes da indústria. Ele mostrou como inovação e criatividade podem transformar até mesmo a percepção visual de um automóvel.
Mais do que uma jogada de marketing, a Mercedes-Benz queria destacar a eficiência energética do F-Cell, reforçando que o modelo tinha impacto ambiental reduzido. A invisibilidade era uma metáfora da marca alemã para o baixo índice de emissões do modelo que, no final das contas, sequer chegou a ser produzido em série... ou será que foi, e ninguém enxerga?
Principal aposta da GM para disputar espaço no segmento dos SUVs compactos, o Chevrolet Sonic registrou números impressionantes na pré-venda e, no que depender da estratégia da marca, continuará “bombando” em junho.
A montadora norte-americana está com condições especiais até o fim do mês, com descontos que beiram R$ 20 mil tanto na versão de entrada, Premier, quanto na topo de linha, RS. Os preços “no chão”, porém, não são para todo mundo.
De acordo com o site Mundo do Automóvel para PcD, apenas consumidores que atendem às exigências para garantir a compra de carros com desconto poderão levar o Chevrolet Sonic para casa com as vantagens anunciadas.
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Como é o novo Chevrolet Sonic?
O Chevrolet Sonic 2027 chegou em duas versões: Premier e RS. Ambas utilizam o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, com 115 cv e 18,9 kgfm de torque, aliado ao câmbio automático de seis marchas. Nos testes de consumo, o SUV mostrou eficiência superior ao Tracker, alcançando 12 km/l na cidade e 14,8 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, os números ficam em 8,4 km/l e 10,4 km/l.
Novo Sonic tem ótimos atributos para vender bem no Brasil (Imagem: Divulgação/Chevrolet)
O conjunto mecânico dá ao SUV compacto um 0 a 100 km/h na casa de 10 segundos. A correia dentada banhada a óleo, motivo de preocupação dos clientes, foi mantida, mas com garantia da GM de que ela não dará problemas.
Vale a pena comprar o novo Chevrolet Sonic?
Se você quer saber o que o novo Chevrolet Sonic tem de melhor para depois decidir se vale a pena ou não comprar o SUV que está com os preços "no chão", preste atenção nos principais features do modelo da GM:
Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)
Design moderno
Acabamento interno acima da média
Consumo superior ao do Tracker
Excelente isolamento acústico
Acerto de suspensão equilibrado entre conforto e estabilidade
Quanto custa o Chevrolet Sonic com os preços “no chão”?
As condições especiais válidas para junho anunciadas pela GM na linha Sonic tornaram a versão de entrada do SUV compacto bem atraente para quem ainda está indeciso sobre qual carro comprar. O desconto de R$ 19.103,00 gerado pela isenção de impostos reduziu o preço de R$ 134.990,00 para R$ 115.887,00 em venda direta para PcDs.
Chevrolet Sonic está com preços "no chão" em junho, mas só para clientes PcD (Imagem: Divulgação/Chevrolet)
A versão RS, mais completa e com visual esportivo, ficou R$ 19.791,00 mais barata, passando de R$ 141.940,00 para R$ 122.149,00, também na modalidade PcD. Vale lembrar, porém, que a oferta que jogou os preços do Chevrolet Sonic “no chão” podem terminar sem aviso prévio e, por isso, sempre é bom conferir se elas seguem válidas antes de ir à loja.
A Nissan resolveu entrar no clima de Copa do Mundo, mas, ao invés de lançar uma edição especial do Kicks, do Kait ou de qualquer outro carro de seu portfólio, resolveu brincar com o principal assunto do momento envolvendo a escalação da Seleção Brasileira: a ausência de Endrick na equipe titular.
A marca japonesa postou no Instagram a imagem da grade frontal e da placa de um carro da Nissan com os dizeres “ENDRK19” e, na legenda, brincou com a teimosia do técnico Carlo Ancelotti em não dar uma chance ao camisa 19 da Seleção.
“Você também quer ver ele acelerando por aí? Então marque aqui quem pode colocar ele em campo”.
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“Deixa o Endrick dar um Kicks na bola”
A postagem em tom bem-humorado da Nissan teve ótima aceitação entre os seguidores. Até a tarde desta sexta-feira (19), data em que o Brasil fará seu segundo jogo na Copa 2026, às 21h30 (de Brasília), diante do Haiti, ela acumulava mais de 70 mil curtidas, 3 mil comentários e 4 mil republicações.
O tom dos comentários, aliás, foi o mais criativo possível. Um dos usuários mandou um recado ainda mais direto ao técnico da Seleção, e usou um trocadilho com o carro da Nissan para isso: “Alô, Ancelotti! Deixa o Endrick dar um Kicks (chute, em inglês) na bola!”.
Os Estados Unidos começaram a Copa 2026 com uma goleada sobre o Paraguai e, nesta sexta-feira (19), enfrentam a Austrália na busca pela classificação à próxima fase. E o que isso tem a ver com carros, você pode estar se perguntando. Tudo, ao menos na visão da Jeep, uma das montadoras mais tradicionais do país.
A marca do Grupo Stellantis resolveu dar um incentivo extra para engrossar a torcida pela seleção nacional. Ou melhor: 100 incentivos. A Jeep prometeu dar 100 unidades do Wrangler, um dos carros mais caros do portfólio, de presente para os torcedores, caso os Estados Unidos se tornem campeões do mundo.
A ação faz parte das comemorações pelos 250 anos da independência norte-americana. Por conta disso, levar o Jeep Wrangler para casa, mesmo se os Estados Unidos forem campeões, não será tão fácil assim, já que a promoção tem exigências bem difíceis de serem cumpridas (além da própria conquista da taça, que é bem improvável).
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Como fazer para ganhar o Jeep Wrangler se os EUA forem campeões?
Para se inscrever na promoção que pode fazer o consumidor norte-americano levar um Jeeep Wrangler para casa caso os Estados Unidos conquistem a Copa do Mundo de 2026, é preciso se enquadrar nos seguintes critérios:
Residir nos Estados Unidos;
Chamar-se George Washington;
Ser um dos primeiros 100 inscritos, com cadastro validado, no site da promoção (wranglerforwashingtons.com);
Comprovar que é “xará” do ex-presidente dos Estados Unidos, George Washington, por meio de CNH válida, e com a grafia exatamente igual, pois não serão aceitas variações;
Não ser funcionário ou parente direto de ninguém da FCA, Stellantis ou Highdive Advertising.
Se você, amigo canaltecher, mora nos Estados Unidos, é xará do lendário presidente norte-americano e já se inscreveu na promoção, pegue sua bandeira e torça muito pelo time do “Tio Sam” a partir desta sexta-feira. Quem sabe você não leva um Wrangler Sport S, avaliado em cerca de US$ 40 mil (R$ 205 mil, na conversão), para casa ao final da Copa do Mundo?
Motoristas profissionais, sejam eles taxistas ou de aplicativo, receberam uma ótima notícia nesta sexta-feira (19). A partir de hoje é possível aproveitar o Move Brasil Táxi e Aplicativos, programa que oferece financiamento para a compra de carros novos com juros reduzidos para quem trabalha "na praça". São R$ 30 bilhões disponíveis e taxas entre 11,5% e 12,6% ao ano, menos da metade da média cobrada por instituições financeiras no mercado.
O benefício para quem quer trabalhar como taxista ou motorista da Uber ou 99 vale para carros de até R$ 150 mil, incluindo modelos populares como Volkswagen Polo, Chevrolet Onix Plus e Dolphin GS. Para participar, porém, é preciso se enquadrar dentro de alguns requisitos, como ter pelo menos 12 meses de cadastro ativo e mais de 100 corridas realizadas no período. Além disso, há carência de seis meses para começar a pagar, embora os juros continuem incidindo nesse intervalo.
Para aumentar suas chances de aprovação ao se cadastrar no Move Aplicativos é fundamental manter o score de crédito alto. Para isso, organize comprovantes de renda (como extratos bancários e declaração de imposto de renda) e considere dar uma entrada maior. Isso reduzirá o valor financiado e transmitirá mais segurança ao banco.
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Planejamento é a chave para o Move Aplicativos
Como a receita dos motoristas varia, é fundamental escolher parcelas que caibam no orçamento, sem esquecer custos extras como combustível, seguro e manutenção. Solicitar valores compatíveis com sua renda e manter o CPF livre de pendências são pontos-chave para conseguir aprovação rápida.
Cadastro no Move Aplicativos está aberto a partir desta sexta, dia 19 (Imagem: Divulgação/Governo Federal)
Antes de assinar, revise o contrato com atenção. O advogado Jefferson Leão lembra que juros, tarifas e custo efetivo total (CET) devem ser informados de forma clara. Dar a maior entrada possível continua sendo a melhor estratégia para reduzir gastos. O Move Aplicativos é uma oportunidade única para renovar seu carro com condições especiais, mas exige planejamento para transformar o crédito em vantagem real.