A Rockstar Games revelou, na manhã desta quarta-feira (24), os bônus que os jogadores receberão ao adquirir GTA 6 na pré-venda. O conteúdo é diferente da edição Ultimate, que inclui carros, armas e estabelecimentos exclusivos por US$ 20 a mais.
Contudo, quem adquirir a versão básica de GTA 6 na pré-venda não sairá de mãos abanando. A Rockstar vai oferecer o Vintage Vice City Pack, que contém visuais, um veículo e uma garagem para os jogadores que comprarem o título antes do lançamento.
O pacote de conteúdo estará disponível em todas as compras digitais de GTA 6 feitas antes de 20 de novembro de 2026 e nas pré-vendas da versão física de GTA 6, enquanto durarem os estoques, destacou a produtora.
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Veja abaixo a lista com todos os conteúdos inclusos no Vintage Vice City Pack:
Veículo ’55 Vapid Stanier;
Garagem privativa do Shore Court;
Roupas e penteados;
Padrão de arma tropical inspirado na icônica camisa de botões com palmeiras de Tommy Vercetti.
Veículo ’55 Vapid Stanier (Divulgação/Rockstar Games)Roupas e penteados (Divulgação/Rockstar Games)Padrão de arma tropical inspirado na icônica camisa de botões com palmeiras de Tommy Vercetti (Divulgação/Rockstar Games)
Vale lembrar que os jogadores que comprarem GTA 6 na pré-venda poderão fazer o pré-download a partir de 12 de novembro, sete dias antes do lançamento oficial do jogo. A opção estará disponível para quem comprou tanto a mídia digital, quanto a física,
A pré-venda digital também garante um mês de GTA+, conforme descreve a Rockstar Games:
"Experimente o dinâmico blockbuster GTA Online agora com a melhor maneira de aproveitar ao máximo seu mundo em constante evolução. Compre na pré-venda qualquer edição de Grand Theft Auto VI na PlayStation Store ou Microsoft Store e ganhe um mês grátis de GTA+, que conta com um depósito mensal recorrente de GTA$ 500.000 na conta bancária do seu personagem do GTA Online, acesso a Shark Cards especiais com 15% de bônus em GTA$, acesso a veículos do GTA Online gratuitos e com desconto, uma seleção rotativa de títulos clássicos da Rockstar Games e outros jogos de destaque na GTA+ Games Library, e muito mais."
GTA 6 Ultimate Edition chega com uma tonelada de conteúdos exclusivos
Além da versão padrão, a Rockstar Games confirmou GTA 6 Ultimate Edition por US$ 99 e todos os conteúdos que serão vinculados à edição. Alguns usuários têm questionado o volume de conteúdo exclusivo ao qual os jogadores que pagarem mais caro terão acesso.
Após diversos rumores, a Rockstar Games confirmou os primeiros detalhes sobre a pré-venda de GTA 6. Entre as novidades, a produtora revelou que o jogo contará com uma edição Ultimate com bônus exclusivos.
GTA 6 Ultimate Edition chega ao PlayStation 5 e XBOX Series por US$ 99 e promete uma quantidade generosa de conteúdo extra para a campanha da dupla de protagonistas Jason e Lucia.
"Bem-vindo a Leonida, o estado onde tudo vale", escreveu a Rockstar Games no site do jogo. "Aproveite tudo o que este mundo massivo tem a oferecer com o GTA 6: Ultimate Edition, uma coleção exclusiva de veículos premium, armas, vestuário e ação em cada esquina."
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A produtora finaliza afirmando que os bônus da edição mais cara "estão entrelaçados em todos os aspectos da história de Jason e Lucia, com novos itens revelados a cada capítulo."
Veículo Grotti Cheetah (1995) (Divulgação/Rockstar Games)Revólveres Hawk & Little Morgan (Divulgação/Rockstar Games)Variantes personalizadas de armas; pistola Girardi ES9 (Jason) e Klose K17 (Lucia) (Divulgação/Rockstar Games)Visual “Estilo Vice City” (Divulgação/Rockstar Games)Veículos da Casa Segura do Jason: Crest Kayak e Dinka Enduro (cor militar) (Divulgação/Rockstar Games)Modkit para o veículo Vapid Ganado (Divulgação/Rockstar Games)Acesso à oficina Rideout Customs (Divulgação/Rockstar Games)Acesso ao Salão de Beleza unissex “Sara’s” (Divulgação/Rockstar Games)Veículo aquático Shitzu Squalo (Divulgação/Rockstar Games)Acesso à loja de roupas Stock 305 (Divulgação/Rockstar Games)Veículo Vapid Dominator Buggy (1967) e acesso à garagem Paradise em Watson Bay (Divulgação/Rockstar Games)Acesso ao estúdio de tatuagem Electric Fang Tattoo (Divulgação/Rockstar Games)Acesso à oficina Willie Caolho (Divulgação/Rockstar Games)Itens do “Estado da Curtição” (Divulgação/Rockstar Games)Acesso ao Depósito de Mercadorias Ilícitas da PTT Youngin$ (Divulgação/Rockstar Games)Coleção de carros clássicos (Divulgação/Rockstar Games)
Abaixo você pode conferir todos os conteúdos inclusos em GTA 6: Ultimate Edition:
Veículo Grotti Cheetah (1995);
Revólveres Hawk & Little Morgan;
Variantes personalizadas de armas como a pistola Girardi ES9 (Jason) e Klose K17 (Lucia);
Visual “Estilo Vice City”;
Veículos da Casa Segura do Jason: Crest Kayak e Dinka Enduro (cor militar);
Modkit para o veículo Vapid Ganado;
Acesso à oficina Rideout Customs;
Acesso ao Salão de Beleza unissex “Sara’s”;
Veículo aquático Shitzu Squalo;
Acesso à loja de roupas Stock 305;
Veículo Vapid Dominator Buggy (1967) e acesso à garagem Paradise em Watson Bay;
Acesso ao estúdio de tatuagem Electric Fang Tattoo;
Acesso à oficina Willie Caolho;
Itens do “Estado da Curtição”;
Acesso ao Depósito de Mercadorias Ilícitas da PTT Youngin$;
Coleção de carros clássicos.
Bônus para quem fizer a pré-venda de GTA 6
A Rockstar alerta que os jogadores que adquirirem as versões digitais ou físicas de GTA 6 na pré-venda poderão fazer o pré-download a partir do dia 12 de novembro, uma semana antes do lançamento oficial. A empresa também garante um mês gratuito do serviço de assinatura GTA+ para quem comprar o jogo antes do lançamento.
A Rockstar Games revelou novos detalhes sobre a pré-venda de GTA 6, que começará nesta quinta-feira (25) nos quatro cantos do mundo. Embora tenha anunciado a campanha na semana passada, a produtora ainda não havia confirmado a partir de qual horário os jogadores poderiam começar a comprar o jogo no PlayStation 5, XBOX Series e varejistas (para quem optar pela mídia física).
A pré-venda de GTA 6 começará à meia-noite no Brasil. Ou seja, os jogadores poderão comprar o título poucas horas após o fim da partida entre Brasil x Escócia pela Copa do Mundo 2026. Já para quem é da Austrália e do Japão, por exemplo, serão os primeiros a colocar as mãos na pré-venda devido ao fuso horário desses países.
Serão, ao todo, duas edições disponíveis para compra: a GTA 6 Ultimate Edition e a versão padrão. A edição mais cara contará com dezenas de bônus e benefícios, enquanto a pré-venda da versão padrão trará algumas vantagens para quem comprar o jogo antes do lançamento, que acontecerá em 19 de novembro de 2026.
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Em um comunicado à imprensa, a produtora descreveu GTA 6 como "uma experiência single-player que será lançada em 19 de novembro para PlayStation 5 e XBOX Series X|S". A edição Ultimate promete amplificar a "experiência com uma coleção exclusiva de veículos premium, armas, vestuário e ação entrelaçados em todos os aspectos da história de Jason e Lucia", acrescenta a Rockstar.
Obviamente, o movimento serve como um preparativo para o lançamento de GTA 6 em novembro. Embora o hype pareça ter contagiado a todos internet afora, é provável que a Rockstar Games esteja tentando conquistar uma fatia maior de jogadores para seu novo lançamento.
A Netflix Games anunciou Unhinged, uma nova experiência narrativa de terror e suspense em primeira pessoa que não exige controle ou console. O jogo será estrelado por Zoë Kravitz, Sadie Sink e Troy Baker e chega ao aplicativo da Netflix na TV no dia 30 de junho.
Unhinged acompanha a trama de Ava, que está presa em seu prédio devido a um furacão de categoria 5 e sofre uma invasão domiciliar. Sua única companhia durante o ocorrido é a amiga Claire, dublada por Sink, que tenta guiar a protagonista.
O jogo foi desenvolvido pela Night School Studio, estúdio adquirido pela Netflix e responsável pela duologia Oxenfree. A experiência promete durar pouco menos de 1h de jogatina, como afirma o fundador da Night School Studio e Head de Jogos Narrativos da Netflix, Sean Krankel: “É intencionalmente curto, em formato de pílula, como uma série. Então você pode jogar em uma noite e ficar tipo, ‘que diabos, isso foi loucura, vamos jogar de novo’”. Ele prossegue: “É uma experiência curta, mas tem muitas oportunidades de falhar”.
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Para jogar Unhinged, os jogadores precisarão abrir o jogo no app da Netflix na TV e escanear um QR Code com o celular. Ou seja, não é necessário um controle tradicional. Os jogadores usarão o próprio smartphone para acompanhar a história de Ava, passando por testes de reflexos e, aparentemente, Quick Time Events.
“Em vez de tentar fazer com que os controles clássicos de jogo, com um joystick e botões, funcionassem em [uma tela de smartphone] (o que geralmente não funciona tão bem), nós pensamos: vamos projetar algo totalmente personalizado que faça com que pareça mágico e incrível no seu celular”, afirma Krankel.
O diretor de jogo da Night School Studio conta que clássicos da Nintendo do início dos anos 2000 foi uma das inspirações para o desenvolvimento de Unhinged. “Olhamos profundamente para o Wii [e] o Nintendo DS. Eu cresci com eles, e acho que esse foco em um estilo de jogo novo e inovador foi algo com o qual realmente começamos este game.” Krankel brinca que a ideia não é perseguir um Resident Evil.
Netflix vai aumentar anúncios, mas não deve comprometer novo jogo
O desenvolvedor conhecido como Depmots revelou um frontend de emuladores chamado Socket, que permite transformar sua lista de arquivos ROMs em cartuchos e discos em 3D. O criador do projeto exibiu as primeiras imagens do app rodando em um AYN Thor por meio de um vídeo publicado no X no último sábado (20).
O Socket foi desenvolvido no motor gráfico Godot e tem como objetivo substituir a visualização de ROMs por modelos 3D interativos de mídias físicas. Esses modelos também possuem animações de inserção personalizadas.
A interface lembra um pouco os ícones de memory card do PlayStation 2. "Ele é voltado para bibliotecas menores, tentando imitar a sensação de revirar sua coleção de handhelds quando você era criança para encontrar o jogo que quer jogar", afirmou o desenvolvedor.
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Os jogos são organizados por plataformas, e cada um deles possui o respectivo modelo de mídia do sistema, com sons personalizados e até selos. Por enquanto, o Socket inclui as bibliotecas do Nintendo 64, Nintendo DS, Nintendo Switch, Game Boy Advance, PSP e PlayStation 1.
Socket mantém até selos originais do cartucho (Divulgação/Depmots)
Embora ainda não tenha uma data de lançamento exata, o software está sendo planejado inicialmente para chegar ao Android. O Depmots planeja lançar o Socket para PC e Steam Deck em algum momento, graças ao Godot, que também facilita ports para iOS, Linux e Mac, caso o desenvolvedor queira aproveitar essas plataformas no futuro.
O app chega em um momento no qual as mídias físicas estão morrendo
A chegada do Socket coincide com o momento problemático das mídias físicas no setor de games. Em março, o diretor sênior e conselheiro da indústria de videogames na Circana, Matt Piscatella, revelou que a venda de jogos em mídia física atingiu o menor patamar desde 1995.
Jogos em mídia física eram a forma mais comum de se comprar e jogar videogames, ao menos até a década de 2010. Com a integração da conexão de internet aos consoles e a criação de lojas digitais, os jogadores começaram a adotar cada vez mais a mídia digital. Serviços por assinatura e de streaming de jogos via nuvem têm fechado o cerco sobre os discos e cartuchos, que têm se tornado itens de colecionador.
A presidente de enterprise development da Electronic Arts, Laura Miele, afirmou que o uso de Inteligência Artificial resultou em um "real aumento na criatividade" nos estúdios da produtora. A fala parte de uma entrevista ao The Game Business realizada em 8 de junho, durante o Summer Game Fest 2026.
Miele foi perguntada se as ferramentas de Inteligência Artificial ajudarão as desenvolvedoras a entregar jogos com ciclos de desenvolvimento mais curtos. "Talvez em algumas partes sim", respondeu.
A executiva prosseguiu e afirmou: "Eu sempre quis... ajudar os desenvolvedores dos nossos estúdios a remover o atrito, e sempre quis, de certa forma, ser uma heroína para eles e ajudá-los a criar experiências que definem carreiras. E acho que a IA, pelo que vi, como a IA permitiu remover o atrito de nossos pipelines, de nossas ferramentas e de nossos workflows, tem sido bastante empolgante."
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De acordo com Miele, as equipes têm feito uma prototipagem mais veloz, "tenho visto uma criatividade mais rápida e conversas mais curtas e ágeis sobre criatividade e alinhamento". Para ela, as ferramentas de IA ajudam num aumento real da criatividade e removem tarefas tediosas do desenvolvimento.
Laura Miele está na EA há 30 anos (Reprodução/EuroGamer, Electronic Arts)
A IA nos games dominou as discussões da indústria no ano passado. Empresas como Krafton e Epic Games já apoiaram o uso de inteligência artificial no desenvolvimento de games, bem como a Electronic Arts. Na verdade, a EA foi uma das primeiras companhias do setor a investir na tecnologia em meados de 2023.
A Valve anunciou os preços do Steam Machine nesta segunda-feira (22). O PC compacto chegará ao mercado por US$ 1.049 em sua versão mais básica, como reflexo da alta causada pela crise dos componentes movida pelo setor de Inteligência Artificial. A dúvida que fica é se os consoles de próxima geração da Microsoft e da Sony, o XBOX Helix e o PlayStation 6, também custarão mais de US$ 1 mil.
O portal GamesIndustry conversou com quatro influentes analistas do setor para discutir o cenário de hardware da indústria. Segundo o CEO da Aldora, Joost van Dreunen, "Nesse ritmo, a próxima geração pode nem ser lançada até 2028 e, quando for, mais de um barão será o piso. Até mesmo os dispositivos existentes estão sofrendo reajustes de preço".
O diretor de inteligência de mercado da Newzoo, Emmanuel "Manu" Rosier, acredita que as versões base dos próximos consoles da Microsoft e da Sony custarão menos de US$ 999, mas destaca que o piso de preços está subindo rapidamente. "O PS5 Pro já está em US$ 899 após dois aumentos em um ano, então a distância para US$ 1.000 é curta", pontua.
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Apesar do cenário apocalíptico por conta da escassez de chips, é possível que o PlayStation 6 e o XBOX Helix consigam driblar os preços praticados no lançamento do Steam Machine. Diferentemente da Valve, a Sony e a Microsoft subsidiam o hardware vendendo a preço de fábrica ou até mesmo com prejuízo.
Steam Machine custa US$ 1.428 em sua versão mais cara (Divulgação/Valve)
Além disso, Rosier destaca que os "modelos-base da próxima geração provavelmente se manterão abaixo de US$ 999 por razões psicológicas e de marketing. As categorias premium são uma questão separada. Os custos dos componentes estão fora do controle dos fabricantes, e não há sinal de um desaquecimento impulsionado por IA na demanda de memória e armazenamento."
Outro ponto forte que manterá os preços da próxima geração de consoles estáveis são os contratos e as relações das marcas com fabricantes de componentes. O head de pesquisa de games da Ampere Analysis, Piers Harding-Rolls, afirma que "a Sony tem mais escala do que a Valve e está melhor posicionada em termos de acessibilidade à cadeia de suprimentos por meio de seus relacionamentos consolidados e de um negócio de eletrônicos mais amplo."
O analista van Dreunen destacou que "as empresas que se estenderam demais logo após a pandemia, comprando estúdios e perseguindo escala, agora pagarão o preço", que é o caso da divisão de games do XBOX.
Ninja Theory, de Hellblade e Senua, é o estúdio mais vunerável do XBOX, segundo rumores (DIvulgação/Microsoft)
Hideo Kojima revelou novas informações sobre o seu projeto de terror produzido em parceria com o XBOX e que envolve o diretor e cineasta Jordan Peele (Corra!, Não! Não Olhe! e Nós), batizado de OD. Segundo o desenvolvedor lendário, o título contará com um novo sistema de jogo concebido desde o primeiro Death Stranding.
Em entrevista à Entertainment Weekly, Kojima afirmou: "Eu tinha esse conceito de OD desde que estava trabalhando em DS1 [Death Stranding] e estava trabalhando nisso sozinho. Não posso revelar muitos detalhes, mas é algo que ninguém nunca viu antes. Um novo sistema de jogo."
O produtor contou ainda que apresentou a ideia para muitas pessoas, grandes empresas e outras companhias promissoras. "Todas disseram a mesma coisa", lembrou Kojima. "Disseram que eu sou louco e que realmente não entendem o conceito, afirmando que não seriam capazes de fazê-lo."
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Quem estendeu a mão para a ideia mirabolante de Kojima foi ninguém menos que o ex-CEO do XBOX, Phil Spencer, que entendeu o que o produtor queria alcançar com OD.
"Eu queria ir além do limite do 'terror' que outros jogos haviam alcançado. É um jogo single-player, e eu queria torná-lo o mais assustador possível. Mas, para aqueles que possam parar de jogar quando ficar assustador demais, pensei em um sistema que permitiria que eles continuassem. Não posso dizer muito mais, porque daria muitas pistas sobre o sistema, e eu poderia arrumar problemas por falar demais!", explicou Hideo Kojima.
Nova imagem de OD remonta drama de P.T. (Divulgação/Kojima Productions, Microsoft)
Pela primeira vez desde que assumiu o cargo de CEO do XBOX em fevereiro, Asha Sharma falou sobre OD. A executiva descreveu o título de Kojima como um "jogo profundamente comovente". Para ela, o projeto representa um outro tipo de jogo, o que foi ao encontro das declarações anteriores do produtor.
De acordo com Sharma, OD mostra que o XBOX ainda não atingiu a fronteira dos games. Por isso, afirma: "precisamos garantir que nossa plataforma seja suficientemente aberta para que mais criadores e developers possam embarcar e ter sucesso, porque o próximo Kojima ainda está por ser descoberto."
O filme live-action de Gears of War da Netflix contará com "a história de origem do Delta Squad", de acordo com a Entertainment Weekly (EW). O longa anunciado em 2022 está sob a direção de David Leitch (O Dublê, Trem-Bala) e conta com roteiro de Jon Spaihts (Duna).
A descrição oficial do live-action de Gears apresenta a obra como "um grupo desajustado de soldados que trava uma guerra desesperada pela sobrevivência contra os Locusts, uma raça de criaturas subterrâneas obstinadas em destruir a humanidade".
Em entrevista à EW publicada nesta segunda-feira (22), o chefe de conteúdo do XBOX, Matt Booty, afirmou que "o jogo é realmente sobre os laços entre as equipes. É sobre fraternidade em sua essência".
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O diretor do longa afirmou em abril que o roteiro de Gears of War está em excelente forma e que a Netflix está apoiando o projeto "100%". Leitch contou ainda que a desenvolvedora The Coalition está empolgada: "Eles têm o jogo deles sendo lançado este ano, então está tudo se alinhando para que o filme aconteça".
Além do live-action, Gears of War contará com uma animação também da Netflix.
XBOX quer ser a empresa nº 1 de entretenimento
Em entrevista à Bloomberg, a nova CEO do XBOX, Asha Sharma, revelou que quer levar a marca ao topo do entretenimento. A afirmação coincide diretamente com a estratégia da divisão de levar suas IPs para os filmes e séries.
Além de Gears of War, jogos como Minecraft, Sea of Thieves, Fallout e Halo estão avançando nas adaptações para as telonas e serviços de streaming.
A cofundadora do XBOX, Laura Frier, defendeu que o XBOX não irá abandonar os consoles com o Project Helix, mas que a divisão retornará de onde veio: o Windows. Em um vídeo publicado na última sexta-feira (19), ela afirmou acreditar que a Microsoft não pretende se separar do XBOX. Em vez disso, a companhia irá apostar no ecossistema Windows, cloud, Game Pass e PCs.
Frier pontuou que, para fazer sucesso, o Project Helix tem que oferecer uma boa experiência de usuário e driblar problemas do Windows que atrapalham a experiência gamer, como conflitos de drivers, programas rodando em segundo plano e travamentos.
"Eles estão tentando voltar ao que conhecem. Hardware sempre foi um negócio brutal. É caro e tem margens de lucro absurdamente estreitas. Quando começamos o XBOX, não tínhamos a experiência de fabricação que a Sony ou a Nintendo tinham", destacou a cofundadora.
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Além dos problemas da gestão anterior, a CEO do XBOX, Asha Sharma, precisa lidar com a crise de componentes impulsionada por IA que elevou os preços dos chips a níveis estratosféricos. De acordo com a executiva, o XBOX pagará mais de 500% por SSD e RAM para ter consoles no mercado até o fim de 2027.
Isso, de acordo com Frier, faria com que o XBOX se afastasse do modo tradicional de fazer consoles domésticos e apostasse mais no Windows e no modo em tela cheia do XBOX para continuar na sala de estar dos jogadores. A divisão tem uma difícil caminhada pela frente e terá que enfrentar o SteamOS e todo o ecossistema da Valve e do Linux. Por isso, a briga da Microsoft será para manter o Windows como um colosso na 'guerra dos sistemas operacionais'.
Apesar de Sharma e do chefe de estratégia do XBOX, Matthew Ball, defenderem uma próxima geração de hardware mais acessível, a divisão pode sofrer para encontrar um caminho financeiramente viável.
A Santa Monica Studio anunciou God of War: Laufey de surpresa. O jogo no estilo hack and slash acompanhará Faye, esposa falecida de Kratos e mãe de Atreus, enquanto desbrava um local conhecido como Everywhen, um pós-vida onde diferentes mitologias se chocam.
O jogo recebeu um generoso trailer de jogabilidade de pouco mais de 20 minutos. Embora ainda não tenhamos uma data de lançamento confirmada, o jornalista da Bloomberg, Jason Schreier, sugeriu que God of War: Laufey pode chegar em 2027:
"Só para constar, eu não daria muita importância ao fato de God of War: Laufey não ter uma data ou previsão de lançamento. Ao contrário de muitos outros grandes anúncios, este não está a anos de distância".
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Na narrativa, o título protagonizado por Faye começa durante o início do reboot God of War (2018) e deve se estender até os eventos de Ragnarök.
Para se preparar, o Canaltech trouxe esta lista de jogos que podem entrar no seu backlog antes do lançamento de God of War: Laufey. Obviamente, se você não jogou nenhum God of War da saga nórdica ou a trilogia original, recomendamos fortemente jogá-los antes do novo game da franquia. Vale notar que a lista está em uma ordem aleatória.
O que torna um jogo parecido com God of War?
A saga nórdica de God of War foi muito bem-sucedida ao levar Kratos para um jogo de ação em terceira pessoa com uma pegada mais cinematográfica e narrativa. No entanto, as raízes da série remontam aos anos 2000, quando o espartano estreou no PlayStation 2 como um dos hack and slash mais influentes de todos os tempos.
Não há tantos jogos parecidos com God of War, pelo menos não em um nível de produção AAA. O que temos são games que exploram a mitologia ou mecânicas de combate características da série da Sony. Nesses casos, há um leque muito maior de opções para quem quer fazer um esquenta antes do lançamento de God of War: Laufey.
A ideia é reunir jogos com pelo menos um pilar da franquia protagonizada por Kratos: combate físico, escala épica, progressão, narrativa cinematográfica, mitologia ou chefes marcantes.
8. Darksiders
Darksiders é uma excelente opção para quem busca combates frenéticos e brutais no estilo hack and slash clássico. Quem curte armas mais robustas e chefes gigantes vai adorar essa recomendação. Embora haja certa resistência nas comparações entre God of War e a franquia criada pela Vigil Games, dificilmente os fãs que gostaram de um não curtirão o outro.
Darksiders III seguiu um caminho mais soulslike (Divulgação/THQ Nordic)
As remasterizações dos dois primeiros jogos da franquia, bem como Darksiders 3, podem ser facilmente encontrados em plataformas atuais e entram em promoção com frequência, garantindo uma boa acessibilidade.
Sequência de Dante's Inferno nunca viu a luz do dia (Divulgação/Electronic Arts)
Se o PlayStation 3 tinha God of War III ao seu dispor, donos dos consoles de sétima geração da Microsoft podiam aproveitar Dante's Inferno. O game, baseado na Divina Comédia, de Dante Alighieri, nos coloca na pele de um guerreiro das Cruzadas morto no campo de batalha, que precisa resgatar sua amada das mãos de Lúcifer.
Dante's Inferno se assemelha muito ao God of War clássico e divide com o jogo da Santa Monica a atmosfera e os inimigos grotescos, Quick Time Events, câmera em terceira pessoa, seções de plataforma, puzzles e, claro, um hack and slash visceral.
6. Devil May Cry 5
Para quem quer um combate mais parecido com os jogos mais recentes de God of War, Devil May Cry 5 é uma excelente pedida. Obviamente, há um abismo de distância entre os dois jogos nos quesitos história, narrativa, temática e estilo, mas eles acabam se encontrando em certos aspectos do combate.
Devil May Cry 5tem mais de sete anos (Divulgação/Capcom)
Devil May Cry 5 carrega um gameplay focado em combos e estilo. A diferença no combate está principalmente no 'peso'. Enquanto GoW é um pouco mais pesado e menos técnico, o hack and slash da Capcom é bem mais veloz e complexo. Curiosamente, God of War: Laufey parece herdar um pouco desse combate mais estilizado e veloz.
5. Black Myth: Wukong
Para quem gosta de explorar mitologias nos games, Black Myth: Wukong dá uma aula no assunto ao trazer lendas chinesas. O RPG de ação é uma adaptação de Jornada ao Oeste, história que inspirou diversas obras, como Dragon Ball.
Black Myth: Wukong puxou indústria de games da China para outro patamar (Divulgação/GameScience)
Black Myth: Wukong possui uma dificuldade mais elevada do que a de God of War, mas bebe bastante da água disponibilizada pela Santa Monica, como animações e um sistema de equipamentos bem parecidos com o que foi visto na saga nórdica de Kratos.
4. Bayonetta
Bayonetta assumes uma face mais excêntrica e exagerada de God of War, mas tem uma ação estilizada e combates hack and slash muito bem-vindos para os fãs da franquia da Sony, em especial da trilogia grega.
Sequências de Bayonetta seguiram como exclusivas de sistemas da Nintendo (Divulgação/Platinum Games, Nintendo)
O jogo da Platinum Games traz diversos elementos familiares, como chefes gigantes, combos e combate veloz. Para quem tem uma ligação maior com a história de Kratos, Atreus e companhia, o foco de Bayonetta não é na narrativa.
3. Hellblade: Senua's Sacrifice
A duologia Hellblade vai um pouco na contramão de outras sugestões. Em vez de trazer um combate próximo ao da franquia God of War, a Ninja Theory trouxe ao mundo um jogo com uma narrativa mais densa e menos expositiva. No primeiro jogo, há algumas seções de combate um pouco mais parecidas com God of War, embora com um leque menor de golpes e habilidades.
Primeiro jogo de Hellblade tinha uma ênfase um pouco maior em combate (Divulgação/Microsoft)
Assim como na IP da Santa Monica, Hellblade explora as mitologias nórdica e celta, com histórias e lendas muito bem conhecidas pelos fãs de Kratos. A mecânica principal do jogo são as fúrias, vozes que acompanham o quadro de psicose da protagonista Senua. Embora as semelhanças sejam bem limitadas aqui, Hellblade: Senua's Sacrifice oferece batalhas contra deuses como Sutr e Valravn, ainda que o final divida opiniões.
2. Hellblade II: Senua's Saga
O segundo jogo, Hellblade II: Senua's Saga, adota ainda mais o nível cinematográfico e narrativo e abre mão de parte do combate visto no em Senua's Sacrifice. A apresentação gráfica é indiscutivelmente uma das melhores da geração, apesar da direção que a Ninja Theory seguiu ser bem questionável para alguns.
Hellblade II: Senua's Saga é para fãs de aventuras ultra-lineares e cinematográficas (Divulgação/Microsoft)
Um terceiro jogo intitulado Senua chega em 2027 para PlayStation 5, assim como God of War: Laufey. Na nova entrada, a desenvolvedora irá adotar um foco maior na exploração e no combate, algo muito pedido pelos fãs e que deve aproximar as experiências de Senua e Kratos.
1. Ghost of Tsushima
Outro first-party da Sony que pode ser uma excelente pedida para quem quer se preparar para God of War: Laufey é Ghost of Tsushima. Muitos fãs do jogo da Sucker Punch recomendam o game para quem gostou de God of War.
Ghost of Tsushima foi um dos últimos grandes exclusivos do PlayStation 4 (Divulgação/Sony)
Esse é o tipo de jogo que entrega uma experiência mais narrativa e de aventura, um verdadeiro padrão para os últimos jogos single-player da Sony. Não há uma relação direta entre God of War e Ghost of Tsushima, com exceção do sentimento de aventura épica com o selo de qualidade PlayStation. Além dos gráficos de alto nível, o jogo ambientado em Tsushima do ano de 1274 apresenta um combate corpo a corpo um tanto visceral.
Melhor forma de aproveitar jogos parecidos com God of War
Para quem gostou de God of War (2018) ou Ragnarök, recomendamos começar fortemente por Devil May Cry 5 ou Hellblade: Senua's Sacrifice. Embora distantes do conjunto da obra da Santa Monica, esses dois jogos agradarão tanto a quem curtiu o combate de Kratos e quer explorar algo mais técnico e rápido quanto a quem amou o aprofundamento na mitologia nórdica e quer experienciá-la de uma maneira bem diferente.
Já para quem está em busca de algo mais próximo aos clássicos, é bem provável que Darksiders, Bayonetta ou Dante's Inferno ressoem mais com você. No fim das contas, o importante é aproveitar jogos excelentes que carreguem alguns dos vários pilares de God of War e se preparar para a aventura de Faye em Everywhen.
Jogos parecidos com God of War não são tão parecidos assim?
Como dito no início, jogos mais recentes de God of War têm poucos concorrentes AAA nos dias de hoje. Apesar dos jogos listados acima parecerem distantes das obras da Santa Monica Studio, é possível que muitos que não os experimentaram sintam um gostinho dos títulos estrelados por Kratos.
O primeiro pensamento que vem à nossa cabeça quando falamos em futebol e videogames é o EA Sports FC, ou, para os mais íntimos, o "Fifinha". Embora esse mercado seja totalmente dominado pela Electronic Arts, os jogos de futebol foram muito importantes para o crescimento dos consoles, em especial no início da era 3D.
Jogos de esporte, no geral, desempenhavam um papel muito importante para demonstrar o poder técnico de consoles da quinta geração, como o PS1: renderização em 3D, gráficos poligonais, texture mapping e jogabilidade fluida. Títulos como Winning Eleven, FIFA e até mesmo Virtua Striker foram uma febre em lojas e locadoras no Brasil e no mundo.
As empresas de games sabiam da importância desses títulos para o sucesso de seus consoles e não pouparam esforços para trazer esses jogos para seus sistemas, além de investirem no próprio esporte.
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Em clima de Copa do Mundo e dos clássicos de futebol como Ronaldinho Soccer, o Canaltech trouxe uma lista com seis empresas de games que já patrocinaram times de futebol.
6. Nintendo
A Big N, que hoje está um pouco distante do mundo do futebol, já patrocinou um time no início dos anos 90. Visando levar o seu mais novo sistema ao maior número de jogadores possível, a Nintendo fechou uma parceria master de um ano com o clube espanhol Sevilla FC na temporada 92/93.
O uniforme do time estampava 'Super Nintendo' na região do peito, considerada uma das áreas nobres do patrocínio de camisas de times. Por que uma empresa japonesa de videogames patrocinou um clube da Espanha? Existe um excelente motivo. Na época, o craque argentino Diego Armando Maradona atuava no Sevilla, o que garantiu uma exposição mundial ao Super Nintendo.
Nintendo patrocinou clube italiano para fazer frente ao PlayStation (Reprodução/Football Nation)Edição do Game Boy Pocket da Fiorentina tem apenas 3 mil exemplares (Reprodução/Classic Football Shirts)Nintendo pegou carona com Diego Maradona no Sevilla (Reprodução/Classic Football Shirts)
Outro destaque da Nintendo no futebol foi a parceria com a ACF Fiorentina entre 1997 e 1999 na Série A, uma tentativa de fazer frente ao sucesso do PlayStation no país. Como parte do acordo, a fabricante japonesa lançou uma edição especial do Game Boy Pocket temática da Fiorentina.
5. SEGA
A rival da Big N não ficou para trás e também foi bem ativa no patrocínio de clubes de futebol. A dona do ouriço azul investiu no JEF United Ichihara, da liga japonesa, entre 1992 e 1996. A camisa estampava o Sonic e o logo clássico da marca como primeira e principal patrocinadora.
Após patrocinar times nacionais, a SEGA começou a mirar na Europa para promover o saudoso Dreamcast. Entre 1999 e 2002, a empresa fechou um acordo com o Arsenal, do Reino Unido. Estimativas apontam que a dona do Sonic pagou entre £10 milhões e £12 milhões para levar o seu console de sexta geração ao uniforme do clube londrino.
SEGA patrocinou clubes da liga de futebol japonesa (Reprodução/ TreasureHuntingSonic, X)Thierry Henry, ídolo do Arsenal, em partida contra o Manchester United (Reprodução/Premiere League)
Além do Arsenal, a SEGA patrocinou outros três clubes europeus: UC Sampdoria (Itália), AS Saint-Étienne (França) e o RC Deportivo de La Coruña (Espanha).
4. Konami
Outra japonesa engajada com patrocínios de futebol é a Konami, o que não chega a ser uma surpresa. A produtora foi um dos grandes players no segmento de simuladores esportivos e fazia frente ao antigo FIFA da EA. Nessa época, a Konami fechou uma parceria com o São Paulo, que estampou o logo do PES 2019 nos ombros do uniforme do clube paulista.
São Paulo FC foi um clube exclusivo do PES 2019 (Divulgação/Konami)
A empresa voltou a firmar um patrocínio com o clube em 2024, já na era do eFootball. Dessa vez, a japonesa estampou os números nas camisas dos jogadores. A Konami sempre foi muito ativa em patrocínios e acordos devido à sua proximidade com o esporte. Somente no Brasil, foram oito times que se envolveram com a marca.
3. Eidos Interactive
Em uma parceria histórica com o inglês Manchester City, a produtora britânica Eidos Interactive foi uma das poucas companhias ocidentais a patrocinar clubes de futebol. O patrocínio master aconteceu nas temporadas 1999/2000 e 2001/2002, época em que o time da cidade de Manchester exibia o logo do estúdio no peito.
Eidos também ficou famosa pela franquia Deus-EX posteriomente (Divulgação/Manchester City)
Na época, a Eidos colhia todo o sucesso de Tomb Raider e Lara Croft no fim dos anos 90, o que justifica e muito a sua presença no uniforme do City. Ambas as instituições seguiram caminhos parecidos com o passar dos anos: o clube inglês foi adquirido por um grupo do Emirados Árabes em 2008 e se tornou um dos times mais valiosos do mundo, enquanto a Eidos foi comprada pela Square Enix e, posteriormente, vendida para o Embracer Group.
2. Commodore Amiga
Uma das marcas mais importantes do cenário de computadores entre os anos 80 e 90, a Commodore foi responsável por um dos maiores patrocínios a clubes da Europa. A companhia firmou parcerias com times como Chelsea, Bayern de Munique e Paris Saint-Germain para trazer visibilidade internacional para sua linha de computadores, o Amiga.
O Commodore Amiga foi um importante PC para os videogames (Reprodução/Hyperion Entertainment, Amiga Corp.)
Estamos falando de uma das plataformas mais importantes para jogos de computador, com clássicos como Marble Madness, Sensible Soccer, Defender of the Crown, Turrican II, Flashback, Out of This World e Gods. A linha Amiga conseguia replicar a experiência dos arcades em computadores domésticos, algo fundamental para o crescimento do PC gaming.
1. XBOX
O lado verde da força não ficou de fora dos patrocínios de clubes de futebol. Embora o futebol não seja o esporte mais popular dos Estados Unidos, a Microsoft apostou suas fichas e investiu no Seattle Sounders por quase dez anos. A parceria começou em 2008, na era do XBOX 360, momento em que o clube nem estava inscrito na Major League Soccer, a liga de futebol estadunidense.
Patrocínio do XBOX no uniforme do Seattle Sounders (Divulgação/MLS)Acordo com Seattle Sounders incluia design de Gears 4 (Divulgação/Seattle Sounders)
O logotipo do XBOX estampava o peito da camisa do Seattle Sounders. Uniformes com o XBOX Game Pass e edições especiais de Forza, Halo e Gears fizeram parte do acordo de patrocínio do clube até 2018, último ano da parceria.
A JMIR Serious Games sugere que alguns tipos e gêneros de videogames ajudam adultos a lidar com a solidão e a construir resiliência emocional, segundo uma pesquisa com mais de 2 mil pessoas publicada nesta quarta-feira (17). O estudo The Effects of Open-World and Fun, Accessible Games on Perceived Loneliness and Stoicism in Adults: Cross-Sectional Survey Study concluiu que títulos como The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Yoshi’s Crafted World oferecem respostas emocionais positivas aos jogadores.
A pesquisa entrevistou 2.252 adultos maiores de 2021 sobre seus hábitos com videogames, perspectiva emocional e sentimento de solidão. Pessoas que jogaram jogos de mundo aberto, como o exclusivo do Nintendo Switch, e games mais casuais, como Yoshi’s Crafted World, relataram se sentir menos isoladas do que as pessoas que não jogavam.
Os jogadores que tiveram experiências em ambos os títulos da Nintendo também registraram pontuações mais altas em traços de estoicismo, descrito como resiliência emocional, autocontrole e a capacidade de lidar com desafios sob pressão.
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Ao EurekAlert!, o coautor da pesquisa, Andreas Eisingerich, afirmou que: “Ao contrário do estereótipo do gaming como mero escapismo, descobrimos que jogos open-world, acessíveis e alegres podem ajudar a promover uma mentalidade resiliente e estoica e a aliviar a solidão”.
Yoshi proporcionou restauração de baixo risco em entrevistados da pesquisa (Reprodução/Nintendo)
Vale destacar que esses benefícios emocionais foram observados em gêneros específicos de jogos, e não ao videogame em geral.
Jogos não substituem terapia
Embora o estudo da JMIR Serious Games tenha registrado impactos emocionais positivos em quem joga títulos como The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Yoshi’s Crafted World, ele não sugere que jogar videogame substitua o acompanhamento profissional.
No entanto, essas experiências "produzem um suporte psicológico sinérgico" e podem servir como um "excelente custo-benefício para intervenções de saúde mental pública que enfrentam a epidemia de solidão".
O CEO da PlayStation, Hideaki Nishino, confundiu os jogadores ao afirmar que a marca irá considerar lançamentos de jogos para o PC "se puder maximizar a experiência de jogo para esse título". A fala veio de uma entrevista à Famitsu traduzida do japonês pelo usuário Genki.
Segundo o CEO, games single-player desenvolvidos por estúdios do PlayStation terão como objetivo "refinar ainda mais o valor da experiência de jogo que podemos oferecer no PlayStation".
Nishino comentou durante a entrevista: "Acreditamos que é importante que games live-service sejam jogados pelo maior número de pessoas possível por meio do multiplayer online, por isso continuaremos a lançar nas plataformas PS5 e PC como base."
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O executivo finalizou que, independentemente da plataforma, o PlayStation irá tomar decisões com base no desejo da marca de entregar a melhor experiência de gameplay que maximize recursos exclusivos de cada título.
PlayStation CEO Hideaki Nishino on PS5 games releasing on PC:
“From the start we have determined platform selection based on the characteristics of each title. If releasing on PC can maximize the gaming experience for that title, we will continue to consider it.
Embora a mensagem aparente ser contra as decisões recentes da Sony de afastar seus exclusivos do PC, aparentemente tudo não passou de uma confusão. O jornalista da Bloomberg, Jason Schreier, afirmou que não há ambiguidade dentro da Sony.
Jogos single-player do PlayStation continuarão exclusivos
Duas fontes do PlayStation não identificadas afirmaram ao jornalista que, durante uma reunião geral há algumas semanas, o chefe dos estúdios do PlayStation, Hermen Hulst, disse à equipe que jogos narrativos single-player seguirão exclusivos do PlayStation.
Segundo o executivo, nas palavras de Schreier, esse tipo de jogo "era inconsistente com os lançamentos para PC, não gerava lucro suficiente" e eles querem "manter suas propriedades intelectuais alinhadas à própria plataforma". De acordo com o jornalista, não haverá uma decisão de exclusividade caso a caso, como ocorre com o XBOX.
A Valve anunciou que novas reservas do Steam Controller serão entregues somente em 2027, conforme comunicado desta quinta-feira (18). A empresa está gerenciando as expectativas dos jogadores, visto que a demanda atual supera a oferta do periférico.
A partir de agora, a página do Steam Controller exibirá uma estimativa para o recebimento do periférico. Será exibida uma das três mensagens:
Até setembro de 2026;
Até dezembro de 2026;
Em 2027 (uma estimativa mais precisa será informada no futuro).
“Não temos planos de parar de fabricar o Steam Controller”, escreveu a Valve. “Ao analisarmos a demanda atual em comparação com a quantidade que sabemos que podemos produzir até o final do ano, gostaríamos de gerenciar ao máximo as expectativas relativas a quando cada comprador pode esperar receber o seu pedido.”
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O sistema de reservas possibilitou “reduzir as dores de cabeça dos usuários (ou assim esperamos)” e ajudou a empresa a planejar e tentar entregar o máximo de pedidos possível.
A Bungie anunciou o fim do suporte de desenvolvimento a Destiny 2 em maio. No mesmo mês, o jornalista da Bloomberg Jason Schreier revelou que a empresa não tem um novo projeto em desenvolvimento e que "não planeja iniciar imediatamente a produção de um Destiny 3". Mais recentemente, o jornalista revelou que, sem Destiny 3 no caminho, esta seria uma excelente oportunidade para que um jogo cancelado pelo XBOX voltasse à vida.
O Project Blackbird era um novo MMORPG Sci-Fi de tiro em primeira pessoa em desenvolvimento pela ZeniMax Online. O jogo ficou em desenvolvimento por sete anos antes de ser cancelado pelo XBOX, junto a outros títulos como Perfect Dark e Everwild, em julho de 2025.
Reportagens da época indicaram que o Project Blackbird tinha previsão de lançamento para 2028 e contava com uma jogabilidade de tiro e saque (looter shooter) em um mundo noir com temática alienígena. Vale notar que fontes afirmaram à Bloomberg que os executivos do XBOX ficaram "impressionados" e que "só tiveram elogios" quando viram o projeto.
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Em um vídeo recente intitulado "Como as coisas ficaram tão ruins no XBOX?", Schreier afirma: "Destiny acabou de morrer, e se o XBOX tivesse um jogo como Blackbird pronto para preencher esse vazio que Destiny deixou, cara, isso poderia ter sido um sucesso".
Ele entende que o projeto levou muito tempo de desenvolvimento, custou muito caro "e estava tendo suas próprias dificuldades, mas tudo o que ouvi sobre esse jogo é tão positivo. É realmente uma pena que tenha sido cancelado, pois acho que poderia ter ajudado a preencher uma lacuna muito necessária para o XBOX agora".
O 'cataclisma' e o fantasma do Project Blackbird em 2026
O Nagoshi Studio pode ter aposentado de vez Gang of Dragon, uma espécie de sucessor espiritual de Yakuza. Novos indícios sugerem que os diretores Toshihiro Nagoshi e Daisuke Sato teriam deixado seus cargos na desenvolvedora.
Nagoshi criou a franquia Yakuza e logo depois deixou a SEGA para fundar o Nagoshi Studio em 2021. No ano passado, a desenvolvedora apresentou Gang of Dragon durante o The Game Awards 2025. O jogo conta com a participação do ator sul-coreano Don Lee e se destacou pelo ultrarrealismo e pelas sequências de luta.
Contudo, o futuro do projeto ficou incerto quando a publisher NetEase retirou o financiamento do projeto. De acordo com fontes familiarizadas com a situação, a empresa teria dado um passo para trás após descobrir que o Nagoshi Studio precisava de um investimento adicional de pelo menos US$ 44,4 milhões para concluir Gang of Dragon.
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Agora, uma edição especial de 40 anos da Famitsu, que lista uma série de desenvolvedores japoneses, inclui Nagoshi como um game creator, sem mencionar o estúdio ou o jogo. Já Daisuke Sato, cofundador e diretor da empresa, alterou sua biografia do X para "ex-Nagoshi Studio, Inc.". Nenhum comunicado oficial foi emitido sobre o fim de Gang of Dragon ou o encerramento do Nagoshi Studio, embora o site da desenvolvedora esteja fora do ar.
O jornalista da Bloomberg, Jason Schreier, explicou por que o XBOX está prestes a passar por um "banho de sangue", referindo-se à demissão em massa que pode acontecer em julho, bem como ao risco de fechamento de quatro estúdios da divisão.
Ele argumenta que a compra da Mojang pela Microsoft em 2014 rendeu muito dinheiro aos bolsos do XBOX e permitiu que Phil Spencer começasse uma verdadeira onda de aquisições a partir de 2018. Nessa época, o ex-CEO da divisão de games da Microsoft tentava recuperar o XBOX One, que levou uma surra do PlayStation 4.
Parte do plano para reviver o console de oitava geração da Microsoft era oferecer um line-up de jogos maior e alimentar o catálogo do recém-nascido XBOX Game Pass. A missão de estúdios como Compulsion, Double Fine, Obsidian e companhia era entregar projetos com foco em criatividade.
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"A mensagem não era 'você deve atingir X valor de lucratividade'. A mensagem era 'façam bons jogos, ajudem-nos a preencher o Game Pass, tentem ganhar prêmios e, claro, não percam dinheiro, fiquem no break even [zero a zero]'", argumenta Schreier.
Spencer deu aos estúdios uma espécie de carta branca e liberdade criativa para desenvolver projetos para engrossar o caldo do conteúdo e dos serviços XBOX. Contudo, essas desenvolvedoras acabaram passando por alguns maus bocados durante a pandemia e, logo em seguida, viram o XBOX mudar de estratégia inúmeras vezes.
"Jogos começam o desenvolvimento tipo quatro ou cinco anos antes de realmente saírem. Então, quando você começa um projeto em 2020 ou 2021 sob um mandato e, de repente, esse mandato muda dois ou três anos depois, mas é tarde demais para mudar de rumo, isso pode ser um problema", explica o jornalista. Esse cenário justifica como a existência de jogos como Kiln, Keeper, South of Midnight, Pentiment e Hellblade foi possível. Na época das aquisições, a liderança do XBOX teria aberto as porteiras para os estúdios para que, anos mais tarde, começassem a exigir margem de lucro.
Schreier entende que os estúdios cotados para fechamento "cometeram muitos de seus próprios erros e tiveram todo tipo de problemas de produção" e estão sendo punidos hoje por seguirem ordens de Spencer e companhia, "por ouvirem o que lhes foi dito alguns anos atrás".
"Um dos motivos pelos quais o XBOX teve tanta dificuldade na última década para fazer grandes jogos é por causa de muita dessa incerteza. É muito difícil fazer grande arte quando você está trabalhando sob o medo de demissões, turbulência, fechamentos, cancelamentos e apenas tentando fazer jogos sob essas condições", afirma Jason Schreier.
Demissões no XBOX serão um banho de sangue?
O termo "banho de sangue" tem sido utilizado para descrever a reestruturação pela qual o XBOX deve passar em julho, logo após o encerramento do ano fiscal da Microsoft no fim deste mês. Para Schreier, o termo cai como uma luva para as demissões que estão por vir.
Senua foi anunciado para vender Ninja Theory (Divulgação/Microsoft)
"Vai ser ruim", afirma o jornalista. "Há muitas negociações acontecendo agora." Ele ainda sugere que outros estúdios além de Compulsion Games, Double Fine e Ninja Theory estão em risco de fechamento. "Vai haver mais", conclui.
A diretora técnica de estúdio da The Coalition, Kate Rayner, revelou uma nova tech demo de Gears of War: E-Day durante o State of Unreal 2026 nesta quarta-feira (17). Ela explicou como o estúdio utilizou a Unreal Engine 5 para desenvolver o exclusivo do XBOX nos consoles.
A apresentação começa com Marcus Fenix dentro de um supermercado do Pay n Save, no centro da cidade de Kanlona. Rayner afirmou que, anteriormente, espaços como esses eram limitados a apenas três projetores de sombra em cena. Em Gears of War: E-Day, a The Coalition conseguiu adicionar centenas de fontes de luz, todas projetando sombras a 60 FPS no XBOX Series X, graças ao recurso da Unreal Engine, o MegaLights.
"O Dia da Emergência é o dia mais sombrio do nosso universo", explicou Rayner, "o dia em que a monstruosa horda Locust emergiu do chão para devastar a humanidade. E para realmente sentir o impacto emocional dessa perda, precisávamos retornar a um estilo visual sombrio e realista. Luz e sombra fazem mais do que apenas definir o tom."
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Quanto à destrutibilidade dos cenários, a diretora destacou que os ambientes de Gears of War: E-Day foram desenvolvidos com assets destrutíveis de Geometry Collection. Logo em seguida, a demo mostra Marcus Fenix destruindo um pilar de azulejos que é danificado de maneira progressiva e dinâmica. "Esses objetos dinâmicos projetam e recebem luz corretamente, para que a destruição permaneça visualmente realista, exatamente da maneira que você esperaria no mundo real", explica Rayner.
A tech demo também mostrou balas que criam um ponto de estilhaço dinâmico em superfícies de vidro, gerando rachaduras e craquelados em torno do local de impacto.
Gears of War: E-Day é um showcase técnico
A The Coalition se mostrou uma peça técnica importante no time do XBOX. O estúdio já foi mencionado anteriormente por ser um verdadeiro guru dentro da divisão de games da Microsoft quando o assunto é Unreal Engine 5.
Vale lembrar que Gears of War: E-Day chega ao PC, consoles XBOX Series e XBOX Game Pass em 6 de outubro. O jogo é um dos títulos anunciados como exclusivo vitalício do XBOX, conforme anunciado pela CEO da divisão, Asha Sharma, no XBOX Game Showcase 2026.
Uma das artes disponibilizadas no site de GTA 6 mostra Jason e Lucia abraçados. A protagonista segura uma pistola com a inscrição "made in Brazil", fabricada pela Nipper.38. Não sabemos ao certo se haverá mais referências ao Brasil em GTA 6, principalmente pelo jogo se passar em Vice City.
O país já foi mencionado diversas vezes em outros jogos da franquia. Na verdade, desde GTA III, menções ao Brasil têm sido bem frequentes. As referências vão desde bandeiras e nomes de marcas até menções diretas ao país, como no caso de GTA 6.
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Nova imagem mostra dupla de protagonistas de GTA 6 (Divulgação/Take-Two Interactive)Arma de arte de GTA 6 possui inscrição "Made in Brazil" (Divulgação/Take-Two Interactive)
Vale lembrar que a pré-venda de GTA 6 será tanto em mídia digital quanto em mídia física (em alguns varejistas selecionados). Isso significa que é possível que alguma loja vaze o valor do jogo antes do anúncio oficial em 25 de junho.
Quando GTA 6 chega?
GTA 6 chega ao PlayStation 5 e XBOX Series em 19 de novembro de 2026, após sofrer dois adiamentos nos últimos anos. Ainda não há previsão para lançamento no PC. A Rockstar não confirmou se existe algum port planejado para o Nintendo Switch 2.