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Apple e Google são pressionadas a banir apps que geram nudez com IA

A Apple e o Google foram intimados por um procurador de San Francisco a remover aplicativos que gerem imagens de nudez não consensuais.

As notificações extrajudiciais foram enviadas pelo procurador David Chiu, que exigiu a remoção de 13 aplicativos de troca de rostos (face swap) os quais permitem que usuários criem imagens de nudez sem o consentimento das pessoas envolvidas, com o auxílio da inteligência artificial (IA). Ele solicitou ainda o rompimento das relações comerciais com os desenvolvedores desses apps.

Chiu comentou o conflito com esse segmento de apps e a problemática da relação desses aplicativos com grandes empresas de tecnologia:

Gerar imagens íntimas não consensuais é ilegal, prejudicial e completamente inaceitável. […] Essas empresas têm a responsabilidade de garantir que os aplicativos em suas plataformas não facilitem abuso sexual. […] O fato de algumas das maiores e mais consolidadas empresas de tecnologia do mundo estarem facilitando isso precisa acabar.

Pesquisadores das universidades de Cornell e Georgetown descobriram que, de 155 apps de criação de deepfakes, 70% deles permitiam gerar conteúdos com nudez sem quaisquer restrições — demonstrando que mesmo os apps que não são promovidos como tal não impedem práticas criminosas. Uma investigação da Tech Transparency Project (TTP) revelou números parecidos.

A Apple possui um histórico delicado com o tema: embora esses estudos apontem leniência com a existência desse tipo de ferramenta na App Store, a Maçã possui um rastro de combate a esse tipo de prática — ainda que sob pressão governamental —, a exemplo da ameaça de remoção do X em meio à polêmica com a geração de imagens de nudez com o auxílio do Grok.

Ao longo dos últimos meses, a empresa foi criticada por autoridades como o governo do Reino Unido e o estado americano da Virgínia Ocidental para combater a proliferação de apps com conteúdo adulto em meio a crianças e adolescentes.

Representando o Google, Dan Jackson afirmou que centenas desses aplicativos foram excluídos da loja do Android:

O Google Play não permite aplicativos que contenham conteúdo sexual, e tomamos continuamente medidas proativas para detectar e remover apps com conteúdo prejudicial. […] Quando recebemos denúncias, investigamos e agimos rapidamente, o que, nesses casos, incluiu suspender centenas de aplicativos que violavam nossas políticas e restringir termos de busca relacionados, como “nudify”, em nossa loja.

A Apple, por sua vez, optou por não comentar o caso.

via WIRED

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Chemours to Pay $450M in First Federal PFAS Settlement

The settlement addresses the dumping of PFAS “forever chemicals,” which have been linked to cancer and other risks, by Chemours in several states.

© Ed Kashi for The New York Times

A Chemours plant in Fayetteville, N.C. Under a proposed settlement, Chemours would pay fines for discharging PFAS from plants in North Carolina, New Jersey and West Virginia.
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How NextEra Energy Wielded Political Power in Florida

NextEra, which is seeking to buy Dominion Energy, has often butted heads with consumer groups, residents and journalists in its home state.

© Ulysse Bellier/Agence France-Presse — Getty Images

A Dominion Energy power plant near Davis, W.Va. NextEra Energy’s political activities are expected to be scrutinized as it seeks approval of its purchase of Dominion.
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Rising Energy Costs and Data Centers at Heart of NextEra’s Dominion Bid

NextEra’s proposed acquisition of Dominion Energy comes as Americans are paying a lot more for electricity, and data centers are demanding a lot more power from utilities.

© Tristan Spinski for The New York Times

NextEra Energy’s acquisition of Dominion Energy would consolidate utility operations along much of the East Coast, which could shape electricity service for tens of millions of customers.
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