❌

Reading view

iPhone 17 Pro Max (512GB) entra em oferta e sai por R$9.752,31 à vista!

O iPhone 17 Pro Max é o smartphone mais avançado da Apple! Na sua lista de especificações técnicas, podemos destacar a tela Super Retina XDR de 6,9 polegadas, o conjunto de três câmeras (com um sistema Fusion de 48 megapixels nas três lentes) e o processador A19 Pro, além da presença do Controle da Câmera (Camera Control) e do botão de Ação (Action Button).

Se você está atrás desse modelo, hoje a Amazon está com uma promoção excelente! Trata-se da versão de 512GB, na cor laranja-cósmico. Ele está saindo por R$10.835,91 em até 12x no cartão de crédito.

iPhone 17 Pro Max de 512GB

Parcelado: de R$13.999,00 por R$10.835,91 em até 12x
À vista no cartão de crédito: de R$12.599,10 por R$9.752,31

🛍 Produto vendido e entregue pela Amazon💰https://t.co/IiOTmrBu0l

— MM Ofertas (@MMOfertas) July 21, 2026

Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$13.999 nessa mesma modalidade de pagamento, estamos diante de um desconto de 23%.

Já para quem preferir pagar à vista (também no cartão de crédito), o preço fica ainda melhor: ele cai para R$9.752,31 — um desconto também de 23% em relação ao valor da Apple na mesma modalidade de pagamento, de R$12.599,10.

Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.

Aproveite! 📱

Fique sempre por dentro das ofertas!

Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!

Você pode usar a nossa extensão para os navegadores Chrome/Opera/Edge, acompanhar as ofertas pelo MM Fórum, pelo Facebook, pelo X, pelo Threads, pelo Bluesky, pelo Mastodon ou por um canal no Telegram. Escolha a melhor opção para você — ou todas, para depois não se arrepender — e economize! 😉

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

  •  

“iPhone 20 Pro Max” poderá chegar com tela de quase 7 polegadas

Fontes da cadeia de suprimentos dão conta de que a Apple estaria avaliando a utilização de uma tela maior para o iPhone — de quase 7 polegadas, mais especificamente — em um futuro próximo.

A informação veio do leaker Digital Chat Station, o qual comentou na rede social chinesa Weibo que o tamanho físico do novo painel seria de exatas 6,96 polegadas. Ele especula que essa ampliação deverá acontecer no “iPhone 20 Pro Max”, a versão maior da edição comemorativa de 20 anos da linha, marcada para chegar em 2027, sucedendo o “iPhone 18 Pro Max”.

Caso o rumor se confirme, esse se tornará o maior painel já utilizado em um iPhone (embora a diferença em relação às 6,86″ do iPhone 17 Pro Max seja pequena), número suficiente para que o arredondamento das campanhas publicitárias da Apple dê conta de uma tela de 7″. 

A proposta dos modelos comemorativos de 20 anos, conforme especulam vários insiders, é de uma tela sem intervenções, com bordas curvas. Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, esses novos iPhones deverão contar com um chip “A21” de 2 nanômetros, que poderá estar presente ainda na segunda geração do iPhone dobrável. Resta a dúvida se a Apple pulará a linha “iPhone 19” e seguirá direto com o “20” (ou “XX”), como fez com os iPhones 8/8 Plus e o iPhone X, em 2017.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 10.499,00
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.777,77
R$ 11.499,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

via MacRumors

  •  

WhatsApp amplia disponibilidade da interface Liquid Glass no Mac

Em teste desde o mês passado, a interface da versão de WhatsApp para Mac pensada para o macOS Tahoe 26, com suporte ao Liquid Glass, parece enfim ter tido sua disponibilidade ampliada.

A nova versão, 26.27.73, além de contar com Liquid Glass, inclui uma nova barra lateral com textos que descrevem os ícones, abandonando a abordagem minimalista encontrada até então na versão de computador do mensageiro da Meta, e uma seção dedicada às Comunidades, que antes ficavam espalhadas pelo histórico de conversas do aplicativo.

Liquid Glass no WhatsApp de macOS
Captura de tela/WABetaInfo

Outra novidade é a adição do suporte às conversas trancadas, atualmente restritas aos iPhones e iPads. O acesso ao recurso no macOS, aos moldes da exigência do Face ID nos dispositivos móveis, também solicitará algum meio de autenticação para garantir a camada adicional de proteção, carro-chefe da funcionalidade.

Com essa atualização chegando para os usuários finais de maneira gradual nas próximas semanas, a disponibilização ampla da versão de Mac do WhatsApp (incluindo a versão da Mac App Store) conclui um trabalho de quase um ano unificando a linguagem visual do app no iOS, iPadOS e macOS.

via WABetaInfo

  •  

MM Fórum: ódio ao macOS Tahoe, periféricos/acessórios para MacBook e mais!

Semanalmente, nosso moderador Marcelo Melo seleciona cinco tópicos que estão em discussão no MM Fórum para serem destacados por aqui.

Os tópicos são escolhidos de acordo com o nosso bom senso, considerando o número de respostas, a atualidade do assunto e/ou a utilidade para o público em geral.

Vamos aos links desta semana:

TópicoAutorRespostas
Odeio o macOS TahoeRodolfoc26
Relatos de sucesso com Gift Card da Apple comprado pelo Banco Inter Globalbrunobacha5
MacBook – dicas periféricos, acessórios e usoVinicius Rocha4
Problemas Apple Pencil USB-Craphaellygodoy2
SSD interno + case p/ Mac late 2013 big sur 11.7.11JP DG1

Boas discussões e bons debates, pessoal! 😉

  •  

Novo malware usa CAPTCHA falso para roubar senhas no macOS

Pesquisadores da Group-IB apontaram a existência de um novo malware para macOS chamado ClickLock Stealer, que usa uma falsa verificação da Cloudflare para enganar os usuários, roubando dados sensíveis.

Mirando usuários na Itália, nos Estados Unidos, na Jordânia e no Reino Unido, os criminosos iniciam o ataque simulando uma verificação de CAPTCHA da Cloudflare e, na sequência, convencem a vítima a copiar e colar um comando no Terminal do Mac.

Após a execução, o malware é instalado enquanto exibe uma falsa tela de progresso. Se o usuário optar por tentar interromper a instalação ou não seguir de alguma forma com o processo, ele fecha todos os aplicativos visíveis, deixando apenas uma janela para inserir a senha do macOS. O ciclo de insistência do software pode passar dos 3 dias (algo em torno de 83 horas, segundo o estudo).

Depois de instalado, o malware começa a coletar senhas de navegadores, extensões de carteiras de criptomoedas, arquivos de carteiras digitais, dados de gerenciadores de senhas e outras informações comprometedoras.

Segundo os especialistas, o ClickLock Stealer começou a ser distribuído em maio passado, passando despercebido por todos os mecanismos de pesquisa até recentemente. Ele foi identificado em 33 países, em sua maioria europeus, sem veiculação a algum grupo de crime cibernético, distribuído muito possivelmente por uma campanha de engenharia social do tipo ClickFix.

O estudo recomenda aos usuários que nunca colem comandos de websites no Terminal, independentemente de como a página se parece ou do que ela alega fazer, e a nunca entregar a sua senha a espaços extraoficiais (como comandos) — caso você perceba que a execução de outros aplicativos está sendo encerrada. Se você desconfiar que a sua máquina foi infectada com o malware, revogue as sessões dos seus navegadores e altere todas as credenciais potencialmente comprometidas.

via Macworld

  •  

Stalking Silence in Svalbard: Norse Scientists Unveil New Method for Tracking Silently Moving Objects in the Water

Scientists from the Norwegian University of Science and Technology have unveiled a method for tracking silently moving underwater and surface objects by using existing fiber-optic cables to measure water displacement.

The scientists behind the novel detection approach, which was designed to detect whales even when they aren’t vocalizing, also demonstrated the method’s ability to track surface ships and potentially underwater vessels, such as submarines, that traditionally rely on silence for stealth.

Tracking Silently Moving Whales and Other Objects

In the research team’s study, the authors explain that it is already possible to record and reconstruct marine mammal vocalizations, including those of whales, using seabed fiber-optic cables. They note that the current method, called distributed acoustic sensing (DAS), allows scientists to passively monitor whale behavior, “enabling both the detection of vocalizations and the simultaneous tracking of multiple individuals.”

However, they add, although this data can prove valuable in tracking these increasingly endangered animals, “it has not been possible to track marine mammals when they are silent.”

“A fundamental limitation of passive acoustic monitoring is that most methods rely on acoustic data, which is only available when whales vocalize,” the study authors explain, adding that this limitation “clearly demonstrates the need for new sensing methods that can detect silent whales.”

Although the researchers propose several methods, including combining DAS data with satellite and observational data to paint a more complete picture, they also note a “second path” that involves exploring current datasets to discover new, valuable acoustic signatures even when the animals are silent.

Detecting Hydrodynamic Pressure Changes Caused by Ships and Animals

When exploring new ways to interpret DAS data collected by seabed fiber-optic cables, the team explained how low-frequency strain variations may arise from “a range of physical mechanisms.” These include hydrodynamic processes “associated with moving objects.”

For example, the authors explain, when a ship moves across the ocean surface, it pushes water ahead of it and draws water along in its wake. This motion through the water medium generates a strain on the surrounding water described as a hydrodynamic pressure field. According to the team, this motion-induced pressure field  “extends downward through the water column.”

“The displacement of water generated by moving whales and ships induces a moving hydrodynamic pressure field that extends through the water column, dynamically loading and unloading the seafloor,” they explain.

Changes in this pressure field caused by moving objects cause sediments on the ocean floor to deform laterally and vertically. In areas of the seafloor with fiberoptic cables buried underneath, the DAS system records this “lateral deformation” of the sediments, which “translates into strain that can be observed in the DAS data.”

“This means that no acoustic signal is involved, and we can ‘listen’ to silent whales,” they write.

Tests Demonstrate Tracking Surface Ships and Submerged Whales

To calibrate their approach, the team used surface ships as “proxies” in a series of field experiments. According to their study, the four interrogator units (IU) were installed “during the DAS experiment on Svalbard in 2022.” Then, another unit was installed in Longyearbyen in March 2025. Although the study focuses on the newer IUs, the team notes that all the experimental data “was used to analyze how coupling affects the detectability of hydrodynamic pressure field signatures and how the signal characteristics change with increasing source-receiver distance.”

In those experiments, the team investigated four ships of different sizes. Notably, all ships were observed at a depth of 70 to 80 meters and were traveling at roughly the same speed. Critically, ship size, speed, and route data can be verified externally, providing a check on the study’s results.

“Ships are observed in the DAS data year-round, and the AIS is available to confirm which ship is sailing above the fiber and at what time,” they explain.

As expected, they found that the DAS signal amplitude “scales with the size of the ship.” For example, the smallest ship they observed barely registered above the background noise, making it the hardest to track. Conversely, the largest vessel tracked by the team, an icebreaker, left the clearest signal.

The researchers also demonstrated the ability to observe hydrodynamic pressure and velocity signals from a cruise ship at a water depth of 413 m, “and up to 550 m from the fiber cable.” However, when the team searched for whales, the range was much more limited.

“The smaller blue whales can be observed when diving within 40 m of the fiber-optical cable,” they explain.

During a dedicated test segment, the team monitored what they interpreted as several silently moving whales traversing through the detection zone. Although they were unable to independently confirm they were whales in the same way they could confirm the ships, the team notes that “multiple lines of analysis support the interpretation that whales are responsible for the observed signals.”

The team also notes that AIS data confirmed that no acoustic ship signatures were present “in the time window studied.” They add that this result “reduces the likelihood that the observed low-frequency signals originate from vessels.”

The Signal Amplitude Decreases with Increasing Distance From the Fiber

When discussing the implications of their findings, the team said their data shows that the observed low-frequency response captured by the fiber-optic cables “is consistent with translating hydrodynamic pressure fields generated by the displacement of water by moving ships and other large bodies such as whales.”

“This sensing method enables an approach to monitoring one of the world’s most endangered species,” they explain, adding that it is even more effective at detecting submerged objects than at detecting surface ships.

“A fully submerged object generates a more symmetric pressure field, while a surface-bound ship produces a truncated field due to the air–water interface, which limits the downward extent of the pressure field,” the study authors write.

When discussing the limitations of their innovative, silent, object-tracking approach, the team notes that it is only effective for tracking smaller ships and whales at close range.

“Kvitungen is the smallest ship investigated in this work and is barely observed above the noise floor for a water depth of ∼75 m,” they write. “Blue whales are even smaller and are unlikely to be detected at distances greater than approximately 30 to 40 m from the fiber.”

The team also notes that although larger ships generate stronger signals than smaller ones, “the signal amplitude decreases with increasing distance from the fiber.”

Other limitations involved data returns suggesting whales that were either “abnormally long or surprisingly small.” The team said this seemingly impossible result “underlines that our simple model needs further development to obtain more precise results.”

The study “Detecting silent whales using seabed fiber-optic cables” was published in the Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). 

Christopher Plain is a Science Fiction and Fantasy novelist and Head Science Writer at The Debrief. Follow and connect with him on X, learn about his books at plainfiction.com, or email him directly at christopher@thedebrief.org.

  •  

Falsas encomendas e esquemas de investimento entre as burlas mais comuns nas apps de mensagens em Portugal

Segundo um relatório da Kaspersky, as burlas mais comuns nas aplicações de mensagens em Portugal incluem falsas entregas de encomendas, assim como esquemas de investimento e fraudes românticas.

The post Falsas encomendas e esquemas de investimento entre as burlas mais comuns nas apps de mensagens em Portugal appeared first on Tek Notícias.

  •  

U145: Helicóptero autónomo reforça frota de aeronaves não tripuladas da Airbus e deverá voar até ao final do ano

A Airbus apresentou em Berlim a nova frota de aeronaves não tripuladas. O destaque coube ao U145, uma versão autónoma e sem tripulação do popular helicóptero H145, concebido para missões civis e militares de transporte de carga. O primeiro voo está previsto ainda para 2026.

The post U145: Helicóptero autónomo reforça frota de aeronaves não tripuladas da Airbus e deverá voar até ao final do ano appeared first on Tek Notícias.

  •  

Nous avons testé le nouveau ballon de la Coupe du monde : voici ce que vous devez savoir sur sa trajectoire, ses virages et ses effets.

Pour le moment, c'est lui la star de la Coupe du monde de football : le Trionda est le ballon officiel de l'édition 2026. Fruit de décennies de recherches, il est scruté par les ingénieurs et les joueurs. Ses performances aérodynamiques, testées en soufflerie, son design audacieux et ses...

  •  

Amazon investe mais de 10 mil milhões de euros em robótica e IA para se modernizar e expandir na Europa

No evento "Delivering the Future" em Londres, a Amazon revelou a nova geração do robot Proteus, um investimento de mais de dez mil milhões de euros na Europa, entregas ultra-rápidas a expandir para mais cidades e um programa de formação global sem precedentes.

The post Amazon investe mais de 10 mil milhões de euros em robótica e IA para se modernizar e expandir na Europa appeared first on Tek Notícias.

  •  
❌