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Novo malware usa CAPTCHA falso para roubar senhas no macOS

Pesquisadores da Group-IB apontaram a existência de um novo malware para macOS chamado ClickLock Stealer, que usa uma falsa verificação da Cloudflare para enganar os usuários, roubando dados sensíveis.

Mirando usuários na Itália, nos Estados Unidos, na Jordânia e no Reino Unido, os criminosos iniciam o ataque simulando uma verificação de CAPTCHA da Cloudflare e, na sequência, convencem a vítima a copiar e colar um comando no Terminal do Mac.

Após a execução, o malware é instalado enquanto exibe uma falsa tela de progresso. Se o usuário optar por tentar interromper a instalação ou não seguir de alguma forma com o processo, ele fecha todos os aplicativos visíveis, deixando apenas uma janela para inserir a senha do macOS. O ciclo de insistência do software pode passar dos 3 dias (algo em torno de 83 horas, segundo o estudo).

Depois de instalado, o malware começa a coletar senhas de navegadores, extensões de carteiras de criptomoedas, arquivos de carteiras digitais, dados de gerenciadores de senhas e outras informações comprometedoras.

Segundo os especialistas, o ClickLock Stealer começou a ser distribuído em maio passado, passando despercebido por todos os mecanismos de pesquisa até recentemente. Ele foi identificado em 33 países, em sua maioria europeus, sem veiculação a algum grupo de crime cibernético, distribuído muito possivelmente por uma campanha de engenharia social do tipo ClickFix.

O estudo recomenda aos usuários que nunca colem comandos de websites no Terminal, independentemente de como a página se parece ou do que ela alega fazer, e a nunca entregar a sua senha a espaços extraoficiais (como comandos) — caso você perceba que a execução de outros aplicativos está sendo encerrada. Se você desconfiar que a sua máquina foi infectada com o malware, revogue as sessões dos seus navegadores e altere todas as credenciais potencialmente comprometidas.

via Macworld

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Ars Asks: Share your shell and show us your tricked-out terminals!

I spend more time today than ever before interacting with terminal windows, which is something I don't think Past Me would have believed in the early '90s. Back then, poor MS-DOS was the staid whipping boy of the industry, and at least on the consumer side, graphical environments like Windows (and maybe even odder creatures like AmigaOS) seemed poised to stamp the command line into oblivion, leaving text interfaces behind as we all blasted into the ooey-GUI future.

As it turns out, though, the command line is still the best tool for some jobs—many jobs, in fact. I read a wise post some years ago (probably on Slashdot) arguing that a mouse-driven point-and-click interface essentially reduces the user to pointing at something on the screen and grunting, "DO! DO THAT!" at the computer. (The rise of right-click context menus adds the ability for the user to also grunt "MORE THINGS!" but doesn't otherwise add vocabulary.)

The command line, by contrast, gives the user the opportunity to precisely tell the computer what they want done, using words instead of one or two gestalts that the computer must interpret based on context.

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© Aurich Lawson | Getty Images

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