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Você conhece o maior mistério da aviação comercial?

Foi em 8 de março de 2014 que um Boeing 777-200ER decolou de Kuala Lumpur, na Malásia, rumo a Pequim, sob operação da Malaysia da Airlines. Cerca de 38 minutos após a decolagem, a aeronave fez contato com o controle de tráfego aéreo enquanto sobrevoava o mar do sul da China. Na sequência, o avião saiu da rota planejada e desapareceu dos radares. 

O voo MH370 desapareceu dos radares civis 38 minutos após a decolagem, logo após a última mensagem do capitão Zaharie Ahmad Shah: "Boa noite, Malaysian três sete zero" — quando o comandante entrou em contato, o avião sobrevoava o espaço aéreo do Vietnã. 

Com 239 pessoas de diversas nacionalidadess a bordo, a aeronave desviou drasticamente de sua rota original. Segundo dados de radares militares, o avião saiu da rota na direção do nordeste da Malásia, e depois seguiu na direção da ilha de Sumatra, na Indonésia. Na sequência, fez uma manobra para a direção sul e o contato foi perdido. 

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Buscas pelo voo da Malaysia Airlines

Já fazem mais de 12 anos do desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines. Mesmo após tanto tempo, este mistério da aviação comercial moderna ainda segue em aberto — tanto que foi iniciada uma nova busca pelos destroços da aeronave em dezembro de 2025. 

Rota da aeronave e área onde as buscas foram realizadas (Andrew Heneen/Creative Commons Attribution 3.0)

Até o momento, mais de 30 fragmentos isolados foram encontrados no litoral da África e de algumas ilhas no oceano Índico, confirmados como parte da aeronave; mesmo assim, o "corpo" do avião e as caixas-pretas permanecem ocultos. 

Para os investigadores, encontrar o local do impacto é a única forma de encerrar as especulações. Um relatório de quase 500 páginas sobre o incidente indica que os controles do avião foram acionados de forma proposital para tirá-lo de sua rota, mas ainda não foi possível determinar o responsável. 

Como o local da provável queda ainda não foi identificado, há quem insista em teorias da conspiração que vão de queda do avião controlada remotamente a abduções de seres extraterrestres.

Alguns especialistas da aviação acreditam que a explicação é que, de fato, um piloto experiente teria desviado o avião da rota. Por outro lado, a equipe de investigação declarou que não encontrou nada suspeito na história, treinamento e saúde mental do capitão e copiloto da aeronave. Se você considera essa história um grande mistério, talvez queira entender também a ocasião na qual NASA e EUA derrubaram um avião. Mas por quê?

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Lu do Magalu está de carro novo; veja qual foi o modelo escolhido

A Lu, influenciadora virtual do Magalu, finalmente revelou qual foi o seu primeiro carro escolhido após “tirar a habilitação”. A influencer optou pelo recém-lançado Hyundai i20, hatchback com ares de SUV que acaba de estrear no mercado brasileiro. Para comemorar o momento — afinal, o primeiro carro representa uma etapa muito importante para qualquer condutor —, a Lu já publicou fotos com o novo veículo no Instagram. 

A escolha veio após um período de muito suspense na internet, quando a nova motorista pediu dicas aos seus milhões de seguidores sobre qual carro deveria comprar. Além de estampar a campanha da novidade nas plataformas da varejista, a personagem também vai visitar a fábrica da Hyundai em Piracicaba (SP) para mostrar a linha de montagem, atuando ainda como um dos rostos da marca automotiva durante as ações da Copa do Mundo 2026.

“Ter a Lu com uma das mais novas proprietárias do Hyundai i20 combina alguns dos principais pilares que iremos reforçar no mercado com o novo modelo. A influencer virtual favorita dos brasileiros representa esta ligação entre a inovação aliada à humanidade, sustentada sempre pela confiança transmitida por uma marca como o Magalu”, declarou Cristiano Mineiro, gerente executivo de Marketing da Hyundai Motor Brasil. E acrescentou: “aguardem, pois mais novidades virão em parceria com essa marca tão querida pelos brasileiros”. 

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Novo Hyundai i20 com a Lu

Para levar as novidades do lançamento para o consumidor, o novo Hyundai i20 vai ser exibido nas telas das mais de 1.200 lojas do Magalu espalhadas por todo o Brasil. O projeto ainda aposta pesado na capital paulista, que é o lar da Galeria Magalu. Localizada na Avenida Paulista, a Galeria vai ter uma unidade do carro exposta com dinâmicas interativas que vão sortear cupons de desconto ao público.

A megaloja da Marginal Tietê, por sua vez, promete passar por uma verdadeira transformação visual, com sua fachada se convertendo na "garagem da Lu". Segundo as marcas, a estratégia tem o claro objetivo de unir o forte impacto do conteúdo virtual da influenciadora à presença física estruturada do Magazine Luiza, engajando os clientes em diferentes etapas da jornada de compra de um veículo zero quilômetro.

"Essa é uma parceria completamente alinhada às oportunidades que a rotina de uma influenciadora cria. E é exatamente isso o que a Lu é, uma criadora de conteúdo virtual, que assim como as humanas, gera curiosidade em seus seguidores sobre suas atividades diárias e os produtos que ela usa e recomenda”, comentou Celia Goldstein, diretora do Magalu Ads.

Como é o Hyundai i20

Produzido em Piracicaba (SP), o inédito i20 chega ao Brasil como o "hatchuv" que chega para preencher a lacuna entre o HB20 e o Creta. Custando a partir de R$ 99.990, o veículo foca em consumidores que buscam robustez e bom espaço. Essa nova aposta da montadora sul-coreana acompanha a forte tendência do mercado nacional por carros com posição de dirigir elevada e visual aventureiro. 

O grande destaque do i20 está no ambiente interno minimalista, que ostenta duas telas integradas de 12,3” e um sistema inédito de atualizações remotas na marca. Focada no conforto com bancos em couro e saídas de ar traseiras, a cabine agrada motoristas exigentes e aplicativos premium.

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Copa do Mundo 2026: por que fazer buzinaço para comemorar gol pode dar multa?

A Copa do Mundo 2026 começou e vem empolgando torcedores de todas as nações. Muitas vezes, até quem não é fã de futebol acaba entrando no clima da expectativa pelo tão aguardado hexacampeonato, mas é preciso ter cuidado na hora de comemorar: quem celebra por meio do “buzinaço”, ou seja, pelo acionamento contínuo da buzina do carro, pode acabar levando “cartão vermelho” da fiscalização e acabar com uma multa.  

Embora o famoso "buzinaço" seja uma forte tradição cultural para comemorar os gols e as vitórias da Seleção Brasileira, a prática é considerada infração pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pode render penalizações aos condutores mais empolgados.

Assim, o motorista que “caprichar” na buzina para celebrar o “sonho do hexa” corre o risco de ser enquadrado no artigo 227 do CTB, que considera esta prática festiva uma infração de natureza leve. A penalização é de três pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e uma multa de R$ 88,38.

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Buzina dá multa? 

Por mais que o brasileiro tenha criado um verdadeiro dialeto com a buzina ao longo dos anos, o uso dessa ferramenta de segurança é estritamente regulamentado pelas leis de trânsito — tanto que, segundo o artigo 41 do CTB e resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a buzina deve ser acionada apenas com toques breves.

O "buzinaço" na comemoração dos gols pode pesar no bolso dos motoristas (Imagem: ChatGPT)

Sob a ótica da lei, a principal função da buzina é alertar outros condutores e pedestres para evitar acidentes iminentes ou, no caso das vias rurais, sinalizar a intenção clara de ultrapassagem. Em outras palavras, qualquer uso prolongado ou sucessivo fora dessas situações de advertência contraria completamente as normas.

Isso significa que ações cotidianas aparentemente inofensivas, como usar o alerta sonoro para cumprimentar conhecidos, extravasar a raiva no trânsito ou fazer barulho em comemorações esportivas, podem pesar diretamente no bolso e na habilitação. Aliás, a punição também é válida para acionamentos indevidos registrados entre as 22h e as 6h, ou em áreas com a placa que proíbe qualquer sinal sonoro e que normalmente é instalada perto de hospitais, túneis e escolas. 

Agora que você já sabe que o uso indevido da buzina para comemorar os gols da Seleção pode custar no bolso, vale ficar por dentro também desta atitude simpática no trânsito, que pode render multa.

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Chegada do Hyundai i20 obriga VW a jogar preços do Tera no chão

A Volkswagen lançou uma nova campanha promocional agressiva com foco no Tera MPI, que normalmente sai por R$ 107.190, mas pode ser adquirido por R$ 99.990. O desconto representa um bônus de quase R$ 7 mil sobre o preço de tabela, mas só para clientes que oferecerem um veículo usado na troca. 

A oferta vem como uma resposta direta à estreia do rival Hyundai i20 Comfort, que sai pelo mesmo valor, e vem para dar novo fôlego à disputa das montadoras pelos carros na faixa de preço abaixo dos R$ 100 mil. 

Como mencionamos, é preciso cumprir alguns requisitos: por exemplo, o usado deve ter sido fabricado entre 2014 e 2026, e não pode ter rodado mais de 10 mil quilômetros por ano. 

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Volkswagen Tera MPI 

Na versão de entrada MPI, o Tera vem equipado com motor 1.0 e câmbio manual de cinco marchas, conjunto como aquele do Polo Track. Apesar de ser a opção mais barata da linha, o SUV não economiza nos equipamentos: traz painel digital de 8 polegadas e central multimídia. 

Detalhes do Volkswagen Tera (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

Quem puder ir além pode optar pelas intermediárias TSI MT e Comfort TSI AT, que entregam lista mais completa de equipamentos, motor 1.0 e câmbio automático de seis marchas. 

Por que vale a pena comprar o Tera MPI “no precinho”?

Aproveitar a oferta da Volkswagen pode ser um excelente negócio para quem busca um SUV moderno sem abrir mão da economia. Com o mesmo conjunto mecânico já consagrado no Polo Track, o modelo foca prioritariamente no baixo custo de manutenção diária. Entre os principais diferenciais que justificam a compra da versão mais barata, destacam-se:

  • Mecânica confiável: motor 1.0 aspirado flex, que gera até 84 cv de potência, acoplado a um câmbio manual de cinco marchas;
  • Tecnologia de ponta: painel de instrumentos totalmente digital de 8 polegadas;
  • Conectividade: moderna central multimídia VW Play com uma generosa tela de 10,1 polegadas.

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Carro PcD pode ficar ainda mais barato com novo projeto de lei

O Senado Federal aprovou por unanimidade o Projeto de Lei Complementar 11/2026, desenhado para retomar a isenção integral do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de veículos por pessoas com deficiência (PcD). A votação registrou 69 votos favoráveis e nenhum contrário.

O texto aprovado busca proteger as garantias já previstas na Lei Federal 8.989/1995, mantendo a isenção total assegurada pelo menos até o fim de 2026. A expectativa do setor automotivo agora se volta para a tramitação na Câmara. 

A proposta avançou para a Câmara dos Deputados e, dependendo de como for o trâmite,  deve reverter a perda de incentivos recentes para os automóveis adaptados. Parlamentares e defensores do projeto ressaltaram que a medida não deve ser vista como um mero benefício tributário, mas sim como uma ferramenta poderosa de inclusão social para garantir o direito à mobilidade, ao trabalho e à saúde.

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Carros para PcD

Se os deputados aprovarem o projeto sem modificações, a proposta seguirá diretamente para a sanção ou veto do presidente da República. Caso contrário, qualquer alteração forçará o retorno da matéria para uma nova rodada de votações no Senado.

O projeto de lei ajuda a proteger a isenção fiscal para PcDs (Imagem: Agência Brasília/CC 2.0)

Para garantir o direito de comprar um carro com isenção de impostos destinado a Pessoas com Deficiência (PcD) no Brasil, os motoristas precisam preencher requisitos médicos rigorosos estabelecidos pela legislação vigente. 

Atualmente, o benefício é concedido a indivíduos diagnosticados com algum grau de deficiência física, visual ou mental, desde que classificada como severa ou profunda. O que muitos consumidores desconhecem, no entanto, é que a lista de condições elegíveis vai muito além de restrições altamente severas, como paraplegia ou paralisia cerebral, e engloba também patologias limitadoras mais comuns, como a de hérnia de disco. 

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Musk prepara jogada de mestre entre Tesla e SpaceX

O bilionário Elon Musk pode fundir a Tesla, montadora de carros elétricos, à gigante aeroespacial SpaceX. Se for colocada em prática, a estratégia pode se transformar na jogada mais ambiciosa da carreira do empresário, que renderia a criação de um império financeiro capaz de unir carros elétricos, foguetes, robotáxis e data centers no espaço sob o mesmo guarda-chuva de negócios. 

Segundo informações do The New York Times, a especulação ganhou muita força em Wall Street após a SpaceX protagonizar o maior IPO da história. Assim, a criação de um superconglomerado avaliado em cerca de US$ 4 trilhões — que, aliás, já está conhecido como “Elon, Inc." — pode ser o próximo passo do empresário.

O mais interessante é que, caso aconteça, Musk estaria na prática negociando consigo mesmo, já que o empresário controla a SpaceX com mais de 82% dos votos e, ao mesmo tempo, é o maior acionista da Tesla. Além disso, as operações das duas gigantes já se cruzam na indústria através do fornecimento de baterias e projetos bilionários. 

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Tesla e SpaceX? 

Por um lado, a fusão tem potencial para gerar forte oposição no mercado de mobilidade, mas os investidores que não concordarem vão ter que enfrentar a legislação do estado do Texas. Devido à regulamentação local, aqueles que estiverem insatisfeitos precisariam deter ao menos 3% das ações, o equivalente a quase US$ 45 bilhões do valor de mercado atual da Tesla, para processar a companhia.

Musk pode unir forças da Tesla e SpaceX, duas grandes empresas que lidera (Sven Piper/Unsplash)

A lei do Texas também determina que a aprovação do negócio ocorra somente mediante o sinal verde de dois terços dos acionistas da montadora de elétricos — o que, convenhamos, não é um grande problema se considerarmos a base de fãs leais que, há pouco tempo, referendou um pacote de remuneração trilionário para o CEO.

Por ora, algumas gestoras de investimentos mantêm a cautela e preferem aguardar a Tesla consolidar sua frota autônoma nas ruas antes de validar a fusão. Entretanto, a proximidade de Musk com o governo Trump reduz drasticamente as chances de bloqueios antitruste, deixando as oscilações de mercado como o maior desafio para a operação se concretizar.

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Lei para pilotar drones tem mudanças; veja quais são as novas regras

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) publicou no Diário Oficial da União nesta terça-feira (16) uma ampla atualização nas regras para o uso de drones no Brasil. A nova regulamentação substitui o modelo antigo focado no peso dos equipamentos por diretrizes baseadas no risco operacional de cada voo.

Alinhada aos padrões internacionais de aviação, a medida introduz o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC) nº 100 para trazer mais flexibilidade para o avanço tecnológico em setores como agricultura, análises de infraestrutura e, finalmente, para a segurança.

O texto estabelece também regras simplificadas e específicas para aeromodelos e equipamentos ultraleves, contanto que tenham peso máximo de decolagem de até 250 gramas. 

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Novas exigências

O grande diferencial do novo formato é a divisão dos voos em diferentes categorias — a primeira delas é a "Aberta", que cobre operações de baixo risco com até 120 metros de altura e não exige autorização prévia da agência. Já a "Específica" atende atividades de risco moderado, que exigem metodologias de avaliação detalhadas, enquanto a "Certificada" é destinada a operações complexas para obterem certificação rigorosa do sistema e dos pilotos e operadores envolvidos.

Agora a ANAC exige aprovação em uma prova para a liberação de pilotagem de aeronaves não tripuladas (Imagem: Kaleb Kendall/Unsplash)

Outra mudança é que, a partir de agora, a pilotagem de aeronaves não tripuladas em qualquer categoria vai exigir a aprovação prévia em uma prova online com 20 questões. O teste vai ter perguntas sobre regras, gestão de riscos e uso do espaço aéreo.

As exigências de documentação também foram atualizadas, e agora os drones devem estar devidamente cadastrados no sistema Sisant ou registrados no RAB, dependendo de sua complexidade operacional, sem isentar o cumprimento das normativas do Decea e da Anatel. Para garantir que a transição para as novas regras vai ocorrer de forma suave, a ANAC concedeu um período de adaptação de até dois anos para que os operadores se adequem.

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CNH para 16 anos e mais: o que pode mudar com novas propostas votadas na Câmara

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados vota na quarta (17) 270 propostas de alteração no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), agrupadas no relatório do Projeto de Lei 8085/14. Se aprovadas, as novas iniciativas devem reformular o trânsito nacional por meio de medidas variadas, que vão desde a fiscalização da velocidade até a concessão de habilitação para condutores menores de idade. 

Um dos pontos que mais chamam a atenção no texto é a possibilidade de emitir a Permissão para Dirigir (PPD) para jovens de 16 anos nas categorias de motos e carros. Para isso, os adolescentes vão precisar passar por todo o processo já conhecido, ou seja, precisam da aprovação em testes médicos, psicológicos, teóricos e práticos. 

A direção de carros, no entanto, será limitada ao período das 5h à meia-noite e condicionada à presença de um adulto no carona. Este deve ser um motorista habilitado há pelo menos dois anos.

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Mudanças na CNH

O conjunto de propostas é amplo o suficiente para incluir também temas polêmicos, como a definição de novas diretrizes para exames médicos e toxicológicos, modernização na cobrança de pedágios e a regulamentação para veículos elétricos leves.

Especialistas se preocupam com o risco que o excesso de velocidade traz ao trânsito (Imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil)

Além disso, para frear a chamada "indústria da multa", o PL proíbe o uso de radares ocultos, veta o monitoramento por velocidade média e impede que a remuneração das empresas que operam os equipamentos seja ligada ao valor arrecadado com as penalizações. 

Por um lado, o Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) vê as propostas com bons olhos e elogiou a atualização nos processos de formação de novos condutores. Por outro, entretanto, a entidade alerta que algumas alterações exigem cautela para evitar retrocessos e o consequente aumento de vítimas nas vias do país.

A principal preocupação da instituição se deve a possíveis alterações que afetariam a fiscalização de velocidade — que, para Paulo Guimarães, CEO do OSNV, é a principal vilã no trânsito. 

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que a Câmara discute proposta que pode mudar idade mínima para tirar CNH no Brasil. 

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