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Bateria do novo smartwatch da Honor dura mais de 1mês; conecta com Android e iOS

O novo smartwatch da Honor chega ao mercado com um dos seus maiores destaques sendo a bateria de longa duração, que pode ultrapassar 1 mês de uso, chegando a cerca de 35 dias em uso típico. Outro ponto importante é a compatibilidade, já que funciona tanto com smartphones Android quanto iOS.

O relógio aposta em um design leve e moderno, com corpo em alumínio. O peso varia entre 41 g e 50 g dependendo da versão, o que o torna confortável para uso prolongado.

A tela AMOLED de 1,46 polegada promete boa nitidez e brilho, e visa facilitar a visualização em diferentes ambientes. O modelo ainda conta com resistência avançada à água e poeira, ideal para treinos e uso em condições adversas.

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Bateria que pode durar até 35 dias

Um dos grandes diferenciais do dispositivo é sua bateria de 980 mAh, que permite alcançar até 35 dias de autonomia em condições típicas.

Esse desempenho reduz bastante a necessidade de recargas frequentes, algo cada vez mais valorizado pelos usuários que buscam praticidade e autonomia prolongada.

Bateria do novo smartwatch da Honor dura mais de 1mês, conecta com Android e iOS (Imagem: Divulgação/Honor)

Mais de 120 modos esportivos e recursos de saúde

O smartwatch oferece mais de 120 modos de esporte, incluindo corrida, ciclismo, badminton e atividades ao ar livre. Ele também conta com GPS de alta precisão para melhorar o rastreamento de rotas.

Na parte de saúde, o dispositivo monitora frequência cardíaca, nível de oxigênio no sangue, estresse, qualidade do sono e níveis de energia corporal. Além disso, gera relatórios diários com análise detalhada do estado físico do usuário.

Além do foco em fitness, o relógio traz recursos inteligentes como controle por gestos, gravação de áudio com inteligência artificial, notificações de dois celulares ao mesmo tempo e suporte a pagamentos via NFC com cartões Visa e Mastercard.

O novo smartwatch da Honor busca se posicionar como uma opção completa para quem busca praticidade, autonomia e monitoramento avançado de saúde e atividades físicas. Quer saber qual o melhor smartwatch para comprar hoje? Especialistas do Canaltech recomendam.

Leia a matéria no Canaltech.

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Apple não desistiu do iPhone Air e vai corrigir falha da bateria, diz Gurman

A Apple não desistiu do iPhone Air e vai corrigir falha da bateria, de acordo com o jornalista Mark Gurman. As novas informações que apontam para um possível iPhone Air 2 com lançamento previsto para 2027. O dispositivo deve manter o foco em design ultrafino e resolver questões como autonomia de bateria e limitação de câmeras.

De acordo com os rumores, o iPhone Air 2 deve manter o design atual, mas ganhar uma segunda câmera traseira. O modelo original conta com apenas uma lente principal de 48 MP, o que foi um dos pontos mais criticados pelos usuários.

A nova versão deve adicionar uma lente ultra-wide, ampliando as possibilidades fotográficas e aproximando o aparelho de outros modelos da linha premium da Apple.

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Outro destaque é a melhoria na bateria. Embora ainda não haja confirmação se será uma bateria maior ou maior eficiência energética, a expectativa é que o iPhone Air 2 entregue mais autonomia do que seu antecessor, um dos principais pontos fracos do modelo atual.

Correções da Apple após críticas dos usuários

As mudanças parecem ser uma resposta direta às críticas dos consumidores. A ausência de câmera ultra-wide e a autonomia limitada foram apontadas como os principais problemas do iPhone Air.

Apple não desistiu do iPhone Air e vai corrigir falha da bateria (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

Mesmo assim, há dúvidas se a adição de apenas uma lente extra será suficiente para agradar todos os usuários, já que parte do público também pede uma câmera telefoto e alto-falantes mais potentes.

Segundo os relatórios mais recentes, o iPhone Air 2 deve ser lançado na primavera de 2027, possivelmente entre março e maio.

O próximo iPhone Air deve chegar ao lado de outros modelos da futura geração iPhone 18, dentro de uma nova estratégia de lançamentos da Apple que divide os lançamentos entre o outono e a primavera. Desde o início do ano, os rumores indicam que Apple prepara novo iPhone Air, mas deixará recurso de fora.

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Câmera 3D usa truque de aranhas para medir profundidade em segundos

A aranha saltadora serviu de inspiração para a criação uma nova câmera 3D desenvolvida por pesquisadores da Northwestern University. A SpiderCam consegue gerar mapas tridimensionais em tempo real consumindo menos de 1 watt de energia, menos do que uma luz noturna.

As aranhas saltadoras dependem de uma percepção de profundidade extremamente precisa para capturar presas e escapar de predadores, e conseguem fazer isso com um cérebro do tamanho de uma semente de papoula.

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Diferente dos humanos, que possuem apenas uma retina em cada olho, essas aranhas contam com múltiplas camadas de retina. Cada camada enxerga a cena com um foco ligeiramente diferente. Ao comparar os níveis de nitidez e desfoque, o cérebro delas consegue estimar a distância dos objetos com alta precisão.

Foi exatamente esse princípio que inspirou os engenheiros da SpiderCam.

Como funciona a nova câmera 3D

Câmera 3D usa truque de aranhas para medir profundidade em segundos (Imagem: Northwestern University/Wikimedia Commons

A SpiderCam captura simultaneamente duas imagens da mesma cena, mas com configurações de foco ligeiramente diferentes. Um algoritmo analisa as diferenças de nitidez entre as imagens, especialmente em bordas e texturas, para calcular a profundidade dos objetos.

Em vez de utilizar processadores convencionais, o sistema executa esses cálculos em um FPGA, um chip programável otimizado para baixo consumo energético.

O resultado é que a câmera produz mapas de profundidade a 32,5 quadros por segundo consumindo apenas 624 miliwatts.

Vantagens em relação às câmeras atuais

A maioria das câmeras 3D modernas usa sensores de luz infravermelha ou múltiplas câmeras para calcular profundidade. Embora eficientes, essas soluções exigem mais energia, hardware adicional e maior custo.

Já a SpiderCam adota uma abordagem passiva, dispensando a projeção de luz e reduzindo drasticamente o consumo energético.

Se a tecnologia da câmera 3D inspirada nas aranhas saltadoras evoluir como esperado, pode transformar áreas como realidade aumentada, robótica autônoma e dispositivos wearable. Quer saber qual celular tem a melhor câmera de 2026? Veja escolha de especialistas.

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Samsung confirma avanço do Exynos 2700 e mira Galaxy S27 em 2027

Nesta quinta-feira (18), a Samsung atualizou o mercado sobre o desempenho de sua divisão de design de semicondutores e confirmou avanços no desenvolvimento do Exynos 2700, processador que poderá equipar parte da futura linha Galaxy S27. A empresa também destacou novos projetos estratégicos e anunciou uma iniciativa de capacitação profissional voltada para jovens em busca de emprego.

Durante uma apresentação sobre os resultados da unidade System LSI, o presidente da divisão, Park Yong-in, afirmou que a empresa alcançou um dos melhores desempenhos de receita de sua história no primeiro trimestre.

Apesar disso, o executivo alertou que o cenário para o restante do ano continua desafiador. Segundo ele, "a empresa atingiu um nível recorde de vendas no primeiro trimestre", mas as mudanças de mercado e a retração da demanda devem resultar em prejuízo anual para a divisão.

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A System LSI é responsável pelo desenvolvimento de componentes como processadores móveis e sensores de imagem utilizados em smartphones e outros dispositivos eletrônicos.

Exynos 2700 segue cronograma para a linha Galaxy S27

Um dos principais destaques da apresentação foi o Exynos 2700, próximo chipset premium da Samsung. De acordo com Park Yong-in, o projeto está avançando sem atrasos e tem como objetivo ser utilizado nos futuros smartphones topo de linha da companhia.

"Estamos desenvolvendo o Exynos 2700 sem contratempos, visando sua inclusão em modelos flagship", afirmou o executivo.

Suposto visual do S27 (Imagem: Reprodução/Alchimist_Leaks/Gemini)

A expectativa é que o processador seja avaliado pela divisão Mobile Experience (MX) antes da decisão final sobre sua adoção na série Galaxy S27, prevista para chegar ao mercado em 2027. Os modelos Galaxy S27 e Galaxy S27 Plus podem utilizar o novo chip, enquanto versões mais avançadas podem continuar apostando em processadores Snapdragon.

Samsung amplia investimentos e lança programa para jovens

Além dos avanços tecnológicos, a Samsung anunciou o programa "Youth Hope Learning Center", voltado para a qualificação profissional de jovens fora da região metropolitana da Coreia do Sul.

A iniciativa pretende selecionar mil participantes em 2026 para cursos em áreas como tecnologia da informação, manufatura eletrônica, refrigeração, publicidade digital, panificação e operação de equipamentos pesados.

Embora a Samsung reconheça desafios financeiros no curto prazo, o desenvolvimento do Exynos 2700 mostra uma intenção de fortalecer a presença no mercado de semicondutores e aumentar a competitividade da linha Galaxy nos próximos anos. O Galaxy S27 Pro surpreende em rumor e pode trazer bateria de topo de linha.

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iPhone vai ficar mais caro, confirma CEO da Apple, Tim Cook

A Apple está se preparando para um aumento nos preços de iPhones, Macs e iPads devido ao aumento significativo nos custos de memória RAM e armazenamento. A informação foi confirmada pelo CEO Tim Cook em entrevista ao Wall Street Journal, destacando que a empresa não consegue mais absorver sozinha os reajustes dos fornecedores.

Segundo Cook, a explosão da demanda por inteligência artificial está pressionando a cadeia global de semicondutores. Empresas que desenvolvem servidores de IA estão comprando grandes quantidades de memória DRAM e chips de armazenamento, reduzindo a oferta disponível para fabricantes de eletrônicos de consumo.

"Infelizmente, os aumentos de preços são inevitáveis", afirmou o executivo. A Apple vinha tentando proteger seus clientes dos impactos da inflação dos componentes, mas a situação se tornou insustentável.

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Macs e iPads podem ser os primeiros afetados

Embora a Apple não tenha informado quais produtos terão reajustes nem quando eles entrarão em vigor, relatórios apontam que as linhas Mac e iPad devem ser as primeiras a sofrer aumentos.

Especialistas do setor afirmam que os futuros iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max também podem chegar ao mercado com preços mais elevados.

A necessidade de incluir mais memória para recursos avançados de inteligência artificial contribui para o aumento dos custos de produção.

Macs e iPads devem ser os primeiros alvos de aumento nos preços (Imagem: Divulgação/Apple)

Escassez de memória preocupa o mercado

Fabricantes como Samsung, SK Hynix e Micron estão aumentando a capacidade produtiva, mas grande parte dessa expansão está voltada para chips usados em servidores de IA. Como resultado, a oferta para dispositivos de consumo continua limitada.

Cook afirmou que a Apple está disposta a utilizar seus recursos financeiros para ajudar a ampliar a oferta de memória, mas descartou a criação de fábricas próprias para produzir esses componentes.

A crescente demanda por inteligência artificial está transformando o mercado de semicondutores e impactando diretamente os preços dos eletrônicos. Caso a escassez de memória persista, consumidores podem ver aumentos nos preços de iPhones, Macs e iPads nos próximos meses. Quer saber quando a crise dos chips vai acabar? Ex-chefe da Samsung lança palpite.

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Celular com a memória cheia gasta mais bateria? Entenda o problema

Muitos usuários alegam que quando o celular fica com o armazenamento quase lotado, o aparelho parece mais lento, esquenta mais e até descarrega mais rápido. Mas será que existe mesmo uma relação direta? Celular com a memória cheia gasta mais bateria?

O armazenamento quase cheio pode afetar o desempenho geral do aparelho e, indiretamente, contribuir para um maior gasto energético. Entender o que acontece ajuda a evitar problemas como lentidão, superaquecimento e autonomia reduzida da bateria.

De acordo com o engenheiro da computação e doutor em cibersegurança e professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Altair Olivo Santin, a resposta é: sim, mas não exatamente da forma como muitos imaginam.

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"Em geral, o sistema monitora o consumo de armazenamento porque não é possível operá-lo sem espaço de armazenamento local", afirma o especialista.

Segundo ele, além dos arquivos dos usuários, o próprio sistema operacional depende de espaço livre para funcionar adequadamente.

Isso significa que, quando a memória está próxima do limite, o aparelho passa a executar tarefas extras de gerenciamento. Essas atividades consomem processamento adicional e, consequentemente, energia.

O que acontece quando o armazenamento está quase cheio?

Os sistemas operacionais como Android e iOS precisam monitorar constantemente o espaço disponível. Quando a capacidade se aproxima do limite, entram em ação mecanismos para evitar falhas e garantir o funcionamento básico do dispositivo.

Santin explica que o sistema operacional gera uma sobrecarga adicional para acompanhar o armazenamento disponível. Para o usuário, isso costuma aparecer na forma de notificações alertando sobre a falta de espaço e uma percepção maior de lentidão.

Os aplicativos podem enfrentar dificuldades para criar arquivos temporários, atualizar conteúdos ou armazenar dados necessários para suas operações. Esse cenário aumenta a carga de trabalho do sistema e pode afetar a experiência de uso.

O processador trabalha mais quando falta espaço?

A memória cheia não é a principal responsável pelo consumo excessivo de bateria (Imagem: Victor Lenze/Canaltech)

A ideia de que o processador precisa "realocar dados" o tempo todo não está totalmente errada, mas também não significa que ele passe a operar em dobro de forma permanente.

Segundo Santin, o sistema precisa dedicar mais recursos para administrar suas estruturas internas e encontrar alternativas para continuar funcionando.

O especialista diz que esse esforço extra pode contribuir para a redução do desempenho e para um consumo energético ligeiramente maior.

"Sim, o sistema precisa trabalhar muito mais para gerenciar suas estruturas de controle internas, buscar alternativas e, por fim, apresentar sugestões ao usuário para resolver o problema", destaca.

Por isso, a lentidão percebida e o aumento do gasto de bateria costumam estar relacionados ao conjunto dessas atividades adicionais, e não apenas a uma suposta realocação constante de arquivos.

Espaço livre recomendado

Manter uma margem de armazenamento disponível é uma das formas mais simples de preservar o desempenho do smartphone.

Segundo Santin, o ideal é evitar que a memória fique completamente cheia. "O mínimo recomendado é geralmente entre 5% e 10% de armazenamento livre, sendo o ideal manter acima de 15%", afirma.

Essa reserva permite que o sistema execute atualizações, crie arquivos temporários e gerencie processos sem comprometer a estabilidade do aparelho.

Como evitar lentidão, superaquecimento e consumo excessivo de bateria

A solução passa por hábitos simples de organização digital. O especialista recomenda desinstalar aplicativos que não são mais utilizados e realizar limpezas periódicas de arquivos desnecessários.

Também vale atenção especial para mídias acumuladas em aplicativos de mensagens, como WhatsApp, além do cache de navegadores e redes sociais. Quando não for possível apagar determinados conteúdos, a recomendação é transferi-los para serviços de backup ou armazenamento em nuvem.

Ao manter espaço livre na memória interna, o celular trabalha com mais eficiência, reduz a necessidade de tarefas extras de gerenciamento e oferece uma experiência mais fluida.

A memória cheia não é a principal responsável pelo consumo excessivo de bateria, mas pode contribuir para esse problema ao aumentar o trabalho do sistema operacional. O resultado pode ser mais lentidão, aquecimento e uma autonomia menor ao longo do dia. Mas como saber se a bateria do celular precisa ser trocada? 3 sinais fáceis.

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