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Google atualiza IA de vídeo e acaba com grande irritação dos criadores

O Google lançou uma atualização para o Google Vids que integra novos recursos da inteligência artificial (IA) Veo 3 para a criação de vídeos. A ferramenta agora permite estender a duração de clipes existentes e gerar múltiplos vídeos de forma simultânea. A distribuição global dos novos recursos começou nesta quarta-feira (17).

A mudança resolve uma das principais reclamações dos criadores de conteúdo na plataforma: a obrigação de esperar a finalização de um clipe para iniciar a criação do próximo.

Antes, o processo gerava longas esperas para usuários que precisavam testar diferentes estilos e comandos. Com a atualização, é possível disparar várias solicitações de geração em paralelo para comparar resultados e economizar tempo de produção.

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Fim da limitação de tempo e ganhos em continuidade

O segundo recurso adicionado é a opção "Estender" (Extend). Essa função permite que os usuários aumentem a duração dos clipes de oito segundos por mais oito segundos adicionais. O objetivo é garantir a continuidade da história e a consistência dos personagens entre as cenas geradas.

Em testes práticos realizados pelo portal Android Authority, a combinação das duas funções agilizou a produção de um vídeo que mostrava um homem dirigindo por um deserto até o seu destino.

O fluxo de iteração de ideias se mostrou mais rápido em comparação com o modelo anterior do ecossistema, que exigia comandos sequenciais.

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Novo botão "extend" para mais 8 segundos de vídeo (Imagem: Captura de tela/Reprodução/Google)

Disponibilidade e prazos de distribuição

A atualização está sendo liberada gradativamente e deve alcançar todos os usuários em um prazo de um a três dias a partir do início do lançamento.

Os recursos não demandam ativação por parte dos administradores do Google Workspace, e ficam disponíveis diretamente para os usuários finais.

A novidade está disponível para contas corporativas nos planos Business (Starter, Standard e Plus) e Enterprise (Starter, Standard e Plus). Na área educacional, o acesso foi liberado para o plano Education Plus.

Para contas pessoais de consumidores finais, a atualização exige uma assinatura ativa dos planos Google AI Pro ou Ultra. Usuários com a licença adicional "AI Expanded Access" possuem limites elevados para a geração de vídeos com o Veo no Vids.

Leia a matéria no Canaltech.

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STF finaliza regras de responsabilização das big techs no Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quarta-feira (17) o julgamento que define as regras de responsabilização de plataformas digitais por conteúdo publicado por usuários. Por unanimidade, a Corte declarou o trânsito em julgado da decisão, encerrando qualquer possibilidade de recurso. As plataformas têm 60 dias, contados a partir desta data, para se adequar às novas obrigações estruturais.

O processo é de junho de 2025, quando o STF considerou o artigo 19 do Marco Civil da Internet parcialmente inconstitucional. O dispositivo, em vigor desde 2014, permitia que as empresas fossem responsabilizadas somente quando descumprissem uma ordem judicial de remoção.

A Corte entendeu que essa regra não conferia proteção suficiente a direitos fundamentais e à democracia no ambiente digital.

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Quando as plataformas podem ser responsabilizadas

Pela tese aprovada, as empresas passam a ser responsabilizadas civilmente quando houver indícios de crimes ou atos ilícitos e não comprovarem que agiram com diligência qualificada. Em casos graves, a remoção de conteúdo é obrigatória mesmo sem decisão judicial prévia.

A lista de crimes que exigem ação imediata inclui terrorismo, incitação ao suicídio, crimes de ódio, violência contra a mulher, exploração sexual infantil, tráfico de pessoas e atos antidemocráticos. Para este último item, o relator, ministro Dias Toffoli, delimitou os tipos penais previstos no Código Penal: golpe de Estado, sabotagem, interrupção do processo eleitoral, violência política e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Anúncios pagos e mecanismos artificiais de disseminação de conteúdo têm presunção automática de culpa, sem necessidade de notificação prévia. Crimes contra a honra, como calúnia, difamação e injúria, seguem lógica diferente: ainda exigem ordem judicial para a retirada do conteúdo do ar.

Segundo o Poder360, quando uma decisão judicial já reconhece a ilicitude de um conteúdo em uma plataforma, as demais também deverão remover publicações idênticas, a partir de notificação judicial ou extrajudicial, sem necessidade de um novo processo.

Quando as plataformas estão protegidas

A responsabilidade das empresas não é automática. O presidente da Corte, ministro Edson Fachin, detalhou que os provedores ficam isentos de punição se comprovarem que atuaram de forma diligente e em tempo razoável para tornar o conteúdo indisponível.

A punição opera pelo conceito de "falha sistêmica". As plataformas não respondem por posts isolados de usuários, mas quando deixam de adotar medidas para impedir a circulação em grande escala de conteúdos ilegais. 

Se um conteúdo removido pela plataforma for restaurado por ordem judicial, o provedor também não poderá ser condenado a pagar indenização. E-mails, conversas privadas e reuniões fechadas não estão sujeitos às novas regras.

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O ECA Digital, implementado em março, também impõe limitações à redes sociais (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

Obrigações operacionais

Além das regras de moderação, o STF impôs obrigações estruturais às empresas. As plataformas deverão manter sede e representante legal no Brasil, criar canais de atendimento para pedidos de remoção de conteúdo e publicar relatórios anuais de transparência com dados sobre notificações extrajudiciais, anúncios e impulsionamentos pagos.

A fiscalização ficará a cargo da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), vinculada ao Ministério da Justiça.

Relação com os decretos federais

A decisão do STF embasa dois decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 20 de maio.

Um deles regulamentou os deveres das plataformas em moderação de conteúdo, transparência e segurança; o outro estabeleceu diretrizes para o combate à violência contra a mulher no ambiente digital, com prazo de duas horas para remoção de conteúdo íntimo não autorizado após notificação e medidas contra deepfakes gerados por inteligência artificial.

Em caso de descumprimento, a ANPD pode aplicar sanções que vão de advertência a multa de até 10% do faturamento, além de suspensão temporária ou proibição das atividades, conforme previsto no Marco Civil da Internet.

A oposição no Congresso tenta sustar os decretos. A Câmara Brasileira de Economia Digital, que representa empresas como Meta, Google e TikTok, divulgou carta aberta afirmando que as medidas do governo "ampliam a insegurança jurídica e enfraquecem a previsibilidade regulatória".

Leia a matéria no Canaltech.

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Clientes da Vivo ganham até 1 ano de Gemini Plus grátis; veja como ativar

O Canaltech apurou com exclusividade que a Vivo vai anunciar nesta quarta-feira (18) uma parceria com o Google para oferecer o plano Google AI Plus de graça por até 12 meses para clientes de quatro categorias de planos da operadora.

O benefício inclui acesso ao Gemini com limites ampliados e 400 GB de armazenamento em nuvem, compartilháveis com até cinco integrantes da família.

O que está incluso no plano

O Google AI Plus é o plano pago mais acessível do Google com acesso ao Gemini além do nível gratuito. Ele oferece limites de uso duas vezes maiores do que a versão gratuita, acesso ao Gemini 3.1 Pro, ao Deep Research e ao Gemini Omni, além de mais capacidade para upload de arquivos.

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O plano também inclui o NotebookLM, ferramenta que transforma documentos e anotações em resumos e áudios, e acesso a recursos de geração de imagens, músicas e vídeos.

O armazenamento de 400 GB vale para Gmail, Google Drive e Google Fotos.

Quais planos da Vivo dão acesso gratuito ao Google AI Plus

O benefício é válido para assinantes dos planos Vivo Controle, Pós-pago, Fibra e Total.

Mas é preciso cautela quanto ao período de gratuidade: os 12 meses valem apenas para assinantes dos planos Pós-pago Família e Vivo Total Família. Clientes dos demais planos contemplados recebem seis meses sem custo.

Após o período grátis, a assinatura é renovada automaticamente por R$ 24,99 mensais na fatura.

Sou cliente Vivo: como ativar o Google AI Plus de graça

Se você é cliente Vivo e quer ativar o Google AI Plus de graça, basta acessar o aplicativo da Vivo ou comparecer a uma das lojas da operadora no país.

Pelo aplicativo, descendo um pouco a página inicial você verá a oferta do Gemini. Selecione, toque em “Continuar”, escolha a sua assinatura da Vivo e confirme a solicitação.

Caso você já assine um plano Google AI Plus, receberá um e-mail confirmando que seu plano — o que você estava pagando — foi cancelado, e o novo não terá cobranças por 6 ou 12 meses, a depender do plano da Vivo que você assina.

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Passo a passo da ativação do Gemini pelo app da Vivo (Imagem: Capturas de tela/Marcelo Fischer/Canaltech)

Plano dobrou de armazenamento há menos de duas semanas

O anúncio da Vivo chega dias depois de o Google ampliar o benefício de armazenamento do AI Plus. No dia 8 de junho, a empresa comunicou que o limite passaria de 200 GB para 400 GB, sem reajuste de preço para assinantes brasileiros. O plano custa R$ 24,99 por mês no Brasil.

Em outros mercados, a mudança veio acompanhada de redução no valor mensal, de US$ 7,99 para US$ 4,99. No país, apenas o armazenamento foi dobrado. O Google também alterou a forma de contabilizar o uso de IA: tarefas mais exigentes passam a consumir uma fatia maior da franquia disponível, que é reabastecida a cada cinco horas.

Leia a matéria no Canaltech.

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O que separa o plano residencial do corporativo na Starlink

Setores estratégicos como agronegócio, mineração e logística começaram a tratar a conectividade via satélite de baixa órbita (LEO) como garantia de continuidade operacional. A mudança tem um custo de referência concreto: o preço de ficar offline. Andréia Rosa, especialista de produtos e vendas da Deutsche Telekom Global Business Solutions no Brasil, detalhou esse cenário no Podcast Canaltech desta quinta-feira (18).

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O pano de fundo explica o movimento. O Brasil já ultrapassou 1 milhão de clientes ativos da Starlink, tornando-se o segundo maior mercado da empresa no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Mesmo assim, segundo o Indicador de Conectividade Rural (ICR) da ConectarAGRO, apenas 33,9% das áreas agrícolas tinham cobertura 4G ou 5G em 2025, o que mantém dois terços das lavouras sem redes terrestres.

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"A gente sai de um cenário onde não se discute tanto quantos megabytes eu tenho para quanto custa se a minha operação parar", disse Rosa. Um trator parado, uma frota fora de monitoramento ou uma venda interrompida são as perdas mensuráveis que passaram a definir o quanto uma empresa investe em conectividade.

Arquitetura híbrida de conectividade

Tratar o satélite como substituto da fibra óptica ou do 5G é o equívoco mais frequente no setor. "Isso é fake news", afirmou Rosa. Para ela, a tendência consolidada é de uma "arquitetura híbrida da conectividade": a fibra entrega alta capacidade com baixa latência; 4G e 5G garantem mobilidade; e o satélite cobre onde as demais tecnologias não chegam ou funciona como redundância em áreas urbanas.

Outro erro prático é tentar usar a antena em ambientes internos sem a arquitetura adequada. A antena precisa de visibilidade direta para o céu. Usada em indoor sem essa adaptação, o desempenho prometido não se concretiza.

B2C e B2B: preços, prioridade e compliance

O preço é o principal ponto de atrito no segmento corporativo. A antena Starlink residencial custa em torno de R$ 900, com planos de R$ 190 a R$ 300 mensais. No segmento enterprise, a antena vai de R$ 3 mil a R$ 4 mil, com planos entre R$ 700 e R$ 800 mensais. A diferença está na rede prioritária, no suporte e na garantia de disponibilidade de 99,9%.

O impacto prático ficou claro em uma etapa da Copa Truck, realizada em região de agro: 98% dos boxes sofreram queda de internet durante a transmissão ao vivo. Os únicos que mantiveram a conexão estavam em planos enterprise. A interrupção, segundo Rosa, ficou em 12 segundos.

No início das operações da Starlink no Brasil, muitas empresas contrataram o serviço em CPF. A migração para contratos corporativos está em andamento e envolve adequação de compliance. Para pequenas e médias empresas, o custo do plano enterprise ainda é uma barreira concreta.

A Deutsche Telekom Global Business Solutions já opera nesse modelo no Brasil. Um dos projetos em curso conecta quase mil tratores no agro, com 60% a 70% da cobertura feita por satélite.

Leia a matéria no Canaltech.

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Astro da ficção: Neymar vira protagonista de novelas verticais feitas com IA

O camisa 10 da Seleção, Neymar Jr., licenciou sua imagem para a FlareFlow, plataforma chinesa especializada em microdramas para celular, e vai protagonizar 16 histórias curtas geradas com inteligência artificial. O primeiro episódio estreia nesta sexta-feira (19), aproveitando a visibilidade do jogador durante a Copa do Mundo de 2026.

A parceria foi anunciada durante a APOS 2026, conferência do setor audiovisual realizada em Bali, na Indonésia. Segundo a FlareFlow, a escolha de Neymar faz parte de uma estratégia para ampliar o alcance dos microdramas fora do mercado chinês.

Os episódios têm cerca de um minuto cada e combinam cenas em live-action com recursos de IA. O formato é vertical, pensado para consumo rápido em aplicativos de celular, mesmo modelo que popularizou conteúdos no TikTok e no Instagram Reels. O segmento de microdramas cresceu rapidamente nos últimos anos, impulsionado principalmente pelo mercado asiático, e vem ganhando espaço em diferentes regiões do mundo.

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Atualmente, Neymar Jr. está lesionado e ainda não estretou na Copa do Mundo 2026 (Imagem: Raul Baretta/Divulgação/Santos FC)

As histórias

As tramas colocam Neymar em situações que vão bem além dos gramados. No primeiro título, The Way Back to Glory (Caminho de volta à glória, em inglês), ele interpreta um ex-prodígio do futebol que precisa superar uma traição para disputar uma última chance de redenção no esporte.

Outros enredos escalam o absurdo com bastante desenvoltura. Em Soccer Star Kidnapped Into the Galaxy Cup: Score or Die! (Estrela do futebol sequestrada para a Copa da Galáxia: marque ou morra!), o jogador é sequestrado durante uma final de Copa do Mundo e forçado a disputar um torneio intergaláctico para salvar a humanidade.

Já Fake Neymar, Real God (Neymar falso, Deus verdadeiro) parte de uma premissa diferente: ele acorda 60 anos no futuro, durante o próprio funeral, e precisa reconstruir o próprio legado.

Há ainda The Playboy System: Scoring the Goddesses (O Sistema Playboy: Conquistando as Deusas), em que Neymar perde misteriosamente seu talento e precisa conquistar cinco mulheres poderosas para recuperá-lo, e The Limping Janitor Is the True World Football King (O zelador manco é o verdadeiro rei do futebol mundial), em que uma lenda do futebol, tratada como um faxineiro insignificante, volta para expor traições e reconquistar o lugar que perdeu.

Ao todo, seis sinopses foram divulgadas até o momento, de um total de 16 produções previstas.

Onde assistir

Os conteúdos ficam disponíveis no aplicativo da FlareFlow, que pode ser baixado para celular. A plataforma também deve publicar parte do material no YouTube. Na China, a distribuição ocorre pela Xiaohongshu, rede de estilo de vida com mais de 200 milhões de usuários ativos diários.

Os primeiros episódios chegam de forma gradual entre os dias 19 e 22 de junho, segundo o Omelete. Já a data de 19 de julho aparece no comunicado oficial da empresa, um possível erro de redação no release, já que o contexto da Copa de 2026 aponta claramente para junho.

Leia a matéria no Canaltech.

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Copa do Mundo: como usar o Gemini para fazer uma foto com a camisa da Seleção

O Google liberou nesta quarta-feira (17) uma ferramenta de criação de imagens com inteligência artificial especial da Copa do Mundo 2026. Diretamente no Gemini, o usuário pode usar um template para se colocar em alguma situação em um jogo de futebol — fingindo que é jogador ou técnico —, e até colocar a camisa da Seleção no pet.

O modo se chama “Entre no jogo” e está disponível para todos os usuários do Gemini.

Entre as opções disponíveis para criação, estão: você como técnico, como torcedor no estádio, como jogador em campo ou comemorando um gol, estatueta (o “mini-craque”), em um mural, em foto de estúdio (como em “media day”), como pelúcia e até uma carta.

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Como fazer sua montagem da Seleção

Para usar um dos templates, você precisa:

  1. Entrar no app ou site do Gemini;
  2. No menu lateral, vá em “Imagens”;
  3. Toque em “Entre no jogo”;
  4. Escolha o template que deseja;
  5. Envie uma foto ou tire uma selfie.

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    Tutorial de como criar usando um dos templates (Imagem: Capturas de tela/Marcelo Fischer/Canaltech)

Depois de criar a imagem, você pode continuar a editá-la com o Nano Banana, modelo do Google para criação e edição de imagens. Por exemplo, pedindo para trocar a camisa 1 (amarela) pela camisa 2 (azul) da Seleção.

O ideal é que você envie uma foto neutra e de corpo inteiro, para que o resultado seja mais satisfatório. Fotos em que o rosto está de lado ou não aparece direito tendem a entregar montagens menos “reais”.

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Exemplos de criação com a ferramenta do Gemini (Imagens: Geradas por IA)

Outras novidades do Google para a Copa do Mundo

A empresa expandiu as ferramentas de acompanhamento do torneio em seu ecossistema de produtos, integrando os novos recursos à Busca, ao Modo IA na Busca, ao Maps, ao Waze e ao aplicativo do Gemini.

Os usuários encontram dados em tempo real sobre as partidas, incluindo recursos visuais para conferir placares ao vivo e as escalações oficiais dos times. Existe a possibilidade de fixar o placar na tela inicial do dispositivo móvel, receber atualizações focadas em seleções específicas e acessar guias personalizados sobre os canais de transmissão voltados para o público brasileiro.

Leia a matéria no Canaltech.

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WhatsApp prepara recurso para gravar e mandar áudio sem abrir o app

O WhatsApp está desenvolvendo um widget para a tela inicial do Android que vai permitir gravar e enviar mensagens de voz sem precisar abrir o aplicativo. A novidade foi identificada pelo site especializado WABetaInfo na versão beta 2.26.24.2 do app para Android, disponível na Google Play Store, mas ainda não está liberada para testadores.

O widget tem tamanho padrão de 3x1 na tela inicial, mas pode ser redimensionado após a instalação. O visual é simples: um botão com ícone de microfone e o texto "Tap to record" ("Toque para gravar", em inglês). Ao tocar nele, a gravação começa imediatamente. Depois de concluída, o usuário escolhe para quem enviar o áudio, com a possibilidade de selecionar vários contatos ao mesmo tempo.

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O widget permitiria a gravação de áudios com apenas um toque na tela inicial do celular (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)

Como funciona 

Hoje, mandar um áudio no WhatsApp exige abrir o app, localizar a conversa e, só então, gravar. Para enviar o mesmo áudio a mais de um contato, é preciso encaminhar a mensagem manualmente para cada chat.

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Com o widget, esse processo é reduzido a dois passos: gravar e selecionar os destinatários, tudo a partir da tela inicial. Também será possível compartilhar o áudio diretamente nos status.

O recurso se junta a outro widget que o WhatsApp desenvolve em paralelo, um atalho para visualizar atualizações de status, anunciado na versão beta 2.26.18.5. Segundo o WABetaInfo, a empresa vem ampliando sua aposta em widgets para Android como forma de levar funções frequentes para fora do aplicativo.

Sem previsão de lançamento

Por enquanto, o widget de mensagens de voz segue em desenvolvimento e não tem data confirmada para chegar aos testadores. 

A expectativa do WABetaInfo é de que o recurso apareça em uma atualização beta antes de ser liberado para todos os usuários na versão estável do app.

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Spotify faz aviso importante sobre recurso clássico que deixará de funcionar

O Spotify começou a notificar usuários por e-mail sobre uma mudança no processo de login: a partir de 1º de setembro de 2026, não será mais possível acessar a conta com nome de usuário e senha. Quem usa esse método precisará migrar para o endereço de e-mail cadastrado.

A mudança foi identificada pelo Android Authority e pelo 9to5Google, que receberam o comunicado enviado pela plataforma. No aviso, o Spotify informa diretamente: "A partir de 1º de setembro de 2026, você não poderá mais fazer login com seu nome de usuário. Em vez disso, poderá entrar com seu e-mail”.

Até o momento, o Spotify não publicou nenhum comunicado oficial em seu blog ou fóruns sobre a mudança.

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O que muda na prática

O Spotify oferece atualmente três formas de acesso: nome de usuário e senha, e-mail e senha, e login via contas vinculadas, como Google e Apple.

Com a atualização, apenas o acesso por nome de usuário será encerrado. As demais opções permanecem disponíveis.

A própria página de suporte do Spotify já indica que o nome de usuário serve para identificação na plataforma, mas não é necessário para entrar na conta. O acesso por e-mail ou pelo método usado no cadastro, como Apple ou número de telefone, já é a forma recomendada pelo serviço.

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No último mês, alguns usuários do Spotify viram a logo do seu app mudar para uma versão de globo de discoteca (Imagem: André Magalhães/Canaltech)

O que fazer antes de setembro

Quem ainda usa o nome de usuário para logar precisa verificar qual e-mail está cadastrado na conta antes do prazo. 

Para isso, basta acessar as configurações da conta no site ou aplicativo do Spotify. Se o e-mail registrado estiver desatualizado ou inacessível, o próprio comunicado da empresa orienta a alterá-lo nas configurações ou pelo link enviado no e-mail de aviso.

Uma novidade menos "preocupante" do Spotify chegou nesta semana, e permite que você julgue as músicas de seus amigos em playlists.

Leia a matéria no Canaltech.

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