Uma nova investigação revela que mais de um terço das infeções por infostealers tem origem na execução de ficheiros diretamente a partir de pastas temporárias dos navegadores. Comportamentos de risco, como descarregar software de fontes não seguras, continuam a ser explorados pelos cibercriminosos.
Em meio à polêmica envolvendo a abertura de um processo contra a OpenAI, a Apple enviou cartas — mais precisamente advertências legais individuais — para dezenas de funcionários da empresa de inteligência artificial.
Segundo o Financial Times, cerca de 40 ex-funcionários da Apple que hoje trabalham na OpenAI receberam as cartas. Nela, a Maçã solicita reuniões com seus advogados, exigindo a preservação de documentos e comunicações.
A empresa, vale recordar, acusa alguns dos seus ex-funcionários de roubar planos secretos de hardware e entregá-los à OpenAI — que trabalha atualmente com o ex-chefão de design da Apple, Jony Ive, para desenvolver seus próprios dispositivos.
O envio desse tipo de documento é descrito pelo FT como uma prática agressiva. Nos documentos judiciais, a Maçã argumenta que as evidências que possui representam apenas a “ponta do iceberg” em relação à conduta da OpenAI.
Tendo denunciado diretamente a empresa e dois de seus ex-funcionários, a Apple afirma que todo o negócio de hardware da OpenAI estaria comprometido pelo uso de seus segredos comerciais de forma ilegal.
Procuradas pelo jornal, tanto a Apple quanto a OpenAI recusaram-se a comentar a reportagem.
Há novas burlas a circular em Portugal, com alertas deixados pelo Portal da Queixa, assim como pelo Ministério Público. Os esquemas fraudulentos, que incluem táticas de phishing e engenharia social, fazem-se passar pelo Ministério da Saúde e por instituições bancárias.