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ChatGPT agora pode memorizar sua atividade em sites e apps de terceiros no macOS

A OpenAI está lançando um novo recurso opcional para o ChatGPT no macOS que pode monitorar suas atividades diárias no computador — abrangendo aplicativos e sites — e transformá-las em memórias e em uma linha do tempo.

Chamado Computer History, o recurso está disponível inicialmente para usuários dos planos Pro, Business e Enterprise. Para usá-lo, é necessário ativá-lo em Configurações » Integrações no aplicativo do ChatGPT para macOS.

ChatGPT can now remember your activity across the apps and websites on your computer.

With Computer History in the desktop app, future interactions feel more personalized and require less explanation. pic.twitter.com/WHZPxPp31R

— OpenAI (@OpenAI) August 13, 2026
O ChatGPT agora pode lembrar-se da sua atividade em aplicativos e sites no seu computador.

Com o Computer History no aplicativo para desktop, as interações futuras parecem mais personalizadas e exigem menos explicações.

Segundo a OpenAI, isso permitirá que o ChatGPT localize arquivos, documentos e conversas relevantes para a sua consulta — independentemente de estarem no Google Docs, no Slack ou em uma aba aberta do navegador — sem que você precise reexplicar todo o contexto da sua solicitação.

Isso também será útil para aqueles momentos em que você sabe que leu algo, mas não faz ideia de onde. Naturalmente, a novidade requer que o recurso de Memórias também esteja ativado.

A OpenAI aponta que os usuários terão controle total sobre quais aplicativos e sites o recurso poderá acessar. No macOS, haverá uma nova opção na barra de menus para remover qualquer aplicativo do recurso, além de uma nova configuração no aplicativo do ChatGPT para desktop que permite excluir aplicativos e sites específicos.

Todos esses dados são armazenados localmente; assim, você pode visualizar o que o sistema captura e excluir itens caso não queira que façam parte da linha do tempo. Ademais, o recurso vem desativado por padrão, e você também pode pausá-lo a qualquer momento pela barra de menus.

Como dito, o Computer History está sendo disponibilizado para todos os usuários dos planos Pro, Business e Enterprise — exceto em regiões como o Espaço Econômico Europeu (EEE), o Reino Unido e a Suíça, onde a função será disponibilizada “nas próximas semanas”.

Outras novidades

O ChatGPT também ganhou, recentemente, um punhado de outras novidades que tornam mais fácil incluir documentos e arquivos salvos nas suas conversas, bem como encontrar o que você precisa e retomar de onde parou.

  • Na web, o texto copiado do Google Docs ou de outra conversa do ChatGPT preserva títulos, negrito, links e listas, tanto durante a escrita quanto após o envio da mensagem.
  • Adicione arquivos salvos sem precisar carregá-los novamente graças à opção “Adicionar da biblioteca”.
  • Selecione vários itens da Biblioteca de uma só vez, arrastando o cursor sobre vários arquivos ou pastas para selecioná-los em conjunto.
  • A busca agora inclui pastas e localiza títulos de conversas. Na web, você também pode pesquisar dentro da Biblioteca para encontrar seus arquivos salvos.
  • No iOS/Android, o ChatGPT consegue identificar quando uma conversa por voz em segundo plano parece inativa, bem como verificar se você ainda está presente e encerrar a sessão caso não haja resposta.
  • Se o ditado falhar devido a problemas de conexão ou tempo limite, o ChatGPT tenta novamente de forma automática uma vez, permitindo que você conclua a gravação sem precisar recomeçar.
  • Ao retornar a uma conversa, as respostas já finalizadas aparecem imediatamente, sem aquela reprodução lenta que dava a impressão de que ainda estavam sendo geradas.

Por fim, usuários com o plugin do Google Drive conectado podem agora visualizar e navegar pelos seus arquivos e pastas diretamente na Biblioteca. Seu conteúdo permanece no Drive e, caso você conceda autorização, o ChatGPT pode alterar o arquivo de origem diretamente. O recurso está sendo disponibilizado para usuários dos planos Plus, Pro, Enterprise, Edu, Healthcare e Business na versão web, tanto no modo Chat quanto no modo Work. O suporte para dispositivos móveis chegará em breve.

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Meta lança Muse Code, agente de programação alimentado pelo novo modelo Muse Spark 1.2

A Meta lançou hoje o Muse Code, seu primeiro agente de programação — o qual rivalizará com soluções como o Claude Code (da Anthropic) e o Codex (da OpenAI).

A nova ferramenta, assim como os assistentes supracitados, facilita a criação de aplicativos em uma única interface, permitindo gerenciar conjuntos de agentes digitais impulsionados por IA que auxiliam no processo de desenvolvimento de software.

Releasing Muse Code in beta today. It's a terminal coding agent that takes on complete software engineering tasks across large repos: planning changes, writing code, validating the results. Powered by Muse Spark 1.2, a coding-focused model update. pic.twitter.com/xqavk41w6v

— Mark Zuckerberg (@finkd) August 5, 2026
Estamos lançando o Muse Code em versão beta hoje. Trata-se de um agente de programação via Terminal capaz de executar tarefas completas de engenharia de software em grandes repositórios: planejar alterações, escrever código e validar resultados. Ele conta com a tecnologia do Muse Spark 1.2, uma atualização de modelo focada em programação.

Ainda que disponível inicialmente em beta, o Muse Code pode ser usado para realizar uma ampla variedade de tarefas, planejando alterações, escrevendo código e validando os resultados. Desenvolvedores podem utilizá-lo por meio de uma modalidade de pagamento conforme o uso (pay-as-you-go).

Ao contrário do Codex e do Claude Code, atualmente não existe um aplicativo dedicado para o Muse Code. Desse modo, ele pode ser instalado no macOS e no Linux a partir de um comando de uma única linha:

curl -fsSL https://dev.meta.ai/install.sh | bash

Ele também opera em conjunto com o mais novo modelo de IA da empresa, o Muse Spark 1.2 — o qual foi desenvolvido e treinado juntamente com o novo agente de programação, o que melhora o desempenho geral.

O Muse Spark 1.2 é uma atualização do Muse Spark 1.1, lançado no mês passado, trazendo melhorias na geração de código, depuração de cenários complexos, compreensão da base de código e fluxos de trabalho de ponta a ponta para desenvolvedores. O novo modelo também amplia significativamente o poder computacional de treinamento para tarefas de programação.

Muse Spark 1.2 has improved coding capabilities compared to its predecessor. We significantly scaled up training compute on coding tasks while expanding training environment diversity, delivering improvements in code generation, complex debugging, and end-to-end developer… pic.twitter.com/0cTSBe4paj

— AI at Meta (@AIatMeta) August 5, 2026

O Muse Spark 1.2 apresenta recursos de programação aprimorados em comparação com sua versão anterior. Aumentamos significativamente a capacidade computacional de treinamento em tarefas de programação, ao mesmo tempo que expandimos a diversidade de ambientes de treinamento, proporcionando melhorias na geração de código, depuração complexa e fluxos de trabalho de desenvolvimento de ponta a ponta.

O modelo foi treinado com o Muse Code para otimizar o desempenho quando utilizados em conjunto, com foco em tarefas como geração de repositórios completos, projetos de grande porte e pesquisa automatizada.

O Muse Spark 1.2 já está disponível no Muse Code e na Meta Model API.

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Nova interface contextual da Siri AI é descoberta no macOS 27; veja como ativá-la

A Apple está testando uma nova interface na beta do macOS Golden Gate 27 que exibe uma série de atalhos da Siri AI sempre que o usuário seleciona texto em um app qualquer.

Descoberta pelo usuário identificado como “pdfu” em uma comunidade do Reddit, a novidade está claramente inacabada, o que explica o fato de ela vir desativada por padrão nas versões mais recentes do sistema operacional.

Como é possível notar abaixo, a interface assume a forma de um popover que aparece no canto superior esquerdo da seleção feita pelo usuário. Além disso, os atalhos são contextuais, o que significa que ações diferentes poderão ser sugeridas dependendo do conteúdo em destaque.

Caso o usuário esteja trabalhando em um texto, o recurso exibirá atalhos relacionados às Ferramentas de Escrita (Writing Tools), só para citar um exemplo. Ainda de acordo com as informações, o recurso também pode sugerir ações como enviar um email, adicionar um número aos contatos, exibir um endereço no app Mapas (Maps) ou rastrear um voo.

Para testar a novidade, é necessário estar rodando a terceira beta para desenvolvedores ou a primeira beta pública do macOS 27. Feito isso, basta abrir o Terminal, rodar o comando a seguir e reiniciar o Mac:

sudo mkdir -p /Library/Preferences/FeatureFlags/Domain && sudo defaults write /Library/Preferences/FeatureFlags/Domain/WritingTools LightweightUI_macOS -dict Enabled -bool true

Para desativar a novidade (o que talvez se prove necessário, já que, como dito, ela ainda está inacabada e apresenta inconsistências), basta abrir o Terminal novamente, rodar o comando a seguir e reiniciar o Mac:

sudo defaults write /Library/Preferences/FeatureFlags/Domain/WritingTools LightweightUI_macOS -dict Enabled -bool false

Como essa nova interface já está disponível (mesmo que escondida) nas betas do macOS 27, é bem possível que ela dê as caras em uma futura versão de teste do sistema — provavelmente em um estado bem mais polido.

via iThinkDifferent

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