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Meta lança Muse, aplicativo com agente de IA para o público geral

A Meta anunciou hoje o Muse, um agente de inteligência artificial generativa pessoal e privado que foi projetado pela empresa para ajudar usuários a explorar novas ideias e cumprir suas metas.

Focado no público em geral, ele é bem simples de usar. Basta dizer ao Muse o que precisa ser feito para que ele execute a tarefa — sem curva de aprendizado ou necessidade de experiência.

Usuários podem pedir-lhe que faça tarefas como enviar um email ou até mesmo reservar uma viagem, graças à capacidade do Muse de abrir o navegador, preencher formulários ou clicar em elementos da tela.

Ele se conecta aos apps e serviços que você usa no dia a dia, um por vez e sempre por sua escolha, em categorias como email e calendário, pagamentos, fitness e saúde, música e eventos ao vivo, restaurantes e compras, e casa inteligente. Os conectores integrados estão disponíveis nas configurações, e outros estão por vir. Se um serviço não estiver lá, mas tiver uma API pública, seu Muse pode configurar uma conexão usando credenciais fornecidas por você; e se não tiver API nenhuma, ele pode usar o serviço por meio de um navegador, do mesmo jeito que você faria.

Com a capacidade de continuar trabalhando mesmo depois de os usuários fecharem o app, o Muse é capaz de realizar pagamentos via Stripe e, futuramente, também suportará o Shop Pay.

Bastante proativo, o Muse se lembra do que é importante para o usuário e pode fazer sugestões sem a inserção de um prompt ou atuar com base em detalhes mencionados apenas uma vez.

Construído com base no Muse Spark, o modelo mais poderoso da Meta, o agente também conta com mecanismos avançados de segurança para proteger a sua interação com o usuário final.

Ele é executado em seu próprio computador dedicado na nuvem — que é onde os dados e credenciais para qualquer serviço conectado a ele são armazenados com segurança.

O Muse foi lançado nos Estados Unidos para a web, iOS e Android. Ele é grátis “para a maioria do que as pessoas precisam”, com planos de assinatura para pessoas que querem “fazer mais”.

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Sessões do Claude Code agora podem conversar entre si; modo automático vira padrão

A Anthropic anunciou nos últimos dias duas novidades bem interessantes para o Claude Code, sua plataforma agêntica de codificação com inteligência artificial (IA) generativa: as conversas entre diferentes sessões e o modo automático como padrão para alguns de seus planos.

Começando pela primeira novidade supracitada, ela permite que o Claude envie informações de uma sessão para outra num mesmo computador ou responda a sessões em outras máquinas — algo que pode ser bastante útil quando mais de uma sessão está trabalhando num mesmo projeto.

O recurso pode ser usado, por exemplo, quando há uma mudança que quebra o sistema como um todo e cuja resolução depende de algo executado em outra sessão — ou simplesmente quando alguma delas precisa saber de uma decisão de design ou de um resultado de testes.

Por ora, no entanto, apenas texto simples é suportado, de modo que nenhum arquivo ou o histórico da conversa é transferido entre as diferentes sessões. Uma sessão também não pode aprovar comandos originados de outras sozinha — sempre é requerida a autorização do usuário para tal.

New in Claude Code: your sessions can now message each other.

Instead of having to re-explain yourself in another session, you can now tell Claude to do it. It sends a summary (not your history or files), and the other session picks it up mid-task. pic.twitter.com/PtNsfXeQXP

— ClaudeDevs (@ClaudeDevs) August 7, 2026
Novidade no Claude Code: agora suas sessões podem trocar mensagens.

Em vez de ter que se explicar novamente em outra sessão, agora você pode pedir ao Claude para fazer isso. Ele envia um resumo (não seu histórico ou arquivos), e a outra sessão o recebe durante a execução da tarefa.

O Claude pode decidir enviar uma mensagem por conta própria se julgar necessário, ou o usuário pode solicitar explicitamente que ele informe algo a outra sessão — inclusive, é possível definir se elas devem ser aceitas ou recusadas automaticamente ou se devem requerer aprovação.

Modo automático como padrão

Um dos recursos mais interessantes do Claude Code é o modo automático, que permite à plataforma usar uma espécie de “classificador de segurança” para decidir se prossegue ou não com determinada tarefa, sem precisar a todo instante solicitar a permissão do usuário.

Com o modo automático, que antes era opcional, o Claude pode trabalhar sozinho por períodos muito mais longos e sem qualquer interferência humana — o que permite que seus modelos realizem tarefas complexas durante horas e entreguem um trabalho mais completo ao fim da sessão.

Pesquisa

Pesquisas feitas pela Anthropic indicaram que o modo automático também tende a deixar o desenvolvimento mais seguro, já que desenvolvedores costumam aprovar 97% dos pedidos de permissão por reflexo (sem revisão), e bloqueiam bem menos prompts perigosos que a ferramenta (acima).

Com isso, esse modo agora passará a ser o modo padrão do Claude Code nos planos Pro, Max e Team — a partir de 14 de agosto. Como consequência dessa mudança, a Anthropic também deixará de cobrar dos usuários desses planos pelo custo computacional desse classificador.

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Chatbot integrado ao Google Maps é lançado no Brasil e ganha mais novidades

O Google lançou uma nova atualização do Maps com uma novidade muito bem-vinda para usuários brasileiros: a chegada ao Brasil do recurso Pergunte ao Maps (Ask Maps), que permite obter informações sobre locais com facilidade usando inteligência artificial.

Lançado no início deste ano especificamente para usuários dos Estados Unidos e da Índia, o Pergunte ao Maps está sendo expandido agora também para Austrália, Canadá, Indonésia, Japão e México, além de mais de 150 países e territórios — por enquanto só em inglês.

A expansão para novos locais, porém, está longe de ser a única novidade relacionada ao recurso, que está mais inteligente e agora conta com características agênticas que o tornam capaz de executar tarefas complexas com várias etapas.

Divulgação/Google

Com essa novidade, passa a ser possível pedir comida em um restaurante, descobrir informações atualizadas sobre hotéis e eventos locais, comparar preços em tempo real, mostrar shows em determinado local, dentre outras tarefas.

Divulgação/Google

A Inteligência Personalizada (Personal Intelligence), por sua vez, permite integrar o recurso ao Gmail para que o chatbot tenha um maior contexto na hora de realizar tarefas — inclusive com a possibilidade de relembrar conversas anteriores, caso o histórico esteja ativado.

Divulgação/Google

O Google também está expandindo as atualizações em tempo real do Pergunte ao Maps para transporte público, além de permitir que usuários contribuam com informações sobre locais conversando ou enviando uma foto de uma placa, por exemplo.

Divulgação/Google

As atualizações sobre transporte público, as respostas mais contextuais e a capacidade de relembrar conversas anteriores estão sendo disponibilizadas a partir de hoje para todos os locais onde o Ask Maps está disponível (o que agora inclui o Brasil).

Ask Maps is getting an upgrade. 🔍✨

Now powered by agentic capabilities, real-time information, and Personal Intelligence, Ask Maps is transforming how you plan and move through the world. pic.twitter.com/XadDCw44uu

— Google Maps (@googlemaps) August 6, 2026

Os pedidos de comida, a descoberta de hotéis e eventos, e as contribuições dos usuários, por sua vez, estão começando a ser disponibilizados apenas nos Estados Unidos, com previsão de uma expansão gradual para outros países no futuro.

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Jensen Huang antecipa um futuro em que o PC é gerido por um agente e em que há “um supercomputador de IA em cada casa”

Quarenta anos depois do início da era dos computadores pessoais, a NVIDIA está a trabalhar com a Microsoft e com as fabricantes de PCs para reinventar o computador como uma plataforma de agentes. Por dentro está o chip NVIDIA RTX  Spark e há novas máquinas a caminho.

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