O selo Copilot+ PC não aparece nos novos notebooks Surface, da própria Microsoft, e mostra que a companhia está com novos planos para os computadores com Windows e inteligência artificial. Não foi revelado o caminho que ela seguirá daqui em diante, mas parece que a marca está com os dias contados.
Ao Windows Central, o vice-presidente corporativo da linha, Brett Ostrum, revela que as máquinas recém-lançadas vão seguir por seu próprio caminho a partir de agora.
“…estes não são chamados de Copilot+ PCs. Eles atendem a todos os requisitos do nosso padrão anterior para o que define os dispositivos Copilot+. Continuamos apostando na narrativa de IA de ponta e na possibilidade de oferecer uma solução híbrida”, afirmou o executivo.
Vale notar que não são apenas os computadores da Microsoft que estão com o selo ausente. Novos modelos produzidos por outras empresas também deixaram de conter a informação — assim como os aparelhos que terão o processador RTX Spark, da NVIDIA.
A história dos Copilot+ PC
Introduzida em 2024 pela companhia norte-americana, a marca reforçava notebooks que foram construídos para a inteligência artificial. Inicialmente, apenas dispositivos que tinham CPUs da Qualcomm receberam a certificação pela Microsoft, o que posteriormente se estendeu para AMD e Intel também.
Todos contavam com uma série de recursos exclusivos, como o Live Captions (que trazia legendas ao vivo para chamadas de vídeo), Cocreator no Paint (com ferramentas para criação de imagens generativas), efeitos extras para o Windows Studio e ferramentas como Click to Do e Restyle Image.
Contudo, o que gerou uma grande polêmica foi o Recall. Notebooks com o selo Copilot+ PC tiravam prints contínuos da tela dos usuários para gerar um “histórico” — o qual podia ser consultado pelos proprietários a qualquer momento. O problema surgiu quando começou a ser debatida a privacidade das pessoas.
Ainda que a inteligência artificial agisse localmente, há um banco de dados com o qual a tecnologia se comunica. A funcionalidade sofreu diversos atrasos, passou por fases de testes e foi lançada em 2025. Porém, mesmo com diversas garantias de que não teriam seus dados violados, o público não se esqueceu de sua imagem negativa.
A Nintendo já foi o centro de algumas das maiores polêmicas da indústria dos jogos, mas também apresentou algumas excentricidades um tanto curiosas. Afinal de contas, 137 anos de história não são 137 dias e as suas diferentes fases trouxeram histórias estranhas demais para serem esquecidas pelos fãs.
De ações judiciais um tanto “únicas” a decisões que desafiavam a própria realidade, a Big N, para o bem e para o mal, nunca se conteve em suas convicções. Obviamente, isso rendeu eventos caóticos e que se tornaram o centro do debate entre muitos jogadores ao longo de muito tempo.
Se você acredita que disputar espaço com GTA 6 e seguir um caminho completamente distinto do visto com a Sony Interactive Entertainment e Microsoft soa esquisito, é melhor se preparar, pois isso é apenas “um dia comum” nas operações da companhia japonesa.
Veja as 8 polêmicas mais estranhas da história da Nintendo, assim como o que a motivou a agir de uma forma tão bizarra.
8. Jogos e motel
Durante os anos 1960, a Nintendo passava um sufoco na produção de cartas de baralho. Para escapar da falência, a companhia decidiu diversificar os negócios e investiu na abertura de um “love hotel” (um motel, em termos mais claros) em Kyoto.
Se isso abala a imagem puritana que você tem dela, saiba que foi uma operação breve e a Big N compreendeu que não era o caminho correto. Na mesma época, eles também administraram uma frota de táxis e venderam arroz instantâneo.
7. Donkey Kong nos tribunais
A Universal Studios sentiu que a Nintendo promovia Donkey Kong como uma paródia de King Kong e decidiu levar a fabricante até a Justiça no início dos anos 1980. Para comprovar que não era apenas uma cópia, contrataram o advogado John Kirby e torceram pelo melhor.
Por ironia do destino, o jurista descobriu que alguns anos antes o estúdio argumentou nos tribunais que o gorilão estava em domínio público — o que permitia a eles refazer os longas. Ao usar o mesmo argumento, eles venceram a ação judicial e como agradecimento batizaram um de seus personagens de Kirby para homenageá-lo.
6. Suor em Mortal Kombat
No ápice da guerra entre Nintendo e SEGA, a Big N decidiu trazer Mortal Kombat (1993) para a sua plataforma. Contudo, o sangue iria contra toda a imagem que ela gostaria de transmitir à sociedade e tomou a estranha decisão de mudar a cor dele para cinza — com a justificativa de que era apenas suor.
A sua rival não poupou esforços para liberar o sangue via código, o que elevou sua moral como “descolada” e abalou as estruturas da concorrente. O resultado disso é que MK vendeu muito mais no Mega Drive e a companhia sofreu do mesmo jeito com a criação da classificação indicativa nos games.
5. Luvas para Mario Party
Os minigames de Mario Party (1999) podiam ser bem intensos. Muitos jogadores, em sessões “frenéticas” sofreram com bolhas, queimaduras por fricção e, em certos casos, chegou a causar danos reais nos nervos das mãos de crianças, para se ter ideia. O analógico do Nintendo 64 sofria, mas o público tinha problemas maiores.
Um procurador de Nova York decidiu lutar contra isso e obrigou a companhia japonesa a encarar os tribunais. O resultado disso foi um acordo no qual teve de gastar US$ 80 milhões para produzir luvas e disponibilizá-las para qualquer um que solicitasse o item para jogar.
4. Nintendo destrói TVs?
No auge do Nintendo Wii, a fabricante teve um baita problema nas mãos. Na verdade, na TV: quando o público jogava Wii Sports, a alça do controle se rompia e o periférico voava em direção às telas. Centenas de pessoas passaram por problemas deste tipo, o que gerou uma grande polêmica.
Com a destruição de diversos televisores, ações judiciais começaram a acusar a companhia de “descaso” e a obrigaram a encarar o tribunal mais uma vez. Isso rendeu um recall massivo de Wii Remote, com o reenvio com alças reforçadas e capas de silicone para inibir os danos.
3. PETA vs. Big N
Após o lançamento de Super Mario 3D Land (2011), a organização de direitos dos animais PETA criou uma campanha agressiva para acusar a Nintendo de mostrar um personagem que, supostamente, esfolava cães e guaxinins para vestir as suas peles in-game.
Essa movimentação gerou até um jogo em flash chamado Mario Kills Tanooki, muito sangrento e explícito, por sinal. Para se defender, a Big N emitiu uma nota oficial para lembrar ao público que a transformação era lúdica e não apoiava a caça de animais (mesmo que tenha produzido Duck Hunt décadas atrás).
2. O gosto das fitas de Switch
De todas as decisões estranhas da Big N, o gosto azedo das fitas de Switch ao menos ganhou uma explicação plausível. Para evitar que crianças pequenas e bebês colocassem os cartuchos na boca, ela incluiu benzoato de denatônio na sua composição — um composto químico amargo.
Por incrível que pareça, o tiro saiu pela culatra. Com o advento das redes sociais, virou um desafio online lamber as fitas para testar o sabor. A medida de segurança viralizou, o que fez bem: hoje, todos sabem que as mídias físicas podem causar um grande desconforto se levadas à boca.
1. A polêmica de Bowsette
Quando New Super Mario Bros U. Deluxe (2019) foi anunciado, um item se destacou: a Super Crown, que podia transformar Toadette em uma versão similar à Princesa Peach. Claro que a internet não perdoou e criou a Bowsette — como uma alternativa em que o vilão usaria o item e assumiria uma forma humana feminina.
Quando a Nintendo piscou, a internet já tinha se rendido à fanfic. Milhares de artes de fãs, o termo nos trending topics mundiais e versões que não ousamos sequer mencionar. A companhia nunca canonizou esta hipótese e, no game, fez questão de inserir o trecho “Desculpe Luigi, apenas Toadette pode usar este item!”.
Histórias estranhas da Nintendo
No momento que achar que já viu de tudo no mundo dos games, lembre-se que a companhia japonesa pode sempre inovar e trazer uma trama excêntrica para apimentar a comunidade. Seja por querer ou não, o importante é que gera entretenimento.
Apesar das sequências estranhas, você também pode se lembrar de 6 decisões polêmicas da história da Nintendo para ver que eles sempre são “8 ou 80” — ou é algo divertido ou é uma bomba para a indústria. Confira as que são menos piores, ao menos:
Você sabe dizer qual é a maior diferença entre os emuladores vistos no Nintendo Switch Online e plataformas como o ZSNES e John NESS? Além da proposta de cada uma, elas têm particularidades que se adequam a diferentes necessidades para cada usuário.
Há disponibilidade em vários dispositivos, porém também é necessário checar o que eles oferecem para tomar uma decisão consciente enquanto busca por seus jogos retrô. Ter franquias que marcaram a sua infância ou juventude não é mais o suficiente, mas sim expandir a experiência dos fãs.
Embora muita gente não veja, essas distinções abrem um verdadeiro abismo entre os softwares que você encontra internet afora — ou dentro de sistemas pagos.
Para te mostrar as diferenças que existem entre a emulação comercial e a emulação da comunidade, reunimos 6 aspectos que as definem para decidir qual caminho seguir.
6. Cibersegurança é relevante
A emulação comercial, no geral, envolve softwares próprios ou a permissão de rodar os sistemas dentro de suas plataformas — o que garante uma compatibilidade ímpar e a garantia de que seus dados continuam seguros dentro do ecossistema.
Em contrapartida, muitas vezes o público teme baixar o conteúdo produzido por fãs por ter receio do tipo de acesso e informações que eles poderão obter ao instalá-los. Ainda que a maioria esmagadora não busque esse objetivo, não é estranho ver um ou outro jogador que precisou formatar a sua máquina por ter sido hackeado ao buscar emuladores alternativos pela internet.
5. Código-fonte dos emuladores
Uma das características mais marcantes da emulação comercial é que seu código-fonte é totalmente fechado. Isso significa que as companhias detêm os direitos sobre o sistema, logo, os fãs não conseguem alterar muita coisa fora das configurações — mesmo quem tem conhecimento sobre o assunto não o fará facilmente.
Já os emuladores da comunidade, em sua grande maioria, são movidos pelo código aberto. Assim, outros podem modificá-lo para se adequar a outras propostas. Se um software é produzido para PCs, alguém pode adaptá-lo para smartphones, criar compatibilidade com fita, aprimorar o desempenho entre várias opções que sua capacidade permitir. No fim, todos ganham.
4. Time de desenvolvimento
Quando falamos de emulação comunitária, isso envolve o trabalho de entusiastas e pessoas apaixonadas pelo assunto. Contudo, poucos “vivem” disso. Na verdade, estes fãs programam e trazem novidades em seu tempo livre (quando sobra algum, claro).
Por outro lado, os desenvolvedores dos emuladores comerciais trabalham diretamente para uma companhia voltada para esta abordagem. Isso, supostamente, significa atualizações mais velozes, mais games compatíveis oficialmente com o passar do tempo e a garantia de um ouvido para reclamar quando algo não sai como deveria.
3. Questões legais
Por falar no aspecto jurídico, emular as plataformas não é um crime. Replicar o funcionamento do sistema operacional da Nintendo, Sony, Microsoft e outros em PCs, celulares e outros é livre. Porém, a emulação da comunidade utiliza esse artifício para facilitar o acesso a ROMs de jogos ilegais — já que a sua compatibilidade é a mesma das experiências originais.
Como um processo de engenharia reversa, o procedimento ainda está protegido pelas leis. A partir do momento em que exploram os títulos e franquias defendidas pelas propriedades intelectuais, os emuladores são submetidos às normas de cada país. Nesta característica, a emulação comercial não possui desafios, já que trabalha diretamente em parceria com os estúdios e produtoras.
2. Os custos de cada uma
O maior problema da emulação feita por companhias é que ela sempre envolve um custo, algumas vezes mais alto do que o público deseja pagar. Enquanto o Nintendo Switch Online traz NES, SNES, N64, Game Cube, Mega Drive, Game Boy, GBA e mais a partir de R$ 55 anuais, a PS Plus oferece jogos do PS1 e PS2 por ao menos R$ 86,90 mensais.
Eles oferecem facilidades como multiplayer online, jogos na própria plataforma e outros recursos adicionais. Contudo, estão longe de alcançar a emulação da comunidade. Neste caso, você tem os softwares gratuitos e precisa apenas buscar pelos dados dos games que deseja jogar — muitas vezes, sem custos extras. Há casos em que os fãs cobram, mas trazem mais recursos e opções de configuração, então cabe a cada um decidir se vale a pena ou não.
1. Valores essenciais
É simples separar as propostas de cada emulador, já que a ideia deles passa por interesses da comunidade e das próprias companhias. Enquanto uma produz tudo com o intuito de preservação e acessibilidade, a outra busca lucrar com a nostalgia — na forma mais direta possível.
Algumas buscam obter mais dinheiro, outras menos, mas se tornou claro que elas desejam a maior quantia possível pelos títulos antigos. Vale lembrar da Nintendo, que vendeu Pokémon FireRed e LeafGreen — mesmo com uma plataforma de emulação própria em seus dispositivos. Oferecem vantagens, mas por um preço próprio.
Emulação é uma questão para todos
Ainda que opte por um dos caminhos, é sempre importante ter em mente que todas possuem pontos positivos e negativos. Há quem não goste da comercial — pelo fator financeiro, por não oferecer o catálogo completo daquele console ou por não trazer recursos que são “básicos” em quaisquer outros.
Já a comunitária demora para receber atualizações e tem questões sérias com a legalidade e a cibersegurança — embora nem todas sejam assim. Na prática, é necessário ponderar o que precisa para alcançar o resultado desejado. Além disso, é importante saber a diferença entre emulação e recompilação, que se torna outra grande dúvida. Entre as principais singularidades entre as comerciais e da comunidade, verá:
O Universo DC (DCU) já apresentou ao público personagens como Superman, os Lanternas Verdes, a Gangue da Justiça, os Creature Commandos e muitos outros para expandir o seu catálogo entre filmes, séries e animações.
Ainda assim, a presença do Batman se tornou uma grande incógnita. Afinal de contas, ele é um dos personagens mais emblemáticos das HQs e até o momento não havia sinal algum de que ele sequer existia e estava em atividade nas obras.
Contudo, o episódio 6 do seriado — exibido em 20 de setembro — deixou tudo mais claro aos fãs. Se ainda existia alguma dúvida de que Bruce Wayne estava em atividade no universo compartilhado antes de Os Bravos e Destemidos, esta pergunta finalmente foi respondida. Cuidado, o texto tem spoilers da série da HBO.
O Batman existe ou não?
Após os fatídicos eventos de Rushville, que culminaram na aposentadoria forçada de Hal Jordan e a desistência de John Stewart, passaram-se dez anos. Neste tempo, Guy Gardner passou pelo local e instalou um sinalizador nos céus para que os cidadãos pudessem chamá-lo em momentos de crise.
Obviamente, o super-herói ignorou o fato de que o público ali odiava os Lanternas Verdes e não queria ter a presença de qualquer um deles por ali novamente. No entanto, o item permaneceu intacto e intocável até o retorno de Hal e John à cidade no ano de 2026.
Quando os dois conversam sobre a situação do município e o item deixado por Gardner, o primeiro Lanterna caçoa da iniciativa por ela ser similar “àquele cara morcego de Gotham”. Ele se refere ao próprio Batman, o que confirma sua existência pelo DCU.
Ainda que a série tenha mais alguns episódios antes do desfecho, a declaração deixa muito claro que há uma conexão maior com Bruce Wayne e suas ações como vigilante. Ele pode não surgir em Lanternas, mas com certeza a DC Studios prepara sua chegada.
Quando o Batman pode aparecer?
É importante notar que existe toda uma construção ao redor do Universo DC nos cinemas. Os Bravos e Destemidos segue sem uma data prevista para estrear, contudo nada impede o Homem-Morcego de aparecer em algumas das obras já agendadas.
Dificilmente ele será visto na produção dos Lanternas Verdes, porém Superman: O Homem do Amanhã está “logo ali” em 2027. Basta a DC escolher um ator e revelá-lo no longa de algum modo — algo que não seria difícil de introduzir, já que os rumores já revelaram que a Mulher-Maravilha estará na trama.
Outra hipótese forte é em Cara-de-Barro, que chega aos cinemas ainda em 2026. O personagem é um vilão do Batman, o que justificaria ao menos a apresentação do astro que interpretará o super-herói ou uma conexão mais direta. Mesmo que não seja o foco, a DC Studios está livre para criar este laço.
A franquia Castlevania surgiu em 1986 e foi uma das grandes responsáveis por dar vida a todo um gênero no mundo dos games. Nesses 40 anos, sua trajetória foi repleta de oscilações, mas sempre existiu esperança para ver o ressurgimento de Drácula e o combate épico contra suas forças demoníacas.
Inicialmente uma obra 2D side-scroller, a fórmula de Castlevania expandiu para uma experiência única que redefiniu a forma como os fãs interagiam com este tipo de aventura. Ao lado de Metroid, ele foi um dos games mais revolucionários de toda uma geração — e deixou raízes para Hollow Knight e Ori brilharem hoje em dia.
Seja ao lado do clã Belmont, seja com Alucard ou outros heróis, as aventuras inspiraram milhares de desenvolvedores e fãs ao longo das décadas. Porém, você sabe o que a saga teve de passar até chegar em Castlevania: Belmont’s Curse, próximo grande capítulo que colocará você diante do maior vilão de todos os tempos?
Veja tudo o que precisa saber antes de começar a jogar Castlevania, independentemente de ser o novo ou de ir atrás dos antigos — disponíveis em coletâneas ou até separadamente em algumas das plataformas atuais.
O que Castlevania tem de bom?
Há sempre um tema comum entre as experiências da franquia: você vai explorar um local, repleto de segredos e quebra-cabeças para deter o avanço de demônios e monstros contra a humanidade. O Drácula e seu castelo são icônicos, mas há aventuras que expandem isso a outros vilões e figuras do cânone.
No gameplay, você seguirá um estilo 2D com a possibilidade de ir e voltar nos cenários. Tudo está interconectado, então você passará por ambientes várias vezes para abrir portas que não conseguia da última vez que passou ou impedir um chefão que surgiu de repente no local.
Enquanto explora, você ganha power-ups, às vezes novas formas e até o apoio de outros personagens. No emblemático Castlevania: Symphony of the Night (1997), por exemplo, Alucard vira morcego, lobo, névoa e mais para progredir. Já em Castlevania: Dawn of Sorrow (2005), você captura os monstros para usá-los de diversas formas.
Se está no controle dos membros da família Belmont, seus personagens utilizam o clássico chicote para vencer os desafios impostos por Drácula. Contudo, podem equipar outras armas — enquanto outras figuras possuem um arsenal mais amplo, que pode contar com magias, invocações e mais elementos para enriquecer a narrativa.
É importante notar que falamos aqui da estrutura clássica da franquia. Existiram iniciativas para levar tudo isso para outros gêneros, como ação, aventura, hack and slash, luta e mais, contudo poucas delas renderam um resultado positivo para a Konami.
Na prática, a fórmula para o sucesso é adotar o formato “clássico” que estará na metade do caminho correto. Não é à toa que o subgênero se chama Metroidvania — com a união do nome da saga com a franquia Metroid (produzida pela Nintendo), que também foi responsável por alavancar as suas estruturas.
A história de Castlevania é boa?
A narrativa de Castlevania geralmente é aclamada, mas o cânone passou por muitos altos e baixos (além de alguns soft reboots aqui e ali). Embora a complexidade do universo cresça a cada jogo, o conceito geral é simples e coloca os jogadores no meio da ação sem perder muito tempo.
O Drácula voltou, seu castelo ressurgiu em algum lugar nefasto e monstros destroem as aldeias ao seu redor. Seu trabalho é adentrar no território inimigo, detonar o antagonista e selar a construção por mais algum tempo — que pode ser décadas ou séculos, a depender do que foi predeterminado.
Se nunca viu nada sobre a franquia, saiba que existe um clã dedicado a caçar o vilão e seu exército: os Belmont. Por passarem por um treinamento intenso na infância e adolescência, eles se tornaram guerreiros natos e têm como principal missão defender a humanidade deste tipo de ameaça.
Enquanto alguns membros da família são heroicos e cheios de virtudes, outros são mais canastrões e carregam atitudes questionáveis. Isso torna cada história única e cheia de camadas, assim como traz interações únicas com Drácula — que viu mais deles do que desejaria em suas tentativas de dominar o mundo.
O vampiro tem sua própria trama: ele se apaixonou por uma humana que era apaixonada por ciências e queria entender a verdade do mundo. Vista como uma “bruxa”, ela foi queimada e gerou o ódio do personagem contra a humanidade. Para ele, os seres humanos são uma praga que deve ser exterminada.
Contudo, o vilão teve um filho com ela: Alucard, meio-humano e meio-vampiro. Ele carrega a paixão da mãe, além de ter os poderes do pai. Como sabe a ameaça que sua figura paterna representa, o rapaz o enfrenta em todas as oportunidades para defender uma parte de si mesmo que ainda tem fé em dias melhores.
Esses são alguns dos principais personagens da saga, mas cada trama apresenta uma particularidade. Em Castlevania: Belmont’s Curse, conheceremos Rose Belmont — filha de Trevor e Sypha, de Castlevania III: Dracula’s Curse (1989). Sua missão é curar uma maldição que surgiu nos membros de sua linhagem.
Os altos e baixos de Castlevania
Durante o período entre os anos 1980 e 1990, a saga se destacou pela sua qualidade, level design e batalhas contra chefões. A estrutura 2D estava impecável e mesmo entre as gerações NES ao PS1, ela alcançou um vasto público e toda uma legião de fãs.
Contudo, na era PS2 e Game Cube, a franquia esfriou por completo. As tentativas da Konami de transferir a ação e aventura para o formato tridimensional não foram populares e mudou muito do que já estava bem estabelecido entre os jogadores.
Na prática, foi um dos seus piores períodos. Nos portáteis, contudo, Castlevania continuava em alta. Com capítulos emblemáticos no Game Boy Advance e Nintendo DS, ao menos nos consoles de mão os fãs tinham as aventuras clássicas vivas.
Em 2010, a Konami decidiu criar a “experiência definitiva” no universo 3D com Lords of Shadows. Lançado no PS3, XBOX 360 e PCs, o título contava a história de origem de alguns personagens vitais da franquia enquanto adotava o gênero hack and slash.
Ainda que a primeira aventura tenha sido bem-recebida, a segunda — que chegou às mesmas plataformas em 2013 — não teve o mesmo tratamento. Após fortes críticas e muitas reclamações sobre a história, a Konami colocou a série em uma geladeira (com cadeado).
É seguro dizer que, em 13 anos, a produtora não quis mexer muito na saga do Drácula. Ele não desapareceu por completo, já que fazia participações em experiências como Super Smash Bros. Ultimate (2018), Dead Cells (2018) e V Rising (2022), contudo não havia qualquer sinal de capítulos inéditos.
Fora dos videogames, a situação era menos desesperadora. Entre peças teatrais e outras abordagens, o estúdio se aliou à Netflix para uma animação que seria transmitida pela plataforma de streaming.
Com uma estreia estrondosa, vimos três temporadas da história principal de Castlevania e ainda um spin-off chamado “Noturno”. Fica claro que ela abriu portas para outras, como as recentes adaptações de Devil May Cry e Tomb Raider.
A falta que Castlevania faz
Em 2026, a Konami decidiu tirar Drácula de seu repouso para voltar com uma aventura inédita. 13 anos após o último capítulo original, após passar por algumas coletâneas, Castlevania: Belmont’s Curse será lançado.
Com a chegada agendada para o dia 15 de outubro de 2026, a aventura promete trazer de volta os bons tempos de metroidvania para os fãs. Nada de outra tentativa em um cenário 3D ou outros gêneros, mas sim o “bom e velho” conflito como os fãs amam.
Para ser ainda melhor, o estúdio responsável por dar vida ao projeto é a Evil Empire — que produziu Dead Cells, um game que bebeu muito das fontes do vampiro e incluiu mecânicas roguelite. Como o antigo título recebeu uma colaboração com elementos de Symphony of the Night, eles já conheciam bem onde pisariam.
Não espere por algo com gráficos exuberantes e visuais que tirem todo o potencial da nova geração. Como os antigos, Castlevania: Belmont’s Curse adotará cenários e personagens pixelados. Ainda assim, verá mapas colossais, inimigos criativos e outras entradas de peso que são esperadas da franquia.
Por onde eu começo?
Caso queira explorar versões modernas, é recomendável aguardar pelo lançamento de outubro para dar seus primeiros passos. Contudo, há várias versões disponíveis nas plataformas atuais, pelas quais pode expandir seu conhecimento sobre as mecânicas.
Muitos começaram por Castlevania: Symphony of the Night — lançado originalmente no PS1, mas disponível hoje nos consoles PlayStation 4 e PS5. Super Castlevania IV, um dos melhores capítulos da série, pode ser encontrado na coletânea Anniversary Collection em todas as plataformas.
Já as versões portáteis podem ser encontradas na Advance Collection e Dominus Collection. Nestas, é recomendável dar uma chance para Castlevania: Aria of Sorrow e Castlevania: Order of Ecclesia — vistos como alguns dos melhores modernos.
É importante notar que os games para PS2 e o spin-off Lords of Shadows não estão disponíveis nos consoles atuais. Neste caso, o primeiro LoS pode facilmente ser achado disponível para emulação em plataformas como RPCS3.
O mundo dos games não é apenas diversão e entretenimento, mas também um cenário de traições e movimentos contra quem apoiou esta indústria por um longo período. Tanto os fãs quanto estúdios e produtoras passaram perrengues desse nível, o que mudou muita coisa para todos como “efeito borboleta”.
Sejam os consumidores que dão dinheiro ao mercado, seja grandes diretores que foram deixados para trás na condução de novas iniciativas, o mercado é implacável e desleal. O fato é que ninguém está seguro e qualquer piscar de olhos pode representar uma rasteira daquelas.
Pensando nisso, hoje nós listamos as 10 maiores traições do mundo dos games, com uma falta de lealdade que seria digna de uma série de drama por conta própria para cada uma.
10. O adeus da Bungie
Em 2007, no auge do sucesso do XBOX 360 e da franquia Halo, a Bungie decidiu dar as costas para a sua casa e se dedicar a projetos internos — em vez de investir em franquias que pertencem a outras companhias (no caso de Halo, a Microsoft).
Eles ainda trabalharam em Halo 3: ODST e Halo: Reach, mas depois disso partiram para uma aventura inédita. Em 2014, ela levou Destiny ao mundo. Após produzir uma sequência e diversas expansões, o estúdio foi adquirido pela Sony Interactive Entertainment, maior rival da XBOX na indústria dos jogos.
9. FromSoftware abre suas asas
Todos que jogaram os títulos da FromSoftware associam a desenvolvedora à Bandai Namco, pela sua parceria de longa data. Contudo, a Kadokawa — uma das suas donas — não quer mais ter essa dependência e clamou que o ideal seria “abrir as asas” e publicar os seus títulos por conta própria.
O estúdio ainda não virou as costas, porém adquiriu de volta a marca Elden Ring para diversos projetos multimidiáticos. Além disso, seu próximo projeto, The Duskbloods, conta com a Nintendo como produtora (cujo acordo prevê que a marca permaneça com a equipe de desenvolvedores).
8. XBOX traiu o movimento gamer
Após conquistar o planeta com o XBOX 360, a Microsoft tomou uma série de caminhos que interromperam a sua ascensão. Desde as polêmicas com o XBOX One aos aumentos expressivos do XBOX Game Pass, o que passou por lançamentos multiplataformas e até a campanha “Isso é um XBOX”, não restou muito para quem apoiava a marca desde o início.
Se “tudo” é um XBOX, você podia jogar seus principais games no PS5, em smartphones via cloud e de diversos outros modos. Na prática, quem gastou um dinheiro absurdo para comprar o hardware próprio da companhia, não teria vantagem alguma. Muitos fãs se sentiram traídos e não acreditam que ela voltará a “ser o que era”.
7. PlayStation se esqueceu das suas origens
Um dos principais motores que trouxeram o PlayStation à vida foi a mudança dos cartuchos para os discos, o que traria um formato completamente distinto para estúdios e ressignificaria o modelo de negócios longe da marca Nintendo.
Em 2026, esses ideais desapareceram por completo e a companhia decretou o fim da mídia física. A partir de 2028, eles não querem mais produzir uma versão em disco dos games e tentam criar diversas narrativas para manter sua decisão — mesmo que esteja em um conflito direto contra outros estúdios e os próprios fãs para atingir seu objetivo.
6. O nascimento da Activision
A Atari reinou absoluta no mundo dos games nos anos 1970 e abriu as portas para muitos desenvolvedores, porém, nunca os creditava em suas obras. Na prática, ninguém sabia quem produziu aquela experiência que marcou a sua vida e toda uma geração de fãs.
Um grupo decidiu bater o pé contra este sistema opressor e fundou a Activision — com o objetivo diferente de dar nome às pessoas que produzem games. Isso foi um ultraje tão grande para a Atari que ela foi brigar nos tribunais contra a ação conjunta, mas perdeu e teve de permitir que eles publicassem seus jogos no console Atari 2600.
5. Konami joga Kojima fora
Por décadas, Hideo Kojima representou o melhor que existia no mercado de games. A franquia Metal Gear Solid consolidou sua genialidade, o que manteve o diretor nos holofotes. O problema é que a Konami não se sentia satisfeita com essa dependência e começou a cortar o desenvolvedor de tudo.
De excluir seu nome dos créditos na capa dos games a impedi-lo de participar de premiações, a situação chegou ao extremo quando cancelaram o projeto que Kojima tocava ao lado do cineasta Guillermo Del Toro — que reviveria a franquia Silent Hill nos anos 2010. Por fim, ele saiu da produtora e abriu seu próprio estúdio.
4. A troca de Takashi Nishiyama
O caso de Takashi Nishiyama é bastante delicado, já que envolveu muitos “vai e voltas” em sua relação com a Capcom. Ele dirigiu o Street Fighter original, que todos conhecem como o predecessor do maior sucesso entre os games de luta dos anos 1990. Porém, ele decidiu trabalhar com a empresa rival, a SNK, sem olhar para trás.
O resultado disso é que SF2 foi produzido por Akira Nishitani e se tornou um emblemático sucesso — algo que o original apenas sonhava e não alcançou de forma alguma. Na SNK ele trabalhou em The King of Fighters, Fatal Fury e outras franquias famosas, mas voltou para a Capcom em 2008 com Street Fighter IV.
3. Square “ingrata”
A parceria entre a SquareSoft e a Nintendo era emblemática, com os títulos da franquia Final Fantasy e Dragon Quest lançados nas suas plataformas desde o NES. Você imagina o choque que foi descobrir que os próximos capítulos dessas franquias não chegariam ao Nintendo 64 e sim ao PlayStation?
Com uma abordagem de trazer custos menores, com os discos, a Sony Interactive Entertainment conquistou os executivos da produtora dos maiores JRPGs da história e esta não pensou duas vezes em deixar o passado para trás para percorrer um novo caminho. Ela só voltou a pensar na Nintendo novamente na era GameCube e Game Boy Advance, nos anos 2000.
2. Parceria Kojima & XBOX
Assim como o nome de Hideo Kojima era fortíssimo para a Konami, o mesmo pode ser dito para a PlayStation. Seus maiores games saíram na plataforma da Sony, inclusive o PS3 fez muito sucesso por anos por causa de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots — um dos maiores exclusivos do videogame antes de The Last of Us.
Ainda que a Sony estrele muitas das traições da lista, ela foi a maior traída de todas dentro do mercado de games. Sua ideia original não era lançar um PlayStation, mas trabalhar em conjunto com a Nintendo para produzir um console que reproduzisse os games em discos.
Como pode ver, várias das traições trouxeram algo que definiu esta indústria de algum modo — o PlayStation e a Activision nasceram disso, assim como a Kojima Productions e franquias que fizeram sucesso — o caso de Destiny 2, por exemplo, ilustra isso muito bem.
Atualmente, o que está por trás do divórcio entre PlayStation e Hideo Kojima pode apresentar um novo capítulo para essa história. Porém, a falta de lealdade (seja de um lado ou dos dois) talvez volte a se repetir no mercado para trazer ainda mais mudanças gerais. Entre as que já conhecemos e fizeram história, podemos ver:
A franquia The Legend of Zelda serviu, por muitos anos, como um patamar a ser alcançado. Seus jogos revolucionaram mecânicas, abriram os olhos dos jogadores para novas possibilidades e criaram uma verdadeira lenda — dentro e fora dos próprios games.
Todos esses games são especiais de formas distintas para os fãs, o que ajuda a complementar a importância e impacto cultural que causaram em seus lançamentos. Ainda assim, alguns fizeram mais pelo mercado do que apenas tocar o coração do público.
Determinadas obras mudaram em definitivo como algumas experiências se comportariam e, mesmo que indiretamente, redefiniram o rumo de como outros estúdios trariam as suas aventuras.
Veja 6 jogos da franquia The Legend of Zelda que revolucionaram os games, com novidades que extrapolaram a tecnologia e criatividade para atingir em cheio a comunidade.
6. The Legend of Zelda: Majora’s Mask
Há quem ame e quem odeie The Legend of Zelda: Majora’s Mask (2000), mas o lançamento para o Nintendo 64 trouxe um peso enorme em várias frentes. Uma delas é em relação aos NPCs, que finalmente ganharam “vida” em um jogo eletrônico.
Diferentemente de outros títulos, nos quais um personagem ficava “parado” na espera por interação ou apenas reagia, aqui era visto pela primeira vez uma rotina para cada um — baseada nos diferentes horários e ações que você executa.
5. The Legend of Zelda: A Link Between Worlds
Nem sempre uma revolução impacta diretamente o público, mas algumas delas atingem de modos distintos. Em The Legend of Zelda: A Link Between Worlds (2013) uma delas pode ser vista, como a transição perfeita de ambientes tridimensionais para 2D e vice-versa.
A técnica de fazer Link entrar como uma arte nas paredes chamava a atenção não apenas pelas formas de se jogar, mas por vir em conjunto com quebra-cabeças inteligentes e que ressaltavam a importância do recurso. Tanto que o único que conseguiu replicar essa mecânica com perfeição, até hoje, foi o independente O Escudeiro Valente (2024).
4. The Legend of Zelda: Skyward Sword
É preciso ter muita coragem para reverter padrões básicos e foi exatamente isso que a Nintendo trouxe com The Legend of Zelda: Skyward Sword (2011). Mesmo que a execução seja passível de críticas, levar a movimentação de Link para os controles por movimento foi o mais perto que chegamos de “ser” o herói.
A companhia aproveitou o poder do Wii para fazer com que os jogadores levantassem escudo, atacassem com a Master Sword e avançassem na trama que deu origem a toda a saga. O game foi remasterizado para o Switch, o que ainda rendeu uma sobrevida à experiência nos dias atuais.
3. The Legend of Zelda
O primeiro The Legend of Zelda (1986) não se esquece, não é? O conceito de aventura contínua (sem transições entre chefões e com a presença de cenários conectados) surgiu daqui, com uma das maiores aventuras já produzidas na geração 8-bit.
Ainda que datada, a jornada marcou toda uma geração e garantiu a Link uma verdadeira saga que completou mais de 40 anos. Se temos títulos de mundo aberto e mapas amplos hoje em dia, foi ele que começou tudo isso no Nintendinho.
2. The Legend of Zelda: Breath of the Wild
Por falar em mundo aberto, nenhum jogo com essa abordagem foi o mesmo após a chegada de The Legend of Zelda: Breath of the Wild (2017). Lançada no Switch e Wii U, a obra da Nintendo entendeu como fazer uma construção memorável e aplicou diversos conceitos que o tornaram um dos maiores da década.
Temperatura, clima, controle por movimento, templos escondidos pelo mapa, um ambiente vivo e cheio de coisas para se ver e fazer, o game revolucionou por completo a indústria e ganhou vários clones ao longo dos últimos anos — como Genshin Impact (2020) e Immortals Fenyx Rising (2020).
1. The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Considerado um dos maiores jogos de todos os tempos, The Legend of Zelda: Ocarina of Time (1998) revolucionou como cada game de aventura tridimensional se comportaria por gerações. Ele não é o mais bem avaliado de toda a indústria à toa.
A trava de mira, um botão de ação adaptável a diversas situações e o ciclo de dia e noite enriqueceram ainda mais o que já era excelente no passado e trouxe a jornada mais impactante do Herói do Tempo. Tudo isso é usado até os dias atuais, para se ter uma ideia do quanto influenciou neste mercado.
O impacto de Link e Zelda
Ainda que muitas histórias estejam no meio e sejam as favoritas de uma legião de fãs, como Tears of the Kingdom, Wind Waker e até The Minish Cap, é importante notar que cada uma delas trouxe algo de novo que enriqueceu o mundo dos videogames. Na prática, não há jogo “descartável” dentro da série.
Uma HQ, animação ou filme dos X-Men que se preze conta com um elenco de personagens emblemáticos para dar vida às histórias que marcaram gerações e se conectam a todos os tipos de fãs. Sem alguns deles, é como se a trama não tivesse “vida própria”.
Ainda que, em algumas das narrativas, essas figuras não estejam presentes (por conta de falecimento, missões externas ou deserção do grupo central), elas movimentam as motivações principais dos demais ou impactaram determinados eventos — mesmo sem estarem em torno do time.
Com a chegada dos mutantes ao Universo Cinematográfico Marvel (MCU), é esperado que muitos deles apareçam novamente nos cinemas. Afinal de contas, sem alguns destes, a trama pode não ser tão enriquecedora ou ter um desfecho digno das histórias em quadrinhos originais.
Conheça quem são os 10 personagens mais importantes dos X-Men e como a presença deles é relevante em qualquer cenário em que os Filhos do Átomo estejam envolvidos.
10. Gambit
O ex-criminoso Remy LeBeau, também conhecido como Gambit, pode explodir qualquer objeto que tocar. Por serem fáceis de carregar e disparar, ele leva consigo um baralho para disparar as cartas explosivas em seus inimigos — assim como um bastão, que é usado para lutar e realizar acrobacias em confrontos.
Diferentemente da formação original dos X-Men, ele mostra todo o processo de redenção que um mutante tem de encarar para ser aceito. Ele não contava com apoio desde sua juventude e isso o levou para o mundo do crime, algo do qual se arrepende e luta para que não volte a se repetir. Além disso, seu charme e sotaque francês trazem um tempero a mais nas interações.
9. Kitty Pryde
Com o poder de ficar intangível, Kitty Pryde atravessa paredes e quaisquer superfícies que encontra. A jovem inicia suas aventuras como aliada de Emma Frost e tem coragem para se livrar da vilã e ajudar os super-heróis a salvarem o dia — o que a ajudou a se tornar um dos membros mais jovens da equipe.
Como muitos dos membros carregam uma grande responsabilidade, ela chega como um respiro para todo o time — com suas ideias e ações divertidas. Ela já teve um período sombrio como Lince Negra, porém usou isso para crescer e se transformar em uma das maiores heroínas que os X-Men tiveram.
8. Fera
Enquanto uma parte dos mutantes não apresenta mudanças corporais significativas, o Dr. Henry McCoy mostra que nem sempre o “benefício” chega para todos. O Fera contava, inicialmente, com uma estrutura muscular única que o permitia fazer diversas acrobacias e lutar ao lado dos demais membros do time. Contudo, sua mutação evoluiu e transformou seu corpo por completo.
Enquanto mantém sua genialidade e todos os estudos que ajudam o Instituto Charles Xavier a avançar, ele passa por dificuldades por se parecer com um monstro. Ainda assim, na maior parte das histórias, ele mantém seu coração bondoso e traz uma visão única sobre aparência e como enxergamos uns aos outros.
7. Vampira
Com uma jornada cheia de altos e baixos, Anne Marie possui o poder de absorver memórias e habilidades de todos que toca. Chamada de Vampira, ela se tornou um dos membros mais importantes dos X-Men por mostrar o quanto uma pessoa pode ter múltiplas facetas e continuar a atuar pelo bem comum.
Ela já teve a sua cota como vilã, anti-heroína, super-heroína, criou par romântico, se sacrificou e escolheu um caminho “mais fácil” por vezes demais, o que faz dela uma das personagens mais humanas de toda a obra.
6. Wolverine
O passado complexo de Logan, sua ferocidade e ser o “melhor naquilo que faz” tornou o Wolverine um grande apoio para os X-Men, assim como a arma perfeita para se ter ao lado contra qualquer adversidade. Além do exoesqueleto de adamantium, ele possui um fator de cura avançado que o torna imbatível.
Além de tudo o que representa, o personagem também mostra como pode ser a crueldade humana — já que sofreu com diversos testes, tais quais Deadpool, Dentes-de-Sabre e outros, para ser o “soldado perfeito” para ser usado contra qualquer ameaça. Sua popularidade também garante que ele sempre tenha participação ou interação em eventos.
5. Tempestade
Ororo Munroe nasceu no Egito e viajou pela África — onde ficou conhecida como uma deusa, por suas habilidades de controlar o clima. Isso chamou a atenção de Charles Xavier, que a batizou de Tempestade e a convenceu a ajudar o mundo com os seus poderes especiais.
Assim como uma grande líder, ela tem uma sabedoria própria que é indispensável para o grupo. Além disso, sempre é bom ter ao seu lado quem invoca raios, traz furacões e cria uma verdadeira catástrofe com sua vontade, não é? Para completar, ela serve como conexão a Wakanda pelo seu relacionamento com o Pantera Negra.
4. Ciclope
Na maior parte das vezes que Charles Xavier teve de se ausentar, é Scott Summers quem assumiu a liderança dos X-Men e guiou a equipe para a vitória. Mesmo que o poder de Ciclope seja de disparar rajadas ópticas, sua capacidade estratégica sempre o coloca em destaque para salvar o dia.
Como um dos membros fundadores, é essencial que ele sempre esteja presente nas principais histórias. Podem ocorrer eventualidades ou fatalidades, porém a sua trama sempre volta a se conectar aos demais mutantes — o que o faz voltar ao seu lar em todas as oportunidades.
3. Jean Grey
Não é à toa que Jean Grey foi a primeira mutante dos novos X-Men apresentada no MCU, já que sua complexidade a coloca na frente da maior parte das histórias. Com telecinese e leitura de mentes, ela sempre foi muito poderosa por conta própria e determinou várias das vitórias do grupo.
No entanto, ser um dos membros do time clássico e o par romântico do Ciclope não chegam ao patamar de sua existência como Fênix — uma entidade cósmica que carrega o poder de criar e destruir o que desejar, conhecida por ser uma das maiores fontes de poder de todo Universo Marvel. O surgimento disso se tornou um dos arcos mais emblemáticos dos X-Men.
2. Magneto
Ainda que o vilão Magneto não seja um membro constante entre os Filhos do Átomo, sua presença é imprescindível em suas histórias. O ideal que o motivou, assim como a Charles Xavier, gerou a iniciativa do tipo que deu origem ao grupo, além das suas ideias diferentes que o posicionaram contra os humanos.
Por ter presenciado o holocausto e muitas das atrocidades da sociedade, ele acredita fielmente que o tempo dos Homo sapiens chegou ao fim e chegou o momento em que os mutantes os substituirão. Isso o coloca em rota de conflito direto com os X-Men em várias vezes, mas ele os respeita e sabe o valor que têm.
1. Charles Xavier
Se por um lado Magneto quer ver a substituição da humanidade, seu melhor amigo Charles Xavier defende uma coexistência pacífica entre as duas espécies. Em prol disso, fundou o instituto em seu nome e comanda os X-Men em missões para atingir este objetivo.
Não existe a equipe sem o careca, bem como é o seu sonho que motiva vários jovens a aceitarem suas mentorias e se unirem à luta contra o mal. Por mais que ele tenha ações questionáveis e suma aqui e ali, é indispensável que uma HQ do grupo não conte com ele ou com as consequências de algo que ele trouxe.
Os personagens dos X-Men
Vale notar que as narrativas dos mutantes contam com inúmeros vilões que são muito importantes, como é o caso do Apocalipse, Sr. Sinistro, Mística e Bolivar Trask, contudo é importante notar que isso sempre pode ser alternado para contar outras histórias com estes grandes heróis (e anti-heróis) de fundo.
Embora muitos deles já estejam confirmados no MCU, outros ainda faltam aparecer na próxima produção e enriqueceriam ainda mais a obra. Veja quem é quem no novo filme dos X-Men. Conheça os atores que interpretarão alguns deles:
Jogos de super-heróis, como Marvel’s Spider-Man, Batman Arkham City e até Guardiões da Galáxia, se destacam por apresentar suas figuras um patamar acima do que os fãs esperavam, com uma qualidade ímpar e que capta o espírito das obras originais.
Contudo, seja um game bom ou dos péssimos (sim, Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça, estamos olhando para você), os jogos de super-heróis nunca estão imunes a repetir padrões que já saturaram a indústria. Esses clichês são remontados todas as vezes possíveis, mas alguém ainda os aguenta?
Pensando nisso, hoje o Canaltech lista os 8 clichês que todo jogo de super-herói tem e o jogador já se cansou de ver.Talvez o seu favorito não carregue todos, mas sem exceções é uma certeza de que trouxe ao menos dois ou três desta lista. Confira:
8. O vilão surpresa
Quando inicia o jogo como um super-herói, contra uma ameaça clara e bem direta que sabe onde vai parar. Contudo, no meio da experiência, este vilão é derrotado e algo maior surge de “surpresa” para entregar um embate ainda mais épico.
Isso ocorre direto nesta categoria, ao ponto de você sempre saber que há algo construído por trás que tomará o palco principal em algum momento. Às vezes o jogador já sabe nas primeiras horas, o que torna a experiência restante em uma tortura.
7. A base que funciona como “hub operacional”
Nem todos são como o Batman, que possui sua batcaverna, mas não é difícil ver os grandes heróis terem um local para fazer seus upgrades, trocar skins e servir como ponto de relaxamento para os diálogos que avançam a profundidade dos membros da sua equipe.
Até pode seguir uma aventura de mundo aberto ou até uma linear, em algum momento tenha a certeza de que o personagem principal sossegará em algum canto para estas funções serem disponibilizadas. Sem isso, alguns soam até “incompletos”.
6. Os Quick Time Events
Não adianta nada um jogo de super-herói que cria sequências complexas de movimentos, inventa combos incríveis e cenas que brilham aos olhos quando o momento decisivo é resolvido por um simples Quick Time Event.
Se o termo não te remete a nada, é aquela cena que pede para mover (geralmente, de surpresa) o direcional para alguma posição específica, apertar dois botões, segurar outro e coisas do tipo em sequências cinematográficas.
5. Cena da identidade secreta
A máscara do super-herói nunca sustenta uma aventura completa e muitos destes games se sentem obrigados a mostrar como eles são no cotidiano. Não é raro ver Peter Parker, Logan, Bruce Wayne e outros em situações comuns para gerar uma identificação maior dos fãs.
Em determinadas experiências, os produtores vão além e colocam você para fazer até atividades com o personagem neste estado — como o famigerado trecho da bicicleta em Marvel’s Spider-Man 2. Pode soar uma ideia interessante, mas ela caminha em uma linha tênue entre o genial e o futuro meme.
4. Mudanças de skins em momentos decisivos
Além da identidade secreta, os jogadores conseguem contar quantas vezes em um jogo de super-herói no qual presenciaram um novo traje justamente quando o protagonista da aventura enfrentará a sua batalha final? Não foi apenas uma, isso eu tenho certeza.
Em cenas emblemáticas, para trazer um impacto maior, o próprio game insere uma skin belíssima para encarar o desafio definitivo da experiência. Isso significa que, se não gostou das comuns, pode respirar tranquilamente que na hora que for preciso o título vai te dar uma melhor para as sequências que realmente importam.
3. Sequências de perseguição
Um jogo de super-herói que se preze tem como obrigação trazer uma cena na qual o personagem principal perseguirá um grande vilão pela cidade ou por cenários abertos. Ninguém sabe onde isso foi determinado, mas certos estúdios tratam isso como uma regra absoluta para o gênero.
Isso envolve ainda outros clichês, como objetos que são jogados para atrapalhar seu caminho, mudanças repentinas de rota e tentativas infrutíferas do herói no momento em que está prestes a alcançar seu objetivo. Sim, há clichês dentro dos próprios clichês, para ter uma ideia de como isso tudo funciona.
2. Participações especiais
Sabe aquela cena na qual o super-herói cai em combate ou tudo está prestes a ruir, apenas para surgir outra figura que te ajuda a salvar o dia e vira o seu aliado instantâneo? Pois é, acontece mais vezes do que deveria, mas já foi padronizado dentro dos games — tanto que deixou de ser uma surpresa e já são mostrados antes.
Jean Grey em Marvel’s Wolverine, Mulher-Gato e membros da Batfamília nos títulos da série Batman Arkham, Adam Warlock em Guardiões da Galáxia e muitos outros que te oferecem um verdadeiro fanservice e uma ideia de universo compartilhado.
1. O sistema de combate de Batman Arkham
Introduzido em Batman Arkham Asylum, temos hoje um sistema que foi criado para essa categoria e é usado de forma tão insistente que é até estranho ver outro gameplay. Falo da luta corporal, com finalizadores após combos e um sinal toda vez que seu personagem é ameaçado — com o botão de contra-ataque.
Já se tornou extremamente batido, mas quase todos os games de super-heróis fazem uso dele e não possuem vergonha alguma em admitir isso. De 2009 a 2026, já são 17 anos que esse sistema não vê uma atualização, melhoria significativa e até uma revolução.
Padrão cansativo em jogos de super-heróis
Por serem elementos usados repetidas vezes ao longo dos anos, muitas aventuras dos grandes heróis já chegam “datadas”. Não adianta os estúdios trazerem gráficos modernos, quando o próprio sistema não traz nenhuma novidade que vá além desta padronização.