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Google Tradutor agora traduz conversas por voz sem internet, mas tem uma pegadinha

O Google Tradutor começou a liberar tradução de conversas por voz em tempo real mesmo sem conexão com a internet. A novidade amplia o modo "Tradução instantânea", que já servia como intérprete entre duas pessoas, e pode ser útil em viagens, aeroportos ou locais com sinal ruim.

Até agora, o Google Tradutor já permitia baixar idiomas para traduzir textos e imagens offline. A diferença é que as conversas ao vivo ainda dependiam de internet para funcionar.

Como funciona a tradução por voz sem internet?

O usuário precisa baixar previamente os idiomas compatíveis no celular. Depois disso, basta abrir o Google Tradutor e acessar a opção Tradução instantânea.

No modo "Conversa", duas pessoas podem falar alternadamente e o aplicativo reproduz a tradução em voz alta. O microfone também consegue identificar automaticamente a mudança de idioma durante a conversa.

Há ainda um modo frente a frente, que divide a tela para que cada pessoa acompanhe a transcrição e a tradução no próprio lado do aparelho.

A novidade passa a permitir que esse processo continue funcionando sem internet, desde que os pacotes de idiomas tenham sido baixados antes.

Google Tradutor 1

Quais idiomas funcionam offline?

Neste primeiro momento, a tradução instantânea offline funciona entre inglês e os seguintes idiomas:

  • português;

  • espanhol;

  • francês;

  • alemão;

  • italiano;

  • hindi;

  • indonésio;

  • japonês;

  • russo;

  • sueco.

Isso significa que a combinação precisa envolver inglês. Não é possível, por exemplo, fazer uma tradução instantânea offline diretamente de português para japonês.

A pegadinha está nos celulares compatíveis

A limitação mais importante está na disponibilidade. Segundo a documentação oficial do Google, a tradução instantânea offline está disponível atualmente apenas para Pixel 9, Pixel 10 e Pixel 11.

Ou seja, a novidade não chegou de forma geral ao Google Tradutor em qualquer celular Android. Mesmo aparelhos mais antigos da própria linha Pixel e modelos de outras fabricantes ficam de fora por enquanto.

No iPhone, o Google continua permitindo baixar idiomas para traduções offline de texto e câmera, mas a documentação não confirma o novo modo de conversação por voz offline para iOS.

O Google não informou se pretende ampliar o recurso para mais aparelhos.

Confira no Canaltech como usar o Google Tradutor para aprender inglês.

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Filhos bagunçaram seu Spotify? Novo recurso corrige recomendações e Retrospectiva

O Spotify começou a liberar uma opção que permite excluir músicas infantis e para a família do perfil de preferências do usuário. Com isso, faixas tocadas para filhos ou outras crianças deixam de influenciar recomendações como Descobertas da Semana, Daily Mix e a Retrospectiva, mesmo que continuem sendo reproduzidas normalmente na conta.

A novidade começou a ser disponibilizada globalmente nesta terça-feira (15) para usuários Free e Premium. O recurso funciona de forma retroativa, portanto músicas infantis já ouvidas também podem deixar de contar para indicadores da Retrospectiva 2026, como artista ou faixa mais escutados.

Como tirar músicas infantis das recomendações

A configuração fica dentro do próprio aplicativo do Spotify. Para ativá-la:

  1. Vá em "Configurações e privacidade"
  2. Toque em "Conteúdo e tela"
  3. Em "Incluir músicas infantis e para a família no perfil de preferências", desative a opção.

O Spotify informa que a mudança pode levar até 48 horas para aparecer nas recomendações personalizadas.

A alteração não bloqueia músicas infantis. O usuário continua podendo procurar, reproduzir e montar playlists com esse tipo de conteúdo normalmente.

O que muda é a forma como essas reproduções entram no chamado perfil de preferências, conjunto de sinais que o Spotify usa para entender os gostos de cada usuário e montar recomendações personalizadas.

Isso inclui músicas de filmes de animação, temas de programas infantis, cantigas e outros conteúdos voltados para crianças. A ideia é evitar que esse consumo ocasional passe a dominar playlists e sugestões feitas para o responsável.

spotify capa

Recurso também muda a Retrospectiva do Spotify

A principal diferença para quem se importa com a Retrospectiva é que a configuração vale também para o histórico deste ano.

Depois de desligar a opção, as músicas infantis já reproduzidas podem ser retiradas dos dados usados para definir, por exemplo, música e artista mais ouvidos na Retrospectiva 2026.

O Spotify já permitia excluir conteúdos específicos do perfil de preferências. Em 2023, a empresa começou a permitir que playlists fossem ignoradas pelo algoritmo e, em 2025, ampliou a função para faixas individuais.

A empresa também oferece contas monitoradas para crianças, que mantêm o histórico do jovem separado do perfil dos responsáveis. Mesmo assim, o novo controle cobre outra situação comum: quando o adulto toca músicas infantis diretamente na própria conta, como durante uma viagem de carro ou em casa.

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Apple libera combo do iCloud+ com Apple TV e Arcade grátis em mais de 100 países

A Apple começou a incluir Apple TV e Apple Arcade sem custo adicional nas assinaturas do iCloud+ em mais de 100 países e regiões. A novidade transforma até o plano mais barato do serviço de armazenamento em nuvem em um pacote com streaming de filmes, séries e jogos.

Segundo a Apple, a mudança será implementada gradualmente até o fim de setembro. Entre os mercados contemplados estão Índia, Arábia Saudita, Singapura, Turquia e Emirados Árabes Unidos. O Brasil, por enquanto, não aparece na lista.

Na prática, basta ter uma assinatura elegível do iCloud+ para receber os outros dois serviços. De acordo com o 9to5Mac, até o plano de 50 GB, o mais básico, já dá acesso ao Apple TV e ao Apple Arcade nos países participantes.

O iCloud+ continua oferecendo armazenamento adicional para fotos, arquivos e backups, além de recursos extras de privacidade. A assinatura também pode ser compartilhada com até cinco outras pessoas por meio do Compartilhamento Familiar, de acordo com a Apple.

Apple TV

Brasil ainda está fora do novo iCloud+

Apesar da grande quantidade de mercados incluídos, a Apple ainda não anunciou a chegada do pacote ao Brasil. Os três serviços envolvidos já estão disponíveis separadamente no país, mas o iCloud+ brasileiro não passou a oferecer Apple TV e Apple Arcade como benefícios da assinatura.

Isso significa que usuários brasileiros continuam dependendo de assinaturas separadas ou do Apple One para reunir serviços da empresa em um único pacote.

A Apple afirma que o novo iCloud+ chegará a mais de 100 países e regiões até o fim de setembro, mas a lista divulgada até agora não inclui o mercado brasileiro. Portanto, a expansão para o Brasil ainda é uma possibilidade, mas não há confirmação ou prazo divulgado pela companhia.

A iniciativa também aumenta consideravelmente a presença do Apple TV pelo mundo. Com a expansão, o serviço de streaming chega a 59 novos países e passa a estar disponível em 170 mercados.

Em alguns países, a Apple também adicionou ao iCloud+ o Apple Music Select, modalidade mais limitada do serviço de música que oferece algumas estações de rádio sem anúncios. Assinantes elegíveis podem migrar posteriormente para o Apple Music completo com preço reduzido.

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Nova Alexa compara produtos e preços para você fazer a melhor compra

A Amazon começou a testar no Brasil uma nova versão da Alexa voltada especificamente para compras. Disponível dentro do aplicativo Amazon Shopping e no site da varejista, a “Alexa para Compras” usa inteligência artificial para pesquisar produtos, comparar preços e características, mostrar ofertas e recomendar opções a partir de perguntas em linguagem natural.

A ferramenta ainda está em fase beta e não aparece para todos os usuários brasileiros. Segundo a Amazon, o acesso está sendo liberado gradualmente para clientes selecionados que estejam conectados à própria conta.

A ferramenta é uma evolução do Rufus, assistente de compras com IA que a Amazon começou a testar nos Estados Unidos em 2024 e incorporou à experiência da Alexa para Compras em 2026.

Como funciona a Alexa para Compras?

No aplicativo da Amazon, a ferramenta aparece como uma aba própria chamada “Alexa” na barra inferior. Ao abrir a seção, o usuário encontra sugestões como rastrear pedidos, buscar ofertas e comparar produtos, além de um campo para fazer perguntas sobre compras.

A proposta é funcionar como uma espécie de agente de compras. Em vez de pesquisar por um item específico e abrir várias páginas, o usuário pode explicar o que procura ou pedir ajuda para comparar alternativas.

A Amazon cita como exemplo alguém interessado em uma air fryer, mas sem saber quais características avaliar. Nesse caso, a Alexa pode explicar critérios como capacidade, potência e facilidade de limpeza e sugerir produtos relacionados.

As respostas também podem vir estruturadas em tabelas comparativas. Em uma consulta sobre panelas de ferro fundido e cerâmica, por exemplo, a assistente organiza diferenças por peso, retenção de calor, distribuição de calor, antiaderência e compatibilidade.

Em outro exemplo, a Alexa lista ofertas de livros com preço, desconto, avaliação e informações de entrega. A própria interface recomenda conferir a página do produto para validar preços à vista, cupons e outros descontos adicionais.

alexa para compras prints

IA também pode errar

A Amazon deixa uma ressalva clara dentro da própria ferramenta. Na tela inicial, a Alexa informa que suas respostas são geradas por inteligência artificial e que “nem sempre” estarão corretas.

As respostas usam informações do catálogo da Amazon e avaliações publicadas por compradores. Nos Estados Unidos, a ferramenta também ganhou recursos como histórico de preços, alertas de queda de valor e compras automáticas quando um item chega ao preço definido pelo usuário.

Essas funções mais avançadas não foram confirmadas para a versão beta brasileira. No Brasil, a Amazon cita neste primeiro momento pesquisa, recomendações, comparação de produtos, ofertas e assistência durante a compra.

Ainda não está disponível para todos

A Amazon ainda não informou quando a Alexa para Compras será liberada para todos os usuários no Brasil.

Quem já recebeu a função pode encontrá-la no aplicativo Amazon Shopping e, em alguns casos, no site da varejista. Como o lançamento é gradual, usuários com a mesma versão do aplicativo podem ter experiências diferentes.

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Carteira digital é segura? Como funciona a proteção no Apple Pay e Google Wallet

Apple Pay e Carteira do Google adicionam camadas de segurança que podem reduzir alguns riscos presentes no uso do cartão físico. Entre elas estão tokenização, criptografia e autenticação pelo celular, que ajudam a evitar a exposição do número real do cartão durante pagamentos compatíveis.

Isso não significa que carteiras digitais sejam imunes a golpes ou automaticamente mais seguras em qualquer situação. Cartões físicos modernos também contam com chip, criptogramas e outros mecanismos de proteção, enquanto celulares continuam sujeitos a roubo de credenciais, phishing e engenharia social.

Abaixo, confira por que usar o cartão digital pode ser mais seguro.

Seu número real do cartão não vai para a loja

Uma das principais proteções das carteiras digitais é a tokenização. Em vez de transmitir diretamente o número principal da conta, o sistema utiliza uma credencial digital criada para representar aquele cartão.

A EMVCo, organização responsável por padrões utilizados pela indústria de pagamentos, explica que esses tokens podem ter restrições de uso vinculadas a fatores como dispositivo e canal de pagamento. Isso reduz a utilidade da credencial caso ela seja obtida fora do contexto para o qual foi criada.

No Apple Pay, o banco ou a bandeira cria um ‘Número de Conta do Dispositivo’, armazenado em um chip de segurança isolado do restante do iPhone, chamado Secure Element. A Apple afirma que não guarda os números completos dos cartões cadastrados no Apple Pay.

A Carteira do Google também pode utilizar números de cartão virtual em cartões compatíveis, evitando que o número físico seja compartilhado diretamente com o estabelecimento.

Como o Apple Pay protege os pagamentos?

No iPhone, os pagamentos normalmente precisam ser autorizados com Face ID, Touch ID ou código de acesso.

Depois da autenticação, o Secure Element fornece as informações necessárias para concluir a operação. Esse componente funciona de forma separada do restante do sistema e é utilizado para armazenar credenciais sensíveis.

Durante pagamentos por aproximação, o iPhone também gera informações específicas para aquela transação. Assim, a maquininha não recebe simplesmente os dados impressos no cartão físico.

Isso adiciona uma barreira importante em caso de perda ou roubo. Mesmo com o telefone em mãos, outra pessoa normalmente precisa passar pela autenticação configurada no dispositivo para fazer pagamentos.

Carteira do Google Wallet

Como funciona a segurança da Carteira do Google?

No Android, a Carteira do Google exige que o aparelho tenha um bloqueio de tela compatível para realizar pagamentos.

A confirmação de identidade pode ser feita com PIN, padrão, senha ou biometria considerada segura pelo sistema. Para biometria, o Google exige métodos classificados como classe 3, categoria destinada às opções consideradas mais robustas.

A autenticação, porém, não precisa ser repetida necessariamente em todas as compras. Depois que o usuário confirma a identidade, o Google pode manter essa validação ativa por alguns minutos.

Há ainda exceções relacionadas a transporte público. Em sistemas compatíveis, o usuário pode configurar pagamentos de transporte sem exigir nova confirmação a cada passagem.

Assim como no Apple Pay, cartões compatíveis podem utilizar credenciais virtuais no lugar do número original durante a transação.

E se roubarem o celular?

Tanto Apple quanto Google oferecem mecanismos para bloquear remotamente aparelhos perdidos ou roubados.

No iPhone, ativar o Modo Perdido pelo Buscar bloqueia o dispositivo e suspende cartões e tíquetes utilizados com Apple Pay. Também é possível remover os cartões vinculados ou apagar remotamente o conteúdo do aparelho.

No Android, o Localizador permite marcar o dispositivo como perdido, bloqueá-lo ou apagar os dados remotamente. A redefinição apaga permanentemente as informações armazenadas no aparelho.

Esses mecanismos não substituem os cuidados do usuário. Um código de desbloqueio fraco, uma conta comprometida ou um golpe de phishing ainda podem abrir outras portas para criminosos.

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WhatsApp testa suporte a até três contas no mesmo iPhone

O WhatsApp começou a desenvolver suporte para até três contas diferentes no mesmo iPhone. A novidade amplia o recurso de múltiplas contas, que atualmente permite manter dois números no aplicativo, e pode facilitar a vida de quem separa conversas pessoais, profissionais e de outros usos.

A mudança foi identificada pelo WABetaInfo na versão beta 26.37.10.15 do WhatsApp para iOS. O recurso ainda está em desenvolvimento e não está disponível nem mesmo para testadores beta neste momento.

Como deve funcionar

O funcionamento deve ser praticamente o mesmo já usado para duas contas no iPhone. Cada perfil continuará funcionando de forma independente, com seu próprio histórico de conversas, notificações, configurações de privacidade, backup e arquivos de mídia. O bloqueio do aplicativo também poderá ser configurado separadamente para cada conta.

Na prática, o usuário poderá abrir as configurações do WhatsApp e acessar a lista de contas cadastradas. Mesmo depois de adicionar dois números, aparecerá a opção “Adicionar conta” para incluir um terceiro.

Também será possível trocar entre os perfis diretamente pelo seletor de contas. A interface mostra o nome, a foto e o número de telefone de cada perfil, enquanto um marcador indica qual conta está ativa naquele momento.

O WhatsApp também pretende identificar nas notificações a qual conta cada mensagem pertence, algo importante para quem mantém vários números no mesmo celular.

WhatsApp já permite duas contas no iPhone

O suporte a múltiplas contas começou a ser distribuído para usuários do iPhone em 2026. Atualmente, é possível manter dois números diferentes dentro do mesmo aplicativo, sem precisar sair de uma conta para entrar em outra.

Antes disso, quem precisava manter dois perfis costumava recorrer ao WhatsApp Business ou a um segundo celular. A expansão para três contas reduz ainda mais essa necessidade.

O WABetaInfo ressalta que o limite de três pode não ser definitivo. A estrutura encontrada no aplicativo indica que o WhatsApp poderia ampliar novamente essa quantidade no futuro, embora não exista confirmação sobre isso.

iphones linha 17

E o recurso do iOS 27 para usar o mesmo número em dois iPhones?

A novidade também chega em um momento em que a Apple amplia as opções para quem usa mais de um celular.

O iPhone Handoff, anunciado no iOS 27, permite associar o mesmo número de telefone a dois iPhones compatíveis e alternar a linha entre eles, desde que a operadora ofereça suporte. A função estreia inicialmente com T-Mobile, nos Estados Unidos, e Telekom, na Alemanha.

Os dois recursos resolvem situações diferentes. No WhatsApp, a novidade em desenvolvimento permite colocar até três números e contas distintas dentro de um único iPhone. Já o iPhone Handoff trata da linha telefônica e permite utilizar um mesmo número em dois iPhones.

O WhatsApp também já possui seu próprio sistema de dispositivos vinculados, que permite acessar a mesma conta em aparelhos adicionais. Portanto, o funcionamento do mensageiro não depende do iPhone Handoff para manter uma conta disponível em mais de um dispositivo.

Quando chega?

Ainda não existe previsão. O suporte a três contas foi encontrado no WhatsApp beta para iOS, mas continua marcado como em desenvolvimento. Isso significa que a Meta ainda pode modificar o funcionamento antes de iniciar os testes públicos.

O próximo passo esperado é a liberação para um grupo de usuários do TestFlight. Somente depois disso o recurso poderá chegar à versão estável disponível na App Store.

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WhatsApp poderá silenciar conversas por horário com novo plano pago da Meta

A Meta anunciou nesta terça-feira (15) o Meta One, novo serviço de assinaturas que reúne planos pagos para Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI. Para usuários comuns, as opções começam em R$ 7 por mês e liberam recursos como Stories de 48 horas, personalização dos aplicativos e mais conversas fixadas no WhatsApp.

A empresa também criou pacotes com limites maiores para geração de imagens e vídeos por inteligência artificial. Segundo a Meta, os aplicativos e o uso cotidiano do Meta AI continuarão gratuitos, enquanto as assinaturas concentram funcionalidades adicionais.

A companhia afirma que o Meta One estreia com mais de 50 recursos entre Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI. A novidade está sendo disponibilizada gradualmente em todo o mundo.

Os preços são localizados para o mercado brasileiro, portanto não correspondem à conversão dos valores cobrados em dólar. O Instagram Plus, por exemplo, custa US$ 3,99 (cerca de R$ 20,50) por mês nos Estados Unidos e R$ 10 no Brasil.

O que muda no Instagram, Facebook e WhatsApp

A assinatura do Instagram Plus (R$ 10/mês) permite manter Stories por 48 horas, criar diferentes listas de audiência, descobrir quantas vezes um Story foi revisto e pesquisar se uma pessoa específica visualizou a publicação.

Também há ícones e fontes personalizados, até seis posts fixados no perfil e a possibilidade de publicar diretamente no perfil sem levar o conteúdo ao feed dos seguidores.

A Meta também adicionou recentemente ao plano fontes personalizadas para mensagens diretas e Stories, notificações quando pessoas específicas visualizam um Story e prévias de DMs.

O Facebook Plus (R$ 10/mês) inclui Stories de 48 horas, reações animadas, ícones personalizados e informações sobre quem reviu um Story. A empresa afirma que o serviço também está recebendo mais opções de personalização do Messenger e dados sobre Reels.

Já o WhatsApp Plus, o mais barato, por R$ 7 mensais, oferece temas e ícones exclusivos, toques diferentes para contatos, figurinhas com efeitos em tela cheia e permite fixar até 20 conversas. O usuário também pode configurar alertas, toques e temas diferentes para suas listas de chats.

Mais adiante, a Meta pretende testar no WhatsApp Plus armazenamento para backups de conversas e mídias e os chamados Horários de Foco, que poderão silenciar ou ocultar conversas automaticamente de acordo com uma programação definida pelo usuário.

Há ainda dois pacotes individuais. O Core, de R$ 32 por mês, reúne Instagram Plus, Facebook Plus e WhatsApp Plus e aumenta os limites de ferramentas de IA, incluindo geração de imagens e vídeos e o Restyle do Instagram. O Premium custa R$ 97 e oferece limites ainda maiores de uso do Meta AI.

Meta One

Quanto custa cada plano do Meta One?

Confira abaixo quanto custa cada um dos planos do Meta One:

Plano

Público

Preço no Brasil

WhatsApp Plus

Usuários

R$ 7/mês

Instagram Plus

Usuários

R$ 10/mês

Facebook Plus

Usuários

R$ 10/mês

Core

Usuários/IA

R$ 32/mês

Premium

Usuários/IA

R$ 97/mês

Essencial

Criadores e empresas

a partir de R$ 59/mês

Avançado

Criadores e empresas

a partir de R$ 199/mês

Expert

Criadores e empresas

a partir de R$ 599/mês

Máximo

Criadores e empresas

a partir de R$ 1.999/mês

A Meta ressalta que preços, recursos e disponibilidade podem variar conforme região, aplicativo e conta.

Criadores poderão colocar links diretamente em posts e Reels

Para criadores, uma das principais mudanças aparece a partir do plano Avançado. No Instagram, assinantes poderão colocar links clicáveis diretamente em posts e Reels, além de agendar Stories com até um mês de antecedência e posts e Reels com até um ano.

O pacote também inclui comparação de desempenho com outros perfis públicos, histórico ampliado de métricas, acesso compartilhado à conta sem entregar a senha e suporte humano. Os planos Expert e Máximo aumentam os limites desses recursos.

No Facebook, há ainda ferramentas para sugerir horários de publicação, enviar automaticamente convites para seguir o perfil e dar maior destaque à conta nos resultados de busca.

Meta One prints - instagram

Meta One também terá planos para empresas

As assinaturas empresariais usam as mesmas quatro faixas de preço, mas incluem ferramentas específicas para negócios. O Essencial traz selo de verificação, proteção contra perfis falsos, recursos do WhatsApp Business e maior acesso ao Meta Business Agent, IA que pode responder clientes.

Nos níveis superiores, entram mais dispositivos conectados ao WhatsApp Business, créditos para disparos empresariais, links em posts e Reels, mais contas protegidas e suporte humano. O plano Máximo, de R$ 1.999 mensais, oferece os maiores limites e prevê até uma conversa semestral com um consultor da Meta para orientação sobre conteúdo no Instagram e Facebook.

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