A Samsung começou a liberar a versão estável da One UI 9 para a linha Galaxy S25, o Galaxy Z Fold 7 e o Galaxy Z Flip 7. A atualização, baseada no Android 17, começou a aparecer nesta segunda-feira (28) na Coreia do Sul e indica que a distribuição para outros mercados está próxima.
No caso da linha Galaxy S25, a nova versão já está disponível tanto para participantes do programa Beta quanto para aparelhos que ainda estavam na One UI 8.5.
Segundo o Android Authority, o pacote completo encontrado no Galaxy S25 Ultra tem cerca de 3,85 GB, enquanto a atualização para quem já participava dos testes fica próxima de 535 MB.
Por enquanto, a liberação foi identificada no Galaxy S25, S25+ e S25 Ultra. A versão estável também começou a chegar aos Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7 na Coreia, inicialmente para usuários que participaram do Beta.
Ainda não há uma data específica para a chegada da atualização a esses aparelhos no Brasil. A própria Samsung, porém, já informou que a distribuição da One UI 9 será ampliada gradualmente e afirmou que a nova interface chegará ao país em breve.
One UI 9 é exclusiva do Android 17
A One UI 9 é a geração da interface da Samsung desenvolvida sobre o Android 17. Isso significa que a atualização dos celulares compatíveis também troca a versão do sistema operacional do Google: aparelhos como o Galaxy S25, que chegaram à One UI 8.5 sobre uma geração anterior do Android, recebem o Android 17 junto com a nova interface.
A Samsung apresentou oficialmente a One UI 9 como uma plataforma construída sobre o Android 17 desde o início dos testes em maio. A versão estreou de fábrica nos Galaxy Z Fold 8 Ultra, Z Fold 8 e Z Flip 8 e começou a ser distribuída neste mês para a linha Galaxy S26.
Entre as mudanças da interface está um Painel Rápido mais personalizável, que permite alterar separadamente o tamanho e a organização dos controles de brilho, volume e reprodução de mídia. O sistema também reforça a proteção contra aplicativos considerados de alto risco e pode bloquear sua execução e instalação.
O Galaxy AI também ganhou novidades. O My FanCam consegue selecionar uma pessoa em um vídeo já gravado e mantê-la centralizada automaticamente, enquanto o Now Brief permite escolher quais tipos de informação devem aparecer nos resumos diários.
Há ainda o Now Nudge, que sugere próximas ações de acordo com o conteúdo exibido na tela, e uma nova área de “Garantia e cuidados” nas configurações, com informações de cobertura, diagnósticos e opções de assistência técnica.
A disponibilidade de alguns desses recursos pode variar conforme o modelo e o país.
O que muda com o Android 17?
Além das ferramentas criadas pela Samsung, a atualização traz a base do Android 17. Entre as novidades apresentadas pelo Google estão melhorias de multitarefa, segurança, privacidade e suporte a dispositivos com telas maiores.
Um dos recursos do sistema são os Bubbles, que permitem transformar aplicativos em pequenas janelas flutuantes e alternar entre eles sem sair completamente do app aberto. Em dobráveis, o Android 17 também oferece uma barra dedicada para facilitar a troca entre essas janelas.
A versão reforça ainda a proteção de senhas de uso único recebidas por SMS, aumenta as restrições de acesso de aplicativos à rede local e introduz novas opções para controlar o compartilhamento de localização.
Nem todos os recursos apresentados pelo Google precisam aparecer de maneira idêntica nos celulares Galaxy, já que a Samsung modifica a experiência com a One UI.
A chinesa Geely apresentou na China seu novo Geely Smart Charging. Anunciado como o carregador para veículos elétricos mais rápido do mundo, o equipamento atinge potência máxima de 2,25 MW — na prática, o dispositivo é suficiente para recarregar uma bateria de 10% a 70% em apenas 4,5 minutos. Já a recarga completa leva cerca de 8 minutos, de acordo com a marca.
Desta vez, o sistema usa estações de quinta geração e as novas baterias Ultra Short Blade da marca. Diferente de soluções convencionais, a novidade utiliza inteligência artificial para gerenciar o sistema térmico de forma preditiva.
Para isso, o software prevê variações na temperatura das células com 30 segundos de antecedência e ajusta a potência antes que ocorra o aquecimento, mantendo a média do conjunto abaixo de 55 °C. O dispositivo conta com os perfis de operação Extremo, Inteligente e Automático, com pulsos de microcorrentes para preservar a vida útil dos componentes em até 20%.
Bateria Blade
Fica claro que a novidade veio como resposta direta ao Flash Charging da BYD, o "powerbank gigante" lançado anteriormente que entrega 1,5 MW (1.500 kW) e recupera até 400 km de autonomia em 5 minutos. Quando foi lançado, o Flash Charging ostentava o título de carregador de carro elétrico mais potente do mundo, mas agora o título pertence ao dispositivo da Geely.
Por um lado, a rival já confirmou a instalação de 1 mil pontos de recarga ultrarrápida no Brasil até o final de 2027; por outro, a Geely projeta iniciar a implementação global de seu novo ecossistema a partir do mesmo ano, ainda sem confirmação oficial de chegada ao mercado brasileiro.
A Apple já trabalha em uma nova geração do Vision Pro com o objetivo de reduzir um dos principais incômodos do headset atual: o peso sobre o rosto. No entanto, a mudança pode ser mais profunda do que uma simples troca de materiais, já que a empresa avalia até abandonar o formato atual em favor de um aparelho com processamento externo.
Segundo informações da Bloomberg, o projeto é conhecido internamente pelo codinome N224 e ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento. A expectativa é que o novo Vision Pro chegue ao mercado entre o final de 2028 e o começo de 2029.
O N224 sucede uma iniciativa anterior, chamada N100, que teria dado origem a uma espécie de "Vision Air". Esse modelo teria construção mais leve e preço reduzido, mas a Apple desistiu do projeto no ano passado.
Desta vez, a prioridade parece ser diferente. O N224 não precisa necessariamente ser um Vision Pro barato, mas deve tentar reduzir o tamanho e o peso sem abrir mão da experiência de um produto topo de linha. Ainda assim, há possibilidade de que o preço fique abaixo do cobrado pela geração atual.
Apple testa quatro caminhos para o novo Vision Pro
A Apple ainda não decidiu como será o aparelho e trabalha com quatro conceitos diferentes. Uma das propostas mais ousadas separa parte dos componentes do headset e os transfere para um pequeno módulo externo.
O Vision Pro atual já usa uma bateria conectada por cabo, mas a nova abordagem iria além e também colocaria o processamento nesse módulo. Com menos componentes dentro do headset, seria possível aliviar justamente o peso sustentado pela cabeça do usuário.
A ideia lembra a estratégia adotada pela Meta em seus novos óculos de realidade virtual. Para a Apple, porém, esse caminho ainda exigiria avanços em eficiência energética e controle térmico para que o módulo externo não se torne grande ou quente demais.
A proposta também não é consenso dentro da companhia. Parte dos executivos prefere manter um formato "all-in-one", com o processamento integrado ao próprio headset.
Formato atual ainda pode sobreviver
Outra possibilidade em estudo mantém o desenho oval característico do Vision Pro. Nesse caso, a Apple tenta diminuir o peso principalmente por meio dos materiais usados na construção.
Entre as opções avaliadas estão plástico, titânio e outros metais mais leves. A estratégia permitiria preservar boa parte do conceito atual, mas com mudanças suficientes para tornar o dispositivo mais confortável em sessões prolongadas.
A evolução dos chips da própria Apple também pode ajudar nessa tarefa. A expectativa é que processadores futuros, como um eventual A20 Pro, tenham potência suficiente para executar o visionOS com desempenho superior ao M5 atual, mas com menor consumo de energia e sem necessidade de refrigeração ativa.
Como o lançamento ainda está distante, nenhum dos quatro conceitos está definido como versão final. O N224 pode, portanto, resultar tanto em um Vision Pro parecido com o atual quanto em um produto bastante diferente, com parte de seu hardware transferida para um módulo externo.
O Google mencionou o Android 18 pela primeira vez ao divulgar a programação do Android Dev Summit 2026. A próxima versão do sistema ainda não foi apresentada ao público, mas já aparece na agenda do evento, que acontece nos dias 28 e 29 de outubro. A empresa também promete discutir “recursos gráficos poderosos” durante uma das palestras.
O Android 18 ainda não está disponível e os detalhes sobre a atualização são escassos. Segundo a programação do evento, a nova versão será abordada em uma apresentação da liderança do Android, que deve trazer informações sobre as funcionalidades e atualizações mais recentes da plataforma. Ainda assim, não há confirmação oficial de que o Summit terá uma apresentação ou anúncio completo da nova versão.
A promessa de avanços gráficos chama atenção, mas o Google ainda não explicou quais tecnologias ou recursos estarão por trás da novidade. Portanto, ainda não é possível saber se o salto estará relacionado a jogos, interface, processamento de imagens ou outros aspectos gráficos do sistema.
Além do Android 18, o Android Dev Summit 2026 terá quatro trilhas principais: experiências de IA, Android XR, fundamentos de aplicativos, ferramentas e performance. O evento será realizado presencialmente no campus Bay View do Google, em Mountain View, na Califórnia, com participação limitada a desenvolvedores selecionados. No entanto, os desenvolvedores profissionais interessados em participar presencialmente podem se candidatar a uma vaga.
Onde assistir ao Android Dev Summit 2026?
Durante o evento, somente as sessões do palco principal serão transmitidas ao vivo no canal do Android Developers no Youtube (youtube.com/@AndroidDevelopers).
As gravações de todas as apresentações, incluindo as sessões do palco principal e do segundo palco, serão disponibilizadas posteriormente no canal do Android Developers no YouTube.
Enquanto muitos fãs do DC Studios esperam por respostas acerca do responsável que vai interpretar o Batman no DCU, Robert Pattinson tem um motivo para que não seja ele. O ator assumiu o manto do Homem-Morcego em 2022 com o filme de Matt Reeves, mas a produção existe fora do universo compartilhado oficial da franquia, agora sob comando de James Gunn e Peter Safran.
Falando ao LADbible, Pattinson explicou o porquê acredita que ele não é o melhor candidato para ser o Batman do novo DCU. De acordo com o astro, seu Bruce Wayne não existiria fora do universo criado por Reeves, especialmente pelo tom mais sombrio da produção.
“Acho que seria meio difícil ter essa versão do Bruce fora do mundo . É um dos poucos personagens, acho que por causa da duração das filmagens, mas também por ter um tipo tão específico de , o tom dele te envolve”, comentou Pattinson.
O ator ainda falou sobre como se sentiu “no escuro” fazendo o primeiro filme do diretor, justamente pela atmosfera marcante e pesada que permeia o enredo.
“Lembro que isso aconteceu comigo da última vez que fiz , demorou um pouco. Você fica no escuro o tempo todo. Tanto em termos de humor quanto de luminosidade, não consigo enxergar nada por meses. Isso te afeta, você se sente estranho depois”, disse ele.
Vale lembrar que o reboot do DCU contará com a presença do Batman em algum momento, mas Gunn e Safran parecem estar ainda na busca pelo ator que será responsável por interpretar o vigilante no filme The Brave and the Bold, que ainda está em fase de desenvolvimento.
Retorno do Morcego
Com Matt Reeves de volta ao comando, Batman: Parte 2 promete ser ainda mais grandioso que seu antecessor, Batman (2022). O filme contará com retorno de Pattinson na pele de Bruce Wayne, mas detalhes aprofundados sobre a trama ainda não foram revelados.
Por enquanto, espera-se que o enredo se desenvolva durante o período do inverno. Entre os destaques da produção está a confirmação de Sebastian Stan como o intérprete de Harvey Dent, o Duas-Caras.
Outros atores confirmados são Colin Farrell como Pinguim, Andy Serkis como Alfred e Jeffrey Wright como Jim Gordon. Scarlett Johansson e Charles Dance também estão no elenco, mas seus papéis ainda não foram oficialmente confirmados.
Batman: Parte 2 estreia no dia 18 de fevereiro de 2028 nos cinemas. Enquanto isso, aproveite para saber se o Batman existe no universo de Lanternas, série do estúdio exibida pela HBO.
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Alguns aplicativos parecem tão presentes na rotina dos brasileiros que é fácil imaginar que tenham a mesma popularidade em qualquer lugar do mundo. Mas, em alguns casos, o Brasil representa uma fatia surpreendentemente grande da audiência global ou virou um mercado muito mais relevante do que outros países.
Abaixo, confira cinco apps cujo tamanho no mercado brasileiro pode surpreender.
1. Kwai
O Kwai é chinês, mas o Brasil ganhou um peso enorme na operação internacional da plataforma de vídeos curtos.
Em agosto de 2026, cerca de dois terços, 66,18% de todo o tráfego do site kwai.com, veio do Brasil, segundo estimativas da Semrush.
Os Estados Unidos ficaram muito atrás, com 7,2%, seguidos pela Indonésia, com 5,97%. O dado mede acessos ao site e não representa diretamente toda a base do aplicativo, mas mostra a concentração brasileira na audiência web.
Há outro sinal dessa importância: atualmente, o comércio eletrônico do Kwai funciona somente no Brasil, com compradores e vendedores locais.
2. 99
É fácil imaginar que a 99 também seja famosa na China, afinal, desde 2018 a empresa pertence à gigante chinesa DiDi.
A história é justamente o contrário. A 99 nasceu no Brasil, em 2012, e posteriormente foi comprada pela DiDi. Na China, a controladora oferece seus serviços sob sua própria marca, e não como 99.
Por aqui, a 99 já ultrapassou 60 milhões de usuários ativos e 2,5 milhões de motoristas parceiros, segundo dados divulgados pela própria companhia em 2026. Além de oferecer também serviço de delivery de comida, com o 99Food, e de mercado, com 99Compras.
3. iFood
O iFood é o exemplo menos surpreendente da lista, mas a diferença de escala entre o Brasil e outros países chama atenção.
A empresa nasceu por aqui e atualmente processa mais de 180 milhões de pedidos por mês, conecta mais de 60 milhões de clientes ativos e atende mais de 1,5 mil cidades brasileiras.
O iFood chegou a operar na Colômbia, mas encerrou as atividades no país em 2022 para concentrar seus investimentos no Brasil. Hoje, sua operação de delivery está essencialmente ligada ao mercado brasileiro, diferentemente de rivais globais como Uber Eats e DoorDash.
4. BlaBlaCar
A BlaBlaCar é francesa, mas o Brasil virou um dos mercados mais importantes de sua operação global.
Em 2025, mais de 25 milhões de passageiros utilizaram a plataforma no Brasil. No mesmo ano, a BlaBlaCar contabilizou 150 milhões de passageiros globalmente considerando caronas, ônibus e trens. Ou seja, o volume brasileiro correspondeu a aproximadamente um em cada seis passageiros registrados pela empresa no mundo.
A plataforma chegou ao país há cerca de dez anos e, além das caronas entre usuários, ganhou espaço por aqui com a venda de passagens de ônibus.
5. Strava
O Strava nasceu nos Estados Unidos, mas quem abre o aplicativo depois de uma corrida no Brasil está em um dos mercados mais importantes da plataforma.
Em março de 2025, o CEO Michael Martin revelou que 21 milhões de brasileiros utilizavam o Strava, então a segunda maior base nacional da empresa, atrás apenas dos Estados Unidos. Naquele período, a plataforma tinha pouco mais de 150 milhões de usuários globalmente.
O peso brasileiro continuou crescendo. Em fevereiro de 2026, quando o Strava já passava de 195 milhões de usuários no mundo, a própria empresa confirmou que o Brasil permanecia como seu segundo maior mercado. A companhia chegou até a adicionar Pix como forma de pagamento para assinaturas no país.
A quantidade de novos clubes brasileiros dentro da plataforma também cresceu quase 800% em um ano, segundo dados divulgados pelo Strava em 2025.
O governo federal criou novas regras para anúncios e conteúdos impulsionados em redes sociais e outras plataformas digitais. Entre as mudanças está a obrigação de serviços com mais de 1 milhão de usuários ativos por mês no Brasil manterem um repositório público e gratuito de publicidade paga, medida que busca facilitar a identificação de fraudes e golpes online.
A exigência faz parte da Portaria Conjunta nº 3, assinada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi) e Secretaria de Políticas Digitais (SPDigi). A norma também cria exigências específicas para anúncios de produtos financeiros e determina uma identificação mais clara de conteúdos patrocinados.
As regras alcançam plataformas que intermedeiam conteúdo de terceiros e vendem anúncios ou impulsionamento para usuários brasileiros, inclusive empresas sediadas fora do país. Marketplaces e serviços que possuem controle editorial próprio estão entre as exceções previstas na portaria.
O que vai aparecer no cadastro de anúncios?
O novo repositório funcionará como uma espécie de biblioteca de publicidade online. Mesmo depois que uma campanha terminar ou for retirada do ar, parte dos seus dados deverá continuar disponível para consulta por pelo menos um ano.
Qualquer pessoa poderá pesquisar e filtrar os registros. Entre as informações que terão de aparecer estão:
conteúdo do anúncio ou publicação impulsionada;
produto, serviço ou marca anunciada;
um identificador do responsável pela contratação;
período em que a publicidade ficou no ar;
estimativa de quantas pessoas foram alcançadas;
links associados ao anúncio;
data e motivo de eventual suspensão, remoção ou desativação.
Há uma diferença importante na identificação do anunciante. CPF e CNPJ não precisam ficar expostos no cadastro público: a portaria prevê que o responsável seja representado ali por um identificador único anonimizado. As plataformas, porém, terão de guardar internamente dados que permitam identificar quem contratou a publicidade, incluindo CPF ou CNPJ, além de informações de pagamento e segmentação de público.
A Senacon poderá solicitar esses dados diretamente às empresas durante uma fiscalização. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a ideia é permitir que consumidores, pesquisadores, jornalistas e autoridades consigam acompanhar anúncios que hoje podem desaparecer depois de serem removidos da plataforma.
Como a regra tenta reduzir golpes?
Uma das principais frentes envolve publicidade de serviços e produtos financeiros, categoria frequentemente explorada em páginas falsas e campanhas fraudulentas.
Antes de liberar esse tipo de anúncio para usuários no Brasil, a plataforma terá de verificar a identidade de quem está pagando pela campanha e, quando aplicável, confirmar se o serviço possui registro ou autorização do órgão regulador responsável. Também será necessário checar se o contratante realmente pode representar a instituição apresentada no anúncio.
Essa verificação deverá ser refeita em intervalos de, no máximo, 12 meses. A publicidade terá de ser suspensa quando houver inconsistências nos dados, perda de uma autorização obrigatória ou constatação de prática enganosa, abusiva ou fraudulenta.
O governo também cita como alvo publicações fraudulentas que imitam programas públicos para levar usuários a páginas falsas. Com o histórico de anúncios preservado, autoridades poderão recuperar informações sobre campanhas mesmo depois que elas saírem do ar.
Publicidade de influenciadores também terá identificação
A portaria ainda mexe com posts patrocinados e outros conteúdos produzidos mediante pagamento, entrega de produtos ou qualquer outra vantagem comercial.
Influenciadores e demais criadores deverão informar de maneira clara quando existir uma relação comercial por trás da publicação. A identificação precisa permanecer visível enquanto o conteúdo estiver disponível, inclusive durante transmissões ao vivo.
As plataformas também terão de oferecer ferramentas específicas para que essa relação seja indicada dentro do próprio conteúdo. Segundo o texto da norma, a obrigação vale ainda para relações societárias, financeiras e acordos de participação em receitas, entre outras formas de compensação.
Quando as novas regras começam a valer?
A portaria foi publicada em 23 de setembro e possui dois prazos de adaptação. A maior parte das regras, incluindo a exigência do repositório público de anúncios, entra em vigor 30 dias depois da publicação, em 23 de outubro.
Já a obrigação de as plataformas oferecerem ferramentas técnicas para identificar relações comerciais em conteúdos terá prazo de 90 dias, até 22 de dezembro. A fiscalização ficará a cargo da Senacon, e o descumprimento pode resultar nas sanções previstas pelo Código de Defesa do Consumidor e pelo Marco Civil da Internet.
O sedan elétrico Z9S acaba de estrear no mercado chinês. O modelo da Denza, marca de alto luxo do grupo BYD, chegou ao país em três configurações, com preços que variam entre 255.800 e 325.800 yuans (cerca de R$ 195.700 e R$ 249.200) — e que são até R$ 41.100 mais em conta que os valores ofertados na pré-venda.
A estratégia busca desafiar concorrentes consolidados, como o Tesla Model 3. Para isso, o carro entrega dimensões superiores, maior sofisticação e desempenho expressivo. Além do porte avantajado, o Z9S se destaca ainda pela tecnologia embarcada e capacidade de carga, incluindo um porta-malas dianteiro de 120 litros.
Por dentro, o modelo combina revestimento em couro Nappa com um painel tecnológico composto por central multimídia de 17,3”, quadro de instrumentos digital de 13,2” e head-up display com projeção de 50”. Já o pacote de segurança integra o sistema de condução autônoma God’s Eye 5.0 com sensor LiDAR no teto.
Sedan de luxo BYD
Desenvolvido sobre a plataforma e3 com estrutura de baterias Blade integradas, o modelo oferece versões com motor traseiro de 503 cv e uma opção de topo com três motores elétricos e tração integral de impressionantes 1.210 cv. A configuração mais potente acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,68 segundos.
Dependendo da versão, as baterias de até 122,5 kWh garantem autonomias de 780 km a 1.100 km no ciclo de medição chinês (CLTC). Outro diferencial técnico da plataforma e3 é o esterçamento das rodas traseiras, que proporciona manobras laterais, rotação sobre o próprio eixo e reduz o raio mínimo de giro para 4,75 metros.
Uma máscara bizarra que parece saída de um filme de super-herói analisa a respiração para medir o consumo de oxigênio e a liberação de gás carbônico, e usa os resultados para sugerir ajustes na alimentação e nos treinos. A novidade foi criada pela PNOĒ, empresa com operações nos Estados Unidos e na Grécia, e chega em 1º de outubro.
Diferente do equipamento atual da companhia, a nova versão pode ser operada pelo próprio usuário. Basta vestir a máscara, apertar um botão e respirar durante cerca de oito minutos.
O teste analisa gases da respiração para descobrir como o corpo produz energia.
Entre os dados obtidos estão o VO₂ máximo, que indica a capacidade do organismo de usar oxigênio durante exercícios, a quantidade de calorias gastas em repouso e a chamada flexibilidade metabólica, relacionada à troca entre o uso de gordura e carboidratos como fonte de energia.
Segundo a PNOĒ, são 23 indicadores no total. A empresa afirma que essas informações podem ajudar a entender necessidades de calorias e orientar a rotina de exercícios.
Esse tipo de análise existe há mais de 100 anos e costuma ser associado a laboratórios esportivos e hospitais, onde equipamentos maiores e mais caros fazem as medições. A proposta da PNOĒ é levar esse tipo de teste para ambientes como academias, hotéis e até farmácias.
Cada pessoa pode ter sua própria máscara
O equipamento também foi pensado para ser compartilhado. A parte eletrônica pode ser separada da máscara de silicone e das tiras, permitindo que diferentes pessoas usem o mesmo aparelho enquanto mantêm suas próprias máscaras.
A empresa diz que a nova versão ficou menor e tem menos peças que o modelo anterior. O projeto levou várias rodadas de desenvolvimento com a italiana Design Group Italia.
Apesar das funções relacionadas à saúde e ao metabolismo, a PNOĒ não apresenta o produto como equipamento médico. A máscara não tem autorização da FDA, órgão regulador dos Estados Unidos, e a empresa afirma que não fornece recomendações médicas.
O selo Copilot+ PC não aparece nos novos notebooks Surface, da própria Microsoft, e mostra que a companhia está com novos planos para os computadores com Windows e inteligência artificial. Não foi revelado o caminho que ela seguirá daqui em diante, mas parece que a marca está com os dias contados.
Ao Windows Central, o vice-presidente corporativo da linha, Brett Ostrum, revela que as máquinas recém-lançadas vão seguir por seu próprio caminho a partir de agora.
“…estes não são chamados de Copilot+ PCs. Eles atendem a todos os requisitos do nosso padrão anterior para o que define os dispositivos Copilot+. Continuamos apostando na narrativa de IA de ponta e na possibilidade de oferecer uma solução híbrida”, afirmou o executivo.
Vale notar que não são apenas os computadores da Microsoft que estão com o selo ausente. Novos modelos produzidos por outras empresas também deixaram de conter a informação — assim como os aparelhos que terão o processador RTX Spark, da NVIDIA.
A história dos Copilot+ PC
Introduzida em 2024 pela companhia norte-americana, a marca reforçava notebooks que foram construídos para a inteligência artificial. Inicialmente, apenas dispositivos que tinham CPUs da Qualcomm receberam a certificação pela Microsoft, o que posteriormente se estendeu para AMD e Intel também.
Todos contavam com uma série de recursos exclusivos, como o Live Captions (que trazia legendas ao vivo para chamadas de vídeo), Cocreator no Paint (com ferramentas para criação de imagens generativas), efeitos extras para o Windows Studio e ferramentas como Click to Do e Restyle Image.
Contudo, o que gerou uma grande polêmica foi o Recall. Notebooks com o selo Copilot+ PC tiravam prints contínuos da tela dos usuários para gerar um “histórico” — o qual podia ser consultado pelos proprietários a qualquer momento. O problema surgiu quando começou a ser debatida a privacidade das pessoas.
Ainda que a inteligência artificial agisse localmente, há um banco de dados com o qual a tecnologia se comunica. A funcionalidade sofreu diversos atrasos, passou por fases de testes e foi lançada em 2025. Porém, mesmo com diversas garantias de que não teriam seus dados violados, o público não se esqueceu de sua imagem negativa.
A Eufy, marca de casa inteligente da Anker, lançou a Video Doorbell S4, uma campainha com visualização em realidade virtual (VR). A novidade permite olhar ao redor da entrada da casa usando o celular ou um headset compatível. O modelo custa US$ 299,99 (cerca de R$ 1.536).
O equipamento tem câmera panorâmica com campo de visão de 180 graus na horizontal e na vertical. A proposta é mostrar uma área maior da entrada, incluindo visitantes e objetos deixados na porta, sem precisar instalar várias câmeras.
Quando alguém toca a campainha, o celular recebe uma notificação semelhante a uma chamada telefônica. Ao atender, o usuário entra em uma visualização panorâmica em tela cheia, que permite observar diferentes direções.
Basta movimentar o celular para olhar ao redor da entrada. Quem tiver um headset de realidade virtual também pode utilizá-lo para visualizar as imagens.
O sistema permite conversar com a pessoa que está do lado de fora durante a visualização. Dessa forma, é possível conferir o ambiente e falar com o visitante sem precisar abrir a porta.
Câmera acompanha os visitantes
A Eufy Video Doorbell S4 tem resolução de 3072 x 3072 pixels, equivalente a aproximadamente 9 megapixels, e grava vídeos em 3K HDR a até 24 quadros por segundo. A câmera também oferece zoom de até 8 vezes.
Outro recurso é o OmniTrack, sistema de inteligência artificial que acompanha pessoas dentro da área filmada. Quando alguém aparece, a tecnologia ajusta o enquadramento automaticamente para manter o visitante no centro da imagem.
A campainha busca aproximar a visualização da pessoa sem perder completamente a visão panorâmica do ambiente, e segundo a empresa, foi desenvolvida para mostrar o corpo inteiro do visitante e o que estiver na entrada.
Detecção de movimento e visão noturna
A campainha combina radar e dois sensores infravermelhos para identificar movimentos. O radar detecta atividades a até 8 metros de distância, enquanto os sensores cobrem áreas mais próximas.
O equipamento consegue reconhecer pessoas, movimentos, encomendas e rostos. Também oferece visão noturna colorida, com dois refletores, e uma luz de boas-vindas que acende quando alguém se aproxima.
A compatibilidade com casas inteligentes inclui Amazon Alexa, Google Home e Apple HomeKit. No entanto, a integração com o sistema da Apple exige a central HomeBase S380, vendida separadamente.
A urna eletrônica executa um conjunto de programas desenvolvidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para preparar a votação, registrar os votos, apurar os resultados e gerar os arquivos usados na transmissão. Esses programas passam por inspeções, testes, assinatura digital e lacração antes de chegarem às seções eleitorais.
O processo começa muito antes de o eleitor digitar o número de um candidato. O TSE disponibiliza o código-fonte dos sistemas para fiscalização, transforma esse código em programas que podem ser executados pela urna e cria mecanismos para verificar se a versão instalada no equipamento é a mesma que foi analisada e autorizada.
Neste texto você confere:
O que é o software da urna eletrônica?
Qual sistema operacional a urna usa?
O que acontece quando o eleitor vota?
Como a urna transforma os votos em resultado?
Como o TSE verifica que o software não foi alterado?
Quem pode verificar o código da urna?
O que é o software da urna eletrônica?
O código-fonte é o conjunto de instruções escritas por programadores que determina como um programa deve funcionar. É a partir dele que são produzidos os programas executados pela urna eletrônica.
Para as Eleições 2026, os códigos-fonte dos sistemas eleitorais foram disponibilizados para inspeção desde outubro de 2025. Partidos políticos, órgãos públicos, universidades e outras entidades autorizadas podem analisar os programas durante o chamado Ciclo de Transparência Democrática.
Depois dessa etapa, o código é compilado, processo que transforma as instruções escritas pelos programadores em arquivos que podem ser executados pelo computador da urna. Em setembro de 2026, o TSE concluiu a compilação, assinatura digital e lacração dos sistemas que serão usados nas eleições deste ano.
Qual é o sistema operacional usado na urna eletrônica?
Assim como um computador convencional precisa de um sistema operacional para controlar seus recursos e executar programas, a urna também possui um software responsável por essa função.
O sistema utilizado é o Uenux, uma distribuição Linux desenvolvida pela equipe técnica do TSE especificamente para as urnas eletrônicas. Ele reúne componentes responsáveis pela inicialização do equipamento, pelo funcionamento básico do sistema e pela execução dos aplicativos eleitorais.
A urna não funciona como um computador conectado à internet. Segundo o TSE, o equipamento não possui mecanismos para conexão com redes externas durante a preparação, a votação ou a etapa posterior. A transmissão dos arquivos ocorre somente depois, por equipamentos e procedimentos próprios da Justiça Eleitoral.
O que acontece quando o eleitor vota?
Quando o eleitor digita um número, o software identifica a opção correspondente e mostra na tela as informações do candidato ou da legenda. Depois da confirmação, o voto é registrado no Registro Digital do Voto (RDV), um arquivo que guarda os votos digitados na urna.
O RDV registra o voto sem informações que permitam associá-lo à pessoa que votou. Para preservar o sigilo, os registros ficam distribuídos em posições diferentes do arquivo, impedindo que a ordem dos votos seja relacionada à sequência de eleitores que passaram pela seção.
A cada confirmação, o arquivo é atualizado e recebe uma assinatura digital, mecanismo criptográfico usado para verificar a autenticidade e a integridade de um arquivo. Em termos simples, ela permite conferir posteriormente se aquele arquivo corresponde à versão assinada e se sofreu alguma alteração.
Como a urna transforma os votos em resultado?
Ao final da votação, a urna faz a apuração eletrônica dos votos registrados. O software utiliza as informações do RDV para calcular a quantidade de votos de cada candidato e legenda, além dos votos brancos e nulos.
O resultado é registrado no Boletim de Urna (BU), documento que apresenta os dados daquela seção eleitoral, incluindo a quantidade de votantes e a votação de cada candidatura. O BU também é assinado digitalmente e recebe registro de horário.
A urna imprime o boletim e também produz arquivos digitais que seguem para as etapas seguintes do processo eleitoral. Uma cópia do BU fica disponível na própria seção, permitindo conferir o resultado daquela urna antes mesmo da totalização nacional.
A totalização, por sua vez, é a etapa em que os resultados das diferentes seções são reunidos para produzir o resultado da eleição. A urna não faz essa soma nacional e também não transmite os dados diretamente pela internet. Os arquivos são encaminhados aos tribunais regionais eleitorais, onde passam por verificações antes de serem incorporados ao resultado.
Como o TSE verifica que o software não foi alterado?
Um dos mecanismos usados para isso é o hash, um resumo digital calculado matematicamente a partir de um arquivo. Qualquer alteração no conteúdo produz um hash diferente, permitindo identificar que o arquivo não é mais exatamente o mesmo.
Nas Eleições 2026, o TSE publicou os hashes dos sistemas utilizados no processo eleitoral. Eles permitem comparar os programas encontrados nas urnas e em outros equipamentos com as versões oficiais que foram lacradas pelo Tribunal.
A assinatura digital cumpre outra função: confirmar a autenticidade dos programas. Durante a cerimônia de assinatura e lacração, os sistemas são compilados, assinados e armazenados em mídias protegidas. Depois, cópias oficiais são encaminhadas aos tribunais regionais eleitorais para a preparação das urnas.
Quem pode verificar o código da urna?
A fiscalização acontece em várias etapas. Além da inspeção do código-fonte, existe o Teste Público de Segurança (TPS), no qual especialistas e pesquisadores procuram possíveis vulnerabilidades nos sistemas eleitorais.
O processo também inclui verificações durante a preparação das urnas e auditorias após a geração dos resultados. Em 2026, por exemplo, instituições como Senado Federal e Procuradoria-Geral da República realizaram inspeções nos códigos dos sistemas que serão utilizados na eleição.
Esse conjunto de procedimentos cria uma cadeia de verificação que acompanha o software desde o código-fonte até os arquivos produzidos no encerramento da votação. O objetivo é permitir que diferentes etapas do sistema sejam conferidas e que a versão instalada na urna possa ser comparada com aquela que foi previamente examinada, assinada e lacrada pelo TSE.
O Xiaomi 18 deve ser lançado em dezembro, meses depois dos modelos Pro, e pode chegar com uma bateria de7.200 mAh. O celular também é esperado com Snapdragon 8 Elite Gen 6 e câmera principal de 200 MP.
A janela de lançamento ganhou força após o aparelho de código M261DB passar por uma certificação de conectividade na China. O modelo é apontado pelo informante Digital Chat Station como o Xiaomi 18 padrão. A própria Xiaomi já havia indicado que o celular seria apresentado separadamente, mais para o fim do ano.
Segundo os vazamentos, o Xiaomi 18 terá uma tela plana de 6,4 polegadas com resolução de 1,5K. O painel seria do tipo M11, usado também nos modelos Pro apresentados recentemente.
O conjunto deve manter o aparelho relativamente compacto, enquanto o processador ficará no mesmo nível dos irmãos mais caros. O celular é esperado com o Snapdragon 8 Elite Gen 6.
O Xiaomi 18 deve trazer carregamento seria de 100 W por cabo, com suporte também para carregamento sem fio.
Xiaomi 18 pode ter três câmeras de 200 MP
As câmeras também aparecem entre os principais rumores sobre o Xiaomi 18. Um vazamento aponta para um conjunto traseiro triplo, formado por uma câmera principal de 200 MP com sensor de 1/1,28", uma ultrawide de 50 MP e uma teleobjetiva de 200 MP com zoom óptico de 3x.
A informação é diferente de um vazamento anterior, que apontava para apenas duas câmeras traseiras. Se a configuração mais recente estiver correta, o modelo padrão terá um conjunto fotográfico mais completo do que o esperado inicialmente.
Xiaomi 18 pode estrear três meses depois do Pro
A Xiaomi apresentou o Xiaomi 18 Pro e o 18 Pro Max antes do modelo padrão. O lançamento separado segue uma estratégia semelhante à adotada pela empresa na geração anterior, quando os aparelhos também chegaram em momentos diferentes.
Ainda não há confirmação oficial da data ou das especificações pela Xiaomi. Também existem dúvidas sobre a presença de um eventual Xiaomi 18 Ultra na nova geração, mas essa possibilidade ainda aparece apenas em relatos iniciais. Enquanto isso, um celular da Xiaomi ganha design vermelho transparente que mostra até “entranhas”.
Você entra no site para comprar um ventilador, se depara com modelos de seis e oito pás e, como primeira impressão, imagina que a segunda opção venta mais. Diversas pessoas podem já ter passado por essa situação, mas é importante saber que a quantidade de pás nem sempre funciona como uma medida direta da força do aparelho.
Isso acontece porque o desempenho depende da forma como diferentes componentes trabalham juntos para movimentar e direcionar o ar. Vazão, velocidade de rotação e diâmetro da hélice estão entre os fatores que ajudam a explicar por que dois ventiladores aparentemente semelhantes podem entregar resultados diferentes.
Ricardo Rodriguez, gerente de Engenharia de Produto da Electrolux, explica ao Canaltech quea própria quantidade de pás é definida a partir do restante do projeto do ventilador, e não como uma característica capaz de determinar isoladamente seu desempenho.
“O número ideal de pás é resultado de um equilíbrio entre velocidade de ar desejada, alcance do fluxo, potência do motor e valores de ruído. Ventiladores são projetados considerando todos esses fatores em conjunto”, destaca Rodriguez.
Quanto mais pás, mais vento?
A resposta direta é: não necessariamente. Adicionar pás também resulta em um aumento da resistência encontrada pela hélice durante o movimento, o que pode exigir mais esforço do motor para manter o conjunto funcionando como projetado.
Isso significa que um ventilador com seis pás, por exemplo, pode movimentar mais ar que outro com oito. É exatamente por isso que, em vez dessa quantidade isolada, entram nessa comparação características como formato da hélice, rotação e capacidade do motor de sustentar seu funcionamento.
“Dependendo do projeto, uma hélice com menos pás, porém otimizada aerodinamicamente, pode movimentar mais ar do que outra com mais pás”, afirma o especialista.
Vale destacar também que o próprio formato das pás altera como o ar é capturado e direcionado pelo equipamento. Curvatura, perfil e inclinação fazem diferença, e pás mais inclinadas podem deslocar uma quantidade maior de ar a cada volta, ainda que também exijam mais esforço do motor e possam aumentar o nível de ruído.
O que realmente faz um ventilador ventar mais?
Uma das principais medidas para avaliar a capacidade do ventilador é a vazão de ar, que representa quanto ar o aparelho consegue movimentar em determinado intervalo de tempo. Acontece que chegar a uma vazão maior depende da combinação de diferentes elementos.
A rotação da hélice, indicada em RPM (rotações por minuto), é um deles. Em geral, aumentar a velocidade faz o ventilador movimentar mais ar, mas isso não acontece indefinidamente, já que rotações muito elevadas também podem aumentar vibrações e turbulências, reduzindo os ganhos obtidos.
O diâmetro da hélice também pesa nessa conta. Se duas hélices tiverem projeto, formato das pás e rotação semelhantes, aquela de maior diâmetro tende a movimentar mais ar porque atua sobre uma área maior. Ainda assim, o tamanho sozinho não garante desempenho superior.
“Uma hélice menor, mas com um projeto aerodinâmico mais eficiente, pode apresentar desempenho superior a uma hélice maior com geometria menos otimizada. Resumidamente, o diâmetro aumenta o potencial de movimentação de ar, mas o resultado final depende do equilíbrio entre hélice, motor, balanceamento e projeto aerodinâmico”, ressalta Rodriguez.
O motor precisa acompanhar todo esse projeto, visto que, caso esse componente não consiga manter a hélice na rotação prevista diante da resistência do ar, a vazão pode cair. Por outro lado, simplesmente utilizar um motor mais potente pode elevar o consumo de energia sem entregar um ganho proporcional de ventilação.
Ventar mais e parecer mais forte são coisas diferentes
Há também outro detalhe que ajuda a explicar por que nem sempre o aparelho com maior vazão parece produzir o vento mais intenso. Vazão e velocidade do ar são conceitos diferentes, e um ventilador pode distribuir uma grande quantidade de ar por uma região ampla sem concentrá-la diretamente sobre uma pessoa.
O contrário também pode acontecer. Um equipamento capaz de direcionar um fluxo mais concentrado pode criar uma sensação de vento mais forte, mesmo movimentando um volume total menor de ar.
Até as grades frontal e traseira participam desse resultado, uma vez que o formato, o espaçamento e a orientação das aletas interferem em como o ar deixa o ventilador. Com isso, o fluxo pode ficar mais concentrado ou ser espalhado por uma área maior.
“Dois ventiladores com vazões semelhantes podem proporcionar sensações bastante diferentes durante o uso. Em muitos casos, a diferença percebida pelo consumidor está relacionada à forma como o fluxo de ar é direcionado pelo conjunto hélice e grades, e não apenas à quantidade total de ar movimentada”, pontua Rodriguez.
Por isso, nem a quantidade de pás nem a potência em watts devem ser analisadas isoladamente na compra. Rodriguez recomenda considerar principalmente vazão e velocidade do ar, além de potência, eficiência energética e nível de ruído para entender melhor o que cada aparelho consegue entregar.
Outra dúvida comum na hora de comprar um ventilador é quanto o aparelho pode pesar na conta de luz quando permanece ligado por várias horas. O Canaltech fez as contas para mostrar quanto um ventilador gasta durante uma noite inteira.
Muitas pessoas veem o tablet como uma alternativa interessante para estudos, trabalho e até entretenimento. Mas, quando o orçamento está um pouco mais curto, a busca pode se concentrar em aparelhos na faixa dos R$ 800. Nesse caso é preciso entender o que esses dispositivos entregamna rotina.
No geral, tablets encontrados por esse valor conseguem atender atividades mais simples, como ler PDFs, assistir a vídeos, acompanhar aulas e fazer anotações. Mas o cenário muda quando a ideia é abrir muitos aplicativos, rodar jogos pesados ou substituir um notebook usado diariamente para trabalhar.
Por isso, antes de escolher um tablet de entrada, a recomendação é colocar preço e ficha técnica na balança, a fim de evitar uma compra que não corresponda às expectativas.
Para que serve um tablet de entrada?
Tablets de entrada são voltados principalmente para consumo de conteúdo e atividades pouco exigentes. Assistir a vídeos, acessar redes sociais, navegar pela internet, ler livros, abrir PDFs e acompanhar aulas são exemplos de tarefas que combinam bem com esse tipo de aparelho.
A própria tela maior é uma das principais vantagens em relação ao celular. Ler um documento, acompanhar uma apresentação ou assistir a uma série tende a ser mais confortável em um tablet, ainda que o hardware utilizado seja mais simples em comparação com aparelhos mais avançados.
As limitações começam a ficar mais evidentes quando várias dessas tarefas precisam acontecer ao mesmo tempo. Um aparelho pode executar navegador, editor de textos e videochamada separadamente sem grandes dificuldades, mas perde desempenho ao tentar manter tudo funcionando em conjunto.
Tablet barato pode substituir um notebook para trabalho?
Em rotinas mais simples, um tablet pode assumir parte das tarefas de um computador. Atividades como escrever textos, responder e-mails, pesquisar na internet e participar de reuniões estão entre as ações que podem ser feitas sem exigir tanto do aparelho.
Já quem trabalha frequentemente com várias janelas abertas, grandes planilhas, programas específicos ou edição pesada tende a encontrar mais limitações em um tablet de entrada. Nesses casos, tentar transformar o dispositivo em substituto integral do notebook pode não ser a opção mais indicada.
Dá para usar Word, Google Docs e planilhas em um tablet?
Sim. Editores de texto, planilhas e apresentações possuem versões para tablets e conseguem atender bem a tarefas mais simplesde criação e edição de documentos.
Escrever um texto, revisar um arquivo ou preencher uma planilha pequena são atividades relativamente leves. A experiência começa a mudar quando entram documentos muito grandes, diversas imagens, muitas fórmulas ou outros elementos que exigem mais do aparelho.
Existe também a questão da interface. Aplicativos desenvolvidos para telas sensíveis ao toque podem apresentar menus e recursos de maneira diferente das versões de computador, algo que pesa principalmente para quem depende de funções mais avançadas no trabalho.
Teclado e mouse transformam o tablet em notebook?
Teclado e mouse podem deixar o uso mais confortável, especialmente para quem pretende escrever textos longos, trabalhar com documentos ou navegar por páginas durante várias horas.
Esses acessórios, no entanto, não melhoram o desempenhode um tablet com componentes menos avançados. Conectar um teclado não adiciona memória RAM, não deixa o processador mais potente nem transforma automaticamente aplicativos móveis em programas de computador.
Por que a multitarefa pode ser um problema?
Abrir um aplicativo de cada vez exige bem menos do aparelho do que manter navegador, documento, mensageiro e chamada de vídeo funcionando simultaneamente.
Quanto mais tarefas ficam ativas, maior tende a ser o uso de memória RAM e processamento, componentes que costumam ser mais modestos em aparelhos de entrada. Quando os recursos disponíveis começam a ficar apertados, o sistema pode fechar atividades em segundo plano ou precisar recarregar aplicativos quando o usuário volta para eles.
Por isso, a multitarefa é um dos pontos em que a diferença entre um tablet de entrada e opções mais potentes costuma aparecer com maior clareza. Para quem trabalha alternando constantemente entre várias ferramentas, essa limitação precisa ser levada em consideração no momento da compra.
Tablet de R$ 800 é bom para estudar?
Estudos estão entre os usos que mais combinam com tablets de entrada. Ler documentos em PDF, pesquisar no navegador, assistir a uma videoaula e acessar plataformas educacionais são tarefas que normalmente não exigem hardware potente.
A tela maior também facilita a visualização de apresentações, livros digitais e materiais didáticos. Para quem acumula muitos documentos, o aparelho ainda permite concentrar os materiaisem um único dispositivo.
Mas a experiência fica mais exigente quando o estudo envolve várias tarefas ao mesmo tempo. Manter uma aula rodando enquanto um PDF, o navegador e um aplicativo de anotações permanecem abertos pode aumentar consideravelmente o uso de memória e resultar em lentidão.
E para aulas online e videochamadas?
Chamadas por vídeo também estão dentro da proposta de um tablet de entrada. Para esse uso, câmera, microfone e conexão passam a importar tanto quanto o desempenho.
Uma tela maior ajuda a acompanhar professores, colegas ou apresentações durante a chamada. Apoiar o tablet em uma mesa também pode proporcionar uma experiência mais confortável do que permanecer segurando o celular durante uma aula longa.
Novamente, a principal atenção fica para a multitarefa. Participar de uma reunião enquanto outros aplicativos permanecem ativos exige mais do aparelho do que simplesmente manter a videochamada aberta.
Tablet barato é bom para assistir filmes, séries e YouTube?
Assistir a vídeos, séries e filmes é outra atividade que tende a ser realizada sem muitos problemas em tablets básicos. Isso porque a reprodução de conteúdocostuma exigir menos processamento do que tarefas como edição de vídeo, jogos avançados ou multitarefa pesada.
Nesse cenário, tela e alto-falantes podem importar mais do que a potência bruta do aparelho. Uma imagem mais definida e um sistema de som melhor fazem diferença durante filmes, séries e vídeos longos.
Também vale observar a resolução oferecida pelos serviços de streaming no aparelho. A qualidade máxima disponível pode depender não apenas da tela, mas também das certificações de reprodução utilizadas pelo dispositivo.
Tablet de R$ 800 é bom para ler livros e PDFs?
Para livros digitais, a exigência de hardware é pequena. Aplicativos de leitura e arquivos de e-books são relativamente leves, o que permite que até tablets simples executem essa tarefa sem exigir muito desempenho.
Já no caso dos PDFs, a experiência depende mais do tipo de documento. Artigos acadêmicos, revistas e arquivos originalmente diagramados para folhas grandes podem exigir zoom constante em telas menores.
Por isso, tamanho e resolução ganham importância para quem pretende utilizar o tablet principalmente para leitura. Um aparelho compacto é mais fácil de segurar, enquanto uma tela maior oferece mais espaço para visualizar páginas completas.
Tablet de entrada roda jogos?
Sim, mas o desempenho varia bastante conforme o jogo. Títulos casuais, jogos de cartas, quebra-cabeças e outras opções pouco exigentes tendem a combinar melhor com um hardware de entrada.
Jogos mais pesados também podem funcionar, mas podem exigir redução da qualidade gráfica, dos efeitos ou de outras configurações para manter uma experiência mais estável. Em determinados casos, limitações de processador e memória podem causarengasgos e lentidão.
O armazenamento também entra nessa conta. Jogos grandes podem ocupar vários gigabytes, fazendo com que o espaço interno fique apertado rapidamente em um aparelho utilizado também para downloads, fotos e outros aplicativos.
Quantos GB um tablet precisa ter para ser bom?
Essa pergunta não tem uma resposta única porque existem dois tipos de memória medidos em GB na ficha técnica. A RAM ajuda o aparelho a manter tarefas funcionando, enquanto o armazenamento determina quanto espaço existe para aplicativos e arquivos.
Logo, ter bastante armazenamento não significa que o tablet será rápido. Da mesma forma, uma quantidade maior de RAM não consegue compensar completamente um processador simples.
O que observar na memória RAM de um tablet barato?
A memória RAM é utilizada enquanto aplicativos e processos estão funcionando. Quanto menor a quantidade disponível, maior a chance de o sistema precisar encerrar tarefas em segundo plano para liberar espaço.
Em 2026, tablets com 4 GB de RAM podem atender usos básicos, como navegação, vídeos, leitura e atividades simples. As limitações começam a aparecer quando vários aplicativos precisam permanecer abertos ao mesmo tempo.
Quantidades maiores oferecem mais folga para multitarefa, mas a RAM não deve ser analisada isoladamente. Processador e otimização do sistema continuam tendo participação importante no desempenho.
Quanto armazenamento faz sentido em um tablet barato?
O espaço necessário depende principalmente do que ficará salvo no próprio dispositivo. Quem utiliza streaming, navegação e serviços na nuvem tende a precisar de menos armazenamento local.
Capacidades como 64 GB podem atender um uso mais leve, enquanto 128 GB oferecem mais margem para aplicativos, jogos, vídeos baixados e documentos. Também é importante lembrar que uma parte do espaço anunciado já é ocupada pelo sistema.
Por isso, vale pensar não apenas no que será instalado logo após a compra, mas também no acúmulo de conteúdo ao longo do uso.
Cartão microSD resolve a falta de armazenamento?
Um cartão de memória pode ser útil para guardar fotos, vídeos, músicas, PDFs e outros arquivos em tablets compatíveis. Para quem acumula bastante conteúdo, a expansão ajuda a aliviar o armazenamento interno.
Mas isso não significa que um microSD funcione sempre como uma extensão perfeita da memória do aparelho. Aplicativos e determinados dados podem continuar dependendo do espaço interno, o que faz do cartão um recurso complementarpara arquivos que podem ser movidos.
O processador importa em um tablet barato?
Sim. O processador executa boa parte das operações responsáveis por abrir aplicativos, carregar páginas, reproduzir conteúdo e responder aos comandos feitos pelo usuário.
Por isso, dois tablets com a mesma quantidade de RAM e armazenamento podem entregar experiências bastante diferentes. O processador ajuda a determinar a velocidade das tarefas e até onde o aparelho consegue ir antes de apresentar lentidão.
Também não basta comparar apenas quantidade de núcleos ou frequência em GHz. Arquitetura, eficiência e otimização do sistema interferem no resultado, o que torna testes práticos importantes para entender o desempenho real.
Por que um tablet começa a travar?
A lentidão pode surgir quando o processador chega ao limite, a memória RAM fica cheia ou o armazenamento está próximo da capacidade máxima. Aplicativos mal otimizados e tarefas em segundo plano também podem interferir.
Um aparelho pode, por exemplo, reproduzir um vídeo tranquilamente e começar a apresentar engasgos quando precisa manter a reprodução enquanto vários aplicativos ficam abertos.
É por isso que “rodar um aplicativo” e “rodar bem vários aplicativos juntos” são situações diferentes. Quanto mais complexa a rotina, maior tende a ser a exigência sobre o hardware.
O que esperar da tela de um tablet barato?
A tela é uma das especificações mais importantes em um tablet, visto que grande parte das atividades realizadas no aparelho depende diretamente dela. Vídeos, PDFs e livros ocupam boa parte do tempo de uso.
Modelos de entrada podem apresentar diferenças em resolução, brilho, contraste, cores e tamanho. Uma tela mais simples pode funcionar bem para tarefas básicas, mas suas limitações ficam mais evidentes durante leituras prolongadas ou reprodução de conteúdo com muitos detalhes.
Por isso, não vale olhar apenas para a quantidade de polegadas. O tamanho determina a área disponível para a exibição dos conteúdos, enquanto resolução e painel interferem na qualidade da imagem.
HD ou Full HD: qual é melhor em um tablet?
Resoluções mais altas utilizam uma quantidade maior de pixels para formar a imagem. Quando trazemos essa especificação para o contexto de telas relativamente grandes, isso ajuda a deixar textos e imagens mais definidos.
Uma resolução HD pode atender bem à navegação e a atividades simples, principalmente em aparelhos menores. Já painéis Full HD tendem a ser mais interessantes para quem pretende passar bastante tempo assistindo a vídeos ou lendo documentos.
LCD, OLED ou AMOLED: o que muda na tela?
Além da resolução, a tecnologia do painel também interfere na qualidade da imagem. Telas LCD são comuns em tablets mais acessíveis e utilizam uma iluminação traseira, enquanto painéis OLED conseguem controlar a luz de cada pixel individualmente.
Na prática, telas OLED tendem a oferecercontraste mais elevado e pretos mais profundos. AMOLED é uma variação da tecnologia OLED bastante utilizada em dispositivos móveis e segue o mesmo princípio de pixels que emitem a própria luz.
Já o termo LED, quando aparece associado a tablets, normalmente se refere a painéis LCD iluminados por LEDs, e não a uma tecnologia de tela separada. Por isso, mais do que procurar apenas uma dessas siglas, vale considerar também brilho, resolução, contraste e qualidade geral do painel.
Tablet de 8, 10 ou 11 polegadas: qual tamanho escolher?
Tablets menores favorecem a portabilidade. Esses dispositivos ocupam menos espaço na mochila, costumam ser mais leves e podem ser mais confortáveis para segurar durante bastante tempo.
Telas maiores, por sua vez, oferecem mais espaço para assistir a vídeos, visualizar PDFs, navegar em páginas e até dividir o painel entre dois aplicativos. Em compensação, tornam o dispositivo menos prático para transportar.
Esses fatores mostram que a escolha depende do uso. Quem pretende deixar o tablet principalmente em casa pode aproveitar melhor um painel grande, enquanto usuários que carregam o aparelho diariamente podem preferir dimensões mais compactas.
O que esperar da bateria de um tablet de entrada?
Independentemente do uso previsto para o tablet, é importante que sua bateria dê conta da rotina de atividades. Mas vale destacar que a autonomia do aparelho não depende apenas da capacidade apresentada em mAh.
Tela, brilho, processador, conexão e atividade realizada também determinam o consumo de energia ao longo do uso.
Isso significa que dois tablets com baterias semelhantes podem apresentar tempos diferentes longe da tomada. O próprio uso muda bastante o resultado: jogos e videochamadas tendem a exigir mais energia do que leitura ou navegação simples.
Por isso, a capacidade da bateria medida em mAh deve funcionar como uma referência, e não como uma promessa de determinada quantidade de horas. Testes de autonomia ajudam a mostrar como o conjunto se comporta em situações mais próximas do uso real.
Wi-Fi ou 4G: qual faz mais sentido?
Um tablet somente Wi-Fi depende de uma rede sem fio ou do compartilhamento de internet de outro aparelho para permanecer conectado fora de casa.
Já versões com suporte a redes móveis como 4G ou 5G conseguem acessar a internet diretamente. Essa especificação oferece mais independência para quem pretende utilizar o dispositivo em deslocamentos, viagens ou locais sem Wi-Fi disponível.
A conexão móvel não é obrigatória para todo mundo. Quem utiliza o tablet principalmente em casa ou em ambientes com redes conhecidas pode não sentir falta do recurso, enquanto usuários que passam boa parte do dia fora podem valorizar essa conectividade.
O que olhar antes de comprar um tablet de R$ 800?
O primeiro passo é definir o uso do tablet. Um aparelho utilizado principalmente para assistir a vídeos e ler pode funcionar bem com um conjunto simples de hardware, enquanto estudo, trabalho e jogos aumentam a exigência.
RAM, armazenamento e processador devem ser observados em conjunto. Já as características da tela ganham importância para quem pretende ler ou assistir bastante conteúdo, enquanto bateria e qualidade dos alto-falantes também podem pesar em sessões mais longas.
Vale ainda conferir detalhes como:
Sistema e atualizações;
Presença de entrada para cartão de memória;
Acessórios compatíveis;
Tipos de conexão oferecidos.
Antes de decidir pela compra, também é recomendado conferir testes e análises práticasdo dispositivo em questão. A ficha técnica mostra o que existe dentro do aparelho, mas é o uso real que revela quanto tempo aplicativos levam para abrir, como funciona a multitarefa e se a tela entrega uma boa experiência.
A Nintendo já foi o centro de algumas das maiores polêmicas da indústria dos jogos, mas também apresentou algumas excentricidades um tanto curiosas. Afinal de contas, 137 anos de história não são 137 dias e as suas diferentes fases trouxeram histórias estranhas demais para serem esquecidas pelos fãs.
De ações judiciais um tanto “únicas” a decisões que desafiavam a própria realidade, a Big N, para o bem e para o mal, nunca se conteve em suas convicções. Obviamente, isso rendeu eventos caóticos e que se tornaram o centro do debate entre muitos jogadores ao longo de muito tempo.
Se você acredita que disputar espaço com GTA 6 e seguir um caminho completamente distinto do visto com a Sony Interactive Entertainment e Microsoft soa esquisito, é melhor se preparar, pois isso é apenas “um dia comum” nas operações da companhia japonesa.
Veja as 8 polêmicas mais estranhas da história da Nintendo, assim como o que a motivou a agir de uma forma tão bizarra.
8. Jogos e motel
Durante os anos 1960, a Nintendo passava um sufoco na produção de cartas de baralho. Para escapar da falência, a companhia decidiu diversificar os negócios e investiu na abertura de um “love hotel” (um motel, em termos mais claros) em Kyoto.
Se isso abala a imagem puritana que você tem dela, saiba que foi uma operação breve e a Big N compreendeu que não era o caminho correto. Na mesma época, eles também administraram uma frota de táxis e venderam arroz instantâneo.
7. Donkey Kong nos tribunais
A Universal Studios sentiu que a Nintendo promovia Donkey Kong como uma paródia de King Kong e decidiu levar a fabricante até a Justiça no início dos anos 1980. Para comprovar que não era apenas uma cópia, contrataram o advogado John Kirby e torceram pelo melhor.
Por ironia do destino, o jurista descobriu que alguns anos antes o estúdio argumentou nos tribunais que o gorilão estava em domínio público — o que permitia a eles refazer os longas. Ao usar o mesmo argumento, eles venceram a ação judicial e como agradecimento batizaram um de seus personagens de Kirby para homenageá-lo.
6. Suor em Mortal Kombat
No ápice da guerra entre Nintendo e SEGA, a Big N decidiu trazer Mortal Kombat (1993) para a sua plataforma. Contudo, o sangue iria contra toda a imagem que ela gostaria de transmitir à sociedade e tomou a estranha decisão de mudar a cor dele para cinza — com a justificativa de que era apenas suor.
A sua rival não poupou esforços para liberar o sangue via código, o que elevou sua moral como “descolada” e abalou as estruturas da concorrente. O resultado disso é que MK vendeu muito mais no Mega Drive e a companhia sofreu do mesmo jeito com a criação da classificação indicativa nos games.
5. Luvas para Mario Party
Os minigames de Mario Party (1999) podiam ser bem intensos. Muitos jogadores, em sessões “frenéticas” sofreram com bolhas, queimaduras por fricção e, em certos casos, chegou a causar danos reais nos nervos das mãos de crianças, para se ter ideia. O analógico do Nintendo 64 sofria, mas o público tinha problemas maiores.
Um procurador de Nova York decidiu lutar contra isso e obrigou a companhia japonesa a encarar os tribunais. O resultado disso foi um acordo no qual teve de gastar US$ 80 milhões para produzir luvas e disponibilizá-las para qualquer um que solicitasse o item para jogar.
4. Nintendo destrói TVs?
No auge do Nintendo Wii, a fabricante teve um baita problema nas mãos. Na verdade, na TV: quando o público jogava Wii Sports, a alça do controle se rompia e o periférico voava em direção às telas. Centenas de pessoas passaram por problemas deste tipo, o que gerou uma grande polêmica.
Com a destruição de diversos televisores, ações judiciais começaram a acusar a companhia de “descaso” e a obrigaram a encarar o tribunal mais uma vez. Isso rendeu um recall massivo de Wii Remote, com o reenvio com alças reforçadas e capas de silicone para inibir os danos.
3. PETA vs. Big N
Após o lançamento de Super Mario 3D Land (2011), a organização de direitos dos animais PETA criou uma campanha agressiva para acusar a Nintendo de mostrar um personagem que, supostamente, esfolava cães e guaxinins para vestir as suas peles in-game.
Essa movimentação gerou até um jogo em flash chamado Mario Kills Tanooki, muito sangrento e explícito, por sinal. Para se defender, a Big N emitiu uma nota oficial para lembrar ao público que a transformação era lúdica e não apoiava a caça de animais (mesmo que tenha produzido Duck Hunt décadas atrás).
2. O gosto das fitas de Switch
De todas as decisões estranhas da Big N, o gosto azedo das fitas de Switch ao menos ganhou uma explicação plausível. Para evitar que crianças pequenas e bebês colocassem os cartuchos na boca, ela incluiu benzoato de denatônio na sua composição — um composto químico amargo.
Por incrível que pareça, o tiro saiu pela culatra. Com o advento das redes sociais, virou um desafio online lamber as fitas para testar o sabor. A medida de segurança viralizou, o que fez bem: hoje, todos sabem que as mídias físicas podem causar um grande desconforto se levadas à boca.
1. A polêmica de Bowsette
Quando New Super Mario Bros U. Deluxe (2019) foi anunciado, um item se destacou: a Super Crown, que podia transformar Toadette em uma versão similar à Princesa Peach. Claro que a internet não perdoou e criou a Bowsette — como uma alternativa em que o vilão usaria o item e assumiria uma forma humana feminina.
Quando a Nintendo piscou, a internet já tinha se rendido à fanfic. Milhares de artes de fãs, o termo nos trending topics mundiais e versões que não ousamos sequer mencionar. A companhia nunca canonizou esta hipótese e, no game, fez questão de inserir o trecho “Desculpe Luigi, apenas Toadette pode usar este item!”.
Histórias estranhas da Nintendo
No momento que achar que já viu de tudo no mundo dos games, lembre-se que a companhia japonesa pode sempre inovar e trazer uma trama excêntrica para apimentar a comunidade. Seja por querer ou não, o importante é que gera entretenimento.
Apesar das sequências estranhas, você também pode se lembrar de 6 decisões polêmicas da história da Nintendo para ver que eles sempre são “8 ou 80” — ou é algo divertido ou é uma bomba para a indústria. Confira as que são menos piores, ao menos:
Ler quadrinhos digitalmente deixou de ser uma experiência restrita a tablets e computadores há muito tempo. Hoje, leitores podem escolher entre dispositivos dedicados como o Kindle, ou celulares dobráveis como o Galaxy Z Fold 8, que conseguem reproduzir páginas em um formato mais próximo de um livro aberto.
Cada alternativa tem vantagens e limitações importantes para quem pretende consumir HQs, mangás e graphic novels. Nesse texto, nós analisamos mais profundamente quem venceria esse duelo.
O principal diferencial do Kindle está na tela com tecnologia de tinta eletrônica, que proporciona uma experiência confortável para longas sessões de leitura e não depende da mesma iluminação de uma tela convencional. Para quem passa horas lendo, isso pode ser uma vantagem importante.
O problema aparece justamente quando o conteúdo depende de cores. A maior parte dos Kindles continua trabalhando em preto e branco, o que limita bastante a experiência com quadrinhos coloridos. Mesmo o Kindle Colorsoft, que possui tela colorida, não entrega cores tão fortes e vibrantes quanto as encontradas em smartphones e tablets.
Por outro lado, a tecnologia de tinta eletrônica compensa essa limitação com excelente autonomia de bateria. Dependendo do uso, o Kindle pode permanecer vários dias ou até semanas longe da tomada, algo impossível de igualar em um smartphone dobrável.
Outro ponto positivo é a ausência de notificações e outros aplicativos para disputar a atenção do leitor. O Kindle funciona essencialmente como um aparelho de leitura, embora isso também signifique ter menos recursos multimídia.
Galaxy Z Fold 8 transforma o celular em uma HQ
O Galaxy Z Fold 8 segue uma proposta diferente. Quando aberto, seu grande painel interno oferece um formato mais próximo de um livro aberto, algo particularmente interessante para quadrinhos e revistas digitais.
A tela AMOLED também leva vantagem na reprodução de cores. Tons vibrantes, áreas escuras e detalhes das ilustrações aparecem com muito mais intensidade do que em uma tela de tinta eletrônica colorida. Para HQs de super-heróis, mangás coloridos e graphic novels, essa diferença pode ser bastante perceptível.
A principal desvantagem é a autonomia. Uma tela AMOLED grande e um hardware de alto desempenho consomem muito mais energia, fazendo com que o Fold 8 precise ser recarregado com frequência muito maior que um Kindle.
Qual escolher para ler HQs?
A escolha depende principalmente do tipo de leitura. O Kindle faz mais sentido para quem prioriza autonomia e conforto durante longas sessões; no caso dos mangás, que em sua maioria são em preto e branco, não haveria prejuízo nas cores, tornando o e-reader uma opção mais recomendada.
Já o Galaxy Z Fold 8 é mais interessante para quem considera a experiência visual uma prioridade. A tela colorida, o formato aberto semelhante ao de um livro e os recursos do Google Play Livros fazem do dobrável uma opção mais próxima da experiência de ler uma HQ física.
No fim, o Kindle aposta na simplicidade e na bateria, enquanto o Fold 8 transforma a leitura em uma das várias funções de um aparelho bem mais versátil.
Apresentado ao mercado em dezembro de 1993, mas lançado efetivamente no Brasil somente em fevereiro de 1994, o Volkswagen Pointer GTI fez história por ter sido o primeiro hatchback do mercado nacional a ostentar cinco portas e apelo esportivo, algo que as icônicas três letrinhas entregam logo de cara.
Produzido com o motor AP-2000, que oferecia injeção eletrônica de gasolina e até 115,5 cv de potência, o Pointer GTI era a versão topo de linha (e a mais desejada) da gama, que contava ainda com as variantes CL e GL, dotadas do também eficiente motor AP-1800.
Outra novidade introduzida pelo icônico hatch produzido pela Autolatina foi o câmbio de cinco marchas "MQ", que contava com engate por cabos, e dava ao motorista maior agilidade nas trocas. O Pointer ficou em linha no Brasil até 1996 e, hoje, muita gente se pergunta quanto custaria o modelo esportivo com o preço corrigido pela inflação. É isso o que o CT Auto vai revelar.
Quanto custava um Pointer GTI em 1994?
O Pointer GTI não foi um carro acessível para muita gente. Afinal, por se tratar de uma versão topo de linha, com apelo esportivo e a sigla que imortalizou o Gol GTI, o hatch custava caro.
Na época do lançamento, em fevereiro de 1994, o Plano Real ainda não havia sido lançado e, por isso, o mercado era muito volátil. Em nossas pesquisas, descobrimos que um Volkswagen Pointer GTI custava o equivalente a 25 mil dólares, algo em torno de R$ 12,6 milhões de Cruzeiros Reais, a moeda corrente à época.
Quanto custaria um Pointer GTI em 2026, com a inflação?
Usando a excepcional calculadora oficial do Banco Central do Brasil, que converte automaticamente as moedas antigas para o Real, e aplicando como parâmetros os meses de fevereiro de 1994 e julho de 2026, além do valor de lançamento em Cruzeiros Reais, descobrimos que umVolkswagen Pointer GTI custaria hoje o equivalente a R$ 359.667,84, com a correção dos índices de inflação.
O preço, por incrível que possa parecer, é bem "salgado", mas compatível com a proposta que o carro certamente ofereceria se recebesse as atualizações tecnológicas necessárias. Afinal, por se tratar de um modelo esportivo, ele provavelmente seria comparável ao Gol GTI, hatch que chegou em sua última geração recentemente ao Brasil por um preço ainda mais alto.
Você sabe dizer qual é a maior diferença entre os emuladores vistos no Nintendo Switch Online e plataformas como o ZSNES e John NESS? Além da proposta de cada uma, elas têm particularidades que se adequam a diferentes necessidades para cada usuário.
Há disponibilidade em vários dispositivos, porém também é necessário checar o que eles oferecem para tomar uma decisão consciente enquanto busca por seus jogos retrô. Ter franquias que marcaram a sua infância ou juventude não é mais o suficiente, mas sim expandir a experiência dos fãs.
Embora muita gente não veja, essas distinções abrem um verdadeiro abismo entre os softwares que você encontra internet afora — ou dentro de sistemas pagos.
Para te mostrar as diferenças que existem entre a emulação comercial e a emulação da comunidade, reunimos 6 aspectos que as definem para decidir qual caminho seguir.
6. Cibersegurança é relevante
A emulação comercial, no geral, envolve softwares próprios ou a permissão de rodar os sistemas dentro de suas plataformas — o que garante uma compatibilidade ímpar e a garantia de que seus dados continuam seguros dentro do ecossistema.
Em contrapartida, muitas vezes o público teme baixar o conteúdo produzido por fãs por ter receio do tipo de acesso e informações que eles poderão obter ao instalá-los. Ainda que a maioria esmagadora não busque esse objetivo, não é estranho ver um ou outro jogador que precisou formatar a sua máquina por ter sido hackeado ao buscar emuladores alternativos pela internet.
5. Código-fonte dos emuladores
Uma das características mais marcantes da emulação comercial é que seu código-fonte é totalmente fechado. Isso significa que as companhias detêm os direitos sobre o sistema, logo, os fãs não conseguem alterar muita coisa fora das configurações — mesmo quem tem conhecimento sobre o assunto não o fará facilmente.
Já os emuladores da comunidade, em sua grande maioria, são movidos pelo código aberto. Assim, outros podem modificá-lo para se adequar a outras propostas. Se um software é produzido para PCs, alguém pode adaptá-lo para smartphones, criar compatibilidade com fita, aprimorar o desempenho entre várias opções que sua capacidade permitir. No fim, todos ganham.
4. Time de desenvolvimento
Quando falamos de emulação comunitária, isso envolve o trabalho de entusiastas e pessoas apaixonadas pelo assunto. Contudo, poucos “vivem” disso. Na verdade, estes fãs programam e trazem novidades em seu tempo livre (quando sobra algum, claro).
Por outro lado, os desenvolvedores dos emuladores comerciais trabalham diretamente para uma companhia voltada para esta abordagem. Isso, supostamente, significa atualizações mais velozes, mais games compatíveis oficialmente com o passar do tempo e a garantia de um ouvido para reclamar quando algo não sai como deveria.
3. Questões legais
Por falar no aspecto jurídico, emular as plataformas não é um crime. Replicar o funcionamento do sistema operacional da Nintendo, Sony, Microsoft e outros em PCs, celulares e outros é livre. Porém, a emulação da comunidade utiliza esse artifício para facilitar o acesso a ROMs de jogos ilegais — já que a sua compatibilidade é a mesma das experiências originais.
Como um processo de engenharia reversa, o procedimento ainda está protegido pelas leis. A partir do momento em que exploram os títulos e franquias defendidas pelas propriedades intelectuais, os emuladores são submetidos às normas de cada país. Nesta característica, a emulação comercial não possui desafios, já que trabalha diretamente em parceria com os estúdios e produtoras.
2. Os custos de cada uma
O maior problema da emulação feita por companhias é que ela sempre envolve um custo, algumas vezes mais alto do que o público deseja pagar. Enquanto o Nintendo Switch Online traz NES, SNES, N64, Game Cube, Mega Drive, Game Boy, GBA e mais a partir de R$ 55 anuais, a PS Plus oferece jogos do PS1 e PS2 por ao menos R$ 86,90 mensais.
Eles oferecem facilidades como multiplayer online, jogos na própria plataforma e outros recursos adicionais. Contudo, estão longe de alcançar a emulação da comunidade. Neste caso, você tem os softwares gratuitos e precisa apenas buscar pelos dados dos games que deseja jogar — muitas vezes, sem custos extras. Há casos em que os fãs cobram, mas trazem mais recursos e opções de configuração, então cabe a cada um decidir se vale a pena ou não.
1. Valores essenciais
É simples separar as propostas de cada emulador, já que a ideia deles passa por interesses da comunidade e das próprias companhias. Enquanto uma produz tudo com o intuito de preservação e acessibilidade, a outra busca lucrar com a nostalgia — na forma mais direta possível.
Algumas buscam obter mais dinheiro, outras menos, mas se tornou claro que elas desejam a maior quantia possível pelos títulos antigos. Vale lembrar da Nintendo, que vendeu Pokémon FireRed e LeafGreen — mesmo com uma plataforma de emulação própria em seus dispositivos. Oferecem vantagens, mas por um preço próprio.
Emulação é uma questão para todos
Ainda que opte por um dos caminhos, é sempre importante ter em mente que todas possuem pontos positivos e negativos. Há quem não goste da comercial — pelo fator financeiro, por não oferecer o catálogo completo daquele console ou por não trazer recursos que são “básicos” em quaisquer outros.
Já a comunitária demora para receber atualizações e tem questões sérias com a legalidade e a cibersegurança — embora nem todas sejam assim. Na prática, é necessário ponderar o que precisa para alcançar o resultado desejado. Além disso, é importante saber a diferença entre emulação e recompilação, que se torna outra grande dúvida. Entre as principais singularidades entre as comerciais e da comunidade, verá: