A Algar quer ampliar sua presença no mercado de telefonia móvel e lançou um plano de 40 GB por R$ 35 mensais. A oferta ainda atende apenas parte de Minas Gerais, São Paulo e Goiás, mas a operadora pretende expandi-la para todo o país até o fim de 2026, o que pode aumentar a disputa com Vivo, Claro e TIM.
Chamado de Algar Muito Mais, o pacote também inclui WhatsApp e ligações sem limite, além de 500 SMS. O pagamento funciona por assinatura: o valor é cobrado automaticamente no cartão de crédito todos os meses.
Com isso, a proposta fica no meio do caminho entre o pré-pago tradicional e os planos pós-pagos. O cliente tem uma despesa mensal fixa, mas não precisa lembrar de colocar créditos para continuar com a linha ativa.
Algar quer levar plano para todo o Brasil
O principal movimento da empresa está na expansão geográfica. Nesta primeira fase, o Algar Muito Mais pode ser contratado em Minas Gerais, Goiás e no interior de São Paulo, onde a Algar já concentra boa parte de sua operação.
Isso deve mudar nos próximos meses. A companhia prevê liberar o plano para clientes de outras regiões até o fim do ano.
Caso cumpra o cronograma, a Algar passa a levar uma oferta de R$ 35 para mercados onde hoje enfrenta diretamente as três maiores operadoras do país. A estratégia também aumenta o alcance da empresa para além das regiões nas quais sua marca já é mais conhecida.
Dá para contratar e ativar pelo celular
Outro destaque está no processo de contratação. O cliente pode resolver praticamente tudo pelo aplicativo da Algar, inclusive pedir portabilidade ou adicionar outras linhas à assinatura.
Quem tiver um celular compatível também pode escolher um eSIM e dispensar o chip físico. A outra opção é solicitar a entrega de um SIM tradicional em casa.
Há ainda a possibilidade de reunir dependentes em uma única assinatura, com os pagamentos concentrados na mesma conta. A Algar continuará oferecendo atendimento presencial para quem preferir contratar o serviço em uma loja.
Promoção aumenta franquia para 45 GB
Nesta terça-feira (15), quem assinar o Algar Muito Mais recebe um bônus de 5 GB em comemoração ao Dia do Cliente. Dessa forma, a franquia chega a 45 GB no primeiro mês e volta aos 40 GB previstos normalmente na oferta a partir do ciclo seguinte.
A Algar ainda não revelou detalhes sobre a chegada do plano a cada estado nem informou se as condições atuais serão mantidas após a expansão nacional.
A Vivo passou a oferecer até 60% de desconto em medicamentos em mais de 7 mil farmácias para clientes do Vivo Pré. O novo benefício faz parte do Vale Saúde Farma e está disponível para usuários que realizarem recargas de R$ 30 ou mais.
Para aproveitar a novidade, o cliente precisa ativar o benefício pelo App Vivo. Depois, basta informar o CPF cadastrado na operadora no momento da compra do medicamento em uma das farmácias credenciadas. Não é necessário apresentar carteirinha física ou outro documento adicional.
Desconto vale em grandes redes de farmácias
A lista de estabelecimentos parceiros inclui algumas das maiores redes do país, como Drogasil, Droga Raia, Drogaria São Paulo, Drogaria Pacheco, Pague Menos, Panvel, Extrafarma e Nissei.
Também participam redes como Santo Remédio, Drogasmil, Farmácia Indiana, Farma Ponte, Drogaria Venâncio, Drogal, Drogaria Rosário, Tamoio, Farmalife e D'avó Farma.
Segundo a Vivo, a rede credenciada passa de 7 mil farmácias em todo o Brasil. O desconto pode chegar a 60%, mas a porcentagem efetiva varia de acordo com o medicamento e as condições oferecidas pelo programa.
Quem pode usar o desconto da Vivo?
O Vale Saúde Farma está disponível para clientes do Vivo Pré que fizerem recargas a partir de R$ 30. A operadora também reformulou essa faixa de recarga, que agora oferece 25 GB de internet com validade de 30 dias.
O pacote mantém ligações e SMS para qualquer operadora do Brasil, além de aplicativos digitais inclusos e a possibilidade de compartilhar a internet do celular por meio do App Vivo.
Com isso, a empresa tenta ampliar os benefícios do pré-pago para além dos serviços tradicionais de telecomunicações. Segundo Flávia Carneiro, diretora de Marketing B2C da Vivo, a ideia é oferecer uma vantagem prática para um público que busca economia no dia a dia.
“Com o Vale Saúde Farma, estamos ampliando a proposta de valor do Vivo Pré ao oferecer uma vantagem prática, inédita e relevante para a vida das pessoas”, afirma a executiva.
Quem pretende comprar o iPhone Duo logo no lançamento pode precisar ser rápido. A Apple deve produzir menos unidades de seu primeiro celular dobrável do que o esperado em 2026 por causa de restrições relacionadas à dobradiça do aparelho.
A nova estimativa vem do analista Jeff Pu, que reduziu de 7 milhões para 6 milhões a projeção de unidades enviadas pela Apple neste ano. A queda é de aproximadamente 14% e reforça a possibilidade de estoques reduzidos nas primeiras semanas de venda.
Dobradiça pode limitar produção do iPhone Duo
Segundo Pu, o principal obstáculo para aumentar a fabricação está nas chamadas “hinge constraints”, ou restrições relacionadas à produção e ao fornecimento da dobradiça usada no iPhone Duo.
O componente é uma peça essencial de qualquer celular dobrável e pode limitar o ritmo das linhas de produção caso a oferta não acompanhe a demanda da Apple.
Com isso, o analista agora espera cerca de 6 milhões de unidades enviadas em 2026. Vale destacar que o número é apenas uma projeção de mercado e não uma estimativa oficial divulgada pela fabricante.
Rumores anteriores já apontavam para uma produção inicial pequena do primeiro iPhone dobrável. A nova previsão indica que a disponibilidade pode ser ainda menor.
iPhone Duo pode ser bem mais raro que o iPhone 18 Pro
A diferença fica mais clara quando o volume previsto para o iPhone Duo é comparado ao dos celulares tradicionais da Apple.
Jeff Pu estima que a empresa deve enviar aproximadamente 72 milhões de unidades do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max até o fim de 2026. O número é 12 vezes maior que a previsão para o dobrável.
Isso não significa necessariamente que a Apple espera pouca procura pelo Duo. Neste momento, o gargalo apontado está na capacidade de fabricar unidades suficientes.
Mesmo com preço inicial de US$ 1.999, ou a partir de R$ 21.999 oficialmente no Brasil, o mais alto já cobrado pela Apple por um iPhone, o aparelho pode ter prazos de entrega maiores e algumas versões podem desaparecer rapidamente dos estoques.
Quando o iPhone Duo chega às lojas?
O iPhone Duo terá um calendário diferente do restante da geração. Enquanto os modelos da linha iPhone 18 Pro chegam ao mercado em setembro, o primeiro dobrável da Apple ficou para outubro.
A pré-venda começa em 16 de outubro, enquanto as primeiras entregas estão previstas para o dia 23 do mesmo mês.
Se as projeções de Jeff Pu se confirmarem, portanto, o preço pode não ser o único obstáculo para quem quiser comprar o iPhone Duo nas primeiras semanas. Encontrar uma unidade disponível também pode exigir alguma sorte.
Os celulares podem ficar ainda mais caros em 2027 como reflexo da forte demanda por semicondutores provocada pelo avanço da inteligência artificial. O alerta parte de um cenário traçado por Michael Dell, CEO da Dell Technologies, que prevê uma piora na escassez de chips no próximo ano.
O executivo não falou especificamente sobre smartphones. A declaração teve como foco PCs e infraestrutura computacional, mas parte dos componentes e da capacidade industrial disputados pelo setor de IA também abastece fabricantes de celulares e outros eletrônicos.
Crise dos chips pode piorar em 2027
Segundo Michael Dell, a atual escassez estrutural de semicondutores não deve ser resolvida no curto prazo. Pelo contrário: o executivo acredita que 2027 provavelmente será mais complicado para a indústria do que 2026.
Um dos motivos é a diferença entre a velocidade de expansão da inteligência artificial e o tempo necessário para aumentar a produção de componentes. Modelos e aplicações de IA podem mudar em poucos meses, enquanto novas fábricas de semicondutores levam anos até operar em plena capacidade.
A explosão na construção de data centers também eleva a procura por chips e outros componentes usados em servidores. Se a capacidade de produção não crescer na mesma proporção, o resultado tende a ser uma combinação de oferta apertada e custos maiores.
Michael Dell afirma que a alta já afeta os preços dos equipamentos vendidos pela própria companhia., que pretende repassar parte desses aumentos aos clientes.
Para o executivo, porém, existe um problema ainda pior do que pagar mais caro: simplesmente não encontrar o produto disponível por falta de estoque.
Por que celulares também podem ficar mais caros
Apesar de a declaração ter como foco o mercado de computadores, servidores e infraestrutura de IA, a indústria de smartphones não está completamente isolada dessa disputa.
Celulares também dependem de fábricas de semicondutores, processos avançados de produção, capacidade de encapsulamento e fornecedores que atendem vários segmentos da indústria eletrônica.
Isso não significa que cada chip usado por uma GPU de inteligência artificial também esteja presente em um celular. O problema está na pressão exercida sobre uma cadeia industrial que possui diversos recursos compartilhados.
Quando uma categoria absorve uma parcela maior da capacidade disponível, fabricantes de outros produtos podem enfrentar preços mais altos, prazos maiores ou dificuldades para garantir determinados componentes.
Memória pode ser um dos principais problemas
Um dos pontos citados por Dell é justamente a alta no preço das memórias, componente que tem impacto direto também sobre smartphones.
Todo celular depende de memória RAM e armazenamento flash. Portanto, uma alta prolongada no custo desses componentes pode afetar aparelhos de diferentes categorias.
Modelos com 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento ficam especialmente expostos, já que utilizam uma quantidade maior de memória flash. O mesmo vale para celulares com 12 GB, 16 GB ou mais de RAM.
Essa pressão também ajuda a explicar por que até aparelhos sem recursos avançados de IA podem sentir os efeitos do boom do setor. Um celular básico não precisa executar grandes modelos de inteligência artificial para sofrer com uma cadeia de componentes mais cara.
Construir novas fábricas não acompanha o ritmo da IA
Fabricantes de semicondutores investem bilhões de dólares para ampliar a capacidade de produção, mas esse tipo de expansão não acontece rapidamente.
É justamente esse descompasso que preocupa Michael Dell. Enquanto a demanda por infraestrutura de IA cresce em um ritmo acelerado, novas fábricas precisam de vários anos entre o planejamento, a construção e o início da produção em grande escala.
Se a procura continuar no ritmo atual, a indústria pode chegar a 2027 com uma disputa ainda maior por determinados componentes.
Para o mercado de celulares, isso não garante que todos os modelos ficarão mais caros. Ainda entram nessa conta fatores como câmbio, estratégia das fabricantes, contratos de fornecimento e evolução dos processos produtivos.
Mesmo assim, o alerta do CEO da Dell indica que o cenário de custos elevados no setor de semicondutores pode durar mais do que o esperado. E, caso a pressão alcance memórias e outras etapas compartilhadas da cadeia, parte da conta também pode chegar ao bolso de quem pretende trocar de celular em 2027.
A Xiaomi começou a vender na China o Mijia Smart Gas Water Heater 2, aquecedor a gás de 16 litros que surge como uma alternativa ao chuveiro elétrico. O aparelho estreia por 2.899 yuans, cerca de R$ 2.218 em conversão direta, e aposta em funcionamento silencioso, controle preciso da temperatura e aumento da pressão da água.
O novo modelo também tenta simplificar a instalação ao dispensar uma tubulação exclusiva para drenar a água de condensação. Além disso, pode se conectar a outros dispositivos da Xiaomi para automatizar o aquecimento da água antes mesmo do banho.
Aquecedor da Xiaomi faz menos barulho
Um dos destaques do Mijia Smart Gas Water Heater 2 é o sistema multidimensional de redução de ruído, desenvolvido para diminuir o som produzido por diferentes componentes durante o funcionamento.
Segundo a Xiaomi, o aquecedor pode operar com apenas 32 dB(A) e recebeu certificação de baixo ruído. A proposta é tornar o aparelho menos incômodo mesmo quando instalado próximo a áreas de uso frequente da casa.
O modelo também traz um sistema de controle de temperatura de nível 6A. A fabricante promete manter a água estável mesmo quando há mudanças no consumo em outros pontos da residência.
Para casas ou apartamentos que sofrem com pouca pressão, há ainda uma bomba dedicada capaz de elevar o fluxo de água em até 245%. O recurso pode ser especialmente útil em prédios antigos e apartamentos localizados em andares mais altos.
Não precisa de tubo para água de condensação
Outro diferencial do aquecedor está no tratamento da água gerada pela condensação. Em vez de exigir um tubo adicional para o descarte, o aparelho usa um sistema de atomização centrífuga em alta velocidade.
A Xiaomi também utiliza minerais para neutralizar essa água antes da eliminação. Com isso, a instalação pode dispensar intervenções extras na parede, ao mesmo tempo em que a fabricante promete reduzir riscos de corrosão no equipamento.
O Mijia Smart Gas Water Heater 2 possui ainda uma nova câmara de combustão selada e uma ventoinha de corrente contínua com velocidade variável.
Água quente pode ficar pronta antes do banho
O aquecedor também pode manter um sistema de água quente instantânea para diferentes pontos da casa. O pré-aquecimento pode ser acionado pelo fluxo de água, por programação de horário, manualmente ou por uma automação.
A solução funciona tanto em imóveis com tubulação de retorno quanto em instalações sem esse tipo de estrutura. A ideia é reduzir o intervalo entre abrir a torneira ou o chuveiro e receber água na temperatura escolhida.
Há ainda um sistema de tratamento em seis etapas, que atua da entrada à saída da água. A Xiaomi afirma que o conjunto filtra sedimentos e outras impurezas e oferece taxa antibacteriana de até 99,9%.
Integração com a casa inteligente
Como parte do ecossistema Xiaomi HyperConnect, o aquecedor pode ser controlado pelo aplicativo Mijia e por comandos de voz em caixas de som inteligentes da marca.
Também é possível criar cenários personalizados e conectá-lo a outros dispositivos. Uma das integrações previstas é com o aquecedor inteligente para banheiro da própria Mijia, o que permite combinar diferentes equipamentos em uma única rotina.
O Mijia Smart Gas Water Heater 2 começou a ser vendido na China em 15 de setembro. O preço sugerido é de 2.999 yuans, enquanto a oferta de lançamento reduz o valor para 2.899 yuans, cerca de R$ 2.218.
Por enquanto, não há previsão de lançamento do aquecedor no Brasil.
A Ugreen lançou na China o P5, novo power bank compacto com 10.000 mAh de capacidade e preço de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta. Além do cabo USB-C integrado e da potência de até 22,5 W, o acessório aposta em recursos de segurança para evitar incêndios e explosões.
O modelo foi desenvolvido para atender às novas normas nacionais de segurança da China para 2026 e recebeu a certificação obrigatória 3C. Segundo a fabricante, a bateria não pegou fogo nem explodiu durante testes de perfuração, compressão e exposição a altas temperaturas.
Bateria passou por testes contra incêndios e explosões
A segurança é um dos principais destaques do P5. O power bank usa materiais retardantes de chamas e possui dois sensores NTC para monitorar a temperatura durante o funcionamento.
De acordo com a Ugreen, o sistema mantém a temperatura em até 48 °C. A fabricante também submeteu a bateria a testes mais extremos, como perfuração com prego, compressão e exposição a calor elevado.
A célula usada no P5 é fornecida pela EVE Energy e possui tecnologia de íon de lítio com polímero, com capacidade energética de 37 Wh. A promessa é manter mais de 90% da capacidade original mesmo após 500 ciclos de carga.
O sistema de gerenciamento ainda acompanha temperatura, tensão e número de ciclos. Essas informações podem ser consultadas pelo aplicativo da Ugreen no celular ou pelo software da marca para computadores.
Cabo integrado carrega até três dispositivos
O P5 mede 117,8 x 72 x 16,8 mm e pesa aproximadamente 203,4 gramas. Segundo a Ugreen, ele é cerca de 25% mais leve que o antigo PB203.
Um dos diferenciais do design é o cabo USB-C de 18,5 cm integrado ao corpo. Além de servir para recarga, ele funciona como alça de transporte quando não está conectado a algum aparelho. A marca afirma que o componente suporta cerca de 10 mil dobras.
Além do cabo, há uma porta USB-C e outra USB-A. Com isso, o power bank consegue carregar até três dispositivos ao mesmo tempo.
A potência máxima chega a 22,5 W com apenas uma saída em uso. Ao conectar vários aparelhos simultaneamente, o limite total cai para 15 W. Um pequeno display na parte frontal mostra a porcentagem de carga restante.
O P5 também suporta USB Power Delivery, Quick Charge, Adaptive Fast Charging e SuperCharge Protocol. Para recarregar a própria bateria, a potência chega a 20 W e o processo completo leva cerca de 3 horas e 6 minutos.
Segundo testes divulgados pela Ugreen, 30 minutos de carga são suficientes para levar um iPhone 17 a aproximadamente 58%. No mesmo período, o Huawei Mate 80 chega a 37% e o Xiaomi 17 a 21%. Os números são estimativas da própria fabricante e podem variar conforme o aparelho e as condições de uso.
Preço e disponibilidade
O Ugreen P5 começa a ser vendido na China em 16 de setembro, pelo preço sugerido de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta.
Por enquanto, a empresa não revelou planos para lançamento global nem confirmou se o novo power bank será vendido oficialmente no Brasil.
A Apple retirou os iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max de sua loja oficial após o lançamento dos novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, apresentados nesta quarta-feira (9). A decisão segue a estratégia adotada pela empresa nos últimos anos, que costuma manter apenas modelos mais básicos de gerações anteriores em seu catálogo.
Com isso, quem ainda pretende comprar um iPhone 17 Pro ou 17 Pro Max precisa recorrer a varejistas que possuem unidades em estoque. A Apple não deve repor esses aparelhos e, quando as últimas unidades acabarem nas lojas, os modelos tendem a desaparecer gradualmente do mercado.
A mudança também pode mexer nos preços. Nas próximas semanas e meses, o varejo pode reduzir os valores para liberar os estoques restantes. Por outro lado, conforme a disponibilidade ficar menor, algumas versões podem voltar a subir de preço.
iPhone 18 Pro assume o posto de topo de linha
Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max foram anunciados como os novos celulares mais avançados da linha tradicional da Apple. Os aparelhos estrearam o chipset A20 Pro de 2 nm e receberam mudanças no conjunto de câmeras, com uma nova principal de 48 MP com abertura variável.
A Apple também redesenhou o sistema de refrigeração, com uma câmara de vapor maior, e reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica. A autonomia oficial chega a até 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e 45 horas no Pro Max.
A nova geração passa a ocupar diretamente o espaço deixado pelos modelos Pro de 2025 na loja oficial.
Como ficou a linha de iPhones da Apple
Após a atualização do catálogo, a Apple passa a vender oficialmente os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, o dobrável iPhone Duo, além dos iPhone 17, iPhone Air, iPhone 17e e iPhone 16.
O iPhone 17 permanece como representante da geração passada, enquanto as versões Pro deixam de fazer parte da loja. Isso não significa que elas desaparecerão imediatamente do mercado, mas a disponibilidade agora depende exclusivamente dos estoques mantidos por varejistas.
O McDonald's começou a entregar lanches com drones em Xangai, na China, após a Meituan colocar em operação uma nova rede aérea de entregas na região de West Bund nesta quinta-feira (10). A parceria também marca a estreia da primeira rota exclusiva de drones para uma marca de alimentação no país.
A nova rede conecta pontos como o West Bund Dream Center, Xuhui Riverside, Model Speed Space e a área em frente ao McDonald's da Longteng Avenue. Quase 20 redes de alimentação já fazem parte da operação, entre elas McDonald's, A Ma Handmade e M Stand.
A expectativa da Meituan é ampliar a cobertura e superar 40 marcas integradas até o fim do ano.
Pedido pode chegar em cerca de 10 minutos
O processo mistura automação com o trabalho dos funcionários. Após o preparo, um colaborador leva o pedido até o "aeroporto" de drones mais próximo, onde um braço robótico coloca a encomenda na aeronave.
No destino, outro braço retira o pacote e o coloca em um armário de retirada. Nos casos mais rápidos, todo o trajeto pode levar cerca de 10 minutos.
A proposta é usar as rotas aéreas principalmente em regiões nas quais o transporte terrestre enfrenta mais obstáculos, como parques, áreas de difícil localização ou locais com acesso mais complicado para entregadores.
Os drones também podem atuar em conjunto com os profissionais de entrega em trajetos mais longos, terrenos extremos ou situações climáticas mais severas.
Drone opera até sob chuva forte e neve
A Meituan usa o M-Drone 4L Winch, modelo de quarta geração equipado com um sistema de descida por cabo. A aeronave pode parar no ar e baixar o pacote diretamente até um ponto determinado.
Segundo a empresa, o equipamento suporta chuva forte, neve moderada, ventos de força 6 e temperaturas entre -20 °C e 50 °C. A companhia afirma que o modelo consegue atender mais de 97% dos cenários urbanos encontrados na China.
No solo, a estrutura conta com o M-Port 3, uma estação inteligente de apenas 1,4 m², área próxima à de uma cabine telefônica. O módulo possui um braço robótico responsável pelo carregamento automático das encomendas.
Sistema recalcula rota em caso de imprevistos
A rede também conta com o M-DaaS 3, sistema responsável pelo despacho e controle das aeronaves. A Meituan o descreve como um "supercérebro" capaz de identificar anormalidades em até 100 milissegundos.
Caso haja uma mudança repentina no clima ou alguma alteração no espaço aéreo, o sistema pode recalcular a rota do drone ou acionar protocolos de segurança.
Com a nova operação em West Bund, a Meituan amplia sua aposta em drones para complementar a logística tradicional e reduzir o tempo de entrega em regiões nas quais motos e bicicletas enfrentam mais limitações.
A chegada do iPhone 18 Pro abre uma boa oportunidade para quem quer um celular premium da Apple, mas prefere economizar com a geração anterior. Com base no histórico recente de preços, o iPhone 17 Pro de 256 GB já vale a compra entre R$ 8.000 e R$ 8.200, enquanto o iPhone 17 Pro Max de 256 GB faz sentido entre R$ 9.200 e R$ 9.400.
Esses valores não representam necessariamente o menor preço que os aparelhos podem atingir. Eles indicam uma faixa na qual o desconto já é relevante frente à média recente, sem depender de uma nova queda nas próximas semanas.
A mesma lógica vale para as capacidades maiores. Em boa parte das versões, uma redução próxima de 4% a 6% sobre o preço médio recente já cria um ponto interessante para compra.
Quanto vale pagar no iPhone 17 Pro?
O iPhone 17 Pro de 256 GB manteve uma média próxima de R$ 8.500 nos últimos meses. Uma oferta por R$ 8.200 já reduz o preço em cerca de 3,5% frente a esse patamar.
Por R$ 8.000, o desconto se aproxima de 6% e já pode ser considerado muito bom. Abaixo disso, a promoção entra em uma faixa ainda mais agressiva e pode não permanecer disponível por muito tempo.
Nas versões maiores, a lógica é parecida. O modelo de 512 GB já apareceu abaixo de R$ 10 mil, então preços entre R$ 9.900 e R$ 10.200 já são interessantes. Se cair para R$ 9.800 ou menos, a oferta fica ainda melhor.
Já o iPhone 17 Pro de 1 TB, que ficou recentemente na casa dos R$ 13 mil, começa a fazer sentido entre R$ 12.200 e R$ 12.500. Abaixo de R$ 12 mil, já entra em uma faixa excepcional.
E quanto vale pagar no iPhone 17 Pro Max?
O iPhone 17 Pro Max de 256 GB costuma custar entre R$ 9.600 e R$ 9.800. Nesse cenário, encontrar o celular por até R$ 9.400 já torna a compra interessante.
A faixa de R$ 9.200 ou menos é ainda melhor, com uma redução que pode ficar próxima de 6% frente aos valores recentes.
A versão de 512 GB costuma ficar perto de R$ 11,8 mil, então uma queda para R$ 11.100 a R$ 11.400 já é suficiente para considerar a compra. Se aparecer por R$ 10.800 ou menos, a oferta se torna especialmente boa.
No modelo de 1 TB, que ficou próximo de R$ 13,2 mil recentemente, a faixa de R$ 12.500 a R$ 12.800 já é interessante. Abaixo de R$ 12.500, o preço fica ainda mais agressivo.
O iPhone 17 Pro Max de 2 TB exige uma análise um pouco mais cautelosa. Além de ter menor volume de vendas, ele não possui um equivalente direto na geração iPhone 16 Pro Max para comparação histórica. Por isso, abaixo de R$ 15 mil já é uma faixa interessante, enquanto R$ 14.500 ou menos pode ser considerado um preço muito bom.
Modelo
Bom preço
Preço muito bom
iPhone 17 Pro 256 GB
R$ 8.000 a R$ 8.200
R$ 8.000 ou menos
iPhone 17 Pro 512 GB
R$ 9.900 a R$ 10.200
R$ 9.800 ou menos
iPhone 17 Pro 1 TB
R$ 12.200 a R$ 12.500
R$ 12.000 ou menos
iPhone 17 Pro Max 256 GB
R$ 9.200 a R$ 9.400
R$ 9.200 ou menos
iPhone 17 Pro Max 512 GB
R$ 11.100 a R$ 11.400
R$ 10.800 ou menos
iPhone 17 Pro Max 1 TB
R$ 12.500 a R$ 12.800
R$ 12.500 ou menos
iPhone 17 Pro Max 2 TB
até cerca de R$ 15.000
R$ 14.500 ou menos
Histórico mostra que esperar demais pode não compensar
A geração passada ajuda a entender por que o lançamento de um novo iPhone não garante uma queda contínua no preço do anterior.
Após a chegada do iPhone 17 Pro, o iPhone 16 Pro Max de 256 GB passou de aproximadamente R$ 8.300 para R$ 8.000 nas semanas seguintes. A redução ficou perto de 3,6%, mas o preço voltou a subir pouco depois.
O movimento foi parecido com o iPhone 16 Pro de 128 GB. O aparelho custava perto de R$ 7.000, apareceu brevemente por cerca de R$ 6.600 e depois retornou à faixa habitual. Nesse caso, a queda chegou a aproximadamente 5,7%.
Isso ajuda a mostrar que uma promoção logo após a chegada da nova geração pode ser mais interessante do que esperar indefinidamente por outro corte.
Estoque menor pode até fazer o preço subir
Essa cautela é ainda mais importante nas versões de 512 GB e 1 TB. Conforme os iPhones Pro antigos deixam de ser produzidos e o estoque diminui, algumas capacidades passam a aparecer com menos frequência no varejo.
Com isso, o preço deixa de acompanhar uma curva normal de desvalorização. Há casos em que versões do iPhone 16 Pro com mais armazenamento chegaram a custar mais do que modelos equivalentes de gerações mais novas justamente por causa da baixa disponibilidade.
Por esse motivo, o preço atual de um iPhone 16 Pro ou Pro Max com muito armazenamento nem sempre serve como uma referência adequada para definir quanto o iPhone 17 Pro deveria custar.
A média recente do próprio aparelho passa a ser um indicador mais útil. Se a queda ficar perto de 4% a 6%, o desconto já está dentro do comportamento observado após a chegada de uma nova geração.
No fim, o melhor negócio não precisa coincidir com o menor preço histórico. Se qualquer versão do iPhone 17 Pro ou Pro Max cair para uma faixa suficientemente abaixo de sua média recente, já pode fazer sentido comprar antes que uma promoção desapareça ou o estoque diminua ainda mais.
É importante destacar que esses valores indicados não são, necessariamente, o melhor preço justo de forma independente, pois seguem o histórico de redução das gerações passadas da Apple ao longo dos anos. Dessa forma, os preços são mais "realistas" com o que, de fato, pode acontecer.
A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável. O aparelho adota o formato de “passaporte”, com uma tela externa para o uso convencional e um painel maior que aparece quando o dispositivo é aberto. Com isso, a Apple entra diretamente na disputa com fabricantes que já estão há anos no segmento. Entre os principais concorrentes está o Galaxy Z Fold 8, atual dobrável no formato livro da Samsung.
Apesar da estreia tardia, o iPhone Duo chegou com algumas características que não estão disponíveis no rival sul-coreano. Curiosamente, a lista inclui até recursos que a própria Samsung já ofereceu em gerações anteriores, mas decidiu abandonar nos Fold mais recentes.
Há desde diferenças de resistência e câmeras até pequenos cuidados de software que aproveitam o formato dobrável. Confira 7 coisas que o iPhone Duo faz e o Galaxy Z Fold 8 não.
1 - Tela interna mais resistente a riscos
Um dos pontos que mais chamam atenção no iPhone Duo é a promessa de maior resistência a riscos na tela dobrável interna.
A Apple não detalhou qual é o nível dessa proteção, então ainda será preciso esperar por testes práticos para entender o quanto o painel aguenta. Ainda assim, é um aspecto importante em dobráveis, já que telas flexíveis tradicionais são bem mais sensíveis e podem ficar marcadas apenas com a pressão da unha.
O Galaxy Z Fold 8 também recebeu melhorias de construção e durabilidade, mas não traz uma promessa equivalente de resistência a riscos no painel flexível.
Esse é justamente um recurso que a Samsung já ofereceu em seus dobráveis. O suporte para S Pen, porém, foi aposentado com o Galaxy Z Fold 6 e não voltou no Fold 8.
A ausência da caneta virou um dos pontos de reclamação entre usuários da linha. No iPhone Duo, a Apple estreia no segmento com uma função que a principal rival decidiu deixar para trás.
3 - Vira um relógio de cabeceira
Quando fica entreaberto sobre uma mesa, o iPhone Duo pode assumir a função de relógio de cabeceira, com as informações exibidas de uma forma adaptada à posição do aparelho.
A ideia não é inédita no mercado. Dobráveis de fabricantes como Honor, Motorola e Huawei também exploram esse tipo de uso quando ficam parcialmente fechados.
No Galaxy Z Fold 8, porém, não há uma experiência nativa equivalente.
4 - Câmera escondida embaixo da tela
O iPhone Duo também aposta em uma câmera escondida sob a tela interna, o que evita um recorte aparente no painel maior.
Neste caso, a situação é curiosa porque a Samsung foi uma das fabricantes que mais apostaram nessa tecnologia. Os Galaxy Z Fold usaram câmera sob o display até o Galaxy Z Fold 6.
A companhia abandonou a solução no Fold 7 e manteve essa decisão no Fold 8. Com isso, a Apple estreia seu dobrável com uma característica que já fez parte da identidade dos aparelhos da Samsung.
5 - Certificação IP68 contra poeira e água
Em resistência, o iPhone Duo também leva vantagem no papel graças à certificação IP68 contra poeira e água.
O principal diferencial está na proteção contra partículas sólidas. O Galaxy Z Fold 8 possui certificação IP48, portanto não alcança o mesmo nível de resistência contra poeira do aparelho da Apple.
Esse é um ponto especialmente importante em dobráveis, já que a dobradiça e outras partes móveis tornam a proteção contra pequenas partículas um desafio maior do que em celulares convencionais.
6 - Grava vídeos em 4K a 120 fps
Para quem usa o celular para vídeo, o iPhone Duo também oferece uma possibilidade que o Galaxy Z Fold 8 deixa de fora: gravação em 4K a 120 quadros por segundo.
A vantagem segue uma característica que já aparece em outros iPhones mais avançados. A Apple oferece uma taxa de quadros maior em 4K, o que dá mais liberdade para cenas em câmera lenta sem reduzir tanto a resolução.
No Galaxy Z Fold 8, a gravação chega a 4K a 60 fps ou 8K a 30 fps. Assim, o Samsung alcança uma resolução superior, mas não oferece a mesma combinação de 4K com 120 fps.
7 - Animação ao abrir e fechar a tela
A última diferença é bem mais estética, mas mostra o cuidado da Apple com a transição entre os dois formatos do iPhone Duo.
O iOS possui uma animação específica para a passagem entre a tela externa e a interna, baseada na identidade visual Liquid Glass. Ao abrir ou fechar o aparelho, o conteúdo recebe um efeito de transparência durante a troca entre os displays.
Isso não muda a funcionalidade do celular, mas deixa a transição mais natural e ajuda a dar continuidade ao que estava na tela. O Galaxy Z Fold 8 alterna normalmente entre os dois painéis, mas não possui um efeito visual semelhante.
A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e aproveitou a estreia do novo formato para ressuscitar o Touch ID nos iPhones. O leitor de impressões digitais fica integrado ao botão lateral e pode autenticar o usuário tanto com o aparelho aberto quanto fechado.
O recurso não aparecia em um novo iPhone desde o iPhone SE de terceira geração, apresentado em março de 2022. Já na linha principal da marca, os últimos modelos com Touch ID foram o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus, lançados em 2017.
Touch ID migra para o botão lateral
Nos iPhones antigos, o Touch ID ficava integrado ao botão de Início abaixo da tela. No iPhone Duo, a Apple adotou uma solução diferente e colocou o sensor biométrico diretamente no botão lateral.
Segundo a empresa, a posição permite uma autenticação fácil e consistente independentemente da forma de uso do dobrável. Além do Touch ID, proprietários de um Apple Watch também podem usar o relógio para desbloquear o iPhone Duo.
A escolha faz sentido pelo formato do aparelho. Fechado, o iPhone Duo tem proporções semelhantes às de um passaporte, em uma proposta próxima de dobráveis como Galaxy Z Fold 8 e Huawei Pura X Max. A tela externa tem 5,4 polegadas, enquanto o painel interno chega a 7,6 polegadas.
Assim, o leitor lateral permanece acessível sem depender de qual tela está em uso. O botão convive ainda com o Camera Control, dedicado a atalhos da câmera.
O iPhone Duo terá pré-venda a partir de 16 de outubro, inclusive no Brasil, e chega às lojas em 23 de outubro. O aparelho será oferecido em versões de 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB. Os preços partem de R$ 21.999.
A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) sua nova geração de celulares e confirmou os preços para o mercado brasileiro. O destaque fica para o iPhone Duo, primeiro dobrável da marca, que será vendido por a partir de R$ 21.999 no país, com a versão 2TB de espaço chegando a R$ 30.999.
Além dele, a fabricante também revelou os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, que chegam como os modelos tradicionais mais avançados da linha. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente.
iPhone Duo estreia formato dobrável na Apple
O iPhone Duo marca a entrada da Apple no mercado de celulares dobráveis com um formato de livro, semelhante ao adotado por aparelhos como o Galaxy Z Fold 8. O modelo possui uma tela externa para o uso convencional e um painel maior na parte interna, que amplia o espaço para aplicativos e multitarefa.
Por dentro, o celular é equipado com o chipset A20 Pro e traz um sistema de câmeras com dois sensores traseiros de 48 MP. O formato dobrável ainda permite aproveitar a tela externa como visor ao usar as câmeras principais para selfies.
Outra mudança importante está na biometria. Em vez do Face ID, o iPhone Duo traz de volta o Touch ID, agora integrado ao botão lateral. O recurso não aparecia em um modelo principal da linha desde o iPhone 8.
A Apple também adaptou o iOS para aproveitar a tela interna maior, com recursos próprios para multitarefa e aplicativos que usam melhor o espaço adicional oferecido pelo painel dobrável.
iPhone 18 Pro e Pro Max recebem melhorias de câmera e desempenho
Os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o formato tradicional da linha, mas receberam atualizações importantes no hardware. Os dois também usam o A20 Pro, acompanhado por um novo sistema de resfriamento por câmara de vapor.
A câmera principal de 48 MP agora conta com abertura variável, recurso que dá mais controle sobre a entrada de luz e a profundidade de campo. A Apple também reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica nesta geração.
O iPhone 18 Pro Max ainda ganhou atenção especial na autonomia. Segundo a fabricante, o modelo recebeu a maior evolução de bateria já feita em um iPhone, graças à combinação entre uma bateria maior e melhorias de eficiência do novo chipset.
Preços dos novos iPhones no Brasil
Os três aparelhos começam em 256 GB e chegam a até 2 TB de armazenamento. Confira os preços oficiais:
Armazenamento
iPhone 18 Pro
iPhone 18 Pro Max
iPhone Duo
256 GB
R$ 11.999
R$ 12.999
R$ 21.999
512 GB
R$ 13.499
R$ 14.499
R$ 23.499
1 TB
R$ 16.499
R$ 17.499
R$ 26.499
2 TB
R$ 20.999
R$ 21.999
R$ 30.999
A diferença entre as versões mais baratas do iPhone 18 Pro e do iPhone Duo chega a R$ 10 mil. Já o dobrável com 2 TB custa R$ 30.999, quase R$ 9 mil a mais que sua configuração de entrada.
A Apple apresentou o Apple Watch Ultra 4 com uma evolução importante na bateria. O novo relógio promete até 50 horas de autonomia no uso cotidiano, tempo suficiente para passar mais de dois dias longe da tomada. A duração pode ficar ainda maior com o Modo Pouca Energia, que amplia a estimativa para até 84 horas. A recarga também ficou mais rápida: segundo a Apple, 15 minutos na tomada acrescentam até 18 horas de uso.
A Apple também criou novos modos de treino para quem precisa registrar atividades por muitas horas sem abrir mão do GPS e do monitoramento cardíaco.
No Extended Workout, o Apple Watch Ultra 4 consegue acompanhar exercícios ao ar livre por até 25 horas, com GPS e leitura de frequência cardíaca ativos. Segundo a fabricante, isso representa um aumento de 25% em relação ao modelo anterior.
Para alcançar essa autonomia, o relógio ativa o Modo Pouca Energia durante o exercício. Com isso, algumas métricas avançadas de corrida deixam de ficar disponíveis.
Como funciona o modo para ultramaratonas?
Para atividades ainda mais longas, há o Max Extended Workout. O recurso permite registrar corridas, caminhadas e trilhas por até 45 horas, tempo que, segundo a Apple, costuma ser suficiente para completar uma prova de 100 milhas, cerca de 161 km.
Mesmo nesse modo de economia mais agressivo, o relógio continua com o GPS ativo e registra a localização a cada segundo, o que permite manter um acompanhamento detalhado do percurso.
Em troca da autonomia maior, o Max Extended Workout desativa alertas e parciais do treino, além de deixar algumas métricas indisponíveis. O objetivo é priorizar o registro contínuo da atividade e evitar que o relógio fique sem bateria no meio de provas muito longas.
A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, celulares mais avançados no seu novo portfólio. A geração estreia o chipset A20 Pro de 2 nanômetros, traz câmera Fusion de 48 MP com abertura variável e adota uma Dynamic Island menor. Com o novo hardware, os iPhones deste ano ficaram 40% mais rápidos que o iPhone 17 Pro, segundo a Apple.
Os aparelhos também chegam com nova câmara de vapor, modem próprio C2 e iOS 27 com Apple Intelligence e Siri AI. O iPhone 18 Pro parte de US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 em conversão direta, enquanto o Pro Max começa em US$ 1.299, aproximadamente R$ 6.611.
A pré-venda começa em 12 de setembro, inclusive no Brasil, e as primeiras unidades chegam às lojas no dia 18 de setembro.
Câmera de 48 MP ganha abertura variável
Um dos principais destaques da nova geração está na câmera principal Fusion de 48 MP, que agora possui abertura variável entre f/1.8 e f/4. É a primeira vez que a Apple oferece controle de abertura física em um iPhone.
O mecanismo usa seis lâminas cortadas a laser e pode alterar automaticamente a abertura de acordo com a iluminação e a profundidade de campo necessária. O usuário também pode escolher manualmente entre quatro configurações pelo aplicativo Câmera.
A Apple afirma que o novo sensor melhora as fotografias em baixa luminosidade e entrega mais detalhes. Fotos de grupos também devem preservar melhor a nitidez de pessoas ou elementos posicionados mais ao fundo da cena.
Uma nova etapa de fotografia computacional busca gerar imagens mais nítidas, enquanto os Photographic Styles recebem controles de textura e granulação para ampliar as possibilidades de personalização.
A Apple também destacou melhorias para fotografias sob luz solar intensa e no foco de assuntos em movimento. O recurso Focus Tracking acompanha o objeto durante a captura para ajudar a mantê-lo em foco em gravações de vídeo.
Pro Controls oferece mais ajustes manuais
Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max ganham uma nova interface Pro Controls dentro do aplicativo Câmera. A ferramenta concentra configurações usadas com frequência e amplia os controles manuais disponíveis para fotos e vídeos.
É possível alterar parâmetros como abertura da lente, velocidade do obturador, ISO e balanço de branco, além de consultar um histograma para verificar os níveis de exposição da cena.
A Apple também disponibilizará uma API para que desenvolvedores aproveitem o controle da abertura variável em aplicativos de terceiros.
Para vídeo, efeitos Cinematic poderão ser aplicados após a gravação em conteúdos capturados a até 60 fps. O modo Time-lapse passa a filmar em 4K com Dolby Vision HDR.
O Audio Mix também recebeu novos algoritmos para melhorar a qualidade das vozes e agora consegue isolar músicas presentes no áudio da gravação.
Apple Reference Image ajuda a identificar fotos alteradas
A Apple também apresentou o Apple Reference Image, novo recurso voltado à autenticidade das fotografias capturadas pelos iPhone 18 Pro.
No modo Reference, o novo sensor registra dados assinados durante a captura. O Private Cloud Compute usa essas informações para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada.
Essa versão aparece no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal e funciona como uma espécie de negativo digital, que permite comparar os dois arquivos para identificar possíveis edições.
A Apple também usará metadados e prepara suporte ao padrão SynthID para ajudar a identificar conteúdos criados ou modificados com inteligência artificial.
A20 Pro estreia processo de 2 nm
Os dois modelos chegam com o Apple A20 Pro, fabricado em processo de 2 nm. O chipset possui 50% mais largura de banda de memória que o A19 Pro e traz uma CPU de seis núcleos.
São dois novos núcleos de desempenho e quatro novos núcleos de eficiência, com Neural Accelerators integrados. Segundo a Apple, a CPU é até 20% mais rápida, e a companhia a destaca como a mais veloz já usada em um smartphone.
A GPU possui sete núcleos e oferece desempenho gráfico até 40% superior ao A19 Pro, com foco tanto em jogos quanto em tarefas mais pesadas de criação.
Já o Neural Engine usa uma arquitetura Dual 16-core, com 32 núcleos no total. Segundo a Apple, isso dobra a capacidade de processamento de inteligência artificial em relação ao A19 Pro.
Nova câmara de vapor melhora desempenho contínuo
Para controlar as temperaturas, a Apple reformulou o sistema de refrigeração dos novos iPhones. O A20 Pro usa um encapsulamento inspirado nos chips da linha M, com memória e silício posicionados lado a lado.
A mudança remove a memória do caminho térmico e permite que o chipset tenha contato direto com uma câmara de vapor de nova geração.
Segundo a companhia, o componente tem três vezes mais área que o sistema usado no iPhone 17 Pro. A combinação permite um ganho de até 40% no desempenho sustentado, o maior já registrado pela Apple em um iPhone.
iPhone 18 Pro estreia modem C2 e chip N1
Outra novidade está na conectividade. Os dois celulares usam o N1, novo chip sem fio desenvolvido pela Apple com suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread.
Eles também estreiam o modem C2, segunda geração do sistema celular próprio da companhia. A Apple promete uploads significativamente mais rápidos que no C1X e 15% menos consumo de energia. O componente adiciona suporte a 5G mmWave nos Estados Unidos.
Os recursos de conectividade via satélite continuam disponíveis quando não há cobertura de rede celular ou Wi-Fi. A Apple também prorrogou por mais um ano o acesso gratuito às funções de satélite para usuários elegíveis das linhas iPhone 14, 15 e 16.
Dynamic Island fica menor e mostra mais informações
A Apple reduziu o tamanho da Dynamic Island nos novos modelos, mas manteve o sistema Face ID para desbloqueio, autenticação de compras e acesso a aplicativos.
O espaço também ficou mais funcional e agora consegue mostrar até três Atividades ao Vivo simultaneamente.
Siri AI estreia integrada ao Apple Intelligence
Os iPhone 18 Pro chegam com o iOS 27, que traz a nova geração do Apple Intelligence e apresenta a Siri AI, uma reformulação da assistente virtual da companhia.
Segundo a Apple, a Siri recebe atualmente mais de 2,5 bilhões de solicitações por dia. A nova versão passa a usar contexto pessoal para procurar informações em mensagens, e-mails, fotos e outros dados do usuário.
A Siri AI também consegue interpretar o conteúdo exibido na tela e executar ações relacionadas a ele. Um modo dentro do aplicativo Câmera permite ainda perguntar sobre o que está diante do celular e realizar ações a partir dessas informações.
A assistente passa a trabalhar melhor com aplicativos de terceiros. Entre os exemplos mostrados estão enviar mensagens pelo WhatsApp, reproduzir audiobooks no Audible, mandar e-mails e criar listas de compras.
Também é possível escrever pedidos para a Siri e personalizar sua voz e entonação.
Apple Intelligence edita fotos e monitora páginas
O Apple Intelligence também recebe novas ferramentas. O Spatial Reframing permite alterar a composição de uma foto depois da captura, enquanto o Extend consegue expandir a imagem.
O Clean Up foi atualizado e o Image Playground passa a gerar imagens com aparência fotorrealista.
No Safari, o novo Notify Me consegue acompanhar mudanças em páginas e avisar sobre eventos como reposição de produtos em estoque ou quedas de preço.
Para preservar a privacidade, a Apple afirma que parte das tarefas de IA ocorre diretamente no aparelho. Recursos que precisam de mais processamento podem usar o Private Cloud Compute.
Siri AI chega em português em outubro
O Apple Intelligence estará disponível em 16 idiomas, incluindo português, com a chegada do iOS 27.
A nova versão do sistema será disponibilizada gratuitamente em 14 de setembro. A Siri AI estreia na mesma data em versão beta para aparelhos configurados em inglês.
O suporte a mais idiomas, como português, francês, japonês, coreano e espanhol chega em outubro.
O iOS 27 também amplia as opções de personalização do visual Liquid Glass e adiciona novos recursos de proteção infantil e controle parental.
Outra novidade é o iPhone Handoff, que permite alternar entre dois iPhones com o mesmo número em operadoras compatíveis.
Pro Max tem maior salto de bateria já feito pela Apple
A Apple afirma que o iPhone 18 Pro Max registra o maior aumento de autonomia já feito entre gerações de iPhone, graças às melhorias do A20 Pro e à adoção de uma bateria maior.
Nas versões vendidas exclusivamente com eSIM, o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas de reprodução de vídeo, enquanto o iPhone 18 Pro Max chega a 45 horas.
Esses aparelhos usam o espaço antes reservado ao cartão SIM físico para colocar uma bateria maior e oferecem duas horas adicionais de reprodução de vídeo.
As versões exclusivas com eSIM serão vendidas em mercados como Estados Unidos, Canadá, Japão e México. O Brasil não está na lista divulgada pela Apple.
No carregamento, o iPhone 18 Pro recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos pelo cabo ou em aproximadamente 30 minutos sem fio.
No Pro Max, cinco minutos de carga com fio oferecem cerca de sete horas de reprodução de vídeo. A Apple também estima até 30 horas de uso com uma carga completa em seu novo modelo de medição baseado em dados de utilização real.
Construção usa 40% de materiais reciclados
Segundo a Apple, os iPhone 18 Pro e Pro Max são produzidos com 40% de conteúdo reciclado no total.
A bateria usa 100% de cobalto reciclado, enquanto a estrutura possui 85% de alumínio reciclado. A companhia também afirma que 50% da energia usada na cadeia de fabricação vem de fontes renováveis, como solar e eólica.
As embalagens são produzidas integralmente com fibras e podem ser recicladas.
Quatro cores e até 2 TB de armazenamento
Os iPhone 18 Pro e Pro Max serão vendidos nas cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto). O tom Burgundy é a nova opção introduzida nesta geração.
Os dois modelos também terão as mesmas opções de armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB.
A Apple anunciou ainda novas capas Silicone, TechWoven e transparentes, além de carteiras FineWoven e alças Wrist Strap e Crossbody Strap.
Preço e disponibilidade
O iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999 para a versão com 256 GB. Já o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 também com 256 GB.
Veja os preços oficiais no Brasil:
Armazenamento
iPhone 18 Pro
iPhone 18 Pro Max
256 GB
R$ 11.999
R$ 12.999
512 GB
R$ 13.499
R$ 14.499
1 TB
R$ 16.499
R$ 17.499
2 TB
R$ 20.999
R$ 21.999
A pré-venda começa no sábado, 12 de setembro, em mais de 65 países e regiões, incluindo o Brasil. As primeiras unidades chegam às lojas na sexta-feira, 18 de setembro.
Outros 20 países e regiões recebem os aparelhos a partir de 25 de setembro.
Ficha técnica do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max
Característica
iPhone 18 Pro
iPhone 18 Pro Max
Chipset
Apple A20 Pro
Apple A20 Pro
Processo
2 nm
2 nm
CPU
6 núcleos
6 núcleos
GPU
7 núcleos
7 núcleos
Neural Engine
32 núcleos
32 núcleos
Conectividade
Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Modem
Apple C2
Apple C2
Armazenamento
256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Câmera principal
Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Sistema
iOS 27
iOS 27
IA
Apple Intelligence e Siri AI
Apple Intelligence e Siri AI
Autonomia em vídeo com eSIM-only
Até 36 horas
Até 45 horas
Cores
Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
A Xiaomi pode adotar, nos seus próximos celulares topo de linha, um recurso de privacidade semelhante a um dos principais diferenciais do Galaxy S26 Ultra. Imagens vazadas no X mostram uma função chamada Smart Privacy Display, criada para dificultar que outras pessoas enxerguem o conteúdo da tela pelas laterais.
A novidade, porém, deve ir além de simplesmente ligar ou desligar a proteção. A interface revelada no vazamento indica que será possível escolher quais aplicativos ativam o modo de privacidade, assim como acontece no celular da Samsung, além de criar grupos personalizados para organizar essas configurações.
A Xiaomi ainda não confirmou oficialmente o recurso, mas as novas imagens reforçam rumores anteriores de que a fabricante trabalha em uma alternativa à tecnologia apresentada pela Samsung no Galaxy S26 Ultra.
Privacidade pode ser ativada automaticamente
Um dos diferenciais do Smart Privacy Display seria a possibilidade de proteger a tela sem qualquer comando do usuário. O sistema poderá identificar conteúdos considerados sensíveis e restringir automaticamente o ângulo de visão.
Isso pode acontecer, por exemplo, ao abrir aplicativos bancários, conversas em mensageiros ou campos para digitar senhas. Dessa forma, o celular poderia dificultar que alguém ao lado veja informações pessoais mesmo que o usuário não tenha ativado previamente o modo.
Também será possível escolher aplicativos específicos que sempre devem usar a proteção. Assim, quem quiser manter apenas WhatsApp, banco ou outro serviço protegido não precisará deixar o recurso ativo em todo o sistema.
Ainda não está claro, porém, como a Xiaomi pretende implementar essa tecnologia no hardware.
No Galaxy S26 Ultra, a Samsung usa uma tecnologia integrada ao próprio display para reduzir o ângulo em que o conteúdo permanece visível. A solução é diferente de simplesmente diminuir o brilho da tela ou aplicar um filtro físico de privacidade sobre o aparelho.
Xiaomi 18 Pro pode estrear o recurso
O Smart Privacy Display deve aparecer inicialmente no Xiaomi 18 Pro e Xiaomi 18 Pro Max, segundo os rumores. Os dois celulares são esperados para setembro e também podem ficar entre os primeiros modelos equipados com o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro.
Outro recurso que deve retornar é a tela secundária na parte traseira. A Xiaomi já adotou esse componente nos antecessores, mas rumores indicam que o display auxiliar pode ficar maior na próxima geração.
Por enquanto, tanto a presença do Smart Privacy Display quanto sua implementação nos Xiaomi 18 Pro e Pro Max seguem sem confirmação oficial. As capturas vazadas, contudo, dão mais força aos rumores de que a fabricante chinesa prepara sua própria versão de um dos recursos mais diferentes do Galaxy S26 Ultra.
A Meta estuda uma nova forma de impedir o uso escondido das câmeras de óculos inteligentes. Uma patente concedida recentemente à empresa apresenta um interruptor físico capaz de desligar o sensor, sem deixar essa função exclusivamente nas mãos do sistema operacional.
A tecnologia pode se tornar uma camada extra de proteção para dispositivos como os Ray-Ban Meta, que já enfrentam críticas pelo risco de gravações sem consentimento. Por enquanto, porém, a empresa não anunciou planos para levar o mecanismo a um produto comercial.
Câmera seria desligada direto no hardware
Em vez de apenas enviar um comando para que o sistema pare de usar a câmera, a proposta prevê interromper fisicamente a energia que chega ao componente. Dessa forma, o sensor ficaria impossibilitado de capturar imagens enquanto a proteção estivesse ativa.
Isso também reduz a dependência de atualizações ou comandos do próprio sistema. A ideia é que o bloqueio continue válido mesmo diante de uma eventual falha de software, já que a interrupção ocorre diretamente no circuito responsável pela câmera.
O documento trata a tecnologia de forma genérica e não associa o mecanismo oficialmente a um produto específico. Ainda assim, os desenhos apresentados lembram o formato dos óculos inteligentes que a Meta desenvolve em parceria com a Ray-Ban.
Meta já mudou sistema atual dos óculos
Hoje, um dos principais recursos para avisar sobre uma gravação é um LED localizado próximo à câmera. A luz acende sempre que os óculos começam a registrar um vídeo, para alertar as pessoas próximas.
Esse método, no entanto, já foi burlado por usuários que cobrem o indicador. Uma das possibilidades era iniciar a gravação normalmente e esconder o LED depois, o que permitia manter o registro sem o aviso visual.
A Tecno apresentou o Spark Go 3 Pro, novo celular barato que aposta em uma fórmula diferente da adotada pela Apple no iPhone Air. O aparelho não tenta quebrar recordes de espessura, com cerca de 8 mm, mas aproveita o espaço extra para incluir uma bateria relativamente grande, de 5.200 mAh.
A comparação com a Apple não surge por acaso. A própria Tecno já mostrou o Spark Slim, conceito com apenas 5,75 mm de espessura que chegou a ostentar o título de celular mais fino do mundo antes da chegada do iPhone Air. No Spark Go 3 Pro, porém, a fabricante seguiu um caminho menos extremo.
Bateria grande e proteção contra água
A bateria de 5.200 mAh é um dos principais destaques do Spark Go 3 Pro, especialmente por se tratar de um celular de entrada. O componente aceita carregamento de 15 W, e a Tecno inclui o carregador na caixa.
Outro ponto que chama atenção é a construção com certificações IP68 e IP69 contra água e poeira. Na parte frontal, o aparelho traz uma tela de 6,78 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz.
O restante da ficha técnica é mais modesto. O celular usa o chipset MediaTek Helio G81, limitado às redes 4G, e conta com 4 GB de RAM. Há opções com 64 GB ou 128 GB de armazenamento.
Nas câmeras, o Spark Go 3 Pro traz apenas um sensor traseiro de 13 MP, com abertura f/1.8 e foco automático. Para selfies e chamadas de vídeo, há uma câmera frontal de 8 MP.
Preço e disponibilidade
A Tecno iniciou as vendas do Spark Go 3 Pro na Índia, mas confirmou que o celular também chegará a outros mercados posteriormente. Ainda não há detalhes sobre quais países receberão o aparelho.
O modelo de 64 GB custa cerca de US$ 169,99, aproximadamente R$ 879 em conversão direta. Já a versão de 128 GB sai por US$ 179,99, cerca de R$ 931. Os valores em reais não consideram impostos ou outros custos de uma eventual comercialização internacional.
Promovida em parceria com a Mobgraphia, a iniciativa tem como tema “O que é beleza para você?” e aceita fotografias feitas com qualquer smartphone. Cada participante pode enviar até três imagens por CPF.
As fotos serão avaliadas por uma banca formada pela equipe da Mobgraphia e por fotógrafos profissionais convidados. Entre os critérios estão técnica, composição e a história por trás da imagem.
Como participar do concurso da Jovi
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela plataforma da Mobgraphia. O regulamento permite o envio de até três fotografias por CPF, desde que todas tenham sido registradas com um celular.
Os vencedores serão anunciados em 11 de setembro pelos canais de comunicação e redes sociais da Jovi e da Mobgraphia. A promoção conta com o Certificado de Autorização SPA/ME nº 03.052036/2026.
JOVI X300 Ultra é um celular feito para fotografia
O prêmio chama atenção principalmente pelo JOVI X300 Ultra, que se saiu muito bem no nosso review de câmeras.
O celular registra fotos com alto nível de detalhes, HDR preciso e cores equilibradas, além de ter um zoom bastante competente. Em nossos testes, ele preservou texturas até em objetos distantes e também entregou bons resultados em natureza e retratos.
O Photography Kit amplia ainda mais essa proposta com teleobjetivas externas equivalentes a 200 mm e 400 mm. Com elas, o X300 Ultra consegue fotografar objetos a grandes distâncias e ainda manter um bom nível de detalhes, o que aproxima a experiência da encontrada em uma câmera dedicada.
O Galaxy S26 FE chega com a proposta já conhecida da linha: entregar parte da experiência dos Galaxy S mais avançados por um preço menor. O modelo traz Exynos 2500 de 3 nm, 8 GB de RAM e versões com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, além da tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas e 120 Hz.
Mas quem busca um celular nessa categoria não precisa necessariamente esperar pelo novo Samsung. Já existem no Brasil opções com bastante desempenho, boas câmeras e fichas técnicas competitivas, algumas delas com preços menores graças ao tempo de mercado.
A lista reúne dois grupos diferentes. Galaxy S25 e iPhone 16 são topos de linha e ficam acima da proposta do S26 FE em desempenho. Já Motorola Edge 70 Pro, Xiaomi 17T e POCO X8 Pro estão mais próximos do conceito de intermediário premium de alta performance.
1. Galaxy S25
O Galaxy S25 é provavelmente a alternativa mais lógica para quem pensa no S26 FE, mas prefere continuar dentro do ecossistema da Samsung. Apesar de ser um topo de linha de 2025, o tempo de mercado já ajudou a derrubar bastante seu preço, e a versão de 256 GB pode ser encontrada na faixa dos R$ 4 mil.
A principal vantagem está no desempenho. O S25 utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy e conta com 12 GB de RAM, enquanto o novo FE traz o Exynos 2500 com 8 GB. Na prática, há mais fôlego para jogos pesados, multitarefa e para manter uma boa performance por vários anos.
Ele também é uma opção interessante para quem prefere celulares compactos. Sua tela Dynamic AMOLED 2X tem 6,2 polegadas e 120 Hz, contra 6,7 polegadas no S26 FE. O aparelho ainda oferece câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.
Se os dois aparecerem em uma faixa de preço parecida, o Galaxy S25 tende a ser a escolha mais interessante. Ele pertence a uma categoria superior e entrega hardware de flagship sem abrir mão dos principais recursos do ecossistema Galaxy.
O Motorola Edge 70 Pro entra na disputa como um dos modelos mais próximos da proposta tradicional da linha FE. Trata-se de um intermediário premium de alto desempenho que já tem venda oficial no Brasil e pode ser encontrado por cerca de R$ 3,3 mil em promoções.
Seu chipset é o MediaTek Dimensity 8500 Extreme, acompanhado por 12 GB de RAM física e opções com 256 GB ou 512 GB de armazenamento. A Motorola também oferece RAM Boost, mas a memória virtual não deve ser somada à quantidade de RAM física na comparação.
O restante da ficha técnica ajuda bastante a justificar sua presença nesta lista. O Edge 70 Pro tem uma tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, resolução 1,5K e 144 Hz, além de bateria de 6.500 mAh com carregamento de 90 W.
As câmeras também chamam atenção. Além da principal e da ultrawide, o celular traz uma teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x. Isso faz dele uma opção equilibrada para quem não quer priorizar apenas desempenho, mas também bateria e fotografia.
O iPhone 16 é a alternativa para quem vê o lançamento do S26 FE como uma oportunidade para considerar também uma mudança de plataforma. O celular da Apple é um topo de linha de 2024 e atualmente pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil na versão de 128 GB.
Seu principal argumento é o desempenho. O Apple A18 conta com CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos. Mesmo com uma geração a mais no mercado, o conjunto permanece bastante potente e coloca o iPhone 16 acima da proposta de um intermediário premium.
A maior concessão está na tela. O painel OLED tem apenas 6,1 polegadas e 60 Hz, uma diferença relevante diante dos 120 Hz oferecidos pelo Galaxy S26 FE. Em compensação, o iPhone traz câmera principal Fusion de 48 MP, ultrawide de 12 MP e um conjunto bastante competente para gravação de vídeos.
Há versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB. Assim, ele passa a fazer bastante sentido principalmente quando seu preço fica próximo ao do novo FE. Nesse cenário, o consumidor troca algumas vantagens de tela e do Android pelo desempenho e pelo ecossistema da Apple.
O Xiaomi 17T é uma das opções mais recentes desta seleção e tem venda oficial no Brasil. A configuração nacional oferece 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, com preço oficial de R$ 8.699,99 e valor à vista de R$ 8.003,99 na loja da fabricante. No varejo, porém, já existem ofertas inferiores, por volta de R$ 4.000, para quem não se incomoda em importar.
O aparelho utiliza o MediaTek Dimensity 8500-Ultra, fabricado em 4 nm e com frequência de até 3,4 GHz. Ele trabalha com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1, uma combinação voltada a quem exige bastante do celular em jogos, multitarefa ou aplicativos mais pesados.
A tela AMOLED de 6,59 polegadas tem resolução 1,5K e taxa de 120 Hz. Já a bateria de silício-carbono oferece 6.500 mAh e carregamento de 67 W, uma vantagem importante para quem prioriza autonomia.
Outro destaque está nas câmeras desenvolvidas em parceria com a Leica. O conjunto inclui uma teleobjetiva com zoom óptico de 5x, algo pouco comum nesta categoria. Por isso, o Xiaomi 17T pode ser uma alternativa especialmente interessante para quem procura bastante armazenamento e maior versatilidade fotográfica.
O POCO X8 Pro é a opção mais indicada para quem quer colocar desempenho e preço no topo da lista de prioridades. O celular tem venda oficial no Brasil, mas também aparece no varejo por valores entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, dependendo da configuração e da promoção.
Assim como o Xiaomi 17T, ele utiliza o Dimensity 8500-Ultra, com processo de fabricação de 4 nm e frequência máxima de 3,4 GHz. Há versões com 8 GB + 256 GB, 8 GB + 512 GB e 12 GB + 512 GB, com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1.
A ficha ainda inclui tela AMOLED de 6,59 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz, além de uma bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100 W. Isso deixa o POCO especialmente bem servido para jogos e para quem passa bastante tempo longe da tomada.
O conjunto fotográfico é mais simples que o dos outros modelos desta lista. Ele traz uma câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com estabilização óptica e uma ultrawide de 8 MP, sem uma teleobjetiva dedicada. A compensação vem justamente do preço, da bateria e do alto desempenho pelo valor cobrado.
O Redmi Note 17 Pro Max chamou atenção por apostar em uma bateria muito maior do que o padrão atual dos celulares. O modelo tem 9.210 mAh ou 10.000 mAh, de acordo com o mercado, e a Xiaomi fala em autonomia suficiente para até dois dias de uso.
O problema é que o aparelho ainda não tem lançamento confirmado no Brasil. Para quem precisa trocar de celular agora, porém, já existem alternativas vendidas oficialmente no país com baterias que partem de 6.000 mAh e chegam a impressionantes 10.001 mAh.
Infelizmente, não há modelos mais "tradicionais", como Motorola e Samsung, mas ainda há boas opções para quem quer passar mais tempo longe das tomadas. Confira:
1. JOVI V70
O JOVI V70 é uma alternativa interessante para quem quer bastante bateria, mas também faz questão de câmeras mais avançadas. O intermediário premium com 8 GB de RAM e 256 GB já é encontrado por R$ 2.699 no Mercado Livre, bem abaixo do preço de lançamento.
Sua bateria BlueVolt possui 7.000 mAh e suporta carregamento rápido de 90 W. A JOVI não fala em dois dias completos de uso, mas divulga números expressivos: são até 43,8 horas de YouTube, 13 horas de Mobile Legends e 14% de carga restante após 16 horas de uso intenso no teste da marca.
O V70 ainda traz o MediaTek Dimensity 7360-Turbo, de 4 nm, com memória de 8 GB e armazenamento de 256 GB. A tela AMOLED de 6,83 polegadas tem taxa de 120 Hz, enquanto a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica reforça sua proposta mais premium. A proteção IP68 e IP69 completa o conjunto.
O OPPO Reno16 5G tem uma bateria menor que a de boa parte dos celulares desta lista, mas é o que traz a promessa mais direta para quem busca dois dias longe da tomada. Na loja oficial da marca, a versão com 256 GB custa por volta de R$ 4.499 à vista, e pode ser parcelado, com total de R$ 5.999 no prazo.
A capacidade é de 6.000 mAh, com suporte ao carregamento SUPERVOOC de 80 W. Segundo a OPPO, o Reno16 alcança 2,34 dias de uso nos testes da empresa e pode chegar a 60,24 horas de chamadas. Uma recarga completa leva aproximadamente uma hora com o carregador compatível.
O celular é um intermediário premium equipado com o Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento na configuração brasileira. Ele ainda oferece tela AMOLED de 6,32 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, telefoto de 50 MP, câmera frontal de 50 MP e proteção IP69K.
Para gastar menos dentro da linha da OPPO, o A6 Pro 5G aposta em autonomia e resistência. O intermediário era encontrado no Magalu por R$ 2.699 no Pix na versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.
Aqui, a bateria sobe para 7.000 mAh e mantém o carregamento SUPERVOOC de 80 W. A OPPO não divulga uma estimativa de dois dias de uso ativo, mas informa até 31 dias em standby. A carga vai de 1% a 50% em 26 minutos e chega a 100% em aproximadamente uma hora.
O desempenho fica por conta do MediaTek Dimensity 6300, um chipset intermediário com conectividade 5G. O A6 Pro também tem tela AMOLED de 6,57 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP e certificações IP66, IP68 e IP69 contra poeira e água.
O JOVI T1 5G chama atenção por oferecer bateria grande e desempenho intermediário por um preço consideravelmente menor que o V70. A versão com 8 GB de RAM e 256 GB aparecia por cerca de R$ 1.733 no Pix na loja da JOVI no Mercado Livre.
Sua bateria BlueVolt possui 6.500 mAh e aceita carregamento de 90 W. Nos testes da fabricante, o celular alcança 27,5 horas de YouTube, 12 horas de PUBG, 14 horas de navegação ou 23,5 horas de WhatsApp. Em outra simulação de 16 horas com jogos, vídeos e redes sociais, ainda sobra carga ao fim do período.
O T1 usa o mesmo Dimensity 7360-Turbo de 4 nm do V70, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A tela AMOLED de 6,77 polegadas tem resolução Full HD+ e 120 Hz. A recarga também é rápida: segundo a marca, os 90 W levam a bateria de 1% a 100% em cerca de 52 minutos.
Entre todos os modelos desta lista, o Realme P4 Power 5G é o que mais chama atenção pela capacidade da bateria. O intermediário chega a superar até a versão de 10.000 mAh do Redmi Note 17 Pro Max, com 10.001 mAh. No Magalu, a versão de 8 GB e 256 GB é vendida por cerca de R$ 2.420 no Pix.
A Realme promete até 32,5 horas de YouTube, 11,7 horas de PUBG e nada menos que 185,7 horas de reprodução no Spotify. Mesmo com 5% de carga, o modo de economia pode oferecer até 218 minutos de chamadas ou 46,8 horas em standby. O carregamento chega a 80 W.
O P4 Power usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultra 5G e tem opções com até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento UFS 3.1. A tela AMOLED de 6,8 polegadas chega a 144 Hz e a câmera principal Sony de 50 MP possui OIS. Mesmo com a bateria enorme, o aparelho pesa cerca de 219 gramas e tem 9,08 mm de espessura.
O Realme C85 Pro é a opção mais simples da seleção e faz sentido principalmente para quem quer gastar pouco e colocar a autonomia acima do desempenho. O intermediário de entrada com 8 GB de RAM e 256 GB é encontrado no Magalu por cerca de R$ 1.575 no Pix.
Apesar do preço baixo, sua bateria possui 7.000 mAh. A Realme afirma que o celular mantém 50% da carga após 12 horas de uso intenso em seu teste. A marca também cita até 59 horas de chamadas, 16 horas de chat e 19 horas de vídeo online. O carregamento chega a 45 W.
Realme C85 Pro
O Snapdragon 685 deixa claro que o C85 Pro não busca competir com os aparelhos mais potentes desta lista e também limita o celular às redes 4G. Em compensação, ele oferece tela AMOLED de 6,8 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP, NFC e proteção elevada contra poeira e água.
Quem quer bateria de longa duração sem abrir mão de desempenho pode olhar para o POCO X8 Pro. O intermediário premium é um dos aparelhos mais potentes da lista, e a versão global com 8 GB de RAM e 256 GB aparece no KaBuM por cerca de R$ 2.389 no Pix.
A bateria de silício-carbono tem 6.500 mAh, com carregamento HyperCharge de 100 W. A POCO divulga mais de nove horas de jogos, mais de 12 horas de chamadas de vídeo e mais de 20 horas em redes sociais. Uma recarga completa leva cerca de 48 minutos nos testes da fabricante.
Seu maior diferencial está no Dimensity 8500-Ultra, acompanhado por memória LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1. O celular ainda traz tela AMOLED 1,5K de 6,59 polegadas e 120 Hz, câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com OIS, conectividade 5G e proteção IP68.