O Galaxy SmartTag 3 apareceu em novas imagens vazadas que revelam detalhes do design da próxima "AirTag da Samsung". O acessório deve abandonar o formato tradicional da geração atual e adotar um corpo quadrado com cantos bastante arredondados. As imagens também mostram versões nas cores branca e preta.
As imagens mostram que o Galaxy SmartTag 3 terá uma estrutura dividida entre uma moldura externa e uma grande área circular no centro. O botão central traz a marca Samsung e parece ter acabamento metálico com uma textura que lembra metal escovado.
O visual representa uma mudança em relação ao Galaxy SmartTag 2, lançado em 2023, mas curiosamente também lembra o primeiro SmartTag, que tinha um corpo quadrado arredondado com uma área circular central.
A versão branca combina uma moldura clara com a parte central mais destacada, enquanto o modelo preto aposta em um acabamento escuro em praticamente toda a estrutura.
Samsung pode retirar furo para chaveiro
Um dos detalhes mais curiosos do vazamento está justamente na forma de prender o rastreador. As imagens não mostram um furo integrado ao Galaxy SmartTag 3 para colocar uma argola, cordão ou chaveiro.
Quem quiser colocar o rastreador nas chaves, em uma mochila ou em outro objeto pode precisar comprar uma capa específica com algum tipo de alça ou argola.
A mudança pode ser importante porque o SmartTag 2 já conta com uma abertura integrada para facilitar esse tipo de uso.
Recursos e preço ainda são mistério
A Samsung ainda não confirmou oficialmente as especificações do Galaxy SmartTag 3. A expectativa é que alguns recursos da geração anterior sejam mantidos, como Bluetooth, Ultra-Wideband (UWB), NFC para o Modo Perdido e resistência contra água e poeira com certificação IP67.
O SmartTag 2 oferece até 500 dias de bateria no modo normal e pode chegar a 700 dias com o modo de economia de energia. Ainda não está claro se o novo modelo terá autonomia semelhante ou alguma melhoria. Também surgiram listagens de varejistas indicando preço de € 45,95 (R$ 272).
Além das imagens, o Galaxy SmartTag 3 já apareceu em uma certificação de órgão regulador da Coreia do Sul. A combinação dos vazamentos e da certificação indica que o lançamento pode estar próximo. Veja o que já sabemos da AirTag da Samsung.
A Samsung parece preparar um novo tipo de fone de ouvido para quem não gosta de modelos que entram no canal auditivo. O Galaxy Buds On, anteriormente conhecido pelo codinome Able, apareceu em novos vazamentos que revelam o possível design e vários recursos do acessório. Imagens e informações encontradas em versões recentes de aplicativos da Samsung indicam que o dispositivo fica preso à parte externa da orelha.
A novidade ainda não foi anunciada oficialmente, mas já teve o modelo SM-U600 identificado em certificação na Índia.
O Galaxy Buds On tem uma construção bastante diferente dos Galaxy Buds tradicionais. O acessório é formado por duas partes arredondadas conectadas por uma espécie de alça de silicone.
A parte maior fica acomodada na orelha e abriga os alto-falantes, enquanto a extremidade mais plana se posiciona do lado de fora. Essa peça também parece contar com uma superfície sensível ao toque para controlar funções do fone.
Até agora, o vazamento mostra a versão preta, mas imagens encontradas no aplicativo Buds Manager indicam que a Samsung também trabalha em uma opção branca.
Fone pode controlar música com movimentos da cabeça
Entre os recursos mais curiosos estão os gestos com a cabeça, já presentes nos Galaxy Buds 4 e Buds 4 Pro. O usuário poderá, por exemplo, movimentar a cabeça para controlar funções sem tocar no celular, embora os comandos específicos ainda não tenham sido detalhados.
Outra novidade é o Auto Volume. A função pode aumentar automaticamente o volume quando o ambiente fica mais barulhento e reduzir novamente em locais silenciosos.
O Galaxy Buds On também deve oferecer um modo Volume Boost, capaz de aumentar ainda mais o nível sonoro. Nesse caso, o vazamento alerta para uma possibilidade maior de vazamento de som.
Galaxy Buds On terá recursos de IA e detecção de sono
O fone também deve ter um recurso permite iniciar gravações rapidamente e transformar os áudios em texto. Por outro lado, não há indicação de cancelamento ativo de ruído (ANC), presente nos antigos Galaxy Buds Live.
A Samsung ainda não confirmou oficialmente o Galaxy Buds On nem revelou uma data de lançamento, mas ele já apareceu em certificação na Índia e teve firmware identificado em servidores internos da empresa em diferentes países.
A Oppo está preparando uma linha de celular com filmagem digna de cinema. O Find X10 tem duas câmeras traseiras de 200 MP, enquanto o Find X10 Pro Max terá recursos de gravação pensados para quem busca resultados mais próximos de uma produção cinematográfica. A Oppo também já confirmou que os aparelhos terão bateria de 8.000 mAh, e o lançamento na China está previsto para este mês.
O Find X10 será equipado com uma câmera principal de 200 MP e abertura f/1.6, desenvolvida em parceria com a Hasselblad. O sensor também contará com estabilização de nível profissional CIPA 6.0, recurso que deve ajudar a reduzir tremidos durante fotos e vídeos.
A segunda câmera de 200 MP será uma teleobjetiva, com abertura f/2.6 e estabilização CIPA 7.0. Com isso, a Oppo aposta em alta resolução na câmera principal e nas fotografias com aproximação.
O celular ainda terá um sensor de cores Danxia de segunda geração. Segundo a fabricante, a tecnologia consegue melhorar a reprodução de cores e o alcance dinâmico, chegando a até 15 EV.
Além das câmeras, o Find X10 terá bordas extremamente finas. A tela contará com apenas0,99 mm de moldura, uma redução considerável em relação às gerações anteriores da linha.
Pro Max quer transformar celular em câmera de cinema
Enquanto o Find X10 chama atenção pela dupla de 200 MP, o Find X10 Pro Max vai ainda mais longe. O aparelho terá três câmeras traseiras de 200 MP e suporte à captura OpenGate.
A tecnologia aproveita toda a área do sensor para gravar em proporção 4:3, em vez de limitar a captura a um recorte mais estreito, o que oferece mais área de imagem para quem pretende editar o vídeo posteriormente.
O Pro Max também terá integração com o aplicativo Blackmagic Camera, conhecido por oferecer controles avançados de gravação. A parceria permitirá acessar recursos como O-Log2 e OpenGate diretamente pelo aplicativo.
Os aparelhos com filmagem digna de cinema serão lançados primeiro na China ainda em setembro, e os três modelos da família já estão disponíveis para pré-venda. Ainda não há informações sobre a venda no Brasil. Quer saber se a câmera do celular é boa antes de comprar? Confira.
Na última quarta-feira (9), a Apple apresentou o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e também revelou as capinhas oficiais feitas especialmente para o aparelho. Os acessórios seguem a proposta premium do smartphone e chegam com preços de até US$ 129, o equivalente a cerca de R$ 660 em conversão direta.
As opções incluem uma capa tradicional mais fina e uma versão Folio com suporte integrado. As duas foram desenvolvidas para acompanhar o formato dobrável do iPhone Duo e são compatíveis com carregamento sem fio.
A iPhone Duo Folio é a opção mais sofisticada. Ela será vendida nas cores azul-marinho e taupe e conta com um suporte integrado que permite deixar o celular em diferentes ângulos. Quando não está em uso, o suporte pode ser dobrado para ficar junto à própria capa.
O acessório custa US$ 129, cerca de R$ 663. No Reino Unido, o preço é de £129, enquanto na Europa chega a €149.
Além da proteção, a proposta da Folio é aproveitar o formato dobrável do iPhone Duo para transformar o aparelho em uma espécie de tela de apoio para assistir a vídeos, fazer chamadas ou consumir outros conteúdos.
Capa tradicional custa cerca de R$ 406
Para quem prefere algo mais simples, a Apple também lançou a iPhone Duo Case. A capa tem construção de duas partes, envolvendo os dois lados do aparelho, e foi descrita pela empresa como fina e leve.
Ela estará disponível nas cores areia e azul-marinho. O preço parte de US$ 79 (R$ 406). Na Europa, o valor chega a €89.
As duas capinhas contam com ímãs integrados para se alinharem ao iPhone Duo e são compatíveis com MagSafe, Qi2 de até 25 W e carregadores certificados pelo padrão Qi. Dessa forma, o usuário pode carregar o celular sem precisar remover a proteção.
iPhone Duo aposta em design fino e dobrável
O iPhone Duo tem formato de livro e pode ser usado fechado ou totalmente aberto. Quando aberto, ele se torna o iPhone mais fino já produzido pela Apple, enquanto fechado mantém um formato compacto, pensado para caber no bolso e ser usado com uma mão.
A construção combina titânio de grau 5 com acabamento polido, além de uma dobradiça com mais de 100 componentes. O aparelho também conta com Ceramic Shield na traseira e Ceramic Shield 2 na parte frontal, além de resistência à água e poeira com certificação IP68.
Então o design do iPhone Duo exige acessórios diferentes de uma capinha convencional, já que a proteção precisa acompanhar as duas partes do aparelho sem atrapalhar a abertura. É justamente aí que entram as duas opções apresentadas pela Apple. Saiba mais sobre o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple.
A Xiaomi abriu a pré-venda do Mijia Smart Gas Stove 3 Max na China, um fogão que usa inteligência artificial para aumentar a segurança durante o preparo das refeições e consegue perceber quando o usuário se afastou da cozinha por muito tempo. O preço inicial é de 2.704 yuans (cerca de R$ 2.000).
Um dos recursos mais curiosos está em uma sonda de liga de titânio sensível à pressão capaz de suportar até 500 °C. O componente fica em contato com o fundo da panela para acompanhar a temperatura durante o cozimento.
Os dados são analisados por um algoritmo de temperatura com IA, que tenta identificar situações em que a panela está vazia ou funcionando sem líquido. Quando detecta, o fogão interrompe automaticamente o fornecimento de gás e apaga a chama.
O aplicativo Xiaomi Home também pode enviar um alerta para o celular caso o problema aconteça quando o usuário estiver longe da cozinha.
Radar sabe quando você saiu da cozinha
O Mijia Smart Gas Stove 3 Max também usa radar para monitorar a área à frente do fogão, com alcance de até 0,9 metro.
Se a pessoa permanecer afastada por 30 minutos, o aparelho emite um alerta sonoro. Caso a ausência chegue a 60 minutos, o fogão corta automaticamente o gás e envia uma notificação pelo aplicativo.
Cada boca tem um temporizador independente, com ajustes de 1 a 180 minutos. No queimador direito, o usuário ainda pode consultar a temperatura da panela em tempo real.
A Xiaomi afirma que o fogão tem eficiência térmica de 75% e pode reduzir em até 22 °C a temperatura ao redor da área de cocção graças a uma estrutura de três camadas na grade.
O Xiaomi 18 Pro Max apareceu em um teste de performance (Geekbench 7) com um desempenho de respeito: foram 3.582 pontos no teste single-core e 12.247 pontos no multi-core. O aparelho listado com o modelo M1544F ainda teria 12 GB de RAM, Android 17 e um novo chip Snapdragon, indicando que o próximo topo de linha da Xiaomi pode chegar com bastante potência.
O registro do Geekbench revela que o processador do Xiaomi 18 Pro Max teria dois núcleos de desempenho rodando a 5,11 GHz, três núcleos a 4,03 GHz e outros três voltados à eficiência, com frequência de 2,74 GHz.
Além dos resultados de CPU, o celular alcançou 29.934 pontos no teste Vulkan e 26.210 pontos no OpenCL. A parte gráfica ficaria por conta da GPU Adreno 850, que também aponta para um aparelho preparado para tarefas pesadas e jogos.
Os resultados ainda devem ser vistos com cautela, já que se trata de um vazamento e o desempenho de uma unidade de teste pode mudar até a versão comercial.
Câmeras podem chegar a 200 MP
Além do desempenho, o Xiaomi 18 Pro Max é alvo de rumores sobre um conjunto fotográfico bastante avançado. O aparelho pode ter uma câmera principal de 200 MP, acompanhada por uma teleobjetiva de 200 MP e uma ultrawide de 50 MP.
A ideia seria colocar o Pro Max entre os modelos mais completos da futura família Xiaomi 18, principalmente para fotografia com zoom e captura em diferentes condições de iluminação.
Bateria de 8.500 mAh
A bateria também pode ser um dos pontos fortes do Xiaomi 18 Pro Max. Vazamentos indicam uma capacidade de 8.500 mAh, acompanhada por carregamento rápido de 100 W.
O celular ainda teria suporte à tecnologia UWB (Ultra-Wideband), usada para localização mais precisa de dispositivos e acessórios compatíveis.
Além do benchmark, os supostos Xiaomi 18 e Xiaomi 18 Pro Max apareceram em registros da Comissão Econômica Eurasiática (EEC). Os modelos identificados pelos números 2611FPNFAG e 2609BPN61G seriam destinados ao mercado internacional, segundo vazamentos anteriores.
Existe ainda a possibilidade de o Xiaomi 18 Pro ficar exclusivo da China, enquanto o modelo padrão e o Pro Max seriam vendidos globalmente. A Xiaomi, porém, ainda não confirmou os nomes, especificações ou datas de lançamento. Veja as certificações em vazamento da versão global do Xiaomi 18 e 18 Pro Max.
Finalmente o tão aguardado iPhone dobrável veio aí. Nesta quarta-feira (9), a Apple anunciou o iPhone Duo, durante o evento anual da empresa. É a estreia da marca no segmento de smartphones dobráveis. O iPhone Duo adota um formato de passaporte, com uma tela externa para o uso tradicional e um painel interno maior que aparece quando o aparelho é aberto.
Com isso, o celular pode ser usado tanto como um smartphone convencional quanto como um dispositivo com área ampliada para aplicativos, vídeos e outras tarefas.
Fechado, o smartphone tem uma tela externa Super Retina XDR de 5,4 polegadas, que oferece 90% da área de tela do iPhone 18 Pro. Quando aberto, o display interno chega a 7,6 polegadas e é 50% maior que a tela do iPhone 18 Pro Max.
As duas telas têm a mesma proporção, o que permite que o conteúdo mantenha uma escala semelhante quando o usuário passa de um painel para o outro. A Apple também afirma que a experiência é contínua durante a abertura, o fechamento e a rotação do aparelho.
O iPhone Duo será vendido nas cores star white e night sky, com estrutura feita de titânio grau 5 e acabamento polido. A tampa da dobradiça tem acabamento microjateado, enquanto a parte traseira é protegida pelo Ceramic Shield.
A tela externa conta com Ceramic Shield 2, que, segundo a Apple, tem resistência a riscos três vezes maior que a geração anterior. O aparelho também tem certificação IP68 contra água e poeira.
Apple tenta reduzir o vinco da tela
Um dos principais desafios dos celulares dobráveis está na região em que o display é dobrado. Para lidar com isso, a Apple desenvolveu uma construção de múltiplas camadas para a tela interna do iPhone Duo.
O painel conta com um revestimento resistente a riscos e uma camada externa de nano-textura. Além de reduzir reflexos, a superfície fosca ajuda a diminuir a percepção do vinco no centro da tela.
A construção inclui vidros de alta resistência acima e abaixo do display. A Apple também colocou uma placa de titânio sob o painel para aumentar a resistência.
Na parte externa, o iPhone Duo possui uma tela Super Retina XDR de 5,4 polegadas. Segundo a Apple, ela oferece 90% da área de tela encontrada no iPhone 18 Pro.
Ao abrir o celular, o usuário encontra um painel Super Retina XDR de 7,6 polegadas, que é 50% maior que a tela do iPhone 18 Pro Max. O display interno foi pensado para oferecer uma área maior para consumo de conteúdo, jogos e multitarefa.
As duas telas têm a mesma proporção, permitindo que o conteúdo seja redimensionado de maneira proporcional durante a transição entre os painéis.
A tela inicial também ganha uma organização diferente. O iPhone Duo pode exibir duas páginas da Home Screen ao mesmo tempo. A Dynamic Island foi redesenhada para se adaptar ao formato dobrável e fica posicionada verticalmente na lateral das telas. Ela continua mostrando alertas e atividades em tempo real.
iPhone Duo usa chip A20 Pro
O primeiro iPhone dobrável é equipado com o A20 Pro, o mesmo chip presente nos iPhone 18 Pro. O componente é fabricado no processo de 2 nanômetros e recebeu uma arquitetura específica para lidar com as demandas do aparelho.
Segundo a Apple, a CPU de seis núcleos é até 20% mais rápida que a do A19 Pro. A GPU de sete núcleos chega a ser 40% mais rápida e eficiente, enquanto o novo Dual Neural Engine de 16 núcleos oferece duas vezes mais capacidade de processamento para modelos de inteligência artificial executados no dispositivo.
O A20 Pro também tem 50% mais largura de banda de memória unificada.
Para manter o desempenho em tarefas pesadas, a Apple criou um sistema térmico com uma câmara de vapor personalizada conectada diretamente ao pacote do chip. A solução ajuda a dissipar o calor durante jogos, multitarefa e processamento de inteligência artificial.
A empresa afirma que o iPhone Duo entrega até 35% mais desempenho sustentado que o iPhone 17 Pro. O armazenamento começa em 256 GB, com versões de 512 GB, 1 TB e 2 TB.
Câmeras do iPhone dobrável
Na traseira, o iPhone Duo traz duas câmeras de 48 MP: uma Fusion principal, com sensor maior, abertura rápida, estabilização por deslocamento do sensor e teleobjetiva integrada de qualidade óptica de 2x, e uma Fusion Ultra Wide com suporte a fotos macro.
A câmera principal registra imagens de 24 MP por padrão e pode chegar a 48 MP. Na frente, há uma Center Stage de 12 MP, que ajusta o enquadramento automaticamente, além de uma câmera FaceTime sob a tela interna.
O formato dobrável também permite recursos como Smart Take, selfies com as câmeras traseiras usando a tela externa como prévia, Duo Preview, Kid Cue, Duo FaceTime e Dual Capture.
Para vídeos, a câmera principal grava em até 4K a 120 fps com Dolby Vision, enquanto o Time-lapse chega a 4K com Dolby Vision HDR. O aparelho também marca o retorno do Touch ID, integrado ao botão lateral, e pode ser apoiado parcialmente aberto para gravar vídeos sem tripé.
Bateria promete até 44 horas
O iPhone Duo usa uma arquitetura com duas baterias, sendo uma em cada metade do aparelho. A combinação permite aproveitar melhor o espaço interno e aumentar a capacidade disponível.
Segundo a Apple, o aparelho oferece até 31 horas de reprodução de vídeo usando a tela interna e até 44 horas usando a tela externa. Quando as duas telas são usadas de maneira equilibrada, a autonomia chega a 24 horas por carga.
O sistema de recarga rápida permite atingir até 50% de bateria em aproximadamente 20 minutos. No carregamento sem fio, o aparelho chega a 50% em cerca de 30 minutos com um carregador MagSafe ou Qi2.
Preço e disponibilidade
O iPhone Duo será vendido nos Estados Unidos a partir de US$ 1.999, cerca de R$ 10.27. O preço inicial corresponde à versão com 256 GB de armazenamento. O aparelho também terá configurações de 512 GB, 1 TB e 2 TB, mas a Apple não informou no release os preços individuais de cada capacidade.
A pré-venda começa em 16 de outubro, enquanto as primeiras unidades chegam às lojas em 23 de outubro. O Brasil está entre os mais de 70 países e regiões que receberão o iPhone Duo já na primeira leva. A pré-venda brasileira começa em 16 de outubro, mas a Apple ainda não divulgou o preço do aparelho no país.
Nesta quarta-feira (9), durante o Apple Event, a empresa anunciou o iPhone 18 Pro com um recurso para provar que foto não foi criada por IA. Chamado Apple Reference Image, o sistema usa dados capturados pelo sensor da câmera para criar uma espécie de registro original da imagem.
A novidade foi pensada para um cenário em que imagens geradas ou alteradas por inteligência artificial estão cada vez mais difíceis de identificar. No iPhone 18 Pro, o sensor da câmera principal pode assinar cada pixel capturado.
Quando o usuário fotografa no novo iPhone 18 Por ou 18 Pro Max com o modo Reference, os dados assinados do sensor são processados pelo Private Cloud Compute para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada. Ela fica disponível no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal, funcionando como uma espécie de negativo digital.
Dessa forma, é possível comparar os dois arquivos visualmente e verificar se houve alterações na foto original. A Apple destaca que a ferramenta pode ser especialmente útil para fotojornalistas, fotógrafos e outras pessoas que precisam comprovar a origem de uma imagem.
O sistema também trabalha com metadados e terá suporte ao padrão SynthID, desenvolvido para ajudar na identificação de imagens criadas ou editadas por IA.
Câmera do iPhone 18 Pro ganha abertura variável
O recurso de autenticidade faz parte de um sistema de câmeras mais avançado no iPhone 18 Pro. A principal novidade é a câmera Fusion de 48 MP com abertura variável, algo inédito nos celulares da Apple.
A lente tem seis lâminas que se movimentam para oferecer quatro configurações diferentes de abertura. O usuário pode controlar esse ajuste manualmente no aplicativo Câmera, enquanto o aparelho também pode alterar a abertura automaticamente de acordo com iluminação e profundidade de campo.
A câmera principal ganhou um novo sensor e melhorias no processamento computacional das imagens. Segundo a Apple, as mudanças ajudam a produzir fotos mais detalhadas, melhorar registros em ambientes escuros e preservar detalhes em pessoas que aparecem ao fundo de fotos em grupo.
Sabe quando você vai tomar banho e precisa esperar um tempo de água fria antes de a temperatura ideal chegar? A Xiaomi apresentou na China um novo aquecedor a gás inteligente que promete resolver essa experiência de uma vez por todas. O Mijia Smart Gas Water Heater 2 16L combina pré-aquecimento, bomba de pressão e controle automático da temperatura.
O aparelho será lançado na China no próximo dia 15 de setembro por 2.899 yuans (cerca de R$ 2.220), e o preço sugerido para o varejo é de 2.999 yuans (R$ 2.300).
Antes mesmo de a torneira ser aberta, o aquecedor pode aquecer a água que permanece nos canos, reduzindo o tempo necessário para que ela chegue quente ao chuveiro.
O equipamento também conta com uma bomba de pressão de frequência variável. Segundo a Xiaomi, ela pode aumentar o fluxo de água em até 245%, além de trabalhar com uma altura de bombeamento de até 10 metros e circulação de até 120 metros.
Temperatura mais estável durante o banho
O Mijia Smart Gas Water Heater 2 também tenta evitar mudanças bruscas de temperatura quando outros pontos da casa começam a consumir água.
Para isso, o sistema monitora pressão e temperatura da água que entra no equipamento e ajusta automaticamente a quantidade de gás e a combustão.
A câmara de combustão é selada e conta com uma ventoinha instalada na parte inferior, que, segundo a fabricante, mantém a chama estável mesmo com ventos de até força 12.
Outro recurso é a eficiência térmica de até 107%, com uma tecnologia de condensação secundária que recupera parte do calor dos gases de exaustão.
Sistema inteligente evita até tubulação extra
A condensação normalmente gera um líquido ácido que precisa ser direcionado para um dreno. A Xiaomi criou um sistema para tratar esse líquido internamente.
Depois de passar por um módulo de neutralização mineral, o fluido é transformado em pequenas gotas por um atomizador centrífugo e expelido pelo tubo de saída. Assim, o aparelho dispensa uma tubulação exclusiva para o descarte do condensado e reduz o risco de corrosão.
O aquecedor ainda traz seis estágios de filtragem de água, Bluetooth e integração com o aplicativo Mijia para programação e comandos de voz.
O primeiro iPhone dobrável pode chegar ao mercado com um nome bem diferente do esperado. Segundo informações atribuídas ao jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa teria escolhido iPhone Duo para batizar seu novo celular com tela flexível, deixando de lado os rumores que apontavam para nomes como iPhone Ultra. Gurman é conhecido pelos vazamentos certeiros sobre a Apple.
A revelação acontece poucas horas antes do evento da Apple, marcado para esta quarta-feira (9), quando a companhia deve apresentar oficialmente o aparelho. O novo nome também sugere que a Apple pretende tratar o dobrável como uma categoria própria dentro da família iPhone.
De acordo com Gurman, a Apple já teria definido o nome comercial iPhone Duo para o aparelho. A escolha chama atenção porque “Duo” não é exatamente inédita no universo da tecnologia.
O termo já foi usado pela Microsoft em um dispositivo da linha Surface Duo e também apareceu em uma antiga linha de notebooks da própria Apple, na década de 1990.
Dobrável pode custar até US$ 3 mil
O nome pode ser uma das surpresas do lançamento, mas o preço promete chamar ainda mais atenção. O iPhone Duo deve partir de US$ 2.000, cerca de R$ 10.280 em conversão direta, na versão com 256 GB. Assim, deve ser o celular mais caro já feito pela Apple.
O modelo mais completo, com 2 TB de armazenamento, poderia se aproximar dos US$ 3.000 (R$ 15.420).
O que esperar do iPhone Duo
O dobrável deve adotar formato semelhante ao de um livro, com uma tela externa de aproximadamente 5,5 polegadas e um display interno de 7,8 polegadas.
Entre os recursos esperados estão o chip A20 Pro, modem C2, duas câmeras traseiras de 48 MP e suporte ao Apple Pencil. O aparelho também deve apostar em multitarefa na tela maior e chegar em versões nas cores azul-escuro e branca.
Se os rumores estiverem corretos, o iPhone Duo será uma das maiores mudanças na linha de celulares da Apple em anos. Resta esperar para o evento em que ocorre o lançamento dos iPhone 18 Pro e iPhone dobrável.
A Casio lançou um novo relógio da linha Master of G desenvolvido para enfrentar condições extremas. O Frogman GWF-D1000BC-1 combina resistência a impactos, água e ambientes adversos com sensores voltados para mergulho, além de recursos como carregamento solar e ajuste automático de horário. Chega ao mercado japonês em setembro de 2026 por ¥198.000 (R$ 6.554).
O relógio tem a resistência à água de até 200 metros, seguindo o padrão ISO para mergulho, e conta com um sensor capaz de medir profundidades de até 80 metros, em intervalos de 10 centímetros.
O conjunto ainda tem bússola digital e termômetro, enquanto a função de correção horizontal automática ajuda a manter a precisão da bússola durante o mergulho.
O relógio registra automaticamente informações das atividades subaquáticas, como duração, profundidade máxima e temperatura mínima da água. É possível armazenar até 20 registros, além de acompanhar o intervalo de superfície por até 48 horas.
Outro recurso específico é o alerta de velocidade de subida, pensado para auxiliar durante os mergulhos.
Construção combina metal e resina
A resistência do Frogman também aparece na construção. A caixa mede 59,2 x 53,3 x 18 mm e pesa 181 gramas. O conjunto usa aço inoxidável e resina, enquanto a pulseira combina metal com resina de biomassa.
A pulseira tem um sistema de extensão em dois estágios, permitindo que o relógio seja usado por cima de uma roupa de mergulho.
Para completar o pacote, o relógio conta com estrutura resistente a choques, carregamento Tough Solar e sistema Multiband 6, que permite a correção automática da hora por sinais de rádio em diferentes regiões.
Relógio também aposta em autonomia
Mesmo com tantos recursos, o Frogman não depende de carregadores convencionais. Segundo a Casio, a bateria pode durar aproximadamente sete meses com as funções em uso e chegar a 23 meses no modo de economia de energia quando não há geração solar.
O modelo também oferece horário mundial em 48 cidades, dados sobre fases da Lua, gráfico de marés, cronômetro, temporizador, cinco alarmes e iluminação LED.
O OnePlus 16 deve chegar ao mercado com três chips desenvolvidos pela própria empresa para melhorar a experiência em games, especialmente em jogos de tiro em primeira pessoa. As informações foram divulgadas pelo conhecido leaker Digital Chat Station, que revelou que cada chip terá uma função diferente: tela, conexão de rede e resposta ao toque.
Os componentes seriam chamados de P4, G3 e T3. O P4 será responsável pelo processamento relacionado à tela, com a promessa de diminuir o tempo de resposta e tornar a exibição das imagens mais rápida.
Já o G3 será um chip dedicado à rede, com foco em melhorar a estabilidade da conexão durante as partidas. Em jogos online, uma conexão mais consistente pode ajudar a reduzir problemas como atrasos e oscilações.
Por fim, o T3 ficará responsável pelo toque, fazendo com que os comandos realizados na tela sejam registrados mais rapidamente.
A OnePlus também teria trabalhado com estúdios especializados em jogos FPS para ajustar o funcionamento do aparelho. Segundo o vazamento, a combinação dos três chips deve proporcionar uma experiência mais fluida em games compatíveis.
Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro será o chip principal
Apesar de contar com três componentes próprios para jogos, o OnePlus 16 ainda terá um processador principal tradicional. O aparelho é esperado com o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro, próximo chip topo de linha da Qualcomm.
Rumores indicam que o processador será fabricado pela TSMC em processo de 2 nanômetros e poderá contar com novos núcleos Oryon operando acima de 5 GHz.
A tela também deve receber atenção especial, com uma nova geração da Oriental Screen, desenvolvida em parceria com a BOE. O aparelho ainda deve rodar o ColorOS 17.
OnePlus 16 pode chegar em outubro
O OnePlus 16 ainda não teve todas as suas especificações confirmadas oficialmente. A expectativa é que o celular seja apresentado inicialmente na China em outubro de 2026. No entanto, tudo ainda está no campo dos vazamentos e não há informações sobre a venda no Brasil. Com isso, a OnePlus nega rumor de que estaria fechando as portas.
Essa vai para os leitores assíduos: que tal um celular com "tela de Kindle"? A Hisense, conhecida principalmente por suas TVs, lançou os novos A10 Pro e A10 Ultra, com tela principal de tinta eletrônica, semelhante à encontrada em leitores digitais. O recurso promete tornar a leitura mais confortável, mas para ter uma experiência mais próxima à de um smartphone convencional, é preciso recorrer a uma segunda tela.
Os dois modelos têm uma tela E Ink Carta 1300 de 6,13 polegadas, com resolução de 1.648 x 824 pixels e densidade de 300 PPI. O painel trabalha com 256 níveis de escala de cinza e iluminação frontal com 36 níveis em duas cores.
Assim como em um Kindle, a tela usa a luz ambiente refletida para formar as imagens. Segundo a Hisense, ela não emite luz azul e não apresenta cintilação, características que favorecem atividades como leitura de livros digitais, estudos e anotações em PDFs.
O conjunto ainda conta com um chip E Ink T2000 TCON, responsável por controlar a atualização do painel de forma independente. A tecnologia ajuda a reduzir o efeito fantasma e diminui a carga sobre o processador.
Tela adicional removível
A tela E Ink é monocromática, então quem quiser consumir conteúdo colorido precisa instalar um painel LCD de 4,96 polegadas na traseira do aparelho.
Essa tela adicional é presa magneticamente ao celular e pode ser removida quando não for necessária. Com ela conectada, o usuário consegue navegar por redes sociais, visualizar imagens e gráficos, assistir a vídeos curtos e acessar conteúdos coloridos.
No A10 Ultra, o acessório já vem na caixa. No A10 Pro, porém, a tela colorida é vendida separadamente. Ou seja, o celular tem duas telas, mas a experiência tradicional de smartphone depende de um acessório no modelo mais barato.
Processador Snapdragon e bateria de 4.000 mAh
Os celulares são equipados com o Qualcomm QCM6690, processador octa-core fabricado em 4 nm e compatível com 5G. O sistema pode reduzir automaticamente frequência e consumo durante a leitura e aumentar o desempenho em tarefas mais exigentes.
A bateria tem 4.000 mAh, com carregamento de 18 W por fio e 15 W sem fio. O A10 Ultra também oferece carregamento magnético.
Os aparelhos saem de fábrica com Android 16 e permitem instalar aplicativos normalmente. Também contam com uma câmera traseira de 48 MP, frontal de 8 MP, NFC, infravermelho, Wi-Fi 6 e clonagem de aplicativos.
Na China, o Hisense A10 Pro parte de 2.799 yuans (cerca de R$ 1.678) na versão de 8 GB + 128 GB. Já o A10 Ultra começa em 3.198 yuans (cerca de R$ 1.919), também com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. Mas por enquanto, ainda não temos informações sobre a venda no Brasil.
A chegada da Starlink direto ao celular no Brasil ganhou um novo obstáculo, desta vez envolvendo questões de concorrência. O Ministério da Fazenda recomendou que a Anatel acompanhe de perto o avanço da tecnologia Direct-to-Device (D2D), que permite conectar smartphones diretamente a satélites.
A avaliação consta no Parecer SEI nº 3164/2026, produzido pela Subsecretaria de Acompanhamento Econômico e Regulação (SEAE). O documento analisa pedidos relacionados ao uso de espectro feitos por Starlink, Sateliot e OQ Technology.
A tecnologia D2D pode levar conectividade a locais onde redes tradicionais têm dificuldades para chegar, como áreas rurais, estradas, regiões marítimas e zonas afetadas por desastres ou interrupções de infraestrutura.
Apesar dos benefícios, a Fazenda considera que a solução deve funcionar como complemento às redes móveis terrestres. O órgão também alerta que a quantidade limitada de espectro disponível pode dificultar a entrada de novos concorrentes.
Ordem de chegada pode beneficiar empresas pioneiras
Um dos principais pontos de atenção é a forma como a Anatel pretende distribuir a Banda S, usada para os serviços. O problema, segundo a Fazenda, é que os pedidos são analisados seguindo a ordem em que foram apresentados. Assim, quem tiver autorização primeiro pode garantir acesso a um recurso escasso e criar uma vantagem difícil de ser revertida posteriormente.
A pasta considera que consultas públicas, embora aumentem a transparência do processo, não são suficientes para assegurar uma disputa efetiva pelo espectro.
Por isso, a recomendação é que a Anatel monitore quanto das frequências está realmente sendo usado e se existe capacidade disponível. Também poderiam ser adotadas medidas como prazos mínimos para implantação, perda da autorização em caso de falta de uso e regras para compartilhamento.
Acordos entre Starlink e operadoras também preocupam
Outro ponto analisado envolve possíveis parcerias entre empresas de satélite e operadoras de telefonia. A tecnologia D2D pode ser oferecida por meio desses acordos, mas contratos exclusivos ou preferenciais poderiam limitar o acesso de concorrentes.
A Fazenda quer que a Anatel observe se operadoras regionais, pequenos provedores e novos participantes conseguem contratar serviços D2D em condições competitivas.
Entre os pontos que devem entrar no radar estão cláusulas de exclusividade, restrições a negociações com outras empresas e diferenças injustificadas nas condições comerciais.
Apesar dos alertas, o parecer não recomenda barrar a Starlink ou as demais empresas que solicitaram autorização. A Fazenda também afirma não ter identificado, até o momento, práticas anticoncorrenciais. Se quiser saber mais sobre Starlink no celular, entenda como funciona a tecnologia de Elon Musk.
A Caviar, conhecida por transformar smartphones da Apple em peças de luxo com materiais exclusivos, apresentou uma versão bastante incomum do iPhone 17 Pro. Batizado de Geiger, o modelo incorpora um contador de radiação funcional, corpo de titânio e até um relógio suíço na traseira. A edição começa em US$ 13.130 (cerca de R$ 67.751).
O grande diferencial da edição especial é o contador Geiger integrado diretamente à traseira do aparelho, que usa um dosímetro SIG-RM1208 capaz de medir os níveis de radiação gama no ambiente.
O equipamento possui uma pequena tela digital que exibe as medições em tempo real. Também é possível configurar um alerta sonoro para ser acionado quando a radiação ultrapassar determinado limite.
O módulo fica instalado no centro da traseira do iPhone. Ao redor dele, a Caviar adicionou um mostrador de relógio analógico equipado com um mecanismo suíço Ronda 763, movido a quartzo.
Para combinar com os componentes adicionais, a Caviar substituiu a traseira convencional do iPhone 17 Pro por uma estrutura de titânio. O acabamento segue uma estética industrial, com parafusos aparentes, painéis metálicos espessos e uma faixa vermelha atravessando o centro do aparelho.
Edição limitada tem apenas sete unidades
A Caviar informou que produzirá somente sete unidades do iPhone 17 Pro Geiger. Cada aparelho terá seu número de produção gravado na estrutura e será acompanhado por um certificado de autenticidade.
O preço inicial de US$ 13.130 (R$ 67.751) corresponde à versão com 256 GB do iPhone 17 Pro. O valor aumenta para quem optar por mais armazenamento ou pelo iPhone 17 Pro Max.
Além do contador de radiação funcional, o iPhone da Caviar tem um relógio suíço em uma edição extremamente limitada. Se gostou de conhecer, veja iPhones de ouro que custam mais que um carro.
O Galaxy S27 Pro apareceu em supostos renders que sugerem pela primeira vez detalhes do possível design do aparelho. O modelo ainda não foi confirmado oficialmente pela Samsung, mas pode ocupar uma posição inédita entre o Galaxy S27+ e o Galaxy S27 Ultra.
O principal destaque das imagens está na traseira. O Galaxy S27 Pro aparece com uma grande barra horizontal envolvendo o conjunto de câmeras, em uma solução visual semelhante à esperada para o Galaxy S27 Ultra.
Apesar de a barra ocupar boa parte da largura superior da traseira, as três câmeras ficam concentradas no lado esquerdo. O visual lembra bastante a abordagem adotada pela Apple em modelos recentes da linha iPhone Pro.
Além da questão estética, a estrutura pode ajudar a deixar o celular mais estável quando colocado sobre uma superfície plana, reduzindo a inclinação causada pelo módulo de câmeras.
Tela de 6,6 polegadas e corpo compacto
Na frente, os renders mostram uma tela plana com bordas finas. O painel deve ter aproximadamente 6,6 polegadas, enquanto as laterais do aparelho aparecem com acabamento mais reto.
As dimensões estimadas são de 154,06 x 73,77 x 7,95 mm. Com isso, o Galaxy S27 Pro seria cerca de 9 mm mais curto e 5 mm mais estreito que o Galaxy S27 Ultra.
O aparelho também aparece na cor roxa nas renderizações, mas isso não significa que essa será uma opção comercial. A tonalidade pode ter sido escolhida apenas para destacar o dispositivo nas imagens.
Galaxy S27 Pro pode ter câmeras de 200 MP
Segundo os vazamentos, o Galaxy S27 Pro pode compartilhar parte do conjunto fotográfico do Ultra. A câmera principal teria 200 MP, acompanhada de uma ultrawide de 50 MP.
A diferença estaria na teleobjetiva. O Pro teria um sensor de 12 MP com zoom óptico de 3x, configuração mais simples que a esperada no modelo Ultra.
O celular também não deve contar com compartimento integrado para a S Pen, recurso que continuaria exclusivo do Galaxy S27 Ultra.
Snapdragon, até 16 GB de RAM e bateria de 5.200 mAh
No desempenho, os rumores apontam para o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro, embora exista a possibilidade de a Samsung utilizar o Exynos 2700 em determinadas regiões.
A memória RAM começaria em 12 GB, podendo chegar a 16 GB na versão com maior armazenamento. O espaço interno máximo especulado é de 1 TB. A bateria teria capacidade de 5.200 mAh, segundo os vazamentos disponíveis até agora.
O Galaxy S27 Pro ainda é apenas uma possibilidade, já que a Samsung não confirmou oficialmente a existência do aparelho. A expectativa atual é de que a linha Galaxy S27 seja apresentada em fevereiro de 2027. Enquanto isso, o grande assunto do momento é que o Galaxy S26 FE chegou: 1º celular com One UI 9 tem bateria para 29 horas de vídeo.
A Samsung voltou a liderar o mercado global de smartphones no segundo trimestre de 2026, deixando a Apple na segunda posição. Segundo dados da Counterpoint Research, a fabricante sul-coreana alcançou23% de participação nas vendas mundiais, enquanto a rival ficou com 21%.
No primeiro trimestre de 2026, as duas empresas estavam empatadas com 21% do mercado. Já no Q2, a Samsung avançou para 23%, enquanto a participação da Apple permaneceu em 21%.
A Samsung também registrou crescimento de 9% nas vendas em relação ao mesmo período de 2025, desempenho que ajudou a empresa a assumir novamente o primeiro lugar em um mercado que enfrenta dificuldades.
A Apple, por outro lado, também teve um trimestre positivo. Os embarques da companhia cresceram 13% na comparação anual, impulsionados pelo bom desempenho da linha iPhone 17. Mesmo assim, o avanço não foi suficiente para manter a liderança global.
Mercado de smartphones enfrenta queda
A disputa entre Samsung e Apple aconteceu em um cenário complicado para o setor. Os embarques globais de smartphones caíram 7% em relação ao segundo trimestre de 2025, principalmente diante do aumento dos preços dos componentes provocado pela escassez de memória. Vale observar que o preço dos celulares não vai parar de subir pelo menos até 2028.
A América do Norte foi a única região a apresentar crescimento anual, com alta de 6%. O mercado se beneficiou da forte presença de aparelhos premium e de financiamentos oferecidos pelas operadoras.
Na Europa Ocidental, o cenário também permaneceu relativamente estável, com queda de apenas 1%.
Xiaomi perde espaço no ranking
Enquanto Samsung e Apple avançaram, outras fabricantes tiveram resultados mais fracos. A Xiaomi sofreu uma queda de 26% nos embarques anuais, enquanto a Vivo recuou 21%.
No segundo trimestre de 2026, a Xiaomi ficou com 11% do mercado global, seguida por vivo e OPPO, com 8% e 10%, respectivamente.
Participação global no mercado de smartphones
Fabricante
Q1 2025
Q2 2025
Q3 2025
Q4 2025
Q1 2026
Q2 2026
Apple
19%
17%
18%
25%
21%
21%
Samsung
20%
20%
19%
18%
21%
23%
Xiaomi
14%
14%
14%
11%
12%
11%
Vivo
7%
9%
9%
8%
7%
8%
OPPO
11%
12%
12%
11%
10%
10%
Outras
29%
28%
29%
26%
29%
27%
Mesmo com a retomada da liderança pela Samsung, a disputa permanece apertada. A diferença entre as duas fabricantes é de apenas 2 pontos percentuais, então o mercado global continua competitivo.
Um celular chinês com visual que lembra os antigos Nokia está chamando atenção por combinar teclado físico, Android e recursos de inteligência artificial. O Qin J36 AI foi apresentado na China por 659 yuans (cerca de R$ 500), e apesar da aparência de celular básico, o aparelho roda Android 13 e consegue acessar aplicativos populares. O celular também conta com funções de IA para facilitar tarefas que normalmente exigiriam vários toques na tela.
O Qin J36 traz uma tela de 2,8 polegadas, com resolução de 480 x 640 pixels, acompanhada por um teclado físico numérico. O conjunto tem processador MTK8766V, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento.
A bateria tem capacidade de 2.600 mAh, enquanto o aparelho pesa 119 gramas. Nas conexões, há entrada USB-C e suporte a recursos como Bluetooth, Wi-Fi e redes móveis.
O celular também roda Android 13, permitindo instalar aplicativos. Entre os serviços compatíveis estão WeChat, Alipay, música e vídeo, algo que o diferencia dos celulares básicos tradicionais.
Inteligência artificial ajuda a evitar digitação
O principal diferencial do Qin J36 está no QIN AI, sistema de inteligência artificial integrado ao aparelho, que permite que o usuário faça tarefas por meio de comandos em uma única frase.
É possível, por exemplo, pedir para ativar o Bluetooth, realizar uma ligação ou criar um texto com IA. Dessa forma, o teclado físico não precisa ser usado para todas as funções, tornando a interação mais prática mesmo em uma tela pequena.
O aparelho também inclui rádio FM e controle remoto infravermelho, permitindo controlar equipamentos compatíveis.
Versão com ou sem câmera
O Qin J36 pode ser encontrado em versões com e sem câmera. O modelo equipado com câmeras tem um sensor traseiro de 13 MP e câmera frontal de 2 MP.
Já a versão sem câmera remove completamente o módulo fotográfico da traseira. A opção pode ser interessante para quem procura um aparelho mais simples ou para situações em que o uso de câmeras não é desejado.
Nesta quinta-feira (27), a Samsung realizou um novo Galaxy Event e apresentou oficialmente o Galaxy S26 FE, novo integrante da família Galaxy S26. O aparelho chega com tela AMOLED de 6,7 polegadas, processador Exynos 2500, câmera tripla e bateria de 4.900 mAh para 29 horas de vídeo, além de ser o primeiro celular da família S26 a chegar com One UI 9 direto de fábrica.
A nova versão da interface traz recursos de inteligência artificial mais integrados ao cotidiano, enquanto o conjunto fotográfico recebeu melhorias para captura, edição e gravação de vídeos. O Galaxy S26 FE também aposta em um corpo fino e leve e terá até 512 GB de armazenamento.
Galaxy S26 FE tem tela AMOLED de 120 Hz
O novo celular da Samsung conta com uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz. O painel alcança 1.900 nits de brilho, segundo a ficha técnica divulgada pela empresa durante o evento.
O aparelho mede 161,6 x 76,9 x 7,4 mm e pesa 193 gramas e a construção mantém a proposta fina da família Galaxy S26, enquanto a certificação IP68 garante resistência contra água e poeira.
Câmera tripla ganha recursos de IA
Na traseira, o Galaxy S26 FE tem câmera principalde 50 MP com OIS, acompanhada por uma ultrawide de 12 MP e uma telefoto de 8 MP. O conjunto oferece zoom óptico de 3x e zoom digital de até 30x.
Na frente, a câmera de selfies tem 12 MP. Entre as novidades está o My FanCam, recurso que acompanha automaticamente uma pessoa selecionada e mantém o indivíduo centralizado durante a gravação.
O celular também conta com Super Steady com Horizontal Lock, que ajuda a manter vídeos mais nivelados durante gravações em movimento, e Nightography para melhorar registros em ambientes com pouca luz.
Na edição, o Photo Assist permite fazer alterações usando comandos em linguagem natural. Já o Gemini Omni pode criar e editar vídeos a partir de fotos e gravações armazenadas na Galeria.
Galaxy S26 FE estreia One UI 9
O Galaxy S26 FE é o primeiro integrante da família Galaxy S26 a ser lançado com One UI 9, trazendo novos recursos de Galaxy AI.
O Now Brief ganhou cartões personalizáveis, enquanto o Now Nudge foi ampliado para aplicativos e notificações de terceiros selecionados. O Circle to Search também recebeu uma atualização e agora consegue pesquisar vários itens presentes em uma mesma imagem.
O aparelho ainda terá seis meses de Google AI Pro, com acesso a recursos adicionais de inteligência artificial e 5 TB de armazenamento na nuvem.
Bateria de 4.900 mAh e carregamento sem fio
A Samsung equipou o Galaxy S26 FE com uma bateria de 4.900 mAh. O carregamento com fio de 45 W consegue levar o aparelho a até 69% em aproximadamente 30 minutos, segundo a fabricante.
O modelo também suporta carregamento sem fio de 15 W e Wireless PowerShare para compartilhar bateria com dispositivos compatíveis.
No desempenho, o Exynos 2500 de 3 nm trabalha acompanhado de 8 GB de RAM. O armazenamento terá versões de 128 GB, 256 GB e, pela primeira vez nesta configuração divulgada, 512 GB.
Sete anos de atualizações
O evento também traz destaque para o suporte prolongado de software. O Galaxy S26 FE terá sete gerações de atualizações do sistema operacional e sete anos de atualizações de segurança.
A Samsung também incluiu um Smart Switch atualizado, que permite transferir dados de aparelhos Android ou iPhone por meio de um QR Code, incluindo senhas, histórico de chamadas e dados de eSIM.
O Galaxy S26 FE estará disponível a partir de 4 de setembro em mercados selecionados, nas cores Blueberry, Graphite e Pistachio. Os preços e a disponibilidade podem variar conforme o país e a região. A Samsung, contudo, não revelou ainda informações específicas sobre a chegada do modelo ao Brasil. Neste mês de agosto o Galaxy Z Fold 8 também chega ao Brasil com novo formato e bateria maior; veja preços.
Especificações técnicas do Galaxy S26 FE
Especificação
Galaxy S26 FE
Tela
6,7 polegadas, Dynamic AMOLED 2X, resolução FHD+, taxa de atualização de 60/120 Hz, brilho de até 1.900 nits
Dimensões
161,6 × 76,9 × 7,4
Peso
193 g
Câmera principal
50 MP, f/1.8, OIS, campo de visão de 84°
Câmera ultrawide
12 MP, f/2.2, campo de visão de 123°
Câmera telefoto
8 MP, f/2.4, OIS, zoom óptico de 3x, zoom digital de até 30x, campo de visão de 32°
Câmera frontal
12 MP, f/2.2, campo de visão de 85°
Processador
Samsung Exynos 2500, fabricado em 3 nm
Memória RAM
8 GB
Armazenamento
128 GB, 256 GB ou 512 GB
Bateria
4.900 mAh (capacidade típica); 4.755 mAh de capacidade nominal mínima
Carregamento com fio
Até 45 W; até 69% em cerca de 30 minutos com carregador de 45 W
Segundo um relatório da imprensa sul-coreana, a Samsung teria avançado no desenvolvimento de dois modelos do Galaxy Z Fold 9, ambos com formato mais largo. A decisão estaria relacionada à boa recepção do Galaxy Z Fold 8, que teria apresentado forte demanda durante o período de pré-venda.
A Samsung apresentou com o Galaxy Z Fold 8 uma mudança importante no design dos seus dobráveis no formato de livro. O aparelho passou a ter uma estrutura mais larga quando aberto, oferecendo uma área de visualização maior para diferentes tipos de conteúdo.
O modelo conta com tela externa de 5,5 polegadas e proporção de 10:16, enquanto o display interno tem 7,6 polegadas e proporção de 4:3. A proposta é oferecer uma experiência mais confortável para tarefas como navegação, mensagens, vídeos e jogos.
Galaxy Z Fold 8 teria impulsionado decisão
De acordo com o relatório, o desempenho comercial do Galaxy Z Fold 8 teria sido um dos fatores para a Samsung avançar com os novos projetos. Na Coreia do Sul, o modelo teria representado cerca de 70% das pré-vendas da linha Galaxy Z8.
Outro ponto citado é que o dobrável de formato mais largo teria vendido mais do que o Galaxy Z Fold 8 Ultra, versão mais sofisticada que mantém um formato tradicional de celular dobrável.
Dois Galaxy Z Fold 9 podem ter propostas diferentes
Ainda não está claro como a Samsung pretende diferenciar os dois possíveis modelos do Galaxy Z Fold 9. Uma das possibilidades é manter uma versão convencional e lançar outra com preço mais acessível.
Também não há informações confirmadas sobre especificações, preços ou nomes comerciais dos aparelhos, mas a estratégia pode mudar até o lançamento.
A possível existência de dois Galaxy Z Fold 9 indica que a Samsung pode estar enxergando o formato mais largo como uma direção importante para seus dobráveis. Por enquanto, porém, os detalhes ainda são escassos, e será necessário aguardar novos vazamentos. Por enquanto, os rumores apontam que a Samsung pode lançar cinco celulares dobráveis em 2027.