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"Truque" para gelar bebida em carros elétricos viraliza, mas pode custar caro

Nada melhor do que uma boa bebida gelada para refrescar nos dias quentes, não é? Publicações nas redes sociais mostram que há motoristas usando o compartimento dianteiro dos carros elétricos como uma “caixa térmica” improvisada para deixar  bebidas bem fresquinhas. O problema é que a prática é perigosa, e pode causar desde a perda da garantia do carro até choques graves.

À primeira vista, a ideia pode até parecer inofensiva: em um dos vídeos publicados no Instagram, o compartimento dianteiro (conhecido como frunk) de um Geely EX2 aparece cheio de gelo e cervejas. Claro, o espaço até pode lembrar uma caixa térmica, mas vale lembrar que o frunk não foi projetado para esta finalidade.

Em outra publicação, um proprietário de um BYD Dolphin Mini utiliza a função Vehicle-to-Load (V2L) para alimentar uma fritadeira elétrica, enquanto as rodas do carro e os cabos de energia ficam submersos.

Riscos de danos em carros elétricos

Os carros elétricos foram projetados para operar com segurança — contanto, claro, que sejam usados conforme as recomendações das fabricantes. Por isso, estas "gambiarras" acenderam o alerta de especialistas em engenharia automotiva sobre os perigos de panes elétricas, choques graves e perda da garantia de fábrica.

De acordo com Eduardo Zambelli, diretor de eletromobilidade da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), o acúmulo de líquido em áreas como o frunk, que não foi projetado para armazenar bebidas e nem para escoar o líquido do derretimento do gelo, pode danificar vedações e sistemas do veículo, além de caracterizar uso inadequado para a fabricante.

Já a tecnologia V2L permite, sim, usar a energia da bateria para alimentar aparelhos externos, mas exige cuidados com o uso — portanto, nada de usar o recurso em locais úmidos ou alagados, porque a prática eleva o risco de acidentes por descarga elétrica.

A orientação da AEA é uma só: os motoristas devem sempre respeitar os limites de potência especificados pela montadora e consultar o manual do proprietário antes de utilizar qualquer recurso do veículo.

Aproveite para conferir nossa lista de 7 coisas proibidas de se fazer em um carro elétrico!

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Toyota derruba preço do SW4 para encarar rivais chineses

Procura um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena ficar de olho no SW4, modelo de sete lugares da Toyota que, agora, pode ser oferecido com desconto de mais de R$ 54 mil sobre o preço de tabela. Mas é preciso correr, já que a oferta vale somente até o fim do mês.

As condições valem para a versão SW4 SRX Platinum, que normalmente sai por R$ 424.590, mas agora pode ser adquirida por R$ 369.990. O “precinho” parece vir em resposta ao espaço que rivais vêm ganhando  no segmento, como o chinês GWM Haval H9, que segue conquistando os brasileiros.

Toyota SW4 SRX Platinum 2024

O rival chinês montado em Iracemápolis (SP) chegou inclusive a liderar o segmento de utilitários grandes nos meses de março e maio. No acumulado até agosto, a diferença entre os dois modelos encolheu para menos de 800 unidades.

Como é o Toyota SW4

O SW4 entrega o propulsor 2.8 turbodiesel de 204 cv, transmissão automática de seis marchas e tração 4x4. Quem levá-lo para a garagem vai ter um carro equipado com central multimídia de 9”, sistema de som JBL, câmera 360º, bancos ventilados e ar-condicionado de duas zonas.

Claro, o preço e equipamentos são atraentes por si só, mas a Toyota tem um diferencial importante em relação aos concorrentes: a japonesa construiu sua reputação por anos, sendo a favorita dos motoristas que buscam veículos com robustez, liquidez e facilidade na hora da revenda.

Além disso, o desconto é só uma das frentes que a marca vem trabalhando. Além dos descontos selecionados, a Toyota acelera na eletrificação e prepara nova fase no Brasil a partir de 2026.

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SUV que fez história no Brasil ainda é o mais buscado no mercado de usados; veja ranking

O mercado de SUVs usados no estado de São Paulo segue sendo liderado pelo Ford EcoSport. O modelo da italiana segue na dianteira das vendas dos seminovos no primeiro semestre do ano, conforme revelado por dados do Data OLX Autos.

O modelo pioneiro da categoria alcançou 9% de participação nas transações paulistas de seminovos no período, superando concorrentes diretos no mercado regional. Além disso, o EcoSport figurou na liderança das buscas na plataforma, concentrando 7% das pesquisas, acompanhado por  nomes como o Renegade (6%) e Kicks (5%).

Já no ranking de comercialização, o pódio paulista ficou por conta do Jeep Renegade na segunda colocação, com 8% das vendas, e pelo Nissan Kicks em terceiro, registrando 7% das conversões.

Compra de SUV usado

Se focarmos nos anúncios disponíveis, contudo, o Jeep Renegade assume o topo do ranking, ostentando 10% da vitrine com preço médio de R$ 74.559. Por outro lado, neste caso o EcoSport fica com 8% do volume de vendas, custando R$ 50.842. Finalmente, o Nissan Kicks ocupa a terceira posição em anúncios (7%), com preço médio de R$ 82.366.

De forma geral, os dados mostram que os utilitários esportivos seguem com forte apelo no comércio, se mantendo como opções interessantes para quem precisa de usabilidade urbana sem abrir mão de valores acessíveis.

Mesmo hoje, o Ford EcoSport segue considerado como um marco na história automotiva por ter sido o grande pioneiro da popularização dos SUVs no Brasil, mercado onde estreou mundialmente em 2003 desenvolvido sobre a plataforma do Fiesta da época. A trajetória do utilitário no país teve seu ápice com a versão EcoSport Storm, que trazia como principal diferencial o sistema de tração integral sob demanda.

Para matar a saudade do modelo, que tal conferir quanto custaria um Ford EcoSport hoje, com a inflação?

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Roubos de carros elétricos sobem mais de 100% em SP; entenda o motivo

O volume de roubos e furtos de carros elétricos e híbridos disparou. De acordo com dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), a alta já passou de 100% no estado de São Paulo enquanto acompanha a expansão acelerada da frota eletrificada, que soma mais de 765 mil unidades no país.

Somente neste ano, o período entre janeiro e maio saltou de 44 para 101 ocorrências, o que representa aumento de 129% em comparação com o período no ano passado. Atualmente, a capital paulista concentra a maioria das ocorrências no estado, com 74 registros entre janeiro e maio.

IPVA carros trânsito

Apesar do salto nos números, a ABVE ressalta que os dados não indicam que os modelos eletrificados sejam mais vulneráveis do que os carros a combustão — tanto que, segundo a instituição, os sistemas desses carros têm níveis de proteção muito semelhantes, fazendo com que a facilidade de invasão ou acionamento seja equivalente.

Furtos de carros elétricos

Ricardo Bastos, presidente da ABVE, observa que o salto nos números veio acompanhado também do crescimento da frota, aliado à maior compreensão do consumidor destas tecnologias. “E a gente sabe que do outro lado os bandidos também começaram a entender melhor o carro elétrico e o eletrificado. Normalmente o bandido prefere um carro que ele já conheça”, observou.

Em outras palavras, os números altos devem ser compreendidos como um sinal de que os criminosos já estão mais familiarizados com os carros elétricos — e, aqui, o conhecimento vale tanto para o sistema do veículo quanto para o alto valor de mercado de muitos destes. Embora o pacote de baterias seja o item mais valioso do veículo, especialistas descartam que o furto isolado do componente seja o principal fator das ocorrências.

Além da alta complexidade técnica, as baterias dos carros elétricos podem pesar meia tonelada, operam com altíssima voltagem e só podem ser removidas com ferramentas. Por isso, o crime ocorre pelo furto do carro “completo”, que é levado a desmanches ilegais para o reaproveitamento de componentes elétricos.

Outra modalidade em alta é o furto de cabos em eletropostos públicos. Criminosos miram o cobre presente na fiação para venda no mercado clandestino de sucatas, em ações rápidas executadas em locais desprotegidos. Para conter o problema, operadoras de recarga vêm investindo em revestimentos com malha de aço e compartimentos trancados liberados apenas por apps específicos.

E, afinal, será que o truque da chave do carro no micro-ondas protege contra roubos?

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Gasolina E32: vale a pena gastar com adaptações para transformar em flex?

A gasolina E32 chegou aos postos do Brasil no início de agosto e, na sequência, impulsionou a procura por módulos conversores eletrônicos de R$ 500 entre proprietários de carros a gasolina preocupados com a nova mistura. O motivo? O ajuste regulatório elevou para 32% o teor de etanol anidro no combustível nacional, e alguns motoristas começaram a procurar alternativas para tentar evitar possíveis efeitos da maior concentração do composto no combustível.

O que acontece é que, desde o início de agosto, a gasolina comum e aditivada disponível nos postos do Brasil passou a ser do tipo E32, que conta com 68% da gasolina que você já conhece, enquanto os outros 32% são de etanol anidro; portanto, a nova mistura aumenta o etanol em apenas 2%, suficiente para derrubar um truque popular nos postos.

Combustível gasolina

Os ensaios do setor mostram que a adição de dois pontos percentuais do biocombustível é tão discreta que não exige nenhuma alteração mecânica para garantir o funcionamento correto e a durabilidade dos componentes. Por outro lado, a análise não apontou possíveis efeitos a longo prazo da mistura, levantando preocupações entre motoristas.

Converter carro antigo em flex

Alguns apostaram em adaptações para evitar supostos danos ao motor ou tentar a conversão para etanol, apostando em equipamentos que prometem permitir que carros a gasolina funcionem com etanol ou com a mistura dos combustíveis. No entanto, especialistas em engenharia automotiva reforçam que esses dispositivos não transformam tecnicamente o veículo em um modelo flex.

Na verdade, aparelhos do tipo atuam apenas aumentando o tempo de abertura dos bicos injetores, exigindo que o próprio motorista configure manualmente a taxa de injeção adicional. O equipamento não altera os mapas de ignição da central eletrônica nem adapta mangueiras, bombas de combustível e vedações, que permanecem vulneráveis à corrosão e ao desgaste químico se expostos ao etanol puro.

Análises do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) confirmam que a gasolina E32 mantém o desempenho e a operação normal dos veículos sem necessidade de adaptação — e, inclusive, pode até elevar a octanagem da gasolina e fornecer alguma redução nos depósitos de combustão. Por outro lado, o etanol tem menos energia por litro, ou seja, sua maior concentração pode aumentar um pouco o consumo.

Os especialistas reforçam que instalar conversores simplificados para lidar com a nova gasolina é desnecessário e pode gerar problemas graves, como contaminação do catalisador ou travamento hidráulico do motor. Por isso, pode ficar tranquilo: por ora, não há necessidade de usar conversores para “proteger” carros mais antigos dos efeitos da gasolina com 32% de etanol.

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Chevrolet confirma quando vai começar a produzir novo SUV híbrido no Brasil

A General Motors já definiu um cronograma para começar a produzir seu Chevrolet Captiva PHEV na Planta Automotiva do Ceará (PACE), em Horizonte. Segundo informações de Thomas Owsianski, presidente da GM na América do Sul, o trabalho deve começar em novembro por meio do sistema de kits importados (SKD) da joint venture chinesa SAIC-GM-Wuling.

Vale recordar que a GM já tinha confirmado a produção de carro elétrico no Ceará no ano passado — e, na época, a ideia era começar tudo ainda em 2026. O que muda é que, agora, o executivo confirmou o mês da chegada do híbrido e ainda reforçou que o lançamento marca a estreia da fabricante na produção de veículos híbridos plug-in no país.

Interior do Chevrolet Captiva PHEV

Em sua fala, ele reforçou a importância da operação da fábrica cearense enquanto pilar central da estratégia de eletrificação do grupo. O novo utilitário esportivo vai ser o terceiro modelo eletrificado montado em solo cearense em menos de um ano, juntando-se aos elétricos Spark EUV e Captiva EV.

Como vai ser o Chevrolet Captiva

Baseado no modelo chinês Wuling Starlight S, o Captiva PHEV combina motor 1.5 a gasolina e propulsor elétrico com bateria de 20,5 kWh, entregando 204 cv de potência. O sistema garante cerca de 80 km de alcance puramente elétrico e autonomia combinada próxima dos 1.000 km.

Na prática, as especificações indicam que o modelo vem para o mercado nacional para encarar concorrentes já consolidados na categoria, como BYD Song Pro, BYD Song Plus e GWM Haval H6 PHEV.

Paralelamente ao SUV, a montadora confirmou que estuda utilizar a estrutura do Ceará para produzir um hatch elétrico de entrada, que provavelmente seria derivado do Wuling Bingo Pro. Esta estratégia também sinaliza uma forma de disputar a fatia de mercado já ocupada por modelos como BYD Dolphin Mini e Geely EX2.

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Chevrolet joga no chão preços do Sonic e compacto sai mais em conta que Fiat Audace

Quem quer levar o Chevrolet Sonic para a garagem não pode ficar de fora dos descontos oferecidos pela marca, que reduzem o preço do compacto em mais de R$ 15 mil — mas só para compradores com CNPJ ativo. Quem atende aos requisitos pode optar pelas versões Premier e RS, com reduções de até 11,1% na tabela pública. Com a oferta, o modelo sai mais em conta que o Fiat Audace Hybrid, que normalmente custa R$ 132.990.

Dito isso, vamos aos preços. A opção Premier normalmente custa R$ 135.940, mas sai por R$ 120.851 no faturamento para pessoa jurídica, com economia de R$ 15.089. Já a configuração topo de linha RS, cujo valor de tabela é de R$ 141.940, passa a custar R$ 126.327 na modalidade, o que representa desconto de R$ 15.613 sobre o preço do varejo.

Chevrolet Sonic

A estratégia veio para fortalecer a presença da fabricante no mercado corporativo ao facilitar a renovação de frotas e a aquisição por empresas de diferentes portes. Como de costume, a recomendação do CT Auto é que os interessados entrem em contato com as lojas da região para conferir os modelos disponíveis, bem como eventuais outros requisitos.

Como é o Chevrolet Sonic

O Chevrolet Sonic veio como a maior aposta da GM para conseguir espaço próprio no segmento dos SUVs compactos. Para isso, o carro entrega design moderno, acabamento interno caprichado, ótimo isolamento acústico, suspensão com o equilíbrio ideal entre conforto e estabilidade e consumo mais eficiente que o do Chevrolet Tracker.

Na parte mecânica, ambas as configurações compartilham o mesmo conjunto motorizado. Assim, o Sonic vem equipado com motor 1.0 turboflex com sistema de injeção direta, que rende até 115 cv de potência e 18,9 kgfm de torque, atuando em conjunto com a transmissão automática de seis marchas.

Além disso, o Sonic usa “truque” para minimizar a polêmica da correia banhada a óleo, já observado nos carros da família Onix.

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Carro elétrico desvaloriza muito? Estudo revela surpresa nos seminovos

Será que os carros elétricos sofrem desvalorização assim como os modelos a combustão? Segundo um levantamento do Banco BV em conjunto com a Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), a resposta é: depende, e os principais fatores são a combinação entre a idade do carro e a tecnologia.

O movimento ocorre porque os seminovos eletrificados com até dois anos mantêm alta valorização devido à forte demanda e baixa oferta. Por outro lado, os modelos com mais de três anos sofrem quedas acentuadas provocadas pela rápida evolução tecnológica do setor.

carro elétrico carregando carregador

A transformação recente do mercado explica esse descompasso. Se considerarmos o período dos primeiros anos da expansão elétrica no país, a chegada contínua de novas marcas e versões reduziu os custos do segmento e acelerou o avanço na capacidade das baterias e na velocidade de recarga.

Depreciação de carro elétrico

O resultado? A pressão começou a crescer nas cotações de revenda dos elétricos mais antigos. Segundo a Fenauto, a perda de valor nos eletrificados usados não decorre apenas da rodagem e do desgaste físico — na verdade, o principal fator parece ser a rápida defasagem de seus recursos frente às novidades da indústria.

O que acontece é que, enquanto as unidades com até 12 meses de uso se beneficiam da procura aquecida por modelos recentes, os carros com cerca de três anos ou mais seguem enfrentando a concorrência direta de zero-quilômetros modernos e mais acessíveis.

Na prática, a oferta de carros novos com maior autonomia e preços reduzidos foi um fator de peso na precificação do mercado. Os modelos de entrada mais recentes já entregam alcance superior por valores mais em conta que aqueles cobrados por carros elétricos há quatro anos, ou seja, os seminovos veteranos tiveram que encarar reajustes para continuarem competitivos.

E, afinal, será que os carro elétricos gastam menos que o a combustão? Fizemos as contas!

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Bateria dos carros da Tesla não dura tanto quanto a dos rivais, mostra estudo

Parece que os carros elétricos da Tesla deixaram a desejar quando o assunto é a capacidade das baterias. De acordo com um levantamento da empresa austríaca de diagnósticos Aviloo, um estudo global baseado em 500 mil testes mostrou que, embora as baterias dos carros modernos consigam preservar boa parte da autonomia, os carros da marca de Elon Musk foram superados por rivais.

A constatação veio após a análise de 20 modelos populares desde 2022, que somaram até 160 mil quilômetros rodados. Depois, os pesquisadores exploraram o nível de degradação da capacidade útil da bateria.

Tesla Model 3

Como mencionamos, o levantamento mostrou que muito da autonomia das baterias foi mantida. O problema, no entanto, foram os populares Tesla Model 3 e Model Y, que tiveram queda significativa em comparação com modelos como o Hyundai Ioniq 5 e Ford Mustang Mach-E, que tiveram índices mais elevados de integridade mesmo com uso prolongado.

Bateria de carros da Tesla

Ao atingir a marca de 150 mil quilômetros, o Hyundai Ioniq 5 conseguiu manter média de 93,79% da capacidade original da bateria, enquanto o Mustang Mach-E registrou 92,53%. Por outro lado, o Tesla Model Y ficou na casa dos 90,32% e o Model 3 ficou com 88,94%.

No entanto, o estudo destaca que a maior perda de capacidade nos modelos da Tesla ocorre de forma mais acentuada nos primeiros 50 mil quilômetros rodados, e depois se estabiliza em ritmos mais lentos nas etapas posteriores. Além disso, os resultados variam conforme os hábitos do proprietário.

Isso significa que fatores como recargas constantes até 100%, trajetos diários intensos e exposição contínua a temperaturas elevadas podem acelerar a perda de autonomia da bateria — nos casos mais extremos, a integridade do componente pode cair para cerca de 80%.

Se você quiser saber mais sobre o assunto, vale a pena conferir nossa matéria que explica como carro elétrico perde autonomia com o passar do tempo.

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Nova resolução altera a Lei Seca no Brasil; veja as principais mudanças

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou as novas diretrizes da Lei Seca no Brasil por meio da Resolução nº 1.031/2026. O novo texto regulamenta a fiscalização de álcool e substâncias psicoativas nas rodovias e vias urbanas do país, além de padronizar a implementação do equipamento popularmente chamado de “drogômetro”.

Basicamente, o drogômetro é um dispositivo capaz de realizar análises qualitativas para detectar até 12 classes de substâncias, como cocaína e anfetaminas. No caso de remédios prescritos, a simples presença de vestígios na saliva não rende multa automática — para comprovar a infração, o agente precisa atestar pelo menos dois sinais clínicos de alteração psicomotora no condutor.

bafômetro

E, embora a norma já tenha sido publicada, autuações com o teste de saliva não vão ser imediatas. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os equipamentos foram usados até o momento somente em caráter de testes, de modo que ainda não estão integrados à frota.

Lei Seca, bafômetro e penalidades

Já a fiscalização do nível de álcool segue por conta do já conhecido etilômetro (ou “bafômetro”, como é popularmente chamado), que vai servir para triagem inicial no uso passivo; já o teste ativo, que exige o sopro, vai ser necessário para validar a infração.

A recusa a qualquer um dos exames continua punida com multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses. O que muda é que a nova regra proíbe a aplicação simultânea de multas por recusa e por condução sob influência na mesma abordagem.

Além disso, o novo texto também torna obrigatórios os exames para constatar a ocorrência de álcool ou outras substâncias em condutores envolvidos em acidentes fatais. Agora, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e os órgãos estaduais de trânsito passarão por uma fase de adaptação gradual, que envolve licitação de equipamentos homologados pelo Inmetro, treinamento de agentes e atualização dos sistemas operacionais de fiscalização.

Já se perguntou quantas cervejas pode tomar antes de dirigir? Descubra na nossa matéria!

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Nova Mobylette elétrica precisa de CNH e emplacamento? Descubra

A Caloi está se preparando para lançar uma nova versão 100% elétrica da clássica Mobylette no Brasil. Com chegada oficial ao mercado prevista para outubro, o modelo promete ajudar quem precisa de uma solução para deslocamentos curtos e médios nas cidades — e sem a necessidade de Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Na verdade, o modelo dispensa tanto a CNH quanto o emplacamento, porque opera dentro do limite regulamentar de velocidade de 32 km/h para autopropelidos e bicicletas elétricas. Segundo a marca, a Mobylette elétrica entrega autonomia estimada de até 60 km com sua bateria de 500 Wh.

de assistência ao pedal.três modos selecionáveis na dianteira e traseira. Para gerenciar a entrega de potência, o conjunto oferece sistema de iluminação em LED, cockpit de aço no padrão BMX, mesa de alumínio e pneus largos de 4 polegadas equipadas com aro 20 Já a estrutura mecânica do modelo conta com rodas de 

Nova Mobylette elétrica

A novidade surge em meio à demanda crescente de soluções de micromobilidade no país — basta considerar que, no fim do ano passado, o Brasil já somava mais de 300 mil bicicletas elétricas em circulação, segundo informações da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike).

Quem quer levar a Mobylette elétrica para casa ainda vai precisar esperar um pouco. Por ora, a Caloi ainda não revelou o pacote completo de dados técnicos nem a tabela oficial de lançamento, mas a nova Mobylette já começou a aparecer listada em plataformas de varejistas nacionais com preços estimados na faixa de R$ 5 mil.

Curtiu a novidade? Aproveite para conferir também o novo acessório que transforma bike comum em elétrica em questão de minutos!

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Renault derruba preço do Renault Boreal e SUV sai mais em conta que Hyundai Creta

Quem quer um Renault Boreal para chamar de seu não pode perder os descontos do programa Move Brasil, que rendem reduções de mais de R$ 50 mil no SUV, que sai mais em conta que o Hyundai Creta, o qual costuma custar a partir de R$ 165 mil. Vale lembrar, no entanto, que os benefícios valem somente para taxistas e motoristas de aplicativo.

O que acontece é que o programa elevou o limite de financiamento para R$ 200 mil, o que significa que taxistas já podem ter acesso às versões Techno e Iconic do Boreal; já no caso dos motoristas de app, dá para adquirir as versões Evolution e a Techno.

Renault Boreal

Na prática, os abatimentos para taxistas chegam a 26,3% na opção topo de linha Boreal Iconic, cujo valor cai de R$ 214.990 para R$ 158.480; aqui, a redução é de R$ 56.510. Já no caso dos motoristas de app, a versão Evolution passa a ser comercializada por R$ 167.990, com redução de R$ 12 mil sobre o preço público.

Como funciona o programa Move Brasil

De forma resumida, o programa Move Brasil - Táxis e Aplicativos foi criado para oferecer crédito especial para a compra de carros que atendam os critérios determinados pelo programa — o que inclui SUVs bem equipados, como é o caso das versões do Boreal contempladas pela oferta.

Para acessar o benefício, o profissional deve realizar o cadastro no portal oficial do Move Brasil – Táxi e Aplicativos. Após a validação do Governo Federal (que deve ser enviada em até cinco dias úteis), o motorista pode procurar uma concessionária para passar pela análise de crédito bancário e concluir a aquisição do veículo.

Quer eliminar qualquer dúvida antes de fechar negócio? Confira nossa matéria que explica 3 motivos para comprar o Renault Boreal e 2 para fugir do SUV francês!

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3 kits de rodas para mudar o visual do carro

Quer renovar o visual do seu carro? Uma boa opção é trocar as rodas, opção que funciona tanto para dar um novo ar ao veículo quanto para substituir peças já desgastadas pelo deslocamento nas cidades e rodovias.

Antes de fechar negócio, é importante lembrar que a substituição desses componentes exige atenção à compatibilidade técnica do automóvel, incluindo dimensões de aro, furação e offset.

Por isso, fique de olho nas especificações de cada opção para assegurar uma instalação correta e sem imprevistos. Com isso em mente, confira abaixo as ofertas que o CT Auto selecionou:

Rodas KR R92 Fiat Argo HGT

Esta é a opção mais acessível da lista e é ótima para quem dirige o Fiat Argo HGT. Quem levá-la para casa vai ter um kit de rodas com aro 14”, tala 6 e furação 4x98.

Fiat Argo

O jogo em liga leve de alumínio pode ser encontrado a partir de R$ 2.565 no Magalu.

KR S21 (Chevrolet Onix Premier Turbo)

Outra opção com custo-benefício interessante é o kit KR S21, da KRMAI, compatível com o Chevrolet Onix Premier Turbo. O produto inclui quatro rodas de liga leve em alumínio KR S21, aro 15, tala 6 e furação 4x100.

Chevrolet Onix Premier

No Magalu, dá para encontrar o item por preços que partem de R$ 3.069, e o acabamento pode ser prata ou black piano.

Motorcrazy Raw (Nissan Frontier)

Este é o kit para o Nissan Frontier que tem o maior custo na nossa lista. As quatro rodas da linha Raw são feitas em liga leve de alumínio e contam com aro 22, tala 9 e furação 6x114.

Nissan Frontier

Comercializado na plataforma do Magalu a partir de R$ 8.923, o kit está disponível com opções de acabamento em preto, preto diamantado ou prata, com garantia de 12 meses.

Antes de fechar negócio, confira nossa matéria que explica como saber o aro de um pneu!

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Chevrolet derruba preço do Onix Plus e sedan fica mais em conta que VW Virtus

Está em busca de um sedan compacto? Se sim, vale a pena ficar de olho no Chevrolet Onix Plus 2026, que pode ser encontrado “no precinho” em lojas de diferentes estados no Brasil. A estratégia veio em um momento em que a montadora observa o encolhimento da participação de mercado da categoria no país.

A maior redução de preço foi identificada na versão LT Turbo automática, que pode ser encontrada em Balneário Camboriú (SC) por R$ 100.390 — para comparação, o preço de tabela oficial é de R$ 126.390. Para comparação, considere o Volkswagen Virtus Comfortline com câmbio automático, que costuma sair por R$ 141.990. 

chevrolet onix plus

Já no caso dos consumidores que buscam a opção de entrada, é possível encontrar boas ofertas com valores que chegam a R$ 95.921 em lojas de Aparecida de Goiânia (GO). Nesse caso, o carro sai R$ 14,1 mil abaixo da tabela. Como de costume, o CT Auto recomenda que os interessados entrem em contato com as lojas para conferir a disponibilidade dos modelos e as condições.

Como é o Onix Plus

A versão de entrada do Onix Plus conta com motor 1.0 aspirado e câmbio manual de seis marchas, e acelera de 0 a 100 km/h em 12,9 segundos. Segundo o Inmetro, a versão mais simples entrega 17,1 km/L rodando na estrada a gasolina e 9,8 km/L com etanol. Entre os equipamentos de série, estão a central multimídia e o volante multifuncional, entre outros.

Já o Onix Plus LT Turbo 2026 entrega até 16 km/L na estrada com gasolina, mas 8,5 km/L para rodar na cidade com etanol. Neste caso, o carro vem com motor 1.0 de três cilindros e câmbio automático de seis marchas, acelerando de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos.

A movimentação nas lojas tenta sustentar a atratividade do modelo em um segmento que viu sua fatia cair para 4,4% das vendas nacionais em 2026. Surpreendentemente, o Onix Plus tem mantido vendas superiores às do novo crossover compacto Chevrolet Sonic, que custa a partir de R$ 134.990.

Antes de fechar negócio, que tal conferir as diferenças entre o antigo e o novo Chevrolet Onix?

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Receita Federal e Polícia Civil fecham o cerco contra postos irregulares em SP

Órgãos federais e estaduais iniciaram nesta sexta (28) a Operação Bomba Oculta na Grande São Paulo para lacrar postos clandestinos de combustíveis e inativar 1.283 CNPJs irregulares. Para isso, a ação conjunta, coordenada por Receita Federal, Sefaz/SP, ANP, procuradorias e Polícia Civil, atuou com fiscalizações de campo e do bloqueio imediato de cadastros fiscais.

Com a operação, as contas bancárias irregulares vão ser bloqueadas, impedindo a emissão de notas fiscais dos estabelecimentos autuados. Derivada dos desdobramentos da Operação Carbono Oculto há um ano, a medida busca visa sufocar redes ilícitas que usavam postos sem autorização.

Operação Bomba Oculta

Os postos irregulares tornaram-se o alvo de atividades como sonegação de impostos, adulteração de combustível e lavagem de dinheiro proveniente do crime organizado. Além de prejudicar o consumidor, estas práticas ilícitas afetaram também os cofres públicos e as empresas em atividade regular.

Regras rígidas e cerco à clandestinidade

A ação foi respaldada por novos procedimentos da Receita Federal, que liberam a declaração sumária de inaptidão do CNPJ de empresas que tiveram licenças cassadas por órgãos reguladores.

A ANP já revogou o funcionamento de mais de 10 mil postos no país desde 2019, mas mesmo assim diversos estabelecimentos seguiram com atividades ilegais sob registros ativos.

Ao cruzar dados e interditar fisicamente esses pontos, o Estado busca estancar as fontes de financiamento de facções criminosas infiltradas na cadeia de distribuição de combustíveis.

E não pense que esta foi a única irregularidade constatada nos postos de combustível do país. Conheça o "golpe" dos postos de combustíveis que entrou na mira da ANP!

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Você usaria? Projeto de lei quer criar a "luz do obrigado" para os carros

Você já usou os faróis do carro para sinalizar um agradecimento por outro motorista ter sido gentil? Se sim, saiba que há um Projeto de Lei 2.729/2026 em trâmite que, se aprovado, vai permitir a instalação da chamada “luz do obrigado” nos carros.

Concebida pelo ator Marcos Winter e pelo produtor Thiago Paschoa, a ideia da proposta é alterar o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para liberar a instalação de um dispositivo luminoso de cortesia, que seria acionado pelos motoristas em momentos como este.

trânsito

Assim, em vez de levantar a mão ou piscar as luzes do carro para agradecer a outro condutor, o sinal exclusivo poderia ser usado para expressar gratidão, pedir desculpas e até indicar uma ultrapassagem — tudo isso sem usar setas, lanternas ou freios.

Luz do obrigado no carro

Atualmente, a instalação de equipamentos luminosos não listados nas normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) é proibida, ou seja, os proprietários não podem realizar modificações caseiras nos seus carros.

Já a iniciativa é apoiada pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) e pode ajudar a humanizar a convivência nas vias, diminuindo os índices de estresse e agressividade entre os condutores. O texto em discussão sugere que o uso seja facultativo e breve, sem gerar confusões com sinalizadores de veículos de emergência.

Para viabilizar a tecnologia, o projeto atribui ao próprio Contran a tarefa de regulamentar critérios como cor, posição, intensidade e tempo de acionamento do sinal, evitando ofuscamentos e distrações nas estradas.

Por ora, a matéria tramita em caráter conclusivo pelas comissões temáticas da Casa, com relatoria já definida na Comissão de Viação e Transportes, e pode seguir diretamente para o Senado caso seja aprovada sem recursos.

Curtiu o assunto? Aproveite para saber mais sobre esta atitude simpática no trânsito que pode render multa!

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Teto solar que carrega carro elétrico? Fornecedora da Tesla inova com vidro fotovoltaico

Já se perguntou se seria possível instalar painéis solares no teto dos carros? Parece que a ideia pode se transformar em realidade com a Fuyao Group, fornecedora global de peças para gigantes como Tesla e o Grupo Volkswagen, que acaba de finalizar o desenvolvimento e a validação de um teto solar de vidro com células fotovoltaicas para carros. Com o avanço, o componente está pronto para produção em massa.

Basicamente, a tecnologia consiste em cobrir o painel superior e parte do vidro traseiro de veículos eletrificados com células solares laminadas diretamente no vidro automotivo. Assim, a luz solar é convertida em energia limpa para recarregar as baterias e ampliar a autonomia automotiva.

byd dolphin mini

A novidade surge em meio à corrida global do setor por soluções que aumentem a eficiência energética em um cenário cada vez mais dominado pelos carros elétricos. Segundo relatórios da mídia internacional, a chinesa BYD estuda oferecer o equipamento como opcional por cerca de US$ 1.190 para seus carros. Vale lembrar que, por enquanto, a possibilidade não foi confirmada pelas envolvidas.

Autonomia extra e limitações

A ideia de descobrir na prática se painel solar no teto do carro elétrico realmente funciona não é nova, e prova disso é que montadoras concorrentes, como a Nissan, aceleram testes próprios com painéis solares para reduzir a dependência das tomadas. Em testes práticos com um protótipo do SUV elétrico Ariya, a Nissan conseguiu acumular energia suficiente para rodar até 23 km adicionais por dia.

Entretanto, a marca seria alcançada somente sob condições climáticas favoráveis. Além disso, os ganhos caem bastante se o carro estiver em trânsito devido ao movimento e às sombras urbanas, ou seja, a eficiência da tecnologia ainda depende de uma série de variáveis.

Claro, os números ainda são modestos, mas é certo que a integração de células solares surge como uma aliada promissora principalmente para quem faz deslocamentos mais curtos no dia a dia.

Ainda, vale manter a cautela, já que estas células solares não vão vir para substituir as estações de carregamento tradicionais, mas sim como complementos para otimizar a eficiência do veículo no cotidiano.

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"Powerbank gigante" da BYD? Nova tecnologia recarrega carros em tempo recorde

A chinesa BYD apresentou o Flash Charging, seu novo carregador ultrarrápido com potência de 1.500 kW. A novidade chegou no Festival Interlagos, evento realizado em São Paulo, e o sistema promete revolucionar a mobilidade elétrica ao recarregar a bateria de veículos compatíveis de 10% a 97% em apenas nove minutos.

O segredo está na estação com armazenamento próprio, ou seja, o equipamento funciona como se fosse um “powerbank gigante” em vez de ser mais uma estação de recarga tradicional, conectada diretamente à rede de distribuição elétrica.

Denza Z9 GT

Assim, a infraestrutura acumula energia previamente para transferi-la ao automóvel em altíssima velocidade, contornando gargalos da rede elétrica convencional e devolvendo boa parte da carga ao carro em questão de minutos. Mas há um porém.

Carregador BYD

Curtiu a novidade? Se sim, vale ter em mente que essa tecnologia é compatível só com modelos equipados com a segunda geração da bateria Blade. No caso do mercado brasileiro, o sedan esportivo Denza Z9 GT, modelo da divisão de luxo do grupo chinês, é atualmente o único veículo apto a utilizar a potência máxima do equipamento no momento.

Mesmo assim, a marca prevê lançamentos de outros veículos com essa capacidade para o mercado brasileiro. Para sustentar a tecnologia, a empresa planeja instalar mil unidades do Flash Charging em território nacional até o fim de 2027, contemplando também a rede de concessionárias da marca Denza. A primeira estação ultrarrápida de alta potência do Brasil será inaugurada em breve em Brasília (DF).

Quer saber mais sobre o assunto? Confira nossa matéria sobre como a BYD e nova rede aceleram a recarga de elétricos no Brasil!

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Novos radares com inteligência artificial chegam a mais uma rodovia de SP

Mais uma rodovia paulista vai contar com radares com inteligência artificial (IA). A concessionária Ecovias Raposo Castello vai implementar em breve novos equipamentos com IA na Rodovia Castello Branco, em São Paulo, para reforçar a fiscalização do tráfego em tempo real.

De acordo com a concessionária, o sistema vai funcionar 24 horas por dia por meio de câmeras de alta definição, capazes de flagrar desde motoristas e passageiros sem cinto de segurança até o uso de celular ao volante.

multa radar infração

No entanto, isso não significa que as autuações serão automáticas: na verdade, os equipamentos vão registrar os carros e enviar as imagens para análise da Polícia Militar Rodoviária, responsável por validar as infrações e emitir as multas — até porque a aplicação de penalidades não cabe à concessionária.

Radares com IA na estrada

A medida expande o monitoramento inteligente já testado em outras rodovias do estado, como a Raposo Tavares. Por lá, os dados da fase de testes mostraram a eficácia da tecnologia: foram mais de mil irregularidades captadas em apenas três dias, lideradas pela falta do uso do cinto de segurança por passageiros e motorista e pelo uso do celular ao volante. Todas essas práticas representam alto risco ao trânsito e geram penalidades severas.

Já o Rodoanel Mário Covas também conta com radares equipados com IA nos trechos sul e leste. Até agora, os equipamentos registraram quase 5 mil infrações, também lideradas pela falta do cinto de segurança e uso do celular ao volante. Além disso, o projeto do Rodoanel mostrou que o equipamento pode ajudar na identificação de acidentes e situações de risco.

A concessionária responsável pela Castello, bem como as autoridades estaduais, ainda vão definir o cronograma oficial e os pontos específicos da rodovia que vão receber os primeiros radares inteligentes.

Confira como funciona o radar com IA contra celular e falta de cinto!

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Projeto de Lei prevê mudança importante sobre farol de LED; entenda

Você já se perguntou se pode instalar faróis de LED em qualquer carro? Dependendo do desenrolar do projeto de lei 2.618/2026, que tramita pela Câmara dos Deputados, a resposta pode ser “sim” — contanto, claro, que o equipamento atenda critérios de segurança e certificação.

Atualmente, a resolução 667/17 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proíbe a substituição das lâmpadas originais por outras de tecnologia diferentes, como o LED, em carros que não as têm de fábrica. Já a nova proposta sugere alterar o artigo 98 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) mediante exigências técnicas e de certificação.

carro com farol aceso

Entre os critérios, estão a exigência de uso de componentes homologados e respeito aos limites de intensidade, foco e cor da luz, que deve ser branca ou amarela. A regulagem correta será obrigatória para evitar o ofuscamento de outros motoristas e pedestres, mantendo a proibição de adaptações improvisadas ou sem certificação.

Lâmpada de LED no carro

A medida foi proposta para padronizar as normas em todo o país e eliminar a insegurança jurídica sofrida por condutores que optam pela modernização do sistema de iluminação, e poderia ser aplicada para carros, motos e outros veículos terrestres.

Se aprovado, o projeto prevê a suspensão de multas aplicadas exclusivamente pelo uso do LED durante a fase de transição — mas só se o sistema estiver regulado e sem oferecer riscos aos demais condutores da via e pedestres.

Caso seja aprovada pelo Congresso e sancionada pelo Presidente da República, a medida vai contar com um prazo de até 180 dias para o Contran definir as diretrizes finais de vistoria e inclusão no documento do veículo. Até lá, as regras atuais seguem válidas.

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