A Microsoft reforçou a promessa de melhorar o desempenho do Windows 11 durante a feira IFA 2026, na Alemanha. A empresa destacou que a inicialização do sistema será mais rápida com atualizações futuras e muitas mudanças vão otimizar os computadores com 8 GB de RAM, de acordo com o site PC World.
O chefe de Windows e Dispositivos na Microsoft, Mark Linton, confirmou durante a IFA que a empresa já teve avanços significativos para diminuir o tempo ao ligar o PC e deixou o Windows Hello mais responsivo para autenticar as contas.
Linton também destacou que a MS segue com o objetivo de otimizar computadores com 8 GB de RAM, algo mencionado pela empresa no começo do ano diante da crise mundial que encareceu o componente.
A Big Tech ainda não trouxe mais detalhes, mas a expectativa é de que os ajustes de velocidade tragam um ganho de performance para PCs mais simples com menos travamentos e maior velocidade para tarefas simples.
Se você está cansado de perder partidas porque a imagem da sua tela engasga nos momentos cruciais, essa oferta foi feita para você. O Mercado Livre derrubou o preço do Monitor Gamer Samsung Odyssey G40 de 27", e essa é a sua oportunidade de resolver a lentidão gráfica de uma vez por todas.
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Esqueça os rastros na tela e a imagem borrada durante a ação. A grande força deste equipamento está na taxa de atualização ultrarrápida de 240 Hz combinada ao tempo de resposta de 1ms. Na prática, isso significa que você vai reagir muito mais rápido que seus adversários em jogos de tiro ou corrida, enxergando cada movimento com uma clareza impressionante e livre de atrasos.
Além da velocidade extrema, o modelo entrega uma qualidade de imagem excelente em Full HD, preenchendo muito bem o painel espaçoso de 27 polegadas. As cores são vivas e o nível de contraste ajuda você a localizar adversários escondidos pelo mapa. O design moderno também inclui ajuste de altura, garantindo que você jogue ou trabalhe por horas a fio mantendo a postura correta e evitando as temidas dores no pescoço.
Para quem busca desempenho liso, o suporte às tecnologias G-Sync e FreeSync elimina aquelas quebras de quadro irritantes. Sendo bem transparente, vale notar que a troca de sinal entre dispositivos nas portas HDMI precisa ser feita manualmente, e suportes de braço mecânico de terceiros podem exigir adaptações. Detalhes pequenos se colocados lado a lado com a performance bruta e a fluidez que a tela entrega no dia a dia.
Vale a pena comprar o Monitor Gamer Samsung Odyssey G40?
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Levar uma tela com essa ficha técnica e de uma marca consolidada por menos de mil reais é algo muito raro. A oferta no Mercado Livre simplesmente esmaga o valor original e transforma esse monitor na escolha perfeita para atualizar o seu setup hoje mesmo. Não deixe para depois, pois o estoque promocional a esse preço pode acabar a qualquer segundo.
A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, celulares mais avançados no seu novo portfólio. A geração estreia o chipset A20 Pro de 2 nanômetros, traz câmera Fusion de 48 MP com abertura variável e adota uma Dynamic Island menor. Com o novo hardware, os iPhones deste ano ficaram 40% mais rápidos que o iPhone 17 Pro, segundo a Apple.
Os aparelhos também chegam com nova câmara de vapor, modem próprio C2 e iOS 27 com Apple Intelligence e Siri AI. O iPhone 18 Pro parte de US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 em conversão direta, enquanto o Pro Max começa em US$ 1.299, aproximadamente R$ 6.611.
A pré-venda começa em 12 de setembro, inclusive no Brasil, e as primeiras unidades chegam às lojas no dia 18 de setembro.
Câmera de 48 MP ganha abertura variável
Um dos principais destaques da nova geração está na câmera principal Fusion de 48 MP, que agora possui abertura variável entre f/1.8 e f/4. É a primeira vez que a Apple oferece controle de abertura física em um iPhone.
O mecanismo usa seis lâminas cortadas a laser e pode alterar automaticamente a abertura de acordo com a iluminação e a profundidade de campo necessária. O usuário também pode escolher manualmente entre quatro configurações pelo aplicativo Câmera.
A Apple afirma que o novo sensor melhora as fotografias em baixa luminosidade e entrega mais detalhes. Fotos de grupos também devem preservar melhor a nitidez de pessoas ou elementos posicionados mais ao fundo da cena.
Uma nova etapa de fotografia computacional busca gerar imagens mais nítidas, enquanto os Photographic Styles recebem controles de textura e granulação para ampliar as possibilidades de personalização.
A Apple também destacou melhorias para fotografias sob luz solar intensa e no foco de assuntos em movimento. O recurso Focus Tracking acompanha o objeto durante a captura para ajudar a mantê-lo em foco em gravações de vídeo.
Pro Controls oferece mais ajustes manuais
Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max ganham uma nova interface Pro Controls dentro do aplicativo Câmera. A ferramenta concentra configurações usadas com frequência e amplia os controles manuais disponíveis para fotos e vídeos.
É possível alterar parâmetros como abertura da lente, velocidade do obturador, ISO e balanço de branco, além de consultar um histograma para verificar os níveis de exposição da cena.
A Apple também disponibilizará uma API para que desenvolvedores aproveitem o controle da abertura variável em aplicativos de terceiros.
Para vídeo, efeitos Cinematic poderão ser aplicados após a gravação em conteúdos capturados a até 60 fps. O modo Time-lapse passa a filmar em 4K com Dolby Vision HDR.
O Audio Mix também recebeu novos algoritmos para melhorar a qualidade das vozes e agora consegue isolar músicas presentes no áudio da gravação.
Apple Reference Image ajuda a identificar fotos alteradas
A Apple também apresentou o Apple Reference Image, novo recurso voltado à autenticidade das fotografias capturadas pelos iPhone 18 Pro.
No modo Reference, o novo sensor registra dados assinados durante a captura. O Private Cloud Compute usa essas informações para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada.
Essa versão aparece no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal e funciona como uma espécie de negativo digital, que permite comparar os dois arquivos para identificar possíveis edições.
A Apple também usará metadados e prepara suporte ao padrão SynthID para ajudar a identificar conteúdos criados ou modificados com inteligência artificial.
A20 Pro estreia processo de 2 nm
Os dois modelos chegam com o Apple A20 Pro, fabricado em processo de 2 nm. O chipset possui 50% mais largura de banda de memória que o A19 Pro e traz uma CPU de seis núcleos.
São dois novos núcleos de desempenho e quatro novos núcleos de eficiência, com Neural Accelerators integrados. Segundo a Apple, a CPU é até 20% mais rápida, e a companhia a destaca como a mais veloz já usada em um smartphone.
A GPU possui sete núcleos e oferece desempenho gráfico até 40% superior ao A19 Pro, com foco tanto em jogos quanto em tarefas mais pesadas de criação.
Já o Neural Engine usa uma arquitetura Dual 16-core, com 32 núcleos no total. Segundo a Apple, isso dobra a capacidade de processamento de inteligência artificial em relação ao A19 Pro.
Nova câmara de vapor melhora desempenho contínuo
Para controlar as temperaturas, a Apple reformulou o sistema de refrigeração dos novos iPhones. O A20 Pro usa um encapsulamento inspirado nos chips da linha M, com memória e silício posicionados lado a lado.
A mudança remove a memória do caminho térmico e permite que o chipset tenha contato direto com uma câmara de vapor de nova geração.
Segundo a companhia, o componente tem três vezes mais área que o sistema usado no iPhone 17 Pro. A combinação permite um ganho de até 40% no desempenho sustentado, o maior já registrado pela Apple em um iPhone.
iPhone 18 Pro estreia modem C2 e chip N1
Outra novidade está na conectividade. Os dois celulares usam o N1, novo chip sem fio desenvolvido pela Apple com suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread.
Eles também estreiam o modem C2, segunda geração do sistema celular próprio da companhia. A Apple promete uploads significativamente mais rápidos que no C1X e 15% menos consumo de energia. O componente adiciona suporte a 5G mmWave nos Estados Unidos.
Os recursos de conectividade via satélite continuam disponíveis quando não há cobertura de rede celular ou Wi-Fi. A Apple também prorrogou por mais um ano o acesso gratuito às funções de satélite para usuários elegíveis das linhas iPhone 14, 15 e 16.
Dynamic Island fica menor e mostra mais informações
A Apple reduziu o tamanho da Dynamic Island nos novos modelos, mas manteve o sistema Face ID para desbloqueio, autenticação de compras e acesso a aplicativos.
O espaço também ficou mais funcional e agora consegue mostrar até três Atividades ao Vivo simultaneamente.
Siri AI estreia integrada ao Apple Intelligence
Os iPhone 18 Pro chegam com o iOS 27, que traz a nova geração do Apple Intelligence e apresenta a Siri AI, uma reformulação da assistente virtual da companhia.
Segundo a Apple, a Siri recebe atualmente mais de 2,5 bilhões de solicitações por dia. A nova versão passa a usar contexto pessoal para procurar informações em mensagens, e-mails, fotos e outros dados do usuário.
A Siri AI também consegue interpretar o conteúdo exibido na tela e executar ações relacionadas a ele. Um modo dentro do aplicativo Câmera permite ainda perguntar sobre o que está diante do celular e realizar ações a partir dessas informações.
A assistente passa a trabalhar melhor com aplicativos de terceiros. Entre os exemplos mostrados estão enviar mensagens pelo WhatsApp, reproduzir audiobooks no Audible, mandar e-mails e criar listas de compras.
Também é possível escrever pedidos para a Siri e personalizar sua voz e entonação.
Apple Intelligence edita fotos e monitora páginas
O Apple Intelligence também recebe novas ferramentas. O Spatial Reframing permite alterar a composição de uma foto depois da captura, enquanto o Extend consegue expandir a imagem.
O Clean Up foi atualizado e o Image Playground passa a gerar imagens com aparência fotorrealista.
No Safari, o novo Notify Me consegue acompanhar mudanças em páginas e avisar sobre eventos como reposição de produtos em estoque ou quedas de preço.
Para preservar a privacidade, a Apple afirma que parte das tarefas de IA ocorre diretamente no aparelho. Recursos que precisam de mais processamento podem usar o Private Cloud Compute.
Siri AI chega em português em outubro
O Apple Intelligence estará disponível em 16 idiomas, incluindo português, com a chegada do iOS 27.
A nova versão do sistema será disponibilizada gratuitamente em 14 de setembro. A Siri AI estreia na mesma data em versão beta para aparelhos configurados em inglês.
O suporte a mais idiomas, como português, francês, japonês, coreano e espanhol chega em outubro.
O iOS 27 também amplia as opções de personalização do visual Liquid Glass e adiciona novos recursos de proteção infantil e controle parental.
Outra novidade é o iPhone Handoff, que permite alternar entre dois iPhones com o mesmo número em operadoras compatíveis.
Pro Max tem maior salto de bateria já feito pela Apple
A Apple afirma que o iPhone 18 Pro Max registra o maior aumento de autonomia já feito entre gerações de iPhone, graças às melhorias do A20 Pro e à adoção de uma bateria maior.
Nas versões vendidas exclusivamente com eSIM, o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas de reprodução de vídeo, enquanto o iPhone 18 Pro Max chega a 45 horas.
Esses aparelhos usam o espaço antes reservado ao cartão SIM físico para colocar uma bateria maior e oferecem duas horas adicionais de reprodução de vídeo.
As versões exclusivas com eSIM serão vendidas em mercados como Estados Unidos, Canadá, Japão e México. O Brasil não está na lista divulgada pela Apple.
No carregamento, o iPhone 18 Pro recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos pelo cabo ou em aproximadamente 30 minutos sem fio.
No Pro Max, cinco minutos de carga com fio oferecem cerca de sete horas de reprodução de vídeo. A Apple também estima até 30 horas de uso com uma carga completa em seu novo modelo de medição baseado em dados de utilização real.
Construção usa 40% de materiais reciclados
Segundo a Apple, os iPhone 18 Pro e Pro Max são produzidos com 40% de conteúdo reciclado no total.
A bateria usa 100% de cobalto reciclado, enquanto a estrutura possui 85% de alumínio reciclado. A companhia também afirma que 50% da energia usada na cadeia de fabricação vem de fontes renováveis, como solar e eólica.
As embalagens são produzidas integralmente com fibras e podem ser recicladas.
Quatro cores e até 2 TB de armazenamento
Os iPhone 18 Pro e Pro Max serão vendidos nas cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto). O tom Burgundy é a nova opção introduzida nesta geração.
Os dois modelos também terão as mesmas opções de armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB.
A Apple anunciou ainda novas capas Silicone, TechWoven e transparentes, além de carteiras FineWoven e alças Wrist Strap e Crossbody Strap.
Preço e disponibilidade
O iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999 para a versão com 256 GB. Já o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 também com 256 GB.
Veja os preços oficiais no Brasil:
Armazenamento
iPhone 18 Pro
iPhone 18 Pro Max
256 GB
R$ 11.999
R$ 12.999
512 GB
R$ 13.499
R$ 14.499
1 TB
R$ 16.499
R$ 17.499
2 TB
R$ 20.999
R$ 21.999
A pré-venda começa no sábado, 12 de setembro, em mais de 65 países e regiões, incluindo o Brasil. As primeiras unidades chegam às lojas na sexta-feira, 18 de setembro.
Outros 20 países e regiões recebem os aparelhos a partir de 25 de setembro.
Ficha técnica do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max
Característica
iPhone 18 Pro
iPhone 18 Pro Max
Chipset
Apple A20 Pro
Apple A20 Pro
Processo
2 nm
2 nm
CPU
6 núcleos
6 núcleos
GPU
7 núcleos
7 núcleos
Neural Engine
32 núcleos
32 núcleos
Conectividade
Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Modem
Apple C2
Apple C2
Armazenamento
256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Câmera principal
Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Sistema
iOS 27
iOS 27
IA
Apple Intelligence e Siri AI
Apple Intelligence e Siri AI
Autonomia em vídeo com eSIM-only
Até 36 horas
Até 45 horas
Cores
Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
O Marvel Studios se prepara para retornar ao Disney+ em outubro com o lançamento de VisionQuest, nova série do estúdio focada no Visão. Com o retorno do ator Paul Bettany como o protagonista, o programa promete apresentar uma viagem surreal pela mente do herói, além de um encontro emocionante com o filho e as famosas tecnologias de Tony Stark.
Situado alguns anos depois dos eventos finais de WandaVision, VisionQuest vai acompanhar o Visão Branco em uma jornada para entender a si mesmo, especialmente depois de desaparecer em meio a uma crise de identidade na conclusão da primeira série do MCU.
Para deixar as coisas ainda mais complexas, a produção ainda tem uma ligação direta com Vingadores: Era de Ultron (2015), pois James Spader volta a interpretar o vilão que infernizou a vida dos heróis no passado, trazendo um teor mais tecnológico para a trama.
Em entrevista ao Polygon, o showrunner Terry Matalas falou um pouco sobre o que os fãs podem esperar de VisionQuest, que promete mostrar um reencontro com seu filho, Tommy, e ainda “brincar” com as IAs criadas por Tony Stark, o Ultron sendo uma delas.
“Tivemos a oportunidade de brincar com todos os brinquedos . Vocês terão que esperar para ver”, antecipou Matalas.
Embora não tenha oferecido muitos detalhes sobre como as IAs de Stark serão introduzidas na série, o produtor executivo comentou que a inteligência artificial é um tema recorrente em VisionQuest por mostrar que a tecnologia “acabará sendo um reflexo de nós”.
Crise de identidade e novos desafios
Ao longo da entrevista com o Polygon, Terry Matalas também falou um pouco sobre o que o público pode esperar dessa “nova versão” do Visão. Sem dar muitas informações, o produtor executivo comentou que existem diferenças entre o Visão de antes e o Visão Branco, mas que ambos ainda mantêm a essência do personagem.
“Desde o início, ficou muito claro para mim o que deveríamos fazer com esse novo Visão: ele não estaria tão em sintonia com a humanidade quanto sua encarnação anterior. Ele é, sem dúvida, o Visão em muitos aspectos, e não é em muitos outros”, explicou o showrunner.
Matalas deixou no ar como essa diferença irá impactar a jornada do Visão na série, mas garantiu que os episódios irão responder as principais dúvidas dos fãs a partir do dia 14 de outubro, data que VisionQuest estreia no Disney+.
O lançamento do iPhone 18 Pro acontece na tarde desta quarta-feira (9) durante evento marcado pela Apple para 14h, no horário de Brasília. Além dos novos celulares top de linha tradicionais da marca, todas as atenções devem se voltar para o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple e futuro rival de aparelhos como o Galaxy Z Fold 8 da Samsung.
Até poucas horas atrás, o dobrável vinha sendo chamado principalmente de iPhone Ultra em rumores. Um vazamento de última hora de Mark Gurman, da Bloomberg, porém, indica que a Apple decidiu usar oficialmente o nome iPhone Duo, referência direta às duas telas do aparelho.
A Apple batizou a apresentação de “Surpreendente e brilhante” e confirmou que a transmissão começa às 14h no Brasil. Será possível acompanhar tudo pelo site oficial da companhia, pelo aplicativo Apple TV e também pelo YouTube.
A transmissão deve começar alguns minutos antes do evento propriamente dito. O Canaltech também fará a cobertura dos anúncios em tempo real, com as principais novidades dos novos iPhones e dos demais dispositivos apresentados pela Apple.
iPhone 18 Pro pode estrear chip de 2 nm
Entre os lançamentos mais previsíveis estão os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, sucessores dos modelos apresentados pela Apple no ano passado.
Uma das principais mudanças esperadas é o A20 Pro, novo processador que deve ser produzido em processo de 2 nanômetros. A evolução na fabricação tende a permitir ganhos de desempenho e eficiência energética em relação ao A19 Pro da geração anterior.
As câmeras também devem receber atenção especial. Rumores apontam para um sistema de abertura variável, capaz de controlar fisicamente a quantidade de luz que chega ao sensor. Em determinadas condições, isso também permite alterar de maneira mais natural a profundidade de campo das fotografias.
Informações divulgadas pouco antes do evento indicam, porém, que esse mecanismo pode ficar restrito ao iPhone 18 Pro Max, deixando uma diferença inédita entre as câmeras dos dois aparelhos Pro.
Outras mudanças esperadas envolvem aprimoramentos nos sensores traseiros e no processamento de imagem. Como de costume, porém, as especificações definitivas só serão conhecidas quando a Apple subir ao palco.
iPhone Duo será o primeiro dobrável da Apple
Mas a grande novidade desta geração deve estar em um formato completamente novo para o iPhone.
O iPhone Duo deve abrir como um livro e combinar uma tela convencional do lado de fora com um painel flexível bem maior internamente. Os rumores anteriores apontavam para um display externo de aproximadamente 5,5 polegadas e uma tela interna na casa das 7,8 polegadas.
Com o aparelho aberto, a proposta será oferecer uma área de trabalho próxima à de um pequeno tablet. O sistema deve permitir utilizar aplicativos lado a lado e explorar funções de multitarefa adaptadas especificamente ao novo formato.
O vazamento de Gurman desta quarta também trouxe novas informações. Segundo o jornalista, o iPhone Duo deverá utilizar o A20 Pro, modem C2 desenvolvido pela própria Apple e duas câmeras traseiras de 48 MP. O aparelho também teria suporte à Apple Pencil, algo inédito na família iPhone.
Outra mudança importante estaria na biometria. Rumores apontam que a Apple pode deixar o Face ID de fora do primeiro dobrável e recorrer novamente ao Touch ID, provavelmente integrado a um botão lateral, solução semelhante à adotada em alguns modelos de iPad.
O celular deve chegar inicialmente nas cores branca e azul-escuro. Segundo Gurman, a versão de entrada terá 256 GB e custará cerca de US$ 2.000 nos Estados Unidos, enquanto configurações de maior capacidade poderão alcançar aproximadamente US$ 3.000. As primeiras entregas são esperadas apenas para outubro, algumas semanas depois dos iPhone 18 Pro.
Vale lembrar que preço, especificações e até o nome iPhone Duo permanecem informações não oficiais até a apresentação da Apple.
Apple Watch e AirPods também são esperados
A conferência não deve ficar restrita aos celulares. A expectativa é que a Apple aproveite o evento para renovar também duas de suas principais famílias de acessórios.
Os AirPods 5 também podem aparecer. Os rumores apontam para mudanças internas, incluindo uma nova geração de chip dedicada ao processamento de áudio, além de melhorias de conectividade, menor latência e integração mais profunda com os recursos de software da Apple.
A quantidade de produtos esperados faz do evento desta quarta um dos mais importantes da empresa nos últimos anos. O destaque, entretanto, dificilmente será outro: depois de anos de rumores, a Apple finalmente pode revelar como pretende adaptar o iPhone a uma tela dobrável — e se o iPhone Duo realmente será o nome escolhido para inaugurar essa nova família.
A plataforma de jogos digitais GOG anunciou uma parceria com a Big Box Collection nesta terça-feira (8) para trazer versões planas e imprimíveis de artes de jogos para os jogadores montarem suas próprias mídias físicas de games para PC. A iniciativa começará com os jogos Star Trek: 25th Anniversary, Armikrog, Descent, Hitman: Codename 47 e Myst, adicionados recentemente ao programa de preservação da GOG, e que incluirão "um scan 3D interativo da arte de sua caixa física real".
A Big Box Collection é um projeto que nasceu em 2015 pelas mãos de uma única pessoa para preservar as artes de mídias físicas, bem como outros conteúdos, como manuais.
"A mídia física não sobrevive da mesma forma que o software: caixas se perdem, são amassadas, jogadas fora", escreveu a GOG em comunicado à imprensa. "Escaneá-las e permitir que você imprima a sua própria é a preservação em um formato diferente: a mesma missão que mantém esses jogos rodando em PCs modernos, aplicada aos objetos em que eles costumavam vir."
Junto ao DRM-Free, com a nova parceria, a GOG pretende acrescentar mais uma camada de preservação aos seus esforços para manter os jogos de PC vivos. "Se ninguém lhe dá a opção de possuir uma cópia física, tome as rédeas da situação. E, em conjunto com os instaladores DRM-free da GOG, ninguém jamais poderá tirar de você os jogos pelos quais você pagou."
A GOG cutucou a Sony na época do anúncio do fim da mídia física do PlayStation. A plataforma ensinou os jogadores a preservar seus jogos de PC comprados na loja digital. Vale notar que a GOG trabalha com um sistema livre de DRM, o que significa que você pode adquirir o jogo e fazer o que quiser com ele, sem depender de uma storefront.
Usuários do Waze no Android Auto estão enfrentando um bug que remove parte das informações de navegação da tela do carro. O problema faz desaparecer o horário estimado de chegada, a distância restante até o destino e a próxima instrução de direção, mesmo enquanto o aplicativo continua exibindo o mapa e orientando o trajeto.
Os relatos começaram a aparecer na comunidade oficial do Android Auto e foram identificados pelo Android Authority. A falha ocorre principalmente quando o Waze é expandido da visualização dividida para o modo de tela cheia.
Em alguns casos, as informações voltam a aparecer temporariamente quando surge um alerta no caminho, mas desaparecem novamente assim que a notificação deixa de ser exibida. Há também relatos de usuários que enfrentam o problema mesmo no modo de tela dividida.
O que desaparece do Waze?
O chamado journey information box é o painel que concentra parte dos dados essenciais da viagem. Quando o bug ocorre, o motorista deixa de visualizar:
Horário estimado de chegada;
Horário previsto para chegar ao destino;
Distância restante;
Próxima instrução de navegação.
Em um dos relatos publicados na comunidade do Android Auto, um usuário também afirma que o mapa deixou de ficar centralizado corretamente. O problema foi registrado em um aparelho Galaxy S24 Ultra conectado sem fio ao Android Auto, com a versão 17.5 do sistema e Waze 5.22.1.1.
Outros usuários relataram comportamento semelhante com diferentes aparelhos e versões do Waze. Um tópico criado na comunidade oficial recebeu resposta da equipe do Android Auto, que pediu informações sobre celular, carro, versão do sistema e forma de conexão para investigar o caso. Nesta terça-feira (8), a equipe informou que havia encaminhado o problema para o restante do time.
Bug é do Waze ou do Android Auto?
Ainda não há uma resposta definitiva. Os primeiros relatos associam o problema à versão 17.5 do Android Auto, mas também existe a possibilidade de a falha estar relacionada a uma atualização recente do próprio Waze. O Canaltech procurou o Google para obter esclarecimentos e aguarda retorno para atualização do texto.
Outros sites também encontraram relatos semelhantes. O Android Hire aponta que a maior parte das reclamações está associada ao Android Auto 17.5, enquanto o SmartWorld e o TechPulse registraram usuários relatando o desaparecimento das mesmas informações de navegação.
Por enquanto, não existe uma correção oficial anunciada pelo Google ou pelo Waze. Como alternativa temporária, usuários afetados relatam que manter o Waze na visualização dividida pode preservar as informações de viagem que desaparecem no modo de tela cheia.
Quem depende do Waze durante a condução deve ficar atento ao problema e evitar realizar procedimentos no celular enquanto estiver dirigindo.
Parece que os carros elétricos da Tesla deixaram a desejar quando o assunto é a capacidade das baterias. De acordo com um levantamento da empresa austríaca de diagnósticos Aviloo, um estudo global baseado em 500 mil testes mostrou que, embora as baterias dos carros modernos consigam preservar boa parte da autonomia, os carros da marca de Elon Musk foram superados por rivais.
A constatação veio após a análise de 20 modelos populares desde 2022, que somaram até 160 mil quilômetros rodados. Depois, os pesquisadores exploraram o nível de degradação da capacidade útil da bateria.
Como mencionamos, o levantamento mostrou que muito da autonomia das baterias foi mantida. O problema, no entanto, foram os populares Tesla Model 3 e Model Y, que tiveram queda significativa em comparação com modelos como o Hyundai Ioniq 5 e Ford Mustang Mach-E, que tiveram índices mais elevados de integridade mesmo com uso prolongado.
Bateria de carros da Tesla
Ao atingir a marca de 150 mil quilômetros, o Hyundai Ioniq 5 conseguiu manter média de 93,79% da capacidade original da bateria, enquanto o Mustang Mach-E registrou 92,53%. Por outro lado, o Tesla Model Y ficou na casa dos 90,32% e o Model 3 ficou com 88,94%.
No entanto, o estudo destaca que a maior perda de capacidade nos modelos da Tesla ocorre de forma mais acentuada nos primeiros 50 mil quilômetros rodados, e depois se estabiliza em ritmos mais lentos nas etapas posteriores. Além disso, os resultados variam conforme os hábitos do proprietário.
Isso significa que fatores como recargas constantes até 100%, trajetos diários intensos e exposição contínua a temperaturas elevadas podem acelerar a perda de autonomia da bateria — nos casos mais extremos, a integridade do componente pode cair para cerca de 80%.
Se você quiser saber mais sobre o assunto, vale a pena conferir nossa matéria que explica como carro elétrico perde autonomia com o passar do tempo.
Grandes eventos como o Rock in Rio sempre foram vistos como oportunidades de alto impacto para as marcas. Mas, na prática, o que acontece ali vai muito além de um único momento ou de uma única mensagem. Um evento dessa dimensão concentra milhares de jornadas diferentes acontecendo ao mesmo tempo e quase todas passam pelo mobile.
O smartphone já é, há algum tempo, o principal ponto de contato entre marcas e consumidores. Mas, em contextos como festivais, ele assume um papel ainda mais relevante: se torna guia, companhia e ferramenta de decisão em tempo real. Um levantamento realizado pela Siprocal, empresa de tecnologia para publicidade digital, em parceria com o Opinion Box, mostrou que 73% dos consumidores lembram de ter visto alguma propaganda em seus dispositivos antes de realizar uma compra, e 90% já pesquisaram um produto no celular após ver um anúncio.
Nesse cenário, a jornada mobile de um grande evento começa muito antes da abertura dos portões. Nas semanas que antecedem o festival, o público pesquisa atrações, compra ingressos, organiza transporte, reserva hospedagem, monta roteiros, compartilha expectativas nas redes sociais e consome uma enorme quantidade de conteúdo relacionado ao evento. Cada uma dessas interações representa uma oportunidade para as marcas se inserirem de forma contextualizada.
Com estratégias baseadas em geolocalização, dados comportamentais e canais como push notifications, é possível identificar perfis com potencial interesse no evento e construir campanhas que acompanhem essa expectativa desde o início, entregando mensagens relevantes, ofertas e conteúdos personalizados no momento certo. Em vez de concentrar os esforços apenas nos dias do festival, as marcas passam a construir presença ao longo de toda a jornada do consumidor, aumentando a lembrança e a probabilidade de engajamento quando o evento finalmente acontece.
Durante o evento, contexto vale mais do que alcance
Na minha experiência, é durante o evento que fica ainda mais claro que não adianta tentar falar mais alto do que todo mundo. Em um festival, a atenção das pessoas muda o tempo todo. Elas estão indo de um palco para outro, procurando os amigos, vendo o mapa, postando nas redes, decidindo onde comer. Ou seja, o contexto muda a cada minuto, e é isso que as marcas precisam acompanhar.
Por isso, acredito que a geolocalização e ferramentas como push notifications fazem tanta diferença. Elas permitem que a comunicação aconteça quando realmente faz sentido para quem está do outro lado. Em vez de enviar uma mensagem genérica para milhares de pessoas, a marca consegue conversar com quem está perto de uma ativação, chegando a uma área específica ou vivendo um determinado momento da experiência.
Para mim, esse é o grande potencial do mobile em grandes eventos: usar a tecnologia para tornar a comunicação mais útil, mais relevante e muito menos invasiva. No fim, as campanhas mais eficientes não são, necessariamente, as que aparecem mais, mas as que conseguem fazer parte da experiência do consumidor no momento certo.
Não se trata de impactar mais pessoas, mas de impactar melhor. Uma comunicação que leva em conta onde o usuário está, o que ele está vivendo naquele instante e quais são suas possíveis necessidades tende a gerar mais valor, seja indicando uma ativação próxima, seja oferecendo um benefício relevante naquele momento específico.
O evento acaba, mas a jornada continua
Também acredito que um dos erros mais comuns é tratar o fim do evento como o fim da campanha. Na prática, é justamente aí que começa uma nova etapa da jornada. Depois que o festival acaba, as pessoas continuam revivendo a experiência: publicam fotos e vídeos, compartilham os melhores momentos, comentam os shows, acompanham os conteúdos que ficaram de fora e mantêm o evento vivo por dias, às vezes, semanas.
Na minha visão, esse é um momento valioso para as marcas continuarem presentes de forma inteligente. Não para insistir na mesma mensagem, mas para prolongar a conversa. É a oportunidade de entregar conteúdos relevantes, agradecer a participação, apresentar novos produtos ou até convidar o consumidor para a próxima experiência, sempre considerando o contexto daquela jornada.
Quando pensamos no mobile como um canal que acompanha o consumidor antes, durante e depois do evento, percebemos que ele não serve apenas para ativar campanhas, mas para construir relacionamento. E, para mim, é essa continuidade que diferencia uma ação pontual de uma estratégia que realmente gera lembrança e fortalece a conexão entre marca e consumidor.
O que esse ciclo mostra é que grandes eventos não são pontos isolados dentro de uma estratégia, mas sim ecossistemas completos de interação. Cada fase exige uma abordagem diferente, mas todas têm algo em comum: o mobile como principal meio de conexão.
Dados precisam encontrar criatividade para gerar relevância
Esse movimento também reforça uma mudança mais ampla no comportamento do consumidor. Hoje, as pessoas transitam entre o digital e o físico de forma contínua, sem perceber fronteiras. A experiência começa na tela, se materializa no ambiente físico e volta para o digital em questão de minutos.
Para as marcas, isso significa repensar planejamento e execução. Dados passam a ser fundamentais para entender essas jornadas, mas sozinhos não resolvem. Sem uma camada criativa que traduza essas informações em mensagens relevantes, o risco é cair em comunicações genéricas que não dialogam com o momento do consumidor.
Ao mesmo tempo, criatividade sem contexto perde força. O equilíbrio entre esses dois elementos é o que permite que campanhas se adaptem a cenários dinâmicos como o de um festival e consigam acompanhar o ritmo do público.
No fim das contas, eventos como o Rock in Rio deixam claro que não existe mais uma única jornada do consumidor. Existem múltiplas trajetórias acontecendo em paralelo, influenciadas por contexto, localização e comportamento em tempo real. E, nesse cenário, o mobile não é apenas um canal. É o elo que conecta todas essas.
A Honor revelou novos detalhes do Magic 9 Pro Max, novo celular Android que chama atenção pelo conjunto avançado de câmeras. O aparelho também adota um visual parecido com o do iPhone 17 Pro Max, especialmente na parte traseira.
O dispositivo da fabricante chinesa se aproxima do celular da Apple principalmente por apresentar um grande módulo horizontal na parte superior, acompanhado por uma área retangular logo abaixo das câmeras.
A disposição das lentes, porém, é diferente daquela encontrada no iPhone 17 Pro Max, com um grande módulo circular à esquerda e outras duas câmeras menores à direita. Nas imagens divulgadas pela fabricante, o Magic 9 Pro Max aparece inicialmente na cor verde e ainda exibe a marca da ARRI no conjunto fotográfico.
Magic 9 Pro Max tem duas câmeras de 200 MP
Falar do novo aparelho da Honor passa inevitavelmente pelo seu conjunto fotográfico. A câmera principal do Magic 9 Pro Max tem 200 MP, sensor de 1/1,28 polegada e lente com abertura f/1,57.
Já a câmera teleobjetiva também conta com resolução de 200 MP, mas usará um sensor de 1/1,4 polegada e abertura f/2,6.
A Honor também vai permitir ampliar as possibilidades fotográficas do celular com o chamado Photography Master Kit. O pacote inclui um grande teleconversor de500 mm, além de uma opção de 200 mm que mede 81 mm de comprimento e pesa 88 gramas.
A parceria com a ARRI também deve beneficiar as gravações de vídeo. Informações divulgadas antes do lançamento apontam que a linha terá suporte a recursos voltados a ampliar o controle sobre cores e facilitar resultados de registros com aparência mais cinematográfica.
Outra especificação que ganhou destaque entre os vazamentos é a bateria de8.800 mAh, capacidade bastante acima do que costuma ser encontrado em celulares topo de linha.
A Honor ainda não revelou todos os detalhes do aparelho, como preço e disponibilidade internacional. A apresentação completa da linha Magic 9 acontecerá na China em 28 de setembro.
O Google está testando uma nova interface para a Play Store que diferencia visualmente aplicativos e jogos pagos das opções gratuitas. A mudança foi encontrada na versão 53 da loja do Android e aposta em um design mais sofisticado para destacar conteúdos premium.
Atualmente, apps gratuitos e pagos seguem o mesmo padrão visual na Play Store. Para saber se um aplicativo exige pagamento, o usuário precisa conferir as informações exibidas na página. Com o novo design, essa distinção ganha mais destaque visual.
Nos testes identificados pelo Android Authority, a página do aplicativo recebe uma imagem de topo maior e um fundo preto, criando uma aparência imersiva. A imagem também se integra melhor à barra de status do celular, onde ficam o relógio e os ícones de notificações, em vez de criar uma transição brusca com o fundo branco da interface atual.
A mudança, porém, ainda deixa algumas informações de fora. O teste não exibia o número de instalações e o tamanho do aplicativo, por exemplo. Como o recurso ainda está em desenvolvimento, essas informações podem voltar a aparecer em uma versão futura.
O novo visual deixa mais evidente que se trata de uma versão premium, mas ainda não está claro se a mudança terá algum impacto nas compras de aplicativos e jogos na Play Store.
Quando o novo design chega à Play Store?
O Google ainda não informou quando pretende lançar a nova interface. Por enquanto, a novidade foi encontrada em arquivos internos da versão 53 da Play Store, o que significa que ela pode sofrer alterações antes de chegar ao público ou até mesmo não ser disponibilizada.
Sabe quando você vai tomar banho e precisa esperar um tempo de água fria antes de a temperatura ideal chegar? A Xiaomi apresentou na China um novo aquecedor a gás inteligente que promete resolver essa experiência de uma vez por todas. O Mijia Smart Gas Water Heater 2 16L combina pré-aquecimento, bomba de pressão e controle automático da temperatura.
O aparelho será lançado na China no próximo dia 15 de setembro por 2.899 yuans (cerca de R$ 2.220), e o preço sugerido para o varejo é de 2.999 yuans (R$ 2.300).
Antes mesmo de a torneira ser aberta, o aquecedor pode aquecer a água que permanece nos canos, reduzindo o tempo necessário para que ela chegue quente ao chuveiro.
O equipamento também conta com uma bomba de pressão de frequência variável. Segundo a Xiaomi, ela pode aumentar o fluxo de água em até 245%, além de trabalhar com uma altura de bombeamento de até 10 metros e circulação de até 120 metros.
Temperatura mais estável durante o banho
O Mijia Smart Gas Water Heater 2 também tenta evitar mudanças bruscas de temperatura quando outros pontos da casa começam a consumir água.
Para isso, o sistema monitora pressão e temperatura da água que entra no equipamento e ajusta automaticamente a quantidade de gás e a combustão.
A câmara de combustão é selada e conta com uma ventoinha instalada na parte inferior, que, segundo a fabricante, mantém a chama estável mesmo com ventos de até força 12.
Outro recurso é a eficiência térmica de até 107%, com uma tecnologia de condensação secundária que recupera parte do calor dos gases de exaustão.
Sistema inteligente evita até tubulação extra
A condensação normalmente gera um líquido ácido que precisa ser direcionado para um dreno. A Xiaomi criou um sistema para tratar esse líquido internamente.
Depois de passar por um módulo de neutralização mineral, o fluido é transformado em pequenas gotas por um atomizador centrífugo e expelido pelo tubo de saída. Assim, o aparelho dispensa uma tubulação exclusiva para o descarte do condensado e reduz o risco de corrosão.
O aquecedor ainda traz seis estágios de filtragem de água, Bluetooth e integração com o aplicativo Mijia para programação e comandos de voz.
O estúdio Toho revelou nesta terça-feira (8) o trailer inédito de Godzilla Minus Zero, sequência direta da obra Godzilla Minus One (2023). Dois anos depois do evento original, o rei dos monstros retorna ao Japão e agora enfrentará resistência.
Na prévia, os japoneses pretendem confrontar a ameaça de frente e uma segunda criatura surgirá para combatê-la na próxima produção. Pelo som apresentado na exibição, o oponente do lagarto pode ser King Ghidorah — o dragão de três cabeças.
Também foi revelado o retorno dos atores Ryunosuke Kamiki e Minami Hamabe, como os personagens Shikishima e Noriko, protagonistas do longa anterior. Não foi divulgado se eles voltarão a ser o centro da narrativa ou se é apenas uma participação extra.
Com estreia marcada para o dia 5 de novembro de 2026 nos cinemas brasileiros, Godzilla Minus Zero também carrega o marco de ser o primeiro filme japonês gravado em formato IMAX (com proporções 1:43:1).
O vídeo curto mostra que o lagarto não destruirá tudo sem consequências desta vez, já que vai encarar grandes desafios. A própria legenda diz que “não haverá uma terceira vez”, o que indica que o Japão vai para o embate final contra a criatura. Confira:
O retorno de Ghidorah vs Godzilla
Caso a aparição do dragão traga lembranças, não é estranho: sua presença tripla já marcou as telonas recentemente em Godzilla II: Rei dos Monstros (2019). Contudo, é importante ressaltar que existem diferenças entre as versões de Hollywood e a japonesa.
O icônico kaiju foi criado em terras nipônicas, em 1954, e atendia pelo nome de Gojira. Após diversas produções e versões diferentes do réptil, o cinema norte-americano trouxe o apelo ao mercado ocidental e o introduziu a uma nova base de fãs no ano de 1998 — em uma obra estrelada por Matthew Broderick (Curtindo a Vida Adoidado).
Ainda assim, os japoneses continuaram a contar histórias sobre Godzilla. Não à toa, em paralelo ao Universo Compartilhado dos Monstros (Monsterverse), o país gravou obras como Shin Godzilla (2016) e o próprio Godzilla Minus One. Ambos carregam estilos artísticos e narrativos completamente diferentes, o que ajudou a destacá-los em comparação à versão hollywoodiana.
O modo aleatório do Spotify, uma das funções mais básicas do aplicativo, voltou a ser questionado após um usuário identificar uma sequência de 72 músicas reproduzida exatamente na mesma ordem em dois dias consecutivos. O caso foi registrado em uma playlist com cerca de 2 mil faixas e ocorreu mesmo com a opção “Menos repetições” ativada.
A descoberta foi feita pelo usuário "Driftking_88", no Reddit. Em vez de confiar apenas na própria memória, ele cruzou o histórico estendido de reprodução do Spotify com dados como horários, IDs das músicas e contexto da playlist.
O resultado apontou que as mesmas 72 faixas apareceram novamente na mesma sequência. Em outro trecho analisado, 27 das 30 músicas seguintes correspondiam à ordem registrada anteriormente. O usuário também encontrou uma fila com 43 faixas exatamente na mesma disposição de uma fila exibida mais cedo.
Spotify mudou o funcionamento do Shuffle
O caso chama atenção porque o Spotify alterou o sistema de reprodução aleatória em 2025. A empresa passou a oferecer o modo “Menos repetições”, que considera músicas ouvidas recentemente e escolhe entre diferentes sequências aleatórias para tentar aumentar a variedade.
O próprio Spotify explica que o sistema não elimina completamente as repetições. No modo padrão, por exemplo, cada faixa tem a mesma chance de aparecer, o que pode fazer determinadas músicas serem reproduzidas novamente em pouco tempo.
O problema identificado pelo usuário é diferente de simplesmente uma música aparecer duas vezes. A repetição de uma sequência extensa e idêntica levanta a possibilidade de que a fila esteja sendo preservada ou reutilizada em determinadas situações.
A causa, porém, ainda não foi confirmada pelo Spotify. O Android Authority aponta como possibilidades o armazenamento da fila ou a reutilização de uma mesma semente de aleatoriedade, mas não há evidência pública suficiente para afirmar que esse seja o mecanismo responsável.
Reclamações sobre o Shuffle são antigas
Relatos semelhantes existem há anos. Em 2024, o Android Authority reuniu reclamações de usuários que diziam ouvir repetidamente as mesmas dezenas de músicas em playlists com milhares de faixas.
A própria comunidade oficial do Spotify também registra casos de usuários que recebem repetidamente a mesma seleção. Em janeiro de 2026, um moderador explicou que, depois que uma fila é criada pelo Shuffle, selecionar outra música pode preservar a sequência original. Para gerar uma nova ordem, seria necessário desligar e ligar novamente o Shuffle.
Outro relato publicado na comunidade do Spotify em setembro de 2026 descreve uma situação ainda mais próxima da descoberta recente: o usuário afirma que a fila se repete várias vezes e que o botão de “reordenar” apenas reorganiza as músicas que já estavam naquela fila.
Por enquanto, portanto, o caso das 72 músicas comprova que uma sequência extremamente longa pode se repetir no Spotify, mas não determina por que isso acontece. A descoberta também mostra por que a percepção de que o Shuffle “toca sempre as mesmas músicas” pode ter um componente verificável além da memória dos usuários.
A Associação Brasileira de Inteligência (Abin) publicou a regulamentação para uso do Msg Gov, aplicativo estatal de mensagens para servidores públicos federais e integrado ao Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin). O objetivo é ter uma alternativa própria para não depender de soluções comerciais em conversas sensíveis sobre inteligência.
A portaria GAB/DG/ABIN/CC/PR Nº 4.628 foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira (08) com o conjunto de regras para usar o app. A ferramenta deve ser instalada em celulares corporativos e só pode ser usada em aparelhos pessoais mediante autorização, enquanto o uso em viagens internacionais também precisa ser comunicado às lideranças.
O aplicativo já existe em versão Beta na Play Store e na App Store, mas não é possível registrar sem autorização prévia. A seguir, o Canaltech explica mais detalhes da ferramenta:
Quais são os recursos do Msg Gov?
O aplicativo reúne funções básicas de mensageiros, como troca de mensagens de texto, envio de mídias (imagens e vídeos), chamadas entre áudio e vídeo, organização em grupos e compartilhamento de localização.
O objetivo é garantir um espaço seguro para compartilhar informações sensíveis entre agentes de inteligência do Brasil. De acordo com o portal UOL, o app tem duas camadas de criptografia, uma delas estatal, feita por um braço da Abin.
Por que existe uma alternativa estatal ao WhatsApp?
A ideia por trás de um app como o Msg Gov é ter uma alternativa às soluções comerciais para lidar com dados sensíveis e aumentar a soberania nacional. As informações confidenciais precisam de camadas adicionais de proteção e não necessariamente exigem todos os recursos que um mensageiro convencional oferece.
Silo colocou o ponto final em sua terceira temporada recentemente com muitas informações bombásticas, antecipando um final grandioso para o quarto e último capítulo da série da Apple TV. Mas esse pode não ser o adeus definitivo ao universo do programa.
A possibilidade de continuarmos imersos no universo de Silo partiu do podcaster Sigmund Judge, conhecido na internet por ser uma fonte voltada para lançamentos do streaming da Maçã. Em uma publicação no Threads, Judge afirmou que Silo pode ganhar um spin-off após a conclusão do programa original.
Segundo a postagem, a série derivada deve entrar em fase de pré-produção ainda em 2026 e teria como base Silo 40, um suposto livro assinado por Hugh Howey, o escritor por trás da trilogia que inspirou o programa da Apple TV. A obra ainda não foi publicada, mas serviria como inspiração para a criação do spin-off.
Judge ainda comentou que alguns cenários da série original iriam permanecer de pé após o encerramento da quarta temporada para servir como locação para o novo projeto. Nenhuma dessas informações, no entanto, foram confirmadas pela Apple TV ou por Howey, o que significa que os relatos seguem apenas no campo dos rumores.
O que esperar do final de Silo
Solucionando alguns enigmas e deixando outras pontas soltas no meio, a terceira temporada de Silo chegou ao fim na última sexta-feira (4) trazendo respostas sobre a construção dos abrigos subterrâneos e sugerindo uma rebelião para o último ano do programa.
De acordo com o showrunner Graham Yost, a temporada 4 de Silo deve entrar de vez na guerra, com a engenheira Juliette (Rebecca Ferguson) liderando uma revolta para descobrir a verdade por trás do confinamento de todos nos silos.
O último capítulo também deve trazer mais respostas surpreendentes sobre a origem dos abrigos subterrâneos, indicando que o público finalmente descobrirá qual é o real propósito dos bunkers e como as derradeiras 10 mil pessoas restantes da Terra foram parar dentro dos silos depois que uma catástrofe nuclear tornou o planeta inóspito.
Enquanto a Apple TV não confirma a real procedência do spin-off misterioso, vale lembrar que as três temporadas de Silo estão completas no catálogo do streaming. O quarto capítulo estreia no dia 9 de julho de 2027.
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou as novas diretrizes da Lei Seca no Brasil por meio da Resolução nº 1.031/2026. O novo texto regulamenta a fiscalização de álcool e substâncias psicoativas nas rodovias e vias urbanas do país, além de padronizar a implementação do equipamento popularmente chamado de “drogômetro”.
Basicamente, o drogômetro é um dispositivo capaz de realizar análises qualitativas para detectar até 12 classes de substâncias, como cocaína e anfetaminas. No caso de remédios prescritos, a simples presença de vestígios na saliva não rende multa automática — para comprovar a infração, o agente precisa atestar pelo menos dois sinais clínicos de alteração psicomotora no condutor.
E, embora a norma já tenha sido publicada, autuações com o teste de saliva não vão ser imediatas. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os equipamentos foram usados até o momento somente em caráter de testes, de modo que ainda não estão integrados à frota.
Lei Seca, bafômetro e penalidades
Já a fiscalização do nível de álcool segue por conta do já conhecido etilômetro (ou “bafômetro”, como é popularmente chamado), que vai servir para triagem inicial no uso passivo; já o teste ativo, que exige o sopro, vai ser necessário para validar a infração.
A recusa a qualquer um dos exames continua punida com multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses. O que muda é que a nova regra proíbe a aplicação simultânea de multas por recusa e por condução sob influência na mesma abordagem.
Além disso, o novo texto também torna obrigatórios os exames para constatar a ocorrência de álcool ou outras substâncias em condutores envolvidos em acidentes fatais. Agora, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e os órgãos estaduais de trânsito passarão por uma fase de adaptação gradual, que envolve licitação de equipamentos homologados pelo Inmetro, treinamento de agentes e atualização dos sistemas operacionais de fiscalização.
O primeiro iPhone dobrável pode chegar ao mercado com um nome bem diferente do esperado. Segundo informações atribuídas ao jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa teria escolhido iPhone Duo para batizar seu novo celular com tela flexível, deixando de lado os rumores que apontavam para nomes como iPhone Ultra. Gurman é conhecido pelos vazamentos certeiros sobre a Apple.
A revelação acontece poucas horas antes do evento da Apple, marcado para esta quarta-feira (9), quando a companhia deve apresentar oficialmente o aparelho. O novo nome também sugere que a Apple pretende tratar o dobrável como uma categoria própria dentro da família iPhone.
De acordo com Gurman, a Apple já teria definido o nome comercial iPhone Duo para o aparelho. A escolha chama atenção porque “Duo” não é exatamente inédita no universo da tecnologia.
O termo já foi usado pela Microsoft em um dispositivo da linha Surface Duo e também apareceu em uma antiga linha de notebooks da própria Apple, na década de 1990.
Dobrável pode custar até US$ 3 mil
O nome pode ser uma das surpresas do lançamento, mas o preço promete chamar ainda mais atenção. O iPhone Duo deve partir de US$ 2.000, cerca de R$ 10.280 em conversão direta, na versão com 256 GB. Assim, deve ser o celular mais caro já feito pela Apple.
O modelo mais completo, com 2 TB de armazenamento, poderia se aproximar dos US$ 3.000 (R$ 15.420).
O que esperar do iPhone Duo
O dobrável deve adotar formato semelhante ao de um livro, com uma tela externa de aproximadamente 5,5 polegadas e um display interno de 7,8 polegadas.
Entre os recursos esperados estão o chip A20 Pro, modem C2, duas câmeras traseiras de 48 MP e suporte ao Apple Pencil. O aparelho também deve apostar em multitarefa na tela maior e chegar em versões nas cores azul-escuro e branca.
Se os rumores estiverem corretos, o iPhone Duo será uma das maiores mudanças na linha de celulares da Apple em anos. Resta esperar para o evento em que ocorre o lançamento dos iPhone 18 Pro e iPhone dobrável.
A Uber começou a liberar no Brasil uma função que permite aos pais ou responsáveis acompanhar o vídeo ao vivo de viagens de adolescentes que usam a Uber Conta Teens. A transmissão é feita pela câmera do celular do motorista e fica disponível para os responsáveis vinculados à conta do jovem.
A novidade chega ao país alguns dias depois de o recurso ter sido anunciado nos Estados Unidos, onde a Uber já permitia que familiares acompanhassem as corridas em tempo real.
Segundo a Uber, o vídeo pode ser acompanhado apenas pelos responsáveis cadastrados na conta do adolescente. A empresa informa que o recurso depende das condições técnicas do celular do motorista e da habilitação da função.
Como funciona a transmissão
Quando uma viagem começa, os responsáveis recebem uma notificação informando que podem acompanhar a transmissão. O vídeo mostra o interior do veículo em tempo real pela câmera do motorista.
A transmissão termina automaticamente quando o trajeto acaba. Depois disso, o arquivo fica armazenado de forma criptografada e só pode ser acessado em situações relacionadas a um reporte de segurança, segundo a Uber.
O adolescente também continua contando com outras ferramentas de segurança da Uber Conta Teens. Entre elas está o U-Acompanha, que permite ao responsável visualizar o trajeto pelo mapa e entrar em contato com o motorista, e o U-Código, que exige um código de quatro números antes do início da corrida.
Há ainda o U-Ajuda, que utiliza GPS e sensores do celular para identificar mudanças de rota ou paradas inesperadas, e o U-Áudio, que permite gravar o áudio da viagem pelo próprio aplicativo.
Uber Mulher também está disponível
A Uber Conta Teens também permite que adolescentes utilizem as modalidades do Uber Mulher, que conectam passageiras a motoristas mulheres. O recurso faz parte das ferramentas de segurança disponíveis para as viagens realizadas pelo perfil de adolescentes.
Como ativar o vídeo ao vivo da Uber Conta Teens?
A função está sendo disponibilizada gradualmente nos próximos dias. Quando estiver habilitada, os responsáveis receberão uma notificação informando sobre a possibilidade de acompanhar a viagem por vídeo.
Para utilizar a Uber Conta Teens, o responsável deve abrir o aplicativo e acessar Conta > Família > Sou adulto > Adicionar adolescente. Depois, é necessário selecionar a idade do jovem, escolher o contato e enviar o convite. O responsável também precisa aceitar os termos para concluir a configuração.
O adolescente pode fazer o próprio cadastro pelo caminho Conta > Família > Sou adolescente > selecionar a idade > Escolher um responsável > Escolher contato. Depois, também é necessário aceitar os termos.
A Uber Conta Teens está disponível em todo o Brasil para usuários de 12 a 17 anos. A transmissão de vídeo, por sua vez, será liberada progressivamente e depende da compatibilidade técnica do dispositivo utilizado pelo motorista.
O Google Chat começou a implementar rascunhos persistentes, recurso que evita a perda de mensagens que ainda não foram enviadas. Com a novidade, o usuário pode começar a escrever uma resposta ou atualização de projeto e continuar depois, mesmo que feche o aplicativo ou reinicie o dispositivo.
Com a sincronização entre dispositivos, é possível iniciar uma mensagem na versão web do Google Chat e continuar a edição em um celular Android ou iPhone, sem precisar copiar o texto para outro lugar. Cada conversa mantém seu próprio rascunho e um novo atalho chamado “Rascunhos” reúne todas as mensagens pendentes em um só lugar.
Antes, o Google Chat costumava apagar textos não enviados quando o usuário alternava entre conversas ou saía do app. Agora, os rascunhos ficam salvos por até 30 dias, mesmo que a mensagem não seja enviada imediatamente.
As mensagens não enviadas continuam salvas na caixa de composição da conversa, exatamente de onde o usuário parou. Assim, basta abrir o chat novamente para retomar a escrita. A nova função pode ser útil para situações em que uma mensagem exige mais tempo para ser escrita, como feedbacks, atualizações de projetos e relatórios.
O recurso já está disponível no Google Chat?
A distribuição dos rascunhos persistentes já começou na versão web do Google Chat. No Android e no iOS, a novidade será liberada de forma gradual nas próximas semanas, com previsão de conclusão até 28 de setembro de 2026.
A função está disponível para clientes do Google Workspace, assinantes do Workspace Individual e usuários com contas pessoais do Google.