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O que é e como funciona o WhatsApp Plus

O WhatsApp Plus é uma assinatura paga oficial da Meta que adiciona recursos extras ao WhatsApp. Diferentemente das versões modificadas e não oficiais que usam o mesmo nome, o serviço é integrado ao aplicativo original e foi criado para oferecer mais opções de personalização e organização das conversas.

A assinatura é opcional e não muda o funcionamento básico do mensageiro. Quem não contratar o plano continua com acesso às principais funções do WhatsApp normalmente.

Os recursos e a disponibilidade podem variar conforme a região e o tipo de conta. As condições da assinatura são apresentadas ao usuário antes da confirmação da contratação.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • O que é e como funciona o WhatsApp Plus?

  • Quais são os recursos do WhatsApp Plus?

  • Quanto custa assinar o WhatsApp Plus?

  • Como assinar o WhatsApp Plus?

WhatsApp

O que é e como funciona o WhatsApp Plus?

O WhatsApp Plus é uma assinatura mensal que adiciona recursos de personalização e organização às contas pessoais do mensageiro. Para assinar, é necessário:

  • Ter um número de telefone de um país onde o WhatsApp Plus esteja disponível;

  • Possuir uma conta ativa do WhatsApp Messenger;

  • Aceitar os Termos de Serviço de Assinatura da Meta;

  • Seguir os Padrões da Comunidade do WhatsApp.

A contratação e o gerenciamento da assinatura são feitos pelo aplicativo para Android ou iPhone, a partir das configurações. O plano fica vinculado à conta que realizou a compra e deve ser gerenciado na mesma plataforma em que foi contratado.

WhatsApp

Quais são os recursos do WhatsApp Plus?

O WhatsApp Plus reúne funções focadas na personalização do aplicativo e na organização das conversas. As mudanças visuais ficam restritas ao assinante, portanto, os contatos não veem os temas ou ícones escolhidos por ele. Entre os recursos estão:

  • Fixar mais conversas: permite fixar até 20 conversas no topo da lista;

  • Temas e ícones exclusivos: adiciona novas cores, temas, planos de fundo e opções de ícones para o aplicativo;

  • Figurinhas com efeitos especiais: oferece figurinhas com efeitos de tela cheia e identificação do WhatsApp Plus;

  • Toques exclusivos: permite definir toques especiais para contatos específicos;

  • Listas de conversas personalizadas: adiciona alertas, toques e temas próprios para diferentes listas de conversas.

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Quanto custa assinar o WhatsApp Plus?

No Brasil, o WhatsApp Plus custa R$ 7 por mês. A assinatura funciona com renovação automática, então a cobrança é repetida mensalmente enquanto o plano permanecer ativo. 

Por exemplo, quem contratar o WhatsApp Plus em 15 de agosto terá a próxima cobrança prevista para todo dia 15 dos próximos meses. 

Como assinar o WhatsApp Plus?

Para assinar o WhatsApp Plus, basta seguir o passo a passo abaixo:

  1. Abra o WhatsApp no celular;

  2. Toque no ícone de três pontos;

  3. Selecione “Configurações”;

  4. Acesse “Assinaturas”;

  5. Toque em “WhatsApp Plus”;

  6. Siga as instruções exibidas na tela para concluir a assinatura.

Passos para assinar o WhatsApp Plus

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “WhatsApp Plus vale a pena? Veja prós e contras da assinatura”. 

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União Europeia força Big Techs a rotularem conteúdo feito por IA

A União Europeia começou a aplicar novas regras de transparência para conteúdos criados ou modificados por inteligência artificial (IA). O Artigo 50 do AI Act, que entrou em vigor em 2 de agosto, determina que empresas identifiquem imagens, vídeos e áudios gerados por IA quando eles puderem ser confundidos com conteúdos reais.

A regra também abrange determinados textos produzidos ou manipulados por IA sobre assuntos de interesse público, caso não tenham passado por revisão humana ou controle editorial. A medida coloca a UE entre as regiões com regras mais rígidas para identificar conteúdos sintéticos.

O descumprimento pode resultar em multas de até 15 milhões de euros ou 3% do faturamento anual mundial da empresa. Como grandes laboratórios de IA operam em diversos mercados e o custo é alto para manter modelos ou versões de produtos diferentes para cada região, as exigências europeias também podem influenciar a forma como essas tecnologias são usadas fora do bloco.

Chatbots de IA - Gemini ChatGPT e Copilot

Como funciona a regra da UE sobre marca d'água em conteúdo de IA?

A legislação não determina uma tecnologia específica para fazer a identificação. Em vez disso, ela exige que a origem sintética do conteúdo possa ser reconhecida. Assim, empresas de IA podem recorrer a diferentes métodos. 

Uma das opções são as marcas d'água invisíveis, inseridas em imagens, vídeos ou áudios. O SynthID, do Google, é um exemplo dessa tecnologia. Como o sinal fica incorporado ao próprio conteúdo, ele pode continuar presente depois de algumas alterações, como cortes ou compressão. 

Outra possibilidade é usar metadados, que registram informações sobre a origem do arquivo. O método é semelhante aos dados EXIF encontrados em fotografias digitais, mas tem uma desvantagem: essas informações podem desaparecer quando o arquivo é editado, convertido ou publicado em determinadas plataformas. 

A UE também estabelece formas visuais de identificação para conteúdos gerados ou modificados por IA. Os rótulos devem aparecer de maneira clara quando o usuário entra em contato com o material. Já em conteúdos artísticos, criativos, satíricos ou de ficção, a exigência é adaptada: o aviso sobre o uso de IA precisa informar o público, mas sem prejudicar a apresentação ou a fruição da obra.

Quais são os principais rótulos?

As diretrizes diferenciam conteúdos totalmente gerados por IA daqueles que foram apenas modificados. Entre os exemplos estão:

  • AI: indica que houve participação de IA na criação ou alteração do conteúdo, como em um deepfake com voz ou imagem artificial;

  • AI GENERATED: usado quando o conteúdo foi produzido integralmente por IA, como um vídeo fictício de um político ou uma música criada por IA;

  • AI MODIFIED: identifica conteúdos originalmente feitos por humanos que foram modificados por IA, como uma troca de rosto em uma foto real.

Por que a UE está exigindo marca d’água nos conteúdos de IA?

A principal preocupação é reduzir o impacto de desinformação, golpes e deepfakes. Com modelos de IA cada vez mais capazes de produzir imagens, vozes e vídeos convincentes, fica difícil para uma pessoa identificar sozinha se determinado material é autêntico.

A identificação também busca facilitar a rastreabilidade do conteúdo. Em vez de depender apenas da percepção do usuário, plataformas e ferramentas podem usar sinais incorporados ao arquivo ou informações de procedência para verificar se houve participação de IA.

Chatbots de IA

Rotulagem não resolve todos os problemas

Ainda assim, a rotulagem não resolve todos os problemas, pois marcas d'água podem ser prejudicadas por alterações no arquivo, capturas de tela, recodificação ou processamento por outros modelos de IA.

Também não existe um padrão universal compartilhado entre as empresas de tecnologia. Um sinal de procedência inserido pela ferramenta de uma empresa pode não ser reconhecido pelo sistema de detecção de outra companhia ou por determinada rede social, o que limita a eficácia da rastreabilidade. 

Esse cenário é conhecido como problema da assimetria: as regras de rotulagem funcionam bem para identificar e catalogar conteúdos sintéticos criados por usuários comuns em plataformas, como OpenAI, Google e Anthropic. Porém, têm eficácia limitada contra campanhas intencionais de desinformação, nas quais os responsáveis podem usar sistemas modificados ou remover as marcações de IA. 

Chatbots de IA - Gemini e ChatGPT

Outro risco é o chamado efeito bumerangue. Se os usuários começarem a confiar demais nos rótulos, podem interpretar qualquer conteúdo sem identificação como verdadeiro. Isso criaria uma falsa sensação de segurança justamente nos materiais produzidos por quem não segue as regras.

Por isso, a identificação deve funcionar como uma camada adicional de proteção, e não como uma garantia de autenticidade. A capacidade de avaliar a fonte, o contexto e possíveis inconsistências continua importante mesmo com a adoção das novas regras.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “É VERDADE que as imagens geradas por IA têm marca d’água oculta que você não vê”.

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Novos recursos do WhatsApp blindam contas de spam e golpes; veja como funciona

O WhatsApp anunciou novas ferramentas de segurança para reforçar a proteção contra invasões, spam e golpes. As novidades incluem melhorias na verificação em duas etapas, suporte ampliado às chaves de acesso e informações extras sobre chamadas de números desconhecidos.

Os recursos já começaram a ser distribuídos globalmente para usuários de Android e iOS, mas o contexto adicional para chamadas desconhecidas, por enquanto, está disponível para celulares Android.

As mudanças complementam a criptografia de ponta a ponta do WhatsApp e buscam dificultar estratégias comuns usadas por criminosos, principalmente aquelas que exploram a pressa e a falta de informações para convencer vítimas.

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Como funcionam os novos recursos de segurança do WhatsApp?

A atualização traz três recursos focados na proteção da conta e na identificação de possíveis tentativas de golpe:

  1. Chaves de acesso (passkeys);

  2. Verificação em duas etapas mais forte;

  3. Contexto de chamadas desconhecidas.

1. Chaves de acesso (passkeys)

As chaves de acesso permitem entrar na conta do WhatsApp usando os mecanismos de segurança já disponíveis no celular, como impressão digital, reconhecimento facial ou o código de desbloqueio do aparelho. Hoje, mais de um bilhão de pessoas já configuraram e estão protegidas por passkeys no mensageiro.

A tecnologia reduz a dependência de códigos enviados por SMS e dificulta ataques de engenharia social, já que a autenticação fica vinculada ao dispositivo e ao método de desbloqueio escolhido pelo usuário.

Também é possível configurar mais de uma chave de acesso na mesma conta, tanto no Android quanto no iOS. Para configurar o recurso, basta acessar: Configurações > Conta > Chaves de acesso.

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2. Verificação em duas etapas mais forte

O WhatsApp também reforçou a verificação em duas etapas, recurso que adiciona uma camada extra de proteção à conta mesmo quando outra pessoa consegue obter o código de ativação enviado por SMS.

Antes, a ferramenta utilizava um PIN de seis dígitos. Agora, os usuários podem criar senhas mais longas, com combinação de letras, números e caracteres especiais.

A mudança aumenta a complexidade da senha e dificulta tentativas de adivinhação. Quem ainda usa combinações simples, como “123456”, pode aproveitar a atualização para escolher uma senha mais forte.

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3. Contexto de chamadas desconhecidas

Outro recurso novo adiciona mais informações quando o usuário recebe uma ligação de um número que não está salvo na agenda. A função está sendo disponibilizada inicialmente para Android.

Durante a chamada, o WhatsApp poderá informar se o número é de outro país e se existe algum grupo em comum entre quem liga e quem recebe a ligação.

A proposta é dar mais contexto antes de o usuário decidir se atende ou não. Isso pode ajudar principalmente em situações nas quais golpistas tentam criar um senso de urgência para convencer a vítima a agir rapidamente.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber como deixar o WhatsApp mais seguro.

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OpenAI volta a colocar "trava" de 5 horas no ChatGPT Plus; por quê?

A OpenAI restabeleceu, a partir desta terça-feira (25), o limite de uso de cinco horas para assinantes do ChatGPT Plus. A mudança afeta especificamente o ChatGPT Work e o Codex e encerra uma flexibilização temporária adotada em 12 de julho. 

Na época, a empresa havia removido a janela de cinco horas para que os usuários consumissem apenas a cota semanal global. Agora, o limite volta a funcionar como uma camada adicional de controle para as ferramentas que exigem maior capacidade computacional. 

A mudança não interrompe as conversas convencionais no ChatGPT. Caso o usuário atinja o limite de cinco horas no ChatGPT Work ou no Codex, será necessário esperar o reinício da janela ou comprar créditos adicionais para continuar usando os recursos. 

ChatGPT Work

Por que o ChatGPT voltou a colocar trava no ChatGPT Plus?

Em uma publicação no X, Thibault Sottiaux, líder de engenharia da OpenAI, disse que a decisão de restabelecer a janela de cinco horas tem dois objetivos principais: ajudar a administrar a demanda por infraestrutura e evitar que usuários consumam uma grande parte da cota semanal em uma única sessão. 

A janela de cinco horas ajuda a distribuir o uso intensivo dos recursos computacionais ao longo do tempo. Com uma demanda previsível, a OpenAI consegue manter as cotas semanais em níveis mais altos para os assinantes. O mecanismo se concentra principalmente em ferramentas usadas para projetos longos e tarefas de programação, que exigem maior capacidade de processamento.

A OpenAI também identificou que alguns usuários, principalmente novos assinantes ou pessoas com uso casual, consumiam uma parte significativa da cota semanal em uma única sessão prolongada. Como consequência, essas pessoas podiam ficar vários dias sem acesso aos recursos após atingir o limite semanal. A janela de cinco horas busca evitar esse cenário ao dividir o consumo em períodos menores.

Assim, o ChatGPT Plus vai ter dois tipos de restrição agora:

  • Limite por janela: ao atingir a cota disponível no período de cinco horas, o usuário precisa aguardar o reinício da janela;

  • Limite semanal: estabelece a quantidade total de recursos que pode ser usada durante a semana.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Qual é o limite para gerar imagens no ChatGPT gratuito? Entenda”.

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Chegou para você? YouTube testa novo visual do player de vídeo no Android

O YouTube começou a testar uma nova interface de controle de reprodução no aplicativo para Android. A mudança melhora o feedback visual ao usar o gesto de toque duplo para avançar ou voltar em um vídeo. 

Atualmente, o toque duplo nas laterais da tela faz o vídeo avançar ou retroceder, mas a barra de progresso não aparece para indicar visualmente o deslocamento. No novo teste, a linha do tempo aparece com um indicador vermelho que mostra a quantidade de tempo pulada, facilitando a visualização da posição no vídeo.

Esse novo visual foi observado pelo Android Authority nos aparelhos Pixel 11 Pro, Pixel 10 Pro e Galaxy Z Fold 7, todos rodando a versão estável v21.33 do YouTube, mas ainda não aparece para todos. Como se trata de um teste, a interface ainda pode sofrer alterações antes de chegar a todos os usuários.

Vale ressaltar que a mudança não altera a navegação manual pela barra de reprodução. Ao deslizar o dedo pela linha do tempo para procurar outro trecho do vídeo, o funcionamento continua exatamente como antes, com a interface mostrando o tempo correspondente ao ponto selecionado.

YouTube logo 2

YouTube testa mudanças na interface

A novidade faz parte de uma série de experimentos recentes na interface do YouTube. A plataforma também testou a remoção de rótulos de texto dos controles exibidos abaixo dos vídeos e indicou mudanças nas áreas de biblioteca e conta.

O YouTube também revelou recentemente que planeja um player imersivo com visual mais limpo. Não há confirmação de que o novo indicador de avanço esteja relacionado a essa proposta, mas a mudança segue uma direção semelhante, com menos elementos fixos na tela e informações apresentadas apenas durante a interação.

Por enquanto, o recurso continua restrito a parte dos usuários. Mesmo com a versão v21.33 instalada, alguns aparelhos podem exibir a interface antiga. Como acontece com outros testes do YouTube, a novidade pode ser ampliada, modificada ou retirada antes de um lançamento definitivo.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Como assistir a vídeos no YouTube em janela flutuante no PC”.

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