A Motorola anunciou, nesta quinta-feira (1), a chegada do Moto Watch Ultra ao mercado brasileiro. O smartwatch conta com suporte a eSIM e também traz integração com tecnologias da Polar, marca conhecida por seus recursos voltados a esportes e bem-estar.
O chip virtual do relógio apresenta conexão 4G-LTE, o que significa que, com um plano compatível, o wearable pode realizar chamadas, enviar mensagens e gerenciar notificações sem depender da proximidade do smartphone.
No que diz respeito à conectividade, o acessório ainda oferece NFC para pagamentos por aproximação, além de Wi-Fi, Bluetooth e GPS de dupla frequência.
O novo smartwatch tem tela OLED de 1,5 polegada, com brilho de até 2.700 nits, em uma caixa de aço inoxidável de 46 mm. A construção inclui proteção IP68 e resistência de 5 ATM, além de Gorilla Glass 3 na tela.
Monitoramento de saúde com recursos da Polar
A parceria com a Polar aparece principalmente nas ferramentas de saúde, sono e treinamento. O Moto Watch Ultra utiliza sensores de sinais vitais e acompanhamento contínuo para transformar os dados coletados em métricas e orientações ao longo do dia.
Entre os recursos encontrados no dispositivo, destaque para o Health Insights, com recomendações personalizadas, e o Running Coach, que oferece treinos guiados de corrida e caminhada diretamente no pulso.
A Motorola também ressalta que entre as funcionalidades está o Sleep Plus Stages, sistema que analisa a duração do sono e seus diferentes estágios, incluindo leve, profundo e REM. A noite recebe uma pontuação de 1 a 100, com informações detalhadas que podem ser sincronizadas com o aplicativo Polar Flow.
Há ainda funções para acompanhar atividade diária, intensidade de movimento, períodos de inatividade, calorias e recuperação.
Na prática esportiva, o aparelho também aposta em recursos para quem não quer ficar limitado ao celular durante os treinos. O GPS de dupla frequência busca melhorar a precisão da localização em ambientes externos, enquanto a conexão Bluetooth permite o uso de fones de ouvido diretamente com o relógio.
Wear OSe autonomia de até 50 horas
O novo relógio da Motorola roda Wear OS, sistema operacional do Google desenvolvido para smartwatches e outros dispositivos vestíveis. A plataforma permite instalar aplicativos pela Google Play Store e acessar serviços como:
Google Maps;
Google Messages;
Google Gemini;
YouTube Music;
Spotify;
WhatsApp;
Strava.
O acessório também sai da caixa com o processador Snapdragon W5+ Gen 1, chip de alto desempenho desenvolvido pela Qualcomm. O componente promete mais agilidade no uso geral do relógio, permitindo uma abertura mais rápida de aplicativos e animações mais fluidas.
Segundo a Motorola, a bateria do novo smartwatch pode chegar a dois dias de uso ativo, com estimativa de 50 horas sem always-on e 45 horas com o recurso ativado. A empresa também afirma que 15 minutos de carregamento podem entregar até 24 horas de uso, embora a autonomia varie conforme as condições e os padrões de utilização.
O Moto Watch Ultra chega ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 4.999. Mas você também pode conferir qual é o melhor smartwatch para comprar hoje, segundo especialistas do Canaltech.
A Vivo passou a ocupar um novo espaço para atender seus clientes: o ChatGPT. A operadora lançou, nesta quarta-feira (30), um plugin que permite buscar informações sobre planos, ofertas, celulares e outros serviços diretamente em uma conversa com a inteligência artificial (IA).
Neste primeiro momento, a novidade funciona principalmente como um canal de consulta. O usuário pode explicar o que procura em linguagem natural, enquanto o sistema utiliza informações fornecidas pela própria Vivo para responder às dúvidas e indicar produtos ou serviços relacionados à necessidade apresentada.
O plugin também pode orientar consumidores com dúvidas sobre contratação ou suporte e direcioná-los aos canais de atendimento da operadora quando necessário. Vale destacar, no entanto, que a proposta ainda não é substituir completamente os meios tradicionais de atendimento.
Segundo Renata Nobre, diretora de Experiência Digital da Vivo, a iniciativa acompanha o crescimento das ferramentas de IA como ponto de contato entre consumidores e empresas.
“Ferramentas de IA têm se tornado cada vez mais relevantes na tomada de decisão das pessoas e o compromisso da Vivo é se fazer presente onde o cliente estiver: presencial, remoto, web e, agora, plataformas de inteligência artificial”, afirmou a diretora em comunicado.
Plugin ainda não faz recargas ou emite segunda via
Apesar de já estar disponível, o plugin da Vivo ainda não permite realizar operações diretamente pelo chatbot da OpenAI. Essas funções estão previstas para uma próxima fase do projeto, quando a operadora pretende transformar a ferramenta em um canal também transacional.
Entre os recursos planejados estão emissão da segunda via da fatura, recargas e compra de planos de celular. A Vivo não informou quando essas funcionalidades serão liberadas aos clientes.
Outro ponto destacado pela empresa é a origem das informações apresentadas durante as conversas. O conteúdo oferecido pelo plugin passa pela curadoria da própria operadora, em vez de depender apenas de informações gerais disponíveis na internet.
Tiago Baccala, diretor de IA da Vivo, afirma que essa integração permite adaptar as respostas ao contexto apresentado pelo consumidor durante a conversa.
“Quem acessa o plugin da Vivo no ChatGPT recebe a resposta da própria Vivo: informação oficial, atualizada e com curadoria nossa. A partir do que o cliente conta na conversa, a IA indica os produtos, serviços e ofertas que fazem sentido para aquele momento com conteúdo direcionado”, destacou o executivo.
Como acessar o plugin da Vivo no ChatGPT?
Para acessar o plugin da Vivo na ferramenta de IA, basta seguir esse passo a passo:
Abra o ChatGPT (navegador ou app);
Acesse o menu lateral esquerdo;
Clique em “Plugins”;
Escreva “Vivo” no campo “Pesquisar plugins”;
Instale o plugin ou selecione uma pergunta para iniciar a interação.
O anúncio da integração com a ferramenta de IA acontece um dia após a Vivo ser reconhecida como a operadora com o 5G mais rápido do mundo pelo terceiro ano seguido.
Design conhecido por fora e mudanças mais impactantes por dentro. Essa deve ser a combinação do Pixel 11a, “iPhone do Google” que apareceu em novas imagens vazadas mantendo boa parte do visual de seus antecessores, mas com previsão de receber um chip mais avançado.
Os renders baseados em arquivos CAD foram divulgados pelo Android Headlines em parceria com o leaker OnLeaks. As imagens indicam que a gigante das buscas deve seguir a identidade adotada nos Pixel 9a e 10a, com parte traseira plana e um conjunto de câmeras discreto.
As duas lentes continuam praticamente niveladas ao corpo do aparelho, enquanto o flash permanece separado. A principal diferença aparece no formato do módulo fotográfico, que está um pouco mais curto e arredondado.
Já na parte frontal, o smartphone mantém a câmera de selfies centralizada e bordas relativamente espessas ao redor da tela.
Pixel 11a deve manter tamanho compacto
De acordo com o vazamento, o Pixel 11a terá aproximadamente 153,46 x 72,35 x 9 mm, dimensões muito próximas às do Pixel 10a. A tela deve continuar com 6,3 polegadas, resolução Full HD e taxa de atualização de até 120 Hz.
Uma das melhorias esperadas está no brilho, que pode atingir 3.350 nits no pico, contra 3.000 nits do antecessor. Já a bateria deve permanecer próxima dos 5.000 mAh, com capacidade mínima indicada de 4.870 mAh.
Os renders mostram também o aparelho em uma tonalidade roxa, com os rumores apontando ainda para possíveis versões em preto, prata e verde.
Tensor G6 pode ser principal novidade
Se o visual praticamente não muda, o hardware pode receber uma atualização mais relevante. Isso porque a expectativa é de que o Pixel 11a saia da caixa com o chip Tensor G6, mesmo processador presente na família Pixel 11.
A mudança seria significativa, visto que o Pixel 10a manteve o Tensor G4, utilizado anteriormente na linha Pixel 9. O novo aparelho também deve receber um modem da MediaTek e o coprocessador de segurança Titan M3.
Nas câmeras traseiras, a expectativa é de manutenção do sensor principal de48 MP acompanhado de uma ultrawide de 13 MP. A câmera frontal também pode ser atualizada, mas ainda não há detalhes sobre o novo sensor.
A previsão é de que o Google Pixel 11a seja lançado no início de 2027, possivelmente entre fevereiro e março. Informações sobre preço e disponibilidade ainda não foram divulgadas pelos vazamentos.
Uma nova garrafa térmica da Xiaomi chegou com a proposta de preparar chá sem precisar retirar folhas ou controlar manualmente o tempo de infusão. O modelo usa um sistema por gravidade que inicia o preparo quando o recipiente é virado de cabeça para baixo.
Batizada de Mijia Titanium Thermos Cup Tea-Water Separation Edition, a novidade tem capacidade de 500 ml e combina o recipiente térmico com uma câmara transparente e removível. É nesse compartimento que ficam as folhas de chá, frutas ou outros ingredientes usados na bebida.
Para iniciar a infusão, o usuário precisa fechar a garrafa e virá-la. A água quente atravessa um filtro de titânio e entra na câmara transparente, permitindo acompanhar a mudança de cor do líquido durante o preparo.
Quando o chá chega ao ponto desejado, basta retornar a garrafa à posição normal para que o líquido volte à parte térmica. Enquanto isso, as folhas e demais ingredientes permanecem presos no compartimento superior, evitando que continuem em contato com a bebida.
Suas especificações apontam ainda que a câmara é feita de Tritan sem BPA e pode receber ingredientes como:
Chá verde;
Chá preto;
Oolong;
Rodelas de limão;
Hortelã;
Casca de tangerina seca;
Ginseng.
Já o corpo principal, o filtro removível e o revestimento interno da tampa são feitos de titânio com pureza superior a 99%.
Garrafa funciona sem o compartimento de chá
O compartimento de infusão da garrafa também pode ser completamente desenroscado, permitindo usar o produto como uma garrafa térmica convencional.
A fabricante chinesa afirma que o isolamento a vácuo consegue manter o líquido em cerca de 45 °C por até seis horas. Para facilitar a limpeza, o filtro de titânio é removível, enquanto o anel de vedação de silicone possui uma pequena aba para retirada.
A garrafa será vendida nas cores Deep Space Gray e Moonlight Silver, custa 199 yuans (cerca de R$ 153 na cotação atual) e começará a ser vendida no dia 14 de outubro na plataforma Xiaomi Youpin. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do produto no Brasil e outros mercados.
Quem busca uma pulseira inteligente para acompanhar exercícios sem precisar recarregar o dispositivo a cada poucos dias ganhou uma nova alternativa no Brasil. Isso porque a Xiaomi anunciou a chegada da Smart Band 11 Active, wearable que conta com 50 modos de treino e bateria que pode chegar a 21 dias.
Além das modalidades esportivas, a pulseira conta com resistência à água de 5 ATM, característica que amplia as possibilidades de uso durante a rotina e a prática de exercícios.
Na parte frontal, a Smart Band 11 Active utiliza uma tela de 1,47 polegada, com resolução de 172 x 320 pixels e taxa de atualização de 60 Hz. O usuário também pode escolher entre mais de 100 mostradores para personalizar a interface, enquanto a pulseira será encontrada nas cores preto, cinza e rosa.
Bateria pode chegar a 21 dias
A autonomia é um dos principais destaques da nova pulseira. A bateria tem capacidade de 300 mAh e, segundo a Xiaomi, suporta até 21 dias no chamado uso leve. Em uma utilização considerada normal pela fabricante, a estimativa cai para até oito dias.
A fabricante ressalta ainda que a recarga do acessório é feita magneticamente, podendo ser concluída em menos de duas horas.
Para acompanhar a saúde, o dispositivo realiza monitoramento contínuo da frequência cardíaca e registra informações relacionadas à oxigenação do sangue (SpO₂), sono e estresse. Também há acompanhamento do ciclo menstrual, com os dados reunidos no aplicativo Mi Fitness.
A Smart Band 11 Active ainda pode exibir notificações recebidas no celular, controlar a reprodução de músicas e mostrar a previsão do tempo. Outros recursos incluem alarmes, cronômetro e uma função para localizar o smartphone conectado.
O dispositivo funciona com celulares equipados com Android 8.0 ou versões posteriores e iPhones com iOS 14 ou superior.
A Xiaomi Smart Band 11 Active chega às lojas com preço sugerido de R$ 379,99 no Brasil e pode ser encontrada nos canais oficiais da Xiaomi, além das lojas físicas e quiosques da marca no país. Mas se você está em dúvida se vale trocar um smartwatch por uma smartband, vale conferir esse teste realizado pelo Canaltech!
Você entra no site para comprar um ventilador, se depara com modelos de seis e oito pás e, como primeira impressão, imagina que a segunda opção venta mais. Diversas pessoas podem já ter passado por essa situação, mas é importante saber que a quantidade de pás nem sempre funciona como uma medida direta da força do aparelho.
Isso acontece porque o desempenho depende da forma como diferentes componentes trabalham juntos para movimentar e direcionar o ar. Vazão, velocidade de rotação e diâmetro da hélice estão entre os fatores que ajudam a explicar por que dois ventiladores aparentemente semelhantes podem entregar resultados diferentes.
Ricardo Rodriguez, gerente de Engenharia de Produto da Electrolux, explica ao Canaltech quea própria quantidade de pás é definida a partir do restante do projeto do ventilador, e não como uma característica capaz de determinar isoladamente seu desempenho.
“O número ideal de pás é resultado de um equilíbrio entre velocidade de ar desejada, alcance do fluxo, potência do motor e valores de ruído. Ventiladores são projetados considerando todos esses fatores em conjunto”, destaca Rodriguez.
Quanto mais pás, mais vento?
A resposta direta é: não necessariamente. Adicionar pás também resulta em um aumento da resistência encontrada pela hélice durante o movimento, o que pode exigir mais esforço do motor para manter o conjunto funcionando como projetado.
Isso significa que um ventilador com seis pás, por exemplo, pode movimentar mais ar que outro com oito. É exatamente por isso que, em vez dessa quantidade isolada, entram nessa comparação características como formato da hélice, rotação e capacidade do motor de sustentar seu funcionamento.
“Dependendo do projeto, uma hélice com menos pás, porém otimizada aerodinamicamente, pode movimentar mais ar do que outra com mais pás”, afirma o especialista.
Vale destacar também que o próprio formato das pás altera como o ar é capturado e direcionado pelo equipamento. Curvatura, perfil e inclinação fazem diferença, e pás mais inclinadas podem deslocar uma quantidade maior de ar a cada volta, ainda que também exijam mais esforço do motor e possam aumentar o nível de ruído.
O que realmente faz um ventilador ventar mais?
Uma das principais medidas para avaliar a capacidade do ventilador é a vazão de ar, que representa quanto ar o aparelho consegue movimentar em determinado intervalo de tempo. Acontece que chegar a uma vazão maior depende da combinação de diferentes elementos.
A rotação da hélice, indicada em RPM (rotações por minuto), é um deles. Em geral, aumentar a velocidade faz o ventilador movimentar mais ar, mas isso não acontece indefinidamente, já que rotações muito elevadas também podem aumentar vibrações e turbulências, reduzindo os ganhos obtidos.
O diâmetro da hélice também pesa nessa conta. Se duas hélices tiverem projeto, formato das pás e rotação semelhantes, aquela de maior diâmetro tende a movimentar mais ar porque atua sobre uma área maior. Ainda assim, o tamanho sozinho não garante desempenho superior.
“Uma hélice menor, mas com um projeto aerodinâmico mais eficiente, pode apresentar desempenho superior a uma hélice maior com geometria menos otimizada. Resumidamente, o diâmetro aumenta o potencial de movimentação de ar, mas o resultado final depende do equilíbrio entre hélice, motor, balanceamento e projeto aerodinâmico”, ressalta Rodriguez.
O motor precisa acompanhar todo esse projeto, visto que, caso esse componente não consiga manter a hélice na rotação prevista diante da resistência do ar, a vazão pode cair. Por outro lado, simplesmente utilizar um motor mais potente pode elevar o consumo de energia sem entregar um ganho proporcional de ventilação.
Ventar mais e parecer mais forte são coisas diferentes
Há também outro detalhe que ajuda a explicar por que nem sempre o aparelho com maior vazão parece produzir o vento mais intenso. Vazão e velocidade do ar são conceitos diferentes, e um ventilador pode distribuir uma grande quantidade de ar por uma região ampla sem concentrá-la diretamente sobre uma pessoa.
O contrário também pode acontecer. Um equipamento capaz de direcionar um fluxo mais concentrado pode criar uma sensação de vento mais forte, mesmo movimentando um volume total menor de ar.
Até as grades frontal e traseira participam desse resultado, uma vez que o formato, o espaçamento e a orientação das aletas interferem em como o ar deixa o ventilador. Com isso, o fluxo pode ficar mais concentrado ou ser espalhado por uma área maior.
“Dois ventiladores com vazões semelhantes podem proporcionar sensações bastante diferentes durante o uso. Em muitos casos, a diferença percebida pelo consumidor está relacionada à forma como o fluxo de ar é direcionado pelo conjunto hélice e grades, e não apenas à quantidade total de ar movimentada”, pontua Rodriguez.
Por isso, nem a quantidade de pás nem a potência em watts devem ser analisadas isoladamente na compra. Rodriguez recomenda considerar principalmente vazão e velocidade do ar, além de potência, eficiência energética e nível de ruído para entender melhor o que cada aparelho consegue entregar.
Outra dúvida comum na hora de comprar um ventilador é quanto o aparelho pode pesar na conta de luz quando permanece ligado por várias horas. O Canaltech fez as contas para mostrar quanto um ventilador gasta durante uma noite inteira.
Muitas pessoas veem o tablet como uma alternativa interessante para estudos, trabalho e até entretenimento. Mas, quando o orçamento está um pouco mais curto, a busca pode se concentrar em aparelhos na faixa dos R$ 800. Nesse caso é preciso entender o que esses dispositivos entregamna rotina.
No geral, tablets encontrados por esse valor conseguem atender atividades mais simples, como ler PDFs, assistir a vídeos, acompanhar aulas e fazer anotações. Mas o cenário muda quando a ideia é abrir muitos aplicativos, rodar jogos pesados ou substituir um notebook usado diariamente para trabalhar.
Por isso, antes de escolher um tablet de entrada, a recomendação é colocar preço e ficha técnica na balança, a fim de evitar uma compra que não corresponda às expectativas.
Para que serve um tablet de entrada?
Tablets de entrada são voltados principalmente para consumo de conteúdo e atividades pouco exigentes. Assistir a vídeos, acessar redes sociais, navegar pela internet, ler livros, abrir PDFs e acompanhar aulas são exemplos de tarefas que combinam bem com esse tipo de aparelho.
A própria tela maior é uma das principais vantagens em relação ao celular. Ler um documento, acompanhar uma apresentação ou assistir a uma série tende a ser mais confortável em um tablet, ainda que o hardware utilizado seja mais simples em comparação com aparelhos mais avançados.
As limitações começam a ficar mais evidentes quando várias dessas tarefas precisam acontecer ao mesmo tempo. Um aparelho pode executar navegador, editor de textos e videochamada separadamente sem grandes dificuldades, mas perde desempenho ao tentar manter tudo funcionando em conjunto.
Tablet barato pode substituir um notebook para trabalho?
Em rotinas mais simples, um tablet pode assumir parte das tarefas de um computador. Atividades como escrever textos, responder e-mails, pesquisar na internet e participar de reuniões estão entre as ações que podem ser feitas sem exigir tanto do aparelho.
Já quem trabalha frequentemente com várias janelas abertas, grandes planilhas, programas específicos ou edição pesada tende a encontrar mais limitações em um tablet de entrada. Nesses casos, tentar transformar o dispositivo em substituto integral do notebook pode não ser a opção mais indicada.
Dá para usar Word, Google Docs e planilhas em um tablet?
Sim. Editores de texto, planilhas e apresentações possuem versões para tablets e conseguem atender bem a tarefas mais simplesde criação e edição de documentos.
Escrever um texto, revisar um arquivo ou preencher uma planilha pequena são atividades relativamente leves. A experiência começa a mudar quando entram documentos muito grandes, diversas imagens, muitas fórmulas ou outros elementos que exigem mais do aparelho.
Existe também a questão da interface. Aplicativos desenvolvidos para telas sensíveis ao toque podem apresentar menus e recursos de maneira diferente das versões de computador, algo que pesa principalmente para quem depende de funções mais avançadas no trabalho.
Teclado e mouse transformam o tablet em notebook?
Teclado e mouse podem deixar o uso mais confortável, especialmente para quem pretende escrever textos longos, trabalhar com documentos ou navegar por páginas durante várias horas.
Esses acessórios, no entanto, não melhoram o desempenhode um tablet com componentes menos avançados. Conectar um teclado não adiciona memória RAM, não deixa o processador mais potente nem transforma automaticamente aplicativos móveis em programas de computador.
Por que a multitarefa pode ser um problema?
Abrir um aplicativo de cada vez exige bem menos do aparelho do que manter navegador, documento, mensageiro e chamada de vídeo funcionando simultaneamente.
Quanto mais tarefas ficam ativas, maior tende a ser o uso de memória RAM e processamento, componentes que costumam ser mais modestos em aparelhos de entrada. Quando os recursos disponíveis começam a ficar apertados, o sistema pode fechar atividades em segundo plano ou precisar recarregar aplicativos quando o usuário volta para eles.
Por isso, a multitarefa é um dos pontos em que a diferença entre um tablet de entrada e opções mais potentes costuma aparecer com maior clareza. Para quem trabalha alternando constantemente entre várias ferramentas, essa limitação precisa ser levada em consideração no momento da compra.
Tablet de R$ 800 é bom para estudar?
Estudos estão entre os usos que mais combinam com tablets de entrada. Ler documentos em PDF, pesquisar no navegador, assistir a uma videoaula e acessar plataformas educacionais são tarefas que normalmente não exigem hardware potente.
A tela maior também facilita a visualização de apresentações, livros digitais e materiais didáticos. Para quem acumula muitos documentos, o aparelho ainda permite concentrar os materiaisem um único dispositivo.
Mas a experiência fica mais exigente quando o estudo envolve várias tarefas ao mesmo tempo. Manter uma aula rodando enquanto um PDF, o navegador e um aplicativo de anotações permanecem abertos pode aumentar consideravelmente o uso de memória e resultar em lentidão.
E para aulas online e videochamadas?
Chamadas por vídeo também estão dentro da proposta de um tablet de entrada. Para esse uso, câmera, microfone e conexão passam a importar tanto quanto o desempenho.
Uma tela maior ajuda a acompanhar professores, colegas ou apresentações durante a chamada. Apoiar o tablet em uma mesa também pode proporcionar uma experiência mais confortável do que permanecer segurando o celular durante uma aula longa.
Novamente, a principal atenção fica para a multitarefa. Participar de uma reunião enquanto outros aplicativos permanecem ativos exige mais do aparelho do que simplesmente manter a videochamada aberta.
Tablet barato é bom para assistir filmes, séries e YouTube?
Assistir a vídeos, séries e filmes é outra atividade que tende a ser realizada sem muitos problemas em tablets básicos. Isso porque a reprodução de conteúdocostuma exigir menos processamento do que tarefas como edição de vídeo, jogos avançados ou multitarefa pesada.
Nesse cenário, tela e alto-falantes podem importar mais do que a potência bruta do aparelho. Uma imagem mais definida e um sistema de som melhor fazem diferença durante filmes, séries e vídeos longos.
Também vale observar a resolução oferecida pelos serviços de streaming no aparelho. A qualidade máxima disponível pode depender não apenas da tela, mas também das certificações de reprodução utilizadas pelo dispositivo.
Tablet de R$ 800 é bom para ler livros e PDFs?
Para livros digitais, a exigência de hardware é pequena. Aplicativos de leitura e arquivos de e-books são relativamente leves, o que permite que até tablets simples executem essa tarefa sem exigir muito desempenho.
Já no caso dos PDFs, a experiência depende mais do tipo de documento. Artigos acadêmicos, revistas e arquivos originalmente diagramados para folhas grandes podem exigir zoom constante em telas menores.
Por isso, tamanho e resolução ganham importância para quem pretende utilizar o tablet principalmente para leitura. Um aparelho compacto é mais fácil de segurar, enquanto uma tela maior oferece mais espaço para visualizar páginas completas.
Tablet de entrada roda jogos?
Sim, mas o desempenho varia bastante conforme o jogo. Títulos casuais, jogos de cartas, quebra-cabeças e outras opções pouco exigentes tendem a combinar melhor com um hardware de entrada.
Jogos mais pesados também podem funcionar, mas podem exigir redução da qualidade gráfica, dos efeitos ou de outras configurações para manter uma experiência mais estável. Em determinados casos, limitações de processador e memória podem causarengasgos e lentidão.
O armazenamento também entra nessa conta. Jogos grandes podem ocupar vários gigabytes, fazendo com que o espaço interno fique apertado rapidamente em um aparelho utilizado também para downloads, fotos e outros aplicativos.
Quantos GB um tablet precisa ter para ser bom?
Essa pergunta não tem uma resposta única porque existem dois tipos de memória medidos em GB na ficha técnica. A RAM ajuda o aparelho a manter tarefas funcionando, enquanto o armazenamento determina quanto espaço existe para aplicativos e arquivos.
Logo, ter bastante armazenamento não significa que o tablet será rápido. Da mesma forma, uma quantidade maior de RAM não consegue compensar completamente um processador simples.
O que observar na memória RAM de um tablet barato?
A memória RAM é utilizada enquanto aplicativos e processos estão funcionando. Quanto menor a quantidade disponível, maior a chance de o sistema precisar encerrar tarefas em segundo plano para liberar espaço.
Em 2026, tablets com 4 GB de RAM podem atender usos básicos, como navegação, vídeos, leitura e atividades simples. As limitações começam a aparecer quando vários aplicativos precisam permanecer abertos ao mesmo tempo.
Quantidades maiores oferecem mais folga para multitarefa, mas a RAM não deve ser analisada isoladamente. Processador e otimização do sistema continuam tendo participação importante no desempenho.
Quanto armazenamento faz sentido em um tablet barato?
O espaço necessário depende principalmente do que ficará salvo no próprio dispositivo. Quem utiliza streaming, navegação e serviços na nuvem tende a precisar de menos armazenamento local.
Capacidades como 64 GB podem atender um uso mais leve, enquanto 128 GB oferecem mais margem para aplicativos, jogos, vídeos baixados e documentos. Também é importante lembrar que uma parte do espaço anunciado já é ocupada pelo sistema.
Por isso, vale pensar não apenas no que será instalado logo após a compra, mas também no acúmulo de conteúdo ao longo do uso.
Cartão microSD resolve a falta de armazenamento?
Um cartão de memória pode ser útil para guardar fotos, vídeos, músicas, PDFs e outros arquivos em tablets compatíveis. Para quem acumula bastante conteúdo, a expansão ajuda a aliviar o armazenamento interno.
Mas isso não significa que um microSD funcione sempre como uma extensão perfeita da memória do aparelho. Aplicativos e determinados dados podem continuar dependendo do espaço interno, o que faz do cartão um recurso complementarpara arquivos que podem ser movidos.
O processador importa em um tablet barato?
Sim. O processador executa boa parte das operações responsáveis por abrir aplicativos, carregar páginas, reproduzir conteúdo e responder aos comandos feitos pelo usuário.
Por isso, dois tablets com a mesma quantidade de RAM e armazenamento podem entregar experiências bastante diferentes. O processador ajuda a determinar a velocidade das tarefas e até onde o aparelho consegue ir antes de apresentar lentidão.
Também não basta comparar apenas quantidade de núcleos ou frequência em GHz. Arquitetura, eficiência e otimização do sistema interferem no resultado, o que torna testes práticos importantes para entender o desempenho real.
Por que um tablet começa a travar?
A lentidão pode surgir quando o processador chega ao limite, a memória RAM fica cheia ou o armazenamento está próximo da capacidade máxima. Aplicativos mal otimizados e tarefas em segundo plano também podem interferir.
Um aparelho pode, por exemplo, reproduzir um vídeo tranquilamente e começar a apresentar engasgos quando precisa manter a reprodução enquanto vários aplicativos ficam abertos.
É por isso que “rodar um aplicativo” e “rodar bem vários aplicativos juntos” são situações diferentes. Quanto mais complexa a rotina, maior tende a ser a exigência sobre o hardware.
O que esperar da tela de um tablet barato?
A tela é uma das especificações mais importantes em um tablet, visto que grande parte das atividades realizadas no aparelho depende diretamente dela. Vídeos, PDFs e livros ocupam boa parte do tempo de uso.
Modelos de entrada podem apresentar diferenças em resolução, brilho, contraste, cores e tamanho. Uma tela mais simples pode funcionar bem para tarefas básicas, mas suas limitações ficam mais evidentes durante leituras prolongadas ou reprodução de conteúdo com muitos detalhes.
Por isso, não vale olhar apenas para a quantidade de polegadas. O tamanho determina a área disponível para a exibição dos conteúdos, enquanto resolução e painel interferem na qualidade da imagem.
HD ou Full HD: qual é melhor em um tablet?
Resoluções mais altas utilizam uma quantidade maior de pixels para formar a imagem. Quando trazemos essa especificação para o contexto de telas relativamente grandes, isso ajuda a deixar textos e imagens mais definidos.
Uma resolução HD pode atender bem à navegação e a atividades simples, principalmente em aparelhos menores. Já painéis Full HD tendem a ser mais interessantes para quem pretende passar bastante tempo assistindo a vídeos ou lendo documentos.
LCD, OLED ou AMOLED: o que muda na tela?
Além da resolução, a tecnologia do painel também interfere na qualidade da imagem. Telas LCD são comuns em tablets mais acessíveis e utilizam uma iluminação traseira, enquanto painéis OLED conseguem controlar a luz de cada pixel individualmente.
Na prática, telas OLED tendem a oferecercontraste mais elevado e pretos mais profundos. AMOLED é uma variação da tecnologia OLED bastante utilizada em dispositivos móveis e segue o mesmo princípio de pixels que emitem a própria luz.
Já o termo LED, quando aparece associado a tablets, normalmente se refere a painéis LCD iluminados por LEDs, e não a uma tecnologia de tela separada. Por isso, mais do que procurar apenas uma dessas siglas, vale considerar também brilho, resolução, contraste e qualidade geral do painel.
Tablet de 8, 10 ou 11 polegadas: qual tamanho escolher?
Tablets menores favorecem a portabilidade. Esses dispositivos ocupam menos espaço na mochila, costumam ser mais leves e podem ser mais confortáveis para segurar durante bastante tempo.
Telas maiores, por sua vez, oferecem mais espaço para assistir a vídeos, visualizar PDFs, navegar em páginas e até dividir o painel entre dois aplicativos. Em compensação, tornam o dispositivo menos prático para transportar.
Esses fatores mostram que a escolha depende do uso. Quem pretende deixar o tablet principalmente em casa pode aproveitar melhor um painel grande, enquanto usuários que carregam o aparelho diariamente podem preferir dimensões mais compactas.
O que esperar da bateria de um tablet de entrada?
Independentemente do uso previsto para o tablet, é importante que sua bateria dê conta da rotina de atividades. Mas vale destacar que a autonomia do aparelho não depende apenas da capacidade apresentada em mAh.
Tela, brilho, processador, conexão e atividade realizada também determinam o consumo de energia ao longo do uso.
Isso significa que dois tablets com baterias semelhantes podem apresentar tempos diferentes longe da tomada. O próprio uso muda bastante o resultado: jogos e videochamadas tendem a exigir mais energia do que leitura ou navegação simples.
Por isso, a capacidade da bateria medida em mAh deve funcionar como uma referência, e não como uma promessa de determinada quantidade de horas. Testes de autonomia ajudam a mostrar como o conjunto se comporta em situações mais próximas do uso real.
Wi-Fi ou 4G: qual faz mais sentido?
Um tablet somente Wi-Fi depende de uma rede sem fio ou do compartilhamento de internet de outro aparelho para permanecer conectado fora de casa.
Já versões com suporte a redes móveis como 4G ou 5G conseguem acessar a internet diretamente. Essa especificação oferece mais independência para quem pretende utilizar o dispositivo em deslocamentos, viagens ou locais sem Wi-Fi disponível.
A conexão móvel não é obrigatória para todo mundo. Quem utiliza o tablet principalmente em casa ou em ambientes com redes conhecidas pode não sentir falta do recurso, enquanto usuários que passam boa parte do dia fora podem valorizar essa conectividade.
O que olhar antes de comprar um tablet de R$ 800?
O primeiro passo é definir o uso do tablet. Um aparelho utilizado principalmente para assistir a vídeos e ler pode funcionar bem com um conjunto simples de hardware, enquanto estudo, trabalho e jogos aumentam a exigência.
RAM, armazenamento e processador devem ser observados em conjunto. Já as características da tela ganham importância para quem pretende ler ou assistir bastante conteúdo, enquanto bateria e qualidade dos alto-falantes também podem pesar em sessões mais longas.
Vale ainda conferir detalhes como:
Sistema e atualizações;
Presença de entrada para cartão de memória;
Acessórios compatíveis;
Tipos de conexão oferecidos.
Antes de decidir pela compra, também é recomendado conferir testes e análises práticasdo dispositivo em questão. A ficha técnica mostra o que existe dentro do aparelho, mas é o uso real que revela quanto tempo aplicativos levam para abrir, como funciona a multitarefa e se a tela entrega uma boa experiência.
Baixar o ar-condicionado com tecnologia Inverter de 23 ºC para 17 ºC em uma noite quente pode parecer uma solução interessante para deixar o quarto gelado mais rápido. No entanto, é comum haver dúvidas sobre a eficácia desse ajuste e se ele exige mais do equipamento, elevando o consumo de energia.
Para entender o que acontece na prática, o Canaltech conversou com Romenig Magalhães, supervisor de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Gree no Brasil.
De acordo com o especialista, a potência do compressor varia durante o funcionamento dos aparelhos Inverter conforme a temperatura escolhida e as condições do ambiente.
“Todo condicionador de ar, quando utilizado em faixas de temperaturas mais baixas, tende a manter a potência do compressor em uma faixa mais elevada, o que significa que o consumo estará próximo ao de um condicionador de ar convencional, que, em alguns períodos, trabalha em potência máxima de funcionamento”, ressalta Magalhães.
Ar-condicionado no 17 ºC gasta mais?
Segundo Romenig Magalhães, quando a temperatura é ajustada entre 23 ºC e 25 ºC, o aparelho consegue reduzir a intensidade de funcionamento em menos tempo. Essa queda pode superar 45% em determinados momentos, o que favorece a economia de energia em comparação com ajustes mais baixos.
Vale destacar que a porcentagem citada pelo especialista não significa que a conta de luz será 45% menor ao trocar 17 ºC por 23 ºC. O valor refere-se a uma redução de potência durante o funcionamento, e não ao consumo acumulado ao longo de uma noite ou de um mês.
“Como exemplo, se um aparelho Inverter opera em um ambiente com temperatura interna entre 27 e 29 °C e o produto é configurado para 24 °C, à medida que a temperatura reduz, a potência do compressor tende a baixar. Ao alcançar a temperatura configurada pelo cliente, o compressor continuará operando, porém em uma potência de aproximadamente 25% de sua potência nominal", destaca o especialista.
Logo, manter o ar-condicionado em 17 ºC tende a consumir mais energia do que deixá-lo em 23 ºC, justamente porque o ajuste mais baixo exige que o compressor permaneça trabalhando em uma faixa mais elevada de potência.
Colocar o ar em 17 ºC faz gelar mais rápido?
É importante pontuar também que o consumo maior de energia não significa que baixar a temperatura no controle fará o cômodo gelar mais rapidamente. Segundo Romenig Magalhães reduzir o número selecionado não funciona como uma espécie de “acelerador” do ar-condicionado.
Isso porque o equipamentojá entra em funcionamento buscando alcançar a temperatura programada. Ao escolher um valor muito baixo, o compressor pode permanecer em uma faixa elevada de funcionamento por mais tempo, sem que isso faça o ambiente chegar mais rapidamente a uma temperatura intermediária, como 23 ºC.
Essa diferença, inclusive, ajuda a explicar por que o ajuste de temperatura interfere no gasto de energia. E, embora não seja possível determinar quantos reais 17 ºC consome a mais do que 23 ºC em qualquer situação, dá para dimensionar quanto uma rotina de uso do aparelho pode representar na conta de luz.
Quanto custa deixar o ar ligado por oito horas?
Para fazer a simulação, consideramos o Gree G-Top Auto Inverter de 9.000 BTUs, quente e frio, que possui consumo anual de 361,2 kWh.
O cálculo segue a metodologia do Inmetro usada como referência para aparelhos de ar-condicionado. Nesse padrão, o consumo anual é relacionado a 2.080 horas de funcionamento, o que permite chegar a uma média em horas e adaptar o resultado ao tempo de utilização.
Dividindo os 361,2 kWh pelas horas anuais de referência, chega-se a uma média de aproximadamente 0,174 kWh por hora. Em uma rotina de oito horas de funcionamento por noite, o aparelho consumiria cerca de 1,39 kWh por dia, o que em 30 dias geraria um consumo estimado de 41,68 kWh.
Para transformar esse consumo mensal em reais, cruzamos o resultado com as tarifas de energia de referência de cinco capitais brasileiras:
Fortaleza (CE): R$ 0,97/kWh;
São Paulo (SP): R$ 0,95/kWh;
Curitiba (PR): R$ 0,85/kWh;
Manaus (AM): R$ 0,84/kWh;
Brasília (DF): R$ 0,83/kWh.
A partir desses valores, o aparelho utilizado para a realização dos cálculos teria o seguinte impacto estimado na conta de luz ao final do mês:
Cidade
Tarifa
Custo mensal
Fortaleza
R$ 0,97/kWh
R$ 40,43
São Paulo
R$ 0,95/kWh
R$ 39,59
Curitiba
R$ 0,85/kWh
R$ 35,43
Manaus
R$ 0,84/kWh
R$ 35,01
Brasília
R$ 0,83/kWh
R$ 34,59
O que pode aumentar o consumo do ar-condicionado?
Os valores da simulação servem para dimensionar uma rotina de oito horas diárias de uso, mas não representam especificamente o aparelho funcionando a 17 ºC ou 23 ºC. O consumo real pode variar conforme as condições do ambiente, a instalação, a manutenção e o próprio estado dos componentes responsáveis pelo funcionamento do sistema.
Além da temperatura escolhida no controle, o funcionamento correto do conjunto eletrônico também é importante para que o aparelho trabalhe dentro dos parâmetros previstos.
“É fundamental que os componentes, como sensores e demais componentes eletrônicos, estejam em perfeito estado de funcionamento, pois são esses componentes que monitoram todas as informações do ambiente. Por exemplo, se a placa eletrônica estiver com algum defeito de operação, o aparelho poderá fazer uma análise errada ou fora de parâmetro, o que poderá elevar a potência do compressor e, por sua vez, aumentar o consumo de energia", pontua Magalhães.
As próprias condições do cômodo também fazem diferença. Portas e janelas abertas, por exemplo, aumentam as trocas de calor e podem fazer o aparelho trabalhar por mais tempo.
Por isso, dois equipamentos iguais podem apresentar gastos diferentes mesmo quando permanecem ligados pelo mesmo período.
A possibilidade de trocar a smart TV por um projetor 4K pode parecer tentadora para quem busca uma tela maior e uma experiência mais próxima à de um cinema em casa. A dúvida é se essa troca faz sentido quando o aparelho é usado em situações comuns do dia a dia, especialmente em uma sala com bastante entrada de luz.
Isso porque é justamente nesse cenário que as diferenças começam a aparecer. Enquanto a televisão produz a própria iluminação da imagem, o projetor depende da luz enviada à parede, o que pode tornar a claridade do ambiente um fator determinante para a experiência do usuário.
Para descobrir se um projetor 4K consegue realmente assumir o lugar da smart TV, o Canaltech colocou dois aparelhos dessa categoria frente a frente em um ambiente claro. Para ampliar o comparativo e entender como a categoria dos equipamentos interfere na experiência, repetimos o teste também com uma configuração Full HD, tanto na TV quanto no projetor.
Como os testes foram feitos?
Os aparelhos foram testados em ambientes claros e sob as mesmas condições dentro de cada comparativo. Janelas e outras entradas de luz foram mantidas abertas durante a experiência justamente para avaliar como os projetores se comportariam em uma situação menos favorável.
Também evitamos alterações nas configurações de fábrica de imagem e áudio. Ainda que os dispositivos ofereçam diferentes ajustes de brilho, contraste, modos de imagem e som, o objetivo foi observar aquilo que o consumidor encontraria ao ligar os aparelhos e começar a utilizá-los.
Vale destacar que os projetores foram usados diretamente na parede, sem uma tela própria para projeção, enquanto o áudio ficou por conta dos alto-falantes integrados de cada dispositivo. Uma tela adequada pode melhorar a experiência com o projetor, então os resultados devem ser considerados dentro dessas condições.
Projetor 4K se aproxima da TV em sala clara
O primeiro cenário de testes foi com o projetor JMGO N1S Ultimate 4K e a Smart TV LG NanoCell NANO90SNA. São dois produtos de nível mais avançado, ambos com resolução 4K, o que fez com que esse fosse o comparativo em que o projetor mais conseguiu se aproximar da experiência oferecida pelo televisor.
Instalação
A instalação do JMGO foi bastante rápida e o aparelho ficou posicionado sobre uma mesa. Um dos recursos que mais facilita o uso é o ajuste automático da projeção.
Após posicionar o aparelho e apontá-lo para a parede, o projetor consegue redimensionar e enquadrar a imagem sem exigir regulagens manuais. Isso faz diferença principalmente para quem pretende guardar o equipamento quando não estiver usando ou levá-lo de um cômodo para outro.
A JMGO também permite movimentar fisicamente a projeção em diferentes ângulos por meio do suporte articulado.
O Google TV integrado também deixa a experiência próxima à de uma smart TV tradicional. Ainda assim, quem utiliza dispositivos externos, como TV sticks, pode conectar o acessório e continuar usando a interface à qual já está acostumado.
Reprodução em ambiente claro
Foi neste cenário que o projetor conseguiu lidar melhor com a iluminação do ambiente. Mesmo com janelas abertas e luzes acesas, a imagem continuou definida o suficiente para assistir aos conteúdos sem grandes dificuldades.
Parte desse resultado pode ser explicada pelas próprias especificações do JMGO. Além da resolução 4K, ele utiliza três fontes de laser para formar as cores e alcança 3.300 ISO lúmens, medida usada para indicar a quantidade de luz entregue pelo projetor.
Na prática, trata-se de um modelo pensado para entregar uma boa imagem mesmo em ambientes mais claros.
Ainda assim, a TV da LG manteve vantagem na qualidade da imagem. Além do painel 4K, o televisor trabalha a 120 Hz e possui controle de iluminação por diferentes áreas da tela, recurso chamado Full Array Local Dimming e que ajuda a preservar melhor o contraste.
A projeção ficou um pouco mais clara em comparação direta com a TV, mas o resultado foi especialmente positivo em vídeos do YouTube, inclusive conteúdos com bastante movimento. Mesmo com a interferência da iluminação do ambiente, cores e detalhes permaneceram visíveis e a claridade não chegou a comprometer a experiência.
Em séries e filmes, a diferença para a TV ficou um pouco mais perceptível, principalmente em cenas menos iluminadas. Ainda assim, foi possível acompanhar o conteúdo com certa tranquilidade.
Áudio
O áudio foi outro ponto positivo do equipamento da JMGO. O sistema integrado conseguiu preencher bem o ambiente e trouxe uma sensação de imersão suficiente para assistir aos conteúdos sem a necessidade de uma caixa de som ou soundbar.
O projetor possui um sistema de áudio de 20 W, além de suporte à tecnologia Dolby Digital Plus. São especificações que ajudam a explicar por que o som deu conta de preencher um ambiente relativamente amplo.
Projetor Full HD sente mais a luz do ambiente
O segundo cenário colocou frente a frente o projetor Epson EF-61G e a Smart TV Philips 43PFG6917/78. Os dois trabalham com resolução Full HD e ajudam a mostrar como a experiência pode mudar quando saímos dos equipamentos 4K mais avançados usados no primeiro comparativo.
Neste caso, a diferença entre projetor e televisão apareceu de maneira mais evidente quando o ambiente ficou claro.
Instalação
Assim como aconteceu com o JMGO, colocar o Epson para funcionar não trouxe grandes dificuldades. O processo básico envolve conectar o projetor à tomada, fazer as primeiras configurações e emparelhar o controle remoto.
Também é possível usar o Google TV integrado ao próprio aparelho ou conectar um dispositivo externo. No teste, optamos por um Fire TV Stick com aplicativos e contas já configurados, bastando conectar o acessório à entrada HDMI e selecionar a fonte correspondente pelo controle.
A maior facilidade apareceu no posicionamento. Mesmo colocado sobre uma mesa e de maneira lateral em relação à parede, o Epson conseguiu corrigir automaticamente a projeção e deixar a imagem enquadrada sem exigir ajustes manuais.
O aparelho também consegue identificar obstáculos na área de projeção, exibindo um aviso para que a interferência seja corrigida e alertando sobre riscos do contato direto da luz do projetor com os olhos.
No geral, a experiência mostrou que a necessidade de posicionar e configurar um projetor deixou de ser um grande obstáculo nesse tipo de produto. Pelo menos nos dois modelos testados, colocar o aparelho para funcionar foi tão simples quanto poderia se esperar de uma televisão.
Reprodução em ambiente claro
A situação mudou quando começamos a avaliar a imagem. O Epson conseguiu reproduzir filmes, vídeos do YouTube e até partidas de futebol em um cômodo com bastante entrada de luz, mas a claridade do ambiente teve um impacto mais evidente do que no cenário 4K.
O EF-61G possui resolução Full HD e entrega 700 lúmens de brilho, além de utilizar a tecnologia 3LCD da Epson. Esses números, sozinhos, não determinam a qualidade da imagem, mas ajudam a contextualizar porque a entrada de luz teve impacto maior neste cenário do que no teste com o JMGO, que possui maior capacidade de brilho.
Diante disso, a projeção ficou consideravelmente mais clara quando comparada à Smart TV da Philips. O conteúdo continuava visível, mas cores e contraste perdiam força à medida que a iluminação natural entrava pelas portas e janelas.
A TV também trabalha em Full HD, mas sua imagem não depende da projeção da luz sobre uma parede, o que ajuda a explicar a vantagem em um ambiente iluminado.
Isso não significa que o projetor se torne inutilizável durante o dia. Em cenas mais claras ou conteúdos com boa luminosidade, ainda foi possível assistir sem grandes problemas. A diferença apareceu principalmente na comparação direta com a televisão, que manteve cores e contraste mais definidos.
Áudio
Se a imagem sentiu mais os efeitos da claridade, o sistema de som foi um dos grandes destaques do Epson EF-61G. O aparelho utiliza um sistema estéreo desenvolvido em parceria com a Bose, integrado ao próprio corpo do projetor.
Na prática, o sistema de áudio entregou boa sensação de imersão durante filmes e outros conteúdos. O resultado chamou atenção especialmente porque portas e janelas permaneceram abertas durante parte do teste e, mesmo assim, o áudio conseguiu preencher bem o ambiente.
Com o espaço mais fechado, a sensação de imersão ficou ainda mais evidente. Entre os pontos avaliados neste cenário, foi no som que o projetor mais se aproximou da experiência oferecida pela televisão.
A Philips também possui suporte a Dolby Atmos, tecnologia voltada à reprodução de áudio mais envolvente. Ainda assim, durante o comparativo, o sistema do Epson se destacou e chegou a proporcionar uma experiência mais imersiva em alguns momentos.
Afinal, projetor 4K substitui a smart TV?
No cenário 4K, o teste mostrou que um projetor mais avançado já consegue chegar bastante perto da experiência oferecida por uma smart TV mesmo em um ambiente claro. O JMGO manteve boa qualidade de imagem com entrada de luz, além de oferecer instalação simples, acesso a aplicativos e um sistema de áudio capaz de dispensar equipamentos externos em boa parte das situações.
Ainda assim, a televisão levou vantagem na imagem. Essa diferença ficou ainda mais evidente no comparativo entre Epson e Philips Full HD, visto que a iluminação teve impacto maior sobre a projeção, mostrando que o desempenho observado com o JMGO não pode ser estendido da mesma forma para qualquer projetor.
Por outro lado, um ambiente que permita fechar cortinas, reduzir a iluminação ou assistir aos conteúdos durante a noite favorece bastante o desempenho do projetor. Nessas situações, a interferência da luz externa tende a ser menor e a possibilidade de obter uma imagem muito maior passa a pesar mais na experiência.
Vale lembrar ainda que os testes foram feitos diretamente na parede e sem ajustes específicos de imagem. Uma tela própria para projeção e configurações adaptadas ao cômodo podem melhorar o resultado.
Por isso, um bom projetor 4K pode assumir o lugar da smart TV em condições favoráveis e entregar uma experiência mais próxima à de cinema. Para quem procura um único aparelho capaz de funcionar bem durante todo o dia, porém, sem precisar controlar tanto a iluminação do ambiente, a smart TV ainda se mostrou a opção mais indicada.
A Xiaomi lançou na China um novo aparelho pensado para deixar o banheiro mais confortável nos dias frios. Trata-se do Mijia Smart Bathroom Heater 2C, que é instalado no teto e reúne aquecimento, ventilação e iluminação em um único equipamento.
O destaque fica por conta de um módulo de aquecimento de grafeno com 3.000 W, acompanhado por um sistema de ventilação capaz de distribuir o ar quente pelo ambiente. O fluxo de ar pode oscilar em um ângulo entre 60° e 100°, enquanto um mecanismo de controle de temperatura ajusta o funcionamento para manter o ambiente aquecido de maneira mais constante.
O aparelho também permite usar aquecimento e ventilação ao mesmo tempo. Segundo as especificações divulgadas, a capacidade de exaustão chega a 180 m³/h, permitindo renovar o ar enquanto o sistema térmico continua funcionando.
Radar detecta presença no banheiro
Uma das funções mais interessantes do aquecedor está em umradar de 24 GHz integrado ao equipamento. O sensor consegue identificar a presença de pessoas e automatizar recursos como iluminação e ventilação, com possibilidade de ajustar tanto a sensibilidade quanto a distância de detecção.
O funcionamento também pode ser controlado pelo celular ou por comandos de voz, além de aceitar programações de horário. Na prática, é possível usar o aparelho para preparar o banheiro antes do banho ou configurar determinadas funções para serem acionadas em momentos específicos.
O equipamento ainda traz uma luminária LED de 1.600 lúmens e acompanha um painel Bluetooth que pode ser instalado na parede. O produto conta com proteção contra superaquecimento e curto-circuito, além de grau de proteção IPX2 contra água.
O Mijia Smart Bathroom Heater 2C começa a ser vendido na China no dia 21 de setembro, chegando ao mercado por 882 yuans (cerca de R$ 675 na cotação atual). Ainda não há informações sobre o lançamento do aparelho em outras regiões.
A Xiaomi começou a detalhar uma das principais novidades de sua próxima geração de celulares top de linha. A série Xiaomi 18 Pro terá uma tela adicional na traseira integrada ao módulo de câmeras, e que poderá funcionar como um pequeno painel inteligente para acessar diferentes recursos sem precisar virar o aparelho.
As novas informações foram divulgadas pela própria fabricante em sua conta oficial na rede social Weibo. Na publicação, a Xiaomi afirma que o componente poderá reunir diferentes funções e promete “milhares de possibilidades” para a segunda tela.
A empresa também faz uma breve referência ao uso de inteligência artificial (IA) no novo dispositivo, mas ainda não explica como a tecnologia será integrada ao display traseiro.
Um vídeo de divulgação do aparelho ajuda a mostrar melhor o que a marca prepara. O painel poderá exibir pedidos de comida, lembretes, informações de atividades físicas, compromissos e até mesmo receitas. Em uma das demonstrações, a tela mostra um cronômetro de 25 minutos, enquanto outra apresenta cartões para estudar palavras em inglês.
Ou seja, a própria Xiaomi indica que a tela traseira vai além de recursos voltados apenas a relógio e notificações. O painel também poderá ser utilizado em tarefas do cotidiano, com o intuito de reduzir a necessidade de recorrer ao display principal para interações mais simples.
A empresa afirmou que a série Xiaomi 18 Pro será lançada ainda em setembro, embora não tenha revelado uma data específica. Preços e informações sobre disponibilidade internacional também não foram divulgados.
Xiaomi Watch S5 41 mm a caminho
Além dos novos celulares, a Xiaomi confirmou que lançará na China ainda neste mês o Xiaomi Watch S5 de 41 mm, que já entrou em pré-venda no país. O relógio aposta em um design de aparência clássica, pesa 36 gramas e tem espessura de apenas 0,99 cm.
Entre os recursos divulgados pela marca estão:
Acompanhamento do ciclo menstrual;
Sugestões de exercícios;
Gerenciamento de calorias;
Alertas sobre a intensidade da radiação ultravioleta.
O smartwatch será equipado com o HyperOS 4 e poderá funcionar como controle para dispositivos conectados da casa, do carro e outros aparelhos do ecossistema da marca. A fabricante ainda promete até 14 dias de autonomiacom uma carga.
Você termina o banho, percebe que a região da ligação do chuveiro soltou um cheiro de queimado e então surge a dúvida: isso faz parte do funcionamento ou é sinal de problema? A primeira reação pode ser pensar que esse calor é esperado em um aparelho tão potente, mas o aquecimento também pode indicar falhas na instalação e até risco de incêndio.
A dúvida faz sentido porque o chuveiro elétrico está entre os equipamentos que mais exigem da instalação de uma casa. Durante o funcionamento, uma corrente elevada passa pelos cabos e parte da energia acaba sendo transformada em calor devido à resistência natural dos condutores, fenômeno conhecido comoefeito Joule.
Isso significa que perceber algum aumento de temperatura não indica automaticamente que o equipamento está com defeito. O que merece atenção é a forma como esse aquecimento acontece, principalmente quando fica muito intenso, solta cheiro de queimado ou se concentra em determinados pontos da instalação.
Quando o fio do chuveiro esquentando vira problema?
Uma das possíveis causas é o cabo subdimensionado, ou seja, um fio que não possui espessura adequada para a corrente exigida pelo chuveiro. Nessas condições, o condutor pode aquecer mais do que deveria durante o banho.
Por isso, não existe uma única bitola de fio adequada para qualquer chuveiro. A Lorenzetti, por exemplo, indica fios de 10 mm² e disjuntor de 50 A para aparelhos de 5.500 W em 127 V, enquanto modelos de 7.500 W em 220 V podem exigir fios de 6 mm² e disjuntor de 40 A.
Já para distâncias maiores, a própria fabricante prevê a necessidade de condutores mais grossos para reduzir a queda de tensão ao longo do circuito.
A espessura do cabo, contudo, não é a única explicação possível para o superaquecimento. Uma conexão frouxa ou mal instaladapode criar uma região de maior resistência à passagem da corrente e concentrar calor justamente no ponto em que a fiação do chuveiro encontra os fios da residência.
Por isso, é recomendado o uso de conectores elétricos apropriados para a instalação. Uma área adequada de contato entre os fios reduz a resistência na ligação e ajuda a evitar o aquecimento nesse ponto.
Emendas mal feitas, como aquelas com fita isolante, podem provocar um problema semelhante. Ligações improvisadas ou componentes inadequados criam pontos nos quais o calor pode ficar concentrado, mesmo que o restante da fiação pareça estar em boas condições.
Quando há risco de incêndio?
O sinal de alerta fica mais evidente quando o calor começa a deixar marcas. De acordo com a Enel, distribuidora de energia elétrica em estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Ceará, entre os indícios de problemas na instalação estão:
Cheiro de queimado;
Marcas de derretimento ou escurecimento;
Fios excessivamente quentes ao toque.
A empresa também cita fiação antiga ou mal dimensionada e conexões mal feitas entre os problemas capazes de comprometer uma instalação elétrica.
O risco aumenta porque temperaturas elevadas podem deteriorar o material que isola os fios e danificar conectores ou outros componentes próximos. Dependendo da falha, o calor pode continuar se acumulando até atingir materiais capazes de entrar em combustão.
O que fazer se o fio do chuveiro estiver muito quente?
Ao perceber aquecimento excessivo dos fios, cheiro de queimado ou sinais de derretimento, a recomendação mais segura é interromper o uso do chuveiro e solicitar a avaliação de um eletricista. Continuar utilizando o equipamento pode agravar uma falha que já está comprometendo a instalação.
Também não é recomendado improvisar emendas, reapertar conexões sem conhecimento técnico ou simplesmente substituir o fio por outro mais grosso. Isso porque o problema pode estar no dimensionamento do circuito, no ponto de conexão ou em outros componentes, e a causa precisa ser identificada antes do reparo.
Ou seja, é normal que a passagem de corrente gere algum calor nos condutores, especialmente em um equipamento de alta potência como o chuveiro. O que não deve ser encarado como normal é o superaquecimento, que pode indicar desde um cabo inadequado até uma conexão frouxa ou uma emenda mal feita.
A Vivo (Jovi no Brasil) começou a revelar o que prepara para sua nova geração de celulares premium, e o foco está novamente nas câmeras. A empresa detalhou que o Vivo X500 Pro contará com uma combinação de novo processador, recursos avançados para fotos e vídeos e tecnologias que o aproximam de uma máquina fotográfica.
Uma das principais novidades será o Dimensity 9600 Pro, novo chip de alto desempenho da MediaTek produzido em processo de 2 nanômetros. O processador conta ainda com uma arquitetura de CPU com dois núcleos de alto desempenho.
A linha X500 Pro será a primeira do mundo equipada com o processador, desenvolvido em uma parceria de três anos entre Vivo e MediaTek. A novidade foi apresentada durante um evento da própria MediaTek, no qual Shi Yujian, vice-presidente sênior e diretor de tecnologia da Vivo, destacou a incorporação do chip aos futuros dispositivos da companhia.
Parceria se estendeu ao conjunto fotográfico
A colaboração entre as empresas também se estendeu às câmeras. As companhias desenvolveram em conjunto um novo sistema de processamento de imagem, que reúne cinco recursos voltados à fotografia e ao vídeo.
Entre os destaques está uma tecnologia dedicada a gravações profissionais capaz de registrar vídeos em 4K a 120 fps e 10 bits no formato Log.
O conjunto inclui ainda a segunda geração de um NPU dedicado ao processamento de imagem, com rastreamento de foco a 60 fps, além de um chip proprietário da Vivo voltado às câmeras. A fabricante também destacou suporte a vídeos de retrato em 4K com Dolby Vision e uma tecnologia de super-resolução para gravações feitas com grandes níveis de aproximação.
A apresentação antecipou ainda um novo processador voltado à inteligência artificial (IA) e um recurso de aprimoramento de imagens com auxílio da tecnologia. Mais detalhes sobre o funcionamento das novidades e sobre o conjunto completo de câmeras devem ser apresentados no evento oficial de lançamento do X500 Pro, no dia 21 de setembro.
O que mais esperar do Vivo X500 Pro
A nova geração já vinha aparecendo em vazamentos antes das revelações feitas por Shi Yujian. Informações anteriores indicam que a família deve ser formada inicialmente por Vivo X500, X500 Pro e X500 Pro Max, com os dois aparelhos mais avançados mantendo um grande módulo circular de câmeras na traseira.
Os rumores apontam que X500 Pro e Pro Max podem contar com sistemas de três câmeras e sensores de até 200 MP. Há ainda a expectativa de que o modelo Pro chegue às lojas com uma tela de aproximadamente 6,4 polegadas, enquanto o Pro Max pode aumentar o painel para 6,85 polegadas.
Enquanto aguardamos pela chegada da linha X500, que tal conferir como funciona o seu antecessor? O Canaltech testou o Jovi X300 Ultra e te conta se vale a pena pagar R$ 20 mil no aparelho.
Pequena o suficiente para caber quase inteira na palma da mão, a nova Fujifilm Instax Pal 2 tem dimensões que podem fazer o aparelho parecer mais um acessório do que uma câmera. Apesar do tamanho, o dispositivo registra fotos de até 10 MP, tem visor óptico e recursos encontrados em câmeras digitais maiores.
O modelo é a segunda geração da Instax Pal e abandona o formato arredondado da antecessora para adotar um design mais próximo de uma câmera tradicional em miniatura. A Fujifilm também adicionou uma pequena tela LCD na parte superior, usada para visualizar as imagens registradas.
Mesmo carregando o nome Instax, porém, a Pal 2 não imprime fotografias sozinha. Os arquivos ficam armazenados digitalmente e podem ser enviados ao celular ou transferidos para impressoras Instax compatíveis e câmeras híbridas da marca para serem levados ao papel.
Bing Liem, presidente da divisão de imagem da Fujifilm na América do Norte, afirma que a fabricante levou em consideração as reações à primeira geração durante o desenvolvimento do novo modelo.
“Ao desenvolver a Pal 2, reunimos um amplo retorno dos consumidores sobre a versão original. Com o novo visual, que lembra uma câmera analógica clássica, além do visor óptico e da possibilidade de enviar e publicar as imagens digitalmente ou imprimi-las por meio de impressoras Instax para smartphones ou de nossas câmeras híbridas Evo, a Pal 2 coloca diferentes opções na palma da mão”, destaca Liem em comunicado.
Instax Pal 2 traz filtros e até modo de animação
Além do novo formato, a câmera ganhou recursos voltados à criação das imagens. É possível fotografar em 10 MP ou 1 MP, aplicar até 30 efeitos divididos em diferentes categorias e escolher entre formatos inspirados nos filmes Instax Mini, Square e Wide.
Outro recurso é o Instax Animation, que registra até dez fotos consecutivas e transforma a sequência em uma animação no estilo flipbook. O aplicativo Instax Pal também pode ser usado como controle remoto, além de receber, editar e compartilhar as fotografias pelo celular.
A ficha técnica da câmera inclui ainda sensorCMOS de 1/3,06 de polegada e lente equivalente a 28 mm, com abertura f/2.2 e foco a partir de 8 cm. O modelo também trabalha com ISO automático entre 100 e 1.600 e conta com flash integrado para auxiliar em ambientes com pouca iluminação.
Já a memória interna comporta aproximadamente 100 fotos, enquanto o suporte a cartões microSD permite ampliar o armazenamento. A Instax Pal 2 mede 37 x 42 x 92,3 mm, pesa cerca de 87 gramas e tem bateria recarregável, com carregamento via USB-C.
A Instax Pal 2 chega aos Estados Unidos no fim de setembro nas cores preta e branca, com preço sugerido de US$ 169,95(cerca de R$ 871 na cotação atual). Ainda não há informações sobre preço ou data de lançamento da nova câmera da Fujifilm no Brasil.
Os potes de armazenamento da Tupperware fazem parte do dia a dia de muitos brasileiros, e a marca agora está ampliando sua presença nas cozinhas com uma nova linha de panelas. Os produtos fazem parte da coleção Elements, formada inicialmente por três itens de aço inox.
A novidade também marca o retorno da companhia à categoria de panelas e faz parte de uma estratégia para avançar em outros segmentos além dos produtos pelos quais ficou conhecida. Segundo a empresa, a coleção foi desenvolvida com foco em desempenho, durabilidade e design.
Cristina Goto, diretora de Inovação e Merchandising da Tupperware América Latina, afirma que o desenvolvimento da Elements partiu da ideia de oferecer soluções funcionais e de alta qualidade aos clientes.
“A coleção foi cuidadosamente pensada para acompanhar diferentes momentos e necessidades na cozinha, combinando funcionalidade, tecnologia e estética premium para tornar o preparo dos alimentos mais prático, eficiente e prazeroso”, ressalta Goto.
Linha Elements tem fundo triplo e três peças
Uma das principais características da nova linha é o fundo triplo, formado por camadas de aço inox e alumínio. De acordo com a fabricante, essa construção ajuda a distribuir o calor de maneira mais uniforme e a manter a temperatura por mais tempo durante o preparo dos alimentos.
As panelas também podem ser usadas em diferentes tipos de fogão, incluindo modelos a gás, elétricos, vitrocerâmicos e por indução. Os três utensílios que estreiam a linha Elements são:
Caçarola de 20 cm e capacidade de 3,5 litros;
Panela de 16 cm com capacidade de 1,5 litro;
Frigideira de 20 cm com capacidade de 1 litro.
Os produtos já podem ser adquiridos no site da Tupperware, e o kit com os três utensílios custa a partir de R$ 939,90.
Assistir a vídeos no celular sem se preocupar com a franquia de internet voltou a ser uma opção para alguns clientes da Vivo. Isso porque a operadora retomou a oferta de YouTube ilimitado por R$ 10para usuários do Vivo Easy, com validade de 60 dias e sem descontar o tráfego da plataforma do pacote principal de dados.
A empresa repete uma estratégia utilizada em junho deste ano, quando aproveitou o período da Copa do Mundo para promover uma oferta semelhante.
A promoção atual começou a aparecer novamente no aplicativo da operadora nesta semana, mas não está disponível para todos os clientes. A oferta é destinada apenas a usuários selecionados do Vivo Easy, que podem encontrá-la diretamente na área de ofertas do app e concluir a contratação por lá.
Na prática, o pacote pode fazer mais sentido para quem costuma assistir a muitos vídeos pela rede móvel, já que esse tipo de conteúdo pode consumir rapidamente a franquia de internet. Durante os 60 dias de validade, o tráfego do YouTube não é descontado do pacote convencional de dados.
Vivo já ofereceu YouTube ilimitado durante a Copa
A oferta atual é semelhante a uma ação adotada pela Vivo há poucos meses. Durante a Copa do Mundo, a operadora também lançou um pacote de YouTube ilimitado por R$ 10 durante 60 dias, com apelo principalmente para quem queria acompanhar as transmissões da CazéTV pelo celular.
Ainda assim, o benefício não era limitado aos jogos. O pacote permitia acessar qualquer conteúdo da plataforma, incluindo vídeos tradicionais, transmissões ao vivo e Shorts, sem consumir a franquia de dados móveis.
Agora, a estratégia é semelhante, mas sem vínculo direto com um grande evento esportivo. Como a liberação é segmentada, quem usa o Vivo Easy precisa conferir o próprio aplicativo para saber se recebeu a oferta de YouTube ilimitado.
A Motorola aproveitou o lançamento do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, para confirmar que prepara um novo smartphone de tela flexível. Em um vídeo publicado nas redes sociais, a fabricante relembra sua história com a linha Razr e dá um spoiler de um dispositivo inédito que está por vir.
A publicação também tratou de dar uma alfinetada na empresa liderada por John Ternus, especialmente pela chegada tardia da rival ao segmento de dobráveis. Na legenda, a Motorola afirma que “alguns estão apenas descobrindo” esse tipo de dispositivo, enquanto a marca trabalha para aprimorar o conceito há anos.
A afirmação faz referência ao Razr original de 2004 e também à retomada da linha com Android em 2019.
O principal detalhe, no entanto, aparece rapidamente nos segundos finais do vídeo. O teaser exibe um dobrável mais largo e baixo que o atual Razr Fold, em formato semelhante ao de um pequeno passaporte, o que colocaria o aparelho em concorrência direta com o Galaxy Z Fold 8 e o iPhone Duo.
Novo dobrável da Motorola já apareceu em vazamento
Apesar de a Motorola ainda não revelar nome, especificações ou data de lançamento, o aparelho já havia aparecido em esboços obtidos pelo portal Android Headlines. Os desenhos indicam um formato mais largo, além de um módulo horizontal de câmeras posicionado na parte superior da traseira.
O material ainda menciona termos como “creaseless display”, em referência a uma tela com vinco reduzido, além de vidro 3D e uma estrutura descrita como “easy-open profile”, com laterais projetadas para facilitar a abertura do celular. O vazamento também aponta que o lançamento pode acontecer “nos próximos meses”.
A título de comparação, o primeiro dobrável da Apple traz tela externa de 5,4 polegadas e painel interno de 7,6 polegadas, além de chip A20 Pro e suporte à Apple Pencil. As vendas começam em outubro, com preço inicial de R$ 21.999.
A Apple apresentou, nesta quarta-feira (9), uma nova leva de produtos, com direito à estreia da empresa no mercado de celulares dobráveis graças à chegada do iPhone Duo. A companhia também apresentou o iPhone 18 Pro, Pro Max e outros acessórios, todos já com preços sugeridos de venda no Brasil.
O destaque do evento da gigante de Cupertino foi o dispositivo com display flexível, que também é o aparelho mais caro apresentado pela empresa, custando a partir de R$ 21.999 no mercado nacional.
Para te ajudar a conferir quanto será necessário desembolsar para adquirir os novos produtos da Apple, o Canaltech reuniu abaixo os preços de todos os dispositivos lançados.
Quanto custam os novos lançamentos da Apple?
Os valores variam bastante conforme o produto e a configuração escolhida. Os AirPods 5 são a novidade mais acessível da apresentação, com preço inicial de R$ 1.499, enquanto o iPhone Duo de 2 TB ocupa o outro extremo ao custar até R$ 30.999.
No caso dos relógios, o preço também muda conforme características como material da caixa, tamanho e presença de conexão celular.
iPhone Duo
Primeiro celular dobrável da Apple, o iPhone Duo também é o produto mais caro apresentado pela companhia. O aparelho parte de R$ 21.999 na versão de 256 GB e chega aos R$ 30.999 com 2 TB.
O dobrável ainda traz duas câmeras traseiras de 48 MP e bateria distribuída entre as duas metades do aparelho, com autonomia anunciada de até 44 horas de reprodução de vídeo pela tela externa. Quem quiser entender como o conjunto se posiciona diante do principal rival pode conferir o comparativo entre iPhone Duo e Galaxy Z Fold 8. Já a versão mais cara, com 2 TB, chega aos R$ 30.999 no Brasil.
Armazenamento
Preço no Brasil
256 GB
R$ 21.999
512 GB
R$ 23.499
1 TB
R$ 26.499
2 TB
R$ 30.999
iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max
Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max completam a nova geração de celulares avançados da Apple. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente, com opções que chegam a 2 TB de armazenamento.
Os dois modelos usam o novo A20 Pro de 2 nm, cuja GPU promete desempenho até 40% superior ao A19 Pro, e ganharam uma câmera principal Fusion de 48 MP com abertura variável entre f/1.8 e f/4. A mudança faz parte de um pacote que leva ao iPhone controles antes mais associados a câmeras profissionais, incluindo ajustes de ISO, velocidade do obturador, balanço de branco e histograma.
Os AirPods 5 chegam em duas versões. O modelo de entrada custa R$ 1.499, enquanto a opção acompanhada do estojo de recarga sem fio sobe para R$ 1.699.
Entre as principais mudanças está o Cancelamento Ativo de Ruído (ANC), que, segundo a Apple, consegue remover até 50% mais ruídos externos que os AirPods 4 com ANC. Os fones também receberam certificação IP57 contra poeira e água, além de recursos como Áudio Adaptativo, Detecção de Conversa e Tradução ao Vivo.
Versão
Preço no Brasil
AirPods 5
R$ 1.499
AirPods 5 + Estojo de Recarga Sem Fio
R$ 1.699
Apple Watch Ultra 4
Voltado principalmente para esportes e atividades ao ar livre, o Apple Watch Ultra 4 ganhou o chip S11, novos recursos de monitoramento de saúde e bateria de até 50 horas no uso diário.
O relógio traz um novo Sistema de Sensoriamento de Saúde, que combina sensores ópticos e elétricos para realizar leituras mais recorrentes de frequência cardíaca e VFC. A autonomia também é um dos destaques: o novo Apple Watch Ultra promete mais de dois dias longe da tomada, chegando a 84 horas no modo de pouca energia.
Configuração
Preço inicial no Brasil
Apple Watch Ultra 4
a partir de R$ 10.499
Apple Watch Series 12
O Apple Watch Series 12 também estreia o chip S11 e um novo sistema de medições de saúde, com leituras mais frequentes de frequência cardíaca e variabilidade da frequência cardíaca (VFC), além do recurso Prontidão.
O relógio passa a medir a frequência cardíaca a cada cinco segundos durante o dia e realiza leituras de VFC até 24 vezes mais frequentemente. A função Prontidão cruza informações de atividade, carga de treinamento, sinais vitais e sono para gerar uma pontuação diária de 0 a 10 sobre o nível de recuperação do usuário.
O relógio parte de R$ 5.499, mas o preço muda bastante conforme o material, o tamanho da caixa e a presença de conectividade celular. A versão de titânio começa em R$ 9.299, enquanto a opção de cerâmica parte de R$ 11.899.
Transformar o celular em um pequeno caderno digital será uma das possibilidades de quem tiver um iPhone Duo em mãos. O primeiro dobrável da Apple terá suporte à Apple Pencil com USB-C, recurso que aproveita as duas telas do dispositivo e coloca o aparelho à frente do Galaxy Z Fold8 em um aspecto importante voltado à produtividade.
A gigante de Cupertino ressalta que será possível usar a caneta tanto no painel externo quanto na tela dobrável interna para fazer anotações, desenhar e marcar documentos. O recurso, no entanto, não estará disponível imediatamente, visto que a fabricante afirma que a compatibilidade chegará em breve, ainda neste ano.
A possibilidade chama atenção principalmente pela tela interna Super Retina XDR de 7,6 polegadas do dispositivo, que oferece uma área consideravelmente maior quando o aparelho está aberto. Já o display externo mede 5,4 polegadas, e ambos contam com ProMotion, Always On e brilho máximo de 3.000 nits em ambientes externos.
Apple leva vantagem sobre Galaxy Z Fold8
A novidade cria uma diferença importante em relação ao principal rival da Samsung. Apesar de apostar em uma tela dobrável ampla para produtividade, o Galaxy Z Fold8 não é compatível com a S Pen.
A ausência também já havia ocorrido no Galaxy Z Fold7, enquanto gerações mais antigas da linha Fold ofereciam versões específicas da S Pen. Com isso, o iPhone Duo passa a ter uma ferramenta adicional para quem pretende usar o formato dobrável para escrever ou trabalhar diretamente sobre a tela.
A Apple apresentou, nesta quarta-feira (9), os AirPods 5, nova geração de seus fones de ouvido sem fio. Os dispositivos chegam cerca de dois anos após os AirPods 4 com cancelamento de mais eficiente, novos recursos inteligentes e melhorias na bateria.
Uma das principais novidades está justamente no cancelamento ativo de ruído (ANC). Segundo a gigante de Cupertino, os novos acessórios conseguem remover até 50% mais ruído externo que seu antecessor com ANC, mesmo mantendo o formato aberto e sem ponteiras de silicone.
A nova geração de fone também conta com uma arquitetura acústica redesenhada, recebe uma nova versão da equalização adaptativa e amplia a integração com recursos de inteligência artificial (IA). Entre eles estão a Siri AI, a tradução ao vivo e comandos que podem ser realizados sem usar as mãos.
AirPods 5 chegam em duas versões
Ao contrário do que indicavam os rumores anteriores ao lançamento, a diferença entre as duas versões dos AirPods 5 não está na presença do cancelamento ativo de ruído. O ANC faz parte de todos os dispositivos da nova geração, enquanto a configuração mais cara se diferencia principalmente por especificações como estojo de carregamento sem fio, maior autonomia e controle de volume diretamente na haste.
O modelo mais avançado permite ajustar o volume deslizando o dedo para cima ou para baixo na haste, função que aparece pela primeira vez nos AirPods de formato aberto. Seu estojo também aceita carregadores do Apple Watch e acessórios compatíveis com o padrão Qi, além de contar com USB-C.
Além de compartilharem o recurso de cancelamento de ruído ativo, os dois modelos também contam com, áudio adaptativo, modo Ambiente, detecção de conversa, áudio espacial personalizado e tradução ao vivo.
Cancelamento de ruído ativo avançado
O cancelamento ativo de ruído recebeu uma das maiores atualizações da geração de fones da Apple. A big tech afirma, inclusive, que os AirPods 5 conseguem remover até 50% mais ruídos externos que os AirPods 4 com ANC, resultado obtido por uma nova arquitetura acústica com múltiplas portas e melhorias nos algoritmos de áudio computacional.
A empresa também atualizou o Modo Ambiente, que promete reproduzir vozes e outros sons ao redor de forma mais natural. Já o recurso de áudio adaptativo combina automaticamente esse modo com o ANC de acordo com as condições do ambiente.
Outra novidade é a Detecção de Conversa, que reduz automaticamente o volume do conteúdo reproduzido quando identifica que o usuário começou a falar. Essa funcionalidade exclui a necessidade de pausar manualmente uma música ou retirar os fones para conversar com alguém próximo.
Qualidade de áudio ganha nova arquitetura
Outra mudança dos AirPods 5 está na estrutura responsável pela reprodução sonora. Inspirada nos AirPods Pro 3, a Apple adotou uma nova arquitetura acústica com múltiplas portas, acompanhada de uma nova geração da Equalização Adaptativa.
Segundo a fabricante, o conjunto permite entregar um som mais rico e detalhado para uma variedade maior de formatos de orelha. As mudanças também aprimoram o Áudio Espacial Personalizado, que promete uma sensação mais imersiva durante músicas e outros conteúdos compatíveis.
A Apple, porém, não anunciou o chip H3 que aparecia em rumores antes da apresentação.
Siri AI e Tradução ao Vivo chegam aos AirPods 5
A integração com IA também ganhou espaço na nova geração. Quando conectados a um iPhone compatível com a Apple Intelligence, os AirPods 5 podem acessar a nova Siri AI sem que o usuário precise retirar o celular do bolso.
A assistente, por sua vez, consegue utilizar informações presentes em mensagens, e-mails e fotos para responder a solicitações contextualizadas.
Também é possível responder a determinadas solicitações da Siri apenas movimentando a cabeça, com um gesto afirmativo ou negativo. A Siri AI será disponibilizada inicialmente em inglês com o iOS 27, enquanto o suporte ao português está previsto para outubro.
Outro recurso é a Tradução ao Vivo, alimentada pela Apple Intelligence. Depois de configurar os idiomas no aplicativo Traduzir, o usuário pode iniciar a função pressionando simultaneamente as duas hastes, pedindo à Siri ou usando o botão de Ação do iPhone. A conversa passa, então, a ser reproduzida pelos fones no idioma escolhido.
Design mantém formato aberto
Visualmente, os AirPods 5 preservam a principal característica das gerações anteriores: o formato aberto e sem pontas de silicone. A Apple concentrou as mudanças no conjunto acústico e nos recursos oferecidos pelos fones, sem transformar o produto em uma alternativa direta aos AirPods Pro.
A resistência contra poeira, suor e água também foi ampliada. Durante a apresentação, a companhia confirmou certificação IP57, o que adiciona proteção contra poeira e aumenta a resistência à água em comparação com a geração anterior.
No modelo acompanhado pelo estojo sem fio, a haste também passa a reconhecer o movimento vertical do dedo para aumentar ou diminuir o volume, além dos comandos já realizados pelo sensor de força.
A Apple também aumentou a autonomia da configuração mais completa dos AirPods 5. O modelo oferece até cinco horas de reprodução com o Cancelamento Ativo de Ruído ativado, uma hora a mais que os AirPods 4 com ANC, graças a uma bateria redesenhada.
Com o estojo de carregamento, a autonomia chega a 22 horas de reprodução com ANC. O acessório pode ser recarregado por USB-C, carregadores Qi ou pelo carregador do Apple Watch.
Preço e disponibilidade
No Brasil, os AirPods 5 custam R$ 1.499, enquanto a versão com Estojo de Recarga Sem Fio sai por R$ 1.699. A pré-venda começou nesta quarta-feira (9), e a disponibilidade nas lojas está prevista para 18 de setembro.