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7 filmes com Alan Ritchson, astro da série Reacher

Alan Ritchson não é do tipo de pessoa que passa despercebida. Atualmente na pele do brutamontes carismático Reacher, da série homônima de ação do Prime Video, já faz alguns anos que o ator vem chamando atenção em Hollywood, ainda que em papéis dos mais diferentes estilos.

Nascido em Grand Forks, Dakota do Norte, em 1982, o artista começou sua carreira como cantor, chegando a ingressar na faculdade graças a uma bolsa de estudos por seu dom. Foi, no entanto, apenas na terceira temporada do American Idol, competição musical em que chegou até a metade da disputa, que Alan chamou atenção da indústria e começou a ser chamado para pequenos papéis na TV e no cinema, concomitante a carreira de modelo.

Além de dar vida ao Aquaman na popular série da CW, Smallville (2001 - 2011), o astro também esteve em filmes como Jogos Vorazes - Em Chamas (2013) e As Tartarugas Ninja (2014), e embarcou em projetos como Velozes e Furiosos 10 (2023) e o mais recente título que o catapultou para a fama, Reacher (2022 - atual).

Filmes com Alan Ritchson

Para conhecer mais da carreira do astro, que se aventura também pela composição e pela carreira de diretor, o Canaltech montou uma lista de 7 filmes que contam com Alan Ritchson no elenco. 

  1. Jogos Vorazes - Em Chamas (2013)
  2. As Tartarugas Ninja (2014)
  3. Velozes e Furiosos 10 (2023)
  4. Guerra sem Regras (2024)
  5. Uma Vida de Esperança (2024)
  6. Um Dia Fora de Controle (2025)
  7. Máquina de Guerra (2026)

Os títulos estão ordenados conforme seu ano de lançamento e tem indicação se estão ou não disponíveis em plataformas de streaming no Brasil.

1. Jogos Vorazes - Em Chamas

Segundo filme da franquia Hunger Games, Jogos Vorazes - Em Chamas é um filme de ação distópico lançado em 2013. Baseado no segundo livro da série homônima, o título segue os passos de Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) e Peeta Mellark (Josh Hutcherson), que após vencerem os Jogos Vorazes inspiram revoltas em Panem por sua audácia.

Para suprimir a rebelião, os dois são enviados de volta aos jogos, em uma edição especial que conta apenas com vencedores de outras temporadas. É nesse cenário que conhecemos Gloss (Alan Ritchson), um carreirista que já havia ganhado sua edição e torna-se o tributo masculino do Distrito 1.

Jogos Vorazes - Em Chamas está disponível para compra e locação no iTunes, Amazon e Microsoft Store.

2. As Tartarugas Ninja

Reboot da famosa franquia homônima, As Tartarugas Ninja é um longa-metragem de super-herói lançado em 2014. Dirigido por Jonathan Liebesman, o filme conta a história de um grupo de quatro tartarugas antropomórficas, afetadas por uma substância radioativa que as faz crescer anormalmente e adquirir força e conhecimento.

O filme começa quando, já jovens e treinadas na arte do kung-fu por seu mentor, o Mestre Splinter, as tartarugas salvam a repórter April O'Neil (Megan Fox) de um sequestro, envolvendo-se com um clã de supervilões.

Na trama, Alan foi responsável por “dar vida” a Raphael, o membro mais forte do quarteto. Embora não apareça propriamente em cena, o astro foi quem fez todas as cenas de captura de movimentos do personagem, repetindo ainda o papel na sequência da trama, As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras (2016).

As Tartarugas Ninja pode ser visto no Paramount+.

3. Velozes e Furiosos 10

Décima parcela da franquia homônima de ação, Velozes e Furiosos 10 é um longa-metragem de 2023 dirigido por Louis Leterrier. Mais uma vez estrelado por Vin Diesel como Dominic Toretto, o filme é uma sequência de Velozes e Furiosos 9 (2021) e traz o protagonista e sua equipe envolvidos em uma nova missão, desta vez ainda mais complicada pelo retorno de Dante (Jason Momoa), uma ameaça do passado.

Sucesso de bilheteria, que arrecadou US$ 714 milhões em todo o mundo, o filme traz Ritchson na pele de Aimes, personagem que torna-se líder da Agência após o desaparecimento do Sr. Ninguém e é o centro de uma reviravolta da trama.

Velozes e Furiosos 10 faz parte do catálogo do Prime Video.

4. Guerra sem Regras

Filme co-escrito, dirigido e produzido por Guy Ritchie, Guerra Sem Regras é uma comédia de ação estrelada por Henry Cavill. Lançada em 2024, a produção foi um fracasso de bilheteria, mas ficou marcada como um dos papéis de maior destaque de Ritchson em filmes de grande orçamento.

Inspirada por eventos reais, a obra gira em torno de um grupo de soldados altamente qualificados, recrutados pelo ministro britânico Winston Churchill para a Segunda Guerra Mundial. Chamados para atacarem as forças nazistas atrás das linhas inimigas, o grupo ultra secreto contava com personagens bastante excêntricos, como o destemido e ultra-violento soldado dinamarquês Anders Lassen (Alan Ritchson).

Guerra sem Regras pode ser assistido no Prime Video.

5. Uma Vida de Esperança 

Baseado em eventos reais ocorridos durante a onda de frio norte-americana de 1994, Uma Vida de Esperança é um filme de drama cristão lançado em 2024. Protagonizado por Hilary Swank, o título conta a história de Sharon Steves, uma determinada cabeleireira, viciada em álcool, que encontra um novo propósito quando conhece a história de Ed Schmitt (Alan Ritchson).

Viúvo em luto pela morte da esposa, Ed luta desesperadamente pela vida da filha mais nova, que tem apenas cinco anos e precisa de um transplante de fígado. Uma condição que leva Sharon a mobilizar toda a comunidade ao seu redor a fim de conseguir um tratamento adequado para a garota.

Uma Vida de Esperança está disponível na Max.

6. Um Dia Fora de Controle

Misturando comédia e ação, Um Dia Fora de Controle (Playdate) acompanha a história de Brian (Kevin James), um contador e pai recém-desempregado que aceita passar uma tarde tranquila no parque com seu filho e com o grandalhão carismático Jeff, um pai em tempo integral.

A situação foge totalmente do controle quando o grupo passa a ser perseguido por mercenários perigosos e capangas armados. É nesse cenário de caos que Jeff, vivido por Alan Ritchson, revela o seu grande segredo: ele e seu "filho", que na verdade é um clone envolvido em um projeto confidencial, estão fugindo tanto do exército quanto das autoridades.

Apesar de a produção ter sido massacrada pela crítica especializada — amargando apenas 23% de aprovação no Rotten Tomatoes e sendo descrita como uma "mistura desconcertante de comédia sem graça e ação caótica" —, o desempenho de Ritchson foi o grande destaque positivo. O ator roubou a cena com uma energia absurda e um calor surpreendente, sendo exaltado pela imprensa por sua postura doce e simpática, definida pelos críticos como "um grande golden retriever preso no corpo de um herói de quadrinhos".

Um Dia Fora de Controle pode ser assistido no Prime Video.

7. Máquina de Guerra

Lançado em 2026, Máquina de Guerra é um filme de ação e ficção científica original da Netflix. A trama acompanha um grupo de elite dos Rangers do exército dos Estados Unidos durante o que deveria ser apenas o seu extenuante treinamento final. O teste de sobrevivência, no entanto, se transforma em um verdadeiro pesadelo de forma inesperada.

Na produção, Alan Ritchson assume o papel do sargento responsável por liderar a equipe quando o exercício militar é interrompido pelo encontro com uma letal máquina de combate alienígena. Embora tenha recebido críticas mistas por seguir uma narrativa descrita como uma fórmula conhecida, o longa foi elogiado por resgatar a essência e a diversão dos filmes de ação "old-school". O sucesso de público foi imediato: o título se tornou o 9º filme mais assistido de todos os tempos na história da plataforma, e uma sequência já está em desenvolvimento.

Máquina de Guerra está disponível na Netflix.

Se você gosta de Alan Ritchson e de Reacher, confira também 7 séries de ação no Prime Video com tiroteios e perseguições intensas.

Leia a matéria no Canaltech.

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Por que os brasileiros estão trocando os aplicativos de lojas por conversas no WhatsApp?

Esqueça a ideia de que o WhatsApp é apenas um canal de atendimento ou uma ferramenta para disparar cupons de desconto. Impulsionado pela Inteligência Artificial, o aplicativo está assumindo o papel de "core business" das empresas, substituindo gradativamente a necessidade de sites e aplicativos próprios. A análise é de Guilherme Horn, líder do WhatsApp (Meta) para Brasil, Índia e Indonésia e um dos maiores especialistas em inovação do país. Durante sua apresentação no Hotmart FIRE 2026, nesta quinta-feira (10), em Belo Horizonte, o executivo cravou que estamos entrando na "quarta onda" de uso da plataforma: a era dos agentes autônomos.

Segundo Horn, a internet e os smartphones criaram experiências de compra "estruturadas e frias", onde o cliente precisava caçar informações em menus e abas de aplicativos. O WhatsApp trouxe o "comportamento conversacional" de volta aos negócios, humanizando a venda. O problema, até então, era escalar esse atendimento humano. É aí que a IA generativa muda o jogo.

“A IA resolve o problema da barreira de crescimento e vai além. Daqui a pouco tempo, todos os negócios serão 24x7. Você não vai admitir num domingo, às 3 horas da tarde, tentar agendar o seu dentista e receber uma resposta automática de que o horário de funcionamento é de segunda a sexta”, decretou o executivo.

Mais barato e com retenção 7 vezes maior que aplicativos

O Brasil ocupa um lugar central nessa revolução. O país lidera todas as métricas globais de engajamento no WhatsApp — envio de mensagens, participação em grupos, uso de canais e status. Esse comportamento do consumidor está forçando uma virada de chave no modelo de negócios das empresas de tecnologia e startups.

Horn apresentou dados de mercado que questionam a viabilidade de desenvolver aplicativos dedicados nos dias de hoje. Segundo o Head do WhatsApp, criar um aplicativo custa de duas a quatro vezes mais do que construir a mesma jornada de compra dentro do mensageiro da Meta. Além disso, o custo de aquisição e retenção em apps próprios é um gargalo: cerca de 60% dos aplicativos baixados são abandonados após seis meses.

Guilherme Horn no palco do Hotmart Fire 2026

No WhatsApp, a realidade é inversa. “A retenção de usuários é sete vezes maior do que em aplicativos. O fato de você já ter o hábito criado tem um valor muito grande. Imagine você criar uma nova empresa e ter que fazer o seu consumidor criar o hábito de abrir o seu aplicativo todos os dias? No WhatsApp, o app já está aberto nas mãos dele”, explicou.

Como resultado, anúncios no formato "Clique para o WhatsApp" (Click-to-WhatsApp) no Instagram e Facebook já geram leads com qualidade cinco vezes superior às tradicionais landing pages (páginas de captura em sites), acelerando o ciclo de conversão em até quatro vezes.

O perigo da "IA burra": 67% abandonam conversas

Apesar do otimismo com a automação, Guilherme Horn fez um alerta contundente sobre a implementação apressada da tecnologia. Automatizar processos não significa abandonar o contexto.

Um dado alarmante compartilhado no painel mostra que 67% dos brasileiros já abandonaram uma conversa pelo WhatsApp com uma empresa por conta da má qualidade do atendimento automatizado.

“Isso é consequência de implementação mal feita de IA. O seu agente no início, quando ele não tem contexto nenhum, tem o mesmo valor de um funcionário novo na sua empresa. Pode ser uma pessoa brilhante e inteligentíssima, mas se ela não tem informação, dados ou contexto, você não pode garantir uma boa performance. A mesma coisa acontece com a IA. Você precisa treinar, treinar e treinar o seu agente”, alertou Horn.

A 4ª Onda: Agentes conversando com Agentes

A evolução do WhatsApp corporativo foi dividida pelo executivo em quatro fases. A primeira foi a simples migração do SAC telefônico para o chat. A segunda envolveu marketing (disparo de mensagens e integração com CRM). A terceira, atual realidade de grandes bancos brasileiros, transformou o app em um ambiente transacional (onde se abre conta, toma crédito e se aprova compras).

A quarta onda, impulsionada pelo recém-lançado Meta Business Agent (já utilizado por mais de 1 milhão de empresas), trará um cenário digno de ficção científica em um futuro muito próximo. Horn antecipou a chegada de assistentes pessoais integrados ao WhatsApp que farão o trabalho pesado pelo usuário comum.

“Isso vai fazer com que o WhatsApp se torne uma plataforma onde teremos agentes conversando com agentes. Você vai mandar uma mensagem para o seu agente pessoal pedindo para agendar um dentista na semana que vem. Ele vai olhar a sua agenda, cruzar os dados disponíveis, falar com o agente autônomo do consultório do dentista, negociar o horário e já realizar o pagamento antecipado, se necessário. Tudo sozinho”, projetou.

Para as empresas que desejam surfar essa onda, o conselho do executivo é direto: não adote a inteligência artificial apenas por adotar. “Comece pelo problema. A pergunta 'como eu adoto IA na minha empresa?' está errada. Isso é uma solução em busca de um problema. Parta de um problema real de negócio e, então, veja como a IA pode te ajudar a redesenhar os seus processos”, finalizou.

Saiba mais sobre o Meta Business Agent e como a IA que responde por sua empresa no WhatsApp terá cobrança por uso. Conheça também a recém-anunciada Muse, assistente que compra, reserva viagens e manda e-mails por você.

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Hotmart FIRE 2026: com Launchpad, plataforma aposta em IA que cria aplicativos e vira "equipe" do empreendedor

O mercado de produtos digitais deixou de ser apenas sobre vender cursos em vídeo ou e-books. Agora, a corrida é para transformar conteúdo em software. Foi com essa visão que João Pedro Resende, CEO e cofundador da Hotmart, abriu a 11ª edição do Hotmart FIRE 2026, nesta quinta-feira (10), em Belo Horizonte (MG). O evento, que reúne cerca de 10 mil participantes no Expominas, marca também os 15 anos da companhia, que hoje se consolida não apenas como uma vitrine de infoprodutos, mas como uma robusta infraestrutura de tecnologia e pagamentos.

A grande aposta da empresa para os próximos anos atende pelo nome de Hotmart Launchpad, uma plataforma alimentada por Inteligência Artificial que permite a qualquer usuário criar softwares e aplicativos por meio de comandos de texto ou áudio — e, o mais importante, já integrados a um sistema de pagamentos global.

Durante a palestra de abertura, Resende destacou como a IA está fragmentando o poder de produção e entregando capacidades antes restritas a grandes corporações nas mãos de pequenos empreendedores.

"A inteligência artificial te dá uma equipe. Qualquer um de vocês que tenha boas ideias, mas não tinha dinheiro para contratar um designer, um programador ou um redator, agora consegue tirar isso do papel. A IA alavanca todos os profissionais", cravou o executivo.

Launchpad: da ideia à venda em poucos cliques

O anúncio de maior impacto do FIRE 2026 reposiciona a Hotmart. O Launchpad reduz drasticamente as barreiras técnicas de desenvolvimento. Na prática, o usuário descreve o que quer construir — desde uma calculadora de nicho, um jogo simples ou uma página de vendas interativa — e a IA gera o código e a interface.

O grande diferencial, segundo a empresa, não é apenas gerar o aplicativo, mas conectá-lo instantaneamente ao Hotpay, sistema financeiro da plataforma que processa mais de 40 métodos de pagamento em 28 moedas.

Palco principal Abertura Hotmart Fire 2026

“O avanço da inteligência artificial tornou muito mais simples transformar uma ideia em um produto digital. Mas criar é apenas uma parte do caminho. Para transformar essa ideia em um negócio, é preciso colocá-la no mercado e conseguir receber pagamentos de diferentes lugares do mundo”, explicou o CEO. "O diferencial do Launchpad é aproximar dois mundos que sempre estiveram separados: você cria e já pode vender, no mesmo lugar".

Lançamento com aceleração de projetos

Para incentivar a adoção imediata da ferramenta, que já está disponível em versão beta aberto, a Hotmart anunciou o Launch Challenge, uma competição de criação de softwares no Launchpad que vai distribuir R$ 100 mil, R$ 50 mil e R$ 25 mil em aceleração para os melhores projetos desenvolvidos durante o evento.

Com essa movimentação, Resende aposta em uma nova configuração de sucesso para o mercado: "O novo tipo de time fundador perfeito será a combinação de um creator, que tem a audiência, com um builder, que consegue construir essas ferramentas usando IA. Muitas empresas gigantes vão surgir dessa dupla", previu.

O fim da era "só conteúdo"

A justificativa para a guinada rumo ao software está na saturação e encarecimento do mercado tradicional. Com o custo do tráfego pago (o valor pago por cliques em anúncios) explodindo — com aumento de 143% apenas neste ano —, a entrega de valor precisa mudar.

Para João Pedro Resende, "tudo o que puder ser software, será software". Isso se aplica ao produto, ao marketing e à operação corporativa. Ele introduziu o conceito de Contentware (a fusão entre conteúdo e software). Em vez de atrair clientes oferecendo um PDF gratuito, os empreendedores passarão a oferecer Landing Apps — pequenos aplicativos utilitários que geram mais conversão e barateiam o Custo de Aquisição de Clientes (CAC).

"Sempre cabe um produto a mais na sua esteira de vendas. Você pode vender a educação (um curso) e a execução (um software). Quem tem mais de 10 produtos em seu portfólio fatura, em média, 300% a mais do que quem tem menos de cinco", revelou o CEO com base em dados da própria plataforma.

Agentes autônomos, vídeos em escala e "conversa" com o negócio

A infraestrutura de IA da Hotmart também foi expandida para a gestão do dia a dia dos negócios. O executivo apresentou o MCP, uma interface conversacional que permite ao criador "conversar" com a própria empresa. O usuário pode pedir relatórios de vendas, métricas de clientes ou acionar comandos estratégicos usando linguagem natural, como se falasse com o ChatGPT.

A plataforma já conta com agentes de software rodando nos bastidores. O agente de cobrança da Hotmart, por exemplo, já consegue recuperar até 40% a mais de mensalidades inadimplentes, enquanto o agente de vendas recupera 16% de abandonos de carrinho.

João Pedro Resende no palco do Hotmart Fire 2026

Outra novidade focada em escala é o Hotmart Smart Studio, voltado para a produção audiovisual. Com a nova atualização, o usuário insere um roteiro e a IA gera dezenas de variações de criativos (anúncios) utilizando avatares. O empreendedor pode rodar 20 vídeos diferentes, testar qual atrai mais cliques e, só então, gravar a versão definitiva com seu próprio rosto, economizando tempo de estúdio e testes.

O retorno do Tráfego Pós-Pago e soluções anticrise

Para ajudar os criadores a lidarem com o aumento dos custos de anúncios, a Hotmart anunciou novidades focadas em retenção e aquisição orgânica:

  • Rankings de Afiliados: A empresa está gamificando seu tradicional sistema de afiliados. Agora, produtores podem criar "temporadas" e rankings auditáveis, premiando os vendedores que mais trazem clientes. É o que Resende chama de "tráfego pós-pago": "Você compra a venda em vez de comprar o clique e torcer para dar certo".

  • Hotmart Comunidades: Totalmente gratuita e nativa na plataforma, a ferramenta de comunidades deixa de ser apenas uma entrega de conteúdo e passa a ser um motor de vendas. Segundo a empresa, a recompra de produtos aumenta em três vezes e meia para quem utiliza ativamente uma comunidade.

  • Parcelado com Entrada: Para produtos High Ticket (de alto valor), o sistema de pagamentos agora permite o recebimento de um valor de entrada e o parcelamento do restante em até 24 vezes, com contrato gerado automaticamente no próprio checkout. A estimativa é que isso aumente a conversão em até 40% em alguns nichos.

"Protejam o seu otimismo"

Apesar das inovações e do suporte tecnológico, a mensagem final do cofundador da Hotmart foi voltada ao aspecto humano do empreendedorismo. Em um mercado cada vez mais competitivo, as ferramentas são potentes, mas a barreira da execução continua alta.

Relembrando o início da Hotmart, quando a empresa quase faliu faturando R$ 182 em um mês, Resende fez um apelo aos mais de 10 mil participantes do FIRE.

"Construir é talento, trabalho e tempo. Para destruir, basta ter poder e uma caneta na mão. A gente não pode depender desse tipo de coisa, precisamos olhar para o nosso círculo e influenciar onde conseguimos atuar. Por isso, protejam o seu otimismo. Se vocês não acreditarem que existe um futuro, não vão fazer nada. Se deem uma chance", finalizou.

Relembre também as 18 provocações chocantes de Scott Galloway sobre riqueza, carreira e felicidade que marcaram a edição 2025 do Hotmart Fire e veja como a Hotmart aposta em IA para transformar 70 milhões de criadores em empreendedores.

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