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Sessões do Claude Code agora podem conversar entre si; modo automático vira padrão

A Anthropic anunciou nos últimos dias duas novidades bem interessantes para o Claude Code, sua plataforma agêntica de codificação com inteligência artificial (IA) generativa: as conversas entre diferentes sessões e o modo automático como padrão para alguns de seus planos.

Começando pela primeira novidade supracitada, ela permite que o Claude envie informações de uma sessão para outra num mesmo computador ou responda a sessões em outras máquinas — algo que pode ser bastante útil quando mais de uma sessão está trabalhando num mesmo projeto.

O recurso pode ser usado, por exemplo, quando há uma mudança que quebra o sistema como um todo e cuja resolução depende de algo executado em outra sessão — ou simplesmente quando alguma delas precisa saber de uma decisão de design ou de um resultado de testes.

Por ora, no entanto, apenas texto simples é suportado, de modo que nenhum arquivo ou o histórico da conversa é transferido entre as diferentes sessões. Uma sessão também não pode aprovar comandos originados de outras sozinha — sempre é requerida a autorização do usuário para tal.

New in Claude Code: your sessions can now message each other.

Instead of having to re-explain yourself in another session, you can now tell Claude to do it. It sends a summary (not your history or files), and the other session picks it up mid-task. pic.twitter.com/PtNsfXeQXP

— ClaudeDevs (@ClaudeDevs) August 7, 2026
Novidade no Claude Code: agora suas sessões podem trocar mensagens.

Em vez de ter que se explicar novamente em outra sessão, agora você pode pedir ao Claude para fazer isso. Ele envia um resumo (não seu histórico ou arquivos), e a outra sessão o recebe durante a execução da tarefa.

O Claude pode decidir enviar uma mensagem por conta própria se julgar necessário, ou o usuário pode solicitar explicitamente que ele informe algo a outra sessão — inclusive, é possível definir se elas devem ser aceitas ou recusadas automaticamente ou se devem requerer aprovação.

Modo automático como padrão

Um dos recursos mais interessantes do Claude Code é o modo automático, que permite à plataforma usar uma espécie de “classificador de segurança” para decidir se prossegue ou não com determinada tarefa, sem precisar a todo instante solicitar a permissão do usuário.

Com o modo automático, que antes era opcional, o Claude pode trabalhar sozinho por períodos muito mais longos e sem qualquer interferência humana — o que permite que seus modelos realizem tarefas complexas durante horas e entreguem um trabalho mais completo ao fim da sessão.

Pesquisa

Pesquisas feitas pela Anthropic indicaram que o modo automático também tende a deixar o desenvolvimento mais seguro, já que desenvolvedores costumam aprovar 97% dos pedidos de permissão por reflexo (sem revisão), e bloqueiam bem menos prompts perigosos que a ferramenta (acima).

Com isso, esse modo agora passará a ser o modo padrão do Claude Code nos planos Pro, Max e Team — a partir de 14 de agosto. Como consequência dessa mudança, a Anthropic também deixará de cobrar dos usuários desses planos pelo custo computacional desse classificador.

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Página oficial dedura integração do Qwen com a Apple Intelligence na China

Conforme visto pela agência Reuters, a Apple publicou uma documentação oficial de suporte ensinando usuários do macOS na China a conectar o Qwen, plataforma de inteligência artificial (IA) proprietária da Alibaba, como uma extensão da Apple Intelligence no país.

Embora ensinasse efetivamente a fazer essa integração (o que indica que não era apenas algo preparatório), a documentação foi retirada do ar pouco tempo depois — o que nos leva a entender que ela foi, no mínimo, lançada em cima da hora ou antes do período previsto pela empresa.

O guia atualizado em chinês da Apple diz que os usuários que optam por participar podem usar o Qwen via Siri para obter respostas mais detalhadas a algumas solicitações, incluindo análise de fotos e documentos. As Ferramentas de Escrita também podem se basear no serviço para criar texto ou imagens a partir de uma descrição.

A possibilidade de usar o Qwen estaria disponível para usuários elegíveis com o macOS Tahoe 26.6 ou posterior. Eles devem se sujeitar a condições específicas para o mercado chinês e fazer login na plataforma — que não pode usar os materiais gerados para treinar seus modelos.

Segundo a Alibaba, que poderá usar a integração com os softwares da Apple para aumentar o alcance do Qwen, a plataforma será incorporada à Apple Intelligence também em iPhones, iPads e Vision Pros — embora ainda não se saiba qual modelo alimentará essa integração.

Por outro lado, a Maçã, que já conseguiu registrar o uso da sua IA junto a órgãos reguladores da China, afirma que a Apple Intelligence com o Qwen ainda não foi lançada na China — embora tudo nos leve a crer que esse lançamento é mais do que iminente.

via AppleInsider

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