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Por que não vai dar para ver o eclipse solar de 2026 no Brasil?

Um eclipse solar total promete fascinar observadores nesta quarta (12). O Brasil vai ficar de fora do fenômeno, mas quem estiver em algumas regiões do hemisfério norte vai poder conferir a visão espetacular proporcionada pela Lua ocultando o disco solar, quando o dia se transforma em crepúsculo temporariamente.

A totalidade do eclipse se estende por uma faixa de apenas 293 km de largura, ou seja, só quem estiver por lá vai conseguir ver o Sol totalmente oculto pela Lua. Esta faixa começa sobre o Oceano Ártico e percorre o leste da Groenlândia, o oeste da Islândia e o norte da Espanha, até se encerrar no Mar Mediterrâneo.

eclipse solar total 2026

Mas não pense que o espetáculo se encerra por aí. Quem estiver nos arredores desta área — o que inclui partes do Reino Unido, França, Portugal e Espanha — vai conferir um eclipse solar parcial, em que apenas uma parte do disco solar é escondida pela Lua.

Eclipse solar no Brasil

A má notícia é que os observadores no Brasil não vão poder acompanhar o fenômeno por “culpa” da geometria espacial, porque a sombra da Lua vai estar voltada para o hemisfério norte. Embora os eclipses solares totais ou anulares ocorram em média uma vez por ano, a faixa de visibilidade desses eventos é tão estreita que faz com que estes eventos pareçam raros.

“Se o observador está na estreita faixa da Terra atingida pela umbra, ele vai ver o eclipse total. Se está na área atingida pela penumbra, verá como parcial”, explicou Dra. Josina Oliveira do Nascimento, astrônoma do Observatório Nacional.

Felizmente, o calendário astronômico já reserva dois grandes destaques em um futuro nada distante. Em 6 de fevereiro de 2027, um eclipse anular vai ser visível no litoral do Rio de Janeiro e vai poder ser visto de forma parcial em quase todo o Brasil.

Já em 2 de agosto de 2027, um eclipse total histórico vai cruzar o sul da Espanha, o norte da África e a Arábia Saudita. Este último promete mobilizar observadores do mundo todo por durar 6 minutos e 23 segundos — para comparação, o eclipse mais longo já registrado neste século ocorreu em 2009 e durou 6 minutos e 39 segundos.

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O que mudou no roubo de carros elétricos em SP em 2026?

Os furtos e roubos de veículos elétricos e híbridos no Estado de São Paulo cresceram 129,6% entre janeiro e maio de 2026, acompanhando o aumento da frota em circulação. O dado integra um levantamento da empresa Ituran com base em estatísticas da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), que contabilizou 101 ocorrências no período; no ano anterior, foram somados 44 registros.

Claro, os números absolutos seguem baixos em relação à frota total, mas a alta reflete a rápida expansão dos eletrificados no Brasil, que já somam quase 900 mil emplacamentos acumulados. Como os carros elétricos e híbridos vêm ficando mais frequentes nas ruas, esses veículos acabam mais expostos aos crimes mesmo representando uma parcela ainda pequena da frota brasileira de automóveis.

carro elétrico carregador

O estudo aponta ainda uma alteração no padrão dos crimes. Se em 2025 os roubos com abordagem direta à vítima representavam a maioria dos casos (59,1%), em 2026 os furtos sem contato com o proprietário passaram a dominar o cenário, atingindo 84,2% do total. A maioria dos modelos envolvidos nas ocorrências tem entre dois e cinco anos de fabricação.

Roubo de carros em SP

São Paulo foi o palco da maior parte dos registros nos períodos analisados: sozinha, a capital paulista concentrou 74 das 101 ocorrências registradas no estado, sendo o bairro da Vila Mariana o líder em registros (9 casos), seguido por Saúde e Vila Prudente.

Vale lembrar que, embora sejam preocupantes, os dados não indicam que os carros eletrificados sejam mais visados por criminosos do que os modelos a combustão. Na verdade, o que acontece é que, conforme o mercado dos eletrificados vem amadurecendo, estes carros passam a ocupar mais as estatísticas de segurança pública.

A expectativa de especialistas é de que o monitoramento estatístico ganhe ainda mais relevância conforme esses veículos se tornem cada vez mais populares nas ruas brasileiras.

Aproveite para conferir nossa matéria sobre quais são os 10 modelos mais roubados e furtados em SP!

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Dormir ao volante: como a exaustão afeta o cérebro do mesmo jeito que a embriaguez

A fadiga e o sono se consolidaram como causas significativas de acidentes nas rodovias brasileiras: sozinhos, estes fatores são responsáveis por cerca de 60% dos acidentes viários no país, porque afetam de forma significativa a capacidade cognitiva dos condutores. Os dados são de um relatório da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), publicado em 2019, junto de um estudo da Denox em colaboração com a MedNet.

Membros da Associação das Clínicas de Trânsito de Minas Gerais (Actrans-MG) explicam que a privação de descanso causa efeitos no cérebro que são comparáveis àqueles da embriaguez, colocando vidas em risco constante.

sono pessoa dormindo no volante

Segundo Adalgisa Lopes, especialista em segurança viária e presidente da Actrans, a fadiga faz com que os motoristas percam a noção dos próprios limites, acreditando que podem aguentar um pouco mais mesmo quando já têm as funções cognitivas degradadas. Além disso, a percepção de riscos fica distorcida.

Sono no volante

Quando um motorista passa 24 horas sem dormir, a degradação psicomotora equivale à taxa de alcoolemia de 0,10%, nível considerado como crime de trânsito no Brasil. A exaustão extrema provoca episódios involuntários de microssono, que são apagões mentais de até cinco segundos, junto da "hipnose da estrada", estado de dissociação em que o condutor guia no piloto automático sem processar os perigos à sua frente.

O cenário é ainda mais crítico para motoristas profissionais de ônibus e caminhões, que normalmente são expostos a rotinas intensas e prazos rígidos. Embora a categoria seja respaldada pela Lei do Descanso, existem apenas 139 Pontos de Parada e Descanso certificados para cobrir uma malha viária federal que supera os 75 mil quilômetros. Sem locais seguros para estacionar, muitos motoristas optam por rodar exaustos para evitar assaltos no acostamento.

E não adianta apelar para medidas como tomar café, abrir os vidros do veículo ou ouvir música alta, já que estas ações servem apenas para adiar temporariamente os sintomas da sonolência. Assim, a orientação fundamental é uma só: ao perceber os primeiros sinais de fadiga, o motorista deve imediatamente parar em um local seguro para descansar.

Curtiu o tema? Aproveite para conferir nossa matéria com 8 mitos e verdades sobre o sono!

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Quer comprar um carro híbrido? Detalhe na bateria pode pesar no seu bolso

Você está pensando em trazer um carro híbrido para a garagem? Se sim, vai levar em conta alguns fatores importantes antes de fechar negócio, como as diferenças operacionais e custos "escondidos" na arquitetura do carro e suas baterias entre os modelos disponíveis no mercado brasileiro.

Sozinhos, os híbridos vêm sustentando crescimento consistente nas vendas. O aumento sugere que os motoristas no Brasil seguem atraídos por benefícios interessantes para o bolso, como menor consumo de combustível, isenções fiscais e até de rodízio.

BYD Song Plus

Claro, esses benefícios são interessantes, mas a complexidade mecânica dessas diferentes arquiteturas exige uma análise rigorosa do perfil de uso. É que, se o proprietário não alinhar seus hábitos de direção ao sistema elétrico escolhido, pode se deparar com um carro mais pesado e menos eficiente que o bom e velho motor a combustão.

Dicas antes de comprar um carro híbrido

O mercado brasileiro divide-se principalmente entre híbridos leves (MHEV), plenos (HEV), plug-in (PHEV) e elétricos com extensor de alcance (EREV). Os modelos leves têm geradores auxiliares acionados como apoio para as arrancadas, enquanto os plenos alternam a tração elétrica de forma autônoma no trânsito.

Já as versões plug-in do tipo PHEV, como o BYD Song Plus, exigem recargas frequentes na tomada; caso contrário, o motor a combustão precisa sustentar o peso das baterias descarregadas, ou seja, o consumo de combustível aumenta. Os EREV, enquanto isso, contam com extensores de alcance, ou seja, o motor a combustão funciona só como gerador estacionário.

Por isso, quem procura um seminovo do segmento deve exigir o histórico completo de revisões em concessionárias para assegurar a garantia do conjunto elétrico; normalmente, as fabricantes cobrem o conjunto elétrico por oito anos. A verificação prévia do estado de saúde das baterias com equipamentos adequados, como scanners especializados, também ajuda a escapar de custos com manutenção corretiva.

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BYD aposenta versão do Seal 07 poucos meses após seu lançamento

Parece que a chinesa BYD está avançando na nova geração do Seal 07, seu sedan que deve ser lançado no país em um futuro não tão distante. É o que indicam os registros de homologação publicados pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China, que mostram que a renovação vem apenas cinco meses após o lançamento do modelo anterior.

Como o antecessor frustrou os resultados de vendas, o novo sedan vem para aposentar a outra versão. Assim, por enquanto, o que já se sabe é que o novo modelo traz visual inspirado no irmão maior Seal 08, mas tem dimensões maiores, trazendo 5,08 metros de comprimento e 2,96 metros de entre-eixos.

BYD Seal 07

Embora tenha traços visuais do antecessor, a reformulação busca distanciar o modelo da baixa aceitação de seu antecessor com linhas aerodinâmicas, iluminação contínua em LED e um sensor LiDAR instalado no teto para alimentar o sistema de condução semiautônoma DiPilot 5.0.

Como é o BYD Seal 07

Por ora, o esperado é que o novo Seal 07 chegue na já conhecida versão 100% elétrica e, claro, na híbrida plug-in. As opções elétricas contam com motores de 333 cv e 408 cv de potência, permitindo que o sedan alcance velocidade máxima de 240 km/h.

Já a variante híbrida, por sua vez, combina um motor a combustão 1.5 turbo com um propulsor elétrico de 218 cv junto da bateria de 38 kWh, que entrega até 245 quilômetros de autonomia operando apenas no modo elétrico.

Embora os registros oficiais indiquem a proximidade da estreia comercial, a BYD ainda não divulgou a data exata para o lançamento nas concessionárias. Mesmo assim, a montadora parece ter pressa, já que o modelo atual não somou nem 700 unidades vendidas na China em junho.

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