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Celulares vão ficar "menos roubáveis" no Brasil com combate a interceptadores

O Governo brasileiro anunciou, na última terça-feira (23), uma nova fase do Programa Nacional Celular Seguro. A nova etapa mira o combate ao mercado ilegal de aparelhos e o fortalecimento de mecanismos voltados à recuperação dos dispositivos com o objetivo de tornar o roubo e a revenda menos lucrativos para os criminosos e interceptadores. Em outras palavras, o Governo quer deixar os celulares "menos roubáveis".

Esse próximo passo da iniciativa foi marcado pela assinatura, por parte do presidente Lula, do decreto que consolida o programa como uma política pública permanente. A medida também instituiu o Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR).

O BNCR será gerido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP) e, inicialmente, contará com mais de 2,9 milhões de aparelhos que podem ser recuperados pelas vítimas.

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A plataforma reunirá informações sobre aparelhos roubados, furtados ou extraviados em todo o território nacional. Esses dados terão origem tanto no Programa Celular Seguro quanto em outras bases de dados, como:

  • Boletins de ocorrência registrados pelas Polícias Civis;
  • Operadoras de telefonia;
  • Sistemas nacionais de segurança pública;
  • Cadastro de Estações Móveis Impedidas (CEMI), da Anatel e da ABR Telecom.

“A partir desse decreto, muita coisa vai mudar na atuação do Governo Federal e dos governos estaduais. Também acho que muita coisa vai mudar nas pessoas que ousarem roubar um celular daqui para frente”, ressaltou Lula.

Celular Seguro
Nova fase do Celular Seguro terá como foco o combate ao mercado ilegal de aparelhos (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

Modo Recuperação e consulta antes da compra

Uma das principais novidades do Celular Seguro é o Modo Recuperação, que não bloqueia o aparelho imediatamente, mantendo o IMEI ativo para monitoramento nacional. Assim, quando uma nova linha telefônica for habilitada, o sistema identificará o uso do celular e iniciará o processo de recuperação do aparelho.

Outra inovação diz respeito à criação de uma ferramenta pública de consulta, que dará aos cidadãos a possibilidade de verificar se um aparelho possui algum registro de restrição antes de adquiri-lo.

Essa verificação poderá ser feita por meio do aplicativo ou do portal do Celular Seguro. A consulta exigirá o número do IMEI e exibirá ao usuário um dos dois resultados possíveis: "Sem Restrição" ou "Com Restrição".

“A gente está dando um mecanismo para evitar que as pessoas comprem um celular roubado. Além disso, quem já comprou, vamos notificar, avisando que elas estão de posse de um celular, porque é uma questão de cidadania”, pontuou Francisco Lucas Costa Veloso, secretário nacional de Segurança Pública.

E você já se perguntou para onde vão os celulares roubados? Confira o destino dos aparelhos e veja dicas para evitar prejúizos maiores.

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STF derruba regras que dificultavam instalação de antenas de celular no Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu invalidar leis de três localidades que exigiam licenciamento ambiental específico para a instalação de antenas de celular no Brasil. A decisão foi tomada por unanimidade e com o intuito de facilitar a expansão da infraestrutura de telecomunicações do país.

No âmbito técnico, o novo entendimento do STF abrange a instalação das chamadas Estações Rádio-Base (ERBs) e demais infraestruturas relacionadas ao setor.

A nova medida surge como resultado do julgamento de três ações propostas pela Associação Nacional de Operadoras Celulares (Acel). Esses processos questionavam as normas relacionadas às antenas de telefonia móvel vigentes no estado do Maranhão e nos municípios de Foz do Iguaçu (PR) e Petrolina (PE).

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A relatora das ações foi a ministra Cármen Lúcia, que, em seu voto, ressaltou que a regulamentação e a fiscalização dos serviços de telecomunicações são de responsabilidade da União. Logo, órgãos locais não podem criar exigências que contrariem a legislação federal do setor.

Antena
Novas determinações do STF invalidam leis e portarias que exigiam licenciamento ambiental para instalação de antenas de celular (Imagem: Reprodução/Anatel)

Normas invalidadas em três localidades

No caso do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7887, o tribunal declarou a inconstitucionalidade das Portarias nº 109/2018 e nº 278/2023 da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (Sema-MA).

Também foi julgada inconstitucional a Resolução nº 43 do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema). Na prática, essas portarias e a resolução não podem ser aplicadas para exigir licenciamento, autorização ou registro ambiental estadual para a instalação e operação das ERBs.

No que diz respeito ao município de Foz do Iguaçu, o STF julgou a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1.274, declarando inconstitucional a Lei nº 2.666/2002. No caso de Petrolina, a ADPF analisada foi a 1.275, resultando na invalidação da Lei nº 2.782/2016.

Enquanto a cidade pernambucana de Petrolina teve sua lei invalidade, Olinda deve apliar a cobertura de das redes 4G e 5G no seu Sítio Histórico com a ajuda de antenas "camufladas" instaladas por operadora. 

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Vazou tudo: Galaxy Watch 9 aparece em imagens em HD; mesmo design, preço maior

Um novo vazamento de imagens revelou como o novo Galaxy Watch 9 deve chegar às lojas. Mas, apesar da expectativa em torno do smartwatch, as fotos indicam que ele deve ter um visual bem parecido com seu antecessor, ainda que exija um investimento maior por parte dos consumidores.

As novas imagens renderizadas apontam que o wearable terá a mesma tela arredondada montada sobre um corpo levemente quadrado do Galaxy Watch 8. A disposição dos sensores de saúde, na parte inferior do relógio, também é semelhante à do modelo lançado em 2025.

O Watch 9 também será comercializado em duas opções de tamanho: 40 mm e 44 mm. Enquanto os consumidores poderão adquirir a versão menor nas cores creme ou grafite, aqueles que optarem pelo modelo maior terão como alternativas as cores prata ou grafite.

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Galaxy Watch 9
Galaxy Watch 9 deve chegar às lojas com duas opções de tamanho (Imagem: Reprodução/Android Headlines)

Evolução no processador e conectividade

Se o design deve permanecer praticamente o mesmo do seu antecessor, o Galaxy Watch 9 deve inovar nas especificações do seu hardware interno. Isso porque a Samsung confirmou que vai utilizar o chip Snapdragon Wear Elite, da Qualcomm, para otimizar o desempenho focado em recursos de IA do relógio.

No que diz respeito à conectividade, a fabricante deve lançar o smartwatch com suporte a Bluetooth e 4G. A expectativa, no entanto, é de que o wearable não conte com suporte para 5G, o que já acontece com rivais diretos, como o Apple Watch Series 11.

O Galaxy Watch 9 deve ser oficialmente anunciado pela Samsung durante o próximo Galaxy Unpacked, que acontecerá no dia 22 de julho. Os rumores dão conta de que o modelo seja lançado com preços entre US$ 399 (cerca de R$ 2.076 na cotação atual) e US$ 429 (aproximadamente R$ 2.233 na cotação atual).

Está procurando um smartwatch com boa autonomia de bateria? Confira esses 4 modelos que duram mais de 7 dias longe da tomada. 

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Celulares de marcas chinesas populares no Brasil vão ficar mais caros; entenda

Consumidores brasileiros que consideram comprar celulares de marcas chinesas como Xiaomi, Redmi e POCO podem se deparar com possíveis altas nos preços nos próximos meses. A elevação nos valores dos smartphones estaria associada ao aumento dos custos de produção dos aparelhos.

Segundo o portal XimiTime, relatórios da cadeia de suprimentos de semicondutores de Taiwan indicam que empresas como MediaTek e Realtek preparam aumentos em determinados produtos. A alta estaria relacionada ao encarecimento de etapas de produção, como fabricação dos chips e aquisição de materiais.

No caso da Realtek, linhas de chips voltados para rede e comunicação podem ter um aumento de cerca de 10% já em julho. A MediaTek, por sua vez, estaria considerando ajustes nos preços de processadores mais avançados também no segundo semestre de 2026.

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O aumento dos custos deve atingir principalmente chips produzidos com tecnologias de fabricação mais antigas, como aqueles usados para controlar funções como conectividade Wi-Fi, Bluetooth e gerenciamento de energia. Com isso, tablets e dispositivos domésticos inteligentes também podem ser afetados.

Celular Redmi
Celulares da Redmi podem ficar mais caros nos próximos meses (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Celulares de entrada podem ser os mais afetados

O maior impacto do aumento dos custos de produção pode ser registrado em smartphones de entrada e intermediários. Essa previsão se dá pelo fato de que esses segmentos operam com margens de hardware mais apertadas, fazendo com que oscilações de preço afetem mais o consumidor final.

Mas modelos premium também podem sofrer alterações nos valores de mercado, especialmente caso os preços dos processadores mais avançados da MediaTek realmente aumentem.

Ainda assim, caso as expectativas se confirmem, os usuários finais não devem sentir os efeitos no curto prazo.

Fabricantes como a Xiaomi tendem a absorver parte dos custos adicionais, renegociar contratos ou até mesmo redistribuir as despesas dentro da cadeia de produção antes de repassar os aumentos ao varejo.

Tomou a decisão de comprar um smarphone de uma marca chinesa? Os especilaistas do Canaltech elegeram o melhor modelo para adquirir hoje.

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