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10 jogos parecidos com God of War para jogar enquanto Laufey não chega

A Santa Monica Studio anunciou God of War: Laufey de surpresa. O jogo no estilo hack and slash acompanhará Faye, esposa falecida de Kratos e mãe de Atreus, enquanto desbrava um local conhecido como Everywhen, um pós-vida onde diferentes mitologias se chocam.

O jogo recebeu um generoso trailer de jogabilidade de pouco mais de 20 minutos. Embora ainda não tenhamos uma data de lançamento confirmada, o jornalista da Bloomberg, Jason Schreier, sugeriu que God of War: Laufey pode chegar em 2027:

"Só para constar, eu não daria muita importância ao fato de God of War: Laufey não ter uma data ou previsão de lançamento. Ao contrário de muitos outros grandes anúncios, este não está a anos de distância".

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Na narrativa, o título protagonizado por Faye começa durante o início do reboot God of War (2018) e deve se estender até os eventos de Ragnarök.

Para se preparar, o Canaltech trouxe esta lista de jogos que podem entrar no seu backlog antes do lançamento de God of War: Laufey. Obviamente, se você não jogou nenhum God of War da saga nórdica ou a trilogia original, recomendamos fortemente jogá-los antes do novo game da franquia. Vale notar que a lista está em uma ordem aleatória.

O que torna um jogo parecido com God of War?

A saga nórdica de God of War foi muito bem-sucedida ao levar Kratos para um jogo de ação em terceira pessoa com uma pegada mais cinematográfica e narrativa. No entanto, as raízes da série remontam aos anos 2000, quando o espartano estreou no PlayStation 2 como um dos hack and slash mais influentes de todos os tempos.

Não há tantos jogos parecidos com God of War, pelo menos não em um nível de produção AAA. O que temos são games que exploram a mitologia ou mecânicas de combate características da série da Sony. Nesses casos, há um leque muito maior de opções para quem quer fazer um esquenta antes do lançamento de God of War: Laufey.

A ideia é reunir jogos com pelo menos um pilar da franquia protagonizada por Kratos: combate físico, escala épica, progressão, narrativa cinematográfica, mitologia ou chefes marcantes.

8. Darksiders

Darksiders é uma excelente opção para quem busca combates frenéticos e brutais no estilo hack and slash clássico. Quem curte armas mais robustas e chefes gigantes vai adorar essa recomendação. Embora haja certa resistência nas comparações entre God of War e a franquia criada pela Vigil Games, dificilmente os fãs que gostaram de um não curtirão o outro.

Darksiders III seguiu um caminho mais soulslike (Divulgação/THQ Nordic)

As remasterizações dos dois primeiros jogos da franquia, bem como Darksiders 3, podem ser facilmente encontrados em plataformas atuais e entram em promoção com frequência, garantindo uma boa acessibilidade.

7. Dante’s Inferno

Dante's Inferno é outro clássico hack and slash indispensável para qualquer jogador. O Canaltech costuma citar o jogo com frequência em listas de títulos excelentes que tiveram sua sequência cancelada, clássicos que merecem ser relançados com novos gráficos e como um dos jogos de XBOX 360 que ainda valem a pena ser jogados hoje em dia.

Sequência de Dante's Inferno nunca viu a luz do dia (Divulgação/Electronic Arts)

Se o PlayStation 3 tinha God of War III ao seu dispor, donos dos consoles de sétima geração da Microsoft podiam aproveitar Dante's Inferno. O game, baseado na Divina Comédia, de Dante Alighieri, nos coloca na pele de um guerreiro das Cruzadas morto no campo de batalha, que precisa resgatar sua amada das mãos de Lúcifer.

Dante's Inferno se assemelha muito ao God of War clássico e divide com o jogo da Santa Monica a atmosfera e os inimigos grotescos, Quick Time Events, câmera em terceira pessoa, seções de plataforma, puzzles e, claro, um hack and slash visceral.

6. Devil May Cry 5

Para quem quer um combate mais parecido com os jogos mais recentes de God of War, Devil May Cry 5 é uma excelente pedida. Obviamente, há um abismo de distância entre os dois jogos nos quesitos história, narrativa, temática e estilo, mas eles acabam se encontrando em certos aspectos do combate.

Devil May Cry 5tem mais de sete anos (Divulgação/Capcom)

Devil May Cry 5 carrega um gameplay focado em combos e estilo. A diferença no combate está principalmente no 'peso'. Enquanto GoW é um pouco mais pesado e menos técnico, o hack and slash da Capcom é bem mais veloz e complexo. Curiosamente, God of War: Laufey parece herdar um pouco desse combate mais estilizado e veloz.

5. Black Myth: Wukong

Para quem gosta de explorar mitologias nos games, Black Myth: Wukong dá uma aula no assunto ao trazer lendas chinesas. O RPG de ação é uma adaptação de Jornada ao Oeste, história que inspirou diversas obras, como Dragon Ball.

Black Myth: Wukong puxou indústria de games da China para outro patamar (Divulgação/GameScience)

Black Myth: Wukong possui uma dificuldade mais elevada do que a de God of War, mas bebe bastante da água disponibilizada pela Santa Monica, como animações e um sistema de equipamentos bem parecidos com o que foi visto na saga nórdica de Kratos.

4. Bayonetta

Bayonetta assumes uma face mais excêntrica e exagerada de God of War, mas tem uma ação estilizada e combates hack and slash muito bem-vindos para os fãs da franquia da Sony, em especial da trilogia grega.

Sequências de Bayonetta seguiram como exclusivas de sistemas da Nintendo (Divulgação/Platinum Games, Nintendo)

O jogo da Platinum Games traz diversos elementos familiares, como chefes gigantes, combos e combate veloz. Para quem tem uma ligação maior com a história de Kratos, Atreus e companhia, o foco de Bayonetta não é na narrativa.

3. Hellblade: Senua's Sacrifice

A duologia Hellblade vai um pouco na contramão de outras sugestões. Em vez de trazer um combate próximo ao da franquia God of War, a Ninja Theory trouxe ao mundo um jogo com uma narrativa mais densa e menos expositiva. No primeiro jogo, há algumas seções de combate um pouco mais parecidas com God of War, embora com um leque menor de golpes e habilidades.

Primeiro jogo de Hellblade tinha uma ênfase um pouco maior em combate (Divulgação/Microsoft)

Assim como na IP da Santa Monica, Hellblade explora as mitologias nórdica e celta, com histórias e lendas muito bem conhecidas pelos fãs de Kratos. A mecânica principal do jogo são as fúrias, vozes que acompanham o quadro de psicose da protagonista Senua. Embora as semelhanças sejam bem limitadas aqui, Hellblade: Senua's Sacrifice oferece batalhas contra deuses como Sutr e Valravn, ainda que o final divida opiniões.

2. Hellblade II: Senua's Saga

O segundo jogo, Hellblade II: Senua's Saga, adota ainda mais o nível cinematográfico e narrativo e abre mão de parte do combate visto no em Senua's Sacrifice. A apresentação gráfica é indiscutivelmente uma das melhores da geração, apesar da direção que a Ninja Theory seguiu ser bem questionável para alguns.

 Hellblade II: Senua's Saga é para fãs de aventuras ultra-lineares e cinematográficas (Divulgação/Microsoft)

Um terceiro jogo intitulado Senua chega em 2027 para PlayStation 5, assim como God of War: Laufey. Na nova entrada, a desenvolvedora irá adotar um foco maior na exploração e no combate, algo muito pedido pelos fãs e que deve aproximar as experiências de Senua e Kratos.

1. Ghost of Tsushima

Outro first-party da Sony que pode ser uma excelente pedida para quem quer se preparar para God of War: Laufey é Ghost of Tsushima. Muitos fãs do jogo da Sucker Punch recomendam o game para quem gostou de God of War. 

Ghost of Tsushima foi um dos últimos grandes exclusivos do PlayStation 4 (Divulgação/Sony)

Esse é o tipo de jogo que entrega uma experiência mais narrativa e de aventura, um verdadeiro padrão para os últimos jogos single-player da Sony. Não há uma relação direta entre God of War e Ghost of Tsushima, com exceção do sentimento de aventura épica com o selo de qualidade PlayStation. Além dos gráficos de alto nível, o jogo ambientado em Tsushima do ano de 1274 apresenta um combate corpo a corpo um tanto visceral.

Melhor forma de aproveitar jogos parecidos com God of War

Para quem gostou de God of War (2018) ou Ragnarök, recomendamos começar fortemente por Devil May Cry 5 ou Hellblade: Senua's Sacrifice. Embora distantes do conjunto da obra da Santa Monica, esses dois jogos agradarão tanto a quem curtiu o combate de Kratos e quer explorar algo mais técnico e rápido quanto a quem amou o aprofundamento na mitologia nórdica e quer experienciá-la de uma maneira bem diferente.

Já para quem está em busca de algo mais próximo aos clássicos, é bem provável que Darksiders, Bayonetta ou Dante's Inferno ressoem mais com você. No fim das contas, o importante é aproveitar jogos excelentes que carreguem alguns dos vários pilares de God of War e se preparar para a aventura de Faye em Everywhen.

Jogos parecidos com God of War não são tão parecidos assim?

Como dito no início, jogos mais recentes de God of War têm poucos concorrentes AAA nos dias de hoje. Apesar dos jogos listados acima parecerem distantes das obras da Santa Monica Studio, é possível que muitos que não os experimentaram sintam um gostinho dos títulos estrelados por Kratos.

Leia a matéria no Canaltech.

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Você conhece o maior mistério da aviação comercial?

Foi em 8 de março de 2014 que um Boeing 777-200ER decolou de Kuala Lumpur, na Malásia, rumo a Pequim, sob operação da Malaysia da Airlines. Cerca de 38 minutos após a decolagem, a aeronave fez contato com o controle de tráfego aéreo enquanto sobrevoava o mar do sul da China. Na sequência, o avião saiu da rota planejada e desapareceu dos radares. 

O voo MH370 desapareceu dos radares civis 38 minutos após a decolagem, logo após a última mensagem do capitão Zaharie Ahmad Shah: "Boa noite, Malaysian três sete zero" — quando o comandante entrou em contato, o avião sobrevoava o espaço aéreo do Vietnã. 

Com 239 pessoas de diversas nacionalidadess a bordo, a aeronave desviou drasticamente de sua rota original. Segundo dados de radares militares, o avião saiu da rota na direção do nordeste da Malásia, e depois seguiu na direção da ilha de Sumatra, na Indonésia. Na sequência, fez uma manobra para a direção sul e o contato foi perdido. 

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Buscas pelo voo da Malaysia Airlines

Já fazem mais de 12 anos do desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines. Mesmo após tanto tempo, este mistério da aviação comercial moderna ainda segue em aberto — tanto que foi iniciada uma nova busca pelos destroços da aeronave em dezembro de 2025. 

Rota da aeronave e área onde as buscas foram realizadas (Andrew Heneen/Creative Commons Attribution 3.0)

Até o momento, mais de 30 fragmentos isolados foram encontrados no litoral da África e de algumas ilhas no oceano Índico, confirmados como parte da aeronave; mesmo assim, o "corpo" do avião e as caixas-pretas permanecem ocultos. 

Para os investigadores, encontrar o local do impacto é a única forma de encerrar as especulações. Um relatório de quase 500 páginas sobre o incidente indica que os controles do avião foram acionados de forma proposital para tirá-lo de sua rota, mas ainda não foi possível determinar o responsável. 

Como o local da provável queda ainda não foi identificado, há quem insista em teorias da conspiração que vão de queda do avião controlada remotamente a abduções de seres extraterrestres.

Alguns especialistas da aviação acreditam que a explicação é que, de fato, um piloto experiente teria desviado o avião da rota. Por outro lado, a equipe de investigação declarou que não encontrou nada suspeito na história, treinamento e saúde mental do capitão e copiloto da aeronave. Se você considera essa história um grande mistério, talvez queira entender também a ocasião na qual NASA e EUA derrubaram um avião. Mas por quê?

Leia a matéria no Canaltech.

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Como transformar uma ideia em roteiro de vídeo com a ajuda da IA

Você já teve uma boa ideia para um vídeo, mas travou na hora de montar o roteiro? Isso acontece com muitas pessoas. Às vezes, o tema já está definido e você sabe mais ou menos o que quer dizer, mas falta organizar as ideias de um jeito que faça sentido para quem vai assistir.

A inteligência artificial pode ajudar a organizar ideias, sugerir abordagens, criar ganchos e montar a estrutura do vídeo. Mas, para isso funcionar bem, ela precisa receber instruções claras.

Neste guia, você verá um método prático para transformar uma ideia solta em um roteiro pronto para gravação.

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A seguir, veja como:

  • Transforme a ideia em briefing
  • Encontre o melhor ângulo com a ajuda da IA
  • Defina a estrutura antes de escrever o roteiro
  • Use um prompt mestre para gerar o primeiro roteiro
  • Refine o gancho, o ritmo e a linguagem
  • Peça exemplos, analogias e cenas de apoio
  • O que checar antes de gravar?
  • Adapte o roteiro para diferentes plataformas
  • Faça a versão final “pronta para gravar”
  • Exemplo prático: da ideia ao roteiro

Transforme a ideia em briefing

O erro mais comum ao usar IA para criar roteiros é fazer pedidos genéricos, como “faça um roteiro sobre IA para estudar.”. Embora pareça um comando simples, ele oferece pouca informação e, por isso, a IA costuma responder com conteúdos amplos, previsíveis e pouco alinhados ao público real.

O ideal é começar criando um briefing com cinco elementos fundamentais:

  1. Tema;
  2. Público-alvo;
  3. Objetivo do vídeo;
  4. Plataforma;
  5. Duração aproximada.

O briefing serve como base do roteiro. Sem essas informações, a IA pode até gerar um texto bem-organizado, mas terá mais dificuldade para criar um conteúdo alinhado ao público, ao objetivo do vídeo e ao estilo do criador. Veja um exemplo prático:

Ideia solta:

“Quero fazer um vídeo sobre como usar IA para estudar melhor.”

Briefing melhor:

“Quero criar um vídeo para YouTube, de 6 a 8 minutos, para estudantes universitários que querem usar IA para revisar conteúdo sem copiar respostas prontas. O objetivo é ensinar um método prático, com exemplos de prompts e alertas sobre erros comuns.”

Encontre o melhor ângulo com a ajuda da IA

Com o briefing pronto, é hora de definir o foco do vídeo. Isso faz diferença porque temas amplos costumam resultar em conteúdos genéricos. Por exemplo, "IA para estudar melhor" pode seguir vários caminhos. Já "como usar IA para revisar uma prova sem virar dependente dela" deixa mais claro qual problema será resolvido e o que o público vai aprender.

Antes de pedir que a IA escreva o roteiro completo, vale a pena explorar algumas possibilidades. Você pode pedir diferentes abordagens para o mesmo tema e comparar as sugestões, o que ajuda a encontrar um caminho mais interessante para o público e evita ficar preso à primeira ideia que aparecer.

Exemplo de prompt:

“Com base neste briefing, sugira 5 ângulos possíveis para o vídeo.

Para cada ângulo, traga:

1. promessa principal;

2. público mais interessado;

3. risco de ficar genérico;

4. título provisório;

5. por que esse ângulo pode funcionar no YouTube.”

Apps de IA no celular
A IA pode ajudar a transformar ideias em roteiros de vídeo. (Imagem: João Melo/Canaltech)

Defina a estrutura antes de escrever o roteiro

Um erro comum é pedir o roteiro completo logo no começo. Antes disso, vale organizar a estrutura do vídeo. Pense na ordem dos blocos, como:

  • Abertura;
  • Apresentação do problema;
  • Desenvolvimento;
  • Exemplos;
  • Conclusão;
  • Chamada para ação.

Com essa base, é mais fácil criar um roteiro que faça sentido do início ao fim. Por exemplo, essa organização ajuda a evitar vídeos que demoram para entrar no assunto ou que passam várias informações sem uma sequência clara.

No YouTube, isso é ainda mais importante, porque nos primeiros segundos a pessoa já decide se continua assistindo ou se sai do vídeo.

Exemplo de estrutura para pedir à IA:

“Crie uma estrutura de roteiro para um vídeo de 7 minutos com:

- abertura com gancho;

- apresentação rápida do problema;

- 4 etapas práticas;

- exemplo aplicado;

- erros comuns;

- conclusão com chamada para ação.

Não escreva o roteiro completo ainda. Apenas organize a sequência e explique a função de cada bloco.”

Use um prompt mestre para gerar o primeiro roteiro

Depois de definir o briefing e a estrutura, é hora de pedir o roteiro. Um modelo reutilizável pode acelerar bastante esse processo, como o prompt mestre abaixo:

“Você é um roteirista especializado em vídeos para [PLATAFORMA].

Transforme o briefing abaixo em um roteiro de vídeo.

Briefing:

[TEMA]

[PÚBLICO-ALVO]

[OBJETIVO DO VÍDEO]

[DURAÇÃO ESTIMADA]

[TOM DE VOZ]

[FORMATO: tutorial, review, lista, opinião, explicativo etc.]

[PRINCIPAIS PONTOS QUE PRECISAM ENTRAR]

[O QUE EVITAR]

Crie um roteiro com:

1. gancho inicial de até 15 segundos;

2. introdução curta;

3. desenvolvimento em blocos;

4. exemplos práticos;

5. alertas ou erros comuns;

6. conclusão;

7. chamada para ação.

Use linguagem natural, frases fáceis de gravar em voz alta e indique sugestões visuais quando fizer sentido.”

Esse prompt funciona porque traz contexto, define o papel da IA, indica o formato esperado e ainda estabelece restrições claras. O campo “o que evitar” também é importante, porque ajuda a reduzir clichês, como “nos dias de hoje”, “a tecnologia está revolucionando tudo” e introduções longas que não chegam ao ponto principal.

Refine o gancho, o ritmo e a linguagem

O primeiro roteiro raramente é a versão final. Na maioria dos casos, a IA produz um texto correto, mas que ainda precisa de ajustes para soar natural e agradável de assistir.

Revise especialmente três pontos:

  1. O gancho promete algo claro?
  2. O ritmo combina com a plataforma?
  3. O texto parece uma conversa real?

Por exemplo, vídeos longos permitem mais contexto e desenvolvimento. Já Shorts, Reels e TikToks precisam de frases rápidas e foco em uma única ideia. Vale ressaltar que um bom gancho não precisa ser sensacionalista. Ele apenas precisa responder à pergunta que todo espectador faz: "Por que devo assistir isso?"

Um prompt de ajuste que você pode copiar e colar:

“Reescreva este roteiro para ficar mais natural em voz alta. Mantenha a ideia principal, corte frases genéricas e deixe o início mais direto. O vídeo será gravado por uma pessoa falando para a câmera, em tom didático e informal.”

Outro exemplo:

“Crie 5 opções de gancho para os primeiros 10 segundos. Cada opção deve apresentar uma tensão clara, evitar exageros e deixar evidente o benefício do vídeo.”

Peça exemplos, analogias e cenas de apoio

Uma das melhores formas de tornar um roteiro mais útil é adicionar exemplos, pois isso reduz a sensação de texto genérico e facilita a compreensão do público.

Exemplo de prompt:

“Inclua exemplos práticos para cada etapa do roteiro. Os exemplos devem ser realistas para [TIPO DE PÚBLICO]. Evite exemplos vagos. Mostre situações concretas de uso.”

Também vale pedir sugestões visuais:

“Sugira imagens, gravações de tela, cortes ou elementos visuais para acompanhar cada bloco do roteiro. Organize em duas colunas: trecho do roteiro e sugestão visual.”

O que checar antes de gravar?

Apesar de acelerar a criação, a IA tem limitações. Ela pode inventar informações, simplificar temas complexos, repetir clichês, fazer promessas exageradas ou deixar de lado detalhes importantes.

Por isso, todo roteiro precisa passar por revisão humana. Em temas técnicos, financeiros, jurídicos, médicos ou ligados à segurança digital, essa checagem precisa ser ainda mais cuidadosa.

Veja um prompt de revisão crítica:

“Revise este roteiro como editor crítico.

Aponte:

1. trechos genéricos;

2. afirmações que precisam de checagem;

3. promessas exageradas;

4. partes longas demais;

5. oportunidades de deixar o conteúdo mais útil.

Depois, sugira uma versão revisada.”

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Com ajuda da IA, é possível planejar, escrever e ajustar roteiros de vídeo. (Imagem: Aerps.com/Unsplash)

Adapte o roteiro para diferentes plataformas

Um único roteiro pode dar origem a vários formatos. A IA pode ajudar a transformar um vídeo longo em Shorts, Reels, TikToks, cortes, carrosséis, descrições e títulos. Mas essa adaptação não deve ser focada só em encurtar o conteúdo.

Cada plataforma funciona de um jeito. No YouTube, por exemplo, os capítulos ajudam a organizar o vídeo e facilitam a navegação, enquanto uma boa descrição pode trazer contexto extra e complementar o que foi dito no conteúdo.

Prompt sugerido para adaptar roteiros para várias plataformas:

“A partir deste roteiro para YouTube, crie:

1. uma versão de até 60 segundos para Shorts;

2. três cortes possíveis de até 30 segundos;

3. uma descrição otimizada para o vídeo;

4. cinco sugestões de título;

5. uma lista de capítulos com timestamps estimados.”

Faça a versão final “pronta para gravar”

Antes de ligar a câmera, transforme o roteiro em um documento realmente utilizável. Algumas boas práticas incluem:

  • Dividir o texto em blocos curtos;
  • Marcar pausas naturais;
  • Destacar palavras-chave;
  • Indicar imagens de apoio;
  • Deixar o CTA claramente definido.

Lembre-se que “pronto para gravar” não significa perfeito. Significa apenas que o roteiro está claro, organizado e fácil de seguir durante a gravação.

Prompt para preparar roteiro para gravação:

“Formate este roteiro para gravação. Divida em blocos curtos, indique pausas naturais, destaque sugestões visuais e mantenha frases fáceis de falar. No final, inclua uma checklist do que revisar antes de gravar.”

Exemplo prático: da ideia ao roteiro

Veja a transformação de uma ideia em um roteiro pronto:

Ideia solta:

“Quero falar sobre IA para organizar rotina.”

Briefing melhor:

“Quero um vídeo de 6 minutos para YouTube, voltado a profissionais autônomos que se sentem sobrecarregados. O objetivo é mostrar como usar IA para transformar tarefas soltas em um plano semanal realista, sem prometer produtividade milagrosa.”

Ângulo escolhido:

“Como usar IA para organizar sua semana sem virar refém de listas infinitas.”

Trecho de roteiro gerado:

“Você já terminou o dia com a sensação de que trabalhou muito, mas não avançou no que importava? A IA pode ajudar, mas não porque ela vai decidir sua vida por você. O melhor uso é transformar tarefas espalhadas em prioridades claras para a semana.”

A versão final ficou mais específica porque definiu melhor o público, o problema, a promessa e os limites da solução. Vale lembrar que a IA pode ajudar a encontrar ângulos, organizar ideias, construir estruturas, sugerir exemplos e adaptar formatos. Mas a direção continua sendo responsabilidade do criador.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir 4 apps para editar e gerar vídeos com IA que você precisa conhecer.

Leia a matéria no Canaltech.

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Dança dos Dragões: entenda a guerra que move A Casa do Dragão

A terceira temporada de A Casa do Dragão estreia no domingo (21) na HBO prometendo muitas intrigas familiares, cenas grandiosas de batalha e mais disputas pelo Trono de Ferro naquilo que ficou conhecido como a Dança dos Dragões. Mas será que você realmente sabe o que foi a guerra que quase dizimou a Casa Targaryen?

Derivada de Game of Thrones, A Casa do Dragão se passa cerca de 200 anos antes da série original e acompanha uma intensa guerra civil que ficou marcada na história de Westeros como um de seus períodos mais sangrentos.

O seriado é inspirado no livro Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, obra que narra a trajetória da dinastia Targaryen, incluindo o devastador conflito pela sucessão do Trono e Ferro.

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Considerando que a terceira temporada de A Casa do Dragão vai mergulhar ainda mais fundo no ápice da guerra, chegou o momento de realmente entender o que motivou a disputa para se preparar para o que vem por aí.

A Casa do Dragão explora guerra que quase destruiu a família Targaryen (Imagem: Divulgação/HBO).

O que foi a Dança dos Dragões?

Conforme descrito por George R.R. Martin no livro Fogo & Sangue, a Dança dos Dragões foi um conflito de sucessão travado entre os integrantes da dinastia Targaryen após a morte do Rei Viserys I, quando seus filhos, Rhaenyra e Aegon II iniciaram uma guerra pelo direito de sentar no Trono de Ferro.

O conflito dividiu a Casa em dois times rivais: os Pretos, que consistia nos apoiadores do governo de Rhaenyra; e os Verdes, aqueles que queriam Aegon II como comandante dos Sete Reinos.

Uma das guerras mais devastadoras de Westeros, a Dança dos Dragões abriu rachaduras na dinastia que, até aquele momento, era uma das mais poderosas do território. Nem mesmo os poderosos dragões da Casa foram poupados, pois o conflito praticamente dizimou as criaturas, além de ter provocado a morte de vários integrantes da família.

Com a Casa Targaryen dividida, guerra pela sucessão foi uma das mais sangrentas de Westeros (Imagem: Divulgação/HBO).

Mas como foi que tudo isso começou? Bom, com a morte de Viserys I, o Trono de Ferro ficou vago para o próximo sucessor, então vale relembrar a árvore genealógica do rei falecido para entender o que motivou todo esse caos. 

Por que a guerra começou?

O primeiro casamento de Viserys I foi com Aemma Arryn, uma relação que lhe rendeu três filhos. Apenas uma ficou viva: Rhaenyra, sua primogênita que, na idade adulta, foi declarada publicamente por ele como sua herdeira na frente de lordes e cavaleiros. A expectativa, então, era de que, quando Viserys I morresse, Rhaenyra o substituiria como Rainha dos Sete Reinos.

Mas as coisas se tornaram mais complicadas por causa do segundo casamento de Viserys I, uma união firmada com Alicent Hightower após a morte de Aemma. Com Alicent, ele teve quatro filhos: Aegon II, Helaena, Aemond e Daeron.

Considerando que o esquema de sucessão em Westeros priorizava homens, integrantes do Pequeno Conselho torciam para que Viserys reconsiderasse a escolha de seu sucessor, trocando Rhaenyra por Aegon II, seu primogênito com Alicent. Mas o Rei morreu antes de qualquer esclarecimento ser feito a respeito da questão.

Por isso que, logo após seu falecimento, o caos se instaurou em Porto Real. Segundo os escritos de Martin, enquanto o Pequeno Conselho debatia a respeito de quem deveria assumir o Trono de Ferro, os Hightowers se uniram para coroar Aegon II por não acreditarem que Rhaenyra saberia governar os Sete Reinos.

Morte de Viserys I gerou conflito de interesses que resultou na coroação de Aegon II (Imagem: Divulgação/HBO).

Dessa forma, eles foram contra o desejo declarado de Viserys I, que tinha definido Rhaenyra como sua herdeira ainda em vida, quando Sor Criston Cole corou Aegon II como Rei. Uma vez que Rhaenyra ficou sabendo do que tinha acontecido, ela se uniu com os Pretos, jurando vingança para tomar aquilo que lhe era de direito. E foi assim que uma das guerras civis mais sangrentas da história de Westeros começou.

O que esperar da temporada 3 de A Casa do Dragão

Embora a série explore a guerra de um jeito mais dramático do que acontece no livro (a coroação de Aegon II na série, por exemplo, vem de um mal-entendido de Alicent no leito de morte de Viserys), a terceira temporada de A Casa do Dragão vai explorar momentos emblemáticos da Dança dos Dragões, entrando de vez nas ocorrências mais violentas e destrutivas do combate.

Além de apostar no show de dragões no céu, o terceiro ano promete ser mais grandioso que as temporadas anteriores, trazendo desdobramentos marcantes da guerra, como a trágica Batalha da Goela e a dramática invasão de Porto Real. O capítulo ainda vai trazer personagens importantes da saga que ainda não apareceram na série.

Vale lembrar que a quarta temporada de A Casa do Dragão já está confirmada e será a última do programa. O primeiro episódio da terceira temporada da série estreia neste domingo (21), às 22h, na HBO e na HBO Max.

Quer saber mais sobre a guerra que quase destruiu os Targaryen? Veja o nosso guia Verdes e Pretos: quem é quem na guerra de A Casa do Dragão para mais detalhes.

Leia a matéria no Canaltech.

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8 formas de assinar o Gemini mais barato ou de graça

Muita gente pensa no AI Pro quando fala em Gemini pago, mas a verdade é que o Google já tem uma opção mais acessível, o AI Plus, além de alguns caminhos que podem ajudar a gastar menos. Em alguns casos, dá até para aproveitar recursos avançados sem pagar nada por um tempo.

Também existe uma diferença importante entre usar o Gemini e assinar um plano com Gemini. Qualquer pessoa com uma Conta Google pode acessar a versão gratuita da IA. Já os planos pagos adicionam limites maiores, armazenamento em nuvem, recursos avançados e integrações extras com os serviços da empresa.

Vale esclarecer que esta lista não reúne “hacks” nem gambiarras. Todas as opções são oficiais e dependem de promoções, regras de elegibilidade ou benefícios institucionais.

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A seguir, confira:

  • 8 maneiras de pagar mais barato no Gemini
  • O que você precisa saber antes de tentar economizar no Gemini?
  • Vale a pena pagar pelo Gemini?

8 maneiras de pagar mais barato no Gemini

Veja 8 maneiras de pagar mais barato ou usar o Gemini de graça:

  1. Use o Gemini gratuito antes de pagar qualquer plano
  2. Assine o Google AI Plus em vez do AI Pro
  3. Divida o plano do Gemini com a família
  4. Resgate o Google AI Plus pelo Itaú
  5. Aproveite promoções em celulares Samsung
  6. Avalie se o Google AI Plus de 2 TB compensa
  7. Use alternativas educacionais pela faculdade ou universidade
  8. Considere pacotes com operadoras

1. Use o Gemini gratuito antes de pagar qualquer plano

Antes de assinar qualquer plano, vale testar a versão gratuita do Gemini. Para quem usa IA apenas para escrever textos simples, organizar ideias, resumir conteúdos leves ou tirar dúvidas do dia a dia, ela pode ser suficiente.

A principal vantagem é evitar pagar por limites e recursos que talvez nunca sejam utilizados. O Gemini gratuito não substitui o AI Plus ou o AI Pro para quem precisa de mais capacidade, Deep Research ou integrações avançadas, mas atende bem ao uso casual.

2. Assine o Google AI Plus em vez do AI Pro

Hoje, o Google AI Plus é o plano pago mais barato do Gemini disponível no Brasil. Ele custa R$ 24,99 por mês, oferece 400 GB de armazenamento e entrega limites maiores do que a versão gratuita, sendo uma opção interessante para quem quer acessar mais recursos sem gastar muito.

Já o Google AI Pro custa R$ 96,99 por mês e é voltado para usuários mais exigentes. Além de oferecer 5 TB de armazenamento, ele traz limites mais altos e recursos avançados que fazem mais sentido para quem usa IA com frequência ou precisa de maior capacidade.

Gemini
Existem formas de pagar menos pelo Gemini ou até usar a IA do Google de graça por um período. (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

3. Divida o plano do Gemini com a família

O Google permite compartilhar a assinatura do Google One com até cinco pessoas da família. Segundo a empresa, os benefícios, armazenamento e créditos de IA podem ser compartilhados, desde que os membros estejam no mesmo país do administrador.

Assim, um AI Plus de R$ 24,99 dividido entre seis pessoas teria um custo teórico de aproximadamente R$ 4,17 por pessoa. No AI Pro, que custa R$ 96,99 por mês, o valor cairia para cerca de R$ 16,17 por integrante.

Como o administrador controla o plano e alguns benefícios são compartilhados, o ideal é usar essa alternativa apenas com familiares ou pessoas de confiança.

4. Resgate o Google AI Plus pelo Itaú

Clientes elegíveis do Itaú podem conseguir até 12 meses de Google AI Plus sem custo adicional. O benefício aparece no programa Minhas Vantagens para pessoas físicas e também em Mais Vantagens para clientes PJ a partir do nível 3. O próprio banco informa uma economia de cerca de R$ 299.

Como a oferta pode depender do nível e do segmento da conta, nem todos os clientes necessariamente terão acesso. Para quem for elegível, pode ser uma das maneiras mais simples de usar o AI Plus por R$ 0 durante um ano.

5. Aproveite promoções em celulares Samsung

A Samsung oferece seis meses gratuitos de Google AI Pro para compradores de alguns aparelhos participantes. Nos Galaxy Z Fold7, Z Flip7 e Z Flip7 FE, por exemplo, a promoção vale para compras feitas entre 21 de julho de 2025 e 20 de junho de 2026, com resgate até 20 de julho de 2026.

Como o AI Pro custa R$ 96,99 por mês, os seis meses gratuitos representam uma economia de aproximadamente R$ 581,94. Mas a promoção deve ser vista como um bônus para quem já pretende comprar um dos aparelhos, e não como motivo principal para investir em um smartphone mais caro.

É importante se atentar à renovação automática. Segundo a própria Samsung, a cobrança mensal começa automaticamente após o fim do período promocional caso a assinatura não seja cancelada a tempo.

App Gemini
Clientes elegíveis do Itaú podem obter até 12 meses de Google AI Plus sem custo. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

6. Avalie se o Google AI Plus de 2 TB compensa

Quem já paga o armazenamento no Google One pode encontrar uma alternativa interessante no AI Plus de 2 TB. Na App Store aparecem as seguintes opções de:

  • Google AI Plus com 400 GB por R$ 24,99 por mês;
  • Google AI Plus com 2 TB por R$ 49,99 por mês;
  • Google AI Pro com 5 TB por R$ 96,90 por mês.

Se você já paga por armazenamento separado, talvez faça sentido migrar para um pacote com IA e nuvem no mesmo plano. Como os nomes e a disponibilidade podem variar conforme a conta, a plataforma e a loja utilizada, vale conferir no app do Google One ou do Gemini.

7. Use alternativas educacionais pela faculdade ou universidade

A oferta gratuita individual para estudantes no Brasil terminou em outubro de 2025, mas ainda existem caminhos institucionais. Por exemplo, as universidades e escolas que utilizam Google Workspace for Education podem disponibilizar o Gemini for Education, NotebookLM e Gemini na Sala de Aula para os alunos.

Além disso, existem licenças educacionais específicas para instituições. Por isso, os estudantes e professores podem procurar a secretaria, o setor de TI ou o portal acadêmico para descobrir se a instituição oferece acesso ao Gemini.

8. Considere pacotes com operadoras

Uma das formas de ter acesso ao Gemini mais barato é aproveitar as parcerias com operadoras de celular. No Brasil, os clientes da Vivo Controle, Controle, Pós-pago, Fibra e Vivo Total tem acesso liberado ao Google AI Plus.

Dependendo do plano contratado, o acesso pode ser gratuito por 6 ou até 12 meses. Após esse período, a assinatura é renovada por um valor reduzido em comparação à contratação direta pelo Google.

Além do acesso ao Gemini com recursos avançados, a parceria inclui armazenamento em nuvem expandido (400 GB) e integração com outras ferramentas, como NotebookLM e Deep Research.

App Gemini
A Vivo Empresas oferece pacotes com Google Workspace e Gemini incluídos a partir de R$ 49 por usuário ao mês. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

O que você precisa saber antes de tentar economizar no Gemini?

Nem toda promoção é uma boa oportunidade para todos os perfis. Comprar um celular caro apenas pelo período grátis do Gemini raramente compensa. Já os benefícios oferecidos por bancos podem depender do tipo de conta e do nível do cliente. Enquanto que promoções estudantis antigas ainda podem aparecer nos buscadores mesmo depois de expiradas.

Além disso, planos empresariais e educacionais dependem da organização à qual o usuário está vinculado. Também é importante prestar atenção à renovação automática para evitar cobranças após o período gratuito.

Vale a pena pagar pelo Gemini?

A resposta depende do perfil de uso. Para a maioria das pessoas físicas, o AI Plus de R$ 24,99 por mês ou o compartilhamento familiar tendem a ser os caminhos mais acessíveis.

Os clientes elegíveis do Itaú podem até zerar esse custo por um período. Já estudantes e professores têm mais chances de conseguir acesso por meio de universidades e instituições de ensino.

Para empresas, MEIs e equipes, soluções como Vivo Empresas e licenças corporativas ou educacionais podem representar alternativas mais interessantes do que contratar serviços separados.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber quanto custa assinar todas as IAs no Brasil.

Leia a matéria no Canaltech.

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Pilha para controle, mouse e relógio: saiba qual tipo dura mais em cada aparelho

Nem toda pilha dura igual, e o motivo está menos na marca e mais no tipo de aparelho em que ela é usada. Controles remotos, mouses e relógios têm padrões de consumo bem diferentes, o que impacta diretamente na autonomia.

Segundo Douglas Muniz, gerente de produtos da Elgin, o fator principal é justamente esse perfil de uso. Uma pilha que dura meses em um controle remoto pode ter desempenho bem inferior em dispositivos mais exigentes, como mouses sem fio.

"Uma pilha que entrega meses de autonomia em um controle remoto pode falhar rapidamente em um microfone profissional, e o oposto também acontece", explica o especialista.

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Cada aparelho tem uma necessidade diferente

A diferença central está na forma como cada dispositivo consome energia. Controles remotos passam a maior parte do tempo sem uso e exigem pequenas quantidades de energia apenas no momento do acionamento dos botões.

Já teclados e mouses sem fio trabalham por períodos longos e com consumo constante. Há ainda equipamentos com exigência de picos de corrente elevados, como microfones de lapela, sistemas de áudio profissional e algumas ferramentas elétricas.

Fechaduras eletrônicas e alarmes também merecem atenção. Apesar do baixo consumo médio, essas tecnologias precisam funcionar imediatamente logo após o acionamento pelo usuário. Por isso, a tecnologia adequada varia conforme a aplicação.

Qual pilha usar em cada situação?

Para controles remotos e outros aparelhos de uso esporádico, as pilhas recarregáveis com porta USB-C aparecem como uma alternativa prática. Elas recebem carga diretamente com o mesmo cabo utilizado em celulares.

Pilhas recarregáveis são pouco recomendadas para controles remoto (Imagem: Imagem gerada por IA/Gemini)

A recomendação também vale para teclados e mouses sem fio. Esses periféricos se beneficiam da recarga simples e da estabilidade de tensão oferecida por esse tipo de tecnologia.

Já em ambientes corporativos e equipamentos profissionais, a tendência é utilizar pilhas ultra alcalinas ou recarregáveis desenvolvidas para aplicações exigentes. O usuário deve seguir sempre as especificações do fabricante.

Nem sempre a marca faz a diferença

Um dos grandes mitos entre consumidores é acreditar na durabilidade superior de uma marca específica em relação às concorrentes. Segundo Muniz, comparações técnicas mostram uma diferença entre fabricantes bem menor do que a percepção criada pela publicidade.

O que muda de forma significativa, na verdade, é a tecnologia utilizada. "O caminho seguro para o consumidor é comparar produtos da mesma tecnologia e recorrer a testes independentes antes de decidir", afirma.

Isso explica o motivo de uma pilha ultra alcalina apresentar desempenho superior ao de uma pilha comum de zinco. O salto de qualidade acontece mesmo sob comparação de marcas diferentes.

Recarregável nem sempre é a melhor opção

Outro equívoco frequente é acreditar na opção recarregável como a escolha sustentável definitiva. Elas fazem sentido em dispositivos de uso frequente, como mouses e teclados sem fio do dia a dia.

Contudo, não representam a alternativa ideal para equipamentos com longos períodos sem utilização. Nesses casos, a autodescarga exige uma nova recarga antes mesmo de o aparelho voltar ao uso normal na casa.

"Em alguns cenários de consumo muito baixo, uma alcalina de qualidade pode ter vida útil superior ao ciclo de uso da recarregável. A sustentabilidade real depende do casamento entre tecnologia e perfil de uso", conclui Muniz.

Entenda, também, qual é a diferença entre pilha e bateria.

Leia a matéria no Canaltech.

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Preview Control Resonant | Hack 'n' slash mostra evolução da Remedy

Testamos de forma antecipada o novo Control Resonant, projeto da Remedy Entertainment que promete elevar ainda mais o patamar de suas franquias. Agora mais próximo de um jogo de ação, o título tem como principal objetivo mostrar o “outro lado da moeda”: Dylan, irmão de Jesse — protagonista do primeiro jogo.

Mesmo em poucas horas, tivemos a oportunidade de ver uma grande parte de como o estúdio deseja entregar a aventura aos fãs de seu universo e, pela primeira vez desde o início do desenvolvimento, o teste foi realizado com as versões de PC (porém, com o uso de controle DualSense).

Com isso em mente, afirmo que fazia muito tempo que não me divertia com um game como Control Resonant. Ouso dizer que, desde Devil May Cry 5, não via mecânicas de hack ‘n’ slash e exploração serem tão bem utilizadas. Mesmo que o projeto não esteja finalizado, ao menos ele expressa um grandíssimo potencial.

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A ação de Control Resonant

Ainda que o estúdio identifique a experiência como ação e aventura, elementos de hack ‘n’ slash existem aos montes. A horda de inimigos, os combos, a forma como você pode mudar de armas conforme aperta os botões e o ritmo que toda a ação desenrola na tela. Só faltou aparecer um “SSS+” na tela ao fim de cada luta.

Imagem de Control Resonant
A cada abate em Control Resonant, esperei por uma nota aparecer como em Devil May Cry (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Basicamente todo o modo que Dylan batalha é personalizado de forma que te atenda melhor. Há um espaço, que podia ser visitado a qualquer momento durante o teste, em que você configura a arma leve, arma pesada, defesas, habilidades especiais e tudo mais que encontra em Control Resonant.

Este “espaço mental” é muito similar ao de Saga Anderson, de Alan Wake II, inclusive. Contudo, ao invés de estudar e analisar os fatos, serve para aprimorar ainda mais o protagonista da aventura — com espaço até para testá-las em ação sem penalidades no gameplay. 

Os chefões brilham demais

Na oportunidade, pudemos enfrentar dois chefões de Control Resonant — com propostas diferentes. O primeiro te encara dentro de uma praça aberta, o que mostra como você pode reagir quando não se tem espaço nenhum para se esconder. Isso, obviamente, ressalta sua capacidade de desviar e contra-atacar.

Já o segundo te confronta em uma área mais ampla, com prédios e espaços para cobertura. No entanto, a arena está lotada de inimigos e você precisa se preocupar com tudo simultaneamente. Ambos trazem um excelente desafio e dão a sensação que encara uma aventura épica, ao seu próprio modo.

Algo bacana disso tudo é que pudemos testar três trechos inteiros: o início da aventura, com as primeiras horas do título; uma fase mais avançada dentro da cidade de Nova York tomada por criaturas e monstros e, por fim, uma área subterrânea totalmente corrompida pelas anormalidades. 

Imagem de Control Resonant
Um dos chefões do trailer também é o primeiro que você encara no game (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

O primeiro confronto ocorre já no começo, após você ter uma noção completa dos comandos e ação com Dylan. Já o segundo acontece apenas no fim do estágio mais adiante de Control Resonant — o qual os desenvolvedores revelaram que encontraríamos em cerca de 4 a 5 horas de gameplay.

Se as batalhas contra oponentes menores, como figuras vampirescas e demônios já agradam bastante, assim como o tão temido ônibus corrompido, os chefões elevam bastante o patamar e oferecem um desafio e tanto. Seja de resistência, de movimentações ou de inteligência, terá um equilíbrio de dificuldade com a sua habilidade.

Cuidado sob controle

Mesmo sem recursos como o path tracing e outros ajustes gráficos, Control Resonant já impressiona. O estilo artístico da Remedy Entertainment brilhou ali, com prédios “dobrados”, subterrâneo cheio de nuances visuais e elementos que formam padrões ao redor de toda a cidade. Você com certeza vai parar em um momento ou outro para admirar os cenários.

A decisão de contrastar a horda de monstros, com seus ataques geralmente de cor vermelha, em meio a uma cidade escura e cheia de corrupção, me soou como um acerto e tanto. É como se me dissesse que a única coisa colorida que saía daquele ambiente “morto” não traria esperança, mas sim morte. O impacto visual é notório. 

Em alguns trechos, em particular, também notei um grande cuidado com o modo que nós e Dylan enxergaríamos todo esse universo. Control Resonant faz um excelente trabalho em mostrar que nada daquilo é “estranho” para o personagem, enquanto para nós são momentos impressionantes.

Como dito, testamos o game no PC que seguia com algumas configurações já pré-estabelecidas. Não tinha path tracing ainda, mas seguia em 4K, ray tracing acionado e a tecnologia DLSS no modo performance — o que se mostrou algo já incrível, mesmo distante do lançamento.

Imagem de Control Resonant
Control Resonant é um verdadeiro espetáculo visual, mesmo ainda sem path tracing (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Não é para menos, o computador estava equipado com uma placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 5090 Founders Edition. Não foi comentado sobre o que GPUs de menor poder, como as RTX 30 e 40, mostrarão daquilo que vimos no teste, mas apontam a recomendação de uma RTX 3070 e Radeon RX 6700 XT em diante. 

Por fim, o estúdio nos permitiu jogar uma build legendada e a tradução está em um nível muito similar ao que foi encontrado em Alan Wake II e Control. Isso ajudou a ressaltar o carisma de Dylan, que é um “peixe fora d’água” no mundo real. No lançamento, ele terá dublagem também em PT-BR.

Foco em opções

A proposta de Control Resonant é trazer ainda mais opções do que qualquer game da Remedy. Não digo apenas do modo como você configura a sua árvore de habilidades ou equipa as técnicas especiais, mas também dos modos distintos de se derrubar um inimigo, limpar áreas e completar suas missões.

Não que existam múltiplas opções, já que no fim a tarefa é a mesma: derrubar tudo enquanto perde a menor quantia de HP possível no processo. Porém, com o ambiente aberto e cenários corrompidos, tudo isso ganha camadas extras. A forma como usa o cenário e recupera sua saúde com a energia deixada pelos oponentes são partes essenciais do gameplay.

Toda a liberdade me surpreendeu bastante e mostrou que a Remedy não está de brincadeira com o novo projeto. Se Quantum Break e Control foram disruptivos, enquanto Alan Wake II teve um visual que encantou milhões ao redor do mundo, Control Resonant mostrou em poucas horas que tem capacidade e potencial de entregar as duas características em um game só.

Uma das maiores promessas de 2026

Claro que nunca se pode cravar nada sem ver o resultado final de uma experiência, mas o teste conseguiu me convencer de que o estúdio joga a sério com o novo lançamento. Eles sabem que vão encarar Marvel’s Wolverine e Onimusha: Way of the Sword no mês de setembro, então trazem algo de um impacto equivalente.

Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)

O resultado deste embate é incerto, mas que Control Resonant tem um grande potencial de atropelar os dois é inegável. Mecânicas de combate divertidas, gráficos de ponta, protagonista carismático e uma cidade inteira à beira de um colapso paranormal é uma boa mistura de ingredientes, diga-se de passagem.

Se você curte títulos como Devil May Cry V e os God of War clássicos, é nesta experiência que deve ficar de olho. A Remedy Entertainment pode não ser conhecida por vender milhões de unidades e ser extremamente popular, mas vale lembrar que todos os seus últimos games lançados são de uma qualidade ímpar. Alan Wake II, inclusive, concorreu ao Jogo do Ano em 2023.

O fim do ano pode estar apertadíssimo por conta do lançamento de GTA 6, mas se vai apostar suas fichas em outro game, eu recomendo que pense com carinho em Control Resonant. Tudo o que mostraram, tanto em vídeos quanto em testes, mostram que eles buscam o seu “arrasa-quarteirões”. O coelho na cartola da desenvolvedora chegará ao PS5, XBOX Series e PCs em 24 de setembro de 2026. 

Vale notar que, além da data de lançamento, a Remedy lançará Control Resonant com preço baratíssimo. Aproveite!

Leia a matéria no Canaltech.

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O que a investigação já sabe sobre os 10 alertas da Defesa Civil

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional desativou a plataforma Defesa Civil Alerta à 1h30 da madrugada deste sábado (20) após o registro de dez alertas enviados sem autorização para aparelhos celulares em diversas regiões do Brasil. A Polícia Federal foi acionada para investigar a origem dos disparos.

De acordo com o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, em informações divulgadas pela CNN Brasil, os envios ocorreram na transição de sexta-feira para sábado. O sistema registrou nove emissões por meio da tecnologia Cell Broadcast e uma por SMS. O formato Cell Broadcast exibe alertas sobrepostos na tela de dispositivos conectados a redes 4G ou 5G com base na localização das antenas. O modelo por SMS utiliza uma base de números previamente cadastrados.

Conteúdo e origem das mensagens

As mensagens enviadas aos aparelhos acionaram avisos sonoros e apresentaram o termo "misantropi4" nos textos exibidos. Segundo Wolff, o primeiro alerta teria sido emitido a partir de Curitiba, no Paraná, por meio de um cadastro criado no sistema. A origem dos acessos ainda é investigada.

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Os avisos chegaram a aparelhos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Mato Grosso do Sul, Acre, Paraná e no Distrito Federal. O secretário afirmou que os envios atingiram milhões de pessoas em razão do alcance da tecnologia utilizada. Segundo ele, os indícios apontam para um crime cibernético e para uma invasão realizada por pessoas sem acesso regular ao sistema.

As contas utilizadas nos envios foram bloqueadas pela equipe de tecnologia da informação do ministério após a identificação das ocorrências. O retorno do sistema de alertas depende da conclusão da troca de credenciais e da revisão dos mecanismos de acesso à plataforma. Não há previsão para a reativação.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que as mensagens enviadas durante a madrugada não partiram das autoridades responsáveis pelo sistema. Em comunicado, a agência orientou os usuários a desconsiderarem os alertas.

Veja também como funciona o sistema de alertas da Defesa Civil utilizado em celulares.

Leia a matéria no Canaltech.

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Review Volkswagen T-Cross Extreme: versão top é ótima, exceto por um detalhe

O Volkswagen T-Cross Extreme, versão topo de linha do SUV compacto mais vendido do Brasil, já está há pouco mais de um ano no mercado e, recentemente, ficou um tempinho nas mãos do CT Auto para passar por uma minuciosa avaliação.

A missão principal foi descobrir, enfim, o que a variante mais cara da família ainda tem a oferecer para conseguir se destacar em meio a um segmento cada vez mais competitivo, principalmente após a chegada das marcas chinesas e seus modelos eletrificados.

Depois de rodar alguns dias ao volante do T-Cross Extreme, tanto em perímetro urbano quanto em rodovias, foi possível detectar o óbvio: a versão top do SUV compacto é ótima, mas tem um detalhe que, para muita gente, o coloca um passo atrás na briga contra BYD, GWM, Geely, Omoda & Jaecoo e companhia.

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Confira, então, nossas impressões no review completo do Volkswagen T-Cross Extreme.

Volkswagen T-Cross Extreme é versão topo de linha do SUV compacto (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

Prós

  • Pacote tecnológico
  • Conjunto mecânico confiável
  • Dirigibilidade

Contras

  • Ausência de eletrificação
  • Preço elevado

Quais os diferenciais do T-Cross Extreme?

O que pode levar um consumidor a optar pelo Volkswagen T-Cross Extreme na hora de buscar por um novo SUV compacto? A resposta “seca” para essa pergunta é, na verdade, bem simples: a confiabilidade que o conjunto mecânico e que a marca, como um todo, entregam.

Não dá para negar que a Volkswagen continua resistindo bravamente à ofensiva de marcas chinesas muito por conta da confiança que a marca construiu no mercado brasileiro desde que chegou por aqui, há pouco mais de 70 anos. E o T-Cross Extreme não abriu mão dessa receita.

T-Cross Extreme é versão topo de linha do SUV compacto da Volkswagen (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)

O excelente conjunto mecânico é formado pelo motor 250 TSI (1.4 turbo flex de 150 cv de potência e 25,5 kgf/m de torque) e pelo câmbio automático de 6 velocidades. Embora não ofereça eletrificação, ele segue extremamente honesto e eficiente, com detalharemos mais abaixo.

Além da parte mecânica, a versão topo de linha justifica sua posição na “árvore genealógica” do T-Cross pelo pacote de recursos e acessórios, que é bastante completo para o segmento. O Extreme tem duas telas digitais, carregador de smartphone por indução, recursos do sistema ADAS e um teto solar panorâmico que dá um charme todo especial à cabine.

Pacote de recursos e acessórios do T-Cross Extreme é bem completo (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)

Os detalhes na cor laranja, tanto na carroceria quanto na cabine, além da logotipagem exclusiva, colaboram para diferenciar o T-Cross Extreme das demais versões do SUV. A pintura fosca, na cor Verde Oliver, porém, não pôde ser apreciada pelo CT Auto, já que a unidade emprestada ao Canaltech foi na cor branca. O teto biton, porém, completou o visual mais ousado do modelo. 

"O T-Cross Extreme segue a receita de sucesso da Volkswagen, mas tem um grande "porém"."

— Paulo Amaral

Como anda o T-Cross Extreme?

Sob o capô, o motor 250 TSI, 1.4 turbo flex de 150 cv, o mesmo que equipa outros carros da Volkswagen, como o recém-testado Nivus GTS, entrega o que promete: ótima aceleração, retomadas vigorosas e consumo de combustível “honesto” para um carro sem qualquer nível de eletrificação.

Nos testes com o CT Auto, o T-Cross Extreme andou no limiar dos números oficiais do Inmetro, com média de 8,4 km/l no etanol em consumo misto, cerca de 0,3 acima da aferição do órgão. Não chegamos a abastecer o SUV com gasolina, mas, de acordo com o PBEV, ele pode entregar entre 11,7 e 14 km/l com esse tipo de combustível (cidade e estrada).

A dirigibilidade também não decepcionou. O T-Cross Extreme segue a receita da família, entregando ao motorista uma sensação de segurança que, curiosamente, alguns novatos de marcas chinesas ainda não conseguiram descobrir a receita. E o que isso quer dizer?

Motor 250 TSI, o mesmo do Nivus GTS, entrega o que promete no T-Cross Extreme (Imagens: Paulo Amaral/Canaltecu

Na prática, significa que ao dirigir o T-Cross Extreme você sabe exatamente qual será o comportamento do carro, tanto nas ruas quanto nas rodovias. E ele é perfeitamente equilibrado, tanto pelo acerto de suspensão, que não é excessivamente dura, tampouco mole demais, quanto pela resposta precisa a cada movimento do volante. Uma receita de sucesso que segue válida.

"T-Cross Extreme anda bem e tem consumo honesto, mas falta de eletrificação pode atrapalhar."

— Paulo Amaral

Vale a pena comprar o Volkswagen T-Cross Extreme?

Antes de responder se vale ou não a pena comprar o Volkswagen T-Cross Extreme, convido vocês a ler novamente o título desse review e, enfim, entender o porquê da versão top de linha do SUV ser “ótima, exceto por um detalhe”.

O detalhe que joga contra quem busca por um SUV 0km e coloca o T-Cross Extreme na balança junto com modelos como Jaecoo 7, BYD Song Pro e GWM Haval H6 é, para a imensa maioria, decisivo na hora de fechar negócio: o preço.

A versão topo de linha da família custa, em junho de 2026, entre R$ 186.000,00 e R$ 198.900,00, dependendo da região e do ano/modelo do carro (2025/2026 ou 2026/2026). O valor é mais alto que a versão Elite do Jaecoo 7, SUV híbrido chinês, e compete diretamente com GWM Haval H6 HEV One e BYD Song Pro, todos com eletrificação e mais tecnologia.

T-Cross Extreme custa quase R$ 200 mil e é ótimo, mas não tem eletrificação. Vale a pena? (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

Diante desse cenário, fica a pergunta: vale a pena gastar quase R$ 200 mil em um SUV com excelente mecânica, ótimo pacote tecnológico e com a confiabilidade da Volkswagen na retaguarda, mesmo sem qualquer nível de eletrificação no conjunto mecânico? Essa resposta, caro canaltecher, vai ficar nas mãos de cada um de vocês.

* A unidade do T-Cross Extreme avaliada nesse review foi gentilmente cedida ao Canaltech pela Volkswagen do Brasil.

Leia a matéria no Canaltech.

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Carregar o celular até 100% ou parar nos 80%? Veja o que salva a bateria

Deixar o smartphone na tomada durante a noite inteira é um hábito comum para a maioria das pessoas. Acordar com a carga completa traz uma sensação de segurança para enfrentar o dia de trabalho, mas será que você precisa sempre carregar até o fim?

Os lançamentos mais recentes de marcas como Apple e Samsung trazem uma novidade intrigante. Os sistemas operacionais agora oferecem uma opção para bloquear o carregamento quando ele atinge os 80%.

O que acontece se o celular passa dos 80% de carga?

As baterias de íons de lítio equipam quase todos os eletrônicos modernos e possuem uma zona de conforto ideal. Esse intervalo de funcionamento fica entre os 20% e os 80% da capacidade total.

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Ultrapassar esse limite causa um estresse químico elevado no componente. O esforço necessário para completar os últimos 20% é maior, o que aumenta a geração de calor e acelera o desgaste das células da bateria. 

Esse cenário é agravado pelo uso do carregamento rápido, que naturalmente gera temperaturas mais altas e intensifica a degradação do componente, em especial nessa parcela final da carga 

Uma boa analogia é uma esponja de cozinha. É muito simples absorver a água quando ela está seca, mas reter as últimas gotas para deixá-la totalmente encharcada exige uma pressão imensa.

As fabricantes criaram travas de software justamente para evitar esse desgaste diário. O recurso protege o dispositivo, principalmente para quem mantém o aparelho conectado à tomada por muitas horas seguidas.

Como ativar o limite de carga no iPhone e Samsung?

Nos iPhones mais recentes com iOS 26.5, basta acessar Ajustes > Bateria > Saúde da bateria e Carregamento > Carregamento otimizado para definir o limite de carga. O sistema trava até 80% e volta a carregar acima desse limite quando o usuário precisar do celular. 

Nos smartphones Samsung com One UI 8, o caminho é Configurações > Assistência do Aparelho > Bateria > Proteção da bateria. O sistema oferece duas opções diferentes.

Celulares oferecem proteção para limitar o carregamento e prolongar a vida útil da bateria (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

O modo básico interrompe o carregamento em 100% e só retoma o processo quando a carga cai para 95%, mesmo que o celular siga plugado. No modo básico, o usuário também pode ativar uma opção para interromper a carga quando chegar em 80% e retomar até 100% quando o usuário estiver para acordar. 

Já o máximo permite que o usuário escolha entre 80% e 95% para interromper a carga, com intervalos de 5% em 5%.

Qual é o impacto real na vida útil do aparelho?

A durabilidade de uma bateria depende diretamente dos ciclos de carga. Um ciclo representa uma descarga e uma recarga completas, o que equivale ao uso de 100% da capacidade do componente.

Quem recarrega o celular de zero a 100% todos os dias enfrenta um estresse químico muito alto. Nessa rotina, a saúde do componente cai após um período que varia entre 300 e 500 ciclos.

Isso significa que o telefone apresenta sinais de desgaste em apenas um ou dois anos. Com o carregamento otimizado, o limite sobe para uma média entre 500 e 800 ciclos de uso.

A mudança mais expressiva ocorre com a trava rígida nos 80%. Sob um estresse químico baixo, a vida útil ultrapassa 1.000 ciclos, o que pode ajudar a manter a saúde da bateria por até cinco anos.

Vale a pena limitar a carga do celular?

A restrição para os 80% dobra a longevidade da bateria, mas a escolha depende do seu perfil de uso. Esse ajuste é ideal para quem planeja manter o mesmo smartphone por mais de três anos.

A medida também beneficia pessoas que trabalham em escritórios e possuem fontes de energia sempre por perto. Nesses cenários, a perda imediata de autonomia não prejudica a rotina de trabalho.

Por outro lado, quem substitui o aparelho a cada doze ou vinte e quatro meses deve ignorar a trava. O sacrifício diário de 20% de autonomia não traz vantagens reais para esse consumidor.

A regra também vale para profissionais que passam o dia na rua e necessitam da capacidade máxima de energia. Para esse público, o carregamento otimizado continua como a indicação ideal.

Se você quer se aprofundar mais nesse tema, entenda se usar carregador rápido estraga a bateria, de acordo com especialistas.

Leia a matéria no Canaltech.

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5 séries parecidas com Ted Lasso para assistir antes da temporada 4

Quando Ted Lasso chegou ao catálogo da Apple TV em 2020, ninguém imaginava que a série estrelada por Jason Sudeikis se tornaria um fenômeno global. O sucesso foi tanto que o streaming da Maçã resolveu trazer o programa de volta para uma quarta temporada, que estreia na plataforma em 5 de agosto.

Não precisou de muito para Ted Lasso conquistar o coração do público. Na trama, acompanhamos a jornada do personagem-título, um carismático treinador de futebol americano que é contratado para comandar o AFC Richmond, um time de futebol inglês que passa por vários apertos em competições. Sem ter qualquer experiência no esporte, Ted se junta com a equipe do clube para motivar e treinar os jogadores, contagiando todos com seu carisma e otimismo.

Se, em um primeiro momento, a série chamou a atenção por ter um esporte tão popular na premissa, em outro a trama emocionou o público com mensagens de esperança, gentileza e muito alto astral. Não é à toa que Sudeikis está de volta com o característico bigode do treinador para uma nova aventura na Apple TV.

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Séries parecidas com Ted Lasso

Ted Lasso conseguiu a proeza de juntar o futebol com uma comédia divertida e repleta de momentos emocionantes. Por isso, é muito fácil encontrar produções similares que também trazem personagens cativantes, humor afiado e histórias de superação.

Ted Lasso retorna à Apple TV com sua quarta temporada em agosto (Imagem: Divulgação/Apple TV+).

Pensando nisso, o Canaltech selecionou 5 séries parecidas com Ted Lasso para quem gosta do programa da Apple TV. Confira a seguir o que vale dar o play.

5. Bem-vindos ao Wrexham

Se você é um grande fã de futebol, a série documental Bem-vindos ao Wrexham precisa entrar na sua lista de próximas maratonas. Com direito a uma mensagem de superação semelhante à de Ted Lasso, o programa também foca na ideia de pertencimento e esperança.

Em Bem-vindos ao Wrexham, acompanhamos os atores Ryan Reynolds e Rob McElhenney em uma missão para gerenciar o Wrexham AFC, um dos clubes de futebol mais antigos do mundo, mesmo sem experiência.

Onde assistir: Disney+.

4. Abbott Elementary

Saindo do mundo do futebol e indo para a sala de aula, a série Abbott Elementary também pode conquistar quem gosta de Ted Lasso. Feita no formato de mocumentário, a comédia acompanha a rotina de professores de uma escola pública que enfrentam a falta de recursos e um sistema burocrático para formar seus alunos.

Premiada na indústria televisiva, Abbott Elementary também conta com um ambiente de trabalho disfuncional como a série da Apple TV, além do compromisso em equipe para alcançar um objetivo. A mensagem de otimismo também é marca registrada do programa.

Onde assistir: Disney+.

3. The Good Place

Para quem gosta do lado mais emocional e reflexivo de Ted Lasso, a série The Good Place também é uma boa pedida para uma maratona no streaming.

Com apenas quatro temporadas, o programa acompanha Eleanor (Kristen Bell), uma mulher egocêntrica que morre e é enviada para o lado bom do Além, onde ela precisa se esforçar para ser uma pessoa melhor. A premissa é o ponto de partida para discussões filosóficas e éticas sobre a vida, além de contar com personagens carismáticos e um humor inteligente.

Onde assistir: Netflix.

2. Trying

Uma sugestão não tão conhecida para quem gosta de Ted Lasso é a série Trying. Com quatro temporadas e uma quinta a caminho, o programa acompanha Nikki (Esther Smith) e Jason (Rafe Spall), um casal que tenta construir uma família por meio da adoção, entrando em um mundo repleto de desafios.

Trying é aquele tipo de série que deixa o coração quentinho com uma trama mais delicada e acolhedora, explorando temas familiares com muito humor britânico e episódios leves.

Onde assistir: Apple TV.

1. Falando a Real

Dos mesmos criadores de Ted Lasso, a dramédia Falando a Real é mais uma sugestão para quem curte o programa de Jason Sudeikis. Estrelada por Jason Segel e Harrison Ford, a trama acompanha um terapeuta em luto que começa a ser brutalmente honesto com seus pacientes, uma decisão que vira sua vida e a de pessoas próximas de cabeça para baixo.

Ao longo de sua jornada na TV, Falando a Real tem conquistado o público ao equilibrar seu humor ácido com uma história sobre amadurecimento, desenvolvimento pessoal e conexões humanas.

Onde assistir: Apple TV.

Semelhantes, mas únicas

Embora as séries citadas contem com temas e formatos parecidos com Ted Lasso, cada uma delas possui características únicas que conversam como todo o tipo de público, sem necessariamente usar o futebol como base.

Para quem quer continuar se aventurando pelo catálogo do streaming da Maçã, aproveite para conhecer os 10 melhores filmes e séries originais da Apple TV para maratonar.

Leia a matéria no Canaltech.

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Starlink no caminhão ou motorhome: quanto custa a liberdade de conexão?

A busca por conexão estável durante viagens longas mudou com a chegada da internet via satélite. Motoristas de caminhão e donos de motorhome agora encontram na tecnologia da SpaceX uma alternativa para manter o sinal ativo em áreas isoladas. 

O kit de viagem com a antena Starlink Mini surge como o principal aliado para quem vive na estrada.

Custos do serviço e do hardware

O investimento inicial foca na aquisição do equipamento. No site oficial da empresa, a antena Starlink Mini custa R$ 799, uma taxa paga apenas uma única vez pelo hardware. Entretanto, é bem comum encontrar o produto em promoção por até R$ 500. Após a compra do aparelho, o usuário escolhe a modalidade de assinatura mensal que atende suas necessidades de consumo.

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Existem duas opções principais para quem deseja mobilidade. O plano com limite de 100 GB de tráfego de dados sai por R$ 339 mensais. Para quem necessita de conexão constante sem interrupções ou preocupação com franquia, o plano ilimitado tem o valor de R$ 619 por mês.

Acessórios essenciais para veículos

Para fixar e utilizar o sistema em carros, caminhões ou motorhomes, a Starlink vende itens adicionais em sua plataforma. Conforme as informações oficiais de suportes e acessórios da marca, o chamado kit mobilidade oferece ferramentas que garantem a segurança do equipamento com o veículo em movimento.

O adaptador para carros custa R$ 385 e serve para ligar o dispositivo diretamente no veículo. Já o suporte para mobilidade tem o preço de R$ 225 e auxilia na fixação externa. Caso o usuário precise de maior alcance de sinal interno, o Mini Roteador oficial é vendido por R$ 530.

Starlink Mini tem design portátil e é ótima para usar no carro (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Na ponta do lápis: tabela geral de custos

Para facilitar o planejamento financeiro da sua próxima viagem, reunimos todos os valores regulamentares praticados pela Starlink. Os custos são divididos entre investimentos únicos (equipamento e acessórios) e despesas recorrentes (mensalidades).

Categoria Item Frequência do Gasto Frequência do Gasto
Equipamento Antena Starlink Mini Pago uma única vez R$ 799
Acessórios Adaptador para carros Pago uma única vez R$ 385
Acessórios Suporte para mobilidade Pago uma única vez R$ 225
Acessórios Mini Roteador Pago uma única vez R$ 530
Plano de Internet Plano de Viagem (100 GB) Mensalidade R$ 339
Plano de Internet Plano de Viagem (Ilimitado) Mensalidade R$ 619

Caso o usuário opte por comprar a antena com todos os acessórios de mobilidade disponíveis na loja, o investimento inicial em hardware será de R$ 1.939, sem contar o valor da mensalidade. 

Com o plano básico, o valor inicial total sobe para R$ 2.278, enquanto o plano ilimitado aumenta o custo base para R$ 2.558. 

Como economizar na compra

Quem busca economizar na aquisição do hardware pode monitorar o mercado de ofertas. A versão compacta da antena costuma receber reduções de preço significativas fora do canal oficial em determinados períodos do ano.

A antena Starlink Mini já apareceu no Canaltech Ofertas por R$ 650. Em ocasiões especiais, o valor do equipamento atingiu a marca de R$ 530. Para encontrar esses valores competitivos e garantir descontos reais, vale a pena acompanhar de perto as atualizações do Canaltech Ofertas.

Atualmente, o serviço de internet da Starlink tem se mostrado útil não só para motorhomes, e também é uma opção para funcionar direto no smartphone, com um plano de celular com suporte à rede. 

Leia a matéria no Canaltech.

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Tablet substitui o caderno na escola? Veja prós, contras e qual comprar

Durante décadas, a rotina escolar seguiu praticamente a mesma fórmula: mochila, livros, penal e uma pilha de cadernos. Nos últimos anos, porém, os tablets começaram a ganhar espaço nas salas de aula e passaram a assumir funções que antes pertenciam exclusivamente ao papel.

Com uma caneta stylus e alguns aplicativos de anotações, um único dispositivo pode armazenar todas as matérias, apostilas, exercícios e trabalhos do estudante. A praticidade é inegável, mas isso não significa que o caderno tenha se tornado obsoleto.

Na prática, a resposta depende mais do perfil de uso do que da tecnologia.

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O que o tablet faz melhor

O principal atrativo está na conveniência. Em vez de carregar vários cadernos ao longo do dia, o aluno leva praticamente todo o material escolar em um único equipamento.

A organização também costuma ser um diferencial. Aplicativos de notas permitem separar conteúdos por disciplina, criar pastas, adicionar imagens, destacar trechos importantes e localizar informações em poucos segundos.

A caneta stylus também ajuda a aproximar a experiência digital da tradicional. Hoje, já é possível escrever, fazer esquemas, resolver exercícios e até corrigir anotações de forma bastante intuitiva.

Tablet com caneta stylus é uma boa opção para estudantes (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

Outro ponto importante é a integração com outros conteúdos. PDFs, livros digitais, apresentações e documentos ficam acessíveis no mesmo ambiente, sem a necessidade de alternar entre diferentes dispositivos ou carregar mais peso na mochila.

Nem tudo são vantagens

Apesar da praticidade, os tablets trazem desafios que o papel simplesmente não possui.

O mais óbvio deles é a distração. O dispositivo usado para fazer anotações é o mesmo que oferece acesso a vídeos, redes sociais, jogos e aplicativos de mensagens. Em muitos casos, manter o foco exige mais disciplina do que abrir um caderno sobre a mesa.

A bateria também entra na conta. Enquanto um caderno funciona a qualquer hora, o tablet depende de carga suficiente para atravessar o dia de aula. Com um uso intenso, será necessário carregá-lo todo dia ou a cada dois dias. 

O investimento inicial é outro fator relevante. Além do aparelho, muitos estudantes optam por acessórios como canetas stylus e capas com teclado. Dependendo da configuração escolhida, o valor pode superar com folga o custo de vários anos de material escolar convencional.

Também existe a questão da adaptação. Algumas pessoas se acostumam rapidamente à escrita digital. Outras continuam preferindo a sensação do papel, mesmo após meses de uso.

LCD ou e-ink: qual tela faz mais sentido?

Quem pretende estudar por muitas horas também encontra outra escolha importante: o tipo de tela.

Os tablets convencionais utilizam painéis LCD ou OLED. Eles oferecem cores vibrantes, melhor reprodução de vídeos e desempenho superior para aplicativos mais exigentes. Para quem busca versatilidade, essa ainda é a opção mais completa.

Por outro lado, essas telas emitem luz diretamente para os olhos. Depois de longos períodos de leitura ou escrita, parte dos usuários relata desconforto ou fadiga visual.

Os dispositivos com tela e-ink seguem um caminho diferente. A tecnologia tenta reproduzir a aparência do papel e prioriza leitura, escrita e anotações.

A experiência costuma agradar quem passa horas lendo textos, mas há limitações. A navegação é mais lenta e recursos multimídia ficam em segundo plano. Para assistir aulas em vídeo, por exemplo, os tablets tradicionais continuam mais adequados.

Afinal, vale a pena trocar o caderno?

Para muitos estudantes, sim. A combinação de organização, praticidade e acesso rápido ao conteúdo faz do tablet uma alternativa bastante eficiente para acompanhar a rotina escolar. Com os aplicativos certos, ele consegue substituir boa parte das funções de um caderno tradicional.

Isso não significa que a troca faça sentido para todo mundo. Quem valoriza simplicidade, não quer se preocupar com bateria ou prefere escrever no papel ainda encontra bons motivos para continuar com o método tradicional.

Tablets com tela e-ink também são boas opções para leituras e estudos (Imagem: Divulgação/Onys Boox)

No fim, a melhor escolha não depende apenas do dispositivo. Ela depende da forma como cada estudante aprende, organiza os estudos e utiliza a tecnologia no dia a dia.

Qual modelo comprar?

A escolha do tablet ideal depende do orçamento e do tipo de uso. Para quem pretende substituir o caderno, vale prestar atenção não apenas no aparelho, mas também nos acessórios necessários para escrever, fazer anotações e até digitar trabalhos.

iPad 11 (11ª geração)

O iPad 11, modelo mais recente da Apple, é uma das opções mais completas para estudantes que já utilizam produtos da marca. Ele conta com tela Liquid Retina de 11 polegadas, chip A16 Bionic e armazenamento a partir de 128 GB.

O ponto de atenção está nos acessórios. O iPad não acompanha caneta nem capa com teclado na caixa, então ambos precisam ser comprados separadamente. Isso aumenta consideravelmente o investimento total para quem pretende utilizá-lo como substituto do caderno ou até de um notebook.

Galaxy Tab S10 FE

O Galaxy Tab S10 FE é uma das alternativas mais interessantes para estudo. O tablet traz tela LCD de 10,9 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, processador Exynos 1580 e bateria de 8.000 mAh.

Seu principal diferencial é o pacote de acessórios. A Samsung já inclui a S Pen na caixa e também oferece uma capa protetora. O usuário não precisa gastar mais para começar a fazer anotações logo após a compra. O teclado, porém, continua opcional e deve ser adquirido separadamente.

Canaltech testou o Galaxy Tab S10 FE (Imagem: Léo Müller/Canaltech)

Galaxy Tab S10 Lite

Mais acessível dentro da linha Galaxy Tab S10, o Tab S10 Lite mantém o foco em produtividade e estudos. O modelo oferece tela de 10,9 polegadas, suporte à S Pen e especificações suficientes para atividades escolares, leitura, anotações e consumo de conteúdo.

Assim como o Tab S10 FE, ele acompanha caneta e capa na embalagem. Para quem busca uma experiência próxima à de um caderno digital sem gastar tanto, pode ser uma das opções mais equilibradas da categoria. O teclado também não faz parte do kit.

Redmi Pad SE

Para quem procura um tablet mais barato, o Redmi Pad SE aparece entre as opções mais populares do mercado. O aparelho conta com tela LCD de 11 polegadas com taxa de atualização de até 90 Hz, processador Snapdragon 680 e bateria de 8.000 mAh.

Apesar do preço mais acessível, é importante considerar os custos extras. O modelo não acompanha caneta nem teclado, e esses acessórios precisam ser comprados separadamente. Ainda assim, pode ser uma porta de entrada interessante para estudantes que desejam migrar do papel para o ambiente digital sem fazer um investimento tão alto.

TCL NXTPAPER 11 Plus

A TCL aposta em uma proposta diferente com o NXTPAPER 11 Plus. O tablet conta com tela de 11,5 polegadas e a tecnologia NXTPAPER, que aplica uma camada fosca ao painel para reduzir reflexos e tornar a experiência mais próxima da leitura em papel.

O principal diferencial está justamente no conforto visual. Quando o modo NXTPAPER está ativado, a tela reduz a emissão de luz azul e minimiza o brilho excessivo, o que pode ajudar a diminuir o cansaço visual durante longos períodos de leitura, escrita ou estudo.

NXTPAPER 11 Plus da TCL tem tela fosca como a de um Kindle (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

O modelo também oferece suporte a canetas stylus para anotações e edição de documentos. Dependendo da versão comercializada, porém, os acessórios podem não acompanhar o produto, então vale conferir o conteúdo da embalagem antes da compra.

Se você está pensando em comprar um tablet novo, e quer a melhor opção, não deixe de ler nosso guia de melhor tablet para comprar hoje, de acordo com especialistas do Canaltech. 

Leia a matéria no Canaltech.

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6 empresas de games que já patrocinaram times de futebol

O primeiro pensamento que vem à nossa cabeça quando falamos em futebol e videogames é o EA Sports FC, ou, para os mais íntimos, o "Fifinha". Embora esse mercado seja totalmente dominado pela Electronic Arts, os jogos de futebol foram muito importantes para o crescimento dos consoles, em especial no início da era 3D.

Jogos de esporte, no geral, desempenhavam um papel muito importante para demonstrar o poder técnico de consoles da quinta geração, como o PS1: renderização em 3D, gráficos poligonais, texture mapping e jogabilidade fluida. Títulos como Winning Eleven, FIFA e até mesmo Virtua Striker foram uma febre em lojas e locadoras no Brasil e no mundo.

As empresas de games sabiam da importância desses títulos para o sucesso de seus consoles e não pouparam esforços para trazer esses jogos para seus sistemas, além de investirem no próprio esporte.

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Em clima de Copa do Mundo e dos clássicos de futebol como Ronaldinho Soccer, o Canaltech trouxe uma lista com seis empresas de games que já patrocinaram times de futebol.

6. Nintendo

A Big N, que hoje está um pouco distante do mundo do futebol, já patrocinou um time no início dos anos 90. Visando levar o seu mais novo sistema ao maior número de jogadores possível, a Nintendo fechou uma parceria master de um ano com o clube espanhol Sevilla FC na temporada 92/93.

O uniforme do time estampava 'Super Nintendo' na região do peito, considerada uma das áreas nobres do patrocínio de camisas de times. Por que uma empresa japonesa de videogames patrocinou um clube da Espanha? Existe um excelente motivo. Na época, o craque argentino Diego Armando Maradona atuava no Sevilla, o que garantiu uma exposição mundial ao Super Nintendo.

Nintendo Patrocínio Fiorentina
Nintendo patrocinou clube italiano para fazer frente ao PlayStation (Reprodução/Football Nation)
Nintendo Game Boy Pocket Fiorentina
Edição do Game Boy Pocket da Fiorentina tem apenas 3 mil exemplares (Reprodução/Classic Football Shirts)
Nintendo Patrocínio Sevilla
Nintendo pegou carona com Diego Maradona no Sevilla (Reprodução/Classic Football Shirts)

Outro destaque da Nintendo no futebol foi a parceria com a ACF Fiorentina entre 1997 e 1999 na Série A, uma tentativa de fazer frente ao sucesso do PlayStation no país. Como parte do acordo, a fabricante japonesa lançou uma edição especial do Game Boy Pocket temática da Fiorentina.

5. SEGA

A rival da Big N não ficou para trás e também foi bem ativa no patrocínio de clubes de futebol. A dona do ouriço azul investiu no JEF United Ichihara, da liga japonesa, entre 1992 e 1996. A camisa estampava o Sonic e o logo clássico da marca como primeira e principal patrocinadora.

Após patrocinar times nacionais, a SEGA começou a mirar na Europa para promover o saudoso Dreamcast. Entre 1999 e 2002, a empresa fechou um acordo com o Arsenal, do Reino Unido. Estimativas apontam que a dona do Sonic pagou entre £10 milhões e £12 milhões para levar o seu console de sexta geração ao uniforme do clube londrino.

SEGA patrocínio futebol
SEGA patrocinou clubes da liga de futebol japonesa (Reprodução/ TreasureHuntingSonic, X)
SEGA patrocínio Arsenal
Thierry Henry, ídolo do Arsenal, em partida contra o Manchester United (Reprodução/Premiere League)

Além do Arsenal, a SEGA patrocinou outros três clubes europeus: UC Sampdoria (Itália), AS Saint-Étienne (França) e o RC Deportivo de La Coruña (Espanha).

4. Konami

Outra japonesa engajada com patrocínios de futebol é a Konami, o que não chega a ser uma surpresa. A produtora foi um dos grandes players no segmento de simuladores esportivos e fazia frente ao antigo FIFA da EA. Nessa época, a Konami fechou uma parceria com o São Paulo, que estampou o logo do PES 2019 nos ombros do uniforme do clube paulista.

São Paulo FC foi um clube exclusivo do PES 2019 (Divulgação/Konami)

A empresa voltou a firmar um patrocínio com o clube em 2024, já na era do eFootball. Dessa vez, a japonesa estampou os números nas camisas dos jogadores. A Konami sempre foi muito ativa em patrocínios e acordos devido à sua proximidade com o esporte. Somente no Brasil, foram oito times que se envolveram com a marca.

3. Eidos Interactive

Em uma parceria histórica com o inglês Manchester City, a produtora britânica Eidos Interactive foi uma das poucas companhias ocidentais a patrocinar clubes de futebol. O patrocínio master aconteceu nas temporadas 1999/2000 e 2001/2002, época em que o time da cidade de Manchester exibia o logo do estúdio no peito.

Eidos também ficou famosa pela franquia Deus-EX posteriomente (Divulgação/Manchester City)

Na época, a Eidos colhia todo o sucesso de Tomb Raider e Lara Croft no fim dos anos 90, o que justifica e muito a sua presença no uniforme do City. Ambas as instituições seguiram caminhos parecidos com o passar dos anos: o clube inglês foi adquirido por um grupo do Emirados Árabes em 2008 e se tornou um dos times mais valiosos do mundo, enquanto a Eidos foi comprada pela Square Enix e, posteriormente, vendida para o Embracer Group.

2. Commodore Amiga

Uma das marcas mais importantes do cenário de computadores entre os anos 80 e 90, a Commodore foi responsável por um dos maiores patrocínios a clubes da Europa. A companhia firmou parcerias com times como Chelsea, Bayern de Munique e Paris Saint-Germain para trazer visibilidade internacional para sua linha de computadores, o Amiga.

O Commodore Amiga foi um importante PC para os videogames (Reprodução/Hyperion Entertainment, Amiga Corp.)

Estamos falando de uma das plataformas mais importantes para jogos de computador, com clássicos como Marble Madness, Sensible Soccer, Defender of the Crown, Turrican II, Flashback, Out of This World e Gods. A linha Amiga conseguia replicar a experiência dos arcades em computadores domésticos, algo fundamental para o crescimento do PC gaming.

1. XBOX

O lado verde da força não ficou de fora dos patrocínios de clubes de futebol. Embora o futebol não seja o esporte mais popular dos Estados Unidos, a Microsoft apostou suas fichas e investiu no Seattle Sounders por quase dez anos. A parceria começou em 2008, na era do XBOX 360, momento em que o clube nem estava inscrito na Major League Soccer, a liga de futebol estadunidense.

Patrocínio do XBOX no uniforme do Seattle Sounders
Patrocínio do XBOX no uniforme do Seattle Sounders (Divulgação/MLS)
Patrocínio do XBOX no uniforme do Seattle Sounders
Acordo com Seattle Sounders incluia design de Gears 4 (Divulgação/Seattle Sounders)

O logotipo do XBOX estampava o peito da camisa do Seattle Sounders. Uniformes com o XBOX Game Pass e edições especiais de Forza, Halo e Gears fizeram parte do acordo de patrocínio do clube até 2018, último ano da parceria.

Leia a matéria no Canaltech.

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10 dicas do que nunca colocar em um prompt de IA

Você provavelmente já fez isso ou pensou em fazer: abrir um chatbot para ganhar tempo e colar um contrato, um exame médico, uma planilha financeira, um currículo ou um e-mail do trabalho para pedir ajuda. Afinal, a IA consegue resumir textos, revisar documentos, explicar informações complicadas e sugerir melhorias em poucos segundos.

O problema é que nem tudo o que está nesses arquivos deveria ser compartilhado. Dados pessoais, informações sigilosas da empresa, senhas e detalhes de outras pessoas podem acabar indo junto no prompt sem que você perceba.

Na maioria dos casos, não é preciso deixar de usar a IA. O importante é saber o que remover, ocultar ou substituir antes de enviar.

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A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • O que não adicionar em um prompt de IA?
  • Como transformar um prompt arriscado em prompt seguro?
  • Antes de enviar, faça o teste dos 30 segundos

O que não adicionar em um prompt de IA?

A seguir, veja 10 tipos de informação que nunca devem entrar em um prompt sem revisão prévia:

  1. Dados pessoais que identificam você ou outra pessoa
  2. Dados sensíveis, como saúde, religião, política e sexualidade
  3. Senhas, códigos de autenticação e chaves de acesso
  4. Dados bancários, cartões e informações financeiras completas
  5. Documentos de trabalho, contratos e informações sigilosas
  6. Informações de crianças, familiares e terceiros
  7. Mensagens privadas e conversas íntimas sem consentimento
  8. Arquivos inteiros sem revisar o conteúdo antes
  9. Prompts que pedem para burlar regras, sistemas ou proteções
  10. Qualquer dado que você não sabe como será armazenado ou usado

1. Dados pessoais que identificam você ou outra pessoa

Nomes completos, CPF, RG, endereço residencial, telefone, e-mail pessoal, matrícula, número de cliente e outros identificadores raramente são necessários para que a IA execute uma tarefa. Quanto menos informações desse tipo forem compartilhadas, menor o risco de exposição.

Em vez de escrever "reescreva esta reclamação de João Silva, CPF XXX.XXX.XXX-XX", prefira algo como "reescreva uma reclamação de um consumidor, sem identificar a pessoa". O cuidado vale tanto para seus próprios dados quanto para informações de terceiros.

Apps do Copilot,Gemini e ChatGPT no celular
Dados pessoais, senhas e documentos confidenciais estão entre os conteúdos que não devem ser compartilhados com chatbots de IA. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

2. Dados sensíveis, como saúde, religião, política e sexualidade

Essa é uma das categorias que exigem mais cautela. Informações relacionadas à saúde, orientação sexual, religião, opiniões políticas, raça, biometria e dados genéticos podem causar constrangimentos, discriminação ou exposição indevida caso sejam compartilhadas sem necessidade.

Se precisar usar a IA para entender um exame ou relatório médico, remova nome, número do exame, hospital, médico responsável, data de nascimento e qualquer elemento que permita identificar a pessoa. O mesmo vale para prontuários, relatos psicológicos e mensagens íntimas.

3. Senhas, códigos de autenticação e chaves de acesso

Senhas, tokens, códigos de autenticação em dois fatores (2FA), chaves de API, seed phrases de carteiras de criptomoedas e credenciais de sistemas nunca devem ser inseridos em um prompt.

A IA não precisa do segredo para ajudar. Se estiver analisando um problema técnico, substitua os dados por marcadores como "[SENHA_REMOVIDA]" ou "[CHAVE_API]". O importante é compartilhar apenas o erro e o contexto necessários para o diagnóstico.

4. Dados bancários, cartões e informações financeiras completas

Pedir ajuda para organizar um orçamento é diferente de colar números de cartão, agência, conta bancária, extratos completos ou comprovantes com dados identificáveis.

Uma alternativa segura é resumir as informações. Por exemplo: "mercado: R$ 800", "transporte: R$ 300" e "assinaturas: R$ 120". Dessa forma, a IA consegue ajudar a categorizar despesas ou sugerir ajustes sem acessar informações financeiras sensíveis.

5. Documentos de trabalho, contratos e informações sigilosas

Muitos profissionais utilizam IA para revisar textos, resumir documentos e aumentar a produtividade. O problema aparece quando contratos, propostas comerciais, listas de clientes, códigos proprietários, roadmaps de produtos ou dados de faturamento são compartilhados sem os devidos cuidados.

Antes de enviar qualquer material corporativo, verifique as políticas internas da empresa, o tipo de conta utilizada e as permissões existentes.

6. Informações de crianças, familiares e terceiros

É comum buscar ajuda para redigir mensagens escolares, entender situações familiares ou organizar documentos de outras pessoas. Ainda assim, nomes, escolas, endereços, rotinas, diagnósticos e detalhes pessoais de crianças ou familiares não devem ser compartilhados desnecessariamente.

Sempre que possível, substitua elementos identificáveis por descrições genéricas. Em vez de citar nome, idade exata e escola, utilize expressões como "uma criança em idade escolar" ou "um familiar".

7. Mensagens privadas e conversas íntimas sem consentimento

As conversas de WhatsApp, mensagens diretas, e-mails pessoais e relatos íntimos de terceiros podem conter informações privadas que não deveriam ser reproduzidas integralmente em um prompt.

Se precisar de ajuda para interpretar uma situação, o ideal é resumir os fatos com suas próprias palavras, removendo nomes, números de telefone, trechos específicos e qualquer detalhe que identifique outras pessoas. O objetivo é preservar a privacidade de todos os envolvidos.

8. Arquivos inteiros sem revisar o conteúdo antes

O problema nem sempre está no arquivo em si, mas no que ele contém. PDFs, planilhas, apresentações e imagens podem carregar informações pessoais, comentários ocultos, metadados, assinaturas digitais ou abas escondidas.

Antes de fazer upload de qualquer documento, reserve alguns minutos para revisar o conteúdo. Uma limpeza simples pode eliminar informações que não são necessárias para a tarefa e reduzir riscos de exposição.

Gemini
É importante revisar documentos e informações antes de compartilhá-los com um chatbot de IA. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

9. Prompts que pedem para burlar regras, sistemas ou proteções

A IA não deve ser utilizada para tentar quebrar senhas, invadir contas, contornar sistemas de pagamento, desativar mecanismos de segurança ou criar golpes.

Também é importante se atentar aos riscos ligados à chamada “injeção de prompt”, uma técnica usada para tentar manipular o comportamento de sistemas de IA. Em alguns casos, isso pode levar ao vazamento de informações, à execução de ações não autorizadas ou à geração de respostas enganosas.

Por isso, usar a IA para tentar burlar regras, sistemas ou mecanismos de proteção pode criar riscos reais de segurança e expor usuários ou organizações a problemas que vão além do ambiente do chatbot.

10. Qualquer dado que você não sabe como será armazenado ou usado

Se você não entende claramente as configurações de privacidade, o histórico da conversa, o tipo de conta utilizada ou a política da ferramenta, a melhor estratégia é compartilhar apenas o mínimo necessário.

Isso inclui atenção a recursos, como histórico ativado, conectores externos, integrações corporativas, plugins e ferramentas de busca. Quando você compartilha apenas as informações necessárias ajuda a reduzir riscos e evita a exposição de dados sensíveis.

Como transformar um prompt arriscado em prompt seguro?

Para reduzir os riscos no uso da IA, substitua informações reais por marcadores fictícios, remova elementos que identifiquem pessoas e compartilhe apenas os trechos indispensáveis para a tarefa. Veja exemplos abaixo:

Arriscado Seguro
“Resuma meu exame de sangue. Meu nome é..., nasci em..., meu CPF é...” “Explique, em linguagem simples, o que significam estes indicadores de um exame, sem considerar identidade do paciente: [valores sem nome ou documento].”
“Reescreva este contrato com a empresa X, cliente Y, valor Z e cláusulas confidenciais.” “Revise a clareza deste trecho contratual genérico. Removi nomes, valores e dados das partes.”
“Meu token da API é sk-..., por que meu código não funciona?” “Substituí minha chave por [API_KEY]. Analise o erro e indique hipóteses.”
“Analise esta conversa com minha ex, aqui estão os prints.” “Vou resumir uma situação interpessoal sem nomes. Ajude a escrever uma resposta respeitosa.”

Antes de enviar, faça o teste dos 30 segundos

Existe uma regra fácil de lembrar antes de enviar qualquer prompt para uma IA. Gaste 30 segundos respondendo três perguntas:

  • Tem dados pessoais?
  • Tem segredo profissional?
  • Eu tenho permissão para compartilhar isso?

Se a resposta for "sim" ou mesmo "não tenho certeza", vale a pena parar e revisar o conteúdo.

Caso você tenha gostado do conteúdo, talvez também se interesse por conhecer 5 formas de se proteger de injeção de prompt em navegadores de IA.

Leia a matéria no Canaltech.

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Por que os carros elétricos da Xiaomi não vêm ao Brasil?

Os carros elétricos da Xiaomi se transformaram em um fenômeno na China. Modelos como o Xiaomi SU7 e o Xiaomi YU7 acumulam centenas de milhares de pedidos e frequentemente aparecem nas redes sociais graças ao visual esportivo, ao alto nível de tecnologia embarcada e aos preços competitivos. Com tanta repercussão, uma pergunta tem se tornado comum entre os brasileiros: por que os carros da Xiaomi ainda não são vendidos no Brasil?

A dúvida faz sentido. Afinal, o mercado brasileiro foi invadido fabricantes chinesas, incluindo BYD, GWM, GAC, Changan, MG Motor, Zeekr, Denza e Jetour. Além disso, os veículos elétricos chineses já representam a maior parte das vendas do segmento no país, segundo dados da Agência Internacional de Energia (IEA).

Apesar desse cenário favorável, a Xiaomi ainda não confirmou a chegada oficial de seus carros ao mercado brasileiro. A explicação envolve uma combinação de estratégia comercial, capacidade produtiva e planos globais da fabricante.

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Xiaomi tem foco na alta demanda chinesa

O principal motivo para a ausência dos carros da Xiaomi no Brasil é simples: a empresa ainda não consegue atender plenamente a demanda do mercado chinês. Em julho de 2025, o CEO da companhia, Lei Jun, afirmou que a Xiaomi só consideraria vender veículos fora da China a partir de 2027, pois a prioridade é abastecer o mercado doméstico.

YU7, SUV da Xiaomi, foi o segundo carro elétrico lançado pela montadora (Imagem: Reprodução/CarNewsChina)

O sucesso dos modelos elétricos da marca ajuda a explicar essa decisão. O SUV Xiaomi YU7, por exemplo, recebeu cerca de 240 mil pedidos nas primeiras 18 horas após o lançamento e rapidamente acumulou filas de espera que avançam para 2027. Além disso, a Xiaomi projeta entregar cerca de 550 mil veículos em 2026, concentrando esforços na expansão da capacidade produtiva dentro da China.

Exportação é inerente, mas Brasil segue em espera

Em fevereiro de 2025, a Xiaomi anunciou um acordo com uma empresa especializada em exportação automotiva, indicando que a internacionalização da divisão de veículos elétricos deixou de ser um plano distante. Até então, a fabricante afirmava que não pretendia exportar automóveis antes de 2030.

Xiaomi SU7 é um dos carros mais vendidos da China, e certamente faria sucesso no Brasil (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

Mesmo assim, iniciar exportações não significa necessariamente chegar ao Brasil. Antes de vender veículos oficialmente por aqui, a empresa precisaria investir em homologação, rede de concessionárias, estoque de peças, assistência técnica, logística e estrutura de pós-venda. Trata-se de um processo complexo e caro, especialmente para uma fabricante que ainda está consolidando sua operação automotiva.

Carros da Xiaomi podem chegar ao Brasil no futuro?

A possibilidade de a Xiaomi mandar seus carros para cá existe. O Brasil se tornou um dos principais destinos globais para marcas chinesas e continua registrando crescimento nas vendas de veículos eletrificados. Além disso, a forte presença da Xiaomi no mercado nacional de smartphones e eletrônicos poderia facilitar o reconhecimento da marca entre os consumidores.

No entanto, não há qualquer anúncio oficial sobre o lançamento do Xiaomi SU7, do Xiaomi YU7 ou de qualquer outro modelo da fabricante no país. Considerando as declarações mais recentes da companhia, o cenário mais provável é que uma eventual expansão internacional aconteça somente após 2027. Até lá, os brasileiros continuarão acompanhando de longe um dos fenômenos mais impressionantes da indústria automotiva chinesa dos últimos anos.

Vale lembrar que os carros da Xiaomi têm se destacado também na Europa, como é o caso do YU7, que detonou o recorde da Porsche em icônica pista alemã antes mesmo de seu lançamento oficial. 

Leia a matéria no Canaltech.

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Alemanha x Costa do Marfim: horário e onde assistir ao jogo da Copa 2026

A Alemanha enfrenta a Costa do Marfim pela Copa do Mundo neste sábado (20) às 17h (horário de Brasília), em Toronto, no Canadá. Ambas as seleções venceram na primeira rodada e agora duelam pela liderança do grupo E.

Precisava desse placar?

A Alemanha chega ao confronto com moral após vencer a estreante Curaçao pelo placar mais temido dos brasileiros: 7 a 1. Os curaçauenses chegaram a empatar o jogo no primeiro tempo, mas não conseguiram segurar o ataque alemão.

Felix Nmecha, Nico Schlotterbeck, Kai Havertz (duas vezes), Jamal Musiala, Nathaniel Brown e Denis Undav marcaram os gols da vitória. Uma vitória na segunda rodada deixa a seleção muito bem posicionada para classificação na liderança do grupo.

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A Costa do Marfim também estreou com vitória ao bater o Equador por 1 a 0, gol de Amad Diallo. O destaque do jogo foi Yan Diomandé, de 19 anos, que liderou o ataque marfinense na criação de jogadas.

Kai Havertz marcou dois gols na vitória da Alemanha por 7 a 1 contra Curaçao (Imagem: Thomas Boecker/DFB)

Onde assistir ao jogo Alemanha x Costa do Marfim?

A partida entre Alemanha e Costa do Marfim terá transmissão da CazéTV, Globo, GE TV (apenas Globoplay), SporTV, SBT e N Sports. O jogo terá início às 17h de sábado, 20 de junho.

A CazéTV pode ser acessada no YouTube e também retransmite o sinal via Amazon Prime Video e Disney+.

Grupo E da Copa 

Outros dois participantes do Grupo E, Equador e Curaçao se enfrentam no mesmo dia às 21h, em Kansas City, nos EUA.

Saiba como reduzir o delay nas transmissões da Copa do Mundo e evitar que o vizinho grite gol antes.

Leia a matéria no Canaltech.

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Holanda x Suécia na Copa 2026: veja horário e onde assistir ao jogo

Dia de confronto europeu na Copa do Mundo: Holanda e Suécia se enfrentam neste sábado (20), às 14h (horário de Brasília), na cidade de Houston, Estados Unidos. 

Na segunda rodada do Grupo F, os suecos chegam embalados após goleada na estreia e buscam confirmar a classificação para a próxima fase, enquanto os holandeses ainda tentam a primeira vitória na competição.

De olho na liderança do grupo

A Suécia é a atual líder do Grupo F após golear a Tunísia por 5 a 1 na estreia, com gols de Ayari (duas vezes), Isak, Gyokeres e Svanberg. Já a Holanda fez uma das melhores partidas da primeira rodada no empate por 2 a 2 com o Japão, com gols de van Dijk e Summerville. 

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Uma vitória sueca deixa o time muito perto da classificação na liderança do grupo, principalmente por ter saldo de gols positivo. A Holanda pode aproveitar o confronto para se recompor do empate e ficar numa situação mais confortável.

É um jogo importante para o torcedor brasileiro ficar de olho: caso a Seleção termine nas duas primeiras posições na fase de grupos, o adversário na próxima etapa será do Grupo F.

Onde assistir ao jogo Holanda x Suécia?

A partida entre Holanda e Suécia começa às 14h (horário de Brasília) com transmissão pela CazéTV. É possível acompanhar via YouTube, com suporte à resolução 4K, Amazon Prime Video e Disney+.

Grupo F da Copa

Além de Holanda e Suécia, Japão e Tunísia se enfrentam no outro jogo do grupo F da rodada à 01h da madrugada de sábado para domingo. O Japão vem de empate contra a Holanda e a Tunísia foi goleada pela Suécia, o que resultou em troca de treinador.

Confira algumas mudanças nas transmissões da Copa neste ano. 

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Você sabia que a Mercedes já teve um carro "invisível"? Entenda

A Mercedes-Benz surpreendeu o mundo automotivo em 2012, ao apresentar um conceito curioso: um carro “invisível”. O anúncio, na verdade, fez parte de uma estratégia para promover o F-Cell, veículo movido a célula de combustível de hidrogênio, considerado um combustível tão limpo que é invisível ao meio-ambiente.

O Mercedes "invisível" recebeu uma cobertura de LEDs em toda a lateral. A ideia era mostrar como o carro poderia se integrar ao ambiente de forma quase imperceptível, assim como seu combustível.

O projeto consistia em câmeras instaladas de um lado do veículo que captavam imagens do entorno e as reproduziam nos LEDs do outro lado. O resultado era a sensação de que o carro havia desaparecido, criando uma ilusão visual impressionante.

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A ilusão tecnológica do Mercedes "invisível"

Embora nunca tenha sido produzido em série, o Mercedes-Benz F-Cell invisível se tornou uma das curiosidades mais marcantes da indústria. Ele mostrou como inovação e criatividade podem transformar até mesmo a percepção visual de um automóvel.

Mais do que uma jogada de marketing, a Mercedes-Benz queria destacar a eficiência energética do F-Cell, reforçando que o modelo tinha impacto ambiental reduzido. A invisibilidade era uma metáfora da marca alemã para o baixo índice de emissões do modelo que, no final das contas, sequer chegou a ser produzido em série... ou será que foi, e ninguém enxerga?

Brincadeiras à parte, descarbonização é coisa séria. Por isso, convidamos você a conferir também a lista com o top 10 de carros elétricos com maior autonomia do Brasil.

Leia a matéria no Canaltech.

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