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Marvel apresenta o Mago Supremo mais poderoso de todos os tempos

O título de Mago Supremo nas HQs da Marvel Comics passou pelas mãos de diversos personagens emblemáticos, como o Ancião, Doutor Estranho, Feiticeira Escarlate, Loki e até mesmo pelo Doutor Destino. 

Os poderes e habilidades destes são inquestionáveis, cada um como “mestre” em sua própria área de atuação. Mesmo que tenham inimigos e possam ser derrotados, derrubar um deles é uma tarefa árdua para qualquer oponente.

Igualar-se a estes heróis e anti-heróis é difícil, superá-los é ainda mais. No entanto, as páginas de Sorcerer Supreme #7 mostraram que existe sim um nível superior e ele tem um nome: Turin, o Mago Supremo do Reino Quântico.

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O Mago é Implacável

Na revista mais recente, vemos a Feiticeira Escarlate enfrentar a ameaça de um orbe místico que deseja devorar a realidade. Para ajudá-la a salvar a Terra-616, Turin demonstra suas habilidades e mostra que não chegou para brincadeiras.

Imagem de Supreme Sorcerer #7
Turin demonstra dominar tanto a magia quanto a ciência na nova HQ (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

O super-herói controla o “misticismo quântico”, que combina a ciência com magia. Deste modo, sua gama de poderes engloba a manipulação de microportais, vê-los via interpsicometria e detectar fenômenos como algoritmos sobrenaturais.

Não se pressione por não compreender o que tudo isso significa, já que, em resumo, este Mago Supremo pode resolver questões místicas consideradas “impossíveis” por combinar dois fatores considerados opostos. 

Além disso, Turin possui as “pupilas do Príncipe Putpravda”, que permitem enxergar forças invisíveis. Isso sem mencionar que ele consegue processar todas as informações por ter um cérebro tão potente quanto um supercomputador. 

O conceito entre a magia e a ciência

Óbvio que a Marvel Comics aprendeu que colocar “quântico” no nome das coisas não as torna mais impressionantes como vimos no passado, mas sim trabalha uma perspectiva que já foi vista em outras HQs e até nos filmes do Universo Cinematográfico Marvel (MCU): a magia possui diversas definições.

Em suas obras, eles costumam usar o conceito trabalhado pela Terceira Lei de Clarke: “qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia”. Em outras palavras, pode existir uma explicação lógica para o que é chamado de místico. 

Obviamente que as próximas edições de Supreme Sorcerer devem explorar mais do personagem inédito e seus poderes, mas já é possível afirmar que o domínio da magia quântica o coloca em um patamar superior aos demais magos da editora.

Ainda assim, a Marvel se arrisca ao adicionar um herói cuja capacidade pode resolver basicamente qualquer problema. Com uma habilidade “apelona” e um intelecto altíssimo, ele já pode ser considerado um dos mais poderosos já introduzidos nas HQs.

Novas aventuras no Reino Quântico

Amplamente explorado no MCU, o universo microscópico desponta na nova história em quadrinhos para lembrar os leitores de que há toda uma realidade ao seu redor — não apenas o que é visto nas aventuras do Homem-Formiga e da Vespa.

Com a chegada de Turin, a expectativa é que a estrutura da própria magia seja alterada pela Marvel Comics, o que abriria as portas para novas abordagens. Imagine um vilão que pode dobrar a realidade em nível subatômico? Ou seres sobrenaturais que regem o Reino Quântico de formas nunca antes vistas?

Enquanto duelos místicos estão cada vez mais próximos, Deadpool e Justiceiro terão um novo encontro explosivo nas HQs.

Leia a matéria no Canaltech.

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Da Copa ao UFC: 10 melhores documentários de esporte para ver na HBO Max

Para quem gosta de esportes, o período de Copa do Mundo é o momento ideal para passar o dia inteiro imerso no futebol. Por aqui, as cores verde e amarelo predominam, e o streaming também acompanha o interesse das pessoas por conteúdos esportivos nessas épocas, como a HBO Max, que conta com um catálogo recheado de documentários esportivos interessantes.

Muito mais do que focar apenas no futebol, a plataforma também aposta em diferentes modalidades esportivas para apresentar conteúdos que revelam os bastidores, as rivalidades, a ascensão de ídolos e histórias de superação que emocionam até quem não gosta de levantar peso na academia.

Documentários que abordam a vida de esportistas e as pressões por trás das competições são ótimos para quem gosta de entender o que acontece fora do campo, do ringue ou da quadra, e como os atletas chegaram até ali. São histórias como essas que nos ajudam a entender o porquê tais disputas mobilizam tanta gente e como o esporte pode ser tão emocionante quanto uma história de ficção.

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Documentários esportivos na HBO Max

Se você também está no clima da Copa do Mundo e está em busca de produções que exploram o universo esportivo, o Canaltech analisou o catálogo da HBO Max para selecionar os 10 melhores documentários sobre esportes para você assistir.

1. EUA Versus o Mundo: Quatro Anos com a Seleção

Com cinco episódios, a docussérie EUA Versus o Mundo: Quatro Anos com a Seleção é o play ideal para quem não quer sair do tema da Copa do Mundo. A produção acompanha a seleção masculina dos Estados Unidos durante a preparação para a competição como um dos anfitriões do evento da FIFA.

Para quem gosta de ver os bastidores de uma Copa do Mundo, o documentário mostra as pressões por trás de representar o país em casa e a tentativa de provar sua competência no esporte perante os espectadores.

2. Os Topuria

Se você quer fugir um pouco do futebol, mas ainda quer se manter no tema do esporte, outra sugestão disponível na HBO Max é a série Os Topuria. No documentário, acompanhamos o lutador Ilia Topuria enquanto ele tenta se tornar o líder da divisão de peso leve do UFC.

Com direito a muita intensidade, a produção mostra os conflitos internos de um campeão do esporte que deseja expandir seu legado, além da construção pública de um ícone da luta.

3. A Indestrutível Tatiana Suarez

Histórias de superação sempre emocionam quem gosta de esporte, e o documentário A Indestrutível Tatiana Suarez cumpre bem esse papel.

Na produção, seguimos a jornada da lutadora norte-americana de MMA, que retorna aos ringues após quatro anos afastada por causa de uma lesão. O documentário reforça o legado de Tatiana, além de mostrar sua resiliência para superar o medo de perder o que conquistou e enfrentar o lado nada glamouroso do esporte.

4. Celtics City

Entrando no campo da NBA, a série documental Celtics City é a maratona perfeita para quem curte basquete e as emoções por trás de uma das competições mais empolgantes do mundo.

Ao longo de nove episódios, o documentário mergulha na história Boston Celtics, tradicional equipe do esporte, mostrando seu impacto cultural, as rivalidades históricas e a influência de um clube lendário.

5. Bob Burnquist: A Lenda do Skate

O skate profissional vem ganhando cada vez mais espaço em competições mundiais e no Brasil, acendendo o interesse dos brasileiros pelo esporte. Uma sugestão de documentário para quem quer conhecer mais as estrelas da modalidade é Bob Burnquist: A Lenda do Skate.

A produção acompanha a jornada do skatista brasileiro, revisitando momentos marcantes da carreira dele e seu impacto no esporte em competições.

6. Os Homens que Venderam a Copa do Mundo

Partindo para o lado mais político do esporte, a série documental Os Homens que Venderam a Copa do Mundo é a pedida perfeita para maratonar entre as partidas do evento deste ano.

Com apenas dois episódios, a produção mostra como, nos bastidores, a concessão da Copa do Mundo a um país é mais suja do que parece, com relatos envolvendo corrupção, negociações políticas e interesses gananciosos se escondendo por trás do clima de festa do campo.

7. Escolho Acreditar: O Caminho do Campeão

A história de superação da seleção de futebol masculino da Argentina na Copa do Mundo de 2022 foi um marco na jornada dos nossos hermanos, e o documentário Escolho Acreditar: O Caminho do Campeão reúne os melhores momentos que levaram o time a levantar a taça no final.

No documentário, acompanhamos o percurso da Argentina até a conquista do título mundial a partir da narração do ator Ricardo Darín, que destaca a catarse coletiva de um país inteiro com a emocionante vitória.

8. Luis Enrique: Você Não Sabe P**** Nenhuma

Se você sempre quis saber o que passa na cabeça de um técnico de futebol, o documentário Luis Enrique: Você Não Sabe P**** Nenhuma pode te ajudar a sanar essa dúvida.

Na série, conhecemos um lado mais pessoal do treinador espanhol durante um momento desafiador: conquistar a primeira Champions League para o PSG. Ao longo de três episódios, vemos Luis Enrique enfrentando dilemas da liderança, a cobrança para buscar o título e o peso emocional de guiar grandes astros do esporte.

9. State of Play

Para quem busca por uma abordagem mais geral acerca do tema, a docussérie State of Play vale o play na HBO Max.

Durante sete episódios, a produção amplia o debate esportivo, mesclando o tópico com discussões sociais e culturais. Além disso, os capítulos trazem reflexões sobre os impactos do esporte no mundo, assim como as competições que emocionam tanto os profissionais quanto os espectadores.

10. De Virada: Bastidores e Desafios do Futebol

Mais uma sugestão de documentário para seguir mergulhado no esporte e ainda refletir sobre questões sociais e de gênero é De Virada: Bastidores e Desafios do Futebol.

No documentário, acompanhamos três mulheres que possuem posições importantes no futebol brasileiro e os desafios que elas enfrentam para lidar com a desigualdade no esporte. A produção trata da importância da representatividade e explora os bastidores de um esporte marcado por preconceitos.

Vale mencionar ainda que a HBO Max tem um catálogo esportivo extenso para quem curte o assunto, funcionando para diversos tipos de públicos: quem está no clima da Copa, quem prefere outros esportes, quem gosta de bastidores e muito mais.

Para aqueles que querem mais sugestões esportivas, confira 5 filmes de futebol com craques e clássicos baseados em fatos reais.

Leia a matéria no Canaltech.

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Operadora paga dívidas de até R$ 4 mil de quem fizer portabilidade

Uma operadora dos Estados Unidos lançou uma nova campanha e paga dívidas de até R$ 4 mil de quem fizer portabilidade. A T-Mobile oferece a quantia de US$ 800 para quitar o saldo devedor de smartphones de usuários que deixarem as empresas concorrentes.

O benefício atende até quatro linhas por família e chega ao consumidor por meio de um cartão pré-pago virtual Mastercard. Para garantir o reembolso, o usuário precisa levar um aparelho compatível para a nova rede. A migração dura cerca de 15 minutos e dispensa o cancelamento manual de contratos antigos.

Todo o processo ocorre de forma digital no site da companhia e termina em menos de uma hora, sem a necessidade de visitas a lojas físicas. O interessado confere a cobertura da região, calcula o valor da mensalidade e escolhe o plano ilimitado ideal antes de ativar o chip.

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Os pacotes da categoria Experience trazem vantagens extras, como plataformas de streaming, proteção digital e a substituição anual do celular. A opção inicial Essentials Saver custa US$ 50 mensais. A empresa estima uma economia de até 20% em comparação com os preços da AT&T e da Verizon.

Operadora dos Estados Unidos lança incentivo para portabilidade (Imagem: appshunter.io/Unsplash)

A promoção possui tempo limitado e exige a manutenção da conta ativa por um período mínimo. Dispositivos como relógios inteligentes e tablets entram em uma oferta separada, com desconto de 50% na assinatura dentro dos planos Experience Beyond.

Recentemente, a T-Mobile lançou um novo recurso que  traduz ligações sem app ou IA no celular.

Leia a matéria no Canaltech.

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Supergirl pode introduzir o maior e mais perigoso vilão do Superman no DCU

O novo universo da DC nos cinemas está prestes a ganhar uma nova adição: o filme Supergirl vem aí na próxima semana prometendo a presença de um dos vilões mais perigosos do Superman.

Estrelado por Milly Alcock (A Casa do Dragão), o longa adapta a jornada da heroína nos quadrinhos de Supergirl: Woman of Tomorrow, que revela as origens da personagem.

Para as telonas, a produção dirigida por Craig Gillespie (Cruella) vai aproveitar boa parte dos elementos das HQs, com a jovem Kara embarcando em uma jornada intergaláctica para concretizar uma vingança.

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No meio dessa trajetória, a expectativa é que Supergirl apresente um vilão famoso do universo do Superman. Pelo menos, é o que os fãs especulam. 

Qual vilão do Superman pode aparecer em Supergirl?

Considerando que Supergirl vai mostrar a destruição de Krypton, o planeta da heroína e do Superman, muitos entusiastas especulam a respeito da possibilidade do General Zod aparecer na produção.

Embora o antagonista não deva ser o vilão principal (o filme conta com Krem das Colinas Amarelas como principal obstáculo para a Supergirl), o General Zod tem a chance de aparecer na trama, segundo as teorias, durante a visita da protagonista ao planeta, apostando em suas armas para restaurar o local.

Fãs especulam participação de General Zod em Supergirl (Imagem: Divulgação/DC Studios).

A expectativa por trás da possível aparição surpresa do General Zod também foi impulsionada pelo filme do Superman de 2025, principalmente por causa da descoberta sombria que Clark (David Corenswet) faz a respeito de seus pais. Com o futuro da Terra em jogo, a presença do General Zod poderia abrir espaço para uma Krypton mais macabra.

Vale lembrar que o General Zod já apareceu algumas vezes no live-action, um dos mais recentes sendo na versão de Michael Shannon no antigo DCEU.

Mulher do amanhã

Embora a presença do General Zod seja apenas uma especulação, o fato é que Supergirl chega ao novo DCU para dar continuidade a uma nova fase do estúdio, iniciada nas telonas pelo Superman de James Gunn (Guardiões da Galáxia).

Supergirl estreia no fim de junho nos cinemas (Imagem: Divulgação/DC Studios).

Além de Milly Alcock, o elenco conta com Jason Momoa (Aquaman) como Lobo e Matthias Schoenaerts (Longe Deste Insensato Mundo) como Krem das Colinas Amarelas. David Corenswet (Pearl) também reprisa seu papel como Superman no longa.

Supergirl estreia no dia 25 de junho nos cinemas. Aproveite também para saber quais são os próximos lançamentos da DC depois de Superman.

Leia a matéria no Canaltech.

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Google libera jeito mais fácil de fazer backup do WhatsApp

O Google começou a liberar uma atualização que simplifica o gerenciamento dos backups do WhatsApp no Android. A novidade faz parte da versão 26.23 do Google Play Services e leva os controles das cópias de segurança para as configurações do próprio sistema, eliminando a necessidade de procurar essas opções dentro do aplicativo de mensagens.

Até agora, quem queria alterar configurações de backup precisava entrar nos menus internos do WhatsApp. Com a mudança, o Android concentra esse gerenciamento em um único lugar, deixando o processo mais simples e fácil de encontrar.

A expectativa é que a nova página permita escolher a conta usada para armazenamento, definir a frequência dos backups, selecionar quais dados serão incluídos e decidir se as cópias poderão ser feitas usando apenas Wi-Fi ou também a rede móvel.

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A novidade chega junto ao lançamento estável do Android 17 e o Pixel Drop de junho de 2026. Além do novo gerenciamento de backup do WhatsApp, a atualização do Google Play Services inclui melhorias na sincronização do Google Contatos, mudanças no histórico de transações do Google Wallet e correções de desempenho e estabilidade em todos os dispositivos Android.

Um dos destaques desse pacote é o recurso “app Bubbles”, que transforma apps em janelas flutuantes para facilitar a multitarefa. A função foi pensada para celulares dobráveis e tablets, mas também estará disponível em smartphones com o Android 17. Vale lembrar que alguns recursos podem ser liberados primeiro para grupos menores de usuários antes de chegarem a todos os aparelhos.

Como saber se a nova opção de backup está disponível para você?

A atualização está sendo liberada aos poucos, então pode demorar alguns dias até aparecer para todos os usuários. Se quiser verificar se ela já está disponível, faça o seguinte:

  1. Abra as “Configurações” no celular;
  2. Entre em “Sistema”
  3. Toque em “Atualizações de software”;
  4. Selecione “Atualização do sistema do Google Play”
  5. Instale atualizações pendentes.

    Passos para verificar atualizações disponíveis para o Google Play Services
    É necessário atualizar o Google Play Services para ter acesso ao backup do WhatsApp nas configurações do Android. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Depois que o aparelho receber a versão 26.23 do Google Play Services, a nova opção deverá aparecer:

  1. Entre em “Configurações”;
  2. Vá em “Sistema”;
  3. Clique em “Backup”.

    Passos para gerenciar o backup do WhatsApp nas configurações do Android
    Backup do WhatsApp ganha novo atalho no Android e fica mais simples de configurar. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse em saber onde fica o backup do WhatsApp no Google Drive.

Leia a matéria no Canaltech.

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Pilhas podem ser recicladas? Veja como funciona o processo

Depois que a pilha do teclado, do mouse ou do controle remoto acaba, o destino correto não é o lixo comum. Ao ser entregue em um ponto de coleta, esse pequeno resíduo pode seguir para reciclagem e dar origem a matérias-primas usadas pela indústria, como o zinco.

A seguir, confira:

  • Como a pilha é reciclada?
  • O que pode surgir da reciclagem?
  • Toda pilha descartada corretamente é reciclada?
  • Por que o descarte correto ainda é o maior desafio?
  • Pilhas podem ser recicladas?
  • O que é recuperado na reciclagem de pilhas?
  • O que acontece se a pilha for jogada no lixo comum?

Como a pilha é reciclada?

Segundo o gerente executivo da Green Eletron, Ademir Brescansin, o processo começa com o descarte correto em Pontos de Entrega Voluntária, também chamados de PEVs.

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A partir daí, as pilhas são encaminhadas para empresas recicladoras, onde passam por etapas industriais de separação e reaproveitamento dos materiais.

Veja as etapas desse processo:

  1. Coleta nos pontos de entrega voluntária: o consumidor leva a pilha usada até um ponto de coleta adequado;
  2. Separação: depois da coleta, as pilhas são separadas e preparadas para o processamento industrial;
  3. Trituração: em seguida, as pilhas são trituradas para facilitar a separação dos materiais;
  4. Tratamento térmico: após a trituração, as pilhas passam por um forno industrial, onde ocorre a separação dos materiais reaproveitáveis;
  5. Recuperação de materiais: entre os materiais recuperados estão o zinco, sais e óxidos metálicos, que podem voltar à indústria como matéria-prima.

O que pode surgir da reciclagem?

A reciclagem de pilhas não gera apenas novas pilhas. Os materiais recuperados podem ser usados em diferentes produtos e processos industriais.

O zinco, por exemplo, pode voltar à cadeia produtiva como matéria-prima. Isso reduz desperdícios e fortalece a lógica da economia circular.

Toda pilha descartada corretamente é reciclada?

Segundo a Green Eletron, todas as pilhas coletadas pelo sistema são encaminhadas para reciclagem.

“Todos os eventuais rejeitos do processo são tratados e reaproveitados ou são enviados para a disposição final, evitando que contaminem o solo e a água”, explica Brescansin.

Por que o descarte correto ainda é o maior desafio?

O maior problema não está na reciclagem em si, mas em fazer mais consumidores descartarem pilhas corretamente. Por isso, levar pilhas usadas a pontos de coleta é essencial para que esses materiais cheguem à reciclagem.

Pilhas podem ser recicladas?

Sim. Quando descartadas corretamente, elas podem ser encaminhadas para reciclagem e passar por separação, trituração e tratamento térmico.

O que é recuperado na reciclagem de pilhas?

A reciclagem pode recuperar sais, óxidos metálicos e metais como o zinco, que voltam a ser usados como matéria-prima para outros produtos.

“Uma das principais matérias primas recuperadas nesse processo é o zinco em sua forma metálica, que pode ser reutilizado na confecção de novas pilhas”, pontua o gerente executivo da Green Eletron.

O que acontece se a pilha for jogada no lixo comum?

Ao descartar pilhas no lixo comum, a bateria pode ficar fora da cadeia de reciclagem e ter destinação inadequada, sob o risco de contaminar o solo e a água. Por isso, o ideal é sempre procurar um ponto de coleta.

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E-goi mostra como personalização e IA podem turbinar vendas no varejo

Dados, IA e automação omnichannel. Foi com essa combinação que a E-goi ajudou o grupo francês Intermarché a crescer 7% nas vendas e identificar 280% mais clientes dentro das próprias lojas físicas.

O e-commerce transformou cada clique em dado. No varejo físico, porém, consumidores entram e saem das lojas sem que as marcas consigam identificar comportamentos ou transformar essas visitas em inteligência acionável.

O contexto mudou nos últimos anos. Com o aumento dos custos de aquisição de clientes e a fragmentação dos canais, os dados próprios (first-party data) se tornaram um dos ativos mais valiosos para o varejo que busca crescer de forma sustentável.

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Do físico ao digital

Com a E-goi, o Intermarché, grupo com mais de 2.500 supermercados no mundo, conectou informações do Cartão Intermarché, do Wi-Fi das lojas e dos canais digitais numa visão única de cada cliente.

Em mais de 255 lojas, os dados passaram a alimentar modelos de IA para personalizar campanhas e recomendar ofertas.

A operação resultou em 7% de crescimento nas vendas das categorias impactadas e 280% mais cadastros, ampliando a capacidade da rede de desenvolver relacionamentos mais relevantes com seus consumidores.

"O grande desafio do varejo moderno não é gerar mais tráfego. É transformar cada interação física e digital em conhecimento útil para o negócio", afirma o Head of Global Sales da E-goi, Ernesto Ferreira.

Para estimar o impacto de estratégias de fidelização e personalização, a E-goi disponibiliza uma calculadora gratuita. Confira: e-goi.com.

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Liberdade criativa dada por Phil Spencer virou armadilha para estúdios do XBOX

O jornalista da Bloomberg, Jason Schreier, explicou por que o XBOX está prestes a passar por um "banho de sangue", referindo-se à demissão em massa que pode acontecer em julho, bem como ao risco de fechamento de quatro estúdios da divisão.

Ele argumenta que a compra da Mojang pela Microsoft em 2014 rendeu muito dinheiro aos bolsos do XBOX e permitiu que Phil Spencer começasse uma verdadeira onda de aquisições a partir de 2018. Nessa época, o ex-CEO da divisão de games da Microsoft tentava recuperar o XBOX One, que levou uma surra do PlayStation 4.

Parte do plano para reviver o console de oitava geração da Microsoft era oferecer um line-up de jogos maior e alimentar o catálogo do recém-nascido XBOX Game Pass. A missão de estúdios como Compulsion, Double Fine, Obsidian e companhia era entregar projetos com foco em criatividade.

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"A mensagem não era 'você deve atingir X valor de lucratividade'. A mensagem era 'façam bons jogos, ajudem-nos a preencher o Game Pass, tentem ganhar prêmios e, claro, não percam dinheiro, fiquem no break even [zero a zero]'", argumenta Schreier.

Spencer deu aos estúdios uma espécie de carta branca e liberdade criativa para desenvolver projetos para engrossar o caldo do conteúdo e dos serviços XBOX. Contudo, essas desenvolvedoras acabaram passando por alguns maus bocados durante a pandemia e, logo em seguida, viram o XBOX mudar de estratégia inúmeras vezes.

"Jogos começam o desenvolvimento tipo quatro ou cinco anos antes de realmente saírem. Então, quando você começa um projeto em 2020 ou 2021 sob um mandato e, de repente, esse mandato muda dois ou três anos depois, mas é tarde demais para mudar de rumo, isso pode ser um problema", explica o jornalista. Esse cenário justifica como a existência de jogos como Kiln, Keeper, South of Midnight, Pentiment e Hellblade foi possível. Na época das aquisições, a liderança do XBOX teria aberto as porteiras para os estúdios para que, anos mais tarde, começassem a exigir margem de lucro.

Schreier entende que os estúdios cotados para fechamento "cometeram muitos de seus próprios erros e tiveram todo tipo de problemas de produção" e estão sendo punidos hoje por seguirem ordens de Spencer e companhia, "por ouvirem o que lhes foi dito alguns anos atrás".

"Um dos motivos pelos quais o XBOX teve tanta dificuldade na última década para fazer grandes jogos é por causa de muita dessa incerteza. É muito difícil fazer grande arte quando você está trabalhando sob o medo de demissões, turbulência, fechamentos, cancelamentos e apenas tentando fazer jogos sob essas condições", afirma Jason Schreier.

Demissões no XBOX serão um banho de sangue?

O termo "banho de sangue" tem sido utilizado para descrever a reestruturação pela qual o XBOX deve passar em julho, logo após o encerramento do ano fiscal da Microsoft no fim deste mês. Para Schreier, o termo cai como uma luva para as demissões que estão por vir.

Senua foi anunciado para vender Ninja Theory (Divulgação/Microsoft)

"Vai ser ruim", afirma o jornalista. "Há muitas negociações acontecendo agora." Ele ainda sugere que outros estúdios além de Compulsion Games, Double Fine e Ninja Theory estão em risco de fechamento. "Vai haver mais", conclui.

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Chinesa lança lente para Sony por R$ 380 enquanto "original" custa R$ 4 mil

A fabricante chinesa TTArtisan anunciou o lançamento de uma nova lente para câmeras da Sony que custa cerca de R$ 380, valor muito inferior ao de modelos com especificações semelhantes da marca japonesa, vendidos por aproximadamente R$ 4 mil. O acessório conta com foco automático e abertura F1.8.

Batizada de AF 85mm F1.8 Neo, a novidade é compatível com sensores full-frame e APSC e será oferecida em versões para os encaixes Sony E e Nikon Z. A empresa destaca o design leve do produto, embora ainda não tenha divulgado informações sobre dimensões e peso.

De acordo com as informações preliminares, a lente possui distância mínima de foco de 0,8 metro e rosca para filtros de 62 mm. O visual segue o padrão tradicional da categoria, com acabamento na cor preta.

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Nova lente chinesa para câmeras Sony é vendida por preço baixo (Imagem: Divulgação/TTArtisan)

As vendas na China começam em 26 de junho, com preço promocional de ¥ 499, cerca de R$ 380 em conversão direta.

Após o lançamento, o valor passa para ¥ 599. A TTArtisan ainda não revelou especificações mais detalhadas nem informações sobre o projeto óptico da lente.

O preço chama atenção principalmente por se tratar de uma lente com especificações semelhantes às de modelos mais conhecidos do mercado.

No Brasil, opções de 85 mm com abertura F1.8 e foco automático para câmeras Sony costumam ser vendidas na faixa de milhares de reais, o que coloca a novidade da TTArtisan em uma faixa de preço muito mais acessível.

Recentemente, a Insta360 anunciou uma nova câmera com gimbal que usa sensor da Sony para competir com a DJI. 

Leia a matéria no Canaltech.

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Google começou a usar celulares antigos para criar data centers do Gemini

Data centers entregam poder computacional muitas vezes superior ao melhor PC que se pode ter em casa. Além disso, esses super computadores demandam muito mais energia. O Google, um dos maiores players nesse segmento, teve uma ideia um tanto inusitada que resolve o tamanho necessário de servidores, consumo de energia, mas mantendo alto desempenho: clusters com milhares de smartphones para processamento de IA em nuvem.

Em um documento intitulado "Uma plataforma de computação de baixo carbono feita a partir dos seus celulares sem uso", o Google explica que o projeto está sendo feito em parceria com a Universidade da Califórnia, com o objetivo de entregar computação em nuvem para estudantes e pesquisadores, com 2.000 smartphones Pixels "reduzindo a necessidade de hardware recém-fabricado e as emissões associadas a ele".

Smartphones têm desempenho single-thread de um servidor

A Big Tech menciona um levantamento dizendo que as pessoas trocam de celular, em média, a cada quatro anos. Os celulares descartados ainda têm o hardware em perfeito estado e ele pode ser usado para essa finalidade. Além disso, o Google afirma ainda que o desempenho de um núcleo dos smartphones modernos tem desempenho similar ou até melhor do que as CPUs de dezenas ou centenas de núcleos para servidores, como os AMD EPYC e Intel Xeon.

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Teste do Google mostra desempenho do Pixel em single-thread maior que um AMD EPYC 7003 (Imagem: Google/Reprodução)

"O desempenho em single-thread dos núcleos de processador dos smartphones modernos está no mesmo nível ou é superior ao dos servidores multi-core modernos. A diferença mais significativa entre um smartphone e um servidor é o tamanho: os servidores contêm dezenas de núcleos de processador multi-thread poderosos e uma enorme capacidade de memória, enquanto um smartphone possui alguns núcleos de processador heterogêneos e de 8 a 12 GB de memória. Um dos principais desafios, portanto, é desenvolver aplicativos que se encaixem, ou que possam ser adaptados para se encaixar, na capacidade de um smartphone", explica o artigo.

Para que uma estrutura de data center com smartphones seja feita, é necessário se desfazer de tudo o que não seria útil, como câmera, carcaça, tela e bateria, já que esse "contem materiais não apropriados para um ambiente de data center". Os clusters estão sendo equipados com uma quantidade de 25 a 50 Pixels Fold de 2023. Segundo o Google, essa quantidade entrega desempenho similar a um "servidor tradicional" no benchmark SPEC e dá conta da demanda de uma sala de aula com mais de 75 alunos.

Enquanto isso, o Google também está transformando seu celular Pixel em um PC desktop com uma nova funcionalidade através do uso de um cabo USB-C.

Leia a matéria no Canaltech.

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Chegada do Hyundai i20 obriga VW a jogar preços do Tera no chão

A Volkswagen lançou uma nova campanha promocional agressiva com foco no Tera MPI, que normalmente sai por R$ 107.190, mas pode ser adquirido por R$ 99.990. O desconto representa um bônus de quase R$ 7 mil sobre o preço de tabela, mas só para clientes que oferecerem um veículo usado na troca. 

A oferta vem como uma resposta direta à estreia do rival Hyundai i20 Comfort, que sai pelo mesmo valor, e vem para dar novo fôlego à disputa das montadoras pelos carros na faixa de preço abaixo dos R$ 100 mil. 

Como mencionamos, é preciso cumprir alguns requisitos: por exemplo, o usado deve ter sido fabricado entre 2014 e 2026, e não pode ter rodado mais de 10 mil quilômetros por ano. 

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Volkswagen Tera MPI 

Na versão de entrada MPI, o Tera vem equipado com motor 1.0 e câmbio manual de cinco marchas, conjunto como aquele do Polo Track. Apesar de ser a opção mais barata da linha, o SUV não economiza nos equipamentos: traz painel digital de 8 polegadas e central multimídia. 

Detalhes do Volkswagen Tera (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

Quem puder ir além pode optar pelas intermediárias TSI MT e Comfort TSI AT, que entregam lista mais completa de equipamentos, motor 1.0 e câmbio automático de seis marchas. 

Por que vale a pena comprar o Tera MPI “no precinho”?

Aproveitar a oferta da Volkswagen pode ser um excelente negócio para quem busca um SUV moderno sem abrir mão da economia. Com o mesmo conjunto mecânico já consagrado no Polo Track, o modelo foca prioritariamente no baixo custo de manutenção diária. Entre os principais diferenciais que justificam a compra da versão mais barata, destacam-se:

  • Mecânica confiável: motor 1.0 aspirado flex, que gera até 84 cv de potência, acoplado a um câmbio manual de cinco marchas;
  • Tecnologia de ponta: painel de instrumentos totalmente digital de 8 polegadas;
  • Conectividade: moderna central multimídia VW Play com uma generosa tela de 10,1 polegadas.

Leia a matéria no Canaltech.

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Google atualiza IA de vídeo e acaba com grande irritação dos criadores

O Google lançou uma atualização para o Google Vids que integra novos recursos da inteligência artificial (IA) Veo 3 para a criação de vídeos. A ferramenta agora permite estender a duração de clipes existentes e gerar múltiplos vídeos de forma simultânea. A distribuição global dos novos recursos começou nesta quarta-feira (17).

A mudança resolve uma das principais reclamações dos criadores de conteúdo na plataforma: a obrigação de esperar a finalização de um clipe para iniciar a criação do próximo.

Antes, o processo gerava longas esperas para usuários que precisavam testar diferentes estilos e comandos. Com a atualização, é possível disparar várias solicitações de geração em paralelo para comparar resultados e economizar tempo de produção.

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Fim da limitação de tempo e ganhos em continuidade

O segundo recurso adicionado é a opção "Estender" (Extend). Essa função permite que os usuários aumentem a duração dos clipes de oito segundos por mais oito segundos adicionais. O objetivo é garantir a continuidade da história e a consistência dos personagens entre as cenas geradas.

Em testes práticos realizados pelo portal Android Authority, a combinação das duas funções agilizou a produção de um vídeo que mostrava um homem dirigindo por um deserto até o seu destino.

O fluxo de iteração de ideias se mostrou mais rápido em comparação com o modelo anterior do ecossistema, que exigia comandos sequenciais.

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Novo botão "extend" para mais 8 segundos de vídeo (Imagem: Captura de tela/Reprodução/Google)

Disponibilidade e prazos de distribuição

A atualização está sendo liberada gradativamente e deve alcançar todos os usuários em um prazo de um a três dias a partir do início do lançamento.

Os recursos não demandam ativação por parte dos administradores do Google Workspace, e ficam disponíveis diretamente para os usuários finais.

A novidade está disponível para contas corporativas nos planos Business (Starter, Standard e Plus) e Enterprise (Starter, Standard e Plus). Na área educacional, o acesso foi liberado para o plano Education Plus.

Para contas pessoais de consumidores finais, a atualização exige uma assinatura ativa dos planos Google AI Pro ou Ultra. Usuários com a licença adicional "AI Expanded Access" possuem limites elevados para a geração de vídeos com o Veo no Vids.

Leia a matéria no Canaltech.

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YouTube testa design clean para dar mais destaque a IA; veja como vai ficar

O YouTube começou a testar uma nova interface para o aplicativo Android que simplifica a área abaixo do player e coloca o recurso de inteligência artificial "Perguntar" (Ask) em evidência. Segundo o Android Authority, a novidade está disponível de forma limitada para um pequeno grupo de usuários e ainda não há previsão de lançamento para todos.

As mudanças foram identificadas pelo Android Authority na versão 21.23.487 do aplicativo no Samsung Galaxy S25 Ultra e no OnePlus 15, ambos rodando o Android 16. O novo layout elimina os rótulos de texto dos botões de ação e deixa visíveis apenas quatro opções principais: Curtir, Descurtir, Compartilhar e Perguntar.

As funções Salvar, Download e Denunciar foram transferidas para um menu de três pontos, enquanto o título do vídeo ganhou uma fonte maior e mais destaque. O YouTube também reorganizou a área do canal, substituindo o nome do canal pelo nome de usuário, que agora aparece acima do logotipo. Já as informações de visualizações foram movidas para cima, e o número de curtidas deixou de aparecer ao lado do botão de curtir.

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Alguns usuários relataram no Reddit que já receberam a atualização nas últimas semanas, mas a maioria das reações tem sido negativa. Parte das críticas pode ser explicada pelas mudanças frequentes no visual do aplicativo.

Por exemplo, em outubro, o YouTube havia deixado esses mesmos botões maiores e mais chamativos, e agora testa uma versão com ícones sem texto e aparência mais discreta, exigindo que os usuários se adaptem novamente. No entanto, como se trata de um teste, o Google pode alterar o visual outra vez ou desistir de levá-lo para a versão estável.

Mudança no design do Youtube
YouTube testa um novo visual mais limpo no Android e coloca o recurso de IA "Perguntar" em destaque. (Imagem: Reprodução/Android Authority)

Por que o Youtube vai mudar o visual do app?

A reformulação busca reduzir a quantidade de elementos na tela e tornar a navegação mais simples. Ao esconder recursos secundários em um menu, o YouTube libera espaço para exibir mais vídeos recomendados e cria uma aparência limpa para o aplicativo.

Outro objetivo é destacar a inteligência artificial. Com apenas quatro botões em evidência, o recurso "Perguntar" ocupa uma posição de destaque ao lado das ações mais usadas, sinalizando que o Google quer transformar a IA em uma parte cada vez mais importante da experiência no YouTube.

A empresa também reorganizou as informações para dar mais destaque ao título do vídeo e ao criador do conteúdo. As curtidas e visualizações continuam presentes, mas em uma área que interfere menos na navegação e deixa a interface organizada.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber o que é YouTube Premium Lite.

Leia a matéria no Canaltech.

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Amazon faz promoção de iPhone 15; versão de 128 GB sai por menos de R$ 3,4 mil

A Amazon está com uma das ofertas mais agressivas recentes para quem quer entrar no ecossistema da Apple. O iPhone 15 (128 GB) aparece por R$ 3.399,10 à vista com cupom e pagamento via Pix, um valor raro para um modelo ainda atual da marca.

Mesmo sendo o modelo “de entrada” da Apple, o iPhone 15 ainda entrega desempenho de sobra com o chip A16 Bionic, além de câmeras consistentes e um dos melhores conjuntos de vídeo da categoria.

iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15
iPhone 15 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

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Veja tudo o que o iPhone 15 oferece

  • Tela OLED de 6,1” com brilho alto e suporte a HDR;
  • Chip A16 Bionic com desempenho ainda competitivo em 2025;
  • Câmera principal de 48 MP com fotos detalhadas e ótimo HDR;
  • Vídeos em 4K com estabilização avançada;
  • Dynamic Island e construção premium com vidro e alumínio;
  • iOS com atualizações por vários anos;
  • Porta USB-C para maior compatibilidade.

Veja um comparativo

Especificação iPhone 15 Galaxy S25 Edge 60 Pro
Tela 6,1" OLED, 60 Hz 6,2" AMOLED, 120 Hz 6,7" OLED, 144 Hz
Processador A16 Bionic Snapdragon 8 Elite Dimensity 8350 Extreme
RAM 6 GB 12 GB 12 GB / 24 GB
Armazenamento 128 GB 256 GB 256 GB
Câmera principal 48 MP (dupla) 50 MP (tripla) 50 MP (tripla)
Selfie 12 MP 12 MP 50 MP
Vídeo 4K Dolby Vision 8K / 4K 4K
Bateria ~3.300 mAh 4.000 mAh 6.000 mAh
Sistema iOS Android Android

Na prática, o iPhone 15 é a escolha mais equilibrada para quem prioriza câmera, vídeo e longevidade de software. Já o Galaxy S25 entrega mais potência bruta e recursos de IA, enquanto o Edge 60 Pro aposta em bateria muito maior e tela mais fluida.

Veja fotos tiradas com o iPhone 15 pela equipe do Canaltech:

iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera frontal
iPhone 15 / Câmera frontal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Modo retrato
iPhone 15 / Modo retrato (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera frontal
iPhone 15 / Câmera frontal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera ultrawide
iPhone 15 / Câmera principal
iPhone 15 / Câmera principal

No fim das contas, o iPhone 15 por esse preço vira uma opção difícil de ignorar — especialmente para quem quer entrar no ecossistema Apple sem pagar o valor cheio dos modelos mais novos.

Leia a matéria no Canaltech.

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Carro PcD pode ficar ainda mais barato com novo projeto de lei

O Senado Federal aprovou por unanimidade o Projeto de Lei Complementar 11/2026, desenhado para retomar a isenção integral do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de veículos por pessoas com deficiência (PcD). A votação registrou 69 votos favoráveis e nenhum contrário.

O texto aprovado busca proteger as garantias já previstas na Lei Federal 8.989/1995, mantendo a isenção total assegurada pelo menos até o fim de 2026. A expectativa do setor automotivo agora se volta para a tramitação na Câmara. 

A proposta avançou para a Câmara dos Deputados e, dependendo de como for o trâmite,  deve reverter a perda de incentivos recentes para os automóveis adaptados. Parlamentares e defensores do projeto ressaltaram que a medida não deve ser vista como um mero benefício tributário, mas sim como uma ferramenta poderosa de inclusão social para garantir o direito à mobilidade, ao trabalho e à saúde.

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Carros para PcD

Se os deputados aprovarem o projeto sem modificações, a proposta seguirá diretamente para a sanção ou veto do presidente da República. Caso contrário, qualquer alteração forçará o retorno da matéria para uma nova rodada de votações no Senado.

O projeto de lei ajuda a proteger a isenção fiscal para PcDs (Imagem: Agência Brasília/CC 2.0)

Para garantir o direito de comprar um carro com isenção de impostos destinado a Pessoas com Deficiência (PcD) no Brasil, os motoristas precisam preencher requisitos médicos rigorosos estabelecidos pela legislação vigente. 

Atualmente, o benefício é concedido a indivíduos diagnosticados com algum grau de deficiência física, visual ou mental, desde que classificada como severa ou profunda. O que muitos consumidores desconhecem, no entanto, é que a lista de condições elegíveis vai muito além de restrições altamente severas, como paraplegia ou paralisia cerebral, e engloba também patologias limitadoras mais comuns, como a de hérnia de disco. 

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Epic Games promete mais IA nos games com a Unreal Engine 6

A Epic Games revelou que a Unreal Engine 6 se apoiará em inteligência artificial para aprimorar a criação de jogos. A companhia afirma que o objetivo é melhorar a produtividade dos desenvolvedores, que terão mais tempo para explorar as opções criativas e aperfeiçoar o conteúdo. 

De acordo com a dona de Fortnite na apresentação State of Unreal, a ideia é combinar alguns fatores para o novo motor gráfico: a Unreal Engine 5, o Unreal Editor do battle royale e modelos de IA conhecidos, como o Claude e o Gemini.

Contudo, não foi revelado como a tecnologia vai interferir no processo de produção dos games. A Epic Games afirmou apenas que a engine terá fluxos de trabalho flexíveis, o que permitirá aos estúdios integrarem os seus modelos preferidos no ecossistema.

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A briga pela inteligência artificial

O anúncio sobre a Unreal Engine 6 é controverso, já que o tema das IAs está no centro de um grande debate no mundo dos jogos eletrônicos. Clair Obscur: Expedition 33, por exemplo, perdeu um prêmio no fim de 2025 por conta disso.

Além desse caso, a Panache Digital Games — que promete 1666 Amsterdam — teve de pedir desculpas publicamente por usar assets criados pela tecnologia em uma versão prévia do título. Na prática, não é algo que tem sido bem-aceito pelo público geral.

Vale lembrar que a NVIDIA já mostrou como a inteligência artificial pode alterar os games como os conhecemos. O anúncio do upscaling DLSS 5 mudou o estilo gráfico de algumas obras, o que gerou uma grande polêmica e temores pelo futuro da tecnologia.

Mesmo ameaçado pelas polêmicas, a Unreal Engine 6 vem aí e o primeiro jogo já foi revelado.

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Já existe TV 3.0 em outros países? Saiba o que mudou na vida do espectador

A nova geração da televisão aberta, conhecida como TV 3.0, já estreou no Brasil. A tecnologia base para essa mudança, contudo, já funciona de maneira definitiva em outros países ao redor do mundo.

O exterior adota o padrão internacional ATSC 3.0 para essas transmissões. E o formato inova ao combinar o sinal captado pela antena com a internet de banda larga da residência.

Como a tecnologia funciona no exterior

A Coreia do Sul lidera esse movimento desde 2016 e iniciou as transmissões com resolução 4K no ano seguinte. 

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Nos Estados Unidos, o recurso recebeu o nome comercial de NextGen TV. A transição ocorre de maneira gradual pelas regiões do país e já alcança uma boa parcela das residências americanas.

TV 3.0 mudará a experiência de assistir TV aberta (Imagem: Reprodução/CanalGov)

Outros mercados também avançam com a novidade. A Jamaica tem o sinal ativo desde 2022, assim como Trinidad e Tobago, que começou em 2025. Já a Índia realiza testes para a adoção do serviço.

Televisão com formato de aplicativo

O conceito principal para entender a mudança é o fim do canal tradicional. A sintonia da televisão passa a funcionar de forma semelhante a um serviço de streaming ou ao próprio sistema de uma Smart TV.

O telespectador navega pelos canais abertos com a mesma fluidez de quem escolhe um filme em uma como a Netflix. A programação ganha um menu digital e interativo direto na tela.

Impactos reais no dia a dia

Essa transformação traz vantagens diretas para quem assiste a esportes. Em jogos de beisebol ou futebol americano, por exemplo, o usuário nos EUA acompanha a partida pela antena e usa a internet para abrir janelas secundárias.

Esses menus extras exibem estatísticas em tempo real, novos ângulos de câmera ou replays sob demanda. Toda a interação acontece sem a necessidade de sair da transmissão ao vivo principal.

Outra facilidade prática é a função de assistir do início programas que já estõ na metade. Se o espectador ligar a TV no meio do telejornal, basta apertar um botão no controle remoto para assistir do começo.

O aparelho faz uma transição automática e imperceptível do sinal da antena para o feed de streaming da emissora. O áudio também recebe melhorias com sistemas de som inteligente, a exemplo do Dolby Atmos.

O recurso permite isolar a voz dos atores e diminuir os efeitos sonoros ou trilhas musicais de fundo. Isso acaba com o incômodo da variação extrema de volume na televisão.

A segurança pública ganha ferramentas inéditas com avisos de emergência direcionados. O sistema deixa de exibir apenas letreiros genéricos na tela e passa a enviar mapas e rotas de fuga seguras.

TV 3.0 será mais interativa (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

A tecnologia utiliza o CEP ou o IP do televisor para focar o alerta. O recurso consegue até interromper a programação e ligar a tela de aparelhos em repouso nas rotas reais de perigo.

Fim do atraso na transmissão

Muitos torcedores sofrem com o constante atraso no sinal de vídeo atual, o famoso “delay”. A nova tecnologia, no entanto, resolve o problema do engarrafamento de dados comum no YouTube ou em plataformas pagas da internet.

O sinal principal viaja por radiofrequência com boa velocidade e garante a exibição ao vivo sem travamentos. Existe apenas um mínimo intervalo físico de um a três segundos para o processamento de imagem.

Esse tempo é necessário apenas para que o chip do aparelho entregue a qualidade máxima de vídeo 4K. Na prática, quem usa a antena da nova TV comemora o gol antes dos vizinhos com o sinal de internet.

Os dados de interação chegam exatamente no mesmo milissegundo do vídeo. O sistema entrega as estatísticas de forma sincronizada e evita o risco de exibir um gráfico na tela antes da jogada real.

O que esperar no Brasil

O mercado brasileiro adotará a mesma base técnica de transmissão americana sob o padrão ATSC 3.0. O nosso formato nacional, batizado de DTV+, terá tecnologias complementares modernas.

A versão brasileira contará com sistemas de compressão de vídeo mais avançados, a exemplo do formato VVC. O país também manterá o próprio ecossistema nacional de interatividade, conhecido como DTV Play.

Essa escolha técnica garante a integração nativa com plataformas e serviços governamentais brasileiros. A medida adapta as inovações mundiais para a realidade e a necessidade do espectador local.

No Brasil, a Globo vai aproveitar a tecnologia para  transmitir novelas em 4K já no primeiro dia da TV 3.0 no país.

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STF finaliza regras de responsabilização das big techs no Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quarta-feira (17) o julgamento que define as regras de responsabilização de plataformas digitais por conteúdo publicado por usuários. Por unanimidade, a Corte declarou o trânsito em julgado da decisão, encerrando qualquer possibilidade de recurso. As plataformas têm 60 dias, contados a partir desta data, para se adequar às novas obrigações estruturais.

O processo é de junho de 2025, quando o STF considerou o artigo 19 do Marco Civil da Internet parcialmente inconstitucional. O dispositivo, em vigor desde 2014, permitia que as empresas fossem responsabilizadas somente quando descumprissem uma ordem judicial de remoção.

A Corte entendeu que essa regra não conferia proteção suficiente a direitos fundamentais e à democracia no ambiente digital.

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Quando as plataformas podem ser responsabilizadas

Pela tese aprovada, as empresas passam a ser responsabilizadas civilmente quando houver indícios de crimes ou atos ilícitos e não comprovarem que agiram com diligência qualificada. Em casos graves, a remoção de conteúdo é obrigatória mesmo sem decisão judicial prévia.

A lista de crimes que exigem ação imediata inclui terrorismo, incitação ao suicídio, crimes de ódio, violência contra a mulher, exploração sexual infantil, tráfico de pessoas e atos antidemocráticos. Para este último item, o relator, ministro Dias Toffoli, delimitou os tipos penais previstos no Código Penal: golpe de Estado, sabotagem, interrupção do processo eleitoral, violência política e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Anúncios pagos e mecanismos artificiais de disseminação de conteúdo têm presunção automática de culpa, sem necessidade de notificação prévia. Crimes contra a honra, como calúnia, difamação e injúria, seguem lógica diferente: ainda exigem ordem judicial para a retirada do conteúdo do ar.

Segundo o Poder360, quando uma decisão judicial já reconhece a ilicitude de um conteúdo em uma plataforma, as demais também deverão remover publicações idênticas, a partir de notificação judicial ou extrajudicial, sem necessidade de um novo processo.

Quando as plataformas estão protegidas

A responsabilidade das empresas não é automática. O presidente da Corte, ministro Edson Fachin, detalhou que os provedores ficam isentos de punição se comprovarem que atuaram de forma diligente e em tempo razoável para tornar o conteúdo indisponível.

A punição opera pelo conceito de "falha sistêmica". As plataformas não respondem por posts isolados de usuários, mas quando deixam de adotar medidas para impedir a circulação em grande escala de conteúdos ilegais. 

Se um conteúdo removido pela plataforma for restaurado por ordem judicial, o provedor também não poderá ser condenado a pagar indenização. E-mails, conversas privadas e reuniões fechadas não estão sujeitos às novas regras.

eca digital
O ECA Digital, implementado em março, também impõe limitações à redes sociais (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

Obrigações operacionais

Além das regras de moderação, o STF impôs obrigações estruturais às empresas. As plataformas deverão manter sede e representante legal no Brasil, criar canais de atendimento para pedidos de remoção de conteúdo e publicar relatórios anuais de transparência com dados sobre notificações extrajudiciais, anúncios e impulsionamentos pagos.

A fiscalização ficará a cargo da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), vinculada ao Ministério da Justiça.

Relação com os decretos federais

A decisão do STF embasa dois decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 20 de maio.

Um deles regulamentou os deveres das plataformas em moderação de conteúdo, transparência e segurança; o outro estabeleceu diretrizes para o combate à violência contra a mulher no ambiente digital, com prazo de duas horas para remoção de conteúdo íntimo não autorizado após notificação e medidas contra deepfakes gerados por inteligência artificial.

Em caso de descumprimento, a ANPD pode aplicar sanções que vão de advertência a multa de até 10% do faturamento, além de suspensão temporária ou proibição das atividades, conforme previsto no Marco Civil da Internet.

A oposição no Congresso tenta sustar os decretos. A Câmara Brasileira de Economia Digital, que representa empresas como Meta, Google e TikTok, divulgou carta aberta afirmando que as medidas do governo "ampliam a insegurança jurídica e enfraquecem a previsibilidade regulatória".

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Gears of War: E-Day usa a Unreal Engine 5 para redefinir os gráficos no XBOX

A diretora técnica de estúdio da The Coalition, Kate Rayner, revelou uma nova tech demo de Gears of War: E-Day durante o State of Unreal 2026 nesta quarta-feira (17). Ela explicou como o estúdio utilizou a Unreal Engine 5 para desenvolver o exclusivo do XBOX nos consoles.

A apresentação começa com Marcus Fenix dentro de um supermercado do Pay n Save, no centro da cidade de Kanlona. Rayner afirmou que, anteriormente, espaços como esses eram limitados a apenas três projetores de sombra em cena. Em Gears of War: E-Day, a The Coalition conseguiu adicionar centenas de fontes de luz, todas projetando sombras a 60 FPS no XBOX Series X, graças ao recurso da Unreal Engine, o MegaLights.

"O Dia da Emergência é o dia mais sombrio do nosso universo", explicou Rayner, "o dia em que a monstruosa horda Locust emergiu do chão para devastar a humanidade. E para realmente sentir o impacto emocional dessa perda, precisávamos retornar a um estilo visual sombrio e realista. Luz e sombra fazem mais do que apenas definir o tom."

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Quanto à destrutibilidade dos cenários, a diretora destacou que os ambientes de Gears of War: E-Day foram desenvolvidos com assets destrutíveis de Geometry Collection. Logo em seguida, a demo mostra Marcus Fenix destruindo um pilar de azulejos que é danificado de maneira progressiva e dinâmica. "Esses objetos dinâmicos projetam e recebem luz corretamente, para que a destruição permaneça visualmente realista, exatamente da maneira que você esperaria no mundo real", explica Rayner.

A tech demo também mostrou balas que criam um ponto de estilhaço dinâmico em superfícies de vidro, gerando rachaduras e craquelados em torno do local de impacto.

Gears of War: E-Day é um showcase técnico

A The Coalition se mostrou uma peça técnica importante no time do XBOX. O estúdio já foi mencionado anteriormente por ser um verdadeiro guru dentro da divisão de games da Microsoft quando o assunto é Unreal Engine 5.

Vale lembrar que Gears of War: E-Day chega ao PC, consoles XBOX Series e XBOX Game Pass em 6 de outubro. O jogo é um dos títulos anunciados como exclusivo vitalício do XBOX, conforme anunciado pela CEO da divisão, Asha Sharma, no XBOX Game Showcase 2026.

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Google testa atalho do Modo IA na barra do Chrome

O Google prepara um novo atalho para abrir o Modo IA, que transforma a busca em conversa com uma inteligência artificial, a partir da barra de pesquisas do Chrome. A informação é do site Windows Report.

O recurso passa por testes no Google Chrome Canary para Windows e Android. Na versão para desktop, o Modo IA pode ser acessado a partir de um painel lateral e funciona de forma independente com relação às abas abertas.

Ainda não existe previsão de lançamento do ajuste na versão estável do navegador. Aos poucos, o Google incorpora mais recursos de IA na pesquisa, ainda que a empresa negue que a pesquisa clássica será substituída pelo Modo IA a curto prazo. 

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Modo IA pode ser acessado em painel separado nos modos de personalização do Chrome Canary (Imagem: Reprodução/Windows Report)

Gemini chegou ao Chrome no Brasil

A integração do Gemini com o Google Chrome desembarcou no Brasil neste mês de junho. A novidade permite abrir um painel lateral e interagir com o assistente de IA sem a necessidade de abrir uma aba específica para isso.

O Gemini pode ser usado como um chatbot padrão, mas também consegue analisar as abas abertas e o conteúdo exibido nas páginas. Uma das vantagens é usar o assistente para resumir um texto aberto ou encontrar mais informações sobre um site específico, por exemplo.

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