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Famosa pelos potes, Tupperware agora vende panelas no Brasil

Os potes de armazenamento da Tupperware fazem parte do dia a dia de muitos brasileiros, e a marca agora está ampliando sua presença nas cozinhas com uma nova linha de panelas. Os produtos fazem parte da coleção Elements, formada inicialmente por três itens de aço inox.

A novidade também marca o retorno da companhia à categoria de panelas e faz parte de uma estratégia para avançar em outros segmentos além dos produtos pelos quais ficou conhecida. Segundo a empresa, a coleção foi desenvolvida com foco em desempenho, durabilidade e design.

Cristina Goto, diretora de Inovação e Merchandising da Tupperware América Latina, afirma que o desenvolvimento da Elements partiu da ideia de oferecer soluções funcionais e de alta qualidade aos clientes.

“A coleção foi cuidadosamente pensada para acompanhar diferentes momentos e necessidades na cozinha, combinando funcionalidade, tecnologia e estética premium para tornar o preparo dos alimentos mais prático, eficiente e prazeroso”, ressalta Goto.

Tupperware Elements

Linha Elements tem fundo triplo e três peças

Uma das principais características da nova linha é o fundo triplo, formado por camadas de aço inox e alumínio. De acordo com a fabricante, essa construção ajuda a distribuir o calor de maneira mais uniforme e a manter a temperatura por mais tempo durante o preparo dos alimentos.

As panelas também podem ser usadas em diferentes tipos de fogão, incluindo modelos a gás, elétricos, vitrocerâmicos e por indução. Os três utensílios que estreiam a linha Elements são:

  • Caçarola de 20 cm e capacidade de 3,5 litros;
  • Panela de 16 cm com capacidade de 1,5 litro;
  • Frigideira de 20 cm com capacidade de 1 litro.

Os produtos já podem ser adquiridos no site da Tupperware, e o kit com os três utensílios custa a partir de R$ 939,90.

E se você está buscando modernizar ainda mais sua cozinha, pode conferir esta lista com 5 eletros multifuncionais que economizam dinheiro e espaço.

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YouTube ilimitado voltou à Vivo; veja quais clientes podem ativar

Assistir a vídeos no celular sem se preocupar com a franquia de internet voltou a ser uma opção para alguns clientes da Vivo. Isso porque a operadora retomou a oferta de YouTube ilimitado por R$ 10 para usuários do Vivo Easy, com validade de 60 dias e sem descontar o tráfego da plataforma do pacote principal de dados.

A empresa repete uma estratégia utilizada em junho deste ano, quando aproveitou o período da Copa do Mundo para promover uma oferta semelhante.

A promoção atual começou a aparecer novamente no aplicativo da operadora nesta semana, mas não está disponível para todos os clientes. A oferta é destinada apenas a usuários selecionados do Vivo Easy, que podem encontrá-la diretamente na área de ofertas do app e concluir a contratação por lá.

Na prática, o pacote pode fazer mais sentido para quem costuma assistir a muitos vídeos pela rede móvel, já que esse tipo de conteúdo pode consumir rapidamente a franquia de internet. Durante os 60 dias de validade, o tráfego do YouTube não é descontado do pacote convencional de dados.

Vivo Operadora

Vivo já ofereceu YouTube ilimitado durante a Copa

A oferta atual é semelhante a uma ação adotada pela Vivo há poucos meses. Durante a Copa do Mundo, a operadora também lançou um pacote de YouTube ilimitado por R$ 10 durante 60 dias, com apelo principalmente para quem queria acompanhar as transmissões da CazéTV pelo celular.

Ainda assim, o benefício não era limitado aos jogos. O pacote permitia acessar qualquer conteúdo da plataforma, incluindo vídeos tradicionais, transmissões ao vivo e Shorts, sem consumir a franquia de dados móveis.

Agora, a estratégia é semelhante, mas sem vínculo direto com um grande evento esportivo. Como a liberação é segmentada, quem usa o Vivo Easy precisa conferir o próprio aplicativo para saber se recebeu a oferta de YouTube ilimitado.

Falando na Vivo, uma pesquisa recente revelou que a operadora tem o melhor 5G do mundo entre países grandes.

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Motorola confirma celular para concorrer com iPhone Duo, o dobrável da Apple

A Motorola aproveitou o lançamento do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, para confirmar que prepara um novo smartphone de tela flexível. Em um vídeo publicado nas redes sociais, a fabricante relembra sua história com a linha Razr e dá um spoiler de um dispositivo inédito que está por vir.

A publicação também tratou de dar uma alfinetada na empresa liderada por John Ternus, especialmente pela chegada tardia da rival ao segmento de dobráveis. Na legenda, a Motorola afirma que “alguns estão apenas descobrindo” esse tipo de dispositivo, enquanto a marca trabalha para aprimorar o conceito há anos.

A afirmação faz referência ao Razr original de 2004 e também à retomada da linha com Android em 2019.

O principal detalhe, no entanto, aparece rapidamente nos segundos finais do vídeo. O teaser exibe um dobrável mais largo e baixo que o atual Razr Fold, em formato semelhante ao de um pequeno passaporte, o que colocaria o aparelho em concorrência direta com o Galaxy Z Fold 8 e o iPhone Duo.

 

Novo dobrável da Motorola já apareceu em vazamento

Apesar de a Motorola ainda não revelar nome, especificações ou data de lançamento, o aparelho já havia aparecido em esboços obtidos pelo portal Android Headlines. Os desenhos indicam um formato mais largo, além de um módulo horizontal de câmeras posicionado na parte superior da traseira.

O material ainda menciona termos como “creaseless display”, em referência a uma tela com vinco reduzido, além de vidro 3D e uma estrutura descrita como “easy-open profile”, com laterais projetadas para facilitar a abertura do celular. O vazamento também aponta que o lançamento pode acontecer “nos próximos meses”.

Esboço Razr Wide Fold

A título de comparação, o primeiro dobrável da Apple traz tela externa de 5,4 polegadas e painel interno de 7,6 polegadas, além de chip A20 Pro e suporte à Apple Pencil. As vendas começam em outubro, com preço inicial de R$ 21.999.

Outros destaques do novo celular da gigante de Cupertino são a volta do Touch ID aos iPhones e uma câmera escondida embaixo da tela.

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iPhone dobrável e tudo que a Apple lançou nesta quarta (9); veja preços no Brasil

A Apple apresentou, nesta quarta-feira (9), uma nova leva de produtos, com direito à estreia da empresa no mercado de celulares dobráveis graças à chegada do iPhone Duo. A companhia também apresentou o iPhone 18 Pro, Pro Max e outros acessórios, todos já com preços sugeridos de venda no Brasil. 

O destaque do evento da gigante de Cupertino foi o dispositivo com display flexível, que também é o aparelho mais caro apresentado pela empresa, custando a partir de R$ 21.999 no mercado nacional.

A apresentação também trouxe novidades importantes de software. O iOS 27 chega já na próxima semana com recursos como o iPhone Handoff, que permite usar o mesmo número em dois iPhones, enquanto a nova Siri AI ganhará suporte ao português em outubro. Algumas funções da Apple Intelligence executadas na nuvem, porém, terão limites diários de uso.

Para te ajudar a conferir quanto será necessário desembolsar para adquirir os novos produtos da Apple, o Canaltech reuniu abaixo os preços de todos os dispositivos lançados. 

Apple-iPhone-Duo-Case-navy-blue-260909

Quanto custam os novos lançamentos da Apple?

Os valores variam bastante conforme o produto e a configuração escolhida. Os AirPods 5 são a novidade mais acessível da apresentação, com preço inicial de R$ 1.499, enquanto o iPhone Duo de 2 TB ocupa o outro extremo ao custar até R$ 30.999.

No caso dos relógios, o preço também muda conforme características como material da caixa, tamanho e presença de conexão celular. 

iPhone Duo

Primeiro celular dobrável da Apple, o  iPhone Duo também é o produto mais caro apresentado pela companhia. O aparelho parte de R$ 21.999 na versão de 256 GB e chega aos R$ 30.999 com 2 TB.

Além do formato dobrável, o aparelho combina uma tela externa Super Retina XDR de 5,4 polegadas com um painel interno de 7,6 polegadas e utiliza o chip A20 Pro de 2 nm. A Apple também colocou uma câmera FaceTime escondida sob a tela interna e adicionou compatibilidade com a Apple Pencil USB-C, prevista para o fim de 2026.

O dobrável ainda traz duas câmeras traseiras de 48 MP e bateria distribuída entre as duas metades do aparelho, com autonomia anunciada de até 44 horas de reprodução de vídeo pela tela externa. Quem quiser entender como o conjunto se posiciona diante do principal rival pode conferir o comparativo entre iPhone Duo e Galaxy Z Fold 8. Já a versão mais cara, com 2 TB, chega aos R$ 30.999 no Brasil.

Armazenamento

Preço no Brasil

256 GB

R$ 21.999

512 GB

R$ 23.499

1 TB

R$ 26.499

2 TB

R$ 30.999

iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max

Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max completam a nova geração de celulares avançados da Apple. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente, com opções que chegam a 2 TB de armazenamento.

Os dois modelos usam o novo A20 Pro de 2 nm, cuja GPU promete desempenho até 40% superior ao A19 Pro, e ganharam uma câmera principal Fusion de 48 MP com abertura variável entre f/1.8 e f/4. A mudança faz parte de um pacote que leva ao iPhone controles antes mais associados a câmeras profissionais, incluindo ajustes de ISO, velocidade do obturador, balanço de branco e histograma.

Outra novidade é o Apple Reference Image, recurso que ajuda a comprovar que uma fotografia não foi criada por IA. O sistema cria uma referência protegida a partir de dados registrados pelo sensor, permitindo comparar o arquivo com uma imagem posteriormente editada.

Armazenamento

iPhone 18 Pro

iPhone 18 Pro Max

256 GB

R$ 11.999

R$ 12.999

512 GB

R$ 13.499

R$ 14.499

1 TB

R$ 16.499

R$ 17.499

2 TB

R$ 20.999

R$ 21.999

AirPods 5

Os AirPods 5 chegam em duas versões. O modelo de entrada custa R$ 1.499, enquanto a opção acompanhada do estojo de recarga sem fio sobe para R$ 1.699.

Entre as principais mudanças está o Cancelamento Ativo de Ruído (ANC), que, segundo a Apple, consegue remover até 50% mais ruídos externos que os AirPods 4 com ANC. Os fones também receberam certificação IP57 contra poeira e água, além de recursos como Áudio Adaptativo, Detecção de Conversa e Tradução ao Vivo. 

Versão

Preço no Brasil

AirPods 5

R$ 1.499

AirPods 5 + Estojo de Recarga Sem Fio

R$ 1.699

Apple Watch Ultra 4

Voltado principalmente para esportes e atividades ao ar livre, o Apple Watch Ultra 4 ganhou o chip S11, novos recursos de monitoramento de saúde e bateria de até 50 horas no uso diário.

O relógio traz um novo Sistema de Sensoriamento de Saúde, que combina sensores ópticos e elétricos para realizar leituras mais recorrentes de frequência cardíaca e VFC. A autonomia também é um dos destaques: o novo Apple Watch Ultra promete mais de dois dias longe da tomada, chegando a 84 horas no modo de pouca energia.

Configuração

Preço inicial no Brasil

Apple Watch Ultra 4

a partir de R$ 10.499

Apple Watch Series 12

O Apple Watch Series 12 também estreia o chip S11 e um novo sistema de medições de saúde, com leituras mais frequentes de frequência cardíaca e variabilidade da frequência cardíaca (VFC), além do recurso Prontidão.

O relógio passa a medir a frequência cardíaca a cada cinco segundos durante o dia e realiza leituras de VFC até 24 vezes mais frequentemente. A função Prontidão cruza informações de atividade, carga de treinamento, sinais vitais e sono para gerar uma pontuação diária de 0 a 10 sobre o nível de recuperação do usuário.

O relógio parte de R$ 5.499, mas o preço muda bastante conforme o material, o tamanho da caixa e a presença de conectividade celular. A versão de titânio começa em R$ 9.299, enquanto a opção de cerâmica parte de R$ 11.899.

Configuração

Preço inicial no Brasil

Apple Watch Series 12 Alumínio

a partir de R$ 5.499

Apple Watch Series 12 Titânio

a partir de R$ 9.299

Apple Watch Series 12 Cerâmica

a partir de R$ 11.899

Apple Watch Series 12 42 mm

a partir de R$ 5.499

Apple Watch Series 12 46 mm

a partir de R$ 6.099

Apple Watch Series 12 GPS

a partir de R$ 5.499

Apple Watch Series 12 GPS + Cellular

a partir de R$ 6.799

A chegada do celular dobrável da Apple, inclusive, começou a render comparações com dispositivos semelhantes da Samsung. Aqui, você pode conferir 7 coisas que o iPhone Duo faz e que a rival não colocou no Galaxy Z Fold 8.

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iPhone dobrável aceita Apple Pencil e supera rival da Samsung

Transformar o celular em um pequeno caderno digital será uma das possibilidades de quem tiver um iPhone Duo em mãos. O primeiro dobrável da Apple terá suporte à Apple Pencil com USB-C, recurso que aproveita as duas telas do dispositivo e coloca o aparelho à frente do  Galaxy Z Fold8 em um aspecto importante voltado à produtividade.

A gigante de Cupertino ressalta que será possível usar a caneta tanto no painel externo quanto na tela dobrável interna para fazer anotações, desenhar e marcar documentos. O recurso, no entanto, não estará disponível imediatamente, visto que a fabricante afirma que a compatibilidade chegará em breve, ainda neste ano.

A possibilidade chama atenção principalmente pela tela interna Super Retina XDR de 7,6 polegadas do dispositivo, que oferece uma área consideravelmente maior quando o aparelho está aberto. Já o display externo mede 5,4 polegadas, e ambos contam com ProMotion, Always On e brilho máximo de 3.000 nits em ambientes externos.

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Apple leva vantagem sobre Galaxy Z Fold8

A novidade cria uma diferença importante em relação ao principal rival da Samsung. Apesar de apostar em uma tela dobrável ampla para produtividade, o Galaxy Z Fold8 não é compatível com a S Pen.

A ausência também já havia ocorrido no Galaxy Z Fold7, enquanto gerações mais antigas da linha Fold ofereciam versões específicas da S Pen. Com isso, o iPhone Duo passa a ter uma ferramenta adicional para quem pretende usar o formato dobrável para escrever ou trabalhar diretamente sobre a tela.

Além do iPhone Duo, a Apple também anunciou o lançamento do iPhone 18 Pro, que é 40% mais rápido do que o seu antecessor. 

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Novos AirPods 5 chegam com ANC 50% mais poderoso; veja o que mudou

A Apple apresentou, nesta quarta-feira (9), os AirPods 5, nova geração de seus fones de ouvido sem fio. Os dispositivos chegam cerca de dois anos após os AirPods 4 com cancelamento de mais eficiente, novos recursos inteligentes e melhorias na bateria.

Uma das principais novidades está justamente no cancelamento ativo de ruído (ANC). Segundo a gigante de Cupertino, os novos acessórios conseguem remover até 50% mais ruído externo que seu antecessor com ANC, mesmo mantendo o formato aberto e sem ponteiras de silicone.

A nova geração de fone também conta com uma arquitetura acústica redesenhada, recebe uma nova versão da equalização adaptativa e amplia a integração com recursos de inteligência artificial (IA). Entre eles estão a Siri AI, a tradução ao vivo e comandos que podem ser realizados sem usar as mãos.

AirPods 5 chegam em duas versões

Ao contrário do que indicavam os rumores anteriores ao lançamento, a diferença entre as duas versões dos AirPods 5 não está na presença do cancelamento ativo de ruído. O ANC faz parte de todos os dispositivos da nova geração, enquanto a configuração mais cara se diferencia principalmente por especificações como estojo de carregamento sem fio, maior autonomia e controle de volume diretamente na haste.

O modelo mais avançado permite ajustar o volume deslizando o dedo para cima ou para baixo na haste, função que aparece pela primeira vez nos AirPods de formato aberto. Seu estojo também aceita carregadores do Apple Watch e acessórios compatíveis com o padrão Qi, além de contar com USB-C.

Além de compartilharem o recurso de cancelamento de ruído ativo, os dois modelos também contam com, áudio adaptativo, modo Ambiente, detecção de conversa, áudio espacial personalizado e tradução ao vivo.

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Cancelamento de ruído ativo avançado

O cancelamento ativo de ruído recebeu uma das maiores atualizações da geração de fones da Apple. A big tech afirma, inclusive, que os AirPods 5 conseguem remover até 50% mais ruídos externos que os AirPods 4 com ANC, resultado obtido por uma nova arquitetura acústica com múltiplas portas e melhorias nos algoritmos de áudio computacional.

A empresa também atualizou o Modo Ambiente, que promete reproduzir vozes e outros sons ao redor de forma mais natural. Já o recurso de áudio adaptativo combina automaticamente esse modo com o ANC de acordo com as condições do ambiente.

Outra novidade é a Detecção de Conversa, que reduz automaticamente o volume do conteúdo reproduzido quando identifica que o usuário começou a falar. Essa funcionalidade exclui a necessidade de pausar manualmente uma música ou retirar os fones para conversar com alguém próximo.

Qualidade de áudio ganha nova arquitetura

Outra mudança dos AirPods 5 está na estrutura responsável pela reprodução sonora. Inspirada nos AirPods Pro 3, a Apple adotou uma nova arquitetura acústica com múltiplas portas, acompanhada de uma nova geração da Equalização Adaptativa.

Segundo a fabricante, o conjunto permite entregar um som mais rico e detalhado para uma variedade maior de formatos de orelha. As mudanças também aprimoram o Áudio Espacial Personalizado, que promete uma sensação mais imersiva durante músicas e outros conteúdos compatíveis.

A Apple, porém, não anunciou o chip H3 que aparecia em rumores antes da apresentação.

Siri AI e Tradução ao Vivo chegam aos AirPods 5

A integração com IA também ganhou espaço na nova geração. Quando conectados a um iPhone compatível com a Apple Intelligence, os AirPods 5 podem acessar a nova Siri AI sem que o usuário precise retirar o celular do bolso.

A assistente, por sua vez, consegue utilizar informações presentes em mensagens, e-mails e fotos para responder a solicitações contextualizadas. 

Também é possível responder a determinadas solicitações da Siri apenas movimentando a cabeça, com um gesto afirmativo ou negativo. A Siri AI será disponibilizada inicialmente em inglês com o iOS 27, enquanto o suporte ao português está previsto para outubro.

Outro recurso é a Tradução ao Vivo, alimentada pela Apple Intelligence. Depois de configurar os idiomas no aplicativo Traduzir, o usuário pode iniciar a função pressionando simultaneamente as duas hastes, pedindo à Siri ou usando o botão de Ação do iPhone. A conversa passa, então, a ser reproduzida pelos fones no idioma escolhido.

Design mantém formato aberto

Visualmente, os AirPods 5 preservam a principal característica das gerações anteriores: o formato aberto e sem pontas de silicone. A Apple concentrou as mudanças no conjunto acústico e nos recursos oferecidos pelos fones, sem transformar o produto em uma alternativa direta aos AirPods Pro.

A resistência contra poeira, suor e água também foi ampliada. Durante a apresentação, a companhia confirmou certificação IP57, o que adiciona proteção contra poeira e aumenta a resistência à água em comparação com a geração anterior.

No modelo acompanhado pelo estojo sem fio, a haste também passa a reconhecer o movimento vertical do dedo para aumentar ou diminuir o volume, além dos comandos já realizados pelo sensor de força.

Outro destaque da Apple no evento foi o iPhone 18 Pro, que está 40% mais rápido do que seu antecessor. 

Bateria dura até 5 horas com ANC

A Apple também aumentou a autonomia da configuração mais completa dos AirPods 5. O modelo oferece até cinco horas de reprodução com o Cancelamento Ativo de Ruído ativado, uma hora a mais que os AirPods 4 com ANC, graças a uma bateria redesenhada.

Com o estojo de carregamento, a autonomia chega a 22 horas de reprodução com ANC. O acessório pode ser recarregado por USB-C, carregadores Qi ou pelo carregador do Apple Watch.

Preço e disponibilidade

No Brasil, os AirPods 5 custam R$ 1.499, enquanto a versão com Estojo de Recarga Sem Fio sai por R$ 1.699. A pré-venda começou nesta quarta-feira (9), e a disponibilidade nas lojas está prevista para 18 de setembro.

Ficha técnica dos AirPods 5

Característica

AirPods 5

AirPods 5 com estojo sem fio

Formato

Aberto, sem pontas de silicone

Aberto, sem pontas de silicone

Cancelamento Ativo de Ruído

Sim

Sim

Redução de ruído

Até 50% maior que AirPods 4 com ANC

Até 50% maior que AirPods 4 com ANC

Áudio Adaptativo

Sim

Sim

Modo Ambiente

Sim

Sim

Detecção de Conversa

Sim

Sim

Equalização Adaptativa

Nova geração

Nova geração

Áudio Espacial Personalizado

Sim

Sim

Tradução ao Vivo

Sim

Sim

Siri AI

Sim, com dispositivo compatível

Sim, com dispositivo compatível

Controle de volume na haste

—

Sim

Resistência

IP57

IP57

Bateria

Não detalhada

Até 5 horas com ANC

Bateria com estojo

Não detalhada

Até 22 horas com ANC

Carregamento

USB-C

USB-C, Qi e carregador do Apple Watch

Preço no Brasil

R$ 1.499

R$ 1.699

Outra novidade anunciada no evento da Apple foi o iPhone 18 Pro, que está 40% mais rápido do que o seu antecessor.

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Marca revela "iPhone Pro Max" com Android e câmeras super poderosas

A Honor revelou novos detalhes do Magic 9 Pro Max, novo celular Android que chama atenção pelo conjunto avançado de câmeras. O aparelho também adota um visual parecido com o do iPhone 17 Pro Max, especialmente na parte traseira.

O dispositivo da fabricante chinesa se aproxima do celular da Apple principalmente por apresentar um grande módulo horizontal na parte superior, acompanhado por uma área retangular logo abaixo das câmeras.

A disposição das lentes, porém, é diferente daquela encontrada no iPhone 17 Pro Max, com um grande módulo circular à esquerda e outras duas câmeras menores à direita. Nas imagens divulgadas pela fabricante, o Magic 9 Pro Max aparece inicialmente na cor verde e ainda exibe a marca da ARRI no conjunto fotográfico.

Honor Magic 9 Pro Max

Magic 9 Pro Max tem duas câmeras de 200 MP

Falar do novo aparelho da Honor passa inevitavelmente pelo seu conjunto fotográfico. A câmera principal do Magic 9 Pro Max tem 200 MP, sensor de 1/1,28 polegada e lente com abertura f/1,57.

Já a câmera teleobjetiva também conta com resolução de 200 MP, mas usará um sensor de 1/1,4 polegada e abertura f/2,6.

A Honor também vai permitir ampliar as possibilidades fotográficas do celular com o chamado Photography Master Kit. O pacote inclui um grande teleconversor de 500 mm, além de uma opção de 200 mm que mede 81 mm de comprimento e pesa 88 gramas.

Honor Magic 9 Pro Max

A parceria com a ARRI também deve beneficiar as gravações de vídeo. Informações divulgadas antes do lançamento apontam que a linha terá suporte a recursos voltados a ampliar o controle sobre cores e facilitar resultados de registros com aparência mais cinematográfica.

Outra especificação que ganhou destaque entre os vazamentos é a bateria de 8.800 mAh, capacidade bastante acima do que costuma ser encontrado em celulares topo de linha.

A Honor ainda não revelou todos os detalhes do aparelho, como preço e disponibilidade internacional. A apresentação completa da linha Magic 9 acontecerá na China em 28 de setembro.

Enquanto o lançamento oficial do novo Honor não chega, que tal conferir qual celular tem a melhor câmera de 2026?

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Nova Kodak parece uma Cyber-shot e traz zoom óptico de 15x

Corpo compacto, visual discreto e lente retrátil: esses são alguns dos destaques da Kodak PixPro FZ155, nova câmera da marca que lembra as clássicas Sony Cyber-shot. O modelo também chama atenção pelo zoom óptico de 15x, que amplia bastante o alcance sem exigir o formato maior de uma câmera com superzoom.

A novidade apareceu no estande da Kodak na IFA 2026, feira de tecnologia e eletrônicos realizada em Berlim, na Alemanha. As primeiras imagens do produto foram registradas pelo portal Amateur Photographer, que também teve acesso às principais especificações exibidas pela fabricante no evento.

A lente cobre uma distância focal equivalente a 24-360 mm, faixa que permite partir de enquadramentos mais abertos até aproximações de objetos distantes. Para auxiliar principalmente nas fotos feitas com o zoom, a câmera ainda conta com estabilização óptica de imagem (OIS).

A PixPro FZ155 também é equipada com um sensor BSI CMOS de 20 MP e oferece gravação de vídeos em resolução 4K. A ficha técnica apresentada na IFA ainda aponta para especificações como tela de 3 polegadas e bateria de íons de lítio.

Especificações Kodak PixPro FZ155

Kodak levou outras câmeras para a IFA

Mas a FZ155 não foi a única aposta da Kodak para o segmento de câmeras compactas. A marca também apresentou outros dois modelos na feira, com a PixPro C10 se destacando pelo zoom óptico de 10x e por um seletor dedicado a simulações de filme, recurso que permite aplicar diferentes estilos às imagens diretamente pela câmera.

Outro modelo exibido foi a PixPro P1, câmera que adota visual retrô e conta com resistência à água em profundidades de até cinco metros. O modelo ainda chama atenção pela tela articulada, característica pouco comum em câmeras à prova d'água.

A Kodak ainda não revelou informações como data do início das vendas das câmeras e nem o valor pelo qual elas chegarão ao mercado. Mas elas têm algo em comum: a aposta em design retrô, algo que vem fazendo sucesso entre os jovens.

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Celular Motorola com "câmera melhor que iPhone" vai ganhar versão de luxo

O Motorola Signature, celular que já superou o iPhone 17 Pro em testes de câmera do Canaltech, vai ganhar uma nova geração com indícios de uma versão ainda mais sofisticada. A fabricante começou a divulgar o Signature 27, e o material promocional sugere uma edição de luxo do dispositivo.

O pop-up promocional passou a aparecer no site oficial da Motorola em países da União Europeia e no Reino Unido. A campanha mostra apenas parte do módulo de câmeras do aparelho e convida os interessados a cadastrarem nome e e-mail para receber informações exclusivas sobre o lançamento.

O anúncio em questão ainda usa a frase “Uma nova perspectiva está surgindo” e exibe o nome Signature 27 ao lado de um close do conjunto fotográfico. Até agora, no entanto, a empresa não divulgou ficha técnica, data de lançamento ou detalhes sobre preço e disponibilidade.

A principal pista sobre a edição de luxo do Motorola Signature vem do próprio material da campanha. Informações divulgadas pelo portal GSMArena indicam que há uma referência a “Crystals by Swarovski” associada ao banner, o que indica que o aparelho poderá repetir a estratégia da geração anterior e ganhar uma versão com cristais da marca austríaca em mercados selecionados.

Banner Signature 27

Signature já bateu iPhone em alguns testes

O destaque dado às câmeras no pop-up também chama atenção pelo desempenho do Signature lançado no primeiro trimestre deste ano. Em um comparativo feito pelo Canaltech contra o iPhone 17 Pro, o celular da Motorola levou vantagem em alguns cenários, apesar de o resultado geral ter sido bastante equilibrado.

Uma das maiores vantagens do Motorola apareceu no zoom, com mais definição e preservação de detalhes. O aparelho também se saiu melhor nas selfies, registrando com mais precisão aspectos como fios de cabelo, barba e texturas da pele.

Já na gravação de vídeos, o aparelho da Apple levou a melhor por oferecer 4K a 120 fps. O dispositivo da Motorola, por outro lado, tem como diferencial o suporte a vídeos em 8K, recurso ausente no rival.

Também realizamos um comparativo levando em conta outros aspectos dos dois aparelhos. Confira a análise e saiba qual comprar!

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Dormir com o celular carregando embaixo do travesseiro pode causar explosão?

Você tem o hábito de dormir com o celular carregando embaixo do travesseiro? Esse costume é mais comum do que parece, mas é importante saber que ele pode ser nocivo ao aparelho e, em situações extremas, aumentar o risco de incêndio ou até de explosão da bateria.

Essa prática pode preocupar os usuários principalmente quando o dispositivo amanhece mais quente do que o normal, um cenário que já indica riscos à segurança. A própria Apple possui um alerta oficial em seus manuais que desaconselha essa prática.

A empresa orienta os usuários a nunca dormirem sobre o celular enquanto ele estiver carregando nem colocá-lo sob cobertores, travesseiros ou encostado ao corpo.

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Em entrevista ao Canaltech, Luis Gustavo da Silva, especialista em desenvolvimento de radiofrequência do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), explica que o perigo relacionado a essa prática é o fenômeno conhecido como "abafamento térmico". Trata-se do aumento da resistência térmica entre o aparelho e o ambiente, dificultando a dissipação do calor.

Celular carregando
Deixar celualr carregando embaixo do travesseiro ou cobertor pode favorecer a ocorrência do que é conhecido como "abafamento térmico" (Imagem gerada pelo Gemini)

O perigo associado ao abafamento térmico

As baterias integradas aos smartphones modernos são compostas por íons de lítio, responsáveis por armazenar e fornecer energia.

Durante o processo de recarga, esses componentes geram calor naturalmente devido às perdas elétricas do próprio carregamento, ao funcionamento do circuito de carga e à conversão interna de energia.

O especialista explica que os celulares foram projetados para dissipar esse calor para o ambiente. No entanto, quando o aparelho é coberto por um travesseiro, cobertor ou qualquer outro tecido que dificulte essa troca de calor, cria-se uma barreira que reduz a dissipação térmica e, consequentemente, eleva a temperatura do dispositivo.

"Esse processo pode desencadear um fenômeno conhecido como thermal runaway, ou fuga térmica, que consiste em um ciclo de retroalimentação: o aumento da temperatura provoca reações químicas que, por sua vez, geram ainda mais calor. Em casos extremos, isso pode levar à combustão ou até à explosão da bateria", ressalta Silva.

O especialista destaca, no entanto, que esse efeito está associado a situações de calor extremo, em que a bateria gera mais calor do que consegue dissipar. Ou seja, a fuga térmica não ocorre apenas porque a bateria aqueceu um pouco durante a recarga.

Desgaste da bateria e fatores agravantes

Ainda que incêndios e explosões dependam da combinação de condições extremas, o hábito de dormir todas as noites com o celular carregando embaixo do travesseiro favorece o desgaste da bateria do aparelho.

"O carregamento contínuo em ambientes abafados acelera o envelhecimento da bateria. Com o tempo, ela perde capacidade de armazenamento de energia e eficiência, além de apresentar maior aquecimento durante o uso. Esse processo reduz gradativamente sua vida útil", alerta Luis Gustavo.

Celular esquentando durante recarga
Aquecimento frequente gerado pelo hábito de carregar celualr embaixo do travesseiro pode acelerar desgaste da bateria (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

O cenário merece ainda mais atenção quando o aparelho é recarregado por meio de sistemas de carregamento rápido. Isso porque essa tecnologia transfere mais potência ao smartphone e exige um controle térmico mais rigoroso.

O especialista pontua que a combinação desse recurso com fatores como o uso de cabos falsificados, danificados ou até mesmo o acúmulo de sujeira na entrada de carregamento aumenta consideravelmente o risco de problemas.

Sinais de alerta e dicas para carregamento seguro

Antes de atingir temperaturas preocupantes, o smartphone costuma apresentar alguns sinais de superaquecimento. Os sistemas operacionais podem reduzir automaticamente o brilho da tela, diminuir o desempenho para controlar a temperatura e até mesmo pausar o carregamento para proteger a bateria.

Mesmo com esses mecanismos de proteção, os usuários devem ficar atentos a alguns sinais físicos do smartphone.

Caso a tampa traseira fique estufada, haja cheiro de queimado ou o aparelho emita barulhos incomuns, a orientação é desconectá-lo da tomada imediatamente, não tentar continuar a recarga e procurar uma assistência técnica especializada.

Celular carregando
Usuários não devem retomar o carregamento do celular caso identifiquem sinais como cheiro de queimado ou estufamento da bateria (Imagem: Freepik/pvproductions)

Luis Gustavo da Silva dá algumas dicas para evitar que o aparelho chegue a essas condições, com cuidados simples para impedir situações que dificultem a dissipação do calor durante o carregamento.

"O cenário mais seguro é carregar o celular sobre uma superfície plana, limpa e bem ventilada, mantendo-o afastado de materiais combustíveis, como travesseiros, cobertores, colchões, sofás e roupas. Embora ocorrências como incêndios ou explosões sejam raras, elas podem acontecer quando essas recomendações de uso não são respeitadas", ressalta o especialista.

Ainda sobre recarga do dispostivo, você tem dúvidas se o ideal é carregar o celular até 100% ou parar nos 80%? O Canaltech explica o que ajuda a salvar a bateria. 

Leia a matéria no Canaltech.

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Qual é a distância ideal entre o sofá e uma Smart TV de 65 polegadas?

Investir em uma Smart TV de 65 polegadas é uma boa alternativa para transformar a sala em um ambiente mais imersivo para assistir a filmes, séries e esportes. Mas você sabia que existe uma distância mínima recomendada entre o aparelho e o sofá para garantir uma experiência mais confortável?

Encontrar o posicionamento correto ajuda a aproveitar melhor a qualidade oferecida pelo aparelho e evita desconfortos durante longos períodos de uso.

Essa medida depende de fatores que vão além do tamanho da TV em si, passando também pelo campo de visão do espectador e pela resolução máxima que o aparelho entrega. Esse último ponto é especialmente importante porque influencia o quão perto é possível ficar da tela sem perceber os pixels.

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Distância entre TV e sofá
Seguir orientações sobre distância ideal entre TV e sofá garante melhor experiência com aparelho (Imagem: Divulgação/LG)

Como calcular a distância para uma TV de 65 polegadas

A melhor experiência com uma televisão depende de um equilíbrio entre imersão e conforto visual. Dessa forma, o espectador consegue visualizar toda a tela sem precisar movimentar constantemente os olhos ou a cabeça.

A distância considerada adequada é obtida por meio de um cálculo que tem como uma das principais referências o campo de visão ocupado pela TV.

Para uma experiência mais imersiva, a televisão deve preencher uma área significativa da visão do usuário, geralmente próxima de um ângulo de 40 graus, considerado uma referência para esse tipo de experiência.

Para estimar a distância mínima confortável capaz de proporcionar esse equilíbrio entre imersão e ergonomia visual, uma das fórmulas mais utilizadas consiste em multiplicar o tamanho da TV (em polegadas) por 1,2, seguindo esta base:

  • Distância mínima recomendada = tamanho da TV (em polegadas) x 1,2

Aplicando a fórmula a uma Smart TV de 65 polegadas, chegamos a uma distância mínima recomendada de aproximadamente 2 metros (78 polegadas) entre o sofá e o aparelho.

Esse posicionamento permite aproveitar uma boa área do campo de visão sem comprometer o conforto durante longos períodos de uso.

Ângulo recomendado entre TV e sofá
Recomendação é que a distância entre a TV e o sofá forme um ângiulo de 40 graus (Imagem: Reprodução/Samsung)

Resolução muda a distância ideal entre TV e sofá?

A resolução do televisor também influencia nessa experiência. Isso porque essa especificação determina o quão perto é possível ficar do equipamento antes que os pixels fiquem perceptíveis.

No caso de uma Smart TV 4K de 65 polegadas, por exemplo, eles costumam se tornar visíveis, em média, apenas em distâncias inferiores a cerca de 1,2 metro. Já em TVs com o mesmo tamanho, mas com resolução 8K, esse limite cai para aproximadamente 0,6 metro.

Na prática, isso significa que televisões de 65 polegadas com resolução 4K e 8K possuem praticamente a mesma faixa de distância recomendada para o sofá, já que o limite de percepção dos pixels em aparelhos 8K fica muito abaixo da distância usada normalmente em uma sala.

Distância entre sofá e TV
Resolução da TV também impacta a distância mínima ideal entre o aparelho e o sofá (Imagem: Reprodução/Samsung)

Já um modelo com o mesmo tamanho, mas com resolução Full HD, começa a apresentar pixels perceptíveis por volta de 2,5 metros, o que exige um afastamento maior para preservar a nitidez da imagem exibida na tela.

Vale destacar ainda que, independentemente da resolução, a distância máxima recomendada para manter uma boa experiência é de aproximadamente 4,1 metros. Após esse limite, a tela passa a ocupar uma área menor da visão do espectador e reduz a sensação de imersão.

Resolução Pixels perceptíveis a partir de: Distância mínima recomendada
Full HD (1080p) ~2,5 m 2,5 m
4K (Ultra HD) ~1,2 m 2,0 m
8K ~0,6 m 2,0 m

E você já se perguntou se aquele "Modo Esporte" da sua TV melhora a imagem e o som de verdade? O Canaltech testou em um jogo da Copa do Mundo. 

Leia a matéria no Canaltech.

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"Vitrola" de maleta estraga disco de vinil? Veja o que dizem especialistas

O retorno da mídia física e da tecnologia analógica trouxe uma grande dúvida para quem deseja entrar no mundo dos LPs: a famosa "vitrola" de maleta é uma boa opção ou pode estragar o disco de vinil? Essa discussão ganha ainda mais espaço porque muitas pessoas já adquiriram equipamentos de áudio desse tipo.

Esses toca-discos geralmente são vendidos em diferentes cores e formatos, quase sempre com design retrô, e dominaram as redes sociais nos últimos anos. Boa parte desse sucesso se deve aos preços atrativos, que normalmente variam entre R$ 500 e R$ 600.

Ou seja, muitas pessoas enxergam nesses dispositivos uma porta de entrada acessível para começar a ouvir discos de vinil sem gastar muito. Mas, por trás do charme vintage, existe uma mecânica mais modesta que levanta debates técnicos sobre esse tipo de equipamento.

Vitrola de maleta

O problema está na mecânica dos equipamentos

Quando analisamos os toca-discos instalados nessas maletas, a principal questão gira em torno da qualidade das peças que compõem o sistema de reprodução. Esses equipamentos costumam vir equipados com alto-falantes embutidos de pouca definição, além de cápsulas de cerâmica e agulhas de baixa qualidade.

Outro ponto é que a estrutura do braço não possui um contrapeso ajustável na base, o que impede o controle preciso da força aplicada pela agulha sobre o disco. João Augusto, consultor da Polysom, a maior fábrica de discos de vinil da América Latina, explica que a principal limitação dessas "vitrolas" está justamente na simplicidade do conjunto mecânico.

"Esses toca-discos não estragam o vinil, mas não conseguem reproduzi-lo da forma ideal por faltar a robustez necessária. Eles foram desenvolvidos originalmente para tocar compactos de 7 polegadas, que são mais leves e exigem menos do motor. Com os LPs, a história é outra, porque são mais pesados e precisam de um motor mais potente para manter a rotação saudável", destaca o especialista.

Vitrola de maleta

Por que discos novos "pulam" na maleta?

Uma das maiores frustrações de quem compra uma vitrola portátil é colocar um disco novo, especialmente modelos de 180 gramas, e perceber que a agulha começa a "pular" durante a reprodução das músicas. A primeira reação do usuário pode ser achar que o disco veio com defeito, mas o problema costuma estar no próprio aparelho.

João explica que isso acontece porque o conjunto mecânico desses toca-discos é bastante simples e não foi projetado para reproduzir LPs mais pesados.

Em comparação com toca-discos mais robustos, os modelos instalados nas maletas costumam ter um braço mais curto, não contam com contrapeso ajustável nem com recursos como o anti-skating, sistema que ajuda a manter a agulha corretamente posicionada no sulco do disco durante a reprodução.

Na prática, todas essas limitações dificultam uma leitura estável do sulco e favorecem pulos e distorções, principalmente nas últimas músicas de cada lado do disco, quando a agulha já está mais próxima do centro do LP.

Vitrola de maleta

Agulha desgastada e "gambiarra da moeda": os verdadeiros riscos

João Augusto afirma que um disco de vinil não será arruinado por ser reproduzido em uma vitrola de maleta. Ainda assim, o especialista destaca que existem riscos associados a algumas práticas dos usuários.

Uma delas é continuar utilizando o toca-discos quando a agulha já está desgastada ou esgarçada. Outro alerta é em relação à famosa "gambiarra da moeda", em que muitos usuários colocam uma moeda sobre a cápsula para aumentar o peso do braço e evitar que o disco pule.

Essa adição de peso para compensar a fragilidade do equipamento é justamente o que pode maltratar e desgastar o PVC do disco.

Diante disso, o consultor da Polysom afirma que a recomendação para quem pretende investir no hobby e aproveitar todo o potencial da mídia física é priorizar aparelhos mais robustos, e não escolher um modelo apenas pela aparência.

“A orientação é optar por toca-discos mais completos. Não só pela saúde do disco, que sobreviverá, mas pela qualidade do que o usuário vai ouvir com um equipamento mais avançado”, destaca João. 

Na prática, a avaliação do especialista mostra que, antes de comprometer a coleção de LPs, as vitrolas de maleta costumam limitar justamente aquilo que tornou o vinil tão popular novamente: o prazer de ouvir música com clareza, riqueza de detalhes e sem distorções.

E, se você já faz parte do time de colecionadores de discos, vale conhecer estes 9 apps para catalogar vinis e organizar sua coleção de LPs.

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5 eletrônicos para levar aos esportes na areia sem preocupação

Esportes praticados na areia, como beach tennis, vôlei e futevôlei, ganham cada vez mais adeptos, mas muitas pessoas ainda têm receio de usar eletrônicos durante as atividades. Por isso, vale conhecer dispositivos que podem ser utilizados nesses ambientes com mais segurança, desde que tenham as proteções adequadas.

O segredo para evitar prejuízos é estar atento à certificação IP do dispositivo que será levado à praia e a outros espaços dedicados a essas modalidades. A sigla vem do inglês Ingress Protection e identifica o grau de proteção do aparelho contra a entrada de partículas sólidas e água.

Essa certificação funciona da seguinte maneira: enquanto o primeiro número após o "IP" indica a resistência contra a entrada de partículas sólidas, o segundo aponta a resistência à água. Quanto maiores forem esses números, maior tende a ser a proteção oferecida, e essa classificação pode ser encontrada na ficha técnica do produto.

Para te ajudar a aliar recursos eletrônicos aos esportes praticados na areia, o Canaltech preparou uma lista com cinco eletrônicos que podem ser usados nesse ambiente:

  1. Smartwatch;

  2. Smartband;

  3. Caixa de som Bluetooth;

  4. Óculos inteligentes;

  5. Câmeras de ação.

1. Smartwatch

Os smartwatches são um dos acessórios vestíveis mais conhecidos quando praticantes de esportes desejam monitorar dados de saúde durante as atividades. Gasto calórico e frequência cardíaca são duas das principais medições feitas por esses dispositivos, além de modos dedicados a diferentes modalidades esportivas.

Para se precaver de possíveis danos causados pelos grãos de areia, uma indicação é buscar modelos com certificação IP68, que oferecem vedação completa contra a entrada de partículas sólidas e proteção para imersão em água dentro dos limites definidos pelo fabricante.

Apple Watch Series 10

2. Smartband

Uma opção para quem deseja utilizar um acessório mais compacto que também entregue recursos interessantes durante a prática do exercício são as smartbands. O design mais discreto também pode ser interessante para o conforto dos esportistas, especialmente em modalidades como vôlei e beach tennis.

Assim como no caso dos wearables mais robustos, modelos com certificação IP68 oferecem boa proteção contra a entrada de partículas sólidas. Além disso, muitas smartbands modernas contam com classificação 5 ATM, suficiente para suportar suor, chuva e atividades aquáticas leves, conforme as recomendações do fabricante.

Smartband

3. Caixa de som Bluetooth

A experiência de praticar beach tennis, vôlei e futevôlei fica ainda mais completa com uma trilha sonora ao fundo. Para isso, uma caixa de som Bluetooth pode ser uma ótima aliada para animar a equipe durante as partidas.

No cenário dos esportes praticados na areia, caixas de som com certificação IP67 ou IP68 estão entre as mais indicadas. Essas classificações oferecem um bom nível de proteção contra poeira e água, tornando esses equipamentos mais adequados para ambientes com areia e respingos, desde que utilizados conforme as recomendações do fabricante.

Aiwa Boombox Plus

4. Óculos inteligentes

E que tal conseguir gravar as atividades sem precisar usar o celular? Esse é um dos recursos oferecidos pelos óculos inteligentes, permitindo registrar as jogadas de um ponto de vista em primeira pessoa e compartilhar vídeos ainda mais imersivos nas redes sociais.

O uso desses acessórios durante atividades ao ar livre também é importante para proteger os olhos contra a exposição aos raios UV. A indicação é optar por modelos com certificação a partir de IP54, que oferece proteção contra poeira em níveis moderados e contra respingos de água. 

Caso a classificação apresente um "X" na primeira posição (como IPX4), significa que o fabricante não informa proteção contra partículas sólidas.

Ray-Ban Meta

5. Câmeras de ação

Mas, se a intenção é fazer registros mais tradicionais dos jogos, a dica é utilizar câmeras de ação. Esses equipamentos são compactos e podem ser posicionados em um tripé para filmar as jogadas com uma pegada mais profissional.

Essas câmeras também se destacam por oferecer proteção avançada contra poeira e água. Isso porque muitos dos modelos encontrados no mercado foram projetados para resistir a ambientes mais extremos, o que os torna boas opções para quem pratica esportes na areia.

GoPro Mission 1

Entenda os níveis de proteção IP

Para te ajudar a saber se o dispositivo que você planeja levar para a praia ou para arenas esportivas possui a proteção adequada contra grãos de areia, reunimos os detalhes sobre cada certificação IP na tabela a seguir:

Grau de proteção (sólidos) Significado Grau de proteção (água) Significado
X Sem informações sobre a proteção X Sem informações sobre a proteção
0 Sem proteção 0 Sem proteção
1 Proteção contra sólidos com diâmetro de 50 mm ou mais 1 Proteção contra gotas d'água que caiam verticalmente
2 Proteção contra sólidos com diâmetro de 12,5 mm ou mais 2 Proteção contra gotas d'água que caiam a um ângulo de até 15º em relação ao produto
3 Proteção contra sólidos com diâmetro de 2,5 mm ou mais 3 Proteção contra gotas d'água que caiam a um ângulo de até 60º em relação ao produto
4 Proteção contra sólidos com diâmetro de 1 mm ou mais 4 Proteção contra gotas d'água que caiam em qualquer direção
5 Proteção contra poeira (algumas partículas podem entrar, mas não a ponto de causar canos) 5 Proteção contra jatos d'água (até 75 l/min por 15 minutos)
6 Vedação completa contra a entrada de poeira 6 Proteção contra jatos d'água potentes (até 100 l/min por 3 minutos)
- - 6K Proteção contra jatos d'água potentes de alta pressão (10 bar, até 75l/min por 3 minutos)
- - 7 Proteção contra imersão na água em profundidade de até um metro, por até 30 minutos
- - 8 Proteção contra imersão incessante na água — a profundidade máxima pode ser indicada pelas empresas, normalmente em marcas de 3 ATM (30 metros), 5 ATM (50 metros) ou 10 ATM (100 metros) 
- - 9K Proteção contra imersão incessante e resistência à jatos d'água com alta pressão (até 100 bar a 10 cm) e altas temperaturas (80ºC ou mais)

Quer tornar a sua rotina de atividades físicas mais tecnológica também longe da área? Confira essas 4 tecnologias surpreendentes para dar um salto de evolução nos treinos.

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Qual consome mais: ventilador ligado 24h ou ar-condicionado? Fizemos as contas

Em períodos de temperaturas elevadas, o medo de a conta de luz subir no fim do mês também aumenta, especialmente pelo uso de eletrodomésticos que ajudam a amenizar o calor. Mas, na comparação entre um ventilador potente funcionando por 24 horas e um ar-condicionado em uso no mesmo período, qual consome mais energia?

O senso comum pode apontar que o ar-condicionado será o grande vilão do consumo em casa, visto que modelos antigos, de fato, pesavam bastante no bolso do consumidor. Mas o avanço significativo na tecnologia dos eletrodomésticos mudou bastante as regras desse jogo.

Para "tirar a prova dos nove", o Canaltech pegou a calculadora, consultou dados oficiais do Inmetro e fez as contas para descobrir qual dos dois aparelhos consome mais energia quando ambos permanecem ligados pelo mesmo período.

A tecnologia Inverter e o segredo do consumo

Para realizar essa comparação, selecionamos dois modelos potentes e com tecnologia avançada: o ventilador Britânia Super Turbo de 40 cm (BVT405) e o ar-condicionado Midea Inverter de 9.000 BTUs (42EZVCA09M5).

E um dos principais pontos desse comparativo é entender como a mecânica de cada um deles consome energia elétrica. O aparelho de ventilação, que opera no modo Turbo, precisa superar continuamente a resistência do ar para girar suas pás.

Como ele não conta com um termostato inteligente, o motor opera praticamente com potência constante durante todo o tempo de uso, mantendo o consumo de energia praticamente estável enquanto permanece ligado.

Ventilador Britânia

Já o ar-condicionado selecionado possui a tecnologia Inverter. Isso significa que, em vez de ligar e desligar o compressor a todo momento, o que geraria picos de consumo de energia, o dispositivo reduz a rotação do compressor assim que seus sensores identificam que o ambiente atingiu a temperatura desejada.

Essa eficiência do aparelho de refrigeração é atestada pelo Índice de Desempenho de Resfriamento Sazonal (IDSR) do Inmetro. Essa métrica avalia o consumo do ar-condicionado ao longo de um ano inteiro, simulando variações climáticas e entregando dados mais fiéis em relação à realidade do dia a dia.

Na ponta do lápis: o custo da operação em 24 horas

Para chegar aos valores em reais (R$), cruzamos os dados da eficiência energética de cada produto com a tarifa de energia elétrica. Utilizamos como base o valor médio de R$ 0,90 por kWh, que reflete a média nacional cobrada pelas distribuidoras de cada estado, já com o acréscimo de impostos e taxas da conta de luz.

De acordo com as informações contidas no selo do Inmetro e com os nossos cálculos de conversão, o ventilador da Britânia consome cerca de 0,1096 kWh por hora de uso. Já o ar-condicionado da Midea, com IDSR de 7,60, tem consumo médio estimado de 0,1328 kWh por hora.

Ar-condicionado Midea

Para estimar o custo de um dia inteiro de funcionamento, multiplicamos o consumo horário do ventilador e o consumo médio horário estimado do ar-condicionado, calculado com base na metodologia do IDSR do Inmetro.

Vale destacar que o cálculo do aparelho de refrigeração considera seu consumo médio de operação, o que reflete um cenário mais próximo do uso cotidiano do equipamento. Reunimos os resultados dos cálculos na tabela a seguir, dividindo-os em consumo e custos em 24 horas e em 30 dias.

Aparelho Consumo em 24h Custo em 24h Consumo em 30 dias (24h/dia) Custo mensal
Ventilador Britânia Super Turbo de 40 cm (BVT405) 2,63 kWh R$ 2,37/dia 78,91 kWh R$ 71,02/mês
Ar-condicionado Midea Inverter  de 9.000 BTUs (42EZVCA09M5) 3,19 kWh R$ 2,87/dia 95,62 kWh R$ 86,05/mês

Quanto custa deixar cada aparelho ligado?

Os números da tabela revelam que a diferença matemática para manter um ar-condicionado com tecnologia Inverter climatizando o ambiente durante 24 horas, em vez de usar um ventilador potente, é de aproximadamente R$ 0,50 por dia.

No fim do mês, considerando o uso ininterrupto ao longo de 30 dias, o ventilador geraria um acréscimo de R$ 71,02 na conta de luz. Já o aparelho de refrigeração, operando no mesmo cenário de 720 horas de uso contínuo, teria um custo de R$ 86,05.

Ar-condicionado

Afinal, vale a pena trocar o ventilador pelo ar-condicionado?

Levando em conta somente os parâmetros financeiros, o ventilador ainda consome menos energia elétrica do que o ar-condicionado, pesando menos na conta de luz. Mas, se colocarmos a relação custo-benefício e o conforto térmico em discussão, a diferença financeira de cerca de R$ 15 mensais se torna pequena.

Ainda assim, é necessário pontuar que adquirir um ar-condicionado exige um investimento inicial maior do que o de um equipamento de ventilação. No caso dos modelos utilizados nesta comparação, o ar-condicionado da Midea custa, em média, R$ 1.900, enquanto o ventilador sai por cerca de R$ 150.

Ou seja, o ventilador segue sendo a opção mais barata, tanto em relação ao investimento inicial quanto ao consumo mensal. Mas os cálculos mostram que os avanços da tecnologia Inverter tornaram o ar-condicionado uma alternativa viável para quem busca conforto térmico sem um impacto tão grande na conta de luz.

E você sabe qual é o eletrodoméstico que mais consome energia em casa? O Canaltech também fez esse cálculo para te ajudar a monitorar a conta de luz.

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Qual tipo de máquina de lavar gasta menos? Tampa frontal vs. tampa superior

Comprar uma máquina de lavar nova está longe de ser uma tarefa simples, especialmente quando é preciso escolher entre uma lavadora com tampa frontal (front load) e outra com tampa superior (top load). Entre os diversos fatores que pesam nessa decisão, o consumo de água e energia costuma ser um dos mais importantes na hora de adquirir o eletrodoméstico ideal.

Isso porque a questão vai muito além da localização da tampa da máquina. O design e o funcionamento dos dois modelos interferem diretamente no consumo desses recursos essenciais e até mesmo no desgaste das roupas.

Para te ajudar na escolha da lavadora, o Canaltech analisou dados oficiais do Inmetro sobre os cinco eletrodomésticos mais vendidos de cada categoria para descobrir qual tecnologia entrega maior eficiência no consumo de energia e água.

O segredo está no movimento do cesto

A diferença real no gasto dos modelos de máquina de lavar começa pelo entendimento de como funciona a mecânica de lavagem de cada um. As máquinas de tampa superior realizam a limpeza das roupas por meio de processos de agitação ou turbilhonamento.

Isso significa que essas lavadoras precisam utilizar um volume maior de água para que as peças possam ser agitadas. O batedor localizado no centro ou a hélice no fundo movimenta continuamente as roupas, gerando o atrito necessário para remover a sujeira.

Acontece que esse método é um pouco mais agressivo aos tecidos, o que pode acelerar o desgaste de peças mais delicadas.

Brastemp BWK13AB

Já os modelos com tampa frontal utilizam o sistema de lavagem por tombamento. Nesse sistema, o batedor central é dispensado, e o tambor gira em torno de um eixo horizontal, aproveitando a força da gravidade para elevar as roupas e deixá-las cair durante a lavagem.

Esse processo é mais suave, pois gera menos atrito entre as peças, tornando-se menos agressivo aos tecidos. Além disso, como não há necessidade de encher o tambor com um grande volume de água, o consumo é naturalmente menor.

Qual modelo gasta mais energia?

As máquinas de lavar com tampa frontal tendem a ser maiores do que aquelas com tampa superior, o que pode levar alguns consumidores a acreditar que o consumo de energia desses equipamentos também é muito maior.

Essa percepção também acontece porque grande parte das lavadoras front load vendidas no Brasil são modelos lava e seca, e a função de secagem por calor realmente eleva o consumo de energia.

Mas o cenário muda quando colocamos no papel apenas o ciclo de lavagem convencional com água fria. Isso porque o sistema de lavagem por tombamento proporciona maior eficiência, além de muitos desses aparelhos contarem com tecnologia Inverter.

Esse recurso ajusta automaticamente a potência de funcionamento de acordo com a necessidade de cada ciclo de lavagem, contribuindo para reduzir o consumo de energia.

Para facilitar a visualização desse comparativo, reunimos dados de consumo elétrico (medidos em kWh por ciclo de lavagem) dos cinco modelos mais vendidos de cada categoria. Essas informações foram coletadas da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) do Inmetro de cada eletrodoméstico.

Modelo Categoria Capacidade Energia (kWh/ciclo)
Samsung WW11T4040BX/AZ Tampa frontal 11 kg 0,26
Midea MF201W110WB/GK-01 Tampa frontal 11 kg 0,27
Brastemp BNF10ABBNA Tampa frontal 10 kg 0,27
Midea MF200D130WB/GK-01 Tampa frontal 13 kg 0,28
Electrolux LFC12 Tampa frontal 12 kg 0,31
Electrolux LES11 Tampa superior 11 kg 0,34
Consul CWN14AB  Tampa superior 14 kg 0,36
Brastemp BWJ14ABBNA  Tampa superior 14 kg 0,40
Electrolux LED13 Tampa superior 13 kg 0,40
Electrolux LEC15 Tampa superior 15 kg 0,46

Como os dados oficiais demonstram, todas as lavadoras com tampa frontal mantêm médias de consumo inferiores em relação às de tampa superior. Elas operam sempre abaixo da marca de 0,31 kWh por ciclo e superam as máquinas tradicionais em eficiência energética.

Se compararmos os modelos de 13 kg da Midea e da Electrolux, a diferença é de 0,12 kWh por lavagem. Em uma residência que realiza três ciclos de lavagem por semana, isso pode representar uma economia aproximada de 1,6 kWh por mês que, apesar de modesta, se acumula ao longo do tempo e soma-se à economia de água proporcionada pelo sistema de lavagem por tombamento.

Samsung WW11T4040BX/AZ

A principal diferença está no consumo de água

A eficiência energética já coloca os eletrodomésticos que utilizam a lavagem por tombamento um pouco à frente, mas é o consumo de água que amplia realmente essa vantagem. Isso porque esse sistema utiliza menos água durante a lavagem, resultando em uma economia significativa em relação aos modelos com tampa superior.

Separamos o volume total de água consumido por ciclo de lavagem nos mesmos dez modelos mais vendidos para deixar essa comparação ainda mais clara.

Modelo Categoria Capacidade Água (litros/ciclo)
Samsung WW11T4040BX/AZ Tampa frontal 11 kg 53
Midea MF201W110WB/GK-01 Tampa frontal 11 kg 81
Brastemp BNF10ABBNA Tampa frontal 10 kg 85
Midea MF200D130WB/GK-01 Tampa frontal 13 kg 89,9
Electrolux LFC12 Tampa frontal 12 kg 92
Electrolux LES11 Tampa superior 11 kg 107
Consul CWN14AB  Tampa superior 14 kg 141
Electrolux LED13 Tampa superior 13 kg 150
Electrolux LEC15 Tampa superior 15 kg 160
Brastemp BWJ14ABBNA Tampa superior 14 kg 184

O contraste fica evidente quando colocamos frente a frente modelos com capacidades semelhantes. Por exemplo, enquanto a máquina de tampa frontal da Midea de 13 kg consome cerca de 90 litros de água, a lavadora da Electrolux de 13 kg com tampa superior (LED13) alcança 150 litros por ciclo.

E essa diferença de 60 litros por lavagem tem um grande impacto a longo prazo. Em uma residência que realiza três ciclos de lavagem por semana, a economia pode chegar a cerca de 780 litros de água por mês, o equivalente a mais de 9,3 mil litros ao longo de um ano.

Brastemp BNO11AB

Tampa frontal ou superior: qual modelo vale o investimento?

Ainda que os dados apresentados apontem que as máquinas de lavar com tampa frontal oferecem maior economia no consumo de energia e água, a decisão sobre qual modelo escolher depende principalmente do planejamento financeiro e das necessidades da rotina de cada consumidor.

Se o orçamento para adquirir uma nova lavadora estiver mais apertado, os modelos com tampa superior cumprem bem o papel por apresentarem um valor de aquisição mais acessível.

Mas, se a prioridade for reduzir os gastos ao longo do tempo e houver uma margem maior no orçamento, vale a pena investir em uma máquina com tampa frontal. Ainda que exijam um investimento inicial maior, esses modelos podem compensar essa diferença com a economia de água e energia, além de reduzirem o desgaste das roupas.

Outra dúvida que costuma surgir entre os consumidores é sobre qual modelo gasta mais: uma lavadora tradicional ou uma lava e seca. O Canaltech também reuniu as informações necessárias para ajudar nessa decisão.

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Samsung vai quebrar barreira dos 5.000 mAh pela 1ª vez no Galaxy S27, diz leaker

A Samsung pode abandonar seu tradicional limite de 5.000 mAh na próxima geração de celulares top de linha. Isso porque rumores apontam que a família Galaxy S27 deve adotar baterias de silício-carbono (Si-C), a mesma tecnologia usada nas células de energia dos novos dobráveis da empresa.

A informação foi divulgada pelo leaker sul-coreano Lanzuk. Caso se confirme, a novidade permitiria aumentar a capacidade da bateria sem comprometer a espessura dos dispositivos.

O informante ressaltou ainda que a empresa sul-coreana já estaria avaliando ativamente múltiplos protótipos de bateria, que poderiam ser desenvolvidos em parceria com uma fornecedora. Segundo as informações, o planejamento já estaria em fase avançada, sugerindo que a tecnologia teria superado a fase inicial de conceito.

A título de comparação, o Galaxy Z Fold 8 Ultra foi lançado recentemente com uma bateria de 5.000 mAh de Si-C, um aumento de quase 14% em relação aos 4.400 mAh da geração anterior, que utilizava uma bateria de íon de lítio (Li-ion).

galaxy z fold 8 bateria

Samsung deve priorizar o equilíbrio na linha S27

Embora diversas fabricantes chinesas já utilizem baterias de silício-carbono para ultrapassar a marca de 6.000 mAh em seus aparelhos top de linha, a Samsung deve manter uma postura mais cautelosa.

Mesmo com a expectativa de adoção desse tipo de bateria na próxima geração da linha S, os rumores apontam que o Galaxy S27 Ultra deve receber uma célula de energia de capacidade na casa dos 5.500 mAh. Isso porque a fabricante prefere priorizar um equilíbrio entre a autonomia e a espessura do dispositivo.

Vale destacar, no entanto, que ainda não há confirmação sobre quais modelos da nova geração de aparelhos da Samsung seriam equipados com baterias de silício-carbono.

Ficou curioso para saber mais sobre esse tipo de bateria? Saiba todos os detalhes sobre as baterias de silício-carbono, também utilizadas por empresas como Xiaomi e Motorola.

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Galaxy S27 pode apelar para câmera da Sony para enfrentar iPhone, diz site

A próxima geração da linha S da Samsung pode chegar às lojas com uma mudança significativa para bater de frente com o iPhone. Isso porque relatórios recentes apontam que a fabricante sul-coreana está testando sensores da Sony para a câmera principal dos Galaxy S27 e S27+.

As informações sobre o sensor foram divulgadas pelo site GalaxyClub, e essa mudança marcaria o fim do uso dos tradicionais sensores ISOCELL nos modelos base da linha S. 

Os dados dão conta de que os aparelhos em questão devem manter um sensor ultrawide mais modesto, de 12 MP. Já a lente principal seria de 50 MP e viria equipada com o recurso de estabilização óptica (OIS), além de o conjunto fotográfico traseiro contar com uma câmera teleobjetiva que ainda tem resolução desconhecida.

Ainda que estejam em fase inicial de desenvolvimento, as mudanças no conjunto fotográfico dos novos celulares do segmento premium da Samsung devem ser implementadas como estratégia para fazer frente aos smartphones da Apple.

Galaxy S26

Mudanças também nas versões Pro e Ultra

Mas as novidades não devem ficar restritas aos modelos padrão e Plus da linha Galaxy S27. Isso porque os vazamentos também indicam que as variantes Pro e Ultra teriam um salto de qualidade na lente ultrawide, com uma atualização considerável em relação às gerações atuais de celulares da marca.

De acordo com os rumores, os aparelhos mais avançados da linha S devem trazer um sensor Sony IMX855 de 50 MP, com tamanho de 1/2,55 polegada. Ambos os dispositivos também podem receber uma câmera frontal de 16 MP, equipada com foco automático e OIS para melhores resultados fotográficos em baixa luz.

Também há a expectativa de que o Galaxy S27 Ultra deve contar com uma lente telefoto de 50 MP com zoom óptico de 5x, além de rumores indicarem o uso de um segundo sensor teleobjetivo também fabricado pela Sony.

Os aparelhos da linha S27 da Samsung devem ser oficialmente lançados somente no início de 2027, mas você pode conferir o desempenho das câmeras do Galaxy S26 Ultra no teste realizado pelo Canaltech.

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Por que jogadores de futebol usam um "sutiã tech" por baixo da camisa?

Você costuma acompanhar partidas de futebol? Então provavelmente já reparou que, durante a comemoração de um gol ou após a partida, cada vez mais jogadores exibem uma espécie de top esportivo vestido por baixo da camisa. Mas, o que pode parecer ser apenas um "sutiã tech", é na verdade um aliado da performance dos atletas.

O item é um colete de compressão que, sozinho, realmente não faria muita diferença. Mas o segredo está em um dispositivo acoplado nessa vestimenta, que é responsável por fazer o monitoramento em tempo real de diversos dados dos jogadores e, assim, auxiliar o trabalho da comissão técnica e o rendimento da equipe de diferentes formas.

Muito além do visual: o que há dentro do "top"?

O colete em questão tem a função de abrigar um pequeno aparelho de rastreamento. Ele é bastante compacto, medindo geralmente entre quatro e cinco centímetros, sendo posicionado em um ponto estratégico para captar métricas do atleta.

Para entender a importância do posicionamento correto do dispositivo junto ao top e também o seu funcionamento, o Canaltech conversou com Will Lopes, CEO da Catapult Sports. A empresa é uma das principais desenvolvedoras de soluções de dados esportivos, tendo seus equipamentos e sistemas usados por diferentes equipes ao redor do mundo.

“Nós posicionamos o dispositivo entre as escápulas, na parte superior da coluna torácica, para otimizar a clareza do sinal de satélite e manter o hardware seguro durante movimentos de alto impacto. Esse posicionamento protege o atleta ao manter o dispositivo longe da parte frontal do tronco, tornando-o seguro para esportes de contato”, explica o executivo.

Dentro dessa “caixa preta”, as empresas do setor adicionam um pacote avançado de sensores responsáveis por registrar diversas informações. O aparelho conta com receptores de GPS com alta taxa de atualização, acelerômetros, magnetômetros e até mesmo integração com monitores de frequência cardíaca.

Colete e sensor Catapult

Da distância percorrida aos níveis de fadiga

O uso do aparelho significa que a comissão técnica tem em mãos dados sobre quase todos os movimentos do atleta em atividades como treinamentos e jogos. Isso porque o equipamento não mede apenas a distância percorrida, como também calcula níveis de fadiga, frequência cardíaca, arranques bruscos e impacto físico de uma dividida.

Lopes destaca que o sistema da Catapult também tem a capacidade de medir uma métrica exclusiva conhecida como “Player Load” (“Carga do Jogador”, em tradução livre).

“Essa métrica é um dos pilares do sistema. Ela calcula o esforço dinâmico total medindo a aceleração instantânea e as mudanças de direção em três eixos (frente/trás, esquerda/direita e cima/baixo)”, ressalta o executivo.

E esses dados são usados pelas áreas da comissão técnica de diferentes formas. Para os fisiologistas, as informações do rastreador funcionam como um sistema de alerta precoce que monitora picos de carga de trabalho e sinaliza lesões iminentes, ajudando a definir sessões de recuperação específicas.

“Para um treinador, o foco é ajustar as cargas de treinamento. Durante os treinos, eles monitoram os dados da equipe para garantir que alcancem as intensidades desejadas. Se os jogadores ficarem abaixo do limite exigido para o dia do jogo, os treinadores estendem os exercícios ou aumentam o ritmo. Se os jogadores atingirem o limite, os técnicos diminuem a intensidade para garantir que se mantenham saudáveis”, pontua Will.

Colete da Catapult Sports

Auxílio da IA e futuro com tecidos inteligentes

Acontece que único jogo de futebol gera milhões de pontos de dados biométricos de cada atleta, o que torna quase impossível analisar tudo a olho nu. Diante disso, os softwares de desempenho se integram aos recursos de inteligência artificial (IA) para que modelos de aprendizado de máquina examinem os padrões em tempo real.

Esse processo é crucial para automatizar os alertas médicos, que são enviados imediatamente às comissões caso algo fuja dos parâmetros considerados normais. Ou seja: a IA transforma um grande volume de dados em insights claros para os especialistas.

Mas as inovações não devem se restringir apenas ao software. O futuro aponta para um cenário de miniaturização dos sensores, eliminando a necessidade de usar o colete separado.

“Vemos um futuro em que sensores vestíveis serão costurados diretamente nos equipamentos, coletando dados sem que o atleta sequer sinta que está usando um dispositivo. Trata-se de alcançar o equilíbrio perfeito entre o conforto total para o jogador e a precisão inegociável dos dados para a comissão técnica”, destaca Will Lopes.

Enquanto os tecidos inteligentes não fazem parte do dia a dia dos atletas, o uso dos coletes que acoplam o aparelho rastreador segue como a melhor solução para a coleta de métricas que permitem que as partidas de futebol sejam disputadas no seu mais alto nível.

E a integração entre tecnologia e futebol também está no impedimento semiautomático, que utiliza câmera de iPhone foi implementado no Brasileirão.

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Quando a Samsung vai vender TV 3.0? Nós conversamos com a marca para descobrir

A TV 3.0 (DTV+) já é uma realidade em algumas cidades brasileiras, mas o acesso à nova geração da televisão aberta ainda esbarra na necessidade de comprar um conversor. Para descobrir quando a Samsung vai vender Smart TVs com suporte nativo ao novo padrão, o Canaltech conversou com a marca.

A empresa sul-coreana afirmou que adota uma postura cautelosa em relação à integração da funcionalidade nas suas TVs. 

"A Samsung informa que está monitorando o desenvolvimento da nova tecnologia e comunicará ao mercado, oportunamente, sobre os próximos passos da iniciativa”, pontuou a companhia.

A expectativa dos consumidores por aparelhos com recursos da TV 3.0 integrados já de fábrica se justifica pelo fato de o novo padrão prometer levar benefícios como interatividade e qualidade superior de imagem e áudio aos lares brasileiros.

Mas, por enquanto, apenas moradores das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília podem usufruir dos recursos da tecnologia. E essa experiência ainda depende da aquisição de conversores externos vendidos por marcas como Intelbras e Aquário, que são comercializados por valores acima de R$ 650.

Conversor TV 3.0 Intelbras

Ainda restam etapas para as TVs chegarem às lojas

Vale destacar que o cenário de espera destacado pela Samsung é seguido por outras marcas do setor, como LG e TCL, que também confirmam não haver datas oficiais para o lançamento de aparelhos que já cheguem às lojas com essa tecnologia integrada.

Essa estratégia das empresas está relacionada principalmente ao fato de que a adoção de um sistema inédito exige adaptações de hardware e software. Também é necessária a coordenação entre emissoras e fornecedores de tecnologia para integrar a infraestrutura aos receptores domésticos.

O governo federal ainda não concluiu todas as etapas que definem o funcionamento padrão da TV 3.0 no Brasil. Nesse contexto, televisores lançados neste momento poderiam ficar incompatíveis com futuras transmissões caso as especificações da tecnologia ainda sofram alterações durante o processo de padronização.

O próprio ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, revelou que a TV 3.0 ainda passa por ajustes técnicos antes de ser expandida para outras cidades brasileiras. Segundo o chefe da pasta, essas adequações e obstáculos iniciais são normais por se tratar de uma transição que envolve uma tecnologia inovadora.

TV 3.0 Anatel

Quais os avanços trazidos pela TV 3.0?

A principal proposta da nova geração da televisão aberta brasileira é trazer recursos interativos para as transmissões tradicionais. Na prática, o telespectador vai continuar assistindo aos canais já conhecidos gratuitamente, mas com uma interface mais fluida, que se assemelha às plataformas de streaming.

Um dos destaques fica por conta da possibilidade de comprar produtos relacionados à programação ao vivo diretamente pela TV, sem a necessidade de escanear QR Code para finalizar a aquisição. Votações em reality shows ou para escolher o melhor jogador de uma partida também podem ser feitas com o controle remoto.

O público também poderá escolher diferentes câmeras para acompanhar um evento esportivo ao vivo. Em partidas de futebol ou corridas de Fórmula 1, por exemplo, será possível acompanhar a transmissão principal na tela toda e assistir à programação em uma janela menor (Picture-in-Picture).

A TV 3.0 promete ainda entregar qualidades de áudio e imagem superiores ao sinal atual, oferecendo transmissões ao vivo com suporte à resolução 4K. O público terá até mesmo acesso a alertas automáticos sobre tempestades e inundações emitidos pela Defesa Civil local.

Com todas essas previsões de recursos, uma pergunta ainda pode passar pela cabeça dos espectadores: vai precisar de internet para acessar as funcionalidades da TV 3.0? O Canaltech entrou em contato com a Anatel para tirar essa dúvida.

 

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Quanto dura a bateria do novo Moto G Max da Motorola? Nós testamos

O Motorola Moto G Max chegou ao mercado brasileiro para representar mais um avanço na conhecida linha Moto G da marca. Para dar conta de uma rotina diária de uso, a fabricante equipou o dispositivo com uma bateria de 5.200 mAh que entrega boa autonomia, além de suporte a carregamento rápido de 33 W.

O Canaltech testou o celular em diferentes cenários para colocar sua bateria à prova e, a seguir, detalhamos os resultados de autonomia e tempo de recarga do smartphone.

Quanto tempo dura a bateria do Moto G Max no dia a dia?

Nosso teste padrão submeteu o aparelho a quatro horas consecutivas de reprodução de vídeo em alta resolução. Nesse cenário, o Moto G Max consumiu apenas 23% de sua carga total.

Esse rendimento indica que o celular consegue suportar cerca de 17 horas e 20 minutos de reprodução de vídeo até que a bateria se esgote por completo. Essa estimativa indica que o dispositivo pode ser uma boa alternativa para usuários que costumam consumir conteúdos do YouTube e de serviços de streaming no celular.

Teste bateria Moto G Max

O Moto G Max também foi testado em cenários de uso moderado. Em uma rotina que envolveu acessar plataformas como Instagram, WhatsApp e recursos de IA, além do consumo de músicas e podcasts no Spotify, o celular alcançou autonomia para um dia inteiro, restando cerca de 20% de carga ao final do dia.

Ainda assim, usuários que também utilizam o smartphone para sessões de gameplay podem precisar conectá-lo à tomada antes do fim do dia. Isso porque jogos mais exigentes demandam um esforço maior do seu processador MediaTek Dimensity 6400, o que resulta em um consumo maior de energia.

Como é o carregamento do Moto G Max?

Além do tempo que o aparelho pode ficar longe da tomada, outro fator importante é sua velocidade de carregamento. Nesse aspecto, o Moto G Max sai da caixa com suporte a carregamento rápido com fio de 33 W.

Nosso teste utilizou o carregador original do dispositivo e, nesse contexto, ele demorou cerca de 1h10 para sair de 0% e atingir a carga completa.

E você sabia que existem aparelhos que chegam às lojas com bateria de 10.000 mAh? Conheça 6 celulares com essa característica que desafiam a tomada. 

 

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