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Por que não vai dar para ver o eclipse solar de 2026 no Brasil?

Um eclipse solar total promete fascinar observadores nesta quarta (12). O Brasil vai ficar de fora do fenômeno, mas quem estiver em algumas regiões do hemisfério norte vai poder conferir a visão espetacular proporcionada pela Lua ocultando o disco solar, quando o dia se transforma em crepúsculo temporariamente.

A totalidade do eclipse se estende por uma faixa de apenas 293 km de largura, ou seja, só quem estiver por lá vai conseguir ver o Sol totalmente oculto pela Lua. Esta faixa começa sobre o Oceano Ártico e percorre o leste da Groenlândia, o oeste da Islândia e o norte da Espanha, até se encerrar no Mar Mediterrâneo.

eclipse solar total 2026

Mas não pense que o espetáculo se encerra por aí. Quem estiver nos arredores desta área — o que inclui partes do Reino Unido, França, Portugal e Espanha — vai conferir um eclipse solar parcial, em que apenas uma parte do disco solar é escondida pela Lua.

Eclipse solar no Brasil

A má notícia é que os observadores no Brasil não vão poder acompanhar o fenômeno por “culpa” da geometria espacial, porque a sombra da Lua vai estar voltada para o hemisfério norte. Embora os eclipses solares totais ou anulares ocorram em média uma vez por ano, a faixa de visibilidade desses eventos é tão estreita que faz com que estes eventos pareçam raros.

“Se o observador está na estreita faixa da Terra atingida pela umbra, ele vai ver o eclipse total. Se está na área atingida pela penumbra, verá como parcial”, explicou Dra. Josina Oliveira do Nascimento, astrônoma do Observatório Nacional.

Felizmente, o calendário astronômico já reserva dois grandes destaques em um futuro nada distante. Em 6 de fevereiro de 2027, um eclipse anular vai ser visível no litoral do Rio de Janeiro e vai poder ser visto de forma parcial em quase todo o Brasil.

Já em 2 de agosto de 2027, um eclipse total histórico vai cruzar o sul da Espanha, o norte da África e a Arábia Saudita. Este último promete mobilizar observadores do mundo todo por durar 6 minutos e 23 segundos — para comparação, o eclipse mais longo já registrado neste século ocorreu em 2009 e durou 6 minutos e 39 segundos.

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O que mudou no roubo de carros elétricos em SP em 2026?

Os furtos e roubos de veículos elétricos e híbridos no Estado de São Paulo cresceram 129,6% entre janeiro e maio de 2026, acompanhando o aumento da frota em circulação. O dado integra um levantamento da empresa Ituran com base em estatísticas da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), que contabilizou 101 ocorrências no período; no ano anterior, foram somados 44 registros.

Claro, os números absolutos seguem baixos em relação à frota total, mas a alta reflete a rápida expansão dos eletrificados no Brasil, que já somam quase 900 mil emplacamentos acumulados. Como os carros elétricos e híbridos vêm ficando mais frequentes nas ruas, esses veículos acabam mais expostos aos crimes mesmo representando uma parcela ainda pequena da frota brasileira de automóveis.

carro elétrico carregador

O estudo aponta ainda uma alteração no padrão dos crimes. Se em 2025 os roubos com abordagem direta à vítima representavam a maioria dos casos (59,1%), em 2026 os furtos sem contato com o proprietário passaram a dominar o cenário, atingindo 84,2% do total. A maioria dos modelos envolvidos nas ocorrências tem entre dois e cinco anos de fabricação.

Roubo de carros em SP

São Paulo foi o palco da maior parte dos registros nos períodos analisados: sozinha, a capital paulista concentrou 74 das 101 ocorrências registradas no estado, sendo o bairro da Vila Mariana o líder em registros (9 casos), seguido por Saúde e Vila Prudente.

Vale lembrar que, embora sejam preocupantes, os dados não indicam que os carros eletrificados sejam mais visados por criminosos do que os modelos a combustão. Na verdade, o que acontece é que, conforme o mercado dos eletrificados vem amadurecendo, estes carros passam a ocupar mais as estatísticas de segurança pública.

A expectativa de especialistas é de que o monitoramento estatístico ganhe ainda mais relevância conforme esses veículos se tornem cada vez mais populares nas ruas brasileiras.

Aproveite para conferir nossa matéria sobre quais são os 10 modelos mais roubados e furtados em SP!

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Dormir ao volante: como a exaustão afeta o cérebro do mesmo jeito que a embriaguez

A fadiga e o sono se consolidaram como causas significativas de acidentes nas rodovias brasileiras: sozinhos, estes fatores são responsáveis por cerca de 60% dos acidentes viários no país, porque afetam de forma significativa a capacidade cognitiva dos condutores. Os dados são de um relatório da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), publicado em 2019, junto de um estudo da Denox em colaboração com a MedNet.

Membros da Associação das Clínicas de Trânsito de Minas Gerais (Actrans-MG) explicam que a privação de descanso causa efeitos no cérebro que são comparáveis àqueles da embriaguez, colocando vidas em risco constante.

sono pessoa dormindo no volante

Segundo Adalgisa Lopes, especialista em segurança viária e presidente da Actrans, a fadiga faz com que os motoristas percam a noção dos próprios limites, acreditando que podem aguentar um pouco mais mesmo quando já têm as funções cognitivas degradadas. Além disso, a percepção de riscos fica distorcida.

Sono no volante

Quando um motorista passa 24 horas sem dormir, a degradação psicomotora equivale à taxa de alcoolemia de 0,10%, nível considerado como crime de trânsito no Brasil. A exaustão extrema provoca episódios involuntários de microssono, que são apagões mentais de até cinco segundos, junto da "hipnose da estrada", estado de dissociação em que o condutor guia no piloto automático sem processar os perigos à sua frente.

O cenário é ainda mais crítico para motoristas profissionais de ônibus e caminhões, que normalmente são expostos a rotinas intensas e prazos rígidos. Embora a categoria seja respaldada pela Lei do Descanso, existem apenas 139 Pontos de Parada e Descanso certificados para cobrir uma malha viária federal que supera os 75 mil quilômetros. Sem locais seguros para estacionar, muitos motoristas optam por rodar exaustos para evitar assaltos no acostamento.

E não adianta apelar para medidas como tomar café, abrir os vidros do veículo ou ouvir música alta, já que estas ações servem apenas para adiar temporariamente os sintomas da sonolência. Assim, a orientação fundamental é uma só: ao perceber os primeiros sinais de fadiga, o motorista deve imediatamente parar em um local seguro para descansar.

Curtiu o tema? Aproveite para conferir nossa matéria com 8 mitos e verdades sobre o sono!

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Quer comprar um carro híbrido? Detalhe na bateria pode pesar no seu bolso

Você está pensando em trazer um carro híbrido para a garagem? Se sim, vai levar em conta alguns fatores importantes antes de fechar negócio, como as diferenças operacionais e custos "escondidos" na arquitetura do carro e suas baterias entre os modelos disponíveis no mercado brasileiro.

Sozinhos, os híbridos vêm sustentando crescimento consistente nas vendas. O aumento sugere que os motoristas no Brasil seguem atraídos por benefícios interessantes para o bolso, como menor consumo de combustível, isenções fiscais e até de rodízio.

BYD Song Plus

Claro, esses benefícios são interessantes, mas a complexidade mecânica dessas diferentes arquiteturas exige uma análise rigorosa do perfil de uso. É que, se o proprietário não alinhar seus hábitos de direção ao sistema elétrico escolhido, pode se deparar com um carro mais pesado e menos eficiente que o bom e velho motor a combustão.

Dicas antes de comprar um carro híbrido

O mercado brasileiro divide-se principalmente entre híbridos leves (MHEV), plenos (HEV), plug-in (PHEV) e elétricos com extensor de alcance (EREV). Os modelos leves têm geradores auxiliares acionados como apoio para as arrancadas, enquanto os plenos alternam a tração elétrica de forma autônoma no trânsito.

Já as versões plug-in do tipo PHEV, como o BYD Song Plus, exigem recargas frequentes na tomada; caso contrário, o motor a combustão precisa sustentar o peso das baterias descarregadas, ou seja, o consumo de combustível aumenta. Os EREV, enquanto isso, contam com extensores de alcance, ou seja, o motor a combustão funciona só como gerador estacionário.

Por isso, quem procura um seminovo do segmento deve exigir o histórico completo de revisões em concessionárias para assegurar a garantia do conjunto elétrico; normalmente, as fabricantes cobrem o conjunto elétrico por oito anos. A verificação prévia do estado de saúde das baterias com equipamentos adequados, como scanners especializados, também ajuda a escapar de custos com manutenção corretiva.

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BYD aposenta versão do Seal 07 poucos meses após seu lançamento

Parece que a chinesa BYD está avançando na nova geração do Seal 07, seu sedan que deve ser lançado no país em um futuro não tão distante. É o que indicam os registros de homologação publicados pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China, que mostram que a renovação vem apenas cinco meses após o lançamento do modelo anterior.

Como o antecessor frustrou os resultados de vendas, o novo sedan vem para aposentar a outra versão. Assim, por enquanto, o que já se sabe é que o novo modelo traz visual inspirado no irmão maior Seal 08, mas tem dimensões maiores, trazendo 5,08 metros de comprimento e 2,96 metros de entre-eixos.

BYD Seal 07

Embora tenha traços visuais do antecessor, a reformulação busca distanciar o modelo da baixa aceitação de seu antecessor com linhas aerodinâmicas, iluminação contínua em LED e um sensor LiDAR instalado no teto para alimentar o sistema de condução semiautônoma DiPilot 5.0.

Como é o BYD Seal 07

Por ora, o esperado é que o novo Seal 07 chegue na já conhecida versão 100% elétrica e, claro, na híbrida plug-in. As opções elétricas contam com motores de 333 cv e 408 cv de potência, permitindo que o sedan alcance velocidade máxima de 240 km/h.

Já a variante híbrida, por sua vez, combina um motor a combustão 1.5 turbo com um propulsor elétrico de 218 cv junto da bateria de 38 kWh, que entrega até 245 quilômetros de autonomia operando apenas no modo elétrico.

Embora os registros oficiais indiquem a proximidade da estreia comercial, a BYD ainda não divulgou a data exata para o lançamento nas concessionárias. Mesmo assim, a montadora parece ter pressa, já que o modelo atual não somou nem 700 unidades vendidas na China em junho.

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Por que tem diferença entre a velocidade do velocímetro e a do GPS?

Você costuma usar apps como Waze e Google Maps na hora de dirigir? Se sim, já deve ter percebido que o velocímetro no painel do carro costuma indicar uma velocidade um pouco diferente daquela mostrada pelo GPS do celular. Mas, afinal, por que essa diferença existe? 

Primeiro, vale destacar que a variação não é um erro de fabricação e nem do aplicativo, mas sim uma margem que integra os veículos de propósito como uma forma de trazer mais segurança.

É por isso, aliás, que muitos carros apresentam aumento de até 10% sobre a velocidade real. O que não pode acontecer é o contrário, ou seja, que o velocímetro indique uma velocidade menor que a real com margem de 2%. 

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E a velocidade no GPS?

Com essa variação em mente, voltemos ao GPS. A principal questão aqui é que o dispositivo não costuma indicar sempre um número real com a precisão esperada por uma série de fatores, como interferências e irregularidades da pista. 

A velocidade exibida no velocímetro é sempre diferente da velocidade à qual o carro realmente está se movendo (Fotorec/Pixabay/CC)

Pode não parecer, mas até mesmo os aclives e declives da via podem interferir na velocidade exibida. O que acontece é que estes desníveis fazem com que a velocidade das coordenadas do carro na horizontal seja menor que a velocidade real de rodagem, o que também explica a discrepância. 

Gostou dessa curiosidade? Então você não pode deixar de ler também 5 fatos sobre baterias de carros elétricos que certamente você não conhece.

Leia a matéria no Canaltech.

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Mão inglesa: por que em alguns países o carro tem volante do lado direito?

Já se perguntou o porquê de os carros em alguns países terem o volante no lado direito, em vez do esquerdo? O motivo da diferença está relacionado a uma herança histórica, cujos vestígios ainda são encontrados em 76 países — a maioria deles é ex-colônia britânica, com exceção do Japão. 

Alguns historiadores afirmam que o volante no lado direito é resultado das carroças de carga: o cocheiro se sentava do lado esquerdo, para ter visão melhor dos vários cavalos do veículo, enquanto seu assistente ficava na direita com o chicote em mãos. Quando os carros chegaram, a tradição do condutor do lado esquerdo teria permanecido. 

Outra explicação envolve a segurança dos cavaleiros na Europa, que preferiam cavalgar pelo lado esquerdo da trilha; ao fazer isso, eles tinham a mão direita pronta para desembainhar a espada em eventuais duelos, caso necessário. Claro, os tempos mudaram, mas no Reino Unido a tradição continuou. 

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Carro com volante na direita 

Alguns países deixaram o sistema britânico no ano passado — é o caso da Argentina e Portugal, que o mantiveram até 1945 e 1928, respectivamente; por outro lado, nações como Austrália, Índia, Cingapura e Japão permanecem fiéis ao modelo. 

Mais de 70 países seguem com o volante no lado direito (Nik/Unsplash)

E não pense que a mão inglesa causa grandes diferenças no interior do carro. Assim como acontece no modelo universal, as hastes da seta ficam no lado esquerdo, e o pedal do acelerador continua à direita. O que muda, de fato, é que a alavanca do câmbio fica à esquerda do motorista, mas as marchas mantêm a posição. 

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Água no farol de LED pode causar prejuízo gigantesco; veja o motivo

Já percebeu que às vezes os faróis do carro podem ficar embaçados? É fundamental entender que nem todo embaçamento indica um defeito — quando a umidade do ar está alta, por exemplo, o revestimento dos faróis pode ficar coberto por uma névoa fina, que desaparece em pouco tempo. Por outro lado, vale redobrar a atenção se o farol ficar com gotas espessas o suficiente para escorrer. 

Sejam gotas, seja líquido acumulado na base do farol, o cenário indica uma só explicação: há infiltração de água ali. As razões para a entrada de água são variadas e nem sempre ligadas a erros de fabricação — por exemplo, normalmente o desgaste natural das borrachas, o fechamento incorreto das tampas após a troca de lâmpadas ou pequenas trincas causadas por impactos de pedras na estrada são os principais vilões. 

Carros com farol de LED precisam de cuidado extra para evitar água (Imagem: Reprodução/Bild.de)

O problema, no entanto, é que a umidade ali dificulta a funcionalidade dos faróis. É o que explica Juliana Gubel, da Philips Automotiva, destaca que a umidade interna atua como um prisma, dispersando o feixe de luz de maneira irregular e reduzindo drasticamente a visibilidade do condutor.

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O prejuízo nos sistemas de LED

Com a popularização dos faróis em LED, o problema tornou-se ainda mais custoso para o bolso do proprietário. Diferente das lâmpadas halógenas, os conjuntos de LED muitas vezes não permitem a substituição de placas individuais oxidadas, obrigando a troca do conjunto completo. 

O acúmulo de água dentro do farol exige atenção para evitar problemas maiores (Imagem: Adam Stefanca/Unsplash/Gemini)

Além do risco de curto-circuito, a infiltração prolongada pode causar manchas irreversíveis no refletor e, em casos extremos de choque térmico, levar à explosão de lâmpadas convencionais devido à diferença de temperatura.

Por isso, se o condutor observar que há gotas espessar ou líquidos acumulados, é preciso remover a unidade ótica do farol para a secagem desta numa estufa, seguida da limpeza e aplicação de novos selantes de poliuretano. 

Leia a matéria no Canaltech.

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3 lanternas de carro que estão "no precinho" no Magalu

Chegou a hora de substituir as lanternas do seu carro? Vale a pena ficar de olho nas opções disponíveis no e-commerce do Magazine Luiza, que reúne alternativas compatíveis com carros da Fiat, Chevrolet, Toyota e mais.

Às vezes, é preciso trocar as lanternas após colisões ou simplesmente pelo desgaste causado pelo tempo. E pode ficar tranquilo, já que os itens foram produzidos em acrílico de alta durabilidade e carcaça plástica conforme os padrões originais de fábrica para garantir encaixe sob medida sem adaptações.

lanterna carro

 Abaixo, destacamos três modelos com valores consultados que cobrem diferentes perfis e orçamentos.

Lanterna para Fiat Uno (1985-2004)

Disponível a partir de R$ 55, a lanterna da DFEB é uma boa opção para quem precisa trocar o componente no Uno sem gastar muito.

fiat uno

A peça conta com acabamento tricolor em acrílico do jeitinho do original e tem ainda três meses de garantia. Nada mau, né?

Chevrolet Corsa Classic (2011-2016)

A lanterna do seu Corsa está avariada? Neste caso, o Magalu conta com peças destinadas ao lado esquerdo do carro que saem “no precinho”, podendo ser adquiridas a partir de R$ 61.

Chevrolet Corsa

A lanterna oferece encaixe direto e resistência a condições meteorológicas variadas, como sol e chuva.

VW Fox e Crossfox (2011-2014)

A opção mais cara da lista ficou por conta das lanternas para o Fox e Crossfox fabricados entre 2011 e 2014.

Volkswagen T-Cross

Nesse caso, as lanternas para os carros da montadora alemã custam R$ 219 na plataforma do Magalu e trazem design bicolor projetado para manter a tonalidade com o passar do tempo.

Que tal aproveitar a deixa para saber mais sobre os acessórios para carros — e, se você tiver estes no seu veículo, saiba que são proibidos!

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Jeep Compass 2027 promete resolver incômodo de motoristas e gastar menos

A Jeep está na reta final dos preparativos para lançar no mercado brasileiro, até o fim de agosto, a linha 2027 do Jeep Compass, que promete entregar tecnologia híbrida de 48 V. A novidade deve vir acompanhada e um motor elétrico auxiliar ao já presente propulsor 1.3 Turbo 270 flex nas versões Sport, Longitude e Série S.

A atualização mecânica veio para dar um “empurrãozinho” na eficiência energética do SUV médio no uso urbano e reduzir emissões, ao mesmo tempo em que a montadora realiza ações promocionais para liquidar o estoque da linha 2026.

Jeep Compass

Além disso, a melhoria marca o ciclo final da atual geração do utilitário no país antes da chegada de sua reformulação total, programada para o mercado nacional.

Jeep Compass 2027

O sistema une o motor a combustão de 176 cv a uma unidade elétrica de 15,5 cv e 6,6 kgfm de torque, com a transmissão automática de seis marchas. A atuação do propulsor elétrico alivia a carga do motor térmico e deve reduzir o consumo urbano em até 7%.

Além disso, o novo conjunto mecânico promete eliminar o incômodo atraso na resposta do acelerador, que foi observada após as adequações do modelo às normas ambientais estabelecidas pelo Proconve L8.

Enquanto o conjunto MHEV de 48 Volts atenderá às versões de volume, a opção topo de linha Blackhawk continua oferecendo o motor 2.0 Turbo Flex com tração 4x4 e câmbio de nove marchas. Já a nova geração do Compass, totalmente remodelada e apresentada recentemente na Europa, tem lançamento previsto no Brasil para o primeiro trimestre de 2028.

Enquanto o novo Compass não estreia, veja como ficou a nova geração do SUV!

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Adeus ao trânsito? Carros voadores da Embraer avançam com novo acordo

A Eve Air Mobility anunciou no último domingo (19) três avanços decisivos para o seu programa de aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical, os eVTOL, também conhecidos como “carros voadores”. A subsidiária da Embraer fechou acordos internacionais para comercializar até 46 unidades do modelo Eve 100 com as empresas Moov e Shearwater Global Capital, além de obter a liberação, pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), dos critérios propostos para a certificação de ruído da aeronave.

Por ora, o contrato firmado com a suíça Moov envolve até 30 unidades destinadas ao transporte regional, turismo e resgate aeromédico em Cabo Verde e na Europa. Enquanto isso, a Shearwater Global Capital assinou carta de intenção para adquirir até 16 “carros elétricos”, com foco em oferecer soluções de leasing para companhias do setor.

Carro elétrico Embraer

De qualquer forma, os novos acordos mostram que a fabricante segue firme e forte no mercado global de mobilidade aérea avançada e acelera a criação de marcos regulatórios no Brasil. As negociações expandem o alcance operacional da marca para mercados estratégicos da África e Europa, ao mesmo tempo em que os testes ambientais preparam o terreno para a futura homologação comercial do veículo.

Acordos de compra 

Como o nome indica, os eVTOL são pensados para a mobilidade urbana e costumam operar em rotas curtas, de aproximadamente 100 km. No âmbito normativo, a proposta de certificação acústica da ANAC permanece em consulta pública até 8 de agosto como uma etapa para o desenvolvimento da estrutura regulatória dos eVTOL no Brasil. 

Desenvolvido para emitir níveis de ruído substancialmente inferiores aos de um helicóptero comum, o Eve 100 passa por simulações sonoras e ensaios de voo em ambiente real para validar seu desempenho antes de entrar em operação definitiva.

A Eve reforça que realiza também estudos de percepção sonora e visual junto do Royal Netherlands Aerospace Centre (NLR) com realidade virtual, simulações acústicas e testes com centenas de participantes. Depois, os resultados obtidos complementam as avaliações obtidas nos ensaios de voo dos protótipos.

Curtiu o tema? Aproveite para conferir nossa matéria sobre qual a diferença entre quadricóptero, drone e carro voador!

 

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Fim da indústria da multa? Projeto quer "prova do crime" para validar infração

E se as multas de trânsito fossem válidas só com fotos das infrações cometidas junto? É o que propõe o Projeto de Lei 544/26, que obriga a inclusão de fotos da infração nas notificações de multas enviadas aos motoristas. O texto foi aprovado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e altera o Código de Trânsito Brasileiro ao determinar que as provas visuais registradas por radares e câmeras devem ser anexadas automaticamente às autuações.

A legislação atual permite a fiscalização eletrônica, mas não obriga o envio automático da imagem ao condutor. Isso significa que o proprietário do veículo precisa acessar portais governamentais ou fazer pedidos formais aos órgãos de trânsito para conseguir visualizar o registro que motivou a penalidade.

multa infração IA

É aqui que entra o projeto de lei, que estabelece que o registro feito pelo equipamento acompanhe as notificações de autuação e de penalidade. A medida visa dar transparência ao processo administrativo, permitindo que o motorista comprove de imediato se a autuação é legítima ou se houve engano sobre o veículo.

Indústria da multa? 

O projeto foi desenhado sob a justificativa de que é necessário proporcionar mais transparência do processo de fiscalização de trânsito, bem como garantir mais condições para os condutores exercerem o direito de defesa quando a situação assim exigir. 

Apesar do avanço inicial, a nova regra ainda precisa cumprir etapas antes de entrar em vigor. O texto segue para análise conclusiva na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara e, se aprovado, será apreciado pelo Senado Federal. A obrigatoriedade só vai valer em todo o território nacional após a sanção do presidente da República.

Curtiu o tema? Aproveite para conferir nossa matéria sobre como a fiscalização com IA faz explodir multas por celular ao volante e falta de cinto!

 

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As 3 melhores bicicletas elétricas para quem quer fugir do trânsito

As bicicletas elétricas vêm alcançando cada vez mais espaço na mobilidade urbana no Brasil. Hoje, estas bikes perderam o ar de novidade e se tornaram opções bem interessantes para quem precisa se deslocar pelas cidades enquanto economiza combustível e, claro, foge do trânsito. 

Quem não abre mão da praticidade e agilidade para trajetos de curta e média distância pode optar tranquilamente por um veículo destes, mas é nessa hora que bate a dúvida: afinal, qual bicicleta elétrica escolher? 

e-bike bicicleta elétrica

A resposta é, claro, o bom e velho “depende”. É que, em meio aos modelos de entrada focados em economia, existem também versões mais robustas que se aproximam visualmente de pequenas scooters. Abaixo, o CT Auto reuniu alguns modelos de e-bikes preparadas para diferentes tipos de necessidades:

Yoo Y200 (350W)

Com proposta bastante urbana e tamanho compacto, este modelo de entrada pode ser adquirido a partir de R$ 3.300. Assim, claro que o preço acessível e visual simples chamam a atenção logo no início. 

Yoo Y200 350W

A Yoo Y200 é a escolha ideal para estudantes e trabalhadores que realizam deslocamentos curtos em áreas com trânsito intenso, e pode ser uma substituta bem econômica para os carros ou transporte por aplicativo.

WeHawk Basket Mini Scooter (500W) 

Disponível a partir de R$ 5.599, a WeHawk Basket mistura o melhor do design de uma bicicleta com o conforto de uma scooter, e talvez um dos maiores diferenciais do modelo seja a sua cesta dianteira de fábrica. 

WeHawk Basket Mini Scooter 500W

Esta e-bike é uma boa opção para quem precisa cumprir tarefas cotidianas, como idas rápidas ao supermercado, farmácia ou trabalho carregando pequenos volumes.  

Smartway Storm (1000W)

Quem precisa de algo mais potente e robusto pode levar para casa a Smartway Storm, que traz um motor forte projetado para uso intenso e preparado para subidas íngremes ou percorrem distâncias maiores, por exemplo. 

Smartway Storm 1000W

Por outro lado, esta e-bike pode ser adquirida por valores que partem dos R$ 8.803. O investimento financeiro é mais alto, mas o modelo entrega desempenho superior e ótima estabilidade.

 

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China faz aposta inusitada para diminuir custo de carros elétricos urbanos

A indústria automotiva da China encontrou uma solução inusitada para reduzir os custos os carros elétricos populares: o país “fez as pazes” com o carvão como uma forma de reduzir os custos das baterias de íons de sódio, que são feitas de matéria-prima mais abundante e mais em conta que aquelas das baterias de lítio.

O problema é que as baterias de sódio têm íons maiores que as de lítio, o que inviabiliza a produção do ânodo de grafite. Cientes disso, as fabricantes e empresas químicas locais passaram a apostar na biomassa, mas logo encontraram outro problema: o material era obtido de cascas de coco carbonizadas que tinham que ser importadas. 

bateria carro china

Além de a China querer evitar dependência externa, a produção doméstica do coco não atendia a demanda anual das baterias. Assim, a solução se mostrou no chamado carvão antracito, um recurso bastante comum no país. 

Combustível fóssil na tecnologia verde?

Parece estranho usar carvão para o desenvolvimento de uma tecnologia verde? Se sim, saiba que esta escolha é, na verdade, bastante estratégica, porque o ânodo do carbono duro representa entre 10% e 20% da massa da célula. Além disso, o processamento de resíduos agrícolas como as cascas de coco permite recuperar cerca de 2,5% de carbono, mas no caso do antracito, o número passa dos 45%. 

A otimização derrubou o preço do carbono duro para menos de 30 mil yuans por tonelada e as projeções indicam que o custo deve ter quedas ainda maiores, tornando as células de sódio financeiramente imbatíveis. Embora tenham menor densidade energética do que as de lítio (o que limita a autonomia de viagem), as baterias de sódio já equipam modelos urbanos como o compacto da Yiwei, submarca da JAC.

Esta decisão deve ajudar a China a conseguir uma redução drástica nos custos de fabricação, consolidando a independência energética do país asiático. Por isso, é de se esperar que a China esteja seguindo rumo à criação de uma cadeia de suprimentos de grande autonomia para as baterias de sódio. 

Que tal aproveitar para conferir algumas curiosidades sobre as baterias de carros elétricos?

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Por que a Volkswagen "contratou" ovelhas para trabalhar em uma fábrica?

E se ovelhas pudessem se tornar “funcionárias” de uma das maiores montadoras do mundo? Pode até parecer inusitado, mas saiba que este é o resultado da parceria fechada entre a Volkswagen e a Universidade de Ciências da Vida de Poznań: juntas, as instituições substituíram os cortadores de grama mecânicos por quase 100 ovelhas. 

Os simpáticos animais passaram a pastar livremente na fazenda solar que abastece a fábrica da empresa em Poznań, controlando o crescimento da vegetação de forma ecológica e ainda servindo como objeto de estudo científico. 

ovelhas fábrica VW

Claro que, por um lado, a “contratação” é uma jogada de marketing sustentável, mas a iniciativa não para por aí: com as ovelhas, a universidade e a montadora conseguiram combinar a geração de energia renovável com a pecuária aproveitando a mesma propriedade, que se transformou em um verdadeiro laboratório a céu aberto.

Ovelhas "contratadas"?

Ali, os pesquisadores podem analisar o impacto do pastoreio compartilhado no bem-estar dos animais, na biodiversidade regional, no microclima e na qualidade do solo. Além disso, o trabalho do rebanho resolve um problema logístico na rotina da usina fotovoltaica, construída pela empresa Quanta Energy. 

É que o crescimento excessivo da vegetação ali costuma causar sombras indesejadas sobre os painéis solares ao mesmo tempo em que dificulta o acesso aos equipamentos. Com as ovelhas, os profissionais não precisam usar máquinas barulhentas e nem combustíveis fósseis para a poda.

Marzena Pillich-Grońska, diretora da Volkswagen Poznań, declarou que o projeto mostra que o setor industrial é capaz de integrar a geração de energia limpa, o avanço científico e o apoio à agricultura local. 

No fim, a parceria mostra que a agrivoltaica, conceito que descreve a combinação da produção de energia solar com atividades agrícolas ou pecuárias, é de fato uma tendência global no setor energético. Uma das principais vantagens da técnica é permitir que grandes extensões de terra cumpram múltiplas funções econômicas e ecológicas, em vez de ficarem restritas a uma única utilidade.

 

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Toyota e BMW testam "segredo" que pode salvar carros a combustão

A Toyota fechou uma parceria com o grupo BMW, Bosch e Repsol para testar na Espanha carros movidos exclusivamente a Nexa 95, a chamada gasolina 100% renovável. A iniciativa faz parte de um projeto-piloto que deve durar seis meses, com o objetivo de demonstrar o potencial, no uso real, de veículos movidos a combustíveis do tipo.

O teste inclui cerca de 20 carros da Toyota e BMW abastecidos com com a Nexa 95 e equipados com as tecnologias de monitoramento digital de combustível, desenvolvidas ela Bosch. Basicamente, o combustível em questão é produzido a partir de matérias-primas seguindo as normas determinadas pelo bloco e com redução significativa da emissão de gases do efeito estufa em comparação com os combustíveis fósseis. 

gasolina 100% renovável nexa 95

 Outra vantagem é que o composto é compatível com os motores a combustão e infraestruturas disponíveis atualmente. Ao adotar uma abordagem tecnológica neutra e abrangente, as marcas buscam comprovar que é possível escalar o uso de combustíveis limpos de forma eficiente, sem exigir investimentos astronômicos em novas arquiteturas veiculares ou depender só da eletrificação. 

De olho no abastecimento

Para garantir a transparência dos testes, o sistema "Digital Fuel Twin", desenvolvido pela Bosch, vai monitorar a frota. A tecnologia cruza informações dos veículos, das bombas da Repsol e das transações financeiras para certificar, na prática, o uso contínuo da gasolina renovável em todo o ciclo de vida. 

A Espanha foi escolhida estrategicamente para sediar o projeto por ser a única nação com disponibilidade de gasolina 100% renovável em postos públicos através da rede. Atualmente, a Repsol é a única empresa que fornece gasolina 100% renovável nos postos públicos espanhóis. 

Se tudo correr bem, a expectativa é que o projeto torne-se um incentivo ao uso efetivo de combustíveis renováveis, contribuindo para a redução de emissões. Além disso, a iniciativa deve render dados importantes para a validação do composto, bem como os métodos de monitoramento. 

Curtiu o assunto? Aproveite para conferir nossa matéria que explica como a gasolina com 32% de etanol pode afetar seu carro!

 

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Nova IA brasileira tem “visão inteligente” e prevê acidentes nas estradas

A COMPSIS, empresa de tecnologia brasileira, implementou em diversas rodovias do Brasil o sistema EagleVision. Trata-se de uma solução de IA capaz de antecipar congestionamentos e acidentes em tempo real com a ajuda de câmeras e sensores suspensos.

O sistema chega como um aliado estratégico principalmente durante as férias de julho e o inverno, que são períodos tradicionalmente conhecidos pela combinação perigosa de maior fluxo de carros e condições meteorológicas desafiadoras, como chuva e neblina. 

estrada rodovia

Na prática, os equipamentos com IA são instalados nas vias e identificam mudanças discretas no comportamento do tráfego, como flutuações na velocidade ou paradas em locais críticos. Segundo a COMPSIS, a novidade ajuda as concessionárias a identificarem esses sinais de agravamento do cenário e, assim, apliquem medidas preventivas. 

IA nas rodovias brasileiras

Diferentemente dos radares convencionais, o EagleVision atua na leitura operacional das estradas. “A instalação é totalmente não intrusiva. Utilizamos câmeras e sensores posicionados em estruturas suspensas, sem interromper o trânsito ou realizar intervenções no pavimento”, explicou Ailton Queiroga, ex-engenheiro da Embraer e presidente da COMPSIS.

Durante a operação, a ferramenta analisa o volume e a densidade de tráfego por faixa, estima a velocidade média dos motoristas e detecta ocorrências imediatamente. Queiroga destacou que o trânsito dá sinais antes de um problema acontecer, e a IA consegue ler essas anomalias (como a desaceleração irregular de veículos) que passariam despercebidas pelos motoristas. 

Assim, talvez o maior diferencial do sistema seja a previsão dos problema em vez da reação a eles após acontecerem. "desafio é interpretar o contexto do tráfego em tempo real e antecipar comportamentos de risco. É isso que a inteligência artificial deve entregar ao setor”, destacou ele. 

Com sede em São José dos Campos (SP) e mais de 30 anos de experiência no mercado de mobilidade, a desenvolvedora garante que o sistema mantém desempenho estável mesmo diante de variações extremas de luminosidade ou falhas na conexão. Os sistemas inteligentes da COMPSIS já foram exportados para países como Austrália e Índia.

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Brasil e vizinhos assinam acordo de "Céu Único" para transformar viagens de avião

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) firmou um Memorando de Entendimentos com Argentina, Chile e Paraguai para dar início à criação do chamado "Céu Único Sul-Americano". O documento foi assinado em Assunção, no Paraguai, e traz diretrizes para a estruturação de um mercado aéreo integrado entre os países. 

A ideia é que a colaboração estabeleça as bases para uma flexibilização gradual dos serviços aéreos como uma forma de ampliar a conectividade regional entre os países envolvidos no acordo. Futuramente, a iniciativa deve proporcionar a liberalização das operações entre as nações participantes do acordo. 

aeroporto

 Para viabilizar a transição, as autoridades instituíram o Grupo de Trabalho ALAS constituído por representantes das autoridades da aviação civil dos países participantes, que vão ser responsáveis por desenhar um plano detalhado de implementação progressiva em um prazo de até um ano. As análises vão englobar desde a harmonização de regras regulatórias e licenças até o desenvolvimento de infraestrutura aeroportuária e sustentabilidade.

Flexibilização de rotas

Além do bloco principal, o Brasil aproveitou o encontro na capital paraguaia para estreitar laços por meio de acordos bilaterais específicos com a Argentina e o Paraguai. O grande destaque das negociações é a inclusão da chamada sétima liberdade do ar para o transporte de passageiros. 

Essa modalidade concede permissão para que companhias aéreas operem rotas comerciais entre dois territórios estrangeiros sem a necessidade de o voo começar ou terminar em seu país de origem. A modalidade foi recentemente viabilizada pela legislação brasileira.

No caso das operações com o Paraguai, a regra também passa a valer formalmente para o setor de cargas, modernizando a malha logística regional.

E não pense que esta é a única novidade da aviação nacional. Sabia que RJ e SP entraram na rota da mobilidade aérea com vertiportos para "táxis aéreos"?

 

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Novo SUV da Xiaomi vira sala de jantar e tem solução para ansiedade de recarga

A gigante chinesa Xiaomi registrou o N90, seu maior e mais novo utilitário esportivo. O modelo de grande porte chega em grande estilo e promete ocupar o topo da gama da marca asiática — e, para isso, o “grandalhão” traz, de forma inédita em sua história, um sistema mecânico híbrido com extensor de autonomia para eliminar a ansiedade de recarga em trajetos longos.  

Desenvolvido sobre a arquitetura Kunlun, o SUV tem mais de 5,20 metros de comprimento, dimensões generosas o suficiente para competir com rivais de luxo no mercado local. A grande aposta da gigante chinesa está na versatilidade do espaço interno, que traz soluções modulares tão criativas que permitem transformar a cabine em um ambiente para o trabalho ou lazer. 

SUV Xiami N90

É no interior do carro que estão as maiores peculiaridades do projeto: os dois bancos dianteiros podem ser girados em 180º, o que cria configurações que formam uma sala de reuniões ou de jantar, com direito a uma mesa central de apoio. 

Como é o N90

Na parte mecânica, o veículo utiliza tração integral e dois motores elétricos de propulsão real, que geram picos de 285 cv e 136 cv em seus respectivos eixos. Os motores são alimentados por uma bateria de 76 kWh e por um bloco 1.5 turbo de 152 cv, que atua exclusivamente como gerador de energia. 

O conjunto assegura autonomia elétrica de até 370 km no ciclo WLTC, com velocidade máxima de 190 km/h — perceba que o sistema extensor veio para eliminar a chamada ansiedade da recarga, que preocupa motoristas principalmente em viagens longas. 

Além do sensor LiDAR, dispositivo que detecta objetos e mede distâncias e movimento, o SUV pode ser adquirido em versões com cinco ou sete assentos, dependendo das necessidades do condutor. Independentemente da escolha, o modelo vem com poltronas de gravidade zero e rebatimento total dos bancos, que permite acomodar uma cama de casal. 

O início das vendas do veículo está programado para o final deste ano na China, ainda sem preço definido e nem informações sobre a possibilidade de exportação para outros mercados. 

Assim, talvez você esteja se perguntando: afinal, por que os carros elétricos da Xiaomi não vêm ao Brasil?

 

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Saveiro do Hexa empurra Seleção ao título da Copa nos EUA; conheça

A festa da torcida brasileira chegou na Times Square, em Nova York (EUA), em grande estilo. Durante a celebração da Copa do Mundo, uma Volkswagen Saveiro customizada em cor verde, de 1999, tornou-se um verdadeiro símbolo da torcida verde e amarela bem no coração da cidade. 

Além de rebaixado, o utilitário é equipado com um potente "paredão" de som. O carro especial é de Raylander Ribeiro, brasileiro que reside nos Estados Unidos há 12 anos e decidiu importar o veículo para manter viva a forte conexão com as suas raízes sul-americanas.

Transformar o sonho em realidade, no entanto, não foi fácil nem financeiramente. A caminhonete foi exportada inicialmente por um amigo sob a categoria de carro de colecionador — um rigoroso processo que demanda cidadania norte-americana. 

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Picape do Hexa? 

Na sequência, Ribeiro adquiriu a picape por mais ou menos US$ 30 mil (aproximadamente R$ 155,7 mil) para chegar de porta a porta. Parece caro? Pois saiba que o valor é quase duas vezes maior do que os R$ 80 mil que o modelo avaliado custaria atualmente no Brasil.

Claro que a estética única e inconfundível do carro modificado gera impacto imediato nas avenidas estadunidenses. O proprietário relata que os americanos ficam em estado de choque com o visual rebaixado e a enorme potência das caixas acústicas na caçamba. 

A presença marcante da picape nacional chamou tanto a atenção em Nova York que os policiais precisaram realizar algumas abordagens para pedir a ele que abaixasse um pouco o volume do som.  

E não pense que a Saveiro é o único ícone automotivo que Ribeiro tem na garagem: na verdade, ele tem Fuscas guardados no Brasil e mantém um Volkswagen Jetta 2001 também equipado com um bom projeto de som — e este, aliás, roda pelas ruas dos Estados Unidos. Nada mal, né?

Leia a matéria no Canaltech.

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