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Quanto vale a pena pagar no Galaxy A56 em julho de 2026?

Lançado em 2025, o Galaxy A56 continua sendo um dos celulares intermediários mais equilibrados disponíveis no Brasil. Mesmo após a chegada do Galaxy A57, o modelo segue competitivo graças ao bom conjunto de tela, câmeras, desempenho e, principalmente, à política de atualizações da Samsung, que garante vários anos de suporte.

Contudo, isso não significa que qualquer preço faça sentido. Em julho de 2026, o aparelho já passou pela fase de lançamento e entrou no período em que promoções se tornam frequentes. Por isso, vale analisar quanto realmente compensa pagar pelo modelo.

O Galaxy A56 ainda vale a compra?

Em nosso review, pontuamos que o A56 oferece uma experiência bem consistente para a maioria dos usuários. A Samsung conseguiu evoluir diversos pontos em relação ao antecessor, especialmente no desempenho, acabamento e tempo de suporte ao software.

O aparelho é um intermediário que faz poucas concessões, oferecendo tela de excelente qualidade, construção premium e desempenho suficiente para quem utiliza redes sociais, aplicativos de produtividade, streaming e até jogos sem maiores dificuldades.

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Entre os consumidores, a percepção segue o mesmo caminho. Nas principais lojas online, o Galaxy A56 acumula avaliações muito positivas, com notas próximas de 4,8 ou 5 estrelas.

Os elogios mais recorrentes envolvem a qualidade da tela AMOLED, a boa duração da bateria, a fluidez da One UI e o conjunto de câmeras, enquanto as críticas costumam mencionar apenas a ausência de entrada para cartão microSD e a evolução discreta em relação ao Galaxy A55.

Quanto seria um preço justo?

No lançamento, o Galaxy A56 chegou custando R$ 2.999. Entretanto, com mais de um ano de mercado e um sucessor já disponível, o valor precisa refletir essa desvalorização natural.

Hoje, é possível encontrá-lo por aproximadamente R$ 2.000, dependendo da capacidade de armazenamento e da loja. Considerando o cenário atual, esta é uma boa referência:

  • Até R$ 1.700: excelente compra;
  • Entre R$ 1.700 e R$ 1.900: preço justo;
  • Entre R$ 1.900 e R$ 2.100: ainda vale, mas já exige comparação com concorrentes;
  • Acima de R$ 2.100: não compensa, já que existem opções mais recentes oferecendo desempenho semelhante.
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Vale esperar por uma promoção?

Na maioria dos casos, sim. O mercado brasileiro costuma registrar descontos frequentes em eventos promocionais e campanhas de varejo, fazendo o Galaxy A56 aparecer até abaixo dos R$ 1.700 diversas vezes ao longo do ano.

Como o modelo continua recebendo atualizações por muitos anos e mantém hardware competitivo, comprar durante uma boa promoção aumenta ainda mais seu custo-benefício.

Em julho de 2026, o preço ideal para o Galaxy A56 gira em torno de R$ 1.700 a R$ 1.900. Nessa faixa, ele oferece um conjunto difícil de superar, reunindo tela AMOLED de 120 Hz, construção premium, bom desempenho com o Exynos 1580, câmeras consistentes e uma das melhores políticas de atualização entre os celulares Android.

Se aparecer por menos de R$ 1.700, pode ser considerado um excelente negócio. Já valores acima dos R$ 2.000 só fazem sentido em ofertas que incluam acessórios ou versões com maior armazenamento, pois nessa faixa a gama de celulares é muito mais ampla.

 

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Drone de guerra da Ucrânia mais barato que iPhone voa 110 km com uma carga

A empresa ucraniana Vyriy Drone anunciou uma nova versão do seu drone FPV equipado com inteligência artificial, o Vyriy 15 FPV, que chama atenção pelo custo-benefício. O equipamento custa US$ 500 (cerca de R$ 2.700 em conversão direta) e é capaz de voar até 110 quilômetros com uma única carga, multiplicando por seis o alcance da geração anterior.

A novidade faz parte da estratégia da Ucrânia de ampliar a produção de drones de baixo custo para uso militar, reduzindo a dependência de armamentos mais caros e aumentando a capacidade de resposta no campo de batalha.

De acordo com a Vyriy Drone, a primeira versão do equipamento possuía alcance de cerca de 18 quilômetros. Com a atualização, o novo modelo consegue percorrer 110 quilômetros utilizando apenas uma carga de bateria.

Segundo a empresa, a evolução foi possível graças à combinação de novos motores, melhorias na eficiência energética e um sistema de controle otimizado por inteligência artificial, que ajuda a reduzir o consumo durante o voo.

IA ajuda na navegação

O uso de inteligência artificial para auxiliar na navegação e na execução das missões é um dos seus maiores diferenciais.

A tecnologia permite que o equipamento mantenha sua rota mesmo em ambientes sujeitos a interferências eletrônicas, um recurso cada vez mais importante diante do uso de sistemas de bloqueio de sinal em conflitos modernos.

A Vyriy Drone também afirma que boa parte dos componentes utilizados no equipamento já é produzida na própria Ucrânia, reduzindo a dependência de fornecedores estrangeiros.

O objetivo é acelerar a fabricação e garantir um fornecimento contínuo para atender às necessidades das forças ucranianas durante o conflito.

O avanço desses equipamentos mostra como drones de baixo custo e longo alcance vêm ganhando importância em operações militares modernas.

Em vez de depender exclusivamente de armamentos sofisticados e muito caros, exércitos têm investido cada vez mais em plataformas relativamente acessíveis, capazes de realizar missões de reconhecimento e ataque com menor custo operacional.

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Brasil ainda tem 26 mil localidades sem sinal de celular, diz Anatel

Apesar do avanço da cobertura móvel, o Brasil ainda possui 26,4 mil localidades sem acesso à rede 4G que também não possuem obrigações regulatórias para receber a tecnologia. Os dados fazem parte da edição de 2026 do Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (PERT), elaborado pela Anatel, que mapeia os principais desafios de conectividade no país.

O estudo mostra que as maiores lacunas de cobertura estão concentradas em áreas rurais, remotas, indígenas e quilombolas, onde a expansão da infraestrutura ainda enfrenta dificuldades de investimento e logística.

Segundo o PERT, mais de 15 mil localidades sem cobertura móvel correspondem a setores censitários identificados pelo IBGE, enquanto outras 11,4 mil foram mapeadas pela própria Anatel em parceria com órgãos como a Fundação Palmares e o Incra.

O cenário é especialmente preocupante nas aldeias indígenas. Apenas 16% possuem cobertura 4G adequada, enquanto aproximadamente 2,5 mil comunidades ainda precisam receber infraestrutura de telefonia móvel. Além disso, cerca de 2,4 mil aldeias não contam com qualquer sinal de 4G.

O levantamento aponta ainda que 30.031 localidades brasileiras seguem sem backhaul de fibra óptica e sem qualquer obrigação regulatória para implantação dessa infraestrutura. O problema também afeta 652 municípios, sendo cerca de 40% no Nordeste, além de 186 cidades em Minas Gerais.

Segundo a Anatel, essas regiões deverão receber atenção prioritária em futuras políticas públicas voltadas à ampliação da conectividade no país.

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Anatel quer ampliar conceito de conectividade

Além de expandir a infraestrutura, a agência afirma que pretende adotar uma visão mais ampla de "conectividade significativa", levando em consideração não apenas a disponibilidade de redes, mas também fatores como qualidade da conexão, acesso a dispositivos, habilidades digitais e segurança no uso da internet.

O PERT também prevê a criação de novos indicadores de experiência do usuário e um acompanhamento contínuo da evolução da cobertura por meio de painéis de monitoramento.

Embora a cobertura 4G e 5G já alcance a maior parte das áreas urbanas brasileiras, a Anatel reconhece que a universalização do serviço ainda depende de investimentos direcionados para regiões de difícil acesso.

Para a agência, reduzir essas lacunas exigirá o cumprimento das obrigações regulatórias pelas operadoras e uma atuação conjunta entre governos e empresas para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional.

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Versão global do Redmi Note 17 tem bateria menor que modelo chinês

A Xiaomi deve repetir uma estratégia já adotada em outros smartphones e lançar a versão global do Redmi Note 17 com uma bateria menor que a disponível na China. Segundo o insider Kacper Skrzypek, todos os modelos internacionais sofrerão uma redução na capacidade da bateria, embora mantenham praticamente o restante das especificações.

A mudança afetará os três integrantes da família: Redmi Note 17, Redmi Note 17 Pro e Redmi Note 17 Pro Max. Ainda assim, os aparelhos continuarão oferecendo baterias acima da média do mercado.

Segundo o vazamento, o Redmi Note 17 global terá bateria de 7.000 mAh, enquanto a versão chinesa conta com 8.000 mAh.

Já o Redmi Note 17 Pro deve passar de 9.000 mAh para 8.000 mAh, enquanto o Redmi Note 17 Pro Max cairá de 10.000 mAh para 9.000 mAh.

Apesar da redução na bateria, o relatório afirma que a Xiaomi não pretende alterar o restante do hardware dos aparelhos para o mercado global.

Redmi Note 17

Isso significa que os smartphones devem manter os mesmos processadores, telas, câmeras e velocidades de carregamento, preservando boa parte da experiência oferecida pelos modelos originais.

Motivo da mudança não foi confirmado

A Xiaomi não explicou oficialmente por que costuma reduzir a capacidade das baterias em seus celulares vendidos fora da China.

A decisão pode estar relacionada a regulamentações internacionais, certificações de transporte e disponibilidade de componentes, fatores que já influenciaram outros lançamentos da fabricante.

A família Redmi Note 17 foi anunciada oficialmente no mercado chinês com foco em autonomia e custo-benefício. Ainda não existe uma data oficial para a apresentação global da linha, mas certificações e vazamentos indicam que o lançamento internacional deve acontecer nos próximos meses.

Até lá, as informações sobre as baterias menores devem ser tratadas como rumor, já que a Xiaomi ainda não confirmou as especificações dos modelos destinados ao mercado global.

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Testamos a "smartband do Neymar"; veja tudo que a Whoop MG consegue fazer

A Whoop MG é a smartband preferida dos jogadores de futebol, e o Neymar é um dos usuários mais notórios do aparelho. Com o início da Copa do Mundo, o medidor de atividades físicas ficou em evidência, mas será que esse aparelho serve para você que joga futebol com os amigos ou corre maratonas? O Canaltech testou para descobrir se ela faz sentido para todo mundo ou apenas para atletas profissionais.

Para começar, vamos tirar o principal assunto da nossa fila: a Whoop MG não tem tela, logo ela não pode ser considerada uma smartband tradicional.

Ela não mostra notificações, não permite usar aplicativos no pulso nem oferece controles para quem está ouvindo música. Mas é justamente por isso que ela chama atenção dos atletas que querem medir seu desempenho físico de forma séria e sem distrações.

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Whoop MG é ideal para atletas profissionais que precisam evitar lesões (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O segredo está no foco

Durante nossos testes, a ausência de display deixou de ser um defeito para virar uma virtude. Enquanto relógios inteligentes vivem vibrando com mensagens do WhatsApp, a Whoop MG permanece silenciosa, focada apenas em capturar cada batimento cardíaco e cadência de movimento.

O grande diferencial, segundo nossa análise da Whoop MG, é o algoritmo de processamento de dados. Ao usá-la em uma partida de futebol, a precisão na detecção de picos de esforço e o tempo de recuperação superam qualquer smartwatch convencional do mercado.

Ela não "acha" que você está correndo; ela sabe exatamente a intensidade da sua transição aeróbica, algo que atletas de elite como o Neymar valorizam para evitar lesões musculares.

Whoop MG Sensor (USCLOSER)
Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Whoop MG Sensor (USCLOSER)
Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Whoop MG Sensor (USCLOSER)
Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
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Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Whoop MG Sensor (USCLOSER)
Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Whoop MG Sensor (USCLOSER)
Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Whoop MG Sensor (USCLOSER)
Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Whoop MG Sensor (USCLOSER)
Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Vale a pena para amadores?

A resposta curta é: depende do seu objetivo. Se você busca uma extensão do seu smartphone, este aparelho não é para você. Nesse caso, compre um Galaxy Watch ou Apple Watch.

Agora, se o seu foco é o rendimento esportivo e você prefere analisar seus ganhos no conforto do aplicativo após o treino, a Whoop MG entrega um nível de telemetria que transforma seu exercício amador em uma experiência digna de laboratório.

A Whoop MG é acima de tudo, um dispositivo "raiz": para quem quer treinar sério e deixar a conectividade social para depois.

Destaques da Whoop MG

  • Precisão cirúrgica: o monitoramento de frequência cardíaca é robusto e não se perde mesmo em movimentos bruscos típicos do futebol;
  • Conforto total: o design minimalista é tão leve que, após cinco minutos, você simplesmente esquece que está usando;
  • Análise profunda: o aplicativo da marca traduz dados brutos em gráficos de fadiga e recuperação altamente úteis para o planejamento de treinos;
  • Durabilidade: construída para aguentar o suor e os impactos de uma partida intensa, sem o medo de riscar um vidro de tela.
Whoop MG app
Whoop MG app (Divulgação/Whoop)
Whoop MG app
Whoop MG app (Divulgação/Whoop)
Whoop MG app
Whoop MG app (Divulgação/Whoop)
Whoop MG app
Whoop MG app (Divulgação/Whoop)

Onde comprar a Whoop MG

Atualmente, a Whoop MG não é vendida ou entregue oficialmente no Brasil, o que exige atenção redobrada antes de realizar a importação.

Diferente da maioria dos smartwatches, o modelo de negócio da marca baseia-se em uma assinatura mensal de serviço, e não apenas na venda do hardware; isso significa que, além do custo de importação e eventuais taxas alfandegárias, você terá um compromisso recorrente em dólar para manter o acesso à plataforma de análise de dados.

Sem essa assinatura, o dispositivo perde sua principal funcionalidade, tornando-se apenas um monitor básico. Por isso, a Whoop MG é indicada principalmente para atletas de alta performance que precisam de uma telemetria detalhada para evitar lesões, sendo menos vantajosa para quem busca um monitoramento casual sem custos fixos mensais.

É possível encontrar o produto em plataformas brasileiras, como o Mercado Livre, por preços bem altos. Mas o ideal é fazer a compra no site oficial da marca – que cobra apenas US$ 89 pela smartband (aproximadamente R$ 450) – e trazer o produto para o Brasil através da USCloser.

Leia a matéria no Canaltech.

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