A inteligência artificial deixou os celulares mais difíceis de consertar, segundo o Grupo PLL. A empresa especializada em manutenção de dispositivos móveis afirma que a integração crescente entre hardware e software aumentou a complexidade dos diagnósticos, reparos e validações técnicas dos aparelhos.
A atual geração de smartphones apresenta funções mais avançadas e um nível maior de integração entre componentes. Com isso, profissionais de assistência técnica precisam lidar com processos mais complexos para identificar falhas e garantir que os sistemas continuem funcionando corretamente após a substituição de peças.
Segundo a empresa, esse cenário também impacta o tempo de manutenção e os custos operacionais. A tecnologia inteligente influencia tanto os diagnósticos quanto as etapas de validação dos dispositivos após os reparos.
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O tema reforça as discussões sobre direito ao reparo e obsolescência no Brasil. Propostas em debate buscam ampliar a vida útil dos eletrônicos e facilitar o acesso dos consumidores à manutenção, em um momento em que os smartphones concentram cada vez mais funções do dia a dia.
Inteligência artificial deixa reparos de celulares mais difíceis (Imagem: Divulgação/Grupo PLL)
Lucas Linhares, sócio-fundador e porta-voz do Grupo PLL, comentou a visão da companhia sobre o assunto. Segundo ele, o reparo qualificado se tornou um elo fundamental entre inovação e durabilidade. A empresa atende fabricantes e seguradoras e mantém um centro próprio de reparos em São Paulo com capacidade para 24 mil ordens mensais.
O ChatGPT agora conta com um recurso para programar tarefas sem depender do Codex. A novidade começou a ser liberada aos usuários nesta quarta-feira (17) na versão web e nos apps para Android e iOS.
“Com as tarefas agendadas, os usuários podem solicitar ao ChatGPT que envie lembretes, gerencie tarefas recorrentes ou monitore atividades”, anunciou a companhia. “Esta atualização torna as tarefas mais fáceis de encontrar e gerenciar, mais rápidas e confiáveis, com notificações mais úteis.”
Para programar as demandas, basta enviar um prompt como “ao amanhecer, acesse o meu calendário e resuma as tarefas do dia”. Depois, a plataforma irá executá-la dentro do horário definido e emitirá uma notificação ao usuário após a conclusão do pedido.
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Segundo a companhia, é possível escolher horários específicos ou indicar períodos, como manhã, tarde e noite.
Já a gestão de tarefas é realizada através da opção “Agendados”, localizada no menu lateral. A nova área centraliza todos os agendamentos feitos, com opção para editá-los e removê-los.
O espaço também oferece sugestões de tarefas para serem programados. Ao selecioná-los, o chatbot inicia um questionário para personalizar a demanda de acordo com as necessidades dos usuários.
ChatGPT ganha recurso para agendar tarefas (Imagem: Captura de tela/Bruno De Blasi/Canaltech)
Restrito a assinantes
O novo recurso, no entanto, é restrito a assinantes do ChatGPT. Neste caso, a OpenAI informa que é necessário aderir ao plano Plus, Pro, Business e Enterprise
Já o limite de tarefas varia de acordo com o pacote escolhido. “As tarefas não podem ser executadas mais de uma vez por hora, e as tarefas não supervisionadas podem ser pausadas automaticamente após um período de inatividade”, informa a companhia.
“O Pulse está sendo desativado, pois as atualizações proativas serão substituídas por tarefas agendadas”, explica a dona do ChatGPT nesta quarta. “Os usuários Pro continuarão tendo acesso por 14 dias a partir de hoje.”
Para manter a entrega das atualizações diárias, é preciso agendar um resumo diário com base em seus interesses e conversas anteriores pelo ChatGPT.
O Google liberou nesta quarta-feira (17) uma ferramenta de criação de imagens com inteligência artificial especial da Copa do Mundo 2026. Diretamente no Gemini, o usuário pode usar um template para se colocar em alguma situação em um jogo de futebol — fingindo que é jogador ou técnico —, e até colocar a camisa da Seleção no pet.
O modo se chama “Entre no jogo” e está disponível para todos os usuários do Gemini.
Entre as opções disponíveis para criação, estão: você como técnico, como torcedor no estádio, como jogador em campo ou comemorando um gol, estatueta (o “mini-craque”), em um mural, em foto de estúdio (como em “media day”), como pelúcia e até uma carta.
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Como fazer sua montagem da Seleção
Para usar um dos templates, você precisa:
Entrar no app ou site do Gemini;
No menu lateral, vá em “Imagens”;
Toque em “Entre no jogo”;
Escolha o template que deseja;
Envie uma foto ou tire uma selfie.
Tutorial de como criar usando um dos templates (Imagem: Capturas de tela/Marcelo Fischer/Canaltech)
Depois de criar a imagem, você pode continuar a editá-la com o Nano Banana, modelo do Google para criação e edição de imagens. Por exemplo, pedindo para trocar a camisa 1 (amarela) pela camisa 2 (azul) da Seleção.
O ideal é que você envie uma foto neutra e de corpo inteiro, para que o resultado seja mais satisfatório. Fotos em que o rosto está de lado ou não aparece direito tendem a entregar montagens menos “reais”.
Exemplos de criação com a ferramenta do Gemini (Imagens: Geradas por IA)
Outras novidades do Google para a Copa do Mundo
A empresa expandiu as ferramentas de acompanhamento do torneio em seu ecossistema de produtos, integrando os novos recursos à Busca, ao Modo IA na Busca, ao Maps, ao Waze e ao aplicativo do Gemini.
Os usuários encontram dados em tempo real sobre as partidas, incluindo recursos visuais para conferir placares ao vivo e as escalações oficiais dos times. Existe a possibilidade de fixar o placar na tela inicial do dispositivo móvel, receber atualizações focadas em seleções específicas e acessar guias personalizados sobre os canais de transmissão voltados para o público brasileiro.
A Sony Pictures Brasil divulgou o novo trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia nesta quarta-feira (17), com cenas inéditas e um duelo inesperado: o Amigão da Vizinhança terá de encarar Hulk durante os eventos do longa-metragem.
Outro destaque é a mutação que Peter Parker (Tom Holland) enfrenta, que além de criar teias orgânicas também o torna mais violento. De algum modo, é isso que impede o grande vilão da trama de controlar a sua mente.
Somado a isso, pode-se notar que a figura encapuzada não se trata da personagem de Sadie Sink. Ao fim da prévia, uma voz masculina prepara o super-herói para enfrentar um dos maiores desafios de sua vida: o Golias Esmeralda.
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Além disso, em determinados momentos pode-se ver mais da participação do Justiceiro em Homem-Aranha: Um Novo Dia, o Escorpião devidamente trajado e o confronto do aracnídeo contra o clã da Mão — que são vilões do Demolidor. Confira o trailer abaixo:
Preparativos para o novo Homem-Aranha
O quarto filme do escalador de paredes é muito esperado pelo público e, a partir de hoje, a pré-venda dos ingressos já está disponível em todos os cinemas que exibirão a obra. Sua estreia também foi adiantada: agora ele chega em 29 de julho de 2026.
A Sony Pictures Brasil celebra as novidades com a abertura de um novo site, chamado de Rastreador Aranha. Criado pelo personagem Ned Leeds (Jacob Batalon), ele centraliza as informações do Homem-Aranha e celebra seus feitos em Nova York. Se aceita recomendações, preste atenção nos detalhes.
Sedan híbrido mais vendido do Brasil no varejo em abril de 2026, o BYD King tem tudo para seguir incomodando o Toyota Corolla no mercado, ao menos até o final de junho. Isso porque a marca chinesa resolver reativar a promoção realizada em maio e, neste mês, está oferecendo o modelo por um preço mais barato que o do Dolphin.
De acordo com o portal Mundo do Automóvel para PcD, o King GL, versão de entrada do sedan híbrido da BYD, está com R$ 26 mil de desconto (R$ 1 mil a mais que a promoção que o deixou mais barato que o Virtus no último mês). Assim, ao invés de custar os R$ 172.990,00 da tabela cheia, ele pode ser comprado por R$ 146.990,00.
A promoção, vale pontuar, não é válida para todas as pessoas. A BYD estabeleceu que o King GL com os preços “no chão” só poderá ser comprado por clientes com CNPJ, sejam eles empresários, microempreendedores ou produtores rurais. Além deles, pessoas físicas também podem ser elegíveis, mas apenas na modalidade venda direta.
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Como é o BYD King?
Mesmo na versão de entrada, o BYD King tem mostrado atributos capazes de fazer até o "coroleiro" mais fiel olhar diferente para carros chineses. A prova disso é que, em abril, o sedan híbrido fez história ao deixar o Corolla para trás pela 1ª vez no varejo. De acordo com dados da Fenabrave, o modelo chinês somou 1.365 unidades emplacadas em abril, enquanto o tradicional líder japonês registrou 1.327 unidades.
BYD King está bem mais barato que o Toyota Corolla neste mês de junho (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
O interesse pelo King é por conta do bom desempenho, da autonomia gigante e da tecnologia. O sedan híbrido conta com um motor 1.5 a combustão que trabalha em conjunto com outro propulsor elétrico. Juntos, eles entregam 209 cv de potência ao condutor. O alcance do King no modo exclusivamente elétrico é pequeno, mas suficiente para quem roda pouco: 32 km por ciclo de carga. O uso da bateria de 18,3 kWh atrelado ao combustível, porém, podem fazê-lo rodar até 1.200 km por ciclo.
Por que vale a pena comprar o King com preços "no chão"?
Há muitos motivos que provam valer a pena comprar o BYD King com os preços "no chão" ao invés de optar pelo Dolphin, também da marca chinesa, mas 100% elétrico. Entre os principais pontos, podemos destacar:
Maior autonomia: 1.200 km (aproximadamente) x 291 km por ciclo
Mais conforto: 2.718 mm x 2.700 mm de entre-eixos
Maior "segurança" para viajar: motor híbrido permite rodar só com gasolina quando bateria "zerar"
Vale destacar também que o BYD King, como todos sabem, é um carro híbrido da categoria PHEV, ou seja, um plug-in, que precisa de recarga externa. Se você não gosta desse tipo de modelo, não tem problema: que tal conferir uma listinha que o CT Auto preparou com os 5 carros híbridos (HEV) mais econômicos do Brasil em 2026? E lembre-se: antes de sair de casa para tentar comprar o King, confirme se a promoção ainda está válida na sua região, ok?
O WhatsApp está desenvolvendo um widget para a tela inicial do Android que vai permitir gravar e enviar mensagens de voz sem precisar abrir o aplicativo. A novidade foi identificada pelo site especializado WABetaInfo na versão beta 2.26.24.2 do app para Android, disponível na Google Play Store, mas ainda não está liberada para testadores.
O widget tem tamanho padrão de 3x1 na tela inicial, mas pode ser redimensionado após a instalação. O visual é simples: um botão com ícone de microfone e o texto "Tap to record" ("Toque para gravar", em inglês). Ao tocar nele, a gravação começa imediatamente. Depois de concluída, o usuário escolhe para quem enviar o áudio, com a possibilidade de selecionar vários contatos ao mesmo tempo.
O widget permitiria a gravação de áudios com apenas um toque na tela inicial do celular (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)
Como funciona
Hoje, mandar um áudio no WhatsApp exige abrir o app, localizar a conversa e, só então, gravar. Para enviar o mesmo áudio a mais de um contato, é preciso encaminhar a mensagem manualmente para cada chat.
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Com o widget, esse processo é reduzido a dois passos: gravar e selecionar os destinatários, tudo a partir da tela inicial. Também será possível compartilhar o áudio diretamente nos status.
O recurso se junta a outro widget que o WhatsApp desenvolve em paralelo, um atalho para visualizar atualizações de status, anunciado na versão beta 2.26.18.5. Segundo o WABetaInfo, a empresa vem ampliando sua aposta em widgets para Android como forma de levar funções frequentes para fora do aplicativo.
Sem previsão de lançamento
Por enquanto, o widget de mensagens de voz segue em desenvolvimento e não tem data confirmada para chegar aos testadores.
A expectativa do WABetaInfo é de que o recurso apareça em uma atualização beta antes de ser liberado para todos os usuários na versão estável do app.
Um novo embate movimenta o setor de telecomunicações. A TIM e a Vivo entraram em conflito direto na Anatel por conta do serviço de bloqueio de ligações indesejadas da Vivo. A agência reguladora precisou intervir na disputa para tentar mediar a situação.
O problema é o serviço Vivo Anti-Spam. A ferramenta foi ativada para toda a base móvel da operadora de forma automática. Em seguida, a TIM protocolou uma reclamação administrativa na Anatel alegando que o serviço pode restringir o recebimento de chamadas feitas por seus clientes. A agência convocou uma reunião de conciliação para amanhã, 18 de junho.
Outras empresas de telecomunicações também manifestaram insatisfação. Algar Telecom, IDT Telecom e Adyl Telecom registraram queixas na agência. As manifestações indicam que os efeitos da ferramenta podem atingir diferentes agentes do mercado.
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A Adyl apresentou uma denúncia rica em detalhes. A empresa relata dificuldades para completar chamadas com destino a clientes da Vivo desde o início de junho. A falha ocorre até em cenários de interconexão direta entre as redes.
A operadora afirma que a Vivo aplica critérios internos sem clareza para realizar esses bloqueios. Segundo a Adyl, números vinculados a instituições hospitalares acabaram enquadrados nos mecanismos de bloqueio mesmo utilizando serviços legítimos e ferramentas oficiais de autenticação.
Serviço anti spam da Vivo causa conflito com outras operadoras (Imagem: Danilo Berti/Canaltech)
Segundo a empresa, cerca de 700 chamadas deixam de ser completadas por dia. A Adyl também afirma que não há um procedimento estruturado para contestar e corrigir classificações consideradas equivocadas.
Fontes do setor relatam ainda dificuldades enfrentadas por centrais de monitoramento de alarmes, empresas de logística e outros serviços que utilizam chamadas automáticas ou semiautomáticas.
Vivo reforça segurança do recurso
A Vivo defende a validade da sua ferramenta. A empresa afirma que o sistema identifica e barra chamadas automáticas em grande volume. O objetivo é combater números rotativos e práticas de fraude na rede.
A operadora reforça seu apoio à autenticação de todas as chamadas entre prestadoras. A companhia afirma que não bloqueia o tráfego de empresas que estejam em conformidade com as regras do Anti-Spam e os mecanismos de autenticação. Um canal online permite solicitar a revisão de possíveis falhas no sistema.
A Anatel avalia o cenário com cautela. A agência trata a questão de forma individualizada neste primeiro momento. Fontes do órgão regulador apontam a necessidade de separar o combate ao spam de eventuais condutas indevidas relacionadas à interconexão entre operadoras.
A série Avatar: O Último Mestre do Ar volta para a sua 2ª temporada na Netflix, com a jornada de Aang para dominar todos os elementos antes que a Nação do Fogo conclua seus planos malignos de dominação global.
Contudo, com a chegada dos novos episódios, diversos personagens serão apresentados ao público — assim como alguns vistos no ano anterior ganharão uma importância ainda maior na história.
Para te ajudar, hoje o Canaltech mostra quem terá grande importância no seriado e em quem precisará prestar atenção nos próximos capítulos.
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10. Toupeira Texugo
Ainda que não seja um personagem propriamente dito, as toupeiras texugos são criaturas cegas que carregam uma importância imensa no universo de Avatar: O Último Mestre do Ar. Se dragões ensinaram a dominação de fogo aos dobradores, estes seres são responsáveis por mostrar aos humanos a dobra de terra.
Eles são mamíferos imensos e não possuem olhos, capazes apenas de sentir as vibrações que o terreno oferece. Foram estes seres que ensinaram Toph Beifong a compreender seu potencial e se tornar uma das maiores usuárias da habilidade — e uma gênia, diga-se de passagem.
9. Guru Pathik
Um guia espiritual centenário, o Guru Pathik é um idoso que tenta ensinar a Aang como trilhar o seu caminho como Avatar. Com um grande conhecimento, sua missão é mostrar ao herói como utilizar o seu estado de dominância completa dos elementos sem causar tragédias ao seu redor.
No entanto, ele terá um grande desafio em meio à sua aula: o protagonista da série se recusa a negar toda a sua conexão com o mundo terreno — o que é exigido para que ele possa usar todo o seu potencial. Com lições valiosas, seu papel é mostrar que tudo que almejamos pede um sacrifício.
8. Jato
Após uma curta aparição na primeira temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar, Jato retorna — agora como um dos prisioneiros em Ba Sing Se. No esconderijo dos Dai Li, ele é torturado e sofre lavagem cerebral, o que expõe bastante dos segredos que a cidade esconde.
Sua trama atual trará uma maturidade ainda maior para o enredo, já que mostrará que nem todos recebem uma segunda chance na vida — mesmo com esforço e vontade. Ainda que seu coração tenha chegado ao “lugar certo”, isso não impede um fim que partirá corações na jornada do grupo ao Reino da Terra.
Jato busca uma segunda chance, mas seu destino pode ser mais cruel (Imagem: Reprodução/Netflix)
7. Tio Iroh
A importância de tio Iroh é indiscutível na primeira temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar, mas isso será ainda mais desenvolvido no segundo ano. O “ancião” vive escondido em Ba Sing Se com seu sobrinho, o que permite aos dois um respiro necessário para compreenderem o que precisam fazer.
Entretanto, além da Nação do Fogo sempre estar à espreita dos dois, ele também é assombrado pelo seu passado e pela forma que foi moldado pelos anos — assim como as escolhas que teve de fazer e se arrepende. É importante prestar atenção no enriquecimento de sua história, já que terá uma maior importância no futuro da série.
Na 2ª temporada, as intenções e passado do tio Iroh estarão mais claras aos fãs (Imagem: Divulgação/Netflix)
6. Joo Dee
Assim que o grupo Avatar chega em Ba Sing Se, eles exigem uma audiência com o rei, porém terão de se resolver com Joo Dee — uma embaixadora que diz estar ali para mostrar a cidade a eles e explicar tudo sobre o lugar. A verdade sobre ela, no entanto, é ainda mais sombria na grande narrativa.
Aang e seus amigos têm de lidar com toda a burocracia imposta pela personagem, enquanto esconde segredos que podem comprometer a relação do governo e dos Dai Li com o “escolhido” e seus aliados. Ainda que não tenha uma participação imensa, sua presença determina bastante a forma como enxerga as operações do distrito.
Para Joo Dee, "não há guerra em Ba Sing Se" (Imagem: Reprodução/Netflix)
5. Wan Shi Tong
Antes de chegarem a Ba Sing Se, os heróis buscam uma lendária biblioteca que pode trazer respostas sobre os planos da Nação do Fogo e como impedi-los. Em meio ao deserto, eles encontram o acervo de Wan Shi Tong, um espírito que guarda todo o conhecimento da humanidade.
A coruja gigante só exige que as informações obtidas ali não sejam usadas para fins de violência. Contudo, Aang e seus amigos descobrem que eles precisam impedir o Senhor do Fogo Ozai a todo custo — nem que exija um confronto direto contra o vilão. A partir disso, o herói descobrirá que não se pode contrariar seres místicos e dotados de uma grande fúria.
4. Ty Lee
Uma das maiores aliadas de Azula, Ty Lee é uma acrobata da Nação do Fogo que luta de forma impressionante. Entretanto, um dos grandes destaques da personagem é que ela possui uma técnica muito perigosa para Aang e Katara: ela literalmente pode restringir os pontos de chakra de dominação, o que deixa ambos indefesos em combate.
Desse modo, ela se torna uma grande ameaça em Avatar: O Último Mestre do Ar, mesmo que ela não carregue intenções malignas ou planos mirabolantes. Seu único desejo é apoiar a amiga, enquanto utiliza o seu potencial para uma função “útil” para o Senhor do Fogo e sua família.
Ty Lee (direita) representa um grande risco para o Time Avatar (Imagem: Reprodução/Netflix)
3. Appa
O bisão gigante de Aang, Appa, terá uma participação ainda maior na segunda temporada do seriado — o que mostrará o quanto é importante para o grupo. Ainda que ele tenha poucos momentos de brilhar nos primeiros episódios, aqui será mostrado que ele é essencial para a trama.
Além de ser um grande colosso físico, capaz de derrubar muralhas e destruir o que for preciso em seu caminho, ele também é o principal meio de transporte dos personagens principais. Também não se deve esquecer que ele é o melhor amigo do Avatar, que iria até as últimas consequências para proteger o seu companheiro.
O bisão voador terá uma importância ainda maior na 2ª temporada da série (Imagem: Divulgação/Netflix)
2. Azula
Irmã de Zuko, Azula agora participa mais ativamente das ações da Nação do Fogo após a sequência de fracassos de seu familiar. Agora, por ordens de seu próprio pai, ela é responsável por capturar e levar o Avatar sob custódia para Ozai — que deseja tirar do seu caminho a única coisa que pode atrapalhar seus planos.
Ao contrário do irmão, que questiona e tem consciência das condições que o mundo sob o comando deles sofre, ela não tem pudores e fará de tudo para concluir os seus objetivos. Nem que, para isso, tenha de confrontar e derrubar Zuko junto. Sua dominação de fogo é tão poderosa que criou uma nova vertente, algo que representará um risco ainda maior para Aang.
Azula passará por cima de todos, até de seu próprio irmão, para capturar o Avatar (Imagem: Reprodução/Netflix)
1. Toph
Uma das personagens mais esperadas em Avatar: O Último Mestre do Ar, Toph Beifong é a última integrante do grupo e a mestre do protagonista na dominação da terra. Filha de uma família nobre, a menina cega se cansou de ser tratada com pena e decidiu usar suas habilidades para lutar contra brutamontes.
Com um sucesso considerável no meio, ela mostra que a habilidade exige mais do que os cinco sentidos para ser dominada. Um dos grandes destaques da personagem é que ela é extremamente desbocada e não poupa ninguém de comentários ácidos — inclusive os próprios aliados.
Toph ensinará Aang a ouvir as vibrações da terra para dominar o elemento (Imagem: Reprodução/Netflix)
Personagens da série Avatar na Netflix
Obviamente, o grupo principal ganha um destaque ainda maior na série. Aang, Katara e Sokka devem amadurecer demais ao ver que o mundo não tem apenas “um vilão”, mas sim diversas pessoas com fins próprios dispostas a ultrapassar todos os limites para atingi-los. Como salvar um mundo que mostra que a salvação vai além de derrotar o Senhor do Fogo?
No decorrer da história, os personagens importantes nos quais você deve prestar atenção na segunda temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar são:
O chefe de estratégia do XBOX, Matthew Ball, desmentiu um rumor levantado pelo insider SneakerOS de que a divisão estaria voltando atrás em sua nova estratégia de exclusivos.
Para quem não acompanhou o XBOX Game Showcase 2026, a CEO da divisão de games da Microsoft, Asha Sharma, revelou que Gears of War: E-Day se tornará um exclusivo vitalício do XBOX nos consoles. Além do shooter da The Coalition, o RPG Clockwork Revolution, com lançamento previsto para 2027, também será um exclusivo da marca.
No entanto, um rumor levantado pelo usuário SneakerOS dizia que "O papo de 'exclusivo' não passou de um show para a temporada de convenções" e que "já se fala sobre como voltar atrás nisso". O boato ganhou ainda mais força após jornalistas afirmarem que a divisão sofrerá uma grande leva de demissões e que estúdios como Compulsion Games, Double Fine e Ninja Theory estariam em risco de ser fechados ou vendidos.
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Ball, no entanto, negou que o XBOX vá voltar atrás na questão dos exclusivos. "Esses rumores são falsos", comentou o executivo em resposta a um tweet do editor-chefe do Windows Central, Jez Corden. "Gears of War: E-Day e Clockwork Revolution continuarão exclusivos."
These rumors are false. Gears of War: E-Day and Clockwork Revolution will stay exclusive. There are no conversations and have been no conversations to "reverse course." And as we said last week, players can continue to expect signature exclusives from us every year.
O chefe de estratégia da divisão reforçou que não há nem nunca houve conversas sobre "mudar de rumo". Ball finalizou afirmando que "como dissemos na semana passada, os jogadores podem continuar esperando exclusivos marcantes da nossa parte todos os anos".
Quatro estúdios XBOX podem ser fechados em breve
Embora muitos tenham gostado da conferência do XBOX durante a Summer Game Fest 2026, a festa durou pouco. Na última quarta-feira (10), Sharma anunciou o plano radical de 100 dias para reiniciar o XBOX. A executiva admitiu que a empresa perdeu US$ 500 milhões em receita nos últimos cinco anos, mas gastou US$ 20 bilhões em investimentos contínuos em hardware, conteúdo e serviços.
Parte dessa reformulação inclui uma demissão em massa que deve ser feita em toda a divisão XBOX a partir de julho, após o fim do ano fiscal da Microsoft. Entre os cortes estarão o fechamento da Ninja Theory, que parece encaminhado, e as negociações das lideranças da Double Fine e Compulsion Games para se tornarem independentes, como a Toys for Bob.
A Whoop MG é a smartband preferida dos jogadores de futebol, e o Neymar é um dos usuários mais notórios do aparelho. Com o início da Copa do Mundo, o medidor de atividades físicas ficou em evidência, mas será que esse aparelho serve para você que joga futebol com os amigos ou corre maratonas? O Canaltech testou para descobrir se ela faz sentido para todo mundo ou apenas para atletas profissionais.
Ela não mostra notificações, não permite usar aplicativos no pulso nem oferece controles para quem está ouvindo música. Mas é justamente por isso que ela chama atenção dos atletas que querem medir seu desempenho físico de forma séria e sem distrações.
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Whoop MG é ideal para atletas profissionais que precisam evitar lesões (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
O segredo está no foco
Durante nossos testes, a ausência de display deixou de ser um defeito para virar uma virtude. Enquanto relógios inteligentes vivem vibrando com mensagens do WhatsApp, a Whoop MG permanece silenciosa, focada apenas em capturar cada batimento cardíaco e cadência de movimento.
O grande diferencial, segundo nossa análise da Whoop MG, é o algoritmo de processamento de dados. Ao usá-la em uma partida de futebol, a precisão na detecção de picos de esforço e o tempo de recuperação superam qualquer smartwatch convencional do mercado.
Ela não "acha" que você está correndo; ela sabe exatamente a intensidade da sua transição aeróbica, algo que atletas de elite como o Neymar valorizam para evitar lesões musculares.
A resposta curta é: depende do seu objetivo. Se você busca uma extensão do seu smartphone, este aparelho não é para você. Nesse caso, compre um Galaxy Watch ou Apple Watch.
Agora, se o seu foco é o rendimento esportivo e você prefere analisar seus ganhos no conforto do aplicativo após o treino, a Whoop MG entrega um nível de telemetria que transforma seu exercício amador em uma experiência digna de laboratório.
A Whoop MG é acima de tudo, um dispositivo "raiz": para quem quer treinar sério e deixar a conectividade social para depois.
Destaques da Whoop MG
Precisão cirúrgica: o monitoramento de frequência cardíaca é robusto e não se perde mesmo em movimentos bruscos típicos do futebol;
Conforto total: o design minimalista é tão leve que, após cinco minutos, você simplesmente esquece que está usando;
Análise profunda: o aplicativo da marca traduz dados brutos em gráficos de fadiga e recuperação altamente úteis para o planejamento de treinos;
Durabilidade: construída para aguentar o suor e os impactos de uma partida intensa, sem o medo de riscar um vidro de tela.
Atualmente, a Whoop MG não é vendida ou entregue oficialmente no Brasil, o que exige atenção redobrada antes de realizar a importação.
Diferente da maioria dos smartwatches, o modelo de negócio da marca baseia-se em uma assinatura mensal de serviço, e não apenas na venda do hardware; isso significa que, além do custo de importação e eventuais taxas alfandegárias, você terá um compromisso recorrente em dólar para manter o acesso à plataforma de análise de dados.
Sem essa assinatura, o dispositivo perde sua principal funcionalidade, tornando-se apenas um monitor básico. Por isso, a Whoop MG é indicada principalmente para atletas de alta performance que precisam de uma telemetria detalhada para evitar lesões, sendo menos vantajosa para quem busca um monitoramento casual sem custos fixos mensais.
É possível encontrar o produto em plataformas brasileiras, como o Mercado Livre, por preços bem altos. Mas o ideal é fazer a compra no site oficial da marca – que cobra apenas US$ 89 pela smartband (aproximadamente R$ 450) – e trazer o produto para o Brasil através da USCloser.
O Senhor dos Anéis: A Caçada de Gollum, novo filme da franquia baseada nos livros de J.R.R. Tolkien, ganhou uma adição polêmica nesta semana: Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha) se juntou ao elenco da produção como Seren, uma personagem que não existe na obra original.
O anúncio foi feito pela Warner Bros., que divulgou a descrição oficial de Seren como uma elfa Sindar que serve como “uma agente confiável e letal para o Rei Thranduil”.
Enquanto Thranduil voltará a ser interpretado pelo ator Lee Pace (Fundação) após os filmes de O Hobbit, Seren deixou os fãs bastante intrigados sobre qual seria a intenção por trás de apresentar uma personagem inédita na franquia neste momento.
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Mas, afinal, quem é Seren e o que podemos esperar dessa adição no universo de O Senhor dos Anéis? O Canaltech explica a seguir.
Como mencionado acima, Seren é uma personagem original na franquia de O Senhor dos Anéis. Olhando para todos os escritos de Tolkien, não há nenhum indício ou menção à elfa. O que sabemos até o momento é a breve descrição divulgada pela Warner.
Por outro lado, podemos especular qual poderia ser o escopo da participação de Anya Taylor-Joy no filme com base nos registros que serão usados para criar a narrativa de A Caçada de Gollum, cuja história consta nos materiais do escritor.
Basicamente, o enredo do novo filme se passa antes dos eventos de A Sociedade do Anel, quando Gandalf descobre que Gollum tem conhecimentos importantes sobre o Um Anel de Sauron, acionando Aragorn para caçar a criatura em busca de respostas.
A Caçada do Gollum acompanha Aragorn em jornada para capturar a criatura (Imagem: Divulgação/Warner Bros. Pictures).
Em dado momento, Aragorn captura Gollum, levando-o até Trevamata. O local serve como casa para o Reino da Floresta, que é governado por Thranduil. Considerando que Gollum é interrogado por Gandalf no lugar e que Eren é uma “agente confiável” do Rei, o arco da personagem de Anya Taylor-Joy pode estar atrelado a esse ponto da narrativa.
Fãs divididos
Com uma base exigente de fãs, O Senhor dos Anéis pegou os entusiastas da saga da Terra-Média de surpresa com a chegada de Anya Taylor-Joy justamente por se tratar de uma personagem inédita. Isso provocou opiniões bastante divididas na internet.
Por um lado, muitas pessoas gostaram da adição pelo próprio trabalho da atriz, elogiada por produções como a minissérie O Gambito da Rainha (2020) e Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024), e pela aparência élfica dela.
Com O Gambito da Rainha no currículo, Anya Taylor-Joy divide fãs de O Senhor dos Anéis com personagem inédita (Imagem: Divulgação/Netflix).
Contudo, muita gente anda receosa pelo fato de Seren ser uma personagem completamente inédita no universo da franquia, uma escolha que pode não dar muito certo na visão de entusiastas mais assíduos da obra original.
Apesar do cenário misto, vale mencionar que Anya Taylor-Joy já afirmou ser uma grande fã de O Senhor dos Anéis durante uma entrevista ao apresentador Stephen Colbert no The Late Show. De acordo com ela, sua “meta de vida” era se parecer com um elfo da franquia algum dia.
Caçada por respostas
Independentemente das reações do público a respeito da nova personagem, o fato é que O Senhor dos Anéis: A Caçada de Gollum marca o retorno da franquia às telonas com o apoio de velhos conhecidos e algumas novidades.
O longa será dirigido por Andy Serkis (Planeta dos Macacos), que volta a ser o intérprete de Gollum no novo filme. O elenco também tem Ian McKellen (X-Men: O Filme) como Gandalf, Elijah Wood (Yellowjackets) como Frodo, Jamie Dornan (50 Tons de Cinza) como Aragorn, Kate Winslet (Titanic) como Marigol e Leo Woodall (The White Lotus) como Halvard.
O Spotify começou a notificar usuários por e-mail sobre uma mudança no processo de login: a partir de 1º de setembro de 2026, não será mais possível acessar a conta com nome de usuário e senha. Quem usa esse método precisará migrar para o endereço de e-mail cadastrado.
A mudança foi identificada pelo Android Authority e pelo 9to5Google, que receberam o comunicado enviado pela plataforma. No aviso, o Spotify informa diretamente: "A partir de 1º de setembro de 2026, você não poderá mais fazer login com seu nome de usuário. Em vez disso, poderá entrar com seu e-mail”.
Até o momento, o Spotify não publicou nenhum comunicado oficial em seu blog ou fóruns sobre a mudança.
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O que muda na prática
O Spotify oferece atualmente três formas de acesso: nome de usuário e senha, e-mail e senha, e login via contas vinculadas, como Google e Apple.
Com a atualização, apenas o acesso por nome de usuário será encerrado. As demais opções permanecem disponíveis.
A própria página de suporte do Spotify já indica que o nome de usuário serve para identificação na plataforma, mas não é necessário para entrar na conta. O acesso por e-mail ou pelo método usado no cadastro, como Apple ou número de telefone, já é a forma recomendada pelo serviço.
No último mês, alguns usuários do Spotify viram a logo do seu app mudar para uma versão de globo de discoteca (Imagem: André Magalhães/Canaltech)
O que fazer antes de setembro
Quem ainda usa o nome de usuário para logar precisa verificar qual e-mail está cadastrado na conta antes do prazo.
Para isso, basta acessar as configurações da conta no site ou aplicativo do Spotify. Se o e-mail registrado estiver desatualizado ou inacessível, o próprio comunicado da empresa orienta a alterá-lo nas configurações ou pelo link enviado no e-mail de aviso.
A AMD tem trabalhado na arquitetura de processadores Zen 6, embora não tenha divulgado nenhum detalhe oficialmente, até agora. Segundo um documento do Time Vermelho, os Ryzen Threadripper PRO de nova geração chegarão para a nova plataforma TR6, abandonando de vez TR5, e com suporte a PCIe 6.0, que ainda não tem prazo para chegar ao mercado.
A informação deixa claro que os Ryzen Threadripper PRO (codinome "Mustang Peak") são baseados na arquitetura Zen 6, feitos em 2 nm da TSMC. Além do suporte ao barramento de nova geração, eles farão uso de memória RAM DDR5, nada de DDR6 por enquanto. Ainda não está claro a nomenclatura que a AMD adotará para a nova geração, seja Ryzen ou Ryzen Threadripper. Como estão na série 9000, o mais óbvio seria ir para o 10000.
Ryzen Threadripper PRO Zen 6 podem passar de 100 núcleos
A atual geração Ryzen Threadripper 9000 oferece até 96 núcleos e 192 threads na plataforma TR5, através de placas-mãe TRX50 e WRX90. Em termos de memória, essa série suporta DDR5-6400 em até oito canais na linha PRO, e quatro canais na linha HEDT, além de até 128 linhas de PCIe 5.0.
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AMD confirma Threadrippers Zen 6 feitos em 2 nm e com suporte a PCIe 6.0 (Imagem: AMD/Reprodução)
Vale ressaltar que esses não são os processadores high-end voltados para data centers de larga escala, já que os EPYC têm essa finalidade. No lineup atual, EPYC 9005, a AMD oferece até 192 núcleos e 384 threads baseados em Zen 5, 512 MB de cache L3 e consumo base chegando a 500W.
Não sabemos ainda a quantidade de núcleos que os Ryzen Threadripper PRO baseados em Zen 6 trará, mas rumores apontam para uma mudança inédita na quantidade de núcleos por CCD nessa arquitetura. A quantidade máxima sempre foi de 8 núcleos e, segundo as informações não oficiais, esse número pode dobrar, garantindo novas quantidades para todos os segmentos.
Assim, por exemplo, um Ryzen 5 pode ter 8 núcleos, um Ryzen 7 pode passar para 12 ou 16, e um Ryzen 9 pode chegar a 32 núcleos. Essa mudança aconteceria pela primeira vez desde que os Ryzen chegaram em 2017 e seria uma saída essencial para brigar contra a Intel e os Core Ultra 400 Nova Lake, que devem chegar com mais de 50 núcleos e grande quantidade de cache.
Um modelo de IA feita pela IplanRio, empresa de tecnologia vinculada à prefeitura do Rio de Janeiro, virou o centro de uma polêmica no segmento. A tecnologia foi liberada com desempenho surpreendente em testes de performance, mas os dados foram contestados e os desenvolvedores foram acusados de omissão.
O modelo em questão é o Rio 3.5 Open, LLM de código aberto construído com base no Qwen, uma IA open source feito por uma empresa chinesa. O lançamento surpresa chamou atenção nas redes sociais pelas boas notas em testes de benchmark, mas precisou ser alterado após repercussão negativa.
O Canaltech explica o ocorrido:
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Por que o modelo chamou tanta atenção?
Repercussão e acusação de plágio
O que diz a IplanRio?
Por que o modelo chamou tanta atenção?
O Rio 3.5 Open foi divulgado sem muito alarde, mas aos poucos ganhou destaque nas redes sociais entre as comunidades que acompanham o mercado de IA.
Um dos motivos foi o desempenho em teste de benchmark divulgado pela empresa na plataforma Hugging Face: nele, o LLM carioca tinha desempenho similar ou superior a outros concorrentes como Qwen e DeepSeek, o que colocaria a IA como uma das melhores opções disponíveis no segmento de código aberto.
A medida chamou a atenção porque naquele momento a impressão era de que o Rio 3.5 poderia ser um modelo fundacional, com uma parte treinada "do zero" e feito por uma instituição vinculada à esfera pública.
Alibaba Qwen3.7 slowly fading into irrelevance at the frontier due to proprietary stance. In it's place we have Minimax M3 and... *checks notes* Rio 3.5 397b, made by the municipal IT company of Rio de Janeiro's city government.https://t.co/JgIJYVhoEipic.twitter.com/lVR83aAvPD
A polêmica começou a surgir ao analisar os dados de treinamento do Rio 3.5 Open. A documentação mencionava o uso do Qwen 3.5 como base, mas não citou o Nex-N2 Pro, desenvolvido pela chinesa Nex.
O problema é que a desenvolvedora do N2 Pro decidiu analisar a situação e descobriu que o LLM do Rio combinava os pesos do Qwen e da Nex. Além disso, a empresa revelou que a IA se identificava como feita pela Nex ao remover o prompt de sistema (conjunto de configurações que determina como uma IA deve responder).
Ou seja, no lugar de treinar um modelo por conta própria, a IplanRio combinou dois outros modelos diferentes e não informou o uso do N2 Pro durante o processo. A Nex criticou a omissão e a falta de atribuição, especialmente por se tratar de uma iniciativa de código aberto.
O modelo Rio 3.5 quebrou a internet esta semana. A reviravolta? Ele é essencialmente o nosso modelo open-source, Nex N2 Pro, usando outro chapéu.
🤯 Analisamos os pesos, e a receita é exata: Rio 3.5 ≈ 0.6 * Nex N2 Pro + 0.4 * Qwen 3.5 Ele até literalmente se apresenta como…
A IplanRio fez um comunicado nas redes sociais para informar que o material publicado no HuggingFace era uma versão preliminar e atribuir o uso do Nex-N2 Pro.
Procurada pelo Canaltech, a empresa afirmou que o caso ocorreu por uma falha humana e operacional na hora de publicar os arquivos no HuggingFace. A versão publicada ainda não tinha o processo de pós-treinamento e refinamento feito pela companhia, enquanto o envio da versão final deve acontecer em breve.
Confira a nota na íntegra:
"A IplanRio reitera que o ecossistema global de inteligência artificial baseia-se fundamentalmente na colaboração e no código aberto (open source). O desenvolvimento do projeto Rio 3.5 utiliza a técnica de fusão de pesos (model merge), combinando as arquiteturas públicas do Qwen 3.5 (Alibaba) e do Nex-N2 Pro (Nex-AGI). Ambas as tecnologias são regidas por licenças abertas que autorizam, incentivam e têm como propósito a modificação e o aprimoramento por terceiros. Essa abordagem foi escolhida pela instituição justamente por sua alta eficiência e responsabilidade fiscal, permitindo entregar resultados robustos com baixo custo de processamento computacional para o município.
O cronograma do projeto previa que, após a composição inicial das arquiteturas abertas, o modelo passasse por um processo de pós-treinamento e refinamento nativo (on-policy distillation) conduzido pela equipe técnica, para sua devida customização à realidade do município. Contudo, devido a uma falha humana e estritamente operacional durante a etapa de publicação na plataforma Hugging Face, foram subidos os arquivos de testes da fusão preliminar dos modelos, em vez da versão final refinada. Esse erro material fez com que o modelo temporariamente disponibilizado respondesse com traços da base de dados original da Nex-AGI.
Assim que a inconsistência foi identificada pela comunidade de pesquisadores — cujo escrutínio e colaboração são pilares que a IplanRio apoia e incentiva —, a instituição agiu de forma imediata e transparente. O arquivo descritivo (README) do projeto foi atualizado prontamente para dar o devido crédito e a atribuição transparente ao modelo Nex-N2 Pro, corrigindo a omissão inicial; Os fluxos internos de governança e publicação foram revisados para auditoria e compliance da infraestrutura de dados e a a equipe técnica já trabalha no upload da versão final, processada pelas diretrizes e dados específicos da Prefeitura do Rio.
A IplanRio reafirma seu compromisso com a inovação tecnológica na gestão pública, pautada pela transparência e pelo estrito respeito às normas da comunidade global de software livre. O Rio 3.5 segue sua trajetória para se tornar uma ferramenta pioneira de eficiência e atendimento ao cidadão carioca.
Mais do que uma inovação técnica, o Rio 3.5 foi concebido para gerar retornos práticos e diretos para a gestão pública do Rio de Janeiro. Ao desenvolver uma inteligência artificial baseada em código aberto, o município assegura sua soberania tecnológica e garante total independência de fornecedores internacionais de software proprietário, eliminando a dependência de licenças caras pagas em moeda estrangeira. Na prática, essa tecnologia será aplicada diretamente na melhoria e agilização dos serviços públicos oferecidos ao cidadão carioca — como a otimização dos sistemas de atendimento, triagem de chamados de zeladoria e suporte à saúde —, promovendo uma severa redução de custos operacionais para a máquina pública".
A inteligência artificial generativa entrou nas empresas com promessa de ganho de produtividade. Agora, parte desse mercado começa a lidar com o outro lado da moeda: quanto mais a IA trabalha, mais tokens são consumidos e, em muitas plataformas, o gasto de créditos fica maior.
A mudança aparece em ferramentas de programação, atendimento, análise de documentos e agentes autônomos. O que antes, no geral, cabia em uma assinatura mensal começa a migrar para modelos baseados em uso, em que tarefas mais longas, complexas ou repetitivas podem consumir rapidamente os créditos disponíveis.
A Cisco também passou a tratar o consumo de tokens como ponto de atenção. Em uma teleconferência de resultados, de acordo com a revista Wired, o CEO Chuck Robbins afirmou que um terço dos funcionários usa diariamente um chatbot interno de IA e que, com esse nível de adoção, o uso de tokens estava ficando “bem fora do comum”.
GitHub Copilot adota modelo de cobrança por uso (Imagem: Créditos: Mohammad Rahmani/Unsplash)
A conta que saiu do plano fixo
A lógica por trás da mudança é simples: nem todo uso de IA custa a mesma coisa. Uma pergunta rápida em um chatbot consome muito menos recursos do que uma sessão autônoma de programação, por exemplo.
Em sistemas de IA, o token é a unidade de dados processada pelo modelo, como partes de palavras, comandos e trechos de código,que virou uma espécie de unidade de medida do uso da tecnologia. Assim, quanto maior a entrada, a resposta e o número de etapas intermediárias, maior tende a ser o consumo.
Essa diferença ficou mais relevante com a popularização de agentes de IA, que não apenas respondem a uma pergunta, mas podem planejar, executar tarefas, usar ferramentas e revisar o próprio trabalho. Na prática, eles agem em ciclos, e cada ciclo aumenta a cobrança.
A contradição é que o custo unitário da IA está caindo. Em março, a Gartner projetou que, até 2030, o custo de inferência para provedores de IA generativa será reduzido em mais de 90% em relação a 2025.
A mesma análise mostra que modelos de 2030 serão até 100 vezes mais eficientes do que as primeiras tecnologias de tamanho similar desenvolvidas em 2022.
Mesmo assim, isso não resolve o problema, uma vez que sistemas agênticos exigem entre cinco e 30 vezes mais tokens por demanda do que um chatbot padrão, segundo a consultoria.
Em entrevista ao Canaltech, o vice-presidente de Pesquisa para CIOs e Líderes de Inteligência Artificial da Gartner, Luis Mangi, afirma que o modelo por uso é flexível, mas não resolve sozinho o aumento da conta. Para ele, esse tipo de cobrança ainda incentiva o consumo crescente sem mecanismos robustos de otimização ou limitação.
“Não se trata de uma falha estrutural, mas de um desafio inerente à maturidade do mercado”, diz. “A solução passa por estratégias de governança de uso, renegociação de contratos e implementação de métricas de eficiência, além de possíveis ajustes nos modelos de precificação para refletir o valor agregado, e não apenas o volume consumido.”
Já o coordenador do MBA em IA, Data Science e Big Data para Negócios do Ibmec São Paulo, Cristiano Correa, destaca que a conta depende de três variáveis: preço por token, volume de tokens e frequência de uso. No entanto, apenas o primeiro está em queda.
“Mesmo com custo unitário menor, se o volume e a frequência sobem, o custo total sobe. A janela de contexto saltou de 4 mil tokens nos primeiros modelos para até 2 milhões hoje, e o consumo cresceu de forma acentuada com a cadeia de pensamentos (CoT), o uso de ferramentas, os loops de revisão e os tokens de ‘pensamento’ cobrados como saída”, explica.
Agentes de IA consomem mais tokens do que chatbots tradicionais (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)
Agentes mudam a matemática
Nos agentes, o custo não se limita à resposta final exibida ao usuário, mas envolve etapas invisíveis do processo que podem gerar novas chamadas e ampliar os gastos.
Correa observa que muitas empresas ainda calculam projetos de IA agêntica como se fossem chatbots tradicionais. Na fase de protótipo, a conta costuma considerar uma chamada por interação. Em produção, porém, o comportamento muda.
Afinal, o agente pode operar em loop, fazer várias iterações e acionar ferramentas externas. Uma requisição inicialmente estimada como simples pode consumir muito mais tokens quando entra em contato com situações reais, que não aparecem na fase de testes.
Segundo o sócio-diretor da Peers Consulting + Technology, Marcello Mussi, isso acontece porque agentes não executam apenas uma solicitação pontual. “Ao atribuir uma missão ou função a um agente, essa função normalmente é recursiva e cíclica”, afirma. “Ela permanece em execução, não realiza uma tarefa pontual e encerra.”
Esse tipo de funcionamento dificulta a previsibilidade de gastos.
Em um agente de atendimento, por exemplo, a IA pode receber a pergunta de um cliente, consultar o histórico de compras, buscar regras internas, verificar o status de um pedido e revisar a resposta antes de enviá-la. O usuário vê apenas a mensagem final, mas cada etapa intermediária pode consumir mais tokens.
O diretor do Centro de Excelência em IA da Universidade Federal de Goiás (CEIA-UFG), Arlindo Galvão, compara esse comportamento a um funcionário prolixo e indeciso. Ao receber uma demanda simples, como agendar uma reunião, ele poderia checar a agenda várias vezes, refazer convites e corrigir o próprio trabalho antes de entregar o resultado final.
A analogia ajuda a explicar por que o consumo pode crescer sem percepção clara do usuário.
“O usuário só vê o resultado final, mas a IA ‘conversou consigo mesma’ centenas de vezes nos bastidores, consumindo milhares de tokens. Se o código não tiver travas, o agente pode entrar em um loop infinito de raciocínio lógico e queimar o orçamento da empresa em minutos”, explica.
Esse processo também cobra pelo erro. Mussi lembra que, quando um agente interpreta mal uma instrução, executa uma atividade equivocada e depois corrige a rota, todos esses passos entram na fatura.
Na prática, a empresa paga pelo acerto e também pelas tentativas que não produziram valor.
Gastos globais com infraestrutura de IA devem crescer em 2026, mostra levantamento (Imagem: Anna Shvets/pexels)
A pressão chega ao orçamento
O aumento do consumo também pressiona o orçamento de tecnologia, na infraestrutura necessária para rodar IA e na operação de produtos que passaram a embutir modelos generativos em tarefas do dia a dia.
A IDC projeta que os gastos globais com infraestrutura de IA chegarão a US$ 487 bilhões em 2026, alta de aproximadamente 53% em relação ao ano anterior. A cifra inclui investimentos em data centers, servidores, chips, redes e outros recursos necessários para sustentar aplicações de IA.
Até 2029, o mercado global de infraestrutura de IA deve superar US$ 1 trilhão, com crescimento médio anual de cerca de 30% a partir de 2025.
Além disso, segundo um levantamento global da McKinsey com líderes de tecnologia e negócios, metade das organizações planeja aumentar seus orçamentos de tecnologia em mais de 4% em 2026 ante 2025. O estudo relaciona parte desse movimento à necessidade de escalar sistemas de IA agêntica.
Diante desse cenário, o coordenador do Ibmec observa que algumas empresas já começaram a mudar a pergunta. Em vez de olhar apenas para o preço por token, passam a calcular quanto custa uma tarefa completa e se esse valor pode ser absorvido pelo produto ou pelo processo de negócio.
O CEO da 87Labs, Thiago Pisano, destaca que produtos baseados em IA precisam equilibrar custo e receita. Para ele, medir o uso por cliente é necessário para cobrar de forma proporcional, sem sufocar quem usa pouco.
Essa lógica também exige mudanças na arquitetura dos produtos. “Você precisa metrificar o uso do cliente em relação ao custo, e ter estratégias de arquitetura para não depender de um modelo, e sim usar modelos adequados para cada desafio, mitigando o custo e a complexidade”, afirma.
Retorno financeiro ainda não acompanha ritmo de adoção da IA nas empresas (Imagem: Hack Capital/Unsplash)
O retorno ainda não acompanha a adoção
O avanço da IA nas empresas é amplo, mas o retorno financeiro ainda aparece de forma desigual. O estudo State of AI da McKinsey indica que quase nove em cada dez organizações usam IA regularmente em ao menos uma função.
A pesquisa global também mostra que agentes já são testados pela maioria das organizações, mas apenas 39% atribuem algum ganho de EBIT, o lucro antes de juros e impostos, ao uso da tecnologia.
Mesmo entre essas empresas, a McKinsey afirma que a contribuição da IA costuma representar menos de 5% do resultado operacional.
O quadro revela que, apesar da utilidade percebida, a adoção da IA nem sempre se reflete de forma relevante no resultado financeiro das empresas. É nesse espaço entre adoção e retorno que o custo dos tokens ganha peso: a tecnologia pode funcionar, mas precisa operar a um custo compatível com o valor que entrega.
Para Galvão, parte desse descompasso vem do uso de modelos mais potentes e mais caros em tarefas simples. “Muitas empresas usam o modelo de IA mais potente e mais caro do mundo apenas para ler e-mails de clientes e dizer se o tom é ‘bravo’ ou ‘feliz’”, afirma.
Nesses casos, o gasto com tokens pode superar o ganho de produtividade, pois uma solicitação menos complexa, repetida em grande volume, pode ficar mais cara quando executada por um modelo de fronteira.
O diretor do CEIA-UFG afirma que o retorno sobre o investimento só aparece quando a empresa deixa de usar “força bruta”.
“O segredo do lucro com IA hoje não é usar o modelo mais inteligente para tudo, mas sim saber usar o menor e mais barato modelo possível para resolver cada problema específico”, pontua.
Governança vira parte da arquitetura de sistemas de IA (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
Governança vira parte da arquitetura
Controlar os gastos de IA não depende apenas de olhar a conta no fim do mês. Quando modelos generativos entram em produtos, atendimentos e fluxos internos, parte da governança precisa ser desenhada dentro do próprio sistema.
Isso significa definir quais tarefas podem usar recursos mais potentes, quando acionar alternativas mais baratas, quando reaproveitar contexto e quando interromper uma operação.
Para Mangi, da Gartner, a surpresa com o consumo de tokens revela uma lacuna de governança financeira em IA.
“Esse cenário indica que o mercado ainda está em fase de amadurecimento, com práticas de controle e monitoramento insuficientes. Falta transparência nos relatórios de uso, integração entre equipes técnicas e financeiras, e políticas claras de gestão de custos”, pontua.
Na avaliação do executivo, é preciso adotar métricas de uso e alertas automatizados. Sem esse tipo de acompanhamento, as empresas só descobrem o problema quando a despesa já ocorreu, e a gestão deixa de ser apenas contratual para depender da forma como o produto ou o fluxo de trabalho foi construído.
A lógica se aproxima da computação em nuvem, em que equipes acompanham o consumo por serviço, área e aplicação. No caso da IA, a conta precisa ser acompanhada por usuário, produto, cliente, modelo e tarefa, porque cada escolha técnica pode alterar a despesa final.
O desafio fica ainda maior quando a IA está embutida diretamente em um produto. O CEO da 87Labs explica que, ao utilizar um modelo integrado, é preciso cruzar o uso do próprio sistema com o uso feito por cada cliente, um processo mais complexo do que medir apenas o uso individual de uma ferramenta.
Essa gestão, para Pisano, precisa estar no desenho do próprio sistema. Isso inclui o uso de diferentes modelos, acionar alternativas quando a opção principal falha ou fica caro demais, reaproveitar informações já processadas e direcionar demandas menos complexas para ferramentas menos onerosas.
Galvão também defende o uso de roteadores de IA. A lógica é reservar sistemas mais robustos para decisões complexas e enviar operações básicas, como correção de texto ou classificação inicial, para opções mais leves.
“Se a tarefa é simples, o sistema usa um modelo leve e ultrabarato. O modelo grande e caro só entra em ação para decisões complexas”, afirma o diretor do CEIA.
Imprevisibilidade de gastos pode dificultar a expansão do uso de IA nas pequenas empresas (Imagem: Reprodução/Freepik)
Escala com restrições
A cobrança por token não cria, necessariamente, uma barreira de entrada imediata. Pelo contrário, o mecanismo permite que pequenas empresas usem os mesmos modelos avançados adotados por grandes corporações, sem comprar servidores, chips ou infraestrutura própria.
O problema aparece quando o produto cresce, o número de usuários aumenta e a conta deixa de ser experimental. Nesse ponto, a previsibilidade do gasto passa a depender de volume, frequência de uso, complexidade das tarefas e capacidade de negociar preços com fornecedores.
Correa vê o preço por token como um nivelador no acesso inicial. Para ele, startups e grandes empresas podem usar o mesmo modelo de ponta, algo raro em outros ciclos tecnológicos, mas a diferença surge depois, quando o gasto cresce.
O risco de concentração, para o coordenador do Ibmec, é real e se manifesta no estágio de escala, não no de entrada.
“Quando o volume cresce, o que separa os players é a capacidade de absorver as variações de consumo e o poder de negociar melhores preços”, explica. “Na prática, isso já acontece. Os grandes diluem os custos, enquanto os pequenos precisam construir com governança muito mais rígida. Grandes empresas podem errar, aprender e otimizar, porém startups precisam acertar cedo, porque não têm muita margem para erro.”
Mussi também avalia que a barreira inicial ainda não é alta para startups. O executivo da Peers Consulting + Technology cita créditos, planos especiais e a possibilidade de usar modelos open source, que podem ser adaptados ou executados fora de plataformas fechadas, conforme a licença.
A leitura da Gartner é mais cautelosa. Mangi avalia que a imprevisibilidade da despesa e a ausência de descontos progressivos ou pacotes customizados podem dificultar a escala para empresas menores.
Na prática, o acesso pode ser amplo no começo, mas a capacidade de controlar gastos e negociar contratos tende a pesar conforme o uso aumenta.
A Boombox 3, uma das melhores caixas de som já lançadas pela JBL, apareceu em uma promoção rara na Amazon nesta quarta-feira (17). Escolhendo a versão com acabamento em camuflagem militar e utilizando o cupom “TORNEIOFUT” na hora da compra, é possível pagar R$ 1.624 e ainda parcelar esse valor em 12 vezes sem juros.
A caixa de som grandona da JBL é a queridinha dos brasileiros por ter som potente para qualquer tipo de festa e ainda ter bateria de longa duração sem comprometer a portabilidade.
O modelo se destaca pelo sistema de som de três vias, que garante clareza sonora excepcional, separando frequências graves, médias e agudas para uma experiência imersiva, mesmo em volumes elevados.
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Por que a Boombox 3 é referência no mercado?
A Boombox 3 não é apenas um amplificador de som; ela foi projetada para ser o centro das atenções em qualquer ambiente. A construção robusta, com alça integrada, facilita o transporte, enquanto a certificação IP67 garante tranquilidade absoluta contra água e poeira, seja na piscina, na praia ou em um acampamento.
Entre os principais destaques técnicos, podemos citar:
Som JBL Original Pro: conta com um potente sistema de três vias que entrega graves profundos e um som equilibrado em ambientes grandes ou pequenos;
Autonomia para todo o dia: a bateria oferece até 24 horas de reprodução contínua, permitindo que a música toque do nascer ao pôr do sol sem precisar de uma recarga;
Conectividade moderna: equipada com Bluetooth 5.3, garante uma conexão estável e emparelhamento rápido com qualquer dispositivo compatível;
Design e resistência: certificação IP67 contra poeira e água, tornando o aparelho ideal para uso externo, faça chuva ou faça sol;
Função power bank: o dispositivo possui uma bateria de alta capacidade que também serve para carregar outros eletrônicos via porta USB, garantindo que o seu celular nunca fique sem bateria durante a festa.
Se você busca uma caixa de som que une potência sonora, durabilidade extrema e uma estética diferenciada, a versão em camuflagem militar da Boombox 3 é a escolha ideal.
Não esqueça de aplicar o cupom promocional no checkout para garantir o valor de R$ 1.624 e aproveitar o parcelamento facilitado na Amazon.
A MG Motor, marca sino-britânica que desembarcou recentemente no Brasil com seus novos carros elétricos, ainda não despontou nas vendas por aqui, mas, na China, está começando a gerar preocupação nas rivais, como a BYD.
A montadora registrou oficialmente no país o MG 07, sedan 100% elétrico que tem na autonomia absurda, digna de um carro híbrido, o principal motivo para causar pesadelos nos líderes do segmento, como o BYD King e até o Toyota Corolla, ícone da indústria japonesa.
De acordo com o Ministério da Indústria e Tecnologia da China, o MG 07 pode rodar até 650 km com uma única carga. Esse alcance, possível graças à bateria de 67 kWh, coloca o sedan na lista dos mais eficientes do mercado chinês. Esse ponto específico, para consumidores que buscam praticidade e liberdade em viagens mais longas, pode ser um diferencial na hora de escolher o próximo carro.
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Sedan elétrico da MG Motor vem ao Brasil?
Embora tenha potencial para incomodar BYD King e Toyota Corolla, ao menos por enquanto os sedans que comandam o ranking de emplacamentos do segmento no Brasil não têm motivos para perder o sono. A marca sino-britânica não confirmou o lançamento do MG 07 no mercado verde-amarelo e, até o momento, não deu qualquer indício de que ele será comercializado por aqui.
A notícia desanima, já que o sedan registrado na China tem outros excelentes atributos além da autonomia digna de um carro híbrido. O MG 7 conta com motor elétrico traseiro de 639 cv de potência e muita tecnologia embarcada, com a presença de sensores LiDAR instalados no teto, recurso que permite sistemas de condução autônoma mais sofisticados.
O diretor do filme de Death Stranding, Michael Sarnoski, revelou novos detalhes sobre a produção que adapta o jogo homônimo de Hideo Kojima. De acordo com sua previsão, as gravações se iniciam na Islândia em 2027.
A segunda versão do roteiro foi entregue recentemente e, em sua visão mais recente, figuras do game farão participações ao longo da narrativa.
“Quero que pareça enorme, mas também único e focado na sua história. Ele ocorre no mundo do título, mas teremos os nossos próprios personagens. Existem alguns em comum que os fãs estão empolgados para ver, mas será centrada na trama dentro deste universo”, revelou Sarnoski.
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Atores como Norman Reedus já demonstraram interesse em integrar o elenco do filme de Death Stranding, mas nenhum nome foi confirmado até o momento. O game possui uma escalação formidável, com figuras como Léa Seydoux, Mads Mikkelsen, Troy Baker, Margaret Qualley, Guillermo del Toro e outras celebridades.
O elenco de Death Stranding ainda não foi deciddo (Imagem: Divulgação/Kojima Productions)
Ainda que as gravações aconteçam em 2027, não há qualquer previsão da chegada de Death Stranding aos cinemas. Mais informações sobre a obra devem ser divulgadas conforme os primeiros trailers sejam revelados ao público.
Cansado de passar raiva com controles que desconectam ou ficam sem bateria no meio daquela partida decisiva? A AliExpress resolveu esse problema e colocou o Controle 8BitDo Ultimate 2 com um preço imbatível, saindo de R$ 242,74 por apenas R$ 212,74 usando o cupom da loja. O estoque promocional é limitado e o melhor de tudo é que o envio é feito direto do Brasil, o que significa uma entrega muito mais rápida e livre de taxas extras.
Esse modelo entrega uma experiência de uso extremamente prática no dia a dia. O maior destaque vai para a sua base de carregamento inclusa, que funciona de forma integrada com o controle. Basta retirar o acessório do dock para começar a jogar e recolocá-lo ali para recarregar, eliminando a necessidade de cabos espalhados. Assim que você o remove da base, ele se conecta automaticamente ao PC, sem burocracias de pareamento.
O design adota o consagrado layout assimétrico padrão Xbox, o favorito dos gamers pelo conforto anatômico em longas sessões de jogatina. O acabamento desta versão foi refinado, trazendo botões com cliques firmes, respostas imediatas e uma textura excelente que garante ótima pegada.
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Para fechar o pacote de vantagens, ele traz botões traseiros extras programáveis, ideais para mapear comandos complexos e garantir vantagem competitiva. A conexão sem fio via dongle 2.4GHz inclusa garante que você jogue no computador com zero atraso nos comandos.
Se o seu objetivo é jogar no computador ou no celular Android com alta precisão, essa oferta é imperdível. Quem já comprou destaca que o custo-benefício é imbatível e a entrega nacional surpreende pela velocidade.
Para que você faça uma escolha consciente, saiba que este modelo específico não é compatível com o Nintendo Switch e o giroscópio dele funciona emulando o direcional analógico. Além disso, para jogar no PC com o melhor desempenho, o ideal é usar o dongle USB que já vem na caixa.
Se você joga no computador e no Android, este acessório vai transformar completamente a sua experiência por um preço muito baixo. Os estoques com frete nacional costumam acabar rápido, então não deixe para depois.
A novidade foi oficializada nesta quarta-feira (17) pela Sony Pictures no Instagram com um vídeo em que Tom Holland e Zendaya aparecem para divulgar a abertura das vendas.
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Para comprar os ingressos, é possível adquirir diretamente nas bilheterias físicas das redes de cinema que vão exibir o filme ou nos sites Ingresso.com e Velox. A programação está disponível para consulta nas plataformas.
Vale mencionar ainda que a Sony Pictures fez a alegria dos fãs brasileiros do Teioso ao adiantar em um dia a estreia de Homem-Aranha: Um Novo Dia. Previsto para estrear no dia 30 de julho, agora o longa será lançado nos cinemas no dia 29 de julho.
Novos desafios, novos dilemas
Com direção de Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), Homem-Aranha: Um Novo Dia vai acompanhar Peter Parker (Tom Holland) tentando lidar com o fato de que o mundo não se lembra mais dele, inclusive seus amigos. Enquanto vê os colegas seguindo em frente, ele passa por mudanças transformadoras à medida que uma ameaça perigosa chega à cidade.
Além de Holland, o elenco tem Zendaya (Duna), Jacob Batalon (Dupla Perigosa), Sadie Sink (Stranger Things), Mark Ruffalo (Pobres Criaturas) e Jon Bernthal (O Urso).
Homem-Aranha: Um Novo Dia apresenta novo dilema de Peter Parker (Imagem: Divulgação/Sony Pictures).