❌

Reading view

OPPO confirma versão global de celular para competir com iPhone 18 Pro

A OPPO confirmou que o Find X10 Pro Max terá lançamento internacional e será um dos primeiros smartphones do mundo equipados com o novo MediaTek Dimensity 9600 Pro. A confirmação coloca o Find X10 Pro Max entre os principais concorrentes dos celulares premium lançados em 2026, incluindo o iPhone 18 Pro, especialmente pelo foco em desempenho.

O novo aparelho da OPPO será apresentado oficialmente junto com a série Find X10, cujo anúncio está previsto para 22 de setembro.

O novo chip da MediaTek mantém a arquitetura All-Big-Core, mas traz uma configuração formada por dois núcleos C2-Ultra com frequência de até 4,55 GHz e seis núcleos de desempenho.

Segundo a MediaTek, a nova CPU oferece 17% mais desempenho geral, enquanto o controle independente de frequência de cada núcleo permite distribuir as tarefas com maior precisão. A proposta é combinar desempenho elevado com maior eficiência energética em cargas prolongadas.

A GPU também recebeu uma atualização. A G2-Ultra NX adiciona melhorias no ray tracing e novos recursos gráficos baseados em redes neurais. Em cargas de trabalho intensas e contínuas, o fabricante promete aproximadamente 27% mais desempenho gráfico, com a expectativa de oferecer jogos mais detalhados e experiências mais imersivas.

Oppo Find X10 Pro Max

OPPO aposta em desempenho sustentado

Além do novo processador, o Find X10 Pro Max contará com o Laminar Flow Engine, sistema desenvolvido pela própria OPPO para equilibrar velocidade de resposta e consumo de energia.

A tecnologia também deve ajudar em tarefas que exigem processamento contínuo, como a abertura rápida de aplicativos e o carregamento de grandes quantidades de conteúdo. A fabricante cita especificamente a navegação rápida por galerias de fotos como um dos cenários beneficiados.

A OPPO ainda não revelou todas as especificações do Find X10 Pro Max, nem informou preços ou a lista de países que receberão o modelo. A expectativa é que esses detalhes sejam apresentados durante o anúncio da série Find X10 em 22 de setembro.

Com a confirmação do lançamento internacional, a OPPO sinaliza que pretende disputar diretamente o segmento de celulares premium também fora da China, usando o novo chip da MediaTek como um dos principais argumentos para enfrentar a concorrência.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

TIM aguentou 44 mil celulares conectados ao mesmo tempo no Rock in Rio

A rede da TIM registrou um pico de 44 mil conexões simultâneas durante o Rock in Rio 2026. O recorde aconteceu em 12 de setembro, durante a apresentação da cantora Demi Lovato, em um dos momentos de maior movimentação na Cidade do Rock.

Ao longo dos sete dias de shows, a operadora contabilizou quase 200 TB de dados trafegados, volume equivalente a cerca de 525 mil horas de vídeos em HD ou mais de 60 anos de conteúdo. O dia 12 de setembro também foi o período de maior consumo, com 33 TB de dados movimentados pela rede.

O 5G teve participação importante no desempenho da rede durante o festival. Nos momentos de maior demanda, a tecnologia chegou a representar mais de 60% do tráfego, enquanto os picos de velocidade ultrapassaram 1 Gbps.

Na hora de maior movimentação do público, a infraestrutura da TIM transportou 3,2 TB de dados em apenas uma hora. O volume inclui atividades comuns em grandes eventos, como transmissões ao vivo, compartilhamento de vídeos, mensagens e publicações nas redes sociais.

Entre as atrações do Palco Mundo, o maior volume de tráfego foi registrado em 11 de setembro, durante a apresentação do grupo sul-coreano Stray Kids. Segundo a TIM, o público de K-pop começou a utilizar intensamente a rede ainda antes da abertura dos portões, com pico de conexões registrado nas filas de entrada.

TIM no Rock in Rio de 2024

Stray Kids também liderou o ranking de conectividade considerando os headliners de cada noite. Na sequência aparecem Maroon 5 e Elton John. Quando analisadas todas as atrações do Palco Mundo, Alok e Demi Lovato completam o grupo de shows com maior movimentação de dados.

TIM reforçou infraestrutura para o festival

Para suportar o aumento da demanda, a TIM instalou uma infraestrutura reforçada na Cidade do Rock. A operadora utilizou mais de 120 antenas inteligentes e manteve monitoramento contínuo da rede durante o evento.

Além do Palco Mundo, outros espaços também registraram atrações de destaque em conectividade. João Gomes liderou no Palco Sunset, MC Cabelinho teve o maior tráfego no Espaço Favela, Cat Dealers ficou em primeiro no New Dance Order e Sant liderou no Supernova.

Os números mostram como grandes festivais de música passaram a exigir uma infraestrutura de telecomunicações capaz de lidar simultaneamente com milhares de dispositivos conectados, especialmente para atividades que demandam grande volume de dados como vídeos, transmissões ao vivo e redes sociais.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Samsung traz Micro RGB ao Brasil e renova toda a linha de TVs

A Samsung renovou sua linha de televisores no Brasil com uma nova geração de modelos Vision AI, combinando diferentes tecnologias de tela com recursos de inteligência artificial. A principal novidade é a chegada do Micro RGB, acompanhada por atualizações nas linhas OLED e Neo QLED.

A nova geração também aposta no Vision AI Companion, recurso que permite interagir com a TV por comandos de voz usando Bixby e Gemini. A ferramenta pode responder perguntas sobre conteúdos exibidos na tela e outros assuntos. A Samsung também incorporou recursos de inteligência artificial para melhorar automaticamente imagem e som.

Outro destaque é o Áudio em Camadas, que permite identificar e separar elementos da reprodução sonora. Em uma partida de futebol, por exemplo, o usuário pode controlar elementos como narração e outros sons de forma independente.

A fabricante ainda apresentou o modo Pet Care, que utiliza o microfone da televisão para identificar latidos e outros ruídos. A proposta é ativar programas específicos para ajudar a acalmar os animais quando os donos estiverem fora de casa.

Micro RGB chega ao Brasil

A tecnologia Micro RGB é o principal destaque entre os novos televisores. O sistema utiliza LEDs RGB microscópicos diretamente no painel, permitindo maior precisão na reprodução de cores e controle de brilho.

O modelo R95H, de 85 polegadas, parte de R$ 42.499, enquanto a linha R85H, disponível em tamanhos de 55, 65 e 75 polegadas, começa em R$ 6.849.

samsung tv

A Samsung também atualizou sua linha OLED. O S95H de 65 polegadas parte de R$ 13.699, enquanto o S90H de 77 polegadas começa em R$ 21.999. Já o S85H, disponível em 48, 55 e 65 polegadas, parte de R$ 5.249.

As versões superiores chegam a 165 Hz, enquanto a S90H e S95H contam ainda com tratamento antirreflexo.

A linha Neo QLED também foi renovada com o modelo QN70H, disponível em 55, 65, 75 e 85 polegadas. Com painel Mini LED, a televisão traz recursos voltados especialmente para melhorar a experiência durante partidas de futebol. Os preços começam em R$ 4.749.

Já a The Frame Pro de 75 polegadas tem menos de 3 cm de espessura e tratamento avançado contra reflexos. O modelo também mantém o modo de arte característico da família e parte de R$ 14.999.

Todos os modelos já estão disponíveis para compra no site oficial da marca e em lojas parceiras.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Vazou tudo: Galaxy A18 aparece por completo antes do lançamento

O Galaxy A18 ainda não foi anunciado oficialmente pela Samsung, mas uma listagem antecipada de varejo praticamente revelou todos os detalhes do novo celular de entrada da marca. O aparelho apareceu em uma loja da Dinamarca com imagens de divulgação, especificações técnicas e até uma possível data para começar a ser vendido.

De acordo com a publicação, o Galaxy A18 LTE deve chegar ao mercado em três opções de cor: preto, azul-claro e prata. O visual mantém a fórmula já conhecida da linha Galaxy A1x, com bordas relativamente espessas e o tradicional notch em formato de “U” na parte superior da tela.

A ficha técnica vazada indica que o Galaxy A18 terá tela OLED de 6,7 polegadas, com resolução FHD+ e taxa de atualização de 90 Hz. No desempenho, a Samsung aparentemente pretende reaproveitar uma plataforma bastante conhecida. 

O aparelho seria equipado com o MediaTek Helio G99, chip lançado há alguns anos e que também aparece em modelos anteriores da linha Galaxy A, como o Galaxy A15.

O armazenamento será oferecido em versões de 128 GB e 256 GB, com possibilidade de expansão por cartão microSD de até 2 TB.

Câmeras de 50 MP e bateria de 5.000 mAh

O conjunto fotográfico traseiro deve ser formado por três câmeras. A principal terá 50 MP, acompanhada por uma ultrawide de 5 MP e um sensor macro de 2 MP.

Para alimentação, o Galaxy A18 deve trazer uma bateria de 5.000 mAh, com suporte a carregamento com fio de até 25 W. A ficha também menciona certificação IP64 contra poeira e respingos, além de Wi-Fi 5, Bluetooth 5.3 e porta USB 2.0.

Apesar de ser um aparelho de entrada, a presença de uma tela OLED, câmera principal de alta resolução, NFC e suporte amplo a armazenamento externo pode tornar o conjunto competitivo dentro da categoria.

A loja dinamarquesa indica que o Galaxy A18 deve estar disponível em estoque a partir de 8 de outubro. Além dele, o A08 também chegou a aparecer em outro vazamento.

Caso a data esteja correta, a Samsung poderia apresentar oficialmente o smartphone entre o fim de setembro e o começo de outubro. A janela ainda deve ser tratada como uma previsão, já que a informação não partiu diretamente da fabricante.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Marca dos “celulares indestrutíveis” lança smartwatch estilo Garmin

Conhecida pelos celulares robustos voltados para situações extremas, a DOOGEE ampliou sua linha de produtos com o Anymoving M1 Pro, um smartwatch esportivo que mira usuários interessados em corrida, trilhas, ciclismo e outras atividades ao ar livre. 

O modelo combina recursos normalmente associados a relógios esportivos avançados, como GPS de banda dupla e navegação por rotas, com funções de monitoramento físico e inteligência artificial.

O principal destaque para quem pratica atividades outdoor é o suporte à navegação offline por arquivos GPX. O usuário pode importar uma rota antes de sair e acompanhar o percurso diretamente pelo relógio, mesmo em locais com conectividade limitada.

O M1 Pro também conta com o recurso Track Back, que registra o caminho percorrido em tempo real e permite refazer a rota para ajudar o usuário a retornar ao ponto de partida. O GPS de banda dupla busca melhorar a precisão da localização durante exercícios como corrida, ciclismo e caminhada.

Smartwatch usa IA para analisar os treinos

Além da navegação, o relógio aposta em análise esportiva com inteligência artificial. O sistema acompanha informações como carga de treinamento, VO₂ máximo e nível de vitalidade diária.

A proposta é utilizar esses dados para ajudar o usuário a entender o estado de recuperação, ajustar a intensidade dos exercícios e evitar excesso de treinamento. O relógio oferece ainda mais de 170 modos esportivos, incluindo corrida, ciclismo, trilha, natação e esqui.

Anymoving M1 Pro

A autonomia é outro ponto forte do Anymoving M1 Pro. Segundo a DOOGEE, o relógio pode funcionar por até 30 dias no uso típico. Com o Always-On Display ativado, a estimativa cai para cerca de sete dias, enquanto o uso intenso proporciona aproximadamente quatro dias. O carregamento é feito por sistema magnético.

A tela é uma AMOLED HD de 1,5 polegada, com brilho máximo de até 1.000 nits, característica que favorece a visualização sob luz solar intensa. O relógio também possui resistência à água de 5 ATM e certificação IP68.

A DOOGEE também oferece diferentes opções de acabamento para o M1 Pro. O relógio pode ser encontrado com pulseiras de silicone, couro ou aço inoxidável, permitindo adaptar o visual para atividades esportivas ou situações cotidianas. Outro recurso incluído é o gravador de voz integrado, que permite registrar áudios diretamente pelo smartwatch.

O DOOGEE Anymoving M1 Pro custa US$ 219 (aproximadamente R$ 1.117) e está disponível nas cores preto, cinza e azul.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

1º teste revela que iPhone 18 Pro é mais poderoso que Galaxy S26 Ultra

O iPhone 18 Pro recuperou a liderança em desempenho após o primeiro teste de benchmark do chip A20 Pro. Os resultados registrados no Geekbench colocam o novo processador da Apple à frente do Galaxy S26 Ultra, que utiliza o Snapdragon 8 Gen 5 Elite.

No teste, o iPhone 18 Pro alcançou 4.719 pontos em single-core e 12.677 em multi-core. Para efeito de comparação, o Galaxy S26 Ultra marcou 3.753 e 11.259 pontos, respectivamente. Isso representa uma vantagem de cerca de 26% no desempenho de núcleo único e 13% no multinúcleo para o aparelho da Apple.

O resultado ainda é inicial e pode variar conforme a versão do Geekbench, software e condições de teste. Mesmo assim, o desempenho chama atenção por mostrar que a Apple conseguiu abrir uma vantagem considerável sobre um dos principais concorrentes Android.

O A20 Pro é fabricado com processo de 2 nanômetros, tecnologia que permite concentrar mais transistores em uma área menor. Segundo a Apple, os dois novos supernúcleos da CPU são até 20% mais rápidos, enquanto o desempenho contínuo pode chegar a 40% acima do iPhone 17 Pro em determinadas cargas.

O avanço também aparece na comparação direta com o antecessor. O iPhone 17 Pro marcou 3.668 pontos em single-core e 9.498 em multi-core no mesmo benchmark citado.

Na prática, uma pontuação maior pode beneficiar tarefas como abertura de aplicativos, processamento de imagens, animações da interface e jogos, além de atividades mais pesadas que exigem bastante da CPU.

a20 geekbench

Apple aposta no controle de temperatura

Parte da vantagem pode estar não apenas no chip, mas também na forma como o iPhone 18 Pro administra o calor.

A Apple já havia adotado uma câmara de vapor no iPhone 17 Pro para melhorar a dissipação térmica. Na nova geração, a empresa ampliou a solução: a câmara de vapor teria três vezes a área de superfície utilizada anteriormente.

Outra mudança é a estrutura que posiciona a memória junto ao chip, permitindo uma conexão mais direta com o sistema responsável por espalhar o calor. A ideia é evitar que o A20 Pro atinja rapidamente temperaturas que reduzam seu desempenho.

Isso é importante porque benchmarks medem picos de desempenho, mas a experiência real depende também da capacidade de um aparelho de manter essa potência durante períodos prolongados.

Por enquanto, o resultado deve ser encarado como um primeiro retrato do desempenho do A20 Pro e não como uma conclusão definitiva sobre toda a experiência dos aparelhos. Ainda assim, o benchmark indica que a Apple voltou a ter uma vantagem importante em potência bruta, além de se destacar em outros recursos.

 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Apple ressuscitou no iPhone 18 Pro recurso que Samsung abandonou há 7 anos

A Apple resgatou no iPhone 18 Pro uma tecnologia que a Samsung apresentou nos celulares há quase uma década e abandonou pouco depois: a abertura variável mecânica da câmera. O recurso apareceu no Galaxy S9, em 2018, e continuou na linha Galaxy S10, mas desapareceu dos smartphones da marca a partir da geração seguinte.

A diferença é que a Apple evoluiu a ideia. Enquanto os Galaxy S9 e S10 alternavam entre apenas ente duas opções (f/1.5 e f/2.4), o iPhone 18 Pro permite quatro níveis de abertura, entre f/1.8 e f/4, dando ao usuário mais controle sobre a quantidade de luz e a profundidade de campo.

O que muda na prática?

A abertura determina quanto de luz entra pela lente. Quanto menor o número f, maior é a abertura. Assim, uma configuração como f/1.8 deixa entrar mais luz, sendo útil em ambientes escuros, e tende a produzir maior desfoque do fundo.

Ao fechar o diafragma para f/4, menos luz chega ao sensor, mas a profundidade de campo aumenta. Isso significa que uma parcela maior da cena permanece em foco — característica interessante para paisagens, fotografias de grupos e situações nas quais o fotógrafo quer nitidez em diferentes planos.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.22.02

A Samsung já explorava exatamente essa diferença. No Galaxy S9, a abertura f/1.5 favorecia ambientes escuros, enquanto f/2.4 ajudava em cenas muito iluminadas e aumentava a profundidade de campo.

Como funcionava no Galaxy S9 e no S10?

A Samsung utilizava um diafragma físico com componentes móveis dentro do módulo da câmera. O mecanismo alterava o tamanho da abertura para escolher entre os dois valores disponíveis.

A tecnologia continuou no Galaxy S10, mas a fabricante abandonou a solução na geração Galaxy S20. Desde então, a Samsung passou a apostar principalmente em sensores maiores, múltiplas câmeras e fotografia computacional para controlar exposição, ruído, HDR e profundidade.

galaxy s9

A companhia não divulgou uma razão única para eliminar a abertura variável. Porém, a solução mecânica adiciona custo, complexidade e componentes móveis a um módulo de câmera que precisa ser extremamente compacto. Com a evolução do processamento computacional, parte dos benefícios também passou a ser reproduzida digitalmente.

Apple foi além da solução da Samsung

No iPhone 18 Pro, a Apple utiliza um mecanismo com seis lâminas controladas por um sistema de rotor para modificar fisicamente a abertura. Em vez de apenas alternar entre dois extremos, o aparelho oferece quatro posições.

Isso permite encontrar um equilíbrio mais preciso entre luminosidade e profundidade de campo. A abertura maior favorece luz e desfoque, enquanto o diafragma fechado mantém mais elementos da cena nítidos.

A tecnologia é especialmente interessante porque o controle de abertura continua sendo fundamental em câmeras profissionais. Embora sensores de smartphones sejam menores e a fotografia computacional reduza a necessidade desse recurso, alterar fisicamente o diafragma oferece um efeito óptico real que o software nem sempre consegue reproduzir perfeitamente.

A Apple não foi pioneira na ideia, mas ressuscitou o conceito da Samsung e o levou além, adicionando mais níveis de controle e combinando o mecanismo óptico com o processamento computacional moderno.

 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Comparativo iPhone Duo x Galaxy Z Fold 8: qual celular dobrável é mais potente?

O iPhone Duo finalmente coloca a Apple na disputa dos celulares dobráveis, justamente em um segmento no qual a Samsung praticamente domina. O rival direto é o Galaxy Z Fold8, que também inaugurou o design de passaporte na linha.

Em potência, a disputa é equilibrada no papel. O Duo traz o novo A20 Pro, enquanto o Fold8 usa o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy. Sem testes independentes de benchmark do iPhone, ainda não dá para cravar qual vence em desempenho bruto. Mas há diferenças claras no conjunto. Entenda:

Especificação

iPhone Duo

Galaxy Z Fold8

Processador

Apple A20 Pro

Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy

RAM

Não divulgada oficialmente

12 GB

Armazenamento

256 GB a 2 TB

256 GB, 512 GB e 1 TB

Tela externa

5,4"

5,5"

Tela interna

7,6"

7,6"

Taxa de atualização

ProMotion

120 Hz

Câmeras traseiras

48 MP + 48 MP

50 MP + 50 MP

Câmera frontal

12 MP

10 MP

Bateria

Dupla bateria

4.800 mAh

Peso

—

201 g

Espessura aberto

—

4,5 mm

Sistema

iOS 27

Android 17 / One UI 9

Preço no Brasil

a partir de R$ 21.999

a partir de R$ 12.599

Qual é mais potente?

O iPhone Duo tem vantagem potencial em desempenho bruto graças ao A20 Pro, chip desenvolvido pela Apple e também utilizado na linha iPhone 18 Pro. Entretanto, ainda faltam benchmarks independentes para comparar diretamente o processador com o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy.

O Galaxy, por outro lado, leva vantagem na memória disponível: são 12 GB de RAM, algo importante para manter vários aplicativos abertos e explorar a proposta de multitarefa do Android.

Na prática, o Duo tende a ser a escolha mais interessante para quem prioriza desempenho otimizado dentro do ecossistema Apple, enquanto o Fold8 é mais versátil para produtividade e multitarefa.

Apple-iPhone-Duo-display-sizes-260909

Telas e design

Aqui há praticamente um empate. Os dois têm tela interna de 7,6 polegadas, mas adotam propostas diferentes.

O Duo tem tela externa de 5,4 polegadas e, aberto, funciona como um pequeno tablet. O aparelho também suporta Apple Pencil, recurso interessante para anotações, desenho e produtividade.

O Fold8 tem tela externa de 5,5 polegadas e painel interno de 7,6 polegadas, com proporções de 10:16 e 4:3, respectivamente. Por outro lado, o dobrável da Samsung não tem suporte a S Pen, então ponto para a Apple.

Câmeras: Galaxy leva vantagem em versatilidade

O Duo tem duas câmeras traseiras de 48 MP, uma principal e outra ultrawide. É um conjunto bastante forte, mas existe uma limitação importante: não há uma lente teleobjetiva dedicada.

O Fold8 também usa duas câmeras traseiras, mas ambas têm 50 MP: uma grande-angular com OIS e outra ultrawide. O aparelho ainda oferece zoom de qualidade óptica de 2x e até 10x digital.

Por isso, o Galaxy Z Fold8 vence em versatilidade fotográfica, enquanto o Duo aposta mais no processamento computacional da Apple (que segue sendo muito forte).

Bateria: Galaxy tem capacidade conhecida

A Samsung informa bateria de 4.800 mAh e até 26 horas de reprodução contínua de vídeo no Fold8.

No Duo, a Apple adotou uma arquitetura com duas baterias, mas a capacidade em mAh não é o melhor parâmetro para comparar diretamente os dois aparelhos. A eficiência do A20 Pro e do iOS 27 terá papel importante na autonomia real.

Assim, o Fold8 leva vantagem em capacidade declarada, mas ainda não é possível afirmar qual dura mais em uso cotidiano.

IMG20260811150645

E o preço?

Aqui está a maior diferença. O Galaxy Z Fold8 custa R$ 12.599 na versão de 256 GB, enquanto o iPhone Duo começa em R$ 21.999 – diferença de R$ 9.400, apenas para começar.

Isso muda bastante a conclusão: mesmo que o Duo consiga superar o Galaxy em desempenho, o Fold8 oferece uma relação entre hardware e preço muito mais agressiva.

O iPhone Duo parece ser o mais promissor em potência bruta, mas ainda precisa passar por benchmarks para confirmar essa vantagem. Já o Galaxy Z Fold8 é mais completo para quem valoriza multitarefa, câmeras versáteis, maior variedade de armazenamento e preço significativamente menor.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

iPhone dobrável tem câmera escondida embaixo da tela

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e trouxe uma solução inédita para os smartphones da empresa: a câmera frontal da tela interna fica escondida embaixo do display. A tecnologia permite que o painel de 7,6 polegadas tenha uma área de visualização sem notch ou furo aparente.

A nova câmera FaceTime permanece oculta quando não está em uso, preservando a experiência de tela inteira. A solução faz parte da estratégia da Apple de aproveitar melhor o espaço do display interno, que também recebe acabamento em nanotextura para reduzir reflexos e tornar o vinco menos perceptível.

O iPhone Duo tem duas telas Super Retina XDR: uma externa de 5,4 polegadas, utilizada com o aparelho fechado, e outra interna de 7,6 polegadas quando o dispositivo é aberto. É justamente sob o painel maior que a Apple posicionou a câmera frontal Center Stage.

O componente foi desenvolvido para ficar invisível durante o uso normal. Segundo a Apple, a câmera também consegue tirar fotos e vídeos automaticamente em diferentes orientações, sem que o usuário precise girar o aparelho para ajustar o enquadramento.

A tela interna mantém ainda recursos como ProMotion, Always-On e brilho máximo de até 3.000 nits em ambientes externos. A proporção das duas telas também é a mesma, permitindo que o conteúdo seja redimensionado de maneira proporcional ao abrir ou fechar o aparelho.

iPhone Duo transforma a câmera traseira em selfie

A câmera escondida não é a única novidade fotográfica do dobrável. O aparelho também permite usar a câmera traseira para tirar selfies em alta resolução, aproveitando a tela externa como visor para que o usuário consiga visualizar o enquadramento.

Outro recurso chamado Duo Preview permite que a pessoa que está sendo fotografada consiga acompanhar a prévia da imagem na tela externa antes do disparo.

iphone duo

 Há ainda o Smart Take, que utiliza inteligência artificial para identificar quando as pessoas estão posando e realizar automaticamente a captura. Para fotografar crianças, o Kid Cue exibe animações do Snoopy e de outros personagens de Peanuts no display externo para tentar chamar a atenção dos pequenos.

O conjunto também habilita o Duo FaceTime, que permite que outras pessoas próximas participem de uma videochamada utilizando a tela e a câmera externas.

Na traseira, o iPhone Duo traz uma câmera principal Fusion de 48 MP, capaz de registrar fotos de 24 MP por padrão e equipada com uma teleobjetiva integrada de 2x com qualidade óptica. O sistema promete ainda zero shutter lag, reduzindo o intervalo entre o toque no botão e a captura.

A segunda câmera é uma Ultra-Wide Fusion de 48 MP, destinada a fotografias com campo de visão mais amplo e imagens macro. O aparelho também grava vídeos em 4K a 120 quadros por segundo com Dolby Vision e permite ajustar efeitos cinematográficos depois que a gravação já foi realizada.

Design dobrável aposta em tela sem interrupções

A câmera sob o display combina com a proposta de design do iPhone Duo. Aberto, o aparelho é o iPhone mais fino já produzido pela Apple e oferece uma tela 50% maior que a do iPhone 18 Pro Max.

O iPhone Duo será vendido nas cores star white e night sky, com armazenamento de 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB. A pré-venda começa em 16 de outubro, inclusive no Brasil, e a disponibilidade geral está marcada para 23 de outubro. O preço inicial é de R$ 21.999.

Já no iPhone tradicional, a Apple também trouxe melhorias significativas na câmera da linha Pro.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

iPhone 18 ganha recursos de câmera que antes eram coisa de câmera profissional

A Apple apresentou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max nesta quarta-feira (9) com uma das maiores mudanças já feitas no sistema de câmeras da linha. Os novos celulares finalmente adotam abertura variável na câmera principal, recurso tradicionalmente associado a câmeras profissionais que permite controlar fisicamente a quantidade de luz que chega ao sensor.

A novidade coloca os modelos Pro mais próximos da experiência de uma câmera dedicada. Em vez de depender exclusivamente de processamento computacional para lidar com diferentes condições de iluminação, o usuário passa a contar com controle sobre a abertura da lente, permitindo adaptar a captura à situação.

A abertura de uma lente determina quanto de luz chega ao sensor e também influencia características como profundidade de campo. Em câmeras tradicionais, fotógrafos podem alterar esse parâmetro para adaptar a imagem à cena.

No iPhone 18 Pro, a Apple incorporou essa possibilidade à câmera principal de 48 MP. A abertura variável pode ajudar especialmente em situações de pouca luz, além de permitir maior controle sobre o resultado de fotografias com diferentes níveis de iluminação.

Na prática, isso representa uma mudança importante em relação aos iPhones anteriores, que utilizavam uma abertura fixa em suas câmeras. A abertura variável vinha sendo apontada como uma das principais novidades fotográficas da geração e agora foi confirmada pela Apple.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.22.02

iPhone ganha ferramentas de fotografia profissional

A evolução não está apenas no hardware. A Apple também prepara o sistema de câmera para oferecer controles mais avançados, aproximando o celular das ferramentas encontradas em equipamentos voltados a fotógrafos.

Entre os recursos anunciados para a nova geração estão ferramentas como histograma e waveform para análise de exposição, focus peaking para auxiliar na confirmação do foco e alertas de áreas superexpostas. Também foram citados controles de foco manual e correções de imagem baseadas na abertura utilizada.

Essas funções são particularmente interessantes para quem prefere ter maior controle sobre a captura em vez de deixar todas as decisões nas mãos dos algoritmos automáticos.

O focus peaking, por exemplo, destaca visualmente as regiões que estão em foco. Já histogramas e formas de onda ajudam a avaliar a distribuição de luz da imagem antes ou depois da captura, ferramentas comuns em fluxos profissionais de fotografia e vídeo.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.21.46

Mais controle sem abandonar a fotografia computacional

Apesar da aproximação com câmeras profissionais, a Apple não abandonou a estratégia de fotografia computacional que se tornou característica do iPhone.

O processamento de imagem continua responsável por combinar dados dos sensores, ajustar exposição e melhorar resultados em situações difíceis. A diferença é que o hardware passa a oferecer uma variável adicional para o fotógrafo controlar.

A abertura variável também pode contribuir para melhorar fotografias em ambientes escuros. Segundo a cobertura do lançamento, a câmera principal de 48 MP ganhou justamente esse mecanismo, com a proposta de ampliar a capacidade do aparelho em diferentes condições de iluminação.

Pro e Pro Max recebem foco nas câmeras

Os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o posicionamento de aparelhos voltados a usuários que procuram o máximo em fotografia e vídeo dentro do ecossistema da Apple.

Além das câmeras atualizadas, os celulares são equipados com o novo chip A20 Pro de 2 nanômetros, que promete aumento de desempenho e eficiência energética. Os aparelhos também receberam melhorias no gerenciamento térmico e na autonomia, além de um recurso que identifica fotos criadas com IA.

A combinação entre processamento mais potente e novo sistema óptico é importante porque muitos dos recursos avançados de fotografia dependem justamente da capacidade do aparelho de analisar e processar grandes quantidades de dados rapidamente.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Apple Watch Ultra 4 chega com sensor mais preciso do mundo em um vestível

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) o Apple Watch Ultra 4 e o Apple Watch Series 12, novas gerações de seus relógios inteligentes. Embora tenham propostas diferentes, os dois modelos compartilham uma das principais novidades da geração: o Sistema de Sensoriamento de Saúde, que promete oferecer o monitoramento de frequência cardíaca mais preciso em um dispositivo vestível.

A tecnologia combina novos sensores ópticos e elétricos com o chip S11, permitindo medições mais recorrentes da frequência cardíaca e da variabilidade da frequência cardíaca (VFC). Os dados servem de base para novos recursos de saúde e condicionamento físico, incluindo a inédita pontuação de prontidão, que tenta indicar se o corpo está preparado para atividades mais intensas ou se precisa de recuperação.

Apple Watch Ultra 4 tem bateria para até 50 horas

O Apple Watch Ultra 4 mantém a proposta de ser o modelo mais resistente da família, com caixa de titânio disponível nas opções natural e preto. O relógio também ganhou melhorias direcionadas a atletas e aventureiros, incluindo o que a Apple classifica como o GPS integrado mais preciso em um relógio esportivo.

A autonomia é um dos principais diferenciais. O Ultra 4 promete até 50 horas de uso diário, podendo chegar a 84 horas no modo de pouca energia. Para atividades ao ar livre, o modo de treino estendido oferece até 25 horas de rastreamento com GPS completo, enquanto o modo de treino máximo estendido chega a 45 horas, com leituras de GPS a cada segundo.

A recarga rápida também evoluiu: 15 minutos na tomada podem adicionar até 18 horas de bateria.

Series 12 aposta em formato mais convencional

Já o Apple Watch Series 12 mantém a proposta de smartwatch tradicional, mas recebe o mesmo sistema de sensoriamento de saúde e o chip S11. O modelo mede a frequência cardíaca a cada cinco segundos ao longo do dia, utilizando LEDs verdes maiores e mais eficientes no sensor óptico.

A VFC passa a ser medida até 24 vezes mais frequentemente. A Apple divide o indicador em duas categorias: VFC de Recuperação, voltada para sinais diários de estresse e recuperação, e VFC Geral, direcionada a informações mais amplas sobre a saúde cardiovascular.

O Series 12 terá caixas de 42 mm e 46 mm, com opções de alumínio, titânio e cerâmica. Entre os acabamentos estão preto, ouro claro, cinza espacial, titânio natural, ouro radiante, branco pérola e azul noite.

A autonomia chega a 24 horas, enquanto 15 minutos de carregamento garantem até 12 horas adicionais de bateria. Em treinos ao ar livre, a Apple promete até 10 horas de uso.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.37.48

Prontidão transforma dados em uma nota de 0 a 10

Nos dois relógios, o novo recurso de prontidão reúne atividade recente, carga de treinamento, sinais vitais e pontuação de sono para gerar uma nota diária entre 0 e 10.

Em vez de apresentar apenas os números coletados pelos sensores, o sistema transforma as informações em recomendações como “Recuperar”, “Maneirar”, “Pronto” e “Vai com Tudo”. A pontuação pode mudar durante o dia conforme novos dados, como um treino intenso, são registrados.

A Apple também redesenhou o aplicativo Saúde do iPhone, que receberá no fim do ano uma nova aba Longevidade. Entre os recursos está a Idade de Saúde, que compara a evolução das métricas do usuário com sua idade real.

Apple Intelligence chega aos relógios

O chip S11 também amplia o uso de inteligência artificial nos relógios. Com o watchOS 27, a Apple Intelligence alimenta a Siri no Apple Watch, permitindo que a assistente compreenda melhor o contexto pessoal e utilize um conhecimento mais amplo.

Outro destaque é a Inteligência de Áudio. O microfone do relógio, combinado ao processamento do S11, permite identificar sons importantes como sirenes, alarmes, campainhas e choro de bebê.

O recurso Live Rewind também pode exibir em texto os últimos 15 segundos de uma conversa após um clique duplo na Digital Crown. Há ainda o Siri Recap, para resumir os principais pontos de conversas, e integração com o Shazam para identificar músicas.

O Apple Watch Series 12 parte de US$ 399 (cerca de R$ 2.036), enquanto o Apple Watch Ultra 4 começa em US$ 799 (R$ 4.078) nos Estados Unidos. A pré-venda dos dois modelos começa nesta quarta-feira (9), com disponibilidade prevista para 18 de setembro de 2026. 

Ainda não temos datas para pré-venda ou disponibilização no Brasil, mas a Apple já revelou que o novo Apple Watch Ultra 4 terá preços a partir de R$ 10.499, enquanto Apple Watch Series 12 parte de R$ 5.499 com várias versões. Veja os preços para cada variante:

Configuração Preço inicial no Brasil
Apple Watch Series 12 Alumínio a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 Titânio a partir de R$ 9.299
Apple Watch Series 12 Cerâmica a partir de R$ 11.899
Apple Watch Series 12 42 mm a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 46 mm a partir de R$ 6.099
Apple Watch Series 12 GPS a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 GPS + Cellular a partir de R$ 6.799

Durante a apresentação, a Apple também anunciou a nova geração do iPhone e dos seus fones AirPods.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Agora você pode vender seu celular usado em quiosque de shopping

Quem tem um celular usado parado em casa agora pode ter uma nova opção para fazer a troca presencialmente. A Trocafone, empresa especializada na compra e venda de smartphones e notebooks seminovos, inaugurou em agosto um quiosque no Shopping Taboão, na Grande São Paulo, ampliando a presença física da marca.

O espaço permite que consumidores levem seus próprios aparelhos para avaliação e utilizem o valor oferecido como parte do pagamento de outro celular. A iniciativa faz parte do serviço Troca Fácil e busca simplificar o processo de substituição de um smartphone antigo por outro dispositivo.

O principal destaque do novo quiosque é justamente a possibilidade de levar um smartphone usado para avaliação presencial. Depois da análise, o consumidor recebe um valor pelo aparelho e pode utilizá-lo na compra de outro dispositivo disponível na Trocafone.

“Com o Troca Fácil, o cliente pode avaliar seu aparelho usado e utilizar esse valor no ato da compra de outro dispositivo. É uma forma de tornar a jornada de troca mais simples e conveniente”, explica Flavio Peres, CEO da Trocafone.

Além da avaliação, o consumidor pode conferir presencialmente os smartphones seminovos disponíveis no catálogo da empresa. Na loja online, os aparelhos são classificados como excelente, muito bom, bom e outlet. No quiosque, é possível observar pessoalmente o estado de conservação antes de tomar uma decisão.

Quiosque também vende celulares seminovos

A nova unidade não funciona apenas como ponto para entregar aparelhos usados. O consumidor também pode conhecer os modelos de smartphones seminovos da Trocafone, comparar opções e tirar dúvidas com a equipe.

Celular e cartão

 Segundo Peres, a ideia é combinar a praticidade da operação digital com a possibilidade de atendimento presencial.

“O quiosque complementa nossa operação digital ao permitir que o consumidor conheça o aparelho, compare opções e tire dúvidas presencialmente. A proposta é reunir a conveniência do ambiente online com a proximidade do atendimento físico”, afirma o executivo.

A unidade conta com profissionais capacitados para orientar os clientes e, nos próximos meses, também deve ampliar a oferta para acessórios e serviços, incluindo aplicação de películas.

Outro serviço planejado para o espaço é o recebimento de aparelhos para reparo. Os consertos não serão realizados no próprio quiosque: os dispositivos entregues pelos clientes serão encaminhados para o centro especializado da Trocafone, onde passarão pelo processo de manutenção. Depois da conclusão do serviço, o consumidor poderá retirar o aparelho novamente no quiosque.

A operação segue o modelo já utilizado pela empresa por meio do ReparoFone, mas amplia as possibilidades oferecidas ao cliente no mesmo espaço físico. Dessa forma, o quiosque passa a concentrar diferentes etapas relacionadas ao ciclo de vida dos smartphones: compra de aparelhos usados, aquisição de seminovos, acessórios e encaminhamento para reparos.

Por enquanto, a empresa não informou se pretende levar o formato para outros shoppings ou cidades.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Samsung lança novo celular baratinho com bateria grande e preço baixo

A Samsung anunciou um novo smartphone de entrada para quem procura um celular simples, com bateria grande e preço baixo. O Galaxy A07s foi lançado inicialmente na Jordânia por 119 dinares jordanianos, aproximadamente R$ 940 em conversão direta.

O aparelho aposta em especificações voltadas para tarefas do dia a dia, como redes sociais, navegação na internet e consumo de vídeos. Apesar do preço acessível, o modelo inclui alguns recursos que costumam ser valorizados nessa categoria, como tela de 90 Hz, câmera principal de 50 MP e bateria de 5.000 mAh.

O Galaxy A07s conta com uma tela LCD de 6,7 polegadas, resolução HD+ e taxa de atualização de 90 Hz. No desempenho, o celular utiliza o MediaTek Helio G99+, acompanhado de até 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno.

O espaço ainda pode ser ampliado por meio de cartão microSD, uma alternativa interessante para usuários que armazenam muitos vídeos, fotos e aplicativos.

O conjunto de câmeras inclui um sensor principal de 50 MP e sensor de profundidade de 2 MP na traseira, enquanto a câmera frontal tem 8 MP para selfies e chamadas de vídeo.

galaxy a07s

Bateria de 5.000 mAh é um dos destaques

Entre os principais atrativos do Galaxy A07s está a bateria de 5.000 mAh. A capacidade é comum em smartphones atuais, mas continua sendo um diferencial importante em aparelhos de entrada, especialmente para quem prioriza autonomia durante o dia.

O celular também oferece certificação IP54, que proporciona resistência contra poeira e respingos de água. Há ainda leitor de impressões digitais na lateral e entrada P2 de 3,5 mm para fones de ouvido, recurso que vem desaparecendo de aparelhos mais caros.

O Galaxy A07s foi colocado à venda inicialmente na região do Levante, tendo a Jordânia como primeiro mercado confirmado. A Samsung ainda não confirmou quando o aparelho será lançado em outros países, incluindo o Brasil. A linha Galaxy A07, de modo geral, permanece posicionada abaixo da faixa de US$ 200 em mercados internacionais.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Chinesa cria lente retrô para câmera por R$ 500; original passa de R$ 3 mil

Uma nova lente da fabricante chinesa SG-Image promete chamar a atenção de fotógrafos que gostam do visual clássico das câmeras antigas, mas não querem abrir mão de recursos modernos. A empresa está preparando uma objetiva 35 mm f/1.4 com autofoco para câmeras mirrorless APS-C, inicialmente com encaixe Fujifilm X, por apenas 649 yuan (cerca de R$ 500 em conversão direta).

O preço é especialmente chamativo quando comparado ao de uma lente Fujifilm com especificações semelhantes. Na China, o modelo original custa cerca de 4.000 yuan, o equivalente a mais de R$ 3 mil. A diferença coloca a novidade da SG-Image como uma alternativa consideravelmente mais barata para quem procura uma objetiva clara e versátil.

O principal diferencial da SG-Image está no design. Com construção metálica e acabamento que remete às lentes antigas, a objetiva parece ter saído diretamente dos anos 1950. O destaque fica por conta do elaborado anel de foco, que reforça a proposta retrô.

Por dentro, a tecnologia é atual. A lente tem autofoco e abertura máxima de f/1.4, característica que permite maior entrada de luz e pode ajudar a produzir imagens com fundo desfocado. O projeto óptico é formado por sete elementos distribuídos em seis grupos.

A distância mínima de foco é de 35 centímetros, enquanto o diâmetro para filtros é de 52 mm. A lente será oferecida em três opções de acabamento: prata, preta e uma versão bicolor em preto e prata.

Há ainda uma versão mais completa, vendida por 699 yuan (R$ 550), que inclui um para-sol metálico.

SG-Image lente

35 mm é uma das lentes mais procuradas

A escolha da distância focal de 35 mm não é por acaso. Em câmeras APS-C da Fujifilm, a combinação oferece um campo de visão equivalente a aproximadamente 52,5 mm no formato full frame, ficando próxima da perspectiva considerada "normal".

Já em sistemas full frame, os 35 mm são tradicionalmente associados à fotografia de rua, registros urbanos, viagens e fotojornalismo. A distância focal permite enquadrar uma cena de maneira relativamente ampla sem produzir a sensação de exagero típica de lentes ultragrande-angulares.

A abertura f/1.4 também torna a objetiva interessante para fotografar em situações de pouca luz e para criar imagens com profundidade de campo reduzida. Com isso, a SG-Image combina uma especificação bastante procurada com um preço agressivo.

A lente será lançada inicialmente para o encaixe Fujifilm X, mas a fabricante deve ampliar a compatibilidade posteriormente. Versões para Sony E e Nikon Z são esperadas em breve.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

EUA voltam atrás e querem proibir drones que já tinham sido aprovados

A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) está preparando uma ampliação da proibição de drones no país e pode incluir modelos que já haviam sido aprovados anteriormente pela própria agência.

A medida afetaria equipamentos com recursos considerados de risco à segurança nacional, incluindo sensores LiDAR, câmeras térmicas e dispensadores de aerossol.

A proposta pode atingir modelos da DJI, incluindo drones de consumo como o DJI Air 3S, DJI Avata 360 e DJI Mini 5 Pro. Segundo a FCC, a eventual proibição não afetaria unidades que já tenham sido compradas pelos consumidores.

Em um aviso público divulgado no mês passado, a FCC afirmou que está estudando a possibilidade de estender as restrições a categorias de drones que o governo dos EUA considera capazes de possuir recursos de nível militar.

A proposta também contempla drones capazes de integrar artigos de defesa, equipamentos que utilizam estações de acoplamento (docking stations) e os chamados drones em nuvem (swarming drones).

A medida representa uma mudança em relação à política adotada anteriormente pela agência. Em dezembro de 2025, a FCC havia colocado drones de fabricação estrangeira e componentes considerados críticos na Covered List, relação que reúne equipamentos e serviços de comunicação classificados com risco inaceitável à segurança nacional.

Naquele momento, a restrição era direcionada principalmente a novos modelos, permitindo que drones que já tinham sido aprovados e estavam no mercado continuassem sendo vendidos.

Caso a medida avance, a consequência principal será impedir que a DJI e outras fabricantes comercializem novas unidades dos modelos incluídos na restrição.

drone dji

Drones já comprados não serão proibidos

A FCC afirma que a medida não afetará drones que já foram adquiridos pelos consumidores. Ou seja, quem já possui um dos equipamentos não teria seu dispositivo proibido de funcionar simplesmente por causa da nova regra.

Isso não significa que os proprietários não possam enfrentar consequências no futuro. A restrição pode dificultar o acesso a peças de reposição e atualizações de software, além de eventualmente afetar determinados recursos que dependam de serviços ou suporte da fabricante.

A DJI se manifestou contra a proposta em uma publicação no blog oficial da empresa. A fabricante classificou a iniciativa como uma “reversão total” da posição adotada anteriormente pela FCC.

A empresa também pediu que consumidores e outras partes interessadas se manifestem sobre a proposta durante o período de consulta pública.

A FCC está recebendo comentários sobre a possível inclusão dos drones com recursos de nível militar nas restrições até 2 de setembro. Depois desse período, a agência poderá avaliar as manifestações recebidas antes de decidir os próximos passos.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Este amplificador parece um robô e custa mais de R$ 3 milhões; veja detalhes

A Goldmund, fabricante suíça de equipamentos de áudio de alto padrão, apresentou o Telos 9800, um novo amplificador voltado para o mercado de audiófilos que não economizam para buscar uma experiência sonora de alto nível: o sistema tem preço de US$ 500 mil, mais de R$ 3 milhões em conversão direta.  

O equipamento chama atenção não apenas pelas especificações, mas também pelo design futurista, que lembra robôs de filmes e séries de ficção científica.

Apesar do visual chamativo, o Telos 9800 foi desenvolvido principalmente para oferecer desempenho aos sistemas de áudio de alto padrão. O amplificador entrega 1.560 W de potência em 8 ohms, característica voltada para instalações que utilizam caixas acústicas de alto desempenho.

O equipamento também possui um transformador integrado de 9,7 kVA, projetado para fornecer capacidade elétrica suficiente e proteger os componentes do sistema durante a operação.

A Goldmund adotou uma arquitetura dividida em duas etapas. Dessa forma, a fonte de alimentação e o amplificador ficam separados, uma abordagem que busca contribuir para o funcionamento do conjunto e reduzir interferências entre os diferentes componentes.

Visual inspirado em robôs

O design é um dos principais elementos que diferenciam o Telos 9800 de amplificadores convencionais. O equipamento possui uma estrutura vertical de aparência futurista, com dimensões de 1,367 metro de altura e uma base de 50 x 50 centímetros.

O tamanho também se reflete no peso. O conjunto chega a 360 kg, o que reforça que se trata de um equipamento desenvolvido para instalações de áudio de grande porte e não para uso doméstico convencional.

h4i4i3srDPJ9YWPEZwJ4VP-970-80

Mesmo com o design diferenciado, o sistema mantém conexões conhecidas no segmento de alta fidelidade. O Telos 9800 oferece entradas e saídas XLR, RCA e S/PDIF, permitindo sua integração com diferentes equipamentos de áudio.

Além do desempenho, a Goldmund aposta no equipamento como uma peça de design. O visual inspirado em robôs e as enormes dimensões fazem do Telos 9800 um produto que chama atenção mesmo antes de ser ligado.

Especificações do Goldmund Telos 9800

Característica

Detalhe

Potência

1.560 W em 8 ohms

Transformador

9,7 kVA

Arquitetura

Fonte de alimentação e amplificador separados

Conexões

XLR, RCA e S/PDIF

Dimensões

1,367 m de altura; base de 50 x 50 cm

Peso

360 kg

Preço

US$ 500 mil (mais de R$ 3 milhões)

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

iPhone dobrável vai ser maior, mas não resolve o principal problema da Apple

A Apple pode estar planejando aumentar o tamanho da tela das futuras gerações do iPhone dobrável, mas a mudança pode não resolver o principal obstáculo para a popularização desse tipo de aparelho: o preço elevado. Segundo o analista Mark Gurman, o chamado iPhone Ultra 3, previsto para 2028, deve contar com uma tela maior.

A expectativa é que o primeiro dobrável da Apple seja apresentado em breve, enquanto a companhia já estaria planejando as próximas versões do dispositivo. A estratégia indica que a Apple considera os celulares dobráveis uma parte importante de seu futuro, mas o aumento das dimensões pode ter impacto limitado nas vendas.

O principal obstáculo para os celulares dobráveis continua sendo o preço. Apesar de despertarem interesse por suas telas flexíveis e formatos diferentes, esses aparelhos geralmente ocupam o topo das tabelas de preços das fabricantes.

Modelos como Galaxy Z Fold e Pixel Pro Fold mostram que o formato de livro consegue oferecer telas maiores e hardware avançado, mas ainda permanece distante do orçamento da maioria dos consumidores.

O problema pode ser ainda maior no caso da Apple. A expectativa é que o primeiro iPhone dobrável seja posicionado como um produto premium, o que pode colocar seu preço muito acima dos iPhones tradicionais mais avançados.

Na prática, uma tela maior não elimina o custo elevado de produzir um aparelho dobrável. A tecnologia exige componentes específicos, mecanismos de dobradiça e displays flexíveis, fatores que contribuem para aumentar o preço final.

iPhone dobrável

Mercado mostra impacto dos preços altos

O cenário geral do mercado de smartphones também reforça a importância do preço. O preço médio de venda dos celulares deve subir de US$ 467 em 2025 para US$ 565 em 2026, aumento de 21%.

Ao mesmo tempo, as remessas globais de smartphones devem cair 12,2%. Embora esse movimento esteja relacionado principalmente ao encarecimento dos modelos de entrada e intermediários, ele reforça uma relação conhecida no setor: preços mais altos tendem a reduzir a demanda.

O problema é que reduzir o preço de um dobrável pode ser particularmente difícil neste momento. A indústria de tecnologia enfrenta pressões na cadeia de suprimentos e aumento nos custos de componentes, incluindo memórias.

Mesmo que a Apple queira transformar o iPhone Ultra em um produto mais acessível, a empresa precisaria encontrar maneiras de baratear a fabricação sem comprometer a experiência característica dos seus aparelhos premium.

O aumento da tela pode melhorar a experiência de uso, mas não deve resolver sozinho o principal problema dos dobráveis. Para que o formato realmente alcance um público maior, a Apple provavelmente terá de encontrar uma forma de reduzir a diferença de preço em relação aos iPhones tradicionais de alto desempenho.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Starlink sem antena direto no celular: o que muda na prática?

A decisão da Anatel de abrir caminho para serviços de comunicação direta entre satélites e celulares representa um dos maiores avanços recentes nas telecomunicações brasileiras. 

A medida permite a utilização de frequências voltadas à tecnologia Direct-to-Device (D2D), criando as bases regulatórias para que empresas como a Starlink possam oferecer cobertura diretamente para smartphones compatíveis, sem a necessidade de antenas parabólicas instaladas.

Muitos podem pensar que isso significa que qualquer pessoa poderá abandonar as operadoras tradicionais, mas a resposta é mais complexa. Confira abaixo o que realmente muda:

-
Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.
-

O que a Anatel aprovou?

A agência não autorizou imediatamente um serviço comercial, como a Starlink, mas atualizou a regulamentação para permitir o uso de faixas de radiofrequência destinadas à comunicação direta entre satélites e dispositivos móveis.

Essa mudança abre caminho para pedidos de operação de tecnologias como o Starlink Direct to Cell.

O celular vai se conectar direto ao satélite?

Sim. A proposta é que smartphones compatíveis utilizem sua própria antena 4G LTE para se comunicar diretamente com satélites de baixa órbita, sem necessidade de instalar a tradicional antena residencial da Starlink.

Os satélites funcionam como verdadeiras torres de celular no espaço.

A tecnologia Direct-to-Device dispensa a necessidade da cobertura de antenas (Envato/yongkiet)

Vou poder cancelar meu plano de celular?

Ainda não. Pelo menos no início, a tecnologia deve funcionar como uma cobertura complementar, entrando em ação quando não houver sinal das redes móveis terrestres.

O serviço continuará dependendo de acordos entre a Starlink e operadoras brasileiras, além das autorizações regulatórias necessárias.

A internet será igual ao 5G?

Não, as primeiras gerações da tecnologia priorizam conectividade básica. Em muitos mercados, o foco inicial é permitir envio e recebimento de mensagens, localização e chamadas de emergência.

O suporte para dados móveis mais rápidos deve chegar de forma gradual conforme a capacidade da rede evoluir.

Quais frequências entram nessa mudança?

A Anatel passou a permitir a destinação de faixas específicas para comunicações via satélite, incluindo bandas utilizadas em enlaces de subida e descida entre satélites e estações terrestres, criando o ambiente regulatório necessário para operações Direct-to-Device. 

Entre elas estão faixas como 12,7–13,25 GHz, 13,75–14 GHz, 14,5–14,8 GHz, 17,7–20,2 GHz, 29,1–29,5 GHz e outras previstas na consulta pública sobre a expansão da Starlink no Brasil. 

Essas frequências são diferentes das bandas de 4G e 5G usadas pelos celulares; o smartphone continua utilizando seu modem LTE, enquanto os satélites operam em espectros próprios autorizados pela agência.

Atualmente a Starlink já oferece internet domiciliar no Brasil e busca expandir seus serviços no país (Evgeny Opanasenko/Unsplash)

Todos os celulares serão compatíveis?

Não, apenas aparelhos que possuam suporte à tecnologia Direct to Cell poderão utilizar o serviço. Diversos modelos recentes já foram preparados pelos fabricantes para essa função, mas celulares antigos ficarão de fora.

Quem mais deve se beneficiar?

Os maiores beneficiados serão moradores de áreas rurais, comunidades isoladas, motoristas em rodovias, embarcações, trilhas e regiões onde hoje não existe cobertura de telefonia móvel.

Em vez de substituir as redes celulares tradicionais, a tecnologia funcionará como uma extensão delas, reduzindo as chamadas "áreas de sombra".

Quando o serviço começa no Brasil?

Ainda não existe uma data oficial. A decisão da Anatel representa um passo regulatório importante, mas a oferta comercial ainda depende da aprovação definitiva dos pedidos das operadoras, da coordenação das frequências e da assinatura de acordos com empresas de telefonia. 

O caminho foi aberto, mas ainda há etapas técnicas e regulatórias antes que brasileiros possam usar o celular conectado diretamente aos satélites da Starlink.

Leia a matéria no Canaltech.

  •  

Tablet para crianças: vale a pena um modelo infantil ou um iPad antigo?

Quando o assunto é tablet para criança, muitos pais ficam em dúvida entre investir em um modelo infantil, com capa emborrachada e recursos pensados para os pequenos, ou optar por um iPad ou Galaxy Tab usado.

À primeira vista, os aparelhos infantis parecem a escolha mais segura, mas nem sempre oferecem a melhor experiência no dia a dia. Em muitos casos, um tablet de categoria superior, mesmo com alguns anos de uso, entrega desempenho e longevidade muito maiores.

A decisão depende principalmente do equilíbrio entre resistência física, desempenho e tempo de vida útil.

Tablets infantis: resistentes, mas com limitações

Fabricantes como Positivo e Multi oferecem tablets desenvolvidos para crianças, normalmente acompanhados de capas grossas de borracha, alças para transporte e sistemas de controle parental. A proposta é suportar quedas e facilitar o uso pelos pequenos.

O problema é que esses aparelhos costumam utilizar processadores de entrada, pouquíssima memória RAM e armazenamento limitado. Isso significa que, embora funcionem bem para vídeos, livros digitais e jogos muito simples, podem apresentar lentidão após algum tempo de uso ou quando vários aplicativos ficam instalados.

Outro ponto é o suporte de software. Muitos modelos recebem poucas atualizações, o que reduz a compatibilidade com aplicativos mais recentes ao longo dos anos.

i924655

Para crianças pequenas, que utilizam basicamente plataformas de vídeos, aplicativos educativos e desenhos, eles ainda cumprem seu papel. Porém, conforme a idade avança e o uso se torna mais exigente, as limitações aparecem rapidamente.

Um iPad antigo ainda faz sentido?

Em muitos casos, sim. Um iPad de gerações anteriores ou um Galaxy Tab intermediário usado costuma oferecer processadores significativamente mais rápidos, telas de melhor qualidade e maior tempo de suporte aos aplicativos.

Mesmo modelos lançados há alguns anos ainda conseguem executar jogos educativos, chamadas de vídeo, plataformas de ensino e aplicativos de desenho com muito mais fluidez do que diversos tablets infantis vendidos atualmente.

A principal desvantagem é a resistência. Diferente dos modelos infantis, esses aparelhos não possuem proteção reforçada de fábrica. Felizmente, esse problema pode ser resolvido com capas emborrachadas de boa qualidade e películas resistentes, que aumentam bastante a proteção contra quedas.

Outro cuidado importante é verificar o estado da bateria e da tela antes da compra, já que aparelhos usados podem apresentar desgaste após anos de utilização.

O que pesa mais na prática?

Para crianças de até cinco anos, a resistência costuma ser o fator mais importante. Nessa fase, quedas são frequentes e o uso normalmente se limita a vídeos, músicas e aplicativos educativos.

i1088703

Já para crianças em idade escolar, o desempenho passa a fazer mais diferença. Videoaulas, pesquisas, leitura de PDFs, aplicativos de desenho e jogos exigem um hardware mais competente. Nesses casos, um iPad antigo ou um Galaxy Tab usado costuma proporcionar uma experiência mais agradável e permanecer útil por mais tempo.

Também vale considerar o custo-benefício. Em algumas situações, um tablet usado de categoria superior pode custar praticamente o mesmo que um modelo infantil novo, oferecendo desempenho muito superior.

Se a prioridade é máxima resistência para crianças muito pequenas, um tablet infantil continua sendo uma alternativa interessante. Porém, pensando em longevidade e desempenho, um iPad ou Galaxy Tab geralmente representa um investimento mais inteligente.

Com uma boa capa protetora, esses aparelhos combinam durabilidade suficiente para o uso doméstico com uma experiência muito mais fluida. Isso reduz a frustração causada por travamentos, aumenta a vida útil do dispositivo e acompanha melhor o crescimento da criança, tornando a compra mais vantajosa no longo prazo.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Robô aspirador arranha piso de madeira ou porcelanato? O que dizem especialistas

Os robôs aspiradores se tornaram aliados da limpeza doméstica, mas ainda despertam uma dúvida comum: eles podem arranhar pisos de madeira ou porcelanato?

Segundo Elsa Zhao, Country Manager da Dreame no Brasil, quando o equipamento é utilizado corretamente, o risco é praticamente nulo. Na maioria dos casos, o problema surge por falta de manutenção ou pelo contato com partículas abrasivas presas às escovas e rodas.

O que realmente pode causar riscos no piso?

Embora os robôs aspiradores sejam projetados para trabalhar sobre diferentes tipos de revestimento, nenhum equipamento está completamente livre de provocar pequenos danos caso seja utilizado em condições inadequadas. Zhao explica que o principal cuidado deve estar relacionado à limpeza do próprio aparelho.

"O robô aspirador, por si só, não arranha o piso. O problema costuma surgir quando partículas como areia, pequenas pedras ou outros resíduos ficam presos nas escovas ou nas rodas. Por isso, a manutenção periódica é essencial para preservar tanto o equipamento quanto o revestimento da casa"

Grãos de areia, por exemplo, possuem alto poder abrasivo. Quando ficam presos entre as rodas ou na escova principal, podem ser arrastados durante a limpeza, funcionando como uma espécie de lixa sobre superfícies mais delicadas.

i1118165

Madeira exige alguns cuidados extras

Pisos de madeira natural, laminados e vinílicos costumam ser mais sensíveis do que porcelanatos e cerâmicas. Isso não significa que o robô aspirador seja incompatível com esses materiais, mas exige alguns cuidados simples.

Segundo Zhao, manter rodas, escovas e panos sempre limpos reduz significativamente qualquer possibilidade de desgaste.

"A recomendação é verificar regularmente as rodas e remover cabelos, poeira e qualquer resíduo acumulado. Também é importante substituir escovas desgastadas conforme a orientação do fabricante para garantir um deslocamento suave sobre o piso"

Outro ponto importante é evitar que o robô circule em áreas onde haja areia acumulada, como próximas à porta de entrada ou à varanda, sem uma limpeza prévia.

Porcelanato também merece atenção

O porcelanato apresenta alta resistência contra riscos, especialmente nas versões de acabamento acetinado ou técnico. Ainda assim, resíduos abrasivos continuam sendo o maior inimigo da superfície.

Mesmo modelos equipados com esfregão rotativo ou função de passar pano dificilmente provocam danos quando os panos estão limpos e livres de sujeira acumulada. Por isso, a limpeza dos panos também faz parte da manutenção preventiva.

"Os sistemas de navegação e as rodas dos robôs modernos foram desenvolvidos para distribuir o peso de maneira uniforme. Quando o equipamento está em boas condições, ele desliza suavemente sobre porcelanato, cerâmica e outros revestimentos", explica Zhao.

i992029

Como evitar qualquer risco?

Algumas medidas simples ajudam a preservar qualquer tipo de piso:

  • Limpar escovas, rodas e panos regularmente;
  • Remover areia e pequenas pedras antes da limpeza automática;
  • Trocar componentes desgastados conforme indicado pelo fabricante;
  • Evitar que objetos metálicos fiquem presos sob o robô durante o funcionamento.

Também vale inspecionar periodicamente as rodas para verificar se há fios de cabelo ou linhas enroladas, o que pode alterar o movimento do equipamento.

Então, o robô aspirador arranha o piso?

Na prática, não. Quando recebe manutenção adequada e é utilizado em pisos limpos, o robô aspirador foi desenvolvido justamente para realizar a limpeza sem causar danos aos revestimentos.

Como destaca Elsa Zhao, o maior risco não está no aparelho, mas nos resíduos presos às escovas e rodas ao longo do uso. Com uma rotina simples de manutenção, tanto pisos de madeira quanto porcelanatos podem ser limpos diariamente com segurança, aproveitando toda a praticidade que esse tipo de equipamento oferece.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  
❌