A Caviar transformou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max em peças de luxo com a nova coleção Contrast Edition, com versões com acabamentos em titânio, fibra de carbono e ouro 24 quilates, com estoque limitado a apenas 50 unidades de cada modelo. Os preços partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) e chegam a US$ 7.840 (R$ 40.141).
A coleção foi apresentada pela Caviar como uma celebração dos 50 anos da Apple e dos 15 anos da própria marca. O foco está na parte traseira dos aparelhos, que recebe peças personalizadas com materiais diferentes dos encontrados nas versões tradicionais do iPhone.
O modelo Titanium Grey tem corpo cinza com um painel traseiro de titânio preto escovado, enquanto o Black Moon traz uma peça de titânio prateado e uma maçã da Apple com acabamento PVD. Os dois partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) na configuração de 256 GB.
Fibra de carbono e ouro 24K
A Caviar também criou duas versões com fibra de carbono. A Sky Blue combina o corpo azul-claro com um painel escuro feito de fibra de carbono moldada. O preço começa nos mesmos US$ 7.130 (R$ 36.506).
Já o Dark Red tem corpo vinho e uma peça de fibra de carbono com veios roxos. O logo da Apple recebe acabamento em ouro 24 quilates. Essa versão custa a partir de US$ 7.410 (R$ 37.939).
O modelo mais caro da coleção é o Gold Wine, que traz corpo em tom vinho e uma peça de liga usada em joias, com dupla camada de ouro 999, equivalente ao ouro 24K. O preço inicial é de US$ 7.840 (R$ 40.141).
Hardware do iPhone continua igual
Apesar dos materiais e do preço muito acima do padrão, por dentro, o iPhone 18 Pro mantém o hardware original da Apple, com o chip A20 Pro de 2 nanômetros, responsável pelo ganho de até 40% de desempenho em relação ao iPhone 17 Pro.
O aparelho também traz nova câmara de vapor para ajudar no controle de temperatura, modem C2 desenvolvido pela Apple e iOS 27 com recursos de inteligência artificial.
No conjunto de câmeras, a principal tem 48 MP e abertura variável entre f/1.8 e f/4, permitindo ajustar a entrada de luz e a profundidade de campo. O sistema ainda traz Focus Tracking para acompanhar objetos em movimento durante vídeos.
O valor extra desse iPhone de ouro está ligado ao acabamento externo, à embalagem personalizada e à produção limitada. Todas as versões têm garantia de um ano. A marca é responsável por lançar iPhones de ouro que custam mais que um carro.
A Meta prepara novos óculos inteligentes sem câmera. O modelo, conhecido internamente como Luna, pode ser apresentado durante a conferência Connect, marcada para 23 e 24 de setembro, com início das entregas previsto para outubro. O objetivo é oferecer recursos de inteligência artificial sem o componente que mais gera críticas nos atuais óculos da empresa.
O Luna deve chegar em dois estilos, chamados Clubmaster e Burbank. Mesmo sem câmera, os óculos devem ter seis microfones, alto-falantes direcionados para os ouvidos e um botão lateral para acionar rapidamente a Meta AI.
Óculos sem câmera para evitar problemas de privacidade
A mudança acontece enquanto os óculos inteligentes da Meta enfrentam críticas relacionadas a gravações feitas sem o conhecimento de outras pessoas. Os modelos atuais têm uma luz de LED que pisca durante fotos e vídeos, mas já foram identificadas formas de burlar esse indicador.
A Meta lançou atualizações para detectar alterações físicas no LED e impedir gravações quando o sistema identifica uma tentativa de desativar o aviso. Em agosto, a empresa também corrigiu uma brecha que permitia cobrir a luz depois do início da gravação.
Mesmo assim, a preocupação continua. No Reino Unido, por exemplo, cinemas já discutem possíveis restrições aos óculos com câmera por causa do risco de gravações clandestinas e pirataria. Teatros, restaurantes, pubs e tribunais também adotaram regras contra os dispositivos em alguns casos.
A discussão ainda envolve acessibilidade. Os óculos podem oferecer recursos úteis para pessoas com deficiência visual ou auditiva, como ferramentas de assistência e legendas personalizadas.
Luna aposta em inteligência artificial
Sem câmera, o novo modelo deve ter uma proposta mais voltada para interação por voz com a inteligência artificial. Os seis microfones permitiriam conversar com a Meta AI e com o agente de IA para consumidores chamado Muse.
A estrutura também deve ser mais discreta, com hastes mais finas para aproximar a aparência dos óculos convencionais. A expectativa é que isso ajude a atrair consumidores que evitaram os modelos atuais justamente por causa das preocupações envolvendo privacidade.
A Meta já vendeu cerca de 7 milhões de unidades de seus óculos inteligentes, segundo a segunda fonte. O Luna representaria, portanto, uma mudança de estratégia dentro da própria categoria, trocando a câmera por recursos de voz e IA.
A Xiaomi lançou na China uma máquina de espresso que tenta facilitar até as etapas mais trabalhosas do preparo. A Mijia Smart Italian Semi-Automatic Coffee Maker Pro pesa o café sozinha, mói os grãos e tem um sistema pensado para evitar que o pó fique grudado no moedor. Tudo por 4.999, cerca de R$ 3.799.
A cafeteira foi criada para quem prefere preparar a bebida com grãos inteiros. O próprio equipamento faz a moagem, calcula a quantidade de café e segue para a extração, sem exigir que o usuário pese os grãos em uma balança separada.
O moedor consegue medir a quantidade de pó em intervalos de 0,1 grama. Para reduzir a sujeira causada pelo café, a Xiaomi colocou um sistema baseado em plasma que diminui a eletricidade estática e ajuda a evitar que os grãos moídos fiquem presos no compartimento.
A máquina também consegue preparar espresso e vaporizar o leite simultaneamente. Para isso, há duas bombas de água e sistemas de aquecimento separados. Os caminhos de água quente e fria também são independentes, permitindo preparar bebidas quentes ou extrações frias sem misturar as temperaturas.
Xiaomi aposta em preparo mais automatizado
O controle da temperatura durante a extração fica por conta de cinco sensores e de um sistema que ajusta o aquecimento conforme a necessidade.
Segundo a Xiaomi, a máquina consegue preparar mais de dez xícaras seguidas sem apresentar uma queda perceptível no desempenho.
A espuma do leite também pode ser feita automaticamente. O usuário escolhe entre leite de vaca e diferentes opções vegetais, enquanto a máquina ajusta o processo para chegar à textura desejada. Há ainda nove níveis de configuração, incluindo opções para moagem e temperatura do leite.
App ensina até quem nunca fez espresso
A Mijia Smart Italian Semi-Automatic Coffee Maker Pro pode ser conectada ao aplicativo Xiaomi Home, que reúne centenas de receitas.
Para iniciantes, há um tutorial que acompanha o preparo da primeira xícara, passando pela moagem, compactação do café, extração, espuma do leite e limpeza.
Pouco depois da chegada do iPhone 18 Pro, a Vivo resolveu olhar para a geração anterior da Apple. A chinesa confirmou nesta terça-feira (15) o lançamento do Vivo V80 na Índia e revelou parte do design do aparelho, que lembra bastante o iPhone 17 Pro. A semelhança fica especialmente evidente na versão laranja e no grande módulo retangular de câmeras na traseira, que também traz a marca Zeiss.
A Vivo publicou uma prévia do celular e colocou no ar páginas do V80 em seu site indiano e na Flipkart. Nas imagens divulgadas, o smartphone aparece com acabamento laranja e um bloco de câmeras retangular.
O módulo reúne os sensores fotográficos e o flash de LED. A traseira também exibe a marca Zeiss, indicando a participação da empresa especializada em lentes no conjunto de câmeras.
O aparelho será equipado com OriginOS, sistema usado pela Vivo. A fabricante ainda não revelou todos os detalhes do celular e promete divulgar informações sobre câmera, inteligência artificial, bateria e tela em breve.
Igualzinho o iPhone 17 Pro
A semelhança com o iPhone 17 Pro também chama atenção no visual. O celular da Apple ganhou uma traseira renovada com um módulo de câmeras mais largo e uma opção de acabamento laranja, justamente a cor mostrada pela Vivo no V80.
Os dois aparelhos ainda apostam em um conjunto traseiro de câmeras com formato retangular, o que deixa o novo Vivo com uma aparência que pode lembrar bastante o atual topo de linha da Apple.
Vivo V80 vai ter câmera teleobjetiva Zeiss
Entre as características esperadas para o Vivo V80 está uma tela de 6,59 polegadas em um corpo descrito como próximo de um formato compacto.
O celular também deve trazer uma câmera teleobjetiva desenvolvida em parceria com a Zeiss. A capacidade da bateria ainda não foi divulgada, mas a Vivo afirma que o modelo terá a maior bateria já vista na linha V.
A tela também é tratada pela empresa como a mais fluida da história da família V, embora detalhes sobre resolução e taxa de atualização ainda não tenham sido apresentados.
Vivo V80 pode ter carregamento de 90 W
O Vivo V80 apareceu em uma certificação da TÜV, que indicou suporte a carregamento rápido de 90 W. A informação é uma das poucas especificações técnicas já reveladas oficialmente ou por certificações.
A previsão é que o lançamento na Índia aconteça em breve. Informações anteriores apontavam para a primeira semana de outubro, enquanto rumores também indicavam preço acima de ₹60.000 no mercado indiano (R$ 3.219,27).
O Galaxy SmartTag 3 apareceu em novas imagens vazadas que revelam detalhes do design da próxima "AirTag da Samsung". O acessório deve abandonar o formato tradicional da geração atual e adotar um corpo quadrado com cantos bastante arredondados. As imagens também mostram versões nas cores branca e preta.
As imagens mostram que o Galaxy SmartTag 3 terá uma estrutura dividida entre uma moldura externa e uma grande área circular no centro. O botão central traz a marca Samsung e parece ter acabamento metálico com uma textura que lembra metal escovado.
O visual representa uma mudança em relação ao Galaxy SmartTag 2, lançado em 2023, mas curiosamente também lembra o primeiro SmartTag, que tinha um corpo quadrado arredondado com uma área circular central.
A versão branca combina uma moldura clara com a parte central mais destacada, enquanto o modelo preto aposta em um acabamento escuro em praticamente toda a estrutura.
Samsung pode retirar furo para chaveiro
Um dos detalhes mais curiosos do vazamento está justamente na forma de prender o rastreador. As imagens não mostram um furo integrado ao Galaxy SmartTag 3 para colocar uma argola, cordão ou chaveiro.
Quem quiser colocar o rastreador nas chaves, em uma mochila ou em outro objeto pode precisar comprar uma capa específica com algum tipo de alça ou argola.
A mudança pode ser importante porque o SmartTag 2 já conta com uma abertura integrada para facilitar esse tipo de uso.
Recursos e preço ainda são mistério
A Samsung ainda não confirmou oficialmente as especificações do Galaxy SmartTag 3. A expectativa é que alguns recursos da geração anterior sejam mantidos, como Bluetooth, Ultra-Wideband (UWB), NFC para o Modo Perdido e resistência contra água e poeira com certificação IP67.
O SmartTag 2 oferece até 500 dias de bateria no modo normal e pode chegar a 700 dias com o modo de economia de energia. Ainda não está claro se o novo modelo terá autonomia semelhante ou alguma melhoria. Também surgiram listagens de varejistas indicando preço de € 45,95 (R$ 272).
Além das imagens, o Galaxy SmartTag 3 já apareceu em uma certificação de órgão regulador da Coreia do Sul. A combinação dos vazamentos e da certificação indica que o lançamento pode estar próximo. Veja o que já sabemos da AirTag da Samsung.
A Samsung parece preparar um novo tipo de fone de ouvido para quem não gosta de modelos que entram no canal auditivo. O Galaxy Buds On, anteriormente conhecido pelo codinome Able, apareceu em novos vazamentos que revelam o possível design e vários recursos do acessório. Imagens e informações encontradas em versões recentes de aplicativos da Samsung indicam que o dispositivo fica preso à parte externa da orelha.
A novidade ainda não foi anunciada oficialmente, mas já teve o modelo SM-U600 identificado em certificação na Índia.
O Galaxy Buds On tem uma construção bastante diferente dos Galaxy Buds tradicionais. O acessório é formado por duas partes arredondadas conectadas por uma espécie de alça de silicone.
A parte maior fica acomodada na orelha e abriga os alto-falantes, enquanto a extremidade mais plana se posiciona do lado de fora. Essa peça também parece contar com uma superfície sensível ao toque para controlar funções do fone.
Até agora, o vazamento mostra a versão preta, mas imagens encontradas no aplicativo Buds Manager indicam que a Samsung também trabalha em uma opção branca.
Fone pode controlar música com movimentos da cabeça
Entre os recursos mais curiosos estão os gestos com a cabeça, já presentes nos Galaxy Buds 4 e Buds 4 Pro. O usuário poderá, por exemplo, movimentar a cabeça para controlar funções sem tocar no celular, embora os comandos específicos ainda não tenham sido detalhados.
Outra novidade é o Auto Volume. A função pode aumentar automaticamente o volume quando o ambiente fica mais barulhento e reduzir novamente em locais silenciosos.
O Galaxy Buds On também deve oferecer um modo Volume Boost, capaz de aumentar ainda mais o nível sonoro. Nesse caso, o vazamento alerta para uma possibilidade maior de vazamento de som.
Galaxy Buds On terá recursos de IA e detecção de sono
O fone também deve ter um recurso permite iniciar gravações rapidamente e transformar os áudios em texto. Por outro lado, não há indicação de cancelamento ativo de ruído (ANC), presente nos antigos Galaxy Buds Live.
A Samsung ainda não confirmou oficialmente o Galaxy Buds On nem revelou uma data de lançamento, mas ele já apareceu em certificação na Índia e teve firmware identificado em servidores internos da empresa em diferentes países.
A Oppo está preparando uma linha de celular com filmagem digna de cinema. O Find X10 tem duas câmeras traseiras de 200 MP, enquanto o Find X10 Pro Max terá recursos de gravação pensados para quem busca resultados mais próximos de uma produção cinematográfica. A Oppo também já confirmou que os aparelhos terão bateria de 8.000 mAh, e o lançamento na China está previsto para este mês.
O Find X10 será equipado com uma câmera principal de 200 MP e abertura f/1.6, desenvolvida em parceria com a Hasselblad. O sensor também contará com estabilização de nível profissional CIPA 6.0, recurso que deve ajudar a reduzir tremidos durante fotos e vídeos.
A segunda câmera de 200 MP será uma teleobjetiva, com abertura f/2.6 e estabilização CIPA 7.0. Com isso, a Oppo aposta em alta resolução na câmera principal e nas fotografias com aproximação.
O celular ainda terá um sensor de cores Danxia de segunda geração. Segundo a fabricante, a tecnologia consegue melhorar a reprodução de cores e o alcance dinâmico, chegando a até 15 EV.
Além das câmeras, o Find X10 terá bordas extremamente finas. A tela contará com apenas0,99 mm de moldura, uma redução considerável em relação às gerações anteriores da linha.
Pro Max quer transformar celular em câmera de cinema
Enquanto o Find X10 chama atenção pela dupla de 200 MP, o Find X10 Pro Max vai ainda mais longe. O aparelho terá três câmeras traseiras de 200 MP e suporte à captura OpenGate.
A tecnologia aproveita toda a área do sensor para gravar em proporção 4:3, em vez de limitar a captura a um recorte mais estreito, o que oferece mais área de imagem para quem pretende editar o vídeo posteriormente.
O Pro Max também terá integração com o aplicativo Blackmagic Camera, conhecido por oferecer controles avançados de gravação. A parceria permitirá acessar recursos como O-Log2 e OpenGate diretamente pelo aplicativo.
Os aparelhos com filmagem digna de cinema serão lançados primeiro na China ainda em setembro, e os três modelos da família já estão disponíveis para pré-venda. Ainda não há informações sobre a venda no Brasil. Quer saber se a câmera do celular é boa antes de comprar? Confira.
Na última quarta-feira (9), a Apple apresentou o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e também revelou as capinhas oficiais feitas especialmente para o aparelho. Os acessórios seguem a proposta premium do smartphone e chegam com preços de até US$ 129, o equivalente a cerca de R$ 660 em conversão direta.
As opções incluem uma capa tradicional mais fina e uma versão Folio com suporte integrado. As duas foram desenvolvidas para acompanhar o formato dobrável do iPhone Duo e são compatíveis com carregamento sem fio.
A iPhone Duo Folio é a opção mais sofisticada. Ela será vendida nas cores azul-marinho e taupe e conta com um suporte integrado que permite deixar o celular em diferentes ângulos. Quando não está em uso, o suporte pode ser dobrado para ficar junto à própria capa.
O acessório custa US$ 129, cerca de R$ 663. No Reino Unido, o preço é de £129, enquanto na Europa chega a €149.
Além da proteção, a proposta da Folio é aproveitar o formato dobrável do iPhone Duo para transformar o aparelho em uma espécie de tela de apoio para assistir a vídeos, fazer chamadas ou consumir outros conteúdos.
Capa tradicional custa cerca de R$ 406
Para quem prefere algo mais simples, a Apple também lançou a iPhone Duo Case. A capa tem construção de duas partes, envolvendo os dois lados do aparelho, e foi descrita pela empresa como fina e leve.
Ela estará disponível nas cores areia e azul-marinho. O preço parte de US$ 79 (R$ 406). Na Europa, o valor chega a €89.
As duas capinhas contam com ímãs integrados para se alinharem ao iPhone Duo e são compatíveis com MagSafe, Qi2 de até 25 W e carregadores certificados pelo padrão Qi. Dessa forma, o usuário pode carregar o celular sem precisar remover a proteção.
iPhone Duo aposta em design fino e dobrável
O iPhone Duo tem formato de livro e pode ser usado fechado ou totalmente aberto. Quando aberto, ele se torna o iPhone mais fino já produzido pela Apple, enquanto fechado mantém um formato compacto, pensado para caber no bolso e ser usado com uma mão.
A construção combina titânio de grau 5 com acabamento polido, além de uma dobradiça com mais de 100 componentes. O aparelho também conta com Ceramic Shield na traseira e Ceramic Shield 2 na parte frontal, além de resistência à água e poeira com certificação IP68.
Então o design do iPhone Duo exige acessórios diferentes de uma capinha convencional, já que a proteção precisa acompanhar as duas partes do aparelho sem atrapalhar a abertura. É justamente aí que entram as duas opções apresentadas pela Apple. Saiba mais sobre o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple.
A Xiaomi abriu a pré-venda do Mijia Smart Gas Stove 3 Max na China, um fogão que usa inteligência artificial para aumentar a segurança durante o preparo das refeições e consegue perceber quando o usuário se afastou da cozinha por muito tempo. O preço inicial é de 2.704 yuans (cerca de R$ 2.000).
Um dos recursos mais curiosos está em uma sonda de liga de titânio sensível à pressão capaz de suportar até 500 °C. O componente fica em contato com o fundo da panela para acompanhar a temperatura durante o cozimento.
Os dados são analisados por um algoritmo de temperatura com IA, que tenta identificar situações em que a panela está vazia ou funcionando sem líquido. Quando detecta, o fogão interrompe automaticamente o fornecimento de gás e apaga a chama.
O aplicativo Xiaomi Home também pode enviar um alerta para o celular caso o problema aconteça quando o usuário estiver longe da cozinha.
Radar sabe quando você saiu da cozinha
O Mijia Smart Gas Stove 3 Max também usa radar para monitorar a área à frente do fogão, com alcance de até 0,9 metro.
Se a pessoa permanecer afastada por 30 minutos, o aparelho emite um alerta sonoro. Caso a ausência chegue a 60 minutos, o fogão corta automaticamente o gás e envia uma notificação pelo aplicativo.
Cada boca tem um temporizador independente, com ajustes de 1 a 180 minutos. No queimador direito, o usuário ainda pode consultar a temperatura da panela em tempo real.
A Xiaomi afirma que o fogão tem eficiência térmica de 75% e pode reduzir em até 22 °C a temperatura ao redor da área de cocção graças a uma estrutura de três camadas na grade.
O Xiaomi 18 Pro Max apareceu em um teste de performance (Geekbench 7) com um desempenho de respeito: foram 3.582 pontos no teste single-core e 12.247 pontos no multi-core. O aparelho listado com o modelo M1544F ainda teria 12 GB de RAM, Android 17 e um novo chip Snapdragon, indicando que o próximo topo de linha da Xiaomi pode chegar com bastante potência.
O registro do Geekbench revela que o processador do Xiaomi 18 Pro Max teria dois núcleos de desempenho rodando a 5,11 GHz, três núcleos a 4,03 GHz e outros três voltados à eficiência, com frequência de 2,74 GHz.
Além dos resultados de CPU, o celular alcançou 29.934 pontos no teste Vulkan e 26.210 pontos no OpenCL. A parte gráfica ficaria por conta da GPU Adreno 850, que também aponta para um aparelho preparado para tarefas pesadas e jogos.
Os resultados ainda devem ser vistos com cautela, já que se trata de um vazamento e o desempenho de uma unidade de teste pode mudar até a versão comercial.
Câmeras podem chegar a 200 MP
Além do desempenho, o Xiaomi 18 Pro Max é alvo de rumores sobre um conjunto fotográfico bastante avançado. O aparelho pode ter uma câmera principal de 200 MP, acompanhada por uma teleobjetiva de 200 MP e uma ultrawide de 50 MP.
A ideia seria colocar o Pro Max entre os modelos mais completos da futura família Xiaomi 18, principalmente para fotografia com zoom e captura em diferentes condições de iluminação.
Bateria de 8.500 mAh
A bateria também pode ser um dos pontos fortes do Xiaomi 18 Pro Max. Vazamentos indicam uma capacidade de 8.500 mAh, acompanhada por carregamento rápido de 100 W.
O celular ainda teria suporte à tecnologia UWB (Ultra-Wideband), usada para localização mais precisa de dispositivos e acessórios compatíveis.
Além do benchmark, os supostos Xiaomi 18 e Xiaomi 18 Pro Max apareceram em registros da Comissão Econômica Eurasiática (EEC). Os modelos identificados pelos números 2611FPNFAG e 2609BPN61G seriam destinados ao mercado internacional, segundo vazamentos anteriores.
Existe ainda a possibilidade de o Xiaomi 18 Pro ficar exclusivo da China, enquanto o modelo padrão e o Pro Max seriam vendidos globalmente. A Xiaomi, porém, ainda não confirmou os nomes, especificações ou datas de lançamento. Veja as certificações em vazamento da versão global do Xiaomi 18 e 18 Pro Max.
Finalmente o tão aguardado iPhone dobrável veio aí. Nesta quarta-feira (9), a Apple anunciou o iPhone Duo, durante o evento anual da empresa. É a estreia da marca no segmento de smartphones dobráveis. O iPhone Duo adota um formato de passaporte, com uma tela externa para o uso tradicional e um painel interno maior que aparece quando o aparelho é aberto.
Com isso, o celular pode ser usado tanto como um smartphone convencional quanto como um dispositivo com área ampliada para aplicativos, vídeos e outras tarefas.
Fechado, o smartphone tem uma tela externa Super Retina XDR de 5,4 polegadas, que oferece 90% da área de tela do iPhone 18 Pro. Quando aberto, o display interno chega a 7,6 polegadas e é 50% maior que a tela do iPhone 18 Pro Max.
As duas telas têm a mesma proporção, o que permite que o conteúdo mantenha uma escala semelhante quando o usuário passa de um painel para o outro. A Apple também afirma que a experiência é contínua durante a abertura, o fechamento e a rotação do aparelho.
O iPhone Duo será vendido nas cores star white e night sky, com estrutura feita de titânio grau 5 e acabamento polido. A tampa da dobradiça tem acabamento microjateado, enquanto a parte traseira é protegida pelo Ceramic Shield.
A tela externa conta com Ceramic Shield 2, que, segundo a Apple, tem resistência a riscos três vezes maior que a geração anterior. O aparelho também tem certificação IP68 contra água e poeira.
Apple tenta reduzir o vinco da tela
Um dos principais desafios dos celulares dobráveis está na região em que o display é dobrado. Para lidar com isso, a Apple desenvolveu uma construção de múltiplas camadas para a tela interna do iPhone Duo.
O painel conta com um revestimento resistente a riscos e uma camada externa de nano-textura. Além de reduzir reflexos, a superfície fosca ajuda a diminuir a percepção do vinco no centro da tela.
A construção inclui vidros de alta resistência acima e abaixo do display. A Apple também colocou uma placa de titânio sob o painel para aumentar a resistência.
Na parte externa, o iPhone Duo possui uma tela Super Retina XDR de 5,4 polegadas. Segundo a Apple, ela oferece 90% da área de tela encontrada no iPhone 18 Pro.
Ao abrir o celular, o usuário encontra um painel Super Retina XDR de 7,6 polegadas, que é 50% maior que a tela do iPhone 18 Pro Max. O display interno foi pensado para oferecer uma área maior para consumo de conteúdo, jogos e multitarefa.
As duas telas têm a mesma proporção, permitindo que o conteúdo seja redimensionado de maneira proporcional durante a transição entre os painéis.
A tela inicial também ganha uma organização diferente. O iPhone Duo pode exibir duas páginas da Home Screen ao mesmo tempo. A Dynamic Island foi redesenhada para se adaptar ao formato dobrável e fica posicionada verticalmente na lateral das telas. Ela continua mostrando alertas e atividades em tempo real.
iPhone Duo usa chip A20 Pro
O primeiro iPhone dobrável é equipado com o A20 Pro, o mesmo chip presente nos iPhone 18 Pro. O componente é fabricado no processo de 2 nanômetros e recebeu uma arquitetura específica para lidar com as demandas do aparelho.
Segundo a Apple, a CPU de seis núcleos é até 20% mais rápida que a do A19 Pro. A GPU de sete núcleos chega a ser 40% mais rápida e eficiente, enquanto o novo Dual Neural Engine de 16 núcleos oferece duas vezes mais capacidade de processamento para modelos de inteligência artificial executados no dispositivo.
O A20 Pro também tem 50% mais largura de banda de memória unificada.
Para manter o desempenho em tarefas pesadas, a Apple criou um sistema térmico com uma câmara de vapor personalizada conectada diretamente ao pacote do chip. A solução ajuda a dissipar o calor durante jogos, multitarefa e processamento de inteligência artificial.
A empresa afirma que o iPhone Duo entrega até 35% mais desempenho sustentado que o iPhone 17 Pro. O armazenamento começa em 256 GB, com versões de 512 GB, 1 TB e 2 TB.
Câmeras do iPhone dobrável
Na traseira, o iPhone Duo traz duas câmeras de 48 MP: uma Fusion principal, com sensor maior, abertura rápida, estabilização por deslocamento do sensor e teleobjetiva integrada de qualidade óptica de 2x, e uma Fusion Ultra Wide com suporte a fotos macro.
A câmera principal registra imagens de 24 MP por padrão e pode chegar a 48 MP. Na frente, há uma Center Stage de 12 MP, que ajusta o enquadramento automaticamente, além de uma câmera FaceTime sob a tela interna.
O formato dobrável também permite recursos como Smart Take, selfies com as câmeras traseiras usando a tela externa como prévia, Duo Preview, Kid Cue, Duo FaceTime e Dual Capture.
Para vídeos, a câmera principal grava em até 4K a 120 fps com Dolby Vision, enquanto o Time-lapse chega a 4K com Dolby Vision HDR. O aparelho também marca o retorno do Touch ID, integrado ao botão lateral, e pode ser apoiado parcialmente aberto para gravar vídeos sem tripé.
Bateria promete até 44 horas
O iPhone Duo usa uma arquitetura com duas baterias, sendo uma em cada metade do aparelho. A combinação permite aproveitar melhor o espaço interno e aumentar a capacidade disponível.
Segundo a Apple, o aparelho oferece até 31 horas de reprodução de vídeo usando a tela interna e até 44 horas usando a tela externa. Quando as duas telas são usadas de maneira equilibrada, a autonomia chega a 24 horas por carga.
O sistema de recarga rápida permite atingir até 50% de bateria em aproximadamente 20 minutos. No carregamento sem fio, o aparelho chega a 50% em cerca de 30 minutos com um carregador MagSafe ou Qi2.
Preço e disponibilidade
O iPhone Duo será vendido nos Estados Unidos a partir de US$ 1.999, cerca de R$ 10.27. O preço inicial corresponde à versão com 256 GB de armazenamento. O aparelho também terá configurações de 512 GB, 1 TB e 2 TB, mas a Apple não informou no release os preços individuais de cada capacidade.
A pré-venda começa em 16 de outubro, enquanto as primeiras unidades chegam às lojas em 23 de outubro. O Brasil está entre os mais de 70 países e regiões que receberão o iPhone Duo já na primeira leva. A pré-venda brasileira começa em 16 de outubro, mas a Apple ainda não divulgou o preço do aparelho no país.
Nesta quarta-feira (9), durante o Apple Event, a empresa anunciou o iPhone 18 Pro com um recurso para provar que foto não foi criada por IA. Chamado Apple Reference Image, o sistema usa dados capturados pelo sensor da câmera para criar uma espécie de registro original da imagem.
A novidade foi pensada para um cenário em que imagens geradas ou alteradas por inteligência artificial estão cada vez mais difíceis de identificar. No iPhone 18 Pro, o sensor da câmera principal pode assinar cada pixel capturado.
Quando o usuário fotografa no novo iPhone 18 Por ou 18 Pro Max com o modo Reference, os dados assinados do sensor são processados pelo Private Cloud Compute para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada. Ela fica disponível no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal, funcionando como uma espécie de negativo digital.
Dessa forma, é possível comparar os dois arquivos visualmente e verificar se houve alterações na foto original. A Apple destaca que a ferramenta pode ser especialmente útil para fotojornalistas, fotógrafos e outras pessoas que precisam comprovar a origem de uma imagem.
O sistema também trabalha com metadados e terá suporte ao padrão SynthID, desenvolvido para ajudar na identificação de imagens criadas ou editadas por IA.
Câmera do iPhone 18 Pro ganha abertura variável
O recurso de autenticidade faz parte de um sistema de câmeras mais avançado no iPhone 18 Pro. A principal novidade é a câmera Fusion de 48 MP com abertura variável, algo inédito nos celulares da Apple.
A lente tem seis lâminas que se movimentam para oferecer quatro configurações diferentes de abertura. O usuário pode controlar esse ajuste manualmente no aplicativo Câmera, enquanto o aparelho também pode alterar a abertura automaticamente de acordo com iluminação e profundidade de campo.
A câmera principal ganhou um novo sensor e melhorias no processamento computacional das imagens. Segundo a Apple, as mudanças ajudam a produzir fotos mais detalhadas, melhorar registros em ambientes escuros e preservar detalhes em pessoas que aparecem ao fundo de fotos em grupo.
Sabe quando você vai tomar banho e precisa esperar um tempo de água fria antes de a temperatura ideal chegar? A Xiaomi apresentou na China um novo aquecedor a gás inteligente que promete resolver essa experiência de uma vez por todas. O Mijia Smart Gas Water Heater 2 16L combina pré-aquecimento, bomba de pressão e controle automático da temperatura.
O aparelho será lançado na China no próximo dia 15 de setembro por 2.899 yuans (cerca de R$ 2.220), e o preço sugerido para o varejo é de 2.999 yuans (R$ 2.300).
Antes mesmo de a torneira ser aberta, o aquecedor pode aquecer a água que permanece nos canos, reduzindo o tempo necessário para que ela chegue quente ao chuveiro.
O equipamento também conta com uma bomba de pressão de frequência variável. Segundo a Xiaomi, ela pode aumentar o fluxo de água em até 245%, além de trabalhar com uma altura de bombeamento de até 10 metros e circulação de até 120 metros.
Temperatura mais estável durante o banho
O Mijia Smart Gas Water Heater 2 também tenta evitar mudanças bruscas de temperatura quando outros pontos da casa começam a consumir água.
Para isso, o sistema monitora pressão e temperatura da água que entra no equipamento e ajusta automaticamente a quantidade de gás e a combustão.
A câmara de combustão é selada e conta com uma ventoinha instalada na parte inferior, que, segundo a fabricante, mantém a chama estável mesmo com ventos de até força 12.
Outro recurso é a eficiência térmica de até 107%, com uma tecnologia de condensação secundária que recupera parte do calor dos gases de exaustão.
Sistema inteligente evita até tubulação extra
A condensação normalmente gera um líquido ácido que precisa ser direcionado para um dreno. A Xiaomi criou um sistema para tratar esse líquido internamente.
Depois de passar por um módulo de neutralização mineral, o fluido é transformado em pequenas gotas por um atomizador centrífugo e expelido pelo tubo de saída. Assim, o aparelho dispensa uma tubulação exclusiva para o descarte do condensado e reduz o risco de corrosão.
O aquecedor ainda traz seis estágios de filtragem de água, Bluetooth e integração com o aplicativo Mijia para programação e comandos de voz.
O primeiro iPhone dobrável pode chegar ao mercado com um nome bem diferente do esperado. Segundo informações atribuídas ao jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa teria escolhido iPhone Duo para batizar seu novo celular com tela flexível, deixando de lado os rumores que apontavam para nomes como iPhone Ultra. Gurman é conhecido pelos vazamentos certeiros sobre a Apple.
A revelação acontece poucas horas antes do evento da Apple, marcado para esta quarta-feira (9), quando a companhia deve apresentar oficialmente o aparelho. O novo nome também sugere que a Apple pretende tratar o dobrável como uma categoria própria dentro da família iPhone.
De acordo com Gurman, a Apple já teria definido o nome comercial iPhone Duo para o aparelho. A escolha chama atenção porque “Duo” não é exatamente inédita no universo da tecnologia.
O termo já foi usado pela Microsoft em um dispositivo da linha Surface Duo e também apareceu em uma antiga linha de notebooks da própria Apple, na década de 1990.
Dobrável pode custar até US$ 3 mil
O nome pode ser uma das surpresas do lançamento, mas o preço promete chamar ainda mais atenção. O iPhone Duo deve partir de US$ 2.000, cerca de R$ 10.280 em conversão direta, na versão com 256 GB. Assim, deve ser o celular mais caro já feito pela Apple.
O modelo mais completo, com 2 TB de armazenamento, poderia se aproximar dos US$ 3.000 (R$ 15.420).
O que esperar do iPhone Duo
O dobrável deve adotar formato semelhante ao de um livro, com uma tela externa de aproximadamente 5,5 polegadas e um display interno de 7,8 polegadas.
Entre os recursos esperados estão o chip A20 Pro, modem C2, duas câmeras traseiras de 48 MP e suporte ao Apple Pencil. O aparelho também deve apostar em multitarefa na tela maior e chegar em versões nas cores azul-escuro e branca.
Se os rumores estiverem corretos, o iPhone Duo será uma das maiores mudanças na linha de celulares da Apple em anos. Resta esperar para o evento em que ocorre o lançamento dos iPhone 18 Pro e iPhone dobrável.
A Casio lançou um novo relógio da linha Master of G desenvolvido para enfrentar condições extremas. O Frogman GWF-D1000BC-1 combina resistência a impactos, água e ambientes adversos com sensores voltados para mergulho, além de recursos como carregamento solar e ajuste automático de horário. Chega ao mercado japonês em setembro de 2026 por ¥198.000 (R$ 6.554).
O relógio tem a resistência à água de até 200 metros, seguindo o padrão ISO para mergulho, e conta com um sensor capaz de medir profundidades de até 80 metros, em intervalos de 10 centímetros.
O conjunto ainda tem bússola digital e termômetro, enquanto a função de correção horizontal automática ajuda a manter a precisão da bússola durante o mergulho.
O relógio registra automaticamente informações das atividades subaquáticas, como duração, profundidade máxima e temperatura mínima da água. É possível armazenar até 20 registros, além de acompanhar o intervalo de superfície por até 48 horas.
Outro recurso específico é o alerta de velocidade de subida, pensado para auxiliar durante os mergulhos.
Construção combina metal e resina
A resistência do Frogman também aparece na construção. A caixa mede 59,2 x 53,3 x 18 mm e pesa 181 gramas. O conjunto usa aço inoxidável e resina, enquanto a pulseira combina metal com resina de biomassa.
A pulseira tem um sistema de extensão em dois estágios, permitindo que o relógio seja usado por cima de uma roupa de mergulho.
Para completar o pacote, o relógio conta com estrutura resistente a choques, carregamento Tough Solar e sistema Multiband 6, que permite a correção automática da hora por sinais de rádio em diferentes regiões.
Relógio também aposta em autonomia
Mesmo com tantos recursos, o Frogman não depende de carregadores convencionais. Segundo a Casio, a bateria pode durar aproximadamente sete meses com as funções em uso e chegar a 23 meses no modo de economia de energia quando não há geração solar.
O modelo também oferece horário mundial em 48 cidades, dados sobre fases da Lua, gráfico de marés, cronômetro, temporizador, cinco alarmes e iluminação LED.
O OnePlus 16 deve chegar ao mercado com três chips desenvolvidos pela própria empresa para melhorar a experiência em games, especialmente em jogos de tiro em primeira pessoa. As informações foram divulgadas pelo conhecido leaker Digital Chat Station, que revelou que cada chip terá uma função diferente: tela, conexão de rede e resposta ao toque.
Os componentes seriam chamados de P4, G3 e T3. O P4 será responsável pelo processamento relacionado à tela, com a promessa de diminuir o tempo de resposta e tornar a exibição das imagens mais rápida.
Já o G3 será um chip dedicado à rede, com foco em melhorar a estabilidade da conexão durante as partidas. Em jogos online, uma conexão mais consistente pode ajudar a reduzir problemas como atrasos e oscilações.
Por fim, o T3 ficará responsável pelo toque, fazendo com que os comandos realizados na tela sejam registrados mais rapidamente.
A OnePlus também teria trabalhado com estúdios especializados em jogos FPS para ajustar o funcionamento do aparelho. Segundo o vazamento, a combinação dos três chips deve proporcionar uma experiência mais fluida em games compatíveis.
Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro será o chip principal
Apesar de contar com três componentes próprios para jogos, o OnePlus 16 ainda terá um processador principal tradicional. O aparelho é esperado com o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro, próximo chip topo de linha da Qualcomm.
Rumores indicam que o processador será fabricado pela TSMC em processo de 2 nanômetros e poderá contar com novos núcleos Oryon operando acima de 5 GHz.
A tela também deve receber atenção especial, com uma nova geração da Oriental Screen, desenvolvida em parceria com a BOE. O aparelho ainda deve rodar o ColorOS 17.
OnePlus 16 pode chegar em outubro
O OnePlus 16 ainda não teve todas as suas especificações confirmadas oficialmente. A expectativa é que o celular seja apresentado inicialmente na China em outubro de 2026. No entanto, tudo ainda está no campo dos vazamentos e não há informações sobre a venda no Brasil. Com isso, a OnePlus nega rumor de que estaria fechando as portas.
Se você sente saudade dos celulares com teclado físico, o Minimal Phone 2 pode parecer uma viagem no tempo. O novo aparelho tem um design inspirado nos smartphones dos anos 2000, com teclado QWERTY completo abaixo da tela e combina a estética retrô com especificações mais modernas.
O modelo é uma evolução do primeiro Minimal Phone e troca a tela E-Ink por um painel OLED, mantendo a proposta de oferecer uma experiência diferente dos celulares convencionais.
O principal destaque do Minimal Phone 2 é o teclado físico que ocupa a parte inferior do aparelho e foi projetado para facilitar a digitação com os dois polegares.
As teclas contam com iluminação para uso em ambientes escuros, além de switches metálicos e capas com formato pensado para melhorar a ergonomia. O teclado também permite personalizar atalhos, atribuindo diferentes funções ao pressionar uma tecla por mais tempo.
Com dimensões de 122,6 x 72 x 9,48 mm, o celular mantém um formato relativamente compacto, apesar da presença do teclado completo.
Tela OLED substitui o E-Ink
Outra grande mudança em relação à geração anterior está na tela. O Minimal Phone 2 abandona o painel E-Ink em preto e branco e adota uma tela OLED de 3,92 polegadas, com resolução de 1080 x 1240 pixels e taxa de atualização de 90 Hz.
O aparelho ainda traz câmera frontal de 20 MP e uma câmera traseira principal de 50 MP com abertura f/1.8 e foco automático.
O processamento fica por conta do MediaTek Dimensity 8300, acompanhado de 8 GB ou 12 GB de RAM e até 512 GB de armazenamento. A bateria tem 3.000 mAh, com carregamento de 27 W por cabo e 15 W sem fio.
Entre outros recursos estão NFC, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4, leitor de digitais lateral, dual SIM, entrada para fones de 3,5 mm e conexão USB-C com suporte a DisplayPort.
Preço do celular retrô
O Minimal Phone 2 está com preços a partir de US$ 599 (R$ 3.061). As versão de 8 GB + 512 GB vai custar US$ 675 (aproximadamente R$ 3.449) e a versão de 12 GB + 512 GB Founder’s Edition custa US$ 899 (aproximadamente R$ 4.594).
A Apple ainda trabalha em uma grande mudança de design para o iPhone em 2027, ano que marcará o 20º aniversário do celular. Apesar de um relatório recente apontar que o chamado “iPhone de vidro” teria sido cancelado, novas informações indicam que a empresa mantém o projeto no cronograma.
Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, os próximos modelos Pro devem adotar um visual com uso intenso de vidro, marcando uma das maiores mudanças estéticas da história do aparelho.
De acordo com Gurman, a Apple prepara os modelos iPhone Pro e Pro Max de 2027 com uma construção que utiliza vidro tanto na parte frontal quanto na traseira. O material também deve se estender pelas laterais do aparelho, criando um visual mais contínuo.
A estrutura seria formada por duas partes de vidro que avançam pelas bordas e envolvem uma fina faixa metálica posicionada no meio. Internamente, os aparelhos seriam identificados pelos códigos V73 e V74.
Apple teria desistido de versão ainda mais ousada
O novo vazamento também ajuda a esclarecer a confusão sobre o suposto cancelamento do iPhone Glasswing.
Um relatório divulgado anteriormente pelo analista Edison Lee, da Jefferies, afirmava que a Apple teria abandonado o plano de lançar um iPhone de vidro. Gurman, porém, afirma que uma versão ainda mais ambiciosa realmente existiu durante o desenvolvimento.
Essa variante utilizaria ainda mais vidro, mas teria sido descartada logo no início do processo. Portanto, o projeto cancelado pode não ser o mesmo design que a Apple pretende colocar no mercado em 2027.
iPhone Pro deve concentrar a novidade
As informações mais recentes apontam que o design com maior presença de vidro será destinado aos modelos Pro e Pro Max, e não necessariamente a um novo modelo dentro da família iPhone.
O Samsung Galaxy S26 FE deve ser apresentado pela Samsung no início de setembro, mas um novo vazamento já revelou praticamente toda a ficha técnica do aparelho. O modelo deve apostar em uma tela grande de 120 Hz, chip Exynos 2500, câmera tripla e bateria de 4.900 mAh com carregamento rápido de 45 W.
As informações publicadas pela WinFuture ainda não foram confirmadas oficialmente pela Samsung, mas indicam um celular que mantém a proposta da linha Fan Edition: oferecer características próximas às de modelos mais caros por um preço relativamente menor.
O Galaxy S26 FE deve contar com uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução de 2.340 x 1.080 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. O painel também pode atingir 1.200 nits de brilho típico e até 1.900 nits no modo de alto brilho. O aparelho teria 7,4 mm de espessura e peso de 193 gramas.
2. Exynos 2500 e 8 GB de RAM
O processamento deve ficar por conta do Exynos 2500, chip de dez núcleos que também equipa a linha Galaxy S25 em alguns mercados. O componente pode trabalhar com até 3,3 GHz e ser acompanhado de 8 GB de RAM. As opções de armazenamento esperadas são de 128 GB e 256 GB.
3. Câmera tripla com zoom óptico
Na traseira, o Galaxy S26 FE deve trazer câmera principal de 50 MP, abertura f/1.8 e estabilização óptica de imagem (OIS). O conjunto seria complementado por uma ultrawide de 12 MP e uma teleobjetiva de 8 MP com zoom óptico de 3x.
Para selfies, a câmera frontal deve ter 12 MP. O celular também pode gravar vídeos em 8K a até 30 quadros por segundo.
4. Bateria de 4.900 mAh e 45 W
A bateria deve ter capacidade de 4.900 mAh e suporte a carregamento rápido de 45 W. Segundo dados de certificação europeia, o componente pode oferecer até 1.200 ciclos de carga e autonomia estimada de até 50 horas em uso típico.
5. Android 17 e proteção IP68
O Galaxy S26 FE deve sair de fábrica com Android 17 e One UI, além de oferecer Bluetooth 5.4, Wi-Fi 6, NFC, duas entradas para chips físicos e suporte a dois eSIMs.
A proteção contra água e poeira também deve ser garantida pela certificação IP68. O aparelho pode chegar nas cores Graphite, Pistachio e Blueberry.
A Apple pode apostar novamente em uma cor chamativa para o iPhone 18 Pro. Depois de lançar o iPhone 17 Pro em Cosmic Orange, o tom de laranja que chamou atenção no mercado, a empresa estaria preparando uma nova opção com aparência mais escura e sofisticada para a próxima geração.
Segundo um novo vazamento, a cor deve ser "cereja escura”, com uma tonalidade que mistura vermelho e roxo.
Rumores anteriores indicam que o iPhone 18 Pro terá três opções principais de cores: cereja escura, azul-claro e prata. Também existe a possibilidade de a Apple oferecer uma quarta alternativa em cinza-escuro.
Entre elas, essa tonalidade cereja seria a principal novidade e pode receber maior destaque nas campanhas de marketing da Apple.
A informação mais recente vem do leaker Fixed Focus Digital, que afirmou ter visto diferentes versões da suposta cor circulando na internet. Para ele, a tonalidade correta seria a versão mais escura.
iPhone 18 Pro pode ter vermelho com toque de roxo
Alguns vazamentos e imagens conceituais anteriores apresentaram o aparelho com uma aparência mais próxima do vermelho tradicional. No entanto, a nova informação aponta para um tom mais fechado, com uma presença maior de roxo.
Em vez de um vermelho vivo, a cor teria um aspecto semelhante ao de uma cereja escura, justificando o nome Dark Cherry utilizado em alguns rumores.
A Apple ainda não confirmou oficialmente as cores do iPhone 18 Pro, portanto é possível que a aparência final seja diferente das imagens e descrições que circulam atualmente. Recentemente, um vazamento revelou quanto o preço do iPhone 18 Pro pode aumentar.