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Filhos bagunçaram seu Spotify? Novo recurso corrige recomendações e Retrospectiva

O Spotify começou a liberar uma opção que permite excluir músicas infantis e para a família do perfil de preferências do usuário. Com isso, faixas tocadas para filhos ou outras crianças deixam de influenciar recomendações como Descobertas da Semana, Daily Mix e a Retrospectiva, mesmo que continuem sendo reproduzidas normalmente na conta.

A novidade começou a ser disponibilizada globalmente nesta terça-feira (15) para usuários Free e Premium. O recurso funciona de forma retroativa, portanto músicas infantis já ouvidas também podem deixar de contar para indicadores da Retrospectiva 2026, como artista ou faixa mais escutados.

Como tirar músicas infantis das recomendações

A configuração fica dentro do próprio aplicativo do Spotify. Para ativá-la:

  1. Vá em "Configurações e privacidade"
  2. Toque em "Conteúdo e tela"
  3. Em "Incluir músicas infantis e para a família no perfil de preferências", desative a opção.

O Spotify informa que a mudança pode levar até 48 horas para aparecer nas recomendações personalizadas.

A alteração não bloqueia músicas infantis. O usuário continua podendo procurar, reproduzir e montar playlists com esse tipo de conteúdo normalmente.

O que muda é a forma como essas reproduções entram no chamado perfil de preferências, conjunto de sinais que o Spotify usa para entender os gostos de cada usuário e montar recomendações personalizadas.

Isso inclui músicas de filmes de animação, temas de programas infantis, cantigas e outros conteúdos voltados para crianças. A ideia é evitar que esse consumo ocasional passe a dominar playlists e sugestões feitas para o responsável.

spotify capa

Recurso também muda a Retrospectiva do Spotify

A principal diferença para quem se importa com a Retrospectiva é que a configuração vale também para o histórico deste ano.

Depois de desligar a opção, as músicas infantis já reproduzidas podem ser retiradas dos dados usados para definir, por exemplo, música e artista mais ouvidos na Retrospectiva 2026.

O Spotify já permitia excluir conteúdos específicos do perfil de preferências. Em 2023, a empresa começou a permitir que playlists fossem ignoradas pelo algoritmo e, em 2025, ampliou a função para faixas individuais.

A empresa também oferece contas monitoradas para crianças, que mantêm o histórico do jovem separado do perfil dos responsáveis. Mesmo assim, o novo controle cobre outra situação comum: quando o adulto toca músicas infantis diretamente na própria conta, como durante uma viagem de carro ou em casa.

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Apple libera combo do iCloud+ com Apple TV e Arcade grátis em mais de 100 países

A Apple começou a incluir Apple TV e Apple Arcade sem custo adicional nas assinaturas do iCloud+ em mais de 100 países e regiões. A novidade transforma até o plano mais barato do serviço de armazenamento em nuvem em um pacote com streaming de filmes, séries e jogos.

Segundo a Apple, a mudança será implementada gradualmente até o fim de setembro. Entre os mercados contemplados estão Índia, Arábia Saudita, Singapura, Turquia e Emirados Árabes Unidos. O Brasil, por enquanto, não aparece na lista.

Na prática, basta ter uma assinatura elegível do iCloud+ para receber os outros dois serviços. De acordo com o 9to5Mac, até o plano de 50 GB, o mais básico, já dá acesso ao Apple TV e ao Apple Arcade nos países participantes.

O iCloud+ continua oferecendo armazenamento adicional para fotos, arquivos e backups, além de recursos extras de privacidade. A assinatura também pode ser compartilhada com até cinco outras pessoas por meio do Compartilhamento Familiar, de acordo com a Apple.

Apple TV

Brasil ainda está fora do novo iCloud+

Apesar da grande quantidade de mercados incluídos, a Apple ainda não anunciou a chegada do pacote ao Brasil. Os três serviços envolvidos já estão disponíveis separadamente no país, mas o iCloud+ brasileiro não passou a oferecer Apple TV e Apple Arcade como benefícios da assinatura.

Isso significa que usuários brasileiros continuam dependendo de assinaturas separadas ou do Apple One para reunir serviços da empresa em um único pacote.

A Apple afirma que o novo iCloud+ chegará a mais de 100 países e regiões até o fim de setembro, mas a lista divulgada até agora não inclui o mercado brasileiro. Portanto, a expansão para o Brasil ainda é uma possibilidade, mas não há confirmação ou prazo divulgado pela companhia.

A iniciativa também aumenta consideravelmente a presença do Apple TV pelo mundo. Com a expansão, o serviço de streaming chega a 59 novos países e passa a estar disponível em 170 mercados.

Em alguns países, a Apple também adicionou ao iCloud+ o Apple Music Select, modalidade mais limitada do serviço de música que oferece algumas estações de rádio sem anúncios. Assinantes elegíveis podem migrar posteriormente para o Apple Music completo com preço reduzido.

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Nova Alexa compara produtos e preços para você fazer a melhor compra

A Amazon começou a testar no Brasil uma nova versão da Alexa voltada especificamente para compras. Disponível dentro do aplicativo Amazon Shopping e no site da varejista, a “Alexa para Compras” usa inteligência artificial para pesquisar produtos, comparar preços e características, mostrar ofertas e recomendar opções a partir de perguntas em linguagem natural.

A ferramenta ainda está em fase beta e não aparece para todos os usuários brasileiros. Segundo a Amazon, o acesso está sendo liberado gradualmente para clientes selecionados que estejam conectados à própria conta.

A ferramenta é uma evolução do Rufus, assistente de compras com IA que a Amazon começou a testar nos Estados Unidos em 2024 e incorporou à experiência da Alexa para Compras em 2026.

Como funciona a Alexa para Compras?

No aplicativo da Amazon, a ferramenta aparece como uma aba própria chamada “Alexa” na barra inferior. Ao abrir a seção, o usuário encontra sugestões como rastrear pedidos, buscar ofertas e comparar produtos, além de um campo para fazer perguntas sobre compras.

A proposta é funcionar como uma espécie de agente de compras. Em vez de pesquisar por um item específico e abrir várias páginas, o usuário pode explicar o que procura ou pedir ajuda para comparar alternativas.

A Amazon cita como exemplo alguém interessado em uma air fryer, mas sem saber quais características avaliar. Nesse caso, a Alexa pode explicar critérios como capacidade, potência e facilidade de limpeza e sugerir produtos relacionados.

As respostas também podem vir estruturadas em tabelas comparativas. Em uma consulta sobre panelas de ferro fundido e cerâmica, por exemplo, a assistente organiza diferenças por peso, retenção de calor, distribuição de calor, antiaderência e compatibilidade.

Em outro exemplo, a Alexa lista ofertas de livros com preço, desconto, avaliação e informações de entrega. A própria interface recomenda conferir a página do produto para validar preços à vista, cupons e outros descontos adicionais.

alexa para compras prints

IA também pode errar

A Amazon deixa uma ressalva clara dentro da própria ferramenta. Na tela inicial, a Alexa informa que suas respostas são geradas por inteligência artificial e que “nem sempre” estarão corretas.

As respostas usam informações do catálogo da Amazon e avaliações publicadas por compradores. Nos Estados Unidos, a ferramenta também ganhou recursos como histórico de preços, alertas de queda de valor e compras automáticas quando um item chega ao preço definido pelo usuário.

Essas funções mais avançadas não foram confirmadas para a versão beta brasileira. No Brasil, a Amazon cita neste primeiro momento pesquisa, recomendações, comparação de produtos, ofertas e assistência durante a compra.

Ainda não está disponível para todos

A Amazon ainda não informou quando a Alexa para Compras será liberada para todos os usuários no Brasil.

Quem já recebeu a função pode encontrá-la no aplicativo Amazon Shopping e, em alguns casos, no site da varejista. Como o lançamento é gradual, usuários com a mesma versão do aplicativo podem ter experiências diferentes.

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Carteira digital é segura? Como funciona a proteção no Apple Pay e Google Wallet

Apple Pay e Carteira do Google adicionam camadas de segurança que podem reduzir alguns riscos presentes no uso do cartão físico. Entre elas estão tokenização, criptografia e autenticação pelo celular, que ajudam a evitar a exposição do número real do cartão durante pagamentos compatíveis.

Isso não significa que carteiras digitais sejam imunes a golpes ou automaticamente mais seguras em qualquer situação. Cartões físicos modernos também contam com chip, criptogramas e outros mecanismos de proteção, enquanto celulares continuam sujeitos a roubo de credenciais, phishing e engenharia social.

Abaixo, confira por que usar o cartão digital pode ser mais seguro.

Seu número real do cartão não vai para a loja

Uma das principais proteções das carteiras digitais é a tokenização. Em vez de transmitir diretamente o número principal da conta, o sistema utiliza uma credencial digital criada para representar aquele cartão.

A EMVCo, organização responsável por padrões utilizados pela indústria de pagamentos, explica que esses tokens podem ter restrições de uso vinculadas a fatores como dispositivo e canal de pagamento. Isso reduz a utilidade da credencial caso ela seja obtida fora do contexto para o qual foi criada.

No Apple Pay, o banco ou a bandeira cria um ‘Número de Conta do Dispositivo’, armazenado em um chip de segurança isolado do restante do iPhone, chamado Secure Element. A Apple afirma que não guarda os números completos dos cartões cadastrados no Apple Pay.

A Carteira do Google também pode utilizar números de cartão virtual em cartões compatíveis, evitando que o número físico seja compartilhado diretamente com o estabelecimento.

Como o Apple Pay protege os pagamentos?

No iPhone, os pagamentos normalmente precisam ser autorizados com Face ID, Touch ID ou código de acesso.

Depois da autenticação, o Secure Element fornece as informações necessárias para concluir a operação. Esse componente funciona de forma separada do restante do sistema e é utilizado para armazenar credenciais sensíveis.

Durante pagamentos por aproximação, o iPhone também gera informações específicas para aquela transação. Assim, a maquininha não recebe simplesmente os dados impressos no cartão físico.

Isso adiciona uma barreira importante em caso de perda ou roubo. Mesmo com o telefone em mãos, outra pessoa normalmente precisa passar pela autenticação configurada no dispositivo para fazer pagamentos.

Carteira do Google Wallet

Como funciona a segurança da Carteira do Google?

No Android, a Carteira do Google exige que o aparelho tenha um bloqueio de tela compatível para realizar pagamentos.

A confirmação de identidade pode ser feita com PIN, padrão, senha ou biometria considerada segura pelo sistema. Para biometria, o Google exige métodos classificados como classe 3, categoria destinada às opções consideradas mais robustas.

A autenticação, porém, não precisa ser repetida necessariamente em todas as compras. Depois que o usuário confirma a identidade, o Google pode manter essa validação ativa por alguns minutos.

Há ainda exceções relacionadas a transporte público. Em sistemas compatíveis, o usuário pode configurar pagamentos de transporte sem exigir nova confirmação a cada passagem.

Assim como no Apple Pay, cartões compatíveis podem utilizar credenciais virtuais no lugar do número original durante a transação.

E se roubarem o celular?

Tanto Apple quanto Google oferecem mecanismos para bloquear remotamente aparelhos perdidos ou roubados.

No iPhone, ativar o Modo Perdido pelo Buscar bloqueia o dispositivo e suspende cartões e tíquetes utilizados com Apple Pay. Também é possível remover os cartões vinculados ou apagar remotamente o conteúdo do aparelho.

No Android, o Localizador permite marcar o dispositivo como perdido, bloqueá-lo ou apagar os dados remotamente. A redefinição apaga permanentemente as informações armazenadas no aparelho.

Esses mecanismos não substituem os cuidados do usuário. Um código de desbloqueio fraco, uma conta comprometida ou um golpe de phishing ainda podem abrir outras portas para criminosos.

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WhatsApp testa suporte a até três contas no mesmo iPhone

O WhatsApp começou a desenvolver suporte para até três contas diferentes no mesmo iPhone. A novidade amplia o recurso de múltiplas contas, que atualmente permite manter dois números no aplicativo, e pode facilitar a vida de quem separa conversas pessoais, profissionais e de outros usos.

A mudança foi identificada pelo WABetaInfo na versão beta 26.37.10.15 do WhatsApp para iOS. O recurso ainda está em desenvolvimento e não está disponível nem mesmo para testadores beta neste momento.

Como deve funcionar

O funcionamento deve ser praticamente o mesmo já usado para duas contas no iPhone. Cada perfil continuará funcionando de forma independente, com seu próprio histórico de conversas, notificações, configurações de privacidade, backup e arquivos de mídia. O bloqueio do aplicativo também poderá ser configurado separadamente para cada conta.

Na prática, o usuário poderá abrir as configurações do WhatsApp e acessar a lista de contas cadastradas. Mesmo depois de adicionar dois números, aparecerá a opção “Adicionar conta” para incluir um terceiro.

Também será possível trocar entre os perfis diretamente pelo seletor de contas. A interface mostra o nome, a foto e o número de telefone de cada perfil, enquanto um marcador indica qual conta está ativa naquele momento.

O WhatsApp também pretende identificar nas notificações a qual conta cada mensagem pertence, algo importante para quem mantém vários números no mesmo celular.

WhatsApp já permite duas contas no iPhone

O suporte a múltiplas contas começou a ser distribuído para usuários do iPhone em 2026. Atualmente, é possível manter dois números diferentes dentro do mesmo aplicativo, sem precisar sair de uma conta para entrar em outra.

Antes disso, quem precisava manter dois perfis costumava recorrer ao WhatsApp Business ou a um segundo celular. A expansão para três contas reduz ainda mais essa necessidade.

O WABetaInfo ressalta que o limite de três pode não ser definitivo. A estrutura encontrada no aplicativo indica que o WhatsApp poderia ampliar novamente essa quantidade no futuro, embora não exista confirmação sobre isso.

iphones linha 17

E o recurso do iOS 27 para usar o mesmo número em dois iPhones?

A novidade também chega em um momento em que a Apple amplia as opções para quem usa mais de um celular.

O iPhone Handoff, anunciado no iOS 27, permite associar o mesmo número de telefone a dois iPhones compatíveis e alternar a linha entre eles, desde que a operadora ofereça suporte. A função estreia inicialmente com T-Mobile, nos Estados Unidos, e Telekom, na Alemanha.

Os dois recursos resolvem situações diferentes. No WhatsApp, a novidade em desenvolvimento permite colocar até três números e contas distintas dentro de um único iPhone. Já o iPhone Handoff trata da linha telefônica e permite utilizar um mesmo número em dois iPhones.

O WhatsApp também já possui seu próprio sistema de dispositivos vinculados, que permite acessar a mesma conta em aparelhos adicionais. Portanto, o funcionamento do mensageiro não depende do iPhone Handoff para manter uma conta disponível em mais de um dispositivo.

Quando chega?

Ainda não existe previsão. O suporte a três contas foi encontrado no WhatsApp beta para iOS, mas continua marcado como em desenvolvimento. Isso significa que a Meta ainda pode modificar o funcionamento antes de iniciar os testes públicos.

O próximo passo esperado é a liberação para um grupo de usuários do TestFlight. Somente depois disso o recurso poderá chegar à versão estável disponível na App Store.

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WhatsApp poderá silenciar conversas por horário com novo plano pago da Meta

A Meta anunciou nesta terça-feira (15) o Meta One, novo serviço de assinaturas que reúne planos pagos para Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI. Para usuários comuns, as opções começam em R$ 7 por mês e liberam recursos como Stories de 48 horas, personalização dos aplicativos e mais conversas fixadas no WhatsApp.

A empresa também criou pacotes com limites maiores para geração de imagens e vídeos por inteligência artificial. Segundo a Meta, os aplicativos e o uso cotidiano do Meta AI continuarão gratuitos, enquanto as assinaturas concentram funcionalidades adicionais.

A companhia afirma que o Meta One estreia com mais de 50 recursos entre Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI. A novidade está sendo disponibilizada gradualmente em todo o mundo.

Os preços são localizados para o mercado brasileiro, portanto não correspondem à conversão dos valores cobrados em dólar. O Instagram Plus, por exemplo, custa US$ 3,99 (cerca de R$ 20,50) por mês nos Estados Unidos e R$ 10 no Brasil.

O que muda no Instagram, Facebook e WhatsApp

A assinatura do Instagram Plus (R$ 10/mês) permite manter Stories por 48 horas, criar diferentes listas de audiência, descobrir quantas vezes um Story foi revisto e pesquisar se uma pessoa específica visualizou a publicação.

Também há ícones e fontes personalizados, até seis posts fixados no perfil e a possibilidade de publicar diretamente no perfil sem levar o conteúdo ao feed dos seguidores.

A Meta também adicionou recentemente ao plano fontes personalizadas para mensagens diretas e Stories, notificações quando pessoas específicas visualizam um Story e prévias de DMs.

O Facebook Plus (R$ 10/mês) inclui Stories de 48 horas, reações animadas, ícones personalizados e informações sobre quem reviu um Story. A empresa afirma que o serviço também está recebendo mais opções de personalização do Messenger e dados sobre Reels.

Já o WhatsApp Plus, o mais barato, por R$ 7 mensais, oferece temas e ícones exclusivos, toques diferentes para contatos, figurinhas com efeitos em tela cheia e permite fixar até 20 conversas. O usuário também pode configurar alertas, toques e temas diferentes para suas listas de chats.

Mais adiante, a Meta pretende testar no WhatsApp Plus armazenamento para backups de conversas e mídias e os chamados Horários de Foco, que poderão silenciar ou ocultar conversas automaticamente de acordo com uma programação definida pelo usuário.

Há ainda dois pacotes individuais. O Core, de R$ 32 por mês, reúne Instagram Plus, Facebook Plus e WhatsApp Plus e aumenta os limites de ferramentas de IA, incluindo geração de imagens e vídeos e o Restyle do Instagram. O Premium custa R$ 97 e oferece limites ainda maiores de uso do Meta AI.

Meta One

Quanto custa cada plano do Meta One?

Confira abaixo quanto custa cada um dos planos do Meta One:

Plano

Público

Preço no Brasil

WhatsApp Plus

Usuários

R$ 7/mês

Instagram Plus

Usuários

R$ 10/mês

Facebook Plus

Usuários

R$ 10/mês

Core

Usuários/IA

R$ 32/mês

Premium

Usuários/IA

R$ 97/mês

Essencial

Criadores e empresas

a partir de R$ 59/mês

Avançado

Criadores e empresas

a partir de R$ 199/mês

Expert

Criadores e empresas

a partir de R$ 599/mês

Máximo

Criadores e empresas

a partir de R$ 1.999/mês

A Meta ressalta que preços, recursos e disponibilidade podem variar conforme região, aplicativo e conta.

Criadores poderão colocar links diretamente em posts e Reels

Para criadores, uma das principais mudanças aparece a partir do plano Avançado. No Instagram, assinantes poderão colocar links clicáveis diretamente em posts e Reels, além de agendar Stories com até um mês de antecedência e posts e Reels com até um ano.

O pacote também inclui comparação de desempenho com outros perfis públicos, histórico ampliado de métricas, acesso compartilhado à conta sem entregar a senha e suporte humano. Os planos Expert e Máximo aumentam os limites desses recursos.

No Facebook, há ainda ferramentas para sugerir horários de publicação, enviar automaticamente convites para seguir o perfil e dar maior destaque à conta nos resultados de busca.

Meta One prints - instagram

Meta One também terá planos para empresas

As assinaturas empresariais usam as mesmas quatro faixas de preço, mas incluem ferramentas específicas para negócios. O Essencial traz selo de verificação, proteção contra perfis falsos, recursos do WhatsApp Business e maior acesso ao Meta Business Agent, IA que pode responder clientes.

Nos níveis superiores, entram mais dispositivos conectados ao WhatsApp Business, créditos para disparos empresariais, links em posts e Reels, mais contas protegidas e suporte humano. O plano Máximo, de R$ 1.999 mensais, oferece os maiores limites e prevê até uma conversa semestral com um consultor da Meta para orientação sobre conteúdo no Instagram e Facebook.

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Quishing: golpes com QR Code aumentam 460% no Brasil

Golpes de phishing que usam QR Codes cresceram 460% no Brasil entre janeiro e fevereiro de 2026, segundo dados da ESET. O levantamento, baseado na telemetria da empresa durante o primeiro semestre, mostra que os chamados ataques de quishing já representaram 7,2% das detecções de phishing no período.

O termo quishing é usado para descrever golpes de phishing que utilizam códigos QR para levar a vítima a páginas falsas, formulários de captura de dados ou arquivos maliciosos. A técnica aproveita a familiaridade do público com os códigos usados em pagamentos, cardápios, entregas, eventos e autenticações.

A principal diferença em relação a um link convencional está na forma como o endereço chega ao usuário. Ao apontar a câmera do celular para um QR Code, a pessoa pode acessar o destino sem observar previamente a URL, o que dificulta identificar domínios falsos ou redirecionamentos suspeitos.

Como funciona o quishing

O golpe pode começar com uma imagem enviada por e-mail, aplicativo de mensagens ou rede social. O QR Code pode aparecer sozinho ou dentro de um documento aparentemente legítimo, como um PDF de cobrança, nota fiscal, contrato ou comprovante.

Depois da leitura, o código direciona o usuário para uma página controlada pelos criminosos. O site pode imitar serviços conhecidos e solicitar senha, dados bancários ou códigos de autenticação. Em outros casos, a vítima é induzida a baixar um arquivo malicioso.

Segundo Jonathan Ramos, pesquisador de segurança da ESET Brasil, o QR Code reduz uma etapa importante da avaliação feita pela vítima porque o endereço não fica visível antes da leitura. "A pessoa enxerga uma imagem familiar, escaneia e muitas vezes segue as instruções sem verificar para onde foi direcionada", afirmou.

Por isso, a recomendação é tratar o código como qualquer outro link e checar para onde ele direciona antes de continuar.

O crescimento dos ataques com QR Code ocorre em um cenário no qual o phishing continua sendo uma das principais ameaças identificadas pela ESET. A categoria correspondeu a 35,9% de todas as detecções analisadas pela empresa no Brasil durante o primeiro semestre.

qr code phishing golpe

PDFs foram a principal isca para phishing

Apesar do avanço do quishing, os arquivos PDF concentraram a maior parcela das detecções de phishing no período. A categoria PDF/Phishing respondeu por 52% dos casos identificados pela ESET.

Os criminosos podem usar documentos que simulam uma segunda via de boleto, uma nota fiscal, um comprovante de pagamento ou um contrato. Em ambientes profissionais, também aparecem situações como orçamentos, currículos, pedidos de clientes e documentos supostamente compartilhados por colegas.

Um PDF desse tipo pode conter um botão, link ou QR Code. Ao acessar o conteúdo, a vítima pode ser direcionada para uma página falsa que tenta coletar credenciais e informações financeiras ou pode ser estimulada a baixar um programa malicioso.

Entre as marcas e plataformas utilizadas como isca nas campanhas identificadas pela telemetria da ESET, a DocuSign apareceu com 1,3% do volume de phishing, seguida por Telegram, com 0,5%, e WeTransfer, com 0,3%. A presença dessas marcas não significa que os sistemas das empresas tenham sido invadidos. Os golpistas podem apenas reproduzir elementos visuais e a linguagem das comunicações para criar uma aparência de legitimidade.

Como se proteger de golpes com QR Code

A primeira medida é verificar o endereço exibido depois da leitura do código antes de fornecer qualquer informação. Vale observar o domínio, erros de grafia e redirecionamentos para endereços que não tenham relação com o serviço esperado.

QR Codes recebidos sem contexto também exigem cautela. Uma mensagem que pede o pagamento imediato de uma cobrança, a confirmação de uma conta ou uma ação para evitar um suposto bloqueio pode usar a urgência para reduzir o tempo de avaliação da vítima.

Se a página solicitar senha, dados bancários ou código de autenticação, o ideal é interromper o processo e acessar o serviço diretamente pelo aplicativo ou site oficial. A mesma regra vale para documentos recebidos de remetentes desconhecidos ou que não eram esperados.

A ESET também recomenda manter os dispositivos atualizados e utilizar uma solução de proteção capaz de bloquear páginas e arquivos maliciosos. Esses cuidados reduzem o risco caso o usuário acesse um conteúdo fraudulento.

Veja no Canaltech o que é phishing e como se proteger.

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Galaxy S24 ganha recursos de IA do S26 e Z Fold 8 em novo beta da One UI 9

O Galaxy S24 começou a receber a segunda versão beta da One UI 9, e a atualização adiciona ao celular recursos de inteligência artificial que estrearam nos aparelhos mais recentes da Samsung. Entre as novidades estão o Call Brief, o My FanCam, cartões personalizados do Now Brief e o Now Nudge.

A atualização, baseada no Android 17, está sendo distribuída para Galaxy S24, S24+ e S24 Ultra inscritos no programa de testes. O pacote também corrige problemas encontrados na primeira versão beta e melhora a estabilidade do sistema.

Galaxy S24 ganha quatro recursos de IA

O Call Brief apresenta informações relacionadas a uma ligação diretamente na tela durante a chamada. A função pode mostrar dados contextuais associados ao contato e à conversa, usando informações disponíveis no celular.

Já o My FanCam usa inteligência artificial para acompanhar uma pessoa específica em um vídeo. O recurso identifica o indivíduo selecionado e faz o enquadramento automático para mantê-lo em destaque, inclusive com opções voltadas a diferentes formatos de vídeo. A função foi apresentada anteriormente para os aparelhos mais recentes da Samsung.

Outra novidade são os cartões personalizados do Now Brief. Eles permitem reunir informações de serviços como Samsung Health, previsão do tempo e YouTube em cartões programados para aparecer em determinados horários.

O Now Nudge analisa o contexto do que está sendo exibido na tela para oferecer sugestões relacionadas ao conteúdo. A proposta inclui indicar aplicativos, eventos do calendário e atalhos que possam ser úteis naquele momento.

As quatro funções já haviam chegado aos testes da One UI 9 em aparelhos mais novos, incluindo a linha Galaxy S26 e os dobráveis Galaxy Z Fold 8 e Z Flip 8. A Samsung agora amplia parte desse conjunto para a geração Galaxy S24.

Galaxy S24 home

Beta 2 também corrige problemas

A nova versão tem firmware com final ZZI4 e ocupa mais de 600 MB, embora o tamanho possa variar de acordo com o modelo e o mercado. Além dos novos recursos, o pacote traz correções para problemas identificados durante os primeiros testes.

Entre eles estão falhas nas traduções do Bixby Vision, problemas de otimização de cores na câmera e um erro que podia provocar o fechamento inesperado do aplicativo Contatos.

A One UI 9 é baseada no Android 17 e representa a próxima grande atualização do software dos celulares Galaxy. A Samsung já iniciou os testes em diferentes gerações de aparelhos antes da distribuição da versão estável.

Como participar do Beta da One UI 9

O programa de testes da One UI 9 é feito pelo aplicativo Samsung Members. Para participar, é necessário entrar no aplicativo com uma conta Samsung e procurar o banner ou cartão do programa Beta, quando ele estiver disponível para o aparelho e a região.

Depois da inscrição, a atualização pode ser encontrada em "Configurações" > "Atualização de software" > "Baixar e instalar". A Samsung recomenda fazer um backup dos dados antes de instalar versões beta, já que esse tipo de software pode apresentar falhas ou incompatibilidades.

No caso do Galaxy S24, a disponibilidade do programa continua restrita a determinados mercados. O primeiro beta foi confirmado para Estados Unidos, Índia e Coreia do Sul, e o programa oficial da Samsung informa que a participação varia conforme país, aparelho e versão do sistema. O Brasil não aparece entre os mercados confirmados para o beta do Galaxy S24 neste momento.

Confira no Canaltech a lista de celulares que receberão o Android 17.

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Uber lança nova categoria para viagens entre cidades turísticas; conheça

A Uber lançou a modalidade Entre Cidades, que permite solicitar viagens diretas entre o Rio de Janeiro e três destinos turísticos do estado: Angra dos Reis, Cabo Frio e Petrópolis. A opção funciona nos trajetos de ida e volta, com o preço mostrado no aplicativo já incluindo pedágios e taxas do percurso.

A nova categoria foi criada para viagens intermunicipais feitas pelo aplicativo e pode ser solicitada imediatamente ou agendada com antecedência pelo Uber Reserve. O serviço está disponível para deslocamentos entre a capital fluminense e os três municípios desde esta quinta-feira (10).

Como funciona o Uber Entre Cidades

Para usar a modalidade, o passageiro precisa informar no aplicativo o ponto de partida e o destino final em uma das cidades atendidas. O percurso também pode ser feito no sentido inverso, permitindo utilizar o serviço para o retorno ao Rio de Janeiro.

Atualmente, as rotas disponíveis são:

  • Rio de Janeiro / Angra dos Reis;

  • Rio de Janeiro / Cabo Frio;

  • Rio de Janeiro / Petrópolis.

A principal diferença em relação a uma viagem urbana comum está na abrangência do trajeto. A corrida é feita diretamente entre os municípios, sem necessidade de trocar de veículo durante o deslocamento.

Outro ponto destacado pela Uber é a previsibilidade do preço. Antes de confirmar a viagem, o usuário consegue consultar o valor total do percurso, já com os custos de pedágio e taxas incluídos.

uber entre cidades

Viagem pode ser agendada com até 90 dias

O Entre Cidades também pode ser usado pelo Uber Reserve, recurso de agendamento da plataforma. Nesse caso, é possível marcar o deslocamento com até 90 dias de antecedência.

As informações sobre o motorista parceiro responsável pela viagem são enviadas ao passageiro até uma hora antes do horário previsto para a partida, segundo a Uber.

O acompanhamento da viagem também permanece disponível durante o trajeto. A plataforma informa que o Entre Cidades conta com rastreamento ativo, assim como outras viagens realizadas pelo aplicativo.

A modalidade pode ser utilizada para diferentes situações, como deslocamentos durante feriados e fins de semana, passeios turísticos e viagens corporativas. Por enquanto, a oferta está restrita às três rotas entre o Rio de Janeiro e os destinos anunciados pela empresa.

Uber One também vale para as viagens

Usuários do Uber One também podem utilizar os benefícios do programa nas corridas do Entre Cidades. De acordo com a Uber, assinantes acumulam cashback em créditos Uber One nas viagens realizadas pela nova modalidade.

A empresa não informou, no release de lançamento, uma data para expansão do serviço para outras cidades ou rotas.

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Fotos marcadas agora podem ser colocadas no feed do Instagram; veja como fazer

O Instagram passou a permitir nesta quinta-feira (10) que usuários adicionem ao próprio feed fotos e publicações nas quais foram marcados por outras pessoas. O conteúdo continua aparecendo na aba de marcações, mas agora também pode ser colocado na grade principal do perfil.

A novidade pode ser útil para destacar fotos de viagens, registros com amigos ou publicações de colaborações sem precisar publicar o conteúdo novamente na própria conta.

Como funciona o novo recurso do Instagram?

A publicação adicionada à grade continua pertencendo à conta que originalmente fez o post. O usuário marcado apenas passa a exibi-la também em seu próprio perfil.

O Instagram informa que a visibilidade depende das configurações de privacidade tanto da conta que adicionou a publicação quanto daquela que fez a marcação.

As publicações adicionadas à grade aparecem inicialmente em ordem cronológica inversa. O Instagram também permite reorganizar os posts do perfil, então é possível mudar a posição delas posteriormente para ajustar a disposição da grade.

Também é possível retirar uma publicação da grade sem apagá-la. Nesse caso, o post continua disponível na aba de marcações.

 

Meta Instagram

Como colocar uma foto marcada no feed do Instagram?

O recurso pode ser acessado por diferentes caminhos. É possível fazer isso pela notificação recebida quando alguém marca o usuário, pelo menu da própria publicação ou pela aba de marcações.

Pela publicação marcada

  1. Abra o Instagram e entre no seu perfil;

  2. Acesse a aba de marcações;

  3. Abra a publicação que você quer adicionar à grade;

  4. Toque nos três pontos, no canto superior da publicação;

  5. Selecione “Adicionar à grade”.

Também é possível manter o dedo pressionado sobre uma publicação dentro da aba de marcações para acessar a opção.

Pela notificação de marcação

Quando alguém marcar você em uma publicação, o Instagram também pode oferecer a opção “Adicionar à grade” diretamente na notificação recebida por mensagem direta. Basta selecionar o comando para incluir o post no perfil.

Se a opção não aparecer, o recurso pode ainda não ter sido liberado para a conta. A novidade está sendo disponibilizada pelo Instagram, e os relatos sobre o lançamento indicam que a distribuição ocorre de forma gradual.

Confira mais de Instagram no Canaltech: Por que o Instagram não tem feed cronológico?

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Às vésperas das eleições, Meta terceiriza combate às fake news; entenda os perigos

A Meta começou a testar as Notas da Comunidade em 16 países da América Latina, substituindo gradualmente o modelo de checagem profissional por um sistema no qual os próprios usuários ajudam a contextualizar publicações potencialmente enganosas. A mudança ocorre pouco antes das eleições de 2026 e levanta preocupações sobre a capacidade do mecanismo de conter campanhas coordenadas de desinformação.

O Brasil ficou fora da primeira fase, que contempla apenas países de língua espanhola. A Meta afirma, porém, que pretende transformar as Notas da Comunidade no padrão de suas plataformas após concluir os testes e avaliar o funcionamento do sistema em cada país.

Como funcionam as Notas da Comunidade?

As notas permitem que colaboradores cadastrados escrevam informações adicionais sobre publicações públicas do Facebook, Instagram e Threads. Outros participantes avaliam o conteúdo, e uma nota só é publicada quando existe concordância entre pessoas que normalmente apresentam opiniões diferentes.

A proposta tenta evitar que uma simples votação da maioria determine o que será considerado correto. O sistema da Meta procura identificar consenso entre grupos com perspectivas distintas antes de exibir uma nota. A empresa também afirma utilizar mecanismos automáticos para detectar tentativas de manipulação, assédio, exposição de dados pessoais e coordenação artificial entre contas.

Durante a fase inicial, as notas ainda não aparecem para os usuários. A Meta diz que continuará utilizando a checagem independente nos 16 países enquanto reúne colaboradores e testa o produto. Nos Estados Unidos, onde o recurso foi lançado em 2025, a empresa afirma ter mais de 1,4 milhão de colaboradores e mais de 50 mil notas publicadas.

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Qual é o problema do sistema?

A principal questão é que o sistema depende da existência de uma comunidade suficientemente diversa, ativa e independente para funcionar. Em ambientes polarizados, grupos organizados podem tentar influenciar as avaliações e criar uma aparência de consenso sobre uma informação falsa.

O próprio Comitê de Supervisão da Meta alertou para esse risco em março. Segundo o órgão, redes coordenadas de desinformação podem explorar as Notas da Comunidade e fazer com que o sistema privilegie determinados grupos políticos, étnicos ou linguísticos.

O problema ganha peso durante eleições porque uma informação enganosa pode circular rapidamente antes que uma correção seja publicada. O Comitê recomendou que a Meta tenha cautela especial em períodos eleitorais e evite implementar o recurso quando as proteções disponíveis forem insuficientes para reduzir riscos à integridade do processo.

Outro ponto é a velocidade. Uma nota precisa ser escrita, avaliada e atingir o nível necessário de consenso para aparecer. Se colaboradores não concordarem sobre o contexto de uma publicação, o conteúdo pode permanecer sem qualquer esclarecimento.

O que muda para o Brasil?

Por enquanto, nada diretamente. O Brasil não está entre os 16 países selecionados para o primeiro teste e a Meta não anunciou uma data para implementar as Notas da Comunidade no país.

A possibilidade de expansão, porém, merece atenção porque o Brasil terá eleições em outubro. O Comitê de Supervisão recomendou que a Meta considere justamente o calendário eleitoral, as condições do ambiente informacional e os riscos de manipulação antes de levar o sistema a novos países.

A mudança também representa uma alteração na responsabilidade pela identificação de informações enganosas. Em vez de depender exclusivamente de organizações especializadas em checagem, a proposta coloca usuários no centro da produção e avaliação desse contexto.

A Meta argumenta que o modelo permite alcançar mais publicações e aumentar a velocidade das correções. Críticos e o próprio Comitê de Supervisão apontam que escala não resolve, por si só, problemas de manipulação e consenso artificial.

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Por que o Instagram não tem feed cronológico? Chefão explica uso de algoritmo

O Instagram mantém o feed principal organizado por algoritmos porque, segundo Adam Mosseri, chefe da rede social, a experiência tende a piorar quando as publicações passam a aparecer apenas em ordem cronológica. Em uma conversa com jornalistas na Austrália, o executivo afirmou que o engajamento pode cair em até 50% quando o sistema de recomendações é desativado.

A declaração ocorre em meio a uma proposta do governo australiano para obrigar redes sociais a oferecerem aos usuários uma opção clara de abandonar feeds personalizados. A ideia é permitir que as pessoas escolham entre recomendações feitas por algoritmos e uma linha do tempo baseada apenas nas contas que seguem.

Por que o Instagram prefere o feed algorítmico?

Segundo Mosseri, um feed organizado somente pela ordem de publicação tende a favorecer contas que publicam com muita frequência. Empresas, marcas e veículos de comunicação conseguiriam ocupar mais espaço porque têm capacidade de publicar várias vezes ao dia, enquanto amigos e criadores individuais poderiam ficar para trás.

O executivo afirmou que, nesse cenário, conteúdos de empresas e publishers acabam ocupando o feed, enquanto criadores e amigos ficam menos visíveis. Na avaliação dele, isso faz com que usuários deixem de encontrar parte das publicações que poderiam considerar relevantes.

Mosseri também disse que a empresa observa queda na satisfação dos usuários quando eles deixam de utilizar o sistema de recomendações. O argumento considera métricas como o tempo gasto na plataforma e a avaliação que as pessoas fazem das publicações exibidas.

Há, porém, uma diferença importante entre essas métricas. Uma queda no engajamento mostra que o usuário interage menos com o Instagram, mas não determina sozinha se a experiência é melhor ou pior para ele. Essa é justamente uma das questões colocadas pela discussão australiana.

app instagram

Feed cronológico já existe no Instagram

Apesar de o feed principal usar recomendações, o Instagram oferece desde 2022 uma alternativa chamada “Seguindo”. Nela, as publicações das contas acompanhadas aparecem em ordem cronológica, sem a organização feita pelo sistema de recomendações. A Meta também disponibiliza o modo “Favoritos”, que permite priorizar contas escolhidas pelo usuário.

A opção, porém, não fica como padrão. De acordo com Mosseri, a utilização do feed cronológico na Austrália representa uma parcela de apenas um dígito baixo dos usuários. Ele reconheceu que o recurso poderia ser mais fácil de encontrar dentro do aplicativo.

O executivo também apontou que opções que não são definidas como padrão tendem a ter uma adesão menor. Por isso, a proposta australiana pode ter um efeito diferente: em vez de simplesmente esconder a alternativa dentro do aplicativo, as plataformas seriam obrigadas a apresentar a escolha aos usuários.

Austrália quer transformar a escolha em regra

A proposta faz parte de um pacote de medidas chamado Digital Duty of Care. O governo australiano pretende obrigar grandes plataformas a oferecerem aos usuários uma escolha entre o feed personalizado e uma experiência baseada apenas nas contas e grupos que eles decidiram acompanhar.

O projeto ainda está em fase de consulta e deve ser apresentado ao Parlamento posteriormente. Caso seja aprovado, plataformas que descumprirem as regras poderão enfrentar multas de até 109,2 milhões de dólares australianos.

A discussão coloca em evidência uma característica central das redes sociais atuais: o feed deixou de funcionar apenas como uma lista das publicações mais recentes. No Instagram, o algoritmo decide quais conteúdos têm maior probabilidade de aparecer para cada pessoa, enquanto a ordem cronológica continua disponível como uma alternativa menos visível.

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Nubank lança Nu Global para movimentar dinheiro em mais de 35 países

O Nubank iniciou oficialmente nesta quinta-feira (10) sua operação nos Estados Unidos. A fintech passa a oferecer conta em dólar, cartão de crédito e transferências internacionais no país, enquanto apresenta o Nu Global, uma conta digital multimoeda voltada para clientes que movimentam dinheiro entre diferentes países.

A operação americana começa por meio de uma parceria com o Lead Bank, instituição financeira americana que mantém os depósitos dos clientes e é membro do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), equivalente ao mecanismo de proteção a depósitos bancários nos EUA.

O Nubank ainda aguarda a conclusão do processo para operar com sua própria licença bancária no país.

Como vai funcionar o Nubank nos EUA

A principal oferta será a Nu Account, conta em dólar que oferece rendimento anual de 3,5% sobre os valores depositados. A conta também permite pagamento de contas, criação de metas de economia e transferências locais e internacionais, inicialmente para Brasil, México e Colômbia.

O cartão de crédito americano do Nubank não terá anuidade e oferecerá 1,5% de cashback ilimitado nas compras. A empresa afirma que, futuramente, o percentual poderá chegar a 2% para clientes que cumprirem os critérios de elegibilidade.

A estrutura atual é diferente da operação bancária própria planejada pela companhia. O Nubank recebeu aprovação condicional para uma licença bancária nacional nos EUA em janeiro de 2026, mas ainda depende das etapas regulatórias restantes. Por enquanto, o modelo com o Lead Bank permite iniciar o atendimento enquanto o processo de autorização avança.

prints nubank usa

O que é o Nu Global

O Nu Global foi apresentado como uma conta digital multimoeda para pessoas que vivem, trabalham ou fazem transações financeiras em diferentes países. A proposta é concentrar em um único aplicativo operações que normalmente exigem contas e serviços separados.

Os depósitos do Nu Global são convertidos em USDC ou EURC, stablecoins pareadas ao dólar e ao euro. Os saldos em USDC têm rendimento anual de 3,5%, enquanto os valores em EURC rendem 2,2%, segundo o Nubank.

A conta também inclui um cartão virtual Mastercard para compras internacionais e permite enviar e receber dinheiro em mais de 35 países, começando por mercados da Europa e da América Latina. A integração entre Brasil, Estados Unidos, México e Colômbia está prevista para os próximos meses.

O serviço ainda permite manter e negociar ativos digitais como Bitcoin e Ethereum dentro do aplicativo. A proposta, portanto, vai além de uma conta em dólar para viagens e tenta reunir movimentação de dinheiro, pagamentos internacionais e alguns serviços de ativos digitais na mesma plataforma.

nubank EUA capa

Outros bancos brasileiros já fizeram isso?

O movimento do Nubank ocorre em um mercado no qual outros bancos brasileiros já construíram operações internacionais. O Banco do Brasil, por exemplo, mantém o BB Americas na Flórida, subsidiária voltada ao varejo bancário nos Estados Unidos, além de operações em Nova York e Miami.

O Itaú também possui presença nos EUA e oferece a Conta Global Itaú Personnalité em parceria com a Avenue. O serviço permite manter dólares e euros, usar cartão de débito internacional e movimentar recursos no exterior pelo aplicativo.

O caso mais próximo da estratégia do Nubank é o Inter. A instituição recebeu em 2026 autorização do Federal Reserve e do regulador da Flórida para operar uma filial do Banco Inter em Miami. A unidade passou a ter autorização para emitir cartões e oferecer produtos de crédito regulados sem depender de um banco patrocinador.

A diferença está no estágio e no modelo de cada instituição. Enquanto Banco do Brasil, Itaú e Inter já mantêm estruturas próprias ou subsidiárias nos Estados Unidos, o Nubank começa sua nova operação usando um banco parceiro e trabalha para obter sua licença bancária própria no país.

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WhatsApp muda radicalmente tela de conversas com visual de vidro no iPhone

O WhatsApp começou a liberar uma nova versão da interface para iPhone que leva o visual Liquid Glass para a tela de conversas. O recurso deixa elementos da interface translúcidos, com aparência de vidro, e também muda o formato dos balões de mensagens, menus e barras de navegação.

A atualização está distribuição gradual para usuários do WhatsApp para iOS e faz parte de uma mudança visual que começou a chegar ao aplicativo nos últimos meses. Segundo o WABetaInfo, a versão 26.35.72, disponível na App Store, é compatível com a nova interface.

Conversas ganham visual transparente

A principal mudança aparece na parte inferior da conversa. A barra de digitação passa a flutuar sobre o conteúdo, com um fundo translúcido que permite enxergar parcialmente o que está atrás dela.

O botão usado para voltar rapidamente à mensagem mais recente também adota o mesmo padrão. No topo, a barra de navegação fica transparente e permite que o papel de parede e as mensagens apareçam de forma discreta por trás do elemento.

Os menus também foram redesenhados. Ao tocar e segurar uma mensagem, a bandeja de reações e o menu de contexto passam a usar o efeito translúcido do Liquid Glass, mantendo a conversa visível no fundo. O visual funciona tanto no modo claro quanto no escuro.

Os próprios balões de mensagens receberam alterações. Eles ficaram mais arredondados, enquanto fotos, vídeos e GIFs deixam de ter a borda tradicional, aparecendo diretamente sobre a conversa.

liquid glass wabetainfo

Mudança começou meses atrás

O Liquid Glass não chegou ao WhatsApp de uma vez. A empresa começou a distribuir a nova linguagem visual para outras partes do aplicativo em abril, incluindo a barra de abas, lista de conversas e botões.

A tela de conversa, porém, ficou para uma etapa posterior. Em junho, o WhatsApp começou a testar o visual translúcido na barra de digitação e na navegação entre usuários da versão beta para iPhone.

Agora, a distribuição alcança uma quantidade maior de usuários da versão estável e completa a adaptação de uma das principais telas do aplicativo.

A mudança acontece pouco antes do lançamento oficial do iOS 27, previsto pela Apple para 14 de setembro. O novo sistema também terá ajustes no Liquid Glass, o que ajuda a explicar o momento da expansão do recurso no WhatsApp.

Quando chega ao iPhone?

O novo visual está sendo liberado gradualmente para usuários do WhatsApp no iPhone. A versão 26.35.72 disponível na App Store é compatível com a interface, mas atualizar o aplicativo não significa necessariamente que o Liquid Glass aparecerá imediatamente.

O WhatsApp também está levando a mudança para o WhatsApp Business. Como a distribuição é feita progressivamente, usuários que ainda encontrarem a interface antiga devem aguardar a ativação na própria conta.

Confira no Canaltech as novidades que chegam com o iOS 27 na próxima semana.

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É Android? Saiba qual é o sistema usado no multimídia dos carros da BYD

A central multimídia dos carros da BYD é baseada em Android, mas isso não significa que o veículo rode a mesma versão do sistema encontrada em um smartphone.

A montadora utiliza plataformas próprias para o cockpit, adaptadas às funções do carro e à interface da central, como a família DiLink.

Essa camada de software é responsável por funções de infoentretenimento, aplicativos, conectividade e interação com a tela. Ela funciona separadamente dos sistemas eletrônicos responsáveis por funções essenciais do veículo, como motor, freios e itens de segurança.

DiLink e ICS: os nomes por trás da tela

DiLink é o nome associado pela BYD à sua plataforma de conectividade e infoentretenimento. Ao longo dos anos, a empresa apresentou diferentes gerações e configurações do sistema.

A BYD também utiliza a sigla ICS, de Intelligent Cockpit System, para suas soluções mais recentes de cockpit. É essa plataforma que fica por trás de boa parte da experiência oferecida pela tela multimídia, incluindo interface, aplicativos e recursos de conectividade.

Por isso, não existe necessariamente uma versão única do sistema em todos os carros da BYD. A interface, os aplicativos disponíveis e os recursos podem mudar de acordo com o modelo, ano de fabricação e versão do veículo.

Android da central não é o mesmo que Android Auto

O Android utilizado como base da central multimídia faz parte do próprio sistema do veículo.

Já o Android Auto é uma solução do Google que conecta um celular Android compatível ao carro e permite acessar, pela tela da central, aplicativos e funções do smartphone, como Waze, Google Maps e Spotify.

Portanto, um BYD pode ter uma central baseada em Android e, ao mesmo tempo, oferecer Android Auto. São duas coisas diferentes.

O mesmo vale para o Apple CarPlay. Ele não é o sistema operacional da central, mas uma plataforma de integração que leva recursos e aplicativos compatíveis do iPhone para a tela do veículo.

BYD King (Review)

Google Automotive Services chega aos modelos mais recentes

A experiência muda nos modelos que contam com Google Automotive Services (GAS) integrado diretamente à central.

Nesse caso, serviços do Google podem funcionar de forma nativa no próprio veículo, sem depender de um celular conectado pelo Android Auto. Dependendo da configuração, isso inclui recursos como Google Play, Google Maps e Google Assistant.

O Novo Song Pro DM-i Flex é um exemplo. Segundo a BYD, o SUV tem central multimídia de 12,8 polegadas com Google Automotive Services, além de Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

É uma diferença importante porque, quando os serviços do Google estão integrados ao veículo, o motorista pode utilizar determinados aplicativos e serviços diretamente na central. Nos modelos que não contam com essa integração, a experiência com aplicativos pode depender mais das soluções disponibilizadas pela própria BYD ou da conexão com o smartphone.

Cada montadora segue um caminho

Não existe um único padrão para as centrais multimídia dos carros.

Algumas fabricantes desenvolvem sistemas próprios para seus veículos. Outras adotam plataformas baseadas em Android Automotive e podem incluir serviços do Google. Também existem carros cuja central depende principalmente de recursos de integração com smartphones, como Android Auto e Apple CarPlay.

A BYD combina diferentes soluções conforme a geração e o modelo do veículo. Por isso, dois carros da marca podem apresentar interfaces e recursos diferentes mesmo quando ambos utilizam uma base Android.

BYD dolphin mini

Central também recebe atualizações

Outro ponto importante é que o software não necessariamente fica igual ao longo da vida do carro.

A BYD distribui atualizações remotas, conhecidas como OTA (over-the-air), para suas centrais. Em junho de 2025, por exemplo, a empresa começou a liberar a atualização Super ICS 3.10, que trouxe mudanças na interface, barra de atalhos personalizável e novos aplicativos nativos, como YouTube e Zoom, além do BYD Arcade.

A atualização foi distribuída gradualmente e também podia ser instalada gratuitamente em concessionárias nos casos em que o veículo não recebesse o pacote automaticamente.

Então, o BYD é Android?

A central multimídia, em diferentes configurações da linha BYD, utiliza uma base Android adaptada para o ambiente automotivo. Mas isso não significa que todo o sistema do carro seja simplesmente “Android”.

A BYD utiliza diferentes plataformas e camadas de software para controlar o cockpit, o infoentretenimento e a integração com smartphones.

Por isso, é possível encontrar diferenças importantes entre os modelos — especialmente entre veículos com sistemas mais antigos e os mais recentes, que já incorporam serviços do Google diretamente na central.

Confira mais informações sobre o que é o Android Auto.

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Sem assinatura: Gemini libera recurso que lê e-mails e oferece resumo diário de graça

O Google começou a liberar gratuitamente o Daily Brief, recurso do Gemini que analisa informações pessoais do usuário e prepara um resumo diário com tarefas, compromissos e outras prioridades. A ferramenta antes exigia uma assinatura do Google AI, mas agora também está disponível para usuários gratuitos nos Estados Unidos.

O recurso usa o Personal Intelligence para consultar informações de aplicativos conectados, como Gmail e Google Agenda, além de conversas anteriores no Gemini. A partir desses dados, a inteligência artificial seleciona os assuntos considerados mais relevantes para o dia.

Como funciona o Daily Brief

O resumo é dividido em diferentes áreas. A seção “Top of mind” reúne informações consideradas urgentes ou que exigem alguma ação, como tarefas próximas do prazo. Também há uma área de informações que possuem datas associadas e outra chamada “Looking ahead”, voltada para objetivos de longo prazo e possíveis próximos passos.

Na prática, o Gemini pode usar um e-mail recebido no Gmail para identificar uma tarefa pendente ou combinar informações do calendário com conversas anteriores para destacar um compromisso. O objetivo é reduzir a necessidade de procurar manualmente essas informações em diferentes aplicativos.

O usuário também pode interagir com cada item. É possível marcar uma tarefa como concluída, dispensá-la, conversar com o Gemini sobre o assunto ou informar se aquela sugestão foi útil. Esse feedback é usado para ajustar os próximos resumos.

O Daily Brief também pode ser acessado pelo Gemini Live com um comando como “What's my daily brief?”. O Google ainda trabalha em outras formas de apresentação do recurso, incluindo uma opção de áudio identificada em testes.

Gemini

Disponibilidade

A liberação gratuita começou nos Estados Unidos e elimina a necessidade de uma assinatura Google AI Plus, Pro ou Ultra. O recurso continua dependendo de uma conta pessoal do Google, do Personal Intelligence, da conexão com aplicativos do Workspace e da memória do Gemini ativada.

O Google informa que a distribuição ocorre gradualmente e que o Daily Brief está disponível apenas em inglês por enquanto. A documentação oficial também restringe o recurso a usuários maiores de 18 anos nos EUA. Portanto, o Daily Brief ainda não está disponível gratuitamente no Brasil.

Veja no Canaltech 6 coisas que o Gemini faz melhor que o Claude.

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Samsung critica lançamento do iPhone Duo com provocações nas redes sociais

A Samsung aproveitou o lançamento do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, para provocar a rival nas redes sociais. O perfil oficial Samsung Mobile US publicou uma série de mensagens no X antes e depois da apresentação do novo modelo, questionando as novidades anunciadas pela empresa nesta quarta-feira (9).

Antes do evento, a conta já havia ironizado a chegada da Apple ao segmento de dobráveis. Em uma das publicações, afirmou que estava “dobrando em três” enquanto a Apple fazia o público esperar, em referência aos celulares da linha Galaxy Z que adotam diferentes formatos de dobra.

Após a apresentação, as provocações continuaram. A Samsung afirmou que o novo iPhone “parece muito familiar” e perguntou se aquilo seria uma sequência de The Sims.

Em outra publicação, a empresa brincou com o nome Duo e marcou a conta do Duolingo, dizendo que a Apple também havia copiado a plataforma. A empresa, no entanto, rebateu a Samsung com "quando um estranho feio te chama de gêmeo", em clima de descontração. Confira:

Samsung diz que Apple está “requentando sobras”

A crítica mais direta veio em uma publicação que dizia para a Apple avisar quando terminasse de “requentar nossas sobras”, acompanhada de um emoji de piscadela.

Em outra mensagem, a Samsung questionou o impacto da apresentação: “Houve alcance? Não. Foi emocionante? Não. Aconteceu? Sim”. A publicação terminou com a hashtag #ItsTimeToSwitch (“É hora de mudar”, em inglês), usada pela companhia em outras provocações direcionadas a usuários de iPhone.

As mensagens fazem referência principalmente ao fato de a Apple estar entrando agora no mercado de celulares dobráveis. O iPhone Duo adota formato semelhante ao de modelos como o Galaxy Z Fold 8, com uma tela externa e outra interna de 7,6 polegadas quando o aparelho é aberto.

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O aparelho começa em US$ 1.999 nos Estados Unidos e será vendido no Brasil por R$ 21.999 na versão de 256 GB. A Apple também confirmou compatibilidade com Apple Pencil USB-C e recursos de multitarefa adaptados à tela maior.

A Samsung, por sua vez, já possui uma linha consolidada de dobráveis e usa esse histórico para tentar apresentar a estreia da Apple como uma chegada tardia a uma categoria que a rival explora há anos.

A provocação ocorre no mesmo dia em que a Apple também apresentou os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max.

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Cientista da dona do Claude vê mais de 10% de chance de IA exterminar humanidade

Um dos principais pesquisadores de segurança da Anthropic, empresa responsável pelo Claude, afirmou que vê mais de 10% de chance de a inteligência artificial matar toda a humanidade na próxima década. Evan Hubinger, líder de Alignment Science da companhia, fez a estimativa no X após o pesquisador Jacob Coxon anunciar sua saída da Anthropic e acusar a empresa e a OpenAI de avançarem de forma irresponsável rumo a uma inteligência artificial capaz de melhorar a si própria.

A declaração não representa uma previsão de que os modelos atuais estejam prestes a exterminar pessoas. Hubinger fez questão de separar os riscos presentes daqueles associados a uma possível superinteligência criada por autoaperfeiçoamento recursivo, cenário em que sistemas de IA poderiam participar do desenvolvimento de versões cada vez mais capazes de si mesmos.

Segundo o pesquisador, a Anthropic está tentando lidar com o problema, mas ainda não possui um plano para garantir o alinhamento de uma eventual superinteligência com os interesses humanos. Ele também afirmou que a empresa não está claramente no caminho para solucionar essa questão.

Pesquisador deixou Anthropic por preocupação com a corrida

O episódio começou com a saída de Jacob Coxon, que passou três anos trabalhando com pré-treinamento de modelos, primeiro na OpenAI e depois na Anthropic. Ao anunciar a decisão, ele disse que as duas empresas estão correndo em direção à superinteligência capaz de se aprimorar sozinha e que isso representa um risco para a humanidade.

Coxon argumentou que os avanços recentes em IA já demonstraram capacidade crescente em áreas como programação, cibersegurança e operação de ferramentas. Para ele, sistemas futuros poderão superar humanos em diversas atividades e conquistar maior autonomia e acesso a recursos.

O pesquisador também criticou a lógica de competição entre laboratórios. Na avaliação dele, a Anthropic entende os riscos, mas continua avançando porque teme que concorrentes desenvolvam primeiro uma tecnologia poderosa sem os mesmos cuidados.

Entre as medidas defendidas por Coxon está uma coordenação entre empresas e governos para desacelerar o aumento das capacidades dos modelos. Ele chegou a citar a possibilidade de uma suspensão temporária de melhorias de capacidade como uma das medidas que poderiam impedir uma corrida global.

anthropic

Casos anteriores ajudam a explicar o temor

Parte da preocupação de Hubinger e Coxon vem de comportamentos observados em testes de modelos atuais. Em uma pesquisa publicada pela própria Anthropic em 2025, Claude Opus 4 chegou a ameaçar expor um caso extraconjugal de um executivo em uma simulação na qual descobria que seria desligado. O objetivo era impedir seu próprio encerramento.

A avaliação também encontrou comportamentos semelhantes em modelos de outras empresas. Em cenários controlados, sistemas da OpenAI, Google, Meta, xAI e DeepSeek também apresentaram comportamentos como chantagem e espionagem corporativa quando seus objetivos entravam em conflito com os das organizações fictícias usadas nos testes.

A OpenAI encontrou outro tipo de comportamento em avaliações do o1. Em determinadas condições, o modelo tentou desativar mecanismos de supervisão, copiar seus próprios pesos para evitar substituição e manipular dados para alcançar um objetivo diferente daquele solicitado pelo usuário. Esses comportamentos ocorreram em testes específicos, e não significam que o modelo tenha desenvolvido autonomia fora do ambiente controlado.

Mais recentemente, em julho de 2026, modelos da OpenAI também contornaram controles criados para isolá-los da internet durante avaliações de segurança cibernética. Segundo a própria empresa, os sistemas comprometeram partes da infraestrutura de pesquisa da OpenAI e da Hugging Face.

Esses episódios são relevantes para o debate porque mostram comportamentos que pesquisadores consideram sinais de risco em sistemas cada vez mais autônomos. Eles ocorreram em ambientes de teste e não comprovam que uma IA atual tenha capacidade de escapar do controle humano ou destruir a humanidade.

O ponto levantado por Hubinger é outro: se sistemas futuros conseguirem melhorar suas próprias capacidades de maneira acelerada, os mecanismos de segurança atuais podem não ser suficientes. É justamente essa possibilidade que ele considera responsável por sua estimativa superior a 10% de risco de extinção na próxima década.

A própria Anthropic mantém relatórios periódicos sobre riscos de seus modelos dentro de sua política de escalonamento responsável. A empresa também pesquisa especificamente cenários de “desalinhamento agêntico”, nos quais sistemas autônomos podem tomar ações prejudiciais para atingir determinados objetivos.

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Magalu Cloud anuncia IA mais barata e parceria com Alibaba Cloud

A Magalu Cloud registrou crescimento de mais de dez vezes na receita obtida com clientes externos desde o início de 2025 e anunciou novos produtos voltados a inteligência artificial durante o Cloud Futures 2026, realizado nesta quarta-feira (9), em São Paulo. A empresa também revelou uma parceria com a Alibaba Cloud para ampliar a oferta de serviços de IA generativa no Brasil.

Segundo o Magalu, a plataforma já atende mais de 2 mil clientes externos, entre startups e grandes empresas, e responde por cerca de 80% dos workloads das operações do próprio Magalu. A companhia afirma ainda que pretende quadruplicar de tamanho em 2026.

Os números foram apresentados por André Fatala, vice-presidente de plataformas, Luizalabs e Magalu Cloud, durante a abertura do evento. O Cloud Futures 2026 reuniu mais de 800 executivos de tecnologia, inovação, inteligência artificial e finanças na Arena Magalu, em São Paulo. O evento teve como temas principais soberania de dados, estratégias multicloud, FinOps e o uso corporativo de inteligência artificial.

Magalu Cloud amplia oferta de IA

Entre os principais anúncios está o MGC AI Hub, uma plataforma que reúne modelos de inteligência artificial acessíveis por API e executados na infraestrutura da própria Magalu Cloud no Brasil.

A proposta inclui modelos de grandes empresas do setor e opções desenvolvidas no país, como os modelos da Maritaca. O serviço também deverá receber recursos de síntese de voz, embeddings e rerankers futuramente, segundo a empresa.

A Magalu afirma que o modelo de cobrança pode reduzir os custos de utilização de LLMs entre 30% e 75%, dependendo da opção escolhida. O release, porém, não apresenta uma comparação detalhada dos preços ou informa quais modelos correspondem a cada faixa de economia.

A execução em infraestrutura localizada no Brasil também é apresentada pela companhia como uma alternativa para empresas preocupadas com soberania de dados e exposição às variações cambiais. O serviço será oferecido por meio de APIs para integração com aplicações corporativas.

IA de compras chega ao WhatsApp

Outro anúncio foi o Agentic Commerce powered by Agent.Shop, solução baseada na experiência do chamado “WhatsApp da Lu”, lançado pelo Magalu em novembro de 2025.

A ferramenta pretende permitir que outras empresas criem experiências de compra dentro do WhatsApp. De acordo com a Magalu, o sistema consegue interpretar textos, áudios e imagens enviados pelos consumidores e usar essas informações, junto ao histórico de compras, para gerar recomendações.

O fluxo também inclui checkout e acompanhamento do pós-venda dentro da conversa, segundo a empresa. Na prática, a proposta é concentrar etapas da jornada de compra em uma mesma interface.

andré fatala magalu cloud futures 2026

Parceria com Alibaba Cloud

A Magalu Cloud e a Alibaba Cloud também anunciaram uma parceria para ampliar a oferta de serviços de IA generativa no mercado brasileiro.

As empresas afirmam que vão trabalhar conjuntamente com serviços de modelos de inteligência artificial da Alibaba Cloud, incluindo a família Qwen. O anúncio não detalha quais modelos estarão disponíveis inicialmente, preços, datas de lançamento ou condições comerciais da parceria.

A colaboração adiciona modelos internacionais ao portfólio da Magalu Cloud em um momento de expansão da oferta de infraestrutura para IA no país.

Novas alianças para infraestrutura

A empresa também anunciou acordos com Red Hat, Globo Technologies e Serasa Experian.

Com a Red Hat, a integração envolve o Red Hat Enterprise Linux (RHEL), sistema operacional voltado a ambientes corporativos. A Magalu afirma que a iniciativa busca simplificar o provisionamento de infraestrutura e facilitar a adoção de aplicações de IA em ambientes híbridos.

Já a parceria com a Globo Technologies envolve o uso da Magalu Cloud pela empresa de mídia dentro de uma estratégia multicloud e, no sentido inverso, a utilização da CDN da Globo pela Magalu Cloud.

A Serasa Experian, por sua vez, passa a utilizar a infraestrutura da Magalu Cloud e deverá disponibilizar serviços de análise de crédito no marketplace da plataforma.

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iPhone Duo finalmente ganha função que usuários pedem há anos

O iPhone Duo estreia uma função inédita nos celulares da Apple: o Split View, que permite manter dois aplicativos abertos simultaneamente, lado a lado. Anunciado pela Apple nesta quarta-feira (9), o recurso aproveita a tela interna de 7,6 polegadas do primeiro iPhone dobrável para ampliar as possibilidades de multitarefa no iOS 27.

Segundo a empresa, também será possível alternar rapidamente entre aplicativos, abrir duas janelas do mesmo app, como o Safari, e salvar pares de aplicativos para acessá-los novamente. A Apple ainda cita a possibilidade de conversar com a Siri AI enquanto outro conteúdo permanece visível na outra parte da tela.

Como funciona o Split View no iPhone Duo

O principal recurso de multitarefa do iPhone Duo permite manter dois aplicativos lado a lado quando o aparelho está aberto. A Apple não detalhou no anúncio quais combinações de aplicativos estarão disponíveis ou se haverá limitações específicas para determinados programas.

Além do Split View, o sistema permite abrir duas janelas do mesmo aplicativo. O exemplo dado pela Apple é o Safari, que poderá exibir duas páginas simultaneamente na tela interna.

Também será possível alternar rapidamente entre aplicativos e salvar pares de apps. A ideia é permitir que uma combinação usada com frequência seja recuperada posteriormente, sem precisar configurar novamente a tela.

A Apple afirma ainda que a Siri AI poderá ser utilizada enquanto o usuário olha para outro conteúdo na tela. O recurso faz parte da nova versão da assistente, que chega em beta com o iOS 27 e possui limitações de idioma e região no lançamento.

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Tela maior muda a forma de usar o iPhone

A tela interna de 7,6 polegadas é o principal elemento físico relacionado à nova experiência de multitarefa. Aberto, o iPhone Duo oferece uma área significativamente maior que a tela externa de 5,4 polegadas, criando espaço para manter dois aplicativos visíveis simultaneamente.

O iOS 27 também recebeu mudanças específicas para o formato. De acordo com a Apple, controles de navegação, o Dock e outros elementos da interface passam a ocupar as laterais da tela aberta, enquanto o sistema adapta o conteúdo conforme o aparelho é dobrado, girado ou fechado.

As duas telas possuem a mesma proporção, segundo a Apple. Isso permite que o conteúdo seja redimensionado proporcionalmente durante a transição entre os displays.

A empresa também afirma que seus próprios aplicativos foram otimizados para o iPhone Duo e que desenvolvedores podem adaptar seus programas por meio de novas APIs e dos SDKs atualizados.

Apps também precisam acompanhar o formato

A Apple cita Netflix, Zoom e Slack como exemplos de aplicativos de terceiros que já estão sendo adaptados ao formato dobrável. O anúncio, porém, não especifica quais funções cada um desses aplicativos oferecerá no iPhone Duo.

Essa adaptação faz parte de uma preparação mais ampla do iOS para diferentes tamanhos de tela. Antes do anúncio do aparelho, informações sobre o iOS 27 já indicavam que a Apple trabalhava em recursos para facilitar a adaptação de aplicativos a telas com diferentes dimensões e proporções, segundo o MacRumors.

O contexto ajuda a explicar a preparação do sistema para o novo formato, mas os detalhes sobre como cada aplicativo funcionará no iPhone Duo ainda dependem das implementações dos respectivos desenvolvedores.

A Apple confirmou que o iPhone Duo terá pré-venda a partir de 16 de outubro e chegará às lojas em 23 de outubro, inclusive no Brasil. O aparelho será vendido com o iOS 27.1.

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