Vingadores: Ultimato (2019) volta aos cinemas em breve em uma versão repaginada intitulada Vingadores: Ultimato Encore. Mas tudo indica que alguns fãs poderão sair frustrados das sessões de relançamento.
Prometendo cenas inéditas e visuais mais coloridos, a versão encore de Vingadores: Ultimato vem como uma preparação para a estreia de Vingadores: Doutor Destino, marcado para 17 de dezembro nos cinemas. A grande questão é que o longa será relançado em dois formatos: em telas normais e sob o selo Infinity Vision, que devem apresentar versões diferentes do filme.
Criado pela Walt Disney Company, o selo Infinity Vision é uma espécie de certificação de qualidade para identificar salas de cinema com formato premium. Embora não interfira na forma como o filme é gravado, o selo oferece a garantia de que a sala em questão atende a critérios rígidos de som e imagem, com uma tela de aproximadamente 14 metros de altura e um sistema de som Dolby Atmos, por exemplo.
De acordo com o British Board of Film Classification, organização que faz a classificação indicativa de produções audiovisuais no Reino Unido, a versão de Vingadores: Ultimato Encore destinada para as salas com o selo Infinity Vision terá aproximadamente três minutos a mais de conteúdos adicionais que a versão de cinemas comuns, chegando a 186 minutos de duração.
Em contrapartida, a versão do filme que será exibida em salas comuns terá 183 minutos. Considerando que Vingadores: Ultimato tem 181 minutos (3 horas e 1 minuto), o relançamento fora das salas com Infinity Vision receberão cerca de dois minutos de cenas inéditas.
Por enquanto, não há informações sobre quais serão os conteúdos extras que estarão presentes em Vingadores: Ultimato Encore, mas os fãs esperam que eles tenham alguma conexão com Vingadores: Doutor Destino, o próximo lançamento da Marvel nas telonas.
Lembrando que a versão Infinity Vision estará disponível no Brasil em cinemas selecionados a partir do dia 24 de setembro, mas não se sabe até o momento se também haverá essa diferença entre as versões comum e premium.
Vingadores reunidos novamente
Com retorno dos irmãos Joe e Anthony Russo na direção, Vingadores: Doutor Destino vai marcar a reunião entre grandes estrelas do MCU após o fim da Saga do Multiverso e alguns anos conturbados para o estúdio.
Sem muitos detalhes divulgados, o novo filme da equipe vai juntar os Vingadores, os Thunderbolts, o Quarteto Fantástico e integrantes dos X-Men da Fox em uma jornada intensa para impedir a ameaça multiversal do Doutor Destino, que é interpretado por Robert Downey Jr. Entre nomes do elenco também estão Chris Evans, Chris Hemsworth, Pedro Pascal, Ian McKellen e Patrick Stewart.
Estrela do cinema de ação, o ator Jason Statham vem marcando presença em diversas produções do gênero nos últimos anos. O mais recente é o filme Código: Vingança, que estreou nos cinemas brasileiros em setembro, mas já está fazendo um baita sucesso no streaming estadunidense.
Lançado no dia 21 de agosto nos EUA, Código: Vingança não foi exatamente um hit nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 28 milhões contra um orçamento estimado em US$ 40 milhões. Com críticas mistas, o longa sofreu para levar o público às telonas por causa de um vazamento pouco antes do lançamento oficial, pois a Amazon acabou disponibilizando a produção no streaming acidentalmente dias antes da estreia.
Considerando o cenário desanimador, a Lionsgate, estúdio por trás da produção, não demorou para disponibilizar Código: Vingança oficialmente nas plataformas digitais nos Estados Unidos, optando por essa estratégia para tentar minimizar os prejuízos causados pelo péssimo desempenho do filme nas bilheterias.
A boa notícia para a empresa é que o público de casa parece estar mais engajado com o longa, pois a produção conseguiu alcançar rapidamente o topo do ranking de filmes mais assistidos da Amazon no país norte-americano.
Buscando vingança
Dirigido por Jean-François Richet (Alerta Máximo), Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano e ex-policial que vira segurança particular de um bilionário para tentar se livrar dos traumas do passado.
Até que seu chefe é assassinado e ele é acusado de ter cometido o crime, passando a ser perseguido pelas autoridades. Reed decide, então, embarcar em uma jornada intensa para limpar o próprio nome, mas acaba se envolvendo em uma conspiração internacional sem precedentes que muda o rumo das coisas.
Apostando em elementos clássicos do gênero, Código: Vingança também tem nomes como Annabelle Wallis (Peaky Blinders) e Roland Møller (Terra de Minas) no elenco. O filme chegou aos cinemas brasileiros no dia 10 de setembro, marcando a quarta posição no ranking de mais assistidos no país na última semana.
Por enquanto, Código: Vingança ainda não tem data para chegar às plataformas digitais do Brasil, mas, levando em conta o sucesso no streaming da gringa, é provável que o mesmo cenário se repita por aqui.
A quarta temporada de Monstro, série antológica de Ryan Murphy na Netflix, chega ao streaming nesta quinta-feira (17) com uma história real que chocou os Estados Unidos em 1892. Intitulado Monstro: A História de Lizzie Borden, o novo capítulo do programa de true crime narra a história de uma mulher que foi acusada de assassinar o pai e a madrasta.
Primeira vez que Monstro aposta em uma protagonista feminina, a quarta temporada da produção, que já causou muita polêmica ao longo dos anos com a representação de crimes reais horripilantes, retorna com a atriz Ella Beatty (Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria) na pele de Lizzie Borden, uma mulher que vivia em Fall Rivers, no estado do Massachusetts, na época em que virou o centro das atenções pelo misterioso crime, que nunca foi solucionado.
Considerando o histórico da série e as prévias reveladas pela Netflix, espera-se que o programa brinque com dicotomia entre realidade e ficção, usando uma história real para expor uma realidade dura e opressiva para as mulheres no século XIX.
Quem foi Lizzie Borden?
Nascida em 1860, no Massachusetts, Lizzie Borden vivia uma vida modesta ao lado da família, composta por Andrew, Sarah e Emma (o pai, a mãe e a irmã mais velha dela, respectivamente), devido aos recursos financeiros de Andrew, cujo investimento na área industrial tinha lhe rendido uma boa fortuna. O dinheiro, porém, não era usado para manter o conforto de todos, já que Andrew era conhecido por ser extremamente pão-duro.
Essa dinâmica, no entanto, piorou quando Sarah morreu, deixando as filhas sob os cuidados do pai, que se casou novamente com Abby Gray. Pelo que se sabe sobre a relação da “nova” família, Lizzie não mantinha uma proximidade com a madrasta e tampouco com o próprio pai, especialmente por causa de desentendimentos envolvendo as finanças da casa.
Relatos da época revelam que havia um clima de tensão entre eles, especialmente pela falta de afeto de Andrew em relação às filhas e por um conflito de interesses das jovens, que exigiam um melhor remanejamento das propriedades e bens da família. Lizzie também acreditava que Abby tinha se casado com o pai apenas por interesses monetários, optando por não ter muito contato com a madrasta.
A história por trás do crime
Tudo aconteceu em 4 de agosto de 1892, quando Andrew e Abby foram encontrados mortos dentro da casa da família. Andrew foi encontrado pela polícia no sofá após receber 11 golpes de machado, enquanto Abby estava no quarto com cerca de 19 golpes.
Em um primeiro momento, as autoridades não associaram o crime à Lizzie, principalmente por causa da brutalidade dos assassinatos. Porém, algumas circunstâncias estranhas chamaram a atenção, direcionando as investigações para ela, que tinha 32 anos na época.
Segundo historiadores do caso, Lizzie teria alterado várias vezes sua versão dos fatos do que teria acontecido com o pai e a madrasta na manhã do crime, levantando suspeitas das autoridades. Considerando que ela estava em casa juntamente com a empregada doméstica da família, Bridget Sullivan, tudo começou a parecer, no mínimo, suspeito para os investigadores.
Lizzie negou qualquer envolvimento com o crime, mas era de conhecimento da população local que ela tinha uma relação complicada com o pai e a madrasta, alimentando ainda mais a desconfiança das autoridades da região. Mas foi só quando um farmacêutico afirmou que Lizzie teria tentado comprar cianeto de hidrogênio, um composto químico tóxico, no dia anterior ao crime que o caso extrapolou de vez.
Com um juiz ordenando a prisão da mulher, ela passou a ser formalmente acusada de ter matado Andrew e Abby, causando um escândalo. A intensa cobertura midiática do caso também ajudou a torná-lo popular no resto do país, com o julgamento recebendo o mesmo tratamento, como se fosse um reality show da época.
Apesar da comoção por trás do ocorrido, o caso nunca foi solucionado. Isso porque Lizzie, que se apresentou na corte como uma “jovem indefesa”, foi absolvida dos crimes pelo júri por falta de provas concretas. Ninguém foi condenado pelos crimes, o que aumentou ainda mais o interesse das pessoas, que passaram a criar teorias sobre o realmente teria acontecido no dia em que Andrew e Abby foram assassinados por golpes de machado.
Após o julgamento, Lizzie voltou para sua vida de sempre, mas enfrentou uma forte rejeição dos habitantes da cidade pelo resto da vida. Ela morreu aos 66 anos, em 1927, por causa de uma pneumonia.
Nova adaptação de um caso enigmático
Com tantas lacunas deixadas pelo caso real, Monstro: A História de Lizzie Borden chega à Netflix para tentar preencher esses buracos, misturando ficção e realidade para explorar o que poderia ter motivado alguém como Lizzie a cometer assassinatos tão brutais.
A nova temporada ainda deve explorar temas como repressão feminina, misoginia e raiva, usando a história de Lizzie para tratar de assuntos extremamente pertinentes aos dias de hoje ao longo de oito episódios.
Uma das sagas mais influentes da cultura pop desembarcou no catálogo da Netflix: os seis filmes clássicos de Star Trek estarão disponíveis na plataforma para apresentar Spock e companhia para uma nova geração e ainda fazer a alegria dos fãs de longa data.
Iniciada na televisão com a série clássica de 1966, Star Trek, ou Jornada nas Estrelas, foi exibida pela NBC por três temporadas que acompanhavam as aventuras espaciais da tripulação da nave USS Enterprise, que viaja pelo espaço em busca de novos mundos e civilizações.
Apesar da trajetória curta da série original, não demorou muito para que Star Trek ganhasse uma expansão, dando origem a um universo extenso de produções derivadas, como filmes, novos programas, animações e uma das marcas mais adoradas pelo público até os dias de hoje.
Em meio a tantos spin-offs, um dos projetos iniciais do movimento que ajudou a consolidar Star Trek na indústria do entretenimento foi Jornada nas Estrelas: O Filme (1979), o primeiro longa-metragem da franquia. Com o retorno do elenco do programa dos anos 1960, a produção foi apenas o começo de uma série de filmes que chegam neste mês à Netflix.
Qual é a ordem certa para assistir aos filmes clássicos de Star Trek?
Se você nunca assistiu aos filmes de Star Trek, mas quer aproveitar o lançamento dos clássicos na gigante do streaming para fazer isso, pode ser que esteja se perguntando por onde começar. Afinal, existe uma ordem correta para que sua experiência seja a melhor possível?
A resposta é mais simples do que parece. Com seis filmes clássicos estrelados pelo elenco original, a melhor maneira de maratonar os filmes de Star Trek é pela ordem de lançamento, que segue exatamente a ordem cronológica estabelecida no começo da franquia.
Veja a seguir a ordem correta dos filmes de Star Trek:
Jornada nas Estrelas: O Filme (1979)
Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982)
Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock (1984)
Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986)
Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira (1989)
Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991)
Preciso assistir à série original de Star Trek para entender os filmes clássicos?
Embora a série original de Star Trek tenha sido a responsável por lançar a franquia ao mundo, você não precisa obrigatoriamente assisti-la para entender os filmes clássicos. Isso porque Jornada nas Estrelas: O Filme retoma pontos importantes desse universo, como se estivesse apresentando novamente os personagens, seus arcos e as relações entre eles.
Sem contar que cada filme possui umahistória única, em que Spock, o Capitão Kirk e o restante da tripulação embarcam em uma missão específica, com começo, meio e fim. Com essa dinâmica sendo estabelecida, você não precisa necessariamente ter maratonado o programa dos anos 1960 para entender os filmes, pois eles se sustentam sozinhos.
No entanto, caso queira mergulhar profundamente neste universo, assistir à série original vai te oferecer um contexto maior da franquia, especialmente do lado emocional. Além de fazer com que você entenda piadas internas ou referências, ver as três temporadas do programa vai te ajudar a conhecer mais as relações entre os personagens, assim como as regras que regem esse mundo tão fantástico.
Jornada estelar na Netflix
Para quem nunca se aventurou pelas viagens espaciais de Star Trek, conhecer esse universo pelos filmes é uma ótima forma de entender o porquê a franquia se tornou tão influente e importante para a formação da cultura pop.
Com a lendária performance de Leonard Nimoy como Spock, a saga da Jornada nas Estrelas segue na ativa até os dias de hoje com novas gerações, personagens e perspectivas atuais que ajudam a manter uma franquia tão importante viva. Iniciar essa jornada com os clássicos é apenas o começo de uma aventura marcante e cheia de reflexões pertinentes.
A série de Harry Potter nem estreou, mas a HBO já garantiu que a segunda temporada vem aí. Contudo, parece que alguns imprevistos e dilemas nos bastidores do programa podem atrasar o lançamento do próximo capítulo.
Com filmagens previstas para começar no outono do hemisfério norte (entre os meses de setembro e dezembro), o segundo ano da série de Harry Potter não perdeu tempo em dar o ponto de partida em sua produção, com alguns atores voltando ao estúdio antes do planejado para não atrasar o desenvolvimento da produção.
Porém, o The Sun divulgou uma matéria que aponta para um atraso nas gravações por causa do roteiro da segunda temporada, que vai adaptar o livro Harry Potter e a Câmara Secreta. Fontes da Warner Bros. afirmaram que o capítulo terá “semanas de atrasos na produção”, com a possibilidade das filmagens começarem somente em outubro deste ano.
A decisão de adiar as filmagens causou desconfortos nos bastidores, segundo informações do veículo, provocando “caos entre alguns membros da equipe e do elenco”, e deixando-os “irritados”. Pelo que se sabe, os atrasos foram necessários porque roteiros iniciais da temporada teriam sido descartados depois que a chefia exigiu perfeição no enredo e na caracterização dos personagens.
Caos nos bastidores de Harry Potter
Outra problemática nos bastidores da segunda temporada de Harry Potter, levantada pela matéria do The Sun, é que, aparentemente, a equipe não está sendo paga durante esse período de espera. Muitos relatam que estão com dificuldades em conciliar seus horários para a retomada das filmagens por causa de outros trabalhos já marcados para o mesmo período.
De acordo com uma fonte não identificada, “todos na Warner Bros. estão revoltados”, porque as implicações financeiras dos atrasos são “enormes”. A fonte ainda frisou que as gravações deveriam ter começado em agosto, mas “cenas importantes foram adiadas por dois meses, até outubro” devido a roteiros não finalizados.
“Os roteiros não foram aprovados, o que motivou o atraso. Fomos informados de que várias cenas precisam de ajustes porque não estão exatamente como deveriam. Os responsáveis querem tudo perfeito”, completou a fonte.
O que esperar da estreia da série
Com o drama dos bastidores da segunda temporada de Harry Potter pegando fogo, a aguardada adaptação da HBO se prepara para fazer sua estreia em dezembro com Harry Potter e a Pedra Filosofal. Prometendo ser mais fiel que os filmes, a série vai apresentar a história do Menino Que Sobreviveu para uma nova geração, resgatando toda a nostalgia da franquia para os fãs de longa data.
Para dar vida ao trio protagonista, a emissora escolheu os atores mirins Dominic McLaughlin, Alastair Stout e Arabella Stanton, que interpretam Harry, Rony e Hermione, respectivamente.
Outros nomes do elenco incluem John Lithgow (Conclave) como Alvo Dumbledore, Janet McTeer (Ozark) como Minerva McGonagall, Paapa Essiedu (I May Destroy You) como Severo Snape e Nick Frost (Todo Mundo Quase Morto) como Rúbeo Hagrid.
Harry Potter e a Pedra Filosofal estreia no Natal de 2026 na HBO e na HBO Max. A segunda temporada ainda não tem data de estreia confirmada.
Carrie, a Estranha vai ganhar uma nova versão para a TV sob comando de Mike Flanagan, e Stephen King, escritor do livro clássico que inspira a produção, deu seu selo de aprovação para o programa.
Em uma publicação no Threads, o mestre do terror contou o que achou da adaptação do Prime Video, cuja estreia está marcada para outubro no streaming da Amazon, bem a tempo da época do Halloween. Na equipe como produtor executivo, King rasgou elogios para a série, afirmando que a narrativa é “brilhante e chocante”.
O autor foi breve em seu comentário, mas também pontuou que a produção levanta debates pertinentes sobre os efeitos das redes sociais nos dias de hoje.
“A versão de Carrie de Mike Flanagan é brilhante. O que a série diz sobre redes sociais é chocante e verdadeiro”, comentou Stephen King.
Nova versão de um clássico
Inspirada no livro icônico de Stephen King, publicado originalmente em 1974, Carrie, a Estranha chegará ao Prime Video como uma minissérie de oito episódios para apresentar uma nova versão de um grande clássico da literatura de terror.
Na trama, vamos acompanhar a jornada de Carrie White (Summer H. Howell), uma adolescente tímida que vive sob o controle rígido da mãe, uma mulher extremamente religiosa. Até que um incidente por causa de bullying na escola acontece, e a garota descobre ter poderes telecinéticos que mudam a vida dela de maneiras devastadoras.
Para compor o elenco da série, o Prime Video apostou em nomes como Matthew Lillard (Scooby-Doo), Samantha Sloyan (Missa da Meia-Noite), Amber Midthunder (Avatar: O Último Mestre do Ar) e Heather Graham (Boogie Nights).
Com o livro de base, a série de Mike Flanagan, conhecido por A Maldição da Residência Hill (2018), propõe uma releitura moderna para a história original, que ganha uma adaptação para a televisão pela primeira vez. A obra de Stephen King já recebeu algumas versões para o cinema, as mais famosas sendo Carrie, a Estranha (1976), clássico do diretor Brian de Palma, e o remake de 2013 estrelado pela atriz Chloë Grace Moretz.
VisionQuest é a próxima aposta de série do Marvel Studios e, para dar vida ao programa, o showrunner Terry Matalas precisou atender a uma exigência de Kevin Feige, o chefão do estúdio por trás do MCU, e usar a própria saga como inspiração.
Conversando com o Polygon, o produtor executivo contou um pouco mais sobre o que os fãs podem esperar do programa, que estreia no dia 14 de outubro no Disney+. De acordo com ele, Feige se mostrou “muito receptivo a essa ideia maluca” de colocar o Visão em foco, fazendo um simples pedido para o desenvolvimento do programa.
“Desde o início, Kevin se mostrou muito receptivo a essa ideia maluca. Ele me ligou e disse que era a história do Visão, que ele ia encontrar o filho e que ‘o resto depende de você’”, contou Matalas.
O showrunner também comentou que há “uma linha direta” de comunicação com Feige e Brad Winderbaum, o chefe do departamento de televisão da Marvel, com ambos sempre disponíveis para consultoria. Ele frisou, no entanto, que teve “muita liberdade criativa” para contar a história do Visão do jeito que havia imaginado.
Buscando inspiração no MCU
Para dar vida a uma história solo do Visão, Terry Matalas aproveitou acontecimentos do próprio MCU como base para o desenvolvimento da narrativa. Ao Polygon, o showrunner comentou que duas cenas da saga da Marvel foram usadas como inspiração.
“As duas cenas que realmente inspiraram a série são duas das minhas cenas favoritas em todo o cânone da Marvel: a última cena com ele em Vingadores: Era de Ultron e a cena do navio de Teseu em WandaVision. Essa foi a base da série”, explicou Matalas.
Para quem não se lembra dos detalhes, a última cena do Visão em Vingadores: Era de Ultron (2015) mostra o personagem destruindo o último dos robôs Ultron depois que ambos conversam sobre a natureza da humanidade. Considerando que James Spader vai voltar a interpretar o vilão em VisionQuest, a sequência realmente ganha um peso maior, servindo como motor para a dinâmica entre ambos na série.
Já a cena do navio de Teseu em WandaVision, uma sequência bastante discutida pelos fãs, consistiu em um debate paradoxal entre o Visão original e o Visão Branco para resolver quem é o verdadeiro Visão. A discussão parte do seguinte questionamento: se todas as partes de um navio forem substituídas ao longo do tempo, ele ainda será o mesmo navio? E qual deles é o verdadeiro?
O questionamento filosófico tem muita relação com a trama de VisionQuest, em que o Visão Branco mantém as memórias do Visão original, mas é um ser único. Como vem sendo antecipado pela divulgação da série, esse questionamento deve permear grande parte da narrativa.
Setembro será um mês bastante animado para quem gosta de Star Trek. Isso porque todos os filmes clássicos da saga espacial estarão disponíveis no catálogo da Netflix a partir do dia 11 de setembro, a oportunidade perfeita para quem sempre quis maratonar a franquia.
Iniciada em 1966 com a série clássica, Star Trek, ou Jornada nas Estrelas, fez sucesso entre o público nerd com as aventuras de Spock, Capitão Kirk e companhia, que juntos navegam pela galáxia para encontrar novos mundos e civilizações.
Embora o programa original tenha sido exibido por apenas três temporadas na NBC, a produção foi o ponto de partida para uma das franquias mais influentes e amadas da cultura pop, impulsionando uma expansão da marca pelos quatro cantos do globo.
Boa parte desse apelo veio também dos filmes clássicos, que ajudaram a consolidar a saga em Hollywood até os dias de hoje. Mas qual deles mais vale a pena assistir? O Canaltech explica a seguir.
Quais são os melhores filmes clássicos de Star Trek?
Caso você queira aproveitar a chegada dos filmes clássicos de Star Trek à Netflix para, finalmente, entender o apelo da franquia, pode ser que queira iniciar sua jornada pelo melhor que ela tem para oferecer.
Mas, primeiramente, vale conhecer quais são os seis filmes clássicos de Jornada nas Estrelas que estarão disponíveis na Netflix. Confira a seguir a ordem correta para assisti-los:
Jornada nas Estrelas: O Filme (1979)
Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982)
Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock (1984)
Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986)
Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira (1989)
Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991)
Para aqueles que querem uma maratona rápida, a boa notícia é que, entre os seis filmes clássicos de Star Trek, três deles são considerados os melhores: Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982), Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986) e Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991).
O melhor deles, na opinião da maioria dos fãs e dos críticos é Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan, o segundo capítulo da saga clássica. A produção marcou a década com a presença do vilão Khan, um dos mais icônicos da franquia inteira, e pela trama emocionante, que acompanha Kirk, Spock e a tripulação da Enterprise enfrentando a ameaça do tirano.
Star Trek IV: A Volta para Casa, por sua vez, é a pedida ideal para quem gosta de histórias mais leves e divertidas. O longa foge um pouco do tom sombrio dos capítulos anteriores, focando mais no humor e na mensagem ecológica, quando a tripulação da Enterprise volta à Terra para enfrentar um julgamento à medida que o planeta é ameaçado por uma sonda misteriosa.
Já Star Trek VI: A Terra Desconhecida, também adorado pelos fãs, é mais um filme clássico da franquia que vale a pena assistir. Despedida da tripulação original, o longa tem uma trama de mistério envolvente em que a tripulação da Enterprise é acusada injustamente de um crime.
Vale a pena assistir aos outros filmes clássicos de Star Trek?
Para quem quer ter a experiência completa da saga clássica, assistir a todos os filmes da fase inicial de Star Trek é a melhor forma de ter a experiência completa.
No caso de Jornada nas Estrelas: O Filme, por exemplo, esse é o primeiro filme clássico lançado da franquia, sendo o responsável por apresentar novamente a história de Spock e companhia para aqueles que não assistiram à série dos anos 1960. É um longa com ritmo mais lento e complexo, mas seu caráter introdutório pode te ajudar a compreender melhor o universo.
Em Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock, continuação direta da trama de Jornada nas Estrelas II, temos uma narrativa mais irregular. Porém, por dar sequência aos eventos do filme anterior, tem uma importância significativa na franquia como um todo.
Por fim, Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira é considerado o filme mais fraco da saga clássica, sendo mais “dispensável” para quem quer encurtar um pouco a maratona. Por outro lado, vale assisti-lo, caso você realmente tenha se interessado por esse universo e pela dinâmica dos personagens.
Uma nova edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com descontos especiais para quem quer aproveitar os melhores lançamentos das telonas por valores baixos. A campanha, que ocorre desde 2022, retorna também com ofertas em combos de pipoca e refrigerante, deixando a experiência ainda melhor.
Marcada para acontecer nas principais redes de cinema do país, como Cinemark, Cinépolis e Cinesystem, entre os dias 10 e 16 de setembro, a segunda edição da campanha promete movimentar as telonas nos próximos dias com opções variadas para todos os gostos e idades.
Os valores dos ingressos são de R$ 10 para sessões que ocorrem até às 17h e R$ 12 para os demais horários, incluindo o final de semana. Para participar é fácil: basta escolher a sessão que melhor atenda às suas necessidades e pagar um valor reduzido para assistir às principais estreias dos cinemas.
O que assistir na Semana do Cinema 2026
Caso você queira aproveitar a nova edição da campanha para economizar assistindo a filmes bastante comentados no momento, mas não sabe exatamente o que realmente vale o seu ingresso, o Canaltech selecionou 8 filmes para assistir na Semana do Cinema 2026. Confira a seguir.
1. Homem-Aranha: Um Novo Dia
A não ser que você viva em uma caverna, deve ter ouvido falar (e muito) sobre o sucesso estrondoso de Homem-Aranha: Um Novo Dia. Com o retorno de Tom Holland como o Amigão da Vizinhança, o longa quebrou recordes impressionantes e segue em cartaz nas telonas para quem quer aproveitar a promoção para finalmente assisti-lo.
Quarto filme do herói produzido pela Sony Pictures em parceria com o Marvel Studios, Homem-Aranha: Um Novo Dia acompanha Peter Parker em uma nova aventura, enquanto tenta lidar com o fato de ter sido esquecido pelos amigos. Passando por momentos difíceis, o Teioso logo se vê diante de uma ameaça invisível perigosa que transforma tudo aquilo que ele acreditava.
2. A Odisseia
Mais um filme de sucesso que pode ser assistido durante a Semana do Cinema em setembro de 2026 é A Odisseia. Dirigido por Christopher Nolan, o longa adapta o poema grego épico homônimo de Homero, e já conquistou o coração de inúmeras pessoas que se impressionaram com a escala grandiosa dessa aventura.
Com Matt Damon interpretando Odisseu, A Odisseia narra a jornada do herói grego para retornar ao seu lar, na ilha de Ítaca, após permanecer 10 anos lutando na Guerra de Troia. Determinado a voltar para casa e reencontrar a esposa e o filho, ele enfrenta diversos desafios, entre eles sereias, um ciclope, feitiços e muito mais.
3. Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor
Uma estreia de setembro repleta de nostalgia dos anos 1990 que pode agradar quem curte fantasia é Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor. O filme é uma sequência direta do clássico Da Magia à Sedução (1998), longa que marcou as carreiras de Sandra Bullock e Nicole Kidman na época.
Sob comando da diretora Susanne Bier, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor acompanha uma nova aventura das irmãs Sally (Bullock) e Gillian Owens (Kidman), duas bruxas que precisam enfrentar uma maldição sombria que ameaça destruir a família de uma vez por todas.
4. Código: Vingança
Para quem gosta de ação, também será possível aproveitar a Semana do Cinema para assistir à estreia de Código: Vingança, o novo filme do ator Jason Statham. O longa tem direção de Jean-François Richet e ainda conta com Annabelle Wallis e Roland Møller no elenco.
Seguindo aquela energia eletrizante tradicional do gênero, Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano ex-policial que é incriminado injustamente pela morte de seu chefe bilionário. Fugindo das autoridades, ele acaba se envolvendo em uma conspiração internacional quando parte em uma jornada para se vingar.
5. Coyote vs. Acme
Após anos no limbo sem ver a luz do dia, Coyote Vs. Acme finalmente chegou aos cinemas e também estará presente nas sessões promocionais da Semana do Cinema. Dirigido por David Green, o longa foi cancelado pela Warner Bros. por causa de questões fiscais, mas recebeu um final feliz com a aquisição da Ketchup Entertainment.
Uma mistura de animação e live-action, Coyote vs. Acme se passa no universo dos Looney Tunes e segue a jornada de Wile E. Coyote, que está frustrado com as constantes falhas dos produtos da Acme, que prejudicam sua caça ao Papa-Léguas. Até que ele decide contratar um advogado para processar a empresa, descobrindo uma terrível conspiração.
6. Patrulha Canina: Uma Aventura Dino
Se você quer aproveitar a nova edição da Semana do Cinema 2026 para levar as crianças aos cinemas, uma boa opção em cartaz é Patrulha Canina: Uma Aventura Dino.
Nova aventura da adorada franquia infantil, o filme acompanha os integrantes da Patrulha Canina, que, após uma tempestade, ficam encalhados em uma ilha tropical. Lá, o grupo encontra um filhote perdido de dinossauro, formando um laço inusitado com ele à medida que a mineração do arrogante prefeito Humdinger provoca a erupção de um vulcão.
7. Pressão
Estrelado por Brendan Fraser e Andrew Scott, Pressão é um filme que pode agradar quem gosta de dramas de guerra, principalmente aqueles que se passam durante o período da Segunda Guerra Mundial.
Dirigido por Anthony Maras, o filme acompanha as 72 horas que antecederam o Dia D, quando o general Dwight D. Eisenhower (Fraser) e o capitão James Stagg (Scott) embarcaram em um dilema complicado: invadir a Normandia para romper as defesas alemãs ou arriscar perder a guerra.
8. Ponto Sem Retorno
Do cineasta Ridley Scott, o filme Ponto Sem Retorno segue em cartaz para quem quer participar da Semana do Cinema assistindo a uma história pós-apocalíptica. O longa conta com um elenco recheado de estrelas, como Jacob Elordi, Margaret Qualley, Josh Brolin e Guy Pearce.
Ambientado em uma realidade alternativa onde uma pandemia mortal quase dizimou a população da Terra, Ponto Sem Retorno acompanha Hig (Elordi), um piloto viúvo que vive isolado com seu cachorro em um hangar no Colorado. Dividindo o espaço com um ex-fuzileiro naval ranzinza, Hig encontra uma faísca de esperança após interceptar uma transmissão de rádio que sugere a possibilidade de uma vida melhor fora dali.
Promoção nas telonas
Levando em conta que ir ao cinema atualmente configura um gasto considerável para muita gente, principalmente por causa dos preços salgados dos ingressos no dia a dia, a nova edição da Semana do Cinema chega como a oportunidade perfeita para assistir aos principais lançamentos do momento pagando barato.
Prepare para maratonar os melhores lançamentos cinematográficos das últimas semanas pagando pouco: a segunda edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com ingressos a R$ 10 para vários filmes em cartaz.
Na ativa desde 2022, a campanha já levou mais de 26 milhões de espectadores para salas de cinema de todo o país, segundo informações da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), promovendo ofertas especiais para movimentar o mercado.
Para além dos descontos nos ingressos, a Semana do Cinema também oferece combos de pipoca e refrigerante por valores promocionais, fazendo com a experiência do público seja ainda mais completa.
Quando começa a Semana do Cinema 2026?
A nova edição da Semana do Cinema 2026 acontece entre os dias 10 e 16 de setembro. Entre as redes participantes da campanha estão Cinemark, Cinépolis, Cinesystem, Kinoplex, PlayArte e UCI Cinemas.
Quanto custa o ingresso na Semana do Cinema 2026?
Para quem quiser participar da Semana do Cinema 2026, vale ficar atento para os valores dos ingressos durante o período da promoção.
Ao longo dos sete dias da campanha, os ingressos das principais redes de cinema do país estarão disponíveis pelo valor de R$ 10 para sessões iniciadas até às 17h. Nos demais horários, o valor do ingresso será de R$ 12, incluindo o final de semana.
Vale ressaltar também que pré-estreias e salas especiais não serão contempladas pela campanha.
Como comprar ingresso para a Semana do Cinema 2026?
Os ingressos para as sessões durante a segunda edição da Semana do Cinema 2026 estarão disponíveis para compra nos sites oficiais das redes participantes e no Ingresso.com.
No momento da compra, é preciso ter atenção na hora de selecionar o tipo de ingresso, que deve aparecer como “ingresso promocional” para entrar na promoção. Também é possível realizar a compra presencialmente nas bilheterias das redes que participam da campanha.
O que assistir na Semana do Cinema 2026?
Para quem não sabe o que assistir na segunda edição da Semana do Cinema 2026, a boa notícia é que será possível aproveitar os preços promocionais com várias opções de filmes em cartaz.
Entre os principais destaques estão Homem-Aranha: Um Novo Dia, A Odisseia, Coyote Vs. Acme, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor e Ponto Sem Retorno. Também há opções para o público infantil, como Patrulha Canina: Uma Aventura Dino e A Maravilhosa Árvore Encantada.
Se você curte filmes de guerra, a Netflix prepara um lançamento exclusivo que deve repercutir bastante no final deste ano: The Mosquito Bowl, novo longa-metragem do diretor Peter Berg (O Grande Herói) que acaba de ganhar um trailer épico.
Adaptação do livro The Mosquito Bowl: A Game of Life and Death in World War II, do jornalista Buzz Bissinger, o filme narra uma história real de quatro jogadores de futebol americano que deixam de ser estrelas universitárias para se juntar aos fuzileiros navais depois do ataque a Pearl Harbor, quando os Estados Unidos entraram oficialmente na Segunda Guerra Mundial.
Com foco na irmandade entre os rapazes e no choque de ter a juventude destruída pela guerra, The Mosquito Bowl acompanha a jornada dos jogadores antes da invasão de Okinawa, em 1945, apostando em um clima emocionante para desenvolver a narrativa. Confira a prévia a seguir:
Drama de guerra com elenco conhecido
Filmado na Austrália, The Mosquito Bowl promete trazer uma abordagem mais introspectiva, mas ainda grandiosa, envolvendo um tema tão explorado pelo cinema hollywoodiano: a guerra. Para isso, o longa conta com um elenco recheado de artistas conhecidos e outras novidades.
Dois nomes famosos que estão no longa são Nicholas Galitzine (Mestres do Universo) e Bill Skarsgård (Nosferatu), que interpretam os jovens soldados John McLaughry e Bob Baumann. Ray Nicholson (Sorria 2) completa o grupo de jogadores como Tony Butkovich, juntamente com o ator Tom Francis (Você) como David Schreiner.
Outros artistas que integram o elenco de The Mosquito Bowl são Dominic Bogart (Terra Indomável) e Ella Newton (Animais Perigosos). O filme tem data de estreia marcada para chegar aos cinemas estadunidenses no dia 30 de outubro, enquanto o lançamento na Netflix ocorrerá no dia 25 de novembro.
O Marvel Studios se prepara para retornar ao Disney+ em outubro com o lançamento de VisionQuest, nova série do estúdio focada no Visão. Com o retorno do ator Paul Bettany como o protagonista, o programa promete apresentar uma viagem surreal pela mente do herói, além de um encontro emocionante com o filho e as famosas tecnologias de Tony Stark.
Situado alguns anos depois dos eventos finais de WandaVision, VisionQuest vai acompanhar o Visão Branco em uma jornada para entender a si mesmo, especialmente depois de desaparecer em meio a uma crise de identidade na conclusão da primeira série do MCU.
Para deixar as coisas ainda mais complexas, a produção ainda tem uma ligação direta com Vingadores: Era de Ultron (2015), pois James Spader volta a interpretar o vilão que infernizou a vida dos heróis no passado, trazendo um teor mais tecnológico para a trama.
Em entrevista ao Polygon, o showrunner Terry Matalas falou um pouco sobre o que os fãs podem esperar de VisionQuest, que promete mostrar um reencontro com seu filho, Tommy, e ainda “brincar” com as IAs criadas por Tony Stark, o Ultron sendo uma delas.
“Tivemos a oportunidade de brincar com todos os brinquedos . Vocês terão que esperar para ver”, antecipou Matalas.
Embora não tenha oferecido muitos detalhes sobre como as IAs de Stark serão introduzidas na série, o produtor executivo comentou que a inteligência artificial é um tema recorrente em VisionQuest por mostrar que a tecnologia “acabará sendo um reflexo de nós”.
Crise de identidade e novos desafios
Ao longo da entrevista com o Polygon, Terry Matalas também falou um pouco sobre o que o público pode esperar dessa “nova versão” do Visão. Sem dar muitas informações, o produtor executivo comentou que existem diferenças entre o Visão de antes e o Visão Branco, mas que ambos ainda mantêm a essência do personagem.
“Desde o início, ficou muito claro para mim o que deveríamos fazer com esse novo Visão: ele não estaria tão em sintonia com a humanidade quanto sua encarnação anterior. Ele é, sem dúvida, o Visão em muitos aspectos, e não é em muitos outros”, explicou o showrunner.
Matalas deixou no ar como essa diferença irá impactar a jornada do Visão na série, mas garantiu que os episódios irão responder as principais dúvidas dos fãs a partir do dia 14 de outubro, data que VisionQuest estreia no Disney+.
Silo colocou o ponto final em sua terceira temporada recentemente com muitas informações bombásticas, antecipando um final grandioso para o quarto e último capítulo da série da Apple TV. Mas esse pode não ser o adeus definitivo ao universo do programa.
A possibilidade de continuarmos imersos no universo de Silo partiu do podcaster Sigmund Judge, conhecido na internet por ser uma fonte voltada para lançamentos do streaming da Maçã. Em uma publicação no Threads, Judge afirmou que Silo pode ganhar um spin-off após a conclusão do programa original.
Segundo a postagem, a série derivada deve entrar em fase de pré-produção ainda em 2026 e teria como base Silo 40, um suposto livro assinado por Hugh Howey, o escritor por trás da trilogia que inspirou o programa da Apple TV. A obra ainda não foi publicada, mas serviria como inspiração para a criação do spin-off.
Judge ainda comentou que alguns cenários da série original iriam permanecer de pé após o encerramento da quarta temporada para servir como locação para o novo projeto. Nenhuma dessas informações, no entanto, foram confirmadas pela Apple TV ou por Howey, o que significa que os relatos seguem apenas no campo dos rumores.
O que esperar do final de Silo
Solucionando alguns enigmas e deixando outras pontas soltas no meio, a terceira temporada de Silo chegou ao fim na última sexta-feira (4) trazendo respostas sobre a construção dos abrigos subterrâneos e sugerindo uma rebelião para o último ano do programa.
De acordo com o showrunner Graham Yost, a temporada 4 de Silo deve entrar de vez na guerra, com a engenheira Juliette (Rebecca Ferguson) liderando uma revolta para descobrir a verdade por trás do confinamento de todos nos silos.
O último capítulo também deve trazer mais respostas surpreendentes sobre a origem dos abrigos subterrâneos, indicando que o público finalmente descobrirá qual é o real propósito dos bunkers e como as derradeiras 10 mil pessoas restantes da Terra foram parar dentro dos silos depois que uma catástrofe nuclear tornou o planeta inóspito.
Enquanto a Apple TV não confirma a real procedência do spin-off misterioso, vale lembrar que as três temporadas de Silo estão completas no catálogo do streaming. O quarto capítulo estreia no dia 9 de julho de 2027.
A primeira prévia de Artificial, aguardado filme do diretor Luca Guadagnino (Me Chame Pelo Seu Nome), já está entre nós. Divulgado pela Neon, o trailer traz imagens inéditas de Andrew Garfield (O Espetacular Homem-Aranha) como Sam Altman, o CEO da OpenAI.
Nas cenas, vemos o ator devidamente caracterizado como o executivo por trás da empresa do ChatGPT, caminhando por locações luxuosas e um tanto quanto futuristas. O trailer ainda sugere que o filme vai explorar as decisões por trás da disseminação da inteligência artificial no mundo, como uma “caixa de pandora” que levaria a humanidade para um “futuro inevitável”.
Com pouco mais de um minuto de duração, a prévia também antecipa alguns nomes renomados da indústria que estão presentes no elenco, como Mark Rylance (Ponte dos Espiões) e Jason Schwartzman (Asteroid City). Confira a seguir:
Inteligência artificial nas telonas
Mais atual do que nunca, Artificial chega em meio aos constantes debates da atualidade sobre os impactos da inteligência artificial na vida de seres humanos e quais são as consequências para um futuro próximo.
Descartado pela Amazon em junho, o novo longa-metragem de Luca Guadagnino foi rapidamente abraçado pela Neon, que pretende exibir a produção em alguns festivais de cinema antes de lançá-lo oficialmente nos cinemas no final deste ano.
Com roteiro de Simon Rich (Saturday Night Live), Artificial narra um momento conturbado na vida de Sam Altman, acompanhando sua rotina dias antes de sua surpreendente demissão do cargo de CEO da OpenAI. A decisão durou apenas cinco dias e o executivo logo foi reintegrado, mas o período levantou um dilema preocupante sobre o destino da corrida da IA no mundo e a segurança desses modelos tecnológicos.
Outros nomes que integram o filme estrelado por Andrew Garfield são Monica Barbaro (Um Completo Desconhecido), Cooper Hoffman (Licorice Pizza), Ike Barinholtz (O Estúdio) e Yura Borisov (Anora).
Artificial estreia no dia 25 de dezembro nos cinemas estadunidenses. Ainda não há lançamento confirmado no Brasil.
O Nintendo Direct desta terça-feira (8) fez a alegria dos fãs de The Legend of Zelda com a confirmação da data de lançamento do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time e ainda aproveitou as celebrações dos 40 anos da franquia para revelar o título oficial do aguardado filme live-action.
Embora muita gente estivesse esperando por um trailer ou alguma informação mais detalhada sobre a produção, a Nintendo decidiu manter o mistério ao redor do longa-metragem e apenas confirmar o título da produção.
Sem causar alarde, o filme tem como título somente “The Legend of Zelda”, sem adições especiais. De acordo com Shigeru Miyamoto, os fãs vão entender no futuro o porquê o live-action não recebeu nenhum subtítulo, sugerindo que a trama pode adaptar uma história de origem.
O que esperar do filme de The Legend of Zelda
Apesar do anúncio anticlimático do título oficial, o filme live-action de The Legend of Zelda é a grande aposta da Nintendo após o sucesso das animações de Super Mario Bros. As filmagens da produção se encerraram em abril deste ano, mas nenhuma novidade foi revelada por enquanto.
Até o momento, o estúdio divulgou poucas imagens oficiais do longa-metragem, que destacam os atores Benjamin Evan Ainsworth e Bo Bragason como Link e Zelda, respectivamente.
Entre outros nomes do elenco está o ator Sam Neill (Jurassic Park), que teria gravado uma participação especial no filme antes de seu falecimento, em julho deste ano. O papel de Neill ainda não foi revelado, mas fãs especulam que ele pode ter interpretado o Rei de Hyrule.
Outros artistas confirmados no live-action são Dichen Lachman (Ruptura) como Impa e Yvonne Strahovski (The Handmaid’s Tale) em um papel não divulgado. Uli Latukefu (Adão Negro) também está no elenco como o vilão Ganondorf.
Desenvolvido em parceria com a Sony Pictures, o filme de The Legend of Zelda tem estreia marcada para 30 de abril de 2027 sob comando do diretor Wes Ball (Maze Runner).
Uma nova temporada da série de true crime mais polêmica da Netflix vem aí. Intitulado Monstro: A História de Lizzie Borden, o capítulo inédito do programa antológico criado por Ryan Murphy e Ian Brennan vai mergulhar em mais uma história real de assassinatos, desta vez com uma mulher no comando.
Com oito episódios no total, Monstro: A História de Lizzie Borden se passa no ano de 1892, quando a jovem Lizzie Borden foi acusada de matar a machadadas o próprio pai e a madrasta no estado do Massachusetts, nos EUA.
Na época, o crime ganhou uma repercussão gigantesca por parte da mídia, com o julgamento de Lizzie, que foi absolvida das alegações, também recebendo uma baita atenção da população que vivia nos arredores. Afinal, todo mundo queria entender o que realmente poderia ter acontecido no dia dos assassinatos de Andrew e Abby Borden, e se Lizzie realmente era a culpada.
Considerando todos os mistérios por trás da história real, Monstro: A História de Lizzie Borden chega em breve ao catálogo da Netflix para explorar as nuances e enigmas do ocorrido, usando a liberdade criativa para apresentar ao público um caso chocante de assassinato.
Quando estreia Monstro: A História de Lizzie Borden na Netflix?
Um dos principais lançamentos da Netflix neste mês, Monstro: A História de Lizzie Borden estreia na plataforma no dia 17 de setembro.
Todos os oito episódios da temporada serão lançados simultaneamente no serviço na mesma data, perfeito para quem gosta de maratonar séries sem precisar esperar pelo lançamento de novos episódios.
O que esperar da nova temporada de Monstro na Netflix
Seguindo o tom e a estrutura das temporadas anteriores, Monstro: A História de Lizzie Borden é o play ideal em setembro para quem curte true crime e gosta de saber os detalhes macabros de histórias sobre assassinatos reais.
Primeira vez que uma mulher é protagonista, a série deve apostar em uma análise sobre o que leva uma mulher ao ponto de cometer uma violência sangrenta a partir da jornada de Lizzie Borden, um dos casos mais discutidos da história norte-americana. A nova temporada ainda deve trazer tópicos como misoginia e a forte repressão de mulheres na era vitoriana, reconstruindo os assassinatos de Andrew e Abby para imaginar o que poderia ter acontecido.
Levando em conta que Lizzie foi absolvida em seu julgamento por falta de provas, o quarto ano de Monstro deve investigar as nuances por trás de pontos de vista diferentes, assim como a construção da personalidade de Lizzie diante de sua realidade na época e o que poderia ter motivado a jovem a assassinar o pai e a madrasta.
Elenco de peso na nova temporada de Monstro
Outro elemento forte da quarta temporada de Monstro é seu elenco recheado de estrelas de peso. Para interpretar Lizzie, a Netflix apostou na atriz Ella Beatty (Feud), enquanto seu pai, Andrew, será vivido por Charlie Hunnam. O ator de Sons of Anarchy volta ao universo da série em um novo personagem depois de estrelar Monstro: A História de Ed Gein, a terceira temporada do programa.
O elenco de Monstro: A História de Lizzie Borden também conta com as atrizes Rebecca Hall (Homem de Ferro 3) na pele da madrasta Abby Borden; Vicky Krieps (Trama Fantasma) como Bridget Sullivan, empregada da família; e Sarah Paulson (American Horror Story) como a serial killer Aileen Wuornos, inserida na temporada como a narradora da trama e como uma “fã” dos trabalhos de Lizzie no futuro.
A quarta temporada ainda tem Billie Lourd (Scream Queens), Jessica Barden (The End of the F***ing World) e Joey Pollari (Skyrunners) no elenco.
Se você já assistiu ao filme A Última Casa, que chegou ao catálogo da Netflix recentemente com Wagner Moura (O Agente Secreto) e Greta Lee (Vidas Passadas) no elenco, pode estar se perguntando se existe a possibilidade de uma sequência.
Adiantando a dúvida, o ator brasileiro falou sobre o assunto em uma entrevista ao Collider. Embora não tenha fornecido nenhuma informação oficial a respeito da ideia de uma continuação de A Última Casa, Moura expressou seu interesse em ver esse universo se expandindo na plataforma.
Mas antes de saber qual foi a resposta exata do ator, vale um aviso: a fala de Moura conta com algumas palavras sugestivas que podem ser consideradas spoilers. Continue por sua conta e risco.
Falando especificamente sobre a ideia de outras famílias terem sobrevivido ao encarceramento forçado, Moura disse:
“Acho que as outras pessoas também sobreviveram, e isso é interessante. Quer dizer, espero que o filme faça sucesso e que possamos ter uma sequência, com ou sem os nossos personagens. Estou muito curioso para saber como está o mundo depois que eles saem da casa. E as criaturas, adoraria saber mais sobre elas e como está o mundo agora”.
Sem sair de casa
Grande aposta da Netflix em agosto, A Última Casa estreou com um mistério intrigante: o que aconteceria se você e sua família, inexplicavelmente, ficassem presos dentro da própria residência?
Tal situação é enfrentada por Ann (Lee) e Jason (Moura), que se veem encarcerados em casa sem qualquer indício do que poderia estar provocando o fenômeno. Sem saída dentro do lar, o casal se une aos filhos para sobreviver com mantimentos escassos à medida que as dúvidas sobre o que está acontecendo no mundo aumentam.
Dirigido por Louis Leterrier (Velozes e Furiosos 10), o longa faz uma mistura entre suspense de sobrevivência e ficção científica, apoiando-se no protagonismo de Lee e Moura para criar lentamente uma sensação claustrofóbica.
Prepare-se para se despedir de The Witcher, pois a série deve receber um ponto final da Netflix no próximo ano após receber uma repaginada em sua quarta temporada, lançada em outubro de 2025.
Com o quinto ano servindo como encerramento da produção, a expectativa dos fãs era que o capítulo derradeiro chegasse ao catálogo da gigante do streaming ainda em 2026, mas parece que o público vai ter que esperar um pouco mais para saber qual será o final de Geralt de Rívia na série.
Isso porque, segundo informações do site What's On Netflix, a plataforma teria adiado, silenciosamente, a estreia da quinta temporada de The Witcher, colocando-a na programação de lançamentos de 2027. A Netflix, no entanto, ainda não confirmou se haverá ou não uma mudança nos planos de estreia do último capítulo do programa.
A única certeza que temos, por enquanto, é que The Witcher realmente está com os dias contados no streaming, chegando ao fim após uma série de polêmicas de bastidores envolvendo a substituição de Henry Cavill por Liam Hemsworth como o protagonista.
O que esperar da última temporada de The Witcher
Filmado simultaneamente com a quarta temporada, o quinto e último capítulo de The Witcher encerrou sua produção no final de 2025, permanecendo uma incógnita para os fãs que estão ansiosos para ver o que vai acontecer com Geralt de Rívia e companhia na adaptação.
Por enquanto, pouco se sabe sobre a trama do próximo ano da série, mas é certo que vamos reencontrar os personagens em uma guerra que se espalha por todo o continente. Liam Hemsworth retorna como o bruxo, retomando o papel que assumiu de Cavill na quarta temporada.
A equipe também deve contar com a volta das atrizes Anya Chalotra e Freya Allan, que interpretam Yennefer e Ciri, respectivamente. Laurence Fishburne e Joey Batey são mais dois nomes que devem estar contemplados no elenco do capítulo final da série.
A Casa do Dragão exibiu o capítulo final da terceira temporada no domingo (9) de um jeito sangrento. Apostando na tradição da franquia, o episódio contou com uma batalha violenta que resultou em algumas mortes chocantes ao longo da narrativa.
Intitulada As Traições em Tumbleton, a season finale da temporada mostrou os desdobramentos da Batalha de Tumbleton, um reflexo dos anseios de Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) para se manter no Trono de Ferro diante da ameaça do retorno de Aegon II (Tom Glynn-Carney) e dos planos de Ormund Hightower (James Norton) para colocar a coroa no seu protegido, Daeron Targaryen (Benjamin Evan Ainsworth).
Conhecendo a franquia, é claro que o novo conflito armado entre Verdes e Pretos resultou em mortes bombásticas do começo ao fim, mas é possível que você tenha ficado um pouco perdido ao longo do caminho com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo.
Por isso, chegou o momento de saber quem realmente morreu no oitavo episódio da terceira temporada de A Casa do Dragão. Mas atenção: a partir de agora você verá spoilers da série. Continue por sua conta e risco, caso ainda não tenha visto o capítulo na HBO Max.
Quem morre no final da temporada 3 de A Casa do Dragão?
Para quem se perdeu ao longo do caos da batalha em Tumbleton, confira a seguir quais foram as principais mortes do episódio final da terceira temporada de A Casa do Dragão.
Alto Septão
Uma das primeiras vítimas da season finale do ano três de A Casa do Dragão foi o Alto Septão. Sob ordens de Rhaenyra, o líder é assassinado no Grande Septo de Baelor como resultado de sua recusa para ungir a Targaryen como a rainha legítima de Westeros.
Considerando que Aegon II já havia sido ungido e coroado rei antes da invasão de Porto Real, nem mesmo a possibilidade de sua morte fez com que o Alto Septão mudasse de ideia, pois ele acreditava que o rapaz ainda estava vivo. Logo, depois que Rhaenyra recebe a notícia de que o meio-irmão realmente não morreu, ela ordena a morte do líder religioso para evitar que o retorno de Aegon seja tratado como um sinal dos deuses.
Ormund Hightower
Outra morte chocante do capítulo final da temporada foi a de Ormund Hightower. O momento acontece no auge da Batalha de Tumbleton, enquanto ele luta com Roddy, a Ruína (Tommy Flanagan).
Na cena, vemos Ormund devidamente trajado com seu uniforme de guerra à medida que os Pretos avançam pela fortaleza, destruindo-a rapidamente. Mas não demora muito para que os Verdes saiam na frente, já que o plano do Hightower em influenciar Ulf (Tom Bennett) para trair Rhaenyra dá certo.
Contudo, o tiro sai pela culatra: embora a traição de Ulf tenha oferecido um alívio para os Verdes, Ormund acaba morrendo durante um embate contra Roddy, onde ele arranca um braço do rival, mas acaba sendo esfaqueado de maneira inusitada como resposta. No final, ele é queimado pelo dragão de Ulf, que se aproxima do local para eliminar qualquer um que estiver na sua frente.
Roderick Dustin (ou Roddy, a Ruína)
Já que falamos sobre a morte de Ormund, isso nos leva a mencionar Roderick Dustin, que também foi queimado pelo dragão de Ulf enquanto lutava contra o Hightower.
Líder dos Lobos do Inverno, Roddy se junta a Daemon no começo do episódio para marchar em direção a Tumbleton e lutar pelos Pretos, custe o que custar. Para a tristeza de quem gostava do personagem, o guerreiro é uma das principais perdas do capítulo, morrendo de maneira emblemática depois de ter um braço arrancado e ainda esfaquear Ormund.
Helaena Targaryen
Encerrando o oitavo episódio da terceira temporada de maneira macabra, Helaena Targaryen (Phia Saban) marca uma das mortes mais trágicas do capítulo. Prisioneira de Rhaenyra desde o começo do ano três, a filha de Alicent (Olivia Cooke) pula da janela no final do episódio, um acontecimento que já era esperado pelos leitores de Fogo & Sangue, livro de George R.R. Martin que inspira a série.
A sequência ainda vem com um aviso sombrio para Rhaenyra, que encontra a meia-irmã empalada por estacas depois de pular da janela. Isso porque a rainha vê o bordado que Helaena vinha fazendo ao longo da temporada, uma peça repleta de profecias que chama a atenção da Targaryen por mostrá-la sendo queimada viva no Trono de Ferro.
Kat
Uma morte que resulta da batalha de Tumbleton é a de Kat, a esposa de Hugh, o Martelo (Kieran Bew). Ela aparece brevemente no capítulo tentando proteger sua família no começo do conflito, voltando a aparecer somente no final do episódio já falecida nos braços do esposo.
Não há indícios de como Kat morreu, mas considerando o caos da batalha na cidade, soldados do lado dos Pretos podem ter causado o falecimento.
Com direito a muita gritaria e labaredas de fogo, a terceira temporada de A Casa do Dragão chegou ao fim na noite de domingo (9). O último capítulo contou com vários elementos clássicos da franquia, como batalhas, traições e mortes chocantes.
Deixando pontas soltas para a vindoura quarta temporada, que vai encerrar o programa da HBO, a season finale do terceiro ano de A Casa do Dragão colocou Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) no olho do furacão à medida que tensões entre Pretos e Verdes se intensificaram.
Sem saída, a não ser iniciar um novo conflito, a rainha leva seu exército até Tumbleton, onde Ormund Hightower (James Norton) planeja colocar Daeron Targaryen (Benjamin Evan Ainsworth) no Trono de Ferro. O que resultou disso foi uma batalha sangrenta que dominou grande parte do desenvolvimento do capítulo final.
Atenção: a partir de agora você lerá spoilers do episódio final da terceira temporada de A Casa do Dragão.
Final explicado da 3ª temporada de A Casa do Dragão
Intitulado As Traições em Tumbleton, o oitavo e último episódio da terceira temporada de A Casa do Dragão começa com Rhaenyra descobrindo que o meio-irmão Aegon II (Tom Glynn-Carney) está mais vivo do que nunca.
Desesperada para consolidar a legitimidade de seu governo, a rainha aciona seu exército para lutar no que ficaria conhecido como as Batalhas de Tumbleton, conforme consta no livro Fogo & Sangue, obra de George R.R. Martin que inspira o spin-off.
Enquanto ela discursa para o povo de Porto Real, chamando a si mesma de “Príncipe que Foi Prometido” (a famosa profecia que aparece em Game of Thrones a respeito do herói que salvaria Westeros da escuridão), os soldados do time dos Pretos caminham em direção a Tumbleton sob comando de Daemon Targaryen (Matt Smith).
Ao lado de Roderick Dustin (Tommy Flanagan) e seus Lobos do Inverno, Daemon se prepara para a luta com Caraxes servindo de apoio para explodir o portão principal da fortaleza, e Roddy invadindo o local com seus homens para acabar com o exército limitado de Ormund. Porém, as coisas acabam tomando um rumo inesperado para os Pretos.
Assim que o caos da batalha se inicia, Roddy e seus homens avançam de maneira sanguinolenta, escalando a fortaleza para eliminar os soldados dos Verdes. Tudo ocorre de maneira extremamente violenta, com sangue voando para todo lado, em uma carnificina que vai destruindo a cidade rapidamente.
Mas, se a sorte parece estar sorrindo para os Pretos num primeiro momento, esse cenário logo muda por causa da traição de Ulf (Tom Bennett), que vinha se sentindo desprezado por Rhaenyra nos últimos tempos. Após aceitar a proposta de Ormund, Ulf monta em seu dragão e parte em auxílio das forças do Hightower, usando a criatura para queimar boa parte dos homens de Daemon.
A traição de Ulf logo alivia os esforços dos soldados de Ormund, mas o Hightower recebe um final trágico após a conquista enquanto luta com Roddy. Embora consiga cortar um braço do rival, Ormund encontra seu fim ao ser esfaqueado por Dustin e, logo em seguida, ser queimado ao lado do integrante dos Pretos pelas labaredas de fogo do dragão de Ulf.
Com Tumbleton destruída e as forças dos Pretos deixando o local depois da traição, o episódio retorna para Porto Real, onde Helaena (Phia Saban) segue como prisioneira de Rhaenyra por estar grávida de um novo herdeiro. Como os leitores de Fogo & Sangue já esperavam, o capítulo termina com Helaena se jogando pela janela da torre onde estava encarcerada, o que resulta em sua morte.
A cena final mostra Rhaenyra encontrando a meia-irmã empalada por estacas e um bordado que, após passar a temporada fazendo, Helaena havia finalmente terminado. Pegando-o da cadeira ao lado da janela de onde a jovem pulou, Rhaenyra recebe uma última mensagem da irmã, pois o bordado revela diversas profecias, incluindo uma imagem da própria rainha sendo queimada viva.