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Operadora regional lança plano de 40 GB por R$ 35 e mira as gigantes

A Algar quer ampliar sua presença no mercado de telefonia móvel e lançou um plano de 40 GB por R$ 35 mensais. A oferta ainda atende apenas parte de Minas Gerais, São Paulo e Goiás, mas a operadora pretende expandi-la para todo o país até o fim de 2026, o que pode aumentar a disputa com Vivo, Claro e TIM.

Chamado de Algar Muito Mais, o pacote também inclui WhatsApp e ligações sem limite, além de 500 SMS. O pagamento funciona por assinatura: o valor é cobrado automaticamente no cartão de crédito todos os meses.

Com isso, a proposta fica no meio do caminho entre o pré-pago tradicional e os planos pós-pagos. O cliente tem uma despesa mensal fixa, mas não precisa lembrar de colocar créditos para continuar com a linha ativa.

Algar quer levar plano para todo o Brasil

O principal movimento da empresa está na expansão geográfica. Nesta primeira fase, o Algar Muito Mais pode ser contratado em Minas Gerais, Goiás e no interior de São Paulo, onde a Algar já concentra boa parte de sua operação.

Isso deve mudar nos próximos meses. A companhia prevê liberar o plano para clientes de outras regiões até o fim do ano.

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Caso cumpra o cronograma, a Algar passa a levar uma oferta de R$ 35 para mercados onde hoje enfrenta diretamente as três maiores operadoras do país. A estratégia também aumenta o alcance da empresa para além das regiões nas quais sua marca já é mais conhecida.

Dá para contratar e ativar pelo celular

Outro destaque está no processo de contratação. O cliente pode resolver praticamente tudo pelo aplicativo da Algar, inclusive pedir portabilidade ou adicionar outras linhas à assinatura.

Quem tiver um celular compatível também pode escolher um eSIM e dispensar o chip físico. A outra opção é solicitar a entrega de um SIM tradicional em casa.

Há ainda a possibilidade de reunir dependentes em uma única assinatura, com os pagamentos concentrados na mesma conta. A Algar continuará oferecendo atendimento presencial para quem preferir contratar o serviço em uma loja.

Promoção aumenta franquia para 45 GB

Nesta terça-feira (15), quem assinar o Algar Muito Mais recebe um bônus de 5 GB em comemoração ao Dia do Cliente. Dessa forma, a franquia chega a 45 GB no primeiro mês e volta aos 40 GB previstos normalmente na oferta a partir do ciclo seguinte.

A Algar ainda não revelou detalhes sobre a chegada do plano a cada estado nem informou se as condições atuais serão mantidas após a expansão nacional.

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Clientes da Vivo terão até 60% de desconto em 7 mil farmácias; veja quem pode usar

A Vivo passou a oferecer até 60% de desconto em medicamentos em mais de 7 mil farmácias para clientes do Vivo Pré. O novo benefício faz parte do Vale Saúde Farma e está disponível para usuários que realizarem recargas de R$ 30 ou mais.

Para aproveitar a novidade, o cliente precisa ativar o benefício pelo App Vivo. Depois, basta informar o CPF cadastrado na operadora no momento da compra do medicamento em uma das farmácias credenciadas. Não é necessário apresentar carteirinha física ou outro documento adicional.

Desconto vale em grandes redes de farmácias

A lista de estabelecimentos parceiros inclui algumas das maiores redes do país, como Drogasil, Droga Raia, Drogaria São Paulo, Drogaria Pacheco, Pague Menos, Panvel, Extrafarma e Nissei.

Também participam redes como Santo Remédio, Drogasmil, Farmácia Indiana, Farma Ponte, Drogaria Venâncio, Drogal, Drogaria Rosário, Tamoio, Farmalife e D'avó Farma.

Segundo a Vivo, a rede credenciada passa de 7 mil farmácias em todo o Brasil. O desconto pode chegar a 60%, mas a porcentagem efetiva varia de acordo com o medicamento e as condições oferecidas pelo programa.

Vivo Operadora

 Quem pode usar o desconto da Vivo?

O Vale Saúde Farma está disponível para clientes do Vivo Pré que fizerem recargas a partir de R$ 30. A operadora também reformulou essa faixa de recarga, que agora oferece 25 GB de internet com validade de 30 dias.

O pacote mantém ligações e SMS para qualquer operadora do Brasil, além de aplicativos digitais inclusos e a possibilidade de compartilhar a internet do celular por meio do App Vivo.

Com isso, a empresa tenta ampliar os benefícios do pré-pago para além dos serviços tradicionais de telecomunicações. Segundo Flávia Carneiro, diretora de Marketing B2C da Vivo, a ideia é oferecer uma vantagem prática para um público que busca economia no dia a dia.

“Com o Vale Saúde Farma, estamos ampliando a proposta de valor do Vivo Pré ao oferecer uma vantagem prática, inédita e relevante para a vida das pessoas”, afirma a executiva.

Além do desconto em farmácias, a operadora também anunciou, recentemente, a volta de YouTube ilimitado para clientes do Vivo Easy. 

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iPhone dobrável já enfrenta problema e pode faltar nas lojas

Quem pretende comprar o iPhone Duo logo no lançamento pode precisar ser rápido. A Apple deve produzir menos unidades de seu primeiro celular dobrável do que o esperado em 2026 por causa de restrições relacionadas à dobradiça do aparelho.

A nova estimativa vem do analista Jeff Pu, que reduziu de 7 milhões para 6 milhões a projeção de unidades enviadas pela Apple neste ano. A queda é de aproximadamente 14% e reforça a possibilidade de estoques reduzidos nas primeiras semanas de venda.

Dobradiça pode limitar produção do iPhone Duo

Segundo Pu, o principal obstáculo para aumentar a fabricação está nas chamadas “hinge constraints”, ou restrições relacionadas à produção e ao fornecimento da dobradiça usada no iPhone Duo.

O componente é uma peça essencial de qualquer celular dobrável e pode limitar o ritmo das linhas de produção caso a oferta não acompanhe a demanda da Apple.

Com isso, o analista agora espera cerca de 6 milhões de unidades enviadas em 2026. Vale destacar que o número é apenas uma projeção de mercado e não uma estimativa oficial divulgada pela fabricante.

Rumores anteriores já apontavam para uma produção inicial pequena do primeiro iPhone dobrável. A nova previsão indica que a disponibilidade pode ser ainda menor.

iPhone Duo pode ser bem mais raro que o iPhone 18 Pro

A diferença fica mais clara quando o volume previsto para o iPhone Duo é comparado ao dos celulares tradicionais da Apple.

iPhone Duo

 

Jeff Pu estima que a empresa deve enviar aproximadamente 72 milhões de unidades do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max até o fim de 2026. O número é 12 vezes maior que a previsão para o dobrável.

Isso não significa necessariamente que a Apple espera pouca procura pelo Duo. Neste momento, o gargalo apontado está na capacidade de fabricar unidades suficientes.

Mesmo com preço inicial de US$ 1.999, ou a partir de R$ 21.999 oficialmente no Brasil, o mais alto já cobrado pela Apple por um iPhone, o aparelho pode ter prazos de entrega maiores e algumas versões podem desaparecer rapidamente dos estoques.

Quando o iPhone Duo chega às lojas?

O iPhone Duo terá um calendário diferente do restante da geração. Enquanto os modelos da linha iPhone 18 Pro chegam ao mercado em setembro, o primeiro dobrável da Apple ficou para outubro.

A pré-venda começa em 16 de outubro, enquanto as primeiras entregas estão previstas para o dia 23 do mesmo mês.

Se as projeções de Jeff Pu se confirmarem, portanto, o preço pode não ser o único obstáculo para quem quiser comprar o iPhone Duo nas primeiras semanas. Encontrar uma unidade disponível também pode exigir alguma sorte.

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Celulares devem ficar ainda mais caros em 2027 devido à crise causada pela IA

Os celulares podem ficar ainda mais caros em 2027 como reflexo da forte demanda por semicondutores provocada pelo avanço da inteligência artificial. O alerta parte de um cenário traçado por Michael Dell, CEO da Dell Technologies, que prevê uma piora na escassez de chips no próximo ano.

O executivo não falou especificamente sobre smartphones. A declaração teve como foco PCs e infraestrutura computacional, mas parte dos componentes e da capacidade industrial disputados pelo setor de IA também abastece fabricantes de celulares e outros eletrônicos.

Crise dos chips pode piorar em 2027

Segundo Michael Dell, a atual escassez estrutural de semicondutores não deve ser resolvida no curto prazo. Pelo contrário: o executivo acredita que 2027 provavelmente será mais complicado para a indústria do que 2026.

Um dos motivos é a diferença entre a velocidade de expansão da inteligência artificial e o tempo necessário para aumentar a produção de componentes. Modelos e aplicações de IA podem mudar em poucos meses, enquanto novas fábricas de semicondutores levam anos até operar em plena capacidade.

A explosão na construção de data centers também eleva a procura por chips e outros componentes usados em servidores. Se a capacidade de produção não crescer na mesma proporção, o resultado tende a ser uma combinação de oferta apertada e custos maiores.

Michael Dell afirma que a alta já afeta os preços dos equipamentos vendidos pela própria companhia., que pretende repassar parte desses aumentos aos clientes.

Para o executivo, porém, existe um problema ainda pior do que pagar mais caro: simplesmente não encontrar o produto disponível por falta de estoque.

Por que celulares também podem ficar mais caros

Apesar de a declaração ter como foco o mercado de computadores, servidores e infraestrutura de IA, a indústria de smartphones não está completamente isolada dessa disputa.

Celulares também dependem de fábricas de semicondutores, processos avançados de produção, capacidade de encapsulamento e fornecedores que atendem vários segmentos da indústria eletrônica.

Isso não significa que cada chip usado por uma GPU de inteligência artificial também esteja presente em um celular. O problema está na pressão exercida sobre uma cadeia industrial que possui diversos recursos compartilhados.

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Quando uma categoria absorve uma parcela maior da capacidade disponível, fabricantes de outros produtos podem enfrentar preços mais altos, prazos maiores ou dificuldades para garantir determinados componentes.

Memória pode ser um dos principais problemas

Um dos pontos citados por Dell é justamente a alta no preço das memórias, componente que tem impacto direto também sobre smartphones.

Todo celular depende de memória RAM e armazenamento flash. Portanto, uma alta prolongada no custo desses componentes pode afetar aparelhos de diferentes categorias.

Modelos com 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento ficam especialmente expostos, já que utilizam uma quantidade maior de memória flash. O mesmo vale para celulares com 12 GB, 16 GB ou mais de RAM.

Essa pressão também ajuda a explicar por que até aparelhos sem recursos avançados de IA podem sentir os efeitos do boom do setor. Um celular básico não precisa executar grandes modelos de inteligência artificial para sofrer com uma cadeia de componentes mais cara.

Construir novas fábricas não acompanha o ritmo da IA

Fabricantes de semicondutores investem bilhões de dólares para ampliar a capacidade de produção, mas esse tipo de expansão não acontece rapidamente.

É justamente esse descompasso que preocupa Michael Dell. Enquanto a demanda por infraestrutura de IA cresce em um ritmo acelerado, novas fábricas precisam de vários anos entre o planejamento, a construção e o início da produção em grande escala.

Se a procura continuar no ritmo atual, a indústria pode chegar a 2027 com uma disputa ainda maior por determinados componentes.

Para o mercado de celulares, isso não garante que todos os modelos ficarão mais caros. Ainda entram nessa conta fatores como câmbio, estratégia das fabricantes, contratos de fornecimento e evolução dos processos produtivos.

Mesmo assim, o alerta do CEO da Dell indica que o cenário de custos elevados no setor de semicondutores pode durar mais do que o esperado. E, caso a pressão alcance memórias e outras etapas compartilhadas da cadeia, parte da conta também pode chegar ao bolso de quem pretende trocar de celular em 2027.

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Solução da Xiaomi para aposentar o chuveiro elétrico custa R$ 2.218

A Xiaomi começou a vender na China o Mijia Smart Gas Water Heater 2, aquecedor a gás de 16 litros que surge como uma alternativa ao chuveiro elétrico. O aparelho estreia por 2.899 yuans, cerca de R$ 2.218 em conversão direta, e aposta em funcionamento silencioso, controle preciso da temperatura e aumento da pressão da água.

O novo modelo também tenta simplificar a instalação ao dispensar uma tubulação exclusiva para drenar a água de condensação. Além disso, pode se conectar a outros dispositivos da Xiaomi para automatizar o aquecimento da água antes mesmo do banho.

Aquecedor da Xiaomi faz menos barulho

Um dos destaques do Mijia Smart Gas Water Heater 2 é o sistema multidimensional de redução de ruído, desenvolvido para diminuir o som produzido por diferentes componentes durante o funcionamento.

Segundo a Xiaomi, o aquecedor pode operar com apenas 32 dB(A) e recebeu certificação de baixo ruído. A proposta é tornar o aparelho menos incômodo mesmo quando instalado próximo a áreas de uso frequente da casa.

O modelo também traz um sistema de controle de temperatura de nível 6A. A fabricante promete manter a água estável mesmo quando há mudanças no consumo em outros pontos da residência.

Para casas ou apartamentos que sofrem com pouca pressão, há ainda uma bomba dedicada capaz de elevar o fluxo de água em até 245%. O recurso pode ser especialmente útil em prédios antigos e apartamentos localizados em andares mais altos.

Mijia Smart Gas Water Heater 2

Não precisa de tubo para água de condensação

Outro diferencial do aquecedor está no tratamento da água gerada pela condensação. Em vez de exigir um tubo adicional para o descarte, o aparelho usa um sistema de atomização centrífuga em alta velocidade.

A Xiaomi também utiliza minerais para neutralizar essa água antes da eliminação. Com isso, a instalação pode dispensar intervenções extras na parede, ao mesmo tempo em que a fabricante promete reduzir riscos de corrosão no equipamento.

O Mijia Smart Gas Water Heater 2 possui ainda uma nova câmara de combustão selada e uma ventoinha de corrente contínua com velocidade variável. 

Água quente pode ficar pronta antes do banho

O aquecedor também pode manter um sistema de água quente instantânea para diferentes pontos da casa. O pré-aquecimento pode ser acionado pelo fluxo de água, por programação de horário, manualmente ou por uma automação.

A solução funciona tanto em imóveis com tubulação de retorno quanto em instalações sem esse tipo de estrutura. A ideia é reduzir o intervalo entre abrir a torneira ou o chuveiro e receber água na temperatura escolhida.

Há ainda um sistema de tratamento em seis etapas, que atua da entrada à saída da água. A Xiaomi afirma que o conjunto filtra sedimentos e outras impurezas e oferece taxa antibacteriana de até 99,9%.

Integração com a casa inteligente

Como parte do ecossistema Xiaomi HyperConnect, o aquecedor pode ser controlado pelo aplicativo Mijia e por comandos de voz em caixas de som inteligentes da marca.

Também é possível criar cenários personalizados e conectá-lo a outros dispositivos. Uma das integrações previstas é com o aquecedor inteligente para banheiro da própria Mijia, o que permite combinar diferentes equipamentos em uma única rotina.

O Mijia Smart Gas Water Heater 2 começou a ser vendido na China em 15 de setembro. O preço sugerido é de 2.999 yuans, enquanto a oferta de lançamento reduz o valor para 2.899 yuans, cerca de R$ 2.218.

Por enquanto, não há previsão de lançamento do aquecedor no Brasil.

Além do aquecedor, a Xiaomi também anunciou uma máquina de espresso que consegue pesar o café sozinha e não deixa o pó grudar no sistema. 

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Ugreen lança powerbank de 10.000 mAh com proteção contra explosões por R$ 90

A Ugreen lançou na China o P5, novo power bank compacto com 10.000 mAh de capacidade e preço de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta. Além do cabo USB-C integrado e da potência de até 22,5 W, o acessório aposta em recursos de segurança para evitar incêndios e explosões.

O modelo foi desenvolvido para atender às novas normas nacionais de segurança da China para 2026 e recebeu a certificação obrigatória 3C. Segundo a fabricante, a bateria não pegou fogo nem explodiu durante testes de perfuração, compressão e exposição a altas temperaturas.

Bateria passou por testes contra incêndios e explosões

A segurança é um dos principais destaques do P5. O power bank usa materiais retardantes de chamas e possui dois sensores NTC para monitorar a temperatura durante o funcionamento.

De acordo com a Ugreen, o sistema mantém a temperatura em até 48 °C. A fabricante também submeteu a bateria a testes mais extremos, como perfuração com prego, compressão e exposição a calor elevado.

A célula usada no P5 é fornecida pela EVE Energy e possui tecnologia de íon de lítio com polímero, com capacidade energética de 37 Wh. A promessa é manter mais de 90% da capacidade original mesmo após 500 ciclos de carga.

O sistema de gerenciamento ainda acompanha temperatura, tensão e número de ciclos. Essas informações podem ser consultadas pelo aplicativo da Ugreen no celular ou pelo software da marca para computadores.

Cabo integrado carrega até três dispositivos

O P5 mede 117,8 x 72 x 16,8 mm e pesa aproximadamente 203,4 gramas. Segundo a Ugreen, ele é cerca de 25% mais leve que o antigo PB203.

Powerbank ugreen 10000mAh

Um dos diferenciais do design é o cabo USB-C de 18,5 cm integrado ao corpo. Além de servir para recarga, ele funciona como alça de transporte quando não está conectado a algum aparelho. A marca afirma que o componente suporta cerca de 10 mil dobras.

Além do cabo, há uma porta USB-C e outra USB-A. Com isso, o power bank consegue carregar até três dispositivos ao mesmo tempo.

A potência máxima chega a 22,5 W com apenas uma saída em uso. Ao conectar vários aparelhos simultaneamente, o limite total cai para 15 W. Um pequeno display na parte frontal mostra a porcentagem de carga restante.

O P5 também suporta USB Power Delivery, Quick Charge, Adaptive Fast Charging e SuperCharge Protocol. Para recarregar a própria bateria, a potência chega a 20 W e o processo completo leva cerca de 3 horas e 6 minutos.

Segundo testes divulgados pela Ugreen, 30 minutos de carga são suficientes para levar um iPhone 17 a aproximadamente 58%. No mesmo período, o Huawei Mate 80 chega a 37% e o Xiaomi 17 a 21%. Os números são estimativas da própria fabricante e podem variar conforme o aparelho e as condições de uso.

Preço e disponibilidade

O Ugreen P5 começa a ser vendido na China em 16 de setembro, pelo preço sugerido de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta.

Por enquanto, a empresa não revelou planos para lançamento global nem confirmou se o novo power bank será vendido oficialmente no Brasil.

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Apple não vende mais iPhone 17 Pro e Pro Max em sua loja após lançamento do 18

A Apple retirou os iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max de sua loja oficial após o lançamento dos novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, apresentados nesta quarta-feira (9). A decisão segue a estratégia adotada pela empresa nos últimos anos, que costuma manter apenas modelos mais básicos de gerações anteriores em seu catálogo.

Com isso, quem ainda pretende comprar um iPhone 17 Pro ou 17 Pro Max precisa recorrer a varejistas que possuem unidades em estoque. A Apple não deve repor esses aparelhos e, quando as últimas unidades acabarem nas lojas, os modelos tendem a desaparecer gradualmente do mercado.

A mudança também pode mexer nos preços. Nas próximas semanas e meses, o varejo pode reduzir os valores para liberar os estoques restantes. Por outro lado, conforme a disponibilidade ficar menor, algumas versões podem voltar a subir de preço.

iPhone 18 Pro assume o posto de topo de linha

Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max foram anunciados como os novos celulares mais avançados da linha tradicional da Apple. Os aparelhos estrearam o chipset A20 Pro de 2 nm e receberam mudanças no conjunto de câmeras, com uma nova principal de 48 MP com abertura variável.

iPhone 17 Pro

 A Apple também redesenhou o sistema de refrigeração, com uma câmara de vapor maior, e reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica. A autonomia oficial chega a até 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e 45 horas no Pro Max.

A nova geração passa a ocupar diretamente o espaço deixado pelos modelos Pro de 2025 na loja oficial.

Como ficou a linha de iPhones da Apple

Após a atualização do catálogo, a Apple passa a vender oficialmente os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, o dobrável iPhone Duo, além dos iPhone 17, iPhone Air, iPhone 17e e iPhone 16.

O iPhone 17 permanece como representante da geração passada, enquanto as versões Pro deixam de fazer parte da loja. Isso não significa que elas desaparecerão imediatamente do mercado, mas a disponibilidade agora depende exclusivamente dos estoques mantidos por varejistas.

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McDonald's começa a entregar lanches com drones

O McDonald's começou a entregar lanches com drones em Xangai, na China, após a Meituan colocar em operação uma nova rede aérea de entregas na região de West Bund nesta quinta-feira (10). A parceria também marca a estreia da primeira rota exclusiva de drones para uma marca de alimentação no país.

A nova rede conecta pontos como o West Bund Dream Center, Xuhui Riverside, Model Speed Space e a área em frente ao McDonald's da Longteng Avenue. Quase 20 redes de alimentação já fazem parte da operação, entre elas McDonald's, A Ma Handmade e M Stand.

A expectativa da Meituan é ampliar a cobertura e superar 40 marcas integradas até o fim do ano.

Pedido pode chegar em cerca de 10 minutos

O processo mistura automação com o trabalho dos funcionários. Após o preparo, um colaborador leva o pedido até o "aeroporto" de drones mais próximo, onde um braço robótico coloca a encomenda na aeronave.

No destino, outro braço retira o pacote e o coloca em um armário de retirada. Nos casos mais rápidos, todo o trajeto pode levar cerca de 10 minutos.

Drone meituan McDonalds

A proposta é usar as rotas aéreas principalmente em regiões nas quais o transporte terrestre enfrenta mais obstáculos, como parques, áreas de difícil localização ou locais com acesso mais complicado para entregadores.

Os drones também podem atuar em conjunto com os profissionais de entrega em trajetos mais longos, terrenos extremos ou situações climáticas mais severas.

Drone opera até sob chuva forte e neve

A Meituan usa o M-Drone 4L Winch, modelo de quarta geração equipado com um sistema de descida por cabo. A aeronave pode parar no ar e baixar o pacote diretamente até um ponto determinado.

Segundo a empresa, o equipamento suporta chuva forte, neve moderada, ventos de força 6 e temperaturas entre -20 °C e 50 °C. A companhia afirma que o modelo consegue atender mais de 97% dos cenários urbanos encontrados na China.

No solo, a estrutura conta com o M-Port 3, uma estação inteligente de apenas 1,4 m², área próxima à de uma cabine telefônica. O módulo possui um braço robótico responsável pelo carregamento automático das encomendas.

Sistema recalcula rota em caso de imprevistos

A rede também conta com o M-DaaS 3, sistema responsável pelo despacho e controle das aeronaves. A Meituan o descreve como um "supercérebro" capaz de identificar anormalidades em até 100 milissegundos.

Caso haja uma mudança repentina no clima ou alguma alteração no espaço aéreo, o sistema pode recalcular a rota do drone ou acionar protocolos de segurança.

Com a nova operação em West Bund, a Meituan amplia sua aposta em drones para complementar a logística tradicional e reduzir o tempo de entrega em regiões nas quais motos e bicicletas enfrentam mais limitações.

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Quanto vale pagar pelo iPhone 17 Pro agora que o iPhone 18 Pro foi lançado?

A chegada do iPhone 18 Pro abre uma boa oportunidade para quem quer um celular premium da Apple, mas prefere economizar com a geração anterior. Com base no histórico recente de preços, o iPhone 17 Pro de 256 GB já vale a compra entre R$ 8.000 e R$ 8.200, enquanto o iPhone 17 Pro Max de 256 GB faz sentido entre R$ 9.200 e R$ 9.400.

Esses valores não representam necessariamente o menor preço que os aparelhos podem atingir. Eles indicam uma faixa na qual o desconto já é relevante frente à média recente, sem depender de uma nova queda nas próximas semanas.

A mesma lógica vale para as capacidades maiores. Em boa parte das versões, uma redução próxima de 4% a 6% sobre o preço médio recente já cria um ponto interessante para compra.

Quanto vale pagar no iPhone 17 Pro?

O iPhone 17 Pro de 256 GB manteve uma média próxima de R$ 8.500 nos últimos meses. Uma oferta por R$ 8.200 já reduz o preço em cerca de 3,5% frente a esse patamar.

Por R$ 8.000, o desconto se aproxima de 6% e já pode ser considerado muito bom. Abaixo disso, a promoção entra em uma faixa ainda mais agressiva e pode não permanecer disponível por muito tempo.

Nas versões maiores, a lógica é parecida. O modelo de 512 GB já apareceu abaixo de R$ 10 mil, então preços entre R$ 9.900 e R$ 10.200 já são interessantes. Se cair para R$ 9.800 ou menos, a oferta fica ainda melhor.

Já o iPhone 17 Pro de 1 TB, que ficou recentemente na casa dos R$ 13 mil, começa a fazer sentido entre R$ 12.200 e R$ 12.500. Abaixo de R$ 12 mil, já entra em uma faixa excepcional.

iPhone 17 Pro

 E quanto vale pagar no iPhone 17 Pro Max?

O iPhone 17 Pro Max de 256 GB costuma custar entre R$ 9.600 e R$ 9.800. Nesse cenário, encontrar o celular por até R$ 9.400 já torna a compra interessante.

A faixa de R$ 9.200 ou menos é ainda melhor, com uma redução que pode ficar próxima de 6% frente aos valores recentes.

A versão de 512 GB costuma ficar perto de R$ 11,8 mil, então uma queda para R$ 11.100 a R$ 11.400 já é suficiente para considerar a compra. Se aparecer por R$ 10.800 ou menos, a oferta se torna especialmente boa.

No modelo de 1 TB, que ficou próximo de R$ 13,2 mil recentemente, a faixa de R$ 12.500 a R$ 12.800 já é interessante. Abaixo de R$ 12.500, o preço fica ainda mais agressivo.

O iPhone 17 Pro Max de 2 TB exige uma análise um pouco mais cautelosa. Além de ter menor volume de vendas, ele não possui um equivalente direto na geração iPhone 16 Pro Max para comparação histórica. Por isso, abaixo de R$ 15 mil já é uma faixa interessante, enquanto R$ 14.500 ou menos pode ser considerado um preço muito bom.

Modelo Bom preço Preço muito bom
iPhone 17 Pro 256 GB R$ 8.000 a R$ 8.200 R$ 8.000 ou menos
iPhone 17 Pro 512 GB R$ 9.900 a R$ 10.200 R$ 9.800 ou menos
iPhone 17 Pro 1 TB R$ 12.200 a R$ 12.500 R$ 12.000 ou menos
iPhone 17 Pro Max 256 GB R$ 9.200 a R$ 9.400 R$ 9.200 ou menos
iPhone 17 Pro Max 512 GB R$ 11.100 a R$ 11.400 R$ 10.800 ou menos
iPhone 17 Pro Max 1 TB R$ 12.500 a R$ 12.800 R$ 12.500 ou menos
iPhone 17 Pro Max 2 TB até cerca de R$ 15.000 R$ 14.500 ou menos

Histórico mostra que esperar demais pode não compensar

A geração passada ajuda a entender por que o lançamento de um novo iPhone não garante uma queda contínua no preço do anterior.

Após a chegada do iPhone 17 Pro, o iPhone 16 Pro Max de 256 GB passou de aproximadamente R$ 8.300 para R$ 8.000 nas semanas seguintes. A redução ficou perto de 3,6%, mas o preço voltou a subir pouco depois.

O movimento foi parecido com o iPhone 16 Pro de 128 GB. O aparelho custava perto de R$ 7.000, apareceu brevemente por cerca de R$ 6.600 e depois retornou à faixa habitual. Nesse caso, a queda chegou a aproximadamente 5,7%.

Isso ajuda a mostrar que uma promoção logo após a chegada da nova geração pode ser mais interessante do que esperar indefinidamente por outro corte.

Estoque menor pode até fazer o preço subir

Essa cautela é ainda mais importante nas versões de 512 GB e 1 TB. Conforme os iPhones Pro antigos deixam de ser produzidos e o estoque diminui, algumas capacidades passam a aparecer com menos frequência no varejo.

Com isso, o preço deixa de acompanhar uma curva normal de desvalorização. Há casos em que versões do iPhone 16 Pro com mais armazenamento chegaram a custar mais do que modelos equivalentes de gerações mais novas justamente por causa da baixa disponibilidade.

Por esse motivo, o preço atual de um iPhone 16 Pro ou Pro Max com muito armazenamento nem sempre serve como uma referência adequada para definir quanto o iPhone 17 Pro deveria custar.

A média recente do próprio aparelho passa a ser um indicador mais útil. Se a queda ficar perto de 4% a 6%, o desconto já está dentro do comportamento observado após a chegada de uma nova geração.

No fim, o melhor negócio não precisa coincidir com o menor preço histórico. Se qualquer versão do iPhone 17 Pro ou Pro Max cair para uma faixa suficientemente abaixo de sua média recente, já pode fazer sentido comprar antes que uma promoção desapareça ou o estoque diminua ainda mais.

É importante destacar que esses valores indicados não são, necessariamente, o melhor preço justo de forma independente, pois seguem o histórico de redução das gerações passadas da Apple ao longo dos anos. Dessa forma, os preços são mais "realistas" com o que, de fato, pode acontecer. 

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7 coisas que o iPhone Duo faz e que a Samsung não colocou no Galaxy Z Fold 8

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável. O aparelho adota o formato de “passaporte”, com uma tela externa para o uso convencional e um painel maior que aparece quando o dispositivo é aberto. Com isso, a Apple entra diretamente na disputa com fabricantes que já estão há anos no segmento. Entre os principais concorrentes está o Galaxy Z Fold 8, atual dobrável no formato livro da Samsung.

Apesar da estreia tardia, o iPhone Duo chegou com algumas características que não estão disponíveis no rival sul-coreano. Curiosamente, a lista inclui até recursos que a própria Samsung já ofereceu em gerações anteriores, mas decidiu abandonar nos Fold mais recentes.

Há desde diferenças de resistência e câmeras até pequenos cuidados de software que aproveitam o formato dobrável. Confira 7 coisas que o iPhone Duo faz e o Galaxy Z Fold 8 não.

1 - Tela interna mais resistente a riscos

Um dos pontos que mais chamam atenção no iPhone Duo é a promessa de maior resistência a riscos na tela dobrável interna.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.56.35

A Apple não detalhou qual é o nível dessa proteção, então ainda será preciso esperar por testes práticos para entender o quanto o painel aguenta. Ainda assim, é um aspecto importante em dobráveis, já que telas flexíveis tradicionais são bem mais sensíveis e podem ficar marcadas apenas com a pressão da unha.

O Galaxy Z Fold 8 também recebeu melhorias de construção e durabilidade, mas não traz uma promessa equivalente de resistência a riscos no painel flexível.

2 - Suporte para Apple Pencil

O iPhone Duo também aproveita a tela interna maior para oferecer suporte para Apple Pencil, o que aproxima um pouco a experiência de um iPad mini.

Esse é justamente um recurso que a Samsung já ofereceu em seus dobráveis. O suporte para S Pen, porém, foi aposentado com o Galaxy Z Fold 6 e não voltou no Fold 8.

A ausência da caneta virou um dos pontos de reclamação entre usuários da linha. No iPhone Duo, a Apple estreia no segmento com uma função que a principal rival decidiu deixar para trás.

3 - Vira um relógio de cabeceira

Quando fica entreaberto sobre uma mesa, o iPhone Duo pode assumir a função de relógio de cabeceira, com as informações exibidas de uma forma adaptada à posição do aparelho.

A ideia não é inédita no mercado. Dobráveis de fabricantes como Honor, Motorola e Huawei também exploram esse tipo de uso quando ficam parcialmente fechados.

No Galaxy Z Fold 8, porém, não há uma experiência nativa equivalente. 

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4 - Câmera escondida embaixo da tela

O iPhone Duo também aposta em uma câmera escondida sob a tela interna, o que evita um recorte aparente no painel maior.

Neste caso, a situação é curiosa porque a Samsung foi uma das fabricantes que mais apostaram nessa tecnologia. Os Galaxy Z Fold usaram câmera sob o display até o Galaxy Z Fold 6.

A companhia abandonou a solução no Fold 7 e manteve essa decisão no Fold 8. Com isso, a Apple estreia seu dobrável com uma característica que já fez parte da identidade dos aparelhos da Samsung.

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 5 - Certificação IP68 contra poeira e água

Em resistência, o iPhone Duo também leva vantagem no papel graças à certificação IP68 contra poeira e água.

O principal diferencial está na proteção contra partículas sólidas. O Galaxy Z Fold 8 possui certificação IP48, portanto não alcança o mesmo nível de resistência contra poeira do aparelho da Apple.

Esse é um ponto especialmente importante em dobráveis, já que a dobradiça e outras partes móveis tornam a proteção contra pequenas partículas um desafio maior do que em celulares convencionais.

6 - Grava vídeos em 4K a 120 fps

Para quem usa o celular para vídeo, o iPhone Duo também oferece uma possibilidade que o Galaxy Z Fold 8 deixa de fora: gravação em 4K a 120 quadros por segundo.

A vantagem segue uma característica que já aparece em outros iPhones mais avançados. A Apple oferece uma taxa de quadros maior em 4K, o que dá mais liberdade para cenas em câmera lenta sem reduzir tanto a resolução.

No Galaxy Z Fold 8, a gravação chega a 4K a 60 fps ou 8K a 30 fps. Assim, o Samsung alcança uma resolução superior, mas não oferece a mesma combinação de 4K com 120 fps.

7 - Animação ao abrir e fechar a tela

A última diferença é bem mais estética, mas mostra o cuidado da Apple com a transição entre os dois formatos do iPhone Duo.

O iOS possui uma animação específica para a passagem entre a tela externa e a interna, baseada na identidade visual Liquid Glass. Ao abrir ou fechar o aparelho, o conteúdo recebe um efeito de transparência durante a troca entre os displays.

Isso não muda a funcionalidade do celular, mas deixa a transição mais natural e ajuda a dar continuidade ao que estava na tela. O Galaxy Z Fold 8 alterna normalmente entre os dois painéis, mas não possui um efeito visual semelhante.

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Touch ID está de volta: iPhone Duo ressuscita leitor de digitais da Apple

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e aproveitou a estreia do novo formato para ressuscitar o Touch ID nos iPhones. O leitor de impressões digitais fica integrado ao botão lateral e pode autenticar o usuário tanto com o aparelho aberto quanto fechado.

O recurso não aparecia em um novo iPhone desde o iPhone SE de terceira geração, apresentado em março de 2022. Já na linha principal da marca, os últimos modelos com Touch ID foram o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus, lançados em 2017.

Touch ID migra para o botão lateral

Nos iPhones antigos, o Touch ID ficava integrado ao botão de Início abaixo da tela. No iPhone Duo, a Apple adotou uma solução diferente e colocou o sensor biométrico diretamente no botão lateral.

Segundo a empresa, a posição permite uma autenticação fácil e consistente independentemente da forma de uso do dobrável. Além do Touch ID, proprietários de um Apple Watch também podem usar o relógio para desbloquear o iPhone Duo.

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A escolha faz sentido pelo formato do aparelho. Fechado, o iPhone Duo tem proporções semelhantes às de um passaporte, em uma proposta próxima de dobráveis como Galaxy Z Fold 8 e Huawei Pura X Max. A tela externa tem 5,4 polegadas, enquanto o painel interno chega a 7,6 polegadas.

Assim, o leitor lateral permanece acessível sem depender de qual tela está em uso. O botão convive ainda com o Camera Control, dedicado a atalhos da câmera.

O iPhone Duo terá pré-venda a partir de 16 de outubro, inclusive no Brasil, e chega às lojas em 23 de outubro. O aparelho será oferecido em versões de 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB. Os preços partem de R$ 21.999. 

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iPhone Duo: celular dobrável da Apple vai custar R$ 31 mil no Brasil

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) sua nova geração de celulares e confirmou os preços para o mercado brasileiro. O destaque fica para o iPhone Duo, primeiro dobrável da marca, que será vendido por a partir de R$ 21.999 no país, com a versão 2TB de espaço chegando a R$ 30.999.

Além dele, a fabricante também revelou os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, que chegam como os modelos tradicionais mais avançados da linha. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente.

iPhone Duo estreia formato dobrável na Apple

O iPhone Duo marca a entrada da Apple no mercado de celulares dobráveis com um formato de livro, semelhante ao adotado por aparelhos como o Galaxy Z Fold 8. O modelo possui uma tela externa para o uso convencional e um painel maior na parte interna, que amplia o espaço para aplicativos e multitarefa.

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Por dentro, o celular é equipado com o chipset A20 Pro e traz um sistema de câmeras com dois sensores traseiros de 48 MP. O formato dobrável ainda permite aproveitar a tela externa como visor ao usar as câmeras principais para selfies.

Outra mudança importante está na biometria. Em vez do Face ID, o iPhone Duo traz de volta o Touch ID, agora integrado ao botão lateral. O recurso não aparecia em um modelo principal da linha desde o iPhone 8.

A Apple também adaptou o iOS para aproveitar a tela interna maior, com recursos próprios para multitarefa e aplicativos que usam melhor o espaço adicional oferecido pelo painel dobrável.

iPhone 18 Pro e Pro Max recebem melhorias de câmera e desempenho

Os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o formato tradicional da linha, mas receberam atualizações importantes no hardware. Os dois também usam o A20 Pro, acompanhado por um novo sistema de resfriamento por câmara de vapor.

A câmera principal de 48 MP agora conta com abertura variável, recurso que dá mais controle sobre a entrada de luz e a profundidade de campo. A Apple também reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica nesta geração.

O iPhone 18 Pro Max ainda ganhou atenção especial na autonomia. Segundo a fabricante, o modelo recebeu a maior evolução de bateria já feita em um iPhone, graças à combinação entre uma bateria maior e melhorias de eficiência do novo chipset.

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Preços dos novos iPhones no Brasil

Os três aparelhos começam em 256 GB e chegam a até 2 TB de armazenamento. Confira os preços oficiais:

Armazenamento iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max iPhone Duo
256 GB R$ 11.999 R$ 12.999 R$ 21.999
512 GB R$ 13.499 R$ 14.499 R$ 23.499
1 TB R$ 16.499 R$ 17.499 R$ 26.499
2 TB R$ 20.999 R$ 21.999 R$ 30.999

A diferença entre as versões mais baratas do iPhone 18 Pro e do iPhone Duo chega a R$ 10 mil. Já o dobrável com 2 TB custa R$ 30.999, quase R$ 9 mil a mais que sua configuração de entrada.

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Novo Apple Watch Ultra promete mais de 2 dias longe da tomada

A Apple apresentou o Apple Watch Ultra 4 com uma evolução importante na bateria. O novo relógio promete até 50 horas de autonomia no uso cotidiano, tempo suficiente para passar mais de dois dias longe da tomada. A duração pode ficar ainda maior com o Modo Pouca Energia, que amplia a estimativa para até 84 horas. A recarga também ficou mais rápida: segundo a Apple, 15 minutos na tomada acrescentam até 18 horas de uso.

Bateria foi pensada para treinos mais longos

A Apple também criou novos modos de treino para quem precisa registrar atividades por muitas horas sem abrir mão do GPS e do monitoramento cardíaco.

No Extended Workout, o Apple Watch Ultra 4 consegue acompanhar exercícios ao ar livre por até 25 horas, com GPS e leitura de frequência cardíaca ativos. Segundo a fabricante, isso representa um aumento de 25% em relação ao modelo anterior.

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Para alcançar essa autonomia, o relógio ativa o Modo Pouca Energia durante o exercício. Com isso, algumas métricas avançadas de corrida deixam de ficar disponíveis.

Como funciona o modo para ultramaratonas?

Para atividades ainda mais longas, há o Max Extended Workout. O recurso permite registrar corridas, caminhadas e trilhas por até 45 horas, tempo que, segundo a Apple, costuma ser suficiente para completar uma prova de 100 milhas, cerca de 161 km.

Mesmo nesse modo de economia mais agressivo, o relógio continua com o GPS ativo e registra a localização a cada segundo, o que permite manter um acompanhamento detalhado do percurso.

Em troca da autonomia maior, o Max Extended Workout desativa alertas e parciais do treino, além de deixar algumas métricas indisponíveis. O objetivo é priorizar o registro contínuo da atividade e evitar que o relógio fique sem bateria no meio de provas muito longas.

O Apple Watch Ultra 4 foi apresentado nesta quarta-feira (9) ao lado do Apple Watch Series 12 com "sensor mais preciso do mundo". 

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iPhone 18 Pro fica 40% mais rápido e ganha bateria de Pro Max

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, celulares mais avançados no seu novo portfólio. A geração estreia o chipset A20 Pro de 2 nanômetros, traz câmera Fusion de 48 MP com abertura variável e adota uma Dynamic Island menor. Com o novo hardware, os iPhones deste ano ficaram 40% mais rápidos que o iPhone 17 Pro, segundo a Apple.

Os aparelhos também chegam com nova câmara de vapor, modem próprio C2 e iOS 27 com Apple Intelligence e Siri AI. O iPhone 18 Pro parte de US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 em conversão direta, enquanto o Pro Max começa em US$ 1.299, aproximadamente R$ 6.611.

A pré-venda começa em 12 de setembro, inclusive no Brasil, e as primeiras unidades chegam às lojas no dia 18 de setembro.

Câmera de 48 MP ganha abertura variável

Um dos principais destaques da nova geração está na câmera principal Fusion de 48 MP, que agora possui abertura variável entre f/1.8 e f/4. É a primeira vez que a Apple oferece controle de abertura física em um iPhone.

O mecanismo usa seis lâminas cortadas a laser e pode alterar automaticamente a abertura de acordo com a iluminação e a profundidade de campo necessária. O usuário também pode escolher manualmente entre quatro configurações pelo aplicativo Câmera.

A Apple afirma que o novo sensor melhora as fotografias em baixa luminosidade e entrega mais detalhes. Fotos de grupos também devem preservar melhor a nitidez de pessoas ou elementos posicionados mais ao fundo da cena.

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Uma nova etapa de fotografia computacional busca gerar imagens mais nítidas, enquanto os Photographic Styles recebem controles de textura e granulação para ampliar as possibilidades de personalização.

A Apple também destacou melhorias para fotografias sob luz solar intensa e no foco de assuntos em movimento. O recurso Focus Tracking acompanha o objeto durante a captura para ajudar a mantê-lo em foco em gravações de vídeo.

Pro Controls oferece mais ajustes manuais

Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max ganham uma nova interface Pro Controls dentro do aplicativo Câmera. A ferramenta concentra configurações usadas com frequência e amplia os controles manuais disponíveis para fotos e vídeos.

É possível alterar parâmetros como abertura da lente, velocidade do obturador, ISO e balanço de branco, além de consultar um histograma para verificar os níveis de exposição da cena.

Apple A20 Pro

A Apple também disponibilizará uma API para que desenvolvedores aproveitem o controle da abertura variável em aplicativos de terceiros.

Para vídeo, efeitos Cinematic poderão ser aplicados após a gravação em conteúdos capturados a até 60 fps. O modo Time-lapse passa a filmar em 4K com Dolby Vision HDR.

O Audio Mix também recebeu novos algoritmos para melhorar a qualidade das vozes e agora consegue isolar músicas presentes no áudio da gravação.

Apple Reference Image ajuda a identificar fotos alteradas

A Apple também apresentou o Apple Reference Image, novo recurso voltado à autenticidade das fotografias capturadas pelos iPhone 18 Pro.

No modo Reference, o novo sensor registra dados assinados durante a captura. O Private Cloud Compute usa essas informações para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada.

Essa versão aparece no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal e funciona como uma espécie de negativo digital, que permite comparar os dois arquivos para identificar possíveis edições.

A Apple também usará metadados e prepara suporte ao padrão SynthID para ajudar a identificar conteúdos criados ou modificados com inteligência artificial.

A20 Pro estreia processo de 2 nm

Os dois modelos chegam com o Apple A20 Pro, fabricado em processo de 2 nm. O chipset possui 50% mais largura de banda de memória que o A19 Pro e traz uma CPU de seis núcleos.

São dois novos núcleos de desempenho e quatro novos núcleos de eficiência, com Neural Accelerators integrados. Segundo a Apple, a CPU é até 20% mais rápida, e a companhia a destaca como a mais veloz já usada em um smartphone.

A GPU possui sete núcleos e oferece desempenho gráfico até 40% superior ao A19 Pro, com foco tanto em jogos quanto em tarefas mais pesadas de criação.

Já o Neural Engine usa uma arquitetura Dual 16-core, com 32 núcleos no total. Segundo a Apple, isso dobra a capacidade de processamento de inteligência artificial em relação ao A19 Pro.

Nova câmara de vapor melhora desempenho contínuo

Para controlar as temperaturas, a Apple reformulou o sistema de refrigeração dos novos iPhones. O A20 Pro usa um encapsulamento inspirado nos chips da linha M, com memória e silício posicionados lado a lado.

A mudança remove a memória do caminho térmico e permite que o chipset tenha contato direto com uma câmara de vapor de nova geração.

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 Segundo a companhia, o componente tem três vezes mais área que o sistema usado no iPhone 17 Pro. A combinação permite um ganho de até 40% no desempenho sustentado, o maior já registrado pela Apple em um iPhone.

iPhone 18 Pro estreia modem C2 e chip N1

Outra novidade está na conectividade. Os dois celulares usam o N1, novo chip sem fio desenvolvido pela Apple com suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread.

Eles também estreiam o modem C2, segunda geração do sistema celular próprio da companhia. A Apple promete uploads significativamente mais rápidos que no C1X e 15% menos consumo de energia. O componente adiciona suporte a 5G mmWave nos Estados Unidos.

Os recursos de conectividade via satélite continuam disponíveis quando não há cobertura de rede celular ou Wi-Fi. A Apple também prorrogou por mais um ano o acesso gratuito às funções de satélite para usuários elegíveis das linhas iPhone 14, 15 e 16.

Dynamic Island fica menor e mostra mais informações

A Apple reduziu o tamanho da Dynamic Island nos novos modelos, mas manteve o sistema Face ID para desbloqueio, autenticação de compras e acesso a aplicativos.

O espaço também ficou mais funcional e agora consegue mostrar até três Atividades ao Vivo simultaneamente.

Siri AI estreia integrada ao Apple Intelligence

Os iPhone 18 Pro chegam com o iOS 27, que traz a nova geração do Apple Intelligence e apresenta a Siri AI, uma reformulação da assistente virtual da companhia.

Segundo a Apple, a Siri recebe atualmente mais de 2,5 bilhões de solicitações por dia. A nova versão passa a usar contexto pessoal para procurar informações em mensagens, e-mails, fotos e outros dados do usuário.

A Siri AI também consegue interpretar o conteúdo exibido na tela e executar ações relacionadas a ele. Um modo dentro do aplicativo Câmera permite ainda perguntar sobre o que está diante do celular e realizar ações a partir dessas informações.

A assistente passa a trabalhar melhor com aplicativos de terceiros. Entre os exemplos mostrados estão enviar mensagens pelo WhatsApp, reproduzir audiobooks no Audible, mandar e-mails e criar listas de compras.

Também é possível escrever pedidos para a Siri e personalizar sua voz e entonação.

Apple Intelligence edita fotos e monitora páginas

O Apple Intelligence também recebe novas ferramentas. O Spatial Reframing permite alterar a composição de uma foto depois da captura, enquanto o Extend consegue expandir a imagem.

O Clean Up foi atualizado e o Image Playground passa a gerar imagens com aparência fotorrealista.

No Safari, o novo Notify Me consegue acompanhar mudanças em páginas e avisar sobre eventos como reposição de produtos em estoque ou quedas de preço.

Para preservar a privacidade, a Apple afirma que parte das tarefas de IA ocorre diretamente no aparelho. Recursos que precisam de mais processamento podem usar o Private Cloud Compute.

Siri AI chega em português em outubro

O Apple Intelligence estará disponível em 16 idiomas, incluindo português, com a chegada do iOS 27.

A nova versão do sistema será disponibilizada gratuitamente em 14 de setembro. A Siri AI estreia na mesma data em versão beta para aparelhos configurados em inglês.

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 O suporte a mais idiomas, como português, francês, japonês, coreano e espanhol chega em outubro.

O iOS 27 também amplia as opções de personalização do visual Liquid Glass e adiciona novos recursos de proteção infantil e controle parental.

Outra novidade é o iPhone Handoff, que permite alternar entre dois iPhones com o mesmo número em operadoras compatíveis.

Pro Max tem maior salto de bateria já feito pela Apple

A Apple afirma que o iPhone 18 Pro Max registra o maior aumento de autonomia já feito entre gerações de iPhone, graças às melhorias do A20 Pro e à adoção de uma bateria maior.

Nas versões vendidas exclusivamente com eSIM, o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas de reprodução de vídeo, enquanto o iPhone 18 Pro Max chega a 45 horas.

Esses aparelhos usam o espaço antes reservado ao cartão SIM físico para colocar uma bateria maior e oferecem duas horas adicionais de reprodução de vídeo.

As versões exclusivas com eSIM serão vendidas em mercados como Estados Unidos, Canadá, Japão e México. O Brasil não está na lista divulgada pela Apple.

No carregamento, o iPhone 18 Pro recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos pelo cabo ou em aproximadamente 30 minutos sem fio.

No Pro Max, cinco minutos de carga com fio oferecem cerca de sete horas de reprodução de vídeo. A Apple também estima até 30 horas de uso com uma carga completa em seu novo modelo de medição baseado em dados de utilização real.

Construção usa 40% de materiais reciclados

Segundo a Apple, os iPhone 18 Pro e Pro Max são produzidos com 40% de conteúdo reciclado no total.

A bateria usa 100% de cobalto reciclado, enquanto a estrutura possui 85% de alumínio reciclado. A companhia também afirma que 50% da energia usada na cadeia de fabricação vem de fontes renováveis, como solar e eólica.

As embalagens são produzidas integralmente com fibras e podem ser recicladas.

Quatro cores e até 2 TB de armazenamento

Os iPhone 18 Pro e Pro Max serão vendidos nas cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto). O tom Burgundy é a nova opção introduzida nesta geração.

Os dois modelos também terão as mesmas opções de armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB.

A Apple anunciou ainda novas capas Silicone, TechWoven e transparentes, além de carteiras FineWoven e alças Wrist Strap e Crossbody Strap.

Preço e disponibilidade

O iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999 para a versão com 256 GB. Já o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 também com 256 GB.

Veja os preços oficiais no Brasil:

Armazenamento iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
256 GB R$ 11.999 R$ 12.999
512 GB R$ 13.499 R$ 14.499
1 TB R$ 16.499 R$ 17.499
2 TB R$ 20.999 R$ 21.999

A pré-venda começa no sábado, 12 de setembro, em mais de 65 países e regiões, incluindo o Brasil. As primeiras unidades chegam às lojas na sexta-feira, 18 de setembro.

Outros 20 países e regiões recebem os aparelhos a partir de 25 de setembro.

Ficha técnica do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max

Característica iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
Chipset Apple A20 Pro Apple A20 Pro
Processo 2 nm 2 nm
CPU 6 núcleos 6 núcleos
GPU 7 núcleos 7 núcleos
Neural Engine 32 núcleos 32 núcleos
Conectividade Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Modem Apple C2 Apple C2
Armazenamento 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Câmera principal Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4 Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Sistema iOS 27 iOS 27
IA Apple Intelligence e Siri AI Apple Intelligence e Siri AI
Autonomia em vídeo com eSIM-only Até 36 horas Até 45 horas
Cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto) Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
Preço inicial US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 US$ 1.299, cerca de R$ 6.611
Pré-venda 12 de setembro 12 de setembro
Disponibilidade 18 de setembro 18 de setembro

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Rival do Kindle aceita cartão de até 2 TB e promete 109 horas de bateria

A iReader lançou o Tango2S, novo leitor digital que aposta em um formato semelhante ao de um smartphone para disputar espaço com aparelhos como o Kindle. Entre os destaques estão o suporte para cartões de memória de até 2 TB e a bateria de 3.900 mAh, com autonomia anunciada de até 109 horas.

O e-reader já está à venda na China por um preço promocional de 1.599 yuans, cerca de R$ 1.221 em conversão direta. Depois da oferta de lançamento, o valor sugerido sobe para 1.799 yuans, aproximadamente R$ 1.374.

Tela e-ink chega a 50 quadros por segundo

O Tango2S usa uma tela monocromática Carta 1300 de 5,84 polegadas, com resolução de 1576 x 788 pixels e densidade de 300 PPI. O painel também conta com uma tecnologia de atualização rápida que chega a 50 quadros por segundo.

O aparelho mede 154,3 x 77,3 x 7,7 mm e pesa 147 gramas. Com isso, ele fica mais próximo das dimensões de um celular do que de leitores digitais maiores, com foco em facilitar o uso com apenas uma mão.

iReader Tango2S

Por dentro, o e-reader traz um chipset de oito núcleos com GPU dedicada, acompanhado de 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno. O espaço pode ser ampliado por cartão de memória de até 2 TB.

Bateria promete até 109 horas

A bateria tem capacidade de 3.900 mAh e, segundo as informações de lançamento, pode oferecer até 109 horas de autonomia. Isso equivale a pouco mais de quatro dias de uso, embora a duração real dependa da intensidade de leitura e dos recursos ativados.

O Tango2S roda o sistema SmartOS e conta com Wi-Fi de 2,4 GHz e 5 GHz, Bluetooth 5.0 e porta USB-C. O aparelho também oferece suporte a OTG, além de trazer um alto-falante e um microfone integrados.

Na caixa, a iReader inclui o Tango2S, um cabo USB-C e o cartão de garantia. Até o momento, não há informações sobre lançamento oficial do leitor digital fora da China.

Entenda porque alguns livros digitais do Kindle são mais caros do que a versão impressa na loja da Amazon.

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"Nokia Asha" está de volta, agora com bateria para 32 horas de uso

A HMD Global resgatou o nome Asha, conhecido dos celulares da era Nokia, com o lançamento do novo HMD Asha 305. O aparelho aposta em uma ficha técnica básica e tem como destaque a bateria com autonomia de até 32 horas de uso.

O celular foi apresentado nas cores preto e verde-limão, mas a fabricante ainda não revelou seu preço. O modelo tem 10,2 mm de espessura e pesa 145 gramas.

HMD Asha 305 tem tela de 5 polegadas

Na parte frontal, o novo Asha 305 conta com uma tela LCD de 5 polegadas, com resolução de 854 x 480 pixels. O conjunto fotográfico também é bastante simples, com uma câmera de 2 MP na traseira e outra de 2 MP para selfies.

O hardware segue a mesma proposta. O celular é equipado com o chipset Unisoc T137, acompanhado de 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento interno.

Nokia Asha 305

A bateria tem capacidade de 2.500 mAh e suporta carregamento de apenas 5 W. Apesar do tamanho modesto, a HMD promete até 32 horas de autonomia.

Sistema é baseado em Android, mas não tem Google Play

O HMD Asha 305 roda o Pulse OS, sistema baseado em Android. No entanto, o celular não traz a Google Play Store nem os demais serviços do Google pré-instalados.

Em vez disso, a HMD oferece uma loja própria de aplicativos, com versões mais leves de serviços populares. Entre os exemplos está o TikTok Lite, pensado para aparelhos com hardware mais simples.

Até o momento, a HMD não informou quanto o Asha 305 vai custar nem detalhou em quais mercados o celular será vendido.

Além do Nokia Asha, a empresa também anunciou, recentemente, um celular com bateria que dura 40 dias e recarrega outros aparelhos.

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Galaxy Z Fold 8 passa por teste de tortura; veja se ele sobrevive

O Galaxy Z Fold 8 passou por um dos testes de resistência mais conhecidos da internet e sobreviveu. O novo dobrável da Samsung foi submetido aos testes do canal JerryRigEverything, que inclui riscos, exposição ao calor e, principalmente, uma tentativa de dobrar o celular no sentido contrário.

O resultado foi positivo para um aparelho que custa mais de R$ 11.300 e traz mudanças na construção para aumentar a durabilidade. Mesmo sob forte pressão, o Galaxy Z Fold 8 não apresentou danos estruturais significativos durante o teste de dobra.

Veja o vídeo completo:

Titânio não impede riscos na tela interna

Uma das novidades destacadas pela Samsung nesta geração é o uso de titânio na estrutura interna da tela flexível. Isso, porém, não significa que a superfície tocada pelo usuário seja feita do metal ou tenha resistência semelhante.

A camada superior do display interno continua feita de plástico, uma necessidade do formato dobrável. No teste, a tela começou a apresentar marcas no nível 2 da escala de dureza, o que mostra que até unhas ou objetos pontiagudos podem deixar riscos.

Já a tela externa, protegida por Gorilla Glass, apresentou o comportamento esperado de um smartphone convencional. Os primeiros riscos surgiram no nível 6, com marcas mais profundas no nível 7.

Sensor de digitais surpreende no teste

Um componente que chamou atenção de forma positiva foi o leitor de impressões digitais integrado ao botão lateral. Mesmo após sofrer danos durante o teste, o sensor continuou funcional.

O desempenho foi suficiente para o apresentador classificá-lo como o sensor de digitais mais rápido e preciso já testado pelo canal.

Outro ponto analisado foi o conjunto de câmeras. Os anéis metálicos ao redor das lentes podem facilitar a substituição de uma peça danificada, mas o reparo exige cuidado com a vedação.

Z Fold 8

 Uma montagem inadequada pode abrir espaço para a entrada de poeira no módulo. Nesse cenário, partículas podem alcançar componentes internos e comprometer sistemas delicados, como a estabilização óptica das câmeras.

Galaxy Z Fold 8 sobrevive ao teste de dobra

A etapa mais importante veio no fim. O Galaxy Z Fold 8 foi submetido ao tradicional "bend test", no qual o aparelho sofre pressão para tentar dobrá-lo no sentido contrário ao movimento normal da dobradiça.

O celular resistiu tanto aberto quanto fechado e, apesar de abrir um pouco nas laterais, não apresentou danos na tela ou nas linhas da antena, algo que costuma acontecer com outros dobráveis. 

O resultado chamou atenção principalmente pela complexidade do formato. Celulares dobráveis possuem mais peças móveis e uma tela interna flexível, características que tornam a construção mais desafiadora do que a de um smartphone convencional.

No fim, o Galaxy Z Fold 8 saiu como um "sobrevivente" do teste de tortura. Apesar de a tela interna continuar bastante vulnerável a riscos, a estrutura suportou a etapa mais agressiva e reforça a evolução da Samsung na resistência de seus dobráveis.

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Quando a LG vai vender TV 3.0? Nós conversamos com a marca para descobrir

O avanço da TV 3.0 no Brasil desperta dúvidas entre os consumidores, principalmente sobre quando as primeiras Smart TVs compatíveis chegarão às lojas. Para entender os planos da LG para o país, o Canaltech conversou com a fabricante.

Segundo Diego Oliveira, gerente de Televisores da LG Brasil, a empresa ainda aguarda a definição do padrão definitivo da TV 3.0 antes de anunciar produtos compatíveis.

A fabricante afirma que o cenário regulatório ainda passa por mudanças e, por isso, considera prematuro divulgar cronogramas ou confirmar datas de lançamento.

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Oliveira também explicou que o Processo Produtivo Básico (PPB) para televisores com tela de cristal líquido ainda passa pela fase de publicação. Sem essa etapa concluída, a LG prefere aguardar as definições técnicas e legais para desenvolver aparelhos compatíveis com o novo padrão brasileiro.

Apesar disso, a empresa destaca que suas Smart TVs atuais já contam com recursos considerados fundamentais para a TV 3.0, como inteligência artificial, conectividade e integração com diferentes plataformas.

A LG enviou ao Canaltech o seguinte posicionamento oficial:

"No momento, a LG não possui modelos à venda no varejo compatíveis com a TV 3.0, uma vez que o padrão definitivo dessa nova tecnologia ainda está em fase de definição e implementação no Brasil. Como a fase de publicação do Processo Produtivo Básico (PPB) de televisor com tela de cristal líquido segue em andamento, qualquer anúncio sobre cronogramas ou sobre a disponibilidade de modelos compatíveis neste momento seria prematuro. No entanto, as Smart TVs da LG já são ricas em inteligência artificial, conectividade e capacidade de integração com plataformas, que são os pilares essenciais da TV 3.0."

O que é a TV 3.0

A TV 3.0 inaugura a próxima geração da televisão aberta brasileira e substituirá gradualmente o atual padrão digital.

A principal proposta da tecnologia é unir a transmissão tradicional com a conexão à internet para oferecer uma experiência semelhante à dos serviços de streaming, mas sem abrir mão do sinal gratuito.

Na prática, o usuário continuará assistindo à programação aberta normalmente, sem precisar trocar a TV. A conexão com a internet entra em cena apenas para liberar recursos adicionais, como participação em enquetes, escolha de diferentes ângulos de câmera durante eventos esportivos, compras diretamente pela televisão e outras funções interativas.

TV 3.0 promete revolucionar a transmissão de TV aberta no Brasil (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

O novo padrão também eleva a qualidade das transmissões, com suporte a resolução 4K, áudio mais imersivo e novos serviços integrados. Entre eles está o envio de alertas automáticos da Defesa Civil para informar a população sobre enchentes, tempestades e outros eventos climáticos.

TV 3.0 ainda passa por ajustes antes da expansão nacional

A posição da LG acompanha o momento vivido pela própria TV 3.0 no Brasil. Embora as primeiras transmissões com o novo padrão já tenham começado, com 22 cidades recebendo o sinal já no lançamento da tecnologia, o governo federal ainda trabalha nos ajustes técnicos e regulatórios necessários antes de ampliar a tecnologia para todo o país.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, afirmou que a TV 3.0 ainda passa por uma fase de adequações antes do lançamento oficial em escala nacional. A declaração aconteceu durante a apresentação do balanço do programa Brasil Digital, realizada na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Segundo o ministro, as dificuldades fazem parte do processo por se tratar de uma tecnologia inédita no Brasil. Embora as primeiras transmissões tenham começado em 11 de junho, durante a Copa do Mundo, apenas moradores de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília têm acesso ao novo sinal.

Uma das principais críticas de quem já utiliza a tecnologia envolve o preço dos conversores. Equipamentos vendidos por empresas como Aquário e Intelbras custam mais de R$ 600, o que ainda limita o acesso de parte da população.

Questionado sobre medidas para tornar esses dispositivos mais acessíveis, Frederico de Siqueira Filho não apresentou detalhes sobre um eventual programa do governo para reduzir os preços dos aparelhos.

Mesmo assim, o ministro acredita que a TV 3.0 pode prolongar a relevância da televisão aberta diante do crescimento de plataformas como YouTube e serviços de streaming. Para isso, o governo aposta justamente nos recursos interativos incorporados ao novo padrão.

Além de assistir à programação ao vivo, os espectadores poderão escolher diferentes câmeras em transmissões esportivas, participar de enquetes e até realizar compras diretamente pela televisão.

A nova geração da TV aberta também oferece melhorias na qualidade de imagem e áudio, com suporte a conteúdo em 4K, além da integração de serviços públicos, como o envio de alertas da Defesa Civil diretamente para a tela do televisor.

Tecnologias semelhantes já existem em outros países. Coreia do Sul e Estados Unidos, por exemplo, utilizam padrões de televisão aberta com recursos interativos e qualidade de imagem avançada há alguns anos.

Leia a matéria no Canaltech.

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Galaxy A37 x Jovi T1: qual celular básico vale mais a pena?

O segmento de celulares básicos ganhou novos concorrentes nos últimos meses. A Samsung aposta no Galaxy A37 para oferecer um conjunto mais completo, enquanto o Jovi T1 tenta conquistar quem procura o máximo pelo menor preço.

Neste comparativo, analisamos os principais pontos de cada modelo para mostrar qual faz mais sentido para o seu perfil.

Acabamento e proteção

O Jovi T1 conta com certificação IP65 contra poeira e jatos d'água. A marca também utiliza um vidro de proteção com certificação SGS Five-Star Drop, embora não revele o nome comercial do material. A moldura e a traseira são de plástico.

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Galaxy A37 oferece mais resistência no dia-a-dia (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O Galaxy A37 sobe um degrau ao oferecer certificação IP68, que garante resistência inclusive à submersão em água. O aparelho utiliza Gorilla Glass Victus+ na tela e na traseira, enquanto as laterais também são feitas de plástico.

Na prática, o Galaxy A37 transmite uma sensação mais premium graças ao acabamento em vidro. Já o Jovi segue a receita tradicional dos intermediários de entrada, com construção em plástico. Além do visual mais refinado, o modelo da Samsung também oferece uma proteção mais completa contra acidentes com água.

Desempenho e tempo de suporte

O Jovi T1 vem equipado com o MediaTek Dimensity 7360 Turbo, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. No AnTuTu, o aparelho alcança 955.604 pontos gerais.

Jovi T1 garante um bom desempenho (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Já o Galaxy A37 utiliza o Exynos 1480 e aparece em versões com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento ou 8 GB de RAM e 256 GB. No mesmo benchmark, ele registrou 1.044.323 pontos com a combinação mais potente.

No uso diário, a diferença entre os dois é pequena. Ambos executam aplicativos com folga e mantêm boa fluidez nas tarefas mais comuns. A vantagem do Galaxy aparece principalmente nos testes sintéticos, o que indica uma margem maior de desempenho em cenários mais exigentes.

A Samsung também leva vantagem no suporte. O Galaxy A37 tem promessa de seis anos de atualizações do Android, enquanto o Jovi T1 chega a cinco anos.

Galaxy A37 mostra superioridade em benchmark (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

Câmeras: equilíbrio, mas com vantagem para a Samsung

O Jovi T1 traz um sensor principal de 50 MP, uma câmera ultrawide de 8 MP e uma frontal de 32 MP.

O Galaxy A37 aposta em um conjunto com câmera principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e macro de 2 MP. Na frente, a câmera tem 12 MP.

Os dois gravam vídeos em 4K a 30 fps com as câmeras frontal e traseira. A qualidade agrada nos dois aparelhos, mas o Galaxy entrega estabilização ligeiramente melhor e vídeos mais fluidos.

A Samsung também leva vantagem no processamento de imagem. O HDR preserva mais detalhes nas áreas de sombra, enquanto o Jovi tende a escurecer essas regiões. Além disso, o sensor macro amplia as possibilidades de fotografia, mesmo que seu uso seja mais específico.

Veja exemplos de fotos feitas com o Galaxy A37:

Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Veja exemplos de fotos feitas com o Jovi T1:

Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Bateria: o grande trunfo do Jovi

Aqui, o Jovi T1 abre vantagem. O aparelho utiliza uma bateria de silício-carbono com 6.500 mAh, tecnologia que permite maior densidade energética sem aumentar o tamanho do dispositivo. O Galaxy A37, por sua vez, utiliza uma bateria convencional de 5.000 mAh.

Jovi T1 tem larga vantagem em bateria (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

No teste padrão de reprodução contínua de vídeo por quatro horas, o Jovi consumiu apenas 14% da carga, o que dá uma estimativa de quase 28 horas de autonomia. O Galaxy gastou 25% no mesmo cenário, com projeção de cerca de 16 horas.

Na prática, com uso no dia-a-dia, o Jovi passa um dia e meio de uso sem dificuldade e pode chegar a dois dias nas mãos de usuários moderados. Já o Galaxy normalmente chega a um dia, e dificilmente passa disso com um uso mais intenso. 

Qual é a melhor compra?

No varejo, o Jovi T1 tem preço sugerido de R$ 1.900 em sua única versão, com 256 GB de armazenamento. O Galaxy A37 já aparece em ofertas por cerca de R$ 2.100 na versão com 8 GB de RAM e 256 GB.

O Jovi T1 faz mais sentido para quem prioriza autonomia e quer gastar menos. A bateria muito acima da média é seu principal diferencial e ajuda a justificar a compra.

Já o Galaxy A37 justifica o valor extra para quem busca um conjunto mais equilibrado. O aparelho oferece acabamento mais refinado, proteção superior contra água, câmeras melhores e um período maior de atualizações.

Se a prioridade for passar mais tempo longe da tomada, o Jovi T1 é a melhor escolha. Mas, se você valoriza fotografia, durabilidade e pretende ficar vários anos com o mesmo celular, o Galaxy A37 entrega um pacote mais completo. 

Antes de fechar a compra, vale acompanhar as promoções no WhatsApp do CT Ofertas para encontrar o menor preço.

Vale lembrar que nós já testamos o Galaxy A37 de forma completa, e também fizemos a análise das câmeras do Jovi T1. O teste de bateria do celular chinês mostrou uma boa autonomia no dia-a-dia. 

Leia a matéria no Canaltech.

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Testamos o JBL Soundgear Clips, o fone de “brinco” que não é para todo mundo

Uma das últimas tendências que tem movimentado o mercado de wearables é o novo formato de “brinco” para fones de ouvido Bluetooth. Uma das marcas a apostar neste tipo de acessório é a JBL, com o Soundgear Clips. 

O fone tem um formato mais “aberto”, com uma pequena esfera apoiada na parte interna da orelha, sem entrar no canal auditivo. A estrutura contorna a lateral e se estende até a parte traseira, onde fica um módulo maior que abriga os sensores, a bateria e os principais componentes. 

A grande aposta deste design é, sem dúvidas, a estética. Ele funciona muito bem como um fone de ouvido, é elegante e termina, também, como uma peça de moda. Mas será que faz sentido além disso? 

Neste texto, conto o que eu achei do JBL Soundgear Clips usando esse tipo de fone pela primeira vez, e estando totalmente habituado a modelos intra-auriculares. 

Design confortável para horas de uso 

Visual de brinco à parte, o que mais me chamou atenção neste formato foi o conforto durante o uso. Apesar de “abraçar” a orelha, ele não incomoda nada. Você sente que ele está lá, mas o fone não começa a “machucar” com o tempo. 

Em fones comuns, sejam eles “de borrachinha” ou os auriculares mais básicos, é natural que após algumas horas a orelha comece a cansar, por mais confortável que o acessório seja. Com os Clips, você quase esquece que eles estão lá se não houver música tocando. 

Assim, ele é ideal para deixar na orelha o dia inteiro, mesmo sem reproduzir nada. Dá para ouvir áudios ocasionais no WhatsApp sem precisar ficar colocando e tirando o fone o tempo inteiro. 

JBL Soundgear Clips

Qualidade sonora boa, mas pouco expressiva

A qualidade de áudio do JBL Soundclips é boa: os fones não ficam “chiando” no volume máximo, e nem ficam estridentes demais. São os fones ideias para quem não é tão exigente com sonoridade. Eles entregam o suficiente para a maioria dos usuários. 

Mas se você é amante de graves e gosta de perceber perfeitamente cada frequência da música, ele pode não atender muito bem. Para quem está acostumado às batidas fortes que fones e caixas de som da JBL entregam, talvez sinta falta de um pouco mais de expressividade por parte dos Clips.

Mas este não é um problema necessariamente do hardware do fone, mas do formato. Por serem totalmente abertos e não oferecerem o mínimo de vedação, ele deixa passar muito do barulho externo, ao passo que o som também vaza muito para fora. 

Isso também leva a outro problema: os Clips não são os mais indicados para o uso no transporte público, ou em outros locais mais barulhentos. 

Eles não oferecem nenhum nível de isolamento acústico, então o som de fora interfere muito na usabilidade. No trem ou metrô, por exemplo, não é possível ouvir a música direito se o volume estiver no médio: é preciso colocar no máximo ou bem perto disso. 

E, neste cenário, vai-se embora a privacidade: quem estiver por perto pode ouvir suas músicas ou seus áudios, porque o som vaza bastante. 

JBL Soundgear Clips

Vale a pena comprar o JBL Soundgear Clips?

Pelo estilo e conforto, sem dúvidas, vale a pena comprar os fones JBL Soundgear Clips. Eles são ótimos para quem quer um fone de ouvido com qualidade aceitável, e ainda agregar no estilo. 

Mas, se recursos como cancelamento de ruído e sonoridade pesam mais na balança, os R$ 600 cobrados, em média, não justificam o que o fone entrega. Nesse cenário, compensa mais um fone “comum”, como os Galaxy Buds 3 FE ou o JBL Live Buds 3, que são um pouco mais caro, mas entregam o que falta nos Clips. 

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