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Galaxy S25 começa a receber One UI 9 com Android 17; veja novidades

A Samsung começou a liberar a versão estável da One UI 9 para a linha Galaxy S25, o Galaxy Z Fold 7 e o Galaxy Z Flip 7. A atualização, baseada no Android 17, começou a aparecer nesta segunda-feira (28) na Coreia do Sul e indica que a distribuição para outros mercados está próxima.

No caso da linha Galaxy S25, a nova versão já está disponível tanto para participantes do programa Beta quanto para aparelhos que ainda estavam na One UI 8.5.

Segundo o Android Authority, o pacote completo encontrado no Galaxy S25 Ultra tem cerca de 3,85 GB, enquanto a atualização para quem já participava dos testes fica próxima de 535 MB.

Por enquanto, a liberação foi identificada no Galaxy S25, S25+ e S25 Ultra. A versão estável também começou a chegar aos Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7 na Coreia, inicialmente para usuários que participaram do Beta.

Ainda não há uma data específica para a chegada da atualização a esses aparelhos no Brasil. A própria Samsung, porém, já informou que a distribuição da One UI 9 será ampliada gradualmente e afirmou que a nova interface chegará ao país em breve.

samsung galaxy z fold 7

One UI 9 é exclusiva do Android 17

A One UI 9 é a geração da interface da Samsung desenvolvida sobre o Android 17. Isso significa que a atualização dos celulares compatíveis também troca a versão do sistema operacional do Google: aparelhos como o Galaxy S25, que chegaram à One UI 8.5 sobre uma geração anterior do Android, recebem o Android 17 junto com a nova interface.

A Samsung apresentou oficialmente a One UI 9 como uma plataforma construída sobre o Android 17 desde o início dos testes em maio. A versão estreou de fábrica nos Galaxy Z Fold 8 Ultra, Z Fold 8 e Z Flip 8 e começou a ser distribuída neste mês para a linha Galaxy S26.

Entre as mudanças da interface está um Painel Rápido mais personalizável, que permite alterar separadamente o tamanho e a organização dos controles de brilho, volume e reprodução de mídia. O sistema também reforça a proteção contra aplicativos considerados de alto risco e pode bloquear sua execução e instalação.

O Galaxy AI também ganhou novidades. O My FanCam consegue selecionar uma pessoa em um vídeo já gravado e mantê-la centralizada automaticamente, enquanto o Now Brief permite escolher quais tipos de informação devem aparecer nos resumos diários.

Há ainda o Now Nudge, que sugere próximas ações de acordo com o conteúdo exibido na tela, e uma nova área de “Garantia e cuidados” nas configurações, com informações de cobertura, diagnósticos e opções de assistência técnica.

A disponibilidade de alguns desses recursos pode variar conforme o modelo e o país.

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O que muda com o Android 17?

Além das ferramentas criadas pela Samsung, a atualização traz a base do Android 17. Entre as novidades apresentadas pelo Google estão melhorias de multitarefa, segurança, privacidade e suporte a dispositivos com telas maiores.

Um dos recursos do sistema são os Bubbles, que permitem transformar aplicativos em pequenas janelas flutuantes e alternar entre eles sem sair completamente do app aberto. Em dobráveis, o Android 17 também oferece uma barra dedicada para facilitar a troca entre essas janelas.

A versão reforça ainda a proteção de senhas de uso único recebidas por SMS, aumenta as restrições de acesso de aplicativos à rede local e introduz novas opções para controlar o compartilhamento de localização.

Nem todos os recursos apresentados pelo Google precisam aparecer de maneira idêntica nos celulares Galaxy, já que a Samsung modifica a experiência com a One UI.

Veja mais de celulares Samsung no Canaltech: Quais celulares Galaxy receberão novos recursos de IA da One UI 9?

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Geely "ganha" da BYD e lança o carregador de carros elétricos mais rápido de todos

A chinesa Geely apresentou na China seu novo Geely Smart Charging. Anunciado como o carregador para veículos elétricos mais rápido do mundo, o equipamento atinge potência máxima de 2,25 MW — na prática, o dispositivo é suficiente para recarregar uma bateria de 10% a 70% em apenas 4,5 minutos. Já a recarga completa leva cerca de 8 minutos, de acordo com a marca.

Desta vez, o sistema usa estações de quinta geração e as novas baterias Ultra Short Blade da marca. Diferente de soluções convencionais, a novidade utiliza inteligência artificial para gerenciar o sistema térmico de forma preditiva.

Flash Charging da BYD

Para isso, o software prevê variações na temperatura das células com 30 segundos de antecedência e ajusta a potência antes que ocorra o aquecimento, mantendo a média do conjunto abaixo de 55 °C. O dispositivo conta com os perfis de operação Extremo, Inteligente e Automático, com pulsos de microcorrentes para preservar a vida útil dos componentes em até 20%.

Bateria Blade

Fica claro que a novidade veio como resposta direta ao Flash Charging da BYD, o "powerbank gigante" lançado anteriormente que entrega 1,5 MW (1.500 kW) e recupera até 400 km de autonomia em 5 minutos. Quando foi lançado, o Flash Charging ostentava o título de carregador de carro elétrico mais potente do mundo, mas agora o título pertence ao dispositivo da Geely.

Por um lado, a rival já confirmou a instalação de 1 mil pontos de recarga ultrarrápida no Brasil até o final de 2027; por outro, a Geely projeta iniciar a implementação global de seu novo ecossistema a partir do mesmo ano, ainda sem confirmação oficial de chegada ao mercado brasileiro.

Aproveite para conferir o novo projeto da Geely, um hatch elétrico barato para encarar o Dolphin Mini!

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Robert Pattinson explica motivo inusitado para não ser o Batman do DCU

Enquanto muitos fãs do DC Studios esperam por respostas acerca do responsável que vai interpretar o Batman no DCU, Robert Pattinson tem um motivo para que não seja ele. O ator assumiu o manto do Homem-Morcego em 2022 com o filme de Matt Reeves, mas a produção existe fora do universo compartilhado oficial da franquia, agora sob comando de James Gunn e Peter Safran.

Falando ao LADbible, Pattinson explicou o porquê acredita que ele não é o melhor candidato para ser o Batman do novo DCU. De acordo com o astro, seu Bruce Wayne não existiria fora do universo criado por Reeves, especialmente pelo tom mais sombrio da produção. 

“Acho que seria meio difícil ter essa versão do Bruce fora do mundo . É um dos poucos personagens, acho que por causa da duração das filmagens, mas também por ter um tipo tão específico de , o tom dele te envolve”, comentou Pattinson. 

O ator ainda falou sobre como se sentiu “no escuro” fazendo o primeiro filme do diretor, justamente pela atmosfera marcante e pesada que permeia o enredo. 

“Lembro que isso aconteceu comigo da última vez que fiz , demorou um pouco. Você fica no escuro o tempo todo. Tanto em termos de humor quanto de luminosidade, não consigo enxergar nada por meses. Isso te afeta, você se sente estranho depois”, disse ele. 

Vale lembrar que o reboot do DCU contará com a presença do Batman em algum momento, mas Gunn e Safran parecem estar ainda na busca pelo ator que será responsável por interpretar o vigilante no filme The Brave and the Bold, que ainda está em fase de desenvolvimento.

Retorno do Morcego

Com Matt Reeves de volta ao comando, Batman: Parte 2 promete ser ainda mais grandioso que seu antecessor, Batman (2022). O filme contará com retorno de Pattinson na pele de Bruce Wayne, mas detalhes aprofundados sobre a trama ainda não foram revelados. 

Por enquanto, espera-se que o enredo se desenvolva durante o período do inverno. Entre os destaques da produção está a confirmação de Sebastian Stan como o intérprete de Harvey Dent, o Duas-Caras. 

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Outros atores confirmados são Colin Farrell como Pinguim, Andy Serkis como Alfred e Jeffrey Wright como Jim Gordon. Scarlett Johansson e Charles Dance também estão no elenco, mas seus papéis ainda não foram oficialmente confirmados. 

Batman: Parte 2 estreia no dia 18 de fevereiro de 2028 nos cinemas. Enquanto isso, aproveite para saber se o Batman existe no universo de Lanternas, série do estúdio exibida pela HBO.

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KaBuM! chuta a porta e oferece Intel Core Ultra 5 por menos de R$ 600!

Se você estava esperando o momento certo para turbinar o seu PC e ganhar velocidade de verdade nos seus jogos, a hora é agora. O KaBuM! faz queima de estoque relâmpago e o Processador Intel Core Ultra 5 225F está saindo por um valor inacreditável. De R$ 1.847,04, o preço simplesmente despencou para apenas R$ 579,99 no pagamento via PIX. É a chance perfeita para resolver travamentos chatos e montar a máquina que você sempre quis pagando muito barato.

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Como é o Processador Intel Core Ultra 5 225F

O Intel Core Ultra 5 225F entrega exatamente o que quem joga precisa: velocidade, estabilidade e fluidez. Por ser um modelo da linha "F", ele foi projetado para quem já tem ou pretende instalar uma placa de vídeo dedicada, o que significa que o chip foca todo o seu poder de fogo para garantir que seus jogos rodem lisos e com altas taxas de quadros, sem distrações.

Os próprios compradores destacam a brutalidade dessa peça em testes práticos, superando de longe modelos extremamente populares de gerações anteriores, garantindo muito mais agilidade no carregamento das partidas e em multitarefas diárias. Além de rodar seus games favoritos com folga, ele lida perfeitamente bem com o uso cotidiano.

Outro ponto altíssimo é a facilidade de instalação e economia imediata. Ele já vem com um cooler próprio na caixa e pasta térmica pré-aplicada, o que poupa seu tempo e dinheiro na hora de montar ou atualizar sua máquina. É a escolha definitiva para quem quer alto desempenho focado em jogos, cortando gastos desnecessários e mantendo a temperatura sob controle.

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5 apps que são muito populares no Brasil, mas não na gringa

Alguns aplicativos parecem tão presentes na rotina dos brasileiros que é fácil imaginar que tenham a mesma popularidade em qualquer lugar do mundo. Mas, em alguns casos, o Brasil representa uma fatia surpreendentemente grande da audiência global ou virou um mercado muito mais relevante do que outros países.

Abaixo, confira cinco apps cujo tamanho no mercado brasileiro pode surpreender.

1. Kwai

O Kwai é chinês, mas o Brasil ganhou um peso enorme na operação internacional da plataforma de vídeos curtos.

Em agosto de 2026, cerca de dois terços, 66,18% de todo o tráfego do site kwai.com, veio do Brasil, segundo estimativas da Semrush.

Os Estados Unidos ficaram muito atrás, com 7,2%, seguidos pela Indonésia, com 5,97%. O dado mede acessos ao site e não representa diretamente toda a base do aplicativo, mas mostra a concentração brasileira na audiência web.

Há outro sinal dessa importância: atualmente, o comércio eletrônico do Kwai funciona somente no Brasil, com compradores e vendedores locais.

KWAI app

2. 99

É fácil imaginar que a 99 também seja famosa na China, afinal, desde 2018 a empresa pertence à gigante chinesa DiDi.

A história é justamente o contrário. A 99 nasceu no Brasil, em 2012, e posteriormente foi comprada pela DiDi. Na China, a controladora oferece seus serviços sob sua própria marca, e não como 99.

Por aqui, a 99 já ultrapassou 60 milhões de usuários ativos e 2,5 milhões de motoristas parceiros, segundo dados divulgados pela própria companhia em 2026. Além de oferecer também serviço de delivery de comida, com o 99Food, e de mercado, com 99Compras.

99 compras

3. iFood

O iFood é o exemplo menos surpreendente da lista, mas a diferença de escala entre o Brasil e outros países chama atenção.

A empresa nasceu por aqui e atualmente processa mais de 180 milhões de pedidos por mês, conecta mais de 60 milhões de clientes ativos e atende mais de 1,5 mil cidades brasileiras.

O iFood chegou a operar na Colômbia, mas encerrou as atividades no país em 2022 para concentrar seus investimentos no Brasil. Hoje, sua operação de delivery está essencialmente ligada ao mercado brasileiro, diferentemente de rivais globais como Uber Eats e DoorDash.

ifood app logo

4. BlaBlaCar

A BlaBlaCar é francesa, mas o Brasil virou um dos mercados mais importantes de sua operação global.

Em 2025, mais de 25 milhões de passageiros utilizaram a plataforma no Brasil. No mesmo ano, a BlaBlaCar contabilizou 150 milhões de passageiros globalmente considerando caronas, ônibus e trens. Ou seja, o volume brasileiro correspondeu a aproximadamente um em cada seis passageiros registrados pela empresa no mundo.

A plataforma chegou ao país há cerca de dez anos e, além das caronas entre usuários, ganhou espaço por aqui com a venda de passagens de ônibus.

blablacar

5. Strava

O Strava nasceu nos Estados Unidos, mas quem abre o aplicativo depois de uma corrida no Brasil está em um dos mercados mais importantes da plataforma.

Em março de 2025, o CEO Michael Martin revelou que 21 milhões de brasileiros utilizavam o Strava, então a segunda maior base nacional da empresa, atrás apenas dos Estados Unidos. Naquele período, a plataforma tinha pouco mais de 150 milhões de usuários globalmente.

Marca do Strava

O peso brasileiro continuou crescendo. Em fevereiro de 2026, quando o Strava já passava de 195 milhões de usuários no mundo, a própria empresa confirmou que o Brasil permanecia como seu segundo maior mercado. A companhia chegou até a adicionar Pix como forma de pagamento para assinaturas no país.

A quantidade de novos clubes brasileiros dentro da plataforma também cresceu quase 800% em um ano, segundo dados divulgados pelo Strava em 2025.

E já pensou no contrário? Conheça 7 apps extremamente populares na gringa que o Brasil não dá a mínima.

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Governo obriga redes sociais a abrirem cadastro público de anúncios para combater golpes

O governo federal criou novas regras para anúncios e conteúdos impulsionados em redes sociais e outras plataformas digitais. Entre as mudanças está a obrigação de serviços com mais de 1 milhão de usuários ativos por mês no Brasil manterem um repositório público e gratuito de publicidade paga, medida que busca facilitar a identificação de fraudes e golpes online.

A exigência faz parte da Portaria Conjunta nº 3, assinada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi) e Secretaria de Políticas Digitais (SPDigi). A norma também cria exigências específicas para anúncios de produtos financeiros e determina uma identificação mais clara de conteúdos patrocinados.

As regras alcançam plataformas que intermedeiam conteúdo de terceiros e vendem anúncios ou impulsionamento para usuários brasileiros, inclusive empresas sediadas fora do país. Marketplaces e serviços que possuem controle editorial próprio estão entre as exceções previstas na portaria.

O que vai aparecer no cadastro de anúncios?

O novo repositório funcionará como uma espécie de biblioteca de publicidade online. Mesmo depois que uma campanha terminar ou for retirada do ar, parte dos seus dados deverá continuar disponível para consulta por pelo menos um ano.

Qualquer pessoa poderá pesquisar e filtrar os registros. Entre as informações que terão de aparecer estão:

  • conteúdo do anúncio ou publicação impulsionada;

  • produto, serviço ou marca anunciada;

  • um identificador do responsável pela contratação;

  • período em que a publicidade ficou no ar;

  • estimativa de quantas pessoas foram alcançadas;

  • links associados ao anúncio;

  • data e motivo de eventual suspensão, remoção ou desativação.

Há uma diferença importante na identificação do anunciante. CPF e CNPJ não precisam ficar expostos no cadastro público: a portaria prevê que o responsável seja representado ali por um identificador único anonimizado. As plataformas, porém, terão de guardar internamente dados que permitam identificar quem contratou a publicidade, incluindo CPF ou CNPJ, além de informações de pagamento e segmentação de público.

A Senacon poderá solicitar esses dados diretamente às empresas durante uma fiscalização. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a ideia é permitir que consumidores, pesquisadores, jornalistas e autoridades consigam acompanhar anúncios que hoje podem desaparecer depois de serem removidos da plataforma.

pessoa usando computador

Como a regra tenta reduzir golpes?

Uma das principais frentes envolve publicidade de serviços e produtos financeiros, categoria frequentemente explorada em páginas falsas e campanhas fraudulentas.

Antes de liberar esse tipo de anúncio para usuários no Brasil, a plataforma terá de verificar a identidade de quem está pagando pela campanha e, quando aplicável, confirmar se o serviço possui registro ou autorização do órgão regulador responsável. Também será necessário checar se o contratante realmente pode representar a instituição apresentada no anúncio.

Essa verificação deverá ser refeita em intervalos de, no máximo, 12 meses. A publicidade terá de ser suspensa quando houver inconsistências nos dados, perda de uma autorização obrigatória ou constatação de prática enganosa, abusiva ou fraudulenta.

O governo também cita como alvo publicações fraudulentas que imitam programas públicos para levar usuários a páginas falsas. Com o histórico de anúncios preservado, autoridades poderão recuperar informações sobre campanhas mesmo depois que elas saírem do ar.

Publicidade de influenciadores também terá identificação

A portaria ainda mexe com posts patrocinados e outros conteúdos produzidos mediante pagamento, entrega de produtos ou qualquer outra vantagem comercial.

Influenciadores e demais criadores deverão informar de maneira clara quando existir uma relação comercial por trás da publicação. A identificação precisa permanecer visível enquanto o conteúdo estiver disponível, inclusive durante transmissões ao vivo.

As plataformas também terão de oferecer ferramentas específicas para que essa relação seja indicada dentro do próprio conteúdo. Segundo o texto da norma, a obrigação vale ainda para relações societárias, financeiras e acordos de participação em receitas, entre outras formas de compensação.

pessoa usando celular

Quando as novas regras começam a valer?

A portaria foi publicada em 23 de setembro e possui dois prazos de adaptação. A maior parte das regras, incluindo a exigência do repositório público de anúncios, entra em vigor 30 dias depois da publicação, em 23 de outubro.

Já a obrigação de as plataformas oferecerem ferramentas técnicas para identificar relações comerciais em conteúdos terá prazo de 90 dias, até 22 de dezembro. A fiscalização ficará a cargo da Senacon, e o descumprimento pode resultar nas sanções previstas pelo Código de Defesa do Consumidor e pelo Marco Civil da Internet.

Veja mais de Mercado no Canaltech: Quais países além do Brasil usam urna eletrônica?

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Rival do Tesla Model 3: BYD lança sedan elétrico de luxo com bateria gigante

O sedan elétrico Z9S acaba de estrear no mercado chinês. O modelo da Denza, marca de alto luxo do grupo BYD, chegou ao país em três configurações, com preços que variam entre 255.800 e 325.800 yuans (cerca de R$ 195.700 e R$ 249.200) — e que são até R$ 41.100 mais em conta que os valores ofertados na pré-venda.

A estratégia busca desafiar concorrentes consolidados, como o Tesla Model 3. Para isso, o carro entrega dimensões superiores, maior sofisticação e desempenho expressivo. Além do porte avantajado, o Z9S se destaca ainda pela tecnologia embarcada e capacidade de carga, incluindo um porta-malas dianteiro de 120 litros.

BYD Denza Z9S

Por dentro, o modelo combina revestimento em couro Nappa com um painel tecnológico composto por central multimídia de 17,3”, quadro de instrumentos digital de 13,2” e head-up display com projeção de 50”. Já o pacote de segurança integra o sistema de condução autônoma God’s Eye 5.0 com sensor LiDAR no teto.

Sedan de luxo BYD

Desenvolvido sobre a plataforma e3 com estrutura de baterias Blade integradas, o modelo oferece versões com motor traseiro de 503 cv e uma opção de topo com três motores elétricos e tração integral de impressionantes 1.210 cv. A configuração mais potente acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,68 segundos.

Dependendo da versão, as baterias de até 122,5 kWh garantem autonomias de 780 km a 1.100 km no ciclo de medição chinês (CLTC). Outro diferencial técnico da plataforma e3 é o esterçamento das rodas traseiras, que proporciona manobras laterais, rotação sobre o próprio eixo e reduz o raio mínimo de giro para 4,75 metros.

Curtiu a novidade da BYD? Aproveite para conhecer o novo carro elétrico chinês de luxo que rompe a barreira dos 1.000 km por carga!

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Como funciona o software das urnas eletrônicas?

A urna eletrônica executa um conjunto de programas desenvolvidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para preparar a votação, registrar os votos, apurar os resultados e gerar os arquivos usados na transmissão. Esses programas passam por inspeções, testes, assinatura digital e lacração antes de chegarem às seções eleitorais.

O processo começa muito antes de o eleitor digitar o número de um candidato. O TSE disponibiliza o código-fonte dos sistemas para fiscalização, transforma esse código em programas que podem ser executados pela urna e cria mecanismos para verificar se a versão instalada no equipamento é a mesma que foi analisada e autorizada.

Neste texto você confere:

  • O que é o software da urna eletrônica?
  • Qual sistema operacional a urna usa?
  • O que acontece quando o eleitor vota?
  • Como a urna transforma os votos em resultado?
  • Como o TSE verifica que o software não foi alterado?
  • Quem pode verificar o código da urna?

O que é o software da urna eletrônica?

O código-fonte é o conjunto de instruções escritas por programadores que determina como um programa deve funcionar. É a partir dele que são produzidos os programas executados pela urna eletrônica.

Para as Eleições 2026, os códigos-fonte dos sistemas eleitorais foram disponibilizados para inspeção desde outubro de 2025. Partidos políticos, órgãos públicos, universidades e outras entidades autorizadas podem analisar os programas durante o chamado Ciclo de Transparência Democrática.

Depois dessa etapa, o código é compilado, processo que transforma as instruções escritas pelos programadores em arquivos que podem ser executados pelo computador da urna. Em setembro de 2026, o TSE concluiu a compilação, assinatura digital e lacração dos sistemas que serão usados nas eleições deste ano.

Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos sistemas eletrônicos de votação

Qual é o sistema operacional usado na urna eletrônica?

Assim como um computador convencional precisa de um sistema operacional para controlar seus recursos e executar programas, a urna também possui um software responsável por essa função.

O sistema utilizado é o Uenux, uma distribuição Linux desenvolvida pela equipe técnica do TSE especificamente para as urnas eletrônicas. Ele reúne componentes responsáveis pela inicialização do equipamento, pelo funcionamento básico do sistema e pela execução dos aplicativos eleitorais.

A urna não funciona como um computador conectado à internet. Segundo o TSE, o equipamento não possui mecanismos para conexão com redes externas durante a preparação, a votação ou a etapa posterior. A transmissão dos arquivos ocorre somente depois, por equipamentos e procedimentos próprios da Justiça Eleitoral.

O que acontece quando o eleitor vota?

Quando o eleitor digita um número, o software identifica a opção correspondente e mostra na tela as informações do candidato ou da legenda. Depois da confirmação, o voto é registrado no Registro Digital do Voto (RDV), um arquivo que guarda os votos digitados na urna.

O RDV registra o voto sem informações que permitam associá-lo à pessoa que votou. Para preservar o sigilo, os registros ficam distribuídos em posições diferentes do arquivo, impedindo que a ordem dos votos seja relacionada à sequência de eleitores que passaram pela seção.

A cada confirmação, o arquivo é atualizado e recebe uma assinatura digital, mecanismo criptográfico usado para verificar a autenticidade e a integridade de um arquivo. Em termos simples, ela permite conferir posteriormente se aquele arquivo corresponde à versão assinada e se sofreu alguma alteração.

2 - TSE acompanha lacração das urnas para eleição simulada no Maranhão

Como a urna transforma os votos em resultado?

Ao final da votação, a urna faz a apuração eletrônica dos votos registrados. O software utiliza as informações do RDV para calcular a quantidade de votos de cada candidato e legenda, além dos votos brancos e nulos.

O resultado é registrado no Boletim de Urna (BU), documento que apresenta os dados daquela seção eleitoral, incluindo a quantidade de votantes e a votação de cada candidatura. O BU também é assinado digitalmente e recebe registro de horário.

A urna imprime o boletim e também produz arquivos digitais que seguem para as etapas seguintes do processo eleitoral. Uma cópia do BU fica disponível na própria seção, permitindo conferir o resultado daquela urna antes mesmo da totalização nacional.

A totalização, por sua vez, é a etapa em que os resultados das diferentes seções são reunidos para produzir o resultado da eleição. A urna não faz essa soma nacional e também não transmite os dados diretamente pela internet. Os arquivos são encaminhados aos tribunais regionais eleitorais, onde passam por verificações antes de serem incorporados ao resultado.

Como o TSE verifica que o software não foi alterado?

Um dos mecanismos usados para isso é o hash, um resumo digital calculado matematicamente a partir de um arquivo. Qualquer alteração no conteúdo produz um hash diferente, permitindo identificar que o arquivo não é mais exatamente o mesmo.

Nas Eleições 2026, o TSE publicou os hashes dos sistemas utilizados no processo eleitoral. Eles permitem comparar os programas encontrados nas urnas e em outros equipamentos com as versões oficiais que foram lacradas pelo Tribunal.

A assinatura digital cumpre outra função: confirmar a autenticidade dos programas. Durante a cerimônia de assinatura e lacração, os sistemas são compilados, assinados e armazenados em mídias protegidas. Depois, cópias oficiais são encaminhadas aos tribunais regionais eleitorais para a preparação das urnas.

Inspeção da urna eletrônica pelo Senado Federal

Quem pode verificar o código da urna?

A fiscalização acontece em várias etapas. Além da inspeção do código-fonte, existe o Teste Público de Segurança (TPS), no qual especialistas e pesquisadores procuram possíveis vulnerabilidades nos sistemas eleitorais.

O processo também inclui verificações durante a preparação das urnas e auditorias após a geração dos resultados. Em 2026, por exemplo, instituições como Senado Federal e Procuradoria-Geral da República realizaram inspeções nos códigos dos sistemas que serão utilizados na eleição.

Esse conjunto de procedimentos cria uma cadeia de verificação que acompanha o software desde o código-fonte até os arquivos produzidos no encerramento da votação. O objetivo é permitir que diferentes etapas do sistema sejam conferidas e que a versão instalada na urna possa ser comparada com aquela que foi previamente examinada, assinada e lacrada pelo TSE.

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Mais pás deixam o ventilador mais forte? O que realmente importa na compra

Você entra no site para comprar um ventilador, se depara com modelos de seis e oito pás e, como primeira impressão, imagina que a segunda opção venta mais. Diversas pessoas podem já ter passado por essa situação, mas é importante saber que a quantidade de pás nem sempre funciona como uma medida direta da força do aparelho.

Isso acontece porque o desempenho depende da forma como diferentes componentes trabalham juntos para movimentar e direcionar o ar. Vazão, velocidade de rotação e diâmetro da hélice estão entre os fatores que ajudam a explicar por que dois ventiladores aparentemente semelhantes podem entregar resultados diferentes.

Ricardo Rodriguez, gerente de Engenharia de Produto da Electrolux, explica ao Canaltech que a própria quantidade de pás é definida a partir do restante do projeto do ventilador, e não como uma característica capaz de determinar isoladamente seu desempenho.

“O número ideal de pás é resultado de um equilíbrio entre velocidade de ar desejada, alcance do fluxo, potência do motor e valores de ruído. Ventiladores são projetados considerando todos esses fatores em conjunto”, destaca Rodriguez.

Ventiladores de mesa

Quanto mais pás, mais vento?

A resposta direta é: não necessariamente. Adicionar pás também resulta em um aumento da resistência encontrada pela hélice durante o movimento, o que pode exigir mais esforço do motor para manter o conjunto funcionando como projetado.

Isso significa que um ventilador com seis pás, por exemplo, pode movimentar mais ar que outro com oito. É exatamente por isso que, em vez dessa quantidade isolada, entram nessa comparação características como formato da hélice, rotação e capacidade do motor de sustentar seu funcionamento.

“Dependendo do projeto, uma hélice com menos pás, porém otimizada aerodinamicamente, pode movimentar mais ar do que outra com mais pás”, afirma o especialista.

Vale destacar também que o próprio formato das pás altera como o ar é capturado e direcionado pelo equipamento. Curvatura, perfil e inclinação fazem diferença, e pás mais inclinadas podem deslocar uma quantidade maior de ar a cada volta, ainda que também exijam mais esforço do motor e possam aumentar o nível de ruído.

Ventilador Arno Ultra Silence Force Bluetooth

O que realmente faz um ventilador ventar mais?

Uma das principais medidas para avaliar a capacidade do ventilador é a vazão de ar, que representa quanto ar o aparelho consegue movimentar em determinado intervalo de tempo. Acontece que chegar a uma vazão maior depende da combinação de diferentes elementos.

A rotação da hélice, indicada em RPM (rotações por minuto), é um deles. Em geral, aumentar a velocidade faz o ventilador movimentar mais ar, mas isso não acontece indefinidamente, já que rotações muito elevadas também podem aumentar vibrações e turbulências, reduzindo os ganhos obtidos.

O diâmetro da hélice também pesa nessa conta. Se duas hélices tiverem projeto, formato das pás e rotação semelhantes, aquela de maior diâmetro tende a movimentar mais ar porque atua sobre uma área maior. Ainda assim, o tamanho sozinho não garante desempenho superior.

“Uma hélice menor, mas com um projeto aerodinâmico mais eficiente, pode apresentar desempenho superior a uma hélice maior com geometria menos otimizada. Resumidamente, o diâmetro aumenta o potencial de movimentação de ar, mas o resultado final depende do equilíbrio entre hélice, motor, balanceamento e projeto aerodinâmico”, ressalta Rodriguez.

O motor precisa acompanhar todo esse projeto, visto que, caso esse componente não consiga manter a hélice na rotação prevista diante da resistência do ar, a vazão pode cair. Por outro lado, simplesmente utilizar um motor mais potente pode elevar o consumo de energia sem entregar um ganho proporcional de ventilação.

Motor do ventilador

Ventar mais e parecer mais forte são coisas diferentes

Há também outro detalhe que ajuda a explicar por que nem sempre o aparelho com maior vazão parece produzir o vento mais intenso. Vazão e velocidade do ar são conceitos diferentes, e um ventilador pode distribuir uma grande quantidade de ar por uma região ampla sem concentrá-la diretamente sobre uma pessoa.

O contrário também pode acontecer. Um equipamento capaz de direcionar um fluxo mais concentrado pode criar uma sensação de vento mais forte, mesmo movimentando um volume total menor de ar.

Até as grades frontal e traseira participam desse resultado, uma vez que o formato, o espaçamento e a orientação das aletas interferem em como o ar deixa o ventilador. Com isso, o fluxo pode ficar mais concentrado ou ser espalhado por uma área maior.

“Dois ventiladores com vazões semelhantes podem proporcionar sensações bastante diferentes durante o uso. Em muitos casos, a diferença percebida pelo consumidor está relacionada à forma como o fluxo de ar é direcionado pelo conjunto hélice e grades, e não apenas à quantidade total de ar movimentada”, pontua Rodriguez.

VENTILADOR Mondial Super Turbo - VTX-40

Por isso, nem a quantidade de pás nem a potência em watts devem ser analisadas isoladamente na compra. Rodriguez recomenda considerar principalmente vazão e velocidade do ar, além de potência, eficiência energética e nível de ruído para entender melhor o que cada aparelho consegue entregar.

Outra dúvida comum na hora de comprar um ventilador é quanto o aparelho pode pesar na conta de luz quando permanece ligado por várias horas. O Canaltech fez as contas para mostrar quanto um ventilador gasta durante uma noite inteira.

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O que um tablet de R$ 800 realmente consegue fazer na prática em 2026?

Muitas pessoas veem o tablet como uma alternativa interessante para estudos, trabalho e até entretenimento. Mas, quando o orçamento está um pouco mais curto, a busca pode se concentrar em aparelhos na faixa dos R$ 800. Nesse caso é preciso entender o que esses dispositivos entregam na rotina.

No geral, tablets encontrados por esse valor conseguem atender atividades mais simples, como ler PDFs, assistir a vídeos, acompanhar aulas e fazer anotações. Mas o cenário muda quando a ideia é abrir muitos aplicativos, rodar jogos pesados ou substituir um notebook usado diariamente para trabalhar.

Por isso, antes de escolher um tablet de entrada, a recomendação é colocar preço e ficha técnica na balança, a fim de evitar uma compra que não corresponda às expectativas.

Para que serve um tablet de entrada?

Tablets de entrada são voltados principalmente para consumo de conteúdo e atividades pouco exigentes. Assistir a vídeos, acessar redes sociais, navegar pela internet, ler livros, abrir PDFs e acompanhar aulas são exemplos de tarefas que combinam bem com esse tipo de aparelho.

A própria tela maior é uma das principais vantagens em relação ao celular. Ler um documento, acompanhar uma apresentação ou assistir a uma série tende a ser mais confortável em um tablet, ainda que o hardware utilizado seja mais simples em comparação com aparelhos mais avançados.

As limitações começam a ficar mais evidentes quando várias dessas tarefas precisam acontecer ao mesmo tempo. Um aparelho pode executar navegador, editor de textos e videochamada separadamente sem grandes dificuldades, mas perde desempenho ao tentar manter tudo funcionando em conjunto.

Tablets

Tablet barato pode substituir um notebook para trabalho?

Em rotinas mais simples, um tablet pode assumir parte das tarefas de um computador. Atividades como escrever textos, responder e-mails, pesquisar na internet e participar de reuniões estão entre as ações que podem ser feitas sem exigir tanto do aparelho.

Já quem trabalha frequentemente com várias janelas abertas, grandes planilhas, programas específicos ou edição pesada tende a encontrar mais limitações em um tablet de entrada. Nesses casos, tentar transformar o dispositivo em substituto integral do notebook pode não ser a opção mais indicada.

Dá para usar Word, Google Docs e planilhas em um tablet?

Sim. Editores de texto, planilhas e apresentações possuem versões para tablets e conseguem atender bem a tarefas mais simples de criação e edição de documentos.

Escrever um texto, revisar um arquivo ou preencher uma planilha pequena são atividades relativamente leves. A experiência começa a mudar quando entram documentos muito grandes, diversas imagens, muitas fórmulas ou outros elementos que exigem mais do aparelho.

Existe também a questão da interface. Aplicativos desenvolvidos para telas sensíveis ao toque podem apresentar menus e recursos de maneira diferente das versões de computador, algo que pesa principalmente para quem depende de funções mais avançadas no trabalho.

Tablet

Teclado e mouse transformam o tablet em notebook?

Teclado e mouse podem deixar o uso mais confortável, especialmente para quem pretende escrever textos longos, trabalhar com documentos ou navegar por páginas durante várias horas.

Esses acessórios, no entanto, não melhoram o desempenho de um tablet com componentes menos avançados. Conectar um teclado não adiciona memória RAM, não deixa o processador mais potente nem transforma automaticamente aplicativos móveis em programas de computador.

Por que a multitarefa pode ser um problema?

Abrir um aplicativo de cada vez exige bem menos do aparelho do que manter navegador, documento, mensageiro e chamada de vídeo funcionando simultaneamente.

Quanto mais tarefas ficam ativas, maior tende a ser o uso de memória RAM e processamento, componentes que costumam ser mais modestos em aparelhos de entrada. Quando os recursos disponíveis começam a ficar apertados, o sistema pode fechar atividades em segundo plano ou precisar recarregar aplicativos quando o usuário volta para eles.

Por isso, a multitarefa é um dos pontos em que a diferença entre um tablet de entrada e opções mais potentes costuma aparecer com maior clareza. Para quem trabalha alternando constantemente entre várias ferramentas, essa limitação precisa ser levada em consideração no momento da compra.

Galaxy Tab S6 Lite

Tablet de R$ 800 é bom para estudar?

Estudos estão entre os usos que mais combinam com tablets de entrada. Ler documentos em PDF, pesquisar no navegador, assistir a uma videoaula e acessar plataformas educacionais são tarefas que normalmente não exigem hardware potente.

A tela maior também facilita a visualização de apresentações, livros digitais e materiais didáticos. Para quem acumula muitos documentos, o aparelho ainda permite concentrar os materiais em um único dispositivo.

Mas a experiência fica mais exigente quando o estudo envolve várias tarefas ao mesmo tempo. Manter uma aula rodando enquanto um PDF, o navegador e um aplicativo de anotações permanecem abertos pode aumentar consideravelmente o uso de memória e resultar em lentidão.

Tablet para estudos

E para aulas online e videochamadas?

Chamadas por vídeo também estão dentro da proposta de um tablet de entrada. Para esse uso, câmera, microfone e conexão passam a importar tanto quanto o desempenho.

Uma tela maior ajuda a acompanhar professores, colegas ou apresentações durante a chamada. Apoiar o tablet em uma mesa também pode proporcionar uma experiência mais confortável do que permanecer segurando o celular durante uma aula longa.

Novamente, a principal atenção fica para a multitarefa. Participar de uma reunião enquanto outros aplicativos permanecem ativos exige mais do aparelho do que simplesmente manter a videochamada aberta.

Tablet barato é bom para assistir filmes, séries e YouTube?

Assistir a vídeos, séries e filmes é outra atividade que tende a ser realizada sem muitos problemas em tablets básicos. Isso porque a reprodução de conteúdo costuma exigir menos processamento do que tarefas como edição de vídeo, jogos avançados ou multitarefa pesada.

Nesse cenário, tela e alto-falantes podem importar mais do que a potência bruta do aparelho. Uma imagem mais definida e um sistema de som melhor fazem diferença durante filmes, séries e vídeos longos.

Também vale observar a resolução oferecida pelos serviços de streaming no aparelho. A qualidade máxima disponível pode depender não apenas da tela, mas também das certificações de reprodução utilizadas pelo dispositivo.

Netflix no tablet

Tablet de R$ 800 é bom para ler livros e PDFs?

Para livros digitais, a exigência de hardware é pequena. Aplicativos de leitura e arquivos de e-books são relativamente leves, o que permite que até tablets simples executem essa tarefa sem exigir muito desempenho.

Ainda assim, usuários que pretendem comprar um aparelho apenas para a rotina de leitura de e-books podem ter uma melhor experiência caso optem por um Kindle. 

Já no caso dos PDFs, a experiência depende mais do tipo de documento. Artigos acadêmicos, revistas e arquivos originalmente diagramados para folhas grandes podem exigir zoom constante em telas menores.

Por isso, tamanho e resolução ganham importância para quem pretende utilizar o tablet principalmente para leitura. Um aparelho compacto é mais fácil de segurar, enquanto uma tela maior oferece mais espaço para visualizar páginas completas.

Tablet de entrada roda jogos?

Sim, mas o desempenho varia bastante conforme o jogo. Títulos casuais, jogos de cartas, quebra-cabeças e outras opções pouco exigentes tendem a combinar melhor com um hardware de entrada.

Jogos mais pesados também podem funcionar, mas podem exigir redução da qualidade gráfica, dos efeitos ou de outras configurações para manter uma experiência mais estável. Em determinados casos, limitações de processador e memória podem causar engasgos e lentidão.

O armazenamento também entra nessa conta. Jogos grandes podem ocupar vários gigabytes, fazendo com que o espaço interno fique apertado rapidamente em um aparelho utilizado também para downloads, fotos e outros aplicativos.

Jogos em tablet

Quantos GB um tablet precisa ter para ser bom?

Essa pergunta não tem uma resposta única porque existem dois tipos de memória medidos em GB na ficha técnica. A RAM ajuda o aparelho a manter tarefas funcionando, enquanto o armazenamento determina quanto espaço existe para aplicativos e arquivos.

Logo, ter bastante armazenamento não significa que o tablet será rápido. Da mesma forma, uma quantidade maior de RAM não consegue compensar completamente um processador simples.

O que observar na memória RAM de um tablet barato?

A memória RAM é utilizada enquanto aplicativos e processos estão funcionando. Quanto menor a quantidade disponível, maior a chance de o sistema precisar encerrar tarefas em segundo plano para liberar espaço.

Em 2026, tablets com 4 GB de RAM podem atender usos básicos, como navegação, vídeos, leitura e atividades simples. As limitações começam a aparecer quando vários aplicativos precisam permanecer abertos ao mesmo tempo.

Quantidades maiores oferecem mais folga para multitarefa, mas a RAM não deve ser analisada isoladamente. Processador e otimização do sistema continuam tendo participação importante no desempenho.

Galaxy Tab S9 FE

Quanto armazenamento faz sentido em um tablet barato?

O espaço necessário depende principalmente do que ficará salvo no próprio dispositivo. Quem utiliza streaming, navegação e serviços na nuvem tende a precisar de menos armazenamento local.

Capacidades como 64 GB podem atender um uso mais leve, enquanto 128 GB oferecem mais margem para aplicativos, jogos, vídeos baixados e documentos. Também é importante lembrar que uma parte do espaço anunciado já é ocupada pelo sistema.

Por isso, vale pensar não apenas no que será instalado logo após a compra, mas também no acúmulo de conteúdo ao longo do uso.

Cartão microSD resolve a falta de armazenamento?

Um cartão de memória pode ser útil para guardar fotos, vídeos, músicas, PDFs e outros arquivos em tablets compatíveis. Para quem acumula bastante conteúdo, a expansão ajuda a aliviar o armazenamento interno.

Mas isso não significa que um  microSD funcione sempre como uma extensão perfeita da memória do aparelho. Aplicativos e determinados dados podem continuar dependendo do espaço interno, o que faz do cartão um recurso complementar para arquivos que podem ser movidos.

MicroSD

O processador importa em um tablet barato?

Sim. O processador executa boa parte das operações responsáveis por abrir aplicativos, carregar páginas, reproduzir conteúdo e responder aos comandos feitos pelo usuário.

Por isso, dois tablets com a mesma quantidade de RAM e armazenamento podem entregar experiências bastante diferentes. O processador ajuda a determinar a velocidade das tarefas e até onde o aparelho consegue ir antes de apresentar lentidão.

Também não basta comparar apenas quantidade de núcleos ou frequência em GHz. Arquitetura, eficiência e otimização do sistema interferem no resultado, o que torna testes práticos importantes para entender o desempenho real.

Por que um tablet começa a travar?

A lentidão pode surgir quando o processador chega ao limite, a memória RAM fica cheia ou o armazenamento está próximo da capacidade máxima. Aplicativos mal otimizados e tarefas em segundo plano também podem interferir.

Um aparelho pode, por exemplo, reproduzir um vídeo tranquilamente e começar a apresentar engasgos quando precisa manter a reprodução enquanto vários aplicativos ficam abertos.

É por isso que “rodar um aplicativo” e “rodar bem vários aplicativos juntos” são situações diferentes. Quanto mais complexa a rotina, maior tende a ser a exigência sobre o hardware.

Galaxy Tab S10 Ultra

O que esperar da tela de um tablet barato?

A tela é uma das especificações mais importantes em um tablet, visto que grande parte das atividades realizadas no aparelho depende diretamente dela. Vídeos, PDFs e livros ocupam boa parte do tempo de uso.

Modelos de entrada podem apresentar diferenças em resolução, brilho, contraste, cores e tamanho. Uma tela mais simples pode funcionar bem para tarefas básicas, mas suas limitações ficam mais evidentes durante leituras prolongadas ou reprodução de conteúdo com muitos detalhes.

Por isso, não vale olhar apenas para a quantidade de polegadas. O tamanho determina a área disponível para a exibição dos conteúdos, enquanto resolução e painel interferem na qualidade da imagem.

HD ou Full HD: qual é melhor em um tablet?

Resoluções mais altas utilizam uma quantidade maior de pixels para formar a imagem. Quando trazemos essa especificação para o contexto de telas relativamente grandes, isso ajuda a deixar textos e imagens mais definidos.

Uma resolução HD pode atender bem à navegação e a atividades simples, principalmente em aparelhos menores. Já painéis Full HD tendem a ser mais interessantes para quem pretende passar bastante tempo assistindo a vídeos ou lendo documentos.

Galaxy Tab S9 FE

LCD, OLED ou AMOLED: o que muda na tela?

Além da resolução, a tecnologia do painel também interfere na qualidade da imagem. Telas LCD são comuns em tablets mais acessíveis e utilizam uma iluminação traseira, enquanto painéis OLED conseguem controlar a luz de cada pixel individualmente.

Na prática, telas OLED tendem a oferecer contraste mais elevado e pretos mais profundos. AMOLED é uma variação da tecnologia OLED bastante utilizada em dispositivos móveis e segue o mesmo princípio de pixels que emitem a própria luz.

Já o termo LED, quando aparece associado a tablets, normalmente se refere a painéis LCD iluminados por LEDs, e não a uma tecnologia de tela separada. Por isso, mais do que procurar apenas uma dessas siglas, vale considerar também brilho, resolução, contraste e qualidade geral do painel.

Tablet de 8, 10 ou 11 polegadas: qual tamanho escolher?

Tablets menores favorecem a portabilidade. Esses dispositivos ocupam menos espaço na mochila, costumam ser mais leves e podem ser mais confortáveis para segurar durante bastante tempo.

Telas maiores, por sua vez, oferecem mais espaço para assistir a vídeos, visualizar PDFs, navegar em páginas e até dividir o painel entre dois aplicativos. Em compensação, tornam o dispositivo menos prático para transportar.

Esses fatores mostram que a escolha depende do uso. Quem pretende deixar o tablet principalmente em casa pode aproveitar melhor um painel grande, enquanto usuários que carregam o aparelho diariamente podem preferir dimensões mais compactas.

Tablets

O que esperar da bateria de um tablet de entrada?

Independentemente do uso previsto para o tablet, é importante que sua bateria dê conta da rotina de atividades. Mas vale destacar que a autonomia do aparelho não depende apenas da capacidade apresentada em mAh.

Tela, brilho, processador, conexão e atividade realizada também determinam o consumo de energia ao longo do uso.

Isso significa que dois tablets com baterias semelhantes podem apresentar tempos diferentes longe da tomada. O próprio uso muda bastante o resultado: jogos e videochamadas tendem a exigir mais energia do que leitura ou navegação simples.

Por isso, a capacidade da bateria medida em mAh deve funcionar como uma referência, e não como uma promessa de determinada quantidade de horas. Testes de autonomia ajudam a mostrar como o conjunto se comporta em situações mais próximas do uso real.

Tablet carregando

Wi-Fi ou 4G: qual faz mais sentido?

Um tablet somente Wi-Fi depende de uma rede sem fio ou do compartilhamento de internet de outro aparelho para permanecer conectado fora de casa.

Já versões com suporte a redes móveis como 4G ou 5G conseguem acessar a internet diretamente. Essa especificação oferece mais independência para quem pretende utilizar o dispositivo em deslocamentos, viagens ou locais sem Wi-Fi disponível.

A conexão móvel não é obrigatória para todo mundo. Quem utiliza o tablet principalmente em casa ou em ambientes com redes conhecidas pode não sentir falta do recurso, enquanto usuários que passam boa parte do dia fora podem valorizar essa conectividade.

O que olhar antes de comprar um tablet de R$ 800?

O primeiro passo é definir o uso do tablet. Um aparelho utilizado principalmente para assistir a vídeos e ler pode funcionar bem com um conjunto simples de hardware, enquanto estudo, trabalho e jogos aumentam a exigência.

RAM, armazenamento e processador devem ser observados em conjunto. Já as características da tela ganham importância para quem pretende ler ou assistir bastante conteúdo, enquanto bateria e qualidade dos alto-falantes também podem pesar em sessões mais longas.

Vale ainda conferir detalhes como:

  • Sistema e atualizações;
  • Presença de entrada para cartão de memória;
  • Acessórios compatíveis;
  • Tipos de conexão oferecidos.

Antes de decidir pela compra, também é recomendado conferir testes e análises práticas do dispositivo em questão. A ficha técnica mostra o que existe dentro do aparelho, mas é o uso real que revela quanto tempo aplicativos levam para abrir, como funciona a multitarefa e se a tela entrega uma boa experiência.

Hoje, os tablets são vistos também como concorrentes de celulares dobráveis. E aqui você pode conferir em quais contextos vale mais a pena optar pelo tablet em vez do smartphone com tela flexível. 

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Quanto custaria um Volkswagen Pointer GTI hoje, com a inflação?

Apresentado ao mercado em dezembro de 1993, mas lançado efetivamente no Brasil somente em fevereiro de 1994, o Volkswagen Pointer GTI fez história por ter sido o primeiro hatchback do mercado nacional a ostentar cinco portas e apelo esportivo, algo que as icônicas três letrinhas entregam logo de cara.

Produzido com o motor AP-2000, que oferecia injeção eletrônica de gasolina e até 115,5 cv de potência, o Pointer GTI era a versão topo de linha (e a mais desejada) da gama, que contava ainda com as variantes CL e GL, dotadas do também eficiente motor AP-1800.

Outra novidade introduzida pelo icônico hatch produzido pela Autolatina foi o câmbio de cinco marchas "MQ", que contava com engate por cabos, e dava ao motorista maior agilidade nas trocas. O Pointer ficou em linha no Brasil até 1996 e, hoje, muita gente se pergunta quanto custaria o modelo esportivo com o preço corrigido pela inflação. É isso o que o CT Auto vai revelar.

Quanto custava um Pointer GTI em 1994?

O Pointer GTI não foi um carro acessível para muita gente. Afinal, por se tratar de uma versão topo de linha, com apelo esportivo e a sigla que imortalizou o Gol GTI, o hatch custava caro.

volkswagen pointer div

Na época do lançamento, em fevereiro de 1994, o Plano Real ainda não havia sido lançado e, por isso, o mercado era muito volátil. Em nossas pesquisas, descobrimos que um Volkswagen Pointer GTI custava o equivalente a 25 mil dólares, algo em torno de R$ 12,6 milhões de Cruzeiros Reais, a moeda corrente à época.

Quanto custaria um Pointer GTI em 2026, com a inflação?

Usando a excepcional calculadora oficial do Banco Central do Brasil, que converte automaticamente as moedas antigas para o Real, e aplicando como parâmetros os meses de fevereiro de 1994 e julho de 2026, além do valor de lançamento em Cruzeiros Reais, descobrimos que um Volkswagen Pointer GTI custaria hoje o equivalente a R$ 359.667,84, com a correção dos índices de inflação.

O preço, por incrível que possa parecer, é bem "salgado", mas compatível com a proposta que o carro certamente ofereceria se recebesse as atualizações tecnológicas necessárias. Afinal, por se tratar de um modelo esportivo, ele provavelmente seria comparável ao Gol GTI, hatch que chegou em sua última geração recentemente ao Brasil por um preço ainda mais alto. 

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Carro sem força na subida? O culpado pode ser este recurso "invisível"

Desde janeiro de 2024, todos os carros comercializados no Brasil devem sair de fábrica equipados com os controles de tração e estabilidade. Embora esses assistentes sejam essenciais para a segurança, é preciso ter atenção: em alguns casos, o "anjo da guarda" eletrônico pode acabar imobilizando o veículo, colocando os ocupantes em risco.

De forma resumida, podemos dizer que a tecnologia do controle de tração monitora a velocidade das rodas por meio dos mesmos sensores usados pelo sistema de freios ABS. Nos carros mais modernos, por exemplo, o acelerador é eletrônico, componente que permite suspender a aceleração do motor assim que as rodas girarem em falso.

carro tração

O problema é que essa intervenção automática torna-se um obstáculo quando o motorista precisa enfrentar terrenos irregulares, como lama, areia ou estradas de terra íngremes. Nesses pisos fragmentados, o carro muitas vezes precisa "cavar" o solo para encontrar tração — e é aí que está o desafio.

Tração nas quatro rodas

Clécio William, diretor e instrutor do Centro de Treinamento CWS 4×4, explica que em terrenos do tipo, é necessário desativar o controle de tração assim que o motorista perceber que o carro está cortando a força do motor. “Se o carro cortar a potência ele não consegue subir”, declarou.

A desativação costuma ser simples — dependendo do modelo, basta acionar um botão com o desenho de um carro e marcas de derrapagem ou com os termos “TCS off”, “ASR off” ou “VSA off”. Em veículos mais tecnológicos, o comando pode estar escondido em menus da central multimídia.

Vale lembrar que nem sempre é preciso de fato desativar o recurso, já que alguns carros permitem a leve remoção da tração em arrancadas. Os da Fiat têm algum nível de destracionamento, mas os da Volkswagen, não.

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Quais países além do Brasil usam urna eletrônica?

O Brasil está entre os países que utilizam tecnologia eletrônica nas eleições, mas não é o único. Segundo o Instituto Internacional para Democracia e Assistência Eleitoral (International IDEA), 34 países adotam algum tipo de votação eletrônica, em eleições nacionais ou subnacionais.

A tecnologia, porém, varia bastante entre eles. Em alguns lugares, o eleitor utiliza uma máquina que registra diretamente o voto, em um modelo semelhante ao brasileiro. Outros equipamentos imprimem uma cédula, fazem a leitura de votos marcados em papel ou permitem votar pela internet.

Dizer que um país "usa urna eletrônica" não significa necessariamente que o processo é igual ao brasileiro. A própria International IDEA separa os sistemas em diferentes categorias.

Veja quais outros países utilizam tecnologia eletrônica em suas eleições e como elas funcionam.

Máquinas que registram diretamente o voto

A tecnologia mais próxima da urna brasileira é chamada de DRE (Direct Recording Electronic — Urna Eletrônica de Votação Direta). Nela, a escolha do eleitor é registrada diretamente pelo equipamento eletrônico.

Na análise da International IDEA, 17 dos 34 países que utilizavam votação eletrônica adotavam máquinas DRE. O grupo inclui o Brasil e outros 16 países:

  • Albânia;

  • Bangladesh;

  • Butão;

  • Brasil;

  • Bulgária;

  • Fiji;

  • França;

  • Índia;

  • Irã;

  • México;

  • Namíbia;

  • Omã;

  • Panamá;

  • Peru;

  • Rússia;

  • Venezuela;

  • Estados Unidos, em alguns estados.

A existência de uma máquina DRE não significa que todos esses sistemas funcionem exatamente da mesma maneira. A principal diferença está na utilização do VVPAT (Voter-Verified Paper Audit Trail — Registro em Papel Verificado pelo Eleitor), mecanismo que produz um registro em papel para permitir a conferência do voto.

Segundo a International IDEA, Albânia, Bulgária, Fiji, Índia, Irã, México, Omã, Panamá, Peru, Rússia e Venezuela utilizavam DRE com VVPAT.

Bangladesh, Butão, Brasil, França e Namíbia apareciam na categoria sem VVPAT, enquanto os Estados Unidos tinham os dois modelos em diferentes estados.

No caso brasileiro, há ainda uma particularidade. Embora a classificação internacional coloque a urna do país na categoria DRE sem VVPAT, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma que seu equipamento possui uma arquitetura própria, chamada Trusted-DRE, desenvolvida pela Justiça Eleitoral.

urnas eletrônicas

Máquinas que leem votos em papel

Outra modalidade utiliza uma cédula física durante a votação, mas deixa a leitura ou a contagem para equipamentos eletrônicos.

A International IDEA classifica esses sistemas como OMR (Optical Mark Recognition — Reconhecimento Óptico de Marcas) ou OCR (Optical Character Recognition — Reconhecimento Óptico de Caracteres).

Oito países apareciam nessa categoria no levantamento da organização:

  • Canadá;

  • República Dominicana;

  • Iraque;

  • Quirguistão;

  • Mongólia;

  • Filipinas;

  • Rússia;

  • Estados Unidos.

Nesse modelo, a máquina não substitui necessariamente a cédula. O eleitor pode continuar marcando o papel, enquanto o equipamento identifica as escolhas e automatiza parte da apuração.

As Filipinas são um exemplo desse formato. O país utiliza máquinas para fazer a leitura das cédulas preenchidas pelos eleitores, em vez de adotar uma urna que registre diretamente a escolha.

urna eletrônica Filipinas

Equipamentos que produzem cédulas eletrônicas

Há também sistemas classificados como Electronic Ballot Printers (EBPs) — Impressoras Eletrônicas de Cédulas. Eles utilizam equipamentos eletrônicos durante a votação, mas geram uma cédula que faz parte do processo eleitoral.

Quatro países aparecem nessa categoria na International IDEA:

  • Argentina;

  • Bélgica;

  • República Democrática do Congo;

  • Fiji.

O funcionamento pode variar entre os países. A principal diferença para uma DRE tradicional é a presença de um registro físico produzido pelo equipamento, que pode ser utilizado nas etapas seguintes da eleição.

A Argentina, por exemplo, utiliza sistemas eletrônicos em determinadas eleições e jurisdições, mas não possui uma única tecnologia aplicada de maneira uniforme em todo o território.

Votação pela internet

A tecnologia também pode eliminar a necessidade de comparecimento a uma máquina de votação. A International IDEA registrava 14 países com algum tipo de votação pela internet no levantamento que identificou os 34 países com e-voting.

Os casos identificados pela organização eram:

  • Armênia;

  • Austrália;

  • Canadá;

  • Estônia;

  • França;

  • México;

  • Nova Zelândia;

  • Omã;

  • Panamá;

  • Paquistão;

  • Rússia;

  • Coreia do Sul;

  • Emirados Árabes Unidos;

  • Equador.

A modalidade, porém, não é necessariamente oferecida para toda a população. A International IDEA aponta que a votação pela internet é utilizada de diferentes maneiras, incluindo eleições locais, determinados grupos de eleitores e cidadãos que estão fora do país.

A Estônia é o exemplo mais amplo: o país permite a votação pela internet para eleitores dentro do território nacional. Em outros casos, a ferramenta é restrita a grupos específicos ou a cidadãos que estão no exterior.

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6 melhores séries de advogados para quem gosta de dramas jurídicos

Um dos formatos mais tradicionais da televisão estadunidense, os dramas jurídicos, também conhecidos como as famosas séries de advogados, conquistam o público há décadas com uma ótima mistura entre a tensão dos tribunais e os dramas pessoais dos personagens.

Para quem curte o gênero, o melhor de um bom drama judicial está na maneira como essas produções trabalham suas dinâmicas, dividindo a trama entre os escritórios de advocacia, os tribunais e as investigações dos casos. Muitas delas também mergulham no universo criminal, com assassinatos e crimes misteriosos impulsionando a narrativa. 

Além disso, séries focadas no mundo da advocacia costumam trazer personagens marcantes e extremamente inteligentes, usando figuras presentes no cenário judicial para estabelecer relações complexas que podem envolver manipulações, traições e disputas de egos. 

Melhores séries de advogados no streaming

Se você é um grande entusiasta de dramas judiciais e está em busca de uma maratona viciante, o Canaltech veio ao resgate com as 6 melhores séries de advogados que estão disponíveis no streaming.

1. Better Call Saul

Derivada de Breaking Bad, a série Better Call Saul impressionou todo mundo com um drama envolvente sobre a criação da persona de Saul Goodman, o advogado trambiqueiro de Walter White (Bryan Cranston) na série original. Situado anos antes da história do professor de química, o spin-off foi exibido por seis temporadas, que acompanham Jimmy McGill (Bob Odenkirk), um homem que tenta ser um advogado honesto, enquanto luta com seus impulsos para aplicar golpes e vencer na vida.

Um ótimo estudo de personagem, Better Call Saul brilha na forma como mostra a evolução de Jimmy até ele se tornar Saul Goodman, apostando em pautas forenses realistas e intensas. 

Onde assistir Better Call Saul: Netflix.

2. Suits

Se você quer se sentir dentro da rotina de escritórios corporativos no universo da advocacia, Suits é a maratona ideal. Com nove temporadas, a série mostra o dia a dia de advogados envolvidos em negociações grandiosas, explorando relações complexas entre mentor e pupilo, além da manipulação que acontece nos bastidores para solucionar casos. 

Situada na loucura de Nova York, Suits conta a história de Mike Ross (Patrick J. Adams), um jovem brilhante que largou a faculdade de Direito, mas impressiona o advogado Harvey Specter (Gabriel Macht), um dos melhores da área, durante uma entrevista de emprego. Mesmo sem ter permissão para advogar, Mike é contratado por Harvey para trabalhar em sua firma, um segredo que ameaça a credibilidade do local.

Onde assistir Suits: Netflix e Prime Video.

3. The Good Wife

Mais um drama jurídico que pode te agradar é The Good Wife, série de sete temporadas estrelada por Julianna Margulies. Sucesso entre os entusiastas do gênero, o programa aposta em um escândalo político para explorar casos complexos sobre corrupção, poder, ética e moralidade. 

Na trama, acompanhamos a jornada de Alicia Florrick (Margulies), uma advogada que deixou os tribunais para se dedicar à família e apoiar a carreira política do marido, Peter Florrick (Chris Noth). Porém, ela decide retomar a carreira depois que o esposo é preso por causa de um escândalo de corrupção, assumindo um cargo em uma competitiva firma de Chicago para se reerguer.

Onde assistir The Good Wife: Paramount+ e Mercado Play.

4. Law & Order

Para quem não se intimida com séries longas, o melhor drama judicial para maratonar é Law & Order. Com 26 capítulos, o programa da NBC deu o ponto de partida em uma das franquias mais prestigiadas da TV na década de 1990 com um formato único que equilibrava investigações policiais com os dilemas dos promotores por trás dos crimes. 

O clássico definitivo para quem gosta do gênero, Law & Order aposta no formato procedural para apresentar casos únicos a cada episódio, onde cada situação se resolve em cerca de uma hora de duração. Ao longo das temporadas, a série destaca dilemas éticos e morais por trás de crimes, mostrando o complexo processo para condenar ou provar a inocência dos envolvidos. 

Onde assistir Law & Order: Prime Video.

5. How to Get Away with Murder

Encabeçada pela imponente Viola Davis, a série How to Get Away with Murder é um dos maiores destaques do gênero na televisão. Lançada em 2014, a série foi produzida por Shonda Rhimes e quebrou recordes de audiência ao longo de suas seis temporadas com um roteiro tão viciante que é impossível pensar em outra coisa. 

Misturando suspense e reviravoltas, How to Get Away with Murder acompanha a rotina de Annalise Keating (Davis), uma advogada criminal que leciona em uma universidade de prestígio na Filadélfia. Em meio aos desafios que lança aos seus estudantes, tudo muda para Annalise quando ela e cinco de seus alunos se envolvem com um assassinato, usando seus conhecimentos para encobrir os rastros.

Onde assistir How to Get Away with Murder: Disney+.

6. The Good Fight

Estrelada por Christine Baranski, The Good Fight também é uma boa opção de drama jurídico para maratonar. O programa foi ao ar em 2017 na CBS, permanecendo em atividade por seis temporadas, que exploram temas bastante atuais, como a polarização política nos Estados Unidos, fake news e pautas sociais, tudo com o olhar do ambiente jurídico. 

Na série, acompanhamos a trajetória da advogada Diane Lockhart (Baranski), que perde todo o seu dinheiro por causa de um escândalo de fraude financeira que destrói a reputação de sua pupila, Maia Rindell (Rose Leslie). Expulsas do escritório, as duas encontram uma segunda chance em uma renomada firma de advocacia em Chicago. 

Onde assistir The Good Fight: Paramount+.

Dentro do tribunal 

Com jargões típicos da área e casos chocantes, dramas jurídicos mexem com as emoções do público por tratarem de histórias cheias de dilemas morais e éticos, fazendo o público se sentir dentro dos tribunais.

Para quem quer mais uma recomendação, aproveite para conhecer Habeas Corpus: Drama jurídico brasileiro inspirado em casos reais estreia na Netflix.

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Quanto pode custar a troca da bateria dos carros híbridos? Veja estimativas

A bateria de alta tensão é um dos componentes que mais despertam dúvidas entre quem pensa em comprar um carro híbrido. Afinal, embora o sistema elétrico reduza o consumo de combustível e ajude no desempenho, existe a preocupação sobre quanto o proprietário teria de desembolsar caso o conjunto apresentasse um problema depois do período de garantia.

Os valores variam bastante conforme a tecnologia utilizada, a capacidade da bateria e o tipo de sistema híbrido. Um híbrido convencional, por exemplo, pode utilizar uma bateria relativamente pequena, enquanto um híbrido plug-in precisa de um conjunto muito maior para permitir uma autonomia elétrica mais extensa.

Bateria carro híbrido

Como as fabricantes nem sempre divulgam publicamente o preço de uma bateria nova para reposição, as cifras disponíveis precisam ser tratadas com cuidado. Nesta lista, os valores são referências e estimativas de mercado, e não necessariamente preços oficiais de concessionárias. Onde há uma cifra mais consolidada, ela é identificada como tal.

Quanto custa a bateria de um Toyota Corolla Hybrid?

O Toyota Corolla Hybrid é um dos casos mais conhecidos no mercado brasileiro. O modelo utiliza uma bateria de 1,3 kWh, de níquel-cádmio, relativamente pequena quando comparada aos conjuntos empregados por híbridos plug-in. A referência de preço encontrada para a substituição completa é de aproximadamente R$ 17 mil, sem considerar a mão de obra.

toyota corolla div nova

Existe ainda a possibilidade de reparo em vez da substituição do conjunto completo. Em referências de mercado, o conserto de células pode reduzir bastante a conta, com valores na faixa de R$ 8 mil a R$ 10 mil. É importante ressaltar que esse procedimento depende do diagnóstico e não significa que todas as baterias possam ser recuperadas dessa maneira.

E quanto custa a bateria do BYD King?

O BYD King GS utiliza uma bateria de maior capacidade que a do Corolla, já que seu sistema híbrido plug-in foi desenvolvido para permitir condução elétrica por períodos mais longos. A BYD oferece garantia específica para suas baterias de alta tensão, mas não divulga publicamente, em sua página brasileira do modelo, um preço de varejo para a substituição completa do conjunto.

BYD King

No mercado de peças usadas aparecem conjuntos e componentes do King por valores que podem ficar na casa dos R$ 15 mil a R$ 17,5 mil, mas essas cifras não devem ser confundidas com o preço de uma bateria nova fornecida pela BYD. A existência de peças usadas nessa faixa serve apenas como referência para dimensionar o mercado de reposição.

Quanto pode custar a bateria de um Toyota Corolla Cross Hybrid?

O Corolla Cross Hybrid compartilha a lógica de sistema híbrido convencional da Toyota e utiliza uma bateria de capacidade relativamente baixa. Isso ajuda a explicar por que o custo de reposição pode ser significativamente menor que o de baterias empregadas em modelos plug-in, que precisam armazenar muito mais energia.

Há conjuntos usados de bateria do Corolla Cross Hybrid anunciados no mercado brasileiro por valores que vão de aproximadamente R$ 4.900 a R$ 10 mil, dependendo do ano, da versão e da condição da peça. Como são componentes usados, esses números não representam o preço oficial de uma bateria nova na rede Toyota.

E a bateria do GWM Haval H6?

O GWM Haval H6 tem diferentes configurações híbridas, incluindo versões HEV e plug-in. Isso é importante porque não existe um único preço de bateria para toda a família H6. A capacidade e a arquitetura do sistema variam de acordo com a versão, influenciando diretamente o custo potencial de uma substituição.

No mercado de peças usadas, há conjuntos de bateria para o Haval H6 PHEV19 anunciados por cerca de R$ 4 mil, mas novamente estamos falando de uma peça usada, e não de uma bateria nova adquirida na rede autorizada. A GWM, por sua vez, oferece garantia específica de 8 anos ou 200 mil km para o sistema híbrido, dependendo das condições aplicáveis ao veículo.

Baterias maiores são mais caras

A diferença de capacidade ajuda a entender por que não existe um preço único para baterias de carros híbridos. Os sistemas HEV, como os empregados no Corolla, usam conjuntos menores e são recarregados pelo próprio veículo durante desacelerações, frenagens e funcionamento do motor a combustão.

Já os híbridos plug-in (PHEV) precisam de baterias maiores para entregar autonomia elétrica relevante. O custo potencial de reposição tende a acompanhar essa diferença de tamanho e complexidade. Por isso, comparar uma bateria de 1,3 kWh de um Corolla com o conjunto de um PHEV sem levar em conta a capacidade pode produzir uma impressão completamente errada sobre o custo de manutenção.

Estimativas de preço de baterias dos híbridos

  1. Toyota Corolla Hybrid: cerca de R$ 17 mil para o conjunto completo.
  2. Toyota Corolla Cross Hybrid: cerca de R$ 4.900 a R$ 10 mil para conjuntos usados encontrados no mercado.
  3. BYD King: cerca de R$ 15 mil a R$ 17,5 mil para peças usadas anunciadas.
  4. GWM Haval H6 PHEV19: cerca de R$ 4 mil para peça usada anunciada.

Como vimos, as estimativas para os preços das baterias seguem bem altas no Brasil. Por isso, nada melhor do que cuidar da maneira certa dos componentes e, com isso, aproveitar ao máximo a autonomia de um carro híbrido.

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Quanto o BYD Dolphin Mini desvalorizou dois anos após o lançamento?

Quanto será que o carro elétrico mais vendido do Brasil desvalorizou desde que foi lançado por aqui? Essa é uma pergunta que muita gente que pensa em entrar para o segmento "verde" se faz. Afinal, o BYD Dolphin Mini não é apenas o mais emplacado da própria categoria. Ele também incomoda (e muito) modelos a combustão, como Chevrolet Onix e Volkswagen Polo.

Por conta disso, o CT Auto foi a fundo nas pesquisas, usou e abusou da calculadora e, com base em dados como preço de lançamento, ofertas em e-commerces e valores da Tabela Fipe, chegou a uma conclusão sobre quanto valor de mercado o "mini-golfinho chinês" perdeu entre a data do lançamento (fevereiro de 2024) e o último mês de fevereiro.

dolphin mini mais uma

Escolhemos fevereiro de 2026 como referência final para que a conta pudesse ser fechada em exatos 24 meses após o lançamento oficial no país. A diferença entre o preço de lançamento e a cotação encontrada dois anos depois não é tão grande quanto alguns poderiam imaginar, mas esse é o único spoiler que daremos sobre a matéria. Confira.

Quanto valia o BYD Dolphin Mini após dois anos?

Em fevereiro de 2026, a Tabela Fipe do BYD Dolphin Mini 2024 de 38 kWh estava em R$ 99.905, de acordo com o histórico disponibilizado pela Webmotors, um dos e-commerces mais conceituados do país na hora de buscar por carros seminovos, usados e até 0 km.

dolphin mini lateral

A diferença para os R$ 115.800 cobrados no lançamento é de R$ 15.895. Em termos percentuais, isso significa que o Dolphin Mini perdeu aproximadamente 13,7% do valor em dois anos, preservando cerca de 86,3% do preço originalmente anunciado.

Dolphin Mini desvalorizou muito em dois anos?

Para responder se o BYD Dolphin Mini desvalorizou muito ou pouco em um intervalo de dois anos, um dos meios é compará-lo a um carro a combustão do segmento de entrada, como o Volkswagen Polo Track.

dolphin mini carregando carro elétrico carregando

O hatch da marca alemã custava, no mês que o elétrico chinês chegou ao Brasil (aproximadamente um ano após seu próprio lançamento), R$ 87.990, de acordo com a Tabela Fipe. Dois anos depois, em fevereiro de 2026, a cotação de um seminovo gira em torno de R$ 80.825, uma retração de R$ 7.165 ou 8,14%. 

A desvalorização, portanto, foi quase 5% menor que a do subcompacto elétrico, mas é importante ressaltar que, ao contrário do carro da BYD, o Polo Track é um modelo campeão em vendas diretas, especialmente para locadoras e frotistas, que fazem rotação de estoques rápidas e, portanto, contribuem para uma queda menor do ativo. Por falar nisso, você sabe o que é venda direta de um carro zero quilômetro??

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