Autistic children showed earlier and less age-related refinement in the brain signals involved in processing faces. A child looks at a face, and within milliseconds the brain begins sorting its features, expression, and identity. Researchers have now traced that process across the entire scalp in one of the most comprehensive studies of face perception in [...]
Uma das últimas tendências que tem movimentado o mercado de wearables é o novo formato de “brinco” para fones de ouvido Bluetooth. Uma das marcas a apostar neste tipo de acessório é a JBL, com o Soundgear Clips.
O fone tem um formato mais “aberto”, com uma pequena esfera apoiada na parte interna da orelha, sem entrar no canal auditivo. A estrutura contorna a lateral e se estende até a parte traseira, onde fica um módulo maior que abriga os sensores, a bateria e os principais componentes.
A grande aposta deste design é, sem dúvidas, a estética. Ele funciona muito bem como um fone de ouvido, é elegante e termina, também, como uma peça de moda. Mas será que faz sentido além disso?
Neste texto, conto o que eu achei do JBL Soundgear Clips usando esse tipo de fone pela primeira vez, e estando totalmente habituado a modelos intra-auriculares.
Design confortável para horas de uso
Visual de brinco à parte, o que mais me chamou atenção neste formato foi o conforto durante o uso. Apesar de “abraçar” a orelha, ele não incomoda nada. Você sente que ele está lá, mas o fone não começa a “machucar” com o tempo.
Em fones comuns, sejam eles “de borrachinha” ou os auriculares mais básicos, é natural que após algumas horas a orelha comece a cansar, por mais confortável que o acessório seja. Com os Clips, você quase esquece que eles estão lá se não houver música tocando.
Assim, ele é ideal para deixar na orelha o dia inteiro, mesmo sem reproduzir nada. Dá para ouvir áudios ocasionais no WhatsApp sem precisar ficar colocando e tirando o fone o tempo inteiro.
Qualidade sonora boa, mas pouco expressiva
A qualidade de áudio do JBL Soundclips é boa: os fones não ficam “chiando” no volume máximo, e nem ficam estridentes demais. São os fones ideias para quem não é tão exigente com sonoridade. Eles entregam o suficiente para a maioria dos usuários.
Mas se você é amante de graves e gosta de perceber perfeitamente cada frequência da música, ele pode não atender muito bem. Para quem está acostumado às batidas fortes que fones e caixas de som da JBL entregam, talvez sinta falta de um pouco mais de expressividade por parte dos Clips.
Mas este não é um problema necessariamente do hardware do fone, mas do formato. Por serem totalmente abertos e não oferecerem o mínimo de vedação, ele deixa passar muito do barulho externo, ao passo que o som também vaza muito para fora.
Isso também leva a outro problema: os Clips não são os mais indicados para o uso no transporte público, ou em outros locais mais barulhentos.
Eles não oferecem nenhum nível de isolamento acústico, então o som de fora interfere muito na usabilidade. No trem ou metrô, por exemplo, não é possível ouvir a música direito se o volume estiver no médio: é preciso colocar no máximo ou bem perto disso.
E, neste cenário, vai-se embora a privacidade: quem estiver por perto pode ouvir suas músicas ou seus áudios, porque o som vaza bastante.
Vale a pena comprar o JBL Soundgear Clips?
Pelo estilo e conforto, sem dúvidas, vale a pena comprar os fones JBL Soundgear Clips. Eles são ótimos para quem quer um fone de ouvido com qualidade aceitável, e ainda agregar no estilo.
Mas, se recursos como cancelamento de ruído e sonoridade pesam mais na balança, os R$ 600 cobrados, em média, não justificam o que o fone entrega. Nesse cenário, compensa mais um fone “comum”, como os Galaxy Buds 3 FE ou o JBL Live Buds 3, que são um pouco mais caro, mas entregam o que falta nos Clips.
O Galaxy S26, o Galaxy S26 Plus e o Galaxy S26 Ultra fazem parte da mesma família, mas não oferecem exatamente a mesma experiência fotográfica. Enquanto os dois primeiros compartilham um conjunto bastante parecido, o modelo Ultra aposta em mais resolução e em uma câmera adicional para justificar sua posição acima dos irmãos.
Para entender o quanto essas diferenças aparecem na prática, analisamos as fotos dos três celulares lado a lado. Todos os registros foram feitos no mesmo cenário, sob as mesmas condições de luz e no mesmo instante, o que permite observar com mais precisão aspectos como definição, tratamento de HDR e reprodução de cores.
A comparação ficou concentrada nas câmeras e nos enquadramentos equivalentes entre os aparelhos. A telefoto adicional do Galaxy S26 Ultra não entrou no teste direto, já que o Galaxy S26 e o S26 Plus não possuem um sensor correspondente.
Galaxy S26 Ultra entrega imagens mais definidas
O Galaxy S26 Ultra foi o celular que apresentou os melhores resultados no comparativo. A diferença não salta aos olhos logo no primeiro contato, mas aparece quando as três fotografias são observadas lado a lado.
A principal vantagem está na definição. O modelo Ultra preserva mais informações nas imagens, principalmente em superfícies com texturas e elementos menores. Esses detalhes ficam mais fáceis de distinguir, o que deixa a fotografia com uma aparência ligeiramente mais refinada.
Isso não significa que o Galaxy S26 e o S26 Plus produzam imagens sem nitidez. Os três celulares entregam bons resultados, mas o Ultra consegue extrair um pouco mais da cena e mantém detalhes que aparecem de forma mais discreta nos outros dois modelos.
HDR do Ultra é mais preciso
O tratamento de HDR também favorece o Galaxy S26 Ultra. Em cenas com áreas claras e escuras, o celular consegue equilibrar melhor a exposição e preservar mais informações em diferentes pontos da fotografia.
Esse comportamento ajuda a evitar que determinados elementos da cena percam destaque. O resultado é uma imagem mais completa, com melhor leitura das texturas e uma distribuição mais precisa entre luzes e sombras.
Mais uma vez, a diferença é sutil. Sem uma comparação direta, dificilmente ela chamaria tanta atenção. Ao colocar as fotos lado a lado, porém, o trabalho mais cuidadoso do Ultra fica perceptível.
Cores são mais naturais no Galaxy S26 Ultra
Outra vantagem do Galaxy S26 Ultra está na reprodução de cores. As imagens do celular apresentam tons menos saturados e mais próximos do que foi visto no ambiente no momento da captura.
O Galaxy S26 e o S26 Plus entregam fotografias um pouco mais intensas nesse aspecto. Isso pode até agradar quem prefere imagens com cores mais vivas, mas o Ultra se aproxima mais de uma reprodução realista.
Não existe uma diferença gritante entre os aparelhos. Na verdade, ela é pequena o bastante para passar despercebida quando as fotos são vistas separadamente. A maior fidelidade do Ultra só fica realmente clara na comparação direta.
Galaxy S26 e S26 Plus praticamente empatam
Entre o Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus, a disputa termina em empate. Os dois celulares apresentaram resultados muito parecidos em todos os cenários analisados, sem uma vantagem consistente de qualquer lado.
Definição, tratamento de HDR e reprodução de cores seguem praticamente o mesmo padrão nos dois modelos. Mesmo com as fotografias colocadas lado a lado, é difícil encontrar alguma diferença que realmente altere a qualidade final.
Isso faz sentido, já que os conjuntos de câmeras dos dois aparelhos são essencialmente os mesmos. Portanto, para quem estiver em dúvida entre o Galaxy S26 e o S26 Plus, a câmera não deve ser o principal critério de escolha.
Onde a câmera extra e a maior resolução do Ultra fazem diferença?
A vantagem do Galaxy S26 Ultra pode ficar mais evidente em situações que aproveitam seu conjunto fotográfico mais completo. A câmera telefoto adicional é útil para fotografar objetos distantes, detalhes de prédios, apresentações, animais ou qualquer cena na qual não seja possível se aproximar fisicamente.
Nesses casos, uma lente dedicada consegue preservar melhor a definição do que um simples recorte digital. Ela também amplia as opções de enquadramento, já que permite aproximar o assunto sem depender apenas da câmera principal.
A resolução maior também oferece benefícios em cenários bem iluminados. Além de registrar mais informações, ela dá mais liberdade para recortar ou reposicionar a imagem depois do clique sem perder tanta qualidade. Isso pode ser útil para destacar uma pessoa ou um detalhe específico que ocupava uma parte pequena da foto original.
Ainda assim, a câmera telefoto extra do Galaxy S26 Ultra não entrou neste comparativo. Como o Galaxy S26 e o S26 Plus não têm um sensor equivalente, não seria possível repetir exatamente a mesma captura nos três aparelhos. Por isso, a análise ficou concentrada nas câmeras e nos enquadramentos que os modelos compartilham.
Qual Galaxy S26 tem a melhor câmera?
O Galaxy S26 Ultra tem a melhor câmera entre os três celulares. Ele entrega mais definição, preserva melhor as texturas, apresenta um HDR mais preciso e reproduz cores de forma ligeiramente mais natural.
A vantagem, porém, está nos detalhes. A diferença de qualidade não é tão notável e dificilmente será percebida sem uma comparação direta.
Ainda assim, quem prioriza fotografia e observa com mais atenção aspectos como HDR, fidelidade de cores e preservação de informações encontrará o conjunto mais competente no Ultra.
O modelo mais avançado também oferece mais versatilidade com sua câmera telefoto adicional e maior resolução. Esses diferenciais podem pesar mais para quem costuma fotografar à distância, aplicar zoom ou recortar as imagens depois da captura.
Já o Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus ficam praticamente no mesmo nível. Os resultados são tão parecidos que não há um vencedor claro entre eles. Portanto, para escolher entre os dois, faz mais sentido considerar outros aspectos do aparelho, e não a qualidade das câmeras.
A native Australian millet may carry the genetic fingerprints of thousands of years of Aboriginal harvesting, storage, and plant management. Seen from the air, Channel Country resembles a vibrant and vast tapestry, with a network of waterways crisscrossing the land. Spread across more than 280,000 square kilometers in outback Australia, it is one of the [...]
For years, ruthenium dioxide (RuO₂) has kept physicists confused. Depending on which experiment they looked at, the metallic oxide either appeared magnetic or not magnetic at all.
This uncertainty has made it difficult to determine whether RuO₂ belongs to an unusual new class of materials known as altermagnets, which could one day power faster and more energy-efficient electronics.
Now, in a new study, researchers have shown that the missing piece may not be the material itself—but how tightly it is stretched. By growing an ultrathin RuO₂ film just two nanometers thick and keeping its crystal lattice under strain, they detected clear signs of magnetic order that had remained hidden in thicker, relaxed samples.
The findings suggest that magnetism in RuO₂ is not a fixed property but something scientists may be able to switch on simply by engineering the material’s atomic structure. “RuO2 has attracted renewed interest due to expectations of prominent altermagnetic spin splitting,” the researchers said.
The debate over an unusual magnetic material
RuO₂ is already widely used as an industrial catalyst and is valued for its excellent electrical conductivity.
However, over the past few years, it has become the focus of an intense debate because some experiments suggested it might be an altermagnet—a recently proposed type of magnetic material that combines features of conventional magnets and nonmagnetic materials.
Unlike an ordinary bar magnet, an altermagnet has almost no overall magnetization even though its electrons remain magnetically ordered. Previous studies, however, produced conflicting results.
Some reported magnetic order, unusual Hall effects, and efficient spin-charge conversion, while others found no evidence of magnetism in bulk crystals or relaxed thin films. A recent study even concluded that RuO₂ showed no altermagnetic behavior down to films 5 nanometers thick.
However, no one had directly examined fully strained films thinner than about four nanometers using techniques capable of measuring both the motion and spin of electrons at the same time.
“The spin structure of RuO2 remains largely unexplored in the ultrathin limit,” the study authors note.
Stretching atoms to uncover hidden magnetism
To explore that missing regime, the researchers grew atomically smooth RuO₂ films only two nanometers thick on titanium dioxide-based substrates. Since the substrate’s atomic spacing differs slightly from that of RuO₂, the ultrathin film is forced to stretch to match it—a condition known as epitaxial strain.
You can think of it like laying a small wire mesh over a frame with slightly different spacing. The mesh has to stretch to fit, subtly changing the positions of every junction. In a crystal, those tiny shifts alter how electrons move and interact.
The team then used spin-resolved angle-resolved photoemission spectroscopy (spin-ARPES), which shines light on the material to eject electrons. By measuring each electron’s energy, momentum, and spin, scientists can map the material’s electronic structure in remarkable detail.
To ensure the results were genuine, they repeated the measurements in two different experimental geometries to separate real magnetic signals from possible measurement artifacts. Additional X-ray and optical experiments confirmed that the films remained fully strained and revealed their crystal symmetry.
Hidden magnetic signals emerge
The measurements uncovered an unusual momentum-dependent spin texture, meaning the direction of an electron’s spin changed systematically depending on how it moved through the crystal.
After performing a detailed symmetry analysis, the researchers ruled out nonmagnetic explanations, including effects caused by the crystal’s polar structure or by the measurement process itself.
As the study authors note, “A comprehensive symmetry analysis rules out nonmagnetic origins of this spin texture. These findings suggest an emergent nonrelativistic spin structure enabled by epitaxial strain in the ultrathin limit, marking a distinct departure from the behavior of relaxed or bulk RuO₂.”
The observed behavior was consistent with either weak ferromagnetism or altermagnetism, indicating that strain fundamentally changes the electronic ground state of RuO₂.
Strain as a new control knob
The findings suggest that strain could become a practical way to switch magnetic properties on in materials that normally do not display them, opening new possibilities for low-power spintronic devices based on electron spin instead of electric charge.
However, the experiments were carried out at around 15 kelvin (about −258°C), so it is still unknown whether the same behavior persists at room temperature.
Future studies will need to determine exactly which magnetic state emerges and whether it can be reliably controlled in real-world devices.
The study is published in the journal Science Advances.
Farms and rooftop panels contribute 14.4% to the grid – and figures reveal a surge in new installations
Solar energy supplied more power to Great Britain’s grid in July than in any previous month as households turned to rooftop panels to cut their energy bills.
Solar farms and rooftop panels provided 14.4% of the country’s electricity after some parts of the UK recorded almost twice the average sunshine hours for the time of year.
China has released new footage highlighting tests aboard its Type 076 amphibious assault ship Sichuan, including the vessel’s first publicly disclosed live-fire launch of countermeasures and an electromagnetic catapult test using a dead load.
The Sichuan features a new propulsion system and an electromagnetic catapult designed to support future unmanned operations at sea, marking a step toward expanding China’s naval aviation capabilities beyond traditional carrier-based platforms.
Military observers noted that the dead load test represents an early-stage evaluation carried out before full aircraft launch trials, helping validate the performance and reliability of the electromagnetic launch system.
Operational readiness with electromagnetic catapult trial
The successful completion of the electromagnetic catapult test during the construction phase of the Type 076 amphibious assault ship suggests that the system has reached an operational and reliable stage, according to military observers.
The vessel has already completed multiple sea trials, fueling expectations that it could soon enter service. Observers also anticipate the future release of footage showing the ship conducting launches of actual carrier-based aircraft, which would provide further insight into its capabilities, Global Timesreported.
Chinese military affairs expert Song Zhongping said the Type 076 amphibious assault ship marks a significant technological advance, introducing new possibilities for naval operations. Speaking to the Global Times on Saturday, he noted that the vessel addresses the challenge of deploying carrier-based aircraft from amphibious assault ships while also driving innovation in future maritime operational concepts.
The Type 076 combines technologies developed for China’s Type 075 amphibious assault ship and Type 003 aircraft carrier, bringing together existing systems to create a more advanced naval platform. According to Song, the integration of these technologies improvaes the ship’s overall capabilities and demonstrates China’s progress in electromagnetic catapult systems and related technologies.
Enabling longer-range drone missions with heavier payloads
The electromagnetic catapult system aboard the Type 076 is expected to expand the range of aircraft the ship can deploy, supporting both manned fighter jets and larger unmanned aircraft. According to Song, the technology could allow drones to operate with heavier payloads and greater endurance, enabling them to carry additional equipment or weapons for longer-range missions.
Launched in December 2024, the Sichuan began its first sea trials in November 2025, according to Xinhua News Agency. The vessel has a full-load displacement of more than 40,000 tons and features a twin-island superstructure, a full-length flight deck, and newly integrated electromagnetic catapult and arrestor systems.
These technologies are designed to improve aircraft launch and recovery capabilities while expanding the operational flexibility of the ship. Furthermore, the vessel is designed as a multi-role naval platform capable of supporting a range of operations, including the deployment of fixed-wing aircraft, helicopters, and amphibious equipment.
Chinese media note that the ship has successfully completed multiple rounds of sea trials, allowing engineers and naval crews to evaluate its systems, performance, and operational readiness ahead of its expected commissioning.
A physicist built a mini-universe out of cold atoms and used it to test where time comes from. It made big headlines a few weeks ago, and I almost skipped it, as most "universe in a lab" stories are nonsense. But then I actually read the paper. Let's take a look.
A nova Alexa Plus vai muito além de ganhar uma voz diferente. Testei a assistente em português e, logo nas primeiras conversas, ficou claro que a inteligência artificial generativa mudou completamente a forma de interagir com ela.
Não precisei escolher as palavras com cuidado, pude corrigir pedidos no meio da conversa e até fazer perguntas em sequência sem recomeçar do zero.
Em vários momentos, a Alexa entendeu o contexto da minha casa e usou informações da minha rotina para responder de forma mais personalizada. Mas a experiência não é perfeita. Na hora de reproduzir filmes e séries na TV, por exemplo, encontrei falhas mesmo quando a assistente localizou exatamente o conteúdo que eu havia pedido.
Para o teste, usei tanto modelos antigos, como a Echo Dot 4 e Echo 4, quanto mais recentes, como a Echo Show 11 de última geração e a Echo Spot.
Conversas ficaram mais naturais
Uma das maiores mudanças que percebi é a liberdade para formular comandos. Não é mais necessário decorar a frase exata de uma rotina ou o nome cadastrado de cada dispositivo para controlar a casa.
Ao dizer apenas “apaga a luz”, por exemplo, a Alexa Plus consegue interpretar a situação, identificar o cômodo em que está instalada e apagar a luz correspondente. A experiência fica mais próxima de uma conversa e menos parecida com o uso de um controle remoto por voz.
Também consegui reunir várias ordens em uma única frase. Dá para pedir que a assistente apague a luz da sala, acenda a do abajur, ligue a televisão e ajuste o ar-condicionado sem separar cada ação em um comando diferente.
Essa inteligência também aparece em tarefas simples. Ao ditar vários produtos para a lista de compras, a Alexa Plus consegue separar cada item corretamente, em vez de registrar toda a frase como se fosse um único produto.
A Alexa Plus também consegue resolver buscas a partir de descrições vagas. Isso ajuda quando você quer encontrar um filme ou uma música, mas não lembra o título. Basta dar uma descrição de cena ou parte da letra.
Rotinas podem ser criadas sem abrir o aplicativo
Uma das funções que mais me surpreendeu foi a criação de rotinas. Antes, eu precisava abrir o aplicativo da Alexa e navegar por vários menus até configurar tudo do jeito que queria. Com a Alexa Plus, bastou explicar por voz o que eu pretendia automatizar. Durante a conversa, consegui testar o resultado, fazer ajustes e refinar a rotina sem tocar no celular.
Também experimentei criar tarefas recorrentes mais específicas, como um lembrete para tomar um remédio sempre no mesmo horário, e funcionou sem complicação.
Na prática, percebi que a Alexa Plus vai além dos lembretes tradicionais: em vez de apenas disparar um alarme, ela pode acompanhar determinadas informações periodicamente e me avisar quando houver alguma novidade relevante.
Memória faz a Alexa reconhecer hábitos da casa
A memória contextual é uma das funções que mais diferenciam a Alexa Plus da versão anterior. Entre as possibilidades do recurso, estão:
Guardar preferências, restrições e informações sobre a rotina dos moradores;
Considerar restrições alimentares ao sugerir receitas e indicar substituições adequadas;
Enviar receitas e outras informações ao celular para consulta pelo aplicativo;
Receber documentos, como convites de eventos, e guardar dados como datas, horários e locais;
Consultar informações desses arquivos em interações futuras.
Na prática, o recurso também torna algumas conversas surpreendentemente pessoais. Durante o teste, após ela errar em uma resposta, eu falei para a Alexa “ir dormir”. Ela respondeu, também em tom de brincadeira, que não dormia e ficava “processando piadas ruins para amanhã”.
Logo depois, lembrou que eu acordo às 5h da manhã e disse que eu era quem deveria estar pensando em dormir. A resposta chamou atenção porque não se limitou a uma piada genérica: a Alexa recuperou uma informação sobre a minha rotina, entendeu o contexto e usou o dado de forma bem-humorada.
O curioso é que ela fez a brincadeira antes mesmo de eu definir o alarme. Eu sempre peço para a Alexa me acordar no momento em que vou me deitar, sem deixar um horário programado para todos os dias. Então ela, de fato, se lembrou da minha rotina.
Alexa Plus também cria e edita imagens
Nos dispositivos Echo com tela, a Alexa Plus também funciona como uma ferramenta de criação e edição de imagens. O usuário pode pedir uma imagem completamente nova a partir de uma descrição ou solicitar alterações em uma imagem existente.
Depois que o resultado aparece na tela, dá para pedir que a Alexa envie a imagem ao celular. Isso facilita tanto o compartilhamento com outras pessoas quanto o armazenamento no smartphone.
Esse envio não se limita às imagens. Informações encontradas durante uma conversa, como receitas, roteiros e outros conteúdos, também podem ser encaminhadas ao celular para uma consulta mais confortável.
O recurso funciona bem, e a Alexa gera imagens de forma satisfatória. Nas vezes em que testei, as fotos ficaram tão boas quanto as geradas por IAs como ChatGPT ou Gemini. Mas, em alguns cenários, ela pode ter alguma dificuldade, apesar de eu não ter tido problemas durante o uso.
No exemplo abaixo, dei um comando simples, para gerar uma imagem de um cachorro preto com manchas brancas no peito correndo em um parque. A foto gerada sequer parece ter sido gerada por uma inteligência artificial.
Alexa ainda tropeça ao reproduzir filmes e séries
Nem tudo funcionou tão bem quanto a Amazon prometeu. Nos meus testes, a Alexa Plus conseguiu encontrar os filmes e séries que pedi, mas nem sempre executou a reprodução apenas com comandos de voz.
Quando pedi para reproduzir How I Met Your Mother no Disney+, por exemplo, a assistente localizou a série e exibiu as plataformas nas quais ela estava disponível. O problema é que, mesmo indicando o serviço no comando, ela não iniciou o episódio automaticamente. No fim, precisei escolher manualmente uma das opções na tela.
Já com o YouTube, a experiência foi bem mais convincente. Consegui abrir o aplicativo, procurar uma transmissão ao vivo da Copa do Mundo na CazéTV e iniciar o vídeo usando apenas a voz. Foi preciso dar um comando de cada vez, abrir o app, pesquisar o vídeo e depois reproduzi-lo, mas todo o processo funcionou sem que eu precisasse tocar na TV.
Alexa Plus muda mesmo a experiência?
Depois de testar a Alexa Plus em português, fiquei com a impressão de que ela não transforma os dispositivos Echo em produtos completamente novos, mas muda bastante a forma de usá-los.
A possibilidade de falar de maneira mais natural, juntar vários pedidos em uma única frase e criar rotinas apenas com a voz elimina boa parte da rigidez que sempre existiu na Alexa tradicional.
Também gostei da memória contextual. Quando ela funciona como esperado, a assistente não apenas lembra das informações que compartilhei, mas consegue aproveitá-las durante a conversa de um jeito que faz mais sentido.
O envio de documentos amplia ainda mais essa experiência, porque permite alimentar a IA com dados que eu nunca precisei ditar em voz alta. Já recursos como a criação de imagens e o compartilhamento de conteúdos com o celular mostram que a Alexa Plus vai além da automação da casa.
O principal ponto fraco que encontrei foi a reprodução de vídeos. Em mais de uma ocasião, a assistente encontrou exatamente o filme ou a série que eu queria assistir, mas não iniciou a reprodução automaticamente. Isso interrompe uma experiência que, no restante do tempo, parece muito mais natural.
Mesmo com essa limitação, terminei os testes com uma impressão positiva. A Alexa Plus em português parece menos robótica e muito mais capaz de entender o que eu realmente quero dizer, sem que eu precise pensar na frase exata para cada comando.
Nos anos 1990 e durante uma parte dos anos 2000, as locadoras eram o principal refúgio para quem buscava jogos de Super Nintendo e Mega Drive. Para muitos fãs de videogames, ir ao estabelecimento aos sábados de manhã beirava o “religioso”.
Ainda que nenhum deles tivesse todos os cartuchos desses videogames, alguns faziam muito mais sucesso que outros e sempre apareciam para quem chegava cedo ou via um momento de sorte.
Dito isso, uma lista seleta de títulos do SNES sempre era procurada pelos corredores. Aqueles dos quais você se lembra até da capa, de tanto segurá-los em suas mãos ou ver seus amigos locarem para aquele fim de semana “multiplayer”.
Para ajudar você a se lembrar deles, hoje o Canaltech lista 10 jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou ao menos uma vez.
10. Chrono Trigger
Um dos maiores JRPGs de uma geração, Chrono Trigger (1995) era uma experiência ampla e repleta de camadas, considerado como uma verdadeira obra-prima. Além disso, vê-lo nas locadoras foi o contato de muitos com o gênero.
Como não é um título “curto”, muitos ainda tentavam alugá-lo múltiplas vezes para conseguir avançar mais rápido na aventura e ver a sua conclusão em um fim de semana. Porém, com ao menos 23 horas de aventura, muitas crianças só viram o encerramento anos depois.
9. Mortal Kombat 3
Sem tantas opções mainstream de luta como vemos hoje, Mortal Kombat 3 (1995) se destacava pela agressividade, pelos movimentos elaborados e por trazer sangue de verdade — diferente da primeira versão, que teve a sua cor censurada.
Seja para jogar com aquele primo que não saía da sua casa, seja para se divertir nas torres e modo arcade, não é à toa que ele foi um dos jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou ao menos uma vez — já que garantia horas de diversão, de várias formas distintas.
8. Mega Man X
No início dos anos 1990, Mega Man já era muito conhecido entre os gamers e Mega Man X (1993) chegou com uma abordagem inédita: com uma história mais madura, personagens estilizados como os animes e ação desenfreada durante o gameplay.
Quem não se lembra de anotar os códigos, tentar encontrar as partes da armadura de X e fazer uma verdadeira “speedrun” para derrotar Sigma que atire a primeira pedra. Um clássico, ele fez parte da vida de muitos fãs e continua vivo no coração desses.
7. Goof Troop
Produzido por Shinji Mikami, pai da franquia Resident Evil, Goof Troop (1992) era o verdadeiro It Takes Two (2021) daquela geração. Pateta e Max tinham de se ajudar para vencer os desafios, enquanto completavam dezenas de quebra-cabeças.
Inspirado nos desenhos animados da Disney, o título foi um verdadeiro sucesso — tanto por incentivar o trabalho em equipe (em vez da disputa direta, como os outros), quanto por ser incrivelmente divertido.
6. Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time
O beat ‘em up Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time (1991) permitia escolher entre um dos quatro irmãos quelônios para impedir a ameaça do Destruidor. Durante a aventura, você tinha de derrubar o exército do Clã do Pé e vários chefões.
Com fases que mudavam a ambientação, estágios nos quais era permitido surfar nos esgotos e soluções criativas para o gênero, Leonardo, Raphael, Donatello e Michelangelo viram nele o ápice de sua presença nos videogames.
5. Top Gear
Quando se fala em Top Gear (1992), é impossível não se lembrar do Super Nintendo, das locadoras, sua trilha sonora que marcou toda uma geração e a intensidade das corridas que conquistava os jogadores.
Com diversos veículos para escolher, power-ups e desafios, ele era a escolha favorita de muita gente que ama velocidade. Mesmo que tenha alguns que prefiram Top Gear 3000 (1995), o importante era curtir a diversão solo ou com amigos.
4. Donkey Kong Country
Donkey Kong Country (1994) representou o ápice gráfico do SNES e era o queridinho de muitos nas locadoras. Enquanto Mario era visto como “jogo de criança”, o gorila da Nintendo representava algo mais “descolado” e cheio de atitude.
Você podia controlar o próprio DK e Diddy Kong, explorar várias fases, passar pelos trechos com o carrinho de mineração e encarar muitos inimigos em busca das bananas. Mesmo que prefira o segundo ou o terceiro, o que vale é o entretenimento na franquia.
3. Super Mario Kart
Em Super Mario Kart (1992), você tinha uma verdadeira central de diversão. Quem alugou a fita para Super Nintendo lembra que era possível correr em diversas pistas, disputar com amigos e até encarar todos em um “battle royale” completo.
Apreciado pela tecnologia do Mode 7, por apresentar todo um conceito que até então era inédito para os jogos do gênero e abrir toda uma nova vertente para outros mascotes (Sonic, Crash e outros a seguem até hoje), ele impressionava e muitas vezes era até disputado nesses estabelecimentos.
2. Street Fighter II
Apesar da fama de MK, Street Fighter II (1992) marcou muito mais os jogadores do SNES. No papel de um lutador, você viajava o mundo para enfrentar diversos outros no meio das ruas para ter a chance de encarar M. Bison e a organização Shadaloo.
Muitos até podiam curti-lo sozinhos, mas era um dos títulos mais esperados para disputar com os colegas e ver quem seria o melhor — e com qual personagem, é importante lembrar. Ele marcou uma geração e se tornou um dos principais games de luta de todos os tempos.
1. International Superstar Soccer Deluxe
O Brasil é o país do futebol e só tinha um jogo que sintetizava isso para os fãs com um Super Nintendo: International Superstar Soccer Deluxe (1995). A Konami trazia seleções, times, códigos para cheats dentro do jogo e muito entretenimento entre os jogadores.
Muitos o pegavam várias vezes nas locadoras, para treinar e para poder chamar a galera em casa e fazer o emblemático “campeonatinho”. Pode não ter sido a sua preferência, mas era de alguém próximo e esse cartucho sempre parava na sua casa de algum modo.
Jogos mais alugados de Super Nintendo
A popularidade das locadoras chegou ao fim, mas sua cultura permanece no coração de muitos — mais de 30 anos depois de seu ápice. Era o local no qual fãs com um Super Nintendo se reuniam, trocavam dicas e formavam conexões que às vezes duravam poucos minutos, mas que trouxeram experiências incríveis.
Ainda que alugar cartuchos como The Legend of Zelda: A Link to the Past, Disney’s Magical Quest, Contra III: The Alien Wars, Super Metroid, Super Castlevania IV e dezenas de outros fosse comum, alguns títulos ficaram gravados na memória de todo mundo. São eles:
Mesmo num eclipse total, a tecnologia ajuda a que ninguém fique de fora. Chama-se LightSound e é um pequeno dispositivo capaz de transformar a luz do Sol em notas musicais, permitindo que pessoas cegas ou com deficiência visual "ouçam" a passagem da Lua em frente ao astro-rei.
From perfumes and synthetic flavorings to plastics and resins, acetaldehyde is a chemical used to make countless everyday products.
However, producing it efficiently has remained a challenge because the catalysts that convert ethanol into acetaldehyde gradually lose activity, generate unwanted byproducts, or break down over time.
Now, researchers have developed a three-metal catalyst that tackles those long-standing problems in an unusual way. By pairing platinum and chromium atoms inside a silver matrix, they created tiny dumbbell structures known as heterometallic pair sites.
These atomic pairs selectively remove only the hydrogen atoms needed to convert ethanol into acetaldehyde while suppressing the deactivation pathways seen in comparable platinum-silver and chromium-silver catalysts.
“Our catalyst solves an important problem in chemistry because it completes a selective dehydrogenation: Instead of stripping away all of the hydrogen atoms, it removes just the ones necessary,” Anatoly Frenkel, one of the study authors and a chemist at Stony Brook University, said.
Moreover, since the process starts with ethanol that can be produced from biomass such as crop residues, forestry waste, and food waste, it could also provide a more sustainable alternative to conventional petrochemical production.
Breaking the limits of conventional catalysts
Catalysts speed up chemical reactions without being consumed, but making one that is both fast and selective is difficult. In ethanol dehydrogenation, conventional catalysts often keep reacting after removing the required hydrogen atoms, triggering unwanted reactions.
Over time, they can also become coated with carbon deposits, known as coking, or undergo structural changes that reduce their performance.
To overcome these problems, the researchers turned to quantum mechanical calculations, which predicted that platinum and chromium atoms would naturally pair up when dispersed inside silver.
“Prior quantum chemical calculations and surface science experiments by our collaborators showed that platinum-chromium pairs form preferentially in silver and exhibit electronic structures distinct from isolated platinum and chromium sites, enabling unique surface chemistry,” Jason Weaver, one of the study authors and a chemist at the University of Florida, said.
The team then fabricated thin films of the alloys to test whether these predicted atomic pairs actually formed.
Building the atomic picture
The researchers combined several advanced techniques to examine the catalyst from the inside out. At Brookhaven National Laboratory’s National Synchrotron Light Source II, X-ray absorption fine structure (XAFS) measurements confirmed that platinum and chromium atoms had indeed paired together throughout the silver host.
The catalyst’s surface was then analyzed at Sweden’s MAX IV synchrotron using surface-sensitive XAFS and ambient-pressure X-ray photoelectron spectroscopy (AP-XPS), which allowed scientists to observe the catalyst while it was actively converting ethanol.
These measurements showed that only catalysts containing platinum-chromium pairs efficiently produced acetaldehyde.
Additional scanning transmission electron microscopy (STEM) mapped the distribution of platinum and chromium atoms inside the silver matrix, providing further evidence that the unusual atomic arrangement was responsible for the catalyst’s behavior.
“Combining this with the local bonding information from surface-sensitive XAFS gives a really complete picture of the state of the catalyst and how this affects its performance,” Lindsay Merte, one of the study authors and an associate professor of physics at Malmö University, said.
Tiny atomic pairs, major gains
Catalytic tests showed that the trimetallic platinum-chromium-silver catalyst became active at around 200°C and steadily increased its activity up to 350°C, where it selectively converted ethanol into acetaldehyde and hydrogen, with mass spectrometry identifying these as the dominant gaseous products.
In contrast, platinum-silver catalysts accumulated carbon deposits that blocked active sites, while chromium-silver catalysts became less effective because of oxidation.
The platinum-chromium pairs greatly suppressed both of these deactivation pathways, allowing the catalyst to remain active for longer.
The researchers also found that these heterometallic pair sites stayed stable even at relatively high active-metal loadings, addressing a common limitation of many atomically dispersed catalysts.
Previous studies had suggested that carefully designed pairs of different metals could outperform isolated single atoms, but this work provides experimental evidence that such heterometallic pair sites can operate under realistic reaction conditions.
A new strategy for catalyst design
The study offers a new blueprint for catalyst design. Instead of searching for entirely new materials, scientists may be able to create longer-lasting, more selective catalysts simply by arranging familiar metals in new atomic partnerships—a strategy that could benefit not only ethanol dehydrogenation but many other industrial chemical reactions as well.
However, the catalyst has so far been demonstrated only as a model thin-film system, so additional work will be needed before it can be adapted for industrial reactors.
The researchers’ next goal is to translate the same atomic design into high-surface-area nanoparticles, which are better suited for large-scale chemical manufacturing.
The study is published in the journal Angewandte Chemie.
Visible in Scotland, the total solar eclipse of Aug. 2, 1133, featured nearly 4½ minutes of totality. This eclipse provides just one of many historical examples of people wrongly associating a celestial spectacle with an earthly event: In his Historia Novella, written between 1140 and 1143, English historian William of Malmesbury linked the eclipse withContinue reading "Aug. 2, 1133: A total eclipse is misremembered"
Growing populations and expanding industries are intensifying freshwater shortages across parts of Africa, the Middle East, and Southeast Asia, increasing the need for sustainable water supplies. Solar desalination has emerged as a promising solution, using sunlight to convert seawater into freshwater with relatively low energy requirements.
But real-world conditions pose a challenge. Seawater near ports, shipping routes, and industrial areas is often contaminated with oil, which can clog desalination membranes and reduce their performance.
Although many experimental solar desalination systems have shown strong results in laboratory tests using clean saltwater, it remains uncertain how effectively they would operate in polluted seawater.
New membrane design aims to make solar desalination more practical
In an effort to overcome this limitation, researchers at Pusan National University developed a multifunctional hydrogel membrane that combines oil separation and solar-driven desalination in a single system.
Led by Professor Sanghyun Jeong from the Department of Civil and Environmental Engineering, the team designed a membrane architecture that simultaneously removes oil contaminants while producing freshwater, eliminating the need for separate treatment stages. The study was published online on June 1, 2026, and will appear in the October 15, 2026, issue of Desalination.
Inspired by the need for selective water treatment, the researchers developed a membrane with a “Janus” architecture, giving each side a distinct function. One surface is hydrophilic, made from a chitosan and polyvinyl alcohol hydrogel, allowing water to pass through while blocking oil droplets.
The opposite surface is hydrophobic and incorporates copper oxide nanoparticles coated with a carbon shell, which are embedded within a nanofiber layer. This dual-sided design enables the membrane to handle different contaminants while supporting more efficient desalination and oil separation.
Higher oil removal and faster solar water evaporation
By separating the membrane’s functions across different layers, the researchers prevented oil separation and solar heat generation from interfering with each other, a common challenge in single-layer designs. The hydrophobic side absorbs sunlight, converts it into heat, and drives water evaporation at the membrane surface.
Testing showed that the membrane removed more than 99.99% of oil from contaminated seawater while maintaining stable performance across different oil droplet sizes and repeated cycles. During solar desalination experiments, it achieved a water evaporation rate of about 0.05 gallons per square foot per hour, nearly three times higher than conventional single-layer membranes.
According to Prof. Jeong, the new membrane technology could support more sustainable water treatment by harnessing renewable solar energy while combining contaminant removal and freshwater production in a single platform. The integrated approach has the potential to reduce energy consumption, simplify operations, and minimize secondary waste generation compared with conventional desalination methods.
The researchers suggest that the membrane developed in this study represents a broader strategy for designing next-generation water treatment technologies. By integrating multiple treatment functions into a single membrane architecture, the approach could provide a framework for creating more efficient and adaptable systems beyond desalination applications.
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