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10 jogos parecidos com God of War para jogar enquanto Laufey não chega

A Santa Monica Studio anunciou God of War: Laufey de surpresa. O jogo no estilo hack and slash acompanhará Faye, esposa falecida de Kratos e mãe de Atreus, enquanto desbrava um local conhecido como Everywhen, um pós-vida onde diferentes mitologias se chocam.

O jogo recebeu um generoso trailer de jogabilidade de pouco mais de 20 minutos. Embora ainda não tenhamos uma data de lançamento confirmada, o jornalista da Bloomberg, Jason Schreier, sugeriu que God of War: Laufey pode chegar em 2027:

"Só para constar, eu não daria muita importância ao fato de God of War: Laufey não ter uma data ou previsão de lançamento. Ao contrário de muitos outros grandes anúncios, este não está a anos de distância".

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Na narrativa, o título protagonizado por Faye começa durante o início do reboot God of War (2018) e deve se estender até os eventos de Ragnarök.

Para se preparar, o Canaltech trouxe esta lista de jogos que podem entrar no seu backlog antes do lançamento de God of War: Laufey. Obviamente, se você não jogou nenhum God of War da saga nórdica ou a trilogia original, recomendamos fortemente jogá-los antes do novo game da franquia. Vale notar que a lista está em uma ordem aleatória.

O que torna um jogo parecido com God of War?

A saga nórdica de God of War foi muito bem-sucedida ao levar Kratos para um jogo de ação em terceira pessoa com uma pegada mais cinematográfica e narrativa. No entanto, as raízes da série remontam aos anos 2000, quando o espartano estreou no PlayStation 2 como um dos hack and slash mais influentes de todos os tempos.

Não há tantos jogos parecidos com God of War, pelo menos não em um nível de produção AAA. O que temos são games que exploram a mitologia ou mecânicas de combate características da série da Sony. Nesses casos, há um leque muito maior de opções para quem quer fazer um esquenta antes do lançamento de God of War: Laufey.

A ideia é reunir jogos com pelo menos um pilar da franquia protagonizada por Kratos: combate físico, escala épica, progressão, narrativa cinematográfica, mitologia ou chefes marcantes.

8. Darksiders

Darksiders é uma excelente opção para quem busca combates frenéticos e brutais no estilo hack and slash clássico. Quem curte armas mais robustas e chefes gigantes vai adorar essa recomendação. Embora haja certa resistência nas comparações entre God of War e a franquia criada pela Vigil Games, dificilmente os fãs que gostaram de um não curtirão o outro.

Darksiders III seguiu um caminho mais soulslike (Divulgação/THQ Nordic)

As remasterizações dos dois primeiros jogos da franquia, bem como Darksiders 3, podem ser facilmente encontrados em plataformas atuais e entram em promoção com frequência, garantindo uma boa acessibilidade.

7. Dante’s Inferno

Dante's Inferno é outro clássico hack and slash indispensável para qualquer jogador. O Canaltech costuma citar o jogo com frequência em listas de títulos excelentes que tiveram sua sequência cancelada, clássicos que merecem ser relançados com novos gráficos e como um dos jogos de XBOX 360 que ainda valem a pena ser jogados hoje em dia.

Sequência de Dante's Inferno nunca viu a luz do dia (Divulgação/Electronic Arts)

Se o PlayStation 3 tinha God of War III ao seu dispor, donos dos consoles de sétima geração da Microsoft podiam aproveitar Dante's Inferno. O game, baseado na Divina Comédia, de Dante Alighieri, nos coloca na pele de um guerreiro das Cruzadas morto no campo de batalha, que precisa resgatar sua amada das mãos de Lúcifer.

Dante's Inferno se assemelha muito ao God of War clássico e divide com o jogo da Santa Monica a atmosfera e os inimigos grotescos, Quick Time Events, câmera em terceira pessoa, seções de plataforma, puzzles e, claro, um hack and slash visceral.

6. Devil May Cry 5

Para quem quer um combate mais parecido com os jogos mais recentes de God of War, Devil May Cry 5 é uma excelente pedida. Obviamente, há um abismo de distância entre os dois jogos nos quesitos história, narrativa, temática e estilo, mas eles acabam se encontrando em certos aspectos do combate.

Devil May Cry 5tem mais de sete anos (Divulgação/Capcom)

Devil May Cry 5 carrega um gameplay focado em combos e estilo. A diferença no combate está principalmente no 'peso'. Enquanto GoW é um pouco mais pesado e menos técnico, o hack and slash da Capcom é bem mais veloz e complexo. Curiosamente, God of War: Laufey parece herdar um pouco desse combate mais estilizado e veloz.

5. Black Myth: Wukong

Para quem gosta de explorar mitologias nos games, Black Myth: Wukong dá uma aula no assunto ao trazer lendas chinesas. O RPG de ação é uma adaptação de Jornada ao Oeste, história que inspirou diversas obras, como Dragon Ball.

Black Myth: Wukong puxou indústria de games da China para outro patamar (Divulgação/GameScience)

Black Myth: Wukong possui uma dificuldade mais elevada do que a de God of War, mas bebe bastante da água disponibilizada pela Santa Monica, como animações e um sistema de equipamentos bem parecidos com o que foi visto na saga nórdica de Kratos.

4. Bayonetta

Bayonetta assumes uma face mais excêntrica e exagerada de God of War, mas tem uma ação estilizada e combates hack and slash muito bem-vindos para os fãs da franquia da Sony, em especial da trilogia grega.

Sequências de Bayonetta seguiram como exclusivas de sistemas da Nintendo (Divulgação/Platinum Games, Nintendo)

O jogo da Platinum Games traz diversos elementos familiares, como chefes gigantes, combos e combate veloz. Para quem tem uma ligação maior com a história de Kratos, Atreus e companhia, o foco de Bayonetta não é na narrativa.

3. Hellblade: Senua's Sacrifice

A duologia Hellblade vai um pouco na contramão de outras sugestões. Em vez de trazer um combate próximo ao da franquia God of War, a Ninja Theory trouxe ao mundo um jogo com uma narrativa mais densa e menos expositiva. No primeiro jogo, há algumas seções de combate um pouco mais parecidas com God of War, embora com um leque menor de golpes e habilidades.

Primeiro jogo de Hellblade tinha uma ênfase um pouco maior em combate (Divulgação/Microsoft)

Assim como na IP da Santa Monica, Hellblade explora as mitologias nórdica e celta, com histórias e lendas muito bem conhecidas pelos fãs de Kratos. A mecânica principal do jogo são as fúrias, vozes que acompanham o quadro de psicose da protagonista Senua. Embora as semelhanças sejam bem limitadas aqui, Hellblade: Senua's Sacrifice oferece batalhas contra deuses como Sutr e Valravn, ainda que o final divida opiniões.

2. Hellblade II: Senua's Saga

O segundo jogo, Hellblade II: Senua's Saga, adota ainda mais o nível cinematográfico e narrativo e abre mão de parte do combate visto no em Senua's Sacrifice. A apresentação gráfica é indiscutivelmente uma das melhores da geração, apesar da direção que a Ninja Theory seguiu ser bem questionável para alguns.

 Hellblade II: Senua's Saga é para fãs de aventuras ultra-lineares e cinematográficas (Divulgação/Microsoft)

Um terceiro jogo intitulado Senua chega em 2027 para PlayStation 5, assim como God of War: Laufey. Na nova entrada, a desenvolvedora irá adotar um foco maior na exploração e no combate, algo muito pedido pelos fãs e que deve aproximar as experiências de Senua e Kratos.

1. Ghost of Tsushima

Outro first-party da Sony que pode ser uma excelente pedida para quem quer se preparar para God of War: Laufey é Ghost of Tsushima. Muitos fãs do jogo da Sucker Punch recomendam o game para quem gostou de God of War. 

Ghost of Tsushima foi um dos últimos grandes exclusivos do PlayStation 4 (Divulgação/Sony)

Esse é o tipo de jogo que entrega uma experiência mais narrativa e de aventura, um verdadeiro padrão para os últimos jogos single-player da Sony. Não há uma relação direta entre God of War e Ghost of Tsushima, com exceção do sentimento de aventura épica com o selo de qualidade PlayStation. Além dos gráficos de alto nível, o jogo ambientado em Tsushima do ano de 1274 apresenta um combate corpo a corpo um tanto visceral.

Melhor forma de aproveitar jogos parecidos com God of War

Para quem gostou de God of War (2018) ou Ragnarök, recomendamos começar fortemente por Devil May Cry 5 ou Hellblade: Senua's Sacrifice. Embora distantes do conjunto da obra da Santa Monica, esses dois jogos agradarão tanto a quem curtiu o combate de Kratos e quer explorar algo mais técnico e rápido quanto a quem amou o aprofundamento na mitologia nórdica e quer experienciá-la de uma maneira bem diferente.

Já para quem está em busca de algo mais próximo aos clássicos, é bem provável que Darksiders, Bayonetta ou Dante's Inferno ressoem mais com você. No fim das contas, o importante é aproveitar jogos excelentes que carreguem alguns dos vários pilares de God of War e se preparar para a aventura de Faye em Everywhen.

Jogos parecidos com God of War não são tão parecidos assim?

Como dito no início, jogos mais recentes de God of War têm poucos concorrentes AAA nos dias de hoje. Apesar dos jogos listados acima parecerem distantes das obras da Santa Monica Studio, é possível que muitos que não os experimentaram sintam um gostinho dos títulos estrelados por Kratos.

Leia a matéria no Canaltech.

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Scientists decode how birds, fish, insects, and mammals communicate to work together

Nature is often portrayed as a battlefield where every species competes for food, territory, and survival. Yet some of the most successful relationships in the natural world are built on cooperation. 

Across oceans, forests, and deserts, animals regularly interact with members of other species in ways that benefit both sides. Interestingly, from an evolutionary perspective, this cooperation should be difficult. This is because animals belonging to different species do not share the same instincts, sensory abilities, or interests. 

One animal may communicate through scent, another through movement, and a third through sound. Also, misunderstandings can be dangerous. A potential partner might instead become a competitor, a parasite, or even a predator.

“This gap in our understanding is noteworthy because animal interspecies cooperation combines features of multiple interaction types, sharing some challenges with broader mutualisms, such as cross-species communication and increased risk of harm or exploitation,” the authors of a new study note.

A new study examines how species overcome these obstacles through the exchange of information. The study authors argue that cues and signals help animals identify potential partners, assess their motivation to cooperate, and judge how reliable they are likely to be.

“Cues and signals are likely to be particularly crucial in animal interspecies cooperation, a specific form of mutualism that depends on real-time, interactive behavioural coordination to secure mutual benefit,” the study authors added.

By bringing together evidence from many forms of interspecies cooperation, the study provides a framework for understanding how communication helps make these unlikely partnerships possible.

Reducing risk and uncertainty in animal cooperation

The study emerged from a large interdisciplinary effort involving 58 researchers working across fields including animal behavior, ecology, evolution, anthropology, and linguistics. 

Rather than focusing on a single species or ecosystem, the team examined evidence from a broad range of cooperative relationships to understand the common principles that allow different species to coordinate their actions.

What interested the researchers was not the details of any one partnership but a challenge common to all of them, which was uncertainty. Whenever individuals from different species interact, they must somehow determine whether cooperation is worth the risk.

The researchers found that many cooperative systems contain mechanisms that reduce this uncertainty. These can include visual displays, sounds, chemical compounds, body postures, or repeated behavioral patterns. 

Regardless of the form they take, their purpose is similar—they provide information that allows one species to anticipate the actions of another.

Seen this way, communication functions less like a conversation and more like a mechanism for reducing uncertainty. Signals can reveal who a partner is, whether it intends to cooperate, and how predictable its behavior is likely to be. By making behavior more predictable, they reduce the risks that would otherwise discourage cooperation.

One example comes from the partnership between greater honeyguide birds and humans in parts of Africa. The birds use calls and behaviors that help direct people toward wild bees’ nests, while humans respond with their own vocal signals during the search. As a result, both sides gain access to resources they would struggle to obtain as efficiently on their own. 

From accidental clues to biological languages

The study also explores how communication systems may evolve over time. The researchers distinguish between cues and signals. A cue provides information to another species but did not evolve specifically for communication. 

A signal, in contrast, has been shaped by evolution because it influences how another organism responds. However, the study authors note, “signals can evolve from cues.”

The study points to interactions involving brightly colored cleaner fish on coral reefs as an example of how information can facilitate cooperation. Their distinctive appearance and behavior help client fish recognize them as cleaning partners rather than prey.

According to the researchers, characteristics that reliably convey useful information can become increasingly important if other species benefit from responding to them. Over time, natural selection may strengthen these interactions.

Individuals who provide clearer information gain more cooperative opportunities, while those who interpret the information more accurately gain greater benefits. The authors suggest that this process can lead to coevolution, with one species becoming better at providing information and the other becoming better at interpreting it.

In this way, what begins as an incidental cue can gradually develop into a more specialized signal that helps coordinate cooperation between species. The researchers also found that these communication systems are not always fixed. Some appear remarkably consistent, while others vary across environments and populations. 

This flexibility suggests that communication between species can be shaped not only by evolution but also by local ecological conditions and, in some cases, learning.

The hidden rules of cooperation

According to the study authors, “animal interspecies cooperation provides a powerful opportunity to investigate the evolution of communication.” 

By examining how species exchange information to coordinate their actions, the researchers argue that communication may be one of the hidden foundations of cooperation in nature.

By comparing interspecies cooperation with communication systems found within species and in other mutualistic relationships, the authors provide a broader framework for understanding how cooperation emerges and persists.

At the same time, the researchers emphasize that many forms of interspecies communication remain poorly understood. This is because most studies have focused on a relatively small number of well-known examples, leaving many species and ecosystems unexplored. 

Future work will investigate how signals originate, how they vary across populations, and how communication systems can evolve between cooperating species.

For now, the study’s message is simple. Cooperation does not require animals to share a common language. It requires enough information for each partner to recognize, interpret, and respond to the other. In nature, this ability may be what transforms a risky encounter into a lasting partnership.

The study is published in the journal Animal Behavior.

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Patient bizarre : admise aux urgences pour des saignements vaginaux, ce que les médecins ont trouvé était inimaginable

Une femme de 53 ans a été admise à l’hôpital pour des saignements vaginaux associés à des pertes malodorantes. L’échographie pelvienne réalisée sur cette patiente, ménopausée depuis deux ans, a révélé la présence de corps étrangers dans son vagin et son utérus. 

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Pilha para controle, mouse e relógio: saiba qual tipo dura mais em cada aparelho

Nem toda pilha dura igual, e o motivo está menos na marca e mais no tipo de aparelho em que ela é usada. Controles remotos, mouses e relógios têm padrões de consumo bem diferentes, o que impacta diretamente na autonomia.

Segundo Douglas Muniz, gerente de produtos da Elgin, o fator principal é justamente esse perfil de uso. Uma pilha que dura meses em um controle remoto pode ter desempenho bem inferior em dispositivos mais exigentes, como mouses sem fio.

"Uma pilha que entrega meses de autonomia em um controle remoto pode falhar rapidamente em um microfone profissional, e o oposto também acontece", explica o especialista.

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Cada aparelho tem uma necessidade diferente

A diferença central está na forma como cada dispositivo consome energia. Controles remotos passam a maior parte do tempo sem uso e exigem pequenas quantidades de energia apenas no momento do acionamento dos botões.

Já teclados e mouses sem fio trabalham por períodos longos e com consumo constante. Há ainda equipamentos com exigência de picos de corrente elevados, como microfones de lapela, sistemas de áudio profissional e algumas ferramentas elétricas.

Fechaduras eletrônicas e alarmes também merecem atenção. Apesar do baixo consumo médio, essas tecnologias precisam funcionar imediatamente logo após o acionamento pelo usuário. Por isso, a tecnologia adequada varia conforme a aplicação.

Qual pilha usar em cada situação?

Para controles remotos e outros aparelhos de uso esporádico, as pilhas recarregáveis com porta USB-C aparecem como uma alternativa prática. Elas recebem carga diretamente com o mesmo cabo utilizado em celulares.

Pilhas recarregáveis são pouco recomendadas para controles remoto (Imagem: Imagem gerada por IA/Gemini)

A recomendação também vale para teclados e mouses sem fio. Esses periféricos se beneficiam da recarga simples e da estabilidade de tensão oferecida por esse tipo de tecnologia.

Já em ambientes corporativos e equipamentos profissionais, a tendência é utilizar pilhas ultra alcalinas ou recarregáveis desenvolvidas para aplicações exigentes. O usuário deve seguir sempre as especificações do fabricante.

Nem sempre a marca faz a diferença

Um dos grandes mitos entre consumidores é acreditar na durabilidade superior de uma marca específica em relação às concorrentes. Segundo Muniz, comparações técnicas mostram uma diferença entre fabricantes bem menor do que a percepção criada pela publicidade.

O que muda de forma significativa, na verdade, é a tecnologia utilizada. "O caminho seguro para o consumidor é comparar produtos da mesma tecnologia e recorrer a testes independentes antes de decidir", afirma.

Isso explica o motivo de uma pilha ultra alcalina apresentar desempenho superior ao de uma pilha comum de zinco. O salto de qualidade acontece mesmo sob comparação de marcas diferentes.

Recarregável nem sempre é a melhor opção

Outro equívoco frequente é acreditar na opção recarregável como a escolha sustentável definitiva. Elas fazem sentido em dispositivos de uso frequente, como mouses e teclados sem fio do dia a dia.

Contudo, não representam a alternativa ideal para equipamentos com longos períodos sem utilização. Nesses casos, a autodescarga exige uma nova recarga antes mesmo de o aparelho voltar ao uso normal na casa.

"Em alguns cenários de consumo muito baixo, uma alcalina de qualidade pode ter vida útil superior ao ciclo de uso da recarregável. A sustentabilidade real depende do casamento entre tecnologia e perfil de uso", conclui Muniz.

Entenda, também, qual é a diferença entre pilha e bateria.

Leia a matéria no Canaltech.

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Preview Control Resonant | Hack 'n' slash mostra evolução da Remedy

Testamos de forma antecipada o novo Control Resonant, projeto da Remedy Entertainment que promete elevar ainda mais o patamar de suas franquias. Agora mais próximo de um jogo de ação, o título tem como principal objetivo mostrar o “outro lado da moeda”: Dylan, irmão de Jesse — protagonista do primeiro jogo.

Mesmo em poucas horas, tivemos a oportunidade de ver uma grande parte de como o estúdio deseja entregar a aventura aos fãs de seu universo e, pela primeira vez desde o início do desenvolvimento, o teste foi realizado com as versões de PC (porém, com o uso de controle DualSense).

Com isso em mente, afirmo que fazia muito tempo que não me divertia com um game como Control Resonant. Ouso dizer que, desde Devil May Cry 5, não via mecânicas de hack ‘n’ slash e exploração serem tão bem utilizadas. Mesmo que o projeto não esteja finalizado, ao menos ele expressa um grandíssimo potencial.

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A ação de Control Resonant

Ainda que o estúdio identifique a experiência como ação e aventura, elementos de hack ‘n’ slash existem aos montes. A horda de inimigos, os combos, a forma como você pode mudar de armas conforme aperta os botões e o ritmo que toda a ação desenrola na tela. Só faltou aparecer um “SSS+” na tela ao fim de cada luta.

Imagem de Control Resonant
A cada abate em Control Resonant, esperei por uma nota aparecer como em Devil May Cry (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Basicamente todo o modo que Dylan batalha é personalizado de forma que te atenda melhor. Há um espaço, que podia ser visitado a qualquer momento durante o teste, em que você configura a arma leve, arma pesada, defesas, habilidades especiais e tudo mais que encontra em Control Resonant.

Este “espaço mental” é muito similar ao de Saga Anderson, de Alan Wake II, inclusive. Contudo, ao invés de estudar e analisar os fatos, serve para aprimorar ainda mais o protagonista da aventura — com espaço até para testá-las em ação sem penalidades no gameplay. 

Os chefões brilham demais

Na oportunidade, pudemos enfrentar dois chefões de Control Resonant — com propostas diferentes. O primeiro te encara dentro de uma praça aberta, o que mostra como você pode reagir quando não se tem espaço nenhum para se esconder. Isso, obviamente, ressalta sua capacidade de desviar e contra-atacar.

Já o segundo te confronta em uma área mais ampla, com prédios e espaços para cobertura. No entanto, a arena está lotada de inimigos e você precisa se preocupar com tudo simultaneamente. Ambos trazem um excelente desafio e dão a sensação que encara uma aventura épica, ao seu próprio modo.

Algo bacana disso tudo é que pudemos testar três trechos inteiros: o início da aventura, com as primeiras horas do título; uma fase mais avançada dentro da cidade de Nova York tomada por criaturas e monstros e, por fim, uma área subterrânea totalmente corrompida pelas anormalidades. 

Imagem de Control Resonant
Um dos chefões do trailer também é o primeiro que você encara no game (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

O primeiro confronto ocorre já no começo, após você ter uma noção completa dos comandos e ação com Dylan. Já o segundo acontece apenas no fim do estágio mais adiante de Control Resonant — o qual os desenvolvedores revelaram que encontraríamos em cerca de 4 a 5 horas de gameplay.

Se as batalhas contra oponentes menores, como figuras vampirescas e demônios já agradam bastante, assim como o tão temido ônibus corrompido, os chefões elevam bastante o patamar e oferecem um desafio e tanto. Seja de resistência, de movimentações ou de inteligência, terá um equilíbrio de dificuldade com a sua habilidade.

Cuidado sob controle

Mesmo sem recursos como o path tracing e outros ajustes gráficos, Control Resonant já impressiona. O estilo artístico da Remedy Entertainment brilhou ali, com prédios “dobrados”, subterrâneo cheio de nuances visuais e elementos que formam padrões ao redor de toda a cidade. Você com certeza vai parar em um momento ou outro para admirar os cenários.

A decisão de contrastar a horda de monstros, com seus ataques geralmente de cor vermelha, em meio a uma cidade escura e cheia de corrupção, me soou como um acerto e tanto. É como se me dissesse que a única coisa colorida que saía daquele ambiente “morto” não traria esperança, mas sim morte. O impacto visual é notório. 

Em alguns trechos, em particular, também notei um grande cuidado com o modo que nós e Dylan enxergaríamos todo esse universo. Control Resonant faz um excelente trabalho em mostrar que nada daquilo é “estranho” para o personagem, enquanto para nós são momentos impressionantes.

Como dito, testamos o game no PC que seguia com algumas configurações já pré-estabelecidas. Não tinha path tracing ainda, mas seguia em 4K, ray tracing acionado e a tecnologia DLSS no modo performance — o que se mostrou algo já incrível, mesmo distante do lançamento.

Imagem de Control Resonant
Control Resonant é um verdadeiro espetáculo visual, mesmo ainda sem path tracing (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Não é para menos, o computador estava equipado com uma placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 5090 Founders Edition. Não foi comentado sobre o que GPUs de menor poder, como as RTX 30 e 40, mostrarão daquilo que vimos no teste, mas apontam a recomendação de uma RTX 3070 e Radeon RX 6700 XT em diante. 

Por fim, o estúdio nos permitiu jogar uma build legendada e a tradução está em um nível muito similar ao que foi encontrado em Alan Wake II e Control. Isso ajudou a ressaltar o carisma de Dylan, que é um “peixe fora d’água” no mundo real. No lançamento, ele terá dublagem também em PT-BR.

Foco em opções

A proposta de Control Resonant é trazer ainda mais opções do que qualquer game da Remedy. Não digo apenas do modo como você configura a sua árvore de habilidades ou equipa as técnicas especiais, mas também dos modos distintos de se derrubar um inimigo, limpar áreas e completar suas missões.

Não que existam múltiplas opções, já que no fim a tarefa é a mesma: derrubar tudo enquanto perde a menor quantia de HP possível no processo. Porém, com o ambiente aberto e cenários corrompidos, tudo isso ganha camadas extras. A forma como usa o cenário e recupera sua saúde com a energia deixada pelos oponentes são partes essenciais do gameplay.

Toda a liberdade me surpreendeu bastante e mostrou que a Remedy não está de brincadeira com o novo projeto. Se Quantum Break e Control foram disruptivos, enquanto Alan Wake II teve um visual que encantou milhões ao redor do mundo, Control Resonant mostrou em poucas horas que tem capacidade e potencial de entregar as duas características em um game só.

Uma das maiores promessas de 2026

Claro que nunca se pode cravar nada sem ver o resultado final de uma experiência, mas o teste conseguiu me convencer de que o estúdio joga a sério com o novo lançamento. Eles sabem que vão encarar Marvel’s Wolverine e Onimusha: Way of the Sword no mês de setembro, então trazem algo de um impacto equivalente.

Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)

O resultado deste embate é incerto, mas que Control Resonant tem um grande potencial de atropelar os dois é inegável. Mecânicas de combate divertidas, gráficos de ponta, protagonista carismático e uma cidade inteira à beira de um colapso paranormal é uma boa mistura de ingredientes, diga-se de passagem.

Se você curte títulos como Devil May Cry V e os God of War clássicos, é nesta experiência que deve ficar de olho. A Remedy Entertainment pode não ser conhecida por vender milhões de unidades e ser extremamente popular, mas vale lembrar que todos os seus últimos games lançados são de uma qualidade ímpar. Alan Wake II, inclusive, concorreu ao Jogo do Ano em 2023.

O fim do ano pode estar apertadíssimo por conta do lançamento de GTA 6, mas se vai apostar suas fichas em outro game, eu recomendo que pense com carinho em Control Resonant. Tudo o que mostraram, tanto em vídeos quanto em testes, mostram que eles buscam o seu “arrasa-quarteirões”. O coelho na cartola da desenvolvedora chegará ao PS5, XBOX Series e PCs em 24 de setembro de 2026. 

Vale notar que, além da data de lançamento, a Remedy lançará Control Resonant com preço baratíssimo. Aproveite!

Leia a matéria no Canaltech.

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56 % des femmes disent s’ennuyer au lit : l’enquête qui secoue la sexualité des Français

Et si les femmes et les hommes ne vivaient pas leurs rapports sexuels de la même manière ? Une nouvelle étude révèle des écarts frappants sur le plaisir, la satisfaction et même la durée perçue des rapports.

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US startup to restore legacy California nuclear facility for critical power systems 

The activity is being carried out under a lease agreement with NorthStar that gives Zeno Power access to specialized nuclear-grade infrastructure, enabling initial deliveries to government customers as early as 2027, followed by a planned ramp-up in production capacity and targeting the ability to scale nuclear battery production from 2028 onward.

The work is based at the Vallecitos complex, a 1,600-acre site established in 1957 that once hosted the US’ first privately owned nuclear power plant and held Power Reactor License No. 1 issued by the Atomic Energy Commission. The site historically supported reactor research, fuel testing, and isotope production. 

In March 2025, former operators finalized an agreement with NorthStar to carry out decommissioning and restoration of the wider facility. That remediation work will continue across the site in parallel with Zeno’s manufacturing operations within a designated hot cell area.

Decontaminated hot cells brought online

‍Hot cell infrastructure. Zeno Power

According to Zeno Power co-founder and CEO Tyler Bernstein, the Vallecitos site represents a foundational location in the history of US commercial nuclear energy, and the company intends to build on that legacy through its work on nuclear batteries for critical national missions.

The US firm has recently taken possession of initial decontaminated hot cells at the facility, which are heavily shielded rooms designed for the safe handling of radioactive materials. Non-radiological operations have already begun on site, while the start of radiological activities is expected later this year, pending regulatory approval.

The Vallecitos Nuclear Center holds existing decommissioning licenses from the US Nuclear Regulatory Commission and California regulators, along with rare hot cell infrastructure in the US. Hot cells are heavily shielded rooms that allow nuclear materials to be handled remotely using mechanical arms and lead-glass viewing systems, enabling safe assembly work involving radioactive components.

Zeno Power’s restoration of the facilities takes place within this licensed framework and existing infrastructure, while the company’s activities are also expected to support retention and development of nuclear-skilled labor as the site transitions through decommissioning and limited industrial reuse.

Company adds third location in California, citing regional talent base

The expansion is expected to draw on engineering, nuclear, and operations expertise across Berkeley, Livermore, and Silicon Valley. The new facility will be Zeno Power’s third location, complementing existing offices and laboratories in Seattle, Washington, and Washington, D.C.

Alameda County Supervisor David Haubert described the project as a significant development for the region, citing high-skilled job creation, the retention of specialized nuclear expertise at Vallecitos, and increased economic activity. He said the investment positions Alameda County as a hub for advanced manufacturing supporting defense, space, and commercial applications.

Katie Marcel, CEO of Innovation Tri-Valley Leadership Group, noted that the organization welcomes Zeno Power to the region as it develops its nuclear battery production capabilities. The planned manufacturing activity at Vallecitos is positioned within broader US efforts to strengthen domestic radiological and nuclear infrastructure amid rising demand for nuclear energy applications. 

The initiative is also described by the company as aligning with a White House’s executive order which outlines steps toward expanding the US nuclear sector. The company further notes that by using an existing licensed facility for production, the project contributes to ongoing efforts to reestablish parts of the domestic nuclear industrial base for long-term energy and mission-critical applications.

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Google Workspace : comment des hackers chinois ont volé des emails de défense sans exploiter aucune faille

Pas de virus sur les postes, pas de trafic suspect, aucune faille exploitée pour le vol : un groupe lié à la Chine a siphonné des courriels sensibles pendant plus d'un an grâce à une simple fonction d'administration de Google Workspace.

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Carregar o celular até 100% ou parar nos 80%? Veja o que salva a bateria

Deixar o smartphone na tomada durante a noite inteira é um hábito comum para a maioria das pessoas. Acordar com a carga completa traz uma sensação de segurança para enfrentar o dia de trabalho, mas será que você precisa sempre carregar até o fim?

Os lançamentos mais recentes de marcas como Apple e Samsung trazem uma novidade intrigante. Os sistemas operacionais agora oferecem uma opção para bloquear o carregamento quando ele atinge os 80%.

O que acontece se o celular passa dos 80% de carga?

As baterias de íons de lítio equipam quase todos os eletrônicos modernos e possuem uma zona de conforto ideal. Esse intervalo de funcionamento fica entre os 20% e os 80% da capacidade total.

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Ultrapassar esse limite causa um estresse químico elevado no componente. O esforço necessário para completar os últimos 20% é maior, o que aumenta a geração de calor e acelera o desgaste das células da bateria. 

Esse cenário é agravado pelo uso do carregamento rápido, que naturalmente gera temperaturas mais altas e intensifica a degradação do componente, em especial nessa parcela final da carga 

Uma boa analogia é uma esponja de cozinha. É muito simples absorver a água quando ela está seca, mas reter as últimas gotas para deixá-la totalmente encharcada exige uma pressão imensa.

As fabricantes criaram travas de software justamente para evitar esse desgaste diário. O recurso protege o dispositivo, principalmente para quem mantém o aparelho conectado à tomada por muitas horas seguidas.

Como ativar o limite de carga no iPhone e Samsung?

Nos iPhones mais recentes com iOS 26.5, basta acessar Ajustes > Bateria > Saúde da bateria e Carregamento > Carregamento otimizado para definir o limite de carga. O sistema trava até 80% e volta a carregar acima desse limite quando o usuário precisar do celular. 

Nos smartphones Samsung com One UI 8, o caminho é Configurações > Assistência do Aparelho > Bateria > Proteção da bateria. O sistema oferece duas opções diferentes.

Celulares oferecem proteção para limitar o carregamento e prolongar a vida útil da bateria (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

O modo básico interrompe o carregamento em 100% e só retoma o processo quando a carga cai para 95%, mesmo que o celular siga plugado. No modo básico, o usuário também pode ativar uma opção para interromper a carga quando chegar em 80% e retomar até 100% quando o usuário estiver para acordar. 

Já o máximo permite que o usuário escolha entre 80% e 95% para interromper a carga, com intervalos de 5% em 5%.

Qual é o impacto real na vida útil do aparelho?

A durabilidade de uma bateria depende diretamente dos ciclos de carga. Um ciclo representa uma descarga e uma recarga completas, o que equivale ao uso de 100% da capacidade do componente.

Quem recarrega o celular de zero a 100% todos os dias enfrenta um estresse químico muito alto. Nessa rotina, a saúde do componente cai após um período que varia entre 300 e 500 ciclos.

Isso significa que o telefone apresenta sinais de desgaste em apenas um ou dois anos. Com o carregamento otimizado, o limite sobe para uma média entre 500 e 800 ciclos de uso.

A mudança mais expressiva ocorre com a trava rígida nos 80%. Sob um estresse químico baixo, a vida útil ultrapassa 1.000 ciclos, o que pode ajudar a manter a saúde da bateria por até cinco anos.

Vale a pena limitar a carga do celular?

A restrição para os 80% dobra a longevidade da bateria, mas a escolha depende do seu perfil de uso. Esse ajuste é ideal para quem planeja manter o mesmo smartphone por mais de três anos.

A medida também beneficia pessoas que trabalham em escritórios e possuem fontes de energia sempre por perto. Nesses cenários, a perda imediata de autonomia não prejudica a rotina de trabalho.

Por outro lado, quem substitui o aparelho a cada doze ou vinte e quatro meses deve ignorar a trava. O sacrifício diário de 20% de autonomia não traz vantagens reais para esse consumidor.

A regra também vale para profissionais que passam o dia na rua e necessitam da capacidade máxima de energia. Para esse público, o carregamento otimizado continua como a indicação ideal.

Se você quer se aprofundar mais nesse tema, entenda se usar carregador rápido estraga a bateria, de acordo com especialistas.

Leia a matéria no Canaltech.

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Elephant Trunk’s Hidden Design Could Inspire a New Generation of Soft Robots


The elephant’s trunk is one of the animal world’s most formidable facial appendages; it is capable of tearing a tree limb from its base and, moments later, carefully lifting a single blade of grass.

Now, this combination of strength and precision is also helping to drive robotics research.

A boneless appendage that can both move heavy logs and peel fruit like a banana, the elephant’s trunk has long been studied by engineers seeking to understand how it can perform both powerful and delicate tasks effectively. Now, in a new study published in PNAS Nexus, researchers have identified the skin, rather than the underlying muscle, as a key factor in the versatility of this pachyderm appendage. 

Lucia Beccai and colleagues at the Istituto Italiano di Tecnologia studied the trunk of an adult Asian elephant that died of natural causes at Zurich Zoo in 2020. They collected 35 samples from different regions of the trunk and analyzed them using biomechanical testing, histology, various imaging techniques, and computational modeling. The team’s analysis revealed a trunk that combines two very different mechanical strategies within a single structure.

One Trunk, Two Skins

The elephant trunk acts as a muscular hydrostat, similar to an octopus tentacle or the human tongue. With no bones and over 100,000 muscles, the trunk can stretch, compress, twist, and bend in any direction. The trunk achieves this flexibility through a combination of muscle power and specialized skin architecture. The study found that the trunk’s outer surface varies in structure depending on location and the types of forces it encounters.

The researchers identified clear differences between the upper and lower surfaces of the trunk, reflecting what scientists call functional anisotropy. The trunk’s upper surface serves as a tough, protective layer, which is over three times stiffer than the underside. In contrast, the trunk’s lower surface remains soft and flexible, allowing the elephant to grip objects with delicacy and precision.

The way elephants use their trunks reflects this structural difference. The upper surface faces the environment and absorbs impacts and abrasions. The underside is used for gripping objects. Its lower stiffness allows it to adapt to the shape of objects and hold them securely. The design of the elephant trunk may offer a solution to a persistent challenge that has stumped soft-robotics engineers in balancing protection and precision by assigning each function to a different layer of skin.

A Lens Made of Tissue

Another significant finding was made beneath the gripping surface. The researchers identified dome-shaped structures known as dermal papillae. Finite element modeling suggested that these structures act as subsurface mechanical lenses, concentrating mechanical stress in regions where sensory nerves are located.

This design could solve an additional problem in robotics: touch sensors are often fragile and require protective coatings that can reduce their sensitivity. The tissue in the elephant trunk appears to protect sensory structures while still allowing mechanical signals to reach them.

The Biomimetic Blueprint

For Beccai’s group, which specializes in soft robotics, the possible design template represents a huge opportunity for their field. A robotic gripping device built on this idea would feature a stiff outer shell over a flexible inner layer, with structures underneath to direct pressure to protected sensors. This setup would keep sensitive electronics shielded while still allowing for mechanical feedback from touch.

This research adds to the growing scientific interest in the elephant trunk as a model for engineering. Another 2024 study in Communications Biology found that the trunk’s dermis is reinforced by tangled collagen fibers, creating skin armor thicker than an armadillo’s shell. Together, these studies show a structure optimized at every level, from the protein fibers in the dermis to the clear split between the upper and lower surfaces.

Today’s robotic hands still struggle to balance durability with sensitivity. The elephant trunk offers biological inspiration for this challenge, providing a model for future engineering designs.

Austin Burgess is a writer and researcher with a background in sales, marketing, and data analytics. He holds an MBA, a Bachelor of Science in Business Administration, and a data analytics certification. His work focuses on breaking scientific developments, with an emphasis on emerging biology, cognitive neuroscience, and archaeological discoveries.

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Starlink no caminhão ou motorhome: quanto custa a liberdade de conexão?

A busca por conexão estável durante viagens longas mudou com a chegada da internet via satélite. Motoristas de caminhão e donos de motorhome agora encontram na tecnologia da SpaceX uma alternativa para manter o sinal ativo em áreas isoladas. 

O kit de viagem com a antena Starlink Mini surge como o principal aliado para quem vive na estrada.

Custos do serviço e do hardware

O investimento inicial foca na aquisição do equipamento. No site oficial da empresa, a antena Starlink Mini custa R$ 799, uma taxa paga apenas uma única vez pelo hardware. Entretanto, é bem comum encontrar o produto em promoção por até R$ 500. Após a compra do aparelho, o usuário escolhe a modalidade de assinatura mensal que atende suas necessidades de consumo.

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Existem duas opções principais para quem deseja mobilidade. O plano com limite de 100 GB de tráfego de dados sai por R$ 339 mensais. Para quem necessita de conexão constante sem interrupções ou preocupação com franquia, o plano ilimitado tem o valor de R$ 619 por mês.

Acessórios essenciais para veículos

Para fixar e utilizar o sistema em carros, caminhões ou motorhomes, a Starlink vende itens adicionais em sua plataforma. Conforme as informações oficiais de suportes e acessórios da marca, o chamado kit mobilidade oferece ferramentas que garantem a segurança do equipamento com o veículo em movimento.

O adaptador para carros custa R$ 385 e serve para ligar o dispositivo diretamente no veículo. Já o suporte para mobilidade tem o preço de R$ 225 e auxilia na fixação externa. Caso o usuário precise de maior alcance de sinal interno, o Mini Roteador oficial é vendido por R$ 530.

Starlink Mini tem design portátil e é ótima para usar no carro (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Na ponta do lápis: tabela geral de custos

Para facilitar o planejamento financeiro da sua próxima viagem, reunimos todos os valores regulamentares praticados pela Starlink. Os custos são divididos entre investimentos únicos (equipamento e acessórios) e despesas recorrentes (mensalidades).

Categoria Item Frequência do Gasto Frequência do Gasto
Equipamento Antena Starlink Mini Pago uma única vez R$ 799
Acessórios Adaptador para carros Pago uma única vez R$ 385
Acessórios Suporte para mobilidade Pago uma única vez R$ 225
Acessórios Mini Roteador Pago uma única vez R$ 530
Plano de Internet Plano de Viagem (100 GB) Mensalidade R$ 339
Plano de Internet Plano de Viagem (Ilimitado) Mensalidade R$ 619

Caso o usuário opte por comprar a antena com todos os acessórios de mobilidade disponíveis na loja, o investimento inicial em hardware será de R$ 1.939, sem contar o valor da mensalidade. 

Com o plano básico, o valor inicial total sobe para R$ 2.278, enquanto o plano ilimitado aumenta o custo base para R$ 2.558. 

Como economizar na compra

Quem busca economizar na aquisição do hardware pode monitorar o mercado de ofertas. A versão compacta da antena costuma receber reduções de preço significativas fora do canal oficial em determinados períodos do ano.

A antena Starlink Mini já apareceu no Canaltech Ofertas por R$ 650. Em ocasiões especiais, o valor do equipamento atingiu a marca de R$ 530. Para encontrar esses valores competitivos e garantir descontos reais, vale a pena acompanhar de perto as atualizações do Canaltech Ofertas.

Atualmente, o serviço de internet da Starlink tem se mostrado útil não só para motorhomes, e também é uma opção para funcionar direto no smartphone, com um plano de celular com suporte à rede. 

Leia a matéria no Canaltech.

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Tablet substitui o caderno na escola? Veja prós, contras e qual comprar

Durante décadas, a rotina escolar seguiu praticamente a mesma fórmula: mochila, livros, penal e uma pilha de cadernos. Nos últimos anos, porém, os tablets começaram a ganhar espaço nas salas de aula e passaram a assumir funções que antes pertenciam exclusivamente ao papel.

Com uma caneta stylus e alguns aplicativos de anotações, um único dispositivo pode armazenar todas as matérias, apostilas, exercícios e trabalhos do estudante. A praticidade é inegável, mas isso não significa que o caderno tenha se tornado obsoleto.

Na prática, a resposta depende mais do perfil de uso do que da tecnologia.

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O que o tablet faz melhor

O principal atrativo está na conveniência. Em vez de carregar vários cadernos ao longo do dia, o aluno leva praticamente todo o material escolar em um único equipamento.

A organização também costuma ser um diferencial. Aplicativos de notas permitem separar conteúdos por disciplina, criar pastas, adicionar imagens, destacar trechos importantes e localizar informações em poucos segundos.

A caneta stylus também ajuda a aproximar a experiência digital da tradicional. Hoje, já é possível escrever, fazer esquemas, resolver exercícios e até corrigir anotações de forma bastante intuitiva.

Tablet com caneta stylus é uma boa opção para estudantes (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

Outro ponto importante é a integração com outros conteúdos. PDFs, livros digitais, apresentações e documentos ficam acessíveis no mesmo ambiente, sem a necessidade de alternar entre diferentes dispositivos ou carregar mais peso na mochila.

Nem tudo são vantagens

Apesar da praticidade, os tablets trazem desafios que o papel simplesmente não possui.

O mais óbvio deles é a distração. O dispositivo usado para fazer anotações é o mesmo que oferece acesso a vídeos, redes sociais, jogos e aplicativos de mensagens. Em muitos casos, manter o foco exige mais disciplina do que abrir um caderno sobre a mesa.

A bateria também entra na conta. Enquanto um caderno funciona a qualquer hora, o tablet depende de carga suficiente para atravessar o dia de aula. Com um uso intenso, será necessário carregá-lo todo dia ou a cada dois dias. 

O investimento inicial é outro fator relevante. Além do aparelho, muitos estudantes optam por acessórios como canetas stylus e capas com teclado. Dependendo da configuração escolhida, o valor pode superar com folga o custo de vários anos de material escolar convencional.

Também existe a questão da adaptação. Algumas pessoas se acostumam rapidamente à escrita digital. Outras continuam preferindo a sensação do papel, mesmo após meses de uso.

LCD ou e-ink: qual tela faz mais sentido?

Quem pretende estudar por muitas horas também encontra outra escolha importante: o tipo de tela.

Os tablets convencionais utilizam painéis LCD ou OLED. Eles oferecem cores vibrantes, melhor reprodução de vídeos e desempenho superior para aplicativos mais exigentes. Para quem busca versatilidade, essa ainda é a opção mais completa.

Por outro lado, essas telas emitem luz diretamente para os olhos. Depois de longos períodos de leitura ou escrita, parte dos usuários relata desconforto ou fadiga visual.

Os dispositivos com tela e-ink seguem um caminho diferente. A tecnologia tenta reproduzir a aparência do papel e prioriza leitura, escrita e anotações.

A experiência costuma agradar quem passa horas lendo textos, mas há limitações. A navegação é mais lenta e recursos multimídia ficam em segundo plano. Para assistir aulas em vídeo, por exemplo, os tablets tradicionais continuam mais adequados.

Afinal, vale a pena trocar o caderno?

Para muitos estudantes, sim. A combinação de organização, praticidade e acesso rápido ao conteúdo faz do tablet uma alternativa bastante eficiente para acompanhar a rotina escolar. Com os aplicativos certos, ele consegue substituir boa parte das funções de um caderno tradicional.

Isso não significa que a troca faça sentido para todo mundo. Quem valoriza simplicidade, não quer se preocupar com bateria ou prefere escrever no papel ainda encontra bons motivos para continuar com o método tradicional.

Tablets com tela e-ink também são boas opções para leituras e estudos (Imagem: Divulgação/Onys Boox)

No fim, a melhor escolha não depende apenas do dispositivo. Ela depende da forma como cada estudante aprende, organiza os estudos e utiliza a tecnologia no dia a dia.

Qual modelo comprar?

A escolha do tablet ideal depende do orçamento e do tipo de uso. Para quem pretende substituir o caderno, vale prestar atenção não apenas no aparelho, mas também nos acessórios necessários para escrever, fazer anotações e até digitar trabalhos.

iPad 11 (11ª geração)

O iPad 11, modelo mais recente da Apple, é uma das opções mais completas para estudantes que já utilizam produtos da marca. Ele conta com tela Liquid Retina de 11 polegadas, chip A16 Bionic e armazenamento a partir de 128 GB.

O ponto de atenção está nos acessórios. O iPad não acompanha caneta nem capa com teclado na caixa, então ambos precisam ser comprados separadamente. Isso aumenta consideravelmente o investimento total para quem pretende utilizá-lo como substituto do caderno ou até de um notebook.

Galaxy Tab S10 FE

O Galaxy Tab S10 FE é uma das alternativas mais interessantes para estudo. O tablet traz tela LCD de 10,9 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, processador Exynos 1580 e bateria de 8.000 mAh.

Seu principal diferencial é o pacote de acessórios. A Samsung já inclui a S Pen na caixa e também oferece uma capa protetora. O usuário não precisa gastar mais para começar a fazer anotações logo após a compra. O teclado, porém, continua opcional e deve ser adquirido separadamente.

Canaltech testou o Galaxy Tab S10 FE (Imagem: Léo Müller/Canaltech)

Galaxy Tab S10 Lite

Mais acessível dentro da linha Galaxy Tab S10, o Tab S10 Lite mantém o foco em produtividade e estudos. O modelo oferece tela de 10,9 polegadas, suporte à S Pen e especificações suficientes para atividades escolares, leitura, anotações e consumo de conteúdo.

Assim como o Tab S10 FE, ele acompanha caneta e capa na embalagem. Para quem busca uma experiência próxima à de um caderno digital sem gastar tanto, pode ser uma das opções mais equilibradas da categoria. O teclado também não faz parte do kit.

Redmi Pad SE

Para quem procura um tablet mais barato, o Redmi Pad SE aparece entre as opções mais populares do mercado. O aparelho conta com tela LCD de 11 polegadas com taxa de atualização de até 90 Hz, processador Snapdragon 680 e bateria de 8.000 mAh.

Apesar do preço mais acessível, é importante considerar os custos extras. O modelo não acompanha caneta nem teclado, e esses acessórios precisam ser comprados separadamente. Ainda assim, pode ser uma porta de entrada interessante para estudantes que desejam migrar do papel para o ambiente digital sem fazer um investimento tão alto.

TCL NXTPAPER 11 Plus

A TCL aposta em uma proposta diferente com o NXTPAPER 11 Plus. O tablet conta com tela de 11,5 polegadas e a tecnologia NXTPAPER, que aplica uma camada fosca ao painel para reduzir reflexos e tornar a experiência mais próxima da leitura em papel.

O principal diferencial está justamente no conforto visual. Quando o modo NXTPAPER está ativado, a tela reduz a emissão de luz azul e minimiza o brilho excessivo, o que pode ajudar a diminuir o cansaço visual durante longos períodos de leitura, escrita ou estudo.

NXTPAPER 11 Plus da TCL tem tela fosca como a de um Kindle (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

O modelo também oferece suporte a canetas stylus para anotações e edição de documentos. Dependendo da versão comercializada, porém, os acessórios podem não acompanhar o produto, então vale conferir o conteúdo da embalagem antes da compra.

Se você está pensando em comprar um tablet novo, e quer a melhor opção, não deixe de ler nosso guia de melhor tablet para comprar hoje, de acordo com especialistas do Canaltech. 

Leia a matéria no Canaltech.

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6 empresas de games que já patrocinaram times de futebol

O primeiro pensamento que vem à nossa cabeça quando falamos em futebol e videogames é o EA Sports FC, ou, para os mais íntimos, o "Fifinha". Embora esse mercado seja totalmente dominado pela Electronic Arts, os jogos de futebol foram muito importantes para o crescimento dos consoles, em especial no início da era 3D.

Jogos de esporte, no geral, desempenhavam um papel muito importante para demonstrar o poder técnico de consoles da quinta geração, como o PS1: renderização em 3D, gráficos poligonais, texture mapping e jogabilidade fluida. Títulos como Winning Eleven, FIFA e até mesmo Virtua Striker foram uma febre em lojas e locadoras no Brasil e no mundo.

As empresas de games sabiam da importância desses títulos para o sucesso de seus consoles e não pouparam esforços para trazer esses jogos para seus sistemas, além de investirem no próprio esporte.

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Em clima de Copa do Mundo e dos clássicos de futebol como Ronaldinho Soccer, o Canaltech trouxe uma lista com seis empresas de games que já patrocinaram times de futebol.

6. Nintendo

A Big N, que hoje está um pouco distante do mundo do futebol, já patrocinou um time no início dos anos 90. Visando levar o seu mais novo sistema ao maior número de jogadores possível, a Nintendo fechou uma parceria master de um ano com o clube espanhol Sevilla FC na temporada 92/93.

O uniforme do time estampava 'Super Nintendo' na região do peito, considerada uma das áreas nobres do patrocínio de camisas de times. Por que uma empresa japonesa de videogames patrocinou um clube da Espanha? Existe um excelente motivo. Na época, o craque argentino Diego Armando Maradona atuava no Sevilla, o que garantiu uma exposição mundial ao Super Nintendo.

Nintendo Patrocínio Fiorentina
Nintendo patrocinou clube italiano para fazer frente ao PlayStation (Reprodução/Football Nation)
Nintendo Game Boy Pocket Fiorentina
Edição do Game Boy Pocket da Fiorentina tem apenas 3 mil exemplares (Reprodução/Classic Football Shirts)
Nintendo Patrocínio Sevilla
Nintendo pegou carona com Diego Maradona no Sevilla (Reprodução/Classic Football Shirts)

Outro destaque da Nintendo no futebol foi a parceria com a ACF Fiorentina entre 1997 e 1999 na Série A, uma tentativa de fazer frente ao sucesso do PlayStation no país. Como parte do acordo, a fabricante japonesa lançou uma edição especial do Game Boy Pocket temática da Fiorentina.

5. SEGA

A rival da Big N não ficou para trás e também foi bem ativa no patrocínio de clubes de futebol. A dona do ouriço azul investiu no JEF United Ichihara, da liga japonesa, entre 1992 e 1996. A camisa estampava o Sonic e o logo clássico da marca como primeira e principal patrocinadora.

Após patrocinar times nacionais, a SEGA começou a mirar na Europa para promover o saudoso Dreamcast. Entre 1999 e 2002, a empresa fechou um acordo com o Arsenal, do Reino Unido. Estimativas apontam que a dona do Sonic pagou entre £10 milhões e £12 milhões para levar o seu console de sexta geração ao uniforme do clube londrino.

SEGA patrocínio futebol
SEGA patrocinou clubes da liga de futebol japonesa (Reprodução/ TreasureHuntingSonic, X)
SEGA patrocínio Arsenal
Thierry Henry, ídolo do Arsenal, em partida contra o Manchester United (Reprodução/Premiere League)

Além do Arsenal, a SEGA patrocinou outros três clubes europeus: UC Sampdoria (Itália), AS Saint-Étienne (França) e o RC Deportivo de La Coruña (Espanha).

4. Konami

Outra japonesa engajada com patrocínios de futebol é a Konami, o que não chega a ser uma surpresa. A produtora foi um dos grandes players no segmento de simuladores esportivos e fazia frente ao antigo FIFA da EA. Nessa época, a Konami fechou uma parceria com o São Paulo, que estampou o logo do PES 2019 nos ombros do uniforme do clube paulista.

São Paulo FC foi um clube exclusivo do PES 2019 (Divulgação/Konami)

A empresa voltou a firmar um patrocínio com o clube em 2024, já na era do eFootball. Dessa vez, a japonesa estampou os números nas camisas dos jogadores. A Konami sempre foi muito ativa em patrocínios e acordos devido à sua proximidade com o esporte. Somente no Brasil, foram oito times que se envolveram com a marca.

3. Eidos Interactive

Em uma parceria histórica com o inglês Manchester City, a produtora britânica Eidos Interactive foi uma das poucas companhias ocidentais a patrocinar clubes de futebol. O patrocínio master aconteceu nas temporadas 1999/2000 e 2001/2002, época em que o time da cidade de Manchester exibia o logo do estúdio no peito.

Eidos também ficou famosa pela franquia Deus-EX posteriomente (Divulgação/Manchester City)

Na época, a Eidos colhia todo o sucesso de Tomb Raider e Lara Croft no fim dos anos 90, o que justifica e muito a sua presença no uniforme do City. Ambas as instituições seguiram caminhos parecidos com o passar dos anos: o clube inglês foi adquirido por um grupo do Emirados Árabes em 2008 e se tornou um dos times mais valiosos do mundo, enquanto a Eidos foi comprada pela Square Enix e, posteriormente, vendida para o Embracer Group.

2. Commodore Amiga

Uma das marcas mais importantes do cenário de computadores entre os anos 80 e 90, a Commodore foi responsável por um dos maiores patrocínios a clubes da Europa. A companhia firmou parcerias com times como Chelsea, Bayern de Munique e Paris Saint-Germain para trazer visibilidade internacional para sua linha de computadores, o Amiga.

O Commodore Amiga foi um importante PC para os videogames (Reprodução/Hyperion Entertainment, Amiga Corp.)

Estamos falando de uma das plataformas mais importantes para jogos de computador, com clássicos como Marble Madness, Sensible Soccer, Defender of the Crown, Turrican II, Flashback, Out of This World e Gods. A linha Amiga conseguia replicar a experiência dos arcades em computadores domésticos, algo fundamental para o crescimento do PC gaming.

1. XBOX

O lado verde da força não ficou de fora dos patrocínios de clubes de futebol. Embora o futebol não seja o esporte mais popular dos Estados Unidos, a Microsoft apostou suas fichas e investiu no Seattle Sounders por quase dez anos. A parceria começou em 2008, na era do XBOX 360, momento em que o clube nem estava inscrito na Major League Soccer, a liga de futebol estadunidense.

Patrocínio do XBOX no uniforme do Seattle Sounders
Patrocínio do XBOX no uniforme do Seattle Sounders (Divulgação/MLS)
Patrocínio do XBOX no uniforme do Seattle Sounders
Acordo com Seattle Sounders incluia design de Gears 4 (Divulgação/Seattle Sounders)

O logotipo do XBOX estampava o peito da camisa do Seattle Sounders. Uniformes com o XBOX Game Pass e edições especiais de Forza, Halo e Gears fizeram parte do acordo de patrocínio do clube até 2018, último ano da parceria.

Leia a matéria no Canaltech.

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Lucy descobre asteroide “amendoim” que oscila no espaço e guarda pistas sobre água antiga

Nem todos os asteroides são simples blocos de rocha a girar silenciosamente no espaço. Um deles, com “apenas” cerca de oito quilómetros de largura, revelou uma história surpreendentemente complexa.

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The UK will scan asylum-seekers’ faces for age checks—despite knowing the tech is flawed

Age verification is consuming the Internet. From social media bans in Australia to porn restrictions in half of US states, for many having to prove their age to access websites is becoming an everyday requirement. But one of the key technologies underpinning many of these age checks is about to seep into the offline world—with potentially life-changing consequences for people having their age predicted by AI.

Starting next year, the British government is planning to introduce facial age estimation—where AI scans your face and suggests how old you are—to help determine the age of asylum seekers arriving at the United Kingdom’s border. The move is believed to be the first time that a so-called facial age estimation (FAE) system has been used in this way. Many asylum seekers arriving in the UK will not have documents proving their age, and if children are incorrectly classed as adults, they can be stripped of some legal protections and placed in adult-only detention centers.

An investigation by WIRED and Lighthouse Reports, in collaboration with The Independent, has obtained an internal UK government report detailing its tests of FAE technologies. It shows how the systems regularly mistake children for adults and appear to contain serious bias problems, which directly impact the largest group of migrants subject to age assessments in 2025, according to data from the Home Office. The investigation raises questions about the effectiveness of the technology and whether it should be deployed in such high-stakes scenarios.

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© Nicolas Economou/NurPhoto via Getty Images

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