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Saudi parrotfish festival stretches scientific & traditional ecological knowledge (commentary)

“Al Dhiwaini!” HRH the Prince of Jazan called in the traditional way that spurred hundreds of people to sprint toward the water, carrying around nets and shouting. Standing on the shores of the Farasan Islands, I watched participants in the annual parrotfish festival pull fish from the sea en masse, with catches reaching up to 78 kilograms (more than 170 pounds) of parrotfish per person. Known locally as hareed — or generally as longnose parrotfish (Hipposcarus harid) — the scale of extraction immediately triggered my instincts as a scientist, as the question asked itself: How is this sustainable? How do the fish keep coming back, year after year? But in that moment, there was nothing to do except run into the water, follow the fish, and give myself over to the thrill of it. From a time before living memory, the people of Farasan have followed the moon to this annual aggregation, a phenomenon so unique and described as the fish swimming willingly to their deaths; the fish seem almost to be waiting to be caught. As a Saudi marine biology Ph.D. student, I know how much of the Red Sea remains scientifically uncharted, and this festival is exactly why science and traditional ecological knowledge must be woven together to manage marine systems. Participant at the annual Hareed Festival in the Farasan Islands, an archipelago in the Red Sea off the coast of Saudi Arabia, with his catch of parrotfish. Image courtesy of Laila Shaaban. When I asked locals where…This article was originally published on Mongabay

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Marvel apresenta o Mago Supremo mais poderoso de todos os tempos

O título de Mago Supremo nas HQs da Marvel Comics passou pelas mãos de diversos personagens emblemáticos, como o Ancião, Doutor Estranho, Feiticeira Escarlate, Loki e até mesmo pelo Doutor Destino. 

Os poderes e habilidades destes são inquestionáveis, cada um como “mestre” em sua própria área de atuação. Mesmo que tenham inimigos e possam ser derrotados, derrubar um deles é uma tarefa árdua para qualquer oponente.

Igualar-se a estes heróis e anti-heróis é difícil, superá-los é ainda mais. No entanto, as páginas de Sorcerer Supreme #7 mostraram que existe sim um nível superior e ele tem um nome: Turin, o Mago Supremo do Reino Quântico.

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O Mago é Implacável

Na revista mais recente, vemos a Feiticeira Escarlate enfrentar a ameaça de um orbe místico que deseja devorar a realidade. Para ajudá-la a salvar a Terra-616, Turin demonstra suas habilidades e mostra que não chegou para brincadeiras.

Imagem de Supreme Sorcerer #7
Turin demonstra dominar tanto a magia quanto a ciência na nova HQ (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

O super-herói controla o “misticismo quântico”, que combina a ciência com magia. Deste modo, sua gama de poderes engloba a manipulação de microportais, vê-los via interpsicometria e detectar fenômenos como algoritmos sobrenaturais.

Não se pressione por não compreender o que tudo isso significa, já que, em resumo, este Mago Supremo pode resolver questões místicas consideradas “impossíveis” por combinar dois fatores considerados opostos. 

Além disso, Turin possui as “pupilas do Príncipe Putpravda”, que permitem enxergar forças invisíveis. Isso sem mencionar que ele consegue processar todas as informações por ter um cérebro tão potente quanto um supercomputador. 

O conceito entre a magia e a ciência

Óbvio que a Marvel Comics aprendeu que colocar “quântico” no nome das coisas não as torna mais impressionantes como vimos no passado, mas sim trabalha uma perspectiva que já foi vista em outras HQs e até nos filmes do Universo Cinematográfico Marvel (MCU): a magia possui diversas definições.

Em suas obras, eles costumam usar o conceito trabalhado pela Terceira Lei de Clarke: “qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia”. Em outras palavras, pode existir uma explicação lógica para o que é chamado de místico. 

Obviamente que as próximas edições de Supreme Sorcerer devem explorar mais do personagem inédito e seus poderes, mas já é possível afirmar que o domínio da magia quântica o coloca em um patamar superior aos demais magos da editora.

Ainda assim, a Marvel se arrisca ao adicionar um herói cuja capacidade pode resolver basicamente qualquer problema. Com uma habilidade “apelona” e um intelecto altíssimo, ele já pode ser considerado um dos mais poderosos já introduzidos nas HQs.

Novas aventuras no Reino Quântico

Amplamente explorado no MCU, o universo microscópico desponta na nova história em quadrinhos para lembrar os leitores de que há toda uma realidade ao seu redor — não apenas o que é visto nas aventuras do Homem-Formiga e da Vespa.

Com a chegada de Turin, a expectativa é que a estrutura da própria magia seja alterada pela Marvel Comics, o que abriria as portas para novas abordagens. Imagine um vilão que pode dobrar a realidade em nível subatômico? Ou seres sobrenaturais que regem o Reino Quântico de formas nunca antes vistas?

Enquanto duelos místicos estão cada vez mais próximos, Deadpool e Justiceiro terão um novo encontro explosivo nas HQs.

Leia a matéria no Canaltech.

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Operadora paga dívidas de até R$ 4 mil de quem fizer portabilidade

Uma operadora dos Estados Unidos lançou uma nova campanha e paga dívidas de até R$ 4 mil de quem fizer portabilidade. A T-Mobile oferece a quantia de US$ 800 para quitar o saldo devedor de smartphones de usuários que deixarem as empresas concorrentes.

O benefício atende até quatro linhas por família e chega ao consumidor por meio de um cartão pré-pago virtual Mastercard. Para garantir o reembolso, o usuário precisa levar um aparelho compatível para a nova rede. A migração dura cerca de 15 minutos e dispensa o cancelamento manual de contratos antigos.

Todo o processo ocorre de forma digital no site da companhia e termina em menos de uma hora, sem a necessidade de visitas a lojas físicas. O interessado confere a cobertura da região, calcula o valor da mensalidade e escolhe o plano ilimitado ideal antes de ativar o chip.

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Os pacotes da categoria Experience trazem vantagens extras, como plataformas de streaming, proteção digital e a substituição anual do celular. A opção inicial Essentials Saver custa US$ 50 mensais. A empresa estima uma economia de até 20% em comparação com os preços da AT&T e da Verizon.

Operadora dos Estados Unidos lança incentivo para portabilidade (Imagem: appshunter.io/Unsplash)

A promoção possui tempo limitado e exige a manutenção da conta ativa por um período mínimo. Dispositivos como relógios inteligentes e tablets entram em uma oferta separada, com desconto de 50% na assinatura dentro dos planos Experience Beyond.

Recentemente, a T-Mobile lançou um novo recurso que  traduz ligações sem app ou IA no celular.

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Midjourney Pivots From AI Image Generation To Body Scanning Medical Spa

Midjourney is expanding beyond AI image generation with plans for a medical-imaging business built around a water-based, full-body ultrasound scanner that uses hundreds of thousands of sensors and AI to reconstruct MRI-like images. "As you descend into the water, hundreds of thousands of tiny elements take turns, sending out waves, listening together, compressing and then streaming data to a massive cluster where thousands of computers split the task," Midjourney explained in the announcement. "By looking at how the shapes of all the waves change, we reconstruct a detailed map or 'image' which basically lets us figure out what's in there." The company hopes to open a San Francisco scanning "spa" in late 2027, with 50,000 or more deployed around the world by 2031. The Register reports: It's not clear how fast the process is with the prototype unit, but Midjourney said its goal is for the whole thing to take around a minute. "We think it's completely possible that with enough early imaging in the future, the world could avoid 30% of all deaths and 50% of all healthcare costs," the company added. According to a "technical" video included in the announcement, there's a ring of 40 scanners included in the prototype unit the company has built. That ring of 40 elements contains 358,000 ultrasonic elements made up of tiny transducers that create ultrasound waves in water while listening for how they change when they slap the body of whoever is in Midjourney's dunk tank up to a thousand times a second. [...] Midjourney said that it's planning to open its first ultrasound scanner spa at the end of 2027, but it has another hurdle to jump: FDA approval. Beyond improving its tech so that the second-generation scanner is ready for its 2027 spa date, "regulation is the next limit," the company said. "Normally, for every diagnostic medical capability you need FDA approval," Midjourney explained. "We're starting by just giving you detailed body composition maps -- and we'll be submitting regular test results to the FDA for increased capabilities." Midjourney also fails to mention how it will store and secure those scans, whether it will use said scans to train its body composition-detection algorithms, and how it's ensuring those algorithms get things right that it usually take a human a few years of education and training to learn.

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Pilhas podem ser recicladas? Veja como funciona o processo

Depois que a pilha do teclado, do mouse ou do controle remoto acaba, o destino correto não é o lixo comum. Ao ser entregue em um ponto de coleta, esse pequeno resíduo pode seguir para reciclagem e dar origem a matérias-primas usadas pela indústria, como o zinco.

A seguir, confira:

  • Como a pilha é reciclada?
  • O que pode surgir da reciclagem?
  • Toda pilha descartada corretamente é reciclada?
  • Por que o descarte correto ainda é o maior desafio?
  • Pilhas podem ser recicladas?
  • O que é recuperado na reciclagem de pilhas?
  • O que acontece se a pilha for jogada no lixo comum?

Como a pilha é reciclada?

Segundo o gerente executivo da Green Eletron, Ademir Brescansin, o processo começa com o descarte correto em Pontos de Entrega Voluntária, também chamados de PEVs.

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A partir daí, as pilhas são encaminhadas para empresas recicladoras, onde passam por etapas industriais de separação e reaproveitamento dos materiais.

Veja as etapas desse processo:

  1. Coleta nos pontos de entrega voluntária: o consumidor leva a pilha usada até um ponto de coleta adequado;
  2. Separação: depois da coleta, as pilhas são separadas e preparadas para o processamento industrial;
  3. Trituração: em seguida, as pilhas são trituradas para facilitar a separação dos materiais;
  4. Tratamento térmico: após a trituração, as pilhas passam por um forno industrial, onde ocorre a separação dos materiais reaproveitáveis;
  5. Recuperação de materiais: entre os materiais recuperados estão o zinco, sais e óxidos metálicos, que podem voltar à indústria como matéria-prima.

O que pode surgir da reciclagem?

A reciclagem de pilhas não gera apenas novas pilhas. Os materiais recuperados podem ser usados em diferentes produtos e processos industriais.

O zinco, por exemplo, pode voltar à cadeia produtiva como matéria-prima. Isso reduz desperdícios e fortalece a lógica da economia circular.

Toda pilha descartada corretamente é reciclada?

Segundo a Green Eletron, todas as pilhas coletadas pelo sistema são encaminhadas para reciclagem.

“Todos os eventuais rejeitos do processo são tratados e reaproveitados ou são enviados para a disposição final, evitando que contaminem o solo e a água”, explica Brescansin.

Por que o descarte correto ainda é o maior desafio?

O maior problema não está na reciclagem em si, mas em fazer mais consumidores descartarem pilhas corretamente. Por isso, levar pilhas usadas a pontos de coleta é essencial para que esses materiais cheguem à reciclagem.

Pilhas podem ser recicladas?

Sim. Quando descartadas corretamente, elas podem ser encaminhadas para reciclagem e passar por separação, trituração e tratamento térmico.

O que é recuperado na reciclagem de pilhas?

A reciclagem pode recuperar sais, óxidos metálicos e metais como o zinco, que voltam a ser usados como matéria-prima para outros produtos.

“Uma das principais matérias primas recuperadas nesse processo é o zinco em sua forma metálica, que pode ser reutilizado na confecção de novas pilhas”, pontua o gerente executivo da Green Eletron.

O que acontece se a pilha for jogada no lixo comum?

Ao descartar pilhas no lixo comum, a bateria pode ficar fora da cadeia de reciclagem e ter destinação inadequada, sob o risco de contaminar o solo e a água. Por isso, o ideal é sempre procurar um ponto de coleta.

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NASA asks Northrop Grumman to stop working on lunar HALO module

Three months ago, during a flashy event at its Washington, DC, headquarters, NASA announced that it was shifting the focus of its lunar plans from an orbital space station to a Moon base on the surface.

As part of this, officials said work would be paused on the Lunar Gateway planned to orbit the Moon. Of the two elements that were furthest along, NASA also revealed that one of them—the  Power and Propulsion Element—would be repurposed to serve as a core module for a nuclear-electric propulsion demonstration in deep space.

Less was said about the fate of the other major component, the Habitation and Logistics Outpost (HALO). This is the large pressurized module, 6.1 meters long, in which visiting astronauts would spend the majority of their time when visiting the Lunar Gateway. NASA has awarded contracts worth $1.1 billion to Northrop Grumman to design, build, and integrate the habitation module with the Power and Propulsion Element.

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© NASA/Josh Valcarcel

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Liberdade criativa dada por Phil Spencer virou armadilha para estúdios do XBOX

O jornalista da Bloomberg, Jason Schreier, explicou por que o XBOX está prestes a passar por um "banho de sangue", referindo-se à demissão em massa que pode acontecer em julho, bem como ao risco de fechamento de quatro estúdios da divisão.

Ele argumenta que a compra da Mojang pela Microsoft em 2014 rendeu muito dinheiro aos bolsos do XBOX e permitiu que Phil Spencer começasse uma verdadeira onda de aquisições a partir de 2018. Nessa época, o ex-CEO da divisão de games da Microsoft tentava recuperar o XBOX One, que levou uma surra do PlayStation 4.

Parte do plano para reviver o console de oitava geração da Microsoft era oferecer um line-up de jogos maior e alimentar o catálogo do recém-nascido XBOX Game Pass. A missão de estúdios como Compulsion, Double Fine, Obsidian e companhia era entregar projetos com foco em criatividade.

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"A mensagem não era 'você deve atingir X valor de lucratividade'. A mensagem era 'façam bons jogos, ajudem-nos a preencher o Game Pass, tentem ganhar prêmios e, claro, não percam dinheiro, fiquem no break even [zero a zero]'", argumenta Schreier.

Spencer deu aos estúdios uma espécie de carta branca e liberdade criativa para desenvolver projetos para engrossar o caldo do conteúdo e dos serviços XBOX. Contudo, essas desenvolvedoras acabaram passando por alguns maus bocados durante a pandemia e, logo em seguida, viram o XBOX mudar de estratégia inúmeras vezes.

"Jogos começam o desenvolvimento tipo quatro ou cinco anos antes de realmente saírem. Então, quando você começa um projeto em 2020 ou 2021 sob um mandato e, de repente, esse mandato muda dois ou três anos depois, mas é tarde demais para mudar de rumo, isso pode ser um problema", explica o jornalista. Esse cenário justifica como a existência de jogos como Kiln, Keeper, South of Midnight, Pentiment e Hellblade foi possível. Na época das aquisições, a liderança do XBOX teria aberto as porteiras para os estúdios para que, anos mais tarde, começassem a exigir margem de lucro.

Schreier entende que os estúdios cotados para fechamento "cometeram muitos de seus próprios erros e tiveram todo tipo de problemas de produção" e estão sendo punidos hoje por seguirem ordens de Spencer e companhia, "por ouvirem o que lhes foi dito alguns anos atrás".

"Um dos motivos pelos quais o XBOX teve tanta dificuldade na última década para fazer grandes jogos é por causa de muita dessa incerteza. É muito difícil fazer grande arte quando você está trabalhando sob o medo de demissões, turbulência, fechamentos, cancelamentos e apenas tentando fazer jogos sob essas condições", afirma Jason Schreier.

Demissões no XBOX serão um banho de sangue?

O termo "banho de sangue" tem sido utilizado para descrever a reestruturação pela qual o XBOX deve passar em julho, logo após o encerramento do ano fiscal da Microsoft no fim deste mês. Para Schreier, o termo cai como uma luva para as demissões que estão por vir.

Senua foi anunciado para vender Ninja Theory (Divulgação/Microsoft)

"Vai ser ruim", afirma o jornalista. "Há muitas negociações acontecendo agora." Ele ainda sugere que outros estúdios além de Compulsion Games, Double Fine e Ninja Theory estão em risco de fechamento. "Vai haver mais", conclui.

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Chinesa lança lente para Sony por R$ 380 enquanto "original" custa R$ 4 mil

A fabricante chinesa TTArtisan anunciou o lançamento de uma nova lente para câmeras da Sony que custa cerca de R$ 380, valor muito inferior ao de modelos com especificações semelhantes da marca japonesa, vendidos por aproximadamente R$ 4 mil. O acessório conta com foco automático e abertura F1.8.

Batizada de AF 85mm F1.8 Neo, a novidade é compatível com sensores full-frame e APSC e será oferecida em versões para os encaixes Sony E e Nikon Z. A empresa destaca o design leve do produto, embora ainda não tenha divulgado informações sobre dimensões e peso.

De acordo com as informações preliminares, a lente possui distância mínima de foco de 0,8 metro e rosca para filtros de 62 mm. O visual segue o padrão tradicional da categoria, com acabamento na cor preta.

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Nova lente chinesa para câmeras Sony é vendida por preço baixo (Imagem: Divulgação/TTArtisan)

As vendas na China começam em 26 de junho, com preço promocional de ¥ 499, cerca de R$ 380 em conversão direta.

Após o lançamento, o valor passa para ¥ 599. A TTArtisan ainda não revelou especificações mais detalhadas nem informações sobre o projeto óptico da lente.

O preço chama atenção principalmente por se tratar de uma lente com especificações semelhantes às de modelos mais conhecidos do mercado.

No Brasil, opções de 85 mm com abertura F1.8 e foco automático para câmeras Sony costumam ser vendidas na faixa de milhares de reais, o que coloca a novidade da TTArtisan em uma faixa de preço muito mais acessível.

Recentemente, a Insta360 anunciou uma nova câmera com gimbal que usa sensor da Sony para competir com a DJI. 

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Bernie Sanders Unveils $7 Trillion Plan To Give Americans Control of AI Industry

An anonymous reader quotes a report from the Associated Press: As artificial intelligence companies reshape the economy and race toward trillion-dollar valuations, Sen. Bernie Sanders is proposing a sweeping transfer of wealth and power from the industry to the American public. The legislation, shown first to The Associated Press, would create a sovereign wealth fund overseen by an independent commission and financed through a one-time 50% tax on the stock of the largest AI companies. Sanders estimates that the tax would create a nearly $7 trillion fund that would generate hundreds of billions of dollars annually in direct payments to Americans and programs such as health care, education and housing. [...] The 50% tax would apply to AI companies that reach $200 million in annual AI sales. Any new AI company that reaches that benchmark would also be subject to the tax. It would create a sovereign wealth fund -- similar to those used by countries around the world and some U.S. states -- that Sanders estimates would be worth around $7 trillion. Unlike a traditional tax, the proposal would require companies to transfer stock rather than cash, effectively making the American public a major shareholder in the country's largest AI firms. A seven-person independent commission -- nominated by the president and confirmed by the Senate -- would manage the fund and use its voting shares "to block decisions that hurt the American people and to push for policies that help them," the bill summary says. Sanders proposes that a 5% annual dividend from the fund would provide direct payments of more than $1,000 to every American. If companies grow, the gains would be used for public goods such as education, housing and health care. Sanders argues taxpayers would not bear the losses if AI company valuations decline. "We're not going to lose any money, even if there is a bust in the bubble," Sanders said. The commission would be directed to "to block decisions that hurt the American people and to push for policies that help them," according to the summary. "The benefits cannot simply go to the handful of wealthy corporations. They will be shared by the American people," the independent Vermont senator said in an interview Wednesday. "The public has got to have a significant seat at the table to make sure that terrible things do not happen to ordinary people, and that in fact, AI benefits ordinary people, not hurts them," Sanders said.

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Apple Announces Major App Store Changes on iOS in Brazil

Apple is allowing iPhone developers in Brazil to distribute apps through authorized alternative marketplaces and use third-party payment systems following action by the country's competition regulator. "In other words, developers in Brazil will be able to circumvent the App Store and Apple's in-app purchase system, but there are still fees," reports MacRumors. Apple will collect commissions ranging from 5% on externally distributed apps to as much as 26% for some App Store transactions using its payment system. From the report: Alternative app marketplaces will have to be authorized by Apple and will need to meet ongoing requirements. For apps that are still distributed through the App Store, developers will be able to include an alternative payment processing method in their app and/or link users to a website to complete a transaction. These changes are available on iOS 26.5 and later, and they are the result of regulatory action from Brazil's competition regulator. Apple has added a new page on its website with additional details for developers in Brazil. Apple said these changes introduce privacy and security risks for users, including children. The company has introduced safeguards to mitigate these risks, including a notarization process for iOS apps, an authorization process for app marketplaces, and limitations on external links and alternative payments for users under the age of 18. Apple has already allowed alternative app stores and/or third-party payment systems on iOS in the EU, Japan, and South Korea, and it will likely be forced to do so in the UK and Australia too, due to similar regulations in those countries.

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Epic Games promete mais IA nos games com a Unreal Engine 6

A Epic Games revelou que a Unreal Engine 6 se apoiará em inteligência artificial para aprimorar a criação de jogos. A companhia afirma que o objetivo é melhorar a produtividade dos desenvolvedores, que terão mais tempo para explorar as opções criativas e aperfeiçoar o conteúdo. 

De acordo com a dona de Fortnite na apresentação State of Unreal, a ideia é combinar alguns fatores para o novo motor gráfico: a Unreal Engine 5, o Unreal Editor do battle royale e modelos de IA conhecidos, como o Claude e o Gemini.

Contudo, não foi revelado como a tecnologia vai interferir no processo de produção dos games. A Epic Games afirmou apenas que a engine terá fluxos de trabalho flexíveis, o que permitirá aos estúdios integrarem os seus modelos preferidos no ecossistema.

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A briga pela inteligência artificial

O anúncio sobre a Unreal Engine 6 é controverso, já que o tema das IAs está no centro de um grande debate no mundo dos jogos eletrônicos. Clair Obscur: Expedition 33, por exemplo, perdeu um prêmio no fim de 2025 por conta disso.

Além desse caso, a Panache Digital Games — que promete 1666 Amsterdam — teve de pedir desculpas publicamente por usar assets criados pela tecnologia em uma versão prévia do título. Na prática, não é algo que tem sido bem-aceito pelo público geral.

Vale lembrar que a NVIDIA já mostrou como a inteligência artificial pode alterar os games como os conhecemos. O anúncio do upscaling DLSS 5 mudou o estilo gráfico de algumas obras, o que gerou uma grande polêmica e temores pelo futuro da tecnologia.

Mesmo ameaçado pelas polêmicas, a Unreal Engine 6 vem aí e o primeiro jogo já foi revelado.

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Já existe TV 3.0 em outros países? Saiba o que mudou na vida do espectador

A nova geração da televisão aberta, conhecida como TV 3.0, já estreou no Brasil. A tecnologia base para essa mudança, contudo, já funciona de maneira definitiva em outros países ao redor do mundo.

O exterior adota o padrão internacional ATSC 3.0 para essas transmissões. E o formato inova ao combinar o sinal captado pela antena com a internet de banda larga da residência.

Como a tecnologia funciona no exterior

A Coreia do Sul lidera esse movimento desde 2016 e iniciou as transmissões com resolução 4K no ano seguinte. 

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Nos Estados Unidos, o recurso recebeu o nome comercial de NextGen TV. A transição ocorre de maneira gradual pelas regiões do país e já alcança uma boa parcela das residências americanas.

TV 3.0 mudará a experiência de assistir TV aberta (Imagem: Reprodução/CanalGov)

Outros mercados também avançam com a novidade. A Jamaica tem o sinal ativo desde 2022, assim como Trinidad e Tobago, que começou em 2025. Já a Índia realiza testes para a adoção do serviço.

Televisão com formato de aplicativo

O conceito principal para entender a mudança é o fim do canal tradicional. A sintonia da televisão passa a funcionar de forma semelhante a um serviço de streaming ou ao próprio sistema de uma Smart TV.

O telespectador navega pelos canais abertos com a mesma fluidez de quem escolhe um filme em uma como a Netflix. A programação ganha um menu digital e interativo direto na tela.

Impactos reais no dia a dia

Essa transformação traz vantagens diretas para quem assiste a esportes. Em jogos de beisebol ou futebol americano, por exemplo, o usuário nos EUA acompanha a partida pela antena e usa a internet para abrir janelas secundárias.

Esses menus extras exibem estatísticas em tempo real, novos ângulos de câmera ou replays sob demanda. Toda a interação acontece sem a necessidade de sair da transmissão ao vivo principal.

Outra facilidade prática é a função de assistir do início programas que já estõ na metade. Se o espectador ligar a TV no meio do telejornal, basta apertar um botão no controle remoto para assistir do começo.

O aparelho faz uma transição automática e imperceptível do sinal da antena para o feed de streaming da emissora. O áudio também recebe melhorias com sistemas de som inteligente, a exemplo do Dolby Atmos.

O recurso permite isolar a voz dos atores e diminuir os efeitos sonoros ou trilhas musicais de fundo. Isso acaba com o incômodo da variação extrema de volume na televisão.

A segurança pública ganha ferramentas inéditas com avisos de emergência direcionados. O sistema deixa de exibir apenas letreiros genéricos na tela e passa a enviar mapas e rotas de fuga seguras.

TV 3.0 será mais interativa (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

A tecnologia utiliza o CEP ou o IP do televisor para focar o alerta. O recurso consegue até interromper a programação e ligar a tela de aparelhos em repouso nas rotas reais de perigo.

Fim do atraso na transmissão

Muitos torcedores sofrem com o constante atraso no sinal de vídeo atual, o famoso “delay”. A nova tecnologia, no entanto, resolve o problema do engarrafamento de dados comum no YouTube ou em plataformas pagas da internet.

O sinal principal viaja por radiofrequência com boa velocidade e garante a exibição ao vivo sem travamentos. Existe apenas um mínimo intervalo físico de um a três segundos para o processamento de imagem.

Esse tempo é necessário apenas para que o chip do aparelho entregue a qualidade máxima de vídeo 4K. Na prática, quem usa a antena da nova TV comemora o gol antes dos vizinhos com o sinal de internet.

Os dados de interação chegam exatamente no mesmo milissegundo do vídeo. O sistema entrega as estatísticas de forma sincronizada e evita o risco de exibir um gráfico na tela antes da jogada real.

O que esperar no Brasil

O mercado brasileiro adotará a mesma base técnica de transmissão americana sob o padrão ATSC 3.0. O nosso formato nacional, batizado de DTV+, terá tecnologias complementares modernas.

A versão brasileira contará com sistemas de compressão de vídeo mais avançados, a exemplo do formato VVC. O país também manterá o próprio ecossistema nacional de interatividade, conhecido como DTV Play.

Essa escolha técnica garante a integração nativa com plataformas e serviços governamentais brasileiros. A medida adapta as inovações mundiais para a realidade e a necessidade do espectador local.

No Brasil, a Globo vai aproveitar a tecnologia para  transmitir novelas em 4K já no primeiro dia da TV 3.0 no país.

Leia a matéria no Canaltech.

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Bill Gates’ nuclear firm begins design assessment process in UK for 345 MW Natrium reactor

A Washington-based nuclear energy company has achieved a key milestone for the UK deployment. TerraPower has begun the formal commencement of the UK regulatory review for its Natrium plant, and the launch of its subsidiary, TerraPower UK Ltd.

These regulatory and commercial activities mark the company’s most significant steps to date toward deploying a fleet of Natrium reactors in the United Kingdom, according to the company.

Generic Design Assessment (GDA) process begins

“TerraPower is entering the UK market with a long-term commitment to supporting the nation’s clean energy future and establishing ourselves as a serious and reliable deployment partner,” said Chris Levesque, President and CEO of TerraPower.

“Starting Step 1 of the GDA process and establishing TerraPower UK mark major advances in our mission to bring the Natrium technology to Britain. These milestones demonstrate TerraPower’s dedication to working alongside the UK to deploy safe, clean and reliable nuclear energy for decades to come.”

TerraPower has now begun Step 1 of the Generic Design Assessment (GDA) process. The company submitted its GDA application in October 2025, its first international regulatory filing for the Natrium technology and received formal acceptance by the Department for Energy Security and Net Zero in February 2026. The start of Step 1 of the GDA process marks a significant step toward Natrium advanced reactor deployment in the UK, supporting Britian’s ambition to accelerate innovative, sustainable and next-generation energy solutions, according to a press release.

‘Delivering a golden age of nuclear’

“TerraPower’s decision to establish a UK presence is an important vote of confidence in the UK as a leading destination for nuclear projects and investment,” said Lord Vallance, Minister for Science, Innovation, Research and Nuclear.

“We are delivering a golden age of nuclear and recognise the role advanced nuclear technology could play, providing clean, reliable power and strengthening our energy security.”

Natrium technology is first mover in advanced reactor sector

The company revealed that the Natrium technology is the first mover in the advanced reactor sector and is well positioned to support rapidly increasing energy demand. The Natrium plant design features a 345 MW sodium-cooled fast reactor with a patented molten salt-based energy storage system.

The storage technology can boost the system’s output to 500 MW of power when needed as it is designed to keep base output steady, ensuring constant reliability, and can quickly ramp up when demand peaks—it is the only advanced reactor design with this unique feature.

“Confirming arrangements is an important enabling step for ONR to engage with and assess TerraPower’s Natrium design,” said Diego Fernandez Lisbona, ONR’s Head of Regulation for the TerraPower Natrium GDA and Advanced Nuclear Technologies.

“Interactions in 2025, through our framework for Early Engagement, have provided early design familiarity and we will continue to engage closely with TerraPower and broader stakeholders as GDA progresses.”

TerraPower has been successfully working through the regulatory requirements in the United States, where the first Natrium plant is being constructed. This includes the recent construction approval by the U.S. Nuclear Regulatory Commission to begin building the plant. The UK’s GDA process will expand on the company’s experience and efforts in the U.S. and will allow TerraPower to establish deployment timelines for Natrium sites in the country, as per the release.

“We welcome TerraPower’s entry into the UK’s Generic Design Assessment (GDA) process,” said Yeliz Marshall, NRW’s Radioactivity and Industry Policy Senior Specialist Advisor.

“It provides a valuable route to embed environmental protection early in the Natrium design and address key risks ahead of any future deployment. This GDA also creates scope to benefit from closer international regulatory working under the UK–U.S. Atlantic Partnership for Advanced Nuclear Energy.”


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