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Motorola lança Moto Watch Ultra no Brasil com eSIM e tecnologia da Polar

A Motorola anunciou, nesta quinta-feira (1), a chegada do Moto Watch Ultra ao mercado brasileiro. O smartwatch conta com suporte a eSIM e também traz integração com tecnologias da Polar, marca conhecida por seus recursos voltados a esportes e bem-estar.

O chip virtual do relógio apresenta conexão 4G-LTE, o que significa que, com um plano compatível, o wearable pode realizar chamadas, enviar mensagens e gerenciar notificações sem depender da proximidade do smartphone. 

No que diz respeito à conectividade, o acessório ainda oferece NFC para pagamentos por aproximação, além de Wi-Fi, Bluetooth e GPS de dupla frequência.

O novo smartwatch tem tela OLED de 1,5 polegada, com brilho de até 2.700 nits, em uma caixa de aço inoxidável de 46 mm. A construção inclui proteção IP68 e resistência de 5 ATM, além de Gorilla Glass 3 na tela.

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Monitoramento de saúde com recursos da Polar

A parceria com a Polar aparece principalmente nas ferramentas de saúde, sono e treinamento. O Moto Watch Ultra utiliza sensores de sinais vitais e acompanhamento contínuo para transformar os dados coletados em métricas e orientações ao longo do dia. 

Entre os recursos encontrados no dispositivo, destaque para o Health Insights, com recomendações personalizadas, e o Running Coach, que oferece treinos guiados de corrida e caminhada diretamente no pulso.

A Motorola também ressalta que entre as funcionalidades está o Sleep Plus Stages, sistema que analisa a duração do sono e seus diferentes estágios, incluindo leve, profundo e REM. A noite recebe uma pontuação de 1 a 100, com informações detalhadas que podem ser sincronizadas com o aplicativo Polar Flow. 

Há ainda funções para acompanhar atividade diária, intensidade de movimento, períodos de inatividade, calorias e recuperação.

Na prática esportiva, o aparelho também aposta em recursos para quem não quer ficar limitado ao celular durante os treinos. O GPS de dupla frequência busca melhorar a precisão da localização em ambientes externos, enquanto a conexão Bluetooth permite o uso de fones de ouvido diretamente com o relógio.

Moto Watch Ultra

Wear OSe autonomia de até 50 horas

O novo relógio da Motorola roda Wear OS, sistema operacional do Google desenvolvido para smartwatches e outros dispositivos vestíveis. A plataforma permite instalar aplicativos pela Google Play Store e acessar serviços como: 

  • Google Maps;

  • Google Messages;

  • Google Gemini;

  • YouTube Music;

  • Spotify;

  • WhatsApp;

  • Strava. 

O acessório também sai da caixa com o processador Snapdragon W5+ Gen 1, chip de alto desempenho desenvolvido pela Qualcomm. O componente promete mais agilidade no uso geral do relógio, permitindo uma abertura mais rápida de aplicativos e animações mais fluidas.

Segundo a Motorola, a bateria do novo smartwatch pode chegar a dois dias de uso ativo, com estimativa de 50 horas sem always-on e 45 horas com o recurso ativado. A empresa também afirma que 15 minutos de carregamento podem entregar até 24 horas de uso, embora a autonomia varie conforme as condições e os padrões de utilização.

O Moto Watch Ultra chega ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 4.999. Mas você também pode conferir qual é o melhor smartwatch para comprar hoje, segundo especialistas do Canaltech.

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Golpe usa site oficial do ChatGPT para infectar PCs com Windows

Criminosos estão usando páginas hospedadas no próprio domínio do ChatGPT para levar usuários do Windows a instalar um malware capaz de assumir o controle do computador. A campanha foi identificada pela empresa de segurança Huntress e explora os GPTs personalizados, versões do chatbot que podem ser criadas por terceiros e publicadas dentro do “chatgpt.com”.

Um dos GPTs maliciosos recebeu o nome de “Plus 5.6”, em uma tentativa de fazê-lo parecer um produto oficial da OpenAI. A fraude fica mais convincente porque algumas vítimas chegaram à página por anúncios patrocinados exibidos em pesquisas no Google por “ChatGPT”, segundo os pesquisadores.

A Huntress investigou pelo menos 40 incidentes ligados à infraestrutura usada pelos criminosos. Em dois deles, a empresa conseguiu confirmar que a infecção começou diretamente pelo GPT malicioso hospedado no ChatGPT.

Como funciona o golpe?

O ataque começa quando a vítima acessa o “Plus 5.6”. Como os GPTs personalizados ficam hospedados no site oficial do ChatGPT, o endereço exibido no navegador começa com chatgpt.com, o que pode reduzir a desconfiança do usuário.

Há, porém, uma pista de que não se trata de um modelo oficial: a página identifica o responsável pelo GPT como um criador da comunidade.

Ao enviar qualquer mensagem ao chatbot, a vítima recebe um aviso falso de que o serviço está com disponibilidade limitada. A página oferece então a opção de continuar por um suposto “domínio de backup”.

O link leva para uma página hospedada no Google Sites e preparada para imitar uma verificação da Cloudflare. Nesse momento entra em ação uma técnica conhecida como ClickFix, na qual a vítima é instruída a copiar e executar um comando no próprio computador sob o pretexto de resolver um erro ou comprovar que é humana.

ChatGPT

Nesse caso, o comando executado no PowerShell do Windows inicia uma sequência de downloads e instala silenciosamente um arquivo MSI malicioso. Os criminosos também usam programas legítimos e assinados digitalmente para carregar componentes modificados e dificultar a identificação do ataque por ferramentas de segurança.

Ao final do processo, o computador recebe um trojan de acesso remoto, conhecido pela sigla RAT. Segundo a análise da Huntress, o malware permite visualizar a tela, procurar arquivos, acessar câmera e microfone, capturar áudio do sistema e executar novos programas no dispositivo infectado.

A OpenAI retirou do ar um dos GPTs denunciados pela Huntress em 25 de setembro. Dois dias depois, porém, os pesquisadores encontraram outra versão do “Plus 5.6” ligada à mesma campanha.

A empresa de segurança também identificou mudanças posteriores na cadeia de infecção, indicando que os responsáveis continuaram modificando a operação.

Há casos confirmados no Brasil?

Até o momento, não há confirmação pública de brasileiros infectados especificamente por essa campanha.

A Huntress afirma ter atendido pelo menos 40 incidentes associados ao endereço usado na falsa verificação, mas não publicou a localização das vítimas. Além disso, apenas dois desses casos tiveram o GPT personalizado do ChatGPT confirmado como ponto inicial da infecção.

Nas fontes consultadas pelo Canaltech, também não foram encontrados alertas de órgãos brasileiros de segurança digital ou de empresas de cibersegurança que confirmem vítimas do “Plus 5.6” no país.

Isso não impede que usuários brasileiros encontrem golpes semelhantes. A campanha depende principalmente de engenharia social e de anúncios em mecanismos de busca, e não de uma vulnerabilidade restrita a um país.

A principal recomendação é desconfiar de páginas que peçam para abrir o PowerShell, o Prompt de Comando ou a janela Executar do Windows e colar instruções durante verificações de segurança. CAPTCHAs e serviços legítimos normalmente não exigem que o usuário execute comandos no sistema operacional.

Veja também no Canaltech: https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/deepfakes-como-saber-se-um-video-de-candidato-e-verdadeiro/

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Volkswagen ID.4 mal chegou ao Brasil e já tem data para sair

O ID.4 começou a ser vendido no Brasil há pouco, em uma mudança de estratégia da Volkswagen, mas, ao que tudo indica, não terá vida longa por aqui. Depois de ficar um longo período disponível apenas pelo serviço de assinatura da marca, o SUV elétrico agora pode ser comprado pelos clientes, mas não por muito tempo.

A marca alemã confirmou que o modelo terá vida curta e, em breve, será substituído pelo ID. Tiguan, que estreia na Europa em 2027 e depois chega a outros mercados, incluindo o brasileiro. A estratégia da Volkswagen é clara: abandonar a nomenclatura numérica da linha ID e apostar em nomes já conhecidos, como Tiguan e Polo, que vem fazendo tanto sucesso em sua versão elétrica que já tem fila de espera de 10 meses. 

Volkswagen ID.Tiguan

Além disso, o ID. Tiguan chega com a missão de ser mais eficiente e competitivo que o ID.4 atual, um projeto já desgastado, mas que antes não era acessível para venda. A expectativa é que ofereça baterias maiores que as de 58 kWh e 79 kWh do ID.4, consideradas modestas diante da concorrência, especialmente em um mercado cada vez mais disputado por marcas como BYD e GWM.

Design e diferenciais do ID. Tiguan

O novo SUV elétrico aposta em linhas mais arrojadas e dinâmicas do que o ID.4. Os faróis de LED têm elementos internos recortados, a grade inferior vem em preto e há entradas de ar discretas nas extremidades do para-choque. Na traseira, as lanternas horizontais ocupam toda a largura da carroceria, reforçando a identidade visual.

volkswagen id.tiguan linkedin

Outros detalhes chamam atenção: retrovisores externos rebaixados, barras de teto e maçanetas tradicionais, diferentes dos puxadores tipo alavanca do ID.4. Essas mudanças aproximam o modelo da estética de SUVs premium, reforçando a ideia de versatilidade e sofisticação.

Estratégia global e impacto no Brasil

Segundo o CEO da Volkswagen, Thomas Schäfer, o Tiguan representa a essência da marca e agora será levado ao futuro elétrico. A ideia é oferecer uma linha robusta de SUVs, com opções a combustão e elétricas, atendendo diferentes perfis de clientes.

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Para o Brasil, isso significa que o ID.4 será apenas uma transição. O ID. Tiguan deve chegar após 2027, trazendo mais autonomia e posicionamento premium, o que pode torná-lo um rival direto de modelos como BYD Song Plus e GWM Haval H6. A mudança mostra que a Volkswagen não quer perder espaço no segmento mais competitivo do mercado automotivo atual.

Ainda está interessado no antigo SUV elétrico, mesmo com a aposentadoria próxima? Então vale conferir o review que o CT Auto publicou do Volkswagen ID.4, que entrega uma experiência elétrica verdadeiramente premium!

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Como passar fotos do iPhone para o PC com Windows ou Mac sem perder qualidade

Você pode transferir fotos e vídeos do iPhone para um computador usando um cabo USB, iCloud, Google Fotos ou outro serviço de nuvem. Se o destino for um Mac, o AirDrop também é uma opção para enviar alguns arquivos sem cabo.

Testado e atualizado pela equipe do Canaltech em setembro de 2026, nas versões mais recentes do iOS, Windows e macOS.

Qual é a melhor forma de passar fotos do iPhone para o PC ou Mac?

Existem diferentes maneiras para transferir fotos e vídeos entre o celular e o computador. No geral, a forma mais prática é utilizar o serviços de armazenamento na nuvem, como o iCloud, ou o AirDrop no Mac.

Porém, caso tenha muitas imagens, especialmente arquivos pesados, o cabo USBtende a oferecer um caminho mais rápido para fazer a cópia.

Como passar fotos do iPhone pelo cabo USB

A exportação de arquivos pelo cabo USB, seja pela porta Lightning e USB-C, é feita da seguinte maneira:

No Windows

Veja como transferir fotos e vídeos no Windows:

  1. Instale o app “Dispositivos Apple” (apps.microsoft.com);
  2. Conecte o iPhone ao PC pelo cabo USB;
  3. Desbloqueie o iPhone e toque em “Confiar”;
  4. Abra o app Fotos;
  5. Aperte em “Importar”;
  6. Selecione as fotos e vídeos que você deseja importar;
  7. Escolha onde salvá-los e inicie a importação;
  8. Aguarde a cópia ser finalizada.

No Mac

A importação pelo Mac é feita dessa forma:

  1. Conecte o iPhone via porta USB;
  2. Desbloqueie o Mac e autorize a conexão;
  3. Abra o app Fotos no computador;
  4. Selecione as fotos desejadas;
  5. Caso prefira, escolha um álbum para importá-las;
  6. Aperte em “Importar”.

Agora é só esperar o processo de importação ser finalizado.

Como transferir os arquivos no formato original

A transferência de fotos e vídeos para o computador podem ser feitas com um formato compatível com mais plataformas, como o JPEG, ou com os arquivos originais, em HEIC ou RAW.

Caso queira manter o formato original, sem conversão, faça o seguinte:

  1. Acesse os ajustes do celular;
  2. Abra o menu “Apps”;
  3. Entre em “Fotos”;
  4. Vá em “Transferir para Mac ou PC”;
  5. Marque a opção “Manter Originais”.
    Como transferir fotos do iPhone no formato original via USB

Como baixar fotos do iPhone pelo iCloud

Outra opção é baixar as fotos e vídeos sincronizados no iCloud. A plataforma pode ser acessada pelo app Fotos do Mac ou pela versão web em qualquer dispositivo:

  1. Acesse o iCloud (icloud.com);
  2. Faça login com a sua conta da Apple;
  3. Vá em “Fotos”;
  4. Selecione as fotos desejadas;
  5. Aperte o botão de download.
    Como baixar fotos pelo iCloud na web

Caso queira acessar os arquivos originais, sem modificação, faça o seguinte:

  1. Marque as fotos e vídeos que você deseja baixar;
  2. Pressione o botão de três pontinhas;
  3. Vá em “Mais opções de download...”;
  4. Escolha a opção “Originais não modificados”.

Como usar o iCloud para Windows

O app do iCloud para Windows também permite acessar a biblioteca diretamente pelo Explorador de Arquivos. Veja como:

  1. Baixe o iCloud para Windows (apps.microsoft.com);
  2. Faça login com sua conta;
  3. Ative o “Fotos do iCloud”;
  4. Escolha uma pasta para guardar as fotos;
  5. Se preferir, altere o formato ou ative os vídeos em HDR;
  6. Salve os ajustes.

Agora basta acessar a pasta indicada para visualizar as fotos sincronizadas no iCloud.

Como transferir fotos pelo AirDrop

O AirDrop permite compartilhar arquivos entre dispositivos da Apple próximos sem depender de cabo USB e demais serviços. Para enviar fotos e vídeos, basta fazer o seguinte:

  1. Abra o app Fotos no seu iPhone;
  2. Marque as fotos desejadas;
  3. Acesse o menu “Compartilhar”;
  4. Vá em “AirDrop”;
  5. Selecione o dispositivo desejado;
  6. Aguarde a transferência ser finalizada.

Dá para usar outros apps de fotos na nuvem?

Sim. Também é possível transferir fotos utilizando outras plataformas, como o Google Fotos, por exemplo.

Pelo Google Fotos

O Google Fotos armazena fotos e vídeos no armazenamento do Google Drive. Veja como usá-lo no seu iPhone:

  1. Baixe o app e faça login (apps.apple.com);
  2. Permita o acesso à biblioteca de fotos;
  3. Aperte em “Ativar backup”;
  4. Toque na sua foto de perfil;
  5. Vá em “Configurações de Google Fotos”;
  6. Entre em “Backup”;
  7. Toque em “Qualidade de fotos e vídeos”;
  8. Escolha a opção desejada.
    Como sincronizar fotos do iPhone no Google Fotos

Agora é só acessar a plataforma pelo seu computador:

  1. Acesse o Google Fotos pelo navegador (photos.google.com);
  2. Selecione as fotos desejadas;
  3. Baixe as fotos.

Vale lembrar que, ao fazer upload dos arquivos na qualidade original, o Google Fotos necessita de mais espaço para armazenar as fotos e vídeos.

Pelo Google Drive

Caso queira enviar arquivos pontuais, sem criar uma galeria de fotos em outra plataforma, a alternativa é enviá-los através do Google Drive. Assim, você consegue não apenas acessá-los no seu PC como é possível compartilhar facilmente com outras pessoas.

  1. Baixe o Google Drive e faça login (apps.apple.com);
  2. Abra a galeria de fotos no celular;
  3. Selecione as mídias desejadas;
  4. Abra o menu para compartilhar;
  5. Escolha o Google Drive;
  6. Indique uma pasta para guardar as fotos;
  7. Inicie o upload.

Depois é só abrir o Google Drive no computador e baixar as fotos.

Pelo OneDrive

O OneDrive é uma alternativa para quem não utiliza serviços do Google:

  1. Instale o OneDrive e faça login (apps.apple.com);
  2. Escolha as fotos que deseja salvar na galeria do iPhone;
  3. Abra o menu para compartilhar;
  4. Toque em “OneDrive”;
  5. Selecione uma pasta para fazer o upload;
  6. Inicie o upload;
  7. Acesse o OneDrive pelo PC e baixe as fotos.

Passar fotos por cabo reduz a qualidade?

Não. A transferência via cabo não impacta a qualidade do arquivo da foto, desde que você não faça alterações no arquivo.

Por que algumas fotos não aparecem ao conectar o iPhone ao Windows?

Ao conectá-lo no computador, o iPhone exibe apenas os arquivos que estão salvos no armazenamento do celular. Dessa forma, é preciso baixar as fotos e vídeos salvos apenas no iCloud antes de transferi-los via cabo USB.

As fotos do iCloud ficam no PC se eu apagá-las do iPhone?

Depende. Se você criou uma cópia da foto no computador, o arquivo continua salvo normalmente após removê-lo do iPhone. Contudo, caso esteja armazenado apenas no iCloud, o arquivo é removido de todos os dispositivos sincronizados.

Google Fotos em “Economia de armazenamento” mantém a qualidade original?

Segundo o Google, as fotos maiores de 16 MP são redimensionadas para reduzir o consumo de espaço ao ativar o modo “Economia de armazenamento”. Além disso, os arquivos podem ser guardados em um formato diferente, como JPG.

O mesmo é válido para vídeos. Neste caso, os conteúdos são reduzidos para 1080p, caso ultrapassem essa resolução, e terão a “aparência próxima à do original”.

Dá para transferir fotos do iPhone para o Linux?

Sim. O caminho mais prático para baixar fotos do iPhone em sistemas baseados em Linux é através do iCloud e de outros serviços na nuvem, como o Google Fotos.

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O que vai acontecer quando os remakes de Resident Evil acabarem? Capcom explica

A franquia Resident Evil tem emplacado sucesso atrás de sucesso nos últimos anos, principalmente por conta dos remakes. Na última década, foram três títulos inéditos e outros três games refeitos, mas isso vai acabar em algum momento. Jun Takeuchi, um dos diretores da série, deixou claro agora que esses dois caminhos diferentes vão se encontrar lá na frente, quando não tiver mais o que refazer.

Em um evento de comemoração dos 30 anos da franquia, Takeuchi disse que a Capcom já pensa no que fazer quando esse momento chegar:

"Um dia, a série de remakes alcançará a era dos títulos numerados e já estamos pensando no que faremos quando isso acontecer. Temos nos preparado gradualmente para isso desde a época de Resident Evil Village. O surgimento de nomes como Umbrella e Spencer, bem como o retorno de Raccoon City em Requiem, também fazem parte da preparação para um crossover".

Segundo o diretor, essa virada começou a acontecer em Resident Evil 7: Biohazard, com elementos que, inicialmente, seriam somente "fan service", mas os jogadores ficaram "muito mais entusiasmados" do que os desenvolvedores esperavam, chegando até a "analisar os pensamentos que a equipe de desenvolvimento mantinha em segredo".

Por isso, a Capcom acabou expandindo esse aspecto em RE Village e RE Requiem, trazendo referências como a origem da Umbrella e o retorno de Chris Redfield, além de Leon Kennedy mais velho em Raccoon City décadas depois do incidente original que acontece nos games RE2 e RE3.

Remakes continuam nos próximos anos

A Capcom já refez Resident Evil 2, 3 e 4. Code Veronica é o próximo e ele chega em 2027. Além disso, rumores indicam que os trabalhos em RE 0 seguem avançando, além do primeiro jogo, que parece estar em estágio inicial de desenvolvimento. Com os remakes desses jogos prontos, restariam somente RE5 e RE6, títulos que até mesmo os rumores seguem escassos.

Além disso, essa nova fase da franquia Resident Evil tem potencial de deixar furos no roteiro, como já acontece. E, ao que parece, a Capcom deve focar cada vez mais em fan service. Se os remakes têm o propósito de misturar os diferentes caminhos lá na frente, isso significa que teremos um jogo no estilo do longa Death Island? É esperar para ver.

Enquanto esse momento não chega, você pode conferir a ordem certa de jogar e assistir Resident Evil, já que os games e os longas em CGI se complementam.

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Review Gears of War: E-Day | Dia da Emergência entrega beleza e brutalidade

Em 7 de novembro de 2006, chegou às prateleiras de todo o mundo o revolucionário Gears of War, jogo exclusivo do XBOX que se destacou por seu sistema de cobertura criativo e bem-feito, seu gameplay visceral, além de revolucionar o modo online e inspirar muitos outros títulos daquela geração.

Depois de 20 anos, Gears of War: E-Day chega aos XBOX Series como uma prequel da franquia e primeiro jogo exclusivo vitalício do XBOX em anos. Além dessas responsabilidades, Marcus Fenix, Dom Santiago e companhia têm a importante missão de rechear as comemorações de 25 anos da marca, logo após Forza Horizon 6 e Halo: Campaign Evolved.

Mas, afinal, Gears of War: E-Day valeu seis anos de espera por um novo jogo da The Coalition? O título está tão impressionante quanto nos foi apresentado?

Prós

  • Ação cinematográfica;

  • Gráficos de ponta na Unreal Engine 5;

  • Jogabilidade e sistema de cobertura responsivos;

  • Variedade de inimigos;

  • Química do Esquadrão Bravo.

Contras

  • Quedas constantes de FPS em todo o jogo no XBOX Series X;

  • Problemas de áudio e dublagem;

  • Trilha sonora morna;

  • Repetitividade e reutilização de cenários;

  • Oportunidades perdidas na narrativa.

O Dia da Emergência é brutal e lindíssimo

Uma das tarefas mais difíceis para qualquer obra é conseguir atrair as pessoas em seus primeiros momentos. Nos videogames, consigo me lembrar do início brutal e caótico de The Last of Us como um dos mais marcantes de todos. Felizmente, Gears of War: E-Day segue uma linha muito parecida e entra para esse hall da fama.

O jogo se passa antes dos eventos do primeiro título, durante o Dia da Emergência, momento em que a raça subterrânea conhecida como Locust invade o planeta Sera e devasta tudo o que vê pela frente. Gears of War: E-Day, em específico, se passa na cidade de Kalona pouco tempo depois do fim da Guerra do Pêndulo, local onde Dom Santiago e Marcus Fenix dão uma pausa após a morte do irmão e companheiro Carlos Santiago, que perdeu a vida no conflito.

Gears of War: E-Day

Gears of War: E-Day começa com os dois pés na porta. Logo de início, já conhecemos o que viria a ser o Esquadrão Bravo, formado pela dupla conhecida pelos fãs, mas com a estreia de Mags Carter e Lucas Reyes. Juntos, eles precisam lidar com um cenário totalmente novo: buracos surgem do chão e criaturas não humanas atacam tudo o que veem pela frente.

Desde o primeiro momento de gameplay, a The Coalition mostrou todo o seu poderio tecnológico e pedigree na Unreal Engine 5. Embora seja um jogo linear, o que facilita as coisas, Gears of War: E-Day possui gráficos simplesmente incríveis.

Além disso, há um nível de detalhes e uma densidade de objetos no cenário de tirar o chapéu. O título conta com texturas bem complexas e detalhadas, iluminação fantástica e reflexos em superfícies como vidros e poças d’água que colocam a franquia em outro patamar gráfico. A mesma qualidade se repete nas cutscenes e na captura de movimentos, que só melhoram com o passar do jogo.

Gears of War: E-Day

É uma primeira impressão caótica, mas lindíssima, digna de um jogo da série Gears, conhecida por sua visceralidade. De início, o jogo até passa a sensação de que vai pegar emprestado elementos de terror, mas deixa essa estética rapidamente.

Ação de outro mundo

Embora os gráficos sejam um grande convite para entrar na guerra contra os Locusts, Gears of War: E-Day reitera mais uma vez que estamos falando de um jogo de ação. A The Coalition não apenas mostrou isso com takes mais cinematográficos, destruição em massa e explosões para todos os lados, como também refinou as conhecidas mecânicas da franquia.

Gears of War: E-Day entrega um sistema de cobertura ultra-responsivo e dinâmico, que permite transições fluidas entre diversas estruturas e incentiva o jogador a se locomover a todo momento para contornar as linhas inimigas. O ritmo frenético dos combates também ajuda a ressaltar a ação no jogo de tiro em terceira pessoa. A brutalidade segue o pedigree da série, com sangue, vísceras e cenas chocantes para todos os lados.

A progressão acontece de maneira linear, com algumas poucas áreas abertas, mas ainda direcionadas para a ação. O looping de gameplay alterna entre missões de suporte, combate a ondas de inimigos, defesa de posições, coleta de munição e exploração do cenário.

Gears of War: E-Day

Nesses locais mais amplos, Marcus Fenix pode realizar algumas missões paralelas que concedem modificações para o arsenal da CGO, também encontradas em baús espalhados pelo mapa. Cada arma do jogo pode contar com até quatro melhorias que mudam aspectos como dano, precisão, cartucho e coice, entre outros atributos. Os jogadores também contam com upgrades para a armadura e itens táticos como bombas de adrenalina e rastreadores de inimigos.

Essas modificações também incentivam os jogadores a explorar os mapas de Kalona para conseguir mais melhorias — o que funciona, ao menos no início do jogo. Isso porque há tantas opções de upgrades que fica até cansativo ir atrás de mais deles, sendo que vários são pouco proveitosos. Navegar pela interface das armas é outra tarefa que se torna burocrática quanto mais nos aproximamos do fim.

Seria interessante se a The Coalition optasse por um sistema mais simplificado, como vemos na franquia DOOM, por exemplo. Se o foco do jogo é a ação, o jogador não quer perder tempo lendo dezenas de descrições de melhorias das várias armas.

Locusts mais atacados do que nunca

Não teríamos ação sem os antagonistas do game. Gears of War: E-Day apresenta uma boa variedade de inimigos que permitiu à The Coalition explorar diversas situações de maneiras diferentes, embora a repetitividade ainda seja uma questão presente.

O jogo não oferece novas formas de jogar ou enfrentar os inimigos de manerias diferentes com muita frequência. São as atividades de progressão padrão: elimine os inimigos da área e continue. Contudo, pelo menos até a metade da campanha, a produtora amenizou a sensação de repetitividade ao posicionar os inimigos em locais diferentes e variar os tipos de ameaças. O level design brilha por muito tempo em Kalona, mas vai perdendo seu brilho aos poucos.

Nos trechos finais do jogo, a fórmula de combater os Locusts e prosseguir vai ficando maçante. Um fator que contribui muito para isso é a frequente reutilização de cenários. Podemos citar o Centro de Kalona, que funciona como uma espécie de hub entre as missões e pelo qual passamos pelo menos três vezes.

Gears of War: E-Day

Claro que a The Coalition se deu ao trabalho de destruir o distrito mais e mais a cada passagem do Esquadrão Bravo, mas a sensação de "já passei por aqui" deixa um tom amargo no final da experiência.

Há níveis muito legais em Gears of War: E-Day e não dá para entender por que a desenvolvedora optou por repetir alguns desses cenários. Embora isso ajude o jogador a se familiarizar com os locais, se perde o fator novidade. A equipe poderia ter usado esse espaço para introduzir novas mecânicas de combate, fugindo um pouco do padrão convencional da série.

Felizmente, essa repetitividade é interrompida pelas batalhas contra chefes e inimigos mais fortes. Logo de início, enfrentamos alguns Locusts barra-pesada e gigantescos, que ressaltam ainda mais a ação do jogo. Embora esses chefes não contem com padrões de ataque muito complexos — variando de duas a quatro ações diferentes —, monstros como um sapo gigante ou um mini-Godzilla já colocam Gears of War: E-Day em uma escala ainda maior de ação.

Esquadrão Bravo brilha no Dia da Emergência

Gears of War nunca escondeu um de seus pontos mais fortes: a dinâmica entre os protagonistas. No novo jogo, os personagens possuem uma profundidade que vai além do superficial. A química entre eles dispensa comentários, e há toda uma evolução na forma como lidam um com o outro e com as missões que lhes são atribuídas.

Logo na abertura, podemos notar os dramas pessoais dos membros. Marcus Fenix, por exemplo, perdeu seu irmão de consideração na guerra e precisa lidar com o luto a todo instante. Dom Santiago quer pendurar a armadura, mas a invasão dos Locusts gera incertezas sobre o paradeiro de sua família. Mags, uma ex-Gear, questiona a todo momento os superiores e a estrutura daquele mundo. Por fim, Lucas é o recruta inexperiente que, diferentemente de outros casos em que arquétipos assim viram mero alívio cômico, evolui ao perceber a brutalidade da guerra.

Gears of War: E-Day

Há um desenvolvimento consistente dos personagens ao longo da campanha, algo reforçado nos coletáveis que contam não apenas a história daquele mundo, mas também dos personagens que lá habitam. O grande problema é que a The Coalition abusou dos itens colecionáveis para se aprofundar na narrativa de Gears of War: E-Day, o que pode incomodar quem não gosta de ir do ponto A ao B sem justificativa clara.

Claro que estamos falando de um shooter de ação, e o tiroteio precisa ser o foco. A questão é que há várias abordagens que a desenvolvedora deixou de lado. É o caso do autoritarismo da CGO, que, embora seja abordado em diversos momentos, acaba esquecido no fim das contas. Há até um representante da organização militar que poderia ser um ótimo antagonista, em especial por suas motivações questionáveis, mas cuja trama não é tão bem explorada.

Os problemas em Kalona

Não é possível falar sobre Gears of War: E-Day sem mencionar sua qualidade gráfica impressionante. Porém, todo esse pedigree vem acompanhado de problemas de performance. Toda a campanha do Esquadrão Bravo em Kalona foi marcada por quedas constantes de FPS no XBOX Series X (mesmo no modo desempenho).

As áreas mais abertas são ainda mais críticas nesse quesito. Essa perda de rendimento se intensifica no trecho final do jogo, quando há dezenas de inimigos por todos os lados. Cheguei a enfrentar um crash inesperado nos momentos decisivos da campanha. O problema pode ser fruto da Unreal Engine 5, que ganhou má fama entre os jogadores de PC por conta de títulos lançados com otimização aquém do esperado.

Gears of War: E-Day é um jogo pesado e que deve dar trabalho em hardware menos potente. As quedas de taxa de quadros não chegam a tornar o shooter injogável, mas podem incomodar quem valoriza estabilidade.

Gears of War: E-Day

Outro ponto negativo é o design de áudio do jogo. Gears of War: E-Day conta com muitos diálogos fora das cutscenes, em especial entre os membros do Esquadrão Bravo. O grande problema é que a mixagem de som parece desalinhada: as vozes dos personagens ficam muito baixas em comparação com o som ambiente e os efeitos sonoros. Mesmo ajustando as configurações, é possível ver uma discrepância marcante.

A dublagem em português do Brasil também apresenta deslizes. Em vários momentos, ocorrem dessincronização labial, sobreposição de vozes e falas cortadas que retornam com atraso após o fim das cenas. Somado à mixagem inconsistente, ouvir uma conversa entre Marcus e Dom em meio ao tiroreio pode ser uma tarefa difícil, principalmente se as legendas estiverem desativadas.

A trilha sonora do jogo também é discreta demais. Em certos momentos, há apenas temas militares genéricos que definitivamente não marcam. Não se trata de uma trilha ruim, mas sim da ausência de faixas mais marcantes que pudessem elevar a ação visceral que Gears of War: E-Day oferece.

Gears of War: E-Day vale a pena?

Gears of War: E-Day veio com a missão de não só representar a franquia na geração do XBOX Series, mas também comemorar os 25 anos da marca XBOX. Embora os problemas de performance, áudio e repetitividade sejam um tendão de Aquiles para o Esquadrão Bravo, a The Coalition conseguiu entregar exatamente o que o fã espera de um Gears quando o assunto é temática militar e ação visceral.

Gears of War: E-Day

Não espere uma grande revolução ou a reinvenção da roda. Gears of War: E-Day é um título feito para quem valoriza a jogabilidade em primeiro lugar. O game resgata o espírito dos grandes shooters da era do XBOX 360: direto ao ponto, divertido e visceral, independentemente da história ou de outros detalhes secundários.

Os grandes acertos ainda ficam para a dinâmica do Esquadrão Bravo, a qualidade gráfica impressionante e uma direção de jogo que coloca a ação e a diversão em primeiro lugar.

*Gears of War: E-Day foi avaliado em cópia digital gentilmente cedida ao Canaltech pela XBOX Brasil

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Google apresenta Gemini 4 Argon, nova IA para peitar ChatGPT e Claude

O Gemini 4 Argon é o novo modelo de IA mais poderoso do Google e a resposta da empresa para bater de frente com GPT-6 Astra e Claude Fable 5.1. A novidade foi revelada nesta quarta-feira (30), mas ainda não pode ser usada pelo público enquanto passa por testes de segurança.

É o primeiro anúncio de um modelo de fronteira pela Gigante de Mountain View desde o primeiro semestre, com a família Gemini 3.5. Nos últimos meses, a Big Tech focou em atualizações menores de seus modelos da variante Flash, voltados para tarefas mais rápidas, enquanto concorrentes apostaram em alternativas mais avançadas. 

O Google afirma usar o Gemini 4 Argon internamente, inclusive na área de pesquisas de computação quântica. O novo modelo evolui consideravelmente a janela de tokens, que passa de 64 mil para um milhão e permite gerar respostas com mais contexto. 

Gemini 4 Argon

Você ainda não pode usar o modelo

O Gemini 4 Argon foi revelado ao público, mas ainda não pode ser acessado. A fase inicial de lançamento é limitada para um grupo de defensores cibernéticos e testadores — após coletar feedback e aplicar ajustes, o modelo será liberado para assinantes do plano Google AI Ultra.

A empresa segue um padrão no mercado para aumentar os testes de segurança antes de liberar modelos mais inteligentes. A prática se tornou mais comum após os casos de ataques hackers autônomos por IAs e chegou a atrasar o lançamento do GPT-6 Astra pela OpenAI.

Por falar em Gemini, o assistente do Google vai acabar com os Gems e substituí-los por Skills, similar ao que acontece no Claude

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BYD Shark é “invadida” por hacker e expõe fragilidade de carros conectados

A BYD Shark, picape eletrificada que, até o momento, ainda não se destacou  no mercado brasileiro, virou alvo de um experimento de cibersegurança na Austrália. O especialista Dan Hreszczuk, fundador da Fortify Labs, conseguiu assumir remotamente diversas funções do veículo sem precisar quebrar criptografia complexa. Para a invasão, bastou ao "hacker" acessar uma porta de software sem senha para iniciar a invasão.

Durante o teste, realizado em uma estrada próxima a Camberra, o hacker desligou os faróis da picape de 2.600 kg enquanto ela rodava a 30 km/h à noite. Também acionou os limpadores na velocidade máxima, travou portas, alterou imagens da multimídia e reproduziu áudios para distrair o motorista.

Além dos comandos físicos, Hreszczuk acessou o microfone interno e rastreou a localização do veículo em tempo real. Ele gravou o comando de voz usado para ativar o assistente do celular do motorista e, ao reproduzi-lo nos alto-falantes, conseguiu induzir o smartphone a revelar dados sensíveis como endereço e data de nascimento.

Riscos e debate sobre carros conectados

Embora funções vitais como freios e câmeras tenham proteção mais robusta, a invasão mostrou que iluminação e sistemas multimídia podem ser manipulados com facilidade. Em alta velocidade, a perda repentina dos faróis poderia causar acidentes graves.

Hacker

O caso reacende o debate sobre espionagem e privacidade por hackers em veículos modernos, que funcionam como computadores sobre rodas. No Brasil, onde a BYD Shark também é vendida, ainda não há regulamentação clara sobre padrões mínimos de cibersegurança automotiva.

O que dizem especialistas sobre carros autônomos

O CT Auto já havia abordado o tema sobre invasão a carros autônomos em 2021, na entrevista com Fabio Assoline, analista-sênior da Kaspersky, empresa de segurança digital fundada em 1997. O especialista alertou que a invasão dos sistemas dos carros conectados não é obra de ficção: “Sim, porque no momento nós vemos carros conectados. Não é ficção. Isso pode acontecer, desde que haja vulnerabilidade”.

hacker cibersegurança

Assoline citou um caso de 2015, quando hackers invadiram um Chrysler Cherokee e conseguiram controlar acelerador e freios. Para ele, ataques a carros inteligentes são uma questão de tempo se fabricantes não reforçarem testes e atualizações constantes de software.

Caminhos para maior proteção

Montadoras como Mercedes-Benz e Volvo afirmam que separam sistemas críticos (freios, direção, acelerador) dos conectados, reduzindo riscos. Já a Stellantis chegou a realizar recall em 1,4 milhão de veículos para instalar patches de segurança após um ataque semelhante.

Carro protegido

O episódio da BYD Shark mostra que, sem protocolos globais de cibersegurança, carros conectados podem se tornar alvos fáceis. A pressão agora recai sobre fabricantes e reguladores para garantir que a evolução tecnológica não comprometa a segurança dos motoristas.

Vale pontuar que o caso da invasão à picape da BYD não é um fato isolado. Recentemente, carros modernos viraram alvo de hackers com falha em chip de comunicação; relembre.

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Suspense erótico com Sydney Sweeney, A Empregada ganha data de lançamento na HBO Max

Um dos maiores sucessos de bilheteria no Brasil no começo de 2026, A Empregada já tem data para chegar ao catálogo da HBO Max. O filme foi um fenômeno na época da estreia por entregar um suspense erótico envolvente, chegando agora ao streaming a tempo de pegar o embalo da estreia de Verity.

Estrelado por Sydney Sweeney (Euphoria), A Empregada conseguiu se firmar entre o público graças ao boca a boca, especialmente devido às reviravoltas chocantes que fizeram os espectadores correrem para os cinemas antes dos spoilers. Sem contar que, no meio literário, a história já era conhecida pelos leitores dos livros da escritora Freida McFadden que inspiraram o filme, impulsionando ainda mais a repercussão. 

Sob comando do diretor Paul Feig (Um Pequeno Favor), a adaptação usa o livro homônimo como base para narrar a história de Millie (Sweeney), uma jovem que, fugindo de seu passado, decide aceitar um emprego como empregada doméstica na luxuosa mansão do casal de ricaços Nina (Amanda Seyfried) e Andrew Winchester (Brandon Sklenar).

Porém, o que parecia ser o trabalho ideal para o seu recomeço logo se torna perigoso quando Millie percebe que Nina apresenta um comportamento imprevisível e sádico, uma percepção que a leva a se aproximar de Andrew para suportar os abusos vividos na casa. Tudo piora quando a jovem descobre que existem segredos muito mais sombrios escondidos ali. 

Quando A Empregada estreia na HBO Max?

Após uma temporada disponível nas plataformas digitais para compra ou aluguel, A Empregada finalmente vai chegar ao catálogo da HBO Max. A data está marcada para o dia 9 de outubro.

Sequência de A Empregada confirmada

Com o sucesso estrondoso de A Empregada nos cinemas, a Lionsgate não demorou muito para confirmar a sequência: O Segredo da Empregada. O longa usará como base o livro homônimo de Freida McFadden, que acompanha Millie enfrentando outro desafio ao trabalhar como empregada doméstica para uma nova família. 

Para a continuação, Sydney Sweeney volta a interpretar a protagonista, Millie, desta vez dividindo os holofotes com Kirsten Dunst (Homem-Aranha) e Paul Anthony Kelly (História De Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette), que vivem o casal Wendy e Douglas Garrick. O elenco também terá Michele Morrone (365 Dias) e Brittany Snow (A Escolha Perfeita), e Paul Feig retorna como diretor. 

a empregada

O Segredo da Empregada tem data de estreia marcada para 17 de dezembro de 2027. Aproveite para mergulhar no universo do suspense sabendo mais sobre A Empregada: tudo sobre o suspense com Sydney Sweeney e Amanda Seyfried.

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Prefeitura de SP barra radares com IA; entenda o motivo

Por enquanto, a Prefeitura de São Paulo não vai adotar câmeras de monitoramento com inteligência artificial (IA) para multar motoristas por condutas como o uso do celular ao volante ou falta de cinto dentro da capital.

É o que declarou Gilmar Miranda, secretário executivo municipal de Mobilidade e Trânsito, durante o Summit Futuro da Mobilidade 2026. Segundo o secretário, a tecnologia é mais eficaz em malhas rodoviárias extensas do que no ambiente urbano de alta densidade.

multa radar infração

Enquanto a capital paulista mantém a fiscalização tradicional por meio da CET e da Polícia Militar, as rodovias do estado já operam com a novidade — tanto que trechos da Rodovia Raposo Tavares e do Rodoanel Mário Covas têm o recurso, e a concessionária Ecovias projeta expandir a instalação dos novos radares para a Rodovia Castelo Branco.

Radar com inteligência artificial

As câmeras com IA captam as suspeitas de infração e enviam as imagens para validação humana em uma central da Polícia Militar Rodoviária, que decide se é necessário aplicar a penalidade. No trecho concessionado da Raposo Tavares, a tecnologia já demonstrou alto alcance ao registrar 2.316 multas em um único mês de operação.

Até o momento, a falta do cinto de segurança lidera as infrações, somando 1.386 ocorrências (falta grave, com multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH). Já o manuseio ou uso de celular ao volante respondeu por 930 flagrantes (falta gravíssima, com multa de R$ 293,47 e 7 pontos na carteira).

Quer saber mais? Confira nossa matéria que explica como funciona o radar com IA contra celular e falta de cinto!

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Deepfakes: como saber se um vídeo de candidato é verdadeiro

A poucos dias do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para domingo (4), vídeos e áudios de candidatos circulam com velocidade pelas redes sociais e aplicativos de mensagens. Com ferramentas de inteligência artificial capazes de reproduzir rostos e vozes, procurar apenas erros na imagem já não é suficiente para saber se uma gravação é verdadeira.

Movimentos estranhos da boca, deformações no rosto, sombras incoerentes ou problemas em mãos e acessórios ainda podem levantar suspeitas.

Esses sinais, porém, devem ser tratados como alertas e não como provas de manipulação, explica Paulo Baldin, especialista em cibersegurança, proteção de dados e governança digital da CLA Brasil.

Isso significa que um conteúdo falso pode passar sem apresentar defeitos evidentes. Ao mesmo tempo, compressão de vídeo, conexão ruim e problemas de sincronização podem fazer uma gravação verdadeira parecer manipulada.

A recomendação é olhar além da imagem: descobrir de onde o conteúdo veio, procurar a publicação original e verificar se aquela declaração aparece em outras fontes.

Mãos e boca podem dar pistas, mas não provam um deepfake

Durante os primeiros anos de popularização das imagens geradas por IA, características como mãos deformadas e movimentos pouco naturais eram indícios bastante conhecidos. Esses problemas continuam sendo úteis para despertar atenção.

Baldin recomenda observar, por exemplo, se a boca acompanha corretamente a fala, se os contornos do rosto mudam durante o vídeo e se sombras e reflexos combinam com a iluminação. Dentes, óculos, acessórios e a textura da pele também podem apresentar inconsistências.

O problema é transformar essas pistas em um “teste de deepfake”.

“Um conteúdo falso pode parecer perfeito, enquanto um vídeo verdadeiro pode apresentar falhas de sincronização ou perda de qualidade”, afirma o especialista. Por isso, a ausência de defeitos visuais não confirma a autenticidade de uma gravação.

O próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu em setembro critérios para caracterizar deepfakes no contexto eleitoral. Segundo a Corte, eles envolvem conteúdos sintéticos produzidos ou manipulados com IA ou tecnologia equivalente, com grau de realismo ou verossimilhança, capazes de criar, reproduzir ou alterar imagem, voz ou manifestação de uma pessoa.

pessoa usando computador

Reconhecer a voz também não confirma o áudio

A dificuldade aumenta quando o conteúdo é apenas um áudio. Sistemas de clonagem de voz conseguem usar gravações anteriores, como entrevistas, discursos e vídeos publicados na internet, para reproduzir características da fala de uma pessoa e gerar frases novas.

Um estudo publicado em 2025 na revista Scientific Reports, ajuda a dimensionar o problema. Participantes identificaram corretamente vozes geradas por IA em cerca de 60% das tentativas. Quando ouviram lado a lado uma voz verdadeira e seu clone, consideraram que ambas pertenciam à mesma pessoa em aproximadamente 80% dos casos.

Um caso recente ocorreu na própria campanha presidencial de 2026. Em setembro, o Projeto Comprova verificou um áudio falso atribuído ao candidato Renan Santos (Missão). Uma análise com a ferramenta Hive Moderation apontou 99,2% de probabilidade de a fala ter sido gerada artificialmente.

A publicação também usava elementos da identidade visual do The Intercept Brasil para parecer uma reportagem verdadeira. O veículo confirmou ao Comprova que não havia produzido nem publicado aquele material.

O episódio mostra por que a checagem não deve depender apenas da capacidade de perceber uma voz artificial: elementos reais, como logotipos, fotos e identidades visuais conhecidas, também podem ser usados para aumentar a aparência de autenticidade.

Como checar um vídeo ou áudio de candidato

Antes de compartilhar uma gravação suspeita, o primeiro passo é descobrir sua origem. Um vídeo recebido no WhatsApp ou recortado em uma rede social pode perder informações importantes sobre quem publicou o material e em qual contexto.

A partir daí, vale seguir algumas verificações:

  1. Procure a publicação original: busque o nome do candidato e palavras da declaração para localizar a gravação completa;

  2. Confira a data: vídeos antigos podem voltar a circular como se fossem atuais;

  3. Assista ao conteúdo completo: cortes podem retirar uma fala verdadeira do contexto;

  4. Procure confirmação independente: confira veículos jornalísticos, agências de checagem e canais oficiais;

  5. Verifique quem publicou: no caso de perfis de candidatos, confira o endereço exato da conta e os links divulgados, em vez de confiar apenas no nome, foto ou selo de verificação.

Segundo Baldin, até uma conta com poucos seguidores ou criada recentemente não pode ser considerada falsa apenas por essas características. O ideal é verificar o conjunto de informações e confirmar se há ligação com os canais oficiais da candidatura.

Os endereços eletrônicos utilizados pelas campanhas devem ser informados à Justiça Eleitoral no registro de candidatura ou, quando criados posteriormente, comunicados em até 24 horas. O TSE também mantém o sistema DivulgaCandContas, que reúne dados oficiais das candidaturas.

urna eletrônica TSE

Deepfakes têm regras específicas nas eleições

O uso de IA na propaganda eleitoral também é regulamentado pelo TSE. Conteúdos sintéticos utilizados em propaganda devem informar de forma explícita que houve fabricação ou manipulação e indicar a tecnologia empregada.

A Justiça Eleitoral proíbe ainda o uso de deepfakes para favorecer ou prejudicar candidaturas. Além disso, nas 72 horas que antecedem o pleito e até 24 horas após o término da votação, ficam vedadas a publicação, republicação e o impulsionamento de novos conteúdos sintéticos produzidos ou alterados por IA que utilizem imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.

Por isso, Baldin recomenda que um conteúdo cuja origem não possa ser confirmada seja tratado como informação não verificada, mesmo quando a imagem ou a voz pareçam convincentes.

Veja também: O que acontece se você perguntar às IAs em quem votar? Testamos 5 delas

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Emulador de PS5 já consegue rodar Marvel’s Wolverine, mas "cobra" caro por isso

Parece que os PC gamers estão se preparando para jogar GTA 6 antes do lançamento oficial da versão de PC; basta ver a velocidade do desenvolvimento de emuladores de PS5. Alguns jogos já chegam a 60 FPS e até mesmo Marvel Wolverine já começou a ser rodado por um dos emuladores, embora ainda se restrinja ao menu principal e tenha bugs gráficos.

Já circula nas redes sociais um vídeo do emulador KyTyPS5 iniciando o mais recente jogo da Insomniac, que não tem sido muito bem aceito, mas esse avanço é importante, de qualquer maneira. Marvel Wolverine tem somente duas semanas de lançamento e o fato de ter até mesmo prints de cenas do jogo rodando, mesmo com problemas visuais, é um feito e tanto.

É questão de pouco tempo para que o jogo esteja rodando sem muitas dificuldades, já que existem games rodando bem, como Demon's Souls Remake, já até consegue usar DLSS e elevar a taxa de FPS para incríveis 120 FPS com geração de quadros.

Diversos jogos emulados de PS5 já rodam a 60 FPS

Uma das últimas grandes atualizações sobre esse assunto aconteceu com Astro Bot e as otimizações feitas por uma pessoa. Ela conseguiu rodar o início do game no emulador de PS5 a 60 FPS, uma evolução enorme comparada aos 20 FPS com travadas de vários segundos como acontecia antes.

 

Um outro emulador, chamado de SharpEmu, já consegue rodar oito jogos mais leves a 60 FPS. Ao todo, 17 títulos já chegam ao gameplay, embora muitos ainda precisem de ajustes. Mas, como já falamos aqui, a evolução está sendo tão rápida que você nem vai perceber que outros jogos estarão rodando bem acima de 30 FPS sem problemas gráficos.

O problema é que a emulação, principalmente em seus estágios iniciais, exige consideravelmente mais do PC do que uma versão nativa para a plataforma. Temos visto esses testes rodando em máquinas com configurações como Ryzen 9 9950X3D e Radeon RX 7900 XT e Ryzen 7 7800X3D e GeForce RTX 5090. Com muita otimização, é possível reduzir essa altíssima demanda de processamento.

A comunidade é incansável. Eles já até conseguiram rodar Nintendo Switch nativamente em um PlayStation 5 destravado, um feito impressionante. O PC também tem ganhado muitas recompilações, ports de jogos de consoles, e se você não sabe a diferença entre emulação e recompilação, dá uma olhada no nosso artigo sobre o assunto.

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Meta nega que sua nova IA está espionando mensagens dos usuários; entenda polêmica

A Meta negou nesta quarta-feira (30) que o Muse, seu novo agente de inteligência artificial (IA), consiga acessar mensagens privadas no Mac sem autorização. A resposta veio após um jornalista afirmar que a ferramenta usou informações de conversas pessoais mesmo quando, segundo ele, a permissão necessária para ler esses dados estava desativada.

O caso envolve Jason Aten, colunista da Inc., que testava o Muse em um Mac mini. Durante o experimento, a IA sugeriu que uma conversa recente com o coapresentador de seu podcast poderia virar uma pauta e também mencionou uma mensagem enviada por seu editor. Aten afirma que não havia autorizado o agente a ler suas conversas.

A Meta contesta essa versão. Segundo Andy Stone, vice-presidente de comunicação da companhia, a integração do Muse com o aplicativo Mensagens do macOS precisa ser ativada pelo próprio usuário e depende de permissões concedidas no sistema operacional.

Muse leu mensagens sem permissão?

Ainda não é possível determinar de forma independente o que ocorreu no computador de Aten. O relato do jornalista e a explicação técnica da Meta apresentam versões diferentes sobre o acesso concedido ao Muse.

Segundo a empresa, o usuário precisa habilitar o "Acesso Total ao Disco" no macOS e liberar o conector do Mensagens para que o agente possa consultar o conteúdo das conversas. A configuração ainda passa pelas próprias definições de segurança do sistema da Apple e exige uma confirmação manual.

David Singleton, executivo da Meta Superintelligence Labs, afirmou que existem três etapas envolvendo permissões do aplicativo e proteções do macOS antes que o Muse consiga acessar as mensagens. De acordo com ele, essas barreiras não poderiam ser contornadas nem mesmo por um erro no aplicativo.

Aten, por sua vez, diz que o Acesso Total ao Disco estava desligado quando percebeu que o Muse conhecia o conteúdo das conversas.

Ao ser questionada pelo jornalista sobre a origem das informações, a própria IA afirmou que recebia textos exibidos nas notificações do computador. A Meta também rejeitou essa explicação e disse que o modelo se confundiu ao tentar explicar como havia obtido os dados.

Isso deixa a causa do episódio em aberto. Até o momento, não foi apresentada uma análise técnica independente que demonstre como o Muse teve acesso às informações mencionadas por Aten.

Meta Muse

O que é o Muse?

Lançado pela Meta em 8 de setembro, o Muse é um agente pessoal de IA criado para executar tarefas em nome do usuário. A proposta vai além de responder perguntas: a ferramenta pode navegar pela internet, preencher formulários, organizar compromissos, enviar e-mails e realizar compras, dependendo das permissões concedidas.

O agente funciona em uma máquina virtual dedicada na nuvem chamada Muse Secure VM. Segundo a Meta, esse ambiente armazena os dados e as credenciais dos serviços conectados e é isolado das máquinas virtuais de outros usuários.

Outro componente, chamado Sentinel, controla ações externas do agente. O sistema pode interromper uma tarefa e solicitar aprovação do usuário quando identifica operações que exigem consentimento, além de controlar o tráfego de rede gerado pelo Muse.

A versão para Mac ganhou mais recursos durante o Meta Connect 2026. Com autorização, o Muse pode operar aplicativos instalados no computador, gerenciar mensagens e procurar arquivos enquanto executa tarefas em segundo plano.

No lançamento, o serviço começou a ser distribuído nos Estados Unidos para iOS, Android e web. A Meta também permite conversar com o agente pelo WhatsApp e anunciou planos de levá-lo aos seus óculos inteligentes.

Muse Charm

Muse já enfrenta outras dúvidas sobre permissões

A discussão ocorre poucos dias depois de outro episódio envolvendo o nível de autonomia dado ao agente.

O YouTuber Matt Robb contou que deixou o Muse cuidar da venda de um teclado no Facebook Marketplace. A IA negociou com um interessado e enviou o endereço de Robb, o que fez com que o comprador aparecesse no prédio sem que o dono estivesse esperando pela visita.

Depois, Robb descobriu que havia escolhido a opção “Allow Always” (“Sempre permitir”, em tradução livre) ao autorizar o Muse a responder compradores. Ele acreditava que ainda precisaria aprovar ofertas e outras ações posteriormente, mas a permissão também permitiu que o agente enviasse mensagens usando informações fornecidas anteriormente, incluindo o endereço de retirada.

A Meta disse que estuda deixar esse tipo de autorização mais claro para os usuários.

Veja também: O que é a antropomorfização da IA?

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Tom Cruise está irreconhecível em nova comédia do diretor de O Regresso; saiba mais

Esqueça tudo que você sabe sobre Tom Cruise, porque o filme Digger promete apresentar uma versão nunca vista antes do astro. Dirigido por Alejandro González Iñárritu (O Regresso), o longa-metragem vem dando o que falar desde os primeiros trailers pela aparência do ator, que surge praticamente irreconhecível na produção.

Com uma peruca de cabelos grisalhos, próteses e um visual envelhecido que destoa da imagem pela qual o ator se tornou conhecido no cinema de ação, Cruise apostou na mudança para viver um bilionário que causa um destrate global e tenta remediar os problemas provocados por ele mesmo. 

O processo de maquiagem usado na transformação, segundo o astro em entrevista ao podcast New Heights, durava aproximadamente 6 horas, com o tempo sendo cronometrado para que a equipe não atrasasse o andamento das gravações.

Apesar do esforço, parece que a jornada valeu a pena. Basta dar uma espiadinha nos trailers e imagens divulgadas para notar que é preciso olhar duas vezes antes de perceber que estamos vendo o mesmo ator por trás do agente Ethan Hunt nos filmes de Missão: Impossível. 

Do que trata Digger?

Apostando na comédia satírica, Digger conta a história de Digger Rockwell (Cruise), um bilionário e magnata do petróleo considerado o homem mais poderoso do mundo. Até que esse status é abalado quando a empresa do ricaço provoca uma catástrofe ambiental gigantesca a nível global, ameaçando o futuro do planeta. 

Desesperado para reverter a imagem negativa, Digger embarca em uma jornada frenética contra o tempo para reparar os danos causados pela corporação e provar para todos que ele é, na verdade, o salvador da humanidade antes que o pior aconteça.

digger

Elenco recheado de estrelas

Tom Cruise não é o único astro a compor o elenco de Digger, dividindo os holofotes com algumas estrelas premiadas do momento. 

Entre os destaques da equipe de atores está Sandra Hüller, que recentemente chamou atenção por seu trabalho no elogiado Devoradores de Estrelas (2026). Ela também fez sucesso com o suspense Anatomia de uma Queda (2023) e o drama Zona de Interesse (2023).

Outros nomes que integram o elenco do novo filme de Iñárritu são Riz Ahmed (O Som do Silêncio), John Goodman (O Grande Lebowski), Jesse Plemons (Bugonia), Michael Stuhlbarg (Me Chame Pelo Seu Nome) e Emma D’Arcy (A Casa do Dragão).

digger

Filme já causa polêmica nos cinemas

Digger mal estreou, mas já anda causando polêmica nas telonas com uma sátira controversa. Os críticos, por exemplo, andam bastante divididos em relação ao filme: enquanto uns chamam de “ousado”, outros chamam de “desagradável”, consolidando uma opinião bastante dividida. 

Para ter uma noção do desastre, no Rotten Tomatoes, Digger abriu com uma das piores avaliações de um filme estrelado por Cruise na última década, chegando a uma média de 51% até o momento. Especialistas do mercado ainda estimam que o longa pode ser um dos maiores fracassos da Warner em 2026, com uma abertura projetada em somente US$ 12 milhões.

Olhando para o orçamento, parece que Digger realmente pode enfrentar alguns problemas para recuperar seu investimento, caso o boca a boca não se converta em vendas de ingressos (principalmente diante das críticas ao filme). Segundo a Variety, o orçamento foi estimado em US$ 125 milhões, mas acredita-se que o número subiu para até US$ 180 milhões depois de atrasos na produção. 

Resta saber, então, como Digger irá se comportar nas bilheterias nas próximas semanas. Aproveite também para conhecer mais 5 filmes com Tom Cruise que foram fracassos de bilheteria.

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OpenAI freia abertura de capital em nome da segurança; entenda motivos

A OpenAI não pretende avançar com uma abertura de capital enquanto não estiver mais segura sobre o comportamento de seus modelos de inteligência artificial (IA). Sam Altman, CEO da empresa, voltou a abordar o assunto nesta quarta-feira (30), durante o DevDay, e afirmou que a companhia precisa conseguir fazer afirmações mais confiáveis sobre a segurança de seus sistemas antes de entrar na Bolsa.

A declaração reforça uma mudança de planos ocorrida nos últimos meses. Em maio, a OpenAI trabalhava com bancos para preparar um pedido confidencial de oferta pública inicial de ações, o chamado IPO, e avaliava uma estreia ainda em setembro de 2026.

Já neste mês, Altman descartou uma abertura de capital neste ano por considerar o momento inadequado diante das preocupações com segurança da IA.

Enquanto a dona do ChatGPT pisa no freio, a Anthropic, responsável pelo Claude, parece estar mais próxima de chegar ao mercado de ações. A rival já preparou um prospecto confidencial para seu IPO, segundo documentos vistos pela Reuters, e pode fazer sua estreia depois das eleições legislativas dos Estados Unidos, em novembro.

Por que a OpenAI adiou o IPO?

Segundo Altman, abrir o capital agora poderia acrescentar uma pressão indesejada sobre a empresa justamente em um período no qual os sistemas de IA estão avançando rapidamente.

Uma companhia listada em Bolsa passa a responder também às expectativas de acionistas e do mercado por resultados financeiros, além de estar sujeita a uma série de exigências de divulgação.

O executivo reconheceu que uma empresa de capital aberto também ganha mecanismos adicionais de transparência e prestação de contas.

Ainda assim, afirmou que a OpenAI precisa primeiro chegar a um ponto em que consiga sustentar com mais confiança suas avaliações de segurança sobre os modelos mais avançados.

O tema ganhou peso nas últimas semanas. A OpenAI decidiu suspender o lançamento do GPT-6.1 Astra depois que testes internos identificaram problemas de segurança e alinhamento, incluindo comportamentos relacionados a engano e tentativas de escapar de supervisão humana, segundo informações obtidas pela Reuters.

Altman já havia sinalizado a mudança de postura em 12 de setembro. Em entrevista à Fortune, o CEO afirmou que 2026 seria um momento inadequado para levar a OpenAI à Bolsa e disse que a companhia não sentia pressão para fazer isso imediatamente.

sam altman

OpenAI chegou a preparar IPO para 2026

A abertura de capital estava em uma fase bem mais concreta alguns meses atrás. Em maio, a Reuters informou que a empresa trabalhava com Goldman Sachs e Morgan Stanley na elaboração de um prospecto e planejava entregar documentação de forma confidencial aos reguladores americanos. Na ocasião, a estreia era considerada possível já em setembro.

A movimentação ocorreu depois de uma ampla reorganização societária da OpenAI. A companhia concluiu em 2025 uma recapitalização que transformou sua operação comercial na OpenAI Group PBC, uma corporação de benefício público. A OpenAI Foundation, organização sem fins lucrativos, permaneceu no controle da empresa.

A estrutura tornou o braço comercial mais parecido com uma companhia tradicional, inclusive com ações convencionais, ao mesmo tempo em que manteve o controle institucional com a fundação. A própria OpenAI afirmou que a mudança era necessária para facilitar a captação dos volumes de capital exigidos para desenvolver e operar seus sistemas de IA.

Em maio, a OpenAI havia sido avaliada em US$ 852 bilhões e poderia chegar ao mercado com valor próximo de US$ 1 trilhão, segundo fontes ouvidas pela Reuters. Mais recentemente, a Bloomberg informou que investidores discutiam uma nova rodada privada que poderia avaliar a companhia em mais de US$ 1,2 trilhão, justamente enquanto o cronograma do IPO permanecia indefinido.

anthropic

Anthropic está mais perto da Bolsa

A Anthropic seguiu por um caminho diferente. A empresa já elaborou um prospecto confidencial para sua abertura de capital, documento que reúne informações financeiras, riscos e detalhes do negócio destinados aos reguladores e potenciais investidores. A Reuters teve acesso a uma cópia, mas o arquivo ainda não havia sido divulgado publicamente pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC).

Os documentos indicam que a dona do Claude busca uma avaliação superior a US$ 2 trilhões. A receita da empresa chegou a cerca de US$ 4,6 bilhões em 2025, 12 vezes mais do que no ano anterior, enquanto o prejuízo operacional ultrapassou US$ 8 bilhões.

A companhia também vem organizando sua estrutura financeira antes da oferta. No início de setembro, a Bloomberg informou que a Anthropic preparava uma linha de crédito de US$ 15 bilhões, liderada pelo Morgan Stanley, com participação de Goldman Sachs, JPMorgan e Citigroup. Os mesmos bancos estão envolvidos nos preparativos para o IPO.

Questões de segurança também aparecem com destaque nos planos da empresa. O prospecto da Anthropic reserva dezenas de páginas para riscos associados a sistemas avançados de IA, incluindo a possibilidade de agentes tomarem ações inesperadas ou causarem danos.

Veja também: O que acontece se você perguntar às IAs em quem votar? Testamos 5 delas

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Vivo estreia no ChatGPT com promessa de recarga e 2ª via no futuro

A Vivo passou a ocupar um novo espaço para atender seus clientes: o ChatGPT. A operadora lançou, nesta quarta-feira (30), um plugin que permite buscar informações sobre planos, ofertas, celulares e outros serviços diretamente em uma conversa com a inteligência artificial (IA).

Neste primeiro momento, a novidade funciona principalmente como um canal de consulta. O usuário pode explicar o que procura em linguagem natural, enquanto o sistema utiliza informações fornecidas pela própria Vivo para responder às dúvidas e indicar produtos ou serviços relacionados à necessidade apresentada.

O plugin também pode orientar consumidores com dúvidas sobre contratação ou suporte e direcioná-los aos canais de atendimento da operadora quando necessário. Vale destacar, no entanto, que a proposta ainda não é substituir completamente os meios tradicionais de atendimento.

Segundo Renata Nobre, diretora de Experiência Digital da Vivo, a iniciativa acompanha o crescimento das ferramentas de IA como ponto de contato entre consumidores e empresas.

“Ferramentas de IA têm se tornado cada vez mais relevantes na tomada de decisão das pessoas e o compromisso da Vivo é se fazer presente onde o cliente estiver: presencial, remoto, web e, agora, plataformas de inteligência artificial”, afirmou a diretora em comunicado.

Plugin da Vivo no ChatGPT

Plugin ainda não faz recargas ou emite segunda via

Apesar de já estar disponível, o plugin da Vivo ainda não permite realizar operações diretamente pelo chatbot da OpenAI. Essas funções estão previstas para uma próxima fase do projeto, quando a operadora pretende transformar a ferramenta em um canal também transacional.

Entre os recursos planejados estão emissão da segunda via da fatura, recargas e compra de planos de celular. A Vivo não informou quando essas funcionalidades serão liberadas aos clientes.

Outro ponto destacado pela empresa é a origem das informações apresentadas durante as conversas. O conteúdo oferecido pelo plugin passa pela curadoria da própria operadora, em vez de depender apenas de informações gerais disponíveis na internet.

Tiago Baccala, diretor de IA da Vivo, afirma que essa integração permite adaptar as respostas ao contexto apresentado pelo consumidor durante a conversa.

“Quem acessa o plugin da Vivo no ChatGPT recebe a resposta da própria Vivo: informação oficial, atualizada e com curadoria nossa. A partir do que o cliente conta na conversa, a IA indica os produtos, serviços e ofertas que fazem sentido para aquele momento com conteúdo direcionado”, destacou o executivo.

Vivo Operadora

Como acessar o plugin da Vivo no ChatGPT?

Para acessar o plugin da Vivo na ferramenta de IA, basta seguir esse passo a passo:

  1. Abra o ChatGPT (navegador ou app);

  2. Acesse o menu lateral esquerdo;

  3. Clique em “Plugins”;

  4. Escreva “Vivo” no campo “Pesquisar plugins”;

  5. Instale o plugin ou selecione uma pergunta para iniciar a interação. 

O anúncio da integração com a ferramenta de IA acontece um dia após a Vivo ser reconhecida como a operadora com o 5G mais rápido do mundo pelo terceiro ano seguido.

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GAC joga preços de SUV híbrido no chão para encarar BYD Song

A GAC está com condições especiais em seu SUV híbrido rival do BYD Song Pro até o final do mês de setembro (ou enquanto durarem os estoques). A promoção derrubou o preço do GS4 Premium, e é voltada às vendas diretas para pessoas com deficiência (PcD). 

O modelo que está com os preços no chão entra na modalidade por permanecer dentro do limite de R$ 200 mil para aplicação da isenção de IPI. Além disso, a fabricante adicionou um bônus comercial, tornando o negócio ainda mais atrativo.

gac gs4

Com isso, o GS4 Premium passa a custar R$ 159.990 para PcD, contra R$ 191.990 na tabela pública. A diferença de R$ 32 mil mostra como o SUV realmente derreteu seu preço, posicionando-se como alternativa competitiva frente ao BYD Song (com preços a partir de R$ 165.900) e outros rivais eletrificados.

Como é o GAC GS4 Premium?

O GS4 Premium utiliza um sistema híbrido pleno, combinando motor 2.0 a gasolina com um propulsor elétrico. O conjunto entrega 235 cv de potência e torque máximo de 33,6 kgf/m, garantindo desempenho sólido para o segmento.

Nos testes homologados pelo Inmetro, o SUV registrou consumo de 14,1 km/l na cidade e 11,8 km/l em rodovias. Esses números reforçam a eficiência do modelo, que consegue equilibrar potência e economia em diferentes tipos de percurso.

Rival do BYD Song tem interior tecnológico e muita segurança

O GS4 Premium aposta em conforto e tecnologia. O painel digital tem 7 polegadas, enquanto a central multimídia oferece tela de 10,1’’ com Android Auto e Apple CarPlay. Recursos como chave presencial, partida por botão e bancos dianteiros com ventilação elevam a experiência a bordo.

GAC GS4

Na segurança, o rival do BYD Song Pro traz seis airbags, controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampas e piloto automático adaptativo. O pacote inclui ainda frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa e câmera de ré, itens que aumentam a proteção ao motorista e aos ocupantes do SUV.

Vale pontuar que a marca chinesa já tem um portfólio bem variado no Brasil e, recentemente, apresentou o GAC GS9, que chegou ao país com preço no chão para desafiar SUVs de luxo de BYD e GWM.

 

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Verity estreia no cinema com thriller psicológico perturbador e muito mistério; conheça

Sucesso absoluto no meio literário, Verity chega aos cinemas nesta quinta-feira (1) para deixar todos os entusiastas de suspense boquiabertos. Com um elenco estelar, o filme adapta o best-seller homônimo de Colleen Hoover e promete fazer você duvidar até da sua sombra com segredos perturbadores. 

Dirigido por Michael Showalter (Uma Ideia de Você), o longa-metragem vem gerando um burburinho no mercado literário desde que foi anunciado, justamente pela fama da obra original entre os leitores e pelo elenco estelar escolhido para impulsionar a história criada por Hoover.

O trio de protagonistas é o grande chamariz da produção: Anne Hathaway (A Odisseia), Dakota Johnson (Amores Materialistas) e Josh Hartnett (Armadilha). Juntos, os três interpretam figuras chaves de Verity, que está repleto de mistérios sombrios, escolhas doentias e revelações chocantes que brincam com a mente do espectador. 

Qual é a história de Verity?

Em Verity, acompanhamos a jornada de Lowen Ashleigh (Johnson), uma escritora que está passando por um momento complicado quando é contratada por Jeremy Crawford (Hartnett) para concluir a série literária de sua esposa, Verity Crawford, uma autora consagrada que, devido a um acidente, está impossibilitada de escrever os romances.

Mas o que parecia ser uma oportunidade de ouro logo se transforma em um pesadelo quando Lowen se hospeda na casa da família para terminar de escrever os livros de Verity. Isso porque ela começa a desvendar segredos perturbadores sobre a escritora famosa, passando a ter dificuldades em distinguir o que é ficção e o que é realidade. 

Filme é inspirado em best-seller adorado 

Marcando mais uma adaptação literária inspirada em um best-seller absoluto, Verity usa como base o livro homônimo publicado originalmente por Colleen Hoover em 2018. A autora é um fenômeno literário conhecido por títulos como É Assim que Acaba, que também ganhou uma adaptação em 2024, e O Lado Feio do Amor.

Diferente dos romances pelos quais Hoover se tornou conhecida, Verity fez sucesso entre os leitores por apostar em um suspense psicológico intenso sobre segredos familiares desconcertantes. A dinâmica entre o trio de protagonistas, regada a manipulações, também fez o público virar as páginas do livro freneticamente, impulsionando vários debates na internet. 

verity

Outro ponto que impulsionou a história de Verity para o estrelato foi o final ambíguo da obra, que divide os fãs da escritora até os dias de hoje. A conclusão deixou no ar uma dúvida que fez muita gente querer jogar o livro pela janela, criando diversas teorias e discussões acerca do que realmente poderia ter acontecido. 

É essa atmosfera intrigante que o filme de Verity promete apresentar a partir do dia 1 de outubro, data de estreia do longa nas telonas. Caso você curta o gênero, aproveite para conhecer 13 filmes com traição, intriga e plot twist que você precisa assistir. 

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Novo “iPhone do Google” vaza com design familiar e chip top de linha

Design conhecido por fora e mudanças mais impactantes por dentro. Essa deve ser a combinação do Pixel 11a, “iPhone do Google” que apareceu em novas imagens vazadas mantendo boa parte do visual de seus antecessores, mas com previsão de receber um chip mais avançado.

Os renders baseados em arquivos CAD foram divulgados pelo Android Headlines em parceria com o leaker OnLeaks. As imagens indicam que a gigante das buscas deve seguir a identidade adotada nos Pixel 9a e 10a, com parte traseira plana e um conjunto de câmeras discreto.

As duas lentes continuam praticamente niveladas ao corpo do aparelho, enquanto o flash permanece separado. A principal diferença aparece no formato do módulo fotográfico, que está um pouco mais curto e arredondado. 

Já na parte frontal, o smartphone mantém a câmera de selfies centralizada e bordas relativamente espessas ao redor da tela.

Google Pixels 11a

Pixel 11a deve manter tamanho compacto

De acordo com o vazamento, o Pixel 11a terá aproximadamente 153,46 x 72,35 x 9 mm, dimensões muito próximas às do Pixel 10a. A tela deve continuar com 6,3 polegadas, resolução Full HD e taxa de atualização de até 120 Hz.

Uma das melhorias esperadas está no brilho, que pode atingir 3.350 nits no pico, contra 3.000 nits do antecessor. Já a bateria deve permanecer próxima dos 5.000 mAh, com capacidade mínima indicada de 4.870 mAh.

Os renders mostram também o aparelho em uma tonalidade roxa, com os rumores apontando ainda para possíveis versões em preto, prata e verde.

Google Pixel 11a

Tensor G6 pode ser principal novidade

Se o visual praticamente não muda, o hardware pode receber uma atualização mais relevante. Isso porque a expectativa é de que o Pixel 11a saia da caixa com o chip Tensor G6, mesmo processador presente na família Pixel 11.

A mudança seria significativa, visto que o Pixel 10a manteve o Tensor G4, utilizado anteriormente na linha Pixel 9. O novo aparelho também deve receber um modem da MediaTek e o coprocessador de segurança Titan M3.

Nas câmeras traseiras, a expectativa é de manutenção do sensor principal de 48 MP acompanhado de uma ultrawide de 13 MP. A câmera frontal também pode ser atualizada, mas ainda não há detalhes sobre o novo sensor.

A previsão é de que o Google Pixel 11a seja lançado no início de 2027, possivelmente entre fevereiro e março. Informações sobre preço e disponibilidade ainda não foram divulgadas pelos vazamentos. 

Na expectativa pelo anúncio do novo celular da big tech? Então vale conferir como é usar um Google Pixel pela primeira vez.

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Rival da BYD abre pré-reserva de SUV elétrico de luxo no Brasil

A MG Motor Brasil abriu oficialmente a pré-reserva do IM6, SUV elétrico premium desenvolvido pela IM Motors, divisão de alta tecnologia do grupo SAIC. O modelo foi apresentado no Festival Interlagos e marca a estreia da marca de luxo no país.

O cadastro pode ser feito diretamente na plataforma digital da MG, mas ainda não foram divulgados os preços e condições de entrega. A expectativa é que as vendas comecem até o fim de 2026, consolidando a presença da MG no segmento de luxo elétrico.

O inédito SUV coupé elétrico chega para disputar espaço com rivais das divisões de luxo da BYD e da Geely, como Denza e Zeekr. Para isso, a estratégia é oferecer desempenho e tecnologia superiores para conquistar consumidores exigentes.

Performance e tecnologia de ponta

O SUV impressiona pelos números: acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos, alcança velocidade máxima de 305 km/h e entrega até 778 cv de potência, dependendo da versão. A autonomia homologada pelo Inmetro é de cerca de 400 km.

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A arquitetura elétrica de 800V permite recargas ultrarrápidas, com capacidade de passar de 30% a 80% em cerca de 15 minutos em condições ideais. O modelo também conta com esterçamento das quatro rodas, que facilita manobras e aumenta a estabilidade em altas velocidades.

Design e experiência premium

O IM6 tem 4,90 metros de comprimento e perfil cupê, combinando linhas aerodinâmicas com teto panorâmico. O interior aposta em sofisticação e tecnologia: painel digital panorâmico de 26,3 polegadas, acabamento refinado e sistema de som com 20 alto-falantes, incluindo quatro no teto.

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Além disso, o SUV traz recursos avançados de assistência à condução apoiados por inteligência artificial, suspensão com controle eletrônico e cinco estrelas nos testes de segurança do Euro NCAP. Tudo isso reforça sua proposta de ser um dos SUVs elétricos mais luxuosos e tecnológicos disponíveis no Brasil.

Se você está ansioso para saber mais do IM6, talvez também queira ficar por dentro de como são e quanto custam os outros carros da MG Motor no Brasil.

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