How does climate change impact nor'easters?

A nor'easter brings heavy rain, winds, and flooding to the U.S. East Coast.



A Samsung começou a liberar a versão estável da One UI 9 para a linha Galaxy S25, o Galaxy Z Fold 7 e o Galaxy Z Flip 7. A atualização, baseada no Android 17, começou a aparecer nesta segunda-feira (28) na Coreia do Sul e indica que a distribuição para outros mercados está próxima.
No caso da linha Galaxy S25, a nova versão já está disponível tanto para participantes do programa Beta quanto para aparelhos que ainda estavam na One UI 8.5.
Segundo o Android Authority, o pacote completo encontrado no Galaxy S25 Ultra tem cerca de 3,85 GB, enquanto a atualização para quem já participava dos testes fica próxima de 535 MB.
Por enquanto, a liberação foi identificada no Galaxy S25, S25+ e S25 Ultra. A versão estável também começou a chegar aos Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7 na Coreia, inicialmente para usuários que participaram do Beta.
Ainda não há uma data específica para a chegada da atualização a esses aparelhos no Brasil. A própria Samsung, porém, já informou que a distribuição da One UI 9 será ampliada gradualmente e afirmou que a nova interface chegará ao país em breve.
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A One UI 9 é a geração da interface da Samsung desenvolvida sobre o Android 17. Isso significa que a atualização dos celulares compatíveis também troca a versão do sistema operacional do Google: aparelhos como o Galaxy S25, que chegaram à One UI 8.5 sobre uma geração anterior do Android, recebem o Android 17 junto com a nova interface.
A Samsung apresentou oficialmente a One UI 9 como uma plataforma construída sobre o Android 17 desde o início dos testes em maio. A versão estreou de fábrica nos Galaxy Z Fold 8 Ultra, Z Fold 8 e Z Flip 8 e começou a ser distribuída neste mês para a linha Galaxy S26.
Entre as mudanças da interface está um Painel Rápido mais personalizável, que permite alterar separadamente o tamanho e a organização dos controles de brilho, volume e reprodução de mídia. O sistema também reforça a proteção contra aplicativos considerados de alto risco e pode bloquear sua execução e instalação.
O Galaxy AI também ganhou novidades. O My FanCam consegue selecionar uma pessoa em um vídeo já gravado e mantê-la centralizada automaticamente, enquanto o Now Brief permite escolher quais tipos de informação devem aparecer nos resumos diários.
Há ainda o Now Nudge, que sugere próximas ações de acordo com o conteúdo exibido na tela, e uma nova área de “Garantia e cuidados” nas configurações, com informações de cobertura, diagnósticos e opções de assistência técnica.
A disponibilidade de alguns desses recursos pode variar conforme o modelo e o país.
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Além das ferramentas criadas pela Samsung, a atualização traz a base do Android 17. Entre as novidades apresentadas pelo Google estão melhorias de multitarefa, segurança, privacidade e suporte a dispositivos com telas maiores.
Um dos recursos do sistema são os Bubbles, que permitem transformar aplicativos em pequenas janelas flutuantes e alternar entre eles sem sair completamente do app aberto. Em dobráveis, o Android 17 também oferece uma barra dedicada para facilitar a troca entre essas janelas.
A versão reforça ainda a proteção de senhas de uso único recebidas por SMS, aumenta as restrições de acesso de aplicativos à rede local e introduz novas opções para controlar o compartilhamento de localização.
Nem todos os recursos apresentados pelo Google precisam aparecer de maneira idêntica nos celulares Galaxy, já que a Samsung modifica a experiência com a One UI.
Veja mais de celulares Samsung no Canaltech: Quais celulares Galaxy receberão novos recursos de IA da One UI 9?
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A chinesa Geely apresentou na China seu novo Geely Smart Charging. Anunciado como o carregador para veículos elétricos mais rápido do mundo, o equipamento atinge potência máxima de 2,25 MW — na prática, o dispositivo é suficiente para recarregar uma bateria de 10% a 70% em apenas 4,5 minutos. Já a recarga completa leva cerca de 8 minutos, de acordo com a marca.
Desta vez, o sistema usa estações de quinta geração e as novas baterias Ultra Short Blade da marca. Diferente de soluções convencionais, a novidade utiliza inteligência artificial para gerenciar o sistema térmico de forma preditiva.
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Para isso, o software prevê variações na temperatura das células com 30 segundos de antecedência e ajusta a potência antes que ocorra o aquecimento, mantendo a média do conjunto abaixo de 55 °C. O dispositivo conta com os perfis de operação Extremo, Inteligente e Automático, com pulsos de microcorrentes para preservar a vida útil dos componentes em até 20%.
Fica claro que a novidade veio como resposta direta ao Flash Charging da BYD, o "powerbank gigante" lançado anteriormente que entrega 1,5 MW (1.500 kW) e recupera até 400 km de autonomia em 5 minutos. Quando foi lançado, o Flash Charging ostentava o título de carregador de carro elétrico mais potente do mundo, mas agora o título pertence ao dispositivo da Geely.
Por um lado, a rival já confirmou a instalação de 1 mil pontos de recarga ultrarrápida no Brasil até o final de 2027; por outro, a Geely projeta iniciar a implementação global de seu novo ecossistema a partir do mesmo ano, ainda sem confirmação oficial de chegada ao mercado brasileiro.
Aproveite para conferir o novo projeto da Geely, um hatch elétrico barato para encarar o Dolphin Mini!
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A Apple já trabalha em uma nova geração do Vision Pro com o objetivo de reduzir um dos principais incômodos do headset atual: o peso sobre o rosto. No entanto, a mudança pode ser mais profunda do que uma simples troca de materiais, já que a empresa avalia até abandonar o formato atual em favor de um aparelho com processamento externo.
Segundo informações da Bloomberg, o projeto é conhecido internamente pelo codinome N224 e ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento. A expectativa é que o novo Vision Pro chegue ao mercado entre o final de 2028 e o começo de 2029.
O N224 sucede uma iniciativa anterior, chamada N100, que teria dado origem a uma espécie de "Vision Air". Esse modelo teria construção mais leve e preço reduzido, mas a Apple desistiu do projeto no ano passado.
Desta vez, a prioridade parece ser diferente. O N224 não precisa necessariamente ser um Vision Pro barato, mas deve tentar reduzir o tamanho e o peso sem abrir mão da experiência de um produto topo de linha. Ainda assim, há possibilidade de que o preço fique abaixo do cobrado pela geração atual.
A Apple ainda não decidiu como será o aparelho e trabalha com quatro conceitos diferentes. Uma das propostas mais ousadas separa parte dos componentes do headset e os transfere para um pequeno módulo externo.
O Vision Pro atual já usa uma bateria conectada por cabo, mas a nova abordagem iria além e também colocaria o processamento nesse módulo. Com menos componentes dentro do headset, seria possível aliviar justamente o peso sustentado pela cabeça do usuário.
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A ideia lembra a estratégia adotada pela Meta em seus novos óculos de realidade virtual. Para a Apple, porém, esse caminho ainda exigiria avanços em eficiência energética e controle térmico para que o módulo externo não se torne grande ou quente demais.
A proposta também não é consenso dentro da companhia. Parte dos executivos prefere manter um formato "all-in-one", com o processamento integrado ao próprio headset.
Outra possibilidade em estudo mantém o desenho oval característico do Vision Pro. Nesse caso, a Apple tenta diminuir o peso principalmente por meio dos materiais usados na construção.
Entre as opções avaliadas estão plástico, titânio e outros metais mais leves. A estratégia permitiria preservar boa parte do conceito atual, mas com mudanças suficientes para tornar o dispositivo mais confortável em sessões prolongadas.
A evolução dos chips da própria Apple também pode ajudar nessa tarefa. A expectativa é que processadores futuros, como um eventual A20 Pro, tenham potência suficiente para executar o visionOS com desempenho superior ao M5 atual, mas com menor consumo de energia e sem necessidade de refrigeração ativa.
Como o lançamento ainda está distante, nenhum dos quatro conceitos está definido como versão final. O N224 pode, portanto, resultar tanto em um Vision Pro parecido com o atual quanto em um produto bastante diferente, com parte de seu hardware transferida para um módulo externo.
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Paracetamol, ibuprofen, carbamazepine, diclofenac, and other pharmaceuticals are being found in the Baltic Sea. Researchers say changing how some medicines are prescribed, used, and disposed of could help reduce the flow.

O Google mencionou o Android 18 pela primeira vez ao divulgar a programação do Android Dev Summit 2026. A próxima versão do sistema ainda não foi apresentada ao público, mas já aparece na agenda do evento, que acontece nos dias 28 e 29 de outubro. A empresa também promete discutir “recursos gráficos poderosos” durante uma das palestras.
O Android 18 ainda não está disponível e os detalhes sobre a atualização são escassos. Segundo a programação do evento, a nova versão será abordada em uma apresentação da liderança do Android, que deve trazer informações sobre as funcionalidades e atualizações mais recentes da plataforma. Ainda assim, não há confirmação oficial de que o Summit terá uma apresentação ou anúncio completo da nova versão.
A promessa de avanços gráficos chama atenção, mas o Google ainda não explicou quais tecnologias ou recursos estarão por trás da novidade. Portanto, ainda não é possível saber se o salto estará relacionado a jogos, interface, processamento de imagens ou outros aspectos gráficos do sistema.
Além do Android 18, o Android Dev Summit 2026 terá quatro trilhas principais: experiências de IA, Android XR, fundamentos de aplicativos, ferramentas e performance. O evento será realizado presencialmente no campus Bay View do Google, em Mountain View, na Califórnia, com participação limitada a desenvolvedores selecionados. No entanto, os desenvolvedores profissionais interessados em participar presencialmente podem se candidatar a uma vaga.
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Durante o evento, somente as sessões do palco principal serão transmitidas ao vivo no canal do Android Developers no Youtube (youtube.com/@AndroidDevelopers).
As gravações de todas as apresentações, incluindo as sessões do palco principal e do segundo palco, serão disponibilizadas posteriormente no canal do Android Developers no YouTube.
Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Android 17: 9 recursos úteis que vão mudar seu dia a dia no celular”.
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Enquanto muitos fãs do DC Studios esperam por respostas acerca do responsável que vai interpretar o Batman no DCU, Robert Pattinson tem um motivo para que não seja ele. O ator assumiu o manto do Homem-Morcego em 2022 com o filme de Matt Reeves, mas a produção existe fora do universo compartilhado oficial da franquia, agora sob comando de James Gunn e Peter Safran.
Falando ao LADbible, Pattinson explicou o porquê acredita que ele não é o melhor candidato para ser o Batman do novo DCU. De acordo com o astro, seu Bruce Wayne não existiria fora do universo criado por Reeves, especialmente pelo tom mais sombrio da produção.
“Acho que seria meio difícil ter essa versão do Bruce fora do mundo . É um dos poucos personagens, acho que por causa da duração das filmagens, mas também por ter um tipo tão específico de , o tom dele te envolve”, comentou Pattinson.
O ator ainda falou sobre como se sentiu “no escuro” fazendo o primeiro filme do diretor, justamente pela atmosfera marcante e pesada que permeia o enredo.
“Lembro que isso aconteceu comigo da última vez que fiz , demorou um pouco. Você fica no escuro o tempo todo. Tanto em termos de humor quanto de luminosidade, não consigo enxergar nada por meses. Isso te afeta, você se sente estranho depois”, disse ele.
Vale lembrar que o reboot do DCU contará com a presença do Batman em algum momento, mas Gunn e Safran parecem estar ainda na busca pelo ator que será responsável por interpretar o vigilante no filme The Brave and the Bold, que ainda está em fase de desenvolvimento.
Com Matt Reeves de volta ao comando, Batman: Parte 2 promete ser ainda mais grandioso que seu antecessor, Batman (2022). O filme contará com retorno de Pattinson na pele de Bruce Wayne, mas detalhes aprofundados sobre a trama ainda não foram revelados.
Por enquanto, espera-se que o enredo se desenvolva durante o período do inverno. Entre os destaques da produção está a confirmação de Sebastian Stan como o intérprete de Harvey Dent, o Duas-Caras.
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Outros atores confirmados são Colin Farrell como Pinguim, Andy Serkis como Alfred e Jeffrey Wright como Jim Gordon. Scarlett Johansson e Charles Dance também estão no elenco, mas seus papéis ainda não foram oficialmente confirmados.
Batman: Parte 2 estreia no dia 18 de fevereiro de 2028 nos cinemas. Enquanto isso, aproveite para saber se o Batman existe no universo de Lanternas, série do estúdio exibida pela HBO.
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Os próprios compradores destacam a brutalidade dessa peça em testes práticos, superando de longe modelos extremamente populares de gerações anteriores, garantindo muito mais agilidade no carregamento das partidas e em multitarefas diárias. Além de rodar seus games favoritos com folga, ele lida perfeitamente bem com o uso cotidiano.
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Alguns aplicativos parecem tão presentes na rotina dos brasileiros que é fácil imaginar que tenham a mesma popularidade em qualquer lugar do mundo. Mas, em alguns casos, o Brasil representa uma fatia surpreendentemente grande da audiência global ou virou um mercado muito mais relevante do que outros países.
Abaixo, confira cinco apps cujo tamanho no mercado brasileiro pode surpreender.
O Kwai é chinês, mas o Brasil ganhou um peso enorme na operação internacional da plataforma de vídeos curtos.
Em agosto de 2026, cerca de dois terços, 66,18% de todo o tráfego do site kwai.com, veio do Brasil, segundo estimativas da Semrush.
Os Estados Unidos ficaram muito atrás, com 7,2%, seguidos pela Indonésia, com 5,97%. O dado mede acessos ao site e não representa diretamente toda a base do aplicativo, mas mostra a concentração brasileira na audiência web.
Há outro sinal dessa importância: atualmente, o comércio eletrônico do Kwai funciona somente no Brasil, com compradores e vendedores locais.
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É fácil imaginar que a 99 também seja famosa na China, afinal, desde 2018 a empresa pertence à gigante chinesa DiDi.
A história é justamente o contrário. A 99 nasceu no Brasil, em 2012, e posteriormente foi comprada pela DiDi. Na China, a controladora oferece seus serviços sob sua própria marca, e não como 99.
Por aqui, a 99 já ultrapassou 60 milhões de usuários ativos e 2,5 milhões de motoristas parceiros, segundo dados divulgados pela própria companhia em 2026. Além de oferecer também serviço de delivery de comida, com o 99Food, e de mercado, com 99Compras.
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O iFood é o exemplo menos surpreendente da lista, mas a diferença de escala entre o Brasil e outros países chama atenção.
A empresa nasceu por aqui e atualmente processa mais de 180 milhões de pedidos por mês, conecta mais de 60 milhões de clientes ativos e atende mais de 1,5 mil cidades brasileiras.
O iFood chegou a operar na Colômbia, mas encerrou as atividades no país em 2022 para concentrar seus investimentos no Brasil. Hoje, sua operação de delivery está essencialmente ligada ao mercado brasileiro, diferentemente de rivais globais como Uber Eats e DoorDash.
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A BlaBlaCar é francesa, mas o Brasil virou um dos mercados mais importantes de sua operação global.
Em 2025, mais de 25 milhões de passageiros utilizaram a plataforma no Brasil. No mesmo ano, a BlaBlaCar contabilizou 150 milhões de passageiros globalmente considerando caronas, ônibus e trens. Ou seja, o volume brasileiro correspondeu a aproximadamente um em cada seis passageiros registrados pela empresa no mundo.
A plataforma chegou ao país há cerca de dez anos e, além das caronas entre usuários, ganhou espaço por aqui com a venda de passagens de ônibus.
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O Strava nasceu nos Estados Unidos, mas quem abre o aplicativo depois de uma corrida no Brasil está em um dos mercados mais importantes da plataforma.
Em março de 2025, o CEO Michael Martin revelou que 21 milhões de brasileiros utilizavam o Strava, então a segunda maior base nacional da empresa, atrás apenas dos Estados Unidos. Naquele período, a plataforma tinha pouco mais de 150 milhões de usuários globalmente.
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O peso brasileiro continuou crescendo. Em fevereiro de 2026, quando o Strava já passava de 195 milhões de usuários no mundo, a própria empresa confirmou que o Brasil permanecia como seu segundo maior mercado. A companhia chegou até a adicionar Pix como forma de pagamento para assinaturas no país.
A quantidade de novos clubes brasileiros dentro da plataforma também cresceu quase 800% em um ano, segundo dados divulgados pelo Strava em 2025.
E já pensou no contrário? Conheça 7 apps extremamente populares na gringa que o Brasil não dá a mínima.
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O governo federal criou novas regras para anúncios e conteúdos impulsionados em redes sociais e outras plataformas digitais. Entre as mudanças está a obrigação de serviços com mais de 1 milhão de usuários ativos por mês no Brasil manterem um repositório público e gratuito de publicidade paga, medida que busca facilitar a identificação de fraudes e golpes online.
A exigência faz parte da Portaria Conjunta nº 3, assinada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi) e Secretaria de Políticas Digitais (SPDigi). A norma também cria exigências específicas para anúncios de produtos financeiros e determina uma identificação mais clara de conteúdos patrocinados.
As regras alcançam plataformas que intermedeiam conteúdo de terceiros e vendem anúncios ou impulsionamento para usuários brasileiros, inclusive empresas sediadas fora do país. Marketplaces e serviços que possuem controle editorial próprio estão entre as exceções previstas na portaria.
O novo repositório funcionará como uma espécie de biblioteca de publicidade online. Mesmo depois que uma campanha terminar ou for retirada do ar, parte dos seus dados deverá continuar disponível para consulta por pelo menos um ano.
Qualquer pessoa poderá pesquisar e filtrar os registros. Entre as informações que terão de aparecer estão:
conteúdo do anúncio ou publicação impulsionada;
produto, serviço ou marca anunciada;
um identificador do responsável pela contratação;
período em que a publicidade ficou no ar;
estimativa de quantas pessoas foram alcançadas;
links associados ao anúncio;
data e motivo de eventual suspensão, remoção ou desativação.
Há uma diferença importante na identificação do anunciante. CPF e CNPJ não precisam ficar expostos no cadastro público: a portaria prevê que o responsável seja representado ali por um identificador único anonimizado. As plataformas, porém, terão de guardar internamente dados que permitam identificar quem contratou a publicidade, incluindo CPF ou CNPJ, além de informações de pagamento e segmentação de público.
A Senacon poderá solicitar esses dados diretamente às empresas durante uma fiscalização. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a ideia é permitir que consumidores, pesquisadores, jornalistas e autoridades consigam acompanhar anúncios que hoje podem desaparecer depois de serem removidos da plataforma.
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Uma das principais frentes envolve publicidade de serviços e produtos financeiros, categoria frequentemente explorada em páginas falsas e campanhas fraudulentas.
Antes de liberar esse tipo de anúncio para usuários no Brasil, a plataforma terá de verificar a identidade de quem está pagando pela campanha e, quando aplicável, confirmar se o serviço possui registro ou autorização do órgão regulador responsável. Também será necessário checar se o contratante realmente pode representar a instituição apresentada no anúncio.
Essa verificação deverá ser refeita em intervalos de, no máximo, 12 meses. A publicidade terá de ser suspensa quando houver inconsistências nos dados, perda de uma autorização obrigatória ou constatação de prática enganosa, abusiva ou fraudulenta.
O governo também cita como alvo publicações fraudulentas que imitam programas públicos para levar usuários a páginas falsas. Com o histórico de anúncios preservado, autoridades poderão recuperar informações sobre campanhas mesmo depois que elas saírem do ar.
A portaria ainda mexe com posts patrocinados e outros conteúdos produzidos mediante pagamento, entrega de produtos ou qualquer outra vantagem comercial.
Influenciadores e demais criadores deverão informar de maneira clara quando existir uma relação comercial por trás da publicação. A identificação precisa permanecer visível enquanto o conteúdo estiver disponível, inclusive durante transmissões ao vivo.
As plataformas também terão de oferecer ferramentas específicas para que essa relação seja indicada dentro do próprio conteúdo. Segundo o texto da norma, a obrigação vale ainda para relações societárias, financeiras e acordos de participação em receitas, entre outras formas de compensação.
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A portaria foi publicada em 23 de setembro e possui dois prazos de adaptação. A maior parte das regras, incluindo a exigência do repositório público de anúncios, entra em vigor 30 dias depois da publicação, em 23 de outubro.
Já a obrigação de as plataformas oferecerem ferramentas técnicas para identificar relações comerciais em conteúdos terá prazo de 90 dias, até 22 de dezembro. A fiscalização ficará a cargo da Senacon, e o descumprimento pode resultar nas sanções previstas pelo Código de Defesa do Consumidor e pelo Marco Civil da Internet.
Veja mais de Mercado no Canaltech: Quais países além do Brasil usam urna eletrônica?
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O sedan elétrico Z9S acaba de estrear no mercado chinês. O modelo da Denza, marca de alto luxo do grupo BYD, chegou ao país em três configurações, com preços que variam entre 255.800 e 325.800 yuans (cerca de R$ 195.700 e R$ 249.200) — e que são até R$ 41.100 mais em conta que os valores ofertados na pré-venda.
A estratégia busca desafiar concorrentes consolidados, como o Tesla Model 3. Para isso, o carro entrega dimensões superiores, maior sofisticação e desempenho expressivo. Além do porte avantajado, o Z9S se destaca ainda pela tecnologia embarcada e capacidade de carga, incluindo um porta-malas dianteiro de 120 litros.
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Por dentro, o modelo combina revestimento em couro Nappa com um painel tecnológico composto por central multimídia de 17,3”, quadro de instrumentos digital de 13,2” e head-up display com projeção de 50”. Já o pacote de segurança integra o sistema de condução autônoma God’s Eye 5.0 com sensor LiDAR no teto.
Desenvolvido sobre a plataforma e3 com estrutura de baterias Blade integradas, o modelo oferece versões com motor traseiro de 503 cv e uma opção de topo com três motores elétricos e tração integral de impressionantes 1.210 cv. A configuração mais potente acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,68 segundos.
Dependendo da versão, as baterias de até 122,5 kWh garantem autonomias de 780 km a 1.100 km no ciclo de medição chinês (CLTC). Outro diferencial técnico da plataforma e3 é o esterçamento das rodas traseiras, que proporciona manobras laterais, rotação sobre o próprio eixo e reduz o raio mínimo de giro para 4,75 metros.
Curtiu a novidade da BYD? Aproveite para conhecer o novo carro elétrico chinês de luxo que rompe a barreira dos 1.000 km por carga!
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Uma máscara bizarra que parece saída de um filme de super-herói analisa a respiração para medir o consumo de oxigênio e a liberação de gás carbônico, e usa os resultados para sugerir ajustes na alimentação e nos treinos. A novidade foi criada pela PNOĒ, empresa com operações nos Estados Unidos e na Grécia, e chega em 1º de outubro.
Diferente do equipamento atual da companhia, a nova versão pode ser operada pelo próprio usuário. Basta vestir a máscara, apertar um botão e respirar durante cerca de oito minutos.
O teste analisa gases da respiração para descobrir como o corpo produz energia.
Entre os dados obtidos estão o VO₂ máximo, que indica a capacidade do organismo de usar oxigênio durante exercícios, a quantidade de calorias gastas em repouso e a chamada flexibilidade metabólica, relacionada à troca entre o uso de gordura e carboidratos como fonte de energia.
Segundo a PNOĒ, são 23 indicadores no total. A empresa afirma que essas informações podem ajudar a entender necessidades de calorias e orientar a rotina de exercícios.
Esse tipo de análise existe há mais de 100 anos e costuma ser associado a laboratórios esportivos e hospitais, onde equipamentos maiores e mais caros fazem as medições. A proposta da PNOĒ é levar esse tipo de teste para ambientes como academias, hotéis e até farmácias.
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O equipamento também foi pensado para ser compartilhado. A parte eletrônica pode ser separada da máscara de silicone e das tiras, permitindo que diferentes pessoas usem o mesmo aparelho enquanto mantêm suas próprias máscaras.
A empresa diz que a nova versão ficou menor e tem menos peças que o modelo anterior. O projeto levou várias rodadas de desenvolvimento com a italiana Design Group Italia.
Apesar das funções relacionadas à saúde e ao metabolismo, a PNOĒ não apresenta o produto como equipamento médico. A máscara não tem autorização da FDA, órgão regulador dos Estados Unidos, e a empresa afirma que não fornece recomendações médicas.
Enquanto a máscara bizarra não chega no Brasil, veja as coisas que seu smartwatch já mede e podem melhorar seus treinos; especialista explica.
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Democrat Rob Bonta is preparing to fight the president’s rollback of a regulatory keystone on climate.

O selo Copilot+ PC não aparece nos novos notebooks Surface, da própria Microsoft, e mostra que a companhia está com novos planos para os computadores com Windows e inteligência artificial. Não foi revelado o caminho que ela seguirá daqui em diante, mas parece que a marca está com os dias contados.
Ao Windows Central, o vice-presidente corporativo da linha, Brett Ostrum, revela que as máquinas recém-lançadas vão seguir por seu próprio caminho a partir de agora.
“…estes não são chamados de Copilot+ PCs. Eles atendem a todos os requisitos do nosso padrão anterior para o que define os dispositivos Copilot+. Continuamos apostando na narrativa de IA de ponta e na possibilidade de oferecer uma solução híbrida”, afirmou o executivo.
Vale notar que não são apenas os computadores da Microsoft que estão com o selo ausente. Novos modelos produzidos por outras empresas também deixaram de conter a informação — assim como os aparelhos que terão o processador RTX Spark, da NVIDIA.
Introduzida em 2024 pela companhia norte-americana, a marca reforçava notebooks que foram construídos para a inteligência artificial. Inicialmente, apenas dispositivos que tinham CPUs da Qualcomm receberam a certificação pela Microsoft, o que posteriormente se estendeu para AMD e Intel também.
Todos contavam com uma série de recursos exclusivos, como o Live Captions (que trazia legendas ao vivo para chamadas de vídeo), Cocreator no Paint (com ferramentas para criação de imagens generativas), efeitos extras para o Windows Studio e ferramentas como Click to Do e Restyle Image.
Contudo, o que gerou uma grande polêmica foi o Recall. Notebooks com o selo Copilot+ PC tiravam prints contínuos da tela dos usuários para gerar um “histórico” — o qual podia ser consultado pelos proprietários a qualquer momento. O problema surgiu quando começou a ser debatida a privacidade das pessoas.
Ainda que a inteligência artificial agisse localmente, há um banco de dados com o qual a tecnologia se comunica. A funcionalidade sofreu diversos atrasos, passou por fases de testes e foi lançada em 2025. Porém, mesmo com diversas garantias de que não teriam seus dados violados, o público não se esqueceu de sua imagem negativa.
Como o Copilot vai virar 'super app' integrado diretamente ao Windows 11, também abre-se margem para dúvidas se o selo será "morto" por todos os PCs com os requisitos atuarem de forma similar — sejam parceiros da Microsoft ou não.
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The sewage sludge (biosolids) some farmers have applied to their fields for decades is contaminated with PFAS — with serious consequences for drinking water.
