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3 kits de rodas para mudar o visual do carro

Quer renovar o visual do seu carro? Uma boa opção é trocar as rodas, opção que funciona tanto para dar um novo ar ao veículo quanto para substituir peças já desgastadas pelo deslocamento nas cidades e rodovias.

Antes de fechar negócio, é importante lembrar que a substituição desses componentes exige atenção à compatibilidade técnica do automóvel, incluindo dimensões de aro, furação e offset.

Por isso, fique de olho nas especificações de cada opção para assegurar uma instalação correta e sem imprevistos. Com isso em mente, confira abaixo as ofertas que o CT Auto selecionou:

Rodas KR R92 Fiat Argo HGT

Esta é a opção mais acessível da lista e é ótima para quem dirige o Fiat Argo HGT. Quem levá-la para casa vai ter um kit de rodas com aro 14”, tala 6 e furação 4x98.

Fiat Argo

O jogo em liga leve de alumínio pode ser encontrado a partir de R$ 2.565 no Magalu.

KR S21 (Chevrolet Onix Premier Turbo)

Outra opção com custo-benefício interessante é o kit KR S21, da KRMAI, compatível com o Chevrolet Onix Premier Turbo. O produto inclui quatro rodas de liga leve em alumínio KR S21, aro 15, tala 6 e furação 4x100.

Chevrolet Onix Premier

No Magalu, dá para encontrar o item por preços que partem de R$ 3.069, e o acabamento pode ser prata ou black piano.

Motorcrazy Raw (Nissan Frontier)

Este é o kit para o Nissan Frontier que tem o maior custo na nossa lista. As quatro rodas da linha Raw são feitas em liga leve de alumínio e contam com aro 22, tala 9 e furação 6x114.

Nissan Frontier

Comercializado na plataforma do Magalu a partir de R$ 8.923, o kit está disponível com opções de acabamento em preto, preto diamantado ou prata, com garantia de 12 meses.

Antes de fechar negócio, confira nossa matéria que explica como saber o aro de um pneu!

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Chevrolet derruba preço do Onix Plus e sedan fica mais em conta que VW Virtus

Está em busca de um sedan compacto? Se sim, vale a pena ficar de olho no Chevrolet Onix Plus 2026, que pode ser encontrado “no precinho” em lojas de diferentes estados no Brasil. A estratégia veio em um momento em que a montadora observa o encolhimento da participação de mercado da categoria no país.

A maior redução de preço foi identificada na versão LT Turbo automática, que pode ser encontrada em Balneário Camboriú (SC) por R$ 100.390 — para comparação, o preço de tabela oficial é de R$ 126.390. Para comparação, considere o Volkswagen Virtus Comfortline com câmbio automático, que costuma sair por R$ 141.990. 

chevrolet onix plus

Já no caso dos consumidores que buscam a opção de entrada, é possível encontrar boas ofertas com valores que chegam a R$ 95.921 em lojas de Aparecida de Goiânia (GO). Nesse caso, o carro sai R$ 14,1 mil abaixo da tabela. Como de costume, o CT Auto recomenda que os interessados entrem em contato com as lojas para conferir a disponibilidade dos modelos e as condições.

Como é o Onix Plus

A versão de entrada do Onix Plus conta com motor 1.0 aspirado e câmbio manual de seis marchas, e acelera de 0 a 100 km/h em 12,9 segundos. Segundo o Inmetro, a versão mais simples entrega 17,1 km/L rodando na estrada a gasolina e 9,8 km/L com etanol. Entre os equipamentos de série, estão a central multimídia e o volante multifuncional, entre outros.

Já o Onix Plus LT Turbo 2026 entrega até 16 km/L na estrada com gasolina, mas 8,5 km/L para rodar na cidade com etanol. Neste caso, o carro vem com motor 1.0 de três cilindros e câmbio automático de seis marchas, acelerando de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos.

A movimentação nas lojas tenta sustentar a atratividade do modelo em um segmento que viu sua fatia cair para 4,4% das vendas nacionais em 2026. Surpreendentemente, o Onix Plus tem mantido vendas superiores às do novo crossover compacto Chevrolet Sonic, que custa a partir de R$ 134.990.

Antes de fechar negócio, que tal conferir as diferenças entre o antigo e o novo Chevrolet Onix?

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Receita Federal e Polícia Civil fecham o cerco contra postos irregulares em SP

Órgãos federais e estaduais iniciaram nesta sexta (28) a Operação Bomba Oculta na Grande São Paulo para lacrar postos clandestinos de combustíveis e inativar 1.283 CNPJs irregulares. Para isso, a ação conjunta, coordenada por Receita Federal, Sefaz/SP, ANP, procuradorias e Polícia Civil, atuou com fiscalizações de campo e do bloqueio imediato de cadastros fiscais.

Com a operação, as contas bancárias irregulares vão ser bloqueadas, impedindo a emissão de notas fiscais dos estabelecimentos autuados. Derivada dos desdobramentos da Operação Carbono Oculto há um ano, a medida busca visa sufocar redes ilícitas que usavam postos sem autorização.

Operação Bomba Oculta

Os postos irregulares tornaram-se o alvo de atividades como sonegação de impostos, adulteração de combustível e lavagem de dinheiro proveniente do crime organizado. Além de prejudicar o consumidor, estas práticas ilícitas afetaram também os cofres públicos e as empresas em atividade regular.

Regras rígidas e cerco à clandestinidade

A ação foi respaldada por novos procedimentos da Receita Federal, que liberam a declaração sumária de inaptidão do CNPJ de empresas que tiveram licenças cassadas por órgãos reguladores.

A ANP já revogou o funcionamento de mais de 10 mil postos no país desde 2019, mas mesmo assim diversos estabelecimentos seguiram com atividades ilegais sob registros ativos.

Ao cruzar dados e interditar fisicamente esses pontos, o Estado busca estancar as fontes de financiamento de facções criminosas infiltradas na cadeia de distribuição de combustíveis.

E não pense que esta foi a única irregularidade constatada nos postos de combustível do país. Conheça o "golpe" dos postos de combustíveis que entrou na mira da ANP!

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Você usaria? Projeto de lei quer criar a "luz do obrigado" para os carros

Você já usou os faróis do carro para sinalizar um agradecimento por outro motorista ter sido gentil? Se sim, saiba que há um Projeto de Lei 2.729/2026 em trâmite que, se aprovado, vai permitir a instalação da chamada “luz do obrigado” nos carros.

Concebida pelo ator Marcos Winter e pelo produtor Thiago Paschoa, a ideia da proposta é alterar o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para liberar a instalação de um dispositivo luminoso de cortesia, que seria acionado pelos motoristas em momentos como este.

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Assim, em vez de levantar a mão ou piscar as luzes do carro para agradecer a outro condutor, o sinal exclusivo poderia ser usado para expressar gratidão, pedir desculpas e até indicar uma ultrapassagem — tudo isso sem usar setas, lanternas ou freios.

Luz do obrigado no carro

Atualmente, a instalação de equipamentos luminosos não listados nas normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) é proibida, ou seja, os proprietários não podem realizar modificações caseiras nos seus carros.

Já a iniciativa é apoiada pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) e pode ajudar a humanizar a convivência nas vias, diminuindo os índices de estresse e agressividade entre os condutores. O texto em discussão sugere que o uso seja facultativo e breve, sem gerar confusões com sinalizadores de veículos de emergência.

Para viabilizar a tecnologia, o projeto atribui ao próprio Contran a tarefa de regulamentar critérios como cor, posição, intensidade e tempo de acionamento do sinal, evitando ofuscamentos e distrações nas estradas.

Por ora, a matéria tramita em caráter conclusivo pelas comissões temáticas da Casa, com relatoria já definida na Comissão de Viação e Transportes, e pode seguir diretamente para o Senado caso seja aprovada sem recursos.

Curtiu o assunto? Aproveite para saber mais sobre esta atitude simpática no trânsito que pode render multa!

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Teto solar que carrega carro elétrico? Fornecedora da Tesla inova com vidro fotovoltaico

Já se perguntou se seria possível instalar painéis solares no teto dos carros? Parece que a ideia pode se transformar em realidade com a Fuyao Group, fornecedora global de peças para gigantes como Tesla e o Grupo Volkswagen, que acaba de finalizar o desenvolvimento e a validação de um teto solar de vidro com células fotovoltaicas para carros. Com o avanço, o componente está pronto para produção em massa.

Basicamente, a tecnologia consiste em cobrir o painel superior e parte do vidro traseiro de veículos eletrificados com células solares laminadas diretamente no vidro automotivo. Assim, a luz solar é convertida em energia limpa para recarregar as baterias e ampliar a autonomia automotiva.

byd dolphin mini

A novidade surge em meio à corrida global do setor por soluções que aumentem a eficiência energética em um cenário cada vez mais dominado pelos carros elétricos. Segundo relatórios da mídia internacional, a chinesa BYD estuda oferecer o equipamento como opcional por cerca de US$ 1.190 para seus carros. Vale lembrar que, por enquanto, a possibilidade não foi confirmada pelas envolvidas.

Autonomia extra e limitações

A ideia de descobrir na prática se painel solar no teto do carro elétrico realmente funciona não é nova, e prova disso é que montadoras concorrentes, como a Nissan, aceleram testes próprios com painéis solares para reduzir a dependência das tomadas. Em testes práticos com um protótipo do SUV elétrico Ariya, a Nissan conseguiu acumular energia suficiente para rodar até 23 km adicionais por dia.

Entretanto, a marca seria alcançada somente sob condições climáticas favoráveis. Além disso, os ganhos caem bastante se o carro estiver em trânsito devido ao movimento e às sombras urbanas, ou seja, a eficiência da tecnologia ainda depende de uma série de variáveis.

Claro, os números ainda são modestos, mas é certo que a integração de células solares surge como uma aliada promissora principalmente para quem faz deslocamentos mais curtos no dia a dia.

Ainda, vale manter a cautela, já que estas células solares não vão vir para substituir as estações de carregamento tradicionais, mas sim como complementos para otimizar a eficiência do veículo no cotidiano.

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"Powerbank gigante" da BYD? Nova tecnologia recarrega carros em tempo recorde

A chinesa BYD apresentou o Flash Charging, seu novo carregador ultrarrápido com potência de 1.500 kW. A novidade chegou no Festival Interlagos, evento realizado em São Paulo, e o sistema promete revolucionar a mobilidade elétrica ao recarregar a bateria de veículos compatíveis de 10% a 97% em apenas nove minutos.

O segredo está na estação com armazenamento próprio, ou seja, o equipamento funciona como se fosse um “powerbank gigante” em vez de ser mais uma estação de recarga tradicional, conectada diretamente à rede de distribuição elétrica.

Denza Z9 GT

Assim, a infraestrutura acumula energia previamente para transferi-la ao automóvel em altíssima velocidade, contornando gargalos da rede elétrica convencional e devolvendo boa parte da carga ao carro em questão de minutos. Mas há um porém.

Carregador BYD

Curtiu a novidade? Se sim, vale ter em mente que essa tecnologia é compatível só com modelos equipados com a segunda geração da bateria Blade. No caso do mercado brasileiro, o sedan esportivo Denza Z9 GT, modelo da divisão de luxo do grupo chinês, é atualmente o único veículo apto a utilizar a potência máxima do equipamento no momento.

Mesmo assim, a marca prevê lançamentos de outros veículos com essa capacidade para o mercado brasileiro. Para sustentar a tecnologia, a empresa planeja instalar mil unidades do Flash Charging em território nacional até o fim de 2027, contemplando também a rede de concessionárias da marca Denza. A primeira estação ultrarrápida de alta potência do Brasil será inaugurada em breve em Brasília (DF).

Quer saber mais sobre o assunto? Confira nossa matéria sobre como a BYD e nova rede aceleram a recarga de elétricos no Brasil!

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Novos radares com inteligência artificial chegam a mais uma rodovia de SP

Mais uma rodovia paulista vai contar com radares com inteligência artificial (IA). A concessionária Ecovias Raposo Castello vai implementar em breve novos equipamentos com IA na Rodovia Castello Branco, em São Paulo, para reforçar a fiscalização do tráfego em tempo real.

De acordo com a concessionária, o sistema vai funcionar 24 horas por dia por meio de câmeras de alta definição, capazes de flagrar desde motoristas e passageiros sem cinto de segurança até o uso de celular ao volante.

multa radar infração

No entanto, isso não significa que as autuações serão automáticas: na verdade, os equipamentos vão registrar os carros e enviar as imagens para análise da Polícia Militar Rodoviária, responsável por validar as infrações e emitir as multas — até porque a aplicação de penalidades não cabe à concessionária.

Radares com IA na estrada

A medida expande o monitoramento inteligente já testado em outras rodovias do estado, como a Raposo Tavares. Por lá, os dados da fase de testes mostraram a eficácia da tecnologia: foram mais de mil irregularidades captadas em apenas três dias, lideradas pela falta do uso do cinto de segurança por passageiros e motorista e pelo uso do celular ao volante. Todas essas práticas representam alto risco ao trânsito e geram penalidades severas.

Já o Rodoanel Mário Covas também conta com radares equipados com IA nos trechos sul e leste. Até agora, os equipamentos registraram quase 5 mil infrações, também lideradas pela falta do cinto de segurança e uso do celular ao volante. Além disso, o projeto do Rodoanel mostrou que o equipamento pode ajudar na identificação de acidentes e situações de risco.

A concessionária responsável pela Castello, bem como as autoridades estaduais, ainda vão definir o cronograma oficial e os pontos específicos da rodovia que vão receber os primeiros radares inteligentes.

Confira como funciona o radar com IA contra celular e falta de cinto!

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Projeto de Lei prevê mudança importante sobre farol de LED; entenda

Você já se perguntou se pode instalar faróis de LED em qualquer carro? Dependendo do desenrolar do projeto de lei 2.618/2026, que tramita pela Câmara dos Deputados, a resposta pode ser “sim” — contanto, claro, que o equipamento atenda critérios de segurança e certificação.

Atualmente, a resolução 667/17 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proíbe a substituição das lâmpadas originais por outras de tecnologia diferentes, como o LED, em carros que não as têm de fábrica. Já a nova proposta sugere alterar o artigo 98 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) mediante exigências técnicas e de certificação.

carro com farol aceso

Entre os critérios, estão a exigência de uso de componentes homologados e respeito aos limites de intensidade, foco e cor da luz, que deve ser branca ou amarela. A regulagem correta será obrigatória para evitar o ofuscamento de outros motoristas e pedestres, mantendo a proibição de adaptações improvisadas ou sem certificação.

Lâmpada de LED no carro

A medida foi proposta para padronizar as normas em todo o país e eliminar a insegurança jurídica sofrida por condutores que optam pela modernização do sistema de iluminação, e poderia ser aplicada para carros, motos e outros veículos terrestres.

Se aprovado, o projeto prevê a suspensão de multas aplicadas exclusivamente pelo uso do LED durante a fase de transição — mas só se o sistema estiver regulado e sem oferecer riscos aos demais condutores da via e pedestres.

Caso seja aprovada pelo Congresso e sancionada pelo Presidente da República, a medida vai contar com um prazo de até 180 dias para o Contran definir as diretrizes finais de vistoria e inclusão no documento do veículo. Até lá, as regras atuais seguem válidas.

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Divisão de luxo da MG chega ao Brasil com SUV cupê elétrico inédito

A MG Motor já definiu seus próximos passos no mercado brasileiro. A fabricante anunciou no Festival Interlagos 2026 a expansão de suas operações por aqui com a chegada da IM Motor, a divisão de luxo do grupo chinês SAIC, que vai comercializar o SUV elétrico IM6 ainda neste ano em espaços dedicados em sua rede de concessionárias.

O inédito IM6 estreia como um SUV cupê de grande porte equipado com dois motores elétricos que, juntos, somam 797 cv de potência e garantem alcance de 400 km no ciclo do Inmetro.

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Além da arquitetura de 800 volts para recargas ultrarrápidas, o SUV conta ainda com esterçamento das rodas traseiras para facilitar manobras e um interior com muito refinamento, com telas integradas e 20 alto-falantes. Quem quiser ir além pode solicitar blindagem certificada junto à empresa especialista BSS.

SUV elétrico IM6

Em outra frente de atuação, a MG confirmou o início da montagem nacional do compacto MG4 Urban, conhecido como rival do BYD Dolphin, entre outubro e novembro nas instalações da PACE, localizadas no Ceará. Para dar suporte ao volume de vendas e aos próximos lançamentos planejados, a empresa já planeja expandir sua rede física para 70 concessionárias no país ainda neste ano.

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Juntos, estes movimentos mostram que a MG vem buscando formas de fortalecer a presença do grupo no mercado premium enquanto acelera a transição energética do segmento no país. Paralelamente ao avanço tecnológico, a montadora confirmou investimentos em infraestrutura local e a ampliação do seu atendimento comercial em território brasileiro.

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Por que o novo telescópio da NASA foi feito com peças de satélites espiões?

A NASA planeja lançar seu telescópio espacial Nancy Grace Roman no domingo (30) com um foguete Falcon Heavy, da SpaceX. Quando iniciar as atividades, o observatório espacial vai ajudar cientistas a explorar os mistérios da energia escura e a expandir o que sabemos sobre o universo — tudo isso enquanto opera com componentes de alta precisão que, originalmente, foram feitos para satélites espiões do governo dos Estados Unidos.

O que acontece é que, no interior do novo telescópio, estão itens como seu espelho primário, espelho adicionais, estruturas de apoio e vários componentes eletrônicos. Todas essas peças vieram do Escritório Nacional de Reconhecimento (NRO) dos Estados Unidos — caso o nome pareça estranho, saiba que esta é a instituição que constrói equipamentos de espionagem para agências norte-americanas, como a CIA.

No caso, a tecnologia militar pertencia ao programa de reconhecimento "Future Imagery Architecture", que envolvia a produção de satélites de espionagem. A iniciativa foi cancelada em 2005 devido aos custos astronômicos, mas em 2012, o NRO doou à NASA dois telescópios espaciais que não chegaram a ser usados. Como tinham estrutura parecida com a do telescópio Hubble, a NASA ganhou um presente e tanto.

Telescópio da NASA

A solução inusitada permitiu à agência espacial acelerar o desenvolvimento da missão e obter capacidades de observação comparáveis às do célebre telescópio Hubble, que já soma mais de 30 anos de observações do espaço.

Para adaptar a estrutura de espionagem ao uso astronômico, os engenheiros precisaram substituir todos os sistemas eletrônicos e decifrar manuais técnicos que contavam com trechos censurados por questões de segurança nacional.

No fim das contas, os esforços deram certo e a missão Nancy Grace Roman conseguiu manter cronogramas e orçamentos ajustados — afinal, os equipamentos foram concedidos à NASA sem custos, enquanto o telescópio James Webb custou cerca de US$ 10 bilhões. Hoje, a NASA ainda tem o segundo telescópio do NRO reservado para futuros programas espaciais.

Quer saber mais sobre o projeto do telescópio? Confira nossa matéria sobre Nancy Grace Roman, a “mãe” do Telescópio Hubble! 

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Novo acessório transforma bike comum em elétrica em questão de minutos

E se um simples acessório pudesse transformar sua bicicleta comum em uma bike elétrica? Pois é esta a proposta de Oxiis E250G1 Intelligent Bike Booster, o novo acessório da taiwanesa ASUS. Basta fixar o equipamento na bicicleta e, pronto, a assistência elétrica já está ali.

O equipamento deve ser colocado diretamente no canote do selim e funciona sobre o pneu traseiro por meio de roletes, dispensando alterações na corrente ou na estrutura original da bicicleta.

Além disso, o dispositivo entrega potência nominal de 250 W e picos de 500 W, com velocidade máxima de até 32 km/h. O ciclista pode alternar entre o modo Eco, focado em autonomia de até 50 km, e Normal, para deslocamentos diários; também dá para optar pelo Sport, ideal para enfrentar subidas íngremes.

Bicicleta elétrica e fácil

Ficou preocupado com a possibilidade de ficar sem bateria para o equipamento? Sem problemas: o acessório traz bateria removível de 158,4 Wh, que exige cerca de duas horas para uma carga completa utilizando um carregador USB-C Power Delivery de 100 W.

Para reforçar a segurança no trânsito, o sistema inclui uma lanterna traseira inteligente com sensor de frenagem automática. Com peso total de 3,7 quilos, o item adapta-se a aros do tamanho 16 ao 29 e conta com tecnologia de ajuste automático de força de acordo com a inclinação do terreno.

A novidade marca a expansão da empresa para o setor de mobilidade urbana sustentável. Até o momento, a ASUS não confirmou o valor oficial nem a data de chegada do dispositivo ao mercado.

Curtiu o dispositivo? Confira nossa lista das melhores bicicletas elétricas para quem quer fugir do trânsito!

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Por que detalhe nas portas levou a China ao maior recall de carros da sua história

Parece que a China continua com problemas com os novos estilos de maçanetas dos seus carros. O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação do país anunciou novas diretrizes de segurança automotiva, que provocou o maior recall da história local. A ação afetou cerca de 4,3 milhões de carros com maçanetas digitais e retráteis.

Agora, a regulamentação exige que os carros fabricados a partir de 1º de janeiro de 2027 tenham maçanetas externas com abertura mecânica. Já na cabine, os acionamentos devem ser claramente visíveis e posicionados a no máximo 30 centímetros da borda da porta.

carro xiaomi incêndio

A determinação veio após relatórios mostrarem que socorristas e passageiros tiveram dificuldades para encontrar as maçanetas e abrirem as portas dos carros em momentos críticos, como após acidentes.

Carros chineses no Brasil

Naturalmente, a medida atinge grandes fabricantes do setor, como Tesla, Chery, Geely, Zeekr, Xiaomi e Leapmotor. Embora a exigência tenha sido aplicada na China, é possível esperar efeitos no mercado global de carros — e, conforme explicado pelo CT Auto, o fim das maçanetas elétricas na China pode mudar carros no Brasil.

O que acontece é que o mercado brasileiro representa uma das maiores forças importadoras dos carros chineses — considere que, até julho, houve aumento de 146% nas importações em comparação com o mesmo período no ano passado.

Como as montadoras utilizam plataformas globais de produção, os modelos destinados ao mercado brasileiro podem passar a desembarcar no país adaptados às novas exigências de segurança e com alterações no design externo.

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Pedágio sem cancela: app CNH do Brasil facilita controle de cobranças do Free Flow

Agora vai ficar mais fácil de controlar quando um motorista passou por pedágios nas rodovias sob o sistema Free Flow. Segundo informações divulgadas pelo Ministério dos Transportes na segunda (24), o app CNH do Brasil agora tem um recurso que permite a consulta de passagens nos “pedágios sem cancela” do sistema.

Com a novidade, a ferramenta centraliza as cobranças automáticas de rodovias federais e estaduais. Assim, fica mais fácil de quitar os débitos, já que os condutores são direcionados para os canais oficiais de pagamento oferecidos pelas concessionárias.

pedágio free flow

A novidade chega à plataforma digital após fases de testes, adaptação e integração concluídas junto à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Atualmente, 14 empresas administradoras de rodovias já estão integradas ao sistema, que visa simplificar a verificação de débitos de motoristas de todo o país.

Pagar pedágio Free Flow

Para verificar os registros, o usuário deve acessar a aba "Veículos" no app CNH do Brasil e selecionar o carro utilizado, caso tenha mais de um. Na sequência, a plataforma vai exibir os pontos de passagem detectados, indicando também a empresa responsável pela cobrança.

Depois, é só acessar o app da concessionária para pagar o pedágio ali. Por enquanto, apenas uma concessionária que opera a tecnologia Free Flow no Rodoanel ainda não concluiu a integração total ao serviço.

O sistema free flow veio para substituir as tradicionais praças físicas de pedágios por pórticos de leitura automática, calculando o valor da tarifa com base na distância percorrida. Segundo o Ministério dos Transportes, a modalidade reduz filas, diminui o tempo de viagem e amplia a segurança contra colisões nas rodovias.

Quer saber mais? Descubra como funciona o novo sistema de pedágio que está gerando polêmica!

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Por que não vai dar para ver o eclipse solar de 2026 no Brasil?

Um eclipse solar total promete fascinar observadores nesta quarta (12). O Brasil vai ficar de fora do fenômeno, mas quem estiver em algumas regiões do hemisfério norte vai poder conferir a visão espetacular proporcionada pela Lua ocultando o disco solar, quando o dia se transforma em crepúsculo temporariamente.

A totalidade do eclipse se estende por uma faixa de apenas 293 km de largura, ou seja, só quem estiver por lá vai conseguir ver o Sol totalmente oculto pela Lua. Esta faixa começa sobre o Oceano Ártico e percorre o leste da Groenlândia, o oeste da Islândia e o norte da Espanha, até se encerrar no Mar Mediterrâneo.

eclipse solar total 2026

Mas não pense que o espetáculo se encerra por aí. Quem estiver nos arredores desta área — o que inclui partes do Reino Unido, França, Portugal e Espanha — vai conferir um eclipse solar parcial, em que apenas uma parte do disco solar é escondida pela Lua.

Eclipse solar no Brasil

A má notícia é que os observadores no Brasil não vão poder acompanhar o fenômeno por “culpa” da geometria espacial, porque a sombra da Lua vai estar voltada para o hemisfério norte. Embora os eclipses solares totais ou anulares ocorram em média uma vez por ano, a faixa de visibilidade desses eventos é tão estreita que faz com que estes eventos pareçam raros.

“Se o observador está na estreita faixa da Terra atingida pela umbra, ele vai ver o eclipse total. Se está na área atingida pela penumbra, verá como parcial”, explicou Dra. Josina Oliveira do Nascimento, astrônoma do Observatório Nacional.

Felizmente, o calendário astronômico já reserva dois grandes destaques em um futuro nada distante. Em 6 de fevereiro de 2027, um eclipse anular vai ser visível no litoral do Rio de Janeiro e vai poder ser visto de forma parcial em quase todo o Brasil.

Já em 2 de agosto de 2027, um eclipse total histórico vai cruzar o sul da Espanha, o norte da África e a Arábia Saudita. Este último promete mobilizar observadores do mundo todo por durar 6 minutos e 23 segundos — para comparação, o eclipse mais longo já registrado neste século ocorreu em 2009 e durou 6 minutos e 39 segundos.

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O que mudou no roubo de carros elétricos em SP em 2026?

Os furtos e roubos de veículos elétricos e híbridos no Estado de São Paulo cresceram 129,6% entre janeiro e maio de 2026, acompanhando o aumento da frota em circulação. O dado integra um levantamento da empresa Ituran com base em estatísticas da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), que contabilizou 101 ocorrências no período; no ano anterior, foram somados 44 registros.

Claro, os números absolutos seguem baixos em relação à frota total, mas a alta reflete a rápida expansão dos eletrificados no Brasil, que já somam quase 900 mil emplacamentos acumulados. Como os carros elétricos e híbridos vêm ficando mais frequentes nas ruas, esses veículos acabam mais expostos aos crimes mesmo representando uma parcela ainda pequena da frota brasileira de automóveis.

carro elétrico carregador

O estudo aponta ainda uma alteração no padrão dos crimes. Se em 2025 os roubos com abordagem direta à vítima representavam a maioria dos casos (59,1%), em 2026 os furtos sem contato com o proprietário passaram a dominar o cenário, atingindo 84,2% do total. A maioria dos modelos envolvidos nas ocorrências tem entre dois e cinco anos de fabricação.

Roubo de carros em SP

São Paulo foi o palco da maior parte dos registros nos períodos analisados: sozinha, a capital paulista concentrou 74 das 101 ocorrências registradas no estado, sendo o bairro da Vila Mariana o líder em registros (9 casos), seguido por Saúde e Vila Prudente.

Vale lembrar que, embora sejam preocupantes, os dados não indicam que os carros eletrificados sejam mais visados por criminosos do que os modelos a combustão. Na verdade, o que acontece é que, conforme o mercado dos eletrificados vem amadurecendo, estes carros passam a ocupar mais as estatísticas de segurança pública.

A expectativa de especialistas é de que o monitoramento estatístico ganhe ainda mais relevância conforme esses veículos se tornem cada vez mais populares nas ruas brasileiras.

Aproveite para conferir nossa matéria sobre quais são os 10 modelos mais roubados e furtados em SP!

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Dormir ao volante: como a exaustão afeta o cérebro do mesmo jeito que a embriaguez

A fadiga e o sono se consolidaram como causas significativas de acidentes nas rodovias brasileiras: sozinhos, estes fatores são responsáveis por cerca de 60% dos acidentes viários no país, porque afetam de forma significativa a capacidade cognitiva dos condutores. Os dados são de um relatório da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), publicado em 2019, junto de um estudo da Denox em colaboração com a MedNet.

Membros da Associação das Clínicas de Trânsito de Minas Gerais (Actrans-MG) explicam que a privação de descanso causa efeitos no cérebro que são comparáveis àqueles da embriaguez, colocando vidas em risco constante.

sono pessoa dormindo no volante

Segundo Adalgisa Lopes, especialista em segurança viária e presidente da Actrans, a fadiga faz com que os motoristas percam a noção dos próprios limites, acreditando que podem aguentar um pouco mais mesmo quando já têm as funções cognitivas degradadas. Além disso, a percepção de riscos fica distorcida.

Sono no volante

Quando um motorista passa 24 horas sem dormir, a degradação psicomotora equivale à taxa de alcoolemia de 0,10%, nível considerado como crime de trânsito no Brasil. A exaustão extrema provoca episódios involuntários de microssono, que são apagões mentais de até cinco segundos, junto da "hipnose da estrada", estado de dissociação em que o condutor guia no piloto automático sem processar os perigos à sua frente.

O cenário é ainda mais crítico para motoristas profissionais de ônibus e caminhões, que normalmente são expostos a rotinas intensas e prazos rígidos. Embora a categoria seja respaldada pela Lei do Descanso, existem apenas 139 Pontos de Parada e Descanso certificados para cobrir uma malha viária federal que supera os 75 mil quilômetros. Sem locais seguros para estacionar, muitos motoristas optam por rodar exaustos para evitar assaltos no acostamento.

E não adianta apelar para medidas como tomar café, abrir os vidros do veículo ou ouvir música alta, já que estas ações servem apenas para adiar temporariamente os sintomas da sonolência. Assim, a orientação fundamental é uma só: ao perceber os primeiros sinais de fadiga, o motorista deve imediatamente parar em um local seguro para descansar.

Curtiu o tema? Aproveite para conferir nossa matéria com 8 mitos e verdades sobre o sono!

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Quer comprar um carro híbrido? Detalhe na bateria pode pesar no seu bolso

Você está pensando em trazer um carro híbrido para a garagem? Se sim, vai levar em conta alguns fatores importantes antes de fechar negócio, como as diferenças operacionais e custos "escondidos" na arquitetura do carro e suas baterias entre os modelos disponíveis no mercado brasileiro.

Sozinhos, os híbridos vêm sustentando crescimento consistente nas vendas. O aumento sugere que os motoristas no Brasil seguem atraídos por benefícios interessantes para o bolso, como menor consumo de combustível, isenções fiscais e até de rodízio.

BYD Song Plus

Claro, esses benefícios são interessantes, mas a complexidade mecânica dessas diferentes arquiteturas exige uma análise rigorosa do perfil de uso. É que, se o proprietário não alinhar seus hábitos de direção ao sistema elétrico escolhido, pode se deparar com um carro mais pesado e menos eficiente que o bom e velho motor a combustão.

Dicas antes de comprar um carro híbrido

O mercado brasileiro divide-se principalmente entre híbridos leves (MHEV), plenos (HEV), plug-in (PHEV) e elétricos com extensor de alcance (EREV). Os modelos leves têm geradores auxiliares acionados como apoio para as arrancadas, enquanto os plenos alternam a tração elétrica de forma autônoma no trânsito.

Já as versões plug-in do tipo PHEV, como o BYD Song Plus, exigem recargas frequentes na tomada; caso contrário, o motor a combustão precisa sustentar o peso das baterias descarregadas, ou seja, o consumo de combustível aumenta. Os EREV, enquanto isso, contam com extensores de alcance, ou seja, o motor a combustão funciona só como gerador estacionário.

Por isso, quem procura um seminovo do segmento deve exigir o histórico completo de revisões em concessionárias para assegurar a garantia do conjunto elétrico; normalmente, as fabricantes cobrem o conjunto elétrico por oito anos. A verificação prévia do estado de saúde das baterias com equipamentos adequados, como scanners especializados, também ajuda a escapar de custos com manutenção corretiva.

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BYD aposenta versão do Seal 07 poucos meses após seu lançamento

Parece que a chinesa BYD está avançando na nova geração do Seal 07, seu sedan que deve ser lançado no país em um futuro não tão distante. É o que indicam os registros de homologação publicados pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China, que mostram que a renovação vem apenas cinco meses após o lançamento do modelo anterior.

Como o antecessor frustrou os resultados de vendas, o novo sedan vem para aposentar a outra versão. Assim, por enquanto, o que já se sabe é que o novo modelo traz visual inspirado no irmão maior Seal 08, mas tem dimensões maiores, trazendo 5,08 metros de comprimento e 2,96 metros de entre-eixos.

BYD Seal 07

Embora tenha traços visuais do antecessor, a reformulação busca distanciar o modelo da baixa aceitação de seu antecessor com linhas aerodinâmicas, iluminação contínua em LED e um sensor LiDAR instalado no teto para alimentar o sistema de condução semiautônoma DiPilot 5.0.

Como é o BYD Seal 07

Por ora, o esperado é que o novo Seal 07 chegue na já conhecida versão 100% elétrica e, claro, na híbrida plug-in. As opções elétricas contam com motores de 333 cv e 408 cv de potência, permitindo que o sedan alcance velocidade máxima de 240 km/h.

Já a variante híbrida, por sua vez, combina um motor a combustão 1.5 turbo com um propulsor elétrico de 218 cv junto da bateria de 38 kWh, que entrega até 245 quilômetros de autonomia operando apenas no modo elétrico.

Embora os registros oficiais indiquem a proximidade da estreia comercial, a BYD ainda não divulgou a data exata para o lançamento nas concessionárias. Mesmo assim, a montadora parece ter pressa, já que o modelo atual não somou nem 700 unidades vendidas na China em junho.

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Por que tem diferença entre a velocidade do velocímetro e a do GPS?

Você costuma usar apps como Waze e Google Maps na hora de dirigir? Se sim, já deve ter percebido que o velocímetro no painel do carro costuma indicar uma velocidade um pouco diferente daquela mostrada pelo GPS do celular. Mas, afinal, por que essa diferença existe? 

Primeiro, vale destacar que a variação não é um erro de fabricação e nem do aplicativo, mas sim uma margem que integra os veículos de propósito como uma forma de trazer mais segurança.

É por isso, aliás, que muitos carros apresentam aumento de até 10% sobre a velocidade real. O que não pode acontecer é o contrário, ou seja, que o velocímetro indique uma velocidade menor que a real com margem de 2%. 

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E a velocidade no GPS?

Com essa variação em mente, voltemos ao GPS. A principal questão aqui é que o dispositivo não costuma indicar sempre um número real com a precisão esperada por uma série de fatores, como interferências e irregularidades da pista. 

A velocidade exibida no velocímetro é sempre diferente da velocidade à qual o carro realmente está se movendo (Fotorec/Pixabay/CC)

Pode não parecer, mas até mesmo os aclives e declives da via podem interferir na velocidade exibida. O que acontece é que estes desníveis fazem com que a velocidade das coordenadas do carro na horizontal seja menor que a velocidade real de rodagem, o que também explica a discrepância. 

Gostou dessa curiosidade? Então você não pode deixar de ler também 5 fatos sobre baterias de carros elétricos que certamente você não conhece.

Leia a matéria no Canaltech.

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Mão inglesa: por que em alguns países o carro tem volante do lado direito?

Já se perguntou o porquê de os carros em alguns países terem o volante no lado direito, em vez do esquerdo? O motivo da diferença está relacionado a uma herança histórica, cujos vestígios ainda são encontrados em 76 países — a maioria deles é ex-colônia britânica, com exceção do Japão. 

Alguns historiadores afirmam que o volante no lado direito é resultado das carroças de carga: o cocheiro se sentava do lado esquerdo, para ter visão melhor dos vários cavalos do veículo, enquanto seu assistente ficava na direita com o chicote em mãos. Quando os carros chegaram, a tradição do condutor do lado esquerdo teria permanecido. 

Outra explicação envolve a segurança dos cavaleiros na Europa, que preferiam cavalgar pelo lado esquerdo da trilha; ao fazer isso, eles tinham a mão direita pronta para desembainhar a espada em eventuais duelos, caso necessário. Claro, os tempos mudaram, mas no Reino Unido a tradição continuou. 

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Carro com volante na direita 

Alguns países deixaram o sistema britânico no ano passado — é o caso da Argentina e Portugal, que o mantiveram até 1945 e 1928, respectivamente; por outro lado, nações como Austrália, Índia, Cingapura e Japão permanecem fiéis ao modelo. 

Mais de 70 países seguem com o volante no lado direito (Nik/Unsplash)

E não pense que a mão inglesa causa grandes diferenças no interior do carro. Assim como acontece no modelo universal, as hastes da seta ficam no lado esquerdo, e o pedal do acelerador continua à direita. O que muda, de fato, é que a alavanca do câmbio fica à esquerda do motorista, mas as marchas mantêm a posição. 

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