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Nova caixa de som brasileira de 800 W parece um minisystem dos anos 2000

A VibeSound aposta na nostalgia dos antigos minisystems com a V12 Power, uma caixa de som amplificada que combina 800 W RMS de potência, alto-falante de 12 polegadas e recursos voltados para festas e karaokê. O modelo já está disponível no mercado brasileiro e busca reunir som potente, mobilidade e conectividade em um único equipamento.

O visual e a proposta lembram os grandes equipamentos de áudio que marcaram os anos 2000, mas a V12 Power traz recursos mais atuais. A caixa conta com Bluetooth e tecnologia TWS, permitindo conectar duas unidades para criar uma experiência estéreo mais potente, além de entradas USB, cartão SD, auxiliar e microfone. Rádio FM e iluminação dinâmica também fazem parte do conjunto.

Um dos principais diferenciais do produto é o microfone com fio incluído na embalagem. A ideia é permitir que o consumidor use a caixa não apenas para ouvir música, mas também para transformar reuniões e festas em sessões de karaokê sem precisar comprar o acessório separadamente.

Apesar do porte, a V12 Power foi projetada para ser transportada. O equipamento possui bateria recarregável com autonomia de até sete horas em volume médio, além de alça e rodas para facilitar a movimentação. Com isso, a proposta é levar os 800 W RMS para diferentes ambientes.

VibeSound V8 Power

VibeSound também tem opção mais compacta

Para quem não precisa de tanta potência, a VibeSound oferece a V8 Power, equipada com 340 W RMS e alto-falante de 8 polegadas. O modelo mantém Bluetooth, TWS, entradas USB, cartão SD, auxiliar e microfone, além de rádio FM e iluminação dinâmica.

A V8 também possui bateria para até sete horas de uso em volume médio e uma alça para transporte. Assim como a V12, já acompanha microfone com fio, reforçando a aposta da marca no segmento de festas e karaokê.

Segundo a VibeSound, os dois modelos foram desenvolvidos para combinar potência, mobilidade, conectividade e entretenimento. Ambos estão disponíveis nas principais redes de varejo, marketplaces e no site oficial da empresa.

O preço sugerido da V12 Power é de R$ 849, enquanto a V8 fica por R$ 392.

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Novo robô-aspirador fica 65 dias sem esvaziar sujeira mesmo limpando a casa todo dia

O novo Roborock Qrevo 2 Pro quer tornar os robôs-aspiradores ainda mais autônomos, com uma base capaz de armazenar a sujeira por até 65 dias antes de precisar ser esvaziada. O modelo também combina sucção de 25.000 Pa, sistema para evitar fios de cabelo nas escovas e recursos específicos para casas com pisos frios, tapetes e carpetes.

O Qrevo 2 Pro chega equipado com 25.000 Pa de sucção, potência que, segundo a Roborock, permite remover migalhas, poeira e pelos de animais de diferentes superfícies. O modelo ainda utiliza um Sistema Duplo Anti-Emaranhamento, que direciona os fios para dentro do aspirador e reduz o risco de cabelos ficarem presos nas escovas.

A Roborock afirma que o sistema pode alcançar uma taxa de 0% de emaranhamento de pelos, embora o resultado dependa das condições de uso.

Outro destaque está na limpeza de tapetes. Ao identificar uma área com carpete, o robô pode retornar à base para deixar os esfregões, evitando que o pano úmido entre em contato com a superfície. Depois da aspiração, ele volta à estação para recolocar os mops e continuar a limpeza.

O Qrevo 2 Pro também aumenta automaticamente a sucção em carpetes com o recurso Carpet Boost+. Já o Deep Carpet Cleaning faz uma segunda passagem pela mesma região, em um padrão cruzado, para tentar remover sujeiras mais profundas.

Roborock Qrevo 2 Pro

Base lava, seca e esvazia o robô

A estação de carregamento concentra boa parte das tarefas de manutenção. Ela consegue lavar os esfregões com água a 75 °C, secá-los com ar quente a 45 °C e reabastecer automaticamente o reservatório de água do robô.

O grande diferencial, porém, está no compartimento de sujeira da base. Segundo a Roborock, ele consegue armazenar poeira por até 65 dias, permitindo que o usuário passe semanas sem precisar fazer essa tarefa manualmente.

O aparelho ainda conta com o sistema SmartPlan 3.0, que aprende os hábitos de limpeza e adapta a estratégia de acordo com os cômodos. Há também suporte ao padrão Matter para integração com sistemas de casa inteligente.

Nos cantos, a escova lateral pode alterar sua direção para alcançar regiões onde a poeira costuma se acumular, enquanto o esfregão consegue se aproximar até 1,85 mm das bordas.

O Roborock Qrevo 2 Pro foi lançado nos Estados Unidos por US$ 550 (R$ 2.866) em preço promocional, contra US$ 799 (R$ 4.164) do valor normal.

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Celular com "tela larga" e borda quase invisíveis entra em pré-venda hoje (28)

A Huawei colocou em pré-venda nesta sexta-feira (28) o Pura X View, smartphone que aposta em uma tela mais larga e em bordas extremamente finas para ampliar a área útil de exibição. O aparelho chega ao mercado chinês com uma proporção de tela de 16:9.5 e promete uma experiência diferente para assistir a vídeos, ler, jogar e trabalhar.

O Huawei Pura X View será lançado oficialmente em 7 de setembro, durante a conferência de novos produtos da empresa. O modelo já aparece em plataformas de comércio eletrônico da China e será oferecido em quatro opções de cor: Vermelho Sombra Saltitante, Cinza Linho, Branco Zero Grau e Preto Noite Mágica.

O principal destaque do celular está na tela. Segundo a Huawei, o Pura X View tem uma relação tela-corpo de 96,1%, índice apontado pela fabricante como o maior da indústria.

As quatro bordas pretas são simétricas e têm apenas 1,05 mm de largura, contribuindo para o visual de tela quase sem molduras. O painel tem resolução de 2232 × 1320 pixels, escurecimento PWM de alta frequência de 2160 Hz e brilho máximo de até 6.500 nits.

A Huawei também desenvolveu experiências específicas para aproveitar o formato mais largo. A proposta inclui reprodução de séries, leitura, jogos e tarefas de escritório em uma área de visualização maior. De acordo com os dados divulgados pela empresa, assistir a conteúdos em tela larga proporciona 16% mais área de exibição, enquanto a navegação vertical aumenta a área visível em 21%.

Huawei Pura X View

Bateria de 7.000 mAh

Apesar da tela diferenciada, o aparelho mantém dimensões relativamente compactas. O Pura X View tem cerca de 6,68 mm de espessura e pesa aproximadamente 201 gramas.

Internamente, o smartphone conta com uma bateria de 7.000 mAh, capacidade considerável para um aparelho desse perfil. Outro destaque é o software: o modelo será o primeiro smartphone equipado com o HarmonyOS 7.

O Huawei Pura X View terá versões com 12 GB de RAM e 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento. O preço não foi informado no material divulgado.

Por enquanto, não há informações sobre um possível lançamento global, como aconteceu com modelos anteriores da linha Pura.

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Sony decide desafiar LG e Samsung com nova linha de TVs OLED

A Sony anunciou a BRAVIA 6, nova TV OLED que chega aos Estados Unidos e Canadá para disputar espaço com modelos intermediários de Samsung e LG. Posicionada abaixo das linhas BRAVIA 8 e BRAVIA 8 II, a novidade aposta em preços mais competitivos sem abrir mão de recursos avançados.

A BRAVIA 6 utiliza painel OLED de 120 Hz e será vendida em cinco tamanhos: 48, 55, 65, 77 e 83 polegadas. A TV também conta com Triluminos Pro, Google TV com Gemini e compatibilidade com Dolby Vision, Dolby Atmos e DTS:X.

Um dos principais diferenciais da BRAVIA 6 é a presença de quatro portas HDMI 2.1, característica que pode interessar especialmente a gamers que utilizam mais de um console ou PC. A Sony ainda não confirmou qual processador equipa a televisão.

A empresa também redesenhou o controle remoto, que ganhou um direcional maior e centralizado, além de uma nova disposição para os botões de serviços de streaming. O acessório ainda possui microfone integrado para comandos ao Gemini.

Com a nova televisão, a Sony amplia sua oferta de modelos OLED e passa a disputar diretamente uma faixa de preço ocupada por produtos como a LG C6 OLED e a Samsung S90H QD-OLED. A estratégia também complementa os recentes investimentos da fabricante em TVs com tecnologia LED RGB.

sony bravia 6

Preço da BRAVIA 6

A BRAVIA 6 já está disponível nos Estados Unidos e Canadá por meio da loja da Sony, Amazon, Best Buy e outros revendedores autorizados. Os preços sugeridos são:

  • 48 polegadas: US$ 1.299,99 (R$ 6.499,95);
  • 55 polegadas: US$ 1.499,99 (R$ 7.499,95);
  • 65 polegadas: US$ 1.999,99 (R$ 9.999,95);
  • 77 polegadas: US$ 2.999,99 (R$ 14.999,95);
  • 83 polegadas: US$ 3.999,99 (R$ 19.999,95).

Não há informações sobre lançamento da BRAVIA 6 no Brasil, uma vez que a marca desistiu de vender TVs por aqui após a chegada das coreanas.

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Abajur da Xiaomi que mais parece um poste de luz sai por R$ 920

A Xiaomi lançou na China uma nova luminária de estudo que chama atenção pelo tamanho e pelo formato pouco convencional. A Mijia Vertical Study Lamp 2C já está à venda no JD.com por 1.199 yuans, valor equivalente a R$ 920 em conversão direta.

Com aproximadamente 8,5 kg, o produto tem uma estrutura vertical e uma cabeça de iluminação de 80 cm de comprimento. A parte responsável pela emissão de luz fica a cerca de 1,3 metro da mesa, fazendo com que a luminária realmente lembre um pequeno poste de iluminação instalado ao lado da área de estudos.

O principal destaque do modelo é o enorme fluxo luminoso de 11.000 lúmens, suficiente para iluminar ambientes de até 14 m². A proposta é oferecer uma iluminação ampla e uniforme durante atividades como leitura e estudo.

A Mijia Vertical Study Lamp 2C utiliza um sistema de dupla fonte de luz. A iluminação superior fornece 8.000 lúmens, enquanto a inferior entrega outros 3.000 lúmens, seguindo uma proporção de brilho de 8:3.

A Xiaomi afirma que a combinação ajuda a complementar a iluminação do ambiente por meio de reflexão difusa. O formato alongado da cabeça também foi pensado para reduzir as sombras causadas pelas mãos, proporcionando uma área de trabalho mais uniforme.

Mijia Vertical Study Lamp 2C

A estrutura central da cabeça tem apenas 28 mm de espessura e conta com um sistema antitombamento de 11° para a parte frontal e traseira. A haste superior também possui botões sensíveis ao toque para alternar entre funções e modos.

Foco é reproduzir a luz natural

Outro diferencial está na reprodução de cores. A luminária possui índice de reprodução de cores Ra98 e temperatura de cor de 4.000 K. Segundo a fabricante, o espectro de luz é amplo, com GFC superior a 0,985, buscando reproduzir as características da luz solar.

O produto também atende ao nível RG0 de segurança contra luz azul, enquanto a Xiaomi afirma que o design praticamente elimina o ofuscamento, com índice UGR inferior a 13.

Por enquanto, não há informações sobre lançamento oficial fora da China.

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Galaxy S26 FE x S25 FE: o que mudou e qual vale mais a pena?

A Samsung resolveu não mexer em time que está ganhando com o Galaxy S26 FE, mas a nova geração chega com uma mudança importante em relação ao modelo do ano passado: o processador. Enquanto o Galaxy S25 FE utiliza o Exynos 2400, o modelo lançado nesta quinta-feira (27) aposta no Exynos 2500 de 3 nm, além de trazer Android 17 e One UI 9 de fábrica.

Fora isso, as diferenças são mais discretas. Tela, câmeras, bateria, carregamento e resistência permanecem praticamente iguais entre os dois modelos. Por isso, a escolha entre um e outro depende principalmente da diferença de preço e da importância que o usuário dá a desempenho e longevidade do software.

Galaxy S26 FE x S25 FE: o que realmente mudou?

Especificação Galaxy S25 FE Galaxy S26 FE
Tela 6,7" Dynamic AMOLED 2X, 120 Hz 6,7" Dynamic AMOLED 2X, 60/120 Hz
Resolução 1080 x 2340 FHD+
Brilho Até 1.900 nits Até 1.900 nits
Processador Exynos 2400, 4 nm Exynos 2500, 3 nm
RAM 8 GB 8 GB
Armazenamento 128/256/512 GB 128/256/512 GB
Câmera principal 50 MP, OIS 50 MP, OIS
Ultrawide 12 MP 12 MP
Telefoto 8 MP, 3x óptico 8 MP, 3x óptico, OIS
Frontal 12 MP 12 MP
Bateria 4.900 mAh 4.900 mAh
Carregamento com fio 45 W 45 W
Carregamento sem fio 15 W 15 W
Sistema Android 16 / One UI 8 Android 17 / One UI 9
Resistência IP68 IP68
Peso 190 g 193 g
Espessura 7,4 mm 7,4 mm

Exynos 2500 é a principal evolução

A maior mudança do Galaxy S26 FE está no coração do aparelho. O Exynos 2500 de 3 nm substitui o Exynos 2400 de 4 nm do S25 FE. Isso torna o S26 FE mais interessante para quem pretende usar o celular durante vários anos, especialmente em tarefas pesadas, jogos e aplicações que exigem mais processamento.

A quantidade de memória permanece em 8 GB de RAM, enquanto as opções de armazenamento continuam sendo 128 GB, 256 GB e 512 GB. Portanto, não há evolução nesse aspecto.

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Tela continua praticamente igual

Os dois aparelhos possuem painel Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução FHD+ e brilho máximo de até 1.900 nits.

A principal diferença informada para o S26 FE é a indicação de taxa de atualização de 60/120 Hz, enquanto o S25 FE trabalha com até 120 Hz. Na experiência cotidiana, não há uma mudança significativa esperada na qualidade do display.

Para assistir a vídeos, navegar na internet ou jogar, os dois modelos continuam oferecendo uma tela bastante competente.

Câmeras: pouca novidade

O conjunto fotográfico também permanece essencialmente o mesmo. O Galaxy S25 FE possui câmera principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 12 MP e telefoto de 8 MP com zoom óptico de 3x. O S26 FE mantém essa configuração, mas a telefoto passa a ter OIS explicitamente listado nas especificações.

Na frente, ambos contam com câmera de 12 MP. Isso significa que quem já possui um S25 FE não encontrará no S26 FE uma revolução fotográfica. A evolução está mais relacionada ao processamento proporcionado pelo novo chip do que a uma mudança radical no hardware das câmeras.

Bateria também não mudou

A capacidade continua em 4.900 mAh nos dois aparelhos. O carregamento com fio chega a 45 W, enquanto o carregamento sem fio permanece em 15 W. No S26 FE, a Samsung indica até 69% de carga em aproximadamente 30 minutos utilizando um carregador de 45 W.

O novo modelo também mantém o Wireless PowerShare, recurso que permite compartilhar energia sem fio com dispositivos compatíveis. Portanto, não há um motivo forte para trocar o S25 FE pelo S26 FE apenas por causa da bateria.

Android 17 dá vantagem ao Galaxy S26 FE

Aqui existe uma vantagem importante para o modelo mais novo. O Galaxy S26 FE chega com Android 17 e One UI 9, enquanto o S25 FE parte do Android 16 com One UI 8.

Como ambos têm previsão de sete anos de atualizações de sistema e segurança, o S26 FE também leva vantagem em longevidade: por ter começado com uma versão mais recente do Android, ele tende a terminar seu ciclo de atualizações em uma versão posterior.

Para quem pretende ficar muitos anos com o mesmo aparelho, esse detalhe pode pesar bastante.

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Qual vale mais a pena?

O Galaxy S26 FE é a escolha mais completa entre os dois. O Exynos 2500 de 3 nm, o Android 17 e a One UI 9 são suas principais vantagens e tornam o aparelho mais interessante para quem busca desempenho e longevidade.

Por outro lado, o Galaxy S25 FE pode ser o melhor negócio na precificação atual. O preço oficial do S26 FE no Brasil ainda não foi revelado, mas o S25 FE já pode ser encontrado por menos de R$ 3.000.

Considerando que o preço de lançamento é alto, vai levar alguns meses até que o S26 FE seja encontrado por um valor mais justo.

Vale comprar o Galaxy S26 FE se:

  • Você quer o processador mais novo;
  • Pretende ficar vários anos com o aparelho;
  • Valoriza começar com Android 17;
  • A diferença de preço para o S25 FE for pequena.

Vale comprar o Galaxy S25 FE se:

  • Ele estiver consideravelmente mais barato;
  • Você não precisa do máximo desempenho;
  • Câmeras e tela são prioridades;
  • Você busca o melhor custo-benefício.

O Galaxy S26 FE é tecnicamente superior, mas não representa uma atualização radical em relação ao S25 FE. Se os preços estiverem próximos, escolha o S26 FE. Se o S25 FE estiver bem mais barato, ele continua sendo uma compra muito interessante.

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Fim da bagunça: Curitiba vai enterrar fios de energia e telecom por R$ 1,2 bilhão

Curitiba deu o primeiro passo para retirar parte da fiação aérea das ruas. A Prefeitura e o BNDES assinaram um protocolo de intenções para estruturar um projeto que prevê o enterramento de até 120 quilômetros de cabos de energia elétrica e telecomunicações na capital paranaense. O custo estimado é de R$ 1,2 bilhão.

A iniciativa será estruturada por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). Neste momento, ainda não há obras em andamento: o acordo firmado entre as partes autoriza o desenvolvimento dos estudos de viabilidade e a preparação para uma futura contratação.

A intenção inicial é concentrar a implantação em vias pavimentadas do Centro de Curitiba e regiões próximas, priorizando áreas mais movimentadas, turísticas, históricas, densamente ocupadas ou que apresentem problemas relacionados à resiliência da infraestrutura.

O projeto deverá envolver empresas de energia e telecomunicações, incluindo operadoras de internet por fibra óptica. Também serão avaliadas questões regulatórias relacionadas a órgãos como Anatel e Aneel, já que diferentes empresas e infraestruturas serão afetadas pela mudança.

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Menos acidentes e apagões

Além de melhorar a aparência da cidade, o enterramento dos cabos tem objetivos de segurança e infraestrutura. Segundo a Prefeitura, a rede subterrânea pode reduzir riscos de acidentes, incêndios e furtos, além de proteger os equipamentos contra eventos climáticos que podem provocar apagões e interrupções nos serviços.

A mudança também deve contribuir para a requalificação da paisagem urbana e da acessibilidade, retirando das ruas a grande quantidade de fios e cabos atualmente instalados nos postes.

Um dos aspectos mais importantes do acordo é que Curitiba pretende utilizar o projeto como uma espécie de laboratório para um futuro marco regulatório nacional sobre o enterramento de fiação. De acordo com o BNDES, a experiência da capital paranaense poderá ajudar a definir regras para iniciativas semelhantes em outras cidades brasileiras.

A estimativa de R$ 1,2 bilhão corresponde ao enterramento dos 120 quilômetros previstos, mas o financiamento deverá depender da estruturação da PPP e da participação de empresas interessadas. Portanto, o valor ainda representa uma estimativa do projeto e não um investimento já contratado.

Se sair do papel, Curitiba poderá se tornar uma das primeiras grandes cidades brasileiras a adotar uma estratégia ampla para substituir a tradicional “teia” de fios nos postes por uma infraestrutura subterrânea, com impactos na segurança, conectividade e paisagem urbana.

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Gravador com IA da Boya transcreve 140 idiomas e tem bateria para 365 dias

A Boya apresentou o Notra Neo, um gravador de voz compacto com inteligência artificial que promete transformar conversas em textos, resumos e anotações. O dispositivo consegue registrar mais de 140 idiomas e conta com recursos voltados para reuniões, entrevistas, aulas e chamadas telefônicas.

O Notra Neo possui dois microfones MEMS e um VPU para realizar gravações em 360 graus. Segundo a Boya, os microfones conseguem captar sons a até 5 metros de distância, enquanto o sistema de cancelamento de ruído por IA reduz interferências em até 30 dB.

O aparelho alterna automaticamente entre gravações ambientais, chamadas telefônicas e chamadas realizadas por Bluetooth. Ele também possui suporte magnético e compatibilidade com MagSafe.

A autonomia chega a 20 horas de gravação com uma carga. Em modo de espera, entretanto, o dispositivo pode permanecer por até 365 dias. O carregamento é feito por USB-C e leva aproximadamente 1,5 hora.

IA transforma gravações em notas

O principal diferencial do Notra Neo está na transcrição. O sistema reconhece mais de 140 idiomas e também identifica diferentes participantes de uma conversa.

Depois de transformar o áudio em texto, a inteligência artificial pode gerar resumos, destacar pontos importantes, criar listas de tarefas e produzir mapas mentais. O recurso Ask AI permite ainda pesquisar informações dentro das gravações.

Boya Notra Neo

A plataforma também oferece mais de 60 modelos profissionais para diferentes situações, incluindo atas de reunião, resumos de chamadas, entrevistas e aulas. O sistema é compatível com modelos de IA como ChatGPT, Grok, Claude e Gemini.

O gravador possui 8 GB de armazenamento interno e permite sincronização com a nuvem. A Boya também anuncia capacidade de até mil horas de gravações por meio do sistema de nuvem e aplicativo, número que não corresponde à memória física do aparelho.

Pelo aplicativo BOYA OS ou pela versão web, o usuário pode sincronizar arquivos e notas entre dispositivos. As gravações podem ser transferidas por Bluetooth ou Wi-Fi e exportadas em formatos como MP3, WAV, DOCX, PDF, TXT, Markdown e SRT. Também é possível compartilhar gravações, transcrições, resumos e mapas mentais por meio de links.

A pré-venda já está disponível, com os primeiros envios previstos para 4 de setembro. A Boya oferece frete grátis para o mundo todo, tornando possível importar o Notra Neo para o Brasil.

Todas as quatro cores (preto, branco, amarelo e rosa) estão saindo por R$ 719, mas a empresa está oferecendo 12% de desconto com o cupom NeoEarly12, ficando R$ 632 (sem a adição dos impostos de importação).

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Novo Galaxy top da Samsung terá CPU mais rápida que muito PC, diz leaker

A próxima geração de celulares topo de linha da Samsung pode ganhar um dos processadores móveis mais rápidos já desenvolvidos. Segundo o leaker Digital Chat Station, o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 poderá alcançar impressionantes 5,01 GHz em seus dois principais núcleos.

O chip, identificado pelo modelo SM8975, deve utilizar uma nova configuração de oito núcleos Oryon, distribuídos em um arranjo 2+3+3. Caso as informações se confirmem, será uma frequência inédita para um processador destinado a smartphones.

De acordo com o vazamento, os dois núcleos de maior desempenho chegarão a 5,01 GHz. Os outros dois grupos trabalhariam a 4,03 GHz e 3,74 GHz, respectivamente.

Para efeito de comparação, o suposto Exynos 2700 da própria Samsung estaria sendo desenvolvido com dez núcleos e frequência máxima de 4,24 GHz. Em clock máximo, portanto, o chip da Qualcomm teria uma vantagem considerável.

O Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 também deverá ser fabricado pela TSMC em 2 nm, utilizando o processo N2P. A GPU Adreno 850 deve completar o conjunto, com expectativa de ganhos em gráficos, jogos e tarefas relacionadas à inteligência artificial.

s26 Ultra

Galaxy S27 Ultra pode receber o chip

A expectativa é que a Samsung utilize o novo Snapdragon no Galaxy S27 Ultra, previsto para chegar no início de 2027.

Já os Galaxy S27 e S27+ poderiam adotar uma estratégia diferente, com versões equipadas tanto com o Snapdragon quanto com o Exynos 2700.

Apesar da frequência inferior, o chip da Samsung pode levar vantagem em outros aspectos. Estimativas internas indicam que o Exynos 2700 poderia apresentar melhor desempenho sustentado, eficiência energética e gerenciamento térmico durante períodos prolongados de uso.

Isso significa que uma frequência de 5 GHz não necessariamente garantirá que o Snapdragon seja mais rápido em todas as situações. O desempenho real dependerá também da arquitetura, refrigeração e eficiência do aparelho.

Por enquanto, as informações sobre o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 são baseadas em vazamentos. Nem a Qualcomm nem a Samsung confirmaram oficialmente as especificações dos chips ou quais modelos utilizarão cada processador.

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Xiaomi lança panela elétrica com cuba removível que parece panela tradicional

A Xiaomi apresentou a Mijia Smart IH Rice Cooker 2 Multifunctional Edition, uma panela elétrica multifuncional que aposta em visual e construção mais próximos dos de uma panela tradicional. O modelo tem cuba interna removível, estrutura modular e estará disponível nas versões de 3 e 4 litros.

Um dos principais destaques está na cuba interna, fabricada com composto de titânio fundido, com 3 mm de espessura. Quando removida da base, a cuba parece uma panela tradicional, com visual excelente para ir à mesa. O recipiente também conta com revestimento sem flúor e foi projetado para oferecer boa retenção de calor.

A panela utiliza um sistema de aquecimento 3D IH de 1.300 W, que distribui o calor ao redor do recipiente para buscar um cozimento mais uniforme. As alças laterais da cuba possuem um sistema que evita quedas, facilitando a retirada do recipiente.

O design modular também foi pensado para simplificar a limpeza da panela, já que a cuba pode ser removida facilmente da estrutura principal.

Nove modos de preparo

A Mijia Smart IH Rice Cooker 2 oferece nove modos de cozimento. Entre eles estão preparo rápido de arroz, cozimento a vapor, ensopados e até opções de assados sem água.

No modo rápido, a Xiaomi afirma que é possível preparar arroz em aproximadamente 26 minutos. A tampa também pode ser aberta durante o funcionamento para mexer a comida ou adicionar ingredientes, sem que seja necessário interromper o cozimento.

Mijia Smart IH Rice Cooker 2

Como outros produtos da linha Mijia, o aparelho também possui integração com o aplicativo da Xiaomi. A conexão permite acessar mais de 100 receitas disponíveis na nuvem e programar o funcionamento com até 24 horas de antecedência. Também é possível manter a comida aquecida por até 12 horas após o preparo.

O produto será lançado inicialmente por meio de financiamento coletivo na Xiaomi Youpin a partir de 6 de setembro. Os preços serão de 649 yuans (R$ 497) para a versão de 3 litros e 689 yuans (R$ 528) para o modelo de 4 litros.

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EUA voltam atrás e querem proibir drones que já tinham sido aprovados

A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) está preparando uma ampliação da proibição de drones no país e pode incluir modelos que já haviam sido aprovados anteriormente pela própria agência.

A medida afetaria equipamentos com recursos considerados de risco à segurança nacional, incluindo sensores LiDAR, câmeras térmicas e dispensadores de aerossol.

A proposta pode atingir modelos da DJI, incluindo drones de consumo como o DJI Air 3S, DJI Avata 360 e DJI Mini 5 Pro. Segundo a FCC, a eventual proibição não afetaria unidades que já tenham sido compradas pelos consumidores.

Em um aviso público divulgado no mês passado, a FCC afirmou que está estudando a possibilidade de estender as restrições a categorias de drones que o governo dos EUA considera capazes de possuir recursos de nível militar.

A proposta também contempla drones capazes de integrar artigos de defesa, equipamentos que utilizam estações de acoplamento (docking stations) e os chamados drones em nuvem (swarming drones).

A medida representa uma mudança em relação à política adotada anteriormente pela agência. Em dezembro de 2025, a FCC havia colocado drones de fabricação estrangeira e componentes considerados críticos na Covered List, relação que reúne equipamentos e serviços de comunicação classificados com risco inaceitável à segurança nacional.

Naquele momento, a restrição era direcionada principalmente a novos modelos, permitindo que drones que já tinham sido aprovados e estavam no mercado continuassem sendo vendidos.

Caso a medida avance, a consequência principal será impedir que a DJI e outras fabricantes comercializem novas unidades dos modelos incluídos na restrição.

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Drones já comprados não serão proibidos

A FCC afirma que a medida não afetará drones que já foram adquiridos pelos consumidores. Ou seja, quem já possui um dos equipamentos não teria seu dispositivo proibido de funcionar simplesmente por causa da nova regra.

Isso não significa que os proprietários não possam enfrentar consequências no futuro. A restrição pode dificultar o acesso a peças de reposição e atualizações de software, além de eventualmente afetar determinados recursos que dependam de serviços ou suporte da fabricante.

A DJI se manifestou contra a proposta em uma publicação no blog oficial da empresa. A fabricante classificou a iniciativa como uma “reversão total” da posição adotada anteriormente pela FCC.

A empresa também pediu que consumidores e outras partes interessadas se manifestem sobre a proposta durante o período de consulta pública.

A FCC está recebendo comentários sobre a possível inclusão dos drones com recursos de nível militar nas restrições até 2 de setembro. Depois desse período, a agência poderá avaliar as manifestações recebidas antes de decidir os próximos passos.

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Este amplificador parece um robô e custa mais de R$ 3 milhões; veja detalhes

A Goldmund, fabricante suíça de equipamentos de áudio de alto padrão, apresentou o Telos 9800, um novo amplificador voltado para o mercado de audiófilos que não economizam para buscar uma experiência sonora de alto nível: o sistema tem preço de US$ 500 mil, mais de R$ 3 milhões em conversão direta.  

O equipamento chama atenção não apenas pelas especificações, mas também pelo design futurista, que lembra robôs de filmes e séries de ficção científica.

Apesar do visual chamativo, o Telos 9800 foi desenvolvido principalmente para oferecer desempenho aos sistemas de áudio de alto padrão. O amplificador entrega 1.560 W de potência em 8 ohms, característica voltada para instalações que utilizam caixas acústicas de alto desempenho.

O equipamento também possui um transformador integrado de 9,7 kVA, projetado para fornecer capacidade elétrica suficiente e proteger os componentes do sistema durante a operação.

A Goldmund adotou uma arquitetura dividida em duas etapas. Dessa forma, a fonte de alimentação e o amplificador ficam separados, uma abordagem que busca contribuir para o funcionamento do conjunto e reduzir interferências entre os diferentes componentes.

Visual inspirado em robôs

O design é um dos principais elementos que diferenciam o Telos 9800 de amplificadores convencionais. O equipamento possui uma estrutura vertical de aparência futurista, com dimensões de 1,367 metro de altura e uma base de 50 x 50 centímetros.

O tamanho também se reflete no peso. O conjunto chega a 360 kg, o que reforça que se trata de um equipamento desenvolvido para instalações de áudio de grande porte e não para uso doméstico convencional.

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Mesmo com o design diferenciado, o sistema mantém conexões conhecidas no segmento de alta fidelidade. O Telos 9800 oferece entradas e saídas XLR, RCA e S/PDIF, permitindo sua integração com diferentes equipamentos de áudio.

Além do desempenho, a Goldmund aposta no equipamento como uma peça de design. O visual inspirado em robôs e as enormes dimensões fazem do Telos 9800 um produto que chama atenção mesmo antes de ser ligado.

Especificações do Goldmund Telos 9800

Característica

Detalhe

Potência

1.560 W em 8 ohms

Transformador

9,7 kVA

Arquitetura

Fonte de alimentação e amplificador separados

Conexões

XLR, RCA e S/PDIF

Dimensões

1,367 m de altura; base de 50 x 50 cm

Peso

360 kg

Preço

US$ 500 mil (mais de R$ 3 milhões)

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iPhone dobrável vai ser maior, mas não resolve o principal problema da Apple

A Apple pode estar planejando aumentar o tamanho da tela das futuras gerações do iPhone dobrável, mas a mudança pode não resolver o principal obstáculo para a popularização desse tipo de aparelho: o preço elevado. Segundo o analista Mark Gurman, o chamado iPhone Ultra 3, previsto para 2028, deve contar com uma tela maior.

A expectativa é que o primeiro dobrável da Apple seja apresentado em breve, enquanto a companhia já estaria planejando as próximas versões do dispositivo. A estratégia indica que a Apple considera os celulares dobráveis uma parte importante de seu futuro, mas o aumento das dimensões pode ter impacto limitado nas vendas.

O principal obstáculo para os celulares dobráveis continua sendo o preço. Apesar de despertarem interesse por suas telas flexíveis e formatos diferentes, esses aparelhos geralmente ocupam o topo das tabelas de preços das fabricantes.

Modelos como Galaxy Z Fold e Pixel Pro Fold mostram que o formato de livro consegue oferecer telas maiores e hardware avançado, mas ainda permanece distante do orçamento da maioria dos consumidores.

O problema pode ser ainda maior no caso da Apple. A expectativa é que o primeiro iPhone dobrável seja posicionado como um produto premium, o que pode colocar seu preço muito acima dos iPhones tradicionais mais avançados.

Na prática, uma tela maior não elimina o custo elevado de produzir um aparelho dobrável. A tecnologia exige componentes específicos, mecanismos de dobradiça e displays flexíveis, fatores que contribuem para aumentar o preço final.

iPhone dobrável

Mercado mostra impacto dos preços altos

O cenário geral do mercado de smartphones também reforça a importância do preço. O preço médio de venda dos celulares deve subir de US$ 467 em 2025 para US$ 565 em 2026, aumento de 21%.

Ao mesmo tempo, as remessas globais de smartphones devem cair 12,2%. Embora esse movimento esteja relacionado principalmente ao encarecimento dos modelos de entrada e intermediários, ele reforça uma relação conhecida no setor: preços mais altos tendem a reduzir a demanda.

O problema é que reduzir o preço de um dobrável pode ser particularmente difícil neste momento. A indústria de tecnologia enfrenta pressões na cadeia de suprimentos e aumento nos custos de componentes, incluindo memórias.

Mesmo que a Apple queira transformar o iPhone Ultra em um produto mais acessível, a empresa precisaria encontrar maneiras de baratear a fabricação sem comprometer a experiência característica dos seus aparelhos premium.

O aumento da tela pode melhorar a experiência de uso, mas não deve resolver sozinho o principal problema dos dobráveis. Para que o formato realmente alcance um público maior, a Apple provavelmente terá de encontrar uma forma de reduzir a diferença de preço em relação aos iPhones tradicionais de alto desempenho.

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Starlink sem antena direto no celular: o que muda na prática?

A decisão da Anatel de abrir caminho para serviços de comunicação direta entre satélites e celulares representa um dos maiores avanços recentes nas telecomunicações brasileiras. 

A medida permite a utilização de frequências voltadas à tecnologia Direct-to-Device (D2D), criando as bases regulatórias para que empresas como a Starlink possam oferecer cobertura diretamente para smartphones compatíveis, sem a necessidade de antenas parabólicas instaladas.

Muitos podem pensar que isso significa que qualquer pessoa poderá abandonar as operadoras tradicionais, mas a resposta é mais complexa. Confira abaixo o que realmente muda:

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O que a Anatel aprovou?

A agência não autorizou imediatamente um serviço comercial, como a Starlink, mas atualizou a regulamentação para permitir o uso de faixas de radiofrequência destinadas à comunicação direta entre satélites e dispositivos móveis.

Essa mudança abre caminho para pedidos de operação de tecnologias como o Starlink Direct to Cell.

O celular vai se conectar direto ao satélite?

Sim. A proposta é que smartphones compatíveis utilizem sua própria antena 4G LTE para se comunicar diretamente com satélites de baixa órbita, sem necessidade de instalar a tradicional antena residencial da Starlink.

Os satélites funcionam como verdadeiras torres de celular no espaço.

A tecnologia Direct-to-Device dispensa a necessidade da cobertura de antenas (Envato/yongkiet)

Vou poder cancelar meu plano de celular?

Ainda não. Pelo menos no início, a tecnologia deve funcionar como uma cobertura complementar, entrando em ação quando não houver sinal das redes móveis terrestres.

O serviço continuará dependendo de acordos entre a Starlink e operadoras brasileiras, além das autorizações regulatórias necessárias.

A internet será igual ao 5G?

Não, as primeiras gerações da tecnologia priorizam conectividade básica. Em muitos mercados, o foco inicial é permitir envio e recebimento de mensagens, localização e chamadas de emergência.

O suporte para dados móveis mais rápidos deve chegar de forma gradual conforme a capacidade da rede evoluir.

Quais frequências entram nessa mudança?

A Anatel passou a permitir a destinação de faixas específicas para comunicações via satélite, incluindo bandas utilizadas em enlaces de subida e descida entre satélites e estações terrestres, criando o ambiente regulatório necessário para operações Direct-to-Device. 

Entre elas estão faixas como 12,7–13,25 GHz, 13,75–14 GHz, 14,5–14,8 GHz, 17,7–20,2 GHz, 29,1–29,5 GHz e outras previstas na consulta pública sobre a expansão da Starlink no Brasil. 

Essas frequências são diferentes das bandas de 4G e 5G usadas pelos celulares; o smartphone continua utilizando seu modem LTE, enquanto os satélites operam em espectros próprios autorizados pela agência.

Atualmente a Starlink já oferece internet domiciliar no Brasil e busca expandir seus serviços no país (Evgeny Opanasenko/Unsplash)

Todos os celulares serão compatíveis?

Não, apenas aparelhos que possuam suporte à tecnologia Direct to Cell poderão utilizar o serviço. Diversos modelos recentes já foram preparados pelos fabricantes para essa função, mas celulares antigos ficarão de fora.

Quem mais deve se beneficiar?

Os maiores beneficiados serão moradores de áreas rurais, comunidades isoladas, motoristas em rodovias, embarcações, trilhas e regiões onde hoje não existe cobertura de telefonia móvel.

Em vez de substituir as redes celulares tradicionais, a tecnologia funcionará como uma extensão delas, reduzindo as chamadas "áreas de sombra".

Quando o serviço começa no Brasil?

Ainda não existe uma data oficial. A decisão da Anatel representa um passo regulatório importante, mas a oferta comercial ainda depende da aprovação definitiva dos pedidos das operadoras, da coordenação das frequências e da assinatura de acordos com empresas de telefonia. 

O caminho foi aberto, mas ainda há etapas técnicas e regulatórias antes que brasileiros possam usar o celular conectado diretamente aos satélites da Starlink.

Leia a matéria no Canaltech.

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Tablet para crianças: vale a pena um modelo infantil ou um iPad antigo?

Quando o assunto é tablet para criança, muitos pais ficam em dúvida entre investir em um modelo infantil, com capa emborrachada e recursos pensados para os pequenos, ou optar por um iPad ou Galaxy Tab usado.

À primeira vista, os aparelhos infantis parecem a escolha mais segura, mas nem sempre oferecem a melhor experiência no dia a dia. Em muitos casos, um tablet de categoria superior, mesmo com alguns anos de uso, entrega desempenho e longevidade muito maiores.

A decisão depende principalmente do equilíbrio entre resistência física, desempenho e tempo de vida útil.

Tablets infantis: resistentes, mas com limitações

Fabricantes como Positivo e Multi oferecem tablets desenvolvidos para crianças, normalmente acompanhados de capas grossas de borracha, alças para transporte e sistemas de controle parental. A proposta é suportar quedas e facilitar o uso pelos pequenos.

O problema é que esses aparelhos costumam utilizar processadores de entrada, pouquíssima memória RAM e armazenamento limitado. Isso significa que, embora funcionem bem para vídeos, livros digitais e jogos muito simples, podem apresentar lentidão após algum tempo de uso ou quando vários aplicativos ficam instalados.

Outro ponto é o suporte de software. Muitos modelos recebem poucas atualizações, o que reduz a compatibilidade com aplicativos mais recentes ao longo dos anos.

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Para crianças pequenas, que utilizam basicamente plataformas de vídeos, aplicativos educativos e desenhos, eles ainda cumprem seu papel. Porém, conforme a idade avança e o uso se torna mais exigente, as limitações aparecem rapidamente.

Um iPad antigo ainda faz sentido?

Em muitos casos, sim. Um iPad de gerações anteriores ou um Galaxy Tab intermediário usado costuma oferecer processadores significativamente mais rápidos, telas de melhor qualidade e maior tempo de suporte aos aplicativos.

Mesmo modelos lançados há alguns anos ainda conseguem executar jogos educativos, chamadas de vídeo, plataformas de ensino e aplicativos de desenho com muito mais fluidez do que diversos tablets infantis vendidos atualmente.

A principal desvantagem é a resistência. Diferente dos modelos infantis, esses aparelhos não possuem proteção reforçada de fábrica. Felizmente, esse problema pode ser resolvido com capas emborrachadas de boa qualidade e películas resistentes, que aumentam bastante a proteção contra quedas.

Outro cuidado importante é verificar o estado da bateria e da tela antes da compra, já que aparelhos usados podem apresentar desgaste após anos de utilização.

O que pesa mais na prática?

Para crianças de até cinco anos, a resistência costuma ser o fator mais importante. Nessa fase, quedas são frequentes e o uso normalmente se limita a vídeos, músicas e aplicativos educativos.

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Já para crianças em idade escolar, o desempenho passa a fazer mais diferença. Videoaulas, pesquisas, leitura de PDFs, aplicativos de desenho e jogos exigem um hardware mais competente. Nesses casos, um iPad antigo ou um Galaxy Tab usado costuma proporcionar uma experiência mais agradável e permanecer útil por mais tempo.

Também vale considerar o custo-benefício. Em algumas situações, um tablet usado de categoria superior pode custar praticamente o mesmo que um modelo infantil novo, oferecendo desempenho muito superior.

Se a prioridade é máxima resistência para crianças muito pequenas, um tablet infantil continua sendo uma alternativa interessante. Porém, pensando em longevidade e desempenho, um iPad ou Galaxy Tab geralmente representa um investimento mais inteligente.

Com uma boa capa protetora, esses aparelhos combinam durabilidade suficiente para o uso doméstico com uma experiência muito mais fluida. Isso reduz a frustração causada por travamentos, aumenta a vida útil do dispositivo e acompanha melhor o crescimento da criança, tornando a compra mais vantajosa no longo prazo.

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Robô aspirador arranha piso de madeira ou porcelanato? O que dizem especialistas

Os robôs aspiradores se tornaram aliados da limpeza doméstica, mas ainda despertam uma dúvida comum: eles podem arranhar pisos de madeira ou porcelanato?

Segundo Elsa Zhao, Country Manager da Dreame no Brasil, quando o equipamento é utilizado corretamente, o risco é praticamente nulo. Na maioria dos casos, o problema surge por falta de manutenção ou pelo contato com partículas abrasivas presas às escovas e rodas.

O que realmente pode causar riscos no piso?

Embora os robôs aspiradores sejam projetados para trabalhar sobre diferentes tipos de revestimento, nenhum equipamento está completamente livre de provocar pequenos danos caso seja utilizado em condições inadequadas. Zhao explica que o principal cuidado deve estar relacionado à limpeza do próprio aparelho.

"O robô aspirador, por si só, não arranha o piso. O problema costuma surgir quando partículas como areia, pequenas pedras ou outros resíduos ficam presos nas escovas ou nas rodas. Por isso, a manutenção periódica é essencial para preservar tanto o equipamento quanto o revestimento da casa"

Grãos de areia, por exemplo, possuem alto poder abrasivo. Quando ficam presos entre as rodas ou na escova principal, podem ser arrastados durante a limpeza, funcionando como uma espécie de lixa sobre superfícies mais delicadas.

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Madeira exige alguns cuidados extras

Pisos de madeira natural, laminados e vinílicos costumam ser mais sensíveis do que porcelanatos e cerâmicas. Isso não significa que o robô aspirador seja incompatível com esses materiais, mas exige alguns cuidados simples.

Segundo Zhao, manter rodas, escovas e panos sempre limpos reduz significativamente qualquer possibilidade de desgaste.

"A recomendação é verificar regularmente as rodas e remover cabelos, poeira e qualquer resíduo acumulado. Também é importante substituir escovas desgastadas conforme a orientação do fabricante para garantir um deslocamento suave sobre o piso"

Outro ponto importante é evitar que o robô circule em áreas onde haja areia acumulada, como próximas à porta de entrada ou à varanda, sem uma limpeza prévia.

Porcelanato também merece atenção

O porcelanato apresenta alta resistência contra riscos, especialmente nas versões de acabamento acetinado ou técnico. Ainda assim, resíduos abrasivos continuam sendo o maior inimigo da superfície.

Mesmo modelos equipados com esfregão rotativo ou função de passar pano dificilmente provocam danos quando os panos estão limpos e livres de sujeira acumulada. Por isso, a limpeza dos panos também faz parte da manutenção preventiva.

"Os sistemas de navegação e as rodas dos robôs modernos foram desenvolvidos para distribuir o peso de maneira uniforme. Quando o equipamento está em boas condições, ele desliza suavemente sobre porcelanato, cerâmica e outros revestimentos", explica Zhao.

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Como evitar qualquer risco?

Algumas medidas simples ajudam a preservar qualquer tipo de piso:

  • Limpar escovas, rodas e panos regularmente;
  • Remover areia e pequenas pedras antes da limpeza automática;
  • Trocar componentes desgastados conforme indicado pelo fabricante;
  • Evitar que objetos metálicos fiquem presos sob o robô durante o funcionamento.

Também vale inspecionar periodicamente as rodas para verificar se há fios de cabelo ou linhas enroladas, o que pode alterar o movimento do equipamento.

Então, o robô aspirador arranha o piso?

Na prática, não. Quando recebe manutenção adequada e é utilizado em pisos limpos, o robô aspirador foi desenvolvido justamente para realizar a limpeza sem causar danos aos revestimentos.

Como destaca Elsa Zhao, o maior risco não está no aparelho, mas nos resíduos presos às escovas e rodas ao longo do uso. Com uma rotina simples de manutenção, tanto pisos de madeira quanto porcelanatos podem ser limpos diariamente com segurança, aproveitando toda a praticidade que esse tipo de equipamento oferece.

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Celular top da Xiaomi com 2ª tela na traseira ganha versão global

A Xiaomi confirmou que o Xiaomi 18 Pro será lançado oficialmente em mercados internacionais, encerrando uma limitação que frustrava muitos fãs da marca. O novo top de linha manterá a segunda tela na traseira, recurso introduzido na geração anterior, mas que havia permanecido exclusivo da China.

Segundo informações divulgadas pela empresa, o modelo global terá o número 26122PN61G e será comercializado em diversos mercados, incluindo Turquia, Rússia, Japão e Taiwan. A única exceção mencionada é a Índia, que ficou de fora dos planos de lançamento.

O recurso da tela traseira estreou no Xiaomi 17 Pro e rapidamente chamou a atenção por permitir visualizar notificações, usar widgets e até tirar selfies utilizando as câmeras principais.

Apesar da boa recepção, o modelo anterior nunca foi vendido oficialmente fora da China. Agora, a Xiaomi levará a funcionalidade para o mercado global pela primeira vez.

A empresa já havia confirmado no início de 2025 que a segunda tela seria mantida na nova geração, reforçando a aposta em um diferencial que poucos concorrentes oferecem atualmente.

Além do design diferenciado, o Xiaomi 18 Pro deve chegar equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro, plataforma voltada para smartphones premium.

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Na parte fotográfica, o aparelho utilizará dois sensores SmartSens de 200 MP. A câmera principal contará com um sensor LOFIC 3.0 de 1/1,28 polegada, enquanto um segundo sensor de mesma resolução será responsável por outra lente do conjunto traseiro.

O smartphone também deve estrear um novo botão dedicado à inteligência artificial, que poderá ser utilizado para recursos relacionados à câmera e outras funções inteligentes do sistema.

Xiaomi quer repetir sucesso da geração anterior

A expansão internacional faz parte da estratégia da fabricante para aumentar sua presença no segmento premium.

Segundo dados divulgados pela empresa, a linha Xiaomi 17 vendeu 5,08 milhões de unidades na China até a 22ª semana de 2026. Agora, a expectativa é repetir esse desempenho em escala global com o Xiaomi 18 Pro.

Até o momento, a Xiaomi ainda não revelou a data oficial de lançamento nem os preços para os mercados internacionais.

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Robô aspirador perdeu força? Veja como fazer manutenção das escovas em casa

Quem usa robô aspirador há algum tempo já deve ter percebido um sintoma comum: o aparelho continua funcionando, mas parece recolher menos sujeira do que antes. Em muitos casos, o problema não está no motor ou na bateria, mas sim nas escovas principais cheias de cabelos, pelos e fiapos.

Além das escovas, outro ponto que merece atenção são os sensores de queda, responsáveis por evitar escadas e desníveis. Quando ficam sujos, o robô pode apresentar comportamento estranho, bater mais nos móveis ou até interromper a limpeza sem motivo aparente.

A boa notícia é que a manutenção pode ser feita em casa em poucos minutos e ajuda a recuperar boa parte do desempenho original. Saiba como:

Quando o robô aspirador perde força?

Antes de desmontar qualquer peça, observe alguns sinais típicos:

  • O robô deixa sujeira para trás;
  • A escova principal gira com dificuldade;
  • O aparelho faz mais barulho que o normal;
  • A bateria parece durar menos durante a limpeza;
  • O robô muda de direção sem necessidade ou evita áreas sem obstáculos.

Na maioria dessas situações, uma limpeza completa resolve o problema sem necessidade de assistência técnica.

Como desmontar e limpar as escovas principais?

O procedimento varia um pouco entre as marcas, mas a lógica é praticamente a mesma.

1. Desligue o aparelho

Vire o robô de cabeça para baixo em uma superfície limpa.

2. Retire a tampa da escova

Normalmente há duas travas ou um encaixe simples segurando a peça.

3. Puxe a escova principal

Ela costuma sair inteira, permitindo acesso às laterais onde os cabelos ficam enrolados.

4. Corte os fios acumulados

Use uma tesoura pequena ou a ferramenta que acompanha alguns modelos.

5. Limpe os mancais laterais

As extremidades da escova acumulam poeira e pelos que aumentam o atrito. Depois da limpeza, gire a escova com a mão; ela deve rodar livremente, sem resistência.

6. Escovas laterais também precisam de atenção

Aquelas pequenas escovas que varrem os cantos costumam acumular fios longos no eixo central. Basta puxar a escova para cima, remover os cabelos enrolados e encaixá-la novamente. Essa limpeza simples evita travamentos e reduz o desgaste do motor.

Como limpar os sensores de queda?

Os sensores ficam na parte inferior do robô e parecem pequenas janelas escuras. Eles detectam escadas e desníveis usando luz infravermelha. Para limpar:

  • Desligue o aparelho;
  • Use um pano de microfibra seco ou levemente umedecido;
  • Limpe cada sensor com movimentos suaves;
  • Seque imediatamente antes de ligar o robô novamente.

Evite álcool em excesso ou produtos abrasivos, pois podem danificar a superfície dos sensores. Além dos sensores inferiores, vale limpar também os sensores frontais e a torre de navegação (quando o modelo possui laser), usando apenas pano macio e seco.

Com que frequência fazer a manutenção?

Uso

Escovas

Sensores

Diário

Semanal

Semanal

3x por semana

A cada 15 dias

A cada 15 dias

Eventual

Mensal

Mensal

Vale a pena fazer em casa?

Sim. A manutenção básica do robô aspirador é simples, leva cerca de 10 minutos e pode recuperar boa parte da capacidade de limpeza sem trocar peças. Em muitos casos, aquele aparelho que parecia “fraco” volta a funcionar normalmente apenas com a remoção de cabelos das escovas e a limpeza dos sensores.

É um cuidado pequeno que ajuda a prolongar a vida útil do robô, melhora a navegação e reduz a chance de travamentos durante a limpeza da casa.

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Rádio 3.0 já chegou a 7 cidades brasileiras; veja se a sua está na lista

O Rádio 3.0 começou a dar seus primeiros passos no Brasil. Emissoras de sete cidades já passaram a adotar a tecnologia, que combina a transmissão tradicional pelo espectro de rádio com recursos oferecidos pela internet, levando mais informações e interatividade aos ouvintes.

A novidade faz parte da evolução do rádio brasileiro para acompanhar o crescimento do consumo digital, especialmente em veículos conectados e dispositivos compatíveis. Uma estratégia semelhante também tem sido adotada na televisão.

O que muda com o Rádio 3.0?

No Rádio 3.0, o sinal convencional continua sendo transmitido normalmente, mas passa a trabalhar em conjunto com a conexão à internet.

Na prática, o ouvinte pode visualizar nome da emissora, programação, capas das músicas e outros conteúdos interativos em tempo real, sem abrir mão da estabilidade da transmissão tradicional.

Segundo levantamento do setor, emissoras das seguintes cidades já começaram a implementar recursos do Rádio 3.0:

  • Brasília (DF);
  • Curitiba (PR);
  • Goiânia (GO);
  • Joinville (SC);
  • São José do Rio Preto (SP);
  • Ribeirão Preto (SP);
  • Belo Horizonte (MG).

Entre os grupos que já utilizam plataformas como RadioDNS e DTS AutoStage estão emissoras como Jovem Pan FM, Classic Pan FM, Máxima Hits FM, Kboing FM e É+ FM.

rádio carro motorista

A expectativa do setor é que a expansão dos carros com receptores híbridos acelere a adoção do Rádio 3.0 nos próximos anos.

Durante um painel realizado na NAB Show 2026, representantes da radiodifusão afirmaram que o rádio precisa acompanhar a forma como o público consome conteúdo atualmente, integrando transmissão aberta e conectividade. Segundo dados apresentados no evento, os canais digitais já representam 83% da audiência total do meio no Brasil.

A adoção do Rádio 3.0 ainda está em fase inicial, mas a tendência é que mais emissoras passem a oferecer os novos recursos ao longo dos próximos anos.

Além de melhorar a experiência do ouvinte, a tecnologia deve abrir espaço para novos formatos de conteúdo, métricas de audiência mais precisas e serviços interativos, aproximando o rádio tradicional das plataformas digitais.

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Nokia está de volta: novo celular básico tem bateria que serve como power bank

A HMD Global pode ampliar em breve sua linha de celulares básicos com a marca Nokia. Segundo um vazamento publicado pelo insider smashx_60, a empresa prepara o lançamento do Nokia 300 4G Powerbank, um feature phone que aposta em uma bateria de 3.750 mAh e na capacidade de recarregar outros dispositivos, funcionando como um power bank portátil.

Além da autonomia acima da média, o aparelho também deve trazer uma lanterna de alta potência e manter o visual clássico que marcou os celulares da Nokia.

O principal diferencial do Nokia 300 4G Powerbank é sua bateria de 3.750 mAh, capacidade muito superior à de outros celulares básicos da marca.

Para efeito de comparação, o Nokia 235 4G possui uma bateria de apenas 1.450 mAh. Isso representa um aumento de aproximadamente 159% na capacidade energética.

Segundo o vazamento, o novo aparelho mantém um design semelhante ao Nokia 235 4G, mas recebeu algumas mudanças para melhorar a ergonomia.

A parte inferior do corpo conta com cantos chanfrados, enquanto a moldura ganhou uma textura para facilitar a pegada. O modelo deve ser lançado nas cores bege, verde e preto.

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Tela de 2,4 polegadas e rádio FM

Nas especificações, o Nokia 300 4G Powerbank deve trazer uma tela de 2,4 polegadas, entrada para fones de ouvido de 3,5 mm e rádio FM.

Ao contrário de alguns celulares recentes da HMD, o aparelho não terá botão dedicado para inteligência artificial nem câmera frontal para selfies, reforçando sua proposta de simplicidade.

Outro recurso que chama atenção é a presença de uma lanterna de LED de alto brilho. Ela poderá ser acionada rapidamente por meio de um botão físico dedicado na lateral direita do aparelho, tornando o celular útil também em situações de emergência ou ambientes com pouca iluminação.

Até o momento, a HMD Global não anunciou oficialmente o Nokia 300 4G Powerbank. Como os detalhes vêm de um vazamento, as especificações ainda podem sofrer alterações antes da apresentação oficial.

Ainda assim, o aparelho indica que a empresa continua apostando no mercado de celulares básicos, reforçando que a marca Nokia pode não desaparecer tão cedo quanto se esperava.

 

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