O chefe da Rockstar North, Rob Nelson, declarou que levou cerca de 80 horas para finalizar a campanha de GTA 6. Ou seja, será uma das campanhas mais longas de toda a franquia.
De acordo com a página How Long to Beat, o título mais longo da série é Grand Theft Auto V (2013) — com uma média de 32 horas. Pelo visto, o estúdio quis superar a sua própria marca.
Nelson revelou em entrevista ao The New York Times que concluiu a experiência no mês de fevereiro, com a aventura principal e alguns objetivos opcionais no seu caminho.
Apesar da informação, não foi especificado se ele priorizou a exploração livre do mundo aberto, repetiu missões ou até mesmo incluiu testes técnicos nesse tempo de jogo.
Ainda assim, 80 horas de GTA 6 é um número altíssimo. Red Dead Redemption 2 (2018), um dos maiores games que a Rockstar produziu, tem uma média de 50 horas e meia, por exemplo.
A região de Leonida incorpora Vice City, mas também trará áreas com pântanos, um vasto ambiente submerso e possivelmente locais escondidos pelo seu mapa.
A declaração de Rob Nelson surgiu logo após a exibição de “Um Olhar Estendido” do jogo, transmitido pela Netflix e que ficará disponível no YouTube ainda nesta quinta-feira (27), às 22h no horário de Brasília.
No vídeo, é possível notar que os jogadores poderão explorar muitos ambientes fechados, assim como terá dezenas de veículos (até um cruzeiro é visto) e eventos pela cidade. Na prática, atividades não faltarão para os fãs.
Um dos maiores culpados por prender tantos jogos ao PS3 foi o processador do console, o Cell Broadband Engine. Pela complexidade do chip, desenvolver jogos para o sistema de sétima geração foi um grande pesadelo para muitos desenvolvedores, que ou pulavam a plataforma ou não conseguiam portar seus títulos para XBOX 360 e PC devido às especificidades do processador.
Conheça 8 jogos que ficaram presos no PlayStation 3 e só podem ser acessados no sistema original ou via emulação:
Infamous 2
Resistance: Fall of Man
Puppeteer
Yakuza: Dead Souls
Heavenly Sword
Folklore
3D Dot Game Heroes
Siren Blood Curse
8. Siren Blood Curse
Siren é uma das franquias de terror mais esquecidas da indústria, embora tenha dado as caras como uma referência em Astro Bot. A IP de propriedade da Sony nasceu no PlayStation 2 pelas mãos do Japan Studio e foi dirigida por ninguém menos que Keiichiro Toyama, mesmo diretor do primeiro Silent Hill.
No PlayStation 3, a franquia viu seu terceiro e último título, Siren Blood Curse. O jogo nada mais é do que uma reimaginação do primeiro game de PlayStation 2 com gráficos e gameplay aprimorados. A principal mecânica em Siren é o Sight Jack, que permite aos jogadores observar os ambientes por meio dos olhos dos inimigos. O recurso permite identificar inimigos, traçar rotas e encontrar os objetivos.
Apesar de ser bem única, a mecânica Sight Jack foi reutilizada pelo bizarro jogo independente Atama. Se você está curioso sobre Siren Blood Curse e não tem um PS3 ou PC potente, terá que se contentar com vídeos de gameplay. Isso porque a Sony aposentou a franquia no sistema e nunca mais tocou na série nem portou os clássicos para plataformas mais recentes.
7. 3D Dot Game Heroes
Quem disse que não havia ideias criativas na década de 2000? Apesar de os indies bombarem no fim da geração do PlayStation 3, já havia muitas ideias criativas disponíveis para compra na PS Store. Uma delas é 3D Dot Game Heroes, desenvolvido pelo estúdio japonês Silicon Studio Corporation e publicado no Japão por ninguém menos que a FromSoftware em 2009.
No jogo, o King of the Land ordenou que o Reino de Dotnia, onde a história se passa, passasse para as três dimensões, pois achava que sprites em 2D estavam ultrapassados. Com essa premissa, 3D Dot Game Heroes assume um estilo gráfico em 3D baseado em voxels, com fortes inspirações em jogos clássicos de RPG e aventura dos anos 80, como The Legend of Zelda e Final Fantasy Adventure. É como se a franquia comandada por Link e Zelda encontrasse o estilo de LEGO.
O jogo permite personalizar o avatar e tem um toque de humor. Ao ficar com a vida cheia, a espada do herói de 3D Dot Game Heroes fica exageradamente desproporcional ao cenário. Infelizmente, essa e outras ideias nunca viram a luz do dia fora do PS3. Uma pena!
6. Folklore
As mitologias greco-romana e nórdica foram muito bem exploradas nos videogames por séries como God of War, Hades e Assassin's Creed. Contudo, há mitos e lendas de outras regiões que são pouco comentados pelos jogadores, como a mitologia celta. Em 2007, a falecida desenvolvedora Game Republic (Crash of the Titans) lançou Folklore, RPG de ação exclusivo do PS3.
O jogo oferece a opção de escolher entre os protagonistas Ellen e Keats enquanto eles exploram a vila litorânea de Doolin e o fantástico Mundo Inferior, povoado por monstros e criaturas mitológicas. O combate de Folklore é bem inventivo e mistura mecânicas de captura de monstros com ação. Para enfrentar os inimigos, podemos utilizar até quatro espíritos ou criaturas que atacam em tempo real. Também é possível absorver espíritos de criaturas em estado crítico e utilizá-los posteriormente.
Folklore completará duas décadas preso no PlayStation 3, sem qualquer possibilidade de aproveitá-lo além da emulação ou do hardware original. A Game Republic até propôs duas sequências para a Sony, que recusou a oferta por conta das baixas vendas.
5. Heavenly Sword
O estúdio inglês Ninja Theory lutava para sobreviver após sofrer uma reestruturação significativa em 2004. A desenvolvedora acabou se encontrando em um ciclo de dependência ao desenvolver jogos de outras companhias. Mais tarde, a criadora de Hellblade chegou a fechar um acordo com a Sony para trazer Heavenly Sword ao PlayStation 3. Dito e feito.
O jogo é de um tipo bem característico da época: um hack and slash regado a muita ação e Quick-Time Events. Nele, controlamos a protagonista Nariko e sua arma chamada "Espada Celestial". Heavenly Sword até contou com a participação do ator Andy Serkis (O Senhor dos Anéis, Planeta dos Macacos, Batman).
Assim como ocorreu com Folklore, a Ninja Theory estava planejando uma sequência de Heavenly Sword, rejeitada posteriormente pela Sony por não considerar o produto comercialmente viável. O abandono da IP fez com que o jogo ficasse no limbo eterno do PS3, sem previsão para retornar.
4. Yakuza: Dead Souls
A franquia Yakuza é uma das séries de videogames com mais títulos no século XXI. Entre as dezenas de jogos, a IP da SEGA explorou a temática de zumbis em Yakuza: Dead Souls, lançado para o PlayStation 3 em 2011. Quem já está acostumado com a série sabe que Like a Dragon é um lar de surpresas, indo de piratas e samurais a zumbis.
O jogo manteve as lutas de rua padrão da série, mas também introduziu combates com armas de fogo para deter a invasão zumbi. Yakuza: Dead Souls traz personagens icônicos como Kazuma Kiryu, Ryuji Goda, Shun Akiyama e Goro Majima. Embora seja um spin-off um pouco esquecido, o título segue acorrentado ao PS3.
3. Puppeteer
Na lista de franquias bacanas que a Sony simplesmente abandonou, Puppeteer é um jogo de plataforma 2.5D desenvolvido pelo talentoso Japan Studio e publicado pela Sony em 2013 para o PlayStation 3.
No jogo, controlamos Kutaro, um garoto transformado em marionete que precisa recuperar sua cabeça após ser decapitado. A premissa pode parecer um pouco assustadora, mas justifica uma das principais mecânicas do jogo. Kutaro pode usar várias cabeças para substituir a sua, o que garante certas animações exclusivas e diferentes interações com o cenário.
Além disso, o protagonista conta com a tesoura mágica Calibrus, que permite cortar o cenário e acessar áreas de forma diferente. Relatos afirmam que Puppeteer chegou a vender cerca de 230 mil unidades em todo o mundo. Os números verdadeiros ou não, o jogo foi esquecido no baú pela Sony na sétima geração de consoles.
2. Resistance: Fall of Man
Se engana quem pensa que a Sony só possui jogos em terceira pessoa com uma pegada cinematográfica. Houve um tempo em que a empresa investia em todos os tipos de jogos, inclusive alguns que ela abandonou há tempos. Este é o caso de Resistance: Fall of Man, jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Insomniac Games, publicado e esquecido no PlayStation 3.
O jogo militar conta uma história alternativa em que o Crash de 1929 nunca aconteceu e o nazismo foi derrotado antes mesmo de tomar o poder na Alemanha. Em vez da Segunda Guerra Mundial, o planeta teve que lidar com outro conflito em escala global: a invasão da raça alienígena Quimeriana.
Resistance: Fall of Man brilhava ao misturar uma temática clássica de armas de fogo e pólvora com tecnologia alienígena de ponta. O jogo nos dava acesso ao armamento quimeriano, que permitiam variar um pouco o gameplay e se assemelhavam bastante ao rival da época, Halo. Resistance recebeu uma trilogia no PS3, totalmente abandonada pela Sony. O jogo até retornou à PS Plus Premium no exterior, mas já deixou o catálogo.
1. Infamous 2
Infamous 2 é sem dúvida um dos jogos presos ao PlayStation 3 mais sentidos pela comunidade — posto anteriormente ocupado por Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots. A sequência foi desenvolvida pela Sucker Punch, que durante a geração do PS4 focou em sua nova franquia, Ghost of.
O estúdio revelou anteriormente que tem apreço e interesse pela IP de Infamous, que conta com três jogos. No entanto, o diretor Nate Fox explicou que a Sucker Punch tem focado em um jogo por vez e parece estar dedicada a contar suas histórias ambientadas no Japão Feudal.
Infamous 2 chamou a atenção por seu combate e movimentação baseados nos poderes elétricos do protagonista Cole, bem como sua narrativa baseada em karma que leva a história a dois finais. Infelizmente, para experimentar a aventura, é necessário tirar a poeira do PS3 ou tentar a sorte em um emulador do sistema no PC.
O Galaxy S26 FE chega com a proposta já conhecida da linha: entregar parte da experiência dos Galaxy S mais avançados por um preço menor. O modelo traz Exynos 2500 de 3 nm, 8 GB de RAM e versões com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, além da tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas e 120 Hz.
Mas quem busca um celular nessa categoria não precisa necessariamente esperar pelo novo Samsung. Já existem no Brasil opções com bastante desempenho, boas câmeras e fichas técnicas competitivas, algumas delas com preços menores graças ao tempo de mercado.
A lista reúne dois grupos diferentes. Galaxy S25 e iPhone 16 são topos de linha e ficam acima da proposta do S26 FE em desempenho. Já Motorola Edge 70 Pro, Xiaomi 17T e POCO X8 Pro estão mais próximos do conceito de intermediário premium de alta performance.
1. Galaxy S25
O Galaxy S25 é provavelmente a alternativa mais lógica para quem pensa no S26 FE, mas prefere continuar dentro do ecossistema da Samsung. Apesar de ser um topo de linha de 2025, o tempo de mercado já ajudou a derrubar bastante seu preço, e a versão de 256 GB pode ser encontrada na faixa dos R$ 4 mil.
A principal vantagem está no desempenho. O S25 utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy e conta com 12 GB de RAM, enquanto o novo FE traz o Exynos 2500 com 8 GB. Na prática, há mais fôlego para jogos pesados, multitarefa e para manter uma boa performance por vários anos.
Ele também é uma opção interessante para quem prefere celulares compactos. Sua tela Dynamic AMOLED 2X tem 6,2 polegadas e 120 Hz, contra 6,7 polegadas no S26 FE. O aparelho ainda oferece câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.
Se os dois aparecerem em uma faixa de preço parecida, o Galaxy S25 tende a ser a escolha mais interessante. Ele pertence a uma categoria superior e entrega hardware de flagship sem abrir mão dos principais recursos do ecossistema Galaxy.
O Motorola Edge 70 Pro entra na disputa como um dos modelos mais próximos da proposta tradicional da linha FE. Trata-se de um intermediário premium de alto desempenho que já tem venda oficial no Brasil e pode ser encontrado por cerca de R$ 3,3 mil em promoções.
Seu chipset é o MediaTek Dimensity 8500 Extreme, acompanhado por 12 GB de RAM física e opções com 256 GB ou 512 GB de armazenamento. A Motorola também oferece RAM Boost, mas a memória virtual não deve ser somada à quantidade de RAM física na comparação.
O restante da ficha técnica ajuda bastante a justificar sua presença nesta lista. O Edge 70 Pro tem uma tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, resolução 1,5K e 144 Hz, além de bateria de 6.500 mAh com carregamento de 90 W.
As câmeras também chamam atenção. Além da principal e da ultrawide, o celular traz uma teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x. Isso faz dele uma opção equilibrada para quem não quer priorizar apenas desempenho, mas também bateria e fotografia.
O iPhone 16 é a alternativa para quem vê o lançamento do S26 FE como uma oportunidade para considerar também uma mudança de plataforma. O celular da Apple é um topo de linha de 2024 e atualmente pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil na versão de 128 GB.
Seu principal argumento é o desempenho. O Apple A18 conta com CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos. Mesmo com uma geração a mais no mercado, o conjunto permanece bastante potente e coloca o iPhone 16 acima da proposta de um intermediário premium.
A maior concessão está na tela. O painel OLED tem apenas 6,1 polegadas e 60 Hz, uma diferença relevante diante dos 120 Hz oferecidos pelo Galaxy S26 FE. Em compensação, o iPhone traz câmera principal Fusion de 48 MP, ultrawide de 12 MP e um conjunto bastante competente para gravação de vídeos.
Há versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB. Assim, ele passa a fazer bastante sentido principalmente quando seu preço fica próximo ao do novo FE. Nesse cenário, o consumidor troca algumas vantagens de tela e do Android pelo desempenho e pelo ecossistema da Apple.
O Xiaomi 17T é uma das opções mais recentes desta seleção e tem venda oficial no Brasil. A configuração nacional oferece 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, com preço oficial de R$ 8.699,99 e valor à vista de R$ 8.003,99 na loja da fabricante. No varejo, porém, já existem ofertas inferiores, por volta de R$ 4.000, para quem não se incomoda em importar.
O aparelho utiliza o MediaTek Dimensity 8500-Ultra, fabricado em 4 nm e com frequência de até 3,4 GHz. Ele trabalha com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1, uma combinação voltada a quem exige bastante do celular em jogos, multitarefa ou aplicativos mais pesados.
A tela AMOLED de 6,59 polegadas tem resolução 1,5K e taxa de 120 Hz. Já a bateria de silício-carbono oferece 6.500 mAh e carregamento de 67 W, uma vantagem importante para quem prioriza autonomia.
Outro destaque está nas câmeras desenvolvidas em parceria com a Leica. O conjunto inclui uma teleobjetiva com zoom óptico de 5x, algo pouco comum nesta categoria. Por isso, o Xiaomi 17T pode ser uma alternativa especialmente interessante para quem procura bastante armazenamento e maior versatilidade fotográfica.
O POCO X8 Pro é a opção mais indicada para quem quer colocar desempenho e preço no topo da lista de prioridades. O celular tem venda oficial no Brasil, mas também aparece no varejo por valores entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, dependendo da configuração e da promoção.
Assim como o Xiaomi 17T, ele utiliza o Dimensity 8500-Ultra, com processo de fabricação de 4 nm e frequência máxima de 3,4 GHz. Há versões com 8 GB + 256 GB, 8 GB + 512 GB e 12 GB + 512 GB, com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1.
A ficha ainda inclui tela AMOLED de 6,59 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz, além de uma bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100 W. Isso deixa o POCO especialmente bem servido para jogos e para quem passa bastante tempo longe da tomada.
O conjunto fotográfico é mais simples que o dos outros modelos desta lista. Ele traz uma câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com estabilização óptica e uma ultrawide de 8 MP, sem uma teleobjetiva dedicada. A compensação vem justamente do preço, da bateria e do alto desempenho pelo valor cobrado.
A Rockstar revelou mais detalhes sobre o relacionamento de Jason e Lucia em GTA 6 nesta quinta-feira (27), após a exibição de “Um Olhar Estendido” pela Netflix. A dinâmica entre os dois será ainda maior do que foi anunciado previamente.
No sistema inédito, os jogadores podem nutrir o amor dos pombinhos por meio de ações e escolhas que poderão realizar no game. Isso definirá se os personagens serão íntimos ou se vão estar emocionalmente distantes dentro da ação.
Ao IGN, um dos chefes da Rockstar North, Rob Nelson, detalha que essa mecânica seguirá de forma isolada das demais e pode ser um dos pontos mais importantes de toda a experiência.
“Há o sistema que rastreia o tipo de criminoso que você é. Há o que monitora o relacionamento. Eles são separados. Você gerencia a relação de forma que você deveria fazer em qualquer conexão do mundo real — passando um tempo juntos”, revelou o executivo.
Nelson também aponta que o mapa inteiro de GTA 6 é aberto para que os jogadores aproximem Jason e Lucia, de formas únicas dentro da história e do gameplay.
“No mundo aberto você pode fazê-los explorar lado a lado ou fazer atividades unidos, ir à piscina ou praticar mini-golfe e até andar de caiaque. Coisas comuns do cotidiano. Ou roubar coisas e assaltar bancos em casal. Como os fãs vão querer passar o tempo com os dois, impactará positivamente no vínculo”, revela o chefe da Rockstar North.
No trailer de 26 minutos exibido na plataforma de streaming, também mostraram que há um status único para o romance dos protagonistas. Como a maior parte das missões será realizada com os dois, provavelmente ter uma relação ruim pode aumentar a dificuldade ou gerar penalidades.
O amor de Jason e Lucia
Toda a história de GTA 6 será centrada nessa conexão que existe entre os personagens. Rob Nelson reforça que esta é uma das partes nas quais o jogador mais precisa se atentar dentro de todas as opções presentes no próximo lançamento.
“No relacionamento, começamos vendo Jason e Lucia tentando dar uma chance a isso. Porém, apenas seguir a história e iniciar as missões juntos pode não ser o suficiente para mantê-los unidos. Você terá de alimentar isso ao passar um pouco de tempo em dupla no mundo aberto e talvez isso reforçará sua conexão e aumentará seu investimento na narrativa”, diz o executivo.
A trama “exige que os dois estejam conectados pela maior parte da história e trabalhem unidos”, no entanto não foi revelado quanto este status será desafiado. Porém, ao que parece o romance terá conflitos e caberá ao público não distanciá-los.
O chefe da Rockstar North também aponta que passaram por diversos questionamentos, mas que estão confiantes de que os jogadores vão se apaixonar pelo laço entre Jason e Lucia em GTA 6.
“Será que poderíamos trazer ressonância emocional para Grand Theft Auto, para as pessoas que querem se envolver com isso? Será que poderíamos oferecer mecânicas para que simplesmente optassem por não participar, caso não se interessassem? Caso pensem ‘não quero um relacionamento nisso’? É isso que vamos descobrir”, afirma Nelson.
A Marvel Studios anunciou nesta terça-feira (25) o filme Vingadores Ultimato Encore, relançamento da produção nos cinemas com 4 minutos extras de duração “obrigatórios” para conectar sua trama com Vingadores: Doutor Destino.
Esta é a segunda vez que o título volta às telonas, seguida de sua reestreia em junho de 2019 — que conta com uma cena deletada do Hulk, uma homenagem a Stan Lee, uma mensagem do diretor Joe Russo e uma prévia de Homem-Aranha: Longe de Casa (2019).
Contudo, essa nova versão é descrita pelos Irmãos Russo como “essencial” para assistir ao próximo crossover dos Heróis Mais Poderosos da Terra. A intenção, obviamente, é fazer com que o público volte a engajar com este universo e arrecadar alguns milhões da bilheteria.
Muitos fãs foram às redes sociais para mostrar sua insatisfação sobre Vingadores Ultimato Encore, com vários argumentos que mostram como a Disney deseja recuperar parte do dinheiro perdido nas suas últimas produções, assim como pode ser um apelo para ultrapassar Avatar (2009) definitivamente.
Reclamações sobre Vingadores Ultimato Encore
É importante ter em mente que o conteúdo destes quatro minutos extras não foi divulgado pela Marvel Studios. A expectativa é que mostre a jornada de Steve Rogers em sua viagem no tempo e na forma como ele “quebrou” a linha do tempo após sua decisão.
A grande crítica é ter que reassistir a três horas de filme apenas para acessar os trechos complementares. Para quem é fã, isso não é um “sacrifício”, porém com ingressos a preços altos e excesso de grandes produções, se tornou um problema para muita gente.
No Reddit, um usuário aponta que a solução será facilitada para conectar o público a Vingadores: Doutor Destino em dezembro de 2026:
“Será literalmente quatro minutos extras de gravação que estarão no YouTube em pouco menos de dois dias. Provavelmente eu ainda verei, porque Ultimato é ótimo e eu amaria vê-lo de novo em Dolby, mas eles estão realmente tentando superestimar este conteúdo adicional, eu acho”, revela “/JMadFour”
Outro comentário, um pouco mais agressivo, afirma que essa ideia é basicamente o que a indústria de jogos tem feito com o seu público nesta última década:
“A última coisa que esse mundo precisa é de uma porcaria de DLC (conteúdo extra pago, comum nos videogames) para filmes”, vocifera um fã nas respostas.
No X (antigo Twitter), um deles reclama da ganância da Disney para que o público retorne aos cinemas e reacenda sua paixão pelo Universo Cinematográfico Marvel (MCU).
“Eu verei? Sim. Mas os caras estão divulgando de forma falsa o Infinity Vision e apenas tentam fazer mais dinheiro só por alguns minutos”, revela “strechtmarks”.
O que realmente incomodou o público não é o relançamento da produção, mas sim as declarações dos Irmãos Russo na San Diego Comic-Con — que destacaram que a experiência será “obrigatória” para aproveitar o próximo filme. Na prática, apenas na sua terceira chegada aos cinemas ele estaria “completo”.
Vingadores Ultimato Encore será lançado no Brasil no dia 24 de setembro de 2026, com sessões especiais nos formatos Infinity Vision e IMAX.
A Rockstar Games confirmou que o mapa de GTA 6 será três vezes maior que o de Red Dead Redemption 2 e o dobro do de GTA 5. A informação parte do codiretor do estúdio da Rockstar North, Rob Nelson, em entrevista ao criador de conteúdo australiano TGG, que foi até o quartel-general da produtora em Edimburgo, Reino Unido, junto de outros criadores e membros da imprensa.
A expectativa é que o mundo aberto de GTA 6 se aproxime do que foi visto em 2018, com Red Dead Redemption 2. À IGN, Nelson afirma: “Existe um outro mundo inteiro em Red Dead Redemption 2, sim. GTA 6 é muito parecido com isso”.
O codiretor explica que há uma quantidade "enorme" de coisas para fazer em Leonida, mas que a Rockstar não abusa de ícones, "blips" ou objetivos para guiar o jogador. "Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito", conta. "É um mapa grande, um mapa muito grande."
Nelson reforça que o trabalho em GTA 6 será uma continuação do que foi feito em 2018 e que a equipe segue avançando e "fazendo tudo o que podemos para criar o maior, mais profundo, mais densamente povoado e complexo mundo que já construímos para as pessoas se perderem."
“Há uma quantidade enorme de coisas que você descobre de forma emergente, que não estamos necessariamente direcionando você através de objetivos, blips ou ícones em um mapa. Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito. É um mapa grande, um mapa muito grande”, disse o codiretor da Rockstar North, Rob Nelson.
O TGG afirma que Vice City e seus arredores serão 11 vezes maiores que Los Santos e o subúrbio que rodeia a cidade. Vale lembrar que GTA 6 é ambientado no estado fictício de Leonida e abrange várias regiões, entre elas Vice City.
GTA 6 revela sistema de relacionamento entre Jason e Lucia
O aguardado Um Olhar Estendido de GTA 6 estreou nesta quinta-feira (27) e trouxe diversos aspectos do jogo da Rockstar Games, incluindo gráficos, mecânicas, missões e um pouco do casal de protagonistas.
A Rockstar e a Netflix apresentaram Um Olhar Estendido de GTA 6 nesta quinta-feira (27), com um destaque para o gameplay — que é mostrado através de diversas sequências entre o casal Jason e Lucia.
O romance dos dois personagens será regado a crimes e perseguições. Na prévia, pudemos notar inúmeras novidades do próximo jogo da Rockstar.
O vídeo da Netflix mostra que veremos muito mais das explorações em ambientes internos, apesar de não ter revelado se isso acontecerá livremente ou apenas em missões específicas.
Tanto Jason quanto Lucia podem atirar em 3ª pessoa, o que deixa uma parcela dos fãs tristes pela ausência do modo em 1ª pessoa. Vale notar que isso pode ser acrescentado até o lançamento, então não trate como uma verdade absoluta.
Entre as cenas, que ocorrem em uma missão para coletar um material para o personagem Boobie e muitas outras, podem-se ver momentos em câmera lenta, visualização de pontos do corpo dos adversários que o jogador pode atingir para desencadear reações únicas e até destruição dos ambientes.
Outro destaque é a possibilidade de fazer carinho em pets, indícios de que veremos policiais corruptos, além de poder realizar diversos assaltos fora das missões principais. Os jogadores podem botar uma máscara e roubar “livremente” algum estabelecimento que esteja em seu caminho.
O trailer de GTA 6 também contou com muitos momentos entre Jason e Lucia, ou “Jay” e “Lu”, como carinhosamente se chamam. A relação deles é tão importante que um ícone mostra o seu status enquanto alterna entre os dois — algo que pode ser impactado por suas decisões dentro da narrativa.
Perseguições e mecânicas de Grand Theft Auto
O “Um Olhar Estendido” também mostrou uma longa perseguição de carros, com Lucia no volante e Jason como atirador. Durante a ação, você pode trocar facilmente entre os dois, para cobrir pontos críticos que acontecerem durante os tiroteios.
As estrelas de procurado estão de volta e, pelo que a Rockstar mostrou, teremos seis delas no total. Entre as cenas de confronto, também nota-se que é possível carregar coisas com uma mão enquanto se usa qualquer arma com a outra — o que pode render desafios interessantes na jogabilidade.
Um dos destaques foram as lutas corporais, com a presença de alguns estilos diferentes em uso. Seja em um ringue, seja contra outros agentes ou civis, provavelmente terá uma gama de opções de movimentos que poderá usar em GTA 6.
Por fim, a Rockstar confirmou que Grand Theft Auto VI será lançado no PlayStation 5 e XBOX Series no dia 19 de novembro de 2026. Tudo indica que os rumores sobre o adiamento ou de atraso na sua produção não eram reais, já que a data se manteve.
O Redmi Note 17 Pro Max chamou atenção por apostar em uma bateria muito maior do que o padrão atual dos celulares. O modelo tem 9.210 mAh ou 10.000 mAh, de acordo com o mercado, e a Xiaomi fala em autonomia suficiente para até dois dias de uso.
O problema é que o aparelho ainda não tem lançamento confirmado no Brasil. Para quem precisa trocar de celular agora, porém, já existem alternativas vendidas oficialmente no país com baterias que partem de 6.000 mAh e chegam a impressionantes 10.001 mAh.
Infelizmente, não há modelos mais "tradicionais", como Motorola e Samsung, mas ainda há boas opções para quem quer passar mais tempo longe das tomadas. Confira:
1. JOVI V70
O JOVI V70 é uma alternativa interessante para quem quer bastante bateria, mas também faz questão de câmeras mais avançadas. O intermediário premium com 8 GB de RAM e 256 GB já é encontrado por R$ 2.699 no Mercado Livre, bem abaixo do preço de lançamento.
Sua bateria BlueVolt possui 7.000 mAh e suporta carregamento rápido de 90 W. A JOVI não fala em dois dias completos de uso, mas divulga números expressivos: são até 43,8 horas de YouTube, 13 horas de Mobile Legends e 14% de carga restante após 16 horas de uso intenso no teste da marca.
O V70 ainda traz o MediaTek Dimensity 7360-Turbo, de 4 nm, com memória de 8 GB e armazenamento de 256 GB. A tela AMOLED de 6,83 polegadas tem taxa de 120 Hz, enquanto a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica reforça sua proposta mais premium. A proteção IP68 e IP69 completa o conjunto.
O OPPO Reno16 5G tem uma bateria menor que a de boa parte dos celulares desta lista, mas é o que traz a promessa mais direta para quem busca dois dias longe da tomada. Na loja oficial da marca, a versão com 256 GB custa por volta de R$ 4.499 à vista, e pode ser parcelado, com total de R$ 5.999 no prazo.
A capacidade é de 6.000 mAh, com suporte ao carregamento SUPERVOOC de 80 W. Segundo a OPPO, o Reno16 alcança 2,34 dias de uso nos testes da empresa e pode chegar a 60,24 horas de chamadas. Uma recarga completa leva aproximadamente uma hora com o carregador compatível.
O celular é um intermediário premium equipado com o Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento na configuração brasileira. Ele ainda oferece tela AMOLED de 6,32 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, telefoto de 50 MP, câmera frontal de 50 MP e proteção IP69K.
Para gastar menos dentro da linha da OPPO, o A6 Pro 5G aposta em autonomia e resistência. O intermediário era encontrado no Magalu por R$ 2.699 no Pix na versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.
Aqui, a bateria sobe para 7.000 mAh e mantém o carregamento SUPERVOOC de 80 W. A OPPO não divulga uma estimativa de dois dias de uso ativo, mas informa até 31 dias em standby. A carga vai de 1% a 50% em 26 minutos e chega a 100% em aproximadamente uma hora.
O desempenho fica por conta do MediaTek Dimensity 6300, um chipset intermediário com conectividade 5G. O A6 Pro também tem tela AMOLED de 6,57 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP e certificações IP66, IP68 e IP69 contra poeira e água.
O JOVI T1 5G chama atenção por oferecer bateria grande e desempenho intermediário por um preço consideravelmente menor que o V70. A versão com 8 GB de RAM e 256 GB aparecia por cerca de R$ 1.733 no Pix na loja da JOVI no Mercado Livre.
Sua bateria BlueVolt possui 6.500 mAh e aceita carregamento de 90 W. Nos testes da fabricante, o celular alcança 27,5 horas de YouTube, 12 horas de PUBG, 14 horas de navegação ou 23,5 horas de WhatsApp. Em outra simulação de 16 horas com jogos, vídeos e redes sociais, ainda sobra carga ao fim do período.
O T1 usa o mesmo Dimensity 7360-Turbo de 4 nm do V70, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A tela AMOLED de 6,77 polegadas tem resolução Full HD+ e 120 Hz. A recarga também é rápida: segundo a marca, os 90 W levam a bateria de 1% a 100% em cerca de 52 minutos.
Entre todos os modelos desta lista, o Realme P4 Power 5G é o que mais chama atenção pela capacidade da bateria. O intermediário chega a superar até a versão de 10.000 mAh do Redmi Note 17 Pro Max, com 10.001 mAh. No Magalu, a versão de 8 GB e 256 GB é vendida por cerca de R$ 2.420 no Pix.
A Realme promete até 32,5 horas de YouTube, 11,7 horas de PUBG e nada menos que 185,7 horas de reprodução no Spotify. Mesmo com 5% de carga, o modo de economia pode oferecer até 218 minutos de chamadas ou 46,8 horas em standby. O carregamento chega a 80 W.
O P4 Power usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultra 5G e tem opções com até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento UFS 3.1. A tela AMOLED de 6,8 polegadas chega a 144 Hz e a câmera principal Sony de 50 MP possui OIS. Mesmo com a bateria enorme, o aparelho pesa cerca de 219 gramas e tem 9,08 mm de espessura.
O Realme C85 Pro é a opção mais simples da seleção e faz sentido principalmente para quem quer gastar pouco e colocar a autonomia acima do desempenho. O intermediário de entrada com 8 GB de RAM e 256 GB é encontrado no Magalu por cerca de R$ 1.575 no Pix.
Apesar do preço baixo, sua bateria possui 7.000 mAh. A Realme afirma que o celular mantém 50% da carga após 12 horas de uso intenso em seu teste. A marca também cita até 59 horas de chamadas, 16 horas de chat e 19 horas de vídeo online. O carregamento chega a 45 W.
Realme C85 Pro
O Snapdragon 685 deixa claro que o C85 Pro não busca competir com os aparelhos mais potentes desta lista e também limita o celular às redes 4G. Em compensação, ele oferece tela AMOLED de 6,8 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP, NFC e proteção elevada contra poeira e água.
Quem quer bateria de longa duração sem abrir mão de desempenho pode olhar para o POCO X8 Pro. O intermediário premium é um dos aparelhos mais potentes da lista, e a versão global com 8 GB de RAM e 256 GB aparece no KaBuM por cerca de R$ 2.389 no Pix.
A bateria de silício-carbono tem 6.500 mAh, com carregamento HyperCharge de 100 W. A POCO divulga mais de nove horas de jogos, mais de 12 horas de chamadas de vídeo e mais de 20 horas em redes sociais. Uma recarga completa leva cerca de 48 minutos nos testes da fabricante.
Seu maior diferencial está no Dimensity 8500-Ultra, acompanhado por memória LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1. O celular ainda traz tela AMOLED 1,5K de 6,59 polegadas e 120 Hz, câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com OIS, conectividade 5G e proteção IP68.
A produção do filme de Street Fighter avança e o seu diretor, Kitao Sakurai, revelou recentemente que não teme que a obra se mostre “ridícula” ou fora dos padrões das demais adaptações.
Enquanto muitos estúdios se preocupam em trazer mais seriedade, Sakurai explicou à Empire Magazine que tentou fugir desta abordagem durante as gravações.
“Todos querem apoiar a criação de um longa que tem um tom e abordagem distintos, que não pareça uma adaptação genérica de videogame. Me trouxeram para fazer algo que não fosse convencional e realmente me deixaram fazer o meu trabalho”, afirma o diretor.
O comentário surge após as primeiras prévias de Street Fighter, que mostram um filme mais voltado ao humor escrachado e que ri de si mesmo. Alguns ainda dão o benefício da dúvida, mas outros já reclamam antes de sua estreia.
Porém, Sakurai garante que tudo é feito sem ouvir estas críticas. Para o diretor, o importante é que a experiência divirta os fãs e quem chegará à franquia pela produção.
“Eu realmente queria honrar aquele sentimento que tive quando tinha seis anos de idade com meu melhor amigo, enquanto tentávamos fazer nossa versão doméstica de um longa do Jet Li. A intenção era trazer este nível de diversão e irreverência, sem se preocupar com o que os outros pensam. Esperamos equilibrar a nostalgia com algo que pareça novo”, diz o cineasta.
A escolha do diretor também chama a atenção. Kitao Sakurai tem como trabalhos anteriores comédias, como The Eric Andre Show (2012) e Bad Trip (2021). No entanto, Street Fighter não é sua primeira adaptação de jogo — ele já dirigiu alguns episódios da série Twisted Metal (2023).
O caminho tortuoso de Ryu e Ken
Os guerreiros urbanos da Capcom nunca tiveram um sucesso nos cinemas, mesmo com algumas obras baseadas nos seus principais jogos.
O título de 1994, chamado de Street Fighter: A Última Batalha, é considerado um fiasco e foi o ponto mais baixo da carreira de grandes astros como Jean-Claude Van Damme (Duplo Impacto e Kickboxer: O Desafio do Dragão), Ming-Na Wen (O Livro de Boba Fett e Mulan) e Raúl Juliá (Família Addams e Acima de Qualquer Suspeita).
Em 2009 surgiu uma nova tentativa, com Street Fighter: A Lenda de Chun-Li. Estrelada por Kristin Kreuk (Eurotrip: Passaporte para a Confusão e Smallville: As Aventuras do Superboy), a produção ficou abaixo do esperado e afundou ainda mais as chances de ver as aventuras de Ryu e Ken de forma digna nos cinemas.
Ainda assim, a Capcom não desistiu e após sucessos com a franquia Resident Evil e Monster Hunter, decidiu tentar novamente com estes personagens clássicos. A nova obra será baseada no jogo Street Fighter 2 (1991) e promete renovar estes lutadores para uma nova geração de fãs.
A CEO do XBOX, Asha Sharma, afirmou em entrevista à BBC nesta terça-feira (26) que o hardware de próxima geração da marca adotará eficiência e acessibilidade financeira ao lado do desempenho. Para a executiva: "Toda a indústria precisa começar a inovar em acessibilidade financeira e eficiência."
As fabricantes de hardware têm sofrido com o aumento constante de preços, em especial pela alta no valor dos chips e pela escassez de componentes causados pela demanda massiva de data centers de IA.
Sharma espera que vejamos cada vez mais negócios radicalmente diferentes do habitual da indústria, embora não tenha especificado quais seriam esses negócios. "Chegamos a um ponto em que será difícil imaginar que o grande público possa arcar com milhares de dólares para gastar em uma geração de consoles", disse a executiva. Boatos apontam que o próximo XBOX seguirá um modelo OEM, no qual outras marcas poderão vender o console, mas nada foi confirmado.
"Nosso trabalho como XBOX, à medida que avançamos na nossa próxima geração, é levar em consideração o que está acontecendo no mundo e construir a melhor experiência para nossos jogadores", declarou a CEO do XBOX, Asha Sharma.
"Eu sei que os jogadores amam mídia física e sei que há muitos benefícios na mídia digital, e quero garantir que as pessoas tenham escolha", afirmou Sharma à BBC.
Conhecida principalmente pela TV por assinatura, a Sky agora quer ganhar espaço também no mercado de telefonia celular. A empresa ampliou a comercialização da Sky Móvel para todo o Brasil, com planos disponíveis tanto pela internet quanto em lojas físicas.
A expansão faz parte de uma estratégia mais ampla da Waiken ILW, dona da Sky e da Zaaz Telecom, para concentrar diferentes serviços de telecomunicações em seu portfólio. Além da TV paga, o grupo já atua com streaming, banda larga e, desde abril, telefonia móvel.
Segundo André Ribeiro, head da Sky Móvel, a adesão ao novo serviço já acompanha boa parte das contratações da empresa. Atualmente, seis em cada dez vendas da Sky também incluem um plano de celular.
Sky Móvel terá planos de até 50 GB
O catálogo da operadora é dividido em quatro opções, que começam em 6 GB de internet e chegam a 50 GB. Dependendo da franquia escolhida, a mensalidade fica entre R$ 29,90 e R$ 89,90.
Nos pacotes a partir de 15 GB, a Sky adiciona ligações e mensagens de texto sem limite. WhatsApp e Waze também podem ser usados sem consumir os dados contratados, enquanto a internet que sobrar em um mês fica disponível para o período seguinte.
Também é possível migrar um número já existente para a Sky Móvel por meio da portabilidade. Quem já assina a TV pós-paga da empresa pode encontrar condições específicas ao reunir os serviços no mesmo pacote.
Para ampliar o alcance da operação, os chips estão distribuídos em mais de 1,2 mil lojas e pontos de atendimento ligados à Sky e à Zaaz Telecom. A empresa também mantém a venda pelos canais online.
Rede terá 4G e 5G, mas parceira não foi revelada
Embora a Sky Móvel passe a ser comercializada nacionalmente, isso não significa que a companhia tenha construído uma rede própria de antenas pelo país. A empresa informa que seus clientes terão conexão 4G e 5G, mas não revelou qual operadora fornece a infraestrutura por trás do serviço.
Também não foram apresentados detalhes sobre a abrangência efetiva do sinal em cada estado ou município. O anúncio, portanto, confirma a venda nacional dos planos, mas não permite comparar a cobertura da Sky Móvel com a das grandes operadoras brasileiras.
A telefonia da Sky estreou no fim de abril, inicialmente restrita aos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro. A empresa não informou quantos clientes conquistou desde então.
Quem praticamente abandonou a TV aberta para assistir a YouTube, IPTV e serviços de streaming pode ter uma dúvida: deixar a televisão conectada ao Wi-Fi durante horas aumenta o consumo de energia? Para descobrir se essa diferença aparece na prática, fizemos um teste com watímetro e comparamos quatro formas de assistir à mesma TV. O resultado contrariou o que poderíamos imaginar: os dois cenários que dependiam exclusivamente do Wi-Fi consumiram menos energia que a TV aberta pela antena.
Para comparar os quatro cenários, usamos a mesma televisão conectada a um watímetro e mantivemos as configurações padronizadas durante todo o experimento. O volume ficou sempre no nível 14, enquanto brilho e demais ajustes de imagem permaneceram iguais.
A cada etapa, deixamos conectada apenas a fonte necessária para aquela reprodução: Wi-Fi no YouTube e Roku Channels, antena na TV aberta e HDMI no conversor de TV 3.0. Assim, conseguimos observar o consumo de cada cenário sem alterar as principais configurações da televisão.
Wi-Fi fez a TV gastar mais energia?
No YouTube, com a TV conectada apenas ao Wi-Fi e sem antena, o consumo registrado foi de 0,60 kWh. No Roku Channels, também apenas pela internet, o resultado ficou próximo: 0,63 kWh.
Quando desligamos o Wi-Fi e usamos somente a antena para assistir à TV aberta, a medição subiu para 0,69 kWh. Já com Wi-Fi e antena desligados e um conversor de TV 3.0 conectado pelo HDMI, o consumo chegou a 0,84 kWh.
Nas condições do teste, portanto, a TV aberta consumiu cerca de 15% mais energia que o YouTube e 10% mais que o Roku Channels. O cenário com conversor ficou aproximadamente 22% acima da TV aberta e 40% acima do YouTube.
Os números de YouTube, Roku e TV aberta não permitem medir exatamente quanto o Wi-Fi ou o sintonizador da antena consomem. A placa de rede usa energia para receber os dados, mas esse gasto ocorre dentro de um aparelho que já alimenta tela, processador e vários outros componentes.
O que o teste mostra é que o uso contínuo do Wi-Fi não provocou um aumento perceptível no consumo da televisão.
Então streaming gasta menos energia que TV aberta?
Não necessariamente, pois não reproduzimos exatamente o mesmo conteúdo em todas as fontes.
Minha principal suspeita é que parte da diferença esteja mais relacionada ao conteúdo exibido do que ao Wi-Fi em si. Pode ser que, durante o teste, os vídeos do YouTube tivessem menos brilho ou exigissem menos da tela do que a programação que estava passando pela antena.
A televisão não consome exatamente a mesma quantidade de energia com qualquer imagem. Cenas mais claras ou escuras, brilho, HDR, resolução e processamento de vídeo podem alterar o gasto, a depender da tecnologia do painel.
Por isso, não dá para olhar para os 0,60 kWh do YouTube e 0,69 kWh da TV aberta e concluir que o sinal de antena, sozinho, acrescentou 0,09 kWh. Parte dessa diferença pode ter vindo simplesmente das imagens exibidas durante cada medição.
O Roku Channels ajuda a reforçar a conclusão mais segura. Ele também dependeu totalmente do Wi-Fi e registrou 0,63 kWh, bem próximo dos 0,60 kWh do YouTube. Em nenhum dos dois casos a conexão sem fio fez o consumo disparar.
Assim, o resultado não é que streaming economiza energia, mas que não encontramos uma penalidade relevante pelo uso do Wi-Fi ou da antena. Não faz sentido desligar a conexão da TV ou evitar streaming com a expectativa de reduzir de forma significativa a conta de luz.
Confira, abaixo, quanto isso daria em reais no fim do mês. Todos os testes foram realizados durante 6 horas.
A Netflix revelou nesta quinta-feira (27) que toda a captura in-game de Um Olhar Estendido de GTA 6 foi realizada em um PlayStation 5.
A escolha pelo console da Sony Interactive Entertainment (SIE) não é uma surpresa, já que a companhia japonesa e a Rockstar mostraram ter uma forte parceria comercial para a campanha de marketing do jogo.
Contudo, surpreende que eles não queiram mostrar o desempenho do título no PS5 Pro. Ou não fará tanta diferença, como apontam os rumores, ou querem reforçar a performance do game nos modelos base do hardware.
Com o recente aumento do preço do PlayStation 5 pela SIE e a expectativa de queda nas vendas, faz sentido “levantar sua moral” com GTA 6 e o próximo jogo first-party: Marvel’s Wolverine.
Falta pouco para a exibição da nova prévia do próximo sucesso da Rockstar, que será apresentada nesta quinta-feira (27) pela Netflix e, posteriormente, pelo YouTube.
A expectativa é ver mais detalhes sobre o gameplay, novidades em comparação aos capítulos anteriores da franquia e mais informações sobre a história de Jason e Lucia.
Perder ou ter um celular roubado é um susto, mas o Android oferece ferramentas gratuitas para localizar, bloquear e apagar os dados à distância. Assim, é possível encontrá-lo novamente e até proteger seus dados mesmo sem ter o aparelho em mãos.
Testado e atualizado pela equipe do Canaltech em agosto de 2026 com a versão mais recente do Android.
Antes de perder o celular: o que precisa estar ativado?
As ferramentas de rastreio do Android só funcionam se algumas configurações já estiverem ligadas antes do imprevisto. Entre elas, ter uma conta do Google logada, manter o GPS ativado e anotar o número do IMEI.
No geral, o Localizador (Find Hub, em inglês) do Google vem ativado por padrão ao fazer login com a sua conta. Mas você pode confirmar se a ferramenta está habilitada dessa forma:
Acesse as configurações do Android;
Vá em “Segurança e privacidade”;
Entre em “Proteção para dispositivo perdido”;
Toque em “Localizador”;
Mantenha “Permitir que o dispositivo seja localizado” ativado.
Na mesma página, você também pode ativar o bloqueio remoto e permitir que o aparelho seja localizado se o dispositivo estiver offline.
Como rastrear, bloquear e apagar pelo Find Hub (Google)
O Find Hub pode ser acessado tanto pelo navegador quanto pelo app para Android.
Faça login com a sua conta Google, caso solicitado;
Vá para a aba “Dispositivos”;
Escolha um aparelho;
Aguarde a localização ser carregada.
Como bloquear o celular remotamente
Se o seu dispositivo está perdido ou foi roubado, veja como bloqueá-lo remotamente:
Acesse o Find Hub;
Selecione o dispositivo;
Aperte em “Marcar como perdido”;
Confirme.
Ao concluir o procedimento, a plataforma solicitará uma etapa extra de autenticação no aparelho e removerá os cartões cadastrados na Carteira do Google. Além disso, uma notificação será emitida sempre que o celular foi localizado.
Como apagar todos os dados remotamente
Entenda como excluir todos os dados remotamente quando o aparelho se conectar novamente à Internet:
Entre no Localizado;
Escolha o aparelho desejado;
Aperte em “Fazer redefinicação de fábrica”;
Confirme.
Cabe ressaltar que, ao realizar o procedimento, a localização do dispositivo não estará mais disponível.
O que fazer se o celular estiver offline?
É necessário ativar o rastreamento offline manualmente. Veja como:
Entre em “Segurança e privacidade” nas configurações do Android;
Vá em “Proteção para dispositivo perdido”;
Aperte em “Localizador”;
Acesse o menu “Encontrar seus dispositivos offline”;
Marque a opção desejada.
O que significa cada ajuste do rastreio offline?
Entenda o significado de cada ajuste de rastreamento offline:
Desativado: o aparelho não participa da rede nem armazena localizações recentes;
Sem rede: só mostra a última localização registrada enquanto o celular estava online;
Com rede em locais movimentados: a rede ajuda a localizar o aparelho em lugares como aeroportos e ruas com grande fluxo de pessoas;
Com rede em qualquer lugar: a cobertura da rede vale para qualquer área, movimentada ou não.
Como funciona o rastreio offline
Assim como o Buscar da Apple, o Find Hub usa uma rede colaborativa de aparelhos Android para localizar o celular mesmo sem Internet.
O recurso funciona assim: outros celulares Android próximos com Bluetoothativado detectam o aparelho. Depois, a localização é enviada para o Find Hub com criptografia de ponta a ponta, sem que ninguém tenha acesso aos dados.
Dá para rastrear um celular desligado e sem bateria?
Sim. Neste caso, o Localizador mostra a última localização registrada ao ativar o rastreamento offline. Em alguns modelos, como o Pixel 8 e gerações mais recentes, também mantém o recurso ativo pela rede do Google mesmo sem bateria.
Como rastrear e bloquear um Samsung Galaxy
Além do Find Hub, os celulares e tablets Galaxy possuem um rastreador da própria Samsung. Veja como usá-lo:
Aparelhos da linha Galaxy também utilizam o Bluetooth para ajudar a localizar o aparelho mesmo sem conexão à internet. O mecanismo é o mesmo utilizado por acessórios da marca, como o Galaxy Watch e os Galaxy Buds.
Como bloquear o celular Samsung remotamente
Saiba como bloquear os dispositivos da Samsung remotamente:
Acesse o localizador da Samsung;
Escolha o dispositivo;
Aperte em “Modo perdido”;
Confirme o bloqueio.
Com o recurso, o aparelho será bloqueado e impedido de ser desligado. Já os acessos à Samsung Wallet e Pass serão suspendidos durante a restrição.
Como resetar um celular Samsung remotamente
Descubra como redefinir o seu celular da Samsung remotamente:
Descubra como bloquear um celular da Xiaomi remotamente:
Abra o rastreador da Xiaomi;
Escolha o dispositivo desejado;
Aperte em “Modo perdido”;
Confirme.
Cabe ressaltar que, ao ativar o recurso, a restrição será aplicada apenas quando o aparelho se conectar à Internet.
Como apagar um celular da Xiaomi remotamente
Para apagar todos os dados do aparelho remotamente, faça o seguinte:
Entre no rastreador da Xiaomi;
Selecione o aparelho;
Aperte em “Apagar dados”.
Ao confirmar o procedimento, todos os dados do celular e do cartão de memória serão removidos. Segundo a Xiaomi, ainda é possível controlar o dispositivo remotamente ao apagar as informações pelo rastreador.
Como rastrear um celular da Motorola e de outras marcas
A Motorola, assim como outras fabricantes, não possui um rastreador próprio. Neste caso, é necessário utilizar o Find Hub, do Google, em um celular da marca.
Como bloquear o celular pelo IMEI
O bloqueio do IMEI pode ser realizado em contato com a operadora ou pelo app Celular Seguro. Também é importante ter o código em mãos, caso seja solicitado durante o procedimento.
Para descobrir o IMEI, basta digitar “*#06#” no discador do celular. O código também pode ser encontrado na caixa original do produto, na nota fiscal ou nas configurações do Android e do iOS.
Pela operadora
O bloqueio pela operadora é realizado pelas centrais de atendimento. Confira os números para acioná-las:
Claro: 1052;
TIM: 1056;
Vivo: 1058.
Pelo Celular Seguro
O Celular Seguro facilita o bloqueio da linha telefônica e do IMEI. Para isso, é preciso registrá-los no sistema:
Depois, em caso de perda, furto ou roubo, basta emitir um alerta:
Abra o Celular Seguro;
Faça login, caso solicitado;
Vá em “Emitir Alerta”;
No aparelho desejado, aperte em “Alerta”;
Preencha os dados solicitados.
O que acontece ao bloquear o IMEI?
O bloqueio do IMEI impede que o celular se conecte a redes móveis do Brasil e de outros países. Contudo, ainda é possível conectá-lo à Internet via Wi-Fi.
Não. O Celular Seguro não apaga dados do celular e nem coleta a localização do aparelho como o Find Hub, SmartThings Find e Xiaomi Cloud.
No lugar, a plataforma apenas aplica um bloqueio no IMEI, na linha telefônica e em contas bancárias de instituições parceiras.
O Celular Seguro funciona com todos os bancos e operadoras?
Não. O Celular Seguro realiza o bloqueio apenas de instituições parceiras, conforme listado no site do Ministério da Justiça e Segurança Pública (gov.br).
Se o seu celular foi roubado, furtado ou está perdido, é necessário tomar alguns cuidados além de bloqueá-lo ou apagá-lo remotamente. Confira:
Registre um boletim de ocorrência;
Troque as senhas de e-mail, redes sociais, apps bancários e demais contas bancárias;
Solicite o bloqueio do chip junto à operadora, usando os mesmos números listados acima.
Como bloquear o chip de operadora
O bloqueio do chip pode ser solicitado pelo Celular Seguro ou direto para a empresa. No segundo caso, é necessário acionar a central de atendimento das operadoras.
A seguir, veja como solicitar a restrição:
Claro: pelo telefone 1052 ou pelo app;
TIM: pelo telefone 1056 ou app;
Vivo: pelo telefone 1058 ou app.
No caso de operadores virtuais, como a Correios Celular, InterCel, NuCel e afins, entre em contato ou consulte o site das empresas para verificar o procedimento de bloqueio.
Como recuperar o chip após o bloqueio
A recuperação do chip deve ser feita diretamente na loja da Claro, TIM e Vivo. No caso de operadoras virtuais, é necessário entrar em contato com a empresa para verificar o procedimento de resgate.
O Encontre Meu Dispositivo mudou de nome?
Sim. Em 2025, o Google renomeou o serviço para Find Hub (Localizar, em português) em todo o mundo.
O Celular Seguro rastreia a localização do celular?
Não. O Celular Seguro funciona apenas como um canal de comunicação entre você, operadoras e bancos parceiros. A localização só é possível pelas plataformas do Google e das fabricantes.
Dá para rastrear um Android desligado?
Sim. O rastreio de um celular desligado, assim como no iPhone, é possível. Contudo, o recurso funciona apenas em aparelhos compatíveis.
Depois de bloquear o IMEI, dá para desbloquear?
Sim. Caso recupere o aparelho, é necessário ir a uma loja física da operadora com boletim de ocorrência, nota fiscal e documento com foto.
O bloqueio do chip também bloqueia o aparelho?
Não. Bloquear o chip afeta apenas a linha telefônica. Para inutilizar o aparelho em si, é necessário bloquear o IMEI separadamente. Já os dados precisam ser removidos pelo Find Hub, Smarthings Find ou Xiaomi Cloud.
A Rockstar divulgou na última quarta-feira (26) que GTA 6 mostrará como o peso, músculos e até mesmo a ressaca impactarão os personagens Jason e Lucia.
Segundo a revista britânica Dazed, para ter um bom desempenho na obra, o jogador precisa se preocupar com diversas questões: alimentação, exercícios físicos e até com um tempo de descanso para os protagonistas.
É importante lembrar que todos esses recursos já existiam em Grand Theft Auto: San Andreas (2004), porém foram escanteados com o passar do tempo. Agora, tudo isso retornará.
Jason e Lucia terão de cuidar de seus corpos em GTA 6, já que não poderão sequer “encher a cara” nos bares de Vice City. Caso leve os protagonistas a consumir álcool, eles terão sua mobilidade afetada — tanto a pé quanto em veículos, vale notar.
Isso também impactará a noite dos dois, com a ressaca do dia seguinte que agirá por algum tempo e influenciará a forma como atuarão pela cidade. O “grande retorno” dessas mecânicas ajuda a aproximar o gameplay ainda mais do mundo real.
Como GTA 6 avaliará esse sistema?
Não foi divulgado se teremos as barras novamente em Grand Theft Auto VI, mas o fato é que, se comer demais, seu personagem ficará mais lento. Se não comer, não terá energia para executar suas atividades.
Para equilibrar essas mecânicas, o jogador terá de colocar a dupla para fazer exercícios físicos e ter uma rotina saudável in-game. Isso levará Jason e Lucia a ganharem músculos também, o que permitirá ações físicas mais perigosas para os adversários conforme eles avançam.
Além disso, será muito importante “curtir” Vice City, mas a própria história cobrará os jogadores. Se considerarmos que a dupla é um casal, o jogador não poderá beber tudo o que estiver em seu caminho e se relacionar com outros personagens.
De acordo com a própria Rockstar, suas escolhas terão consequências e será de extrema importância ter em mente que os dois são mais fortes juntos. Caso decida distanciá-los, poderá encontrar uma dificuldade maior em suas missões.
A Rockstar apresentará Um Olhar Estendido de GTA 6 nesta quinta-feira (27), com a promessa de trazer mais detalhes sobre o gameplay do título e novidades sobre a experiência.
A transmissão, que chegará primeiro à Netflix e depois será disponibilizada no YouTube, promete encerrar o silêncio que existe desde o trailer 2 — exibido em maio de 2025.
Agora em contagem regressiva, o estúdio e a plataforma de streaming revelaram a duração da nova prévia do próximo Grand Theft Auto.
Confira quanto tempo terá o “novo trailer” de GTA 6 na Netflix e se ocupará toda a sua hora de almoço ou descanso da tarde. Veja abaixo:
Olhar estendido de GTA 6
Segundo a página norte-americana da Netflix, a apresentação de Grand Theft Auto VI terá um total de 26 minutos. Na prática, é um conteúdo mais de seis vezes maior do que tudo o que foi mostrado nas demais prévias.
É importante notar que o tempo que mostrarão o game pode variar. Por quê? Dentro desta duração pode haver entrevistas, detalhes do desenvolvimento e até mesmo a inclusão de créditos ao final — o que pode reduzir o tempo de tela da própria obra.
Outro detalhe que vale destacar é que esta informação é apresentada pela Netflix dos Estados Unidos. Isso pode variar em outros territórios, como o Brasil.
Isso significa que é bom ter uma ideia aproximada de quanto tempo levará, mas não se apegue como se fosse algo definitivo. Mudanças podem ocorrer até sua transmissão às 16h (horário de Brasília).
Onde poderei assistir ao trailer?
Inicialmente, a prévia estará disponível exclusivamente na Netflix. Ou seja, apenas assinantes do serviço poderão ter acesso ao conteúdo e àquilo que será mostrado.
No entanto, ela também será liberada no YouTube nesta quinta-feira (27), mas um pouco mais tarde. Na plataforma de vídeos do Google, você poderá assistir ao material a partir das 22h (horário de Brasília).
Até o fim do dia, os espectadores poderão ver em ambas as plataformas. Ainda assim, a Rockstar decidiu que o novo trailer será disponibilizado em horários distintos — com prioridade para quem já paga um dos serviços.
Dito isso, será possível ver o vídeo sem ter de desembolsar R$ 1. Você terá apenas de aguardar um pouco mais (um problema enorme para quem tem aquele medo de ficar de fora, o famoso Fear of Missing Out — FOMO).
Isso gerou diversas movimentações e levou até mesmo o estúdio a se pronunciar oficialmente. A expectativa é que Um Olhar Estendido acalme os ânimos, porém isso dependerá do conteúdo e novidades que serão mostradas na Netflix e YouTube.
A Rockstar divulgou na última quarta-feira (25) diversas informações inéditas sobre GTA 6, com detalhes importantes que ajudaram a dar vida à sua próxima experiência.
Para a revista britânica Dazed, ela declarou que, para corresponder às expectativas técnicas e culturais, o estúdio dobrou o número de funcionários desde o lançamento de Red Dead Redemption 2 (2018).
Além disso, a equipe expandiu seus escritórios em todo o planeta. A divisão de Los Angeles (Estados Unidos), por exemplo, está totalmente dedicada ao desenvolvimento de pedestres (NPCs) que serão encontrados na aventura.
Por mais de uma década, a Rockstar também fez uma pesquisa de campo intensa na Flórida — com mapeamento da topografia ambiental, subculturas locais e a arquitetura regional para construir o mundo que será mostrado em GTA 6.
O chefe de desenvolvimento e um dos gerentes da Rockstar North, Rob Nelson, revelou que a intenção era tornar o mundo de Grand Theft Auto VI mais vivo a cada etapa de sua produção.
“Olhamos para nossos jogos passados com um olhar crítico e vemos o que desejamos evoluir, baseado naquilo que não fizemos tão bem quanto gostaríamos, seja por não termos tempo, recursos, capacidades tecnológicas ou seja por, em alguns casos, não fizemos algo tão bem ou consideramos tão completo quanto deveríamos. Muito do que produzimos é iterativo — ajustamos muitas coisas ao sentir o que funciona ou não”, afirma o executivo.
Outro detalhe importante é que o estúdio contratou mais de 50 artistas de rua para reproduzirem suas artes em murais de Vice City como Stockyard (baseado em Wynwood, em Miami). Em relação aos veículos, pilotos de corrida no mundo real ajudam a equipe a ajustar a dirigibilidade que terá em GTA 6.
Mecânicas similares ao mundo real
Assim como ferimentos e seu status social impactarão o próximo game, o metabolismo de Jason e Lucia será uma questão com a qual os jogadores precisarão se preocupar dentro da experiência.
De acordo com a Rockstar, a alimentação também causa impactos: seja para ganhar massa muscular, perder peso, mostrar um certo estilo de vida ou até consumir mais energia.
Não será apenas isso: se Jason e Lucia tiverem privação de sono, por exemplo, ou até consumo excessivo de álcool, o desempenho deles será reduzido e afetará o controle dos protagonistas.
Como os dois protagonistas atuam como um casal, suas decisões impactarão diretamente o outro. O estúdio até comenta que as repercussões serão mais visíveis do que os títulos anteriores que já produziram ou da maioria dos games que recompensam quem joga de forma “consciente”.
Ou seja, isso não significa que terá múltiplos finais. No entanto, pode-se dizer que a dupla funciona bem junta e a dificuldade pode subir caso os afaste por uma escolha feita durante a história. Dito isso, parece ser de vital importância que o jogador aja sabiamente.
Impacto cultural de GTA 6
Assim como as artes, a música também será muito importante em Grand Theft Auto VI. O vice-presidente sênior de narrativa da Rockstar, Rupert Humphries, garante que este fator ajudará muito os jogadores a compreenderem onde estão e o modo de vida dos personagens.
“Amamos as músicas de Miami, principalmente o Miami Bass, que passa por artistas mais recentes da região como Kodak Black e Sexyy Red. Também ficamos muito interessados em como o cenário hip-hop existe em casas de festas em Overtown, em clubes como Booby Trap on the River e em lugares chiques como South Beach — onde uma garrafa pode custar milhares de dólares”, diz o executivo.
A partir disso, estudaram diversas referências para ampliar o alcance de artistas clássicos e músicos mais recentes. Assim, conseguem atingir ainda mais pessoas e gostos com GTA 6. Uma das estrelas do game, por exemplo, será a personagem Real Dimez.
Muito mais se esconde por trás de Grand Theft Auto VI
Como o site da Dazed publicou apenas um curto artigo, ainda há muito mais informações que chegarão ao público com as entrevistas completas — que serão divulgadas a partir do dia 10 de setembro de 2026 no Reino Unido.
Segundo fontes de Corden, a questão das mídias físicas "é menos sobre os discos e mais sobre os próprios leitores de disco". O editor-chefe prossegue e afirma que a cadeia de suprimentos dos componentes necessários para fabricar leitores de disco óptico "está em colapso".
A reportagem indica que as linhas de montagem dos leitores de disco óptico têm migrado para longe da tecnologia à medida que os usuários optam cada vez mais por mídias digitais.
A Microsoft tem sido pouco vocal quando o assunto é o fim das mídias físicas, embora muitos setores da indústria acreditem que a Big Tech seguirá o mesmo caminho da Sony.
Além do recurso que permite levar jogos físicos do XBOX One e Series para o digital, a divisão de games liderada por Asha Sharma tem progredido em levar jogos do XBOX Original e do 360 ao PC via emulação. Alguns títulos já fazem parte desse programa, como Conker: Live & Reloaded e o temporal Blinx: The Time Sweeper.
O WhatsApp concentra uma série de conversas e dados pessoais e sensíveis. Por isso, é importante reforçar a segurança da conta com a verificação em duas etapas, os ajustes de privacidade e demais recursos nativos do mensageiro.
Testado e atualizado pela equipe do Canaltech em agosto de 2026 na versão mais recente do app.
Como deixar o WhatsApp mais seguro
Há uma série de recursos nativos para fortalecer a segurança do WhatsApp. Entre elas, a verificação em duas etapas, que permite criar uma senha para ativar o app em paralelo ao código de seis dígitos enviado via SMS ou ligação.
A plataforma também possui opções para exigir biometria ao abrir o app, ocultar a foto de perfil e afins para fortalecer a proteção e privacidade.
Verificação em duas etapas
A verificação em duas etapas é essencial para impedir casos de clonagem e que outras pessoas acessem a sua conta caso seu celular seja furtado ou roubado, por exemplo. Veja como ativá-lo:
Abra o WhatsApp;
No Android, aperte no botão de três pontinhos e vá em “Configurações”;
No iPhone, vá em “Você”;
Entre em “Conta”;
Aperte em “Verificação em duas etapas”;
Ative o recurso e escolha uma senha;
Cadastre um e-mail de recuperação.
A partir de agora, qualquer ativação da sua conta exigirá a senha que você acabou de cadastrar.
Como mudar a senha
Se deseja mudar o código da autenticação, faça o seguinte:
Entre nas configurações;
Acesse o menu “Conta”;
Toque em “Verificação em duas etapas”;
Vá em “Senha”;
Pressione em “Mudar senha”;
Insira a sua nova senha.
Como desativar a verificação
Descubra como desligar a autenticação em duas etapas no WhatsApp:
Abra as configurações do app;
Entre em “Verificação em duas etapas” no menu “Contas”;
Desmarque a opção “Verificação em duas etapas”.
Como recuperar a senha esquecida
Se você esqueceu a senha, é possível resgatá-la com o e-mail cadastrado. Caso contrário, é necessário redefinir a conta após alguns dias.
Biometria e senha para travar o WhatsApp
Não é preciso utilizar apps de terceiros para colocar uma senha para abrir o WhatsApp. É possível ativar a proteção pelos próprios ajustes do app:
Abra as configurações do mensageiro;
Vá em “Privacidade”;
Entre em “Bloqueio do app”;
Ative o recurso.
Agora é só escolher se prefere ativar o bloqueio logo após fechar o app ou se deseja colocar um atraso de um minuto a uma hora.
Como trancar conversas específicas
Além do bloqueio geral, dá para esconder e travar chats individuais numa pasta separada:
Abra a conversa desejada;
Toque no nome do contato ou grupo;
Ative a opção “Trancar conversa”;
Confirme com a biometria.
Após a ativação, o chat ficará oculto. Para acessá-lo, entre na aba “Conversas”, puxe a lista para baixo e toque em “Conversas trancadas”.
Como criar uma chave de acesso (passkey)
A passkey substitui a senha tradicional por biometria ao fazer login. Veja como gerar a sua chave:
Abra as Configurações do WhatsApp;
Toque em "Conta";
Selecione "Chaves de acesso";
Toque em "Criar chave de acesso”;
Siga as instruções do app.
Ocultar foto, status e dados de perfil
É possível ocultar alguns dados do seu perfil para aumentar a privacidade. Entre eles, a foto de perfil e o “visto por último.
Como ocultar a foto de perfil
Saiba como ocultar a foto de perfil para desconhecidos:
Nas configurações, toque em “Privacidade”;
Toque em "Foto do perfil";
Escolha a opção desejada.
Como esconder o "visto por último" e online
Para ocultar o visto por último e online, siga o passo a passo:
Vá para o menu “Privacidade” nas configurações;
Entre em “Visto por último e online”;
Escolha os ajustes preferidos.
Vale lembrar que, ao desativar o "visto por último" e online para todos, você também deixa de ver a última vez que seus próprios contatos estiveram online.
Como desativar as confirmações de leitura
Descubra como desligar o “sinal azul” para confirmar a leitura de mensagens no WhatsApp:
Entre nas configurações;
Vá em “Privacidade”;
Desmarque a opção “Confirmações de leitura”.
Assim como os status online e “última vez visto”, ao desativar a confirmação de leitura, você também deixa de ver quando alguém lê as suas mensagens enviadas.
Como limitar quem pode te adicionar em grupos
Também é possível restringir quem pode te adicionar em grupos:
Vá ao menu “Privacidade”;
Entre em “Grupos”;
Escolha quem pode te adicionar em grupos.
Como ativar as mensagens temporárias
As mensagens temporárias aplicam um temporizador para excluí-las automaticamente. Para ativar em todas as conversas, basta acessar a opção “Duração padrão” no menu “Privacidade”.
Outra opção é acionar o timer em conversas específicas. O recurso está disponível dentro das propriedades do chat sob o nome “Mensagens temporárias”.
Recuperar uma conta roubada
Se a sua conta foi invadida ou roubada, a Meta orienta a fazer o login novamente em seu celular.
“Devido a limitações do processo de verificação, o WhatsApp não pode desativar contas a pedido dos usuários”, explica. A empresa também pontua que denunciar a conta comprometida poderá bani-la por violar os termos de serviços.
“Nesse caso, você perderá o acesso à sua conta ou aos seus dados do WhatsApp. Recomendamos que você tente recuperar a conta antes de denunciá-la”, diz.
Como identificar se uma conta foi invadida
No geral, os ataques a contas do WhatsApp são identificados após o recebimento de códigos de login não solicitados. No pior dos casos, o app é desconectado do celular repentinamente após o pedido de acesso em um novo aparelho.
As invasões também ocorrem através de dispositivos conectados, sem necessariamente tomar o controle por completo. Isto acontece quando mensagens são enviadas ou marcadas como lidas sem o seu reconhecimento.
Como saber se a minha conta está sendo monitorada por outra pessoa?
Caso suspeite que o seu WhatsApp está sendo acessado por outra pessoa, faça o seguinte:
No Android, aperte no botão de três pontinhos;
No iOS, entre na aba “Você”;
Vá em “Dispositivos conectados”;
Verifique se há aparelhos desconhecidos conectados;
Caso positivo, toque no dispositivo
Aperte em “Desconectar”.
Como evitar a invasão de contas
Confira algumas dicas para evitar que a sua conta seja invadida:
Jamais compartilhe o código de verificação recebido via SMS ou ligação, mesmo com conhecidos ou a própria Meta;
Mantenha a verificação em duas etapas sempre ativada;
Oculte sua foto de perfil para desconhecidos;
Desconfie de pedidos de dinheiro, mesmo vindos de contatos conhecidos;
Não abra em qualquer link ou mídia enviada pelo mensageiro, especialmente de número desconhecidos.
O que é clonagem de contas do WhatsApp?
A clonagem de contas ocorre quando um agente malicioso, como um golpista, utiliza o seu nome e foto para aplicar fraudes. A abordagem, no entanto, é praticada com outro número de telefone, e não diretamente com a conta da vítima.
Como identificar uma clonagem de conta
A clonagem de contas não dispara “alertas” no app do WhatsApp. No lugar, ela é identificada por pessoas que recebem mensagens de um contato que se passa pela vítima enviadas de um número desconhecido.
As mensagens, em geral, pedem para adicionar o número novo devido a um suposto problema no celular. Em seguida, os golpistas solicitam transferências via Pix, pagamento de boletos ou dados pessoais.
O que fazer se a sua conta for clonada?
Se alguém criou uma réplica da sua conta para aplicar golpes, denuncie-o ao WhatsApp:
Abra a conversa;
Toque no número de telefone ou nome do contato;
Aperte em “Denunciar empresa”.
Também é recomendável avisar a conhecidos sobre o caso. Assim, menos pessoas correm risco de cair na fraude.
Preciso avisar meus contatos se minha conta for roubada ou clonada?
Sim. Como o golpista pode usar seu perfil para pedir dinheiro ou espalhar links maliciosos, avisar contatos próximos por outro canal ajuda a evitar que eles também sejam vítimas.
O WhatsApp consegue ler minhas mensagens mesmo com a criptografia ativada?
Não. A criptografia de ponta a ponta vem ativada por padrão e garante que só remetente e o destinatário tenham acesso ao conteúdo das mensagens, fotos, vídeos e ligações.
Usar WhatsApp GB ou outras versões não oficiais compromete minha segurança?
Sim. Além de serem proibidas pela Meta, o que pode resultar no bloqueio da conta, versões alternativas do WhatsApp trazem risco de segurança aos usuários.
Trancar uma conversa no celular também a esconde no WhatsApp Web?
Não totalmente. O bloqueio de conversas é aplicado por dispositivo. Dessa forma, um chat trancado no celular pode continuar visível no app para PC, por exemplo.
Esqueci o PIN e não tenho o e-mail de recuperação cadastrado. E agora?
Será preciso aguardar alguns dias desde o último acesso à sua conta para redefinir o PIN sem confirmação por e-mail. Por isso, é recomendável cadastrar um e-mail de recuperação no momento da ativação.
Além da clonagem, quais outros golpes usam o WhatsApp como isca?
O WhatsApp também é explorado para outros tipos de golpes, como phishing e o compartilhamento de apps maliciosos que se passam por plataformas legítimas. Em ambos os casos, o cuidado é o mesmo: não clicar em links suspeitos e só instalar apps de lojas oficiais.
Os jogos independentes têm se tornado um importante segmento do mercado de videogames, em especial por se oporem aos jogos mainstream caros, repetitivos e cheios de práticas duvidosas e predatórias. O ano de 2025 mostrou que os indies e títulos de menor orçamento estão com tudo, em especial se olharmos para Clair Obscur: Expedition 33, Hollow Knight: Silksong e Hades II.
Felizmente, o mercado segue acompanhando pérolas independentes fantásticas neste ano. Por enquanto, recebemos grandes jogos como Mina the Hollower, Big Walk, Denshattack!, Mewgenics, Slay the Spire II e a lista não para.
Um desses grandes jogos indie roubou a atenção e tem feito um sucesso estrondoso entre jogadores de PC e streamers pelo mundo. Meccha Chameleon chegou ao Steam em junho após passar por uma produção curta de dois meses pelas mãos de dois desenvolvedores japoneses.
Com mais de 20 milhões de cópias registradas até agosto, Meccha Chameleon se tornou um jogo viral em redes sociais e plataformas de lives, seguindo com muita atenção do público. Seu preço bem acessível e uma ideia simples e fácil de jogar também contribuíram para que o indie fizesse tanto sucesso.
Mas, afinal, como de fato Meccha Chameleon se tornou um dos maiores jogos de 2026?
O que é Meccha Chameleon?
Meccha Chameleon é um jogo multiplayer de esconde-esconde com uma premissa parecida com os populares prop-hunts que viralizaram no PC anos atrás, como em Garry's Mod. Nele, os jogadores controlam um boneco todo em branco e precisam se desenhar para se camuflar no cenário e evitar serem pegos pelos caçadores.
O título foi criado por dois desenvolvedores japoneses que atendem pelos apelidos de Lemorion e Haganeiro. O fato mais curioso sobre Meccha Chameleon, além do surpreendente marco de 20 milhões de unidades vendidas, é que a produção durou apenas dois meses, com os devs reutilizando recursos e assets de projetos anteriores.
Curiosamente, Meccha Chameleon divide uma história com Fortnite. Isso porque Lemorion começou no desenvolvimento de games no Unreal Editor for Fortnite, ferramenta fornecida pela Epic Games para criar experiências dentro do próprio jogo.
Por isso, não é de se estranhar que o jogo indie utilize a Unreal Engine como motor gráfico, bem como o recurso gratuito Epic Online Services para a funcionalidade de matchmaking.
A ideia principal por trás de Meccha Chameleon surgiu de Lemorion. Ele se lembrou de assistir a um programa de TV, há muito tempo, no qual um artista fazia pintura corporal para se camuflar no cenário.
Meccha Chameleon surpreendeu até os desenvolvedores
Em 11 de agosto, os desenvolvedores confirmaram que Meccha Chameleon já havia ultrapassado 20 milhões de cópias vendidas, um número impressionante para qualquer estúdio. A marca fica ainda mais emblemática quando levamos em conta que a expectativa dos criadores era drasticamente menor do que o resultado alcançado.
"Originalmente, tínhamos como meta 100 mil cópias, então estou extremamente feliz. Sinto uma sensação de dever cumprido e que valeu a pena continuar criando games", afirma Lemorion em entrevista ao portal japonês GameWith. O desenvolvedor conta que o sucesso era esperado apenas no Japão, e não no exterior.
Apesar da quebra de expectativa, os primeiros indícios dos holofotes já surgiram nos trailers de Meccha Chameleon. O engajamento nas redes sociais garantiu que a ideia se espalhasse por todo o mundo.
Meccha Chameleon: um sucesso camuflado
Há vários motivos que podem ter feito de Meccha Chameleon um verdadeiro sucesso. O maior deles é a viralização nas redes sociais e plataformas de transmissão como a Twicth. Jogos multiplayer com um toque de comédia, como Peak e Big Walk, costumam performar muito bem entre streamers e espectadores.
Após a recepção positiva de Meccha Chameleon nas redes sociais, os desenvolvedores passaram a trabalhar focados na viralização, incluindo cenas criativas e engraçadas sobre o que os jogadores poderiam fazer na partida em trailers e vídeos de divulgação.
"Já prevíamos que o jogo viralizaria com postagens nas redes sociais. No trailer, incluímos aquela cena de virar uma bolinha para se camuflar de pedaço de carne com a intenção de induzir maneiras engraçadas e 'compartilháveis' de se esconder", afirmou Lemorion ao Denfaminicogamer.
Os cortes e vídeos curtos de momentos engraçados em Meccha Chameleon catapultaram ainda mais a fama do título, que atingiu um pico de 340 mil usuários simultâneos no Steam em seu melhor dia.
Mais do que apenas viral, Meccha Chameleon é um jogo criativo e intuitivo. Os jogadores precisam se esconder em mapas oficiais ou criados por fãs, tentando se unir ao cenário ao pintar e alterar poses e formas do personagem. Os desenvolvedores fizeram questão de oferecer ferramentas e recursos para que a experiência fosse divertida, entre elas estão pintura em tempo real, conta-gotas, cores metálicas e uma interface simples para desenhar e se camuflar.
Lemorion enfatizou que o foco do jogo foi "não exigir comandos complexos do usuário" e "não criar sistemas complicados", o que caiu como uma luva. "É difícil apontar um único motivo para o sucesso, mas acredito que seja o fato de ser divertido para todos: tanto para quem joga quanto para quem assiste", contou o desenvolvedor.
Obviamente, o preço ajudou muito na popularização do jogo. Meccha Chameleon chegou ao Steam por R$ 23,49 e recebeu descontos nesses dois meses após o lançamento, chegando ao patamar de R$ 18 em certas ocasiões.
Meccha Chameleon é um exemplo de como criatividade e simplicidade, algo que tem sido esquecido por grandes produtoras, ainda têm força na indústria dos games, mesmo em seu período mais brutal.
Estamos em uma época em que um jogo independente de esconde-esconde pode se sentar à mesma mesa de um colosso como GTA 6 e se consagrar como um dos melhores videogames do ano.