❌

Reading view

NVIDIA revela novo Ray Reconstruction e Path Tracing para jogos de PS2

A gamescom 2026 está começando e a NVIDIA já se antecipou e revelou o que tem preparado para os PC gamers para o evento. Em apresentação fechada para a imprensa, o Time Verde trouxe novidades em relação ao Ray Reconstruction, RTX Remix, RTX Spark e mais.

A primeira grande novidade é a nova geração da tecnologia de reconstrução de raios, que fará parte do DLSS 4.5. A novidade, que já havia sido revelada anteriormente, acabou sendo vazada antes da hora através de arquivos em jogos compatíveis, mas começa a chegar em breve.

A NVIDIA confirmou que a segunda geração de reconstrução de raios estreia já no próximo mês com 007 First Light em 15 de setembro, que também receberá Path Tracing nessa data. Além desse título, um dos grandes lançamentos das próximas semanas, Control Resonant, também chega com suporte a tecnologia.

nvidia-gamescom (1)

Com melhorias no denoiser por inteligência artificial, as imagens terão menos artefatos e serão mais limpas ao ativar Ray Tracing e Path Tracing. A tecnologia estará disponível para todas as placas GeForce RTX (séries 20 a 50). A tecnologia poderá ser ativada com override no NVIDIA App.

Jogos de PS2 com RTX Remix

O Ray Reconstruction do DLSS 4.5 também está a caminho da ferramenta RTX Remix, permitindo que a comunidade melhore os efeitos de Ray Tracing e Path Tracing de jogos antigos. Segundo a NVIDIA, até o momento, já são quase 250 jogos melhorados pela comunidade com a ferramenta. Além disso, um anúncio inusitado chamou a atenção: traçados de raios para jogos de PS2.

Durante a apresentação, um slide tinha uma informação pequena no canto que dizia "PCSX2 Remix: Path tracing PS2 Games". Ou seja, o popular emulador de PlayStation 2 proporcionará efeitos modernos de sombra, iluminação e reflexos a jogos do console mais popular do mundo. Isso significa que God of War, Devil May Cry, Metal Gear Solid 3, GTA: San Andreas e muitos outros devem receber o tratamento. Isso, vale lembrar, depende só da comunidade.

nvidia-gamescom (3)

RTX Spark e a adoção dos estúdios de games

A NVIDIA anunciou o chip RTX Spark meses atrás, prometendo ótimo desempenho em jogos em 1440p graças ao chip Blackwell, mesma arquitetura das RTX 50. Ele conta ainda com CPU Arm em parceria com a Mediatek e estará em notebooks de marcas como ASUS, Dell, Microsoft, HP, Lenovo e MSI em breve.

Nessa apresentação, o Time Verde revelou que diversos estúdios de games estão se preparando para adequar seus jogos a uma arquitetura diferente. Houve um destaque para a Ubisoft, mas nomes gigantes como Capcom, CD Projekt Red, Konami, Remedy Sega e Xbox também foram citados, entre outros.

nvidia-gamescom (16)

Um dos destaques é o suporte ao anticheat Javelin da Electronic Arts, presente em jogos com foco no multiplayer online como Battlefield 6 e Apex Legends, além de EA Sports FC.

Expansão do GeForce Now

Fechando as novidades para a gamescom 2026, que começa hoje (25) na Alemanha, está o GeForce Now. O serviço de games em nuvem da NVIDIA também está recebendo suporte ao Ray Reconstruction, mas não foi divulgado em quais planos.

nvidia-gamescom (21)

Além disso, a NVIDIA reforçou que o GeForce Now está recebendo A Plague Tale: Resonance, Gears of War E-Day, The Blood of Dawnwalker, Control Resonant e Onimusha: Way of the Sword, além de Metro 2039 no próximo ano.

O serviço de assinatura da NVIDIA chegou recentemente ao Linux com um app dedicado e a expansão continua. O Steam Machine pode transmitir o GeForce Now e o suporte ao novo controle da Valve foi adicionado. Para os usuários do navegador Firefox, é possível executar o serviço de cloud gaming. Por último, Fire TV Stick da Amazon agora roda jogos em 4K também.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Novo monitor gamer da LG leva taxa de atualização ao extremo com 1.000 Hz

PC gamers com foco em competitividade precisam de muita velocidade através de um monitor com alta taxa de atualização. A LG resolveu ir muito além nessa especificação, trazendo um novo UltraGear de 25 polegadas com nada menos do que 1.000 Hz, muito mais do que modelos populares entre 180 e 360 Hz para esse público.

Esse modelo é o primeiro do mundo com essa combinação de resolução e taxa de atualização de imagem. Se você se lembra desse monitor, é porque ele foi anunciado em maio e agora está disponível no mercado internacional. Como de costume, não existe previsão de chegada por aqui no momento.

Porém pode ter certeza de que esse novo LG UltraGear de 1.000 Hz deve chegar por aqui com preço bem salgado, já que no mercado americano, ele, literalmente, custa US$ 1 por hertz, ou seja, US$ 1.000. Para se ter uma ideia, esse modelo custa US$ 400 a menos que um UltraGear de 32 polegadas com modo duplo: 4K a 240 Hz e FullHD a 480 Hz e tela OLED.

Um dos maiores destaques do monitor ultra veloz da LG está na resolução e painel. Existem outros monitores que chegam a 1.000 Hz, mas a maioria deles oferece a resolução HD (1280x720), que é muito baixa para os padrões modernos. Além disso, alguns deles usam painel TN, que não entrega boa qualidade de imagem. No caso desse UltraGear, IPS é a tecnologia escolhida.

Especificações do LG UltraGear 25G590B

  • Tela: 24,5 polegadas, IPS, Full HD (1920 x 1080)
  • Velocidade: 1000 Hz (1100 Hz com overclock) e 1 ms GtG
  • Brilho: 400 cd/m² (Típico) / 320 cd/m² (Mínimo)
  • Relação de Contraste: 1000:1 (Típico)
  • Gama de Cores: sRGB 99%
  • Densidade de Pixels (PPI): 90 PPI
  • Tecnologias de sincronização: NVIDIA G-Sync e AMD FreeSync Premium
  • Conectividade: 1x DisplayPort 2.1, 2x HDMI 2.1, 1x USB Upstream (via USB-C) e saída de áudio
  • Ajustes da Base: Altura, Inclinação (Tilt) e Giro (Swivel), com marcações graduadas na coluna para ajuste fino
  • Dimensões (L x A x P) e Peso: 57,15 x 51,05 x 20,83 cm | Peso: 5,21 kg (com suporte)

O mais impressionante é que esse monitor da LG pode ainda passar dos 1.000 Hz. Existe um modo de overclock que faz com que o monitor chegue a 1.100 Hz, mas isso faz com que as tecnologias de sincronização de imagem sejam desativadas, já que elas suportam até 1.000 Hz.

E se você tem dificuldade em entender as diferenças entre tempo de resposta e taxa de atualização de imagem, entenda como cada uma funciona.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Afinal, GTA 6 vai ser lançado em disco em algum momento?

Mídia física e GTA 6 são os assuntos em alta hoje na indústria de games. O primeiro deles, porque revoltou uma parte da comunidade; já o segundo, porque é um título extremamente aguardado. E qual a relação entre ambos? O game mais importante da década não chegará com edições físicas, mas isso ainda não está totalmente descartado para acontecer posteriormente, segundo o CEO da Take-Two.

Em conversa com o IGN, Strauss Zelnick reforça que a mídia digital é a principal para a empresa e não será diferente com GTA 6. Ele afirma que mais de 90% das vendas do estúdio vêm dessa mídia, já que as pessoas precisam estar conectadas o tempo todo nos títulos modernos, uma exigência que já se tornou padrão na indústria.

Take-Two acredita que domínio da mídia digital é questão de tempo

"Todo mundo está conectado. Então é só uma questão de encontrar a maneira mais eficiente de fazer com que o título chegue às mãos das pessoas", disse o executivo. Sobre a possibilidade do game mais aguardado dos últimos receber edições físicas, ele diz que "nessa fase do jogo, não descartaria nada". 

"O que anunciamos até agora é o que estamos fazendo no momento, mas estamos sempre abertos a novas possibilidades", complementa. Para o CEO da Take-Two, não existem chances de o lançamento exclusivamente em mídia digital afetar as vendas do game. Pelo contrário, deixar de investir em mídia física corta custos e aumenta a receita, e isso vale para qualquer estúdio de games.

GTA 6 Netflix

Além disso, Zelnick afirma que a adoção total das cópias digitais está mais perto do que nunca, mas ele ainda acredita que a mídia física continuará existindo, embora como algo de nicho e para um público mais entusiasta, assim como os discos de vinil na indústria da música hoje.

A Sony revelou o encerramento do suporte a mídia física recentemente, algo que começa a acontecer em menos de um ano e meio, e isso não é algo que afetou a decisão da Take-Two, segundo seu CEO. Além disso, GTA 6 terá somente um código de ativação do game dentro das caixas, em vez do disco, algo que também revoltou muitos jogadores.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Projeto open-source promete levar jogos do Xbox e Game Pass ao Linux

PC gamers que usam o sistema Linux e donos de consoles portáteis como o Steam Deck em breve poderão rodar títulos do Xbox para PC e Game Pass de forma nativa. Uma iniciativa de código aberto chamada Xodus, desenvolvida pelos responsáveis pelo launcher Heroic Games, trabalha na engenharia reversa das tecnologias da Microsoft para remover a dependência exclusiva do Windows 11.

O maior obstáculo para rodar esses games no Linux sempre foi a infraestrutura proprietária da Microsoft, que exige a presença do aplicativo Xbox, a autenticação de licenças e o ecossistema do Microsoft GDK (Game Development Kit). Atualmente, o projeto Xodus já alcançou marcos essenciais: a equipe conseguiu implementar o login em contas da Microsoft, a validação de licenças de uso e o download com descriptografia dos pacotes de instalação no formato MSIXVC.

Novidade não será compatível com títulos antigos

Com a etapa de download e autenticação já funcional, o foco dos desenvolvedores se voltou para a recriação do Xbox Gaming Runtime (por meio da biblioteca xgameruntime.dll) e a adaptação do SDK. A meta é fazer com que esses serviços essenciais rodem perfeitamente sobre camadas de compatibilidade como Wine e Proton. Isso permitirá que o sistema interprete chamadas de sistema, conquistas e conexões sem que o jogo feche inesperadamente.

O esforço se concentra em títulos modernos lançados sob o padrão GDK/MSIXVC, o que deixa de fora jogos mais antigos da época do Windows 8 e do início do Windows 10 baseados no formato UWP (como Gears of War 4 e os primeiros Forza Horizon). Mesmo assim, a imensa maioria do catálogo moderno do PC Game Pass se tornará compatível.

Se o desenvolvimento mantiver o ritmo, a novidade pode ser um marco histórico para o ecossistema de código aberto, encerrando a exigência do streaming via nuvem e liberando a execução local direta em dispositivos Linux.

A plataforma do pinguim tem crescido como nunca antes e isso tem chamado a atenção da comunidade gamer. Um exemplo é o sistema rodando em um Mega Drive e até o GOG trabalhando em um launcher nativo.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Sem estoque: Micron oferece reembolso polêmico em garantia de memórias Crucial

A Micron, uma das grandes fabricantes de DRAM, virou o centro de uma controvérsia na comunidade de PC gamers por conta da forma como vem lidando com o acionamento de garantias da sua marca de memórias Crucial, que foi descontinuada. Após ter encerrado a divisão focada no consumidor, a empresa passou a recusar a substituição direta de componentes defeituosos sob a justificativa de ter esgotado seus estoques, oferecendo em troca apenas a devolução do valor pago na compra original.

A polêmica ganhou força após uma publicação no fórum Reddit, onde o usuário Key_Tailor6948 contou que acionou a garantia vitalícia para um kit de memória RAM DDR5 de 48 GB. Como apenas um dos pentes apresentava falhas, ele enviou o kit inteiro à fabricante para a troca completa, conforme exigido pelo procedimento de RMA. Em resposta, a Micron alegou não ter mais unidades em estoque e ofereceu o reembolso fixo de US$ 241,86, quantia equivalente ao preço de tabela original do produto.

Reembolso não paga nem metade do valor atual de memória DDR5

Porém com as constantes altas e flutuações de preço no mercado de hardware, o montante total representa apenas uma fração do valor necessário para comprar um conjunto equivalente nos dias de hoje. O consumidor argumentou que o reembolso cobria menos de 20% do custo atual de reposição. Além disso, a recusa deixou o cliente em desvantagem dupla: além de não receber a substituição prometida, ele teve que entregar um módulo de memória que ainda funcionava perfeitamente.

 

Relatos similares envolveram também a linha de SSDs da marca, onde clientes relataram a oferta de vales-compra ou reembolsos sujeitos a taxas de transação. Embora os termos de garantia prevejam a opção de ressarcimento pelo valor original ou de mercado, a prática gerou indignação.

Após a repercussão do caso, que já teve envolvimento do Gamers Nexus, conhecido por suas investigações na indústria, e a rejeição formal da proposta por parte do usuário, a Micron reavaliou o atendimento e voltou atrás, oferecendo módulos de substituição alternativos com especificações superiores para resolver o impasse. Mesmo assim, a empresa deixa bem claro que qualquer acionamento de garantia resultará apenas em reembolso a partir de agora.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Modder descobre como burlar GeForce NOW e liberar 48 GB de VRAM para rodar IA

Streamings de games na nuvem são uma saída para quem não deseja investir em um PC gamer, que está cada vez mais caro. O GeForce Now, por exemplo, é uma das melhores soluções e ele também pode ser usado como um PC. Bem, mais ou menos. Um modder conseguiu burlar as camadas de segurança da NVIDIA e chegou ao Windows através de uma simples substituição de arquivos executáveis, burlando as restrições da plataforma e a transformando em um PC de alto desempenho também para IA.

O processo explora o sistema de jogos do tipo "Install-to-Play" da plataforma Steam com títulos gratuitos. Ao acessar o navegador interno por meio dos links da publisher, o usuário navega pelo diretório de arquivos do sistema e substitui o executável principal do jogo por um arquivo modificado desenvolvido por outro modder, chamado de dpadGuy.

Ao clicar no botão para iniciar o jogo, a plataforma é enganada e abre o ambiente completo do Windows. Uma vez dentro do sistema, o usuário ganha liberdade para instalar programas, alterar a barra de tarefas e utilizar o computador virtual sem o bloqueio tradicional.

É possível executar até IA com o GeForce Now

O principal diferencial da descoberta aconteceu no plano pago Ultimate, o nível mais elevado do serviço. Aproveitando a infraestrutura de ponta oferecida na assinatura, que disponibiliza placas com até 48 GB de VRAM (como a Nvidia RTX Pro 6000D), o modder conseguiu executar modelos de inteligência artificial locais usando a ferramenta LM Studio, alcançando taxas de processamento elevadas.

Apesar da proeza, a prática viola diretamente os Termos de Serviço da Nvidia, que proíbem o uso da plataforma para outros fins que não sejam os games. A empresa pode aplicar punições, como o banimento de contas, a contas detectadas fazendo isso. Além disso, diversos usuários relatam instabilidades no método, como encerramento repentino da sessão ao abrir o Explorador de Arquivos ou bloqueio de downloads.

O GeForce Now está disponível no Brasil com diferentes planos e você pode conferir as nossas impressões com a categoria Ultimate, que disponibiliza uma RTX 4080 para o usuário.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

CPUs AMD Ryzen 5000 dominam as vendas diante dos preços das memórias DDR5

A plataforma AM4 da AMD estreou em 2017 com a primeira geração de CPUs Ryzen. Quase uma década depois de disponibilidade, o socket segue firme e forte, principalmente por conta da atual crise de hardware. Dados da loja alemã Mindfactory mostram que a plataforma vende quase 4x mais do que os dois atuais sockets da Intel juntos nessa região europeia.

Em um último relatório referente ao mês de julho, os processadores da AMD dominaram 90% das vendas, somando quase 3.000 unidades vendidas. Desse montante, 56% ficou com a plataforma AM5 e 34,9% com AM4, deixando o restante (9,2%) com Intel LGA-1700 e LGA-1851. Como é de se esperar, o Ryzen 7 9800X3D, atual rei dos games, dominou as vendas com 20,8% da fatia, mas logo atrás dele vem o Ryzen 5 5500 com 17,1%.

CPUs Ryzen 5000 são a saída nessa crise

Esses dados ainda surpreendem ao revelarem que o Ryzen 5800X3D 10th Anniversary Edition vem em terceiro lugar com 9,5% das vendas, representando 310 unidades vendidas em julho na Mindfactory. Esse relançamento do primeiro rei dos games chegou com preço consideravelmente maior que o modelo original, mas mesmo assim tem tido alta procura.

Isso acontece porque ele é o melhor processador AM4 disponível no mercado hoje, principalmente para games por conta da sua tecnologia 3D V-Cache. Ainda é possível encontrar o Ryzen 9 5900XT (principalmente aqui no Brasil), mas ele não entrega o mesmo nível de desempenho do 5800X3D com sua grande quantidade de cache. 

Na Amazon brasileira, quem domina as vendas em processadores é o Ryzen 5 5500, com o relançamento do Ryzen 7 5800X3D vindo logo em seguida e custando R$ 2.600. Esse é quase o valor do Ryzen 7 9800X3D, mas os preços das memórias DDR5 estão em nível tão absurdo que está valendo a pena pagar mais caro no processador mais antigo e permanecer com a plataforma AM4 (que usa DDR4) do que migrar para o que existe de mais moderno.

A força do AM4 é tão grande por aqui que a lista de processadores da Amazon Brasil conta ainda com o Ryzen 7 5700X em terceiro (e quarto) lugar, seguido do 5600GT. Já a CPU Intel Core melhor posicionada, no momento, é o Core i5-14600K em 22º, seguindo o ritmo que já havíamos visto antes.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

5 melhores notebooks até R$ 10.000 que valem a pena comprar em 2026

Chegou a hora de abordamos um nível bem alto de notebooks aqui em nossa série de guias de compra. Depois dos níveis de entrada e depois com notebooks intermediários, agora vamos listar modelos high-end, mais especificamente dentro da margem de R$ 10.000. Embora parece muita, por conta da crise de hardware atual, achamos notebooks que, antes custavam cerca de R$ 8.000, ocupando esse novo patamar.

Mesmo assim, gastar quantia de dinheiro ainda garante uma máquina bem potente, com processadores de múltiplos núcleos, telas com mais tecnologias, além de GPU de dicada, principalmente em máquinas gamer. Confira as nossas escolhas.

1. ASUS Zenbook S14

O ASUS Zenbook S14 é para quem busca sofisticação aliada à inteligência artificial de ponta em 2026. O corpo ultrafino é construído em Ceraluminum, um material revolucionário que mistura cerâmica e alumínio para entregar alta durabilidade em apenas 1,2 kg.

-
Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.
-

Esse é a nova geração do Zenbook S14, o modelo listado aqui usa um corpo muito parecido (Imagem: Raphael Giannotti/Canaltech)

No coração do aparelho está o poderoso e eficiente processador Intel Core Ultra 7 258V com NPU dedicada para o ecossistema Copilot+, acompanhado por 32 GB de memória RAM e 1 TB de armazenamento SSD. A experiência é completada pela tela ASUS Lumina OLED de 14 polegadas sensível ao toque, oferecendo uma grande autonomia com sua bateria de 72 Wh.

Compre o ASUS Zenbook S14

2. Acer Predator Helios Neo

Custando menos de R$ 10.000 em promoções, o Predator Helios Neo (PHN16-72-74VX) se destaca por ter uma NVIDIA GeForce RTX 4070. Essa GPU, embora de uma geração anterior, ainda oferece um desempenho superior a muitas opções de entrada da série 50 e um excelente custo-benefício em 2026. Em conjunto com o processador Intel Core i7-14700HX de 14ª geração e 16 GB de RAM, ele lida com facilidade com os jogos mais exigentes e softwares de criação pesados.

Mesmo sendo de geração anterior, o Acer Predator Helios Neo é uma máquina muito competente (Imagem: Acer/Reprodução)

A tela de 16 polegadas complementa a experiência, oferecendo amplo espaço de trabalho e cores vibrantes, enquanto o SSD de 51 2GB garante tempos de carregamento rápidos. De fábrica, esse notebook já vem com Windows 11 Home.

Compre o Predator Helios Neo

3. Alienware 16 Aurora

O Alienware 16 Aurora (que já analisamos) representa a porta de entrada gamer premium da Dell em 2026, trazendo o design icônico e o suporte avançado da marca por um preço competitivo. Essa configuração une o processador Intel Core 7 240H com a nova NVIDIA GeForce RTX 5050, oferecendo um desempenho equilibrado para jogos modernos e tarefas de produtividade.

O Alienware 16 Aurora é um notebook de entrada premium (Imagem: Raphael Giannotti/Canaltech)

Um de seus destaques é o SSD de 1TB, que fornece o dobro do espaço de armazenamento de muitos concorrentes, eliminando a necessidade de upgrades imediatos. A tela de 16 polegadas WQXGA e os 16 GB de RAM garantem uma experiência visual nítida e multitarefa eficiente sob o Windows 11.

Compre o Alienware 16 Aurora

4. Samsung Galaxy Book4 Ultra

O Samsung Galaxy Book4 Ultra é a escolha definitiva para o profissional criativo ou executivo que prioriza a portabilidade e a qualidade de tela acima de tudo, sem abrir mão do desempenho em 2026. Seu grande destaque é a tela de 16 polegadas WQXGA+ AMOLED 2x, que oferece pretos perfeitos, cores vibrantes e uma precisão de cores imbatível para edição de fotos e vídeos.

Equipado com o processador Intel Core Ultra 7 155H, focado em eficiência energética e tarefas de IA, e impressionantes 32 GB de RAM com 1 TB de SSD, ele é uma potência de produtividade que pesa apenas 1.86 kg. É a solução "tudo em um" para quem precisa de um estúdio móvel. Vale ressaltar que existe uma versão com uma RTX 4070, que já analisamos, mas não é a nossa escolha aqui.

O Samsung Galaxy Book4 Ultra é uma máquina potente e compacta (Imagem: Samsung/Reprodução)

Compre o Samsung Galaxy Book4 Ultra

5. ASUS ROG Strix G16

Para quem busca o máximo de desempenho absoluto e tecnologias de ponta dentro do orçamento de R$ 10.000 em 2026, o ASUS ROG Strix G16 (G615JMR-S5001W) é imbatível. Ele traz a configuração mais poderosa dessa lista, unindo o processador Intel Core i9-14900HX de muito desempenho com uma NVIDIA GeForce RTX 5060, oferecendo uma performance gráfica e de processamento de ótimo nível para um notebook.

O ASUS ROG Strix G16 é uma das melhore opções em notebooks de até R$ 10.000 (Imagem: ASUS/Reprodução)

Essa combinação é capaz de lidar com jogos em 1440p, que é a resolução desse modelo, com configurações alta e taxas de quadros elevadas em eSports na sua tela de 16 polegadas. Com 16 GB de RAM e 512 GB de SSD em um chassi Eclipse Gray com iluminação, ele oferece a experiência ROG completa.

Compre o ASUS ROG Strix G16

Leia a matéria no Canaltech.

  •  

5 melhores processadores até R$ 3.000 que valem a pena comprar em 2026

Se você está pensando em montar um bom PC gamer, uma máquina potente para trabalho, ou ainda um upgrade de CPU, existem excelentes opções no mercado atualmente custando até R$ 3.000, a faixa de preço que abordamos nesse guia. Encontramos processadores com o mínimo de 8 núcleos e máximo de 20 núcleos, com suporte a memória DDR4 e DDR5.

É até possível encontrar processadores ainda melhores do que os listados abaixo custando a faixa de preço abordada aqui, mas geralmente são de queima de estoque com uma unidade disponível, por exemplo. Mas os modelos que escolhemos são de alto desempenho para as plataformas mais recentes da AMD e Intel. Confira nossa lista.

1. AMD Ryzen 7 9700X

Impulsionado pela arquitetura Zen 5, o Ryzen 7 9700X entrega mais desempenho por núcleo mantendo baixo consumo. No cotidiano e em ambientes profissionais, esse ganho single-thread se traduz no processamento rápido de aplicações pesadas e em uma fluidez essencial para quem lida com muitos dados.

-
Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.
-

O Ryzen 7 9700X tem custado em torno de R$ 1.800 (Imagem: AMD/Reprodução)

A criação de conteúdo é um dos pontos fortes da arquitetura, onde o suporte a instruções AVX-512 acelera consideravelmente os encodes de vídeo e renderizações no Blender, operando dentro de um perfil térmico impressionantemente de apenas 65W.

Quando o assunto é games, o clock elevado e a nova arquitetura dão um show, principalmente em títulos competitivos que exigem taxas de FPS elevadas. O ganho geracional garante excelente estabilidade e eleva o 1% low a um nível que elimina aquelas travadinhas chatas, permitindo que o chip empurre placas de vídeo de alta performance sem muito gargalo em resoluções exigentes.

Compre o AMD Ryzen 7 9700X

2. AMD Ryzen 9 9900X

O Ryzen 9 9900X traz a arquitetura Zen 5 ao segmento de alto desempenho com 12 núcleos e 24 threads. No dia a dia, sua agilidade sobra, mas é no uso profissional e na criação de conteúdo que ele justifica o investimento. A CPU passa por cima de compilações de código, sustenta várias máquinas virtuais simultâneas e entrega um ótimo desempenho em renderizações no Blender, IA local e exportações no Premiere. Assim com a indicação acima, ele também tem suporte ao AVX-512.

Por cerca de R$ 2.200, o Ryzen 9 9900X é uma excelente opção (Imagem: AMD/Reprodução)

Nas jogatinas, os clocks elevados e o desempenho por núcleo garantem uma experiência de alto nível. Ele entrega médias de FPS altas e tempo de frame baixo, eliminando engasgos em títulos complexos. O 9900X reduz bem o gargalo com as placas de vídeo mais potentes do mercado, unindo a força bruta de trabalho à estabilidade máxima em jogos.

Compre o AMD Ryzen 9 9900X

3. Intel Core Ultra 9 285K

Representando o socket LGA-1851, o Core Ultra 9 285K é o que a Intel tem de melhor no momento. Sem Hyper-Threading, essa CPU conta com 24 núcleos físicos (8 P-cores e 16 E-cores) entregando muita performance. No dia a dia, o Intel Thread Director direciona tarefas básicas para os núcleos de eficiência, mantendo o sistema menos quente, já que essa é uma CPU que exige um bom water cooler.

Já no ambiente profissional e de criação, o chip se transforma em um monstro de produtividade: ele lida com virtualização e bases de dados pesadas com facilidade, enquanto sua NPU integrada (Intel AI Boost) acelera ferramentas de IA local.

Custando bem próximo de R$ 3.000, o Core Ultra 9 285K é a opção mais forte da lista (Imagem: Intel/Reprodução)

Para os gamers, o processador entrega uma experiência de alto nível marcada por um frametime linear. Embora o foco dessa geração tenha sido o consumo reduzido e a estabilidade térmica em vez de mais desempenho, ele elimina qualquer possibilidade de gargalo com placas de vídeo topo de linha, sustentando jogos pesados de mundo aberto com uma consistência excelente para sua faixa de preço.

Compre o Intel Core Ultra 9 285K

4. Intel Core i7-14700F

O Core i7-14700F é a escolha de "força bruta" para quem busca mais desempenho na plataforma LGA-1700 também com DDR4. Equipado com 20 núcleos e 28 threads, ele ignora qualquer limite na multitarefa diária, permitindo reuniões, streaming e dezenas de abas abertas simultaneamente sem o menor sinal de lentidão. Profissionalmente, essa quantidade de threads faz dele um dos melhores modelos da lista para compilações pesadas, análise de dados e execução de várias máquinas virtuais simultâneas.

Criadores de conteúdo que trabalham com renderização no Blender ou exportações longas no After Effects encontrarão aqui um desempenho de alto nível, embora seja altamente recomendável investir em um bom water cooler para domar suas temperaturas sob estresse.

Saindo por menos de R$ 2.400, o Core i7-14700F é CPU parrudo para a plataforma anterior da Intel (Imagem: Intel/Reprodução)

Nas jogatinas, todo esse poder bruto se traduz em taxas de FPS elevadas e muita estabilidade. O i7-14700F lida com facilidade com jogos modernos que castigam o processador com simulações de física e densidade de NPCs, garantindo um 1% low estável e eliminando gargalos mesmo quando pareado com placas de vídeo muito fortes.

Compre o Intel Core i7-14700F

5. AMD Ryzen 7 7800X3D

A melhor opção para o PC gamer dessa lista, o Ryzen 7 7800X3D conta com 96MB de cache L3 empilhado verticalmente. No uso comum de escritório, navegação e consumo de mídia, ele se comporta com a agilidade e eficiência esperadas de um chip Zen 4 de 8 núcleos. No entanto, para o uso profissional e criação de conteúdo focado em renderização 3D pesada ou compilação de código, ele fica um passo atrás de concorrentes com mais núcleos, já que o cache extra não acelera exportações brutas da mesma forma que beneficia outras aplicações. Ainda assim, entrega um nível de performance similar ao Ryzen 7 7700 no Photoshop e Lightroom, por exemplo.

Custando bem próximo de R$ 2.000, o Ryzen 7 7800X3D é o melhor custo-benefício para PC gamers (Imagem: Reprodução/Videocardz)

O verdadeiro habitat do 7800X3D são os games, onde ele é um dos reis. O 3D V-Cache reduz drasticamente a latência de comunicação com a memória, o que faz as médias de FPS decolarem e eleva o 1% low a patamares que CPUs mais fortes teriam inveja. Se o objetivo principal é jogar em nível competitivo ou extrair até a última gota de desempenho de uma GPU topo de linha em jogos complexos, não há escolha melhor até R$ 3.000.

Compre o AMD Ryzen 7 7800X3D

Leia a matéria no Canaltech.

  •  

3 melhores placas de vídeo para jogar em 4K (UHD) para comprar em 2026

Depois de recomendarmos as melhores placas de vídeo para 1080p, e depois as melhores GPUs para 1440p (LINKAR DEPOIS), chegou a hora de abordamos o segmento entusiasta. A resolução 4K exige muito poder de processamento. Por isso, não deve haver economias quando se trata de placa de vídeo para esse nível.

Atualmente, o mercado anda de flutuação em flutuação nos preços. Por isso, as placas de vídeo para jogar em 4K estão ainda mais caras se comparado com o fim do ano passado, por exemplo. Por isso, olhamos para três níveis possíveis de desempenho para essa resolução, cabendo em diferentes bolsos.

1. AMD Radeon RX 9070 XT

A AMD Radeon RX 9070 XT, custando na faixa dos R$ 4.500 (chegando a R$ 4.000 em promoções) no varejo nacional, estabelece o patamar de entrada "acessível" para quem deseja se aventurar na jogatina em 4K sem comprometer completamente as finanças. Baseada na arquitetura RDNA 4, a placa entrega 16 GB de memória GDDR6 e uma evolução robusta em relação às gerações passadas, especialmente no desempenho de Ray Tracing e no processamento acelerado por inteligência artificial.

-
Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.
-

A Radeon RX 9070 XT é a atual GPU mais forte da AMD (Imagem: ASRock/Reprodução)

Embora jogos extremamente pesados e mal otimizados possam exigir o acionamento do FSR 4 para manter um bom desempenho nessa resolução alta, ela sobra com folga na maioria dos títulos modernos em rasterização, e ainda encara Ray Tracing com certas ressalvas. É a escolha ideal para o jogador entusiasta que busca o equilíbrio perfeito entre o investimento financeiro, ótimo desempenho e mantendo boa fidelidade gráfica em 4K.

Compre a AMD Radeon RX 9070 XT

2. NVIDIA GeForce RTX 5080

Subindo para o segmento de alto desempenho, a NVIDIA GeForce RTX 5080 representa um salto considerável sobre a melhor GPU da AMD. Equipada com a arquitetura Blackwell e módulos de memória GDDR7, essa GPU foi projetada para ir muito bem em 4K. Ela consegue encarar muitos jogos em 4K nativo, mas naqueles mais exigentes, não tem como fugir do DLSS 4, principalmente considerando Ray Tracing, mas principalmente Path Tracing.

A RTX 5080 já custou menos de R$ 10.000, esse não é mais o caso na crise atual (Imagem: Brenno Barreira/Canaltech)

Para quem não aceita menos do que a melhor qualidade gráfica nos games mais exigentes hoje e quer usufruir de recursos de IA de ponta, a RTX 5080 justifica seu posicionamento premium entregando uma experiência que equilibra bem desempenho e qualidade gráfica, custando cerca de R$ 10.000.

Compre a NVIDIA GeForce RTX 5080

3. NVIDIA GeForce RTX 5090

No topo absoluto das GPUs para games hoje, a NVIDIA GeForce RTX 5090 é o ápice do que o dinheiro pode comprar, direcionada para quem simplesmente quer o melhor hardware disponível hoje, custe o que custar. Ostentando incríveis 32 GB de memória GDDR7 em uma interface de barramento de 512 bits, esse monstro destrói qualquer barreira de desempenho, permitindo jogar em 4K nativo com taxas de atualização altíssimas e todos os filtros possíveis ativados simultaneamente.

A RTX 5090 é a melhor GPU para games e isso é fato (Imagem: MSI/Reprodução)

O poder bruto de processamento de seus núcleos Blackwell é tão grande que ela atropela games com Path Tracing embora ainda precise do DLSS 4.5. Não se trata apenas de uma placa de vídeo para rodar os jogos de hoje com folga, mas sim de uma placa de vídeo totalmente preparada para o futuro não só em jogos, como também em aplicações pesadas e, claro, IA. Tudo isso por preços que começam em R$ 24.000 e podem passar de R$ 30.000, dependendo do modelo.

Compre a NVIDIA GeForce RTX 5090

Leia a matéria no Canaltech.

  •  

5 melhores jogos para testar PC gamer em QHD

Quem busca por um monitor com a resolução 2560x1440, também conhecida como QuadHD, quer maior fidelidade gráfica em relação ao Full HD. Essa quantidade de pixels na tela tem sido a configuração intermediária para os PC gamers, proporcionando ótima qualidade gráfica, especialmente em uma tela de 27 polegadas, pela densidade de pixels, como também altas taxas de FPS, algo que não é tão simples em 4K.

Enquanto o 1080p costuma sobrecarregar a CPU, em QHD a placa de vídeo passa a ser o componente mais exigido, embora ainda exista um certo equilíbrio com o processador.

Para ajudar você a estressar o seu hardware e verificar a estabilidade do sistema, selecionamos os 5 melhores jogos para testar o seu PC gamer em QHD.

1. Cyberpunk 2077

Mesmo anos após o seu lançamento original, Cyberpunk 2077 ainda é um dos principais benchmarks para qualquer nível de PC. Na resolução QHD, a densidade visual de Night City ganha mais nitidez comparada com 1080p, mas cobra o seu preço.

O jogo é amplamente reconhecido por levar as tecnologias de Ray Tracing e Path Tracing ao limite, exigindo que a placa de vídeo processe reflexos em superfícies molhadas, iluminação global e sombras de alto nível em tempo real, empurrando o uso da GPU frequentemente para os 100%.

No entanto, engana-se quem pensa que o título da CD Projekt Red castiga apenas o chip gráfico. Devido à sua natureza de mundo aberto massivo, com inteligência artificial complexa para pedestres, tráfego intenso de veículos e transições dinâmicas de cenários, Cyberpunk 2077 também exige um processamento massivo por parte da CPU.

Testar sua máquina em 1440p permite avaliar perfeitamente o equilíbrio do desempenho do conjunto, garantindo que o processador consiga empurrar a GPU de forma fluida sem causar engasgos ou gargalos em áreas de aglomeração urbana.

2. Crimson Desert

Crimson Desert é exigente, mas bem otimizado. O game estabeleceu um novo patamar para os visuais de mundos abertos na atualidade, principalmente quando falamos de natureza. Rodar este título na resolução QHD revela a riqueza de detalhes do continente de Pywel, destacando uma física avançada de deformação do terreno, tecidos realistas e uma vegetação extremamente densa que reage dinamicamente ao vento e às ações dos personagens, como The Witcher 3 já fazia há uma década.

A imensidão dos cenários cria um ambiente de estresse constante sobre a largura de banda da memória RAM e a velocidade de leitura do SSD NVMe, eliminando qualquer margem para travamentos. Além disso, as transições fluidas entre a exploração de planícies e as cutscenes exigem que a placa de vídeo processe efeitos climáticos pesados em tempo real.

3. Forza Horizon 6

Forza Horizon 6 eleva a barra visual ao integrar o Ray Tracing diretamente durante a jogabilidade em mundo aberto, e não apenas no modo de visualização de garagem. Em 1440p, a combinação de alta velocidade com reflexos gerados por traçado de raios nas carrocerias dos carros e poças d'água cria uma experiência que impressiona. O hardware é desafiado a processar cenários vastos e detalhados que passam pela tela a mais de 300 km/h, exigindo renderização veloz sem margem para atrasos.

Esse dinamismo faz o jogo de corrida da Playground Games um excelente termômetro para verificar a estabilidade de quadros por segundo e o tempo de resposta (frametime) do seu sistema. Como as corridas envolvem múltiplos competidores e efeitos de iluminação em constante mudança sob diferentes condições climáticas, o jogo coloca à prova a eficiência da arquitetura da sua placa de vídeo em lidar com Ray Tracing em alta resolução sem depender exclusivamente de técnicas de upscaling. Uma performance fluida aqui indica um sistema perfeitamente calibrado para jogos de alta taxa de atualização em 1440p.

4. Pragmata

O grande destaque técnico de Pragmata está no uso intensivo de Path Tracing, principalmente em reflexos nas inúmeras superfícies reflexivas dos ambientes da estação espacial do game. Em QHD, isso resulta em ambientes ainda mais detalhados, mas com um preço altíssimo.

A aplicação do Path Tracing torna Pragmata um verdadeiro triturador de placas de vídeo em 1440p, sendo o teste pesadíssimo para os núcleos de aceleração de Ray Tracing da sua GPU, seja uma GeForce ou Radeon. O nível de estresse gráfico gerado por essa tecnologia obriga o uso de reconstrução de raios e exige bastante da memória de vídeo.

5. Spider-Man 2

A chegada de Spider-Man 2 aos PCs trouxe uma Nova York virtual com um nível de complexidade e fidelidade geométrica sem precedentes. Rodando em 1440p, os reflexos por Ray Tracing nas janelas de vidro dos arranha-céus e a iluminação global que interage com o balanço do "Miranha" transformam o visual do jogo em um espetáculo à parte. O título exige muito poder de processamento bruto da placa de vídeo para calcular a oclusão de ambiente e as sombras detalhadas de uma metrópole densamente povoada, algo que também pesa bastante na CPU.

Além do poder gráfico, a locomoção em alta velocidade pelos cenários através das teias ou das asas de teia impõe um desafio considerável ao armazenamento da máquina. O jogo usa ao máximo as tecnologias de streaming de assets direto do SSD, exigindo que o processador trabalhe em perfeita harmonia para descompactar dados em tempo real e evitar quedas brutas de performance.

Manter a estabilidade em Spider-Man 2 em 1440p com Ray Tracing ativado comprova que o seu PC possui um ótimo equilíbrio entre largura de banda, armazenamento e processamento gráfico.

Essa lista poderia ser ainda maior com jogos como Horizon Forbidden West, Resident Evil Requiem, Alan Wake 2, Red Dead Redemption 2, entre outros, mas são estes os melhores jogos para testar o PC gamer em QHD que o Canaltech escolheu:

  1. Cyberpunk 2077
  2. Crimson Desert
  3. Forza Horizon 6
  4. Pragmata
  5. Spider-Man 2

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

5 placas de vídeo NVIDIA que envelheceram melhor que o esperado

Por muito tempo houve discussões sobre como a NVIDIA "capava" as placas de vídeo mais antigas via driver. Independentemente da veracidade dessa discussão, vários anos se passaram e a maioria dessas GPUs já não rendem bem atualmente, seja pela falta de força, ou mesmo pela limitação de VRAM, mas algumas ainda resistem ao teste do tempo e têm bala na agulha hoje.

Vamos dar uma olhada em 5 placas de vídeo da NVIDIA que envelheceram bem, não se restringindo somente às antigas, já que nossa lista conta com GPUs relativamente modernas também.

5. GTX 1080 Ti

Quando foi lançada em 2017, a GTX 1080 Ti já era um colosso em termos de desempenho. Anos depois, o modelo topo de linha da arquitetura Pascal continua surpreendendo. Embora em força bruta de processamento gráfico ela se aproxime de modelos de entrada atuais, como a RTX 3060 de 12 GB, seu grande trunfo continua sendo a memória: 11 GB GDDR5X.

Essa margem generosa de VRAM permite que a 1080 Ti continue rodando títulos modernos em 1080p e até 1440p sem sofrer com gargalos de textura ou stuttering que afetam até placas de 8 GB que vieram depois. Mesmo sem núcleos dedicados a Ray Tracing ou suporte nativo ao DLSS, a lendária GTX 1080 Ti se recusa a morrer.

4. RTX 3050 (8 GB)

A RTX 3050 enfrentou desconfiança em seu lançamento por ser uma GPU focada no segmento de entrada de sua geração. Contudo, o tempo provou o valor da versão de 8 GB de VRAM (diferente da variante posterior de 6 GB, que cortou especificações cruciais).

geforce-rtx-3050

Para quem busca estabilidade de desempenho em 1080p, os 8 GB de memória de vídeo oferecem o buffer necessário para segurar texturas no alto sem estourar o limite da placa. Somado a isso, a presença dos Tensor Cores dá acesso ao DLSS, garantindo uma sobrevida muito superior à de suas antecessoras diretas.

3. RTX 3080 (12 GB)

Lançada originalmente com 10 GB de VRAM, uma escolha bastante criticada para o segmento high-end, a RTX 3080 ganhou uma revisão posterior que foi bem recebida: a versão com 12 GB de VRAM e barramento levemente expandido (384-bit).

Essa versão corrigiu o único ponto fraco do modelo original. Com poder bruto de sobra para encarar jogos pesados em 1440p com taxa de quadros alta (e até arriscar o 4K em títulos mais leves), os 2 GB extras de VRAM deram à placa margem para durar por mais um tempo.

2. RTX 4090

Pode parecer cedo para falar sobre o envelhecimento de uma placa da série RTX 40, mas a RTX 4090 já se consolidou como um marco divisor de águas. O salto de desempenho entregue pela arquitetura Ada Lovelace nesse topo de linha foi tão grande que a placa continua no topo da lista de performance por um longo período.

Com 24 GB de VRAM GDDR6X, poder computacional enorme e suporte completo às tecnologias de renderização neural da marca (incluindo avanços como DLSS 4 e o Frame Generation de última geração), a RTX 4090 é o tipo de GPU que continuará entregando desempenho de ponta em 4K por anos, ignorando os requisitos crescentes da indústria.

1. RTX 3060 (12 GB)

No topo da nossa lista está a placa que herdou o espírito da lendária GTX 1060, mas com uma vantagem crucial: a NVIDIA decidiu equipá-la com 12 GB de VRAM para responder ao mercado na época. Essa decisão aparentemente despretensiosa garantiu à RTX 3060 12 GB uma longevidade espetacular.

Enquanto modelos mais fortes da mesma geração (como a RTX 3060 Ti ou a RTX 3070) começaram a esbarrar em limites de memória em lançamentos recentes pesados, a RTX 3060 segue firme e forte (obviamente com menos poder de fogo). A combinação de um chip equilibrado, suporte ao DLSS e um buffer de memória de respeito faz dela a GPU intermediária que melhor envelheceu nos últimos anos. Esse pode até ser um dos motivos do retorno da RTX 3060 de 12 GB.

rtx-3060-12gb

Assim como na matéria sobre as GPUs da NVIDIA que envelheceram mal, o ponto aqui é o mesmo: VRAM é importantíssimo e pode ditar como uma placa envelhece. As placas de vídeo listadas aqui têm poder de fogo e memória suficientes para ir além do seu prazo de validade, sendo boas até hoje, anos depois de seus lançamentos.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Review Samsung Odyssey G9 | OLED com tela curva de 49 polegadas e muita imersão

Existem diferentes níveis de imersão em games devido à variedade de monitores disponíveis no mercado. Eu já experimentei modelos com tela curva de 37 polegadas e VA e um monstro de 57 polegadas com tecnologia Mini LED. Agora chegou a vez de ver como o OLED se comporta nesse tipo de tela com o Samsung Odyssey G9, um monitor de 49 polegadas que proporciona muita imersão em games e aumento de produtividade.

Depois de um mês usando o gigante Acer Predator Z57, grande o suficiente para quase abraçar o usuário na mesa, passei um tempo com o Samsung Odyssey G9. Aqui, eu trago minhas impressões com esse monitor, mas é inevitável a comparação com o outro modelo (que não é rival direto), já que, coincidentemente, ambos chegaram um depois do outro e focam em painel curvo.

Prós

  • Design fino e elegante
  • Tela OLED de alta velocidade
  • Antirreflexo muito eficiente
  • Apesar de grande, não ocupa toda a mesa
  • Preço competitivo para a categoria

Contras

  • Fonte externa gigante
  • Falta calibração melhor nas cores do OLED
  • Escurecimento automático da tela pode atrapalhar

Design e construção

O Samsung Odyssey G9 vem na cor prata, como muitos monitores da fabricante, e tem um design enxuto, elegante e muito fino, num nível que impressiona. Isso é possível já que sua fonte é externa (entre outros motivos) e não é uma qualquer: é um trambolho retangular gigante, maior do que uma fonte de um notebook gamer com uma GeForce RTX 5080, por exemplo. Nas minhas fotos, fiz questão de deixá-la em cima da mesa para você ter uma ideia.

A base do monitor segue um design já conhecido da Samsung, como o presente no monitor 3D da marca, entre outros. Ele é grande, já que precisa sustentar uma tela bastante comprida com quase 1,20 m. Mesmo sendo um monitor enxuto no design, ele não é nada leve, pesando 12,6 kg.

Por ser um monitor curvo enorme, o Odyssey G9 oferece ajustes simples. É possível alterar a altura da tela e a inclinação somente. Lembra que falei que a comparação com o Acer Predator Z57 seria inevitável? Então, ele, mesmo sendo consideravelmente maior, ainda permite ajuste de rotação em um nível que muitos monitores tradicionais não entregam, mesmo exigindo um espaço absurdo para girar uma tela daquele tamanho.

Tela e qualidade de imagem

Aqui entra o maior destaque do Odyssey G9. Por mais que eu tenha tido um nível de imersão sem igual com o monitor da Acer, a qualidade da imagem deixava a desejar por conta da mistura de VA com Mini LED em zonas escuras. No modelo da Samsung, isso não é um problema, já que temos OLED, o melhor painel hoje (embora QD-OLED ainda vá um passo além). Apesar de ser muito superior, existe um probleminha.

O Odyssey G9 tem o design mais enxuto e bonito que já vi em um monitor curvo - Raphael Giannotti

Eu tenho testado diferentes telas, seja em monitores para PCs de mesa, ou ainda em notebooks high-end. Por isso, tenho uma base de comparação considerável e devo dizer que os ajustes da Samsung não me convenceram. Mesmo com HDR10+, as cores não são tão vivas como em outras telas com OLED, como o Dell XPS 13 de 2025, por exemplo.

Em geral, a imagem é bonita, claro. Afinal, junto do painel OLED, temos a resolução Dual QuadHD (5120x1440) na proporção 32:9 (super ultrawide), que é uma grande quantidade de pixels na tela, com densidade de pixels por polegada de 110 (PPI), o que acaba gerando um alto nível de nitidez. Isso não só é muito bem-vindo em jogos, mas também para trabalhar, já que você não verá caracteres e ícones serrilhados, muito importante se seu foco primário é profissional. E falando nisso, esse tamanho de tela permite deixar, pelo menos, quatro janelas de bom tamanho abertas, o que é ótimo para a produtividade.

O Odyssey G9 tem uma funcionalidade interessante. Após 10 minutos sem nada se mexer na tela, ela apaga (não totalmente) para economizar energia, mas existe um problema (pelo menos em meu uso). Como costumo usar quase tudo em modo escuro, incluindo o Bloco de Notas do Windows 11, onde sempre faço meus rascunhos (viva o auto-save), a tela não reconhece a movimentação dos caracteres enquanto escrevo e escurece, sendo necessário mover algo maior na tela para o brilho voltar. Confesso que isso me irritou um pouco, já que passei semanas com isso acontecendo e não existe uma forma de configurar essa função.

Fechando essa seção da tela, preciso elogiar a película antirreflexo que a Samsung colocou aqui. Eu trabalho de frente para uma janela (que fica a mais de 5 metros de distância), então posso adiantar que muitas telas falharam nesse teste, principalmente os OLED, mas esse não é o caso do Odyssey G9. Na verdade, é o melhor antirreflexo que já vi; não atrapalhou nem mesmo na hora de jogar um game escuro de dia.

Especificações técnicas do Samsung Odyssey G9

Tela

  • Tamanho: 49 polegadas
  • Tipo de Painel: OLED, curvo (1800R)
  • Resolução: 5120 x 1440 (DQHD)
  • Proporção de Tela: 32:9
  • Revestimento da Tela: Antirreflexo (fosco)

Desempenho

  • Taxa de Atualização: 240 Hz
  • Tempo de Resposta: 0,03 ms (GTG)
  • Contraste: 1,000,000:1
  • Brilho: 250 cd/m²
  • Tecnologia de Sincronização: AMD FreeSync Premium e NVIDIA G-Sync

Cor e imagem

  • Gama de Cores: CDI-P3 99%
  • Profundidade de Cor: 1 bilhão de cores
  • Suporte a HDR: HDR10

Conectividade

  • Portas de Vídeo: 1 x DisplayPort 1.4 e 2 x HDMI 2.1
  • Portas USB: Tipo-C 3.2 Gen 1
  • Conector de energia
  • Conector de fone de ouvido

Recursos e informações adicionais

  • Proteção Ocular: Sim
  • Ajustes Ergonômicos: Altura, inclinação
  • Picture in Picture: Sim (e PBP)
  • Montagem VESA: Compatível com 100 mm x 100 mm
  • Black Equalizer: Sim
  • Alto-falantes: Não
  • Consumo de energia: 200W (máximo)

Dimensões e peso

  • Dimensões com Suporte: 119,4 cm de largura x 28,4 cm de profundidade x 52,9 mm de altura
  • Peso com base: 12,9 kg
  • Peso sem base: 9,2 kg

Usabilidade e compatibilidade

Na minha review do Acer Predator Z57, eu deixei bem claro que montar uma tela daquele tamanho, sozinho, era quase um tormento. Cheguei até a machucar minha lombar. O Odyssey G9 é menor e mais leve, mas nem tanto assim. Como qualquer monitor, basta pegar a base e encaixar na traseira que já está tudo pronto, o problema mesmo é tirá-lo da caixa e colocá-lo na mesa. Essa é a desvantagem desses monitores gigantes.

OLED é sempre incrível, mas eu já vi ajustes melhores em outros painéis - Raphael Giannotti

Como acontece em diferentes modelos, a Samsung coloca o controlador do menu da tela na parte traseira, o que acaba dificultando na hora de mudar configurações. Muitos monitores deixam esse controle logo abaixo da tela, às vezes abaixo da logo da marca, facilitando o acesso. Acho que está na hora de rever essa questão.

Samsung-Odyssey-G9-review (39)

Em relação à compatibilidade, isso é algo que adicionei para os monitores super ultrawide. A proporção 32:9 não é, nem de longe, algo popular. Ainda vemos o 21:9 tendo problemas de compatibilidade com jogos, e essa questão é pior nessa proporção maior. Muitos títulos modernos já oferecem suporte, mas mesmo nesses que funcionam, nem tudo é mil maravilhas.

A esmagadora maioria não tem cutscenes em 32:9, já que eles reduzem para 21:9 (ou até mesmo 16:9, dependendo do jogo), algo que já quebra a imersão. Elementos de HUD nem sempre estão na melhor posição da tela gigante. E, o pior para mim, imagem esticada nos cantos da tela.

Samsung-Odyssey-G9-review (20)

Notei isso em diferentes jogos, Forza Horizon 6, que até cheguei a ilustrar na review do Acer, mas vi esse problema o tempo todo em Rocket League, o único game online que jogo, que fica com uma distorção considerável no carro se olharmos para ele no canto da tela em relação ao centro da tela. Isso não acontece em 16:9 e é um problema em qualquer monitor 32:9. No fim das contas, mesmo nos jogos que suportam essa proporção de tela, ainda existe algum problema.

Concorrentes

No Brasil, existem dois modelos do Samsung Odyssey G9. Um deles tem alto-falantes embutido e custa próximo de R$ 10.000 - e não foi esse o que eu recebi. O outro, que usei para esta análise, não dispõe de alto-falantes e sai na faixa dos R$ 8.100 (para efeito de curiosidade, quase R$ 10.000 a menos que o Acer Predator Z57).

Por esse preço, temos o LG UltraGear com painel OLED e tela curva de 45 polegadas. Esse modelo é 21:9 (resolução QHD), oferece taxa de atualização de 240 Hz, tempo de resposta de 0,03 ms, além de outras características parecidas com as do monitor da Samsung. Ele tem saído por cerca de R$ 8.000.

Compre o monitor LG UltraGear 45" OLED

Já a segunda indicação é da Acer, mas não o Predator Z57, e sim o X49, modelo com painel OLED, resolução Dual QuadHD também, além de 240 Hz e 0,03 ms. Esse modelo pode ser encontrado por volta de R$ 8.500.

Compre o monitor Acer X49

Vale a pena comprar o Samsung Odyssey G9?

Não restam dúvidas de que o monitor Samsung Odyssey G9 é uma das melhores opções com painel OLED em uma tela curva. A sua construção é a mais elegante e minimalista da categoria. Mesmo sendo grande, não ocupa muito espaço no setup.

Senti falta de ajustes mais refinados nas cores, algo que é até possível minimizar com paciência através das configurações.

De novo: esse é meu ponto de vista baseado nas minhas referências. Se você nunca viu um OLED na vida e ficou convencido, se prepare para um nível de imersão como você nunca teve, principalmente com a tela curva.

Compre o Samsung Odyssey G9

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Quanto de VRAM a GPU precisa para rodar jogos em QHD (1440p)?

Nos últimos anos, a resolução QuadHD (2560x1440) se consolidou como o sweet spot do PC gamer entusiasta. Ela oferece um ganho considerável de nitidez em relação ao popular Full HD, mas sem exigir a potência extrema e o custo proibitivo necessários para rodar jogos em 4K nativo.

Com a rápida adoção da Unreal Engine 5 e de engines da geração atual, o apetite dos jogos por memória de vídeo subiu consideravelmente. Se em 1080p a discussão sobre a viabilidade dos 8 GB já gera polêmica, na resolução 1440p a margem para erros é ainda menor.

Por que 1440p exige mais VRAM que 1080p?

Para entender o consumo de memória em QHD, o primeiro passo é analisar a matemática dos pixels. De 1080p para 1440p existe um salto de 77,7% a mais de pixels a serem renderizados a cada segundo na tela. Essa diferença afeta diretamente os seguintes elementos alocados na VRAM:

  • Framebuffer e Z-Buffer: armazenam as informações de cor, profundidade e transparência de cada pixel. Em 1440p, esses buffers crescem na mesma proporção do aumento de resolução.
resolucoes
  • Texturas em maior definição: qualquer asset conta com texturas mais definidas, o que impacta agressivamente a VRAM.
  • Efeitos de pós-processamento e sombras: sombras de alta resolução, oclusão de ambiente, reflexos e efeitos volumétricos demandam espaço adicional na memória de vídeo proporcional ao volume de pixels processados.

8 GB de VRAM em 1440p

Para títulos competitivos ou eSports leves, como Valorant, Counter-Strike 2, League of Legends ou Overwatch 2, uma GPU equipada com 8 GB de VRAM rodará em 1440p sem qualquer dificuldade. Sem contar os jogos indies e títulos AAA de anos atrás.

No entanto, o cenário muda drasticamente ao entrarmos no terreno dos jogos blockbuster modernos. Games como Alan Wake 2, Resident Evil: Requiem, Horizon Forbidden West e outros ultrapassam a barreira dos 8 GB em 1440p mesmo com gráficos no baixo.

amd-radeon-rx-7600

Quando a alocação necessária supera a capacidade física de VRAM da placa de vídeo, o sistema é forçado a utilizar a RAM do PC. Isso gera stuttering, fazendo com que o frametime oscile muito, transformando uma média de 60 FPS em uma experiência travada e desconfortável.

Além disso, sempre existe a chance de texturas borradas e pop-in, quando um elemento é carregado repentinamente na sua frente, aconteçam. A GPU, mesmo que tenha um chip gráfico potente o suficiente para a resolução, fica impedida de atingir seu desempenho real.

O fator Ray Tracing, Upscaling e Frame Generation

As tecnologias de renderização recentes também alteram o uso de memória.

Ray Tracing e Path Tracing

O Ray Tracing cria estruturas de aceleração (BVH) e buffers de raios que precisam ser mantidos na memória da GPU a todo instante. Ativar Ray Tracing em 1440p costuma adicionar entre 1,5 GB e 3 GB extras de consumo de VRAM em relação à rasterização tradicional.

Upscaling (DLSS/FSR/XeSS)

Ao utilizar o DLSS ou FSR no modo qualidade em 1440p, o jogo é renderizado internamente em 960p e apresentado em 1440p via IA. Isso diminui o tamanho dos buffers internos de renderização, economizando entre 500 MB e 1,5 GB de VRAM, um alívio essencial para placas que estão no limite.

Frame Generation

Em contrapartida, ativar a geração de quadros exige a criação de vetores de movimento e buffers temporais adicionais para a interpolação das imagens. Em 1440p, esse recurso consome cerca de 1 GB a 1,5 GB a mais de VRAM, o que pode inviabilizar seu uso em placas de 8 GB.

Qual é a quantidade de VRAM necessária para 1440p

Com uma GeForce RTX 5070 em mãos, rodei alguns testes para mostrar como 12 GB de VRAM se comporta nessa resolução. Essa é uma GPU que tem alto poder de fogo e seria limitada só pela quantidade de memória de vídeo.

consumo-vram-1440p-sem-rt

Como podem ver, somente Resident Evil 9 exigiu o máximo da VRAM mesmo sem Ray Tracing; não houve margem nenhuma para um teste extra com a tecnologia de renderização. Vale notar que existem trechos mais leves que até exigem menos de 11 GB, mas o pico de 12 GB acontece.

consumo-vram-1440p-com-rt

Já em Spider-Man 2, Crimson Desert e Forza Horizon 6, deu até para ativar o Ray Tracing e, mesmo assim, a VRAM não foi consumida totalmente. Claro, nesses casos, é sempre boa a ajudinha de um frame gen (não é bem o caso da RTX 5070 nesses jogos, já que ela entrega ainda mais de 60 FPS nativamente), que vai exigir mais memória.

Conclusão

12 GB de VRAM é o patamar de entrada seguro para QuadHD hoje, garantindo estabilidade na esmagadora maioria dos títulos gráficos recentes. Mas não dá para negar que 16 GB é a escolha definitiva para longevidade. Se o seu objetivo é manter a placa de vídeo por vários anos, jogar com texturas no máximo e desfrutar de tecnologias como Ray Tracing e geradores de quadros sem limitações, escolha modelos de 16 GB.

Evite placas de 8 GB se o foco for 1440p. As exceções são jogos competitivos leves, indies e títulos antigos. Investir em uma GPU de 8 GB em 2026 para rodar em 1440p resultará em limitações visuais e comprometerá a vida útil do seu setup.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Intel supera limite da física e pode iniciar era dos chips hipergrandes

A Intel anunciou um avanço importante no segmento de semicondutores ao superar a chamada "parede de encapsulamento", obstáculo físico que limitava o tamanho e a densidade de chips de alto desempenho. A inovação abre espaço para a fabricação de chips hipergrandes (Hyper-Large Form Factor ou HLFF), capazes de alcançar dimensões de 240 mm x 240 mm; o equivalente a mais de 24x o limite de retícula padrão da indústria.

Com a desaceleração da Lei de Moore, a indústria migrou dos chips monolíticos para a arquitetura de chiplets, onde pequenos blocos de silício são interconectados em uma única estrutura. Contudo, quanto maior o tamanho do encapsulamento, maior é o risco de falhas operacionais na produção.

O principal entrave técnico está no material de selagem (underfill), resina injetada para preencher as frestas entre os microchips e o substrato. Em designs tradicionais, a resina percorre distâncias curtas de até 43 milímetros. Em superfícies massivas, como essa novidade da Intel, o fluido enfrenta forte resistência ao escoamento, o que favorece o surgimento de bolhas de ar que comprometem tanto a dissipação de calor quanto as conexões elétricas.

Tecnologia enfrenta desafios físicos

Para resolver o problema, a equipe de engenheiros da Intel na fábrica Fab 9, em Rio Rancho (Novo México), desenvolveu uma solução coordenada em três frentes. Primeiramente, os pesquisadores criaram uma resina com menor viscosidade, permitindo que o material flua por trajetos mais longos sem perder a integridade mecânica.

Intel-Advanced-Packaging

Em segundo lugar, a empresa reformulou a estratégia de aplicação do fluido, substituindo a injeção lateral por uma dispensação em múltiplos pontos simultâneos, o que reduz drasticamente a distância que o selante precisa percorrer. Por fim, o processo de cura térmica foi otimizado para acabar com eventuais microbolhas remanescentes, garantindo estruturas totalmente livres de defeitos.

Nos testes práticos, a Intel validou com sucesso encapsulamentos EMIB com mais de 5x a escala de retícula, abrigando 18 dies e 12 memórias HBM, além de estruturas que superam 7x a escala tradicional. A tecnologia de empilhamento 3D Foveros também alcançou resultados perfeitos em escalas de 2x e 4x. Com este avanço, a fabricante projeta expandir seus pacotes de empacotamento avançado para mais de 12x a retícula até 2028, viabilizando o uso de substratos de vidro e impulsionando supercomputadores de inteligência artificial de próxima geração.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Quantos Hz precisa ter um monitor ideal para jogar?

Na hora de montar ou atualizar o setup gamer, a escolha do monitor frequentemente coloca o usuário diante de uma sopa de letrinhas e números nas especificações. Entre resolução, tipo de painel e tempo de resposta, a taxa de atualização, medida em Hertz (Hz), se destaca como um dos fatores mais determinantes para a fluidez da jogabilidade.

Essa métrica indica quantas vezes por segundo a tela é capaz de renovar a imagem exibida, impactando diretamente a percepção de movimento e o tempo de reação do jogador durante a jogatina.

Historicamente, o padrão de 60 Hz reinou absoluto por décadas. No entanto, a evolução das placas de vídeo e a exigência por maior competitividade transformaram o mercado, empurrando a indústria a adotar frequências cada vez mais altas, passando de centenas de Hertz.

Para entender qual é o número ideal, é preciso alinhar a categoria dos jogos preferidos ao poder de processamento do hardware disponível, evitando investimentos desnecessários ou gargalos de desempenho.

60 Hz: o padrão mínimo e suas limitações

A taxa de 60 Hz representa o padrão mínimo moderno e, por muito tempo, foi o objetivo máximo de desempenho para qualquer jogador de console ou PC. Nessa frequência, a tela atualiza a imagem a cada 16,6 milissegundos, um intervalo de tempo generoso que permite até mesmo aos painéis LCD mais simples e baratos alterarem a cor dos seus pixels sem apresentar problemas graves de rastros na tela.

Para quem foca o orçamento em placas de vídeo de entrada ou prefere jogar títulos focados em narrativa, games de estratégia e simuladores, os 60 Hz entregam uma experiência satisfatória e muito jogável.

Por outro lado, o avanço tecnológico transformou essa taxa em algo bem aquém do que é possível hoje, mesmo em PCs de entrada. Em títulos que exigem movimentação rápida de câmera ou respostas reflexivas imediatas, a barreira dos 60 Hz impõe uma limitação física perceptível: a imagem borra com facilidade durante giros rápidos e a transição entre os quadros perde a nitidez.

Além disso, o tempo de resposta do sistema fica severamente limitado por essa janela de atualização mais longa, criando uma sensação de comandos "pesados" ou levemente atrasados se comparados a qualquer monitor que opere em frequências superiores.

Caso tenha um monitor de 60 Hz e coragem, dá até para fazer um overclock simples.

120 Hz como o novo padrão da indústria

Atualmente, 120 Hz deixou de ser um recurso premium (como era no passado) para se posicionar como o ponto de partida para qualquer experiência gamer digna. A diferença visual ao saltar do básico 60 Hz para 120 Hz é brutal e perceptível imediatamente, até mesmo na movimentação do cursor do mouse na área de trabalho.

Nos jogos, essa quebra de barreira elimina grande parte do desfoque de movimento, tornando transições de câmera mais suaves e ambientes dinâmicos muito mais nítidos.

amd-radeon-rx-7600

Para títulos de ação em terceira pessoa, jogos de corrida e campanhas imersivas de RPG, essa frequência entrega o equilíbrio perfeito entre qualidade visual e fluidez. Além disso, o mercado absorveu essa tecnologia de forma tão eficiente que os custos de fabricação despencaram, tornando os monitores de 120 Hz ou 165 Hz opções extremamente acessíveis e com excelente custo-benefício para a maioria dos jogadores.

Cenário competitivo: a necessidade de 240 Hz para cima

Quando o foco muda para o cenário competitivo e jogos de tiro em primeira pessoa, como Valorant, Counter-Strike 2 e Apex Legends, cada milissegundo conta. É nesse nicho que os monitores de 240 Hz ou mais mostram seu real valor.

O principal benefício aqui não é apenas o ganho na fluidez, mas sim a redução drástica do input lag (o atraso entre o comando no periférico e a resposta na tela) e a atualização em tempo quase real da posição dos adversários.

monitor-asus-tuf-vg279qm5a

Ainda que o olho humano não veja tudo isso com clareza, ou seja, a diferença de 120 Hz para 240 Hz é menos impactante do que de 60 Hz para 120 Hz, atletas de eSports e jogadores dedicados conseguem extrair vantagens competitivas reais desse nível de desempenho. A fluidez extrema permite rastrear alvos em movimento rápido com maior precisão, transformando a estabilidade da imagem em frações de segundo decisivas para a vitória.

O casamento obrigatório entre Hz e FPS

De nada adianta adquirir o painel mais veloz do mercado se o restante do computador não conseguir acompanhar o ritmo. A taxa de atualização do monitor estabelece o teto físico de quadros que podem ser exibidos, mas quem gera esses quadros é o conjunto de processador e placa de vídeo.

Se o monitor opera a 240 Hz, mas o hardware do computador só entrega 90 quadros por segundo em um jogo pesado, a experiência visual real será limitada aos 90 FPS máximos, gerando desperdício do potencial da tela.

Para evitar os rasgos na imagem (tearing) quando essas taxas não estão perfeitamente sincronizadas, tecnologias como AMD FreeSync e NVIDIA G-Sync tornaram-se obrigatórias. Elas ajustam dinamicamente os Hertz do monitor à taxa de quadros produzida pela GPU em tempo real. Portanto, tudo é uma questão de equilíbrio.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Intel admite erro e trará multithreading de volta em 2028 com CPUs Coral Rapids

A Intel abandonou a tecnologia Hyper-Threading nas últimas gerações de seus processadores, algo que levou a empresa a se arrepender, já que causou "desvantagem competitiva" contra a rival AMD. Agora, o CEO, Lip-Bu Tan, afirmou que a tecnologia voltará com os processadores Coral Rapids, que equiparão a 8ª geração de CPUs Xeon para data centers. Apesar da boa notícia, nada foi dito sobre os modelos da linha Intel Core para PC.

Em reunião com acionistas, o chefe da Intel diz que continuam "trabalhando para aumentar a competitividade" contra sua maior rival (AMD, a sigla que a Intel não menciona). Na ocasião, ele menciona que multi-threading retornará com os Xeon Coral Rapids, que estão sendo preparados somente para 2028, já que o mercado ainda receberá os Xeon 7 Diamond Rapids, que não terão SMT.

Hyper-Threading é essencial em data centers

A ideia de tirar o Hyper-Threading veio como uma tentativa de economizar espaço no chip e gastar menos energia, focando no desempenho por núcleo individual. Só que, enquanto isso podia até passar batido em desktop, a história foi bem diferente nos servidores. O mercado corporativo depende totalmente do processamento em paralelo para lidar com várias tarefas ao mesmo tempo, e a falta desse recurso fez a Intel perder força onde o bicho pega.

Intel-Process-Technology-Roadmap

Com os Xeon 7 Diamond Rapids ainda sem o recurso, a Intel vai ter que aguentar a pressão dos processadores EPYC da AMD por mais algum tempo, já que a rival consegue entregar muito mais threads lógicos por processador. Trazer o recurso de volta só em 2028 com os Coral Rapids mostra que a empresa reconhece a pisada de bola e quer correr atrás do prejuízo para ser relevante novamente em data centers de alto desempenho.

A expectativa é que esses novos Xeon já estreiem em litografias bem avançadas da marca, como o node Intel 14A, o que daria a margem necessária no silício para reintroduzir a tecnologia sem sacrificar o consumo. E embora o anúncio tenha sido totalmente voltado para servidores, o retorno do multithreading nessa linha abre brecha para que a tecnologia também acabe voltando para as CPUs de PC no futuro, algo já mencionado em rumores.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Placas AMD e Intel da Gigabyte ganham compatibilidade com DDR5 da chinesa CXMT

A Gigabyte anunciou oficialmente o suporte para módulos de memória DDR5 baseados nos chips da fabricante chinesa CXMT (ChangXin Memory Technologies) em sua linha completa de placas-mãe. A iniciativa é uma saída para enfrentar a escassez desse componente, que fica cada vez mais caro, oferecendo maior flexibilidade e disponibilidade de componentes aos consumidores.

Para os sistemas baseados em processadores AMD, a novidade chega para as placas-mãe AM5 nas séries 600 e 800. O suporte é liberado por meio de uma atualização de BIOS baseada na versão do firmware AGESA 1.3.0.1c, combinada com os recursos proprietários de otimização de memória da Gigabyte.

Com este ajuste, as plataformas AMD passam a operar de forma estável com módulos de 16 Gb e 24 Gb, alcançando velocidades de até 8.200 MT/s, assim como memórias de grandes marcas já conhecidas.

memoria-cxmt-gigabyte

Chipsets mais recentes da Intel também ganham suporte pela Gigabyte

Já nas plataformas Intel, que abrangem os chipsets das séries 700 e 800, a compatibilidade com as memórias da CXMT está disponível de fábrica através das versões atuais da BIOS que já acompanham os produtos, sem a necessidade de baixar novos arquivos ou realizar procedimentos adicionais.

A movimentação da Gigabyte acompanha uma tendência recente do segmento, em que grandes marcas de hardware passam a colocar a CXMT como quarta força relevante na fabricação mundial de chips DRAM, ao lado de gigantes como Samsung, SK Hynix e Micron.

No momento, sabemos somente da Corsair como uma das grandes marcas que adotaram módulos da CXMT em suas memórias, com disponibilidade inicial somente no mercado chinês. Com a atual situação crítica, é bem provável que a tecnologia chinesa chegue ao mercado global com o tempo e com novas parceiras.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Microsoft pressiona e faz LG remover anúncios de McAfee em monitores

Após uma onda de críticas da comunidade e de sites, a LG concordou em desativar os anúncios do antivírus McAfee que eram exibidos pelo aplicativo oficial de seus monitores no Windows. A mudança foi confirmada por Pavan Davuluri, executivo da Microsoft, em resposta ao CEO da Epic Games, intervindo diretamente com a fabricante sul-coreana após investigações do canal Gamers Nexus diante das reclamações dos usuários.

O problema veio à tona quando testes mostraram que, ao conectar certos monitores da LG, incluindo modelos de ponta como o OLED UltraGear 34GX900A-B e o UltraFine 32UN880-B, o Windows Update baixava e instalava automaticamente o utilitário LG Monitor App Installer. O processo acontecia de maneira silenciosa no segundo plano, sem qualquer aviso prévio ou solicitação de autorização do usuário.

Caso trouxe preocupações com privacidade do usuário

Uma vez instalado, o programa da LG passava a exibir anúncios em formato pop-up na inicialização do sistema para promover assinaturas pagas do antivírus McAfee. Testes mostram que as notificações comerciais surgiram em 31 de 32 reinicializações do computador. A prática gerou indignação não apenas pelo incômodo dos anúncios indesejados, mas também por preocupações com a privacidade, já que o aplicativo exigia amplas permissões no Windows.

Em posicionamento inicial, a LG declarou que a instalação do antivírus em si exigia o clique do usuário e não ocorria de forma autônoma. No entanto, a exibição frequente das ofertas foi considerada invasiva, levando a Microsoft a intermediar o fim da exibição dessas mensagens.

Apesar da remoção das ofertas comerciais, a medida soluciona apenas parte do problema, já que o sistema operacional da Microsoft continua permitindo que fabricantes de periféricos instalem softwares adicionais via Windows Update sem o consentimento explícito de quem utiliza o computador.

A Microsoft está revendo diversas de suas práticas, principalmente envolvendo bloatware no Windows 11, e planeja até mesmo mudar a forma como faz suas aplicações hoje.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Zen 7 e Zen 8: veja o que esperar das novas arquiteturas de CPU da AMD

Enquanto a arquitetura de CPUs Zen 6 não chega oficialmente ao mercado, a AMD anunciou oficialmente as futuras gerações e quando elas chegam, com foco total em data centers para IA. Durante o evento Advancing AI, a CEO Lisa Su detalhou o roadmap para os próximos anos, confirmando o lançamento da arquitetura Zen 7 para 2028 e revelando que a sucessora Zen 8 já se encontra em estágio de desenvolvimento com previsão de estreia para 2030.

A arquitetura Zen 7 fará sua estreia no mercado corporativo através da 7ª geração de processadores para servidores AMD EPYC, batizada de "Florence". Programados para 2028, esses chips serão produzidos em litografia de última geração, que não foi detalhada pela AMD, e oferecerão opções de núcleos tradicionais (Zen 7) e otimizados para alta densidade computacional (Zen 7c).

CPUs EPYC feitos em Zen 7 usarão dois sockets

A família Florence trará compatibilidade com tecnologias de memória avançadas, como os padrões MRDIMM e LPDDR, além de trazer as novas instruções ACE (AI Compute Extensions), funcionalidade desenvolvida através da parceria com a Intel para acelerar matrizes e padronizar recursos de inteligência artificial na arquitetura x86.

Para atender às diferentes necessidades dos data centers, a linha Florence estará dividida entre duas plataformas: o soquete SP7, projetado para oferecer a máxima contagem de núcleos e desempenho bruto, e o SP8, focado na eficiência e na otimização do custo total do sistema.

Olhando ainda mais adiante, a AMD confirmou o desenvolvimento da 8ª geração de chips EPYC, de codinome "Ravenna", que será impulsionada pela arquitetura Zen 8 e lançada em 2030.

A estratégia no segmento de aceleradores de IA Instinct acompanhará essa evolução em ritmo anual, com a série MI500 em 2027 (com memórias HBM4e) e a série MI600 em 2028, baseada na arquitetura CDNA Next.

Infelizmente, para o público geral e, principalmente, gamer, não houve qualquer menção sobre os novos Ryzen baseados em Zen 6, que estão prometidos ainda para 2026, e muito menos sobre as novas placas de vídeo Radeon,  com a RX 9070 GRE sendo a mais recente novidade.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  
❌