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Dormir com o celular carregando embaixo do travesseiro pode causar explosão?

Você tem o hábito de dormir com o celular carregando embaixo do travesseiro? Esse costume é mais comum do que parece, mas é importante saber que ele pode ser nocivo ao aparelho e, em situações extremas, aumentar o risco de incêndio ou até de explosão da bateria.

Essa prática pode preocupar os usuários principalmente quando o dispositivo amanhece mais quente do que o normal, um cenário que já indica riscos à segurança. A própria Apple possui um alerta oficial em seus manuais que desaconselha essa prática.

A empresa orienta os usuários a nunca dormirem sobre o celular enquanto ele estiver carregando nem colocá-lo sob cobertores, travesseiros ou encostado ao corpo.

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Em entrevista ao Canaltech, Luis Gustavo da Silva, especialista em desenvolvimento de radiofrequência do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), explica que o perigo relacionado a essa prática é o fenômeno conhecido como "abafamento térmico". Trata-se do aumento da resistência térmica entre o aparelho e o ambiente, dificultando a dissipação do calor.

Celular carregando
Deixar celualr carregando embaixo do travesseiro ou cobertor pode favorecer a ocorrência do que é conhecido como "abafamento térmico" (Imagem gerada pelo Gemini)

O perigo associado ao abafamento térmico

As baterias integradas aos smartphones modernos são compostas por íons de lítio, responsáveis por armazenar e fornecer energia.

Durante o processo de recarga, esses componentes geram calor naturalmente devido às perdas elétricas do próprio carregamento, ao funcionamento do circuito de carga e à conversão interna de energia.

O especialista explica que os celulares foram projetados para dissipar esse calor para o ambiente. No entanto, quando o aparelho é coberto por um travesseiro, cobertor ou qualquer outro tecido que dificulte essa troca de calor, cria-se uma barreira que reduz a dissipação térmica e, consequentemente, eleva a temperatura do dispositivo.

"Esse processo pode desencadear um fenômeno conhecido como thermal runaway, ou fuga térmica, que consiste em um ciclo de retroalimentação: o aumento da temperatura provoca reações químicas que, por sua vez, geram ainda mais calor. Em casos extremos, isso pode levar à combustão ou até à explosão da bateria", ressalta Silva.

O especialista destaca, no entanto, que esse efeito está associado a situações de calor extremo, em que a bateria gera mais calor do que consegue dissipar. Ou seja, a fuga térmica não ocorre apenas porque a bateria aqueceu um pouco durante a recarga.

Desgaste da bateria e fatores agravantes

Ainda que incêndios e explosões dependam da combinação de condições extremas, o hábito de dormir todas as noites com o celular carregando embaixo do travesseiro favorece o desgaste da bateria do aparelho.

"O carregamento contínuo em ambientes abafados acelera o envelhecimento da bateria. Com o tempo, ela perde capacidade de armazenamento de energia e eficiência, além de apresentar maior aquecimento durante o uso. Esse processo reduz gradativamente sua vida útil", alerta Luis Gustavo.

Celular esquentando durante recarga
Aquecimento frequente gerado pelo hábito de carregar celualr embaixo do travesseiro pode acelerar desgaste da bateria (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

O cenário merece ainda mais atenção quando o aparelho é recarregado por meio de sistemas de carregamento rápido. Isso porque essa tecnologia transfere mais potência ao smartphone e exige um controle térmico mais rigoroso.

O especialista pontua que a combinação desse recurso com fatores como o uso de cabos falsificados, danificados ou até mesmo o acúmulo de sujeira na entrada de carregamento aumenta consideravelmente o risco de problemas.

Sinais de alerta e dicas para carregamento seguro

Antes de atingir temperaturas preocupantes, o smartphone costuma apresentar alguns sinais de superaquecimento. Os sistemas operacionais podem reduzir automaticamente o brilho da tela, diminuir o desempenho para controlar a temperatura e até mesmo pausar o carregamento para proteger a bateria.

Mesmo com esses mecanismos de proteção, os usuários devem ficar atentos a alguns sinais físicos do smartphone.

Caso a tampa traseira fique estufada, haja cheiro de queimado ou o aparelho emita barulhos incomuns, a orientação é desconectá-lo da tomada imediatamente, não tentar continuar a recarga e procurar uma assistência técnica especializada.

Celular carregando
Usuários não devem retomar o carregamento do celular caso identifiquem sinais como cheiro de queimado ou estufamento da bateria (Imagem: Freepik/pvproductions)

Luis Gustavo da Silva dá algumas dicas para evitar que o aparelho chegue a essas condições, com cuidados simples para impedir situações que dificultem a dissipação do calor durante o carregamento.

"O cenário mais seguro é carregar o celular sobre uma superfície plana, limpa e bem ventilada, mantendo-o afastado de materiais combustíveis, como travesseiros, cobertores, colchões, sofás e roupas. Embora ocorrências como incêndios ou explosões sejam raras, elas podem acontecer quando essas recomendações de uso não são respeitadas", ressalta o especialista.

Ainda sobre recarga do dispostivo, você tem dúvidas se o ideal é carregar o celular até 100% ou parar nos 80%? O Canaltech explica o que ajuda a salvar a bateria. 

Leia a matéria no Canaltech.

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Qual é a distância ideal entre o sofá e uma Smart TV de 65 polegadas?

Investir em uma Smart TV de 65 polegadas é uma boa alternativa para transformar a sala em um ambiente mais imersivo para assistir a filmes, séries e esportes. Mas você sabia que existe uma distância mínima recomendada entre o aparelho e o sofá para garantir uma experiência mais confortável?

Encontrar o posicionamento correto ajuda a aproveitar melhor a qualidade oferecida pelo aparelho e evita desconfortos durante longos períodos de uso.

Essa medida depende de fatores que vão além do tamanho da TV em si, passando também pelo campo de visão do espectador e pela resolução máxima que o aparelho entrega. Esse último ponto é especialmente importante porque influencia o quão perto é possível ficar da tela sem perceber os pixels.

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Distância entre TV e sofá
Seguir orientações sobre distância ideal entre TV e sofá garante melhor experiência com aparelho (Imagem: Divulgação/LG)

Como calcular a distância para uma TV de 65 polegadas

A melhor experiência com uma televisão depende de um equilíbrio entre imersão e conforto visual. Dessa forma, o espectador consegue visualizar toda a tela sem precisar movimentar constantemente os olhos ou a cabeça.

A distância considerada adequada é obtida por meio de um cálculo que tem como uma das principais referências o campo de visão ocupado pela TV.

Para uma experiência mais imersiva, a televisão deve preencher uma área significativa da visão do usuário, geralmente próxima de um ângulo de 40 graus, considerado uma referência para esse tipo de experiência.

Para estimar a distância mínima confortável capaz de proporcionar esse equilíbrio entre imersão e ergonomia visual, uma das fórmulas mais utilizadas consiste em multiplicar o tamanho da TV (em polegadas) por 1,2, seguindo esta base:

  • Distância mínima recomendada = tamanho da TV (em polegadas) x 1,2

Aplicando a fórmula a uma Smart TV de 65 polegadas, chegamos a uma distância mínima recomendada de aproximadamente 2 metros (78 polegadas) entre o sofá e o aparelho.

Esse posicionamento permite aproveitar uma boa área do campo de visão sem comprometer o conforto durante longos períodos de uso.

Ângulo recomendado entre TV e sofá
Recomendação é que a distância entre a TV e o sofá forme um ângiulo de 40 graus (Imagem: Reprodução/Samsung)

Resolução muda a distância ideal entre TV e sofá?

A resolução do televisor também influencia nessa experiência. Isso porque essa especificação determina o quão perto é possível ficar do equipamento antes que os pixels fiquem perceptíveis.

No caso de uma Smart TV 4K de 65 polegadas, por exemplo, eles costumam se tornar visíveis, em média, apenas em distâncias inferiores a cerca de 1,2 metro. Já em TVs com o mesmo tamanho, mas com resolução 8K, esse limite cai para aproximadamente 0,6 metro.

Na prática, isso significa que televisões de 65 polegadas com resolução 4K e 8K possuem praticamente a mesma faixa de distância recomendada para o sofá, já que o limite de percepção dos pixels em aparelhos 8K fica muito abaixo da distância usada normalmente em uma sala.

Distância entre sofá e TV
Resolução da TV também impacta a distância mínima ideal entre o aparelho e o sofá (Imagem: Reprodução/Samsung)

Já um modelo com o mesmo tamanho, mas com resolução Full HD, começa a apresentar pixels perceptíveis por volta de 2,5 metros, o que exige um afastamento maior para preservar a nitidez da imagem exibida na tela.

Vale destacar ainda que, independentemente da resolução, a distância máxima recomendada para manter uma boa experiência é de aproximadamente 4,1 metros. Após esse limite, a tela passa a ocupar uma área menor da visão do espectador e reduz a sensação de imersão.

Resolução Pixels perceptíveis a partir de: Distância mínima recomendada
Full HD (1080p) ~2,5 m 2,5 m
4K (Ultra HD) ~1,2 m 2,0 m
8K ~0,6 m 2,0 m

E você já se perguntou se aquele "Modo Esporte" da sua TV melhora a imagem e o som de verdade? O Canaltech testou em um jogo da Copa do Mundo. 

Leia a matéria no Canaltech.

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"Vitrola" de maleta estraga disco de vinil? Veja o que dizem especialistas

O retorno da mídia física e da tecnologia analógica trouxe uma grande dúvida para quem deseja entrar no mundo dos LPs: a famosa "vitrola" de maleta é uma boa opção ou pode estragar o disco de vinil? Essa discussão ganha ainda mais espaço porque muitas pessoas já adquiriram equipamentos de áudio desse tipo.

Esses toca-discos geralmente são vendidos em diferentes cores e formatos, quase sempre com design retrô, e dominaram as redes sociais nos últimos anos. Boa parte desse sucesso se deve aos preços atrativos, que normalmente variam entre R$ 500 e R$ 600.

Ou seja, muitas pessoas enxergam nesses dispositivos uma porta de entrada acessível para começar a ouvir discos de vinil sem gastar muito. Mas, por trás do charme vintage, existe uma mecânica mais modesta que levanta debates técnicos sobre esse tipo de equipamento.

Vitrola de maleta

O problema está na mecânica dos equipamentos

Quando analisamos os toca-discos instalados nessas maletas, a principal questão gira em torno da qualidade das peças que compõem o sistema de reprodução. Esses equipamentos costumam vir equipados com alto-falantes embutidos de pouca definição, além de cápsulas de cerâmica e agulhas de baixa qualidade.

Outro ponto é que a estrutura do braço não possui um contrapeso ajustável na base, o que impede o controle preciso da força aplicada pela agulha sobre o disco. João Augusto, consultor da Polysom, a maior fábrica de discos de vinil da América Latina, explica que a principal limitação dessas "vitrolas" está justamente na simplicidade do conjunto mecânico.

"Esses toca-discos não estragam o vinil, mas não conseguem reproduzi-lo da forma ideal por faltar a robustez necessária. Eles foram desenvolvidos originalmente para tocar compactos de 7 polegadas, que são mais leves e exigem menos do motor. Com os LPs, a história é outra, porque são mais pesados e precisam de um motor mais potente para manter a rotação saudável", destaca o especialista.

Vitrola de maleta

Por que discos novos "pulam" na maleta?

Uma das maiores frustrações de quem compra uma vitrola portátil é colocar um disco novo, especialmente modelos de 180 gramas, e perceber que a agulha começa a "pular" durante a reprodução das músicas. A primeira reação do usuário pode ser achar que o disco veio com defeito, mas o problema costuma estar no próprio aparelho.

João explica que isso acontece porque o conjunto mecânico desses toca-discos é bastante simples e não foi projetado para reproduzir LPs mais pesados.

Em comparação com toca-discos mais robustos, os modelos instalados nas maletas costumam ter um braço mais curto, não contam com contrapeso ajustável nem com recursos como o anti-skating, sistema que ajuda a manter a agulha corretamente posicionada no sulco do disco durante a reprodução.

Na prática, todas essas limitações dificultam uma leitura estável do sulco e favorecem pulos e distorções, principalmente nas últimas músicas de cada lado do disco, quando a agulha já está mais próxima do centro do LP.

Vitrola de maleta

Agulha desgastada e "gambiarra da moeda": os verdadeiros riscos

João Augusto afirma que um disco de vinil não será arruinado por ser reproduzido em uma vitrola de maleta. Ainda assim, o especialista destaca que existem riscos associados a algumas práticas dos usuários.

Uma delas é continuar utilizando o toca-discos quando a agulha já está desgastada ou esgarçada. Outro alerta é em relação à famosa "gambiarra da moeda", em que muitos usuários colocam uma moeda sobre a cápsula para aumentar o peso do braço e evitar que o disco pule.

Essa adição de peso para compensar a fragilidade do equipamento é justamente o que pode maltratar e desgastar o PVC do disco.

Diante disso, o consultor da Polysom afirma que a recomendação para quem pretende investir no hobby e aproveitar todo o potencial da mídia física é priorizar aparelhos mais robustos, e não escolher um modelo apenas pela aparência.

“A orientação é optar por toca-discos mais completos. Não só pela saúde do disco, que sobreviverá, mas pela qualidade do que o usuário vai ouvir com um equipamento mais avançado”, destaca João. 

Na prática, a avaliação do especialista mostra que, antes de comprometer a coleção de LPs, as vitrolas de maleta costumam limitar justamente aquilo que tornou o vinil tão popular novamente: o prazer de ouvir música com clareza, riqueza de detalhes e sem distorções.

E, se você já faz parte do time de colecionadores de discos, vale conhecer estes 9 apps para catalogar vinis e organizar sua coleção de LPs.

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5 eletrônicos para levar aos esportes na areia sem preocupação

Esportes praticados na areia, como beach tennis, vôlei e futevôlei, ganham cada vez mais adeptos, mas muitas pessoas ainda têm receio de usar eletrônicos durante as atividades. Por isso, vale conhecer dispositivos que podem ser utilizados nesses ambientes com mais segurança, desde que tenham as proteções adequadas.

O segredo para evitar prejuízos é estar atento à certificação IP do dispositivo que será levado à praia e a outros espaços dedicados a essas modalidades. A sigla vem do inglês Ingress Protection e identifica o grau de proteção do aparelho contra a entrada de partículas sólidas e água.

Essa certificação funciona da seguinte maneira: enquanto o primeiro número após o "IP" indica a resistência contra a entrada de partículas sólidas, o segundo aponta a resistência à água. Quanto maiores forem esses números, maior tende a ser a proteção oferecida, e essa classificação pode ser encontrada na ficha técnica do produto.

Para te ajudar a aliar recursos eletrônicos aos esportes praticados na areia, o Canaltech preparou uma lista com cinco eletrônicos que podem ser usados nesse ambiente:

  1. Smartwatch;

  2. Smartband;

  3. Caixa de som Bluetooth;

  4. Óculos inteligentes;

  5. Câmeras de ação.

1. Smartwatch

Os smartwatches são um dos acessórios vestíveis mais conhecidos quando praticantes de esportes desejam monitorar dados de saúde durante as atividades. Gasto calórico e frequência cardíaca são duas das principais medições feitas por esses dispositivos, além de modos dedicados a diferentes modalidades esportivas.

Para se precaver de possíveis danos causados pelos grãos de areia, uma indicação é buscar modelos com certificação IP68, que oferecem vedação completa contra a entrada de partículas sólidas e proteção para imersão em água dentro dos limites definidos pelo fabricante.

Apple Watch Series 10

2. Smartband

Uma opção para quem deseja utilizar um acessório mais compacto que também entregue recursos interessantes durante a prática do exercício são as smartbands. O design mais discreto também pode ser interessante para o conforto dos esportistas, especialmente em modalidades como vôlei e beach tennis.

Assim como no caso dos wearables mais robustos, modelos com certificação IP68 oferecem boa proteção contra a entrada de partículas sólidas. Além disso, muitas smartbands modernas contam com classificação 5 ATM, suficiente para suportar suor, chuva e atividades aquáticas leves, conforme as recomendações do fabricante.

Smartband

3. Caixa de som Bluetooth

A experiência de praticar beach tennis, vôlei e futevôlei fica ainda mais completa com uma trilha sonora ao fundo. Para isso, uma caixa de som Bluetooth pode ser uma ótima aliada para animar a equipe durante as partidas.

No cenário dos esportes praticados na areia, caixas de som com certificação IP67 ou IP68 estão entre as mais indicadas. Essas classificações oferecem um bom nível de proteção contra poeira e água, tornando esses equipamentos mais adequados para ambientes com areia e respingos, desde que utilizados conforme as recomendações do fabricante.

Aiwa Boombox Plus

4. Óculos inteligentes

E que tal conseguir gravar as atividades sem precisar usar o celular? Esse é um dos recursos oferecidos pelos óculos inteligentes, permitindo registrar as jogadas de um ponto de vista em primeira pessoa e compartilhar vídeos ainda mais imersivos nas redes sociais.

O uso desses acessórios durante atividades ao ar livre também é importante para proteger os olhos contra a exposição aos raios UV. A indicação é optar por modelos com certificação a partir de IP54, que oferece proteção contra poeira em níveis moderados e contra respingos de água. 

Caso a classificação apresente um "X" na primeira posição (como IPX4), significa que o fabricante não informa proteção contra partículas sólidas.

Ray-Ban Meta

5. Câmeras de ação

Mas, se a intenção é fazer registros mais tradicionais dos jogos, a dica é utilizar câmeras de ação. Esses equipamentos são compactos e podem ser posicionados em um tripé para filmar as jogadas com uma pegada mais profissional.

Essas câmeras também se destacam por oferecer proteção avançada contra poeira e água. Isso porque muitos dos modelos encontrados no mercado foram projetados para resistir a ambientes mais extremos, o que os torna boas opções para quem pratica esportes na areia.

GoPro Mission 1

Entenda os níveis de proteção IP

Para te ajudar a saber se o dispositivo que você planeja levar para a praia ou para arenas esportivas possui a proteção adequada contra grãos de areia, reunimos os detalhes sobre cada certificação IP na tabela a seguir:

Grau de proteção (sólidos) Significado Grau de proteção (água) Significado
X Sem informações sobre a proteção X Sem informações sobre a proteção
0 Sem proteção 0 Sem proteção
1 Proteção contra sólidos com diâmetro de 50 mm ou mais 1 Proteção contra gotas d'água que caiam verticalmente
2 Proteção contra sólidos com diâmetro de 12,5 mm ou mais 2 Proteção contra gotas d'água que caiam a um ângulo de até 15º em relação ao produto
3 Proteção contra sólidos com diâmetro de 2,5 mm ou mais 3 Proteção contra gotas d'água que caiam a um ângulo de até 60º em relação ao produto
4 Proteção contra sólidos com diâmetro de 1 mm ou mais 4 Proteção contra gotas d'água que caiam em qualquer direção
5 Proteção contra poeira (algumas partículas podem entrar, mas não a ponto de causar canos) 5 Proteção contra jatos d'água (até 75 l/min por 15 minutos)
6 Vedação completa contra a entrada de poeira 6 Proteção contra jatos d'água potentes (até 100 l/min por 3 minutos)
- - 6K Proteção contra jatos d'água potentes de alta pressão (10 bar, até 75l/min por 3 minutos)
- - 7 Proteção contra imersão na água em profundidade de até um metro, por até 30 minutos
- - 8 Proteção contra imersão incessante na água — a profundidade máxima pode ser indicada pelas empresas, normalmente em marcas de 3 ATM (30 metros), 5 ATM (50 metros) ou 10 ATM (100 metros) 
- - 9K Proteção contra imersão incessante e resistência à jatos d'água com alta pressão (até 100 bar a 10 cm) e altas temperaturas (80ºC ou mais)

Quer tornar a sua rotina de atividades físicas mais tecnológica também longe da área? Confira essas 4 tecnologias surpreendentes para dar um salto de evolução nos treinos.

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Qual consome mais: ventilador ligado 24h ou ar-condicionado? Fizemos as contas

Em períodos de temperaturas elevadas, o medo de a conta de luz subir no fim do mês também aumenta, especialmente pelo uso de eletrodomésticos que ajudam a amenizar o calor. Mas, na comparação entre um ventilador potente funcionando por 24 horas e um ar-condicionado em uso no mesmo período, qual consome mais energia?

O senso comum pode apontar que o ar-condicionado será o grande vilão do consumo em casa, visto que modelos antigos, de fato, pesavam bastante no bolso do consumidor. Mas o avanço significativo na tecnologia dos eletrodomésticos mudou bastante as regras desse jogo.

Para "tirar a prova dos nove", o Canaltech pegou a calculadora, consultou dados oficiais do Inmetro e fez as contas para descobrir qual dos dois aparelhos consome mais energia quando ambos permanecem ligados pelo mesmo período.

A tecnologia Inverter e o segredo do consumo

Para realizar essa comparação, selecionamos dois modelos potentes e com tecnologia avançada: o ventilador Britânia Super Turbo de 40 cm (BVT405) e o ar-condicionado Midea Inverter de 9.000 BTUs (42EZVCA09M5).

E um dos principais pontos desse comparativo é entender como a mecânica de cada um deles consome energia elétrica. O aparelho de ventilação, que opera no modo Turbo, precisa superar continuamente a resistência do ar para girar suas pás.

Como ele não conta com um termostato inteligente, o motor opera praticamente com potência constante durante todo o tempo de uso, mantendo o consumo de energia praticamente estável enquanto permanece ligado.

Ventilador Britânia

Já o ar-condicionado selecionado possui a tecnologia Inverter. Isso significa que, em vez de ligar e desligar o compressor a todo momento, o que geraria picos de consumo de energia, o dispositivo reduz a rotação do compressor assim que seus sensores identificam que o ambiente atingiu a temperatura desejada.

Essa eficiência do aparelho de refrigeração é atestada pelo Índice de Desempenho de Resfriamento Sazonal (IDSR) do Inmetro. Essa métrica avalia o consumo do ar-condicionado ao longo de um ano inteiro, simulando variações climáticas e entregando dados mais fiéis em relação à realidade do dia a dia.

Na ponta do lápis: o custo da operação em 24 horas

Para chegar aos valores em reais (R$), cruzamos os dados da eficiência energética de cada produto com a tarifa de energia elétrica. Utilizamos como base o valor médio de R$ 0,90 por kWh, que reflete a média nacional cobrada pelas distribuidoras de cada estado, já com o acréscimo de impostos e taxas da conta de luz.

De acordo com as informações contidas no selo do Inmetro e com os nossos cálculos de conversão, o ventilador da Britânia consome cerca de 0,1096 kWh por hora de uso. Já o ar-condicionado da Midea, com IDSR de 7,60, tem consumo médio estimado de 0,1328 kWh por hora.

Ar-condicionado Midea

Para estimar o custo de um dia inteiro de funcionamento, multiplicamos o consumo horário do ventilador e o consumo médio horário estimado do ar-condicionado, calculado com base na metodologia do IDSR do Inmetro.

Vale destacar que o cálculo do aparelho de refrigeração considera seu consumo médio de operação, o que reflete um cenário mais próximo do uso cotidiano do equipamento. Reunimos os resultados dos cálculos na tabela a seguir, dividindo-os em consumo e custos em 24 horas e em 30 dias.

Aparelho Consumo em 24h Custo em 24h Consumo em 30 dias (24h/dia) Custo mensal
Ventilador Britânia Super Turbo de 40 cm (BVT405) 2,63 kWh R$ 2,37/dia 78,91 kWh R$ 71,02/mês
Ar-condicionado Midea Inverter  de 9.000 BTUs (42EZVCA09M5) 3,19 kWh R$ 2,87/dia 95,62 kWh R$ 86,05/mês

Quanto custa deixar cada aparelho ligado?

Os números da tabela revelam que a diferença matemática para manter um ar-condicionado com tecnologia Inverter climatizando o ambiente durante 24 horas, em vez de usar um ventilador potente, é de aproximadamente R$ 0,50 por dia.

No fim do mês, considerando o uso ininterrupto ao longo de 30 dias, o ventilador geraria um acréscimo de R$ 71,02 na conta de luz. Já o aparelho de refrigeração, operando no mesmo cenário de 720 horas de uso contínuo, teria um custo de R$ 86,05.

Ar-condicionado

Afinal, vale a pena trocar o ventilador pelo ar-condicionado?

Levando em conta somente os parâmetros financeiros, o ventilador ainda consome menos energia elétrica do que o ar-condicionado, pesando menos na conta de luz. Mas, se colocarmos a relação custo-benefício e o conforto térmico em discussão, a diferença financeira de cerca de R$ 15 mensais se torna pequena.

Ainda assim, é necessário pontuar que adquirir um ar-condicionado exige um investimento inicial maior do que o de um equipamento de ventilação. No caso dos modelos utilizados nesta comparação, o ar-condicionado da Midea custa, em média, R$ 1.900, enquanto o ventilador sai por cerca de R$ 150.

Ou seja, o ventilador segue sendo a opção mais barata, tanto em relação ao investimento inicial quanto ao consumo mensal. Mas os cálculos mostram que os avanços da tecnologia Inverter tornaram o ar-condicionado uma alternativa viável para quem busca conforto térmico sem um impacto tão grande na conta de luz.

E você sabe qual é o eletrodoméstico que mais consome energia em casa? O Canaltech também fez esse cálculo para te ajudar a monitorar a conta de luz.

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Qual tipo de máquina de lavar gasta menos? Tampa frontal vs. tampa superior

Comprar uma máquina de lavar nova está longe de ser uma tarefa simples, especialmente quando é preciso escolher entre uma lavadora com tampa frontal (front load) e outra com tampa superior (top load). Entre os diversos fatores que pesam nessa decisão, o consumo de água e energia costuma ser um dos mais importantes na hora de adquirir o eletrodoméstico ideal.

Isso porque a questão vai muito além da localização da tampa da máquina. O design e o funcionamento dos dois modelos interferem diretamente no consumo desses recursos essenciais e até mesmo no desgaste das roupas.

Para te ajudar na escolha da lavadora, o Canaltech analisou dados oficiais do Inmetro sobre os cinco eletrodomésticos mais vendidos de cada categoria para descobrir qual tecnologia entrega maior eficiência no consumo de energia e água.

O segredo está no movimento do cesto

A diferença real no gasto dos modelos de máquina de lavar começa pelo entendimento de como funciona a mecânica de lavagem de cada um. As máquinas de tampa superior realizam a limpeza das roupas por meio de processos de agitação ou turbilhonamento.

Isso significa que essas lavadoras precisam utilizar um volume maior de água para que as peças possam ser agitadas. O batedor localizado no centro ou a hélice no fundo movimenta continuamente as roupas, gerando o atrito necessário para remover a sujeira.

Acontece que esse método é um pouco mais agressivo aos tecidos, o que pode acelerar o desgaste de peças mais delicadas.

Brastemp BWK13AB

Já os modelos com tampa frontal utilizam o sistema de lavagem por tombamento. Nesse sistema, o batedor central é dispensado, e o tambor gira em torno de um eixo horizontal, aproveitando a força da gravidade para elevar as roupas e deixá-las cair durante a lavagem.

Esse processo é mais suave, pois gera menos atrito entre as peças, tornando-se menos agressivo aos tecidos. Além disso, como não há necessidade de encher o tambor com um grande volume de água, o consumo é naturalmente menor.

Qual modelo gasta mais energia?

As máquinas de lavar com tampa frontal tendem a ser maiores do que aquelas com tampa superior, o que pode levar alguns consumidores a acreditar que o consumo de energia desses equipamentos também é muito maior.

Essa percepção também acontece porque grande parte das lavadoras front load vendidas no Brasil são modelos lava e seca, e a função de secagem por calor realmente eleva o consumo de energia.

Mas o cenário muda quando colocamos no papel apenas o ciclo de lavagem convencional com água fria. Isso porque o sistema de lavagem por tombamento proporciona maior eficiência, além de muitos desses aparelhos contarem com tecnologia Inverter.

Esse recurso ajusta automaticamente a potência de funcionamento de acordo com a necessidade de cada ciclo de lavagem, contribuindo para reduzir o consumo de energia.

Para facilitar a visualização desse comparativo, reunimos dados de consumo elétrico (medidos em kWh por ciclo de lavagem) dos cinco modelos mais vendidos de cada categoria. Essas informações foram coletadas da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) do Inmetro de cada eletrodoméstico.

Modelo Categoria Capacidade Energia (kWh/ciclo)
Samsung WW11T4040BX/AZ Tampa frontal 11 kg 0,26
Midea MF201W110WB/GK-01 Tampa frontal 11 kg 0,27
Brastemp BNF10ABBNA Tampa frontal 10 kg 0,27
Midea MF200D130WB/GK-01 Tampa frontal 13 kg 0,28
Electrolux LFC12 Tampa frontal 12 kg 0,31
Electrolux LES11 Tampa superior 11 kg 0,34
Consul CWN14AB  Tampa superior 14 kg 0,36
Brastemp BWJ14ABBNA  Tampa superior 14 kg 0,40
Electrolux LED13 Tampa superior 13 kg 0,40
Electrolux LEC15 Tampa superior 15 kg 0,46

Como os dados oficiais demonstram, todas as lavadoras com tampa frontal mantêm médias de consumo inferiores em relação às de tampa superior. Elas operam sempre abaixo da marca de 0,31 kWh por ciclo e superam as máquinas tradicionais em eficiência energética.

Se compararmos os modelos de 13 kg da Midea e da Electrolux, a diferença é de 0,12 kWh por lavagem. Em uma residência que realiza três ciclos de lavagem por semana, isso pode representar uma economia aproximada de 1,6 kWh por mês que, apesar de modesta, se acumula ao longo do tempo e soma-se à economia de água proporcionada pelo sistema de lavagem por tombamento.

Samsung WW11T4040BX/AZ

A principal diferença está no consumo de água

A eficiência energética já coloca os eletrodomésticos que utilizam a lavagem por tombamento um pouco à frente, mas é o consumo de água que amplia realmente essa vantagem. Isso porque esse sistema utiliza menos água durante a lavagem, resultando em uma economia significativa em relação aos modelos com tampa superior.

Separamos o volume total de água consumido por ciclo de lavagem nos mesmos dez modelos mais vendidos para deixar essa comparação ainda mais clara.

Modelo Categoria Capacidade Água (litros/ciclo)
Samsung WW11T4040BX/AZ Tampa frontal 11 kg 53
Midea MF201W110WB/GK-01 Tampa frontal 11 kg 81
Brastemp BNF10ABBNA Tampa frontal 10 kg 85
Midea MF200D130WB/GK-01 Tampa frontal 13 kg 89,9
Electrolux LFC12 Tampa frontal 12 kg 92
Electrolux LES11 Tampa superior 11 kg 107
Consul CWN14AB  Tampa superior 14 kg 141
Electrolux LED13 Tampa superior 13 kg 150
Electrolux LEC15 Tampa superior 15 kg 160
Brastemp BWJ14ABBNA Tampa superior 14 kg 184

O contraste fica evidente quando colocamos frente a frente modelos com capacidades semelhantes. Por exemplo, enquanto a máquina de tampa frontal da Midea de 13 kg consome cerca de 90 litros de água, a lavadora da Electrolux de 13 kg com tampa superior (LED13) alcança 150 litros por ciclo.

E essa diferença de 60 litros por lavagem tem um grande impacto a longo prazo. Em uma residência que realiza três ciclos de lavagem por semana, a economia pode chegar a cerca de 780 litros de água por mês, o equivalente a mais de 9,3 mil litros ao longo de um ano.

Brastemp BNO11AB

Tampa frontal ou superior: qual modelo vale o investimento?

Ainda que os dados apresentados apontem que as máquinas de lavar com tampa frontal oferecem maior economia no consumo de energia e água, a decisão sobre qual modelo escolher depende principalmente do planejamento financeiro e das necessidades da rotina de cada consumidor.

Se o orçamento para adquirir uma nova lavadora estiver mais apertado, os modelos com tampa superior cumprem bem o papel por apresentarem um valor de aquisição mais acessível.

Mas, se a prioridade for reduzir os gastos ao longo do tempo e houver uma margem maior no orçamento, vale a pena investir em uma máquina com tampa frontal. Ainda que exijam um investimento inicial maior, esses modelos podem compensar essa diferença com a economia de água e energia, além de reduzirem o desgaste das roupas.

Outra dúvida que costuma surgir entre os consumidores é sobre qual modelo gasta mais: uma lavadora tradicional ou uma lava e seca. O Canaltech também reuniu as informações necessárias para ajudar nessa decisão.

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Samsung vai quebrar barreira dos 5.000 mAh pela 1ª vez no Galaxy S27, diz leaker

A Samsung pode abandonar seu tradicional limite de 5.000 mAh na próxima geração de celulares top de linha. Isso porque rumores apontam que a família Galaxy S27 deve adotar baterias de silício-carbono (Si-C), a mesma tecnologia usada nas células de energia dos novos dobráveis da empresa.

A informação foi divulgada pelo leaker sul-coreano Lanzuk. Caso se confirme, a novidade permitiria aumentar a capacidade da bateria sem comprometer a espessura dos dispositivos.

O informante ressaltou ainda que a empresa sul-coreana já estaria avaliando ativamente múltiplos protótipos de bateria, que poderiam ser desenvolvidos em parceria com uma fornecedora. Segundo as informações, o planejamento já estaria em fase avançada, sugerindo que a tecnologia teria superado a fase inicial de conceito.

A título de comparação, o Galaxy Z Fold 8 Ultra foi lançado recentemente com uma bateria de 5.000 mAh de Si-C, um aumento de quase 14% em relação aos 4.400 mAh da geração anterior, que utilizava uma bateria de íon de lítio (Li-ion).

galaxy z fold 8 bateria

Samsung deve priorizar o equilíbrio na linha S27

Embora diversas fabricantes chinesas já utilizem baterias de silício-carbono para ultrapassar a marca de 6.000 mAh em seus aparelhos top de linha, a Samsung deve manter uma postura mais cautelosa.

Mesmo com a expectativa de adoção desse tipo de bateria na próxima geração da linha S, os rumores apontam que o Galaxy S27 Ultra deve receber uma célula de energia de capacidade na casa dos 5.500 mAh. Isso porque a fabricante prefere priorizar um equilíbrio entre a autonomia e a espessura do dispositivo.

Vale destacar, no entanto, que ainda não há confirmação sobre quais modelos da nova geração de aparelhos da Samsung seriam equipados com baterias de silício-carbono.

Ficou curioso para saber mais sobre esse tipo de bateria? Saiba todos os detalhes sobre as baterias de silício-carbono, também utilizadas por empresas como Xiaomi e Motorola.

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Galaxy S27 pode apelar para câmera da Sony para enfrentar iPhone, diz site

A próxima geração da linha S da Samsung pode chegar às lojas com uma mudança significativa para bater de frente com o iPhone. Isso porque relatórios recentes apontam que a fabricante sul-coreana está testando sensores da Sony para a câmera principal dos Galaxy S27 e S27+.

As informações sobre o sensor foram divulgadas pelo site GalaxyClub, e essa mudança marcaria o fim do uso dos tradicionais sensores ISOCELL nos modelos base da linha S. 

Os dados dão conta de que os aparelhos em questão devem manter um sensor ultrawide mais modesto, de 12 MP. Já a lente principal seria de 50 MP e viria equipada com o recurso de estabilização óptica (OIS), além de o conjunto fotográfico traseiro contar com uma câmera teleobjetiva que ainda tem resolução desconhecida.

Ainda que estejam em fase inicial de desenvolvimento, as mudanças no conjunto fotográfico dos novos celulares do segmento premium da Samsung devem ser implementadas como estratégia para fazer frente aos smartphones da Apple.

Galaxy S26

Mudanças também nas versões Pro e Ultra

Mas as novidades não devem ficar restritas aos modelos padrão e Plus da linha Galaxy S27. Isso porque os vazamentos também indicam que as variantes Pro e Ultra teriam um salto de qualidade na lente ultrawide, com uma atualização considerável em relação às gerações atuais de celulares da marca.

De acordo com os rumores, os aparelhos mais avançados da linha S devem trazer um sensor Sony IMX855 de 50 MP, com tamanho de 1/2,55 polegada. Ambos os dispositivos também podem receber uma câmera frontal de 16 MP, equipada com foco automático e OIS para melhores resultados fotográficos em baixa luz.

Também há a expectativa de que o Galaxy S27 Ultra deve contar com uma lente telefoto de 50 MP com zoom óptico de 5x, além de rumores indicarem o uso de um segundo sensor teleobjetivo também fabricado pela Sony.

Os aparelhos da linha S27 da Samsung devem ser oficialmente lançados somente no início de 2027, mas você pode conferir o desempenho das câmeras do Galaxy S26 Ultra no teste realizado pelo Canaltech.

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Por que jogadores de futebol usam um "sutiã tech" por baixo da camisa?

Você costuma acompanhar partidas de futebol? Então provavelmente já reparou que, durante a comemoração de um gol ou após a partida, cada vez mais jogadores exibem uma espécie de top esportivo vestido por baixo da camisa. Mas, o que pode parecer ser apenas um "sutiã tech", é na verdade um aliado da performance dos atletas.

O item é um colete de compressão que, sozinho, realmente não faria muita diferença. Mas o segredo está em um dispositivo acoplado nessa vestimenta, que é responsável por fazer o monitoramento em tempo real de diversos dados dos jogadores e, assim, auxiliar o trabalho da comissão técnica e o rendimento da equipe de diferentes formas.

Muito além do visual: o que há dentro do "top"?

O colete em questão tem a função de abrigar um pequeno aparelho de rastreamento. Ele é bastante compacto, medindo geralmente entre quatro e cinco centímetros, sendo posicionado em um ponto estratégico para captar métricas do atleta.

Para entender a importância do posicionamento correto do dispositivo junto ao top e também o seu funcionamento, o Canaltech conversou com Will Lopes, CEO da Catapult Sports. A empresa é uma das principais desenvolvedoras de soluções de dados esportivos, tendo seus equipamentos e sistemas usados por diferentes equipes ao redor do mundo.

“Nós posicionamos o dispositivo entre as escápulas, na parte superior da coluna torácica, para otimizar a clareza do sinal de satélite e manter o hardware seguro durante movimentos de alto impacto. Esse posicionamento protege o atleta ao manter o dispositivo longe da parte frontal do tronco, tornando-o seguro para esportes de contato”, explica o executivo.

Dentro dessa “caixa preta”, as empresas do setor adicionam um pacote avançado de sensores responsáveis por registrar diversas informações. O aparelho conta com receptores de GPS com alta taxa de atualização, acelerômetros, magnetômetros e até mesmo integração com monitores de frequência cardíaca.

Colete e sensor Catapult

Da distância percorrida aos níveis de fadiga

O uso do aparelho significa que a comissão técnica tem em mãos dados sobre quase todos os movimentos do atleta em atividades como treinamentos e jogos. Isso porque o equipamento não mede apenas a distância percorrida, como também calcula níveis de fadiga, frequência cardíaca, arranques bruscos e impacto físico de uma dividida.

Lopes destaca que o sistema da Catapult também tem a capacidade de medir uma métrica exclusiva conhecida como “Player Load” (“Carga do Jogador”, em tradução livre).

“Essa métrica é um dos pilares do sistema. Ela calcula o esforço dinâmico total medindo a aceleração instantânea e as mudanças de direção em três eixos (frente/trás, esquerda/direita e cima/baixo)”, ressalta o executivo.

E esses dados são usados pelas áreas da comissão técnica de diferentes formas. Para os fisiologistas, as informações do rastreador funcionam como um sistema de alerta precoce que monitora picos de carga de trabalho e sinaliza lesões iminentes, ajudando a definir sessões de recuperação específicas.

“Para um treinador, o foco é ajustar as cargas de treinamento. Durante os treinos, eles monitoram os dados da equipe para garantir que alcancem as intensidades desejadas. Se os jogadores ficarem abaixo do limite exigido para o dia do jogo, os treinadores estendem os exercícios ou aumentam o ritmo. Se os jogadores atingirem o limite, os técnicos diminuem a intensidade para garantir que se mantenham saudáveis”, pontua Will.

Colete da Catapult Sports

Auxílio da IA e futuro com tecidos inteligentes

Acontece que único jogo de futebol gera milhões de pontos de dados biométricos de cada atleta, o que torna quase impossível analisar tudo a olho nu. Diante disso, os softwares de desempenho se integram aos recursos de inteligência artificial (IA) para que modelos de aprendizado de máquina examinem os padrões em tempo real.

Esse processo é crucial para automatizar os alertas médicos, que são enviados imediatamente às comissões caso algo fuja dos parâmetros considerados normais. Ou seja: a IA transforma um grande volume de dados em insights claros para os especialistas.

Mas as inovações não devem se restringir apenas ao software. O futuro aponta para um cenário de miniaturização dos sensores, eliminando a necessidade de usar o colete separado.

“Vemos um futuro em que sensores vestíveis serão costurados diretamente nos equipamentos, coletando dados sem que o atleta sequer sinta que está usando um dispositivo. Trata-se de alcançar o equilíbrio perfeito entre o conforto total para o jogador e a precisão inegociável dos dados para a comissão técnica”, destaca Will Lopes.

Enquanto os tecidos inteligentes não fazem parte do dia a dia dos atletas, o uso dos coletes que acoplam o aparelho rastreador segue como a melhor solução para a coleta de métricas que permitem que as partidas de futebol sejam disputadas no seu mais alto nível.

E a integração entre tecnologia e futebol também está no impedimento semiautomático, que utiliza câmera de iPhone foi implementado no Brasileirão.

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Quando a Samsung vai vender TV 3.0? Nós conversamos com a marca para descobrir

A TV 3.0 (DTV+) já é uma realidade em algumas cidades brasileiras, mas o acesso à nova geração da televisão aberta ainda esbarra na necessidade de comprar um conversor. Para descobrir quando a Samsung vai vender Smart TVs com suporte nativo ao novo padrão, o Canaltech conversou com a marca.

A empresa sul-coreana afirmou que adota uma postura cautelosa em relação à integração da funcionalidade nas suas TVs. 

"A Samsung informa que está monitorando o desenvolvimento da nova tecnologia e comunicará ao mercado, oportunamente, sobre os próximos passos da iniciativa”, pontuou a companhia.

A expectativa dos consumidores por aparelhos com recursos da TV 3.0 integrados já de fábrica se justifica pelo fato de o novo padrão prometer levar benefícios como interatividade e qualidade superior de imagem e áudio aos lares brasileiros.

Mas, por enquanto, apenas moradores das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília podem usufruir dos recursos da tecnologia. E essa experiência ainda depende da aquisição de conversores externos vendidos por marcas como Intelbras e Aquário, que são comercializados por valores acima de R$ 650.

Conversor TV 3.0 Intelbras

Ainda restam etapas para as TVs chegarem às lojas

Vale destacar que o cenário de espera destacado pela Samsung é seguido por outras marcas do setor, como LG e TCL, que também confirmam não haver datas oficiais para o lançamento de aparelhos que já cheguem às lojas com essa tecnologia integrada.

Essa estratégia das empresas está relacionada principalmente ao fato de que a adoção de um sistema inédito exige adaptações de hardware e software. Também é necessária a coordenação entre emissoras e fornecedores de tecnologia para integrar a infraestrutura aos receptores domésticos.

O governo federal ainda não concluiu todas as etapas que definem o funcionamento padrão da TV 3.0 no Brasil. Nesse contexto, televisores lançados neste momento poderiam ficar incompatíveis com futuras transmissões caso as especificações da tecnologia ainda sofram alterações durante o processo de padronização.

O próprio ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, revelou que a TV 3.0 ainda passa por ajustes técnicos antes de ser expandida para outras cidades brasileiras. Segundo o chefe da pasta, essas adequações e obstáculos iniciais são normais por se tratar de uma transição que envolve uma tecnologia inovadora.

TV 3.0 Anatel

Quais os avanços trazidos pela TV 3.0?

A principal proposta da nova geração da televisão aberta brasileira é trazer recursos interativos para as transmissões tradicionais. Na prática, o telespectador vai continuar assistindo aos canais já conhecidos gratuitamente, mas com uma interface mais fluida, que se assemelha às plataformas de streaming.

Um dos destaques fica por conta da possibilidade de comprar produtos relacionados à programação ao vivo diretamente pela TV, sem a necessidade de escanear QR Code para finalizar a aquisição. Votações em reality shows ou para escolher o melhor jogador de uma partida também podem ser feitas com o controle remoto.

O público também poderá escolher diferentes câmeras para acompanhar um evento esportivo ao vivo. Em partidas de futebol ou corridas de Fórmula 1, por exemplo, será possível acompanhar a transmissão principal na tela toda e assistir à programação em uma janela menor (Picture-in-Picture).

A TV 3.0 promete ainda entregar qualidades de áudio e imagem superiores ao sinal atual, oferecendo transmissões ao vivo com suporte à resolução 4K. O público terá até mesmo acesso a alertas automáticos sobre tempestades e inundações emitidos pela Defesa Civil local.

Com todas essas previsões de recursos, uma pergunta ainda pode passar pela cabeça dos espectadores: vai precisar de internet para acessar as funcionalidades da TV 3.0? O Canaltech entrou em contato com a Anatel para tirar essa dúvida.

 

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Quanto dura a bateria do novo Moto G Max da Motorola? Nós testamos

O Motorola Moto G Max chegou ao mercado brasileiro para representar mais um avanço na conhecida linha Moto G da marca. Para dar conta de uma rotina diária de uso, a fabricante equipou o dispositivo com uma bateria de 5.200 mAh que entrega boa autonomia, além de suporte a carregamento rápido de 33 W.

O Canaltech testou o celular em diferentes cenários para colocar sua bateria à prova e, a seguir, detalhamos os resultados de autonomia e tempo de recarga do smartphone.

Quanto tempo dura a bateria do Moto G Max no dia a dia?

Nosso teste padrão submeteu o aparelho a quatro horas consecutivas de reprodução de vídeo em alta resolução. Nesse cenário, o Moto G Max consumiu apenas 23% de sua carga total.

Esse rendimento indica que o celular consegue suportar cerca de 17 horas e 20 minutos de reprodução de vídeo até que a bateria se esgote por completo. Essa estimativa indica que o dispositivo pode ser uma boa alternativa para usuários que costumam consumir conteúdos do YouTube e de serviços de streaming no celular.

Teste bateria Moto G Max

O Moto G Max também foi testado em cenários de uso moderado. Em uma rotina que envolveu acessar plataformas como Instagram, WhatsApp e recursos de IA, além do consumo de músicas e podcasts no Spotify, o celular alcançou autonomia para um dia inteiro, restando cerca de 20% de carga ao final do dia.

Ainda assim, usuários que também utilizam o smartphone para sessões de gameplay podem precisar conectá-lo à tomada antes do fim do dia. Isso porque jogos mais exigentes demandam um esforço maior do seu processador MediaTek Dimensity 6400, o que resulta em um consumo maior de energia.

Como é o carregamento do Moto G Max?

Além do tempo que o aparelho pode ficar longe da tomada, outro fator importante é sua velocidade de carregamento. Nesse aspecto, o Moto G Max sai da caixa com suporte a carregamento rápido com fio de 33 W.

Nosso teste utilizou o carregador original do dispositivo e, nesse contexto, ele demorou cerca de 1h10 para sair de 0% e atingir a carga completa.

E você sabia que existem aparelhos que chegam às lojas com bateria de 10.000 mAh? Conheça 6 celulares com essa característica que desafiam a tomada. 

 

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Capinha muito grossa estraga bateria do iPhone? Veja o que diz a Apple

Usar uma capinha reforçada para proteger o iPhone é uma prática comum e altamente recomendada para aumentar a proteção do aparelho. Mas será que a utilização desse acessório pode ter efeitos colaterais e estragar a bateria do dispositivo? O Canaltech consultou documentos da Apple para tirar essa dúvida.

A gigante de Cupertino cita as capinhas protetoras em ao menos dois documentos relacionados aos seus celulares. Em ambos os casos, a companhia relaciona o uso de alguns modelos de capa ao risco de acúmulo excessivo de calor no aparelho, o que pode afetar a saúde da bateria a longo prazo.

Esse processo é especialmente nocivo para as baterias de íon de lítio, que equipam os iPhones e boa parte dos demais smartphones. Isso porque essas células de energia funcionam adequadamente dentro de uma determinada faixa de temperatura, mas tendem a ser impactadas quando esse limite é ultrapassado com frequência.

iPhone carregando

Capinhas grossas favorecem o abafamento térmico

A explicação por trás dos riscos que envolvem capinhas grossas começa pelo fato de que a bateria do celular gera calor naturalmente durante o carregamento. Trata-se de um resultado das perdas elétricas do próprio circuito de carga e das reações eletroquímicas envolvidas na conversão de energia, algo que, por si só, não representa risco ao aparelho.

Os problemas começam a aparecer quando esse calor não consegue ser dissipado. Nesse cenário, um acessório protetor muito espesso pode atuar como uma camada isolante ao redor do dispositivo, aumentando a resistência térmica entre o iPhone e o ambiente e dificultando a troca de calor que aconteceria naturalmente.

Esse é o chamado abafamento térmico, que pode fazer com que o sistema reduza automaticamente a velocidade de carregamento para controlar a temperatura do aparelho. E quanto mais tempo a temperatura interna permanece elevada, maior a chance de acelerar o desgaste da bateria.

No caso das baterias de íon de lítio, o cenário demanda ainda mais atenção, já que esse tipo de componente é sensível à exposição frequente a temperaturas elevadas. Em outras palavras, expor a bateria constantemente ao calor acelera as reações químicas internas que degradam sua capacidade de armazenamento de energia.

Esse processo se repete a cada ciclo de recarga do dispositivo e resulta na redução da vida útil da bateria quando ocorre repetidamente ao longo do tempo.

Celular carregando

O que diz a Apple sobre uso de capinhas durante carregamento

Diante desses riscos, a Apple traz orientações sobre a recarga dos seus celulares em materiais oficiais. Em uma página dedicada às baterias dos seus aparelhos, a companhia afirma que carregar o iPhone dentro de determinados estilos de capa pode gerar calor excessivo.

A empresa explica que essa prática pode comprometer a capacidade da bateria e orienta seus clientes a retirar o acessório caso percebam que o dispositivo esteja esquentando durante a recarga.

A mesma página reforça que a faixa ideal de temperatura ambiente para o funcionamento dos seus aparelhos fica entre 16°C e 22°C. A empresa pontua ainda que ambientes acima de 35°C podem causar danos permanentes à capacidade da bateria de seus eletrônicos.

Outro guia da empresa, esse dedicado a explicar o carregamento com limitação térmica do iPhone, detalha o sistema de proteção do aparelho. A companhia destaca que o celular foi projetado para reduzir automaticamente a velocidade de carregamento em temperaturas muito altas ou muito baixas, a fim de proteger a bateria.

Esse material também recomenda remover a capa protetora do iPhone caso o aparelho costume aquecer durante o processo de carregamento.

iPhone carregando

Toda capinha reforçada é um problema?

Vale ressaltar que o risco associado ao uso de capinhas reforçadas durante o carregamento está relacionado principalmente a aparelhos que já esquentam com frequência e continuam sendo carregados com esse tipo de acessório.

Nesses casos, além de retirar a capa, vale colocar o aparelho sobre uma superfície plana e bem ventilada até que a recarga seja finalizada.

Ainda assim, usuários que não perceberem o superaquecimento do iPhone durante o processo de recarga não precisam, obrigatoriamente, remover o acessório de proteção para carregar a bateria.

Falando em carregamento, você é do time que dorme com o celular conectado ao carregador e embaixo do travesseiro? O Canaltech consultou um especialista para saber se essa prática pode causar a explosão do smartphone.

 

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Câmera de segurança da Xiaomi custa R$ 500: painel solar e 4G sem mensalidade

A Xiaomi lançou uma nova câmera de segurança que dispensa o uso de cabos e oferece conectividade 4G sem a necessidade de contratar um plano de dados adicional. O equipamento também se destaca por trazer um painel solar para recarga contínua e chegou ao mercado chinês por um valor equivalente a cerca de R$ 500.

Batizada de Xiaomi Smart Solar Camera 4 Pro 4G, a câmera foi projetada para funcionar em locais abertos e sem infraestrutura de rede ou energia elétrica. Para isso, o dispositivo traz dois chips 4G integrados, garantindo tráfego de dados gratuito e eliminando a necessidade de conexão Wi-Fi ou cabos de rede.

A operação ininterrupta fica por conta de uma bateria de 9.900 mAh, capaz de manter o equipamento funcionando por mais de uma semana sem recarga pela rede elétrica. Esse componente atua em conjunto com um painel solar de 7,6 W, responsável por recarregar a câmera de forma autônoma.

Câmera de segurança Xiaomi

Captação de imagens com duas lentes e monitoramento inteligente

No quesito captação de imagens, a nova câmera da marca chinesa conta com duas lentes de 5 MP, com abertura f/1.6, que entregam imagens em resolução 3K. O sistema também possui luzes brancas e infravermelhas para visão noturna, ativadas automaticamente quando pessoas são detectadas no ambiente.

O aparelho utiliza ainda um sistema de gravação inteligente chamado AOV, que ajusta a taxa de quadros do vídeo de forma dinâmica. Com isso, a gravação é reduzida para um quadro a cada dois segundos quando não há movimentação, economizando mais de 90% do espaço de armazenamento.

Outras especificações do novo equipamento de segurança da Xiaomi incluem:

  • Certificação IP66 contra água e poeira;
  • Comunicação bidirecional;
  • Suporte para armazenamento em cartão microSD;
  • Emissão de alertas sonoros em caso de invasão;
  • Envio de notificações pelo aplicativo da marca no celular.

A Xiaomi Smart Solar Camera 4 Pro 4G está em pré-venda na China por 649 yuans (cerca de R$ 500 na cotação atual). Ainda não há previsão de lançamento do produto em outros mercados.

Se você está em busca de equipamentos de segurança, pode conferir este guia do Canaltech que reúne 4 câmeras boas e baratas para uso externo.

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iPhone dobrável seria mais poderoso que iPhone 18 Pro; entenda por quê

O primeiro iPhone dobrável pode chegar ao mercado surpreendendo os usuários em termos de desempenho. Isso porque novos vazamentos divulgados pelo leaker Fixed Focus Digital indicam que o chamado iPhone Ultra teria potencial para ser o celular mais rápido da empresa, superando até mesmo o futuro iPhone 18 Pro.

Ainda que a expectativa seja de que os dois smartphones contem com o mesmo processador A20 Pro, a gigante de Cupertino estaria integrando um novo sistema de resfriamento líquido ao aparelho dobrável. O objetivo da companhia seria garantir que o dispositivo conte com uma ótima capacidade de dissipação de calor.

Os rumores apontam que a tecnologia seria inédita entre os aparelhos da marca, que teria aumentado os pedidos de câmaras de vapor. Esse sistema não teria como foco principal apenas evitar o superaquecimento causado por rotinas mais intensas de uso ao longo do dia, mas também permitir que o processador mantenha um alto nível de desempenho por mais tempo.

Com as temperaturas sob controle, o processador do aparelho dobrável conseguiria operar por mais tempo em seu desempenho máximo, executando multitarefas de forma mais eficiente.

iPhone dobrável

Como funciona o sistema de resfriamento líquido da Apple

Os primeiros celulares da Apple a saírem de fábrica com um sistema de resfriamento líquido foram os iPhones 17 Pro e 17 Pro Max. E, ainda que os rumores apontem que o iPhone dobrável apresente um mecanismo inédito, o funcionamento da tecnologia nos modelos atuais pode ajudar a entender como ele pode operar.

A tecnologia em questão conta com uma câmara de vapor que utiliza água deionizada. O fluido absorve o calor excessivo gerado pelo processador, desloca-se para regiões mais frias, condensa e retorna ao ponto de maior temperatura, reiniciando o ciclo.

Esse processo é responsável por distribuir o calor de forma mais uniforme pelo chassi, o que garante que o processador não sofra com a perda de desempenho provocada pelas temperaturas internas elevadas.

Logo, se imaginarmos que a fabricante esteja usando essa tecnologia como base para desenvolver um sistema mais robusto, a expectativa é de que o iPhone Ultra sustente um desempenho ainda melhor graças ao mecanismo de resfriamento aprimorado.

iPhone 17 Pro

 Sistema de resfriamento vai impactar design do iPhone Ultra

Mas o design do iPhone Ultra pode ser impactado para que seja possível acomodar esse sistema de resfriamento em um aparelho de tela flexível. O dispositivo deve chegar às lojas sem o recurso Face ID, além de não contar com uma câmera teleobjetiva.

As medidas do celular dobrável também devem ser afetadas, visto que o aparelho deve ter 4,8 mm de espessura quando aberto e 9,6 mm quando estiver fechado. A título de comparação, o iPhone 17 Pro Max possui 8,8 mm de espessura.

Essas especificações seriam responsáveis por acomodar as duas baterias do aparelho: uma de 1.921 mAh e outra de 2.962 mAh. Esse conjunto daria ao smartphone uma capacidade total de 4.883 mAh.

Todas essas características fazem parte da estratégia da Apple de conquistar os consumidores para atingir a meta de vender 10 milhões de iPhones dobráveis.

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"Alexa do ChatGPT" terá bateria e poderá se mexer sozinha; veja o que já sabemos

A OpenAI é a empresa responsável pelo ChatGPT, um dos chatbots de inteligência artificial (IA) mais populares do mercado. Agora, a companhia estaria disposta a expandir seu portfólio ao desenvolver uma "Alexa" própria que terá bateria recarregável e componentes capazes de se mover sozinhos.

Novos rumores divulgados pela Bloomberg pelo colunista Mark Gurman indicam que a ideia da empresa de Sam Altman é fazer com que o dispositivo funcione como um alto-falante inteligente. O aparelho poderá ser levado para qualquer cômodo da casa para operar como um assistente para tarefas diárias, ainda que não tenha tela.

Para se diferenciar de caixas de som convencionais, o dispositivo pode apresentar elementos móveis que visam a criar a sensação de que ele está "vivo". Mais do que responder a comandos com uma voz robotizada, o item também reagiria fisicamente às instruções dos usuários.

Também há a expectativa de que o aparelho seja equipado com câmeras e sensores que o auxiliem a mapear o ambiente, a fim de contextualizar as interações. Para funcionar como um companheiro virtual, o sistema utilizará o histórico de interações para promover uma adaptação contínua, oferecendo respostas e ações cada vez mais proativas.

OpenAI

Uso do modo de voz do ChatGPT

A experiência personalizada oferecida pelo primeiro dispositivo da OpenAI deve ser alimentada pelo GPT-Live, tecnologia responsável pelo modo de voz avançado do ChatGPT. O vazamento aponta que a IA daria ao aparelho a capacidade de processar informações rapidamente para manter conversas fluidas e naturais com os usuários.

E a empresa de Sam Altman está investindo fortemente para levar todos esses recursos aos consumidores. A companhia desembolsou US$ 6,5 bilhões em 2025 para adquirir a io, startup cofundada por Jony Ive, importante ex-designer da Apple que participa do projeto junto com outros veteranos do setor de hardware.

O dispositivo já estaria nas fases finais de desenvolvimento, com previsão de que a OpenAI faça a revelação oficial ainda em 2026. Ainda assim, a expectativa é de que o produto chegue às lojas somente em 2027.

Jony Ive e Sam Altman

Ação judicial da Apple contra a OpenAI

Mas esse cronograma de lançamento pode sofrer atrasos. Isso porque a Apple iniciou uma disputa judicial contra a criadora do ChatGPT, alegando o uso indevido de segredos comerciais relacionados ao desenvolvimento do iPhone na criação de seus próprios produtos de hardware.

A ação movida pela gigante de Cupertino cita o envolvimento de ex-funcionários da empresa que hoje trabalham na OpenAI, acusados de roubar informações confidenciais. Além disso, o processo afirma que mais de 400 ex-funcionários da Apple atualmente atuam na companhia de Sam Altman, o que reforçaria os indícios de acesso a informações internas da fabricante do iPhone.

Enquanto a "Alexa" da OpenAI segue com rumos incertos, você pode conferir o que mudou com a chegada da Alexa Plus ao Brasil. Spoiler: ela pode até pedir um Uber para os usuários.

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Sinal da TIM deve ficar melhor em 6 estados e no DF; veja o que muda

Clientes da TIM em seis estados e no Distrito Federal poderão notar uma melhoria na qualidade da internet móvel em breve. Isso porque a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou a operadora a utilizar frequências adicionais para ampliar a capacidade da sua rede dedicada aos celulares.

A concessão foi publicada na última segunda-feira (13) no Diário Oficial da União (DOU) e tem validade até maio de 2031. A autorização estabelece que a TIM fará o uso secundário das faixas de 2,5 GHz e 2,6 GHz.

Isso significa que a empresa poderá utilizar esses espectros de forma não exclusiva e sem proteção contra interferências, desde que não prejudique o detentor principal da frequência.

Os municípios que serão contemplados por essa ampliação da rede da TIM estão localizados, além do Distrito Federal, nos seguintes estados:

  • Acre

  • Goiás

  • Mato Grosso

  • Mato Grosso do Sul

  • Rondônia

  • Tocantins

Vale destacar que, em junho deste ano, a operadora já havia recebido uma autorização semelhante da Anatel para utilizar novas faixas de frequência no estado de São Paulo.

Operadora TIM

O que muda na prática para o consumidor

Na prática, essa nova permissão concedida pela Anatel faz com que a operadora tenha autorização para utilizar uma porção adicional do espectro de radiofrequências. Com isso, a rede ganha mais capacidade para atender celulares conectados ao mesmo tempo, reduzindo os riscos de lentidão em locais com grande concentração de usuários.

A liberação da agência contempla duas faixas específicas para os serviços móveis. A primeira, com largura de banda de 15 MHz, opera na frequência de 2577,5 MHz e abrange 15 municípios.

A segunda faixa tem largura de banda de 35 MHz, opera na frequência de 2602,5 MHz e contempla 18 municípios.

A TIM também vem ampliando sua cobertura nas rodovias brasileiras e instalou uma rede 4G para conectar câmeras que monitoram mais de 630 km de estradas no Mato Grosso do Sul.

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Celulares vão ficar "menos roubáveis" no Brasil com combate a interceptadores

O Governo brasileiro anunciou, na última terça-feira (23), uma nova fase do Programa Nacional Celular Seguro. A nova etapa mira o combate ao mercado ilegal de aparelhos e o fortalecimento de mecanismos voltados à recuperação dos dispositivos com o objetivo de tornar o roubo e a revenda menos lucrativos para os criminosos e interceptadores. Em outras palavras, o Governo quer deixar os celulares "menos roubáveis".

Esse próximo passo da iniciativa foi marcado pela assinatura, por parte do presidente Lula, do decreto que consolida o programa como uma política pública permanente. A medida também instituiu o Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR).

O BNCR será gerido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP) e, inicialmente, contará com mais de 2,9 milhões de aparelhos que podem ser recuperados pelas vítimas.

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A plataforma reunirá informações sobre aparelhos roubados, furtados ou extraviados em todo o território nacional. Esses dados terão origem tanto no Programa Celular Seguro quanto em outras bases de dados, como:

  • Boletins de ocorrência registrados pelas Polícias Civis;
  • Operadoras de telefonia;
  • Sistemas nacionais de segurança pública;
  • Cadastro de Estações Móveis Impedidas (CEMI), da Anatel e da ABR Telecom.

“A partir desse decreto, muita coisa vai mudar na atuação do Governo Federal e dos governos estaduais. Também acho que muita coisa vai mudar nas pessoas que ousarem roubar um celular daqui para frente”, ressaltou Lula.

Celular Seguro
Nova fase do Celular Seguro terá como foco o combate ao mercado ilegal de aparelhos (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

Modo Recuperação e consulta antes da compra

Uma das principais novidades do Celular Seguro é o Modo Recuperação, que não bloqueia o aparelho imediatamente, mantendo o IMEI ativo para monitoramento nacional. Assim, quando uma nova linha telefônica for habilitada, o sistema identificará o uso do celular e iniciará o processo de recuperação do aparelho.

Outra inovação diz respeito à criação de uma ferramenta pública de consulta, que dará aos cidadãos a possibilidade de verificar se um aparelho possui algum registro de restrição antes de adquiri-lo.

Essa verificação poderá ser feita por meio do aplicativo ou do portal do Celular Seguro. A consulta exigirá o número do IMEI e exibirá ao usuário um dos dois resultados possíveis: "Sem Restrição" ou "Com Restrição".

“A gente está dando um mecanismo para evitar que as pessoas comprem um celular roubado. Além disso, quem já comprou, vamos notificar, avisando que elas estão de posse de um celular, porque é uma questão de cidadania”, pontuou Francisco Lucas Costa Veloso, secretário nacional de Segurança Pública.

E você já se perguntou para onde vão os celulares roubados? Confira o destino dos aparelhos e veja dicas para evitar prejúizos maiores.

Leia a matéria no Canaltech.

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STF derruba regras que dificultavam instalação de antenas de celular no Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu invalidar leis de três localidades que exigiam licenciamento ambiental específico para a instalação de antenas de celular no Brasil. A decisão foi tomada por unanimidade e com o intuito de facilitar a expansão da infraestrutura de telecomunicações do país.

No âmbito técnico, o novo entendimento do STF abrange a instalação das chamadas Estações Rádio-Base (ERBs) e demais infraestruturas relacionadas ao setor.

A nova medida surge como resultado do julgamento de três ações propostas pela Associação Nacional de Operadoras Celulares (Acel). Esses processos questionavam as normas relacionadas às antenas de telefonia móvel vigentes no estado do Maranhão e nos municípios de Foz do Iguaçu (PR) e Petrolina (PE).

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A relatora das ações foi a ministra Cármen Lúcia, que, em seu voto, ressaltou que a regulamentação e a fiscalização dos serviços de telecomunicações são de responsabilidade da União. Logo, órgãos locais não podem criar exigências que contrariem a legislação federal do setor.

Antena
Novas determinações do STF invalidam leis e portarias que exigiam licenciamento ambiental para instalação de antenas de celular (Imagem: Reprodução/Anatel)

Normas invalidadas em três localidades

No caso do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7887, o tribunal declarou a inconstitucionalidade das Portarias nº 109/2018 e nº 278/2023 da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (Sema-MA).

Também foi julgada inconstitucional a Resolução nº 43 do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema). Na prática, essas portarias e a resolução não podem ser aplicadas para exigir licenciamento, autorização ou registro ambiental estadual para a instalação e operação das ERBs.

No que diz respeito ao município de Foz do Iguaçu, o STF julgou a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1.274, declarando inconstitucional a Lei nº 2.666/2002. No caso de Petrolina, a ADPF analisada foi a 1.275, resultando na invalidação da Lei nº 2.782/2016.

Enquanto a cidade pernambucana de Petrolina teve sua lei invalidade, Olinda deve apliar a cobertura de das redes 4G e 5G no seu Sítio Histórico com a ajuda de antenas "camufladas" instaladas por operadora. 

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Vazou tudo: Galaxy Watch 9 aparece em imagens em HD; mesmo design, preço maior

Um novo vazamento de imagens revelou como o novo Galaxy Watch 9 deve chegar às lojas. Mas, apesar da expectativa em torno do smartwatch, as fotos indicam que ele deve ter um visual bem parecido com seu antecessor, ainda que exija um investimento maior por parte dos consumidores.

As novas imagens renderizadas apontam que o wearable terá a mesma tela arredondada montada sobre um corpo levemente quadrado do Galaxy Watch 8. A disposição dos sensores de saúde, na parte inferior do relógio, também é semelhante à do modelo lançado em 2025.

O Watch 9 também será comercializado em duas opções de tamanho: 40 mm e 44 mm. Enquanto os consumidores poderão adquirir a versão menor nas cores creme ou grafite, aqueles que optarem pelo modelo maior terão como alternativas as cores prata ou grafite.

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Galaxy Watch 9
Galaxy Watch 9 deve chegar às lojas com duas opções de tamanho (Imagem: Reprodução/Android Headlines)

Evolução no processador e conectividade

Se o design deve permanecer praticamente o mesmo do seu antecessor, o Galaxy Watch 9 deve inovar nas especificações do seu hardware interno. Isso porque a Samsung confirmou que vai utilizar o chip Snapdragon Wear Elite, da Qualcomm, para otimizar o desempenho focado em recursos de IA do relógio.

No que diz respeito à conectividade, a fabricante deve lançar o smartwatch com suporte a Bluetooth e 4G. A expectativa, no entanto, é de que o wearable não conte com suporte para 5G, o que já acontece com rivais diretos, como o Apple Watch Series 11.

O Galaxy Watch 9 deve ser oficialmente anunciado pela Samsung durante o próximo Galaxy Unpacked, que acontecerá no dia 22 de julho. Os rumores dão conta de que o modelo seja lançado com preços entre US$ 399 (cerca de R$ 2.076 na cotação atual) e US$ 429 (aproximadamente R$ 2.233 na cotação atual).

Está procurando um smartwatch com boa autonomia de bateria? Confira esses 4 modelos que duram mais de 7 dias longe da tomada. 

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Celulares de marcas chinesas populares no Brasil vão ficar mais caros; entenda

Consumidores brasileiros que consideram comprar celulares de marcas chinesas como Xiaomi, Redmi e POCO podem se deparar com possíveis altas nos preços nos próximos meses. A elevação nos valores dos smartphones estaria associada ao aumento dos custos de produção dos aparelhos.

Segundo o portal XimiTime, relatórios da cadeia de suprimentos de semicondutores de Taiwan indicam que empresas como MediaTek e Realtek preparam aumentos em determinados produtos. A alta estaria relacionada ao encarecimento de etapas de produção, como fabricação dos chips e aquisição de materiais.

No caso da Realtek, linhas de chips voltados para rede e comunicação podem ter um aumento de cerca de 10% já em julho. A MediaTek, por sua vez, estaria considerando ajustes nos preços de processadores mais avançados também no segundo semestre de 2026.

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O aumento dos custos deve atingir principalmente chips produzidos com tecnologias de fabricação mais antigas, como aqueles usados para controlar funções como conectividade Wi-Fi, Bluetooth e gerenciamento de energia. Com isso, tablets e dispositivos domésticos inteligentes também podem ser afetados.

Celular Redmi
Celulares da Redmi podem ficar mais caros nos próximos meses (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Celulares de entrada podem ser os mais afetados

O maior impacto do aumento dos custos de produção pode ser registrado em smartphones de entrada e intermediários. Essa previsão se dá pelo fato de que esses segmentos operam com margens de hardware mais apertadas, fazendo com que oscilações de preço afetem mais o consumidor final.

Mas modelos premium também podem sofrer alterações nos valores de mercado, especialmente caso os preços dos processadores mais avançados da MediaTek realmente aumentem.

Ainda assim, caso as expectativas se confirmem, os usuários finais não devem sentir os efeitos no curto prazo.

Fabricantes como a Xiaomi tendem a absorver parte dos custos adicionais, renegociar contratos ou até mesmo redistribuir as despesas dentro da cadeia de produção antes de repassar os aumentos ao varejo.

Tomou a decisão de comprar um smarphone de uma marca chinesa? Os especilaistas do Canaltech elegeram o melhor modelo para adquirir hoje.

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