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Quantos Hz precisa ter um monitor ideal para jogar?

Na hora de montar ou atualizar o setup gamer, a escolha do monitor frequentemente coloca o usuário diante de uma sopa de letrinhas e números nas especificações. Entre resolução, tipo de painel e tempo de resposta, a taxa de atualização, medida em Hertz (Hz), se destaca como um dos fatores mais determinantes para a fluidez da jogabilidade.

Essa métrica indica quantas vezes por segundo a tela é capaz de renovar a imagem exibida, impactando diretamente a percepção de movimento e o tempo de reação do jogador durante a jogatina.

Historicamente, o padrão de 60 Hz reinou absoluto por décadas. No entanto, a evolução das placas de vídeo e a exigência por maior competitividade transformaram o mercado, empurrando a indústria a adotar frequências cada vez mais altas, passando de centenas de Hertz.

Para entender qual é o número ideal, é preciso alinhar a categoria dos jogos preferidos ao poder de processamento do hardware disponível, evitando investimentos desnecessários ou gargalos de desempenho.

60 Hz: o padrão mínimo e suas limitações

A taxa de 60 Hz representa o padrão mínimo moderno e, por muito tempo, foi o objetivo máximo de desempenho para qualquer jogador de console ou PC. Nessa frequência, a tela atualiza a imagem a cada 16,6 milissegundos, um intervalo de tempo generoso que permite até mesmo aos painéis LCD mais simples e baratos alterarem a cor dos seus pixels sem apresentar problemas graves de rastros na tela.

Para quem foca o orçamento em placas de vídeo de entrada ou prefere jogar títulos focados em narrativa, games de estratégia e simuladores, os 60 Hz entregam uma experiência satisfatória e muito jogável.

Por outro lado, o avanço tecnológico transformou essa taxa em algo bem aquém do que é possível hoje, mesmo em PCs de entrada. Em títulos que exigem movimentação rápida de câmera ou respostas reflexivas imediatas, a barreira dos 60 Hz impõe uma limitação física perceptível: a imagem borra com facilidade durante giros rápidos e a transição entre os quadros perde a nitidez.

Além disso, o tempo de resposta do sistema fica severamente limitado por essa janela de atualização mais longa, criando uma sensação de comandos "pesados" ou levemente atrasados se comparados a qualquer monitor que opere em frequências superiores.

Caso tenha um monitor de 60 Hz e coragem, dá até para fazer um overclock simples.

120 Hz como o novo padrão da indústria

Atualmente, 120 Hz deixou de ser um recurso premium (como era no passado) para se posicionar como o ponto de partida para qualquer experiência gamer digna. A diferença visual ao saltar do básico 60 Hz para 120 Hz é brutal e perceptível imediatamente, até mesmo na movimentação do cursor do mouse na área de trabalho.

Nos jogos, essa quebra de barreira elimina grande parte do desfoque de movimento, tornando transições de câmera mais suaves e ambientes dinâmicos muito mais nítidos.

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Para títulos de ação em terceira pessoa, jogos de corrida e campanhas imersivas de RPG, essa frequência entrega o equilíbrio perfeito entre qualidade visual e fluidez. Além disso, o mercado absorveu essa tecnologia de forma tão eficiente que os custos de fabricação despencaram, tornando os monitores de 120 Hz ou 165 Hz opções extremamente acessíveis e com excelente custo-benefício para a maioria dos jogadores.

Cenário competitivo: a necessidade de 240 Hz para cima

Quando o foco muda para o cenário competitivo e jogos de tiro em primeira pessoa, como Valorant, Counter-Strike 2 e Apex Legends, cada milissegundo conta. É nesse nicho que os monitores de 240 Hz ou mais mostram seu real valor.

O principal benefício aqui não é apenas o ganho na fluidez, mas sim a redução drástica do input lag (o atraso entre o comando no periférico e a resposta na tela) e a atualização em tempo quase real da posição dos adversários.

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Ainda que o olho humano não veja tudo isso com clareza, ou seja, a diferença de 120 Hz para 240 Hz é menos impactante do que de 60 Hz para 120 Hz, atletas de eSports e jogadores dedicados conseguem extrair vantagens competitivas reais desse nível de desempenho. A fluidez extrema permite rastrear alvos em movimento rápido com maior precisão, transformando a estabilidade da imagem em frações de segundo decisivas para a vitória.

O casamento obrigatório entre Hz e FPS

De nada adianta adquirir o painel mais veloz do mercado se o restante do computador não conseguir acompanhar o ritmo. A taxa de atualização do monitor estabelece o teto físico de quadros que podem ser exibidos, mas quem gera esses quadros é o conjunto de processador e placa de vídeo.

Se o monitor opera a 240 Hz, mas o hardware do computador só entrega 90 quadros por segundo em um jogo pesado, a experiência visual real será limitada aos 90 FPS máximos, gerando desperdício do potencial da tela.

Para evitar os rasgos na imagem (tearing) quando essas taxas não estão perfeitamente sincronizadas, tecnologias como AMD FreeSync e NVIDIA G-Sync tornaram-se obrigatórias. Elas ajustam dinamicamente os Hertz do monitor à taxa de quadros produzida pela GPU em tempo real. Portanto, tudo é uma questão de equilíbrio.

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Intel admite erro e trará multithreading de volta em 2028 com CPUs Coral Rapids

A Intel abandonou a tecnologia Hyper-Threading nas últimas gerações de seus processadores, algo que levou a empresa a se arrepender, já que causou "desvantagem competitiva" contra a rival AMD. Agora, o CEO, Lip-Bu Tan, afirmou que a tecnologia voltará com os processadores Coral Rapids, que equiparão a 8ª geração de CPUs Xeon para data centers. Apesar da boa notícia, nada foi dito sobre os modelos da linha Intel Core para PC.

Em reunião com acionistas, o chefe da Intel diz que continuam "trabalhando para aumentar a competitividade" contra sua maior rival (AMD, a sigla que a Intel não menciona). Na ocasião, ele menciona que multi-threading retornará com os Xeon Coral Rapids, que estão sendo preparados somente para 2028, já que o mercado ainda receberá os Xeon 7 Diamond Rapids, que não terão SMT.

Hyper-Threading é essencial em data centers

A ideia de tirar o Hyper-Threading veio como uma tentativa de economizar espaço no chip e gastar menos energia, focando no desempenho por núcleo individual. Só que, enquanto isso podia até passar batido em desktop, a história foi bem diferente nos servidores. O mercado corporativo depende totalmente do processamento em paralelo para lidar com várias tarefas ao mesmo tempo, e a falta desse recurso fez a Intel perder força onde o bicho pega.

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Com os Xeon 7 Diamond Rapids ainda sem o recurso, a Intel vai ter que aguentar a pressão dos processadores EPYC da AMD por mais algum tempo, já que a rival consegue entregar muito mais threads lógicos por processador. Trazer o recurso de volta só em 2028 com os Coral Rapids mostra que a empresa reconhece a pisada de bola e quer correr atrás do prejuízo para ser relevante novamente em data centers de alto desempenho.

A expectativa é que esses novos Xeon já estreiem em litografias bem avançadas da marca, como o node Intel 14A, o que daria a margem necessária no silício para reintroduzir a tecnologia sem sacrificar o consumo. E embora o anúncio tenha sido totalmente voltado para servidores, o retorno do multithreading nessa linha abre brecha para que a tecnologia também acabe voltando para as CPUs de PC no futuro, algo já mencionado em rumores.

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Placas AMD e Intel da Gigabyte ganham compatibilidade com DDR5 da chinesa CXMT

A Gigabyte anunciou oficialmente o suporte para módulos de memória DDR5 baseados nos chips da fabricante chinesa CXMT (ChangXin Memory Technologies) em sua linha completa de placas-mãe. A iniciativa é uma saída para enfrentar a escassez desse componente, que fica cada vez mais caro, oferecendo maior flexibilidade e disponibilidade de componentes aos consumidores.

Para os sistemas baseados em processadores AMD, a novidade chega para as placas-mãe AM5 nas séries 600 e 800. O suporte é liberado por meio de uma atualização de BIOS baseada na versão do firmware AGESA 1.3.0.1c, combinada com os recursos proprietários de otimização de memória da Gigabyte.

Com este ajuste, as plataformas AMD passam a operar de forma estável com módulos de 16 Gb e 24 Gb, alcançando velocidades de até 8.200 MT/s, assim como memórias de grandes marcas já conhecidas.

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Chipsets mais recentes da Intel também ganham suporte pela Gigabyte

Já nas plataformas Intel, que abrangem os chipsets das séries 700 e 800, a compatibilidade com as memórias da CXMT está disponível de fábrica através das versões atuais da BIOS que já acompanham os produtos, sem a necessidade de baixar novos arquivos ou realizar procedimentos adicionais.

A movimentação da Gigabyte acompanha uma tendência recente do segmento, em que grandes marcas de hardware passam a colocar a CXMT como quarta força relevante na fabricação mundial de chips DRAM, ao lado de gigantes como Samsung, SK Hynix e Micron.

No momento, sabemos somente da Corsair como uma das grandes marcas que adotaram módulos da CXMT em suas memórias, com disponibilidade inicial somente no mercado chinês. Com a atual situação crítica, é bem provável que a tecnologia chinesa chegue ao mercado global com o tempo e com novas parceiras.

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Microsoft pressiona e faz LG remover anúncios de McAfee em monitores

Após uma onda de críticas da comunidade e de sites, a LG concordou em desativar os anúncios do antivírus McAfee que eram exibidos pelo aplicativo oficial de seus monitores no Windows. A mudança foi confirmada por Pavan Davuluri, executivo da Microsoft, em resposta ao CEO da Epic Games, intervindo diretamente com a fabricante sul-coreana após investigações do canal Gamers Nexus diante das reclamações dos usuários.

O problema veio à tona quando testes mostraram que, ao conectar certos monitores da LG, incluindo modelos de ponta como o OLED UltraGear 34GX900A-B e o UltraFine 32UN880-B, o Windows Update baixava e instalava automaticamente o utilitário LG Monitor App Installer. O processo acontecia de maneira silenciosa no segundo plano, sem qualquer aviso prévio ou solicitação de autorização do usuário.

Caso trouxe preocupações com privacidade do usuário

Uma vez instalado, o programa da LG passava a exibir anúncios em formato pop-up na inicialização do sistema para promover assinaturas pagas do antivírus McAfee. Testes mostram que as notificações comerciais surgiram em 31 de 32 reinicializações do computador. A prática gerou indignação não apenas pelo incômodo dos anúncios indesejados, mas também por preocupações com a privacidade, já que o aplicativo exigia amplas permissões no Windows.

Em posicionamento inicial, a LG declarou que a instalação do antivírus em si exigia o clique do usuário e não ocorria de forma autônoma. No entanto, a exibição frequente das ofertas foi considerada invasiva, levando a Microsoft a intermediar o fim da exibição dessas mensagens.

Apesar da remoção das ofertas comerciais, a medida soluciona apenas parte do problema, já que o sistema operacional da Microsoft continua permitindo que fabricantes de periféricos instalem softwares adicionais via Windows Update sem o consentimento explícito de quem utiliza o computador.

A Microsoft está revendo diversas de suas práticas, principalmente envolvendo bloatware no Windows 11, e planeja até mesmo mudar a forma como faz suas aplicações hoje.

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Zen 7 e Zen 8: veja o que esperar das novas arquiteturas de CPU da AMD

Enquanto a arquitetura de CPUs Zen 6 não chega oficialmente ao mercado, a AMD anunciou oficialmente as futuras gerações e quando elas chegam, com foco total em data centers para IA. Durante o evento Advancing AI, a CEO Lisa Su detalhou o roadmap para os próximos anos, confirmando o lançamento da arquitetura Zen 7 para 2028 e revelando que a sucessora Zen 8 já se encontra em estágio de desenvolvimento com previsão de estreia para 2030.

A arquitetura Zen 7 fará sua estreia no mercado corporativo através da 7ª geração de processadores para servidores AMD EPYC, batizada de "Florence". Programados para 2028, esses chips serão produzidos em litografia de última geração, que não foi detalhada pela AMD, e oferecerão opções de núcleos tradicionais (Zen 7) e otimizados para alta densidade computacional (Zen 7c).

CPUs EPYC feitos em Zen 7 usarão dois sockets

A família Florence trará compatibilidade com tecnologias de memória avançadas, como os padrões MRDIMM e LPDDR, além de trazer as novas instruções ACE (AI Compute Extensions), funcionalidade desenvolvida através da parceria com a Intel para acelerar matrizes e padronizar recursos de inteligência artificial na arquitetura x86.

Para atender às diferentes necessidades dos data centers, a linha Florence estará dividida entre duas plataformas: o soquete SP7, projetado para oferecer a máxima contagem de núcleos e desempenho bruto, e o SP8, focado na eficiência e na otimização do custo total do sistema.

Olhando ainda mais adiante, a AMD confirmou o desenvolvimento da 8ª geração de chips EPYC, de codinome "Ravenna", que será impulsionada pela arquitetura Zen 8 e lançada em 2030.

A estratégia no segmento de aceleradores de IA Instinct acompanhará essa evolução em ritmo anual, com a série MI500 em 2027 (com memórias HBM4e) e a série MI600 em 2028, baseada na arquitetura CDNA Next.

Infelizmente, para o público geral e, principalmente, gamer, não houve qualquer menção sobre os novos Ryzen baseados em Zen 6, que estão prometidos ainda para 2026, e muito menos sobre as novas placas de vídeo Radeon,  com a RX 9070 GRE sendo a mais recente novidade.

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Steam libera compra de jogos sem cadastro e entre regiões; veja como funciona

A Valve divulgou uma atualização importante nas regras de presentes do Steam, facilitando de forma significativa o envio de jogos entre usuários de diferentes partes do mundo. A mudança encerra uma limitação histórica da plataforma e simplifica o processo para quem não possui conta ativa.

Anteriormente, o envio direto de jogos como presente era travado quando havia diferenças nos preços regionais entre o país do comprador e o do destinatário. Por conta disso, os usuários precisavam recorrer à compra de gift cards digitais para que o valor fosse convertido e creditado na carteira do amigo no exterior.

Com a atualização, o Steam passa a permitir o presente direto entre regiões distintas. A plataforma ajusta e calcula automaticamente o valor final com base no preço local da região do destinatário durante a etapa do checkout. Isso elimina a necessidade de depender exclusivamente dos gift cards para presentear amigos que moram em outros países.

Compra sem conta e envio por e-mail

Outra novidade nas mudanças que a Valve fez é a inclusão do checkout como convidado. Agora, compradores que não possuem uma conta no Steam, como pais e familiares que não jogam no PC, podem adquirir jogos diretamente para terceiros.

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O envio pode ser realizado inserindo apenas o e-mail do destinatário, que recebe um link para resgatar o título na plataforma. Caso o presente enviado por e-mail não seja resgatado em até 30 dias, a Valve realiza o reembolso automático do valor para o comprador.

Recentemente, a Valve trouxe uma outra mudança significativa em relação aos gift cards, mas os físicos que podem ser adquiridos em lojas. Visando o combate aos golpistas, a dona do Steam anunciou que está encerrando os cartões até o fim desse ano.

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NVIDIA RTX Spark chega no próximo trimestre com notebooks da ASUS e MSI

O mercado de notebooks hoje é dominado por modelos equipados com processadores Intel e GPUs NVIDIA, com a AMD aumentando sua presença aos poucos (diferente dos desktops, onde domina). Logo mais, os usuários terão uma nova escolha a nível de hardware com o SoC RTX Spark, a aposta do Time Verde integrando CPU e GPU em um único encapsulamento. Os primeiros notebooks da ASUS e da MSI chegam já na nossa primavera, algo confirmado agora pela empresa de Jensen Huang.

No primeiro anúncio oficial, a NVIDIA já tinha dito que mirava no terceiro trimestre para o lançamento de sua nova tecnologia. Agora, na SIGGRAPH 2026, a empresa reforçou que isso acontecerá inicialmente com as parceiras ASUS e MSI, com a Acer e Gigabyte se juntando depois, embora não tenha ficado claro quanto tempo depois.

Destaques do RTX Spark

Diferente de qualquer notebook equipado com uma GPU da NVIDIA, os modelos com RTX Spark focam na eficiência e no tamanho compacto, já que não se trata mais de um chip gráfico dedicado que pode consumir mais de 100W, porque a integração acontece com o processador. Ou seja, estamos falando do clássico gráfico integrado, mas um bastante potente, segundo os próprios dados do Time Verde.

Feitos para agentes de IA e criadores de conteúdo, os notebooks com RTX Spark também são voltados para games. Afinal, a GPU pode ter até 6.144 núcleos CUDA baseados em Blackwell. É como se uma GeForce RTX 5070 estivesse dentro do encapsulamento onde fica também o processador. Ao que tudo indica, haverá níveis diferentes de configurações, então é possível que existam notebooks com potência gráfica indo desde uma RTX 5050 até uma RTX 5070. Isso ainda é algo que não foi confirmado pela NVIDIA.

Em relação aos processadores, os notebooks com RTX Spark terão até 20 núcleos da arquitetura Grace, feito pela Mediatek, especialista em Arm. Isso significa que existe uma chance de grande autonomia de bateria, algo que a NVIDIA diz que "dura o dia todo".

Olhando para o único notebook com CPU Arm que pude analisar até agora (ASUS Zenbook A14), não é difícil imaginar essa capacidade, já que ele ocupa a terceira posição no nosso teste de bateria, pouca coisa atrás dos outros dois primeiros.

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5 piores jogos da franquia Assassin's Creed

Quando uma franquia de games é muito grande, com vários títulos lançados, como Call of Duty, as chances de existirem jogos ruins são grandes. Assassin's Creed é uma dessas franquias, totalizando 14 jogos principais e vários spin-offs.

A icônica série da Ubisoft está de volta com Assassin's Creed Black Flag Resynced, um remake do 4º título principal, e agora é uma boa hora para lembrar dos piores títulos da franquia.

Assassin's Creed tem duas fases. A primeira delas vai do primeiro jogo até AC Syndicate, onde as mecânicas são basicamente as mesmas, com leves melhorias jogo a jogo. Já a segunda, mais conhecida como a era RPG de ação da franquia, começa com AC Origins e, por enquanto, vai até AC Shadows. No meio desses games, quantos ruins existem? Listamos os 5 piores jogos de Assassin's Creed.

5. Assassin's Creed

Não me entendam mal, Assassin's Creed foi pioneiro em muita coisa em 2008, o início de uma saga incrível que ficaria muito melhor nos três jogos seguintes (trilogia de Ezio Auditore), mas ele tem seus problemas. O primeiro deles, e esse é especialmente grave para pessoas não nativas da língua inglesa: a falta de legendas, nem que fosse em inglês mesmo.

Isso privou muitos jogadores pelo mundo de entender a história assim que o jogo saiu, já que era necessário entender tudo escutando. Fora esse problema que considero grave, o gameplay era bastante travado, mesmo para a época. Jogá-lo hoje vai fazê-lo, às vezes, querer jogar o controle na tela (e nem é soulslike)

4. Assassin's Creed Valhalla

Muitos jogadores se sentiram sobrecarregados com o tamanho de AC Odyssey, mas em 2020, não imaginávamos o que nos aguardaria. Assassin's Creed Valhalla chegou como um jogo massivo, em todos os aspectos: quantidade de missões paralelas e tamanho do mundo aberto são dois exemplos. Isso cansou muitos jogadores, mas a coisa só pioraria (nesse aspecto, pelo menos) nos anos seguintes.

O jogo continuou crescendo, ganhou expansões, eventos, missões relacionadas a outros jogos da franquia, quase virou um GaaS. Particularmente, achei tudo isso muito cansativo, principalmente porque era muito repetitivo. Cheguei em 60 horas de jogo e já não aguentava mais. Além disso, Valhalla sofria do mesmo problema do jogo anterior: não tinha cara de Assassin's Creed. De qualquer forma, é o maior sucesso comercial da franquia até agora.

3. Assassin's Creed Rogue

A trilogia icônica protagonizada por Ezio Auditore da Firenze é a única parte na história da franquia que continua uma narrativa com o mesmo personagem. Depois disso, o máximo que temos (com exceção de Kassandra de Odyssey) é a ligação com AC4 Black Flag, AC3 e AC Unity com Assassin's Creed Rogue.

Tudo isso soa bem interessante, mas acontece que, depois de três jogos com maior impacto, personagens marcantes (como Edward Kenway), AC Rogue não conseguiu inovar em nada e acabou sendo um jogo bem esquecível. Eu acredito que ele ainda diverte mais do que o número um da lista, mas ele poderia ser aquele caso do tipo "poderia ter resolvido por e-mail", sabe? Ele foi o último jogo antes da segunda grande mudança da série que aconteceria com Unity.

2. Assassin's Creed Unity

Eu fico dividido em relação a essa indicação nessa posição, mas não dá para negar que o lançamento de Assassin's Creed Unity foi um desastre, literalmente um Cyberpunk 2077 seis anos antes. O jogo tinha bugs que eram até engraçados e renderam muitos memes no mundo dos games de 12 anos atrás, mas muitos deles também quebraram o jogo, nos impedindo de progredir.

Diferente do número um abaixo, AC Unity é um bom jogo, com mecânica de parkour incrível para a época, gráficos belíssimos com cutscenes muito bem feitas, algo que foi se perdendo com os jogos seguintes. O multiplayer era legal, os personagens eram cativantes, os combates funcionavam bem, mas foi amaldiçoado pelo estado de lançamento.

1. Assassin's Creed Odyssey

Depois de acertar com Assassin's Creed Origins, mudando a fórmula completamente e deixando toda a grande base de jogadores desconfiados, a Ubisoft erra a mão com Assassin's Creed Odyssey. Apesar da ambientação incrível, aspecto em que, na minha opinião, o estúdio francês nunca errou em nenhum jogo, eles pisaram feio na bola com a necessidade de "grinding" super exagerado.

Você precisa passar muito tempo evoluindo para conseguir melhores equipamentos e chances de derrotar os inimigos mais fortes. Esse grinding, na maior parte do jogo, é necessário também até para progredir na história principal. Além disso, o combate não é bom como em AC Origins, que acabou sendo melhorado em Valhalla depois. Particularmente, acho os protagonistas um tanto chatos também. Para terminar, não parece um Assassin's Creed e, curiosamente, é o terceiro título mais vendido da franquia.

A franquia Assassin's Creed tem alguns outros jogos que poderiam até entrar para esta lista, como os spin-off Liberatio e Freedom Cry que, embora importantes para AC3 e AC4, não deixaram sua marca. Por isso, esse é o nosso top 5 piores jogos de Assassin's Creed:

  1. Assassin's Creed Odyssey
  2. Assassin's Creed Unity
  3. Assassin's Creed Rogue
  4. Assassin's Creed Valhalla
  5. Assassin's Creed

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HDMI ou DisplayPort? Qual é o melhor cabo para jogar no PC?

Montar um PC gamer potente envolve escolher a melhor placa de vídeo, um processador de última geração e um monitor com alta taxa de atualização. No entanto, um detalhe crucial que muitas vezes passa despercebido é o cabo utilizado para interligar esses componentes. A escolha entre HDMI e DisplayPort pode ditar se você extrairá o potencial máximo do seu hardware ou se sofrerá com limitações invisíveis de desempenho.

Embora ambos os formatos cumpram a função básica de transmitir áudio e vídeo digitais, eles nasceram de filosofias diferentes. O HDMI foi criado por um consórcio de empresas de eletrônicos, dominando o mercado de TVs, consoles e home theaters. Já o DisplayPort foi desenvolvido pela VESA (Video Electronics Standards Association) com foco exclusivo nos computadores, visando atender às demandas técnicas específicas de telas de alta resolução e taxas de quadros extremas.

Largura de banda e a evolução das versões

Para entender qual é o melhor tipo de cabo para jogar no PC, é necessário olhar para as versões de cada tecnologia, já que a largura de banda determina a resolução e a taxa de atualização máximas suportadas. Monitores mais antigos equipados com DisplayPort 1.4 conseguem gerenciar resoluções de até 4K a 144 Hz ou 1440p a 240 Hz nativamente (ou além disso com o uso de tecnologias de compressão como DSC).

Por outro lado, placas de vídeo mais antigas limitadas ao HDMI 2.0 não conseguem passar de 4K a 60 Hz sem reduzir a fidelidade de cores da imagem, o que prejudica a experiência de leitura e nitidez no PC.

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O cenário mudou significativamente com a chegada do HDMI 2.1, que elevou a largura de banda para impressionantes 48 Gbps, permitindo jogos em 4K a 120 Hz ou até 144 Hz sem perdas, tornando-se o padrão ideal para consoles modernos e TVs de alta performance. No entanto, a VESA respondeu com o DisplayPort 2.1.

Presente nas placas de vídeo e monitores mais recentes, essa versão do DP dá conta de até 80 Gbps de largura de banda total nas especificações mais altas, abrindo margem para taxas altíssimas de atualização em 4K e preparando o terreno para o futuro dos jogos em 8K.

Em termos práticos, para o jogador de PC entusiasta, o DisplayPort 2.1 leva vantagem técnica sobre o HDMI 2.1 ao eliminar gargalos de transmissão em resoluções extremas. Se você possui uma GPU de última geração e um monitor OLED com taxas que superam os 240 Hz, o DisplayPort é o tipo de cabo que você deve usar, pois ele garante que toda a informação saia da placa de vídeo e chegue à tela instantaneamente, sem a necessidade de compressão agressiva de dados.

HDMI vs. DisplayPort: Comparativo Direto

Embora os números máximos de largura de banda deem uma vantagem teórica ao DisplayPort nas gerações mais recentes, a escolha para o dia a dia do jogador depende diretamente das versões das portas disponíveis tanto na placa de vídeo quanto no monitor.

Abaixo, você confere o teto de desempenho e os principais recursos de cada padrão nas conexões mais utilizadas pelo mercado de PCs:

  • DisplayPort 1.4: lançado em 2016, possui largura de banda de 32,4 Gbps. Suporta nativamente resoluções como 4K a 120 Hz ou 1440p a 240 Hz. É o padrão mais comum em monitores gamers intermediários e traz suporte nativo e universal ao NVIDIA G-Sync e AMD FreeSync.
  • HDMI 2.1: um ano depois, essa tecnologia elevou a largura de banda para 48 Gbps. Suporta até 4K a 144 Hz ou 8K a 60 Hz sem compressão. É a conexão padrão de TVs modernas e consoles como PlayStation 5 e Xbox Series X, trazendo recursos de áudio como eARC e suporte nativo a VRR.
  • DisplayPort 2.1: a especificação mais recente e de alto nível para PCs, com largura de banda de até 80 Gbps. Permite alcançar taxas de atualização muito altas, como 4K acima de 240 Hz nativos ou resoluções de até 8K a 120 Hz, eliminando gargalos para as placas de vídeo entusiastas de última geração.
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Sincronização vertical e tecnologias de tela

A eliminação de artefatos visuais como o tearing (aqueles rasgos incômodos na imagem) é uma das maiores prioridades de quem joga no PC. As tecnologias de Taxa de Atualização Variável (VRR), presentes também no AMD FreeSync e Nvidia G-Sync, resolvem esse problema sincronizando a atualização do monitor com a renderização da GPU.

Nesse quesito, o DisplayPort, historicamente, levou a melhor por integrar o suporte a taxas variáveis diretamente desde as versões mais antigas, facilitando a compatibilidade com a esmagadora maioria dos monitores gamers do mercado.

O HDMI demorou um pouco mais para adotar o VRR de forma nativa e universal, o que só foi padronizado a partir da versão HDMI 2.1. Em versões anteriores (como HDMI 2.0), o suporte ao FreeSync funcionava por meio de extensões específicas da AMD, mas o suporte oficial ao G-Sync da NVIDIA frequentemente exigia uma conexão DisplayPort. Consequentemente, donos de placas GeForce que usam monitores G-Sync mais antigos são quase obrigados a adotar o DisplayPort para ativar o recurso.

Portanto, para o PC de mesa, o DisplayPort continua sendo a escolha mais segura e compatível quando o assunto é sincronização de quadros. Ele evita incompatibilidades de drivers e garante que os recursos adaptativos funcionem perfeitamente logo no primeiro boot, independentemente da marca do monitor.

Recursos práticos e o veredito para o seu setup

Além dos números brutos de desempenho, uma vantagem do DP é o suporte ao Multi-Stream Transport, que permite fazer o "daisy-chaining", que é conectar múltiplos monitores em série usando apenas uma saída da placa de vídeo.

Apesar disso, o HDMI mantém seu reinado absoluto na sala. Se o seu plano envolve conectar o computador de jogos diretamente a uma TV 4K de grande porte, o HDMI será sua única opção viável, já que a imensa maioria das TVs não inclui portas DisplayPort. Além disso, o HDMI carrega o recurso eARC (Enhanced Audio Return Channel), essencial para transmitir áudio de alta fidelidade sem compressão diretamente para sistemas de som integrados ou soundbars.

No fim das contas, a escolha ideal depende, praticamente, do seu setup. Se você joga em uma mesa com um monitor gamer de alta taxa de atualização, o DisplayPort deve ser sua preferência para garantir estabilidade, VRR sem falhas e largura de banda de sobra. Por outro lado, se você transformou sua sala em uma arena gamer conectando o PC a uma TV moderna para usufruir de jogos em telas gigantes, o HDMI 2.1 será o seu melhor aliado.

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Governo Federal regulamenta programa para Brasil fabricar mais chips

A produção em massa de semicondutores é concentrada nos EUA e na Ásia, em países como China, Coreia do Sul, Taiwan e Japão. Porém o Brasil não quer ficar de fora e, para isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou o Decreto nº 13.065 regulamentou o Programa Brasil Semicondutores (Brasil Semicon), visando impulsionar o avanço tecnológico, a pesquisa e a produção nacional de chips, componentes eletrônicos, displays e painéis solares.

O principal pilar do Brasil Semicon é criar um ambiente de negócios favorável por meio da simplificação e da desoneração tributária em toda a cadeia produtiva. O objetivo é reduzir os custos de produção no país, atrair investimentos privados e facilitar os processos de importação e exportação de insumos essenciais, elevando a competitividade da indústria nacional no cenário internacional.

Com o programa, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) estão autorizados a estruturar linhas de financiamento específicas. Esses recursos serão destinados à instalação e ampliação de fábricas, automação de linhas de fabricação, compra de maquinário e investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Além disso, a iniciativa foca na capacitação de recursos humanos a médio e longo prazo, promovendo a especialização científica e técnica de profissionais do setor.

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 Brasil fabrica semicondutores, mas em um nível bem baixo

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Semicondutores (Abisemi), o Brasil atende atualmente cerca de 8% da demanda interna por esses componentes, usados na fabricação de smartphones, computadores e automóveis. A regulamentação do programa abre caminho para mitigar riscos de crises geopolíticas globais no fornecimento de microchips, gerando emprego e renda qualificada em solo nacional.

Infelizmente, não existe qualquer previsão para que o Brasil comece a girar as primeiras engrenagens, já que isso depende de diferentes fatores. Enquanto isso, o Governo Federal precisa lidar com os preços dos eletrônicos importados dos EUA que ficarão ainda mais caros por conta do tarifaço de Donald Trump.

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AMD Ryzen 7 7700X3D chega como uma das melhores CPUs para jogos do mundo

A AMD segue com o suporte contínuo à plataforma AM5, mesmo que muitos ainda prefiram AM4 por conta dos preços das memórias DDR5. O Time Vermelho está aumentando o lineup de processadores da família Ryzen 7000X3D com o lançamento do Ryzen 7 7700X3D em todo o mundo, SKU com especificações quase idênticas às do 7800X3D, com uma leve diferença nos clocks.

Lá fora, o Ryzen 7 7700X3D chega custando US$ 329, cerca de US$ 20 a quase US$ 100 a menos lá nos EUA, dependendo da loja. Considerando a maior diferença, a nova CPU é ainda mais interessante. Ainda não existe previsão de lançamento por aqui, mas considerando o preço de R$ 1.900 do 7800X3D, ele teria que custar menos para fazer sentido.

Como disse antes, o Ryzen 7 7700X3D tem os mesmos 8 núcleos e 16 threads e 104 MB de cache do 7800X3D. A única diferença entre ambos os processadores está nas frequências. O novo modelo opera entre 4 e 4,5 GHz, 200 a 500 MHz a menos. Por conta disso, a diferença de desempenho entre os dois não é muita coisa, como os vários reviews pelo mundo já mostram.

Desempenho do Ryzen 7 7700X3D

Testes do Hardware Unboxed mostram o Ryzen 7 7700X3D somente 5 FPS atrás de seu irmão mais velho e mais forte em um cenário em que esse componente é a limitação. Já quando a placa de vídeo é o limite, a diferença sobe para 7 FPS. 

Já em relação ao relançado Ryzen 7 5800X3D, que tem a mesma quantidade de núcleos e threads, além de cache L3 também, a diferença média entre ambas as CPUs fica entre 21 e 28 FPS, provando que a arquitetura Zen 3 ainda tem lenha para queimar, especialmente com um modelo equipado com 3D V-Cache.

Olhando para a rival Intel, o 7700X3D supera ainda o Core Ultra 7 270K Plus, considerado a melhor opção do Time Azul atualmente, e ambos custam a mesma média de preço. Abaixo da nova CPU Zen 4 existe ainda o Ryzen 5 7600X3D, que entregou desempenho médio de 5 FPS abaixo, embora fique bem abaixo em jogos específicos que precisem de mais de 12 threads.

O Ryzen 7 7700X3D chega em um momento em que a AMD tem amassado a Intel em vendas em diferentes regiões do mundo. Vamos esperar para ver se ele entra para a elite também.

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Linux no Mega Drive? Dev faz sistema rodar no Sega 32X com só 256 KB de RAM

A comunidade entusiasta de Linux não tem limites. Assim como Doom é portado para qualquer eletrônico que tenha um chip, o sistema operacional do pinguim também é instalado em qualquer nível de hardware. Uma prova disso é o SO em um SEGA 32X, aquela expansão do Mega Drive, com duas CPUs de 23 MHz e incríveis 256 KB de memória RAM, tamanho muito menor que qualquer foto de celular hoje em dia.

O responsável por essa façanha é o desenvolvedor espanhol conhecido como "cakehonolulu", que conseguiu compilar e inicializar o kernel Linux junto com o BusyBox no antigo acessório de 16 bits lançado em 1994.

Embora o SEGA 32X fosse considerado potente para sua época, trazendo dois processadores Hitachi SuperH SH2 de 23 MHz para auxiliar o antigo processador Motorola 68000 do Mega Drive, além de expandir a paleta para até 32.000 cores na tela, fazê-lo rodar um sistema operacional moderno trouxe desafios significativos.

Mesmo o Linux ainda é muito para um hardware tão defasado

Entre os principais obstáculos enfrentados pelo desenvolvedor estavam a quantidade extremamente limitada de memória RAM, a ausência de sincronização de hardware e a falta de acesso direto a portas UART (para comunicação serial). Além disso, cakehonolulu teve que superar bugs de agendador e insistiu no desafio extra de fazer multiprocessamento simétrico funcionar, para que o Linux pudesse utilizar ambos os núcleos de processamento SH2 de forma cooperativa.

Sega-Genesis-32X

Para alcançar o sucesso, ele contou com o auxílio do kit de desenvolvimento Chilly Willy, do projeto "linuxmd", de cartuchos flash baseados em FPGA da Krikzz e de documentações antigas sobre a arquitetura dos chips da Hitachi.

Curiosamente, esse não é o primeiro projeto retrô de cakehonolulu: ele também foi o responsável por portar o Linux para o Atari Jaguar (console de 1993). Para o programador, esses ports complexos em hardwares antigos e exóticos não são apenas hobbies, mas servem como um portfólio de engenharia que ele espera utilizar para se destacar no mercado e conseguir um novo emprego na área de tecnologia.

E se você não sabe nada de Linux, dá uma conferida nessas coisas que você provavelmente não sabia sobre o sistema do pinguim.

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RTX Spark suportará "jogos lendários" da SEGA, afirma NVIDIA

Há três décadas, o primeiro Virtua Fighter chegava aos PCs, três anos após o lançamento original para arcades, em máquinas equipadas com o chip NVIDIA NV1. Essa parceria com a SEGA está sendo comemorada em 2026 e um evento no Japão deixou claro que, além de Virtua Fighter Crossroads, "outros jogos lendários" do estúdio chegarão aos notebooks equipados com o chip RTX Spark, a mais recente novidade do Time Verde.

Em um evento em Akihabara, onde funcionava o primeiro arcade da SEGA, Jensen Huang, CEO da NVIDIA, Yu Suzuki, criador da série Virtua Fighter, e o atual CEO da SEGA, Haruki Satomi, revelaram que o novo game de luta, que chega somente em 2027, além de todos os novos games do estúdio, terá suporte ao SoC RTX Spark, que conta com núcleos Arm.

Virtua Fighter é considerado o primeiro jogo realmente em 3D, algo revolucionário para o ano de 1993, época em que a predominância do 2D era absoluta. Com o passar dos anos, o game ganhou versões para os consoles e uma para PC em 1996, com suporte ao chip NVIDIA NV1 para processamento gráfico.

A tecnologia não foi das melhores na época, já que a NVIDIA foi na contramão da forma de renderizar um jogo até então e ficou de fora do suporte a API DirectX da Microsoft por isso. O sucessor, NV2, foi projeto, mas nem chegou a ser lançado. A SEGA ainda investiu US$ 5 milhões na época para que a empresa de Jensen Huang continuasse trabalhando, culminando no lançamento da primeira GPU, a GeForce 256 em 1999.

RTX Spark promete muito desempenho em games em notebooks ultrafinos

Anunciado em parceria com a MediaTek, o RTX Spark é um chip que marca o início de uma nova era para computadores baseados em Windows on Arm. Focado no processamento local de inteligência artificial e games, o SoC une uma CPU NVIDIA Grace de 20 núcleos com uma GPU Blackwell com 6.144 núcleos CUDA.

Essa potente combinação, conectada via barramento NVLink, oferece até 1 petaflop de desempenho em IA FP4 e suporta até 128 GB de memória unificada. Além de tecnologias de ponta como DLSS 4.5 e Reflex, o chip permite rodar jogos modernos a mais de 100 FPS em 1440p em notebooks ultrafinos com alta eficiência energética.

Até o momento, fabricantes como a ASUS, HP, Dell, Lenovo, MSI e Microsoft já têm seus modelos para serem lançados em breve. Além disso, o SoC RTX Spark também equipará mini PCs.

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Prepare sua RTX: Gears of War: E-Day chegará com DLSS 4.5 e Ray Tracing

Com lançamento marcado para 6 de outubro, Gears of Wars: E-Day chega seis anos depois do último game principal, trazendo uma história que se passa antes de todos. Feito na Unreal Engine 5.8, o game terá suporte ao DLSS 4.5 e Ray Tracing em parceria com a NVIDIA, prometendo entregar ainda mais qualidade gráfica e desempenho em hardware compatível.

O jogo da The Coalition faz uso de Lumen para iluminação global e oclusão de ambiente e de MegaLights para as sombras, tudo por Ray Tracing. Aproveitando o motor gráfico da Epic Games, o game faz uso ainda de Nanite para aumentar os detalhes dos objetos em até 100x mais do que Gears 5. Gears of War: E-Day promete entregar ainda cenários destrutíveis, muitas partículas e efeitos volumétricos de ponta.

Tudo isso, como é de se esperar, promete ser pesado na placa de vídeo, seja uma GeForce ou Radeon. Porém donos de uma RTX terão disponível o DLSS 4.5, que funciona em sua capacidade máxima com uma GeForce RTX 50. Além do upscaling tradicional, o título terá suporte ao gerador de múltiplos quadros dinâmico, que ajusta o multiplicador para alcançar a taxa de FPS desejável.

Gears of War: E-Day exige GPUs modernas

Os requisitos de sistema recomendados de Gears of War: E-Day listam as placas de vídeo de entrada da atual geração, algo que não costumamos ver com frequência, embora existam GPUs mais antigas como sugestões equivalentes também.

Requisito recomendado para rodar Gears of War: E-Day
Processador AMD Ryzen 5 5600 ou Intel i5-11600K
Placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 5060 / RTX 3060ti / AMD Radeon RX 6700 XT / RX 9060 XT ou Intel B580
Memória 16 GB de RAM
Armazenamento 130 GB de SSD
Sistema operacional Windows 11 22H2 ou mais recente

E sobre Gears of War: E-Day em si, a The Coalition promete ação mais ágil e um "salto" de qualidade.

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Acer lança notebook Predator Helios com quase 100 GB de memória RAM

O mercado brasileiro não costuma receber todas as melhores configurações possíveis de notebooks como lá fora. De qualquer forma, a Acer está lançando globalmente a nova versão de seu modelo topo de linha, o Predator Helios 18 AI, com uma revisão nas especificações, com destaque para a gigantesca quantidade de 96 GB de RAM e 2 TB de SSD.

Chips de memória, sejam RAM ou SSD, estão muito caros atualmente por conta da atual crise da indústria de hardware, mas a Acer não poupou em nenhum deles nesse notebook. Junto do atual melhor processador mobile da Intel e da GPU topo de linha da NVIDIA, esse notebook sai por nada menos que £ 4,999.99, cerca de R$ 34.000 na cotação atual, um pouco mais que o preço de um ASUS ROG Strix Scar G16 com RTX 5070 Ti, U9 275HX, 32 GB e 1 TB.

Especificações do novo Acer Predator Helios 18 AI

Essa máquina é equipada com o monstruoso processador Intel Core Ultra 9 290HX Plus de 24 núcleos, capaz de atingir até 5,50 GHz, e conta com uma NPU dedicada para acelerar tarefas de IA com desempenho de 13 TOPS. Na parte gráfica, o notebook ostenta a poderosa GPU NVIDIA GeForce RTX 5090 com robustos 24 GB de memória de vídeo GDDR7 dedicada e consumo máximo de até 175 W.

Toda essa potência é exibida em uma imponente tela IPS Mini LED de 18 polegadas com resolução WQUXGA (3840 x 2400) na proporção 16:10. O painel entrega excelente fluidez com taxa de atualização de 120 Hz, além de tecnologia antirreflexo ComfyView e certificação Eyesafe para maior conforto visual.

O armazenamento é dividido em um SSD PCIe NVMe 5.0 superveloz de 1 TB e outro SSD PCIe NVMe 4.0 também de 1 TB. O sistema de som conta com 6 alto-falantes e a conectividade sem fio fica por conta da tecnologia de ponta Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4. No quesito conexões físicas, há duas portas USB-C, três USB-A, saída HDMI e porta de rede RJ-45, tudo alimentado por uma fonte de 400 W.

O design desse novo Acer Predator Helios se parece com o do modelo de 16 polegadas já disponível no Brasil, com uma RTX 5070 Ti e Core Ultra 9 290HX Plus, que já testamos e teremos review em breve.

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Monte seu próprio Steam Machine: Valve libera SteamOS para PCs

Garantir um Steam Machine não será uma tarefa fácil por conta do sistema de reserva aleatório e também porque o Brasil não é um mercado explorado pela Valve a nível de hardware. Mas não fique triste, já que seu próprio PC pode se tornar um Steam Machine com a nova versão do SteamOS.

No FAQ da Valve, mais especificamente um trecho da resposta à última pergunta, a dona do Steam Machine diz que SteamOS 3.8 já pode ser instalado em qualquer PC com uma placa de vídeo da AMD:

"Continuamos trabalhando para permitir que o SteamOS seja usado em mais hardware além do nosso. Inclusive, com a recém-lançada versão 3.8 do SteamOS, você pode usar o mesmo código e sistema operacional da Steam Machine no seu próprio PC de sala de estar, usando os componentes que desejar. No momento, o SteamOS é compatível apenas com placas de vídeo AMD, mas estamos trabalhando para expandir a compatibilidade no futuro.

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PC com SteamOS será um Steam Machine, mas não completamente

O engenheiro da Valve, Pierre-Loup Griffais, disse ao The Verge que é possível ter "uma experiência que é muito similar ao Steam Deck no dock ou um Steam Machine, com uma condição". Essa "condição" não foi detalhada, mas é possível imaginar que se trata do casamento entre hardware (que é customizado) e sistema feito pela própria Valve.

Steam Machine é o maior foco da Valve com o SteamOS (Imagem: Valve/Reprodução)

Aparentemente, o sistema não funciona em dual boot, segundo o engenheiro da Valve. Ou seja, o SSD do seu próprio Steam Machine precisaria ter somente o SteamOS instalado. Além disso, a Valve disse que está trabalhando com a NVIDIA para que a compatibilidade seja expandida para as GeForce RTX.

Os preços do Steam Machine começam em US$ 1.049 e vão até US$ 1.428. Nessa faixa de preço, é possível comprar ou até montar PCs consideravelmente melhores, principalmente no quesito placa de vídeo, sendo possível adicionar uma RX 9060 XT de 16 GB, ou uma RTX 5060. Claro, isso em mercados como o americano e europeu.

Para piorar a situação do mini PC da Valve, por conta da atual crise de memória RAM, o Steam Machine está equipado com somente um pente de 8 GB de memória DDR5. A empresa afirmou que, no futuro e se possível, a máquina chegará com dois pentes, somando 16 GB.

Leia a matéria no Canaltech.

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Steam Machine: Valve revela o pesadelo de engenharia por trás do novo console

O Steam Machine finalmente ganhou preços, data de lançamento e reviews internet afora. O novo hardware da Valve é pequeno, já que a ideia é realmente ser um mini PC para a sala. Projetos como esse precisam de um design de arrefecimento eficiente, e a dona do Steam teve trabalho até chegar ao projeto final.

O maior desafio de mini PCs é lidar com a geração de calor no interior, já que as peças estão muito mais próximas umas das outras em relação a um gabinete até mesmo mid tower. Apesar de desafiador, a Valve resolveu a questão com um dissipador enorme e uma fan padrão de 120 mm.

"Na verdade, as coisas variam; a CPU é alta, a GPU é ainda mais alta, a placa-mãe se curva e o módulo térmico apresenta tolerâncias; portanto, conseguir que o projeto tivesse flexibilidade suficiente nos pontos certos para acomodar todas essas tolerâncias foi, de longe, o maior desafio que tivemos de superar", disse Yazan Aldehayyat, engenheiro da Valve, ao Tom's Hardware.

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Design permite o Steam Machine operar silenciosamente

Esse design foi pensado para que os principais componentes, e aqueles que mais geram calor, CPU e GPU, conseguissem ser refrigerados dependendo da necessidade individual de cada um e de forma intercalada.

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"Então, se a CPU não estiver utilizando toda a capacidade térmica (do cooler), a GPU pode usar essa margem; ou, se a GPU não estiver utilizando tudo, a CPU pode compartilhar essa margem", explica o engenheiro.

Ao superar todo esse desafio, o engenheiro da Valve afirma que eles conseguiram chegar ao design "mais compacto, custo-benefício" e também "o mais quieto". Com somente uma ventoinha de 120 mm soprando em cima de tudo, foi possível deixá-la com baixa rotação, permitindo que o Steam Machine opere de forma silenciosa.

Os diferentes conteúdos pela internet mostram que a manutenção do Steam Machine é relativamente fácil, com acesso ao SSD de forma simplificada. Complicado será só na hora de um upgrade de memória RAM, já que é preciso retirar todo o dissipador com a fan. Mas como esse componente está super caro, principalmente DDR5, poucos devem se aventurar nisso.

O Steam Machine chega ao mercado global ainda em junho, com preço inicial passando de US$ 1.000 e nenhuma previsão de vendas por aqui.

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Memória RAM pode ficar até 50% mais cara a cada 3 meses; preço só cai em 2028

As estimativas para a situação do segmento de memória RAM são as piores possíveis. Embora os preços tenham se estabilizado recentemente, o aumento ainda não acabou e ele promete ser severo nos próximos meses. Um novo levantamento aponta que as memórias continuarão encarecendo trimestre a trimestre entre 30% e 50%.

A empresa de pesquisa de mercado, Jefferies, ouviu um analista sobre o assunto, e a perspectiva dessa pessoa não é nada animadora. Segundo as informações, os preços devem aumentar entre 40% e 50% em comparação com o trimestre anterior. Já olhando para o último trimestre do ano, o aumento fica entre 30% e 40%.

A situação ainda continuará ruim por todo 2027. As projeções são para um aumento geral de mais de 40% no próximo ano, em relação a 2026. A situação deve começar a amenizar somente em 2028, quando deve haver uma queda entre 15% e 20%, bem menos do que o encarecimento acumulado até lá, de acordo com as estimativas.

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Situação pode melhorar antes se a China acelerar

Somente em 2028 é que a capacidade de produção de chips de memória das fabricantes estaria condizente com a demanda. Atualmente, existe um desequilíbrio, já que as fábricas não estão dando conta da demanda dos data centers, ao mesmo tempo em que tentam abastecer o mercado de consumo também, gerando escassez e consequente encarecimento.

If it really plays out like this… lol, that would be amazing.

Jefferies held an expert call with a memory consultant, and according to this expert, memory prices are expected to rise 40–50% QoQ in 3Q26, followed by another 30–40% QoQ increase in 4Q26.

This is significantly… pic.twitter.com/hgXhI7wPjG

— Jukan (@jukan05) June 22, 2026

Existe a possibilidade, embora ainda remota, de a crise amenizar ainda em 2027 e isso depende da China. O país tem aumentado suas capacidades de fabricar memória DDR5, preenchendo a lacuna deixada pelo trio principal: Samsung, SK hynix e Micron. Já existe até mesmo uma marca grande, Corsair, adotando módulos chineses.

Essa chance seria remota, porque a China ainda está atrasada em termos de tecnologia em comparação com grandes players do mercado. Por isso, o impacto do maior país asiático seria sentido em 2028, é o que acredita o analista.

Essas previsões apocalípticas não vêm somente de analistas e especialistas do ramo. A própria indústria tem apontado para isso. A AMD já falou que as coisas só pioram até 2028, e a TeamGroup, uma das grandes marcas de memória RAM e SSD, também já disse que tudo vai ficar mais caro.

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Epic Games Store prepara novo launcher e promete resolver maior problema da loja

A Epic Games luta contra ela mesmo para entregar um launcher a altura do rival Steam. Porém a dona do Fortnite trabalha na versão 2.0, é o que aponta um vazamento. O novo launcher promete ser até 6,5x mais rápido, terá toda a interface reformulada, navegação melhorada, entre outras mudanças. Algumas melhorias já começam a chegar ainda em 2026.

Segundo uma apresentação vazada (que pode ser revelada oficialmente depois), a nova fase do launcher da Epic Games começa com o lançamento do beta privado, que trará a possibilidade de se registrar previamente para jogos gratuitos, reformulação da loja com navegação melhorada, melhorias no gerenciamento da biblioteca, entre outras mudanças.

Mudanças básicas vem com a versão 2.0 do launcher

Algumas coisas básicas como review escrito dos jogadores, perfis de jogadores, busca por jogos melhorados e ajustes gerais à loja e launcher em si vem depois, com o lançamento da versão pública do Epic Games Store 2.0. A apresentação sinaliza que o maior foco está em refazer o design da loja, com páginas de descoberta de jogos de forma personalizada, página de jogos mais dinâmicas, com seções de comunidade, história e mais.

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Epic Games Store roadmap for 2026 and more screenshots of launcher rebuild
by u/ImAnthlon in EpicGamesPC

Em relação às atualizações de jogos, a Epic promete que seu novo launcher terá as notas de patches bem visível para que o jogador não precise sair da página do jogo, algo que nem o Steam faz. No caso do launcher da Valve, é preciso ir atrás de um link específico para ter acesso às notas de atualizações do game.

A Epic também tocou no assunto de performance, um dos mais importantes considerando o estado atual de seu launcher, que é consideravelmente mais lento que o Steam. A dona do Fortnite promete velocidade 5x maior na hora de abrir o aplicativo pela primeira vez, e 6,5x mais rápido na hora de abrir a loja minimizada na barra de tarefas.

A publicação no Reddit mostra algumas imagens com as mudanças, nos dando uma ideia do que esperar para a versão 2.0 do launcher da Epic. O fato é que a empresa tem tido muito trabalho para tornar sua plataforma mais interessante, principalmente diante do Steam, e já reconheceu que seu launcher é "péssimo".

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Novo Asus ROG Strix Scar 18 chega com tela de 1.600 nits e preço astronômico

Entre as grandes marcas de notebooks, a ASUS é uma das entusiastas com modelos de altíssimo nível. Um exemplo disso é o novo ROG Strix Scar 18 lançado recentemente. Com hardware de ponta que faria um PC desktop ficar com inveja, operando a 320W e tela com brilho de até 1.600 nits, essa máquina custa nada menos do que £ 5.299 em sua configuração máxima, o equivalente a R$ 36.000 sem taxas. O modelo do ano passado já custava esse valor por aqui, imagina esse novo.

A nova versão do notebook topo de linha da ASUS vem equipado com um Intel Core Ultra 9 290HX Plus, o processador mobile mais potente do Time Azul, que oferece 24 núcleos com boost de até 5,5 GHz e 36 MB de cache L3 (Smart Cache). O par para essa CPU pode ser tanto uma NVIDIA GeForce RTX 5080, quanto uma RTX 5090. Além disso, a máquina conta até 64 GB de memória RAM LPDDR5X e 2 TB de SSD NVMe PCIe 4.0.

Hardware entusiasta não é acompanhado por tela OLED

A ASUS não poupou na potência desse notebook. Ele entrega 320W, sem limitação na CPU e GPU para que o usuário tenha o máximo de performance possível. Isso corresponde a 50% mais tensão para o processador em relação ao modelo do ano passado. Os chips gráficos têm capacidade máxima de 175W quando necessário, já o U9 290HX Plus pode chegar a 200W.

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Saindo do hardware, o ROG Strix Scar 18 usa um painel Mini LED com resolução 4K e taxa de atualização de imagem de 240 Hz. Com os ajustes da ASUS (ROG Nebula ELMB), é possível ter brilho de 1.600 nits no modo HDR. Toda essa tecnologia é exibida em uma tela de 18 polegadas, por isso esse modelo é um verdadeiro tanque. Bem, mais ou menos. Medindo 2,35 cm de espessura e 3,70 kg, ele é até leve e realmente fino para um notebook com configuração tão parruda.

No momento, não existe previsão para a chegada desse notebook no Brasil. Normalmente, nosso mercado não recebe produtos desse nível por conta do custo super elevado, independentemente da marca, mas a ASUS trouxe o equivalente a esse modelo no ano passado.

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