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Google Meet ganha função no iPhone que o FaceTime já tinha desde 2021

O Google Meet agora permite que usuários de iPhone participem de reuniões pelo navegador Safari, sem a necessidade de instalar o aplicativo ou o Gmail. O recurso começou a ser liberado na terça-feira (23) e está chegando de forma gradual para usuários do Google Workspace e também para contas pessoais. A atualização pode levar mais de 15 dias até ficar disponível para todos.

Com a atualização, o Google remove uma das principais barreiras do serviço no iOS, que era a necessidade de instalar um app para algo simples como entrar em uma reunião. Agora, qualquer pessoa com um link pode acessar pelo navegador, colocar o nome e pedir para participar, mesmo sem conta Google. A mudança aproxima o Meet da experiência do FaceTime, que desde o iOS 15 já permite entrar em chamadas pelo navegador. 

A função também facilita o convite de participantes externos, especialmente em reuniões rápidas ou pontuais. Além disso, o sistema mantém o fluxo tradicional de permissões de segurança, como acesso à câmera e ao microfone, antes de liberar a entrada na chamada.

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Logo do Safari
Usuários do iPhone agora podem acessar o Google Meet pelo navegador Safari. (Imagem: Mariia Shalabaieva/Unsplash)

Como acessar o Google Meet pelo Safari?

O acesso ao Google Meet no iOS foi simplificado para funcionar de forma automática. Os usuários de iPhone ou iPad que não tenham o aplicativo instalado serão redirecionados para o Safari ao clicar em um link de reunião.

Ao abrir o link no navegador, o participante pode apenas digitar seu nome (ou fazer login, se preferir), permitir o uso da câmera e do microfone e, em seguida, tocar em “Pedir para participar”. O anfitrião da reunião precisa aprovar a entrada, como já acontece no fluxo tradicional do Meet.

Além disso, será possível acessar as reuniões usando navegadores de terceiros no iOS, não apenas o Safari, e o recurso também funcionará em iPads. Também vale ressaltar que não há controles de administrador para gerenciar esse recurso no Workspace, ou seja, a funcionalidade será ativada automaticamente sem que a empresa possa bloqueá-la ou gerenciá-la.

Se você gostou do texto, talvez também se interesse por conferir 5 ótimas dicas para usar e dominar o Google Meet.

Leia a matéria no Canaltech.

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App de mensagens do Google ganha opção de customização antes restrito à Samsung

O Google começou a liberar uma nova opção de personalização no Google Mensagens para colocar papéis de parede nas conversas. A novidade, que era um dos recursos mais conhecidos do Samsung Messages, está chegando aos poucos e, por enquanto, só pode ser usada por um pequeno grupo de usuários da versão beta do aplicativo. Ainda não há previsão de quando a função será liberada para todos.

O recurso permite escolher um papel de parede para cada conversa usando imagens de categorias, como Animais, Paisagens, Arquitetura, Macro, Preto e Branco e Paisagens Urbanas, ou fotos salvas na galeria do celular.

A chegada da função acontece em um momento oportuno, já que o Samsung Messages será descontinuado no próximo mês. Com a atualização, a opção “Alterar cores” passa a se chamar “Tema do chat”, que reúne as ferramentas de personalização em um só lugar. O plano de fundo escolhido aparece apenas para quem o configurou, sem alterar a visualização da outra pessoa na conversa.

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Os primeiros relatos sobre a novidade apareceram nas redes sociais. No Telegram, o usuário Pintu Patra compartilhou capturas de tela do recurso no grupo GApps Leaks após identificar a novidade em um smartphone Pixel.

Já no Reddit, o usuário Stevenmc8602 publicou detalhes da atualização no fórum r/GoogleMessages, afirmando que percebeu a chegada da função após notar um “ponto vermelho” de notificação no menu do aplicativo.

App do Google Mensagens
Google Mensagens começou a testar papéis de parede personalizados para conversas. (Imagem: João Melo/Canaltech)

Quem tem acesso aos papéis de parede personalizados?

Até o momento, os papéis de parede personalizados estão disponíveis apenas para uma parcela limitada dos participantes do programa beta do Google Mensagens. Mesmo entre os testadores, a distribuição está desigual, já que diversos usuários com a versão beta instalada afirmam não ter recebido a novidade.

Embora referências à função tenham sido identificadas em análises do código do aplicativo ainda em abril, o Google não confirmou quando a personalização chegará à versão estável do Google Mensagens.

Se você cansou do visual do Samsung, veja como alterar o tema da One UI.

Leia a matéria no Canaltech.

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8 prompts do ChatGPT e Gemini para criar fotos suas na Copa do Mundo

Essa é a primeira Copa do Mundo em que é possível usar a inteligência artificial para criar experiências visuais altamente realistas de você no estádio, como jogador, torcedor ou até protagonista da partida. Antes, em 2022, a IA já existia, mas ainda não tinha a capacidade de gerar imagens hiper-realistas no nível de qualidade como vemos hoje.

Para isso, basta enviar uma foto de referência e usar comandos detalhados para guiar a IA. Quanto mais informações sobre estilo, iluminação e cenário, mais realista fica o resultado.

8 comandos para criar fotos na Copa do Mundo

Veja 8 comandos para criar fotos suas na Copa do Mundo 2026:

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  1. Na arquibancada
  2. Com a taça da vitória
  3. Transmissão ao vivo
  4. No gramado
  5. Coletiva de imprensa
  6. Capa de revista esportiva
  7. Boneco colecionável da Copa
  8. Figurinha da Copa

1. Na arquibancada

Aqui a ideia é te colocar no meio da torcida como se você estivesse assistindo a um jogo ao vivo da Seleção Brasileira. Nada de pose forçada, o foco é capturar um momento natural, com bandeiras, luzes do estádio e aquela atmosfera de transmissão esportiva.

Exemplo de prompt:

“Use a foto enviada como referência, preservando totalmente a identidade e características faciais da pessoa. Crie uma cena hiper-realista estilo transmissão esportiva ao vivo em um jogo da Seleção Brasileira, com a pessoa na arquibancada, expressão natural e espontânea, sem posar ou olhar para a câmera. Ao redor, torcedores com camisetas do Brasil, bandeiras e ambiente realista de estádio. Iluminação autêntica de evento esportivo, com leve granulação, motion blur sutil e estética de TV em alta definição. Enquadramento 16:9, estilo documental e fotojornalístico, com aparência de registro real de transmissão ao vivo.”

Você no meio da torcida
Você pode criar uma foto no meio da torcida, como se estivesse assistindo a um jogo da Seleção Brasileira em um estádio lotado. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)

2. Com a taça da vitória

Esse é o cenário da conquista. Você aparece no gramado da final da Copa de 2026, levantando o troféu com a camisa da Seleção, cercado por confetes e flashes de fotógrafos.

Exemplo de prompt:

“Use a foto enviada como referência, preservando totalmente a identidade e características faciais da pessoa. Crie uma imagem hiper-realista em proporção 4:5 da final da Copa do Mundo de 2026, com a pessoa usando a camisa da Seleção Brasileira, no gramado, levantando a taça em celebração. Estádio lotado, confetes amarelos e verdes, flashes de fotógrafos e iluminação de transmissão esportiva. Estilo fotojornalístico, lente 85 mm, aparência natural e extremamente realista.”

Você com a taça do jogo
É possível gerar uma foto sua com a taça nas mãos, simulando a vitória do Brasil. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)

3. Transmissão ao vivo

Aqui o objetivo é simular uma câmera de TV internacional registrando sua reação durante um momento decisivo do jogo.

Exemplo de prompt:

“Use a foto enviada como referência. Crie uma imagem hiper-realista em proporção 4:5 como se uma câmera de TV tivesse registrado a pessoa durante um jogo da Copa do Mundo de 2026, em destaque na arquibancada reagindo a um gol do Brasil, vestindo a camisa da seleção brasileira. Estilo de transmissão ao vivo, enquadramento jornalístico, iluminação de estádio, profundidade de campo profissional e aparência de TV esportiva internacional.”

Sua reação durante o jogo
Você aparece em uma cena capturada por câmeras de TV durante um momento decisivo do jogo. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)

4. No gramado

Nesse cenário, você invade o campo após o apito final como se fosse um dos campeões. Pode aparecer com medalha no peito, segurando a bola da partida e cercado por fotógrafos e torcedores.

Exemplo de prompt:

“Use a foto como referência para criar uma imagem hiper-realista 4:5 da pessoa no gramado após a final da Copa do Mundo, vestindo a seleção brasileira, segurando a bola e com medalha de campeã. Estádio lotado, confetes caindo, torcedores comemorando e fotógrafos ao fundo. Estilo fotografia esportiva cinematográfica com iluminação dramática de estádio.”

Invade o campo no apito final
Dá para te colocar no campo após o apito final, celebrando como se tivesse vencido a Copa do Mundo. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)

5. Coletiva de imprensa

Com este prompt, você vira o centro das atenções em uma entrevista pós-jogo, sentado em uma mesa com microfones e fundo típico de coletiva da FIFA.

Exemplo de prompt:

“Use a foto enviada como referência para criar uma cena hiper-realista 4:5 de uma coletiva pós-final da Copa do Mundo, com a pessoa no centro usando a camisa do Brasil, cercada por microfones e câmeras, em um ambiente de imprensa esportiva com fundo genérico, estilo editorial premium e clima de vitória.”

Entrevista pós jogo
Você surge em uma entrevista pós-jogo, cercado por microfones e câmeras como o grande destaque da partida. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)

6. Capa de revista esportiva

Esse prompt transforma sua imagem em uma capa de revista esportiva fictícia, como se você tivesse sido o destaque da Copa de 2026.

Exemplo de prompt:

“Use a foto enviada como referência. Crie uma capa de revista esportiva fictícia 4:5 com essa pessoa em destaque após grande atuação do Brasil na Copa do Mundo de 2026, vestindo a camisa da seleção. Estilo hiper-realista, composição editorial premium, fundo de estádio e textos genéricos legíveis, sem marcas reais.”

Capa de revista
Também dá para transformar sua imagem em uma capa de revista esportiva. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)

7. Boneco colecionável da Copa

Aqui você vira um item de coleção. A IA cria a versão de um boneco baseado na sua aparência, dentro de uma embalagem estilizada de produto oficial da Copa.

Exemplo de prompt:

“Use a foto enviada como referência. Crie um boneco colecionável premium da Copa do Mundo de 2026 baseado nessa pessoa. O boneco aparece dentro de uma embalagem de colecionador, vestindo a camisa da Seleção Brasileira e com acessórios de futebol, como bola, chuteira etc. Estilo de fotografia de catálogo profissional, aparência hiper-realista e acabamento de produto premium em proporção 4:5.”

boneco colecionável da Copa
Você pode virar um boneco colecionável estilizado, dentro de uma embalagem premium inspirada na Copa do Mundo. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)

8. Figurinha da Copa

Esse é o clássico dos álbuns de futebol. Você aparece no formato de figurinha oficial, com nome, dados e o estilo visual típico das coleções da Copa do Mundo.

Exemplo de prompt:

“Remova a imagem do jogador e substitua pela pessoa da segunda foto. Mantenha a camisa da Seleção Brasileira e preserve o estilo, texturas, sombras e cores da figurinha original. Altere o nome para [SEU NOME] e insira nas informações: [DATA / ALTURA / PESO] e [SEU TIME]. Defina a equipe como BRAZIL. Preserve exatamente o mesmo estilo e tamanho da figurinha original, sem incluir logos oficiais.”

Figurinha da Copa
É possível criar sua própria figurinha no estilo dos álbuns oficiais da Copa do Mundo. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber como usar o Gemini para fazer uma foto com a camisa da Seleção.

Leia a matéria no Canaltech.

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Claude Tag: Nova IA vira "colega de trabalho" oficial no Slack

A Anthropic anunciou o Claude Tag, uma nova integração que transforma o Claude em um “colega de trabalho” dentro do Slack. Com isso, os usuários podem mencionar a IA usando @Claude para delegar tarefas, permitindo que ela acesse dados, ferramentas internas e repositórios de código. A novidade já está disponível em versão beta e é voltada para clientes dos planos Claude Enterprise e Team. 

Segundo a empresa, o recurso substitui o antigo app do Claude no Slack e faz parte de uma mudança mais ampla na forma como a IA é usada no ambiente corporativo, indo além de respostas pontuais para atuar como assistente contínuo de trabalho.

O Claude Tag utiliza o modelo Opus 4.8 e foi projetado para funcionar de forma mais integrada ao dia a dia das equipes. Ele consegue acompanhar conversas nos canais, manter contexto entre tarefas e executar ações de forma assíncrona, respondendo quando conclui o trabalho.

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Os administradores também podem controlar permissões, definir limites de uso e criar “identidades” diferentes da IA para áreas específicas da empresa, como engenharia ou vendas, além de gerenciar gastos e acessar logs detalhados de todas as ações realizadas pelo Claude, incluindo o registro do usuário que solicitou cada tarefa.

A Anthropic afirma ainda que organizações terão até 30 dias para migrar do antigo aplicativo para o novo sistema, com créditos iniciais para testes. A proposta é posicionar o Claude como um participante ativo das equipes, que consegue assumir desde tarefas técnicas até rotinas de suporte e análise de dados.

App Claude
A Anthropic lançou o Claude Tag, uma integração que transforma o Claude em um “colega de trabalho” no Slack. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

Como funciona o Claude Tag?

O funcionamento do Claude Tag se baseia na ideia de que a IA não é apenas um chatbot, mas um colaborador dentro do ambiente de trabalho. Ao ser mencionado com @Claude em um canal do Slack, o sistema interpreta a solicitação, quebra a tarefa em etapas e executa cada uma delas de forma sequencial.

Durante o processo, o Claude trabalha de maneira assíncrona. Ele pode levar minutos ou até mais tempo para concluir uma solicitação complexa e retornar na thread com o resultado. Isso permite que os usuários continuem outras atividades enquanto a IA trabalha em segundo plano.

O Claude pode acompanhar o histórico das conversas nos canais em que está ativo, o que reduz a necessidade de repetição de informações. Dependendo das permissões, ele pode acessar bases de dados e ferramentas conectadas para enriquecer suas respostas. A IA funciona de forma compartilhada, assim, qualquer membro do canal pode ver no que ela está trabalhando e retomar a conversa exatamente de onde a última pessoa parou.

O sistema também pode, quando autorizado, aprender automaticamente a partir de outros canais do Slack e de fontes de dados corporativas, com exceção de canais privados, ampliando seu contexto ao longo do tempo. Além disso, pode agendar tarefas para si mesmo e conduzir projetos de forma autônoma por horas ou até dias.

Também é possível enviar mensagens diretas (DMs) para o Claude. Nesses casos, ele responde de forma privada utilizando as ferramentas e conectores pessoais configurados pelo próprio usuário. Além disso, o sistema pode operar de forma proativa. Quando habilitado, ele identifica atualizações relevantes, acompanha tarefas pendentes e sugere ações em conversas que ficaram paradas.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber o que é o Claude Fable 5 e por que ele é tão polêmico.

Leia a matéria no Canaltech.

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Chrome ganha novos truques que vão fazer você economizar muito tempo

O Google Chrome recebeu uma atualização com novos recursos de preenchimento automático que tornam o navegador capaz de completar formulários usando dados de viagens, veículos e documentos pessoais. A novidade está sendo liberada gradualmente para usuários de Android, iOS e também na versão desktop.

O recurso funciona com o Google Wallet, que dá ao Chrome acesso a informações salvas na carteira digital, como passaporte, CNH, Known Traveler Number, números de viagem e dados de veículos, incluindo placa e VIN (Número do Chassi). Tudo isso pode ser preenchido automaticamente em formulários compatíveis, reduzindo a necessidade de digitação manual.

A função transforma o autofill em um sistema mais completo e inteligente. Se os dados já estiverem salvos no Google Wallet, o Chrome pode usá-los automaticamente ao detectar campos compatíveis. Caso o usuário insira essas informações pela primeira vez no navegador, será possível optar por salvá-las de forma segura para uso futuro.

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O Google reforça que o controle permanece totalmente com o usuário e que nenhum dado é salvo ou preenchido sem permissão explícita. As informações sensíveis são criptografadas e podem ser editadas ou removidas a qualquer momento nas configurações do Google Chrome ou do Google Wallet.

Além disso, os passes privados que armazenam dados pessoais sensíveis, como documentos de identidade, contam com controles próprios de gerenciamento.

Google Chrome
O Chrome ganha integração com o Google Wallet para preencher automaticamente dados de viagens, documentos e veículos em formulários. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)

Como usar o preenchimento automático no Chrome?

Para usar os novos recursos de preenchimento automático no Chrome, siga estes passos:

  1. Abra o Google Chrome;
  2. No ícone de três pontos, acesse as “Configurações”;
  3. Vá até a seção “Preenchimento automático e senhas”;
  4. Preencha os dados de endereço, pagamentos, viagens e outros;
  5. Em “Configurações de preenchimento automático”, marque a opção “Preenchimento automático aprimorado”.

Para que o Chrome consiga usar as informações do Google Wallet, como os detalhes de uma viagem ou a placa e o chassi (VIN) de um carro, o recurso de preenchimento aprimorado deve estar ativado e os dados precisam estar salvos previamente no site wallet.google.com.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conhecer 6 navegadores que oferecem mais privacidade do que o Chrome.

Leia a matéria no Canaltech.

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Advogado de IA vence primeiro caso judicial e derrota advogados humanos

Um escritório de advocacia operado por inteligência artificial marcou um feito inédito no sistema judiciário britânico ao vencer seu primeiro caso em tribunal. A Garfield AI conseguiu recuperar £ 7.000 (cerca de R$ 45 mil) em pagamentos atrasados para Tamires Camal Taquidir, freelancer de Recursos Humanos no setor de hospitalidade, no Tribunal de Condado de Wandsworth. A decisão é considerada um marco para o uso de IA na área jurídica.

O caso, julgado em 14 de maio de 2026 e concluído em cerca de três horas, foi conduzido quase integralmente pela plataforma. A IA cuidou desde as notificações iniciais até a organização das provas e dos documentos apresentados no tribunal. Já a empresa devedora contou com uma equipe jurídica tradicional.

Tamires gastou cerca de £ 400 (cerca de R$ 2.369) com o serviço da Garfield AI e teve apoio de um advogado humano apenas na sustentação oral durante a audiência. Para os fundadores da empresa, o resultado mostra que a tecnologia pode tornar a cobrança de pequenas dívidas mais acessível.

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Segundo a Solicitors Regulation Authority (SRA), que autorizou a operação da empresa em 2025, o objetivo é justamente ampliar o acesso à justiça para pequenos negócios e profissionais autônomos. A expectativa é reduzir custos e simplificar processos que, muitas vezes, fazem os credores desistirem de buscar seus direitos.

Alguns profissionais questionam quem deve ser responsabilizado caso a IA cometa erros. O advogado David Enright, por exemplo, levantou essa preocupação ao perguntar: "Se você confia na IA e não em um advogado, de quem você reclama quando as coisas derem errado?".

Há também quem argumente que, apesar dos avanços, os sistemas atuais ainda não conseguem analisar situações complexas ou identificar oportunidades jurídicas menos óbvias com a mesma flexibilidade de um profissional experiente.

Por outro lado, o cofundador e CTO da Garfield AI, Daniel Long, afirma que a ferramenta “não se trata de truques ou de substituir advogados”, mas sim de dar poder a pessoas comuns e pequenas empresas para fazerem valer seus direitos quando a via tradicional seria “lenta, cara ou complexa demais”.

Robô aperta mão humana
IA jurídica da Garfield AI vence primeiro caso no Reino Unido, recupera £7 mil em dívidas e gera debate sobre o futuro da advocacia. (Imagem: Reprodução/Freepik/rawpixel.com)

Garfield AI é o primeiro escritório de advocacia operado por IA

A Garfield AI se tornou o primeiro escritório de advocacia regulamentado no Reino Unido a usar inteligência artificial no atendimento, atuando principalmente em pequenas causas e na cobrança de dívidas. A plataforma foi autorizada pela Solicitors Regulation Authority (SRA) em 2025, em um modelo que permite o uso de IA para automatizar etapas do processo jurídico, mas sob supervisão humana.

A aprovação, porém, não foi imediata. O processo levou cerca de oito meses e envolveu uma série de avaliações da SRA, que concentrou grande parte das análises em evitar as chamadas "alucinações" da IA — quando o sistema gera informações ou citações incorretas. O objetivo era garantir que a automação não comprometesse a proteção dos consumidores nem a confiabilidade dos serviços jurídicos.

O sistema auxilia na produção de documentos, organização de provas e condução do processo até a fase de julgamento. Apesar da automação, o modelo não é totalmente independente, há validações do usuário e participação de profissionais humanos em etapas específicas, especialmente na sustentação oral em tribunal.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir 10 profissões que a inteligência artificial pode substituir nos próximos anos.

Leia a matéria no Canaltech.

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Segundo beta do iOS 27 está liberado; veja o que muda na versão

A Apple liberou nesta semana o segundo beta do iOS 27 para desenvolvedores registrados. Identificada pelo build 24A5370h, a atualização traz refinamentos para a Apple Intelligence, amplia recursos do Mensagens e adiciona novas funções para acessórios e serviços da empresa. 

Entre as principais novidades está o novo recurso Write with Siri, que substitui o antigo Writing Tools e funciona sobre o teclado. A ferramenta permite criar, revisar e reescrever textos usando linguagem natural, além de mostrar as mudanças em uma comparação entre a versão original e a editada.

O campo de comando do Write with Siri aparece a partir da Dynamic Island e, se o usuário simplesmente começar a digitar, o aviso acima do teclado encolhe e vira apenas um pequeno ícone.

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Também é possível usar o recurso por voz, sem precisar tocar em botões, graças à nova capacidade da Siri de entender o que está sendo exibido na tela. Além disso, a prévia da Voz Expressiva da Siri agora mostra as opções de Ritmo e Expressividade como recursos que chegarão em atualizações futuras.

O beta 2 também expande o suporte ao protocolo RCS no aplicativo Mensagens, adicionando reações e respostas em linha. Outra novidade é a chegada do Apple Wallet Insights para usuários dos Estados Unidos, com visualizações de gastos e transações recorrentes.

Além disso, o Beta 2 corrige um problema que impedia a instalação de novos firmwares nos AirPods Max 2. A atualização também permite atualizar a Apple TV 4K de forma remota pelo app Casa e melhora a estabilidade do iPhone Mirroring no macOS 27 Golden Gate, com ajustes no redimensionamento de apps e no retorno automático das janelas ao tamanho original do iPhone.

O iOS 27 é compatível com iPhone 11 e modelos posteriores, mas os recursos avançados da Apple Intelligence exigem aparelhos mais recentes. Por se tratar de uma versão de testes, instabilidades e maior consumo de bateria ainda podem ocorrer.

iPhone 16E
A Apple liberou o segundo beta do iOS 27 para desenvolvedores. (Imagem: Matheus Melo/ Canaltech)

Como baixar o segundo beta do iOS 27?

A versão já pode ser instalada por quem participa do programa de desenvolvedores:

  1. Acesse “Ajustes”;
  2. Vá em “Geral”;
  3. Toque em “Atualização de Software”.

Quando o beta público do iOS 27 será liberado?

Segundo o cronograma da Apple, a primeira versão beta pública do iOS 27 será disponibilizada em julho de 2026. Até lá, o sistema permanece exclusivo para desenvolvedores cadastrados.

A versão final do sistema continua prevista para setembro, período em que a empresa também deve apresentar sua nova geração de iPhones.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por entender como funciona a integração do ChatGPT com o Apple Intelligence.

Leia a matéria no Canaltech.

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Como transformar uma ideia em roteiro de vídeo com a ajuda da IA

Você já teve uma boa ideia para um vídeo, mas travou na hora de montar o roteiro? Isso acontece com muitas pessoas. Às vezes, o tema já está definido e você sabe mais ou menos o que quer dizer, mas falta organizar as ideias de um jeito que faça sentido para quem vai assistir.

A inteligência artificial pode ajudar a organizar ideias, sugerir abordagens, criar ganchos e montar a estrutura do vídeo. Mas, para isso funcionar bem, ela precisa receber instruções claras.

Neste guia, você verá um método prático para transformar uma ideia solta em um roteiro pronto para gravação.

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A seguir, veja como:

  • Transforme a ideia em briefing
  • Encontre o melhor ângulo com a ajuda da IA
  • Defina a estrutura antes de escrever o roteiro
  • Use um prompt mestre para gerar o primeiro roteiro
  • Refine o gancho, o ritmo e a linguagem
  • Peça exemplos, analogias e cenas de apoio
  • O que checar antes de gravar?
  • Adapte o roteiro para diferentes plataformas
  • Faça a versão final “pronta para gravar”
  • Exemplo prático: da ideia ao roteiro

Transforme a ideia em briefing

O erro mais comum ao usar IA para criar roteiros é fazer pedidos genéricos, como “faça um roteiro sobre IA para estudar.”. Embora pareça um comando simples, ele oferece pouca informação e, por isso, a IA costuma responder com conteúdos amplos, previsíveis e pouco alinhados ao público real.

O ideal é começar criando um briefing com cinco elementos fundamentais:

  1. Tema;
  2. Público-alvo;
  3. Objetivo do vídeo;
  4. Plataforma;
  5. Duração aproximada.

O briefing serve como base do roteiro. Sem essas informações, a IA pode até gerar um texto bem-organizado, mas terá mais dificuldade para criar um conteúdo alinhado ao público, ao objetivo do vídeo e ao estilo do criador. Veja um exemplo prático:

Ideia solta:

“Quero fazer um vídeo sobre como usar IA para estudar melhor.”

Briefing melhor:

“Quero criar um vídeo para YouTube, de 6 a 8 minutos, para estudantes universitários que querem usar IA para revisar conteúdo sem copiar respostas prontas. O objetivo é ensinar um método prático, com exemplos de prompts e alertas sobre erros comuns.”

Encontre o melhor ângulo com a ajuda da IA

Com o briefing pronto, é hora de definir o foco do vídeo. Isso faz diferença porque temas amplos costumam resultar em conteúdos genéricos. Por exemplo, "IA para estudar melhor" pode seguir vários caminhos. Já "como usar IA para revisar uma prova sem virar dependente dela" deixa mais claro qual problema será resolvido e o que o público vai aprender.

Antes de pedir que a IA escreva o roteiro completo, vale a pena explorar algumas possibilidades. Você pode pedir diferentes abordagens para o mesmo tema e comparar as sugestões, o que ajuda a encontrar um caminho mais interessante para o público e evita ficar preso à primeira ideia que aparecer.

Exemplo de prompt:

“Com base neste briefing, sugira 5 ângulos possíveis para o vídeo.

Para cada ângulo, traga:

1. promessa principal;

2. público mais interessado;

3. risco de ficar genérico;

4. título provisório;

5. por que esse ângulo pode funcionar no YouTube.”

Apps de IA no celular
A IA pode ajudar a transformar ideias em roteiros de vídeo. (Imagem: João Melo/Canaltech)

Defina a estrutura antes de escrever o roteiro

Um erro comum é pedir o roteiro completo logo no começo. Antes disso, vale organizar a estrutura do vídeo. Pense na ordem dos blocos, como:

  • Abertura;
  • Apresentação do problema;
  • Desenvolvimento;
  • Exemplos;
  • Conclusão;
  • Chamada para ação.

Com essa base, é mais fácil criar um roteiro que faça sentido do início ao fim. Por exemplo, essa organização ajuda a evitar vídeos que demoram para entrar no assunto ou que passam várias informações sem uma sequência clara.

No YouTube, isso é ainda mais importante, porque nos primeiros segundos a pessoa já decide se continua assistindo ou se sai do vídeo.

Exemplo de estrutura para pedir à IA:

“Crie uma estrutura de roteiro para um vídeo de 7 minutos com:

- abertura com gancho;

- apresentação rápida do problema;

- 4 etapas práticas;

- exemplo aplicado;

- erros comuns;

- conclusão com chamada para ação.

Não escreva o roteiro completo ainda. Apenas organize a sequência e explique a função de cada bloco.”

Use um prompt mestre para gerar o primeiro roteiro

Depois de definir o briefing e a estrutura, é hora de pedir o roteiro. Um modelo reutilizável pode acelerar bastante esse processo, como o prompt mestre abaixo:

“Você é um roteirista especializado em vídeos para [PLATAFORMA].

Transforme o briefing abaixo em um roteiro de vídeo.

Briefing:

[TEMA]

[PÚBLICO-ALVO]

[OBJETIVO DO VÍDEO]

[DURAÇÃO ESTIMADA]

[TOM DE VOZ]

[FORMATO: tutorial, review, lista, opinião, explicativo etc.]

[PRINCIPAIS PONTOS QUE PRECISAM ENTRAR]

[O QUE EVITAR]

Crie um roteiro com:

1. gancho inicial de até 15 segundos;

2. introdução curta;

3. desenvolvimento em blocos;

4. exemplos práticos;

5. alertas ou erros comuns;

6. conclusão;

7. chamada para ação.

Use linguagem natural, frases fáceis de gravar em voz alta e indique sugestões visuais quando fizer sentido.”

Esse prompt funciona porque traz contexto, define o papel da IA, indica o formato esperado e ainda estabelece restrições claras. O campo “o que evitar” também é importante, porque ajuda a reduzir clichês, como “nos dias de hoje”, “a tecnologia está revolucionando tudo” e introduções longas que não chegam ao ponto principal.

Refine o gancho, o ritmo e a linguagem

O primeiro roteiro raramente é a versão final. Na maioria dos casos, a IA produz um texto correto, mas que ainda precisa de ajustes para soar natural e agradável de assistir.

Revise especialmente três pontos:

  1. O gancho promete algo claro?
  2. O ritmo combina com a plataforma?
  3. O texto parece uma conversa real?

Por exemplo, vídeos longos permitem mais contexto e desenvolvimento. Já Shorts, Reels e TikToks precisam de frases rápidas e foco em uma única ideia. Vale ressaltar que um bom gancho não precisa ser sensacionalista. Ele apenas precisa responder à pergunta que todo espectador faz: "Por que devo assistir isso?"

Um prompt de ajuste que você pode copiar e colar:

“Reescreva este roteiro para ficar mais natural em voz alta. Mantenha a ideia principal, corte frases genéricas e deixe o início mais direto. O vídeo será gravado por uma pessoa falando para a câmera, em tom didático e informal.”

Outro exemplo:

“Crie 5 opções de gancho para os primeiros 10 segundos. Cada opção deve apresentar uma tensão clara, evitar exageros e deixar evidente o benefício do vídeo.”

Peça exemplos, analogias e cenas de apoio

Uma das melhores formas de tornar um roteiro mais útil é adicionar exemplos, pois isso reduz a sensação de texto genérico e facilita a compreensão do público.

Exemplo de prompt:

“Inclua exemplos práticos para cada etapa do roteiro. Os exemplos devem ser realistas para [TIPO DE PÚBLICO]. Evite exemplos vagos. Mostre situações concretas de uso.”

Também vale pedir sugestões visuais:

“Sugira imagens, gravações de tela, cortes ou elementos visuais para acompanhar cada bloco do roteiro. Organize em duas colunas: trecho do roteiro e sugestão visual.”

O que checar antes de gravar?

Apesar de acelerar a criação, a IA tem limitações. Ela pode inventar informações, simplificar temas complexos, repetir clichês, fazer promessas exageradas ou deixar de lado detalhes importantes.

Por isso, todo roteiro precisa passar por revisão humana. Em temas técnicos, financeiros, jurídicos, médicos ou ligados à segurança digital, essa checagem precisa ser ainda mais cuidadosa.

Veja um prompt de revisão crítica:

“Revise este roteiro como editor crítico.

Aponte:

1. trechos genéricos;

2. afirmações que precisam de checagem;

3. promessas exageradas;

4. partes longas demais;

5. oportunidades de deixar o conteúdo mais útil.

Depois, sugira uma versão revisada.”

Apps de IA no celular
Com ajuda da IA, é possível planejar, escrever e ajustar roteiros de vídeo. (Imagem: Aerps.com/Unsplash)

Adapte o roteiro para diferentes plataformas

Um único roteiro pode dar origem a vários formatos. A IA pode ajudar a transformar um vídeo longo em Shorts, Reels, TikToks, cortes, carrosséis, descrições e títulos. Mas essa adaptação não deve ser focada só em encurtar o conteúdo.

Cada plataforma funciona de um jeito. No YouTube, por exemplo, os capítulos ajudam a organizar o vídeo e facilitam a navegação, enquanto uma boa descrição pode trazer contexto extra e complementar o que foi dito no conteúdo.

Prompt sugerido para adaptar roteiros para várias plataformas:

“A partir deste roteiro para YouTube, crie:

1. uma versão de até 60 segundos para Shorts;

2. três cortes possíveis de até 30 segundos;

3. uma descrição otimizada para o vídeo;

4. cinco sugestões de título;

5. uma lista de capítulos com timestamps estimados.”

Faça a versão final “pronta para gravar”

Antes de ligar a câmera, transforme o roteiro em um documento realmente utilizável. Algumas boas práticas incluem:

  • Dividir o texto em blocos curtos;
  • Marcar pausas naturais;
  • Destacar palavras-chave;
  • Indicar imagens de apoio;
  • Deixar o CTA claramente definido.

Lembre-se que “pronto para gravar” não significa perfeito. Significa apenas que o roteiro está claro, organizado e fácil de seguir durante a gravação.

Prompt para preparar roteiro para gravação:

“Formate este roteiro para gravação. Divida em blocos curtos, indique pausas naturais, destaque sugestões visuais e mantenha frases fáceis de falar. No final, inclua uma checklist do que revisar antes de gravar.”

Exemplo prático: da ideia ao roteiro

Veja a transformação de uma ideia em um roteiro pronto:

Ideia solta:

“Quero falar sobre IA para organizar rotina.”

Briefing melhor:

“Quero um vídeo de 6 minutos para YouTube, voltado a profissionais autônomos que se sentem sobrecarregados. O objetivo é mostrar como usar IA para transformar tarefas soltas em um plano semanal realista, sem prometer produtividade milagrosa.”

Ângulo escolhido:

“Como usar IA para organizar sua semana sem virar refém de listas infinitas.”

Trecho de roteiro gerado:

“Você já terminou o dia com a sensação de que trabalhou muito, mas não avançou no que importava? A IA pode ajudar, mas não porque ela vai decidir sua vida por você. O melhor uso é transformar tarefas espalhadas em prioridades claras para a semana.”

A versão final ficou mais específica porque definiu melhor o público, o problema, a promessa e os limites da solução. Vale lembrar que a IA pode ajudar a encontrar ângulos, organizar ideias, construir estruturas, sugerir exemplos e adaptar formatos. Mas a direção continua sendo responsabilidade do criador.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir 4 apps para editar e gerar vídeos com IA que você precisa conhecer.

Leia a matéria no Canaltech.

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8 formas de assinar o Gemini mais barato ou de graça

Muita gente pensa no AI Pro quando fala em Gemini pago, mas a verdade é que o Google já tem uma opção mais acessível, o AI Plus, além de alguns caminhos que podem ajudar a gastar menos. Em alguns casos, dá até para aproveitar recursos avançados sem pagar nada por um tempo.

Também existe uma diferença importante entre usar o Gemini e assinar um plano com Gemini. Qualquer pessoa com uma Conta Google pode acessar a versão gratuita da IA. Já os planos pagos adicionam limites maiores, armazenamento em nuvem, recursos avançados e integrações extras com os serviços da empresa.

Vale esclarecer que esta lista não reúne “hacks” nem gambiarras. Todas as opções são oficiais e dependem de promoções, regras de elegibilidade ou benefícios institucionais.

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A seguir, confira:

  • 8 maneiras de pagar mais barato no Gemini
  • O que você precisa saber antes de tentar economizar no Gemini?
  • Vale a pena pagar pelo Gemini?

8 maneiras de pagar mais barato no Gemini

Veja 8 maneiras de pagar mais barato ou usar o Gemini de graça:

  1. Use o Gemini gratuito antes de pagar qualquer plano
  2. Assine o Google AI Plus em vez do AI Pro
  3. Divida o plano do Gemini com a família
  4. Resgate o Google AI Plus pelo Itaú
  5. Aproveite promoções em celulares Samsung
  6. Avalie se o Google AI Plus de 2 TB compensa
  7. Use alternativas educacionais pela faculdade ou universidade
  8. Considere pacotes com operadoras

1. Use o Gemini gratuito antes de pagar qualquer plano

Antes de assinar qualquer plano, vale testar a versão gratuita do Gemini. Para quem usa IA apenas para escrever textos simples, organizar ideias, resumir conteúdos leves ou tirar dúvidas do dia a dia, ela pode ser suficiente.

A principal vantagem é evitar pagar por limites e recursos que talvez nunca sejam utilizados. O Gemini gratuito não substitui o AI Plus ou o AI Pro para quem precisa de mais capacidade, Deep Research ou integrações avançadas, mas atende bem ao uso casual.

2. Assine o Google AI Plus em vez do AI Pro

Hoje, o Google AI Plus é o plano pago mais barato do Gemini disponível no Brasil. Ele custa R$ 24,99 por mês, oferece 400 GB de armazenamento e entrega limites maiores do que a versão gratuita, sendo uma opção interessante para quem quer acessar mais recursos sem gastar muito.

Já o Google AI Pro custa R$ 96,99 por mês e é voltado para usuários mais exigentes. Além de oferecer 5 TB de armazenamento, ele traz limites mais altos e recursos avançados que fazem mais sentido para quem usa IA com frequência ou precisa de maior capacidade.

Gemini
Existem formas de pagar menos pelo Gemini ou até usar a IA do Google de graça por um período. (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

3. Divida o plano do Gemini com a família

O Google permite compartilhar a assinatura do Google One com até cinco pessoas da família. Segundo a empresa, os benefícios, armazenamento e créditos de IA podem ser compartilhados, desde que os membros estejam no mesmo país do administrador.

Assim, um AI Plus de R$ 24,99 dividido entre seis pessoas teria um custo teórico de aproximadamente R$ 4,17 por pessoa. No AI Pro, que custa R$ 96,99 por mês, o valor cairia para cerca de R$ 16,17 por integrante.

Como o administrador controla o plano e alguns benefícios são compartilhados, o ideal é usar essa alternativa apenas com familiares ou pessoas de confiança.

4. Resgate o Google AI Plus pelo Itaú

Clientes elegíveis do Itaú podem conseguir até 12 meses de Google AI Plus sem custo adicional. O benefício aparece no programa Minhas Vantagens para pessoas físicas e também em Mais Vantagens para clientes PJ a partir do nível 3. O próprio banco informa uma economia de cerca de R$ 299.

Como a oferta pode depender do nível e do segmento da conta, nem todos os clientes necessariamente terão acesso. Para quem for elegível, pode ser uma das maneiras mais simples de usar o AI Plus por R$ 0 durante um ano.

5. Aproveite promoções em celulares Samsung

A Samsung oferece seis meses gratuitos de Google AI Pro para compradores de alguns aparelhos participantes. Nos Galaxy Z Fold7, Z Flip7 e Z Flip7 FE, por exemplo, a promoção vale para compras feitas entre 21 de julho de 2025 e 20 de junho de 2026, com resgate até 20 de julho de 2026.

Como o AI Pro custa R$ 96,99 por mês, os seis meses gratuitos representam uma economia de aproximadamente R$ 581,94. Mas a promoção deve ser vista como um bônus para quem já pretende comprar um dos aparelhos, e não como motivo principal para investir em um smartphone mais caro.

É importante se atentar à renovação automática. Segundo a própria Samsung, a cobrança mensal começa automaticamente após o fim do período promocional caso a assinatura não seja cancelada a tempo.

App Gemini
Clientes elegíveis do Itaú podem obter até 12 meses de Google AI Plus sem custo. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

6. Avalie se o Google AI Plus de 2 TB compensa

Quem já paga o armazenamento no Google One pode encontrar uma alternativa interessante no AI Plus de 2 TB. Na App Store aparecem as seguintes opções de:

  • Google AI Plus com 400 GB por R$ 24,99 por mês;
  • Google AI Plus com 2 TB por R$ 49,99 por mês;
  • Google AI Pro com 5 TB por R$ 96,90 por mês.

Se você já paga por armazenamento separado, talvez faça sentido migrar para um pacote com IA e nuvem no mesmo plano. Como os nomes e a disponibilidade podem variar conforme a conta, a plataforma e a loja utilizada, vale conferir no app do Google One ou do Gemini.

7. Use alternativas educacionais pela faculdade ou universidade

A oferta gratuita individual para estudantes no Brasil terminou em outubro de 2025, mas ainda existem caminhos institucionais. Por exemplo, as universidades e escolas que utilizam Google Workspace for Education podem disponibilizar o Gemini for Education, NotebookLM e Gemini na Sala de Aula para os alunos.

Além disso, existem licenças educacionais específicas para instituições. Por isso, os estudantes e professores podem procurar a secretaria, o setor de TI ou o portal acadêmico para descobrir se a instituição oferece acesso ao Gemini.

8. Considere pacotes com operadoras

Uma das formas de ter acesso ao Gemini mais barato é aproveitar as parcerias com operadoras de celular. No Brasil, os clientes da Vivo Controle, Controle, Pós-pago, Fibra e Vivo Total tem acesso liberado ao Google AI Plus.

Dependendo do plano contratado, o acesso pode ser gratuito por 6 ou até 12 meses. Após esse período, a assinatura é renovada por um valor reduzido em comparação à contratação direta pelo Google.

Além do acesso ao Gemini com recursos avançados, a parceria inclui armazenamento em nuvem expandido (400 GB) e integração com outras ferramentas, como NotebookLM e Deep Research.

App Gemini
A Vivo Empresas oferece pacotes com Google Workspace e Gemini incluídos a partir de R$ 49 por usuário ao mês. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

O que você precisa saber antes de tentar economizar no Gemini?

Nem toda promoção é uma boa oportunidade para todos os perfis. Comprar um celular caro apenas pelo período grátis do Gemini raramente compensa. Já os benefícios oferecidos por bancos podem depender do tipo de conta e do nível do cliente. Enquanto que promoções estudantis antigas ainda podem aparecer nos buscadores mesmo depois de expiradas.

Além disso, planos empresariais e educacionais dependem da organização à qual o usuário está vinculado. Também é importante prestar atenção à renovação automática para evitar cobranças após o período gratuito.

Vale a pena pagar pelo Gemini?

A resposta depende do perfil de uso. Para a maioria das pessoas físicas, o AI Plus de R$ 24,99 por mês ou o compartilhamento familiar tendem a ser os caminhos mais acessíveis.

Os clientes elegíveis do Itaú podem até zerar esse custo por um período. Já estudantes e professores têm mais chances de conseguir acesso por meio de universidades e instituições de ensino.

Para empresas, MEIs e equipes, soluções como Vivo Empresas e licenças corporativas ou educacionais podem representar alternativas mais interessantes do que contratar serviços separados.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber quanto custa assinar todas as IAs no Brasil.

Leia a matéria no Canaltech.

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10 dicas do que nunca colocar em um prompt de IA

Você provavelmente já fez isso ou pensou em fazer: abrir um chatbot para ganhar tempo e colar um contrato, um exame médico, uma planilha financeira, um currículo ou um e-mail do trabalho para pedir ajuda. Afinal, a IA consegue resumir textos, revisar documentos, explicar informações complicadas e sugerir melhorias em poucos segundos.

O problema é que nem tudo o que está nesses arquivos deveria ser compartilhado. Dados pessoais, informações sigilosas da empresa, senhas e detalhes de outras pessoas podem acabar indo junto no prompt sem que você perceba.

Na maioria dos casos, não é preciso deixar de usar a IA. O importante é saber o que remover, ocultar ou substituir antes de enviar.

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A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • O que não adicionar em um prompt de IA?
  • Como transformar um prompt arriscado em prompt seguro?
  • Antes de enviar, faça o teste dos 30 segundos

O que não adicionar em um prompt de IA?

A seguir, veja 10 tipos de informação que nunca devem entrar em um prompt sem revisão prévia:

  1. Dados pessoais que identificam você ou outra pessoa
  2. Dados sensíveis, como saúde, religião, política e sexualidade
  3. Senhas, códigos de autenticação e chaves de acesso
  4. Dados bancários, cartões e informações financeiras completas
  5. Documentos de trabalho, contratos e informações sigilosas
  6. Informações de crianças, familiares e terceiros
  7. Mensagens privadas e conversas íntimas sem consentimento
  8. Arquivos inteiros sem revisar o conteúdo antes
  9. Prompts que pedem para burlar regras, sistemas ou proteções
  10. Qualquer dado que você não sabe como será armazenado ou usado

1. Dados pessoais que identificam você ou outra pessoa

Nomes completos, CPF, RG, endereço residencial, telefone, e-mail pessoal, matrícula, número de cliente e outros identificadores raramente são necessários para que a IA execute uma tarefa. Quanto menos informações desse tipo forem compartilhadas, menor o risco de exposição.

Em vez de escrever "reescreva esta reclamação de João Silva, CPF XXX.XXX.XXX-XX", prefira algo como "reescreva uma reclamação de um consumidor, sem identificar a pessoa". O cuidado vale tanto para seus próprios dados quanto para informações de terceiros.

Apps do Copilot,Gemini e ChatGPT no celular
Dados pessoais, senhas e documentos confidenciais estão entre os conteúdos que não devem ser compartilhados com chatbots de IA. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

2. Dados sensíveis, como saúde, religião, política e sexualidade

Essa é uma das categorias que exigem mais cautela. Informações relacionadas à saúde, orientação sexual, religião, opiniões políticas, raça, biometria e dados genéticos podem causar constrangimentos, discriminação ou exposição indevida caso sejam compartilhadas sem necessidade.

Se precisar usar a IA para entender um exame ou relatório médico, remova nome, número do exame, hospital, médico responsável, data de nascimento e qualquer elemento que permita identificar a pessoa. O mesmo vale para prontuários, relatos psicológicos e mensagens íntimas.

3. Senhas, códigos de autenticação e chaves de acesso

Senhas, tokens, códigos de autenticação em dois fatores (2FA), chaves de API, seed phrases de carteiras de criptomoedas e credenciais de sistemas nunca devem ser inseridos em um prompt.

A IA não precisa do segredo para ajudar. Se estiver analisando um problema técnico, substitua os dados por marcadores como "[SENHA_REMOVIDA]" ou "[CHAVE_API]". O importante é compartilhar apenas o erro e o contexto necessários para o diagnóstico.

4. Dados bancários, cartões e informações financeiras completas

Pedir ajuda para organizar um orçamento é diferente de colar números de cartão, agência, conta bancária, extratos completos ou comprovantes com dados identificáveis.

Uma alternativa segura é resumir as informações. Por exemplo: "mercado: R$ 800", "transporte: R$ 300" e "assinaturas: R$ 120". Dessa forma, a IA consegue ajudar a categorizar despesas ou sugerir ajustes sem acessar informações financeiras sensíveis.

5. Documentos de trabalho, contratos e informações sigilosas

Muitos profissionais utilizam IA para revisar textos, resumir documentos e aumentar a produtividade. O problema aparece quando contratos, propostas comerciais, listas de clientes, códigos proprietários, roadmaps de produtos ou dados de faturamento são compartilhados sem os devidos cuidados.

Antes de enviar qualquer material corporativo, verifique as políticas internas da empresa, o tipo de conta utilizada e as permissões existentes.

6. Informações de crianças, familiares e terceiros

É comum buscar ajuda para redigir mensagens escolares, entender situações familiares ou organizar documentos de outras pessoas. Ainda assim, nomes, escolas, endereços, rotinas, diagnósticos e detalhes pessoais de crianças ou familiares não devem ser compartilhados desnecessariamente.

Sempre que possível, substitua elementos identificáveis por descrições genéricas. Em vez de citar nome, idade exata e escola, utilize expressões como "uma criança em idade escolar" ou "um familiar".

7. Mensagens privadas e conversas íntimas sem consentimento

As conversas de WhatsApp, mensagens diretas, e-mails pessoais e relatos íntimos de terceiros podem conter informações privadas que não deveriam ser reproduzidas integralmente em um prompt.

Se precisar de ajuda para interpretar uma situação, o ideal é resumir os fatos com suas próprias palavras, removendo nomes, números de telefone, trechos específicos e qualquer detalhe que identifique outras pessoas. O objetivo é preservar a privacidade de todos os envolvidos.

8. Arquivos inteiros sem revisar o conteúdo antes

O problema nem sempre está no arquivo em si, mas no que ele contém. PDFs, planilhas, apresentações e imagens podem carregar informações pessoais, comentários ocultos, metadados, assinaturas digitais ou abas escondidas.

Antes de fazer upload de qualquer documento, reserve alguns minutos para revisar o conteúdo. Uma limpeza simples pode eliminar informações que não são necessárias para a tarefa e reduzir riscos de exposição.

Gemini
É importante revisar documentos e informações antes de compartilhá-los com um chatbot de IA. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

9. Prompts que pedem para burlar regras, sistemas ou proteções

A IA não deve ser utilizada para tentar quebrar senhas, invadir contas, contornar sistemas de pagamento, desativar mecanismos de segurança ou criar golpes.

Também é importante se atentar aos riscos ligados à chamada “injeção de prompt”, uma técnica usada para tentar manipular o comportamento de sistemas de IA. Em alguns casos, isso pode levar ao vazamento de informações, à execução de ações não autorizadas ou à geração de respostas enganosas.

Por isso, usar a IA para tentar burlar regras, sistemas ou mecanismos de proteção pode criar riscos reais de segurança e expor usuários ou organizações a problemas que vão além do ambiente do chatbot.

10. Qualquer dado que você não sabe como será armazenado ou usado

Se você não entende claramente as configurações de privacidade, o histórico da conversa, o tipo de conta utilizada ou a política da ferramenta, a melhor estratégia é compartilhar apenas o mínimo necessário.

Isso inclui atenção a recursos, como histórico ativado, conectores externos, integrações corporativas, plugins e ferramentas de busca. Quando você compartilha apenas as informações necessárias ajuda a reduzir riscos e evita a exposição de dados sensíveis.

Como transformar um prompt arriscado em prompt seguro?

Para reduzir os riscos no uso da IA, substitua informações reais por marcadores fictícios, remova elementos que identifiquem pessoas e compartilhe apenas os trechos indispensáveis para a tarefa. Veja exemplos abaixo:

Arriscado Seguro
“Resuma meu exame de sangue. Meu nome é..., nasci em..., meu CPF é...” “Explique, em linguagem simples, o que significam estes indicadores de um exame, sem considerar identidade do paciente: [valores sem nome ou documento].”
“Reescreva este contrato com a empresa X, cliente Y, valor Z e cláusulas confidenciais.” “Revise a clareza deste trecho contratual genérico. Removi nomes, valores e dados das partes.”
“Meu token da API é sk-..., por que meu código não funciona?” “Substituí minha chave por [API_KEY]. Analise o erro e indique hipóteses.”
“Analise esta conversa com minha ex, aqui estão os prints.” “Vou resumir uma situação interpessoal sem nomes. Ajude a escrever uma resposta respeitosa.”

Antes de enviar, faça o teste dos 30 segundos

Existe uma regra fácil de lembrar antes de enviar qualquer prompt para uma IA. Gaste 30 segundos respondendo três perguntas:

  • Tem dados pessoais?
  • Tem segredo profissional?
  • Eu tenho permissão para compartilhar isso?

Se a resposta for "sim" ou mesmo "não tenho certeza", vale a pena parar e revisar o conteúdo.

Caso você tenha gostado do conteúdo, talvez também se interesse por conhecer 5 formas de se proteger de injeção de prompt em navegadores de IA.

Leia a matéria no Canaltech.

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Google envia usuários para concorrente em erro bizarro de sua própria IA

O Google acabou recomendando o uso do DuckDuckGo em respostas geradas pelo recurso AI Overviews, após interpretar buscas de usuários que queriam evitar inteligência artificial. O caso ganhou repercussão depois que o próprio DuckDuckGo publicou um post no X mostrando o erro e ironizando a situação.

Em buscas pelo termo "no ai", o sistema tentou interpretar o que o usuário quis dizer e acabou sugerindo melhores formas de evitar resultados com inteligência artificial, indicando outro buscador — no caso, o DuckDuckGo. Em alguns casos, também apareceu o navegador Brave como alternativa, devido à possibilidade de realizar ajustes nas configurações para reduzir ou bloquear respostas geradas por IA.

O episódio reacendeu o debate sobre a integração cada vez mais profunda de recursos de IA na busca do Google. Embora o DuckDuckGo também ofereça recursos de inteligência artificial, como o “Search Assist” e o “Duck.ai”, eles podem vir ativados por padrão em algumas experiências. A principal diferença, e um dos pontos da crítica ao Google, é que o DuckDuckGo permite desativar essas funções de forma simples.

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Já no Google, o AI Overviews não pode ser desativado permanentemente nas configurações padrão da conta. Em vez disso, usuários que preferem resultados tradicionais precisam selecionar manualmente o filtro “Web” a cada nova busca para acessar apenas os links clássicos, sem respostas geradas por IA.

no AI do DuckDuckGo
Erro no AI Overviews fez o Google recomendar o DuckDuckGo a usuários que queriam evitar resultados gerados por IA. (Imagem: André Magalhães/Canaltech)

Número de usuários do DuckDuckGo está crescendo

O interesse pelo DuckDuckGo vem aumentando após a expansão dos recursos de inteligência artificial na busca do Google. Segundo dados da própria empresa, as instalações do aplicativo cresceram, em média, 18,1% na semana seguinte aos anúncios do Google, com um pico de 33% em 25 de maio.

O movimento foi ainda mais forte em dispositivos iPhone, em que o crescimento chegou a 69,9% no mesmo período. Além disso, o tráfego para a página “no-ai” do DuckDuckGo, que oferece busca sem recursos de IA, avançou 22,7% na média semanal, com pico de 27,7% em 24 de maio.

Esses dados são atribuídos ao aumento do descontentamento de parte dos usuários com a integração de respostas geradas por IA no Google, especialmente após mudanças apresentadas durante o Google I/O 2026.

No último ano, a empresa também aumentou o uso de ferramentas de IA em várias partes da busca, chegando a testar a substituição da caixa de dicionário pelo AI Overviews. Com isso, até pesquisas simples geravam grandes parágrafos de texto conversacional, o que irritou os usuários que buscam respostas rápidas.

Além disso, o DuckDuckGo afirma que não rastreia o histórico de buscas dos usuários para treinar inteligência artificial ou exibir anúncios personalizados. Isso ajuda a explicar por que parte dos usuários têm migrado para a plataforma, buscando mais privacidade e menos personalização baseada em dados de navegação.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir 6 navegadores que oferecem mais privacidade do que o Chrome.

Leia a matéria no Canaltech.

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Não sabe criar fórmulas? Nova IA do Google Planilhas te ajuda com isso

O Google está ampliando as capacidades do Gemini no Google Planilhas para que os usuários criem e editem planilhas por meio de comandos em linguagem natural. A novidade chega com suporte a 28 novos idiomas, incluindo o português, e já está disponível para contas empresariais, educacionais e assinantes de planos Google AI Pro e AI Ultra.

A ferramenta funciona como um assistente integrado no próprio Planilhas. Agora, não é mais necessário escrever fórmulas complexas ou montar tabelas manualmente, basta descrever o que precisa no painel lateral do Gemini, como “criar uma planilha de orçamento mensal” ou “gerar um gráfico de vendas por mês”, e a IA monta a estrutura automaticamente, incluindo fórmulas, tabelas dinâmicas e visualizações.

Com o recurso, também é possível editar documentos para ajustar cálculos, reorganizar dados e sugerir melhorias. O objetivo do Google é facilitar o uso do Planilhas e tornar o trabalho com dados mais simples, mesmo para quem não domina funções avançadas.

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Além disso, a expansão para 28 idiomas, incluindo português, espanhol, japonês, francês, alemão e árabe etc., busca eliminar barreiras linguísticas e facilitar a colaboração entre equipes globais. Assim, pessoas de diferentes países podem trabalhar juntas em análises e modelos financeiros usando seus próprios idiomas.

Logo do Google Planilhas na tela do PC
Google expande o Gemini no Planilhas, que agora cria e edita fórmulas e dados por IA em 28 idiomas. (Imagem: Viviane França/Canaltech / Editada por IA/ChatGPT)

Quem pode usar o Gemini no Google Planilhas?

O Gemini no Google Planilhas está disponível para contas empresariais, corporativas, educacionais e assinantes de planos avançados do Google AI. O acesso inclui os usuários dos planos:

  • Business Standard;
  • Business Plus;
  • Enterprise Standard;
  • Enterprise Plus;
  • Google AI Pro;
  • Google AI Ultra;
  • Google AI Pro for Education;
  • AI Expanded Access.

No ambiente corporativo, os administradores precisam habilitar o “Gemini for Workspace in Sheets”. Já os demais usuários devem ter os recursos inteligentes do Workspace ativados em suas contas para aproveitar as novidades no painel lateral.

Além disso, clientes do Google Workspace têm acesso promocional com limites mais altos de uso até 15 de julho de 2026. Após essa data, passam a valer limites específicos por usuário, que serão detalhados pelo Google no Centro de Ajuda.

Se você gostou do texto, talvez também se interesse por conferir 5 novidades do Gemini para Documentos, Planilhas e Apresentações.

Leia a matéria no Canaltech.

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Instagram atende pedido antigo e muda publicação de carrosséis

O Instagram começou a liberar uma atualização para adicionar legendas diferentes para cada foto ou vídeo de publicações em carrossel. O recurso já está sendo distribuído globalmente desde 18 de junho, mas deve chegar gradualmente a todos, podendo levar até uma semana para atingir os 2 bilhões de usuários da plataforma.

A mudança atende a um pedido antigo de criadores de conteúdo, que buscavam mais controle sobre a contextualização de cada imagem. Antes, era possível adicionar apenas uma legenda que aparecida para todas as fotos do carrosséis, o que limitava bastante a explicação do conteúdo.

Agora, com a mudança, cada imagem pode ter a sua própria legenda, que aparecem enquanto o usuário desliza pelas fotos. Vale ressaltar que o recurso aceita até 20 slides, cada um com uma legenda diferente, seguindo o limite atual de imagens em carrosséis do aplicativo.

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O novo recurso deixa os posts mais dinâmicos e organizados, facilitando a criação de tutoriais, apresentações de produtos e publicações em formato de álbum com várias partes, sendo possível transformar a postagem em um “microblog”. A novidade também melhora a acessibilidade, já que leitores de tela conseguem entender melhor cada imagem separadamente.

O carrossel é um dos formatos de postagem mais populares do Instagram, e a nova atualização deixa esse recurso ainda mais útil. A mudança melhora a forma que o conteúdo é apresentado, a ponto de fazer as pessoas se perguntarem “por que demorou tanto tempo” para ser lançada.

Logo do Instagram na tela do celular
Instagram libera legendas individuais em carrosséis. (Imagem: Claudio Schwarz/Unsplash)

Como adicionar legendas diferentes em cada imagem do carrossel?

Veja como adicionar legendas diferentes para cada imagem na sua postagem em carrossel:

  1. Crie uma publicação de carrossel;
  2. Toque na área da legenda;
  3. Ative a opção “Múltiplas legendas”;
  4. Escreva uma legenda exclusiva para cada slide.

Se você gostou do texto, talvez também se interesse por conferir 7 prompts para o ChatGPT criar posts e legendas para o Instagram.

Leia a matéria no Canaltech.

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Falha grave faz ChatGPT gerar imagens violentas e explícitas com prompt simples

Um relatório da empresa de segurança em IA Mindgard mostra que o ChatGPT pode gerar imagens violentas e sexualmente explícitas a partir de prompts simples e enganosos. O caso foi demonstrado por pesquisadores da companhia, que conseguiram contornar filtros de segurança do sistema ao explorar brechas na forma como ele interpreta comandos.

O teste foi conduzido por Jim Nightingale, pesquisador da equipe de “red team” da Mindgard. Ele utilizou um prompt viral, originalmente inofensivo, encontrado na rede social X e compartilhado por Kris Kashtanova, influenciadora de IA e educadora. O comando pedia ao chatbot para “restaurar uma imagem anexada”, mesmo sem enviar nenhum arquivo.

A proposta original era gerar imagens divertidas e leves, mas acabou sendo explorado de forma inesperada. Ao repetir o comando ou fazer pequenas alterações na instrução, o sistema começou a gerar imagens em vez de solicitar o conteúdo ausente, explorando um comportamento conhecido como repetição de prompt (RE2).

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Segundo o relatório, os resultados incluíram cenas de violência extrema, situações de violência sexual e imagens explícitas. Os pesquisadores afirmam que não foi necessário um método sofisticado de invasão, mas sim o uso de instruções repetidas e variações mínimas de linguagem para induzir o modelo a contornar suas próprias barreiras de segurança.

No entanto, os pesquisadores também usaram formas de enganar a IA. Eles chegaram a inserir um ID de imagem falso e afirmar que a imagem “já havia sido gerada e aprovada”. Em outros casos, pediram que o sistema “não julgasse o conteúdo, mesmo que fosse violento”, tentando contornar os filtros de segurança.

Para dar a dimensão da gravidade, o estudo destaca que o conteúdo gerado, incluindo imagens explícitas de assassinato, foi tão extremo que o pesquisador Jim Nightingale, veterano em testes de segurança de IA, relatou ter ficado “abalado e em prantos” após os testes.

ChatGPT
Relatório da Mindgard mostra que o ChatGPT pode gerar imagens violentas e explícitas devido a falhas em prompts simples. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

Qual foi o posicionamento da OpenAI?

Em posicionamento, a OpenAI afirmou que leva os achados a sério e que vem ajustando o sistema para reduzir esse tipo de comportamento, especialmente em casos envolvendo anexos inexistentes.

Já a Mindgard afirma que, ao reportar a falha em maio de 2026, recebeu respostas automáticas da OpenAI direcionando a equipe ao programa de recompensa por bugs (Bugcrowd). A empresa recusou a orientação e apontou que o programa exclui explicitamente “problemas de conteúdo”, o que deixaria esse tipo de falha em um limbo.

Em 8 de junho, a OpenAI informou que o problema havia sido corrigido. No entanto, em 10 de junho, a Mindgard realizou novos testes e conseguiu reproduzir os mesmos resultados com pequenas mudanças de palavras nos prompts, o que, segundo os pesquisadores, indica que as medidas ainda não foram suficientes.

Afinal, por que essas imagens estão no treinamento do ChatGPT?

A presença de conteúdos sensíveis nos resultados do ChatGPT está ligada ao processo de treinamento dos modelos de IA. Eles são desenvolvidos a partir de grandes volumes de dados que incluem informações públicas da internet, bases licenciadas e conteúdo produzido e anotado por humanos.

Como a internet tem tanto conteúdo moderado quanto não moderado, parte desse material pode influenciar o treinamento do modelo. Isso não quer dizer que a IA “guarda” imagens específicas, significa que ela aprende padrões de texto e imagem associados a esse tipo de conteúdo.

Mesmo com filtros de segurança, ainda existem falhas quando os comandos são usados de forma enganosa ou podem ser interpretados de várias maneiras. Por isso, empresas, como a OpenAI, precisam atualizar seus sistemas o tempo todo para evitar a criação de conteúdo sensível e melhorar a moderação.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir 10 vídeos incríveis e bizarros criados pela IA da OpenAI.

Leia a matéria no Canaltech.

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Google resolve falta de memória do Gemini Live de um jeito inusitado

O Google começou a liberar uma atualização para o Gemini Live que acaba com uma das maiores limitações da ferramenta: a falta de memória entre conversas. Agora, a IA consegue se lembrar de informações compartilhadas anteriormente e usar dados de aplicativos conectados para tornar as interações por voz mais naturais e personalizadas.

Com a nova área de "Inteligência Pessoal", o Gemini Live pode guardar detalhes importantes sobre você, como preferências alimentares, hobbies ou datas especiais. Assim, não é preciso repetir as mesmas informações sempre que iniciar uma nova conversa.

A IA também consegue consultar aplicativos conectados em tempo real. Durante uma conversa por voz, ela pode buscar informações em serviços, como YouTube, Google Calendar, Keep, Tasks e ferramentas do Google Workspace, para responder com mais contexto. Além disso, o Gemini Live também permite compartilhar a tela e usar a câmera do celular, ajudando a IA a entender melhor o que o usuário está vendo.

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Além dos apps do Google, o Gemini Live agora se integra a serviços de terceiros, incluindo Spotify e aplicativos da Samsung, Xiaomi, HONOR, OnePlus e OPPO. A IA também pode recorrer a recursos, como Google Voos, Google Hotéis e até informações públicas do Google Maps, para oferecer respostas mais úteis e personalizadas.

As informações usadas pela IA seguem as mesmas configurações escolhidas no chat convencional. Apesar de essa integração deixar o Gemini Live mais útil, ela também levanta questões sobre privacidade. Como a IA pode acessar informações de diferentes serviços do Google, ela tem uma visão mais ampla da rotina do usuário, o que exige maior controle sobre as permissões e pode gerar preocupações sobre quais dados estão sendo usados.

Já nas contas corporativas ou escolares, a experiência pode ser mais limitada. O acesso aos aplicativos depende das permissões definidas pelos administradores do Workspace e, por enquanto, apenas dados do Google Calendar, Google Keep e Google Tasks podem ser usados nas conversas do Gemini Live.

Gemini Live
Google atualiza o Gemini Live com memória entre conversas e integração com apps e câmera para respostas mais personalizadas. (Imagem: Marcelo Salvatico/Canaltech)

Quem pode usar o novo recurso de memória do Gemini Live?

Por enquanto, o recurso está disponível apenas para usuários maiores de 18 anos nos Estados Unidos que utilizam o Gemini em inglês em dispositivos Android. Ele funciona com contas pessoais e de trabalho ou escola, desde que o acesso aos aplicativos necessários tenha sido liberado.

Se você gostou do texto, talvez também se interesse por conferir 7 comandos de voz do Gemini para se manter produtivo e informado.

Leia a matéria no Canaltech.

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8 diferenças entre o polêmico Claude Fable 5 e o Mythos 5

O Claude Fable 5 e o Claude Mythos 5 chegaram como os modelos mais poderosos da Anthropic, mas logo entraram em uma discussão maior sobre segurança e quem deve ter acesso às capacidades mais avançadas da IA. A ideia é levar recursos de nível Mythos para mais pessoas com o Fable 5, enquanto o Mythos 5 segue reservado para parceiros selecionados em áreas mais sensíveis.

A polêmica aumentou depois que reportagens da Wired e do The Verge disseram que o governo dos Estados Unidos começou a pressionar a Anthropic. A preocupação era com possíveis formas de contornar as proteções do Fable 5, o que poderia liberar capacidades próximas às do Mythos 5 para um público mais amplo.

8 diferenças entre o Claude Fable 5 e o Mythos 5

Confira as principais diferenças entre os modelos Claude Fable 5 e Mythos 5:

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  1. Acesso: Fable 5 nasceu para o público; Mythos 5 para grupos vetados
  2. Guardrails: Fable 5 tem travas; Mythos 5 remove parte delas
  3. Cibersegurança: Mythos 5 é mais livre; Fable 5 é mais contido
  4. Biologia e química: Mythos 5 mira pesquisa avançada; Fable 5 restringe pedidos
  5. Experiência de uso: Fable 5 pode cair para Opus 4.8 em temas sensíveis
  6. Desempenho: Fable 5 promete nível Mythos, mas nem sempre entrega tudo
  7. Preço: os dois têm o mesmo custo anunciado
  8. Risco regulatório: Fable 5 virou o caso público; Mythos 5 virou o limite

1. Acesso: Fable 5 nasceu para o público; Mythos 5 para grupos vetados

A primeira grande diferença está na disponibilidade. O Claude Fable 5 foi apresentado como o modelo “geral” da família Mythos, disponível por meio da API e dos planos da Claude. Já o Mythos 5 foi pensado para parceiros selecionados, principalmente dentro do Project Glasswing.

No entanto, essa estratégia acabou esbarrando em questões políticas. Embora o Fable 5 tenha sido anunciado como acessível, a Anthropic posteriormente atualizou sua página informando a suspensão do acesso tanto ao Fable 5 quanto ao Mythos 5 em resposta a uma diretiva do governo dos EUA.

A administração Trump deu à empresa um ultimato de 90 minutos para restringir a ferramenta, após receber alertas de que as travas do Fable 5 poderiam ser burladas (jailbreak), liberando as capacidades de cibersegurança do Mythos. A ordem exigia o bloqueio para 'qualquer cidadão estrangeiro', o que forçou a Anthropic a cortar temporariamente o acesso de todos os usuários.

Com isso, a discussão não se limita mais a um novo produto de IA, ela abrange também questões de segurança nacional e política tecnológica.

Fable 5
O Fable 5 e o Mythos 5 são os modelos de IA mais avançados da Anthropic. (Imagem: Viviane França/Canaltech / Editada por IA/Gemini)

2. Guardrails: Fable 5 tem travas; Mythos 5 remove parte delas

Segundo a Anthropic, os dois modelos usam a mesma base tecnológica. A principal diferença é que o Fable 5 possui mais proteções para bloquear ou redirecionar pedidos considerados sensíveis ou de maior risco.

Já o Mythos 5 é disponibilizado para parceiros considerados confiáveis justamente para permitir pesquisas avançadas em áreas sensíveis, como cibersegurança e biotecnologia.

A discussão sobre essas proteções aumentou depois de testes feitos pela Amazon. O CEO da empresa, Andy Jassy, avisou o governo dos EUA sobre possíveis maneiras de contornar parte das barreiras do Fable 5. Isso levou a NSA a analisar as falhas encontradas e ajudou na decisão do governo de proibir o modelo.

Por outro lado, a Anthropic e alguns pesquisadores independentes disseram que os riscos foram exagerados. Segundo eles, os problemas identificados não removiam totalmente as proteções do sistema nem transformavam o Fable 5 em uma versão sem restrições do Mythos 5.

3. Cibersegurança: Mythos 5 é mais livre; Fable 5 é mais contido

A Anthropic posiciona a família Mythos como uma das mais avançadas em tarefas ligadas à cibersegurança, o que inclui desde auditorias até análise de vulnerabilidades e identificação de falhas em sistemas.

Por causa desse potencial, o Fable 5 utiliza classificadores para impedir que essas capacidades sejam empregadas em tarefas ofensivas ou em usos considerados perigosos. Segundo a empresa, o modelo é impedido de fazer qualquer progresso em tarefas de ataque. No entanto, as restrições geraram críticas, que classificaram as travas como tão agressivas que "viraram motivo de piada" na comunidade cibernética.

Ao mesmo tempo, defensores da tecnologia dizem que modelos desse tipo podem ajudar a encontrar falhas e tornar sistemas mais seguros. Segundo a Anthropic, parceiros do Project Glasswing já usaram versões da linha Mythos para descobrir milhares de vulnerabilidades graves e falhas zero-day em navegadores e sistemas operacionais populares — incluindo falhas que passaram despercebidas por humanos durante 27 anos no OpenBSD e 16 anos no FFmpeg.

Claude
O Fable 5 foi criado para o público geral, enquanto o Mythos 5 é restrito a pesquisadores e parceiros selecionados. (Imagem: Viviane França/Canaltech)

4. Biologia e química: Mythos 5 mira pesquisa avançada; Fable 5 restringe pedidos

A Anthropic também trata biologia e química como áreas de uso dual, nas quais avanços científicos podem ter aplicações positivas e negativas.

Antes, a empresa bloqueava apenas comandos sobre armas biológicas. No entanto, testes revelaram que o novo modelo é capaz de realizar tarefas complexas, como projetar componentes virais que poderiam ser usados tanto para terapias genéticas quanto para a criação de vírus perigosos.

Por isso, para lançar o modelo rapidamente ao público, a Anthropic aplicou travas que ela mesma admite serem “excessivamente amplas". O Fable 5 tende a restringir ou redirecionar solicitações mais profundas sobre biologia e química para o modelo anterior.

Já o Mythos 5, por outro lado, é voltado para acesso controlado por meio de um programa para pesquisadores e organizações selecionadas. Sem as travas, o modelo demonstrou um potencial impressionante. Segundo a empresa, ele já acelerou o design de medicamentos em cerca de 10 vezes e até desenvolveu pesquisas genômicas que superaram modelos publicados na prestigiada revista Science.

5. Experiência de uso: Fable 5 pode cair para Opus 4.8 em temas sensíveis

Os pedidos ligados à cibersegurança, biologia, química ou destilação de modelos podem ser tratados pelo Claude Opus 4.8 em vez do próprio Fable 5.

Para tarefas comuns, essa troca tende a passar despercebida. Já se você é desenvolvedor, pesquisador ou trabalha com segurança, pode notar respostas que parecem variar dependendo do assunto abordado.

No entanto, a empresa garante que não haverá confusão. Para garantir a transparência, os usuários sempre serão notificados na tela quando a resposta vier do Opus 4.8, eliminando a dúvida sobre qual versão do sistema está operando no momento.

Além disso, a Anthropic afirma que as travas são acionadas em menos de 5% das sessões, o que significa que na grande maioria dos casos o usuário terá o desempenho puro do modelo mais avançado.

Fable 5
O lançamento do Fable 5 colocou a Anthropic no centro de um debate sobre até onde modelos de IA poderosos devem ser disponibilizados ao público. (Imagem: Viviane França/Canaltech / Editada por IA/Gemini)

6. Desempenho: Fable 5 promete nível Mythos, mas nem sempre entrega tudo

A Anthropic apresenta o Fable 5 como um modelo de nível Mythos para programação, análise de informações, visão computacional e tarefas complexas.

Para demonstrar isso, a empresa exibiu exemplos em que o modelo conseguiu jogar Pokémon FireRed usando apenas imagens da tela e também jogar Factorio sozinho, criando e automatizando uma fábrica.

Segundo a empresa, ele supera modelos anteriores em diversas categorias, incluindo código, raciocínio e uso autônomo. Em alguns testes, o Fable 5 chegou a superar o próprio Mythos e concorrentes, como o GPT-5.5, em avaliações de programação autônoma.

Mesmo assim, ter mais desempenho não significa ter acesso a todas as capacidades. Como o Fable 5 possui mais restrições, o Mythos 5 continua sendo interessante para organizações que precisam de recursos avançados sem as mesmas limitações.

7. Preço: os dois têm o mesmo custo anunciado

Curiosamente, o preço não é um diferencial entre os dois modelos. A Anthropic anunciou tanto o Fable 5 quanto o Mythos 5 por US$ 10 por milhão de tokens de entrada e US$ 50 por milhão de tokens de saída — um valor que representa menos da metade do preço cobrado pela versão de elite anterior da empresa, o Mythos Preview.

8. Risco regulatório: Fable 5 virou o caso público; Mythos 5 virou o limite

A diferença mais importante talvez seja política. O Fable 5 concentra parte do debate público por ter sido concebido para ampliar a disponibilidade de capacidades de nível Mythos, colocando em discussão quais recursos de IA avançada devem ser distribuídos de forma mais ampla.

Já o Mythos 5 simboliza aquilo que a empresa e governos consideram sensível demais para ser disponibilizado sem restrições. Nesse contexto, ele se tornou uma espécie de referência para o que deve permanecer sob acesso controlado.

O banimento repentino do Fable 5 pelo governo dos EUA elevou esse risco regulatório a um novo patamar. A Anthropic se defendeu argumentando que está sendo cobrada por um padrão irreal, já que concorrentes, como o GPT-5.5, da OpenAI, apresentariam o mesmo comportamento em testes de segurança.

No fim, não existe um vencedor simples entre os dois modelos. Para usuários comuns e empresas interessadas em produtividade, o Fable 5 é uma proposta mais prática, acessível e focada para tarefas gerais.

Já o Mythos 5 é direcionado para cenários de pesquisa avançada, segurança e aplicações sensíveis, o que explica o acesso mais restrito.

Se você gostou do texto, talvez também se interesse por saber por que a Anthropic limitou o uso da IA Claude.

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Nova IA da Adobe chega ao Premiere e Illustrator para fazer o “trabalho chato”

A Adobe anunciou uma grande expansão do Firefly, seu assistente de inteligência artificial, que agora funciona no Premiere, Illustrator, InDesign e Frame.io. A proposta é automatizar tarefas repetitivas e com várias etapas para que os criadores possam dedicar mais tempo à parte criativa. Algumas das novidades já estão disponíveis e os recursos mais avançados seguem em fase beta privada para usuários selecionados.

O Firefly, que já está disponível no Express, Photoshop e Acrobat, também é compatível com ChatGPT, Claude e Copilot. Segundo a Adobe, o assistente deverá ganhar suporte ao Google Gemini e ao Slack futuramente.

No Premiere, o assistente consegue organizar arquivos em pastas, renomear vários clipes de uma só vez, identificar perguntas em entrevistas e inserir marcadores automaticamente na linha do tempo. Já no Illustrator, a IA pode reorganizar camadas em documentos inteiros e localizar fontes ausentes, reduzindo o trabalho manual em projetos complexos. A Adobe não detalhou quais recursos específicos serão oferecidos no InDesign e no Frame.io.

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A expansão faz parte do plano da Adobe de transformar o Firefly em um assistente unificado para toda a Creative Cloud. Para isso, elementos criados em um aplicativo poderão ser reutilizados em outros, ajudando a manter a consistência visual entre diferentes projetos.

A Adobe também vem expandindo o Firefly com ferramentas de IA para geração de imagens, vídeos e storyboards, aproximando a plataforma do Canva em termos de recursos focados na criação rápida de conteúdo.

Adobe Firefly
A IA da Adobe chega ao Premiere e Illustrator com recursos que automatizam etapas da edição e da organização de projetos. (Imagem: Reprodução/Adobe)

Quais são as outras novidades do Firefly?

A atualização também traz novos recursos para colaboração e padronização de marcas, como o Elements, que permite salvar personagens, objetos e cenários gerados por IA para reutilizá-los em diferentes trabalhos, e o Projects, um espaço centralizado para armazenar arquivos e compartilhar o contexto criativo com equipes.

O Firefly também ganhou kits de marca capazes de criar logotipos e paletas de cores a partir de descrições ou materiais já existentes. Além disso, a plataforma agora oferece ferramentas para gerar vídeos de produtos usando imagens estáticas e criar storyboards completos para planejar produções audiovisuais.

Se você gostou do texto, talvez também se interesse pelo conteúdo “Editar fotos, vídeos e músicas: Apple cria suíte de apps para competir com Adobe”.

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Google libera jeito mais fácil de fazer backup do WhatsApp

O Google começou a liberar uma atualização que simplifica o gerenciamento dos backups do WhatsApp no Android. A novidade faz parte da versão 26.23 do Google Play Services e leva os controles das cópias de segurança para as configurações do próprio sistema, eliminando a necessidade de procurar essas opções dentro do aplicativo de mensagens.

Até agora, quem queria alterar configurações de backup precisava entrar nos menus internos do WhatsApp. Com a mudança, o Android concentra esse gerenciamento em um único lugar, deixando o processo mais simples e fácil de encontrar.

A expectativa é que a nova página permita escolher a conta usada para armazenamento, definir a frequência dos backups, selecionar quais dados serão incluídos e decidir se as cópias poderão ser feitas usando apenas Wi-Fi ou também a rede móvel.

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A novidade chega junto ao lançamento estável do Android 17 e o Pixel Drop de junho de 2026. Além do novo gerenciamento de backup do WhatsApp, a atualização do Google Play Services inclui melhorias na sincronização do Google Contatos, mudanças no histórico de transações do Google Wallet e correções de desempenho e estabilidade em todos os dispositivos Android.

Um dos destaques desse pacote é o recurso “app Bubbles”, que transforma apps em janelas flutuantes para facilitar a multitarefa. A função foi pensada para celulares dobráveis e tablets, mas também estará disponível em smartphones com o Android 17. Vale lembrar que alguns recursos podem ser liberados primeiro para grupos menores de usuários antes de chegarem a todos os aparelhos.

Como saber se a nova opção de backup está disponível para você?

A atualização está sendo liberada aos poucos, então pode demorar alguns dias até aparecer para todos os usuários. Se quiser verificar se ela já está disponível, faça o seguinte:

  1. Abra as “Configurações” no celular;
  2. Entre em “Sistema”
  3. Toque em “Atualizações de software”;
  4. Selecione “Atualização do sistema do Google Play”
  5. Instale atualizações pendentes.

    Passos para verificar atualizações disponíveis para o Google Play Services
    É necessário atualizar o Google Play Services para ter acesso ao backup do WhatsApp nas configurações do Android. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Depois que o aparelho receber a versão 26.23 do Google Play Services, a nova opção deverá aparecer:

  1. Entre em “Configurações”;
  2. Vá em “Sistema”;
  3. Clique em “Backup”.

    Passos para gerenciar o backup do WhatsApp nas configurações do Android
    Backup do WhatsApp ganha novo atalho no Android e fica mais simples de configurar. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse em saber onde fica o backup do WhatsApp no Google Drive.

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YouTube testa design clean para dar mais destaque a IA; veja como vai ficar

O YouTube começou a testar uma nova interface para o aplicativo Android que simplifica a área abaixo do player e coloca o recurso de inteligência artificial "Perguntar" (Ask) em evidência. Segundo o Android Authority, a novidade está disponível de forma limitada para um pequeno grupo de usuários e ainda não há previsão de lançamento para todos.

As mudanças foram identificadas pelo Android Authority na versão 21.23.487 do aplicativo no Samsung Galaxy S25 Ultra e no OnePlus 15, ambos rodando o Android 16. O novo layout elimina os rótulos de texto dos botões de ação e deixa visíveis apenas quatro opções principais: Curtir, Descurtir, Compartilhar e Perguntar.

As funções Salvar, Download e Denunciar foram transferidas para um menu de três pontos, enquanto o título do vídeo ganhou uma fonte maior e mais destaque. O YouTube também reorganizou a área do canal, substituindo o nome do canal pelo nome de usuário, que agora aparece acima do logotipo. Já as informações de visualizações foram movidas para cima, e o número de curtidas deixou de aparecer ao lado do botão de curtir.

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Alguns usuários relataram no Reddit que já receberam a atualização nas últimas semanas, mas a maioria das reações tem sido negativa. Parte das críticas pode ser explicada pelas mudanças frequentes no visual do aplicativo.

Por exemplo, em outubro, o YouTube havia deixado esses mesmos botões maiores e mais chamativos, e agora testa uma versão com ícones sem texto e aparência mais discreta, exigindo que os usuários se adaptem novamente. No entanto, como se trata de um teste, o Google pode alterar o visual outra vez ou desistir de levá-lo para a versão estável.

Mudança no design do Youtube
YouTube testa um novo visual mais limpo no Android e coloca o recurso de IA "Perguntar" em destaque. (Imagem: Reprodução/Android Authority)

Por que o Youtube vai mudar o visual do app?

A reformulação busca reduzir a quantidade de elementos na tela e tornar a navegação mais simples. Ao esconder recursos secundários em um menu, o YouTube libera espaço para exibir mais vídeos recomendados e cria uma aparência limpa para o aplicativo.

Outro objetivo é destacar a inteligência artificial. Com apenas quatro botões em evidência, o recurso "Perguntar" ocupa uma posição de destaque ao lado das ações mais usadas, sinalizando que o Google quer transformar a IA em uma parte cada vez mais importante da experiência no YouTube.

A empresa também reorganizou as informações para dar mais destaque ao título do vídeo e ao criador do conteúdo. As curtidas e visualizações continuam presentes, mas em uma área que interfere menos na navegação e deixa a interface organizada.

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5 pequenas mudanças do Android 17 que os usuários imploravam para ter de volta

O Android 17 começou a ser liberado para celulares Pixel e chega com uma série de novidades de usabilidade, segurança e personalização. Além de novos recursos, a atualização traz ajustes em funções já conhecidas e corrige algumas decisões que vinham sendo criticadas pelos usuários nas últimas versões.

Sem promover uma grande mudança visual, o sistema operacional aposta em refinamentos que tornam as tarefas do dia a dia mais práticas. São pequenas melhorias que podem passar despercebidas à primeira vista, mas ajudam a deixar a experiência mais simples e intuitiva.

5 mudanças de qualidade de vida do Android

Veja 5 mudanças no Android 17 que os usuários já vinham pedindo há muito tempo e agora foram atendidos:

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  1. Separação definitiva dos botões de Wi-Fi e Dados Móveis
  2. Opção de sumir com os nomes dos aplicativos na tela inicial
  3. Controle de volume da Assistente/Gemini independente
  4. Fim do áudio de fundo "brotando" do nada
  5. Bloqueio automático de SMS com códigos de verificação (OTP)

1. Separação definitiva dos botões de Wi-Fi e Dados Móveis

O Android 17 desfaz uma mudança que vinha sendo bastante criticada: a unificação dos controles de conectividade no bloco “Internet”. Agora, Wi-Fi e dados móveis voltam a ter botões independentes nas Configurações Rápidas, deixando o acesso mais rápido.

Além da separação, os dois botões têm funções diferentes dependendo de onde você toca. Um toque no ícone liga ou desliga o Wi-Fi ou os dados móveis, enquanto tocar no texto abre o painel completo de Internet com mais opções. Assim, tarefas simples exigem menos toques, mas as configurações mais avançadas continuam facilmente acessíveis.

2. Opção de sumir com os nomes dos aplicativos na tela inicial

Quem prefere uma interface mais minimalista agora pode remover os nomes dos aplicativos da tela inicial. A opção deixa apenas os ícones visíveis, criando um visual mais limpo e organizado.

A mudança também combina com os novos efeitos visuais do sistema, que reforçam o desfoque de fundo e dão mais “profundidade” à interface.

Para remover o nome dos apps, siga os passos abaixo:

  1. Abra “Plano de fundo e estilo”;
  2. Toque em “Tela inicial”;
  3. Entre em “Ícones”;
  4. Clique em “Nomes”;
  5. Desative a opção “Mostrar nomes de aplicativos”.
Pixel 9 Pro XL
O Android 17 corrige cinco reclamações antigas dos usuários. (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

3. Controle de volume da Assistente/Gemini independente

Até agora, as respostas da assistente compartilhavam o mesmo controle de volume usado para músicas, vídeos e podcasts. Com o Android 17, aplicativos de assistência, como o Gemini, ganham um canal de áudio dedicado.

A mudança permite ajustar o volume da IA separadamente da mídia. Dessa forma, é possível silenciar músicas e vídeos sem deixar de ouvir as respostas do Gemini, ou fazer o contrário.

4. Fim do áudio de fundo "brotando" do nada

Quem nunca abriu um aplicativo e foi surpreendido por um áudio que começou a tocar sem aviso? O Android 17 endurece as regras para reprodução de som em segundo plano justamente para evitar esse tipo de situação.

Agora, aplicativos ocultos não podem iniciar áudio, assumir o foco sonoro ou alterar o volume livremente. Para reproduzir som, eles precisam estar visíveis na tela ou executar um serviço ativo com notificação aparente.

5. Bloqueio automático de SMS com códigos de verificação (OTP)

O Android 17 amplia as medidas de proteção contra aplicativos maliciosos que tentam capturar códigos de autenticação enviados por SMS.

O sistema vai atrasar a entrega de mensagens com códigos OTP para determinados aplicativos por três horas. Como esses códigos costumam expirar rapidamente, a medida dificulta tentativas de fraude mesmo quando um app possui permissão para ler mensagens.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir 6 funções discretas do Android que passam batido, mas salvam o dia a dia.

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